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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CONSTRUÇÃO DA VARIANTE À EN14 ENTRE MAIA E FAMALICÃO AVANÇA NO TERRENO

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PRR - Construção da Variante à EN14 entre Maia e Famalicão

Já avançam no terreno os trabalhos relativos à construção do lanço entre a Interface Rodoferroviária da Trofa e Santana, que constituí o último troço da futura Variante à EN14.

O troço em construção terá uma extensão de 2,4 Km e irá contribuir para eliminar os atuais constrangimentos à mobilidade no atravessamento do centro urbano da Trofa, melhorar as acessibilidades ao Hospital da Trofa e à Estação de caminho-de-ferro, e diminuir os tempos de percurso para o tráfego com destino às zonas industriais e comerciais.

A empreitada em curso envolve também a construção de uma nova Ponte sobre o Rio Ave, com 163 metros de extensão.

Este investimento é desenvolvido no âmbito do PRR – Plano de Recuperação e Resiliência, financiado pela União Europeia.

Fonte: Infraestruturas de Portugal

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NOVA PONTE SOBRE O RIO AVE FICARÁ CONCLUÍDA EM AGOSTO DE 2025

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Arranque da obra foi assinalado hoje pelos autarcas de Famalicão, Trofa e Maia

Os autarcas de Famalicão, Trofa e Maia reuniram-se esta terça-feira, 6 de fevereiro, para assinalar “in loco” o arranque da construção do último troço da Variante à Estrada Nacional 14. A empreitada, que envolve a construção de uma nova ponte sobre o rio Ave e cuja responsabilidade é da Infraestruturas de Portugal (IP), deverá estar concluída em agosto do próximo ano e implica um investimento de 12.5 milhões de euros, no âmbito do PRR – Plano de Recuperação e Resiliência.

Acompanhado pelos autarcas da Trofa e da Maia, Sérgio Humberto e António Silva Tiago, respetivamente, o autarca famalicense Mário Passos enalteceu a importância desta empreitada que vem encerrar um processo e um tema que tem tanto de importante, como de longo.

“Esta é a peça que faltava para vermos finalmente resolvido um problema de décadas que tantos constrangimentos tem causado a esta região e a este corredor exportador que tanto faz pelo desenvolvimento e crescimento do nosso país”, afirmou o edil famalicense, lembrando que a solução encontrada resulta da união de esforços entre os três municípios e o estado central.

Recorde-se que este último troço agora em construção, que Mário Passos considera ser “estruturante” para a região, terá uma extensão de 2,4 quilómetros, com a existência de percursos pedonais e ciclovia.

A nova ponte, com 163 metros de extensão, será construída na zona de Carqueijoso, ligeiramente a Norte do Hospital da Trofa, cerca de 1 quilómetro a montante da atual ponte sobre o Rio Ave na EN14.

“Esta fase, muito concretamente, esta nova ponte é a menina dos olhos de ouro deste conjunto de quatro empreitadas uma vez que acaba por ser o desfecho de todo este longo processo”, referiu Pedro Caetano, responsável da Infraestruturas de Portugal presente no encontro desta manhã.

O responsável assegurou ainda que a IP “tudo fará para que se cumpra com o calendário estabelecido”, lembrando também todo um conjunto de trabalhos que serão desenvolvidos do ponto de vista ambiental junto à ribeira de Ferreiros, nomeadamente com a requalificação e estabilização das margens e a criação de percursos pedonais e bacias de retenção para os períodos de cheia.

Recorde-se que a empreitada foi adjudicada à construtora famalicense Gabriel Couto e será desenvolvida no âmbito do PRR – Plano de Recuperação e Resiliência, financiado pela União Europeia.

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AUTARCAS DE FAMALICÃO, MAIA E TROFA SATISFEITOS COM LANÇAMENTO DE CONCURSO PARA A NOVA PONTE SOBRE O AVE

Concurso com investimento base de 17 milhões de euros

Os presidentes das Câmaras Municipais de Famalicão, Maia e Trofa, Mário Passos, António Silva Tiago e Sérgio Humberto, respetivamente, congratulam-se publicamente pelo lançamento do concurso público para o arranque da quarta e última fase da empreitada da Variante à Estrada Nacional 14 que inclui a construção de uma nova ponte sobre o rio Ave.

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O concurso público lançado pela Infraestruturas de Portugal (IP) foi publicado em Diário da República no passado dia 5 de maio, tendo como prazo para apresentação de propostas o dia 20 de junho de 2023.

O valor base da obra é de 17 milhões de euros e o prazo de execução da empreitada é de 600 dias.

Os três autarcas reuniram-se esta segunda-feira de manhã para acompanhar a evolução dos trabalhos que estão atualmente em curso no concelho da Trofa e reforçaram o seu contentamento com o avanço da última fase da obra.

Mário Passos, António Silva Tiago e Sérgio Humberto falam numa intervenção há muito reclamada junto do poder central pelas populações dos três concelhos, sobretudo por parte do seu tecido empresarial que constitui um dos principais eixos produtores, empregadores e exportadores do país e que tem visto a sua atividade “ser fortemente prejudicada devido aos constrangimentos de tráfego da EN14”.

E acrescentam: “Estamos a falar de um problema de décadas que tem causado muitos constrangimentos às populações e que tem atrofiado o crescimento das empresas que aqui estão sediadas”.

Recorde-se que a intervenção permitirá melhorar “as condições de segurança e acessibilidade numa zona densamente povoada e com grande dinâmica empresarial, mas fortemente condicionada pelo elevado grau de congestionamento e pressão marginal que caracterizam a atual Estrada Nacional 14”, pode ler-se na descrição da empreitada a concurso.

ASSOCIAÇÃO DE ESTUDANTES DO ISMAI PROMOVE PROJETO “LAÇO BRANCO”

Entrevista a Frederico Freitas, Presidente da Associação de Estudantes do ISMAI (AEISMAI)

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Blogue do Minho: Em que consiste o Projeto Laço Branco?

Frederico Freitas (Presidente da AEISMAI): O Projeto Laço Branco foi desenhado pela Fundação António Joaquim Gomes da Cunha, tendo como objetivos centrais a prevenção da ocorrência de situações de violência doméstica contra a população portadora de deficiência, desocultando o fenómeno e trazendo-o para discussão pública.

Trata-se de uma iniciativa financiada pelo Programa Operacional Inclusão Social e Empreso (PO ISE), pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), pelo Portugal 2020 (PT2020) e União Europeia/Fundo Social Europeu (EU/FSE), que procura articular com diferentes entidades, nomeadamente com Instituições de Ensino Superior, como é o caso do ISMAI.

Blogue do Minho: O projeto Laço Branco tem como objetivo prevenir a violência doméstica contra as pessoas portadoras de deficiência. Como Presidente da AEISMAI considera que esta temática deve estar na agenda do dia?

Frederico Freitas: Sim, sem dúvida. As pessoas portadoras de deficiência, seja esta física e/ou mental, apresentam frequentemente dificuldades de inserção e de integração social, que derivam de preconceitos sociais que urge debelar.

Para além disso, é de suma importância visibilizar este fenómeno. De facto fala-se com frequência da problemática da violência doméstica (o que é importante, sem dúvida), mas é raro haver referências a esta população, em concreto.

Blogue do Minho: De que forma a colaboração da AEISMAI com o Projeto Laço Branco permitirá visibilizar esse fenómeno?

Frederico Freitas: O Projeto Laço Branco tem como baluarte a desocultação da violência doméstica contra a pessoa portadora de deficiência. Ao participar numa das ações do projeto (“Caderno Fotofantasia - 60 Imagens: Violência contra pessoas portadoras de deficiência”) iremos, não só, proporcionar à Comunidade Académica uma reflexão sobre este tema, como também colocar o assunto na ordem do dia, realizando um Concurso e uma Exposição de Fotografia que terá como mote a prevenção da violência doméstica, contra esse grupo específico.

Este recurso didático, que será disseminado junto de muitas escolas secundárias do país, terá a sua génese na Comunidade Académica do ISMAI, através da Associação de Estudantes que presido.

Blogue do Minho: Como Presidente da AEISMAI considera importante trabalhar estas questões na Comunidade Académica?

Frederico Freitas: A AEISMAI, entre outras preocupações de suma relevância para os Estudantes do ISMAI, procura promover o debate de temáticas atuais e transversais a todos os Cursos, pois só assim pode ter uma intervenção proativa, do ponto de vista social.

A formação de um Estudante Universitário não se deve circunscrever, única e exclusivamente à sua área de formação específica (Hardskills). Deve, também, procurar desenvolver Softskills, enquanto habilidades subjetivas, nas quais a inteligência emocional tem um peso preponderante. Aliás, de acordo com um artigo («6 “Soft Skills” mais requisitadas pelo mercado»), de Julia Di Spagna, publicado na Revista Forbes, as softskills são absolutamente determinantes para o sucesso laboral. A autora refere que há 6 softskills determinantes: comunicação eficaz, pensamento criativo, resiliência, empatia, liderança e ética no trabalho. Nesta ação em concreto, a AEISMAI está a incentivar a empatia, enquanto capacidade de se colocar no lugar do outro, neste caso concreto, no lugar das pessoas portadoras de deficiência e no quanto sofrem quando submetidas a situações de violência, por vezes difíceis de deslindar.

Blogue do Minho: Que mensagem quer deixar à Comunidade Científica, relativamente à problemática em questão?

Frederico Freitas: A violência doméstica contra as pessoas portadoras de deficiência não é um assunto de somenos importância. Não obstante isso verifica-se uma escassez de investigações que versem esta temática.  

Da análise de algumas investigações verifiquei alguns constrangimentos de índole metodológica, nomeadamente dificuldade de comparação de indicadores; a não diferenciação de diferentes tipos de violência (Ex: verbal, emocional, física); a utilização de amostras bastante heterogéneas e a ausência de desagregação das amostras por género, nível de escolaridade ou estatuto socioeconómico.  

É um desafio, inclusivamente, para a Comunidade Científica do ISMAI, a qual se tem vindo a destacar pelo trabalho de temas relevantes, sob o ponto de vista individual e societal.

Blogue do Minho: Que mensagem quer deixar à Comunidade Universitária do ISMAI?

Frederico Freitas: Em primeiro lugar, um agradecimento pela adesão da Comunidade Universitária à presente iniciativa, o que denota não só a proatividade dos Estudantes do ISMAI, como também a sua enorme responsabilidade social.

Em segundo lugar destaco o facto de os Estudantes do ISMAI assumirem as recomendações explanadas na Estratégia Nacional para a Igualdade e a Não Discriminação — Portugal + Igual (ENIND), como magna carta para a sua intervenção.

Por último, manifesto o meu orgulho por poder representar os Estudantes do ISMAI, bem como o meu enorme agrado por estudar no ISMAI, uma Instituição que marcará para sempre o meu percurso pessoal e profissional.

Blogue do Minho: Como Presidente da AEISMAI considera importante trabalhar estas questões na Comunidade Académica? 

Frederico Freitas: A AEISMAI, entre outras preocupações de suma relevância para os Estudantes do ISMAI, procura promover o debate de temáticas atuais e transversais a todos os Cursos, pois só assim pode ter uma intervenção proativa, do ponto de vista social. 

A formação de um Estudante Universitário não se deve circunscrever, única e exclusivamente à sua área de formação específica (Hardskills). Deve, também, procurar desenvolver Softskills, enquanto habilidades subjetivas, nas quais a inteligência emocional tem um peso preponderante. Nesta ação em concreto, a AEISMAI está a incentivar a empatia, enquanto capacidade de se colocar no lugar do outro, neste caso concreto, no lugar das pessoas portadoras de deficiência e no quanto sofrem quando submetidas a situações de violência, por vezes difíceis de deslindar. 

Blogue do Minho: Que mensagem quer deixar à Comunidade Científica, relativamente à problemática em questão?

Frederico Freitas: A violência doméstica contra as pessoas portadoras de deficiência não é um assunto de somenos importância. Não obstante isso verifica-se uma escassez de investigações que versem esta temática. 

É um desafio, inclusivamente, para a Comunidade Científica do ISMAI, a qual se tem vindo a destacar pelo trabalho de temas relevantes, sob o ponto de vista individual e societal.

FESTAS DA MAIA PROMOVEM CAMINHADA SOLIDÁRIA

Até 15 de julho decorre na Maia uma das maiores romarias do norte do país, juntando anualmente centenas de milhares de pessoas. Seja na dimensão religiosa, gastronómica, cultural ou artística, as Festas em Honra a Nossa Senhora do Bom Despacho são motivo de animação e de celebração um pouco por toda a cidade.

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À semelhança de outros anos, vai ter lugar no sábado, dia 13 de julho, a “Caminhada Solidária Rumo ao Bom Despacho”, um evento que possui uma importância fundamental e marcante para as festas. Segundo a organização, “são esperadas mais de mil pessoas a caminhar”.

De acordo com Nuno Raposo, presidente da Comissão de Festas, esta caminhada “revela o cariz solidário e de responsabilidade social da organização, ao mesmo tempo que realça a importância da caminhada na saúde das pessoas e imprime um dinamismo em todas as freguesias do concelho. A festa é de todos e não apenas do centro da cidade”.

Em anos anteriores, o valor angariado reverteu exclusivamente para as Conferências Vicentinas do concelho, órgãos que intervêm maioritariamente em casos associados a famílias desestruturadas, com problemas de carências materiais, vítimas de violência e maus-tratos.

Na edição deste ano foi implementado um maior dinamismo com o objetivo de tornar a caminhada mais atrativa, convidando para isso todas as associações da Maia, através das juntas de freguesia. As inscrições podem ser realizadas nas juntas de freguesia, no entanto, qualquer pessoa poderá fazer a sua inscrição no próprio dia da caminhada, indicando nessa altura qual a associação que pretende contemplar com o valor da inscrição.

Os participantes irão sair de diversos pontos distribuídos ao longo do concelho, entre as 8.30h e as 10.30h dependendo da distância a percorrer, com o objetivo de chegarem todos ao Santuário de Nossa Senhora do Bom Despacho à mesma hora. À chegada, os participantes serão convidados a participar num churrasco que decorrerá nos Jardins da Fundação Gramaxo.

As Festas da Maia contam com cerca de uma centena de eventos musicais, culturais, recreativos e desportivos que garantem uma oferta bem diversa, para todo o dia e boa parte da noite. Na edição deste ano destacam-se as atuações de Bezegol (sexta), Gisela João (sábado), Anselmo Ralph (domingo) e David Carreira (segunda), sempre às 22.00h no Palco Pirâmides. O fogo-de-artifício, por sua vez, está marcado para sábado, dia 13, e segunda-feira, dia 15, data do feriado municipal.

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CIDADE DA MAIA ESTÁ EM FESTA!

David Carreira e Anselmo Ralph nas festas da Maia

Entre 5 e 15 de julho decorre na Maia uma das maiores romarias do norte do país, recebendo anualmente centenas de milhares de pessoas.

A tradição remonta a meados do século XVIII e continua a trazer milhares de pessoas à Maia. Seja na dimensão religiosa, gastronómica, cultural ou artística, as Festas em Honra a Nossa Senhora do Bom Despacho são motivo de animação e de celebração um pouco por toda a cidade.

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São cerca de uma centena de eventos musicais, culturais, recreativos e desportivos que garantem uma oferta bem diversa, para todo o dia e boa parte da noite. As ruas iluminadas, as feiras de artesanato e do livro, a mostra agrícola e os divertimentos já têm o lugar marcado, como vem sendo habitual. Mesmo assim, os artistas convidados são o ponto alto destas noites de muita festa.

A 12 de julho o rapper portuense Bezegol irá marcar presença no Palco Pirâmides. No dia 13 será a vez de uma das vozes mais arrebatadoras do fado, Gisela João. No dia seguinte, 14, subirá ao palco Anselmo Ralph, o angolano que pôs Portugal a dançar kizomba. Por fim, a 15 de julho será David Carreira a encantar os maiatos, numa atuação que promete juntar milhares de fãs. Estes quatro grandes momentos musicais desta edição de 2019 começam sempre pelas 22.00h.

Também entre 12 e 15 de julho, os jardins da Fundação Gramaxo recebem o “Coreto em Festa”, uma festa dentro da própria festa, que vai contar com zona de restauração, concertos, provas de vinhos e muita animação.

A bem conhecida Feira de Artesanato da Maia regressa para a sua 23ª edição, entre os dias 06 e 15 de julho, no Parque Central da Maia. Inteiramente dedicado ao artesanato nacional, o certame reúne anualmente cerca de 130 artesãos.

O programa incluirá ainda, entre outros, o Cortejo Equestre (5 de julho 21.30h), a XIV Feira do Livro (6 e 15 de julho), o XLI Festival de Folclore da Cidade da Maia (6 de julho 21.30h), o BTT V Passeio Rumo ao Bom Despacho (7 de julho 09.00h), a VIII Concentração Auto - antigos e clássicos (7 de julho 10.00h), o Festival de Danças Urbanas (7 de julho 21.30h), a VII Mostra Agrícola da Maia (12 a 15 de julho), a Missa Solene Campal (14 de julho 10.30h) e o concerto Maiasymphonic pela Orquestra Sinfónica da Casa da Música (20 de julho 22.00h).

O fogo-de-artifício, por sua vez, está marcado para sábado, dia 13, e segunda-feira, dia 15, data do feriado municipal.

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EQUIPAS JUVENIS DO CRAV CONVIVEM NA MAIA

As equipas sub 8, sub 10 e sub 12 do CRAV deslocaram-se à cidade da Maia, mais concretamente ao campo do ISMAI, para participar em mais uma jornada de convívio no escalão.

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Num dia de muito sol e muito calor, estiveram presentes equipas de vários pontos do norte do país, que se entregaram de corpo e alma aos jogos que em que exibiram o seu talento.

No restante, entre dirigentes, treinadores e público tudo correu da melhor forma com o Rugby a ser o grande vencedor do certame

JONINHAS VILAR E OLÍVIA CAMPOS APURADOS PARA O XIX CAMPEONATO EUROPEU DE KARATE GOJU-RYU!

Os atletas da BAKE-Bushido Associação de Karate de Esposende / IOGKF PORTUGAL, Joninhas Vilar e Olívia Campos foram apurados para representarem Portugal no JONINHAS VILAR E OLÍVIA CAMPOS APURADOS PARA O XIX CAMPEONATO EUROPEU DE KARATE GOJU-RYU, que decorrerá entre os dias 22 e 23 do próximo mês de setembro, na Maia.

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QUEM FOI O BARCELENSE PROFESSOR DOUTOR JOAQUIM RODRIGUES DOS SANTOS JÚNIOR?

Nascido em Barcelos em 1901, Licenciou-se em Ciências Histórico-Naturais pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto em 1923 e em Medicina, pela respectiva Faculdade da mesma Universidade em 1932. Só fez clínica por curto espaço de tempo já que decidiu dedicar-se por inteiro quer ao ensino quer à investigação.

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Nomeado para Assistente da cadeira de Antropologia em 1923, doutora-se em 1944 e faz concurso para Professor Extraordinário em 1948.

Realizou diversas missões de estudo antropológico à África, nomeadamente entre 1936 e 1948. Foi discípulo e continuador do Professor Mendes Correia, nomeadamente como director do Instituto de Antropologia da Universidade do Porto, que ostenta o nome daquele insigne investigador.

Publicou muitas dezenas de trabalhos e vários livros, nomeadamente versando a Antropologia, a Etnografia, a Pré-História e a Zoologia. Alguns deles tiveram como palco a Maia, com destaque para a descoberta e as primeiras referências nacionais e internacionais à Pedra Partida de Ardegães.

Entre muitas outras Instituições, pertenceu à Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia, à Sociedade de Geografia de Lisboa, à Associação dos Arqueólogos Portugueses, à Sociedade Martins Sarmento, à Real Academia Galega, ao Institut International d’Anthropologie e à Société Etnographique de Paris.

Faleceu em 1990, tendo por mais de 50 anos habitado a Quinta da Caverneira.

Fonte: http://cultura.maiadigital.pt/

FALECEU EM FÃO O MAESTRO MANUEL MARQUES

De seu nome completo Manuel Marques Pereira d’Oliveira, faleceu ontem em Fão, concelho de Esposende, o maestro e guitarrista Manuel Marques. Contava 92 anos de idade e era natural de Milheirós, no concelho da Maia. Viveu no Brasil durante mais de 50 anos onde contribuiu de forma notável para a divulgação da guitarra portuguesa. Foi autor de inúmeras bandas sonoras para o cinema e programas televisivos.

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MANUEL MARQUES – O ÚLTIMO MAGO DA GUITARRA PORTUGUESA

Notas da vida de um artista

Manuel Marques Pereira d’ Oliveira nasceu na rua da Arroteaça, em Milheirós, segundo o próprio artista: - “…o lugar mais bonito do Mundo…”, às 2h30 do dia 11 de Janeiro de 1926.

Quando tinha apenas 10 anos de idade, foi descoberto por René da Silva, também músico, para quem o, então miúdo, revelava qualidades artísticas, musicais e, mormente, um enorme potencial de talento para desenvolver.

É provável que o facto de ser conhecido em criança por Neca e ainda ser um artista de pouca idade, ainda “garoto”, o levou a ficar célebre na sua terra natal como o “Neca Garoto”, o menino prodígio que, apesar da sua tenra idade, já arrebatava o aplauso do público.

O seu amor à música, as suas qualidades inatas e fervorosa dedicação aos estudos, fez com que Manuel Marques, aos 13 anos, se apresentasse já em espectáculos, nos teatros do Porto.

Aos 15 anos, iniciava os estudos de harmonia, contraponto e composição. O talento inato e os conhecimentos adquiridos possibilitaram a Manuel Marques leccionar música e sustentar a família, constituída por cinco irmãos, que tal como ele ficaram órfãos muito cedo.

Alunos não faltavam e convites para participar em concertos, também não rareavam, bem pelo contrário, o jovem guitarrista não tinha, literalmente, mãos a medir.

Com 20 anos, escrevia as primeiras partituras e participava em programas na rádio, com especial destaque para as suas frequentes actuações na Rádio Clube do Norte e na Rádio Renascença.

Em 1947, durante a vida militar, em Santarém, actuou no Orfeão Escalabitano, percorrendo o Sul do País como primeiro guitarrista. De volta ao Norte, depois de uma marcante participação num concerto de guitarras, passou a ensaiar a Orquestra de Tangos da Universidade do Porto.

Numas das inúmeras visitas que fazia ao seu amigo Joaquim Alves de Sousa, em Gueifães da Maia, conheceu Ana da Silva Oliveira. Uma troca de olhares, o namoro, o noivado. Por fim, o casamento, na pitoresca igreja da freguesia, em 15 de Fevereiro de 1953. 

Do seu matrimónio nasceu Nelito, em Outubro de 1954, na Rua da Arroteia, em Milheirós. E para manter a tradição da família, mostrando realmente que “filho de peixe, sabe nadar”, Nelito também seguiu a carreira de músico.

A necessidade de conhecer outras terras e outros centros superou a vontade de ficar em Milheirós. Por isso, atendendo à carta de chamada que lhe enviara o cunhado, António de Oliveira, já morador em Vila Maria, São Paulo, Manuel Marques decide imigrar para o Brasil.

Em Outubro de 1955, Manuel Marques, Ana e Nelito embarcavam no navio “Salta”. A bordo realiza-se a festa de aniversário do filho do casal.

No Brasil – um imigrante com talento

Depois de dar aulas, durante um certo período, na Casa de Portugal, Manuel Marques resolve fundar a sua própria Academia, onde oferece aulas de canto, violão, piano, acórdeão, bandolim, cavaquinho, teoria musical e, naturalmente, guitarra portuguesa. Para facilitar a vida aos alunos, a escola mantém cursos de guitarra por correspondência, com aulas gravadas em suporte magnético, atingindo quase todas as capitais brasileiras e alguns países das Américas, África e Europa.

O regresso às origens

Manuel Marques voltou a Portugal em 1986, com o patrocínio e apoio de várias entidades luso-brasileiras (Instituto de Apoio à Imigração e às Comunidades Portuguesas, Conselho da Comunidade Portuguesa do Estado de São Paulo e Centro de Turismo de Portugal no Brasil) obtendo imenso sucesso nos inúmeros espectáculos que deu. A imprensa deu ampla cobertura a esta tournée,  órgãos de comunicação como o “Jornal de Notícias”, “O Comércio do Porto”, “O Primeiro de Janeiro”, “O Diário de Lisboa” e o “Correio da Manhã”, sem contar os jornais editados no eixo São Paulo-Rio (“Voz de Portugal”, “O Mundo do Português”, “Duas Nações” e “Portugal em foco”) registaram com destaque e regularidade, a participação do artista em terras lusas, acompanhado do filho Nelito e do viola Bonfim.

Dois reencontros memoráveis

Ao descer do avião em Pedras Rubras, depois de uma escala em Lisboa, o músico registou duas agradáveis e memoráveis surpresas: a presença da consagrada Amália Rodrigues (que embarcara em Lisboa, mas o maestro não notara) tendo-o  cumprimentado calorosamente, dada a sua relação de amizade travada no Brasil, aquando das digressões da diva do Fado por terras de Vera Cruz. Para além deste momento histórico, Manuel Marques viveu emocionado o acolhimento carinhoso que as gentes de Milheirós lhe dispensaram logo à chegada.

Até 1989 já tinha gravado a módica cifra de 16 álbuns com composições da sua autoria, do repertório da música tradicional de raíz popular portuguesa, do fado de Lisboa e fado de Coimbra e do repertório internacional de música clássica, sempre com primorosos arranjos para guitarra escritos por si.

Considerado pela crítica musical do Brasil como um perfeccionista, por vezes até aclamado como um genial intérprete do mais português dos instrumentos, participou em incontáveis programas de televisão nos diversos canais do Brasil e em Portugal, sendo o autor de música original para as telenovelas “As Pupilas do Senhor Reitor” (TV Record), António Maria (TV Tupi) e “Os imigrantes” (TV Bandeirantes) e de alguns filmes brasileiros entre os quais se destaca “Sertão em festa”.

O mestre de Roberto Leal

Pelas salas da sua Academia, onde Portugal está presente até nas paredes, representado por quadros, objectos diversos e posters, entre estátuas de alguns génios da música e várias dedicatórias, passaram milhares de alunos, muitos deles, hoje donos de conservatórios. Um dos mais aplicados e atenciosos aos ensinamentos do mestre era António Joaquim Fernandes, um loirinho de 12 anos, nascido em Trás-os-Montes. Ao perceber o seu grande amor à música e pressentindo uma carreira repleta de sucesso, Manuel Marques tratou logo de arranjar-lhe um nome radiofonicamente mais sonante. Nascia assim, devidamente “baptizado”, para o mundo artístico, o cantor Roberto Leal.

De entre as centenas e centenas de composições que criou aquela que é sem qualquer sombra de dúvida a mais popular, é a celebérrima canção intitulada (Cana Verde) “Verde, Verdinho”, tema que já foi interpretado ou reproduzido milhões de vezes, por todo o mundo Português e faz hoje parte do nosso imaginário musical, continuando a ser trauteado e a passear de boca-em-boca em espectáculos, festas e arraiais por toda a parte.

O mago da guitarra portuguesa, porventura, o único  que logrou alcançar um método muito próprio de tocar e interpretar todo os géneros musicais, danddo ao instrumento uma nova projecção que permitiu desenvolver o seu potencial melódico e harmónico por caminhos nunca antes trilhados, tendo sido o grande responsável pela demonstração inequívoca de que não há limites para a sua guitarra.

As suas mãos fazem soar uma música timbrada pela guitarra portuguesa, com uma suavidade e doçura ímpar que só os mestres da sua craveira algum dia experimentaram.

Victor Dias

Fonte: http://cultura.maiadigital.pt/

ManuelMarques

PINTORA BEATRIZ LAMAS OLIVEIRA EXPÕE NA MAIA AGUARELAS E PASTEL SECO RETRATANDO O MINHO

EXPOSIÇÃO DE AGUARELAS E TRABALHOS EM PASTEL SECO: O TEMA É O MINHO!

No Maia Welcome Center.

Convido todos os meus amigos para virem ver o meu trabalho.

Aberta de 2 a 24 de Fevereiro.

Sábado dia 2 de Fevereiro abertura às 16 horas

Parque Central da Maia - 1º Piso - Loja 19

Rua Simão Bolívar

4470-214 Maia

Portugal Telef.: 22 944 47 32

Fica a 100 metros da estação do Metro FORUM da MAIA

http://www.beatrizlamasoliveira.com/

http://beatrizlamasoliveiraart.blogspot.pt/

http://pinturaapastelseco.blogspot.pt/

Catalogo da Expo Maia 12

Catalogo da Expo Maia2