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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

MINISTRO DA EDUCAÇÃO NA ABERTURA DAS CELEBRAÇÕES DO DIA EUROPEU DO MAR E DA MARINHA

Cerimónia tem lugar domingo, dia 19, pelas 9H00, no Espaço Onda, no Portinho, Vila Praia de Âncora

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, vai estar domingo em Vila Praia de Âncora, para a cerimónia de abertura das celebrações doDia Europeu do Mar e da Marinha que se prolongam até segunda feira. Desportos náuticos, passeios de barco, exposições, showcooking, espetáculo de dramatização e música, palestras e apresentação de projetos são as atividades que vão dar o mote a estas celebrações. A cerimóniapelas 9H00, no Espaço Onda, no Portinho.

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O mar é uma marca no concelho de Caminha. De facto, desde sempre que o concelho mantém uma relação muito forte com o mar, nomeadamente a comunidade piscatória de Vila Praia de Âncora. Estas celebrações têm como objetivo realçar essa relação.

Durante os dois dias, as celebrações vão decorrer no Portinho, Espaço Onda, Forte da Lagarteira, Cineteatro dos Bombeiros de Vila Praia de Âncora, Parque Dr. Ramos Pereira e Praia.

No domingo, o dia começa bem cedo. Pelas 9H00, decorre a cerimónia de abertura que conta a presença do ministro da Educação. A partir das 9H30, no Forte da Lagarteira, Portinho e Praia, vai decorrer uma manhã desportiva, dedicada aos desportos de mar (ergómetro, remo, sup e canoagem). Pelas 12H00, terá lugar uma simulação de competição de Remo de Mar. Pelas 15H00, além dos desportos de mar, para quem quiser experimentar, estará também disponível a Masseira Ancorense para pequenos passeios de barco. Pelas 16H30, decorrerá uma palestra, com as seguintes comunicações “A pesca por um mar sem lixo”, a cargo de Helena Cardoso (Docapesca) e “Fundos Marinhos da Nossa Costa”, pelo Professor Pedro Gomes, no Salão Nobre do Cineteatro dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora. A tarde termina com a abertura das exposições fotográfica "Há mais do que peixe no mar…", de Pedro Gomes e de trabalhos dos alunos no âmbito do projeto "Nosso Mar". A exposição fotográfica "Há mais do que peixe no mar…" estará patente até 30 de junho e poderá ser visitada de terça a domingo, das 10H00 às 13H00 e das 14H00 às 18H00.

Na segunda feira, dia 20, as atividades têm início pelas 9H30, com a manhã desportiva que inclui demonstrações e batismo de surf, dirigida para a comunidade escolar. Pelas 11H00, no Parque Dr. Ramos Pereira terá lugar um Showcooking e, pelas 12H00, o Forte da Lagarteira será o cenário de uma competição/atelier de Barcos Solares. Às 14H30, serão apresentados os projetos escolares "Nosso Mar” no Cineteatro dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora. Pelas 17H00, terá lugar a palestra "Política de Assuntos Marítimos e das Pescas" da responsabilidade da CIM Altominho, também no Salão Nobre dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora. As comemorações do Dia do Mar e da Marinha terminarão com o espetáculo "MAR", dramatização e música, a cargo da Academia de Música Fernandes Fão, Academia Sénior de Caminha e alunos do Agrupamento de Escolas Sidónio Pais. O espetáculo decorrerá pelas 21H30, no Forte da Lagarteira.

As celebrações do Dia do Mar e da Marinha são organizadas pelo Agrupamento de Escolas Sidónio Pais - Escola Básica Secundária do Vale do Âncora e Câmara Municipal de Caminha e contam com o apoio da DOCAPESCA, CIM – Alto Minho, Sporting Club Caminhense, Minhaventura, Nuceartes, Prof. Pedro Gomes, Surf Club Vila Praia d’Âncora, AnchorPoint, Koala Surf School, Academia de MúsicaFernandes Fão, Academia Sénior.

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Programa:

19 maio

09:00h Cerimónia de Abertura

Local: Forte da Lagarteira

09:30h Manhã Desportiva (Desportos de Mar)

-Ergómetro

- Remo

-SUP

- Canoagem

Local: Forte da Lagarteira, Portinho e Praia de V. P. de Âncora

12:00h Simulação de Competição de Remo de Mar

Local: Portinho de V. P. de Âncora

15:00h Desportos Náuticos dirigidos à Comunidade

-Ergómetro

- Remo

-SUP

- Canoagem

Local: Forte da Lagarteira, Portinho e Praia

15:00h A Masseira Ancorense (pequenos passeios nesta emblemática embarcação)

Local: Portinho de V. P. de Âncora

16:30h Palestra

"A Pesca por um Mar sem Lixo" -Eng.ª Helena Cardoso, DOCAPESCA

"Fundos Marinhos da Nossa Costa", Professor Pedro Gomes                                

Local: Salão Nobre do Cineteatro dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora  

18:00h Abertura da Exposição fotográfica

"Há mais do que peixe no mar…"

Local: Forte da Lagarteira

18:15h Abertura das exposições de trabalhos dos alunos no âmbito do projeto "Nosso Mar"

Local: Forte da Lagarteira

20 maio

09:00h Abertura das exposições patentes no Forte da Lagarteira

Local: Forte da Lagarteira

09:30h Manhã desportiva (Desportos náuticos)

Demonstrações e Batismo de Surf – Comunidade Escolar

Local: Forte da Lagarteira e Praia

11:00h Showcooking para a comunidade escolar- DOCAPESCA

Local: Parque Dr. Ramos Pereira

12:00h Competição/Atelier de Barcos Solares

Local: Forte da Lagarteira

14:30h Apresentação dos projetos escolares do "Nosso Mar"

UMMar de Trabalhos 3º ano

CoastWatch 3º Ciclo

Os livros do "Nosso Mar" livros de autores de VPA 2º e 3º ciclo

Barcos de lata 3º ciclo

Parlamento dos jovens 3º ciclo e secundário

Dramatizações 2º ciclo

Local: Cineteatro dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora

17:00h Palestra "Política de Assuntos Marítimos e das Pescas" –CIM ALTO MINHO

Local: Salão Nobre do Cineteatro dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora

21:30h Espetáculo "MAR"- Dramatização e Música

Local: Forte da Lagarteira

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VILA PRAIA DE ÂNCORA VAI ASSINALAR O DIA EUROPEU DO MAR E DA MARINHA NOS DIAS 19 E 20 DE MAIO

Uma mão cheia de atividades

Vila Praia de Âncora vai assinalar o Dia Europeu do Mar e da Marinha nos dias 19 e 20 de maio, com várias iniciativas. Desportos náuticos, passeios de barco, exposições, showcooking, espetáculo de dramatização e música, palestras e apresentação de projetos são as atividades que vão dar o mote a estas celebrações. A cerimónia de abertura terá lugar no dia 19 de maio, pelas 9H00, no Espaço Onda, no Portinho. As atividades são gratuitas.

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O mar é uma marca no concelho de Caminha. De facto, desde sempre que o concelho mantém uma relação muito forte com o mar, nomeadamente a comunidade piscatória de Vila Praia de Âncora. Estas celebrações têm como objetivo realçar essa relação.

Durante os dois dias, as celebrações vão decorrer no Portinho, Espaço Onda, Forte da Lagarteira, Cineteatro dos Bombeiros de Vila Praia de Âncora, Parque Dr. Ramos Pereira e Praia.

No domingo, o dia começa bem cedo. Pelas 9H00, decorre a cerimónia de abertura. A partir das 9H30, no Forte da Lagarteira, Portinho e Praia, vai decorrer uma manhã desportiva, dedicada aos desportos de mar (ergómetro, remo, sup e canoagem). Pelas 12H00, terá lugar uma simulação de competição de Remo de Mar. Pelas 15H00, além dos desportos de mar, para quem quiser experimentar, estará também disponível a Masseira Ancorense para pequenos passeios de barco. Pelas 16H30, decorrerá uma palestra, com as seguintes comunicações “A pesca por um mar sem lixo”, a cargo de Helena Cardoso (Docapesca) e “Fundos Marinhos da Nossa Costa”, pelo Professor Pedro Gomes, no Salão Nobre do Cineteatro dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora. A tarde termina com a abertura das exposições fotográfica "Há mais do que peixe no mar…", de Pedro Gomes e de trabalhos dos alunos no âmbito do projeto "Nosso Mar". A exposição fotográfica "Há mais do que peixe no mar…" estará patente até 30 de junho e poderá ser visitada de terça a domingo, das 10H00 às 13H00 e das 14H00 às 18H00.

Na segunda feira, dia 20, as atividades têm início pelas 9H30, com a manhã desportiva que inclui demonstrações e batismo de surf, dirigida para a comunidade escolar. Pelas 11H00, no Parque Dr. Ramos Pereira terá lugar um Showcooking e, pelas 12H00, o Forte da Lagarteira será o cenário de uma competição/atelier de Barcos Solares. Às 14H30, serão apresentados os projetos escolares "Nosso Mar” no Cineteatro dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora. Pelas 17H00, terá lugar a palestra "Política de Assuntos Marítimos e das Pescas" da responsabilidade da CIM Altominho, também no Salão Nobre dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora. As comemorações do Dia do Mar e da Marinha terminarão com o espetáculo "MAR", dramatização e música, a cargo da Academia de Música Fernandes Fão, Academia Sénior de Caminha e alunos do Agrupamento de Escolas Sidónio Pais. O espetáculo decorrerá pelas 21H30, no Forte da Lagarteira.

As celebrações do Dia do Mar e da Marinha são organizadas pelo Agrupamento de Escolas Sidónio Pais - Escola Básica Secundária do Vale do Âncora e Câmara Municipal de Caminha e contam com o apoio da DOCAPESCA, CIM – Alto Minho, Sporting Club Caminhense, Minhaventura, Nuceartes, Prof. Pedro Gomes, Surf Club Vila Praia d’Âncora, AnchorPoint, Koala Surf School, Academia de MúsicaFernandes Fão, Academia Sénior.

PROGRAMA

19 maio

09:00h Cerimónia de Abertura

Local: Forte da Lagarteira

09:30h Manhã Desportiva (Desportos de Mar)

-Ergómetro

- Remo

-SUP

- Canoagem

Local: Forte da Lagarteira, Portinho e Praia de V. P. de Âncora

12:00h Simulação de Competição de Remo de Mar

Local: Portinho de V. P. de Âncora

15:00h Desportos Náuticos dirigidos à Comunidade

-Ergómetro

- Remo

-SUP

- Canoagem

Local: Forte da Lagarteira, Portinho e Praia

15:00h A Masseira Ancorense (pequenos passeios nesta emblemática embarcação)

Local: Portinho de V. P. de Âncora

16:30h Palestra

"A Pesca por um Mar sem Lixo" -Eng.ª Helena Cardoso, DOCAPESCA

"Fundos Marinhos da Nossa Costa", Professor Pedro Gomes                        

Local: Salão Nobre do Cineteatro dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora         

18:00h Abertura da Exposição fotográfica

"Há mais do que peixe no mar…"

Local: Forte da Lagarteira

18:15h Abertura das exposições de trabalhos dos alunos no âmbito do projeto "Nosso Mar"

Local: Forte da Lagarteira

20 maio

09:00h Abertura das exposições patentes no Forte da Lagarteira

Local: Forte da Lagarteira

09:30h Manhã desportiva (Desportos náuticos)

Demonstrações e Batismo de Surf – Comunidade Escolar

Local: Forte da Lagarteira e Praia

11:00h Showcooking para a comunidade escolar- DOCAPESCA

Local: Parque Dr. Ramos Pereira

12:00h Competição/Atelier de Barcos Solares

Local: Forte da Lagarteira

14:30h Apresentação dos projetos escolares do "Nosso Mar"

UMMar de Trabalhos 3º ano

CoastWatch 3º Ciclo

Os livros do "Nosso Mar" livros de autores de VPA 2º e 3º ciclo

Barcos de lata 3º ciclo

Parlamento dos jovens 3º ciclo e secundário

Dramatizações 2º ciclo

Local: Cineteatro dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora

17:00h Palestra "Política de Assuntos Marítimos e das Pescas" –CIM ALTO MINHO

Local: Salão Nobre do Cineteatro dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora

21:30h Espetáculo "MAR"- Dramatização e Música

Local: Forte da Lagarteira

MUSEU DE MARINHA EXPÕE SOBRE A GRANDE GUERRA

O Museu de Marinha vai inaugurar no próximo dia 18 de abril, às 17 horas, uma exposição dedicada à participação da Marinha Portuguesa na I Guerra Mundial, intitulada “A Marinha na Grande Guerra”.

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Com o deflagrar do conflito armado que se generalizou entre as principais potências europeias em 1914, Portugal viu-se perante o desafio de manter uma posição de não-beligerância, assegurando de igual modo a soberania sobre os territórios nacionais. À Marinha Portuguesa competiu a salvaguarda dos interesses do Estado nas águas nacionais, na metrópole e nas colónias, garantindo a defesa e vigilância dos portos, da navegação e das principais vias de comunicação marítima.

E, passados cem anos, o grande desafio da exposição passa por manter a memória de todos aqueles que, em terra e no mar, intervieram e participaram na Grande Guerra, entre 1914 e 1918, alguns inclusive com o sacrifício da própria vida, garantindo dessa forma a defesa de Portugal.

A exposição é temporária e estará em exibição entre 18 de abril e 11 de novembro de 2018. De salientar que a exposição é gratuita, na medida em que visitar a exposição permanente do Museu de Marinha, que custa entre 3,25€ e 6,50€, dará também acesso a visitar a exposição temporária, sem qualquer custo adicional.

REVISTA DE MARINHA COMEMORA 80 ANOS DE EXISTÊNCIA

Uma das mais antigas revistas portuguesas em circulação, a Revista de Marinha edita nº1000 e celebra 80º aniversário

No ano em que se comemoram os 700 anos da Marinha de Guerra Portuguesa, celebra-se também o 80º aniversário da Revista de Marinha e a publicação da sua 1000ª edição. Com publicação ininterrupta desde 1937, é hoje uma das mais antigas revistas portuguesas em circulação.

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Nasceu em 1937, no mesmo ano do “Creoula” e do “Santa Maria”, como uma revista não só para os membros da Marinha, mas sobretudo para todos os apaixonados pelos assuntos do mar. Hoje, 80 anos e 1000 edições passadas, a Revista de Marinha alcança o estatuto de ser uma das mais antigas revistas nacionais em circulação e continua o seu papel de informar os seus leitores sobre o passado, o presente e o futuro do mar.

Ficam na memória um milhar de edições, com artigos, crónicas e reportagens sobre eventos da comunidade marítima, assuntos relativos às ciências do mar, às atividades portuárias e às Marinhas de Guerra, de Comércio, de Pesca e de Recreio, quer de Portugal, quer dos outros Estados lusófonos, membros da CPLP.

Além das comemorações, destaque também para três temas centrais nesta edição da Revista de Marinha, “política, estratégia e direito”, “economia do mar” e “náutica de recreio”, com vários artigos e crónicas. No tema “política, estratégia e direito”, constam doze artigos, entre os quais, “A Pátria honrai, que a Pátria vos contempla”, por Adriano Moreira, “Portugal e a Extensão da Plataforma Continental – Fazer Acontecer o Mar”, por Ana Paula Vitorino, e “Portugal na Nova Descoberta do Mar”, por Nuno Vieira Matias.

A Revista da Marinha é bimestral e cada edição tem o custo de 4,5€, podendo assinar as suas 6 revistas anuais por 22,5€, através de assinaturas@revistademarinha.com ou em http://revistademarinha.com

ESTANDARTE DO NRP VIANA DO CASTELO DESFILA NAS COMEMORAÇÕES DOS 700 ANOS DA MARINHA PORTUGUESA

Entre os numerosos estandartes que hoje desfilaram em Lisboa no âmbito das comemorações dos 700 anos da Marinha Portuguesa, chamou-nos particularmente a atenção o relativo ao NRP Viana do Castelo.

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Trata-se de um Navio Patrulha Oceânico que foi construído nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo e aumentado ao efetivo dos navios da Armada em 30 de dezembro de 2010.

De acordo com o site oficial da Marinha Portuguesa, foi concebido como navio não combatente, e destina-se prioritariamente a exercer funções de autoridade do Estado e a realizar tarefas de interesse público nas áreas de jurisdição ou responsabilidade Nacional.

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MARINHA PORTUGUESA COMEMORA 700 ANOS DE EXISTÊNCIA COM DESFILE NAVAL E PARADA MILITAR EM LISBOA

As armas e os barões assinalados

Que, da ocidental praia lusitana,

Por mares nunca de antes navegados

Passaram ainda além da Taprobana,

Em perigos e guerras esforçados,

Mais do que prometia a força humana,

E entre gente remota edificaram

Novo reino, que tanto sublimaram.

Os Lusíadas, Canto I, estrofe 1

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PARABÉNS, MARINHA PORTUGUESA!

Perto de meia centena de navios nacionais e estrangeiros participam hoje no rio Tejo nas comemorações dos 700 anos da Marinha Portuguesa

O rio Tejo de onde há mais de quinhentos anos partiram as caravelas e naus portuguesas que, parafraseando o imortal poeta Luís Vaz de Camões, “Novos mundos ao mundo irão mostrando”, serviu hoje de cenário a um acontecimento de com uma grandiosidade jamais vista na cidade de Lisboa. Perto de meia centena de navios de guerra, nacionais e estrangeiros, perfilaram-se perante a cidade das sete colinas para celebrar o 700º aniversário da Marinha Portuguesa.

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Defronte, na Praça do Comércio – local que antes do Terramoto de 1755 fora o Terreiro do Paço – os marinheiros de Portugal formaram em parada e desfilaram perante o Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas e à vista do arco triunfal onde a Glória coroa o Génio e o Valor e se inscreve a divisa “VIRTVTIBVS MAIORVM VT SIT OMNIBVS COCVMENTO PPD”*

Por seu turno, o Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante António Silva Ribeiro, evocou o passado glorioso da Marinha Portuguesa, enaltecendo as virtudes militares e o espírito de servir que a todos irmana no cumprimento do dever.

Passam 700 desde a data da criação formal da Marinha Portuguesa. Em 1 de Fevereiro de 1317, celebrava o Rei D. Dinis com o genovês Manuel Pessanha, um contrato de vassalagem, tendo este sido nomeado por Diploma Régio o primeiro Almirante do Reino de Portugal, conferindo a partir de então à Armada Portuguesa um carácter permanente.

Não obstante o simbolismo da data, a Marinha Portuguesa possui origens bem mais remotas, sendo de acordo com uma bula papal considerado o ramo das Forças Armadas mais antigo do mundo. Regista-se nos anais da História de Portugal, regista-se a batalha travada com êxito em 1180, ao largo do Cabo Espichel, comandada por D. Fuas Roupinho, contra uma esquadra muçulmana. A referida batalha ocorreu ao tempo do reinado de D. Afonso Henriques. Mas, foi o Rei D. Dinis quem decidiu conferir à Marinha Real o carácter de organização permanente que mantém até aos nossos dias.

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À Marinha se deve ainda as navegações quinhentistas e à expansão marítima que lhe sucedeu, estendendo o seu domínio a todos os mares, desde o Oceano Atlântico ao Pacífico, unindo os cinco continentes sob a égide da Cruz da Ordem de Cristo.

Entre as suas maiores glórias conta-se a Batalha do Cabo Matapão, travada em 1717 contra a poderosa esquadra turca que no Mediterrâneo ameaçava o sul da Europa. A sua função foi adaptando-se às mudanças dos tempos e cumpre actualmente importantes missões no domínio internacional e também na salvaguarda da nossa soberania no mar.

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Conta uma velha lenda que Lisboa terá sido fundada pelo herói grego Ulisses (Odisseu) que a baptizou com o seu próprio nome, o qual viria mais tarde com a presença romana a ser corrompido para Olissipona. Para tal, iludira a rainha de Ofiusa – a terra de Serpentes como mitologicamente era conhecido o local – fingindo levar-se pelos seus encantos. Uma vez cumprida a tarefa, Ulisses partira logo que os navios estavam abastecidos e a marinhagem repousada, deixando atrás de si a rainha de Ofiusa que, desesperadamente, procurava alcançá-lo até ao mar e, serpenteando, dera origem à formação das colinas da cidade.

Foi, pois, nesta vetusta cidade de tão antigos e nobres pergaminhos que Portugal fez nascer a mais antiga Marinha do mundo, a qual hoje desfilou na sua melhor sala de visitas – o Terreiro do Paço – banhada pelas águas do rio Tejo que em tempos idos viu partir com as velas enfunadas, as naus que levaram a Cruz de Cristo às cinco partidas do mundo.

* “Às Virtudes dos Maiores, para que sirva a todos de ensinamento. Dedicado a expensas públicas”.

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Carta Régia do Rei D. Dinis, de 1 de Fevereiro de 1313, nomeando Manuel Pessanha como primeiro Almirante do Reino

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MARINHA PORTUGUESA COMEMORA 700 ANOS DE EXISTÊNCIA COM DESFILE NAVAL E PARADA MILITAR EM LISBOA

As armas e os barões assinalados

Que, da ocidental praia lusitana,

Por mares nunca de antes navegados

Passaram ainda além da Taprobana,

Em perigos e guerras esforçados,

Mais do que prometia a força humana,

E entre gente remota edificaram

Novo reino, que tanto sublimaram.

Os Lusíadas, Canto I, estrofe 1

PARABÉNS, MARINHA PORTUGUESA!

Perto de meia centena de navios nacionais e estrangeiros participam hoje no rio Tejo nas comemorações dos 700 anos da Marinha Portuguesa

O rio Tejo de onde há mais de quinhentos anos partiram as caravelas e naus portuguesas que, parafraseando o imortal poeta Luís Vaz de Camões, “Novos mundos ao mundo irão mostrando”, serviu hoje de cenário a um acontecimento de com uma grandiosidade jamais vista na cidade de Lisboa. Perto de meia centena de navios de guerra, nacionais e estrangeiros, perfilaram-se perante a cidade das sete colinas para celebrar o 700º aniversário da Marinha Portuguesa.

Defronte, na Praça do Comércio – local que antes do Terramoto de 1755 fora o Terreiro do Paço – os marinheiros de Portugal formaram em parada e desfilaram perante o Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas e à vista do arco triunfal onde a Glória coroa o Génio e o Valor e se inscreve a divisa “VIRTVTIBVS MAIORVM VT SIT OMNIBVS COCVMENTO PPD”*

Passam 700 desde a data da criação formal da Marinha Portuguesa. Em 1 de Fevereiro de 1317, celebrava o Rei D. Dinis com o genovês Manuel Pessanha, um contrato de vassalagem, tendo este sido nomeado por Diploma Régio o primeiro Almirante do Reino de Portugal, conferindo a partir de então à Armada Portuguesa um carácter permanente.

Não obstante o simbolismo da data, a Marinha Portuguesa possui origens bem mais remotas, sendo de acordo com uma bula papal considerado o ramo das Forças Armadas mais antigo do mundo. Regista-se nos anais da História de Portugal, regista-se a batalha travada com êxito em 1180, ao largo do Cabo Espichel, comandada por D. Fuas Roupinho, contra uma esquadra muçulmana. A referida batalha ocorreu ao tempo do reinado de D. Afonso Henriques. Mas, foi o Rei D. Dinis quem decidiu conferir à Marinha Real o carácter de organização permanente que mantém até aos nossos dias.

À Marinha se deve ainda as navegações quinhentistas e à expansão marítima que lhe sucedeu, estendendo o seu domínio a todos os mares, desde o Oceano Atlântico ao Pacífico, unindo os cinco continentes sob a égide da Cruz da Ordem de Cristo.

Entre as suas maiores glórias conta-se a Batalha do Cabo Matapão, travada em 1717 contra a poderosa esquadra turca que no Mediterrâneo ameaçava o sul da Europa. A sua função foi adaptando-se às mudanças dos tempos e cumpre actualmente importantes missões no domínio internacional e também na salvaguarda da nossa soberania no mar.

Conta uma velha lenda que Lisboa terá sido fundada pelo herói grego Ulisses (Odisseu) que a baptizou com o seu próprio nome, o qual viria mais tarde com a presença romana a ser corrompido para Olissipona. Para tal, iludira a rainha de Ofiusa – a terra de Serpentes como mitologicamente era conhecido o local – fingindo levar-se pelos seus encantos. Uma vez cumprida a tarefa, Ulisses partira logo que os navios estavam abastecidos e a marinhagem repousada, deixando atrás de si a rainha de Ofiusa que, desesperadamente, procurava alcançá-lo até ao mar e, serpenteando, dera origem à formação das colinas da cidade.

Foi, pois, nesta vetusta cidade de tão antigos e nobres pergaminhos que Portugal fez nascer a mais antiga Marinha do mundo, a qual hoje desfilou na sua melhor sala de visitas – o Terreiro do Paço – banhada pelas águas do rio Tejo que em tempos idos viu partir com as velas enfunadas, as naus que levaram a Cruz de Cristo às cinco partidas do mundo.

* “Às Virtudes dos Maiores, para que sirva a todos de ensinamento. Dedicado a expensas públicas”.

Texto e fotos: Manuel Santos

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Carta Régia do Rei D. Dinis, de 1 de Fevereiro de 1313, nomeando Manuel Pessanha como primeiro Almirante do Reino

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AUTARCAS DOS CONCELHOS RIBEIRINHOS DO MINHO ASSINARAM ATAS ANUAIS DE RECONHECIMENTO DE FRONTEIRA A BORDO DO N.R.P. RIO MINHO

As atas foram assinadas ontem no Estuário do Rio Minho

Os presidentes e os alcaides das câmaras municipais dos concelhos ribeirinhos do Minho assinaram ontem as Atas anuais de Reconhecimento de Fronteira, a bordo do N.R.P. Rio Minho. É a segunda vez na História do Troço Internacional do Rio Minho (TIRM) que se realiza este evento. O objetivo é valorizar o Rio Minho como um todo. Caminha assinou duas atas de vistoria de fronteira com os municípios de A Guarda e do Rosal.

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Na cerimónia participaram os presidentes das Câmaras Municipais de Caminha, Vila Nova de Cerveira, Valença, Melgaço e um representante da Câmara Municipal de Monção; os alcaides de A Guarda, Rosal, Tominho, Arco, As Neves, Salvaterra do Minho e Arbo, e ainda o Capitão do Porto de Caminha, o Comandante Naval Portugal Minho, a Comandância Naval Espanhola, entre outros.

A assinatura anual destes documentos, prevista nos termos do artigo XXV do Tratado de Limites entre Portugal e Espanha, assinado a 29 de setembro de 1864 e nos termos do artigo VIII do seu anexo I, assinado a 4 de novembro de 1866, tem por objetivo ratificar o reconhecimento efetuado de alguns pontos da fronteira, pelos respetivos delegados municipais, com o apoio das Autarquias situadas nas margens do TIRM.

Com esta iniciativa pretende-se partilhar e fomentar o intercâmbio de ideias e iniciativas entre os vários intervenientes, com o objetivo de preservar, impulsionar e valorizar este Troço Internacional.

Este evento conta com o apoio da Marinha Portuguesa, da Autoridade Marítima Nacional e da Armada Espanhola.

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REVISTA DE MARINHA LANÇA COMANDAR NO MAR

Treze Histórias Reais de Liderança no Mar

As Edições Revista de Marinha lançam o seu novo título, Comandar no Mar, um livro onde vários oficiais de Marinha partilham as suas experiências de comando no mar, onde cada escolha pode ter consequências para o navio e sua tripulação ou guarnição, onde a confiança dos marinheiros no seu comandante é essencial.

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Numa altura em que a liderança é, cada vez mais, um tema na ordem do dia, Comandar no Mar surge como uma coletânea de testemunhos de comandantes dos mais variados tipos de navios da Marinha Mercante, Marinha de Guerra e Reserva Naval.

Ao longo do livro, treze comandantes da Marinha contam as suas histórias ao comando de vários tipos de navio e em diversos contextos, com o intuito de partilhar princípios de comandar no mar que possam igualmente servir de inspiração em terra, ajudando a compreender melhor a liderança sob diversas perspetivas.

Comandar no Mar conta testemunhos reais, desde o comando num submarino ou do bem conhecido Navio Escola Sagres, ao relato de Carla Muralha, uma comandante de sucesso no mundo marítimo.

Nas palavras do Almirante Alexandre da Fonseca, editor da obra, “Este livro será certamente útil para quem desempenha funções de chefia ou de comando nos outros ramos das Forças Armadas, Forças de Segurança e em organizações civis e nas empresas.” 

Comandar no Mar é uma edição da Revista de Marinha e patrocinado pela Thales Portugal e EDISOFT.

Comandar no Mar

Edições Revista de Marinha
Pvp: 20€ (para assinantes Revista de Marinha)
À venda nos locais habituais, no site da Revista de Marinha, na Loja do Museu de Marinha, Clube dos Oficias da Marinha Mercante, no Clube Militar Naval e na livraria da Universidade Católica.

Mais informações: assinaturas@revistademarinha.com

Capítulos e Autores:

O Exercício do Comando - Nuno Vieira Matias (Alm ref)

Comando Abaixo da Superfície - Álvaro Rodrigues Gaspar (CAlm ref)

A Bordo do Navio de Cruzeiros - Amadeu Albuquerque (Cap MM)

Treino e Avaliação Geram Competência - António Mendes Calado (VAlm)

Nos Veleiros da Pesca do Bacalhau - António Marques da Silva (Cap MM)

Navio Graneleiro - Carla Muralha (Capt MM)

Uma Lancha de Fiscalização Pequena em Cabinda - Frederico Melo Franco (Eng) (2ºten Res Naval)

Do Comando de Uma LDG ao Comando de Uma Corveta - João Pires Neves (VAlm ref)

Comandar o Nrp “Vasco Da Gama”- José Conde Baguinho (VAlm ref)

Força naval. Outro Patamar de Comando - José Domingos Pereira da Cunha (VAlm res)

A Reserva Naval a Comandar - José Pires de Lima (Eng) (2ºten Res Naval)

Navio hidrográfico. Um Navio Especial - José Seabra de Melo (CAlm res)

Navio-escola “Sagres”. Uma experiência inesquecível... - José Manuel Castanho Paes (Alm ref)

SOCIEDADE DOS AMIGOS DA MARINHA DO BRASIL HOMENAGEIAM RICARDO RIO, PRESIDENTE DO MUNICÍPIO BRACARENSE

Aniversário SOAMAR Brasil. Quinta-feira, dia 2 de Novembro, pelas 14h00, no Theatro Circo, Braga

O Município de Braga realiza a cerimónia de aniversário da Sociedade dos Amigos da Marinha do Brasil (SOAMAR Brasil), que terá lugar Quinta-feira, dia 2 de Novembro, pelas 14h00, no Theatro Circo, em Braga.

 

Sociedade dos Amigos da Marinha do Brasil abriu delegação em Braga

 

Nesta cerimónia, a SOAMAR Brasil irá homenagear diversas personalidades, entre as quais, o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, que será condecorado com a medalha ‘Amigo da Marinha’.

A sessão contará com a presença do contra-almirante Flávio Rocha, em representação do comandante da Marinha do Brasil. A Medalha ‘Amigo da Marinha’ foi criada em Agosto de 1966 para agraciar personalidades civis, sem vínculo funcional com a Marinha do Brasil, militares de outras forças, bem como instituições que se tenham distinguido no trabalho de divulgar a mentalidade marítima no relacionamento com a Marinha, na defesa dos interesses atinentes à Marinha e na divulgação da importância do mar para o país.

TECNOLOGIA EM DESTAQUE NA 999º EDIÇÃO DA REVISTA DE MARINHA

Quase a atingir as 1000 edições, a Revista de Marinha lança um número obrigatório para quem se interessa pela tecnologia marítima.

Já está disponível a nova edição da Revista de Marinha, o número 999, referente aos meses de Setembro e Outubro, intitulada Ambiente, Ciência e Tecnologia. Nesta edição o destaque vai para artigos de fundo como temas tão diversos como a utilização do Gás Natural como uma opção válida de combustível para a Marinha, o papel do sistema Copernicus na monitorização marítima e a maior exploração de microalgas da Europa, que chegou agora a Portugal.

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Destaque também para a celebração do tricentenário da batalha de Matapão, o Museu Marítimo Helénico, a Kayak Party no Tejo e ainda os novos catamarans de alta velocidade que interligam as ilhas dos Açores, bem como crónicas sobre mergulho, modelismo, desportos náuticos e outros assuntos.

Sempre com o olhar posto na actualidade náutica e marítima portuguesa, a revista traz aos seus leitores relances do passado e espreitadelas ao futuro, sendo uma compra obrigatória, não só para os afiliados das forças Armadas, mas por todos aqueles que se interessam pela temática, seja por motivos profissionais ou apenas por curiosidade.

A Revista da Marinha é bimestral e cada edição tem o custo de 4,5€, podendo assinar as suas seis edições anuais por 22,5€, através de assinaturas@revistadamarinha.com

REVISTA DE MARINHA DESTACA NÁUTICA DE RECREIO

Revista de Marinha – edição 997 – Náutica de Recreio

Em contagem decrescente para a sua 1000ª edição, a Revista de Marinha lança o nº997, referente aos meses de Maio e Junho de 2017.

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Esta edição, intitulada Náutica de Recreio, tem especial foco nos desportos náuticos, como a Vela, o Remo e o Surf, com destaque para uma entrevista com o surfista português Nic Von Rupp, que compete actualmente com a elite mundial.

A revista conta também com variados artigos, como a celebração dos 125 anos do Instituto de Socorros a Náufragos, criado com o patrocínio da Rainha D. Amélia, o Sines Tall Ships Festival, a Volvo Ocean Race e Boatyard Lisboa. Pode também ser lida nesta edição, a crónica de Rui Castilho sobre a sua volta ao Mundo no Veleiro Allegro.

Destaque ainda para artigos sobre o mergulho e a fotografia subaquática, para os curiosos e um importante artigo sobre os cuidados a ter com vítimas de hipotermia em contexto SAR (Search and Rescue), de leitura obrigatória para os apaixonados pelo mar.

Sempre com o olhar posto na actualidade náutica e marítima portuguesa, a revista traz aos seus leitores relances do passado e espreitadelas ao futuro, de interesse, não só para os afiliados das forças armadas, mas também para todos aqueles que se interessam pela temática do mar.

A Revista da Marinha é bimestral e cada edição tem o custo de 4,5€, podendo assinar as suas 6 edições anuais por 22,5€, através de assinaturas@revistadamarinha.com.

REVISTA DE MARINHA PROMOVE 3ª EDIÇÃO DE “ENCONTROS DO MAR”

11 DE MAIO NA FIGUEIRA DA FOZ

A Revista de Marinha, a mais antiga e prestigiada revista nacional dedicada aos assuntos do mar, vai promover mais um evento da iniciativa “Encontros do Mar”, esta quinta-feira, dia 11 de Maio, no Auditório do Centro de Artes e Espetáculos (CAE) da Figueira da Foz.

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Os “Encontros do Mar” da Revista de Marinha têm como objetivo motivar e informar as empresas e as forças vivas da comunidade sobre as oportunidades que o Mar suscita, direta e indiretamente, à economia local. Depois da Ericeira e Nazaré terem recebido esta ação, com casas cheias, o evento chega agora à Figueira da Foz, um dos concelhos nacionais com maior ligação ao mar.

Realizados com o apoio da Câmara Municipal da Nazaré e do Centro de Estudos do Mar e Navegações (CEMAR), os "Encontros do Mar" da Revista da Marinha terão lugar no dia 11 de Maio, a partir das 14 horas, no Auditório do Centro de Artes e Espetáculos e salões anexos. O evento está organizado em quatro painéis, onde serão discutidos os seguintes temas:

14h35: Painel I - Portugal e o Mar

15h10: Painel II - Atividades do Cluster do Mar (Construção e Reparação Naval)

17h00: Painel III - Desportos Náuticos (Remo, Vela, Surf)

17h30: Painel IV - Atividades Marítimas, Investimento & Financiamento

Entre os oradores encontram-se nomes como Alexandre Fonseca, Fernando Carvalho Rodrigues, Victor Gonçalves de Brito, João Pedro Braga da Cruz, Rute Costa, António Miguel Amaral, Eurico Gonçalves e Miguel Marques, sendo os painéis moderados por Eduardo de Almeida Faria e Orlando Themes de Oliveira.

Também nos salões anexos, a partir das 18h00, será possível visitar a área de exposição de empresas locais e nacionais ligadas ao tema, e – cortesia da Docapesca – a partir das 18h00 terá lugar uma degustação de produtos do mar.

Encontros do Mar da Revista da Marinha

11 de Maio de 2017, a partir das 14h00

Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz

Entrada Livre

Revista de Marinha online em

http://www.revistademarinha.com/
https://www.facebook.com/revistademarinha/

VILA PRAIA DE ÂNCORA: FORTE DA LAGARTEIRA ABRE AO PÚBLICO A 1 DE JUNHO E VAI CONTAR A SUA HISTÓRIA

Câmara assinou protocolo com a Autoridade Marítima Nacional que permite a fruição pela população e turismo

O Forte da Lagarteira, em pleno Portinho de Vila Praia de Âncora, abre ao público no próximo dia 1 de junho e, na primeira exposição, vai contar a sua história e as circunstâncias em que foi construído. A Câmara Municipal de Caminha assinou ontem um protocolo de cooperação com a Autoridade Marítima Nacional que permitirá a fruição pela população e pelos turistas. A cerimónia decorreu no interior do Forte da Lagarteiro e contou com a presença do Diretor-Geral da Autoridade Marítima Nacional, o Vice-Almirante Luís Carlos de Sousa Pereira e do Secretário de Estado da Defesa, Marcos Perestrello.

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A importância da manutenção da memória dos monumentos foi salientada por Luís Carlos de Sousa Pereira, que recordou palavras que reteve de um filme que viu, sublinhando que são as pessoas que fazem os sítios.

O presidente da Câmara destacou o significado da fortaleza, como sinal de afirmação do que somos enquanto território e país, mas também como algo que faz parte da cultura e das gentes de Vila Praia de Âncora. Miguel Alves adiantou que, no próximo dia 1 de junho, o dia em que o Forte da Lagarteira abrirá as portas, será também anunciada a programação para o espaço. O imóvel esteve até agora fechado e sem qualquer utilização sendo agora devolvido à população e ao turismo. Entretanto, a câmara vai proceder à limpeza do imóvel e à colocação de placas informativas sobre a sua história e significado, estando prevista a possibilidade de visitas guiadas, por marcação.

Miguel Alves agradeceu o emprenho da Marinha e do Secretário de Estado para que este protocolo fosse possível e anunciou que, no âmbito da descentralização de competências do Estado, decorrem negociações que incluem a possibilidade de todos os edifícios localizados na área do Portinho, pertencentes à Docapesca, poderem ficar sob gestão do Município, fator que dá ainda mais sentido ao protocolo agora assinado. 

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O presidente da Câmara agradeceu também a presença da população e dos responsáveis de várias instituições da Vila, como a Associação Humanitária de Bombeiros, Voluntários, Academia de Música Fernandes Fão e Orfeão de Vila Praia de Âncora, entre outras.

Miguel Alves informou também que a Junta de Freguesia de Vila Praia de Âncora recusou subscrever com a Câmara Municipal de Caminha um protocolo que a habilitava a usar o Forte da Lagarteira na mesma medida e em igualdade de circunstâncias, com o Município, à exceção dos encargos financeiros, que ficariam do lado da câmara. Apesar disso, reiterou que a Junta poderá voltar a trás quando assim o entender e usar o Forte, tal como outras Juntas e instituições, no âmbito das condições estabelecidas no protocolo.

Intervindo no final da cerimónia, que tinha sido iniciada com a atuação de um Trio de Cordas da Academia de Música Fernandes Fão, o Secretário de Estado congratulou-se com a devolução do Forte à população, que cria assim as condições de perpetuação da sua história e memória. “Esta cerimónia é o exemplo de como a Autoridade Marítima pode servir as pessoas, pode servir um concelho”, referiu o governante.

Marcos Perestrello, recordando que também ele foi autarca, saudou a “visão determinada” do presidente da Câmara, um “amigo” que conhece bem, sublinhando: “foi essa visão que nos trouxe aqui hoje”, a visão de um homem que “tem a capacidade de fazer ouvir a sua voz”, reconhecendo que nem sempre os autarcas que estão fora da capital têm facilidade em chegar aos centros de poder e de fazer valer a vontade das suas populações.

O documento firmado com a Autoridade Marítima Nacional prevê um período de cinco anos, renovável. De acordo com o protocolo, o município compromete-se a garantir a conservação, manutenção e custos de funcionamento do imóvel, podendo, em contrapartida, utilizar o espaço para a realização de eventos.

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O Forte da Lagarteira foi mandado construir por D. Pedro II no século XVII na sequência das Guerras da Restauração da independência (1640-1668) para o reforço da costa portuguesa perante a ameaça espanhola, integrando-se na linha de defesa estrategicamente colocada nas margens do rio Minho e ao longo da costa atlântica.

Recorde-se que este Executivo já tinha utilizado o Forte da Lagarteira pontualmente, com autorização da Marinha, para realização de eventos de grande sucesso, casos, em 2014, de um concerto com Teresa Salgueiro, e em 2015, a iniciativa Fado Forte, evento integrado nas Viagens à Terra Nova, uma exposição que homenageou os mais de 700 pescadores do concelho que se dedicaram à pesca do bacalhau nos mares da Terra Nova.

De acordo com os registos, o Forte da Lagarteira, de arquitetura militar, “integra-se no grupo de fortes seiscentistas de planta estrelada, de pequenas dimensões e alçado simples. Cruzava fogo com o Forte de Santiago. Denota persistências de formas de caráter medieval, observável no balcão fechado, e sua conciliação com um conceção planimétrica e militar completamente distinta e de cariz seiscentista”.

O Forte foi classificado como Imóvel de Interesse Público, pelo decreto nº 47 508, DG, 1.ª série, n.º 20 de 24 janeiro 1967.

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POLICIA MARÍTIMA E PESCADORES JÁ PODEM ATRACAR EM SEGURANÇA NA FOZ DO RIO MINHO

Câmara Municipal de Caminha procedeu à intervenção no pontão da Foz do Minho

A Câmara Municipal de Caminha procedeu à limpeza da zona envolvente ao pontão de encostagem da Foz do Minho, criando condições para a policia marítima, pescadores e, até mesmo, para os próprios turistas poderem atracar em segurança.

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O pontão da Foz do Minho encontrava-se inatingível e inoperável, já que os barcos, nomeadamente os da policia marítima, pescadores e de recreio, não tinham acesso, pois estava completamente inacessível. A situação em que se encontrava este pontão era uma preocupação para o executivo. Com esta intervenção do Município, já é possível os barcos atracarem em segurança, o que até agora não acontecia.

Trata-se de uma intervenção muito importante, nomeadamente para a policia marítima que em caso de sinistro no mar não tinha condições para socorrer com prontidão e em segurança. Com esta obra essa situação já não acontecerá.

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REVISTA DE MARINHA LANÇA PRIMEIRA EDIÇÃO DE 2017

A Mais Antiga Revista Nacional Sobre Assuntos do Mar

A Revista de Marinha, a mais antiga e prestigiada revista nacional dedicada aos assuntos do mar, lança a sua 995ª edição, onde aborda vários temas náuticos, desde o desporto à segurança marítima, revisitando momentos históricos e noticiando a atualidade nacional, sem deixar de parte os grandes feitos dos nossos “Homens do Mar”, sejam eles desportistas ou militares.

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Sempre com o olhar posto na atualidade náutica e marítima portuguesa, a Revista de Marinha traz aos seus leitores relances do passado e um vislumbre do futuro, não só para os afiliados das Forças Armadas, mas por todos aqueles que se interessam pela temática, seja por motivos profissionais ou apenas por paixão ou curiosidade.

Todas as edições, a Revista de Marinha cobre os mais diversos temas dentro do universo marítimo, como artigos e crónicas de temáticas tão diversas como a história náutica, a atualidade marítima, economia do mar, estratégia, geopolítica e um olhar sobre a Marinha de Guerra Portuguesa, explorando as características dos navios portugueses e os últimos avanços da tecnologia militar marinha.

Neste número, com a Marinha de Guerra como tema de capa, poderá ainda encontrar um artigo sobre o novo passadiço flutuante no Rio Tâmega; um resumo das grandes conquistas nacionais em desportos náuticos, durante 2016; artigos sobre a primeira edição de “Encontros do Mar”, que teve lugar na Ericeira; reportagens sobre o prémio “Busca & Salvamento” recebido pela nossa Marinha e sobre a atuação da Polícia Marítima Portuguesa que permitiu salvar vidas na Grécia.

Revista de Marinha

Periodicidade: Bimestral

Pvp: 4,5€

Assinatura anual: 22,5€

Assinaturas e mais informações: assinaturas@revistademarinha.com

Revista de Marinha online em http://www.revistademarinha.com/

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PRESIDENTE DO MUNICÍPIO DE ESPOSENDE VISITA DELEGAÇÃO MARÍTIMA

O presidente da Câmara Municipal de Esposende visitou a delegação local da Autoridade Marítima Nacional, ocasião que serviu para se inteirar dos problemas que a instituição tem identificados na sua zona de jurisdição, mas Benjamim Pereira aproveitou para vincar a importância que uma infraestrutura destas tem no apoio à comunidade piscatória e aos proprietários de embarcações de recreio.

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O Comandante Raúl Risso, capitão de Fragata e responsável máximo pela capitania de Viana do Castelo, recebeu na extensão de Esposende, juntamente com o adjunto Fernandes Soares, sargento chefe e a administrativa Anabela Sousa, o presidente e o vice-presidente, Maranhão Peixoto, altura em que deu a conhecer a real importância do trabalho daquela estrutura.

“Entre embarcações de pesca e de recreio, ultrapassa as quatro mil registadas na Delegação Marítima de Esposende. São 37 os barcos de pesca que se dividem pelas comunidades marítimas de Esposende e Apúlia”, informou o comandante Raúl Risso que reconheceu a necessidade de realização de algumas obras, para defesa dos pescadores.

O presidente da Câmara Municipal de Esposende deu conta dos projetos que a autarquia tem previstos, seja para melhoria das condições da comunidade piscatória (acondicionamento dos aprestos), seja para as demais embarcações (doca de recreio).

“Temos em curso a obra de reconstrução do molhe e esperamos resolver, a curto prazo, o problema da restinga. Queremos que a entrada no molhe seja segura para os proprietários das embarcações. Na doca de pesca queremos criar uma situação confortável para os pescadores e, para aqueles que usam os barcos para recreio, queremos proporcionar as melhores condições”, sublinhou Benjamim Pereira.

Os responsáveis pela Delegação Marítima de Esposende assinalaram a “fuga” de embarcações para outros pontos, essencialmente devido à falta de condições. Essa avaliação faz-se pelo número de vistorias que, face aos mais de 4 mil barcos registados em Esposende, deveria corresponder uma média de 800 vistorias/ano. “Na realidade, estão a fazer-se 300 vistorias/ano”, adiantou o sargento Fernandes Soares.

O presidente da Câmara Municipal de Esposende reconheceu essa debilidade, situação que espera ultrapassar com a passagem da gestão desses espaços para a alçada da autarquia e com as obras na barra da foz do rio Cávado.

Benjamim Pereira abordou, ainda, com os responsáveis pela Delegação Marítima local a questão da vigilância nas praias, atendendo a novas dinâmicas que levam os banhistas a procurar novas praias e terminou a visita agradecendo o apoio que a Delegação Marítima tem dispensado à comunidade piscatória de Esposende.

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MUNICÍPIOS PORTUGUESES E GALEGOS RECONHECEM FRONTEIRA DO RIO MINHO

Assinatura conjunta da Ata de Reconhecimento de Fronteira do Rio Minho

Unidos pelo rio Minho, 13 concelhos da raia minhota - cinco portugueses e oito galegos -, procederam, esta quarta-feira, à habitual assinatura da Ata de Reconhecimento de Fronteira do Rio Minho. A novidade incidiu numa cerimónia conjunta em pleno rio Minho, navegando entre Vila Nova de Cerveira e Valença, a bordo de uma fragata da Marinha Portuguesa.

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Os representantes dos municípios portugueses de Caminha, Melgaço, Monção, Valença, Vila Nova de Cerveira, e dos galegos A Guarda, Arbo, As Neves, Crecente, O Rosal, Salvaterra do Miño, Tomiño e Tui aceitaram o convite do Capitão do Porto de Caminha, o Capitão-Tenente Pedro Miguel Costa, e do Comandante Naval do Miño, Enrique Garcia Gonzále, para um ato transfronteiriço de reforço das relações existentes onde, além da assinatura do documento, também se aproveitou a oportunidade para debater temas relacionados com a cooperação e a gestão conjunta do rio Minho, consolidando a proximidade existente entre as duas entidades marítimas.

Á semelhança dos colegas, o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Fernando Nogueira, e os seus congéneres galegos dos Ayuntamientos de O Rosal, D. Jesus Maria Fernandez Portela e de Tomiño, Sandra Gonzalez Alvarez, formalizaram a ata de vistoria de fronteira entre os dois países, onde consta que não se verificou qualquer alteração no percurso do referido curso de água.

O autarca cerveirense sublinha o Rio Minho como um potenciador turístico de excelência de Vila Nova de Cerveira e dos concelhos por ele abraçados. Fernando Nogueira realçou ainda que esta cerimónia conjunta revela as excelentes relações institucionais e de amizade entre os municípios ribeirinhos e as autoridades em prol de uma cada vez maior valorização ambiental e paisagística daquele rico e vasto troço internacional de água.

A cerimónia oficial enquadra-se nos termos do Artigo 25º do Tratado de Limites entre Portugal e Espanha, de 29 de Setembro de 1864, quando foi reconhecida a linha fluvial do rio Minho que serve de fronteira entre os dois países. Foram assinados pelos presentes exemplares em português e em espanhol, e devidamente chancelados com os respetivos selos municipais. O exemplar português será, posteriormente, remetido ao Ministério dos Negócios Estrangeiros.

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MINISTRO DA DEFESA CONDECORA POLÍCIA MARÍTIMA

Comemorou-se hoje pela primeira vez o Dia da Polícia Marítima

Foi hoje comemorado pela primeira vez o Dia da Polícia Marítima. No ano passado foi por despacho do Comandante Geral da Polícia Marítima, Vice-Almirante António Silva Ribeiro, instituído o dia 13 de Setembro como o Dia da Polícia Marítima em alusão à data do diploma que, em 1919, procedeu à criação do Corpo de Polícia Marítima. Não obstante, as suas origens remontam a 1803, com competências relativas aos portos. Na ocasião, o Ministro da Defesa Nacional procedeu à entrega da medalha de Valor e Mérito Público ao Comando-geral da Polícia Marítima.

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As comemorações decorreram hoje nas Instalações Centrais da Marinha, em Lisboa, tendo sido presididas pelo Ministro da Defesa Nacional, Prof. Doutor Azeredo Lopes, e contando com a presença do Secretário de Estado da Defesa Nacional, Dr. Marcos Perestrello, do Almirante Autoridade Marítima Nacional, Almirante Luís Macieira Fragoso e do Comandante Geral da Polícia Marítima, Vice-Almirante António Silva Ribeiro.

As cerimónias incluíram uma exposição de equipamento e meios utilizados pela Polícia Marítima e o desfile das forças em presença com a actuação da Banda da Armada.

Inicialmente constituído por agentes destacados da Polícia de Investigação Criminal de Lisboa, pessoal pertencente ao Governo Civil e praças da Armada, a Polícia Marítima é “um órgão de polícia e de polícia criminal que garante, e fiscaliza, o cumprimento das leis e regulamentos nos espaços integrantes do Domínio Público Marítimo (DPM), em áreas portuárias e nos espaços balneares, bem como em todas as águas interiores sob jurisdição da AMN e demais espaços marítimos sob soberania e jurisdição nacional, devendo preservar a regularidade das actividades marítimas”, competindo-lhe ainda colaborar com as demais forças policiais com vista a garantir a segurança e os direitos dos cidadãos.

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BUONDI APOIA INSTITUTO DOS SOCORROS A NÁUFRAGOS A SALVAR VIDAS

Parceria entre a Nestlé Portugal e a DGAM

A Nestlé Portugal assinou no dia 7 de junho, na sede do Instituto de Socorros a Náufragos, o Memorando de Entendimento com a Direção Geral da Autoridade Marítima (DGAM), através do Instituto de Socorros a Náufragos (ISN), que tem por objetivo a implementação do projeto da marca portuguesa de cafés torrados, BUONDI, denominado “Expressa-te em Segurança”.

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O evento de assinatura do protocolo contou com a presença do Diretor-Geral da Autoridade Marítima, Vice-Almirante António Silva Ribeiro, e do Diretor da Unidade de Fora do Lar da Nestlé, Vitor Manuel Martins.

A parceria entre a DGAM e a Nestlé Portugal visa apoiar o ISN com ações de sensibilização e atividades inovadoras que prometem alertar e sensibilizar as pessoas para os cuidados que devem ter e, desse modo, ajudar a salvar vidas.

Para Victor Manuel Martins, responsável da Nestlé, “este é um projeto que faz todo o sentido para BUONDI – marca que está desde sempre ligada não só ao surf como também às praias portuguesas e que assim vai ajudar a proporcionar um verão mais seguro a quem quer aproveitar a praia, o calor e as ondas de forma intensa”.

De entre as inúmeras atividades previstas no âmbito deste protocolo, de destacar os novos postos de vigia/cadeiras dos nadadores salvadores, autênticos safespots, que vão proporcionar melhores condições a estes profissionais – como, por exemplo, maior visibilidade - o que naturalmente reforçará a segurança na praia.

No âmbito desta parceria, BUONDI vai ainda ajudar a divulgar as regras básicas de segurança na praia e comportamentos a ter dentro de água em situações de perigo, através de campanhas de sensibilização a decorrerem em época balnear durante a vigência do presente memorando de entendimento que se celebra por 3 anos.

Como refere o Vice-Almirante António Silva Ribeiro, Diretor-Geral da Autoridade Marítima, “as campanhas de sensibilização são essenciais, porque nunca podemos esquecer que a segurança é feita essencialmente na prevenção. Por isso todos os novos formatos e suportes que possamos ter, que nos permitam chegar a cada vez mais pessoas e de formas diferenciadoras constituem uma mais-valia”.

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