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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MELGAÇO APRESENTA CONCERTO DUO OPUS CORDIS

Dia 28 de maio, na Casa da Cultura de Melgaço

No dia 28 de maio, pelas 21h30, a Casa da Cultura de Melgaço recebe o concerto do Duo Opus Cordis, um espetáculo protagonizado pelo melgacense Francisco Berény Domingues (na guitarra) e por Tiago Azevedo e Silva (no violoncelo).

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«O programa apresentado pinta uma imagem da música popular espanhola eternizada por compositores do século XX e XXI marcada pelo flamenco, pelo canto do violoncelo e pelo acompanhamento típico da guitarra. Para emergir nesta viagem irão ser tocadas canções e danças em duo e a solo.», referem os músicos.

Os bilhetes têm um valor de 5€ e podem ser adquiridos na Casa da Cultura ou via telefone 251 410 060.

SOBRE DUO OPUS CORDIS

Constituído por Francisco Berény Domingues (guitarra) e Tiago Azevedo e Silva (violoncelo), o duo foi formado em 2019. Com concertos já realizados em Paris e no Porto, Opus Cordis irá fazer uma tour no ano de 2021 por Portugal. O programa proposto convida o público a fazer uma viagem pela Península Ibérica através de compositores como Manuel de Falla, Fernando Lapa e Enrique Granados. As várias possibilidades de timbre, de textura e volume do violoncelo e guitarra permitem ao ensemble a exploração de várias cores e sons tão presentes na música portuguesa e na música nacionalista espanhola.

Francisco está a realizar um mestrado na Universität Mozart e um Salzburg com a prof. Laura Young e Tiago concluiu na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo a licenciatura com o Prof. Filipe Quaresma. Ambos participaram em competições onde obtiveram prémios. O ensamble teve a oportunidade de trabalhar com o Professor Filipe Quaresma, com o Professor Paulo Gaio Lima e com Afonso Fesh.

O espetáculo decorrerá de acordo com as normas de segurança emanadas pela Direção Geral da Saúde.

aCORdo quARTEto REALIZA EXPOSIÇÃO COLECTIVA DE PINTURA EM VIANA DO CASTELO

aCORdo quARTEto Pulsar Viana 2021 - Viana Shopping. De 1 de Junho a 31 de Agosto

aCORdo quARTEto são 4 pintores, AluaPolen, Bino, Mutes e Pessoa. Oriundos do Alto Minho, mais propriamente dos Concelhos de Melgaço, Arcos de Valdevez e Ponte da Barca.

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A paixão pela pintura e a necessidade de criar obras de Arte uniu-os. Vinculados por uma beleza estética e um traço pictórico distinto, expressam-se através de uma explosão de cores, emanando o seu eu, nas suas criações artísticas. Existe uma representação visível no imaginário, uma expressão interior de emoção e sensibilidade, onde o movimento, através das figuras abstratas ou corpóreas criadas são parte de cada um dos Artistas que compõe este quARTEto.

No decurso dos estilos construídos, enquadramentos cenográficos, e construções plásticas inspiradas no seu “habitat”, levam estes pintores a partilharem para com o espectador, uma novela gráfica através da pintura, baseada nas diferentes vivências, idades, inspirações, personalidades e vidas de cada um deles.

VINHO ALVARINHO "VALADOS DE MELGAÇO ALVARINHO RESERVA 2019" RECEBEU MEDALHA DE OURO

O International Wine Challenge premiou, com 95 pontos e Medalha de Ouro, o Valados de Melgaço Alvarinho Reserva 2019. 

PARABÉNS Valados de Melgaço

OBRIGADO pela aposta na qualidade. Pela aposta no território.

Este produtor também participa na Festa do Alvarinho e do Fumeiro.

Agende uma visita à sua adega ou visite o Mercado Central no Largo Hermenegildo Solheiro, a partir de amanhã

E ainda poderá encontrar os alvarinhos Valados de Melgaço em www.onwine.pt.

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PRESIDENTE DA REPÚBLICA VISITOU EM MELGAÇO A ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE PAIS E AMIGOS DO CIDADÃO DEFICIENTE MENTAL

O Presidente da República visitou a APPACDM, a maior instituição para apoio a pessoas com deficiência no Alto Minho, que se encontra implantada no distrito desde 1972.

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Acompanhado pelo Presidente da Câmara Municipal de Melgaço, Manoel Batista, pelo Presidente da APPACDM de Viana do Castelo, Luiz Costa, pela Psicóloga Joana Nunes e pela Terapeuta Ocupacional, Joana Reis, o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa fez uma visita aos utentes do Lar Residencial, do Centro de Atividades Ocupacionais e do Centro de Formação Profissional.

Texto: Presidência da República / Fotos: Rui Ochôa / Presidência da República

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PRESIDENTE DA REPÚBLICA VISITOU EM MELGAÇO MUSEU DE CINEMA JEAN-LOUP PASSEK

O Presidente da República visitou o Museu de Cinema Jean-Loup Passek acompanhado pelo Presidente da Câmara Municipal de Melgaço, Manoel Batista e pelo Diretor Artístico do Museu, Bernard Despomadères.

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Situado no centro histórico de Melgaço, o Museu reúne um vasto espólio doado ao município por Jean-Loup Passek, que dirigiu o departamento cinematográfico do Centro Georges Pompidou e foi diretor do Festival de Cinema de La Rochelle.

Texto: Presidência da República / Fotos: Rui Ochôa / Presidência da República

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PRESIDENTE DA REPÚBLICA FOI A MELGAÇO, VISITOU QUINTA DE SOALHEIRO E PROVOU O VINHO ALVARINHO

O Presidente da República, Professor Marcelo Rebelo de Sousa, esteve hoje em Melgaço e visitou a Quinta de Soalheiro, em Alvaredo. E, como não podia deixar de suceder, provou o vinho Alvarinho, um dos mais preciosos néctares da nossa região.

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QUINTA DE SOALHEIRO, UM REGISTO FAMILIAR

Foi nos anos 70, nomeadamente em 1974, que João António Cerdeira, com o apoio de seu pai, António Esteves Ferreira, plantou a primeira vinha de Alvarinho, criando, em 1982, a primeira marca de Alvarinho em Melgaço. A Quinta de Soalheiro tem um perfil profundamente familiar cuja dedicação aos vinhos se expressa em vinhos elegantes e vibrantes, sendo atualmente Maria Palmira Cerdeira e seus filhos, Maria João Cerdeira e António Luís Cerdeira, a orientar os trabalhos.As sucessivas gerações, com a sua experiência, têm-se empenhado em apurar os conhecimentos e a capacidade de produzir vinhos cada vez melhores. É uma ligação clara entre o passado, o presente e o futuro. As gerações trabalham lado a lado para, juntas, olharem para o futuro deste sector e desta região. Tudo têm feito para implementar as melhores tecnologias vitícolas e enológicas, de forma a potenciar a expressão dos seus “terroirs”.

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PRESIDENTE DA REPÚBLICA EM CAMINHA, MELGAÇO E PAREDES DE COURA

O Presidente da Câmara de Caminha, Miguel Alves, e o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, estiveram ontem à tarde nos estúdios da Rádio Caminha, onde referiu: “estou convencido de que nunca haverá uma mina na serra d’Arga”.

Hoje permanecerá no concelho de Caminha e tem agendadas deslocações a Melgaço e Paredes de Coura.

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MELGAÇO REALIZA FESTA DO ALVARINHO E DO FUMEIRO

Festa do Alvarinho e do Fumeiro, de 7 a 9 de maio e de 14 a 16 de maio.

Vamos CELEBRAR O TERRITÓRIO em segurança

Serão dois fins de semana dedicados ao alvarinho e fumeiro de Melgaço, mas também à excelente gastronomia e às diferentes experiências que o território oferece. Sempre em segurança.

PROGRAMA:

Mercado Central com venda de vinhos e produtos regionais, no Largo Hermenegildo Solheiro

- Sexta-feira: 14h-22h

- Sábado: 10h-22h

- Domingo: 10h-20h

Restauração local – harmonização com vinhos de alvarinho

Visitas às adegas dos produtores de vinho e aos espaços dos produtores de fumeiro e dos produtos regionais

Prova temática de alvarinhos, com press tour à região

Venda online dos vinhos (em www.onwine.pt) e dos produtos regionais

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FALECEU O MELGACENSE ALBERTO PEREIRA DE CASTRO – FOI PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE VALENÇA.

Município de Valença decretrou luto municipal

O Município de Valença decretou um dia de luto municipal pela morte do antigo presidente da Câmara Major Alberto Pereira de Castro que, apurou a Rádio Vale do Minho, irá cumprir-se esta quarta-feira.

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Conforme noticiou a Rádio Vale do Minho, morreu esta terça-feira, aos 80 anos de idade, o Major Alberto Magno Pereira de Castro, antigo presidente da Câmara Municipal de Valença e antigo colaborador da Rádio Vale do Minho.

Alberto Castro nasceu em Melgaço em 16 de Agosto de 1940.Em 1966, cumprido o serviço militar obrigatório, com uma Comissão em Angola, ingressou na Guarda Nacional Republicana, tendo sido transferido para Valença em Novembro do mesmo ano com destino ao Comando da Secção, onde permaneceu até 1986.

Em Dezembro deste ano, assume o Comando interino da Companhia de Viana do Castelo, optando pela continuação nesta Unidade, como Adjunto do Comando e depois como Comandante da Companhia até 1992, data em que, terminando o Curso de Promoção a Oficial Superior da GNR no Instituto de Altos Estudos Militares, é colocado em Lisboa.

Por motivos de ordem familiar, passa à situação de Reserva, fixando-se definitivamente em Valença. No ano seguinte concorre nas Eleições Autárquicas, como Independente pelo PSD, à Presidência da Câmara local tendo sido eleito, cumprindo o mandato de 1993-1997.

Já na situação de Reforma exerceu o cargo de Presidente da Direção e do Conselho Fiscal da Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Alto Minho e de Presidente do Conselho Fiscal da Santa Casa de Misericórdia de Valença.

Foi Presidente daAssociação de Valença do Minho dos Amigos do Caminho Português de Santiago, de que foi co-fundador em 1995, no final do estudo, com outras individualidades, desta via de peregrinação a Compostela.

Até ao momento, desconhece-se ainda a data e local onde irão decorrer as cerimónias fúnebres.

Fonte: https://www.radiovaledominho.com/

SECRETÁRIA DE ESTADO ADJUNTA E DO PATRIMÓNIO CULTURAL EM MELGAÇO:

Para apresentação do projeto de reabilitação do Convento de São Salvador de Paderne e inauguração das obras da Igreja das Carvalhiças

A Secretária de Estado Adjunta e do Património Cultural, Ângela Ferreira, estará amanhã, dia 23 de abril, em Melgaço para a sessão de apresentação pública do projeto “Reabilitação, conservação e Valorização da Igreja e sua envolvente do Convento de São Salvador de Paderne, Melgaço” e para o momento de inauguração das Obras de Conservação e Valorização da Igreja das Carvalhiças.

Secretária de Estado Adjunta e do Património Cul

PROGRAMA

18h00 - apresentação pública do projeto “Reabilitação, conservação e Valorização da Igreja e sua envolvente do Convento de São Salvador de Paderne, Melgaço”

21h30 - inauguração das Obras de Conservação e Valorização da Igreja das Carvalhiças

MELGAÇO: O destino de natureza mais radical de Portugal

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MELGAÇO VAI OFERECER LIVROS E ROSAS PARA ASSINALAR O DIA MUNDIAL DO LIVRO

Dia 23 de abril, sexta-feira

A todos os que visitarem a Biblioteca Municipal e o pólo de Castro Laboreiro

Na próxima sexta-feira, dia 23 de abril, quem visitar a Biblioteca Municipal de Melgaço e o polo de Castro Laboreiro irá receber um livro e uma rosa. A ação assinala o Dia Mundial do Livro, que se comemora nessa sexta-feira.

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Os visitantes irão receber um exemplar da obra “Melgaço, memórias dos tempos passado e presente”, da autoria de J. Marques Rocha, e onde o antigo jornalista da RTP procura retratar todas as obras realizadas ao longo do período compreendido entre 1982 e 2007.

Sobre a obra:

«A partir de Dezembro de 1982 e até princípios do século XXI, o ímpeto empreendedor que impulsionou o crescimento de Melgaço, foi verdadeiramente notável, pioneiro e arrojado a vários níveis.

Num enorme salto qualitativo para a modernidade, Melgaço posicionou-se à frente do seu tempo e, em muitos aspectos, à frente dos demais concelhos portugueses, em geral, e dos do Alto Minho em particular.

Ontem como hoje, o Município tem sabido acompanhar a contemporaneidade de discursos, abrindo portas à divulgação e projecção dos mais diversos eventos e criando equipamentos de grande qualidade para a fruição sócio cultural.

Muito do seu património edificado, acumulando vivências diversas e remotas na origem, readaptou-se e readapta-se às funcionalidades do tempo presente.

Como destino turístico, estadia de lazer ou local de negócios ou desporto, o diário de visita a Melgaço escreve-se com entusiasmo em qualquer época do ano.

As suas acessibilidades, as potencialidades de desenvolvimento e investimento; a exuberância das suas festas, sejam do Alvarinho e do Fumeiro ou da Cultura, respectivamente em Abril e Agosto de cada ano; o comércio, as unidades hoteleiras e de restauração; os eventos desportivos – com destaque para as diversificadas e polivalentes valências do seu Complexo Desportivo e de Lazer/Centro de Estágios de Melgaço e para o desporto aventura – organização da prestigiada Associação do Melgaço Radical – são motores propulsores do crescer social, económico e cultural do Município.

Talvez por isso, Melgaço foi considerado, entre 2004 e 2006, pelo Instituto de Ciências Sociais, da Universidade de Lisboa, “um dos Municípios portugueses com maior qualidade de vida”. O inquérito, levado a cabo por uma equipa sob a responsabilidade do Geógrafo Doutor João Ferrão, analisou o desenvolvimento de Portugal através de 75 indicadores:

Ambientais,

Demográficos,

Sociais,

Culturais,

E económicos.

Melgaço entrou no século XXI para todo este compromisso de enlaces e pontos de interesse que fazem o engrandecimento e projecção, cada vez mais merecido, da região.»

  1. Marques Rocha.

Dia Mundial do Livro

O Dia Mundial do Livro é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de abril. Trata-se de uma data simbólica para a literatura, já que, segundo os vários calendários, neste dia desapareceram importantes escritores como Cervantes e Shakespeare, entre outros. A ideia da comemoração teve origem na Catalunha: a 23 de abril, dia de São Jorge, uma rosa é oferecida a quem comprar um livro. Mais recentemente, a troca de uma rosa por um livro tornou-se uma tradição em vários países do mundo.

Em 2021, os ilustradores Susana Diniz e Pedro Semeano (dupla conhecida por Adamastor), Menção Especial do Prémio Nacional de Ilustração em 2020, conceberam a imagem do cartaz. Com ele, pretendem mostrar que, um ano após o início da pandemia, é o livro que continua a abrir o espaço de isolamento físico, mas que também permite que o pensamento floresça e seja sempre cada vez mais livre.

HORÁRIOS DA BIBLIOTECA

Biblioteca Municipal: de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 12h30 e das 14h às 18h.

Polo de Castro Laboreiro: de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 13h00 e das 14h às 17h.

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MELGAÇO REABILITA SOLAR DO ALVARINHO

O Solar do Alvarinho reabre portas amanhã, mas num novo espaço. O edifício quinhentista vai ser alvo de profundas intervenções.

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O espaço provisório situa-se no antigo Quartel dos Bombeiros Voluntários de Melgaço, na Alameda Inês Negra (4960-561 Melgaço)

HORÁRIO:

Seg. a Sex.: das 10h00 às 19h00

Sáb. e Dom.: das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00

Telf: 251 410 195 solardoalvarinho@cm-melgaco.pt

A reabilitação do Solar do Alvarinho enquadra-se na candidatura “Vinho Alvarinho na Rota do Turismo” e no âmbito do programa “Valorizar” do Turismo de Portugal, concretamente da Linha de Apoio à Sustentabilidade, e representa um investimento na ordem dos 180.000€.

Para além das obras de requalificação do Solar, é ainda objetivo da autarquia, e enquadrado na referida candidatura, levar a cabo ações que visam o relançamento da Rota do Alvarinho Monção & Melgaço. as duas iniciativas representam um investimento total de cerca de 350.000€

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BARQUENSE ANTÓNIO PEREIRA LACERDA – DEPUTADO À ASSEMBLEIA NACIONAL – COMENTOU NO PARLAMENTO A CRIAÇÃO DO PARQUE NACIONAL DA PENEDA-GERÊS

António Pereira de Meireles da Rocha Lacerda de seu nome completo, nasceu em Ponte da Barca em 2 de Fevereiro de 1917.

Era licenciado em Agronomia e, além de ter sido Administrador de empresas, serviu o Estado como Técnico do Quadro da Direcção-Geral dos Serviços Agrícolas e Director do Posto Agrário de Braga. Participou em várias comissões e visitas de estudo a Espanha, Itália, Inglaterra e EUA.

Foi Presidente da Juventude Católica para a Arquidiocese de Braga (1945-1951), Presidente da Comissão Concelhia da União Nacional de Ponte da Barca (1969) e Vogal da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (1969).

Foi eleito deputado à Assembleia Nacional na VIII Legislatura (1961-1965) pelo Círculo de Braga e na X Legislatura (1969-1973) pelo Círculo de Viana do Castelo, integrando as comissões de Economia.

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O Sr. António Lacerda: - Sr. Presidente: A minha intervenção no debate da presente proposta de lei, no ano em que, como já foi sublinhado, se comemora o Ano Europeu, da Conservação da Natureza, nada virá ajuntar à economia, do problema. Justifica-se somente pelo desejo de fazer alguns ligeiros comentários à referida proposta de lei, que, na sua expressão prática, vai traduzir-se pela criação do primeiro parque nacional português - o parque da Peneda-Gerês.

E a maior parte deste conjunto esplêndido situa-se no distrito de Viana do Castelo, junto a fronteira da vizinha Galiza, abrangendo as serras magníficas da Peneda, do Soajo e Amarela, que separa e une o meu querido concelho de Ponte da Barca ao vizinho de Terras de Bouro, prolongando-se pelo grandioso Geres.

E nem deveria, talvez, um homem da Ribeira Lima usar agora da palavra, pois foi um filho ilustre da nossa região, o meu caro condiscípulo Prof. Eugênio de Castro Caldas, que relatou o parecer da Câmara Corporativa sobre a matéria. E com o seu alto e requintado espírito, com o conhecimento perfeito da região, fê-lo de maneira tilo brilhante, tão profunda, tão bela, até, na forma como traduz os seus pensamentos, que nada mais haveria a dizer. Excepto talvez esta palavra de merecido louvor, a única que pode justificar esta simples intervenção.

Mas, já que a disse, eu queria que ela fosse a tradução dos meus sentimentos de admiração e estima, embora sem o brilho que a pessoa a que se destina merece, quero faze-la acompanhar de mais duas ou três singelas e simples palavras, que não terão mais mérito do que chamar à atenção para aspectos particulares ligados ti futura implantação de parques nacionais em zonas serranas do Pais.

A primeira será de que nos parece indispensável um enorme e profundo esforço de mentalizarão das populações para que a protecção a Natureza, em que os povos actuais se inserem, lhes traga o benefício, a promoção humana e social que nós desejamos e a que eles têm direito. O ilustre relator, no & 5.º do seu parecer, pôs acentuadamente p dedo na ferida e teme, como eu, que venha a ser dolorosa para muitos a adaptação às novas condições de vida.

A passagem de homens livres da montanha, habituados ao contacto com uma natureza rude que forja personalidades de rija têmpera, a prestadores de serviços a pessoas em descanso, aos cientistas, aos cultores do belo selvagem que se pretendem embrenhar e contemplar os magníficos panoramas que as nossas serras oferecem, será forçosamente dolorosa e difícil. Aceitá-lo-ão? Terão capacidade para a compreender? Com todas as dúvidas que tenho a esse respeito, e que teimam em persistir, creio, contudo, ser possível, e talvez em melhores condições do que possa parecer. Alas há-de depender esse processo de reconversão na harmonia da sua realização, dos homens que a ele de dedicarem.

E a mentalização destes será de capital importância, e para ela desde- já me permito chamar- a atenção do Governo, como condição, fundamental do processo.

A protecção da Natureza, a criação de amplos espaços destinados à libertação do homem da vida complexa a que está sujeito e que o acorrenta e esmago, a erosão das serras e dos montes, não devem justificar, nem produzir, uma forte erosão nas almas. E recordo, sem precisar palavras nem ideias, uma conferência luminosa do professor do Instituto Superior de Agronomia e Deputado numa das primeiras Legislaturas António Sousa da Câmara.

Mas dos homens dependerá que. isso não se verifique para alam daquele mínimo que é possível ser exigido, quando se procura trazer os povos da serra, respeitando-os, ao contacto com novas formas de convívio à relações sociais.

E neste campo tudo poderá ser feito com um aberto espirito de compreensão, condescendência, autoridade sem autoritarismos. O receio é dos mandões, que, em- nome da autoridade ou da liberdade, se arvoram em opressores e que, qual, "vilão com a vara na mão", são causa de cantos aborrecimentos e geradores de escusados conflitos.

Mas esta palavra não quer ser mais do que um brevíssimo comentário sugerido pela forma de concretização da proposta de lei, nem invalidar o mérito e o interesse que nela se contêm. Só se pretende que os regulamentos a que vai dar origem contenham disposições de aplicação humana que não permitam abusos. Em primeiro lugar quanto ao homem, a quem devem servir.

E o homem poderá obter e concretizar, com certeza, muitos vantagens, habituando-se e integrando-se na civilização dos tempos de descanso - como elemento actuante, ou espectador interessado. E nessas vantagens o homem da serra poderá dispor de um papel muito activo, optando pela integração em nova forma de vida.

E ela, num aspecto, está expressa na forma de participação - em sociedades de economia mista a que os actuais proprietários da região adiram. Confesso que não estou a ver bem como nem a julgar a maior parte daqueles magníficos exemplares dos bons varões de antanho, que conheço e que deambulam pelas serranias grandiosas refractários a obrigações e tributos, capazes de ta cometimento! Mas será possível, pois as surpresas surgem onde menos se calcula, e confesso o meu pecado de feitio ignorância neste assunto. Mas volto aqui ao mesmo ponto que já aflorei. A mentalização dos homens da serra será u primeiro passo a dar.

O ilustre relator do parecer da Câmara Corporativa aponta as grandes opções que se apresentam para aproveitamento dos parques nacionais e diz muito, avisadamente, que pode suceder que empresas exteriores nacionais e estrangeiros bem podem montar em seu exclusive provei-to mais um fabuloso negócio sob o rótulo de "turismo".

Entendo que é necessário rodear o assunto dos maiores cautelas, de todas as cautelas possíveis, puni que isto não suceda.

Suponho que ninguém pensará, mesmo sendo muito dado às fantasias e à contemplação das virtudes escondidas que muitos homens da serra, desconhecedores completos das potencialidades de um parque nacional de caça e pesca, adiram de súbito a um empreendimento dessa natureza. Entreguem as suas terras, a SUA fazenda, a sua capacidade de prestação de trabalho e pequenos serviços.

Mas isto talvez seja possível, passados uns anos de experiência, de realizações concretas, de avaliação dos resultados. Depois de admirarem com outros olhos, com os olhos dos outros, que até talvez não entendam na fala e nas perspectivas, o que será isso de parque nacional em que até se pretende que nem o ruído do automóvel quebre os grandes silêncios

Assim, a solução que for concebida e realizada terá de atender a natural, naturalíssima desconfiança inicial, admitindo que no decorrer dos anos os povos das regiões abrangidas pelo parque venham a ter possibilidade de participar lucrativamente nesse "fabuloso negócio". De outra forma não. Não estará certo condenar de início, por desconhecimento e falta de confiança, homens que não têm culpa de não terem nascido esclarecidos a não usufruírem vantagens de potencialidades por eles não sonhadas e só de poucos conhecidas. E à gente da serra, que não está habituada às dádivas generosas e tem suas razões

para desconfiar, deve ser dada segura possibilidade de amplamente vir a participar nessa maravilhosa dádiva da Providência, que se vai entregar, generosa meu te, aos olhos c AOS prazeres de tantos e tantos que, cansados de praticar o bem e o mal, se querem refugiar do mundo ou do pesadelo em que vivem.

Portanto, o primeiro parque nacional português, depois de aprovada a presente proposta de lei, será criado nas serranias de Entre Douro e Minho, fronteira de Espanha.

Desde as magníficas alturas e maciços de Castro Laboreiro de Peneda, à vetusta e bela vila de Soajo passando pelo lindo Castelo roqueiro de Lindoso e mata do Cabril, ainda no concelho de Ponte da Barca, ao Geres altaneiro, cheio de encanto, majestade das nossas serras minhotas é impressionante e merecedora de consciente admiração.

Já assim é de longe, virá a sê-lo de mais perto e em melhores condições..

Os serviços florestais têm, desde há muito, realizado obra de grande valorização naquelas paragens, não só criando directamente riqueza pelas plantações que fazem e para que a região tem magnífica aptidão, como pelas comunicações que rasgam e implantam, serviços que prestam, possibilidades que abrem. etc. E quero prestar a minha sincera homenagem aos colegas silvicultores, ao seu entusiasmo e dedicação ao bem comum.

Provocaram modificações na vida e na mentalidade, que hoje são bem aceites, e foram promotoras de novas perspectivas para muitos que. de outra forma. não seriam criadores da riquezas materiais e morais ali, ou por esse mundo além.

Têm mais ou menos por todo esse vasto conjunto que virá a ser o parque nacional, aberto esteadas e caminhos que permitem admirar, extasiando-se as gentes, a natureza brava e os recantos amenos, onde os homens vivem o são felizes longe do bulício e do trepidar das cidades. É a que tantos regressam, passados anos de árduo labor, escravizados às máquinas e aos homens, elos incaracterísticos da cidade que tudo deles ignora e a que, à maior parte, marca sem remissão.

Mas muitos salvam-se, e de facto, através das vias e das oportunidades que os servidos florestais abriram, mantêm determinados contactos com a civilização.

Essas estradas e caminhos, na parte situada no distrito de Viana, vão entroncar com as estradas que ligam a Monção Melgaço do lado norte e- à estrada que. de Arcos de Valdevez sobe até Soajo e daqui inflecte para o Lindoso y da que de Ponte da Barca segue o cursa do rio Lima o Lethes do esquecimento, belo, acariciante cheio de suavidade, ou terrível nas alturas de cheia, e vai até a fronteira da Madalena, na freguesia de Lindoso, fronteira essa hoje encerrada.

Temos esperança que, em breve, a corrente que há anos ali foi colocada, fechando-a, seja removida. E velha aspiração dos povos da região dos concelhos de Ponte da Barca e de Arcos e de Ponte de Lima, pois é a mais curta, melhor e mais rápida comunicação dos nossos vizinhos galegos de Orense e Lugo e daqueles que os visitam até ao nosso litoral, bem como é a melhor ligação para nós, Portugueses, quando os queremos visitar, ou ir de longada ao interior de Espanha, ou por essa Europa além. O intercâmbio de cada vez é maior, a vizinhança quer cimentar-se melhor; as boas relações sempre estiveram no coração dos Limianos de um lado e de outro, da fronteira.

Foi um rude golpe quando nos anos 30 a fronteira foi encerrada. E as razões, se é que as houve, nem teriam significado. Depois veio a guerra de Espanha com o seu cortejo de dificuldades. Hoje elas não existem.

O pequeno movimento de então será hoje enorme, e mais se avolumará quando o parque nacional for uma realidade, pois, além dos Espanhóis, haverá todos os estrangeiros que, acorrendo a Espanha, serão atraídos pelo turismo de montanha que se lhes irá proporcionar.

As magníficas condições do litoral minhoto, ímpar nas suas belezas mareiras, junta-se o encanto da doce Ribeira Lima, o esplendor e majestade das serras do interior.

Tudo isto os Limianos pretendem oferecer aos irmãos que nos entregam as águas brandos do nosso e seu Lima. através da fronteira do Lindoso, a que só falta, retirar a corrente. Corrente que não encerra a nossa vontade, nem a dos nossos vizinhos, que sabemos estarem também empenhados no mesmo propósito.

Que a criação do parque nacional da Peneda-Gerês coincida com a retirada da corrente da fronteira do Lindoso são os meus votos que com a minha concordância na generalidade, dou à proposta de lei.

Vozes: - Muito bem!

O orador foi cumprimentado.

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VII BTT XCO VILA DE MELGAÇO ACONTECE SEM PRESENÇA DE PÚBLICO

Nos dias 17 e 18 de abril

Para garantir todas as condições de segurança emanadas pela DGS. Inscrições terminam amanhã, dia 14 de abril.

Melgaço acolhe no próximo fim de semana, dias 17 e 18 de abril, o VII BTT XCO Vila de Melgaço, prova internacional C2 pontuável para a Taça de Portugal e para o Campeonato do Minho de BTT XCO - POPP Design. Em virtude do contexto pandémico, a prova vai realizar-se sem a presença de público, tendo limite de participação de 450 atletas e, desta vez, apenas na vertente de competição.

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A disputar junto ao Centro de Estágios, a iniciativa será promovida em condições de segurança e no cumprimento das orientações da Direção-Geral da Saúde e das normas concertadas entre esta entidade e a Federação Portuguesa de Ciclismo. A organização adotará as medidas adequadas em caso de infração. «A colaboração de todos é fundamental para que este e outros eventos se realizem.», atenta a organização. As inscrições decorrem até amanhã, 14 de abril.

O programa prevê treinos no sábado, dia 17 de abril, entre as 10h00 e as 17h30, realizando-se a competição no domingo, dia 18. Pelas 9 horas será dada a partida para a primeira corrida (cadetes masculinos e femininos) e pelas 10h15 realiza-se a prova para os atletas dos escalões de juniores (masculinos) e para todas as categorias femininas. Os atletas masters (masculinos) e de paraciclismo (masculino) começarão a competir às 12h15 enquanto a prova rainha, para elites e sub 23 (masculinos), tem início marcado para as 14h30.

«As nossas expetativas são altas. Os tempos são difíceis, imprevisíveis mesmo, mas, garantido as regras sanitárias, é altura de, paulatinamente, retomarmos a atividade e que melhor maneira senão receber em Melgaço uma prova internacional como vai ser o VII BTT XCO. Esta será a primeira competição da época e os atletas estão ansiosos por retomar a atividade. Para além dos nacionais, e uma vez que a prova é internacional, também esperamos atletas oriundos de outros países, embora sabendo-se que há muitas limitações e restrições para circular entre países. Isso vai condicionar, de certa forma, a prova deste ano e a vinda de alguns atletas, mas acredito que vamos ter aqui muitos dos melhores atletas da vertente.», considera o vereador do Desporto, José Adriano Lima.

A prova internacional é pontuável para a Taça de Portugal e para o Campeonato do Minho de BTT XCO - POPP Design e marca o regresso de grandes eventos ao concelho de Melgaço, uma excelente oportunidade para ajudar/contribuir para a dinamização da economia local. «Estamos habituados a acolher grandes eventos e este é mais um que, com certeza, nos vai ajudar a mostrar Melgaço e fazer movimentar, no que for possível, a economia local. Sabemos que os atletas e as equipas vêm cá para disputar a prova, vão passar cá um fim de semana e, mais tarde, podem regressar para conhecer melhor e desfrutar do que temos de bom em Melgaço», atenta José Adriano Lima.

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INAUGURAÇÃO DA PISTA PERMANENTE DE BTT XCO DE MELGAÇO

A prova internacional, promovida em conjunto pela Associação de Ciclismo do Minho, pelo Município de Melgaço e pela Melsport - Melgaço, Desporto e Lazer EM, contando com o apoio de diversas entidades, inaugurará a Pista permanente de BTT XCO de Melgaço, construída junto ao Centro de Estágios de Melgaço. «Desejamos que a pista seja do agrado de todos os que participarem na competição, mas, também, da população de Melgaço, da região e daqueles que nos podem visitar noutras ocasiões. É uma pista que tem diversos percursos e teve em atenção os diversos níveis e dificuldades. O objetivo é criar um circuito permanente, em que os atletas possam praticar a sua modalidade favorita durante todo o ano e em que a população se possa iniciar no BTT de uma forma fácil.», refere o vereador.

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