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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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BANDA DE MÚSICA DE PONTE DE LIMA COMEMORA 229 ANOS DE EXISTÊNCIA

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No livro "Apontamentos Históricos da Vila de Ponte de Lima – Banda de Ponte de Lima", compilado por A.M.S.C., datado de Junho de 1977, arquivado na Biblioteca Municipal de Ponte de Lima, pode ler-se: "Pelos documentos existentes no Arquivo Municipal desta Vila, prevê-se que a primeira banda fundada nesta vila, que data dos anos 1788 a 1790."

A partir de 1850, a Banda de Música de Ponte de Lima, após algum tempo de actividade, passou a estar ligada aos Bombeiros até 1900. No princípio do ano de 1979, por iniciativa de alguns músicos e amigos, foi constituída a associação "Grupo de Cultura Musical de Ponte de Lima", na qual está integrada a Banda de Música de Ponte de Lima, e cujos estatutos foram publicados no Diário da República, III Série, Nº117, de 22 de Maio de 1979. Em 2 de Outubro de 1987 foi atribuído ao "Grupo de Cultura Musical de Ponte de Lima" o estatuto de Entidade de Utilidade Pública assinada pelo Exmo. Sr. Primeiro-Ministro Dr. Aníbal Cavaco Silva e publicada no Diário da República, II Série, Nº239, de 17 de Outubro de 1987.

É associada de pleno direito da Federação Regional de Bandas Filarmónicas do Minho com o Nº4 e é também associada do INATEL.

A Banda de Música de Ponte de Lima está a passar e tem passado por diversos momentos triunfais devido à regência de digníssimos maestros, ao empenho dos músicos executantes e à dedicação e alegria com que todos envergam a farda. Actualmente a Banda de Música de Ponte de Lima é dirigida pelo jovem Maestro limarense Gaspar André Fernandes Pereira Lima.

Tem como director artístico o digníssimo Maestro Major José Custódio da Silva Gonçalves. Já participou em vários certames e festivais tanto a nível nacional como internacional, dentre os quais podemos destacar: Festival de Bandas do Alto Minho; Covões (Coimbra); Mimosa 81; Aniversário da Banda de Espinho; Festival de Ponte de Lima (1991); Festival de Bandas de Vila Nova de Cerveira (2010). Gala Dançante; Pontevedra; Porrinho; Rosal, Beade e Las Neves, estes últimos em Espanha.

A Banda de Música de Ponte de Lima é presença assídua nos "Concertos de Inverno" realizados pela Câmara Municipal de Ponte de Lima. Tem um repertório muito diversificado, do clássico ao ligeiro, contando também com marchas, rapsódias e tudo o que é habitual tocarem nas bandas filarmónicas.

A Banda de Música de Ponte de Lima é composta por cerca de 75/80 elementos na sua maioria jovens, de ambos os géneros. A média de idade dos seus executantes ronda os 24 anos tendo sido formados na Escola de Música da Banda de Música de Ponte de Lima.

A nossa banda tem uma Escola de Música que funciona todo o ano, aos Sábados de manhã e de tarde, de maneira quase gratuita, basta os pais serem sócios. A finalidade desta escola é formar alunos para que sejam integrados na nossa banda.

É objectivo da Banda de Música de Ponte de Lima e da Associação do Grupo de Cultura Musical de Ponte de Lima desenvolver na população o gosto pela música, desenvolver nas crianças e jovens o grau de autonomia, de responsabilidade e laços de solidariedade, ocupar os jovens em actividades úteis para que se possa construir uma sociedade melhor. É também prioridade da nossa Banda divulgar cada vez mais a Nossa Terra, a antiquíssima e maravilhosa Vila de Ponte de Lima.

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CONCERTO EM PONTE DA BARCA DA BANDA AMERICANA SWAY WILD ENCERRA TOUR PELA PENÍNSULA IBÉRICA

Ponte da Barca recebe os Sway Wild para o concerto de encerramento da tour pela península ibérica desta banda Americana, no sábado 16 de Novembro, na Casa da Cultura de Ponte da Barca. O concerto está agendado para as 21h45. A entrada é gratuita.

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Sway Wild é uma banda de origem na pequena ilha do mar de Salish. Após uma viagem de barco de dois meses pelas ancoragens remotas da Colômbia Britânica, a aclamada dupla de indie folk formada por Dave McGraw e Mandy Fer, e acompanhada pelo amigo de longa data Thom Lord, retornou à sua casa em San Juan Island, Washington, como novas ideias para explorar. O resultado foi nada menos que uma epifania artística, resultado de uma evolução do som que clamava em voz alta por um novo nome. Sway Wild lançou o álbum de estreia auto-intitulado a 13 de Setembro.

As músicas de Sway Wild navegam pelos cantos do rock, folk, pop, jazz, progressivo e funk. No seu núcleo, é uma música saturada de gratidão por vidas gozadas de partilha e de humildade compartilhada. McGraw diz: “Queremos fazer música que permita às pessoas sentirem o que precisam sentir.” As maravilhosas harmonias de Fer e McGraw, combinadas com letras em movimento, servem tanto para processar, quanto para compartilhar sua alegria, tristeza e frustração com uma sociedade complexa e profundamente imperfeita.

O disco lançado neste Outono foi gravado em Portland, Oregon, Fer e McGraw abandonaram sua abordagem acústica bem estabelecida num crountry muito próprio, cada um regressando aos instrumentos em que iniciaram as respectivas trajetórias musicais na adolescência. Com Fer concentrando-se na guitarra, McGraw atrás de uma bateria pela primeira vez em mais de uma década de ausensia, e Lord no baixo elétrico, o trio se permitiu redescobrir tudo o que amava em fazer música. Esta nova formação em trio emergiu como uma banda totalmente formada, orgânica e inesperadamente, com um som transformado. Com um novo senso de propósito, o novo material foi aperfeiçoado em tournées nos Estados Unidos e na Europa.

AMARES HOMENAGEIA ANTÓNIO VARIAÇÕES

António Variações vai ser homenageado a 7 de dezembro

O filho da terra, António Variações, vai ser homenageado no dia 7 de dezembro, mês em que o ícone da música faria 75 anos.

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A iniciativa vai decorrer no Mosteiro de Santo André, em Rendufe, a partir das 20h45, com um recital de música de câmara a marcar o início desta homenagem. O momento vai ser protagonizado pelo Re: Flexus Trio, constituído pelas instrumentistas Ana Sofia Matos (clarinete), Maria Isabel Mendonça (piano) e Mariana Morais (Viola d’ arco). Durante o recital vai estar exposta a obra Variações, em resina cristal, da autoria de Rueffa, artista plástica, a qual fará uma breve apresentação no intervalo do recital.

No final, vai ter lugar a entrega, a título póstumo, da Medalha de Mérito Concelhio – Grau Ouro, da Câmara Municipal de Amares a António Joaquim Rodrigues Ribeiro (António Variações).

A homenagem vai ser levada a cabo pela Câmara Municipal de Amares em articulação com a Comissão Promotora da Homenagem a António Variações (2018-2020), Junta de Freguesia de Rendufe e a Paróquia de Rendufe (Santo André).

JOAN AS POLICE WOMAN | JOANTHOLOGY EM PONTE DE LIMA

16 de Novembro – 22h00 – Teatro Diogo Bernardes – Ponte de Lima

No próximo sábado, 16 de Novembro, às 22h00, um dos momentos mais esperados da programação do Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, em 2019 e na presente temporada – o concerto de Joan as a Police Woman, na tour Joanthology.

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A estado-unidense Joan Wasser é Joan as Police Woman. Desde Real Life, o primeiro disco, passaram-se 7 álbuns e 15 anos de canções que agora nos aparecem embrulhados numa antologia com nome próprio.

Joanthology, fonética feliz para brincar com a ideia de selecção e mistura de alguns momentos do percurso a solo desta violinista de formação — que trabalhou com Antony and the Johnsons, Rufus Wainwright ou Elton John —, é uma retrospetiva em 3 CDs que também inclui inéditos, uma versão de Prince e uma secção Live at the BBC.

Joan As Police Woman lançou em Maio a sua primeira antologia, que reúne trinta das suas maiores canções, entre raridades e material nunca lançado.

Esse registo retrospectivo concentra os melhores momentos de 15 admiráveis anos de escrita de canções.

Pensando nisso, Joan Wasser decidiu seguir estrada fora apresentando a sua música despida até à sua essência, ao piano e à guitarra.

Em Ponte de Lima, Joan As Police Woman apresentar-se-á a solo, um formato há muito desejado pelos seus seguidores desde que lançou o seu disco de estreia, Real Life, em 2006.

E, provavelmente, ainda haverá tempo para algumas versões de um segundo disco dedicado às covers que se prepara para lançar num futuro breve.

Bilhetes à venda (10,00€) e mais informações no Teatro Diogo Bernardes, pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt

TERRAS DE BOURO REALIZA ENCONTRO DE BANDAS FILARMÓNICAS

Vº Festival de Bandas Filarmónicas decorreu em Terras de Bouro

A Banda Musical de Carvalheira assinalou as comemorações do Dia da Banda, evento que se realizou a 1 de novembro na Basílica de S.Bento da Porta Aberta e no dia 2 de novembro na Igreja de Moimenta, sede do concelho.

No âmbito do processo de intercâmbio com a Orchestre D´harmonie, esta prestigiada banda francesa de Clermont-Ferrand foi a convidada do festival de bandas a par da Banda Musical de Carvalheira.

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O FENÓMENO DA EMIGRAÇÃO NA MÚSICA PORTUGUESA

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  • Crónica de Daniel Bastos

A emigração, parte integrante da história e cultura nacional, tem sido ao longo dos anos uma profícua fonte de inspiração para inúmeros cantores, letristas, compositores e artistas, que nos mais diversos estilos musicais têm evocado as agruras da partida e da saudade de quem demanda no estrangeiro melhores condições de vida.

Os mais antigos recordar-se-ão seguramente da voz suave e triste de Adriano Correia de Oliveira que interpretou o “Cantar de Emigração”, com letra de Rosalia de Castro e música de José Niza. Uma das mais emblemáticas trovas do cantor de intervenção, o “Cantar de Emigração” constitui um retrato fidedigno da emigração portuguesa “a salto” para França nos anos 60, um período marcado pela saída maciça de jovens, sobretudo do Norte de Portugal, impelidos pela miséria rural, a ausência de liberdade e a fuga ao cumprimento do serviço militar, antecâmara da incorporação na Guerra Colonial.

Esta experiência marcante de fuga à pobreza de centenas de milhares de portugueses, que na sua maioria encontraram nos setores da construção civil e de obras públicas da região de Paris, cidade que muitos conheceram como expressa António Barreto “antes de ir a Lisboa ou de ver o mar”, seria celebrizada nos anos 80 com o tema “Um Português (Mala de Cartão) ” de Linda de Suza, uma das mais afamadas cantoras lusas, emigrante em França. Ainda em terras gaulesas, os anos 90 assistiram ao sucesso entre a comunidade portuguesa de Graciano Saga, um cantor popular que ficou conhecido com músicas sobre a Diáspora, de que se destaca o tema "Vem devagar emigrante" e "Amiga Emigrante".

A influência do fenómeno da emigração na expressão musical portuguesa não se cinge ao passado mais recente ou às canções de intervenção e música popular. A multiplicidade de projetos musicais onde está retratada na atualidade a temática da emigração vai desde o Fado e a Pop, singularmente representada em 2013 no dueto de Pedro Abrunhosa com o fadista Camané, que no tema “Para os braços da minha mãe” abordam a nova vaga de emigração; até ao Rap, discurso rítmico com rimas e poesias que o rapper brigantino Jorge Rodrigues e a cantora Vanessa Martins usaram em 2016 na música “Filha de emigrantes”, uma composição que retrata a vida hodierna dos emigrantes e a saudade que sentem da família e do país de origem.

BANDA MUSICAL DE OLIVEIRA (BARCELOS) REPRESENTA O MINHO EM LISBOA NO DESFILE DE BANDAS FILARMÓNICAS NAS COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO DE 1640

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios.

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É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC.

A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro, e com a colaboração da CMP – Confederação Musical Portuguesa. Agradecemos também o apoio facultado pelo "Recheio" e pelo "Amanhecer", assim como a cobertura e transmissão pela RTP.

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas "1º de Dezembro" foi um êxito em 2012, 2013, 2014, 2015, 2016, 2017 e 2018. Será êxito maior em 2019.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 2.000 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 8ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

  • Grupo de Bombos de Atei (Mondim de Basto)

BANDA NACIONAL:

  • Banda Sinfónica do Exército

BANDAS FILARMÓNICAS:

  • La Filarmónica de Olivenza (Olivença)
  • Banda Nova de Fermentelos (Águeda)
  • Banda Musical de Oliveira (Barcelos)
  • Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)
  • Banda Filarmónica de Odemira (Odemira)
  • Banda Filarmónica de Carviçais (Torre de Moncorvo)
  • Banda Filarmónica de Felgar (Torre de Moncorvo)
  • Sociedade Filarmónica de Louriçal do Campo (Castelo Branco)
  • Orfeão de Castelo Branco (Castelo Branco)
  • Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical) - com o Grupo de Cantares de Pedrógão de São Pedro (Adufes) (Penamacor)
  • Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)
  • Associação Filarmónica Progresso Pátria Nova de Coja (Arganil - Coja)
  • Associação Filarmónica União Verridense (Montemor-o-Velho)
  • Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)
  • Banda Filarmónica da Casa do Povo de Penacova (Penacova)
  • Sociedade Filarmónica Penelense (Penela)
  • Sociedade Filarmónica Municipal Redondense (Redondo)
  • Banda Filarmónica União Montoitense (Redondo)
  • SUA - Sociedade União Alcaçovense (Viana do Alentejo)
  • Banda Torroselense Estrela D'Alva (Seia)
  • Sociedade Filarmónica Alvaiazerense de Santa Cecília (Alvaiázere)
  • Banda Comércio e Indústria (Caldas da Rainha)
  • Banda da Escola de Música da Juventude de Mafra (Mafra)
  • Sociedade Filarmónica Galveense (Ponte de Sôr)
  • Banda Musical Leverense (Gaia)
  • Sociedade da Banda Republicana Marcial Nabantina (Tomar)
  • Sociedade Velha Filarmónica Riachense (Torres Novas - Riachos)
  • Sociedade Filarmónica União Agrícola de Pinhal Novo (Palmela)
  • Banda Musical Rerizense (Castro Daire)
  • Associação Filarmónica, Cultural, Recreativa e Humanitária de Nagoselo do Douro (S. João da Pesqueira)
  • Banda de Música de Sendim (Tabuaço)
  • Sociedade Filarmónica Tondelense (Tondela)
  • Banda Municipal de Santana (Madeira - Santana)
  • SFUCO – Sociedade Filarmónica União e Capricho Olivalense (Lisboa)

Será um total de 36 entidades, integrando 1 grupo de percussão, 1 grupo coral, 1 banda nacional militar e 33 bandas filarmónicas civis.

Cerca de 2.000 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país, irão descer a Avenida da Liberdade para celebrar Portugal, a Independência nacional e a Restauração, através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores, para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes, sob a direcção do Maestro Major Alexandre Coelho, da Banda Sinfónica do Exército.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas.

A apoteose final, com os músicos de todas as bandas formados em parada junto ao Monumento aos Restauradores, consiste na interpretação sequencial, como se de uma só orquestra se tratasse, dos Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

A Banda Musical de Oliveira foi fundada em 1782 por António Gomes Ferraz, por ocasião dos festejos organizados para celebrar a conclusão das obras da reconstrução da Igreja Paroquial de Oliveira.

Nesse tempo, era pároco da freguesia o padre João Machado da Silva Ribeiro, que promoveu a apresentação da Banda de Música. Após a sua fundação, a Banda Musical de Oliveira esteve sempre em actividade, embora só a 15 de Novembro de 1965 tenham sido elaborado os seus estatutos, que a definem como uma a associação cultural, musical, artística e recreativa, inscrita nas Federações de Música e nos organismos oficiais da cultura.

Em Janeiro de 1982, comemorou-se o Bicentenário da Banda Musical de Oliveira, sob a regência de Cândido Alberto Capela Bastos, com um vasto programa que incluiu inúmeras actuações que encerraram com uma homenagem ao Fundador. É desde esse ano sócio honorário dos Bombeiros Voluntários de Barcelinhos. Em 1983, é-lhe atribuída pela Liga dos Bombeiros Portugueses a Medalha de Ouro – Serviços distintos.

Em 1995, por altura das comemorações do Dia Mundial da Música, em Barcelos, a Banda Musical de Oliveira foi condecorada com a Medalha de Mérito Cultural pelo Governo Português. Em 2007 comemorou 225 anos ao serviço da Musica.

Actualmente, a Banda Musical de Oliveira é regida por Hugo Ribeiro e tem em funcionamento uma Escola de Música, com actividades diárias, onde presta serviço no campo do ensino da música, a cerca de 60 jovens, de ambos os sexos e de todas as idades.

8º ENCONTRO LUSO GALAICO DE MÚSICA POPULAR

Com organização do Grupo Popular “Os Teimosos” e apoio da Câmara Municipal de Monção, o 8º Encontro Luso Galaico de Música Popular realiza-se no próximo sábado, dia 9, pelas 21h30, no Cine Teatro João Verde. A entrada, no valor de 3,50 €, pode ser adquirida na Loja Interativa de Turismo ou naquele equipamento cultural.

Além do grupo anfitrião, a 8º Encontro Luso Galaico de Música Popular reserva atuações de Jorge Nande, de Monção, Grupo Zaatam, de Satão, Grupo de Gaitas de Xuntanza, de Rendufe, Tui, e Banda de Salvaterra de Miño, os dois últimos da vizinha Galiza.

Este intercâmbio musical e cultural promete uma noite animada com os sons caraterísticos desta região transfronteiriça, sendo marcado pelo convívio e confraternização entre os agrupamentos presentes e o público das duas margens do rio Minho.

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CONCERTO EM PONTE DA BARCA DA BANDA AMERICANA SWAY WILD ENCERRA TOUR PELA PENÍNSULA IBÉRICA

Ponte da Barca recebe os Sway Wild para o concerto de encerramento da tour pela península ibérica desta banda Americana, no sábado 16 de Novembro, na Casa da Cultura de Ponte da Barca. O concerto está agendado para as 21h45.

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Sway Wild é uma banda de origem na pequena ilha do mar de Salish. Após uma viagem de barco de dois meses pelas ancoragens remotas da Colômbia Britânica, a aclamada dupla de indie folk formada por Dave McGraw e Mandy Fer, e acompanhada pelo amigo de longa data Thom Lord, retornou à sua casa em San Juan Island, Washington, como novas ideias para explorar. O resultado foi nada menos que uma epifania artística, resultado de uma evolução do som que clamava em voz alta por um novo nome. Sway Wild lançou o álbum de estreia auto-intitulado a 13 de Setembro.

As músicas de Sway Wild navegam pelos cantos do rock, folk, pop, jazz, progressivo e funk. No seu núcleo, é uma música saturada de gratidão por vidas gozadas de partilha e de humildade compartilhada. McGraw diz: “Queremos fazer música que permita às pessoas sentirem o que precisam sentir.” As maravilhosas harmonias de Fer e McGraw, combinadas com letras em movimento, servem tanto para processar, quanto para compartilhar sua alegria, tristeza e frustração com uma sociedade complexa e profundamente imperfeita.

O disco lançado neste Outono foi gravado em Portland, Oregon, Fer e McGraw abandonaram sua abordagem acústica bem estabelecida num crountry muito próprio, cada um regressando aos instrumentos em que iniciaram as respectivas trajetórias musicais na adolescência. Com Fer concentrando-se na guitarra, McGraw atrás de uma bateria pela primeira vez em mais de uma década de ausensia, e Lord no baixo elétrico, o trio se permitiu redescobrir tudo o que amava em fazer música. Esta nova formação em trio emergiu como uma banda totalmente formada, orgânica e inesperadamente, com um som transformado. Com um novo senso de propósito, o novo material foi aperfeiçoado em tournées nos Estados Unidos e na Europa.

CÉSAR LACERDA DÁ MÚSICA EM PONTE DE LIMA

31 de Outubro – 22H00 – Teatro Diogo Bernardes – Ponte de Lima

Depois dos grandes concertos realizados no Centro Cultural de Belém, em Lisboa e na Casa da Música, no Porto e antes de rumar para a Galiza, a última oportunidade de assistir a um concerto ao vivo do brasileiro César Lacerda, na presente tour, será esta quinta-feira, 31 de Outubro, às 22h00, no Teatro Diogo Bernardes, sala que tem fidelizado imenso público graças à excelência de programação que apresenta.

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“César Lacerda é uma arma contra toda a atrocidade. Sua candura não é inocente, é sábia. Ele deita por sobre nós inteligência profunda: afeto e esperança. Se soubermos isto, afeto e esperança, seremos cultos porque seremos gente.” (Valter Hugo Mãe)

César Lacerda é cantor, músico e compositor. Nascido na cidade de Diamantina, no interior de Minas Gerais, viveu lá até os seus doze anos de idade.

Mudou-se para Belo Horizonte, na sua adolescência, onde esteve até os vinte anos. Em seguida, foi para o Rio de Janeiro, onde passou mais oito anos. E desde 2015 mora em São Paulo.

Filho de uma mãe pianista, estudou diversos instrumentos musicais desde a mais tenra infância e cursou o Bacharelado em Flauta Transversal pela UFMG com formação complementar pela Uni-Rio.

No entanto, era mesmo cantar as suas próprias canções que fazia o seu coração vibrar e em 2013, lançou o seu primeiro disco, "Porquê da Voz" que conta com as participações especiais de artistas como Lenine, o percussionista Marcos Suzano, do quarteto de cordas do leste-europeu Taron, e de alguns novos nomes da Música Brasileira. A obra foi celebrada pela crítica especializada e, de lá para cá, o músico já levou o seu trabalho para diversos países como Uruguai, Cuba, Holanda, Alemanha, Itália e Portugal.

Em agosto de 2015, o artista lançou o seu segundo álbum, "Paralelos & Infinitos". Na gravação do disco, o multi instrumentista executa quase todos os instrumentos, e conta com as participações pontuais de artistas como Cícero e Mahmundi. O álbum, que contém oito faixas autorais, é uma obra auto-referente; mergulha na própria relação amorosa para refletir sobre paixão, amor e o fim.

No final de 2016 o projeto especial, “O Meu Nome é Qualquer Um” em parceria com o compositor paulistano Romulo Fróes.

César Lacerda têm parcerias musicais com artistas como Jorge Mautner, Chico César, Paulinho Moska, Marcelo Jeneci, Romulo Fróes e Eucanaã Ferraz. Já teve canções suas gravadas em quase quarenta discos de artistas como Gal Costa, Maria Bethânia, Filipe Catto, Marcia Castro, Duda Brack, Julia Bosco, Graveola e o Lixo Polifônico, entre outros.

Tudo Tudo Tudo Tudo é o mais recente álbum solo de César Lacerda, que contou com a direção artística de Marcus Preto (diretor artístico e jornalista paulistano que vem trabalhando com músicos como Gal Costa, Tom Zé, Nando Reis, Erasmo Carlos, Mallu Magalhães, entre outros). No disco, festejado pela crítica especializada, o artista mineiro se aventura por uma linguagem mais pop, com canções diretas e que pretendem atingir um público maior. Prova disso, é a regravação da canção "Me Adora", sucesso da baiana Pitty, e a participação especial de Maria Gadú na canção "Quando Alguém", de autoria do próprio artista.

No show, o músico, influenciado pelas suas últimas investidas, se apresenta tocando canções dos seus discos e interpretando artistas consagrados como Ângela Ro Ro, Caetano Veloso, Chico Buarque e Rita Lee. A mistura de

referências, épocas e estilos ganha unidade através da cuidadosa interpretação do artista.

No palco, César Lacerda se apresenta munido apenas do violão e a sua voz.

Segundo ele, “a intenção é fundir a exuberância perfeita de um João Gilberto com a sedução de personagens mais populares como um Herbert Vianna. A busca por uma interpretação que evidencie a potência das canções é o nortedeste novo show.”

Bilhetes à venda (5,00€) e mais informações no Teatro Diogo Bernardes, pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt

CONCERTO DE OUTONO ENCHE IGREJA DE SANTA MARTA DE PORTUZELO

A Igreja Paroquial de Santa Marta de Portuzelo encheu para o Concerto de Outono, sendo já a sua quinta edição. Concerto da responsabilidade da Banda de Música Club Pardilhoense, dirigida pelo seu Maestro Titular Martinho Rodrigues, tendo tido a participação especial da Soprano Sílvia Sequeira e do Tenor Alberto Vilas Boas.

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Este concerto é da responsabilidade da Junta de Freguesia de Santa Marta de Portuzelo, mas teve o apoio do Centro Social da Paróquia de Santa Marta e da Câmara Municipal de Viana do Castelo.

A Banda Club Pardilhoense foi constituída por escritura datada de 4 de Novembro de 1874, no lugar do Celeiro, freguesia de Pardilhó, com o nome de “Filarmónica União Pardilhoense” tendo como objetivos o interesse pela Música e a distração e recreio dos Associados. Há vários anos que a banda é presença assídua na Romaria de Santa Marta, participando também em várias festas do Alto Minho, assim como na Romaria da Senhora d’Agonia.

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SARAH MCCOY (EUA): A MÚSICA INTERNACIONAL VOLTA AO PALCO DO TEATRO DIOGO BERNARDES COM UMA VOZ COMPARADA COM AMY WINEHOUSE E JANIS JOPLIN

26 de Outubro – 22h00 – Teatro Diogo Bernardes – Ponte de Lima

No próximo sábado, 26 de Outubro, às 22h00, mais um momento alto de música internacional no Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, com o concerto de Sarah McCoy, natural dos Estados Unidos da América, que vive actualmente em Paris e se encontra em tour internacional de apresentação do álbum Blood Siren”, editado em Janeiro deste ano pela Blue Note – a produção ficou a cargo de Renaud Letang (Feist, Manu Chao, Charlotte Gainsbourg, Jane Birkin, Mocky) e do conceituado pianista canadiano Chilly Gonzales, com quem a diva americana se cruzou em 2017 no Festival Arte Concert, em Paris.

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Bessie Smith com uma pincelada de Amy Winehouse. Uma pequena porção de Janis Joplin e algo de Tom Waits. E ainda qualquer coisa de Fiona Apple. O seu universo não desagradaria a Kurt Weill. Estas referências podem ser úteis para quem ainda não conhece Sarah McCoy. Os restantes sabem que esta compositora e intérprete não se assemelha a ninguém, que a sua voz e carisma são únicos e marcantes logo ao primeiro instante no palco.

Sarah McCoy nasceu em Nova Iorque, mas viajou bastante durante a adolescência. Depois da morte prematura do pai, partiu com 20 anos rumo a Charleston (Carolina do Sul) e seguiu para Santa Cruz, passando por Monterey (Califórnia) antes de se fixar em Nova Orleães. Deixando a terra onde cresceu, a jovem atravessou 44 dos 50 estados da América do Norte na companhia da melhor amiga e também instrumentista Alyssa Potter, numa fase que descreve como «psicadélica».

Depois de cinco anos à deriva, estabeleceu-se finalmente em Nova Orleães, em 2011. Após alguns concertos pontuais como Sarah McCoy and The Oopsie Daisies — que surgiam nos intervalos do seu trabalho em restaurantes e bares —, a artista recebeu um telefonema do dono do clube The Spotted Cat, a propor duas actuações semanais nesse espaço da cidade. Foi aí que conheceu o realizador francês e futuro manager — Bruno Moynie —, que a convenceu a apresentar-se ao vivo em Paris. Desta forma abriu-se o caminho até à estreia na Europa.

Bilhetes à venda (7,00€) e mais informações no Teatro Diogo Bernardes, pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt

VIEIRA DO MINHO CRIA ATELIER MUSICAL

Atelier Musical para os alunos do Pré-escolar

O Conservatório de Musica de Guimarães – Polo de Vieira do Minho vai dar inicio a um novo projeto. Trata-se do Atelier Musical, destinado aos aluno do pré-escolar com idades compreendidas entre os 3 e os 6 anos de idade.

Com este projeto pretende-se iniciar o contacto com a música através de atividades musicais em contexto de aprendizagem não formal de modo a sensibilizar e estimular várias capacidades cognitivas e sensoriais através da música.

A turma Atelier 2019/2020 irá funcionar às terças-feiras das 17h30 às 18h30, no Conservatório de Musica, que funciona nas antigas instalações da Casa do Povo.

Informa-se, ainda que irão realizar-se aulas experimentais, nos dias 5 e 12 de Novembro.

BANDA DO FILME "VARIAÇÕES" VEM DAR MÚSICA AO YMOTION EM FAMALICÃO

Reta final do Festival de Cinema Jovem de Famalicão decorre de 2 a 9 de novembro

O concerto da banda que dá voz às músicas do filme “Variações” e a estreia nacional dos filmes vencedores do 30.º Festival Internacional de Curtas de São Paulo são alguns dos destaques da quinta edição do Ymotion – Festival de Cinema Jovem de Famalicão que este ano decorre de 2 a 9 de novembro e que culminará com uma gala onde serão anunciados os grandes vencedores do festival e homenageada a atriz Beatriz Batarda.

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No total são 44 os filmes selecionados para competição, de um total de 172 candidaturas submetidas e avaliadas pelo crítico de cinema e comissário do festival Rui Pedro Tendinha.

O público vai ter agora a oportunidade de conhecer os filmes a concurso, numa mostra que decorrerá de 2 a 7 de novembro, entre a Casa da Juventude, a Casa de Esmeriz e a Associação Teatro Construção, em Joane, e ao longo da qual decorrerão as votações para o vencedor do “Prémio do Público” (350 euros).

As restantes categorias – Grande Prémio Joaquim de Almeida (2500 euros), Prémio Escolas Secundárias (750 euros), Prémio Melhor Documentário (750 euros), Prémio Melhor Animação (600 euros), Melhor Elenco, Melhor Direção de Fotografia e Melhor Argumento (250 euros) – serão sujeitas à avaliação final do júri do Ymotion, composto pelo argumentista Tiago R. Santos, a atriz Soraia Chaves, o ilustrador Pedro Mota Teixeira, o humorista Nuno Markl, os jornalistas Vitor Moura e Tiago Fernando Alves e a realizadora e atriz Inês Sá Frias.

Mas até à sessão de encerramento do Ymotion, marcada para o dia 9 de novembro, às 21h30, no auditório do Centro de Estudos Camilianos, muito se vai falar de cinema em Famalicão.

No dia 8, o Centro de Estudos Camilianos recebe a Mostra do Novíssimo Cinema Português comissariada por Rui Pedro Tendinha e onde serão exibidas e comentadas “quatro pérolas da curta-metragem” da produtora “Bando à Parte” (14h30) e os filmes vencedores do 30.º Festival Internacional de Curtas de São Paulo (21h30). A encerrar a mostra, o concerto da banda do filme Variações, marcado para as 22h00.

A entrada para todas as sessões e para o concerto é gratuita, mas limitada à capacidade das salas.

Organizado pelo pelouro da Juventude da Câmara de Famalicão, o Ymotion é dirigido aos jovens entre os 12 e os 35 anos e assume-se cada vez mais como uma verdadeira plataforma de incentivo ao novo cinema nacional.

Toda a informação sobre o festival em www.ymotion.org

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