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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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BÁRBARA TINOCO ATUA NA CASA DAS ARTES DE ARCOS DE VALDEVEZ

A Bárbara Tinoco atua amanhã, dia 24 de outubro, pelas 22h, na Casa das Artes.

Começou por dar nas vistas no The Voice Portugal, e desde então não tem parado. Bárbara Tinoco, com apenas 21 anos, é um dos nomes fortes da nova geração de artistas portugueses em ascensão.

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Autora dos temas “Antes Dela Dizer Que Sim”, com mais de 5 milhões de visualizações no Youtube, e “Sei Lá”, lançado em dezembro, classificou-se em 2º lugar na grande final do Festival RTP da Canção, interpretando uma canção da autoria de Tiago Nacarato, “Passe-Partout”.

Bárbara Tinoco sobe ao palco do Auditório da Casa das Artes, no próximo sábado, para apresentar estes temas e outras canções inéditas, desta Autodidata, na guitarra e no canto.

VIRA DO MINHO

Canções Portuguezas : collecção escolhida de trechos de música portugueza para canto e piano. - Lisboa : Neuparth & Carneiro, [ca 1910]. - Partitura (30 p.) ; 31 cm. - (Canções portuguezas.. 1.ª serie ; 1 a 12)

Fonte: Biblioteca Nacional de Portugal

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MUNICÍPIO ARCUENSE APOIA CONSERVATÓRIO DE MÚSICA E DANÇA

Município de Arcos de Valdevez apoia Conservatório de Música e Dança de Arcos de Valdevez com 14,5 mil euros

O Município de Arcos de Valdevez celebrou um protocolo com o Conservatório de Música e Dança de Arcos de Valdevez, no valor de 14.500,00 euros, para apoiar o Ensino Articulado de Música e a realização de obras de adaptação das instalações ao Ensino Artístico e Vocacional.

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Salienta-se que, neste ano letivo está a investir cerca de 1,5 milhões de euros em várias ações ao nível da educação no concelho, nomeadamente realização de obras e aquisição de mobiliário e equipamento.

Todo este investimento resulta da ambição do Município de Arcos de Valdevez em garantir boas condições de aprendizagem, dotando o concelho com instalações aptas para responder às necessidades dos alunos de Arcos de Valdevez, nas diversas áreas educativas. Para além disso, com a celebração deste protocolo, pretende-se contribuir para a promoção de atividades recreativas e culturais em Arcos de Valdevez.

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ARCOS DE VALDEVEZ: MIGUEL TELA NO PALCO DA CASA DAS ARTES

17 OUT. / SÁB | 22H00 - AUDITÓRIO DA CASA DAS ARTES

O artista arcuense, Miguel Tela, sobe ao palco do Auditório da Casa das Artes, no próximo dia 17 de outubro, às 22h00, para apresentar o seu novo álbum intitulado “Encontro”.

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Percorrer muitas estradas e muitos géneros musicais, permitiu a Miguel Tela a absorção de linguagens diversas, que se fundem de forma harmoniosa, fazendo das suas composições uma Tela multicolorida.

Durante os tempos de quarentena, publicou 6 singles nas plataformas digitais, inteiramente produzidos por si, garantindo-lhe uma grande visibilidade nas redes sociais.

Com este novo álbum, das plataformas digitais para o Auditório da Casa das Artes, Miguel Tela, vem apresentar as suas canções que irradiam uma luz especial onde se fala de sonho, de chegada, de partida, de amores que chegam ao fim e também de amores para toda a vida, da condição humana e da nossa ligação à Terra orgânica.

CABECEIRAS DE BASTO: BANDA CABECEIRENSE COMPLETA 200 ANOS DE EXISTÊNCIA

Fundada em 1820, é a mais antiga das colectividades do concelho, sendo também a maior implantação e a que mais contribuiu para a aprendizagem e divulgação musical nas terras de basto. Desde a sua fundação viveu períodos áureos mas também momentos difíceis, chegando mesmo a estar inactiva, embora por um curto espaço de tempo.

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Em 1986 um grupo de músicos e de ilustres Cabeceirenses ligados ao desporto e à cultura, com a colaboração da Câmara Municipal conseguiram fazer renascer esta colectividade, ultrapassando assim um dos períodos mais difíceis. Foi também nesta data em que se deu a fundação da Escola de musica que teve como grande impulsionador e principal dinamizador e pedagogo o contramestre Lourenço de Castro.

Em 1991 a Direcção, com o apoio e colaboração de alguns executantes, Câmara Municipal e outras individualidades do concelho, conseguiram angariar fundos para renovação do instrumental.

Em 1999 na sequencia da grande afluência de jovens a Escola de Musica, nasce a Banda Juvenil Cabeceirense, composta por 40 jovens executantes que desde então e apesar da sua tenra idade tem brilhado em encontros de Bandas Juvenis e na participação de concertos efectuados no âmbito das actividades culturais desenvolvidas pela Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto.

Há mais de 180 anos que esta banda participa nas maiores romarias do Norte do Pais, festivais de bandas filarmónicas, concertos em teatros, desfiles e recepções as mais altas individualidades do Pais, nomeadamente Presidente da Republica, Primeiros-ministros e Secretários de Estado. O seu prestígio reside na qualidade, empenhamento e postura adoptados em todas as actuações, arrecadando os mais altos elogios.

Dirigida por Maestros de renome, tais como Amílcar Cunha, Serafim Aguiar, Joaquim Peixoto José Machado, Gil Lopes entre outros.

No historial desta banda destacam-se figuras que foram marcantes na actividade desenvolvida por esta colectividade, cuja dedicação e empenho em prol da mesma foram merecedores de reconhecimento público. Referimo-nos ao SR. António Mendes, maestro Cabeceirense, que a autarquia homenageou e a quem erigiu um busto, junto a casa da musica onde actualmente alberga a sede da banda Cabeceirense.

Fonte: https://www.bandasfilarmonicas.com/

BRAGA APRESENTA FESTIVAL POLÍTICA

Segunda-feira, 12 de Outubro, às 12h00, no Centro de Juventude de Braga, na Rua Santa Margarida

O Município de Braga apresenta o Festival Política, em cerimónia que terá lugar Segunda-feira, 12 de Outubro, às 12h00, no Centro de Juventude de Braga, na Rua Santa Margarida.

A iniciativa contará com a presença do presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, de Rui Oliveira Marques, director artístico do Festival política, e de representantes de associações envolvidas na programação do evento.

O Festival Política regressa a Braga entre os dias 15 e 17 de Outubro com debates, filmes, performances, música, humor, exposições, uma visita guiada e workshop tendo o Ambiente como tema central. O Brasil será o país-foco, estando presente em vários momentos da programação.

Toda a programação pode ser consultada em www.festivalpolitica.pt

MUTES CRIA CAPA DE ÁLBUM PARA BANDA PORTUGUESA

Desafiado por 2 músicos Portugueses, (Marco Pereira e Márcio Alfama Freitas), o Operário Plástico Arcoense Mutes, aceitou o desafio de criar uma capa para o álbum dos No I on. Os No I on, são uma banda Bracarense, com sonoridades entre uns Killing Joke, Depeche Mode e Nine Inch Nails, 7 Seven 2 two 6 six, é o nome do seu segundo álbum, que vai ser lançado em Portugal e França no próximo mês de Novembro pela editora Francesa, North Shadows Records.

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A contar da esquerda Márcio Freitas, Mutes, Marco Pereira, na entrega da pintura para a capa do álbum

 

 - Para mim foi um desafio que me deu imensa satisfação aceitar e fazer. Foi-me dada total  liberdade de criação, enquanto escutava o álbum este foi sendo pintado, onde cada um dos elementos existentes na pintura, tem a ver com a sonoridade do álbum e da banda, assim como com os seus elementos. “7 2 6” é um belo álbum, com um som poderoso, onde a eletrónica e as guitarras estão bem presentes e fazem-se sentir, levando-nos numa viagem sonora de um rock eletrónico bem praticado.

MANEL CRUZ ATUA NA CASA DAS ARTES DE ALCOS DE VALDEVEZ

AUDITÓRIO DA CASA DAS ARTES. 10 OUT / 22H00

A 10 de outubro, Manel Cruz, em Arcos de Valdevez, dá início à programação de outubro da Casa das Artes.

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Manel Cruz, ex-vocalista dos Ornatos Violeta, Pluto, Foge Foge Bandido e Supernada, sobe ao palco do Auditório da Casa das Artes, no próximo sábado, para apresentar o seu mais recente álbum, “Vida Nova”.

Este novo álbum, marca o regresso deste excelente artista com singles como "Ainda Não Acabei", "Beija-Flor", "Cães e Ossos" e "O Navio Dela". Com letra, música e imagem de Manel Cruz, é composto por 12 músicas e acompanhado por um livro cujo conteúdo é complemento da obra artística. Consequência da vontade de voltar ao estúdio e aos palcos, “Vida Nova” foi composto, maioritariamente, no Ukulele. Um regresso às origens, que agradou a Manel Cruz e resultou num punhado de canções que lhe permitem antecipar a edição de novos discos.

QUEM FOI O BARCELENSE MIGUEL ÂNGELO PEREIRA?

Miguel Ângelo Pereira nasceu em Barcelinhos, Barcelos, em 27 de Janeiro de 1843 e faleceu na cidade do Porto em 1 de Fevereiro de 1901. Foi baptizado nesta cidade, por aí viverem seus pais. Era filho primogénito de Bento de Araújo Pereira, que foi o seu primeiro professor de música e de sua mulher D. Ludovina Rosa de Jesus. Foi casado com D. Elvira Vidigal de Resende Pereira.

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Seu pai emigrou para o Brasil por motivos políticos: para aí foi também Miguel Ângelo, depois de se ter mantido em Portugal, durante anos, auxiliando o sustento da sua casa com o pouco rendimento que auferia, ajudando à missa; aos 8 anos já fazia parte do coro infantil da Igreja da Lapa, no Porto.

No Brasil foi discípulo de Segismundo Talberg e de Francisco Manuel da Silva: aí tirou, no Conservatório, os cursos de composição e piano revelando-se, desde logo, um apreciável músico. Regressou ao Porto aos 20 anos, iniciando então a sua carreira como professor e compositor. Como organista foi discípulo do artista Vidor.

A sua biografia, com um resumido estudo sobre a sua obra, está publicada na Grande Enciclopédia Luso-Brasileira, vol. 21, fls. 162. Dela colhemos muitas das notícias que aqui damos, como já o fizemos no estudo publicado na revista "Aveiro e o seu Distrito" – número 8, de 1969, pág. 63 e seguintes. Para o seu estudo, podemos ainda citar o Dicionário de Música Ilustrado de Tomás Borba e Fernando Lopes Graça, pág. 362 e 363 – vol. I – Z (2.º) 1958, "O Tripeiro" de 10 de Outubro de 1966, com desenho de Manuel Monterroso e muito especialmente o destacado estudo de Alberto Moreira na mesma revista – O grande pianista e compositor "portuense" Miguel Ângelo – reunido em volume em 1956 sob o título de "Miguel Ângelo.

Esboço bibliográfico do talentoso maestro e compositor "portuense". A ele se refere a Revista Musical. Guilherme Braga também traçou a sua biografia, com elogiosas referências, no número nove do "Porto Elegante" de 1865. Alberto Soubiés, na sua História da Música, exaltou os seus méritos: considera-o um "pianista de talento" que com facilidade abrangia todos os géneros de música.

Durante dezenas de anos evidenciou-se no Porto com as suas composições e audições, em época em que esta cidade contava no seu seio outros grandes artistas. Outro tanto, no Brasil, ascendeu ao lugar de organista particular da capela do Imperador.

Entre as suas obras notáveis contam-se a marcha "Progredior" dedicada ao Porto, um "Te-Deum Laudamus" a quatro vozes, a grande orquestra, que foi executado nesta cidade quando aí se inaugurou, na Praça da Batalha, a estátua a D. Pedro V, cantado pelo deão e executado pela orquestra do senhor Silvestre, para tal fim composta por oitenta professores ("O Tripeiro" n.º 5 de Setembro de 1956 – fls. 150 e separata fls. 23) e a "Marcha improvisada".

Alberto Moreira no mesmo "O Tripeiro" – n.º 3 de Julho de 1956 fls. 87 e citado livro fls. 20, é de parecer que algumas das composições de Miguel Ângelo foram feitas, a convite de algum mestre de Capela – o referido Silvestre ou Canedo. Este Silvestre – Silvestre de Aguiar Bisarro – era o pai do grande feirense Dr. António Augusto de Aguiar Cardoso, que foi mestre da capela de S. Silvestre no Porto, por si fundada e da qual foi director-proprietário. Como maior afirmação do seu talento, como artista, Miguel Ângelo compôs uma ópera intitulada "Eurico" com base no livro do mesmo nome de Alexandre Herculano, representada em S. Carlos – Lisboa – em 1870, no Teatro de S. João – Porto –, pela primeira vez em 1874 (onde lhe foi oferecida uma batuta de prata) e ainda nesta cidade repetida por várias vezes. Também foi executada no Rio de Janeiro em 1878. Legou-nos, ainda: a "Cantata a Luís de Camões" que se diz ter sido escrita em quinze dias e foi executada a 10 de Junho de 1880 na Nave Central do Palácio de Cristal; "Ondina", quinteto de piano e instrumentos de corda, em ré maior; os quartetos de corda, "Scherse" (alia gallega) e "Mi Lá Ré Sol Dó"; "Fantasia Heróica", escrita para peça de concurso para o certame musical de Braga em 1894; "Adamastor", sinfonia a 6 pianos e ainda diversas peças para piano e canto com letra de João de Deus e de outros poetas; a ópera "Laida", que só foi dada a publicidade depois da sua morte (em parte reproduzida na Revista Musical n.º 7 – fls. 3) e cuja partitura está em Leipzig; "Avalanche"; "Stabat Mater" e um "Libera-me".

Foi ainda Miguel Ângelo quem musicou a ""Marcha do Ódio", com versos de Guerra Junqueiro. Produziu ainda outras obras arroladas na dita Grande Enciclopédia e mencionada Revista Musical, onde se informa ele ter usado o pseudónimo de Sam. No Porto fundou e dirigiu a "Sociedade de Quartetos", que mais tarde foi integrada no Orfeão Portuense.

Foram seus discípulos Óscar da Silva, D. Teresa Amaral, Artur Pereira, Ernesto Maia e D. Maria S. Vasconcelos Leão. Tinha um temperamento irascível, o que lhe concitou más vontades que muito o prejudicaram, sobretudo depois da publicação da revista musical "Eurico".

Depois de 1885, a par da decadência como artista, deterioraram-se as suas faculdades mentais até que veio a falecer numa casa de saúde do Porto em 1 de Novembro de 1901, deixando um grande nome como maestro, professor de música, organista e compositor.

Fonte: http://www.mic.pt/

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Fonte: Vida Mundial Ilustrada, Ano II, nº 89, 28 Janeiro 1943 / Hemeroteca Municipal de Lisboa

BARCELOS COMEMORA DIA NACIONAL DAS BANDAS FIMARMÓNICAS

O Município de Barcelos em articulação com a Banda Musical de Oliveira comemora o Dia Nacional das Bandas Filarmónicas, que, este ano, devido à pandemia do Covid-19, se comemora no dia 5 de outubro, dia do 110.º aniversário da implantação da República.

Neste dia, às 11h00, o Salão Nobre dos Paços do Concelho recebe um Concerto de Ensembles pelo Quarteto de Saxofones, o Quarteto de Clarinetes e o Quinteto de Metais da Banda Musical de Oliveira, cumprindo todas as orientações de segurança da Direção Geral de Saúde.

A Banda Musical de Oliveira é a única banda filarmónica do concelho de Barcelos, tendo sido condecorada com a Medalha de Mérito Cultural pelo Governo Português.

Sendo Barcelos um concelho muito caraterizado pelo associativismo cultural na preservação e divulgação  do património artístico e cultura, e na formação musical, a comemoração deste Dia não só traz consigo uma profunda tradição musical como pretende incentivar a retoma da atividade das bandas filarmónicas portuguesas, muito penalizadas pela pandemia do Covid-19.

Recorde-se que esta efeméride, instituída em 2013, visa reconhecer e enaltecer o papel que as bandas filarmónicas têm na vida cultural das suas comunidades.

O Dia Nacional das Bandas Filarmónicas celebra-se oficialmente a 1 de setembro, tendo sido adiadas as comemorações deste ano devido à pandemia da doença COVID-19.

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ESCOLA DE MÚSICA DE TERRAS DE BOURO COM OFERTA ALARGADA

No passado dia 28 de setembro  iniciaram-se as aulas de música na vila de Terras de Bouro a cargo do Professor Luís Pinho.

No sentido de proporcionar a todos os munícipes do concelho o acesso à música, a Câmara Municipal de Terras de Bouro decidiu abrir inscrições para aulas de música a serem lecionadas em Rio Caldo e na vila do Gerês.

Assim, solicitamos aos interessados o preenchimento da ficha de inscrição (disponível na página electrónica do município) que poderá ser entregue no Centro de Animação Turística da vila do Gerês (CAT), no Centro Náutico de Rio Caldo (Marina) ou através do correio eletrónico: geral@cm-terrasdebouro.pt.

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BRAGA: CICLO DE MÚSICA DE CÂMARA É "CATALISADOR" DA ARTE EM TEMPOS DE PANDEMIA

De 10 de Outubro a 30 de Dezembro na Basílica dos Congregados

“A arte é o catalisador da esperança em tempos de crise”. Este é o mote para o Ciclo de Música de Câmara que arranca a 10 de Outubro e prolonga-se até 30 de Dezembro. Com sete concertos únicos, o evento terá como palco a Basílica dos Congregados, em Braga, e resulta do ajustamento do protocolo entre o Município de Braga e a Associação Cultural Suonart – de promoção do património musical nas freguesias do Concelho –, entretanto interrompido devido à pandemia.

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“Este evento é fruto da grande colaboração e proximidade que existe entre o Município e a comunidade e que facilita a criação de sinergias com o intuito de ‘fazer acontecer’. Porque acreditamos que em tempos de crise a arte deve ser um estímulo de esperança para todos, não deixamos de celebrar este protocolo que agora é reconvertido neste ciclo de excelência”, referiu esta Quarta-feira Lídia Dias, vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Braga.

Contando com o apoio da Basílica dos Congregados, da rádio Antena 2 e com a colaboração do Departamento de Música da Universidade do Minho, o ciclo terá uma dimensão pedagógica, dada a participação dos alunos da Licenciatura em Música, e também patrimonial, uma vez que se realiza numa das principais obras de André Soares, que este ano se comemora.

Os concertos previstos, com direcção artística de Miguel Simões, integram um repertório instrumental que abarca diferentes períodos da história da música, contando com conceituados intérpretes internacionais aos quais se juntam jovens músicos com ligação à cidade de Braga em diversas formações, designadamente trio com piano, sexteto de cordas, quinteto com clarinete entre outros.

Durante a apresentação, contou também com a presença de Paulo Terroso, reitor da Basílica dos Congregados, Miguel Simões explicou que houve uma alteração ao programa inicialmente previsto e que se prende com o concerto de abertura. Assim, em virtude da situação pandémica no país de residência do artista, o violoncelista Gary Hoffman não poderá participar no concerto do dia 10 de Outubro. Em seu lugar o evento contará com a presença do violoncelista Kyril Zlotnikov.

Os concertos vão realizar-se às Sextas ou Sábados, pelas 19h00, e terão entrada livre com acesso limitado a 76 lugares sentados, de acordo com as regras da DGS para a Basílica dos Congregados. Os bilhetes deverão ser levantados no local durante a semana que antecede o concerto.

:: Programa ::

  • 10 de Outubro – Sextetos de Cordas (Obras de J. Brahms e P TchaiKovsky)
  • 17 de Outubro – Quintetos de Clarinete (Obras de W. A. Mozart e J. Brahms)
  • 31 de Outubro – Trios com Piano (Obras de L. van Beethoven e J. Brahms)
  • 13 de Novembro – Recital de Órgão (Obras de J.S. Bach, G. Tartini e G. Rosa)
  • 27 de Novembro – Camerata de Cordas da UMinho (Obras de C.P. Bach, J.S. Bach e A. Vivaldi)
  • 17 de Dezembro – Comemoração dos 250 anos do nascimento de Beethoven
  • 30 de Dezembro – Octetos de Cordas (Obras de F. Mendelssohn e D. Shostakovich)

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BARCELOS: FESTIVAL DE TEATRO E CONCERTOS MUSICAIS MARCAM UM MÊ REPLETO DE ATIVIDADES NO GIL VICENTE

Diversidade marca programação do primeiro ao último dia na emblemática sala barcelense

Neste mês de outubro, o teatro impera no Theatro Gil Vicente, com a 33ª edição do Festival de Teatro de Barcelos, mas ainda há lugar para a música e as habituais sessões de cinema.

A programação inicia no dia 1, às 22h00, Dia Mundial da Música, com o recital “Híbrido” do percussionista barcelense Álvaro Cortez e a pianista Isabel Romero. A entrada tem um valor de 3€.

A Associação Zoom apresenta três sessões de cinema: no dia 6, com “A Estrada”, no dia 13 , com “Os Inúteis” e, no dia 20, com “A Voz da Lua”, obras de Federico Fellini. As sessões de cinema têm início às 21h30 e têm entrada paga.

O Festival de Teatro Popular preenche grande parte da programação do Theatro Gil Vicente no mês de outubro. No dia 2, “Talvez um dia”, pela Fértil Associação Cultural; no dia 3, “À Deriva”, pela Ajidanha; no dia 4, “Os Grandes não têm grandes ideias”, pela Fértil Associação Cultural; no dia 16, “A Ceia dos Cardeais”, pela A Capoeira-Companhia de Teatro de Barcelos; no dia 18, “O Jardim | Tomo I | A Primavera", pelo Teatro e Marionetas de Mandrágora; no dia 23, “Circo Lar”, pelo Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto” e, no dia 24, “Raposos” pelo Teatro de Balugas. Os espetáculos decorrem às sextas-feiras e sábados, às 21h30, e aos domingos, às 16h, e têm o custo de 3€.

Ainda no dia 10, às 21h30, é apresentada a peça de teatro “Armazenados”, pelo Teatro Art’Imagem. A rubrica “Em família no TGV” espaço dedicado ao público infantil reserva a tarde do dia 25, às 16h00, com “Hakuna Matata | O Musical”, pela ProtagonizaMagia | Associação Cultural.

No âmbito do serviço educativo, programa dedicado à comunidade escolar, o Theatro recebe nos dias 28 e 29, duas sessões, às 10h15 e 11h15, de teatro infantil com a peça “Arlequim Recicla Assim”, pela Companhia de Teatro de Santo Tirso.

A música tem espaço reservado no palco do Gil Vicente com o ciclo de concertos da Linha TGV e o do triciclo.

O regresso do ciclo Linha TGV tem lugar no dia 30, às 22h00, com “Gattor, The Alligator”, e o bilhete tem um custo de 4€. No dia 31, sobe a palco “Luís Severo + Pedro Augusto” e a entrada tem um valor de 8€. Se for entrada geral (sexta e sábado) tem um valor de 10€.

O ciclo de concertos ‘triciclo’ está de volta para mais três meses de programação transversal, a decorrer entre outubro e dezembro, depois de uma paragem forçada devido à pandemia da Covid-19.

O ciclo musical começa no dia 5 de outubro, às 17h00, no Largo Dr. Martins Lima, com “Samba Sem Fronteiras”, grupo luso-brasileiro radicado no Porto, que é um dos mais genuínos exemplos do samba de raiz.

Depois de uma viagem até ao Brasil, o triciclo prossegue no dia 17 de outubro, às 22h00, nos Claustros da Câmara Municipal, com “Phole”. O tocador natural de Viana do Castelo apresenta uma forma singular de reinventar o instrumento típico das romarias minhotas.

Os bilhetes para assistir aos espetáculos no teatro podem ser adquiridos no local, ou através de reserva por e-mail (tgv@cm-barcelos.pt) ou telefone (253 809 694).

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PAREDES DE COURA: JÁ SAÍRAM OS SINGLES DAS BANDAS RESIDENTES DA ESCOLA DO ROCK 2019

Os singles das três bandas residentes da última edição da Escola do Rock Paredes de Coura estão prontos. 

Gravados e produzidos no último inverno no estúdio da Escola do Rock, com o produtor Manuel Reis, os singles das bandas Gaspea, The Fekks e Cut Arine estão agora disponíveis nas várias plataformas digitais. 

Foi durante a semana de residência da Escola do Rock 2019, que ocorreu mais um programa de bandas residentes: “é um programa de aceleração para as bandas que estão a dar os primeiros passos, no qual a Escola do Rock e a sua equipa procuram apoiá-las em todos os processos necessários de produção, organização, comunicação, promoção e circulação”, explicou Nuno Alves, diretor da Escola do Rock.

Assim, durante essa semana, as três bandas residentes previamente selecionadas em concurso tiveram a oportunidade de ter acesso a uma sala de ensaio exclusiva, alojamento, alimentação, darem concertos, e claro, a possibilidade de gravar e produzir um single com o produtor Manuel Reis, com o apoio e tutoria dos formadores da Escola do Rock. 

“The Fekks”, “Gaspea” e “Cut Arine” veem agora os seus singles prontos e já nas plataformas digitais.

The Fekks 

The Fekks é um quinteto da Malveira da Serra, com Aran McMahon na voz e guitarra, Francisco Oliveira na guitarra e backing vocals, Chris Edgley no teclado, Francisco Marcelino na bateria e Bernardo Carvalho no baixo.  Surgiu em 2008, com influências do rock alternativo, indie e synth folk. 

Apresentam agora o single “Mountain of Mine”. Para este single a banda queria experienciar um “processo mais impulsivo, sem pensar demasiado nos detalhes da música”. Ironicamente acabaram por passar vários meses a trabalhar e melhorar os detalhes finais para chegar à versão de “Mountain of Mine”, que agora lançam.

Depois de vários anos em estado intermitente devido ao percurso académico dos seus membros, The Fekks lançaram em 2018 um EP e apresentam-se agora em pleno com o novo single.

Gaspea

Gaspea é um quarteto de Caldas das Taipas, Guimarães, formado há cerca de um ano, no âmbito da escola de música "Palco 21". 

Com idades compreendidas entre os 15 e os 18 anos, Rui Gonçalves na voz e na guitarra, Luís Correia na guitarra, Miguel Freitas na bateria e João Madeira no baixo reconhecem influência de bandas como Arctic Monkeys, Foo Fighters, Bush, Red Hot Chili Peppers, The Strokes e Nirvana.

Apresentam agora o single “Ser Quem Sou”, assumindo ter um significado diferente e especial, por ser a sua primeira música em português e por ter sido gravada pela primeira vez em estúdio durante a semana em Paredes de Coura. 

Para a banda, o ambiente musical, a envolvência e o facto da experiência ser fora da sua zona de conforto influenciou-os e fez com que evoluíssem. Para além disso, destacam ainda que conviver com músicos excelentes também fez parte do seu processo criativo, fazendo com que aprendessem muito e melhorassem a música constantemente. 

“Ser Quem Sou” marca um novo rumo da banda, com novas ideias e muita motivação.

Cut Arine 

Cut Arine é uma banda formada por Catarina Pereira, aluna desde a primeira edição da Escola do Rock, na voz e guitarra, Kaku na bateria, Fernando no teclado, Rui na guitarra e Lilo no baixo. 

O quinteto assume-se com uma sonoridade pop, com inspiração de rock e soul. Depois de terem participado em várias fases da Escola do Rock, sentem que esta era altura certa de entrar em estúdio e gravar o seu single.

“Why“ é o single de estreia da banda. Apesar de ser da autoria de Catarina Pereira, vocalista e guitarrista da banda, a mesma assume que foram Kaku e Nando quem deram vida ao tema. Mais tarde, Rui e Lilo juntaram-se ao grupo e puseram ainda mais cor na cena. “Why” aborda o amor no seu lado mais negro e louco, e menos no lado fantasioso que estamos habituados ouvir. 

A banda formada há um ano consolida agora o seu trabalho com o single “Why”.

CASA DAS ARTES DE FAMALICÃO ASSINALA DIA MUNDIAL DA MÚSICA COM ESTREIA MUNDIAL

Projeto inspira-se na Mensagem de Fernando Pessoa

A Casa das Artes de Famalicão assinala com uma ESTREIA MUNDIAL, no dia 1 de outubro, às 19h00, as comemorações do Dia Mundial da Música. Em palco estará o projeto Borealis Ensemble: Este Som de o Mar Praiar.

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O Borealis Ensemble, constituído por Sara Braga Simões (soprano), António Carrilho (flautas de bisel), Catherine Strynckx (violoncelo) e Helena Marinho (piano), contou para este projeto com o apoio da Direção-Geral das Artes, Universidade de Aveiro, e INET-md.

“Este som de o mar praiar”, verso retirado da Mensagem (1934) de Fernando Pessoa, evoca os sons de um mar inatingível ou utópico, remetendo para uma dimensão essencial da identidade portuguesa, a sua complexa relação com o mar. A temática tem sido explorada na cultura portuguesa extensivamente, desde as artes plásticas à música. No campo da música erudita, este fascínio pelo mar está representado em obras que lhe fazem referência através do título ou da poesia cantada. O projeto “Este som de o mar praiar” pretende revisitar precisamente essa ligação entre o mar e a composição/interpretação, promovendo a criação de novos repertórios e apresentando obras do património musical português relacionadas com a temática.

Percorrendo um leque diverso de obras de câmara de compositores e compositoras portugueses em torno de três temas – Brasão, Mar Português, Encoberto (tal como as três partes da Mensagem) – o concerto relata a história da nossa ligação ao mar, destacando-se a estreia mundial de novas criações de Isabel Soveral, Nuno da Rocha, e Hugo Vasco Reis, encomendadas para este projeto.

A entrada custa 4 euros ou 2 euros para estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e seniores

MINHOTOS EM LOURES CRIAM RUSGA EM PONTE DE LOUSA

Faz hoje precisamente um ano que, no concelho de Loures, um grupo de minhotos criou mais um grupo de tocadores de concertina, o Grupo Concertinas Ponte de Lousa.

O gosto por instrumentos tradicionais juntou estes amigos do Alto Minho, associando outros das Beiras e Torres Vedras.

Ponte de Lousa é a localidade de Loures onde se reúnem e ensaiam e a razão da denominação que para si escolheram. E, siga a rusga!

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