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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

AUGUSTO FLOR, PRESIDENTE DA CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS COLETIVIDADES DE CULTURA, RECREIO E DESPORTO, VAI A LOURES FALAR SOBRE FOLCLORE E ASSOCIATIVISMO POPULAR

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures

“Rodopiando entre a tradição e a inovação – o Folclore como causa” é o tema que o Dr. Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto vai proferir em Loures no próximo dia 21 de Outubro, pelas 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde habitualmente se reúne a Assembleia Municipal. A iniciativa é do Grupo Folclórico Verde Minho e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

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O Dr. Augusto Flor é licenciado em Antropologia pelo ISCTE, possui o Curso de Especialista da Escola Militar de Eletromecânica (EMEL) e o Curso de Montador Eletricista na Escola Industrial Emídio Navarro.

É dirigente associativo voluntário desde 1970, tendo em 2012 sido nomeado pelo Secretário de Estado do Desporto e Juventude para Embaixador para a Ética no Desporto- Em 2011, foi nomeado Comissário Nacional para o Ano Europeu do Voluntariado. Em 2007, desempenhou funções de Presidente da Assembleia-geral da Confederação do Desporto de Portugal, sendo desde essa data, Presidente da Direção da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto.

É membro do Partido Comunista Português e, nesse âmbito, detém responsabilidades nas áreas do Movimento Associativo Popular, coordenação de atos eleitorais e referendos, bem como das áreas do Desporto, Teatro, Animação e Exposições de Ciência e Tecnologia da Festa do Avante. Entre 1993 e 1997, foi deputado na Assembleia Municipal de Sesimbra e entre 2003 e 2007 – Chefe de Gabinete do Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República.

GOVERNO QUER TRATAR-NOS DA SAÚDE ORAL

Os governos anteriores encerraram centros de saúde e encaminharam as mulheres grávidas para as maternidades de Espanha, contribuindo para o despovoamento do interior.

O governo acaba de celebrar protocolos com 65 autarquias com vista ao estabelecimento de consultórios com dentista e planeia vir a alargar uma rede a todo o país de forma a que a população portuguesa passe a ter acesso à medicina dentária através do Serviço Nacional de Saúde, em todos os concelhos do país, até 2020.

Quem atualmente recorre ao médico dentista para proceder à prevenção ou tratamento de patologias orais e maxilares com vista à manutenção da saúde, higiene bocal e integridade dos seus dentes, está longe de imaginar os sacrifícios a que o paciente era outrora forçado a submeter-se, devendo-se o facto à extraordinária evolução da medicina dentária, sobretudo a partir do século passado.

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Até ao século XIX, a atividade de dentista era exercida pelo barbeiro-sangrador que, munido de bisturi, cortava a veia e fazia a sangria, sarjava, lancetava, aplicava bichas e ventosas e arrancava dentes, para além de fazer a barba e cortar o cabelo aos seus clientes. Como ferramentas do ofício utilizavam navalha, pente, tesoura, lanceta, ventosa, sabão, pedra de amolar, bacia de cobre, escalpelo, boticão, escarificador, turquês e… a sanguessuga!

A extração dos dentes era feita sem anestesia em virtude desta ainda não ter sido inventada. Faziam curativo de fístulas dentárias, tratamento das cáries com aplicação de remédios tópicos.

Até ao século XVII, os dentes postiços com que se procedia à substituição dos naturais eram humanos ou produzidos em osso, marfim ou massa endurecida e presos àqueles com grampos de metal. Apenas dois séculos mais tarde, passaram a ser produzidos os dentes de porcelana e passou a aplicar-se pivôs e dentaduras e a fazer-se o preenchimento das cáries com chumbo.

Apesar da aparente rudeza com que a profissão era exercida, o ofício de barbeiro-sangrador estava regulamentado e aqueles que o exerciam eram, pelo menos até ao século XVI, obrigados a exercer a profissão durante dois anos no Hospital Real de Todos-os-Santos a fim de conseguirem a carteira profissional que lhes era passada pelo cirurgião-mor.

Um autêntico pavor invadia qualquer pessoa perante a simples ida ao dentista, tal era a forma brutal com que o paciente era antes tratado. Porém, o desenvolvimento dos conhecimentos técnicos e a forma de atendimento e tratamento alteraram profundamente esta atividade, vencendo aos poucos a barreira do medo que antes lhe estava associada.

A profissão deixou de ser exercida pelo barbeiro-sangrador e passou para a área da medicina. Não obstante, ela continuou a exercer pavor entre aqueles que com mais urgência necessitam de recorrer ao dentista… e, não nos admiraria se neste preciso momento, ao ler este artigo, algum leitor não esteja já a sentir dor de dentes!

VILA VERDE REALIZA FESTA DO CALDO DO POTE

Sabariz: Sem enlatados nem varinhas mágicas, delicie-se com os sabores autênticos da Festa do Caldo do Pote!

A divulgação e promoção das genuínas tradições locais continua a todo vapor na Rota das Colheitas e desta vez é a emblemática festa do ‘Caldo do Pote’ a ganhar destaque. A 6ª edição acontece já no próximo sábado, dia 22 de setembro, nas imediações da sede da Junta de Freguesia de Sabariz. A freguesia promete os melhores sabores de caldos feitos à moda antiga e deliciar os paladares de todos aqueles que a visitam. Os preparativos começam bem cedo para tudo estar pronto a tempo e a horas. Depois, as portas abrem às 17h00, mas só às 19h00 é que se começam a servir os caldos.

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Durante a iniciativa gastronómica, serão confecionadas mais de vinte receitas de caldos em potes de ferro sob lume de lenha, um sabor inconfundível que todos os anos tem feito as delícias de milhares de visitantes. A confeção fica a cargo da população local com o apoio de várias localidades da Associação de Freguesias do Vale do Homem. Trajados a rigor, os voluntários arregaçam as mangas e cozinham os produtos vindos do campo, cultivados pelos agricultores locais.

Além da variedade de caldos, o evento conta com outras iguarias. Na mesa haverá também pataniscas caseiras, cerca de 140 broas de milho (com 2kg cada uma) e vinhos para todos os gostos. O custo da inscrição é de 4€, um contributo para ajudar a organização a cobrir as despesas. Com esse valor simbólico, os participantes podem comer e beber à vontade e ainda levam para casa uma lembrança. Será entregue a toda a gente uma malga de barro com referência ao nome do evento ‘Caldo do Pote’ e o nome da freguesia.

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Mais de mil litros de caldo

O Presidente da Junta de Sabariz está bastante satisfeito com as edições anteriores e acredita que este ano vai ser ainda melhor: “Contamos com muita gente. Nos anos anteriores não tem faltado gente, fizemos mais de mil litros de caldo. Espero que no próximo sábado ultrapasse esse valor. Queremos sempre mais e melhor, só tem que ser assim”. No decorrer da conversa, Fernando Silva reforça a qualidade e quantidade gastronómica: “São mais de duas dezenas de caldos! Há de farinha, de feijão, sopa de pedra, caldo verde e muito, muito mais! Não se vê isto em mais lado nenhum e é tudo nosso, tudo natural”. Valoriza ainda a forte participação dos visitantes. “Às seis da tarde é uma fila que dá gosto ver. Temos aqui pessoas do Porto, da Póvoa do Lanhoso, de vários sítios para provar o sabor único dos nossos caldos”, afirma Fernando Silva.

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E, na Rota, festa que é festa tem que ter animação. A Festa do Caldo do Pote em Sabariz não é exceção e terá vários grupos com concertinas a tocar diversas músicas populares. A ideia passa por dar mais ânimo e dinâmica a uma iniciativa que, habitualmente, se estende pela noite dentro. A primeira iniciativa da Rota das Colheitas a alcançar a internacionalização tem sido um sucesso na Alemanha, que já se rendeu aos deliciosos caldos vilaverdenses. Neste âmbito, está prevista a participação de uma comitiva alemã, que partilha este gosto pela festa do caldo e tem celebrado a mesma festa em Dusseldorf.

A organização do evento está a cargo da Junta de Freguesia de Sabariz e da Associação Popular de Sabariz, com o apoio da Associação de Freguesias do Vale do Homem. A Rota das Colheitas recebe, assim, uma das iniciativas mais emblemáticas da programação turístico-cultural do Município de Vila Verde, que tem projetado o nome de Sabariz e de Vila Verde pelo país e pelo mundo.

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VIZELA TEM LUMINÁRIAS

 

Câmara instalou luminárias LED na Praça da República

Depois da substituição das luminárias do Túnel da Cor e do Túnel do Castelo, a Câmara Municipal de Vizela promoveu a instalação de luminárias LED na Praça da República.

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Esta instalação vem no seguimento do processo de remodelação da rede de iluminação pública no Concelho, com a instalação de luminárias LED, em substituição das luminárias existentes.

O objetivo da Câmara Municipal é proceder à substituição total das luminárias existentes através da instalação de luminárias LED em todo o Concelho, até ao final do presente mandato, efetuando uma poupança dos consumos energéticos, assim como a redução efetiva da percentagem de emissão de dióxido de carbono para a atmosfera.

A GALIZA, O GALEGO-PORTUGUÊS E A BUSCA POR INDEPENDÊNCIA

Semana passada, entrevistei a professora moçambicana Marisa Mendonça - que assumiu em Outubro a diretoria executiva do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (ILLP), vinculado à Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP) - sobre o novo acordo ortográfico. Mas foi inevitável a pergunta sobre como integrar a Galiza na CPLP. Ela me respondeu que o IILP-CPLP vem acompanhando o processo em curso na Galiza, de recuperação e reconhecimento do galego-português.

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Diplomática e cautelosa, a professora Marisa disse que aguarda o posicionamento do governo espanhol, uma vez que a CPLP trabalha com Estados e não pode ferir a soberania nacional. E acrescentou: “Sabemos que há uma série de conversações sobre como conduzir esse processo. É necessário dar-se o tempo que a complexidade do processo exige.”

Quase ao mesmo tempo, recebi mensagem de Camilo Nogueira, engenheiro industrial, licenciado em ciências econômicas, deputado três vezes (1981-93 e 1997-99) no Parlamento da Galiza e um mandato no Parlamento Europeu (1999-2004). Segundo Camilo, os nacionalistas galegos reivindicam a identidade entre o galego e o português, o galego-português, e trabalham por esse reconhecimento oficial.

No Parlamento Europeu, Camilo falava em galego “sem qualquer problema, aproveitando a oficialidade do português”. Já, no Congresso espanhol, suas colegas deputadas são proibidas de fazer pronunciamento em galego. “O Estado espanhol nem sequer reconhece o galego-português, negando uma riqueza evidente. (…) Esquece que, através do Brasil, também se fala o galego-português nascido na Galiza histórica.”

Por isso, Camilo não parece muito otimista. Acha que a Galiza deve inspirar-se na Catalunha, no País Basco e na Escócia, e lutar pela independência. “A Galiza quer separar-se de um império europeu.”

Tanto que, quando o encontrei na Galiza, Camilo acabava de voltar de um evento em Barcelona - era uma manifestação dos independentistas catalães, que reunira dois milhões de pessoas para reivindicar o direito de decidir sobre o futuro da Catalunha; o seu direito de autodeterminação para configurar-se como Estado na União Europeia. Recentemente, Camilo esteve de novo em Barcelona, a convite do “partido amigo” Esquerra Republicana de Catalunya, ou Esquerda Republicana da Catalunha (ERC), que poderá governar a província (estado, para nós brasileiros) a partir das próximas eleições.

Seja o movimento social pela regeneração do galego-português, seja a luta pela independência da Galiza, o fato é que entidades como a Associaçom Galega da Língua (AGAL)*, a Academia Galega da Língua Portuguesa (AGLP)** e o Parlamento de Galicia*** terão papel cada vez mais importante neste processo.

Um pouco de história

O movimento nacional galego surgiu no século XIX (1846), como os da maioria dos atuais Estados europeus, ao fio da soberania popular e frente à monarquia Borbon, relata Camilo Nogueira. Apesar do caráter diferenciado da Galiza, as monarquias ou ditaduras espanholas negaram a sua personalidade e o auto-governo.

A língua própria foi proibida na Galiza desde 1500, prossegue Camilo. No entanto, conservava-se em Portugal e se expandia por outros continentes, mantendo-se inequivocamente nas classes populares. Igualmente, evoluía-se o galego-português do Brasil.

A Galiza foi assim marginada, de tal maneira que, se em 1800 tinha cinco vezes mais população que a atual província de Madrid, podendo chegar a ter sete milhões de habitantes, hoje ficou reduzida a três milhões. Entre 1860 e 1920, forçadas pelo poder espanhol, três milhões de pessoas tiveram que emigrar para a América e outro um milhão para países europeus. Apesar de tudo, a Galiza resistiu como nação e hoje tem um perfil econômico relativamente avançado...

Apesar da imposição do castelhano para eliminar a língua galega, esta é conhecida pela quase totalidade da população e falada habitualmente pela maioria, assegura Camilo. O castelhano é conhecido por todos, mas não pode fazer desaparecer o galego, o galego-português.

Durante a Segunda República (1931-1936), os nacionalistas galegos, com o apoio da esquerda republicana estatal, conseguiram um Estatuto de Autonomia, lembra Camilo. “Depois de 40 anos de Ditadura, conseguimos de novo o Estatuto de Autonomia, com uma certa autonomia política e econômica, com o galego como língua oficial, sendo o castelhano co-oficial. Agora, os nacionalistas galegos reivindicam a soberania como Estado na União Europeia.”****

*Associaçom Galega da Língua ( http://www.agal-gz.org/corporativo/ )

**Academia Galega da Língua Portuguesa ( http://academiagalega.org/ )

***Parlamento de Galicia ( http://www.parlamentodegalicia.es/sitios/web/default.aspx )

****Veja mais sobre a Galiza em  http://www.jornaldaslajes.com.br/integra.php?i=1479

Fonte: José Venâncio de Resende / https://www.jornaldaslajes.com.br/

BRAGA RECEBE AUTOCARROS ELÉCTRICOS

Primeiros autocarros eléctricos marcam novo ciclo nos TUB. Novas viaturas representam investimento de 3 milhões de euros

Um momento histórico que demonstra que os Transportes Urbanos de Braga (TUB) estão na vanguarda da inovação tecnológica e que se traduz na qualificação do serviço prestado à população. Esta Terça-feira, os TUB apresentaram dos primeiros seis primeiros autocarros eléctricos da sua frota, num investimento de três milhões de euros.

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“Actualmente, Braga tem uma empresa de transportes de topo que estabeleceu parcerias com empresas de renome nacional e internacional e que resultam em projectos que marcam a diferença na inovação para a área dos transportes urbanos”, referiu Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, adiantando que nos próximos dois anos os TUB pretendem renovar a sua frota em cerca de 30% com viaturas eléctricas ou a gás natural comprimido iniciando, dessa forma o processo de descarbonização.

A constante procura em melhorar o seu serviço, a qualificação dos recursos humanos, o reforço das linhas, o aumento do número de passageiros, o progresso em diversas áreas da empresa ou a ligação à comunidade e à vida da Cidade, foram também aspectos evidenciados pelo Autarca durante a cerimónia de apresentação das novas viaturas, que contou ainda com a presença de José Mendes, secretário de Estado adjunto e do Ambiente.

“Este desempenho tem sido alcançado com muito rigor e muito sacrifício potenciando um conjunto de recursos da Cidade. Os Bracarenses têm confiado nos TUB e para o futuro temos o objectivo de alcançar os 20 milhões de passageiros por ano”, adiantou Ricardo Rio, acrescentando que os novos autocarros estarão ao serviço das linhas que cobrem a malha urbana.

Actualmente, os TUB transportam cerca de 50 mil passageiros por dia servindo a totalidade do Concelho com 74 linhas regulares. Nos últimos anos, e graças ao seu esforço estratégico, a empresa municipal tem reforçado o seu crescimento. Com um sistema de bilhética renovado, os TUB disponibilizam 88 pontos de venda e apostam numa estratégia de inovação constante fruto de parcerias com empresas como a Cisco ou a Bosch.

“Às melhorias dos serviços, os TUB juntam agora as melhorias na frota com a aquisição de seis novas viaturas eléctricas que assinalam um passo importante na promoção da mobilidade urbana sustentável do Concelho”, concluiu Ricardo Rio.

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FAMALICENSES VÃO BENEFICIAR DE “SAÚDE ORAL PARA TODOS”

Acordo entre o município e o Governo foi hoje assinado. Gabinete médico dentário deverá ficar disponível num Centro de Saúde do ACES, em meados de 2019

O município de Vila Nova de Famalicão integra a linha da frente de municípios que vão receber o programa “Saúde Oral para Todos” que vai permitir a disponibilização de consultas de medicina dentária através do Serviço Nacional de Saúde.

Sede do ACES Ave, em Delães

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, esteve esta terça-feira, em Lisboa, para formalizar a adesão do município ao protocolo promovido pelo Governo, assumindo assim, todos os encargos financeiros com os equipamentos necessários para a criação de um consultório dentário num Centro de Saúde do concelho, através de um investimento municipal que deverá rondar os 50 mil euros. Por sua vez, o Governo compromete-se a realizar as obras necessárias no espaço dedicado às consultas de medicina dentária, assim como assegurar os recursos humanos habilitados (médico dentista e auxiliar técnico), os consumíveis necessários e as adequadas condições de funcionamento do espaço. O gabinete deverá ficar disponível em meados do próximo ano.

“É uma excelente oportunidade para conseguirmos garantir a toda a população o acesso à prestação de cuidados de saúde essenciais e de proximidade” afirma a propósito Paulo Cunha, acrescentando que o investimento do município surge no âmbito das “políticas de apoio social desenvolvidas pela Câmara Municipal, através de uma parceria com a Administração Regional de Saúde do Norte, e irá contribuir para a promoção de uma política efetiva de combate às assimetrias territoriais e sociais”.

O autarca aproveitou a oportunidade para reafirmar a disponibilidade do município para continuar a cooperar com o Governo no que diz respeito aos cuidados de saúde, adiantando que “as autarquias desempenham, ao nível local, um papel preponderante, no âmbito do bem-estar das populações, constituindo-se como uma plataforma naturalmente capaz de congregar os vários domínios de atuação das políticas públicas”.

O protocolo será ratificado numa das próximas reuniões do executivo municipal.

NORCHA ADVENTURA RACE EM VIEIRA DO MINHO

Norcha, uma corrida de aventura, nascida para os amantes de desportos radicais e de superação dos seus limites, que vai na segunda edição, chega este ano a Vieira do Minho.

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Esta segunda edição vai decorrer entre os dias 18 a 24 de Setembro, no norte de Portugal, mais concretamente no Minho, no contexto de “Braga 2018 – Cidade Europeia do Desporto”, estando a passagem pelo concelho de Vieira do Minho prevista para os dias 20 e 21 de setembro.

O NORCHA consiste na travessia dos concelhos em volta da região do Vale do Cávado (em 9 concelhos no Minho) e trata-se de uma expedição multi-desportiva, parte do Circuito Europeu Adventure Race EuroSeries, com duração aproximada de 4 dias, 80 horas non-stop , em que equipas mistas de 4 elementos se dispõem atingir todos os pontos de controle, tentando completar uma rota de aproximadamente 400km. As equipas são oriundas de distintos países e serão monitorizadas por gps live tracking, proporcionando maior controle e interactividade durante a evolução da prova.

Este evento tem o objetivo de oferecer a todos os participantes uma oportunidade única de conhecer o património natural, histórico e cultural do norte de Portugal, bem como reforçar os laços culturais nacionais e internacionais entre os elementos das equipas dos vários países participantes.

Norcha, é mais do que uma corrida de aventura, é uma expedição multidisciplinar, na qual equipas mistas, de vários países e continentes, irão cobrir uma rota de cerca de 400 km que durará no máximo 80 horas non-stop, sendo o itinerário mostrado poucas horas antes do início da competição mantendo o suspanse.

Participar neste evento, é acima de tudo uma oportunidade única de superação dos limites, permitido um melhor conhecimento de si próprio e da sua relação com os outros. É também uma festa de convívio e partilha entre os vários participantes nacionais e internacionais. Esta prova tem o apoio do Município de Vieira do Minho.

AMARES APOIA ALUNOS DO 1º CICLO

Município ofereceu cadernos de atividades a todos os alunos do 1º ciclo do Agrupamento de Escolas de Amares

A Câmara Municipal de Amares investiu cerca de 25 mil euros em material escolar, numa medida de promoção para a educação que beneficiou cerca de 600 alunos do 1º ciclo do ensino básico do Agrupamento de Escolas do concelho.

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À semelhança do ano letivo anterior, o Município de Amares complementou a oferta do Ministério da Educação, distribuindo cadernos de atividades a 587 alunos do 1º ciclo. Para além disso, distribuiu, ainda, material escolar a 236 alunos posicionados no escalão A e B da segurança social.

“Tenho vindo a assumir, desde o início do meu mandato, a Educação como uma área prioritária porque entendo que é uma das bases fundamentais para uma sociedade bem formada e desenvolvida”, refere o presidente da Autarquia, Manuel Moreira.

“Esta é uma medida que pretende promover não só um ensino de excelência no nosso concelho mas também a igualdade de oportunidades entre os nossos alunos e, simultaneamente, contribuir para a redução dos encargos das famílias amarenses”, sublinha o edil.

Recorde-se que, no primeiro mandato de Manuel Moreira, a Câmara Municipal de Amares investiu 8 milhões de euros na educação, introduzindo algumas medidas inovadoras como é o caso do transporte escolar gratuito para todos os alunos, desde o pré-escolar até ao 12º ano de escolaridade, uma das medidas incluídas num pacote de apoios às famílias amarenses.

GOVERNO DE CABO VERDE ELOGIA COMPROMISSO DO EMPRESÁRIO FAMALICENSE ARMINDO COSTA COM O SEU PAÍS

ICCO, do Grupo ACO Shoes, de Vila Nova de Famalicão, vai crescer na ilha de São Vicente

O Governo de Cabo Verde esteve representado ao mais alto nível nas comemorações dos 25 anos da ICCO – Indústria de Componentes e Calçado Ortopédico, a empresa que o famalicense Armindo Costa fundou em 1993, como estratégia de internacionalização da ACO, empresa-mãe do grupo com sede em Mogege, Vila Nova de Famalicão.

Armindo Costa com o Primeiro-ministro de Cabo Verde

O momento de cantar os parabéns aos 25 anos da ICCO, na presença do primeiro-ministro de Cabo Verde, com bolo e champagne para todos, foi uma manifestação de grande alegria, numa comunhão fraterna entre os responsáveis da empresa, autoridades políticas e os 250 trabalhadores.

Líder em Portugal na produção de calçado de conforto para senhora, que é vendido em 37 países, a ACO entrou em Cabo Verde para produzir gáspeas, que correspondem à parte superior do calçado, representando, em média, 55% do processo de fabrico de um par de sapatos ou sandálias.

Para Cabo Verde, país que importa quase tudo aquilo que consome, uma fábrica que exporta tudo aquilo que produz é um bem raro e de alto valor estratégico para a economia. O ministro da Indústria, Comércio e Energia, Alexandre Monteiro, fez questão de conhecer a empresa de capital português, o que aconteceu na manhã de sábado, 15 de setembro, data que, em 1993, foi o primeiro dia de trabalho na ICCO.

A celebração do aniversário aconteceu ao jantar, no Hotel Porto Grande, em Mindelo, a cidade da eterna Cesária Évora. O primeiro-ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, presidiu à cerimónia, ao lado de Armindo Costa, do ministro do Comércio e Indústria, Alexandre Monteiro, e do presidente da Câmara de São Vicente, Augusto Neves, e todos os colaboradores da empresa. Armindo Costa, por seu turno, tinha com ele toda a família, com destaque para os filhos Paula Costa e Fernando Costa e para o neto Diogo Costa, que estão a trabalhar no grupo.

O primeiro-ministro de Cabo Verde declarou que o seu Governo atribui “particular importância” às empresas que operam no setor exportador, por se tratar de uma área “essencial para Cabo Verde”, também geradora de empregos e rendimentos.

Para o chefe do Governo, mais do que comemorar 25 anos de existência, o momento é de celebrar “a capacidade empreendedora, o compromisso com Cabo Verde e com São Vicente”, de um empresário que “acreditou em Cabo Verde e investiu”. Por isso, assegurou que o seu Governo continua “muito interessado” em desenvolver, em conjunto, as medidas que se “mostrarem necessárias para a ICCO continuar a crescer, a exportar, a investir e a criar postos de trabalho, emprego e rendimento” para os seus colaboradores.

Na ocasião, Ulisses Correia e Silva aproveitou para lembrar algumas medidas que tomou desde que assumiu a governação, entre elas as questões fiscais, mas deixou a garantia de que na área dos transportes vão chegar “diversas soluções”, com “regularidade e previsibilidade”. Da mesma forma, anunciou que no campo da energia, o seu Governo encontra-se a trabalhar “em diversas frentes” para melhorar a eficiência energética com impacto nas tarifas. E até final do ano será criado um figurino de janela única para as operações de comércio externo, precisamente para facilitar todos os procedimentos relacionados com os negócios de importação e exportação.

“Podem contar com o Governo porque aqui estamos a casar interesses, é win-win [ganhar-ganhar], pois o país precisa ganhar mais com a exportação, com o emprego, e a empresa precisa de condições para criar mais emprego e fazer exportações”, concluiu Ulisses Correia e Silva.

O administrador e fundador da ICCO, Armindo Costa, por seu lado, disse que abraçou o projeto empresarial, em 1993, com os objetivos de garantir, por um lado, o crescimento internacional da ACO, empresa-mãe sediada em Vila Nova de Famalicão, que fundou em 1975, e, por outro, a partir de Portugal, contribuir para o desenvolvimento económico de Cabo Verde.

O empresário, que disse querer continuar a contar com a “excelência da mão-de-obra” cabo-verdiana, numa empresa cujo calçado é vendido em 37 países dos vários continentes, nos mercados “mais desenvolvidos do mundo”, anunciou projetos para fazer a ICCO, que atualmente emprega 250 pessoas, crescer e aumentar o número de postos de trabalho. “Mas há problemas de infraestruturas e de logística que precisamos ultrapassar”, advertiu, ao mesmo tempo que se mostrava “convicto na sensibilidade” do Governo às questões relacionadas com a eficácia no escoamento dos produtos da empresa. “O nosso compromisso com Cabo Verde é cada vez maior”, reiterou Armindo Costa, para quem o futuro da ICCO em Cabo Verde será “aquele que o país quiser”.

Por fim, e como prenda de aniversário, Armindo Costa anunciou que vai ser processado um mês de salário extra a todos os trabalhadores que se encontravam na empresa em 31 de Dezembro de 2017.

Armindo Costa com o primeiro-ministro e o ministro da Indústria de Cabo Verde

O primeiro-Ministro de Cabo Verde foi chamado a cortar o bolo

MUNICÍPIO DE BRAGA CEDE TERRENO AO SPORTING CLUBE DE BRAGA PARA EDIFICAÇÃO DO PAVILHÃO MULTIUSOS

SCB paga 400 mil euros, disponibiliza o Pavilhão ao Município duas vezes por ano e compromete-se a criar circuito de manutenção

O Município de Braga irá ceder ao Sporting Clube de Braga o direito de superfície das inacabadas piscinas olímpicas por um prazo de 75 anos para construção de um Pavilhão Multiusos. Pela cedência a Autarquia recebe do Clube o valor de 400 mil euros. A proposta permite arrancar com a segunda fase da Cidade Desportiva do Sporting Clube de Braga e será analisada amanhã, dia 19 de Setembro, em sede de Reunião do Executivo Municipal.

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Do acordo consta que o Município poderá utilizar gratuitamente o pavilhão multiusos que o Sporting Clube de Braga edificará no terreno objecto do direito de superfície duas vezes por ano para actividades próprias, em datas a acordar e que não colidam com as actividades do Clube.

O Sporting Clube de Braga obriga-se ainda a criar um circuito de manutenção na envolvente dos campos de futebol, que permita a realização de actividade física, de acesso público e livre. Esta intervenção vai no sentido de valorizar a área envolvente ao Estádio Municipal de Braga, numa perspectiva de construção de uma nova centralidade urbana.

Tendo em consideração a importância do projecto para o Concelho, a Autarquia isentará o Clube, no enquadramento permitido pela lei e regulamentos municipais, do pagamento de taxas e outros encargos relacionados com as construções objecto do presente contrato.

Após a deliberação do executivo municipal sobre a presente proposta, a mesma será submetida a deliberação da Assembleia Municipal.

Relembre-se que a primeira fase da obra dotou a Cidade Desportiva do edifício do centro de formação, assim como de cinco relvados, três naturais e dois sintéticos, um campo de futebol de sete e um para o futebol de praia, que se somaram aos dois campos relvados de treino já existentes.

Na segunda fase, para além do Pavilhão Multiusos com capacidade para 1.250 lugares, será edificado o mini-estádio para os jogos oficiais das equipas B e feminina do Sporting de Braga, que terá uma bancada coberta com 2.800 lugares. Junto ao pavilhão ficará instalada uma área administrativa, a loja do clube e serviços de apoio aos sócios, uma área residencial com 60 quartos duplos, área de refeitório e de descanso/lazer e ainda um espaço de apoio às equipas profissionais (balneários, ginásio, fisioterapia, hidroterapia com piscina, gabinetes de trabalho).

MONÇÃO COM M GRANDE, DE MARAVILHA

Numa cerimónia realizada na Praça da Praia dos Pescadores, em Albufeira, no domingo à noite, foram reveladas as “7 Maravilhas à Mesa. Após quase dois meses de votação pública, a “Mesa de Monção”, única representante do Minho na gala final, consagrou-se como uma das 7 mesas eleitas pelos portugueses.

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As restantes foram Albufeira, Bairrada ao Mondego, Lajes do Pico, Mirandela, Terras da Chanfana e Vila Real. Antes da entrega de prémios, o presidente das “7 Maravilhas à Mesa”, Luis Segadães, revelou que a próxima edição, em 2019, será dedicada à doçaria.

Albufeira acolheu a cerimónia, um evento que contou com Salvador Sobral como artista convidado. “Amar pelos Dois” e “Mano a Mano” foram os dois temas interpretados pelo vencedor do Festival da Canção, em 2017. Em palco, como em todas as galas deste ano, esteve Daniel Pereira Cristo e a sua banda, com uma “Rapsódia à Mesa”. O espetáculo contou ainda com três momentos de dança e um momento piromusical no final.

As “7 Maravilhas à Mesa foram a sétima edição das “7 Maravilhas em Portugal”, um projeto que uniu gastronomia, vinhos e azeites, e roteiros num conceito integrado de “mesa” que não existia. O projeto arrancou em novembro do ano passado, com a fase de candidaturas. De uma lista longa de cerca de 200 mesas candidatas, foram selecionadas 49 pré-finalistas por um painel de 77 especialistas de todas as regiões do país.

A votação pública começou a 20 de julho e as finalistas foram apuradas em 7 galas eliminatórias, emitidas aos domingos em prime time na RTP1 e RTP Internacional. Em cada gala eliminatória foram apuradas duas finalistas, num total de 14, que foram votadas numa segunda fase de votação, entre 9 de setembro e a gala final, realizada no domingo à noite.

As 7 mesas eleitas foram escolhidas por votação pública e apuradas pelo maior número de votos, as 7 em pé de igualdade. Todo o processo de votação foi auditado pela PwC. Os espetáculos contaram com apresentação de Catarina Furtado e José Carlos Malato.

“Agradeço a todos que contribuíram para este sucesso da “Mesa de Monção”. Quando os monçanenses estão unidos, todos os desafios são possíveis de concretização.  Um momento histórico para o nosso concelho com benefícios nos mais variados setores. Este selo de qualidade abre-nos uma porta que, todos juntos, queremos aproveitar para a promoção do nosso território, aliando as vertentes gastronómica, turística, patrimonial e festiva” António Barbosa

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