Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

TUNA DE VETERANOS DE VIANA DO CASTELO CELEBRA XXIII ANIVERSÁRIO

_Tuna de Veteranos Viana do Castelo.jpg

A Tuna de Veteranos de Viana do Castelo celebra este sábado dia 17 de janeiro o seu XXIII Aniversário, assinalando mais de duas décadas de música, amizade e dedicação à cultura académica e à cidade de Viana do Castelo, com uma arruada de Reis pelo centro histórico da cidade e um jantar de aniversário.

"Era uma vez uma Tuna de Veteranos composta por antigos universitários que nasceram, vivem, trabalham ou simplesmente amam esta bela cidade" assim nasceu em 2023 este projeto, apadrinhado pelo Dr. Francisco Sampaio e pela Dr.ª Flora Silva, fruto de uma ideia antiga de um grupo de tunos provenientes de várias academias nacionais como a Universidade do Minho, Universidade Fernando Pessoa, Universidade Católica Portuguesa, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Universidade Lusíada, Universidade de Coimbra e claro do Instituto Politécnico de Viana do Castelo.

Ao concluírem os seus percursos académicos e iniciarem a vida ativa, estes antigos estudantes decidiram continuar unidos através daquilo que tinham em comum: a música e o espírito académico.

A Tuna de Veteranos de Viana do Castelo apresentou-se publicamente pela primeira vez a 20 de fevereiro de 2004, em Valença do Minho, numa atuação integrada no concerto comemorativo do XVIII Aniversário do Coral Polifónico de São Teotónio, que acolheu calorosamente os Veteranos neste momento inaugural.

Desde então, muitos têm sido os palcos nacionais e internacionais por onde a Tuna passou, levando consigo a alegria, a tradição e o brilho característicos do Alto Minho.

Ao longo deste percurso, vários momentos ficaram gravados na memória coletiva do grupo, com especial destaque para o Hermanamiento com a Tuna Antigua de Navarra, uma das mais prestigiadas tunas de veteranos do mundo, realizado em abril de 2005, bem como para a organização dos Certames de Cuarentunas em Viana do Castelo, nos anos de 2008 e 2012.

Cuarentuna fundadora da Federação Internacional de Cuarentunas é atualmente composta por cerca de quatro dezenas de tunos, mantendo-se ativa e com as portas abertas a todos aqueles que desejem reviver o espírito académico, através da música, do convívio e da amizade.

As comemorações do XXIII Aniversário serão mais uma oportunidade para celebrar o passado, o presente e o futuro desta Tuna, reforçando o seu papel na dinamização cultural da cidade e na preservação das tradições académicas.

BANDA DA SOCIEDADE MUSICAL DE ARCOS DE VALDEVEZ DEU AS BOAS-VINDAS A 2026 NUM CONCERTO COM CASA CHEIA

11-01-2026 Concerto Ano Novo Banda (49).JPG

O Executivo Municipal marcou presença no tradicional Concerto de Ano Novo da Banda da Sociedade Musical de Arcos de Valdevez, que decorreu na tarde deste domingo, no auditório da Casa das Artes arcuense.

O espetáculo encerrou a programação municipal da Magia de Natal e deu as boas vindas a 2026 com casa cheia, sempre com o registo de qualidade e inovação que caracteriza esta instituição centenária, amplamente reconhecida a nível nacional e internacional.

No discurso de encerramento do concerto, o Presidente da Câmara Municipal, Olegário Gonçalves, elogiou a excelência da interpretação destacando a integração de novos membros, num claro sinal de futuro e vitalidade da Banda.

O autarca arcuense sublinhou ainda o investimento na requalificação da sede da instituição, que dará maiores e melhores condições a todos os elementos, e que irá permitir ensaiar e trabalhar com condições dignas e adequadas.

O Presidente destacou também a construção da Escola de Ensino Artístico da Música, Dança e Teatro, nas instalações da EB 2,3/S, que está a decorrer a bom ritmo e que vai permitir alargar a oferta educativa em áreas com muita procura no concelho.

O edil arcuense realçou o investimento no Alameda – Cineteatro e Galeria Municipal, cujas obras estão já a decorrer, e que irá aumentar, de forma significativa, a capacidade de albergar novos eventos e produções, cimentando a agenda cultural do território.

Por fim, o Presidente do Município salientou a construção do PLACA –Plataforma Criativa de Arcos de Valdevez, um projeto inovador que pretende dar condições para que os artistas arcuenses, e não só, possam criar e trabalhar, estando prevista, entre outros, a construção de um estúdio de gravação.

Com um vasto e renovado repertório, a Banda interpretou temas de diferentes épocas e estilos, terminando com a Marcha de Arcos de Valdevez, deixando o público rendido à magnífica atuação.

11-01-2026 Concerto Ano Novo Banda (11).JPG

11-01-2026 Concerto Ano Novo Banda (22).JPG

11-01-2026 Concerto Ano Novo Banda (23).JPG

11-01-2026 Concerto Ano Novo Banda (64).JPG

11-01-2026 Concerto Ano Novo Banda (5).JPG

BRAGAJAZZ REALIZA CONCERTO

unnamed.jpg

A Associação Cultural Bragajazz apresenta sábado.dia 24 de Janeiro, na Maison 826 de Pedro Remy, pelas 22h, o duo Carlos Azevedo (piano) e Mané Fernandes ( guitarra).  Este concerto conta com o patrocínio da empresa Veloso & Associados e de Pedro Remy Cabeleireiros.

image.jpg

Carlos Azevedo

Nasceu em Vila Real, em 1964. Iniciou os seus estudos musicais no Conservatório de Música do Porto em 1982, concluindo a frequência do Curso Superior de Piano com a Profª. Arminda Odete. Frequentou ainda o Curso Superior de Composição da Escola Superior de Música do Porto, que finalizou em 1991. Tirou o mestrado em Composição na Universidade de Sheffield (Inglaterra). Participou nos Cursos Internacionais Projazz em 1990 (Sir Roland Hanna) e 1991 (Hal Galper). Tocou no Café com Jazz (em 1990 e 1991), no I e II Festival de Jazz Europeu do Porto, no Instituto Francês do Porto (em 1991 e 1992), nas V Jornadas Internacionais de Música da Oficina Musical, no XIX Festival de Música de Espinho, no II Festival de Jazz de Guimarães (1993) e na Festa do Mundo (1994).. É professor de Análise e Música de Câmara na Escola Superior Música e Artes do Espectáculo e Assistente na Escola Superior de Educação das disciplinas de Análise e Composição.

image (1).jpg

Mané Fernandes

Mané Fernandes nasceu no Porto, em 1990. Começou o seu percurso musical aos 7 anos, dando os primeiros passos de aprendizagem da guitarra no contexto familiar, com o apoio do pai e do irmão mais velho. Aos 8 anos entra no Conservatório de Música da Maia, que frequentou até aos 14.

Após um período de intensa descoberta e experimentação da guitarra eléctrica, participando em jam sessions e outros contextos musicais, conhece o guitarrista Pedro Cardoso, conhecido pelo nome artístico Peixe (reconhecido pelo seu trabalho nos Ornatos Violeta, Pluto e Zelig), e com ele estuda 3 anos de guitarra jazz, preparando-se desta forma para entrar na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto (ESMAE).

Durante o curso teve aulas com Nuno Ferreira, Virxilio da Silva, Carlos Azevedo, Pedro Guedes, Paulo Perfeito, Mário Santos, Michael Lauren e Abe Rábade, terminando o seu recital final com 20 valores.

Em Novembro de 2014 lançou o seu álbum de estreia Mané Fernandes – BounceLab e desde então mantém-se muito activo na cena musical em Portugal como líder/co-líder (MF – BounceLab, MF Trio, MF – BounceCore, Snap’itude) e como sideman (Ricardo Coelho Quartet, Marcel Pascual Quartet, Quintento Gonçalo Moreira, Eduardo Cardinho Quinteto, Manuel Brito “Light is Made of Many Colors”). Em 2016 lançou Root/Fruit, como edição de autor.

M12

entrada: 8€ /4€ (associados ACBJ)

Para reservar ou adquirir ingressos ligue 253 610 300

BANDA DA SOCIEDADE MUSICAL DE ARCOS DE VALDEVEZ DÁ CONCERRTO DE ANO NOVO NO PRÓXIMO DOMINGO

2026-01-11 - BANDA.jpg

No próximo domingo, 11 de janeiro, pelas 16h00, a Casa das Artes concelhia abre as portas para o tradicional concerto de Ano Novo, protagonizado pela Banda da Sociedade Musical de Arcos de Valdevez, composta maioritariamente por músicos do concelho.

Mantendo-se o registo de qualidade e inovação que caracteriza esta instituição centenária - verdadeira referência da vida cultural arcuense e amplamente reconhecida a nível nacional e internacional – o concerto promete uma tarde de celebração e boa música.

Com um vasto e renovado repertório, a Banda interpreta temas de diferentes épocas e estilos, incluindo bandas sonoras de filmes, música erudita e clássicos intemporais.

Trata-se de uma formação de madeiras, metais e percussão, que se destaca igualmente pela sua versatilidade em festas e romarias, contando ainda com um coral de música sacra que apoia o culto religioso.

Tal como em anos anteriores, espera-se uma sala cheia e um espetáculo à altura das expectativas do público, que já se habituou à excelência desta Banda.

ARCOS DE VALDEVEZ: SONS DE VEZ COM CARTAZ FECHADO PARA 24ª EDIÇÃO

Captura de ecrã_6-1-2026_163047_.jpg

Carlão, A garota não, Tiago Bettencourt, Delfins e Milhanas são apenas alguns dos 14 nomes que compõem o festival, que regressa à Casa das Artes de Arcos de Valdevez. O melhor da música nacional faz-se ouvir num total de 8 sábados, de 7 de fevereiro a 28 de março, naquele que é o primeiro festival do ano e o mais antigo dedicado à música feita em Portugal.

À porta de comemorar quase um quarto de século de história(s), o melhor da música lusa regressa a Arcos de Valdevez. Nas palavras do Município arcuense, “o Sons de Vez é o mais histórico evento do seu género e um verdadeiro baluarte da cultura e da identidade sonora do país contemporâneo. Em 2026 contamos com oito datas e 14 projetos que não deixarão ninguém indiferente”.

A abertura é com o regresso ao Sons de Vez de Tiago Bettencourt, uma referência incontornável da música nacional, há mais de 20 anos. Iniciou a carreira em 2003 com os Toranja, cuja simplicidade poética e melódica rapidamente conquistou o público. Tiago Bettencourt não pertence a nenhum movimento, a nenhuma corrente ou estilo. O seu caminho é só independente, variado e coerente, e assim se tem mantido na vanguarda da música cantada em Português. A primeira parte deste concerto contará com a viola tradicional de Rui Fernandes, que se apresenta em quarteto.

Fevereiro recebe também o TugaBeat irreverente dos Retimbrar, no dia 14. Oito músicos dão corpo a este projeto que celebra o folclore, a poesia popular e a oralidade, partindo do ritmo para construir narrativas que refletem a vivência entre o rural e o urbano. Um espetáculo antecedido do “folk/pós-fado/world music” de Homem em Catarse, que, em 2026, assinala dez anos de carreira, com a reedição comemorativa de “Guarda-Rios”

O mês continua, agora no feminino e em duplo, com Milhanas, nome maior e profundamente criativo da nova geração de “cantautoras”.

A sua música combina introspeção e autenticidade, cruzando influências do jazz, gospel e música moderna, com uma forte ligação à literatura portuguesa, que inspira as suas letras poéticas e intensas. O dia 21 de fevereiro arranca ainda com a soul-pop jovial de Daniela Galhoz.

Fevereiro finaliza também no feminino, no dia 28, com espaço para Cátia Oliveira e o seu “alter ego” A garota não, que aporta uma poesia interventiva, social e política. O seu álbum “2 de abril” , foi considerado pelo público e pela critica como um dos Melhores Álbuns Nacionais de 2022, valendo-lhe inúmeros galardões. A primeira parte do concerto será protagonizada por um nome histórico norte-americano: Amy Rigby, pela primeira vez em Portugal. Uma figura de culto da cena underground/indie, conhecida por combinar o humor e a acuidade do country e do folk, com a mestria do rock clássico e o espírito punk.

Em Março sobem ao palco da Casa das Artes mais seis projetos musicais. A 7 de março, arranque com o gigante urbano Carlão e a sua sonoridade atenta e multicultural. Em 2025 apresentou um single duplo que antecipa um novo álbum, previsto para 2026, preparando uma nova digressão que celebra cinco décadas de vida e criação artística, sempre marcada pela mistura de géneros, pela palavra interventiva e por uma energia contagiante.

A 14 de março, uma despedida, com a última digressão dos poderosos PAUS. O quarteto, conhecido pela icónica bateria siamesa, prepara agora o seu último capítulo com o disco“Enterro” , acompanhado de uma derradeira digressão, descrita como uma marcha fúnebre.

Antes, na mesma noite, o rock alternativo brasileiro, e mais recentemente, underground

português, de MONCHMONCH.

Já no dia 21 de março, Best Youth, apresentam o novo trabalho “Everywhen”, num regresso, muito aguardado, ao Sons de Vez. Um disco e espetáculo onde Catarina Salinas e Ed Rocha Gonçalves exploram, como nunca antes, o seu imaginário, desta feita a partir do conceito de tempo. A primeira parte fica a cargo da dupla italiana, a viver em Portugal, Ardours. Com o seu new wave dos anos 80, fundido com metal alternativo/gótico, apresentam agora com novo trabalho, em estreia absoluta no festival.

O Sons de Vez termina, a 28 de março, com um grupo verdadeiramente histórico da pop/rock portuguesa. Os Delfins regressam à Casa das Artes e trazem “U Outro Lado”, um espaço único de reencontros e proximidade por excelência, onde o público ficará imersivo nas memórias futuristas da grande dinâmica que sempre assolou o percurso da banda.

Todos os concertos estão agendados para as 22h00 e, à semelhança das edições anteriores, estarão patentes no foyer da Casa das Artes as fotos mais expressivas e emotivas dos concertos de 2025. Os bilhetes oscilam entre os 10€ e os 12€ e ficam disponíveis para compra no primeiro dia útil da semana de cada espetáculo, por telefone para o número da Casa das Artes 258 520 520 ou online via Ticketline.

Captura de ecrã_6-1-2026_163112_.jpg

AGENDA

07 Fevereiro – Tiago Bettencourt + Rui Fernandes Quarteto

14 Fevereiro – Retimbrar + Homem em Catarse

21 Fevereiro – Milhanas + Daniela Galhoz

28 Fevereiro – A garota não + Amy Rigby

07 Março – Carlão

14 Março – PAUS + MONCHMONCH

21 Março – Best Youth + Ardours

28 Março – Delfins

Captura de ecrã_6-1-2026_163134_.jpg

ALEGRIA MUSICAL ENCHEU A CASA DAS ARTES DE FAMALICÃO TRÊS VEZES

banda riba d'ave.JPG

A tradição dos Concertos de Ano Novo da Casa das Artes de Famalicão renovou-se uma vez mais com três sessões de alegres sonoridades que lotaram a capacidade do grande auditório do teatro municipal. Uma vez mais, a Banda de Famalicão, a Banda Marcial de Arnoso e a Banda de Música de Riba d’Ave ofereceram a melhor performance no arranque do ano 2026 ao público de Vila Nova de Famalicão.

Na tarde de sábado, dia 3 de janeiro, a Banda de Famalicão, dirigida pelo maestro Armando Teixeira, apresentou o concerto “Harmonia em Viagem”, tema que quis conduzir o público por um percurso musical de diferentes geografias e estéticas: Celebration Fanfare (Steven Reineke); Tulsa (Don Gillis); Rhapsody in Blue (George Gershwin), esta apresentada com participação especial da pianista Isolda Crespi. A viagem musical prosseguiu com Sang (Dana Wilson) e com a revisitação do património português em Cantigas Populares e Cantares da Beira, de Margarida Louro. Estas obras contaram com a presença dos convidados Coro Orfeão Santhyago e Coro En’Canto, enriquecendo a dimensão coral do programa. O programa incluiu as sonoridades vibrantes de African Harmony (Johan de Meij) e encerrou com a célebre Marcha Radetsky, de Johann Strauss.

A noite de sábado foi entregue à Banda Marcial de Arnoso, dirigida pelo maestro Rúben Henriques, que numa primeira parte apresentou as obras: Fall River Overture (R. Sheldon); Cape Horn (O. Schwarz) com o trompetista Manuel Araújo a solo; Montanhas Mágicas (X. Ribeiro); Baile das Oliveiras (X. Ribeiro); e Mumadona Dias (C. Marques). A segunda parte do concerto contou com a voz, a solo, de Joana D’Alma, interpretando: Acordai (F. Lopes-Graça, arr. P. Pires); A Viagem (J. D’Alma, arr. W. Sousa); Elementos (J. D’Alma, arr. W. Sousa); Agora (J. D’Alma, arr. W. Sousa); 30 vozes novas (J. D’Alma, arr. W. Sousa); Liberdade (J. D’Alma, arr. W. Sousa); O Pastor (Madredeus, arr. P. Pires).

A Banda de Música de Riba d’Ave, dirigida pelo maestro Micael Moreira, encerrou os Concertos de Ano Novo da programação da Casa das Artes de Famalicão na tarde de domingo, dia 4 de janeiro, com o mote “Luz em Movimento: A Força que Nos Une”.

A primeira parte incluiu a interpretação de: Illumination (David Maslanka); Tantum ergo (Carlos Marques); e do Concerto para Fagote (Carl Maria von Weber), com a solista Sara Silva. A segunda parte, num ambiente mais leve e festivo, ofereceu a interpretação de um medley em tributo aos Jackson 5, seguindo-se um medley dos Coldplay, onde a sonoridade contemporânea da banda britânica ganhou outra dimensão com a participação especial da Associação de Ginástica ESACRO. O concerto culminou com a participação da Zimbre Brass Band, que se uniu à banda num conjunto de temas vibrantes.

Dois dias com três momentos de partilha de sonoridades que trouxeram um numeroso público à Casa das Artes de Famalicão.

banda arnoso.jpg

banda famalicão.JPG