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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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FESTAS DA MAIA PROMOVEM CAMINHADA SOLIDÁRIA

Até 15 de julho decorre na Maia uma das maiores romarias do norte do país, juntando anualmente centenas de milhares de pessoas. Seja na dimensão religiosa, gastronómica, cultural ou artística, as Festas em Honra a Nossa Senhora do Bom Despacho são motivo de animação e de celebração um pouco por toda a cidade.

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À semelhança de outros anos, vai ter lugar no sábado, dia 13 de julho, a “Caminhada Solidária Rumo ao Bom Despacho”, um evento que possui uma importância fundamental e marcante para as festas. Segundo a organização, “são esperadas mais de mil pessoas a caminhar”.

De acordo com Nuno Raposo, presidente da Comissão de Festas, esta caminhada “revela o cariz solidário e de responsabilidade social da organização, ao mesmo tempo que realça a importância da caminhada na saúde das pessoas e imprime um dinamismo em todas as freguesias do concelho. A festa é de todos e não apenas do centro da cidade”.

Em anos anteriores, o valor angariado reverteu exclusivamente para as Conferências Vicentinas do concelho, órgãos que intervêm maioritariamente em casos associados a famílias desestruturadas, com problemas de carências materiais, vítimas de violência e maus-tratos.

Na edição deste ano foi implementado um maior dinamismo com o objetivo de tornar a caminhada mais atrativa, convidando para isso todas as associações da Maia, através das juntas de freguesia. As inscrições podem ser realizadas nas juntas de freguesia, no entanto, qualquer pessoa poderá fazer a sua inscrição no próprio dia da caminhada, indicando nessa altura qual a associação que pretende contemplar com o valor da inscrição.

Os participantes irão sair de diversos pontos distribuídos ao longo do concelho, entre as 8.30h e as 10.30h dependendo da distância a percorrer, com o objetivo de chegarem todos ao Santuário de Nossa Senhora do Bom Despacho à mesma hora. À chegada, os participantes serão convidados a participar num churrasco que decorrerá nos Jardins da Fundação Gramaxo.

As Festas da Maia contam com cerca de uma centena de eventos musicais, culturais, recreativos e desportivos que garantem uma oferta bem diversa, para todo o dia e boa parte da noite. Na edição deste ano destacam-se as atuações de Bezegol (sexta), Gisela João (sábado), Anselmo Ralph (domingo) e David Carreira (segunda), sempre às 22.00h no Palco Pirâmides. O fogo-de-artifício, por sua vez, está marcado para sábado, dia 13, e segunda-feira, dia 15, data do feriado municipal.

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CIDADE DA MAIA ESTÁ EM FESTA!

David Carreira e Anselmo Ralph nas festas da Maia

Entre 5 e 15 de julho decorre na Maia uma das maiores romarias do norte do país, recebendo anualmente centenas de milhares de pessoas.

A tradição remonta a meados do século XVIII e continua a trazer milhares de pessoas à Maia. Seja na dimensão religiosa, gastronómica, cultural ou artística, as Festas em Honra a Nossa Senhora do Bom Despacho são motivo de animação e de celebração um pouco por toda a cidade.

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São cerca de uma centena de eventos musicais, culturais, recreativos e desportivos que garantem uma oferta bem diversa, para todo o dia e boa parte da noite. As ruas iluminadas, as feiras de artesanato e do livro, a mostra agrícola e os divertimentos já têm o lugar marcado, como vem sendo habitual. Mesmo assim, os artistas convidados são o ponto alto destas noites de muita festa.

A 12 de julho o rapper portuense Bezegol irá marcar presença no Palco Pirâmides. No dia 13 será a vez de uma das vozes mais arrebatadoras do fado, Gisela João. No dia seguinte, 14, subirá ao palco Anselmo Ralph, o angolano que pôs Portugal a dançar kizomba. Por fim, a 15 de julho será David Carreira a encantar os maiatos, numa atuação que promete juntar milhares de fãs. Estes quatro grandes momentos musicais desta edição de 2019 começam sempre pelas 22.00h.

Também entre 12 e 15 de julho, os jardins da Fundação Gramaxo recebem o “Coreto em Festa”, uma festa dentro da própria festa, que vai contar com zona de restauração, concertos, provas de vinhos e muita animação.

A bem conhecida Feira de Artesanato da Maia regressa para a sua 23ª edição, entre os dias 06 e 15 de julho, no Parque Central da Maia. Inteiramente dedicado ao artesanato nacional, o certame reúne anualmente cerca de 130 artesãos.

O programa incluirá ainda, entre outros, o Cortejo Equestre (5 de julho 21.30h), a XIV Feira do Livro (6 e 15 de julho), o XLI Festival de Folclore da Cidade da Maia (6 de julho 21.30h), o BTT V Passeio Rumo ao Bom Despacho (7 de julho 09.00h), a VIII Concentração Auto - antigos e clássicos (7 de julho 10.00h), o Festival de Danças Urbanas (7 de julho 21.30h), a VII Mostra Agrícola da Maia (12 a 15 de julho), a Missa Solene Campal (14 de julho 10.30h) e o concerto Maiasymphonic pela Orquestra Sinfónica da Casa da Música (20 de julho 22.00h).

O fogo-de-artifício, por sua vez, está marcado para sábado, dia 13, e segunda-feira, dia 15, data do feriado municipal.

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EQUIPAS JUVENIS DO CRAV CONVIVEM NA MAIA

As equipas sub 8, sub 10 e sub 12 do CRAV deslocaram-se à cidade da Maia, mais concretamente ao campo do ISMAI, para participar em mais uma jornada de convívio no escalão.

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Num dia de muito sol e muito calor, estiveram presentes equipas de vários pontos do norte do país, que se entregaram de corpo e alma aos jogos que em que exibiram o seu talento.

No restante, entre dirigentes, treinadores e público tudo correu da melhor forma com o Rugby a ser o grande vencedor do certame

JONINHAS VILAR E OLÍVIA CAMPOS APURADOS PARA O XIX CAMPEONATO EUROPEU DE KARATE GOJU-RYU!

Os atletas da BAKE-Bushido Associação de Karate de Esposende / IOGKF PORTUGAL, Joninhas Vilar e Olívia Campos foram apurados para representarem Portugal no JONINHAS VILAR E OLÍVIA CAMPOS APURADOS PARA O XIX CAMPEONATO EUROPEU DE KARATE GOJU-RYU, que decorrerá entre os dias 22 e 23 do próximo mês de setembro, na Maia.

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QUEM FOI O BARCELENSE PROFESSOR DOUTOR JOAQUIM RODRIGUES DOS SANTOS JÚNIOR?

Nascido em Barcelos em 1901, Licenciou-se em Ciências Histórico-Naturais pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto em 1923 e em Medicina, pela respectiva Faculdade da mesma Universidade em 1932. Só fez clínica por curto espaço de tempo já que decidiu dedicar-se por inteiro quer ao ensino quer à investigação.

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Nomeado para Assistente da cadeira de Antropologia em 1923, doutora-se em 1944 e faz concurso para Professor Extraordinário em 1948.

Realizou diversas missões de estudo antropológico à África, nomeadamente entre 1936 e 1948. Foi discípulo e continuador do Professor Mendes Correia, nomeadamente como director do Instituto de Antropologia da Universidade do Porto, que ostenta o nome daquele insigne investigador.

Publicou muitas dezenas de trabalhos e vários livros, nomeadamente versando a Antropologia, a Etnografia, a Pré-História e a Zoologia. Alguns deles tiveram como palco a Maia, com destaque para a descoberta e as primeiras referências nacionais e internacionais à Pedra Partida de Ardegães.

Entre muitas outras Instituições, pertenceu à Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia, à Sociedade de Geografia de Lisboa, à Associação dos Arqueólogos Portugueses, à Sociedade Martins Sarmento, à Real Academia Galega, ao Institut International d’Anthropologie e à Société Etnographique de Paris.

Faleceu em 1990, tendo por mais de 50 anos habitado a Quinta da Caverneira.

Fonte: http://cultura.maiadigital.pt/

FALECEU EM FÃO O MAESTRO MANUEL MARQUES

De seu nome completo Manuel Marques Pereira d’Oliveira, faleceu ontem em Fão, concelho de Esposende, o maestro e guitarrista Manuel Marques. Contava 92 anos de idade e era natural de Milheirós, no concelho da Maia. Viveu no Brasil durante mais de 50 anos onde contribuiu de forma notável para a divulgação da guitarra portuguesa. Foi autor de inúmeras bandas sonoras para o cinema e programas televisivos.

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MANUEL MARQUES – O ÚLTIMO MAGO DA GUITARRA PORTUGUESA

Notas da vida de um artista

Manuel Marques Pereira d’ Oliveira nasceu na rua da Arroteaça, em Milheirós, segundo o próprio artista: - “…o lugar mais bonito do Mundo…”, às 2h30 do dia 11 de Janeiro de 1926.

Quando tinha apenas 10 anos de idade, foi descoberto por René da Silva, também músico, para quem o, então miúdo, revelava qualidades artísticas, musicais e, mormente, um enorme potencial de talento para desenvolver.

É provável que o facto de ser conhecido em criança por Neca e ainda ser um artista de pouca idade, ainda “garoto”, o levou a ficar célebre na sua terra natal como o “Neca Garoto”, o menino prodígio que, apesar da sua tenra idade, já arrebatava o aplauso do público.

O seu amor à música, as suas qualidades inatas e fervorosa dedicação aos estudos, fez com que Manuel Marques, aos 13 anos, se apresentasse já em espectáculos, nos teatros do Porto.

Aos 15 anos, iniciava os estudos de harmonia, contraponto e composição. O talento inato e os conhecimentos adquiridos possibilitaram a Manuel Marques leccionar música e sustentar a família, constituída por cinco irmãos, que tal como ele ficaram órfãos muito cedo.

Alunos não faltavam e convites para participar em concertos, também não rareavam, bem pelo contrário, o jovem guitarrista não tinha, literalmente, mãos a medir.

Com 20 anos, escrevia as primeiras partituras e participava em programas na rádio, com especial destaque para as suas frequentes actuações na Rádio Clube do Norte e na Rádio Renascença.

Em 1947, durante a vida militar, em Santarém, actuou no Orfeão Escalabitano, percorrendo o Sul do País como primeiro guitarrista. De volta ao Norte, depois de uma marcante participação num concerto de guitarras, passou a ensaiar a Orquestra de Tangos da Universidade do Porto.

Numas das inúmeras visitas que fazia ao seu amigo Joaquim Alves de Sousa, em Gueifães da Maia, conheceu Ana da Silva Oliveira. Uma troca de olhares, o namoro, o noivado. Por fim, o casamento, na pitoresca igreja da freguesia, em 15 de Fevereiro de 1953. 

Do seu matrimónio nasceu Nelito, em Outubro de 1954, na Rua da Arroteia, em Milheirós. E para manter a tradição da família, mostrando realmente que “filho de peixe, sabe nadar”, Nelito também seguiu a carreira de músico.

A necessidade de conhecer outras terras e outros centros superou a vontade de ficar em Milheirós. Por isso, atendendo à carta de chamada que lhe enviara o cunhado, António de Oliveira, já morador em Vila Maria, São Paulo, Manuel Marques decide imigrar para o Brasil.

Em Outubro de 1955, Manuel Marques, Ana e Nelito embarcavam no navio “Salta”. A bordo realiza-se a festa de aniversário do filho do casal.

No Brasil – um imigrante com talento

Depois de dar aulas, durante um certo período, na Casa de Portugal, Manuel Marques resolve fundar a sua própria Academia, onde oferece aulas de canto, violão, piano, acórdeão, bandolim, cavaquinho, teoria musical e, naturalmente, guitarra portuguesa. Para facilitar a vida aos alunos, a escola mantém cursos de guitarra por correspondência, com aulas gravadas em suporte magnético, atingindo quase todas as capitais brasileiras e alguns países das Américas, África e Europa.

O regresso às origens

Manuel Marques voltou a Portugal em 1986, com o patrocínio e apoio de várias entidades luso-brasileiras (Instituto de Apoio à Imigração e às Comunidades Portuguesas, Conselho da Comunidade Portuguesa do Estado de São Paulo e Centro de Turismo de Portugal no Brasil) obtendo imenso sucesso nos inúmeros espectáculos que deu. A imprensa deu ampla cobertura a esta tournée,  órgãos de comunicação como o “Jornal de Notícias”, “O Comércio do Porto”, “O Primeiro de Janeiro”, “O Diário de Lisboa” e o “Correio da Manhã”, sem contar os jornais editados no eixo São Paulo-Rio (“Voz de Portugal”, “O Mundo do Português”, “Duas Nações” e “Portugal em foco”) registaram com destaque e regularidade, a participação do artista em terras lusas, acompanhado do filho Nelito e do viola Bonfim.

Dois reencontros memoráveis

Ao descer do avião em Pedras Rubras, depois de uma escala em Lisboa, o músico registou duas agradáveis e memoráveis surpresas: a presença da consagrada Amália Rodrigues (que embarcara em Lisboa, mas o maestro não notara) tendo-o  cumprimentado calorosamente, dada a sua relação de amizade travada no Brasil, aquando das digressões da diva do Fado por terras de Vera Cruz. Para além deste momento histórico, Manuel Marques viveu emocionado o acolhimento carinhoso que as gentes de Milheirós lhe dispensaram logo à chegada.

Até 1989 já tinha gravado a módica cifra de 16 álbuns com composições da sua autoria, do repertório da música tradicional de raíz popular portuguesa, do fado de Lisboa e fado de Coimbra e do repertório internacional de música clássica, sempre com primorosos arranjos para guitarra escritos por si.

Considerado pela crítica musical do Brasil como um perfeccionista, por vezes até aclamado como um genial intérprete do mais português dos instrumentos, participou em incontáveis programas de televisão nos diversos canais do Brasil e em Portugal, sendo o autor de música original para as telenovelas “As Pupilas do Senhor Reitor” (TV Record), António Maria (TV Tupi) e “Os imigrantes” (TV Bandeirantes) e de alguns filmes brasileiros entre os quais se destaca “Sertão em festa”.

O mestre de Roberto Leal

Pelas salas da sua Academia, onde Portugal está presente até nas paredes, representado por quadros, objectos diversos e posters, entre estátuas de alguns génios da música e várias dedicatórias, passaram milhares de alunos, muitos deles, hoje donos de conservatórios. Um dos mais aplicados e atenciosos aos ensinamentos do mestre era António Joaquim Fernandes, um loirinho de 12 anos, nascido em Trás-os-Montes. Ao perceber o seu grande amor à música e pressentindo uma carreira repleta de sucesso, Manuel Marques tratou logo de arranjar-lhe um nome radiofonicamente mais sonante. Nascia assim, devidamente “baptizado”, para o mundo artístico, o cantor Roberto Leal.

De entre as centenas e centenas de composições que criou aquela que é sem qualquer sombra de dúvida a mais popular, é a celebérrima canção intitulada (Cana Verde) “Verde, Verdinho”, tema que já foi interpretado ou reproduzido milhões de vezes, por todo o mundo Português e faz hoje parte do nosso imaginário musical, continuando a ser trauteado e a passear de boca-em-boca em espectáculos, festas e arraiais por toda a parte.

O mago da guitarra portuguesa, porventura, o único  que logrou alcançar um método muito próprio de tocar e interpretar todo os géneros musicais, danddo ao instrumento uma nova projecção que permitiu desenvolver o seu potencial melódico e harmónico por caminhos nunca antes trilhados, tendo sido o grande responsável pela demonstração inequívoca de que não há limites para a sua guitarra.

As suas mãos fazem soar uma música timbrada pela guitarra portuguesa, com uma suavidade e doçura ímpar que só os mestres da sua craveira algum dia experimentaram.

Victor Dias

Fonte: http://cultura.maiadigital.pt/

ManuelMarques

PINTORA BEATRIZ LAMAS OLIVEIRA EXPÕE NA MAIA AGUARELAS E PASTEL SECO RETRATANDO O MINHO

EXPOSIÇÃO DE AGUARELAS E TRABALHOS EM PASTEL SECO: O TEMA É O MINHO!

No Maia Welcome Center.

Convido todos os meus amigos para virem ver o meu trabalho.

Aberta de 2 a 24 de Fevereiro.

Sábado dia 2 de Fevereiro abertura às 16 horas

Parque Central da Maia - 1º Piso - Loja 19

Rua Simão Bolívar

4470-214 Maia

Portugal Telef.: 22 944 47 32

Fica a 100 metros da estação do Metro FORUM da MAIA

http://www.beatrizlamasoliveira.com/

http://beatrizlamasoliveiraart.blogspot.pt/

http://pinturaapastelseco.blogspot.pt/

Catalogo da Expo Maia 12

Catalogo da Expo Maia2