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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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BRAGA DIVULGA PATRIMÓNIO MUSICAL

Exposição divulga património musical de Cabreiros e Passos S. Julião

O Município de Braga inaugura no próximo dia 27 de Janeiro, às 15h30, no Centro Cultural de Cabreiros, a exposição ‘O Património Musical de Cabreiros e Passos S. Julião’ que se realiza no âmbito do projecto ‘Património Musical do Concelho de Braga’.

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A exposição, de entrada livre, dará destaque à iconografia musical das freguesias e ao seu património musical imaterial. A história das tradições e actividades musicais serão também apresentadas.

De seguida terá lugar um concerto pelo Ensemble de Sopros de Jovens Músicos e por cantadores e cantadeiras do Rancho Folclórico de Cabreiros.

O projecto Património Musical do Concelho de Braga teve início em 2016 com a criação de uma rede de exposições e concertos nas freguesias do concelho. Trata-se de um projecto que abarca investigação musicológica e etnomusicológica e concretiza-se através de uma parceria entre o Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Braga e a Associação Cultural Suonart, coordenado pela professora Elisa Lessa, Professora Associada na Universidade do Minho.

Conhecer e valorizar, preservar e fruir o património musical das freguesias do Concelho, valorizar o potencial cultural e humano de cada uma das freguesias e promover a educação cultural, estética e humanística das populações são os objectivos deste projecto.

VALENÇA RECEBE CICLO DE CONCERTOS DE JAZZ

Quatro Concertos de Jazz em Valença - IIº Ciclo Jazz de Valença

Entre janeiro e abril Valença oferece um ciclo de jazz, com quatro concertos gratuitos, no último sábado de cada mês, às 21h30.

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Desde os clássicos americanos às novas tendências do jazz, esta é uma oportunidade para ouvir, ao vivo, algumas das referências nacionais.

Este Sábado Atua Ricardo Formoso

O ciclo abre com o concerto “Origens”, com composições originais, do grupo liderado pelo trompetista Ricardo Formoso, Sábado, 26 de janeiro, às 21h30, no auditório do CILV (Escola Superior de Valença). Ricardo Formoso, ao trompete, Carlos Azevedo, ao piano, João Cação, no contrabaixo e Rui Lúcio na bateria serão os protagonistas

“Origens” reúne composições originais do, também, compositor galego Ricardo Formoso que espelham a sua trajetória de trompetista, desde que entrou no meio artístico português. “Origens” é uma fusão do seu background musical e pessoal assumindo influências dos diversos projetos musicais por onde tem passado, nomeadamente do circuito de Jazz do Porto.

Os Outros Concertos:

23 de fevereiro, às 21h30

Pedro Neves Trio, com “5:21”

Quinta do Caminho, em Cerdal

30 de março, às 21h30

Ploo, com “Pele de Papel”

Auditório CILV / ESCE Valença

27 de abril, às 21h30

José Pedro Carvalho, com “Passarola Voadora”

Quinta do Caminho, em Cerdal

O quarteto contará com a presença do pianista galego Xan Campos.

LUÍSA SOBRAL CANTA EM BRAGA

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Luisa Sobral está de regresso aos palcos em 2019 com ‘Rosa’, o 5º álbum de originais que apresentará ao vivo no dia 10 de Maio no Grande Auditório do Altice Fórum Braga.

Editado em Novembro de 2018, ‘Rosa’ foi produzido pelo catalão Raül Refree - um dos mais prestigiados produtores e multi-instrumentistas de Espanha (produtor de nomes como Mala Rodriguez, Silvia Pèrez Cruz e Rosalía) - e foi, todo ele, gravado como se fosse ao vivo. Para além da voz e guitarra, Luísa Sobral e o seu produtor privilegiaram os instrumentos clássicos: um trio de sopros e percussão clássica.

‘Rosa’ é o álbum mais pessoal, maduro e intimista de Luísa Sobral. A beleza das composições é realçada pelo despojamento dos arranjos e pela cumplicidade criativa entre Luísa e Refree.

Para apresentar o novo trabalho, Luísa Sobral subirá ao palco com uma formação inédita. A seu lado terá Mário Delgado nas guitarras e um trio de sopros formado por Sérgio Charrinho no fliscorne, Angelo Caleira na trompa e Gil Gonçalves na tuba.

“SENTE A HISTÓRIA” ESTE SÁBADO NA IGREJA MATRIZ DE PONTE DA BARCA COM CONCERTO DE SCARAMUCCIA

Ponte da Barca acolhe, no sábado, 19 de janeiro, às 22h, na Igreja Matriz, um concerto de Scaramuccia no âmbito do projeto “Sente a História”, organizado pela Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho. De forma a fomentar o património, decorrerá, também, às 21h30, uma visita guiada.

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A iniciativa decorre desde maio do ano passado, levando concertos a 30 monumentos e locais históricos com o objetivo de valorizar os principais ativos patrimoniais de cada concelho e a capacitação dos ativos culturais e artísticos associados à música, possibilitando a valorização e o reconhecimento de diferentes gerações de músicos oriundos ou residentes no Alto Minho, através do desenvolvimento de competências e de novas parcerias, criando ainda condições para valorização pública desses talentos.

SOBRE O ENSEMBLE SCARAMUCCIA E OS SEUS MÚSICOS

O Ensemble Scaramuccia foi fundado em 2013 por iniciativa do violinista Javier Lupiáñez com a ambição de redescobrir o repertório barroco menos conhecido. O espírito de Scaramuccia deseja dar vida a todo esse repertório que se ouvia não só nos lugares mais requintados, mas também nas tavernas e ruas do período barroco. Na preparação de cada programa e concerto é feita uma pesquisa e estudo aprofundado a fim de redescobrir aquelas relíquias musicais escondidas e perdidas entre a vasta literatura musical do barroco maioritariamente interpretada.

O Ensemble Scaramuccia iniciou o seu trajeto no Fringe do Festival de Utrecht e no Fringe do Festival de Bruges em 2013 e desde então tem vindo a desenvolver uma intensa carreira nos Países Baixos, Bélgica, Reino Unido e Itália. Entre as várias apresentações em concerto é de salientar a participação no Festival de Artes de Maldon (Reino Unido), no Museu da Música “Vleeshuis” (Bélgica), na temporada de concertos Kasteelconcerten (Países Baixos) Echi Lontani (Itália) ou no Internationaal Kamermusiek Festival Utrecht – Janine Jansen e Amigos (Países Baixos).

O interesse em descobrir novo repertório barroco proporcionou a este ensemble a oportunidade de tocar em estreia mundial duas obras de Vivaldi, numa emissão gravada ao vivo e transmitida em 2014 pela rádio holandesa Concertzender, no programa “De Musyck Kamer”.

Em Novembro de 2015 gravaram o seu primeiro CD com a discográfica Ayros, dedicando­-O à nova música de Vivaldi e a obras recentemente descobertas para violino e baixo contínuo.

Em 2016 foram distinguidos com o prémio do público para melhor ensemble do concurso internacional Göttinger Reihe Historischer Musik 2015/2016 (Alemanha).

GUITARRA DÁ FESTIVAL EM BRAGA

O Festival de Guitarra está de regresso à Cidade entre os dias 17 de Fevereiro e 5 de Março.

Nesta 4.ª edição teremos a formação instrumental, Fatrio, que interpretará versões instrumentais de temas do imaginário coletivo português em versões instrumentais com guitarra portuguesa, guitarra clássica e contrabaixo.

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O festival apresentará ainda várias propostas com formações de música de câmara como o Mikro Duo, que a acaba de editar o seu segundo trabalho discográfico; o quinteto 5G5C, projecto peculiar formado por profissionais dos cinco conservatórios públicos e o ensemble Surunyo, encantadora formação de música antiga que interpretará temas do Barroco Bracarense numa formação com guitarra barroca, baixão e vozes mistas.

De destacar ainda as propostas a solo com Tilman Hopstock, guitarrista de irrefutável reconhecimento internacional, e Arturo Tallini, especialista Italiano em música contemporânea para guitarra. Paralelamente, na componente pedagógica do festival, haverá a proposta de um conjunto de quatro conferências, uma masterclass sob orientação de Tilman Hoppstock e um concurso internacional de música de câmara com guitarra, pioneiro a nível nacional.

Coordenação e Direcção Artística: Vítor Gandarela

Organização: Município de Braga e Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga

ALL MUSIC FEST ANIMA OS FINS DE SEMANA EM MELGAÇO

Noiserv abre a temporada dos concertos de 2019

Melgaço já tem confirmados e agendados os três primeiros concertos de 2019 no âmbito do All Music Fest. Noiserv abre os concertos de 2019: no dia 19 de janeiro, na Casa da Cultura, pelas 22h00.

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A iniciativa enquadra-se no programa cultural do Município de Melgaço e traz ao concelho Hot Air Balloon, a 16 de fevereiro e, uma vez mais, Hourglass, no dia 8 de março.

Saiba-se que o festival teve início em 2018 e levou a Melgaço diversas bandas, de vários géneros musicais, nomeadamente Manuel Fúria, Few Fingers, Hourglass, TT Syndicate, Lince, Zurich Dada e Torcido.

PONTE DE LIMA RECEBE CONCERTO DE ROCK

INDIGNU [LAT] APRESENTAM UMBRA, MANEL CRUZ (MANEL CRUZ, ORNATOS VIOLETA, FOGE FOGE BANDIDO, PLUTO, SUPERNADA), ANA DEUS (OSSO VAIDOSO, TRÊS TRISTES TIGRES, BAN), EDGAR FERREIRA (TERRA BATIDA, SANDY KILPATRICK) E RUCA LACERDA (PLUTO, SUPERNADA) SÃO OS CONVIDADOS PARA ESTE CONCERTO QUE, PROVAVELMENTE, SERÁ UM DOS MELHORES DE 2019 NO TEATRO DIOGO BERNARDES

11 de Janeiro – 21h30 – Teatro Diogo Bernardes – Ponte de Lima

Os indignu [lat], banda oriunda de Barcelos e que é uma das referências internacionais do post rock, apresenta no Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, na próxima sexta-feira, 11 de Janeiro, às 21h30, o seu mais recente trabalho, Umbra, com uma formação reforçada e com convidados de luxo.

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Manuel Cruz, o bem conhecido vocalista e músico dos Ornatos Violeta, que este ano se irão reunir para efectuar três concertos; Ana Deus, reconhecida no panorama musical português pelos concertos a solo, em Osso Vaidoso e na banda de excelência Três Tristes Tigres; Edgar Ferreira e Ruca Ferreira, também eles músicos com percursos diversificados que muito têm contribuído para a actual música portuguesa.

“Ao longo da sua carreira, o conjunto barcelense nunca se regeu pelos (não raras vezes vulgarizados) cânones do post-rock ou pela segurança de uma fórmula a priori triunfante. A sua música é feita do que sentem, dos momentos que se atravessam diante de si; um reflexo de alma, se quiserem. Uma evidência dessa candura e emancipação é o facto de todos os seus álbuns, embora sem abandonarem a essência da banda, serem intrinsecamente diferentes entre eles, quer na estrutura das composições, quer nas suas vagas de intensidade e trechos de quietação, ou mesmo na heterogeneidade dos papéis atribuídos à componente melódica. Em Umbra, as melodias têm um peso nos ombros, carregam a dor e a nostalgia de um povo. Isso ressoa nos ouvidos, sente-se no peito – da reacção física à emocional, vai um efémero instante. Particularmente através das cordas que lamuriam o sofrimento dos violinos, sustentados por densas e preciosas ambiências, ou quando a eles se junta a electricidade das guitarras, granjeando paisagens e erupções sonoras de uma beleza violentamente hipnótica.

Tudo é imenso. Tudo é esteado em harmonia e significado, enlevo e sentimento. Fechar os olhos é ficar suspenso no momento, encerrado num mundo de sombras, de silhuetas mais ou menos distintas – consoante o que nos permitimos ver –, pleno de nuances, percussões eufónicas e acordes dilacerantes, teclas tempestivamente condoídas e suspiros de violino a conduzirem uma orquestração ao seu fadário. E o verbo. Para quando o silêncio tencione se abater, ficarmos com a palavra cantada, numa voz transgeracional como a de Manel Cruz ou de Ana Deus. Tudo, menos silêncio. Tudo, menos algo que prenuncie o fim da experiência, da contemplação interior, da saudade profunda, de tudo o que é imenso em Umbra.” (www.planetapostrock.com)

Imagine-se isto com as vozes de Manel Cruz e de Ana Deus, para além de outros músicos convidados.

Não podia ser noutra sala de espectáculos que não o Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima.

Bilhetes à venda (4,00€) e mais informações no Teatro Diogo Bernardes, pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt

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BRAGA MOSTRA ÀS CRIANÇAS INSTRUMENTOS TRADICIONAIS

Serviço Educativo Integrado dá a conhecer instrumentos tradicionais ao pré-escolar

O Município de Braga, através do Serviço Educativo Integrado (SEI), iniciou esta semana um projecto na área da música, intitulado “Os Instrumentos Tradicionais vão à sala…” que se realiza no Espaço-Escola todas as terças-feiras. Este projecto irá decorrer até ao final Junho, com interrupção nas pausas lectivas.

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O projecto “Os Instrumentos Tradicionais vão à sala…” criado e pensado para o público infanto-juvenil, pretende dar a oportunidade às crianças de terem um primeiro contacto com os instrumentos tradicionais e com a música tradicional portuguesa. Em cada sessão será realizada a apresentação dos instrumentos, de modo a que as crianças conheçam o seu modo de funcionamento, o timbre e a família a que pertencem.

As sessões têm como objectivo sensibilizar, incentivar e educar as crianças a gostar de música tradicional portuguesa de modo a motivá-las para a sua aprendizagem e, ainda dar a conhecer os nossos instrumentos tradicionais.

Recordamos que este projecto é uma iniciativa do Município de Braga, em parceria com o Professor Sérgio Mirra. O arranque do projecto contou com a participação de crianças do Jardim de Infância da Quinta das Fontes.

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JOHN AND THE CHARMERS ENTRE NOVE “EXCÊNTRICOS” EM GUIMARÃES

John and the Charmers — projeto musical de João de Guimarães iniciado em 2012 — é uma das nove propostas que animam o Programa“Excentricidades”, neste mês de Janeiro, no concelho de Guimarães, entre 12e 26.

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“Excentricidades” é um projecto municipal que leva a cultura e artes performativas às freguesias de Guimarães, como Moreira de Cónegos, Briteiros (S. Salvador), S. Torcato, Selho (S. Jorge),Brito, S. Cláudio de Barco, Caldas das Taipas, Ronfe, e Ponte onde começa.

Excentricidade — Outros palcos mais cultura — pretende criar novas centralidades de consumo ou criação (no domínio da dança, música, teatro e cinema).

O projeto oferece a mesma filosofia dos espaços culturais da cidade: “criar oportunidades para públicos e criadores, mais patamares no desenvolvimento do cidadão enquanto ser cultural e fortalecer as relações humanas, da cidadania, do esclarecimento e da partilha” — destaca uma nota do Município.

O programa abre este sábado, dia 12,com o grupo The Walk, “uma forte presença de elementos de percussão, guitarras coloridas e uma voz hipnótica servem de pano de fundo a uma mensagem irónica, entre a utopia individual e a realidade quotidiana”.

No mesmo dia, no Salão Paroquial de Ronfe, o Jangada Teatro apresenta o espetáculo “Correr o Fado” que foi buscar “inspiração a lendas locais da região do Tâmega e Sousa”.

JAZZ REGRESSA A VALENÇA

15 espetáculos, em 2019, no auditório do CILV, 6tàs9 e Amigos e Ciclo de Jazz Abrem Programação

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C.I.LV. – Centro de Inovação e Logística de Valença vai receber 15 espetáculos, ao longo de 2019, que vão marcar o ano cultural valenciano. O auditório do C.I.L.V. / E.S.C.E. Valença pretende ser um referente cultural na região.

6tàs9 e Amigos

19 de janeiro, às 21h30, arranca a programação do C.I.L.V., em 2019, com um espetáculo do grupo valenciano 6tàs9 e do grupo Os Teimosos. A tradição da música popular portuguesa marca o ritmo de um espetáculo que promete casa cheia na abertura da programação anual.

IIº Ciclo de Jazz

O jazz regressa a Valença em 26 de janeiro, com o IIº Ciclo de Jazz de Valença. Depois do sucesso da primeira edição Valença promete um ciclo de quatro espetáculos que começa a 26 de janeiro e termina a 27 de abril.

Teatro Fogo Lento

1 e 2 de fevereiro, às 21h30, é a vez do espetáculo de teatro “Fogo Lento”, subir ao palco do C.I.L.V., com uma produção da companhia de teatro do Vale do Minho Comédias do Minho em parceria com o F.I.M.P. - Festival Interrnacional de Marionetas do Porto e Teatro Municipal do Porto.

Concerto do Feriado Municipal

A 17 de fevereiro, às 15h30, o C.I.L.V. recebe o concerto comemorativo 33º Aniversário Coral Polifónico S. Teotónio, inserido nas Comemorações do Feriado Municipal de Valença.

C.I.L.V. – Polo Cultural de Valença

Estes são os primeiros espetáculos a marcar o ritmo de um ciclo d programação cultural que pretende marcar o ano de 2019.

À programação agendada pela Câmara Municipal de Valença associa-se o ciclo de eventos anuais agendados pela E.S.C.E. – Escola Superior de Ciências Empresariais de Valença.

RÉPLICA 3.1 FAZ ESTREMECER FAMALICÃO

CLOSE-UP – Observatório de Cinema com mais propostas

Este mês, a cidade de Vila Nova de Famalicão será abalada por uma réplica de intensidade 3.1 na escala cinematográfica aberta, seguida de tsunami cultural. Trata-se da primeira réplica do terceiro episódio do CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão que se realizará nos dias 19 e 22 de janeiro, na Casa das Artes.

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Recorde-se que entre 13 e 20 de outubro, em vários espaços da Casa das Artes, projetou-se o terceiro episódio do CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Famalicão, com 40 sessões comentadas, sob o mote do Lugar, cruzando cinema contemporâneo com trilhos pela história do Cinema (ver www.closeup.pt).

Agora, nos dias 19 e 22 de janeiro, serão apresentadas, como a primeira réplica do episódio, quatro sessões, com propostas para as escolas e para o público geral.

Para o público geral, continuamos a percorrer lugares, no cruzamento da curta A VER O MAR – destaque para a presenças dos realizadores – com a longa COLUMBUS, documentário e ficção, pessoas e personagens em diálogo com paisagens marítimas e cenário urbano; voltamos à secção Infância e Juventude, com uma das bandeiras da nova vaga japonesa, a segunda longa de Nagisa Oshima, CONTOS CRUÉIS DA JUVENTUDE, a dar corpo ao desencanto da juventude japonesa no pós-guerra.

Já para o público escolar, a mitologia celta da Irlanda na animação A CANÇÃO DO MAR é dirigida para alunos dos 1.º e 2.º ciclos; o humanismo do finlandês Aki Kaurismäki, com a crise dos refugiados na ordem do dia, em O OUTRO LADO DA ESPERANÇA, está apontada para os alunos do 3.º ciclo e do secundário.

Programação

19.Jan – 15h00 – Pequeno Auditório – COLUMBUS de Kogonada + A VER O MAR de Ana Oliveira, André Puertas e Sara Santos (secção O Lugar), com a presença dos realizadores de A Ver o Mar

19.Jan – 18h00 – Pequeno Auditório – CONTOS CRUÉIS DA JUVENTUDE de Nagisa Oshima (secção Infância e Juventude)

22.Jan – 10h00 – Grande Auditório – O OUTRO LADO DA ESPERANÇA de Aki Kaurismäki - sessão para escolas (3.º ciclo e secundário)

22.Jan – 15h00 – Grande Auditório – A CANÇÃO DO MAR de Tomm Moore (versão portuguesa) - sessão para escolas (1.º e 2.º ciclo)

Atenção: As inscrições para escolas terminam a 16 de Janeiro

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