Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

PAREDES DE COURA: VALTER LOBO CANTA A “PRIMEIRA PARTE DE UM ASSALTO”

sex_9 fev_21h30 | Centro Cultural

É já esta sexta-feira, 9 de fevereiro, pelas 21h30, que Valter Lobo sobe ao palco do Centro Cultural de Paredes de Coura para dar a conhecer as suas cuidadas canções, repletas de experiências pessoais, num diálogo muito próximo com a plateia.

Valter Lobo vem confirmando um trajeto seguro que começou a desenhar-se em 2013 com ‘Inverno’ e se tem consolidado desde 2016 com o seu primeiro álbum, ‘Mediterrâneo’. Com salas completamente lotadas por todo o país, nesta passagem por Coura com certeza que também vai ser calorosamente recebido pelo público mais exigente.

‘Mediterrâneo’ e ‘Primeira Parte de um Assalto’, de 2022, são o ponto de partida para um concerto que se antevê entusiasmante. ‘Mediterrâneo’ é já um álbum de culto no que toca à escrita de canções em português por artistas independentes e, nos seus concertos, Valter Lobo pretende partilhar as experiências pessoais em palco e tornar cada espetáculo num verdadeiro encontro onde há lugar a toda uma performance, diálogo e meditação.

‘Primeira Parte de um Assalto’, de 2022, é o passo seguinte na já entusiasmante e prometedora carreira de Valter Lobo, projetando uma viagem imersiva por canções repletas de emoção. Nestes nove temas, o cantautor expõe-se a outro nível e isso sente-se em cada frase, notando-se todo um cuidado em fazer passar mensagens para os ouvintes, com quem mantém uma ligação de extrema proximidade.

0hnNiMpqa2nIutFy.jpg

MONÇÃO DEU AS BOAS VINDAS AO NOVO MAESTRO DA BANDA MUSICAL DE MONÇÃO, NUNO OSÓRIO

oso (4).jpg

Presente na cerimónia, António Barbosa, desejou felicidade e sucesso à filarmónica local neste novo capítulo da sua longa e frutuosa história.

Ao final da tarde do passado sábado, 3 de fevereiro, a Banda Musical de Monção apresentou o seu novo maestro, Nuno Osório, que sucede a Vicente Simeó Mañez, o qual liderou a filarmónica monçanense durante duas décadas. A cerimónia teve lugar no Museu Monção & Memórias, contando com a presença do autarca local, António Barbosa.

Perante uma sala repleta de monçanenses, Ricardo Pereira, o novo Presidente da Direção da Banda Musical de Monção, cujos órgãos sociais para o mandato 2024/2026 tomaram posse na sexta-feira, sublinhou a honra e a responsabilidade do novo cargo e a vontade de todos os diretores e músicos em escreverem mais uma página dourada na longa e profícua história da instituição musical.

Quanto à primeira decisão, escolha do novo maestro, não teve qualquer dúvida: “É daquelas coisas que dificilmente se explicam. Após o primeiro minuto de conversa, pelo telefone, percebi que Nuno Osório seria o novo maestro da nossa banda. Acredito que é uma escolha acertada para encararmos o presente e o futuro com total confiança no desenvolvimento do nosso projeto artístico”.

O peso da nossa identidade cultural.

O espaço onde decorreu a apresentação, feito de memórias extraordinárias, contadas em séculos de história, não passou despercebido a Nuno Osório. Ali, rodeado de monçanenses, sentiu, pela primeira vez, o peso da identidade cultural da nossa terra, a força de uma comunidade que se defende como poucas, e o carinho que dedicamos à Banda Musical de Monção. Sempre com um brilhozinho nos olhos quando sobe ao palco ou enche a praça.

Honrado com o convite, Nuno Osório, 42 anos, natural de Lamego, lembrou e reconheceu o trabalho do seu antecessor, Vicente Simeó Mañez, pelos últimos vinte anos ao serviço da filarmónica. De seguida, salientou que, com humildade, resiliência e competência, tudo fará para que a Banda Musical de Monção continue o seu crescimento artístico e a sua afirmação no universo filarmónico nacional.

Com o jovem quinteto de clarinetes a preparar-se para alguns momentos musicais na área descoberta do museu, António Barbosa deu o toque final numa cerimónia com enorme simbolismo para a instituição musical. Não é todos os dias que, no dia a seguir à tomada de posse, se apresenta o novo maestro. Um sinal evidente de organização, num projeto bem construído, com ideias claras e definidas.

Exemplo de engrandecimento e afirmação.

As primeiras palavras de António Barbosa foram para o maestro Vicente Simeó Mañez pela dedicação de vinte anos à instituição, pela capacidade de aproximação à população e pela qualidade musical que trouxe à nossa banda, algo inestimável que, em tantas ocasiões, encheu de orgulho e alegria os monçanenses.

Posteriormente, referiu-se à relevância que a banda tem no quotidiano da população, bem patente nesta cerimónia, com a presença de muitos monçanenses. Neste aspeto, sublinhou a formação de músicos excelentes e, também, de jovens com sentido cívico que “abraçam” a prática do voluntariado e a realização de iniciativas meritórias.

Com o desejo de felicidade e sucesso à filarmónica local neste novo capítulo da sua longa e frutuosa história, António Barbosa enalteceu o seu papel na promoção do concelho. Disse: “Os territórios de dimensão reduzida, como Monção, destacam-se pela capacidade das suas gentes, das suas associações e das suas instituições. A Banda Musical de Monção é um exemplo de engrandecimento e afirmação da nossa terra no exterior”.

Nuno Osório estudou piano na Academia de Música de Lamego e percussão no Conservatório D. Dinis, em Odivelas. Licenciado em Composição na Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo do Porto (Esmae), é Mestre em Direção de Orquestra de Sopros na Universidade de Aveiro (UA). Presentemente, exerce funções de instrumentista e compositor, na Banda de Música da Guarda Nacional Republicana.

oso (5).jpg

QUEM É O MAESTRO NUNO OSÓRIO?

Nuno Osório é natural de Magueija - Lamego, iniciou os seus estudos musicais, na Escola de Música da Banda Filarmónica de Magueija. Exerceu funções de diretor artístico da banda filarmónica anteriormente referida.

Estudou piano na Academia de Música de Lamego e percussão no Conservatório D. Dinis, em Odivelas. Trabalhou com os professores Sofia Lourenço, Fátima Juvandes, João cunha, Filipe Simões e Richard Buckley.

Licenciou-se em Composição na Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo do Porto (Esmae), sob orientação dos professores Eugénio Amorim, Carlos Guedes, Dimitris Andrikopoulus e Fernando Lapa. Participou em diversos workshops com compositores de renome, tais como Jonathan Harvey, Kaija Saariaho, Bruce Pennycook e Steve Reich.

Realizou o Mestrado em Direção de Orquestra de Sopros na Universidade de Aveiro (UA). Estudou Direção de Orquestra com Barbara Franke, Eugénio Amorim, Ernest Schelle, André Granjo, António Vassalo Lourenço.

Frequência do Doutoramento em Composição na Universidade de Aveiro.

O seu trabalho enquanto compositor, assenta essencialmente em música Electrónica/Electro-Acústica, Câmara, Filmes, Orquestra Sinfónica e Orquestra de Sopros. As suas obras encontram-se editadas na Editora Holandesa “Molenaar Edition”.

Em maio de 2011 viu a sua obra Déjà-Vu, para Orquestra Sinfónica, ser estreada mundialmente em concerto pela Orquestra Sinfónica da Esmae, no teatro Helena Sá e Costa, na cidade do Porto. A referida obra foi apresentada em julho de 2011 pela Orquestra Sinfónica da Casa da Música do Porto.

Em 2015 ganhou o 3.º prémio do I Concurso de Composição da Cidade de Rio Tinto, Portugal.

Em 2020, foi homenageado pelo Eduardo Cabrita, ministro da Administração Interna pela composição musical da sua obra “O Patrulheiro da GNR”.

Realizou as bandas sonoras originais dos filmes Just Fly, do realizador americano Nathan Efstation; Directo de Pedro Farate e Desespero de Rui Pilão.

Enquanto Maestro, orientou os seguintes cursos e estágios de orquestra de sopros (EOSP):

Curso de Direção de Orquestra de Sopros - Filarmónica Boa Vontade Lorvanense – Penacova

EOSP - Filarmónica da Lira Estrela da Candelária, São Miguel - Açores;

EOSP - Banda Musical do Pontido - Vila Pouca de Aguiar

EOSP - Sociedade Filarmónica Quiaense - Figueira da Foz

EOSP - “Ecole de Musique et de Danse de Saint-Galmier - Lyon” - França.

EOSP - Academia das Artes de Ribeira de Pena - Vila Real

EOSP - Federação de Bandas Filarmónicas do Distrito de Coimbra.

EOSP - Filarmónica Estrela do Oriente - Algarvia - Nordeste - São Miguel - Açores

Atualmente, exerce funções de instrumentista e compositor, na Banda de Música da Guarda Nacional Republicana, com o posto de Sargento Ajudante. É Maestro da Banda Marcial de Ancede Baião.

oso (1).jpg

oso (2).jpg

oso (3).jpg

EUROCIDADE TUI – VALENÇA CELEBRA 12 ANOS COM MÚSICA

Uma centena de músicos, de quatro grupos valencianos e tudenses, irão oferecer um fantástico concerto, no Teatro Municipal, no sábado, dia 10 de fevereiro.

A Eurocidade Tui.Valença celebra o seu décimo segundo aniversário, no próximo sábado, 10 de fevereiro, pelas 20h00, no Teatro Municipal de Tui, num concerto de quatro grupos valencianos de Tudenses.

Concretamente, participarão neste evento uma centena de músicos pertencentes ao Conservatório Profissional de Música de Tui, à Academia de Música da Fortaleza de Valença, à Associação Musical de São Pedro da Torre e à Banda de Música Popular de Tui. Na sua atuação farão um percurso musical pelas canções mais conhecidas da Galiza e de Portugal.

Especificamente, o repertório a ser interpretado será Balada Galega, de Juan Montes; Reflexões de Paisagem e Balada de Outono, de Bernardo Lima; Alborada Galega, de Pascual Vega; Grândola, Vila Morena, de Zeca Afonso; Uma Casa Portuguesa, com arranjos de Amílcar Morais; Quatro temas galegos, de Manuel Mª Veiga; Canções tradicionais de Luís Cardoso; Que Viva Tui, de José A. Vega Paradis; e Havemos de ir a Viana, com arranjos de Álvaro de Sousa.

Desta forma, o intercâmbio musical que se realiza todos os dias na Eurocidade com músicos valencianos que estudam em Tui e músicos Tudenses que estudam em Valença, ou que fazem parte de um grupo do outro lado do Rio Minho, irá refletir-se em palco.

Assim, a música continua a construir pontes entre Valença e Tui.

A entrada para o concerto é gratuita mas limitada à lotação do Teatro. Pode adquirir, no máximo, duas entradas por pessoa. A bilheteira abre uma hora antes do início do espetáculo.

12ºaniversárioeurocidade (1).jpg

MONÇÃO DÁ MÚSICA PARA TODOS

Com a participação da Tuna da Universidade Sénior de Monção, programa de voluntariado percorre as instituições sociais do nosso concelho, levando alegria e boa disposição aos utentes.

mon (1) (1).jpg

No âmbito do Programa de Voluntariado “Música para Todos”, a Tuna da Universidade Sénior de Monção está a visitar as Instituições particulares de solidariedade social do nosso concelho, brindando os utentes com muita música e animação.

Este programa, promovido pelo Banco Local de Voluntariado com o apoio das IPSS`s locais, tem como objetivo aproximar a comunidade das instituições de caráter social, de forma a promover experiências positivas e incentivar o espírito de solidariedade e entreajuda.

Com o desenvolvimento do programa, procura-se a diminuição do isolamento dos idosos, proporcionando-lhes momentos de interação e afeto. Sem dúvida, um dia diferente para os idosos institucionalizados do concelho que, desta forma, vivenciam sensações de alegria e boa disposição.

A Tuna da Universidade Sénior de Monção iniciou o programa de voluntariado “Música para Todos” no dia 12 de janeiro, no Centro Paroquial e Social Padre Agostinho Caldas Afonso, em Pias, passando, no dia 26 de janeiro, pelo Centro Paroquial e Social de Merufe. Até finais de abril, visitam a APPACDM de Monção, o Centro Comunitário S. Cosme e S. Damião, em Podame, o Centro Paroquial Social de Barbeita, o CENSO e a Santa Casa Misericórdia de Monção.

No dia 26 de janeiro, ao som do “Malhão, Malhão”, entre outras músicas do universo tradicional, os alunos da Tuna da Universidade Sénior “meteram” os utentes do Centro Paroquial e Social de Merufe a baterem palmas, a dançar e a cantarolar. Uma jornada revestida de alegria, emoção e carinho. Trazida pela mão amiga daqueles que cantam e tocam com o único propósito, simples e genuíno, de fazerem os outros felizes.

mon (2) (1).jpg

mon (3) (1).jpg

mon (4) (1).jpg

mon (5).jpg

mon (6).jpg

mon (7).jpg

TUI – VALENÇA CELEBRA OS 12 ANOS DA EUROCIDADE COM MÚSICA

𝗨𝗺𝗮 𝗰𝗲𝗻𝘁𝗲𝗻𝗮 𝗱𝗲 𝗺𝘂́𝘀𝗶𝗰𝗼𝘀, 𝗱𝗲 𝗾𝘂𝗮𝘁𝗿𝗼 𝗴𝗿𝘂𝗽𝗼𝘀 𝘃𝗮𝗹𝗲𝗻𝗰𝗶𝗮𝗻𝗼𝘀 𝗲 𝘁𝘂𝗱𝗲𝗻𝘀𝗲𝘀, 𝗶𝗿𝗮̃𝗼 𝗼𝗳𝗲𝗿𝗲𝗰𝗲𝗿 𝘂𝗺 𝗳𝗮𝗻𝘁𝗮́𝘀𝘁𝗶𝗰𝗼 𝗰𝗼𝗻𝗰𝗲𝗿𝘁𝗼, 𝗻𝗼 𝗧𝗲𝗮𝘁𝗿𝗼 𝗠𝘂𝗻𝗶𝗰𝗶𝗽𝗮𝗹 𝗻𝗼 𝘀𝗮́𝗯𝗮𝗱𝗼, 𝗱𝗶𝗮 𝟭𝟬 𝗱𝗲 𝗳𝗲𝘃𝗲𝗿𝗲𝗶𝗿𝗼.

A Eurocidade Tui.Valença celebra o seu décimo segundo aniversário, no próximo sábado, 10 de fevereiro, pelas 20h00, no Teatro Municipal de Tui, num concerto de quatro grupos valencianos de Tudenses.

Concretamente, participarão neste evento uma centena de músicos pertencentes ao Conservatório Profissional de Música de Tui, à Academia de Música da Fortaleza de Valença, à Associação Musical de São Pedro da Torre e à Banda de Música Popular de Tui. Na sua atuação farão um percurso musical pelas canções mais conhecidas da Galiza e de Portugal.

Especificamente, o repertório a ser interpretado será Balada Galega, de Juan Montes; Reflexões de Paisagem e Balada de Outono, de Bernardo Lima; Alborada Galega, de Pascual Vega; Grândola, Vila Morena, de Zeca Afonso; Uma Casa Portuguesa, com arranjos de Amilcar Morais; Quatro temas galegos, de Manuel Mª Veiga; Canções tradicionais de Luís Cardoso; Que Viva Tui, de José A. Vega Paradis; e Havemos de ir a Viana, com arranjos de Álvaro de Sousa.

Desta forma, o intercâmbio musical que se realiza todos os dias na Eurocidade com músicos valencianos que estudam em Tui e músicos Tudenses que estudam em Valença, ou que fazem parte de um grupo do outro lado do Rio Minho, irá refletir-se em palco.

Assim, a música continua a construir pontes entre Valença e Tui.

A entrada para o concerto é gratuita mas limitada à lotação do Teatro. Pode adquirir, no máximo, duas entradas por pessoa. A bilheteira abre uma hora antes do início do espectáculo.

424784213_841444598011023_6636567109970239103_n.jpg

VALENÇA: CONCERTOS NAS FREGUESIAS REGRESSAM COM VICTORINO D'ALMEIDA E CONVIDADOS

421894453_835267895295360_6596313411738029172_n.jpg

Valença recebe um novo ciclo de Concertos nas Freguesias com António Victorino d’Almeida, Miguel Leite e convidados, entre 3 de fevereiro e 7 de junho.

O ciclo Concertos nas Freguesias começa sábado, 3 de fevereiro, na Igreja do Convento de Mosteiró, em Cerdal, às 21h30, com um espetáculo de Mafalda Lemos, na guitarra portuguesa, Gonçalo Rodrigues, na guitarra clássica e Luís Oliveira, ao piano.

O segundo concerto, deste ciclo, ocorrerá sábado, 2 de março, na Igreja Paroquial de Santa Maria da Silva, às 21h30 com um espetáculo de Manuel Araújo ao piano.

A 11 de maio, sábado, ocorrerá o concerto na Igreja Paroquial de São Mamede de Friestas, às 21h30, com a atuação de Mauro Martins no eufónio e Bernardo Pinhal, ao piano.

O encerramento deste ciclo de concertos está agendado para 7 de junho, sexta-feira, na Igreja Paroquial de São Pedro da Torre, às 21h30, com um espetáculo de Tiago Mileu ao piano.

O ciclo de Concertos nas Freguesias insere-se na programação cultural anual da Câmara Municipal de Valença que pretende levar concertos, de elevada qualidade artística, às freguesias, numa política de descentralização cultural pelo concelho.

Ao longo de quatro concertos pretende-se proporcionar a oportunidade para assistir a espetáculos gratuitos de grande qualidade dinamizados pelos conceituados Miguel Leite e António Vitorino d’Almeida, acompanhados de artistas de renome nacional.

FEVEREIRO TRAZ MÚSICA, COMÉDIA E DANÇA A PAREDES DE COURA

07pef0dKiOLWgexQ.jpeg

Valter Lobo + O regresso de Ricardo III no comboio das 9h24 + Akrasia

As canções de Valter Lobo, a comédia dramática escrita por Gilles Dyrek ‘O regresso de Ricardo III no comboio das 9h24’ e a dança contemporânea com o espetáculo ‘Akrasia’, mas também o congresso ‘Meteorologia e Alterações Climáticas’ ou a exposição ‘Fogo frio – prevenir o incêndio com o fogo’, bem como os programas ‘Família’ e ‘Bebés’ ou o muito cinema com as grandes produções que atravessam o cartaz neste início de ano marcam a oferta para este mês de fevereiro em Paredes de Coura.

Já a 9 de fevereiro Valter Lobo deverá ser calorosamente recebido pelo público courense, à semelhança do que tem acontecido em outras salas completamente lotadas por todo o país. Valter Lobo vem confirmando um trajeto seguro que começou a desenhar-se em 2013 com ‘Inverno’ e se tem consolidado desde 2016 com o seu primeiro álbum, ‘Mediterrâneo’.

Por sua vez, a comédia dramática ‘O regresso de Ricardo III no comboio das 9h24’ traz-nos a 16 de fevereiro uma reunião de família como nunca viu. Uma comédia hilariante onde os mal-entendidos vão acontecendo num grande alvoroço, com nomes bem conhecidos das artes de palco como Adriano Luz, Ana Nave, Jessica Athayde, Miguel Thiré, Raquel Tillo, Rui Melo, Samuel Alves e Susana Blazer, numa peça que foi nomeado para os prestigiados prémios franceses Molière 2023, na categoria de “Melhor Comédia” e com texto de Gilles Dyrek.

Também Joana Jardim e Filipe Miranda propõem-nos a 23 de fevereiro a peça performática de dança, vídeo e música ao vivo ‘Akrasia’, que se traduz pela ocupação de espaços e do próximo, o viver de um círculo, a intimidade arquitetural dos equilíbrios.

No cinema, no Centro Cultural há as projeções de ‘Dogman’, já este fim de semana, mas também ‘Johnny Puff: missão secreta’, ‘Pobres Criaturas’ e ‘The Beekeeper – O Protetor’, para além do ciclo Ler Cinema este mês com a presença de Mariana Bártolo, realizadora de curtas-metragens.

9staDLuBhHjMn1E0.jpeg

PBlVYqkygqzo0a5V.jpeg

wQfZAV6FutET6bkY.jpeg