Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

RIVER BLUES REGRESSA A BARCELOS

Espetáculos decorrem na Frente Ribeirinha

O Festival River Blues volta a Barcelos, mas desta vez à Frente Ribeirinha com três espetáculos inseridos na programação de Verão do Município “Prá Frente Barcelos”.

Depois do sucesso das três edições anteriores e com um público em crescendo, este festival procura dar uma nova visibilidade a Barcelos nesta área da música, apostando num evento de qualidade que vem complementar a oferta cultural do concelho, por si mesma de reconhecido dinamismo em termos de bandas rock e pop.

O Festival arranca no dia 28 de agosto, às 22h00, com os “The Smokestackers", um duo formado por João Belchior e Diogo Mão de Ferro, que representam a imagem e o sentimento dos Blues, num repertório que abrange o tradicional e canções mais atuais. Em formato acústico, com umas notas de slide guitar e uma harmónica, e vozes que cantam essas letras já tantas vezes passadas de geração em geração.

“L-Blues” atua de seguida com a banda nortenha a apresentar o novo disco “Luz”, na qual o folk, o blues e o rock caminham lado a lado.

No dia 29 de agosto, às 22h00, é a vez da banda “Delta Blues Riders”, a mais carismática e completa banda de blues de Portugal, subir ao palco da Frente Ribeirinha para partilharem músicas e histórias do universo dos blues, viajando numa estrada de confissões, como quem se encosta ao balcão a desabafar com o barman.

Nas edições anteriores, pelo palco do rio Cávado, passaram nomes como Jean-Paul Rena, Quantic Mode, Minneman Blues Band, L-Blues, António Mão de Ferro, Just Soul Orchestra, Budda Power Blues, Nuno Andrade, Blues Drive e Vitor Bacalhau.

O River Blues é promovido pela Câmara Municipal de Barcelos, contando ainda com a participação de uma empresa e uma produtora de eventos.

FAMALICÃO: SÍLVIA PÉREZ CRUZ, UM BÁSSAMO PARA A ALMA AO PÔR-DO-SOL

Anima-te Famalicão traz grandes nomes da música ao parque da Devesa

A catalã Sílvia Pérez Cruz é o grande destaque do Anima-te, o programa de animação sociocultural de Vila Nova de Famalicão que tem sido um verdadeiro sucesso e que já trouxe a Famalicão nomes como Salvador Sobral, Márcia, Tiago Nacarato, Kátia Guerreiro, Noiserv, entre outros. 

Silvia Perez Cruz vem a Famalicão_(C) Alex Rademakers (3).jpg

No seu primeiro concerto em Portugal após o período de confinamento provocado pela pandemia da Covid-19, Sílvia Pérez Cruz atua esta sexta-feira, dia 14, pelas 19h00, no Devesa Sunset,no Parque da Devesa, naquele que será um inesquecível e intimista concerto a solo, ao pôr do sol. A entrada é livre, mas com levantamento obrigatório de ingresso no próprio dia do espetáculo, no período das 3 horas que antecede o concerto.

O espaço está preparado para receber 882 pessoas e tem o selo “Clean & Safe” atribuído pelo Turismo de Portugal e pela Inspeção Geral das Atividades Culturais.

Para além de Sílvia Pérez Cruz, o Anima-te traz esta semana a Famalicão Fatspoon, Holy Nothing e The Last Internationale no contexto da realização do Mel – Piquenique das Artes.

Para além dos concertos, o cinema ao ar livre preenche o programa de quarta-feira à noite com o filme Mulherzinhas.

Em simultâneo com os concertos, no centro da cidade, continua o Mercado Artesanal e as carrinhas de Street Food até setembro, o mesmo acontecendo com a proposta de realização de um conjunto de roteiros turísticos sobre variadas temáticas.

Toda a programação completa em www.famalicao.pt

AFS_8312 (1).jpg

BANDAS ITINERANTES PERCORREM RUAS DE PAREDES DE COURA

Funk, pop, disco e standards, todas as noites de sexta e sábado de agosto

Funk, pop e disco, associadas a sonoridades típicas das ‘brass band’s’ americanas de New Orleans, bem como alguns dos mais conhecidos standards da história da música vão-se ouvir todas as sextas-feiras e sábados de agosto em Paredes de Coura, onde bandas itinerantes vão percorrer as ruas centrais desta vila no coração do Alto Minho.

Hoje e amanhã, os sons e os tons estão entregues à Funk You Brass Band, composta por nove músicos oriundos da zona de Aveiro e que prometem proporcionar um ambiente de boa música, festa, muita diversão e energia contagiante.

Com um repertório bastante vasto, os Funk You Brass Band são conhecidos por transformar grandes ‘hits’ de músicos como Ray Charles, James Brown, Stevie Wonder, Michael Jackson, Beyoncé e Bruno Mars em grandes batidas funk.

A partir das 22h00, todas as sextas-feiras e sábados de agosto está marcado o encontro com quatro diferentes bandas itinerantes que não vão deixar ninguém indiferente.

Cinema ao Ar Livre no Museu

Os cinéfilos também não foram esquecidos nestes tempos da Covid,

Às sextas-feiras e sábados de agosto o Museu Regional de Paredes de Coura recebe Cinema ao Ar Livre, com entrada gratuita, limitado a 50 pessoas pela ordem de chegada, mediante as já conhecidas medidas sanitárias preconizadas pela DGS.

Hoje, pelas 22h00, projeta-se o filme “Eu, Daniel Blake”, de Ken Loach, enquanto amanhã há cinema de animação dedicado ao público mais jovem com as curtas “A suspeita”, “A dama da Lapa”, “Os olhos do farol” e “História trágica com final feliz”, todos eles com chancela da Portuguese Short Film Agency – Curtas Metragens.

"TRICICLO" REGRESSA COM TRÊS MESES DE MÚSICA EM BARCELOS

O ciclo de concertos 'triciclo' está de volta para mais três meses de programação transversal, a decorrer entre outubro e dezembro, depois de uma paragem forçada devido à pandemia da Covid-19. Da programação constam nomes como Samba Sem Fronteiras, Evols e Stereoboy.

Programação triciclo.jpg

O ciclo musical começa no dia 5 de outubro, no Largo Dr.Martins Lima, com “Samba Sem Fronteiras”, grupo luso-brasileiro radicado no Porto, que é um dos mais genuínos exemplos do samba de raiz.

Depois de uma viagem até ao Brasil, o triciclo prossegue no dia 17 de outubro, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, com “Phole”. O tocador natural de Viana do Castelo apresenta uma forma singular de reinventar o instrumento típico das romarias minhotas.

O triciclo continua no dia 6 de novembro, na Biblioteca Municipal de Barcelos com “Evols” com a apresentação do novo álbum, “III”. O álbum foi lançado este ano e reafirmou a banda portuense coma uma das referências na música alternativa portuguesa. Ainda em novembro, os barcelenses Ricardo Lomba e Tiago Rosendo “Tresor&Bosxh, apresentam um filme-concerto para toda a família. Os artistas vão dar música às curtas de animação “Solar Walk” e “Jonas and the Sea”, inserido na componente do serviço educativo do triciclo.

Esta performance  foi desenvolvida no âmbito do Circuito -Braga Media Arts e , para além das sessões dedicadas às escolas do concelho, o grupo vai apresentar ao público geral o trabalho, no dia 19 de novembro, no Theatro Gil Vicente.

No último mês de programação, o “triciclo” abre com uma das vozes emergentes da música portuguesa, “A Garota Não”,no dia 5 de dezembro, no Theatro Gil Vicente.

A artista nasceu na pele setubalense de Cátia Marazi Oliveira e é um cruzamento de influências vindas da música popular brasileira, africana, Zeca Afonso, Fausto ou Sérgio Godinho.

O encerramento fica a cargo da eletrónica hipnotizante de “Stereoboy”, no dia 19 de dezembro, na Biblioteca Municipal de Barcelos.

Todos os concertos do ‘triciclo’ seguem as normas vigentes das autoridades de saúde para garantir a segurança de todos os participantes.

O ‘triciclo’ é um ciclo de concertos itinerante que percorre vários espaços do centro histórico de Barcelos com a melhor música nacional e internacional desde outubro de 2018 com uma programação plural e de caráter educativo.

Os bilhetes para estes espetáculos estarão à venda em data a anunciar. Mais informações em cm-barcelos.pt ou www.triciclobcl.pt

CÂMARA DE CAMINHA APOIA E-ARTBEERFEST

Epicentro do Festival Digital de Cerveja Artesanal acontece já amanhã e sábado

Até ao próximo dia 1 de agosto, os fãs do Artbeerfest ainda podem usufruir do Festival Digital de Cerveja Artesanal através do E-Artbeerfest. Para isso, basta aceder ao site do evento https://www.artbeerfest.pt/ e adquirir os packs das melhores cervejas artesanais e saboreá-las em casa. O epicentro deste festival acontece já amanhã e no sábado, onde serão realizados diretos com os melhores especialistas sobre harmonização de cervejas. O Artbeerfest é uma marca que nasceu em Caminha e conta com o apoio do Município. Sobre este novo conceito, Miguel Alves sublinha “a organização encontrou uma fórmula equilibrada para manter acesa a chama da Meca da Cerveja Artesanal, ao mesmo tempo que se preocupa com a saúde das pessoas e garante que a imagem de confiança que Caminha criou permaneça em alta”.

109148236_1781177672058505_1875355778586454047_o.jpg

Este conceito do E-Artbeerfest surge na sequência da pandemia provocada pela COVID 19, que resultou no cancelamento do evento que teria decorrido de 9 a 12 de julho. Assim, os fãs deste grande evento que é uma das marcas de verão do Município de Caminha, podem “curtir” o Artbeerfest sem sair de casa através do E- Artbeerfest. “Este é um ano atípico, um ano como nunca vivemos e tivemos que reinventar todos os eventos e toda a programação cultural. O Artbeerfest está aí, ao alcance de um click e vai regressar mais forte quando pudermos beber uma cerveja artesanal enquanto dançamos com aqueles de quem mais gostamos”, refere o presidente da Câmara de Caminha.

Em colaboração com 26 produtores nacionais de cerveja e parceiros de logística, e-commerce e meios de comunicação, desenvolveram-se 2 packs cervejeiros para entrega direta ao domicílio, onde os consumidores podem experienciar as cervejas que estariam em degustação em Caminha na sua 8a edição.

Para além das cervejas, no E-Artbeerfest o público é convidado a viajar virtualmente no epicentro do festival nos dias 31 de julho e 1 de agosto, ligando-se através de um código atribuído para chats com cervejeiros e personagens de Caminha; podem visualizar vídeos promocionais das 7 edições anteriores; assistir e intervir com as receitas de harmonização cerveja-comida com a Chef de cozinha caminhense Margarida Rego; ouvir a play list musical escolhida pelos cervejeiros e oficial do evento, terminando com um set de DJ diretamente de Berlim, pelo DJ Rodrigo da Matta, músico presente nas 7 edições do festival, desde 2013.

PONTE DE LIMA É UMA SURPRESA APRESENTA AS DATAS DE PROGRAMAÇÃO ATÉ AO FINAL DO EVENTO – 14 DE AGOSTO DE 2020

14 de Julho a 14 de Agosto de 2020

Praça do Pavilhão de Feiras e Exposições de Ponte de Lima | Expolima

Encontrando-se praticamente realizados metade dos espetáculos do Ponte de Lima é Uma Surpresa, os quais têm sido de enorme qualidade e bastante procurados pelo público, quer presencialmente, quer através das plataformas digitais, mantendo todo o rigor no respeito pelas normas da Direção Geral de Saúde para eventos e espetáculos ao ar livre, divulgamos toda a programação, por datas, até ao final do evento.

Os bilhetes, gratuitos, poderão ser levantados, nos dias correspondentes à realização de cada espetáculo, no máximo de dois por pessoa, na bilheteira do Teatro Diogo Bernardes, a partir das 10h00 e até às 17h30, de segunda a sexta-feira e a partir das 20h00 na bilheteira da entrada do recinto do Ponte de Lima é Uma Surpresa, também dois por pessoa.

Para os espetáculos dos fins-de-semana, os bilhetes, também gratuitos, deverão ser levantados, nos dias correspondentes à realização de cada espetáculo, no máximo de dois por pessoa, na entrada do recinto do Ponte de Lima é Uma Surpresa, a partir das 17h00.

Entradas Gratuitas | Lotação Limitada a 300 Espectadores | Uso Obrigatório de Máscara | Ao Ar Livre e em Segurança

PTL_Surpresa_tela_1080px_1920px_TLI-01.jpg

+ Música + Dança + Teatro + Circo

Programação até 14 de Agosto

  • 28 de Julho – 22h00 – Música: Manuel de Oliveira apresenta [ENTRE], com Sandra Martins e João Frade
  • 29 de Julho – 22h00 – Música: Maria João Ogre Electric
  • 30 de Julho – 22h00 – Teatro: Do Mito Nasceu o Homem | Fértil Cultural
  • 31 de Julho – 22h00 – Música: Dança Contemporânea / Música: Do Aqui Para Sempre | Joana Jardim e Filipe Miranda
  • 1 de Agosto – 22h00 – Música / Fado: Francisco Moreira
  • 2 de Agosto – 22h00 – Música / Poesia: Krake + Adolfo Luxúria Canibal
  • 3 de Agosto – 22h00 – Música: The Postcard Brass Band (Rúben da Luz, Mário Marques, Sérgio Carolino, Michael Lauren)
  • 4 de Agosto – 22h00 – Música: ANIMAIS
  • 5 de Agosto – 22h00 – Música: Surma
  • 6 de Agosto – 22h00 – Música: The Last Internationale | Versão Acústica
  • 7 de Agosto – 22h00 – Música: A Garota Não
  • 8 de Agosto – 22h00 – Música: Valter Lobo
  • 9 de Agosto – 22h00 – Música: Trio Pagú
  • 10 de Agosto – 22h00 – Música: O Gajo
  • 11 de Agosto – 22h00 – Teatro: Dá-me a tua mão para não ser tão grande o silêncio | Teatro No Ar (Sessões às 19h00 e às 22h00)
  • 12 de Agosto – 22h00 – Música: Lula Pena
  • 13 de Agosto – 22h00 – Música: Cremilda Medina
  • 14 de Agosto – 22h00 – Música: Selma Uamusse

Tendo em consideração a salvaguarda de todos os espectadores, deverão ser cumpridas algumas normas e orientações, a saber:

- Foi elaborado e amplamente divulgado, para além de poder ser consultado no local, o Plano de Contingência do recinto e do evento Ponte de Lima é Uma Surpresa.

- A lotação máxima do recinto será de 300 lugares sentados, devidamente espaçados, podendo ser reduzida de acordo com a natureza do espetáculo.

- Será proibido assistir aos espetáculos em pé.

- Os bilhetes para acesso a qualquer um dos espetáculos do Ponte de Lima é Uma Surpresa são gratuitos, mas obrigatórios, não sendo permitida a entrada no recinto a quem não for portador de bilhete de entrada.

- Os bilhetes poderão ser levantados, nos dias correspondentes à realização de cada espetáculo, no máximo de dois por pessoa, na bilheteira do Teatro Diogo Bernardes, a partir das 10h00 e até às 17h30, de segunda a sexta-feira e a partir das 20h00 na bilheteira da entrada do recinto do Ponte de Lima é Uma Surpresa, também dois por pessoa.

- Para os espetáculos dos fins-de-semana, os bilhetes deverão ser levantados, nos dias correspondentes à realização de cada espetáculo, no máximo de dois por pessoa, na entrada do recinto do Ponte de Lima é Uma Surpresa, a partir das 17h00.

- Obrigatório o distanciamento físico de 2 metros no acesso ao recinto e às bilheteiras ( a lotação da bilheteira do Teatro Diogo Bernardes é de 1 pessoa).

- É obrigatória a medição de temperatura de todos os presentes, sem registo escrito, à entrada do recinto.

- É obrigatória a higienização das mãos à entrada no recinto.

- É obrigatório o uso de máscara por parte do público durante todo o tempo dos espetáculos.

- As portas abrirão, pelo menos, uma hora antes do início dos espetáculos e pede-se aos espectadores que compareçam mais cedo, com, pelo menos, meia hora de antecedência para se efeituarem todos os procedimentos de segurança.

- A abertura do recinto será antecipada para assegurar o acesso ao mesmo à chegada ao recinto, devendo os espectadores dirigir-se de imediato aos lugares indicados pelos assistentes de sala, cumprindo rigorosamente as instruções dos mesmos.

- Os acessos abrirão, pelo menos, uma hora antes do início dos espetáculos e os espectadores devem comparecer mais cedo, com, pelo menos, meia hora de antecedência para se efeituarem todos os procedimentos de segurança.

- A permanência nos locais de atendimento deve ser limitada ao tempo estritamente necessário à realização do atendimento.

- Os espetáculos terão início à hora marcada e a direção e/ou produção poderá impedir o acesso ao recinto depois do início dos espetáculos.

- Existirão lugares juntos para 4 coabitantes, 3 coabitantes, 2 coabitantes e lugares individuais.

- Grupos de mais de 4 coabitantes terão que, obrigatoriamente, ser separados, cumprindo o previsto no ponto anterior.

- Existirá um espaço reservado a cidadãos portadores de deficiência e respetivos acompanhantes.

- Qualquer espectador que abandone o recinto só pode voltar ao mesmo com novo bilhete, caso haja disponibilidade, cumprindo, novamente, todos os procedimentos de segurança e sem garantia do lugar ocupado previamente.

- Os espectadores devem cumprir rigorosamente todas as instruções dos assistentes de sala, devidamente identificados e em nenhum caso poderão trocar de lugares ou deslocar-se pelo recinto sem motivo justificado.

- Nas instalações sanitárias, feminina e masculina, apenas serão permitidas duas pessoas em simultâneo, situação que será sempre controlada por um assistente de sala à entrada das mesmas.

- Não é permitida a entrada no recinto com garrafas de vidro.

- No final de cada espetáculo, os espectadores deverão, obrigatoriamente, permanecer sentados nos seus lugares até serem instruídos pelos assistentes de sala para abandonar o recinto, por local diferente da entrada, de forma disciplinada e respeitando o distanciamento físico.

- Não será permitida a permanência de espectadores no interior do recinto após o final dos espetáculos.

- Será elaborado e amplamente divulgado o Plano de Contingência do recinto e do evento Ponte de Lima é Uma Surpresa.

- A lotação máxima do recinto será de 300 lugares sentados, devidamente espaçados, podendo ser reduzida de acordo com a natureza do espetáculo.

- Será proibido assistir aos espetáculos em pé.

- Os bilhetes, obrigatórios para entrada, serão gratuitos e poderão ser levantados, dois por pessoa, no Teatro Diogo Bernardes, a partir das 10h00 e até às 17h30, de segunda a sexta-feira e a partir das 20h00 na entrada do recinto dos espetáculos; aos fins-de-semana, poderão ser levantados, também dois por pessoa, a partir das 17h00 na entrada do recinto dos espetáculos.

- As portas abrirão, pelo menos, uma hora antes do início dos espetáculos e pede-se aos espectadores que compareçam mais cedo, com, pelo menos, meia hora de antecedência para se efeituarem todos os procedimentos de segurança.

- Obrigatório o distanciamento físico de 2 metros no acesso ao recinto.

- Obrigatório o uso de máscara desde o acesso e em todo o tempo que permanecerem no recinto dos espetáculos.

- À entrada no recinto realizar-se-á a medição da temperatura corporal de cada espectador e cada um deve proceder à obrigatória higienização das mãos.

- Os espetáculos terão início à hora marcada e a organização poderá impedir o acesso depois do início dos espetáculos.

- Qualquer espectador que abandone o recinto só pode voltar ao mesmo com novo bilhete, caso haja disponibilidade, cumprindo, novamente, todos os procedimentos de segurança e sem garantia do lugar ocupado previamente.

- Os espectadores devem cumprir rigorosamente todas as instruções dos assistentes, devidamente identificados e em caso algum poderão deslocar as cadeiras e/ou trocar de lugares.

- Apenas será permitido o acesso às instalações sanitárias a duas pessoas de cada vez.

- No final de cada espetáculo, os espectadores deverão permanecer sentados nos seus lugares até serem instruídos pelos assistentes para abandonar o recinto por local diferente da entrada, de forma disciplinada e respeitando o distanciamento físico.

PTL_Surpresa_tela_1080px_1920px_TrioPagu-01.jpg

PTL_Surpresa_tela_1080px_1920px_ValterLobo-01.jpg

PTL_Surpresa_tela_1080px_1920px_SelmaUamusse-01.jpg

PTL_Surpresa_tela_1080px_1920px_Surma-01.jpg

PTL_Surpresa_tela_1080px_1920px_TeatroNoAr_01 (002).jpg

PTL_Surpresa_tela_1080px_1920px_ThePostCardBB-01.jpg

PTL_Surpresa_tela_1080px_1920px_FertilMito-01 (1).jpg

PTL_Surpresa_tela_1080px_1920px_FranciscoMoreira-01.jpg

PTL_Surpresa_tela_1080px_1920px_KRAKE_ADOLFO-01.jpg

PTL_Surpresa_tela_1080px_1920px_OGajo-01.jpg

PTL_Surpresa_tela_1080px_1920px_OgreElectric-01.jpg

PTL_Surpresa_tela_1080px_1920px_Animais-01.jpg

PTL_Surpresa_tela_1080px_1920px_CremildaMedinaO-01.jpg

PTL_Surpresa_tela_1080px_1920px_DAPS-01.jpg

PTL_Surpresa_tela_1080px_1920px_ENTRE-01.jpg

PTL_Surpresa_tela_1080px_1920px_AGarotaNAO-01.jpg

CAMINHA APRESENTA JAZZ ÀS QUARTAS-FEIRAS

Arranca dia 29 de julho mais um grande projeto do Programa Cultural Verão 2020, o “4 Quartas de Jazz”.O primeiro terá lugar já dia 29, pelas 22H00, no Largo Calouste Gulbenkian, em Caminha. Os bilhetes estão disponíveis nos Postos de Turismo do Concelho de Caminha. O concerto é gratuito, mas a reserva de bilhete é obrigatória.

Confira o programa do “4 Quartas de Jazz”.

115932795_3085861828134992_320606117437579117_o.jpg

SÍLVIA PÉREZ CRUZ NO ANIMA-TE EM AGOSTO EM FAMALICÃO

Samuel Úria, Edu Mundo, André Júlio Turquesa, Holy Nothing e Maria Quê entre os nomes presentes no programa de Verão de Famalicão

A catalã Sílvia Pérez Cruz é a cabeça de cartaz de agosto do Anima-te, o programa de animação sociocultural de Vila Nova de Famalicão cuja organização tem sido amplamente elogiada pelos artistas que fizeram o cartaz do primeiro mês do certame, como Salvador Sobral, Márcia, Tiago Nacarato, Kátia Guerreiro, Noiserv, entre outros.

Silvia Perez Cruz vem a Famalicão_(C) Alex Rademakers (2).jpg

No seu primeiro concerto em Portugal após o período de confinamento provocado pela pandemia da Covid-19, Sílvia Pérez Cruz atua na sexta-feira, dia 14, pelas 19h00, no Parque da Devesa, naquele que será um inesquecível e intimista concerto a solo, ao pôr do sol. A entrada é livre, mas com levantamento obrigatório de ingresso no próprio dia do espetáculo, no período das 3 horas que antecede o concerto.

O espaço está preparado para receber 882 pessoas e tem o selo “Clean & Safe” atribuído pelo Turismo de Portugal e pela Inspeção Geral das Atividades Culturais.

Para além de Sílvia Pérez Cruz, o Anima-te traz a Famalicão em agosto nomes como Edu Mundo, André Júlio Turquesa  e Samuel Úria, no âmbito do Devesa Sunset, e Holy Nothing, Ayom, Dapunksportif, Barry White Gone Wrong e Fatspoon, no contexto da realização do Mel – Piquenique das Artes. Mas vai haver também Manuel Maio, Sérgio Mirra e Maria Quê.

Para além dos concertos, o Anima-te mantém em agosto a oferta de cinema ao ar livre, igualmente no Parque da Devesa, com a projeção de O Meu Vizinho Totoro, no dia 5, Mulherzinhas, no dia 12, e Parasitas, no dia 19, no âmbito do ciclo Cinema Paraíso.

Em simultâneo com os concertos, no centro da cidade, continua o Mercado Artesanal e as carrinhas de Street Food até setembro, o mesmo acontecendo com a proposta de realização de um conjunto de roteiros turísticos sobre variadas temáticas.

Toda a programação completa em www.famalicao.pt.

Samuel Úria (foto de Rita Carmo) (2) (3).jpg

AFS_8312.jpg

VILAS PEOPLE APRESENTA UXÍA EM CAMINHA

Concerto decorre no dia 1 de agosto, pelas 22H00

Uxía é a próxima estrela do Vilas People. No dia 1 de agosto, a grande dama da música galega sobe ao palco do Largo Calouste Gulbenkian, em Caminha, pelas 22H00. O Vilas People integra o Programa Cultural Verão 2020, um programa arrojado, adaptado às imposições da DGS, que pretende resgatar a cultura para o nosso concelho e mostrar que o Concelho de Caminha é um Destino de Confiança. Os bilhetes já se encontram disponíveis nos Postos de Turismo do Concelho de Caminha. O concerto é gratuito, mas a reserva de bilhete é obrigatória.

55536425_10156369649047606_5621725578982850560_n.jpg

Uxía dispensa apresentações. Podemos dizer que é “a voz do atlântico”, considerada a grande dama da música galega e uma das suas maiores embaixadoras. Com mais de 30 anos de carreira, o seu trabalho representa um ponto de encontro de várias culturas. Uxía já trabalhou com Dulce Pontes, António Zambujo, Rui Veloso e Tito Paris.

O Vilas People engloba 8 concertos, todos em recintos ao ar livre, vedados, com lugares sentados e de entrada gratuita, mediante reserva obrigatória de bilhete, de acordo com as orientações da DGS aplicadas aos equipamentos e espaços culturais. Os bilhetes estão disponíveis nos postos de Turismo de Caminha e Vila Praia de Âncora, de segunda a sexta-feira das 9H30 às 13H00 e das 14H00 às 17H30, até ao limite permitido do número de lugares.

O Vilas People ainda vai apresentar: no dia 8 de agosto, a Banda do Filme “Variações” celebra António Variações, no Forte da Lagarteira, em Vila Praia de Âncora; no dia 15 de agosto, Nataly Tamargo e Francisco Presa, Largo Dr. Luís Fetal Carneiro, em Caminha; no dia 21 de agosto, Elsa Matos Gomes, no Largo da Matriz, em Vila Praia de Âncora; no dia 22 de agosto, Daniel Pereira Cristo, no Largo da Matriz, em Caminha, e no 12 de setembro, em Vila Praia de Âncora, Toy canta Elton John

PONTE DE LIMA É UMA SURPRESA

14 de Julho a 14 de Agosto de 2020

Praça do Pavilhão de Feiras e Exposições de Ponte de Lima | Expolima

Programação até 28 de Julho

  • 23 de Julho – 22h00 – Música: Círculo (Rita Maria, Luís Figueiredo, Mário Franco)
  • 24 de Julho – 22h00 – Música: Labaq
  • 25 de Julho – 22h00 – Música: Ana Laíns
  • 26 de Julho – 22h00 – Música: Tó Trips
  • 27 de Julho – 22h00 – Música: TGB (Sérgio Carolino, Mário Delgado, Alexandre Frazão)
  • 28 de Julho – 22h00 – Música: Manuel de Oliveira apresenta [ENTRE], com Sandra Martins e João Frade

+ Música + Dança + Teatro + Circo

Entradas Gratuitas | Lotação Limitada a 300 Espectadores | Uso Obrigatório de Máscara | Ao Ar Livre e em Segurança

Após a primeira apresentação ao vivo do recente álbum de B Fachada, Rapazes e Raposas, que saiu no início da semana e depois do magnífico concerto da noite de ontem, quarta-feira, pelo referido cantautor, o qual atraiu cerca de duas centenas e meia de espectadores, o Ponte de Lima é Uma Surpresa prossegue com a respetiva programação, ficando aqui alguns apontamentos sobre os projetos a apresentar até ao dia 28 de Julho.

Círculo_Web.jpg

Círculo (Rita Maria, Luís Figueiredo, Mário Franco)

Círculo surge no momento em que se deixa para trás os papéis tradicionais de líder e sideman e cria uma outra dinâmica, um triângulo em que cada um dos vértices tem igual importância. Triângulo esse que está inscrito num espaço criativo em constante movimento: o Círculo, podendo assumir formas e proporções distintas em momentos diferentes. Neste modelo, a Música vai tomando forma segundo os caminhos que se vão descobrindo em conjunto. No entanto, o Círculo não se fecha sobre si próprio – é um espaço de constante diálogo que contém, em si, possibilidades infinitas.

Círculo contém na sua essência uma matriz jazzística contemporânea com influências em variadas fontes, fruto do amadurecimento dos três compositores (Rita Maria, Luís Figueiredo, Mário Franco). Há um carácter exploratório que leva estes três músicos a experimentar uma variedade tímbrica ampla para além da convenção: voz, piano e contrabaixo, através do emprego de vários teclados/sintetizadores, percussão, baixo elétrico, efeitos vocais na voz da cantora, bem como, a utilização da voz de todos os elementos, que vão definindo e redefinindo a sua identidade sonora.

Labaq_Web.jpg

Labaq

Em tempos onde as sombras parecem ser os faróis que opacam o nosso dia-a-dia, é necessário encontrar a luz dentro de nós para conseguirmos iluminar o nosso caminho e podermos seguir em frente. Labaq levou isto à letra. Com o seu novo trabalho “Lux” (Voa Music, 2019), um álbum que traz uma reviravolta estética ao seu som, mas que também funciona como um manifesto artístico-político e a reivindicação de que cada um pode ser o seu próprio farol.

Três anos depois do seu primeiro disco “Voa” (Voa Music, 2016), um exercício que situou esta artista de São Paulo como uma das vozes mais singulares da canção alternativa latino-americana e que a levou a percorrer 15 países em quase 250 concertos em três anos, e que, ao mesmo tempo, nos apresentava Labaq como uma artista absolutamente fora de géneros, tão perto do neo folk como do indie ou das texturas eletrónicas; em “Lux” confirma não só ser uma artista inclassificável e imprescindível, como também prova ser um dos nomes com maior capacidade de expansão da música brasileira contemporânea, encontrando portas amplamente abertas no mercado internacional, que se traduz na publicação do segundo álbum no Brasil (Voa Music), Portugal (Omnichord Records) e Espanha (Raso Estudio).

As onze canções que compõem “Lux” (que tem colaborações de artistas como Fármacos, Camila Vaccaro, Bienvenidos a la computadora, Fran Czec e Ian Chang) apresentam-nos a uma Labaq que se revoluciona de modo a revolucionar os que a rodeiam. Mais perto que nunca de cabos e máquinas, Labaq leva a sua noção da canção pop a territórios como a indietronica, a música pop alternativa ou um pop avant garde experimental sem limites, aproximando-se de artistas como Holly Herndon, Arca, Sudan Archives, Nai Palmo Tune-Yards, entre outras referências de uma estética sonora e discursiva que explora os seus próprios limites, para abrir horizontes ao pop brasileiro.

Um reportório que vai desde o espanhol ao inglês, passando obviamente pelo seu português materno e que está inevitavelmente inspirado pelos tempos sombrios por que passa o seu país natal. Pós-eleições de 2018, a artista coloca-se na vanguarda do protesto pelo seu continente, como podemos perceber em canções como “Miedo”: “nos quitaron tanto que nos quitaron el miedo”.

Em tempos onde as sombras procuram tapar a luz, Labaq inventou uma lanterna que, ao mesmo tempo, ilumina e aponta.

Ana Laíns_Web.jpg

Ana Laíns

A multifacetada Ana Laíns celebra 20 anos de Carreira durante o ano de 2020. A efeméride foi assinalada com um concerto esgotado no Salão Preto e Prata do Casino Estoril no passado dia 31 de Janeiro, cujo registo será editado em disco no último trimestre de 2020. Ao longo de duas décadas, a cantora tem construído uma Carreira discreta, longe do main stream, mas inquestionavelmente Sólida e Autossuficiente.

Na Grécia Chamaram-lhe “Diva de um Fado Diferente”.

Em França chamaram-lhe “Virtuosa do Palco”.

Em Portugal, gosta de ser conhecida como “Cantora Colorida” e é considerada uma das mais bonitas vozes da Língua portuguesa.

Colorida pelas cores de um país que é a sua grande paixão, e que pintam a música de Ana Laíns desde 1999, ano em que se torna cantora profissional, após ter vencido a “Grande Noite do Fado” de Lisboa no Coliseu dos Recreios. Começa no Fado e nos ritmos da Música Tradicional Portuguesa, mas vai mais além. E em 2006, como álbum de estreia “Sentidos”, é considerada uma das grandes revelações do ano na Música Portuguesa. A Revista “Songlines” salienta o exercício absolutamente contemporâneo de Ana Laíns no Fado.

Em 2010 surge “Quatro Caminhos”, disco amplamente aplaudido pela crítica internacional. Na Holanda, a revista Jazzism refere-se ao álbum como “ A verdadeira World Music vinda de Portugal, e a VPro Gids fala da elegância e do comando natural que a cantora tem sobre a sua voz, e nomeia o álbum nos 10 melhores discos do ano na área da World Music. Em Inglaterra, o “Daily Planet” concorda, e salienta a voz pura e poderosa.

A sua projecção internacional conhece novos desenvolvimentos, quando em 2009 Boy George, artista distinguido com prémios como o Grammy, Tony ou Brit Awards, convida Ana Laíns para

uma colaboração no tema “Amazing Grace”, justificando a escolha por considerar a cantora dona de uma “Voz Sublime”.

Em 2014 Ana Laíns é nomeada “Embaixadora das Comemorações dos 8 séculos de Língua Portuguesa”, e a efeméride tem o seu ponto alto no concerto de encerramento organizado pela cantora, e que esgotou o Grande Auditório do Centro Cultural de Belém. Ana Laíns foi a anfitriã de uma noite que reuniu em palco alguns dos mais expressivos artistas dos 8 Países da Lusofonia, como Ivan Lins, Aline Frazão, Celina Pereira ou Paulo de Carvalho.

Estas celebrações fazem-se sentir fora de portas e originam uma digressão pedagógica pelos Estados Unidos, onde a cantora realiza vários concertos, e oficinas sobre o Fado e a Língua Portuguesa em algumas das mais importantes Universidades Norte Americanas. O sucesso vale novo convite e regressa em 2016 para o prestigiado “Lowell Folk Fest”, que considera Ana Laíns uma das melhores performances do Festival. 2016 culmina com um convite da Embaixada de Portugal em Ankara e do Instituto Camões, e Ana Laíns abre o prestigiado festival “Sefika Kutluer” em Ankara, Turquia, que lhe vale o passaporte de regresso em 2017 para uma residência artística no prestigiado St. Regis Istambul.

No final de 2017 surge "Portucalis", o disco que já valeu à cantora a nomeações nas categorias para “Melhor Cantora Portuguesa 2017”, “Melhor Canção 2017” e “Melhor Concerto 2017”, tendo como referência o concerto na prestigiada Casa da Música no Porto, e foi recentemente considerado um dos 10 melhores álbuns do ano pela imprensa Sueca e Espanhola. A revista belga Rootstime afirma que aos 38 anos, Ana Laíns confirma categoricamente a sua identidade e lança o seu melhor álbum até à data. Na Holanda, a Mixed World Music refere-se à cantora enquanto personificação da identidade Portuguesa.

Portucalis é uma viagem pela Língua e Etnografia portuguesa, e conta com colaborações de luxo, tais como Ivan Lins, Luís Represas, Mafalda Arnauth ou Filipe Raposo. Em 2018, Portucalis foi ouvido em mais de 30 concertos, em países como Portugal, Espanha, Suécia, França, Holanda, Turquia, Tunísia, Roménia ou Polónia. Concertos onde, invariavelmente, Ana Laíns deixou a sua marca, por se tratar de uma cantora diferente, que apresenta uma viagem global pela cultura da Portugalidade.

Destaque para o concerto de encerramento das Festas do Mar de Cascais, integralmente pensado e produzido pela cantora, em parceria com o Município e Orquestra Sinfónica de Cascais, onde a Lusofonia foi o núcleo de uma noite memorável, que reuniu no mesmo palco Fafá de Belém, Luís Represas, Stewart Sukuma, Paulo Flores, Karyna Gomes, Lura, Tonecas Prazeres e Piki Pereira, em representação dos 8 países de Língua Portuguesa.

Em 2019, Ana Laíns vê confirmado o sucesso do seu percurso com uma vasta digressão que passa por algumas das principais programações portuguesas, com destaque para o Festival Artes à Rua (Évora), o Festival Sons da Terra (Oeiras), o Festival Seixal Fado Food Fest, a FicaVouga (Sever do Vouga) ou o Festival de Música de Leiria, onde atuou acompanhada pela Orquestra Filarmonia das Beiras, como convidada do prestigiado Ivan Lins.

A convite de Júlio Isidro integra o seleto elenco do concerto de comemoração dos 45 anos sobre o 25 de Abril, produzido pela RTP.

A digressão internacional passa por Barcelona, Madrid, Sevilha, Saragoça, Zamora, Bucareste, Baku, com especial destaque para o Festival Internacional de Música de Izmir (Turquia), que recebeu uma cantora portuguesa pela primeira vez com inquestionável sucesso.

Tó Trips_Web.jpg

Tó Trips

Co-fundador de marcos da recente música nacional, como é o caso dos Lulu Blind ou Dead Combo, e membro da fase final dos Santa Maria Gasolina em Teu Ventre, Tó Trips lançou em 2009 o seu

primeiro álbum a solo, ‘Guitarra 66’, pela Mbari, efusivamente recebido pela crítica. Lindo registo de música crua, aberta, generosa, de espírito nomádico, encaixa as pistas e materializações que Trips dava já nos Dead Combo. O meta-fado de Paredes, a música de fantasminhas da boémia lisboeta, a tradição cubana como vista por Marc Ribot, o lado mais lírico do western spaghetti de Ennio Morricone ou o encontro ibero-árabe do flamenco, deixando-nos com uma linguagem que entretece todos estes vocabulários e o torna uma língua sua, real como só os verdadeiramente bons e honestos o conseguem ser. Guitarrista do melancólico e do luminoso, transforma em som um homem que é profundamente português, fascinado pelas viagens - reais, internas, imaginárias e impossíveis. Regressou na Primavera de 2015 com o disco “Guitarra Makaka – Danças a um Deus Desconhecido”. E mais uma vez não se deixa Tó prender a fórmulas, não obstante possuir, à guitarra, um estilo particularmente distinto. Isto é, o aparecimento de um novo disco a solo seu deve-se, antes de mais, à necessidade de documentar o desenvolvimento e exploração de uma nova linguagem. Mais concretamente à guitarra Resonator, com os seus cones metálicos a ampliar de modo natural o som e raízes associadas a ícones como Tampa Red ou Bukka White. Não que Tó finja aqui ser quem não é – aliás, mais longe do blues do delta do Mississippi não podia estar. Afinal, o seu interesse na tradição será apenas por aquilo que – na aceção real do termo – ela possui de mais primitivo. Isto é, o seu projeto é efetivamente o da prossecução daquilo que, em rigor, nas cordas de aço, nunca existiu em lugar nenhum. Daí que se socorra da alegoria da “ilha imaginária”, embora trabalhe igualmente no sentido de evocar memórias específicas. No fundo, mais não se fala do que de uma música que soube fazer do isolamento uma fortaleza e da independência o melhor que tem a dar de si. Levem-na convosco para uma ilha deserta que não se irão arrepender.

TGB_Web.jpg

TGB (Sérgio Carolino, Mário Delgado, Alexandre Frazão)

Poderia significar “The Greatest Band”, mas, neste caso, o acrónimo refere-se somente aos instrumentos: Tuba, Guitarra e Bateria. TGB é um Trio, formado (2003) por alguns dos mais aclamados músicos em Portugal: Sérgio Carolino – Tuba, Mário Delgado – Guitarra, Alexandre Frazão – Bateria. Editaram “Tuba, Guitarra e Bateria” (2004), “Evil Things” (2010) e “III” (2019) todos com o selo Clean Feed.

Ao terceiro álbum, os TGB já não podem continuar a ser definidos pela instrumentação fora do comum de uma tuba, uma guitarra e uma bateria. Surgem-nos com uma música idiossincrática, sem fronteiras e invencível. Misturaram jazz, rock, folk, country e muito mais… sendo, também, impossível de categorizar como "fusão". Os TGB expandiram de tal forma os horizontes, e com resultados tão particulares, que rebentaram o rótulo em questão, inventando o seu próprio "espaço de intercepção entre criatividade contemporânea e pensamento crítico". Imperdível.

Sérgio Carolino – Tuba

Mário Delgado – Guitarra

Alexandre Frazão – Bateria

www.palcoimprovisado.com/tgb

Manuel de Oliveira apresenta [ENTRE], com Sandra Martins e João Frade

O ímpeto, o instinto, o itinerário.

Depois do sucesso de IBÉRIA LIVE (2016), projeto em parceria com os conceituados músicos espanhóis; Jorge Pardo e Carles Benavent, que culminou, com casas cheias, no CCB Lisboa e Casa da Música, Manuel de Oliveira tem-se dedicado essencialmente a compor para guitarra solo e a parcerias com outros músicos e criadores como a violoncelista Sandra Martins e o acordeonista

João Frade. O lançamento do CD e Audiovisual [ENTRE] está marcado para o dia 1 de Outubro (Dia Internacional da Música) e terá concertos de lançamento em Lisboa e Guimarães.

Conhecido como o guitarrista Ibérico, Manuel de Oliveira entrega às suas composições os reflexos de uma alma ibérica que lhe corre nas veias sem, contudo, deixar latente um respeito, uma veneração intemporal, pelas suas origens e tradições. Com um vasto percurso internacional, é um dos mais prolíficos guitarristas contemporâneos. Do seu currículo destaca-se a edição internacional do álbum “Amarte” e a presença em alguns dos mais importantes festivais europeus – “Emociona Jazz!!” (Espanha) e “Couleurs Jazz” (França), ao lado de nomes como Brad Mehldau, Chick Corea, Mike Stern e Richard Galliano, entre outros.

Manuel de Oliveira concebeu “Os Nossos Afetos”, espetáculo da cerimónia de abertura da Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura, com a participação especial de Cristina Branco, Chico César e Rão Kyao.

O mais recente “Ibéria Live”, com os conceituados músicos fundadores do Flamenco Jazz – Jorge Pardo e Carles Benavent, esgotou o CCB e Casa da Música em 2016.

Os últimos dois anos têm sido de criação para guitarra solo e parcerias com a violoncelista Sandra Martins e o acordeonista João Frade. Deste novo trabalho destacam-se os já estreados singles; “Caminhos Magnéticos”, tema que integra a banda sonora do filme homónimo de Edgar Pêra, “Venham mais Cinco”, versão original do tema de José Afonso e “Neia”, o mais recente lançamento de “ENTRE”, o novo trabalho discográfico de Manuel de Oliveira com lançamento marcado para 1 de Outubro (Dia Internacional da Música).

Manuel José Bastos de Oliveira, nasceu a 7 de Julho de 1978, na cidade de Guimarães, Portugal. Aprendeu a tocar guitarra com o seu pai, Aprígio Oliveira. De percurso autodidata, procurou viajar e estar em contacto com outras culturas fortes da guitarra, como o Flamenco, a música sul americana e o Fado. Gravou o seu primeiro EP em 1997 – “Praça de Santiago”, em 2002 o seu primeiro álbum de originais – “Ibéria” e em 2007 a sua primeira edição internacional – “Amarte”. Em 2012 concebe “Os Nossos Afetos”, espetáculo da cerimónia de abertura da Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura. No mesmo ano celebra em concerto, “Ibéria Live”, os 10 anos da obra que marca a sua identidade. “Ibéria Live” teve edição discográfica em 2016, com lançamento no CCB e Casa da Música.

Do seu percurso destacam-se ainda, o projeto “Muxima - Homenagem a Duo Ouro Negro”, projeto de sua autoria, e participações especiais em “Moda Impura” com Janita Salomé e Vitorino e em “Que Fado é este que trago”, com o fadista Hélder Moutinho.

Tendo em consideração a salvaguarda de todos os espectadores, deverão ser cumpridas algumas normas e orientações, a saber:

- Foi elaborado e amplamente divulgado, para além de poder ser consultado no local, o Plano de Contingência do recinto e do evento Ponte de Lima é Uma Surpresa.

- A lotação máxima do recinto será de 300 lugares sentados, devidamente espaçados, podendo ser reduzida de acordo com a natureza do espetáculo.

- Será proibido assistir aos espetáculos em pé.

- Os bilhetes para acesso a qualquer um dos espetáculos do Ponte de Lima é Uma Surpresa são gratuitos, mas obrigatórios, não sendo permitida a entrada no recinto a quem não for portador de bilhete de entrada.

- Os bilhetes poderão ser levantados, nos dias correspondentes à realização de cada espetáculo, no máximo de dois por pessoa, na bilheteira do Teatro Diogo Bernardes, a partir das 10h00 e até às

17h30, de segunda a sexta-feira e a partir das 20h00 na bilheteira da entrada do recinto do Ponte de Lima é Uma Surpresa, também dois por pessoa.

- Para os espetáculos dos fins-de-semana, os bilhetes deverão ser levantados, nos dias correspondentes à realização de cada espetáculo, no máximo de dois por pessoa, na entrada do recinto do Ponte de Lima é Uma Surpresa, a partir das 17h00.

- Obrigatório o distanciamento físico de 2 metros no acesso ao recinto e às bilheteiras ( a lotação da bilheteira do Teatro Diogo Bernardes é de 1 pessoa).

- É obrigatória a medição de temperatura de todos os presentes, sem registo escrito, à entrada do recinto.

- É obrigatória a higienização das mãos à entrada no recinto.

- É obrigatório o uso de máscara por parte do público durante todo o tempo dos espetáculos.

- As portas abrirão, pelo menos, uma hora antes do início dos espetáculos e pede-se aos espectadores que compareçam mais cedo, com, pelo menos, meia hora de antecedência para se efetuarem todos os procedimentos de segurança.

- A abertura do recinto será antecipada para assegurar o acesso ao mesmo à chegada ao recinto, devendo os espectadores dirigir-se de imediato aos lugares indicados pelos assistentes de sala, cumprindo rigorosamente as instruções dos mesmos.

- Os acessos abrirão, pelo menos, uma hora antes do início dos espetáculos e os espectadores devem comparecer mais cedo, com, pelo menos, meia hora de antecedência para se efetuarem todos os procedimentos de segurança.

- A permanência nos locais de atendimento deve ser limitada ao tempo estritamente necessário à realização do atendimento.

- Os espetáculos terão início à hora marcada e a direção e/ou produção poderá impedir o acesso ao recinto depois do início dos espetáculos.

- Existirão lugares juntos para 4 coabitantes, 3 coabitantes, 2 coabitantes e lugares individuais.

- Grupos de mais de 4 coabitantes terão que, obrigatoriamente, ser separados, cumprindo o previsto no ponto anterior.

- Existirá um espaço reservado a cidadãos portadores de deficiência e respetivos acompanhantes.

- Qualquer espectador que abandone o recinto só pode voltar ao mesmo com novo bilhete, caso haja disponibilidade, cumprindo, novamente, todos os procedimentos de segurança e sem garantia do lugar ocupado previamente.

- Os espectadores devem cumprir rigorosamente todas as instruções dos assistentes de sala, devidamente identificados e em nenhum caso poderão trocar de lugares ou deslocar-se pelo recinto sem motivo justificado.

- Nas instalações sanitárias, feminina e masculina, apenas serão permitidas duas pessoas em simultâneo, situação que será sempre controlada por um assistente de sala à entrada das mesmas.

- Não é permitida a entrada no recinto com garrafas de vidro.

- No final de cada espetáculo, os espectadores deverão, obrigatoriamente, permanecer sentados nos seus lugares até serem instruídos pelos assistentes de sala para abandonar o recinto, por local diferente da entrada, de forma disciplinada e respeitando o distanciamento físico.

- Não será permitida a permanência de espectadores no interior do recinto após o final dos espetáculos.

- Será elaborado e amplamente divulgado o Plano de Contingência do recinto e do evento Ponte de Lima é Uma Surpresa.

- A lotação máxima do recinto será de 300 lugares sentados, devidamente espaçados, podendo ser reduzida de acordo com a natureza do espetáculo.

- Será proibido assistir aos espetáculos em pé.

- Os bilhetes, obrigatórios para entrada, serão gratuitos e poderão ser levantados, dois por pessoa, no Teatro Diogo Bernardes, a partir das 10h00 e até às 17h30, de segunda a sexta-feira e a partir das 20h00 na entrada do recinto dos espetáculos; aos fins-de-semana, poderão ser levantados, também dois por pessoa, a partir das 17h00 na entrada do recinto dos espetáculos.

- As portas abrirão, pelo menos, uma hora antes do início dos espetáculos e pede-se aos espectadores que compareçam mais cedo, com, pelo menos, meia hora de antecedência para se efetuarem todos os procedimentos de segurança.

- Obrigatório o distanciamento físico de 2 metros no acesso ao recinto.

- Obrigatório o uso de máscara desde o acesso e em todo o tempo que permanecerem no recinto dos espetáculos.

- À entrada no recinto realizar-se-á a medição da temperatura corporal de cada espectador e cada um deve proceder à obrigatória higienização das mãos.

- Os espetáculos terão início à hora marcada e a organização poderá impedir o acesso depois do início dos espetáculos.

- Qualquer espectador que abandone o recinto só pode voltar ao mesmo com novo bilhete, caso haja disponibilidade, cumprindo, novamente, todos os procedimentos de segurança e sem garantia do lugar ocupado previamente.

- Os espectadores devem cumprir rigorosamente todas as instruções dos assistentes, devidamente identificados e em caso algum poderão deslocar as cadeiras e/ou trocar de lugares.

- Apenas será permitido o acesso às instalações sanitárias a duas pessoas de cada vez.

- No final de cada espetáculo, os espectadores deverão permanecer sentados nos seus lugares até serem instruídos pelos assistentes para abandonar o recinto por local diferente da entrada, de forma disciplinada e respeitando o distanciamento físico.

banner_1080x1080_INSTA_Nomes.jpg

“4 QUARTAS DE JAZZ” ARRANCA COM CLASSIC’ON JAZZ QUARTET

Concerto terá lugar no dia 29 de julho, pelas 22H00, no Largo Calouste Gulbenkian em Caminha

Arranca dia 29 de julho mais um grande projeto do Programa Cultural Verão 2020, o “4 Quartas de Jazz”, que vai levar a Moledo, Caminha e Vila Praia de Âncora quatro concertos de música jazz: Classic’On Jazz Quartet,

Quarteto de Jazz com Voz, Quarteto de Jazz com Sax e Quarteto de Jazz com Concertina. O primeiro terá lugar já dia 29, pelas 22H00, no Largo Calouste Gulbenkian, em Caminha. Os bilhetes estarão brevemente disponíveis nos Postos de Turismo do Concelho de Caminha. O concerto é gratuito, mas a reserva de bilhete é obrigatória.

 

Para além do “4 Quartas de Jazz”, são muitas as atividades que o Município está a promover no concelho, adaptadas às imposições da DGS, que pretendem resgatar a cultura para o nosso concelho e mostrar que o Concelho de Caminha é um Destino de Confiança. Lembrámos que estão a decorrer o Vilas People, os percursos temáticos, a Arte na Leira, sessões de cinema, a Cultura de Rua, entre outras.

 O “4 Quartas de Jazz” tem início no dia 29, com o concerto Classic’On Jazz Quartet com Luís Pinto na guitarra, José Paulo Ribeira no piano, Jaime Alvarez no contrabaixo e Paulo Pinto na bateria.

No dia 5 de agosto, o “4 Quartas de Jazz” apresenta o espetáculo Quarteto de Jazz com Voz, com Manuel Linhares na voz, José Paulo Ribeira no piano, Jaime Alvarez no contrabaixo e Paulo Pinto na bateria. O concerto decorrerá na Praça da República, em Vila Praia de Âncora.

O “4 Quartas de Jazz” continua no dia 12 de agosto, em Moledo, no Auditório António Pedro, com o espetáculo Quarteto de Jazz com Sax, com Ana Faria no Sax, José Paulo Ribeira no piano, Jaime Alvarez no contrabaixo e Paulo Pinto na bateria.

O “4 Quartas de Jazz” termina a 19 de agosto, em Caminha, no Largo Calouste Gulbenkian, com o concerto Quarteto de Jazz com Concertina com Luís Pinheiro na concertina, José Paulo Ribeira no piano, Jaime Alvarez no contrabaixo e Paulo Pinto na bateria.

Todos os espetáculos serão em recintos ao ar livre, vedados, com lugares sentados e de entrada gratuita, mediante reserva obrigatória de bilhete, de acordo com as orientações da DGS aplicadas aos equipamentos e espaços culturais. Os bilhetes estarão brevemente disponíveis nos postos de Turismo de Caminha e Vila Praia de Âncora, de segunda a sexta-feira das 9H30 às 13H00 e das 14H00 às 17H30, até ao limite permitido do número de lugares.

FAMALICÃO RECEBE SALVADOR SOBRAL E TIAGO NACARATO

Tiago Nacarato e Salvador Sobral no Anima-te

O Anima-te está prestes a despedir-se do seu primeiro mês e no último fim-de-semana de julho traz até Vila Nova de Famalicão dois nomes bem conhecidos da música portuguesa: Tiago Nacarato e Salvador Sobral.

Cartaz_Horizontal_Salvador_Sobral.jpg

A última semana de julho do programa de verão promovido pela Câmara Municipal arranca esta quarta-feira, dia 22, às 22h00, com a habitual sessão de cinema ao ar livre no Parque da Devesa. Esta semana é exibido o filme “1917”, co-escrito e co-produzido por Sam Mendes e um dos mais premiados do último ano.

Sexta-feira, dia 24, às 19h00, é dia de Devesa Sunset, desta vez com Tiago Nacarato. O cantautor portuense com raízes brasileiras regressa a Famalicão para apresentar o seu álbum de estreia “Lugar Comum”.

Sábado, dia 25 de julho, às 19h00, o palco do Anima-te recebe a fadista Patrícia Costa, o segundo e último nome da sétima edição do Festival de Fado de Famalicão, para “um concerto em jeito de evocação das vivências musicais da fadista, quase um álbum de memórias musicais, recheado de estórias e cantigas”.

A semana termina com Salvador Sobral. O músico e compositor português que em 2017 venceu o Festival da Eurovisão com a música “Amar pelos dois”, lançou em 2019 o seu segundo álbum em nome próprio - “Paris, Lisboa” – que agora se prepara para apresentar ao público famalicense num concerto marcado para este domingo, dia 26 de julho, às 19h00, e inserido no ciclo Jazz na Caixa, organizado pelo “O Eixo do Jazz, Associação Luso-Galaica para Promoção do Jazz” e pela Associação Teatro Construção.

Os espetáculos do Anima-te também se estendem à Casa da Juventude de Famalicão. Este sábado a casa dos jovens famalicenses dá palco a duas bandas do concelho: os Byrd Sno, às 21h30, e os Terra Batida, às 22h00. A entrada nos concertos é gratuita, limitada à lotação do espaço.

De segunda a sábado os famalicenses podem ainda manter a forma com as aulas de desporto ao ar livre do programa Move-te, no Parque da Devesa e nas freguesias. Podem também aproveitar o Mercado Artesanal, na Praça D. Maria II, e os espaços de Street Food espalhados pelo centro da cidade.

Recorde-se que os espetáculos do programa Anima-te, o programa de Verão promovido pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão para os meses de julho, agosto e setembro, estão condicionados à observância das normas impostas pela Direção-Geral da Saúde devido à pandemia da COVID-19.

A entrada nos espetáculos do Anima-te na Devesa, incluindo cinema, só será permitida mediante a apresentação de bilhete. Os ingressos são gratuitos e poderão ser levantados na bilheteira instalada no local do evento (Parque da Devesa), no período das 3 horas que antecede o espetáculo e uma pessoa poderá levantar até 6 ingressos.

Mais informações sobre o Anima-te em www.famalicao.pt/agenda-municipal-famalicao

<http://www.famalicao.pt/agenda-municipal-famalicao>

Tiago Nacarato.jpg

DÓLMEN DA BARROSA, EM VILA PRAIA DE ÂNCORA SERVE DE CENÁRIO AO CONCERTO COM THE LEGENDARY TIGERMAN

O Vilas People continua no dia 25 de julho, pelas 22H00

Despois de Tiago Bettencourt, Vilas People apresenta The Legendary Tigerman no Dólmen da Barrosa, em Vila Praia de Âncora, no dia 25 de julho, pelas 22H00. O Vilas People integra o Programa Cultural Verão 2020, um programa arrojado, adaptado às imposições da DGS, que pretende resgatar a cultura para o nosso concelho e mostrar que o Concelho de Caminha é um Destino de Confiança. Os bilhetes já se encontram disponíveis nos Postos de Turismo do Concelho de Caminha. O concerto é gratuito, mas a reserva de bilhete é obrigatória.

HTBN-08.jpg

The Legendary Tigerman é o nome artístico de Paulo Furtado, artista, vocalista e músico blues português, num estilo de Homem-orquestra (One-man-band).

O Vilas People engloba 8 concertos, todos em recintos ao ar livre, vedados, com lugares sentados e de entrada gratuita, mediante reserva obrigatória de bilhete, de acordo com as orientações da DGS aplicadas aos equipamentos e espaços culturais. Os bilhetes estão disponíveis nos postos de Turismo de Caminha e Vila Praia de Âncora, de segunda a sexta-feira das 9H30 às 13H00 e das 14H00 às 17H30, até ao limite permitido do número de lugares.

O Vilas People ainda vai apresentar: no dia 1 de agosto, Uxía, no Largo Calouste Gulbenkian, Caminha; no dia 8 de agosto, a Banda do Filme “Variações” celebra António Variações, no Forte da Lagarteira, em Vila Praia de Âncora; no dia 15 de agosto, Nataly Tamargo e Francisco Presa, Largo Dr. Luís Fetal Carneiro, em Caminha; no dia 21 de agosto, Elsa Matos Gomes, no Lago da Matriz, em Vila Praia de Âncora; no dia 22 de agosto, Daniel Pereira Cristo, no Largo da Matriz, em Caminha, e no 12 de setembro, em Vila Praia de Âncora, Toy canta Elton John

PONTE DE LIMA É UMA SURPRESA

14 de Julho a 14 de Agosto de 2020

Programação até 22 de Julho

+ Música + Dança + Teatro + Circo

Entradas Gratuitas | Lotação Limitada a 300 Espectadores | Uso Obrigatório de Máscara | Ao Ar Livre e em Segurança

Depois do seu início, a 14 de julho e após a apresentação de 4 espetáculos, o Ponte de Lima é Uma Surpresa pode, dia após dia, ser considerado um autêntico laboratório de aperfeiçoamento de apresentação de espetáculos ao vivo em tempos de pandemia, obedecendo às Orientações da Direção Geral de Saúde e a toda a legislação em vigor, o que o torna procurado por responsáveis de eventos e de salas do país para analisar maneiras de ajustar as suas atividades aos tempos que vivemos.

Equipa de direção, programação e produção, técnicos de palco, de som e de luz, frente de casa, assistentes de sala, pessoal de limpeza, segurança, bem como, o público que procura os espetáculo cada vez em maior número, aprendem consecutivamente as regras e, estes últimos, preparam-se para fruir de espetáculos com novas normas, que, muito provavelmente, ainda perdurarão por um tempo considerável e serão aplicadas, com as devidas adaptações, a recintos fechados, como é o caso do Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, cuja reabertura, para a temporada de 2020-2021 está marcada para o dia 18 de Setembro, cumprindo 124 anos de existência no dia seguinte, 19 de Setembro.

Voltando ao Ponte de Lima é Uma Surpresa, os próximos espetáculos de que desvendamos as datas são os seguintes.

  • 17 de Julho - Sessões às 19h00 e às 22h00 - Circo Contemporâneo: Por Um Fio | Companhia Erva Daninha / Estreia do Espetáculo
  • 18 de Julho - 22h00 - Música: Rui David
  • 19 de Julho - 22h00 - Música: Maria Anadon Latin Jazz Project
  • 20 de Julho - 22h00 - Música: Raquel Boaventura | Intemporal
  • 21 de Julho - 22h00 - Música: Dog´s Bollocks
  • 22 de Julho - 22h00 - Música: B Fachada

banner_PorUmFIO_.jpg

Por Um Fio (Estreia) | Companhia Erva Daninha (Porto) | Circo Contemporâneo

Os artistas de circo não têm medo de correr riscos e assumir plenamente a responsabilidade da sua imprudência e prática indisciplinada. Através de um espetáculo de circo, dois intérpretes utilizam a acrobacia aérea como técnica para procurarem continuamente o equilíbrio entre dois corpos, usando uma corda solta com duas pontas a 7 metros de altura. Esta corda, este fio impermanente e inconstante, altera a perceção do espectador sobre os corpos em cena. Partem desta corda que enforca a necessidade de algo mais do que uma simples conexão. Dependem desta ligação, desta corda que os suspende e que os prende. Que os amarra e os segura. Qualquer ação desencadeia uma consequência no estado do outro, e é esta dependência que os obriga a confiar no outro.

banner_RuiDavid_.jpg

Rui David

O músico e compositor portuense editou o seu álbum de estreia, “Contraluz”, a 20 de Setembro.

Meses depois de ter dado a conhecer o trabalho que estava a desenvolver em estúdio com a sua superbanda, num concerto com lotação esgotada na Casa da Música, chegou o momento de conhecer o tão desejado disco. A concretização de um sonho antigo que regista tudo o que o músico aprendeu ao longo destes anos que tem dedicado à música.

Composto por 11 canções reveladoras da sua história, ora nas suas palavras e composições, ora nas palavras e melodias de outros como Jorge Palma, Manel Cruz, Carlos Tê, Miguel Araújo e Tiago Torres da Silva,

“Contraluz” é a confirmação de que chegou o momento de Rui David. Depois de um longo percurso dedicado às canções, à composição e à interpretação, o músico apresenta-se, finalmente, em disco e em nome próprio.

Mas não está sozinho.

A seu lado está uma banda de prestigiados músicos constituída por: Peixe (Ornatos Violeta), Eduardo Silva (Foge Foge Bandido) no baixo, Ruca Lacerda (Supernada) nas cordas e percussão e Francisco Fonseca (Supernada) na bateria.

Depois de “Sem Medo”, tema da autoria de Jorge Palma com que Rui David se destacou no Festival da Canção 2018, e do single “Homem Novo”, com letra e música de Carlos Tê, segue-se “Sol da Primavera”, composto e interpretado em dueto por Manel Cruz.

banner _MariaAnadon_.jpg

Maria Anadon – These Foolish Things / Maria Anadon Latin Jazz Project

Maria Anadon (Voz) e Victor Zamora (Piano) iniciaram em 2003 um trabalho conjunto em torno das suas raízes musicais, procurando sempre a diversificação de estilos. Como em qualquer projeto e após a maturidade do mesmo, sentiram a necessidade de alargar o conceito integrando Nelson Cascais (Contra-Baixo), Joel Silva (Bateria) e Gonçalo Sousa (Harmónica) aliando, assim, a recriação de velhos, mas sempre renovados, standarts com cores diferentes de sabor latino.

Nos seus espetáculos, sensualidade, doçura e sofisticação alinham-se numa harmonia perfeita, num misto de elegância e provocação.

Maria Anadon – Voz

Victor Zamora – Piano

Nelson Cascais – Contrabaixo

Gonçalo Sousa – Harmónica

Joel Silva – Bateria

Aquando da apresentação do These Foolish Things no Festival Kulturwerkstatt de Paderborn (Alemanha), nos finais de 2018, a crítica não poupou elogios à formação (tradução de Manuel Campos – Frankfurt/Alemanha):

O ardente Jazz das caves de Lisboa

"Concerto com Maria Anadon e seu quarteto, ponto alto da semana festiva na Kulturwerkstatt de Paderborn (Alemanha).

Paderborn – Os 30 anos de existência da instituição Oficina de Cultura – “Kulturwerkstatt” – de Paderborn foram festejados durante 6 dias.

Ponto alto dos festejos foi certamente o concerto da cantora portuguesa Maria Anadon, com o seu quarteto de Jazz latino, no sábado, no café local.

Convidada pelo Club de Jazz de Paderborn e pela Associação Cultural "Os Lusitanos“, a cantora de Jazz de puro sangue deixou vislumbrar no seu primeiro concerto na Alemanha algo da atmosfera existente no cenário de Jazz de Lisboa.

Antes de ela ocupar o palco com a sua voz sonora e vital, os três músicos que a acompanhavam começaram a preparar o público para uma noite de Jazz profissional. O chefe do trio instrumental é o pianista cubano Victor Zamora que, com o seu constante, rítmico e acentuado jeito de tocar o piano, garante, de forma contínua, a estrutura de apoio melódico da canção.

As suas introdutórias sequências tonais permanecem ao mesmo tempo decentes e expressivas, mas presentes em segundo plano, enquanto o baterista Joel Silva marca o ritmo de forma acentuada e subtil – em geral de forma não espetacular, mas com batidas cuidadosamente acentuadas das suas varas de percussão e suas vassouras giratórias.

O terceiro do grupo é Nelson Cascais, considerado um dos mais procurados baixistas portugueses do Jazz. Incansável, ele desliza as suas claramente dedilhadas linhas básicas, pelo braço do seu Contrabaixo. Dele retira sons de Swing e de Groove, para deleite de seus ouvintes.

Maria Anadon utiliza esta variável estrutura musical para fazer incursões pelo Jazz clássico, passando por títulos melancólicos do Swing, chegando até às formas latinas, com um sabor de folclore e cheias de temperamento.

Então ela torna-se a Diva do Jazz, que não canta só simplesmente as suas canções, mas também as interpreta com gestos e mímica. Quem a ouve cantar o título "What A Difference A Day Makes“ fica logo convencido de que o Amor transforma um dia normal em algo de especial. Isso é recompensado com contínuos aplausos de agradecimento."

banner_RaquelBoaventura_.jpg

Raquel Boaventura | Intemporal

Quem nunca experienciou aquela lágrima ao escutar e sentir o fado, aquela emoção peculiar e pessoal, que torna este género musical único e Intemporal?

Beber o fado nas suas verdadeiras raízes é transportar na alma o sentimentalismo e a fé de ser Português. No entanto, o fado é vivencial e transforma-se com os tempos, adapta-se e converte-se, sem nunca trair as suas convicções e sonoridade característica.

Se comentar ou falar sobre o fado é um risco de se pecar por defeito, falar de novos nomes é um prazer acrescido, uma descoberta que vale a pena tentar.

Raquel Boaventura é uma nova aventura, um diamante em bruto a ser lapidado, uma voz que bebe nas fontes de Teresa Salgueiro e, quiçá, de uma Amália Rodrigues, a empatia da simplicidade e da pureza.

“Intemporal” é o primeiro trabalho da cantora, complemento direto de vivências e emoções transpostas pelo correr das horas, do tempo.

Acompanhada por cinco músicos em palco, Raquel Boaventura canta autores tão díspares como Florbela Espanca, passando por Pedro Aires Magalhães, Luís de Camões e Pedro Homem de Mello, não esquecendo a grande Amália Rodrigues.

A voz de Raquel Boaventura, cristalina e suave, emociona e transforma as palavras em história.

banner _DogsBollocks_  (1).jpg

Dog´s Bollocks

Os Dog's Bollocks são uma banda composta por dois elementos (duas guitarras, voz e meia bateria) e movem-se livremente entre os Blues e o Rock ‘n’ Roll, destilando influências que vão de Jack White a Legendary Tigerman e tudo o que há no meio.

Single Malt Blues é o álbum que dá o mote para uma viagem por sonoridades com raízes no Blues, mas que se estendem para outras paragens, contando histórias, criando personagens e dando uma abordagem moderna aos sons de antigamente.

Voz, guitarra, bateria _ Luís Leitão

Voz, guitarra _ Daniel Martins

Em 24 de Janeiro lançaram o primeiro single de avanço do seu novo álbum que se espera seja editado ainda este ano.

“Special Needs” é uma música que eleva o espírito livre do Rock ‘n’ Roll, em detrimento dos bens materiais e do consumismo. O vídeo foi realizado por Hugo Cardoso Dos Santos e contou com a participação de vários músicos da zona centro.

banner_ BFachada_ .jpg

B Fachada

Escreve canções que dão mostras de ser recebidas como ciência social, mas o inverso também é verdadeiro. Tem muitos descendentes, mas é mais que a soma dos por si influenciados. Na música popular portuguesa do século XXI não há outra figura como B Fachada, o nome artístico de Bernardo Fachada, compositor, multi-instrumentista, produtor. Nascido em 1984, estudou música no Instituto Gregoriano de Lisboa e aprendeu piano. Mais tarde, frequentou a escola do Hot Clube de Portugal e, na Universidade, cursou Estudos Portugueses. Desde 2007 tem-se notabilizado por um espantoso, e até certo ponto impiedoso, ritmo de edições, através do qual frequentemente subverte o cânone e converte os dogmáticos, baralha as expectativas e expectora a maralha, coça rótulos, caça ruturas. Entre formatos físico e digital, lançou cinco EP (destacando-se o remoto “Viola Braguesa”, uma reflexão sobre o conceito da tradição e suas traições, ou o split com as Pega Monstro, de 2015, em reflexo da amizade e acuidade estética), três mini álbuns charneira (“Há Festa na Moradia”, que teve edição física em vinil, “Deus, Pátria e Família”, que aparentou parar o país, e “O Fim”, com que anunciou uma pausa sabática) e seis registos de longa-duração (da discussão das questões de moral associadas ao universo infanto-juvenil de “B Fachada é Pra Meninos” e do manifesto de pop batumada que foi “Criôlo” até ao homónimo de 2014, criado com recurso a samples burilados, programações barrocas, batidas apátridas). O seu impacto conjunto testa os limites daquilo que, neste domínio, se entende por produção cultural.

Entre 2009 e 2012, fez também parte da banda Diabo na Cruz, com a qual percorreu o país de lés a lés. Ainda em início de carreira, o realizador Tiago Pereira dedicou-lhe o documentário “Tradição Oral Contemporânea”. Com Minta e João Correia lançou uma versão integral do álbum “Os Sobreviventes”, de Sérgio Godinho, com quem já atuou ao vivo. Dividiu igualmente palcos com Dead Combo, Lula Pena, Manel Cruz, Manuela Azevedo, Márcia, Norberto Lobo, Nuno Prata ou Samuel Úria. Fez primeiras partes para Kurt Vile e Vashti Bunyan. Tocou ocasionalmente fora de portas, em Berlim, Barcelona ou Praga, mas nunca foi ao Brasil, onde possui uma dedicada legião de fãs. Apresentou-se nas mais emblemáticas salas de espetáculo portuguesas, mas muitos recordam com mais carinho as atuações divulgadas em cima da hora, em inesperados espaços que continuamente esgotam. E além de se ler tudo o que sobre a sua carreira foi escrito – num dossier de imprensa sem paralelo entre os seus pares – ou de se testemunhar o ato de comunhão em que se transformaram os seus concertos, basta seguir as sedes virtuais em que opera para se compreender tratar-se de um autor tão ouvido quanto vivido. Talvez por isso se diga que a sua obra é indistinguível de quem a consome. Ou que biografia e alegoria são inseparáveis na sua contundente escrita. Mas, se perto de uma década de atividade artística profissional independente sugere alguma coisa é a de que, como poucos, Fachada está interessado em questionar convenções no seu próprio tom, no seu próprio tempo, nos seus próprios termos.

Tendo em consideração a salvaguarda de todos os espectadores, deverão ser cumpridas algumas normas e orientações, a saber:

- Foi elaborado e amplamente divulgado, para além de poder ser consultado no local, o Plano de Contingência do recinto e do evento Ponte de Lima é Uma Surpresa.

- A lotação máxima do recinto será de 300 lugares sentados, devidamente espaçados, podendo ser reduzida de acordo com a natureza do espetáculo.

- Será proibido assistir aos espetáculos em pé.

- Os bilhetes para acesso a qualquer um dos espetáculos do Ponte de Lima é Uma Surpresa são gratuitos, mas obrigatórios, não sendo permitida a entrada no recinto a quem não for portador de bilhete de entrada.

- Os bilhetes poderão ser levantados, nos dias correspondentes à realização de cada espetáculo, no máximo de dois por pessoa, na bilheteira do Teatro Diogo Bernardes, a partir das 10h00 e até às 17h30, de segunda a sexta-feira e a partir das 20h00 na bilheteira da entrada do recinto do Ponte de Lima é Uma Surpresa, também dois por pessoa.

- Para os espetáculos dos fins-de-semana, os bilhetes deverão ser levantados, nos dias correspondentes à realização de cada espetáculo, no máximo de dois por pessoa, na entrada do recinto do Ponte de Lima é Uma Surpresa, a partir das 17h00.

- Obrigatório o distanciamento físico de 2 metros no acesso ao recinto e às bilheteiras ( a lotação da bilheteira do Teatro Diogo Bernardes é de 1 pessoa).

- É obrigatória a medição de temperatura de todos os presentes, sem registo escrito, à entrada do recinto.

- É obrigatória a higienização das mãos à entrada no recinto.

- É obrigatório o uso de máscara por parte do público durante todo o tempo dos espetáculos.

- As portas abrirão, pelo menos, uma hora antes do início dos espetáculos e pede-se aos espectadores que compareçam mais cedo, com, pelo menos, meia-hora de antecedência para se efetuarem todos os procedimentos de segurança.

- A abertura do recinto será antecipada para assegurar o acesso ao mesmo à chegada ao recinto, devendo os espectadores dirigir-se de imediato aos lugares indicados pelos assistentes de sala, cumprindo rigorosamente as instruções dos mesmos.

- Os acessos abrirão, pelo menos, uma hora antes do início dos espetáculos e os espectadores devem comparecer mais cedo, com, pelo menos, meia-hora de antecedência para se efetuarem todos os procedimentos de segurança.

- A permanência nos locais de atendimento deve ser limitada ao tempo estritamente necessário à realização do atendimento.

- Os espetáculos terão início à hora marcada e a direção e/ou produção poderá impedir o acesso ao recinto depois do início dos espetáculos.

- Existirão lugares juntos para 4 coabitantes, 3 coabitantes, 2 coabitantes e lugares individuais.

- Grupos de mais de 4 coabitantes terão que, obrigatoriamente, ser separados, cumprindo o previsto no ponto anterior.

- Existirá um espaço reservado a cidadãos portadores de deficiência e respetivos acompanhantes.

- Qualquer espectador que abandone o recinto só pode voltar ao mesmo com novo bilhete, caso haja disponibilidade, cumprindo, novamente, todos os procedimentos de segurança e sem garantia do lugar ocupado previamente.

- Os espectadores devem cumprir rigorosamente todas as instruções dos assistentes de sala, devidamente identificados e em nenhum caso poderão trocar de lugares ou deslocar-se pelo recinto sem motivo justificado.

- Nas instalações sanitárias, feminina e masculina, apenas serão permitidas duas pessoas em simultâneo, situação que será sempre controlada por um assistente de sala à entrada das mesmas.

- Não é permitida a entrada no recinto com garrafas de vidro.

- No final de cada espetáculo, os espectadores deverão, obrigatoriamente, permanecer sentados nos seus lugares até serem instruídos pelos assistentes de sala para abandonar o recinto, por local diferente da entrada, de forma disciplinada e respeitando o distanciamento físico.

- Não será permitida a permanência de espectadores no interior do recinto após o final dos espetáculos.

- Será elaborado e amplamente divulgado o Plano de Contingência do recinto e do evento Ponte de Lima é Uma Surpresa.

- A lotação máxima do recinto será de 300 lugares sentados, devidamente espaçados, podendo ser reduzida de acordo com a natureza do espetáculo.

- Será proibido assistir aos espetáculos em pé.

- Os bilhetes, obrigatórios para entrada, serão gratuitos e poderão ser levantados, dois por pessoa, no Teatro Diogo Bernardes, a partir das 10h00 e até às 17h30, de segunda a sexta-feira e a partir das 20h00 na entrada do recinto dos espetáculos; aos fins-de-semana, poderão ser levantados, também dois por pessoa, a partir das 17h00 na entrada do recinto dos espetáculos.

- As portas abrirão, pelo menos, uma hora antes do início dos espetáculos e pede-se aos espectadores que compareçam mais cedo, com, pelo menos, meia-hora de antecedência para se efetuarem todos os procedimentos de segurança.

- Obrigatório o distanciamento físico de 2 metros no acesso ao recinto.

- Obrigatório o uso de máscara desde o acesso e em todo o tempo que permanecerem no recinto dos espetáculos.

- À entrada no recinto realizar-se-á a medição da temperatura corporal de cada espectador e cada um deve proceder à obrigatória higienização das mãos.

- Os espetáculos terão início à hora marcada e a organização poderá impedir o acesso depois do início dos espetáculos.

- Qualquer espectador que abandone o recinto só pode voltar ao mesmo com novo bilhete, caso haja disponibilidade, cumprindo, novamente, todos os procedimentos de segurança e sem garantia do lugar ocupado previamente.

- Os espectadores devem cumprir rigorosamente todas as instruções dos assistentes, devidamente identificados e em caso algum poderão deslocar as cadeiras e/ou trocar de lugares.

- Apenas será permitido o acesso às instalações sanitárias a duas pessoas de cada vez.

- No final de cada espetáculo, os espectadores deverão permanecer sentados nos seus lugares até serem instruídos pelos assistentes para abandonar o recinto por local diferente da entrada, de forma disciplinada e respeitando o distanciamento físico.

PROJETO PHOLE LANÇA "LAURA" DE JOÃO GIGANTE EM VIANA DO CASTELO

O projeto PHOLE lança nova música. “Laura” é um tema que aborda a viagem deste tocador pelas suas memórias e a vontade de trazer a concertina ao “presente”. Um projecto de Viana do Castelo que conta com um percurso de trabalho onde se destacam vários concertos realizados na sua cidade, mas também com destaque nos concertos realizados em 2019 na Festa de Outono de Serralves e no Museu da Fundação Calouste Gulbenkian. Esta música foi o último tema construído ainda nesta situação de confinamento.

1467210_10200498014127703_1899491917_n.jpg

Ainda sobre o tema lançado o autor escreve:

“Esta foi uma das mulheres que mudou a minha vida. Enquanto criança sentava-me todos os dias aos pés da sua cama: foi nesta troca de emoções que descobri que a tradição nunca foi nem será algo estanque, que o mundo que soma olhares “etnográficos” é uma mutação constante.

"Essa não era assim que se tocava…" Fico com estas memórias guardadas no meu bolso de peito, no seu fundo, para que dele nunca saiam. Este novo tema, que viaja através de objectos traduzidos em memórias, busca a simplicidade que um “gesto” pode trazer ao nosso mais perdido pensamento, algo que no seu toque não se traduz apenas em algo material. Um pedaço de linha, de papel… o cheiro guardado pelo tempo, disperso em cada memória aqui “cravada”, levaram a assumir hoje esta música como uma poética homenagem à força do avanço, num mundo onde cada dia é mais uma possível “pedra no sapato” e onde já foi mais difícil “poder andar descalço”.

Uma concertina que viaja pela memória presente da minha avó, mulher que deixou uma soma de palavras que fazem hoje de charneira entre o abrir e o fechar deste fole, na procura da verdadeira reação/acção de um pensamento livre.”

Link do tema: https://www.youtube.com/watch?v=WzVY8JECSw4

BIO

João Gigante, “tocador” do projecto PHOLE, nasce em Viana do Castelo em 1986. Licenciado em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes do Porto e com Mestrado em Comunicação Audiovisual (Fotografia) na Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto, começa desde muito novo a interessar-se pelas pessoas e pelas vivências do seu lugar de origem, Perre (Viana do Castelo), tornando estes conceitos parte do seu trabalho e do seu percurso artístico. Um tocador que quer viajar da eira para um outro espaço, das suas memórias para um presente em construção. O projecto PHOLE é uma pesquisa sobre o acordeão, neste caso em particular o acordeão diatónico, chamado de concertina. Na sua pesquisa existe uma ligação permanente, que advém também da sua pesquisa visual e que tem que ver com o encontro com a memória, com o seu passado e as "narrativas" do lugar onde pertence. Uma ligação permanente e construtiva sobre quem habita o seu quotidiano ou já habitou.

SINOPSE

Há muitos anos, na bruma da serra, nasce o tocador do PHOLE. Quando os pássaros não bastam para colmatar o vazio sonoro e as árvores já não trauteiam canções orgânicas, os caminhos já não nos levam onde queremos ir. Na senda da descoberta infinita da regra desarticulada, do meandro absoluto do desapego sensível, encontra-se a forma abstrata de transformar reações cognitivas em padrões e reações sonoras. Se outrora o medo de se perder a “forma/fôrma” ocupou a consciência dos ouvidos plurais, interessa agora tornar este instrumento num respeitado objecto de reprodução sonora. Transformar as sequências sonoras em vivências: reacções e acções.