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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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QUIM BARREIROS E PEDRO CACHADINHA ANIMAM FESTAS EM FREXIANDA, NO CONCELHO DE OURÉM

Em junho a Freixianda assinala dia da freguesia e 24º Aniversário de elevação a vila

De 21 a 23 de junho decorrem em Freixianda, no norte do concelho de Ourém, as suas tradicionais celebrações de evocação de elevação a vila. No programa há animação musical, tasquinhas, folclore, desfile da Charanga da GNR, exposições de artesanato e ainda uma exposição de maquinaria agrícola e automóvel.

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Participam nas tasquinhas oito coletividades da freguesia com pratos que vão desde a “Chanfana à moda da Ribeira” à “Perna de Porco no espeto com migas”. No que toca à animação está prevista uma sardinhada popular, jogos escutistas, marchas populares, Festival de Ranchos, e um Passeio Pedestre.

O programa musical é encabeçado por Quim Barreiros, dia 22, sábado, pelas 23h00.Foka Energie sobe a palco pelas 22h00 de dia 21, sexta-feira; “Só Ritmo”” atua antes e depois de Quim Barreiros dia 22 , sábado dia 23; o Grupo PA 3 encerra as festas dia 23, domingo, a partir das 22h00. Destaque também para a presença dia 21 de Pedro Cachadinha e seus amigos na sexta feira ás 20h00. No Sábado dia 22 ás 21h00 atuará a Marcha da Pelmá. No Domingo dia 23 haverá um desfile pelas ruas pela Charanga a Cavalo da GNR que depois atuará no Largo do Mercado. Também no domingo ás 18h30 haverá uma tarde de folclore.

Programa

Sexta feira dia 21 (dia da Freguesia)

19h30 – Sardinhada Popular

20h00 – Atuação de Pedro Cachadinha e seus amigos

22h00 – Atuação de Foka Energie

Sábado dia 22

21h00 – Atuação da Marcha da Pelmá

22h00 – Atuação do Grupo “ Só Ritmo”

23h00 – Atuação de Quim Barreiros e sua Banda

00h30 – Continuação da atuação do Grupo “ Só Ritmo”

Domingo dia 23

09h00 – Passeio Pedestre

17h00 – Desfile da Charanga a cavalo da GNR pelas ruas da vila

17h30 – Atuação da Charanga a cavalo da GNR no Largo Juvêncio Figueiredo

18h30 – Tarde de Folclore

22h00 – Atuação do Grupo PA3

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ENTRE MARGENS NO RIO MINHO – ENCONTRO DE TOCADORES COM ABERTURA A BORDO DO FERRYBOAT

De 30 de maio a 2 de junho, Caminha e A Guarda vão ser a capital da música tradicional e da dança, com a promoção de mais uma edição do Entre Margens – Encontro de Tocadores, este ano duas margens do rio Minho e com muitas novidades. Concerto em A Guarda, travessias do rio Minho com tocadores portugueses e galegos, mostra de construtores, apresentação de publicações, cds e livros, concertos, foliadas e bailes ao improviso, oficinas, palestras, animação de rua, cinema, exposições são algumas das iniciativas que vão dar o mote a esta edição do evento. A abertura oficial vai decorrer a 31 de maio, pelas 17H00, a bordo do ferryboat com a participação de tocadores galegos e portugueses.

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Esta edição traz muitas novidades. O Entre Margens vai realizar-se pela primeira vez nas duas margens do Rio Minho.  A Guarda vai receber o primeiro espetáculo do certame. Assim, no dia 30 de maio, terá lugar um concerto com Sérgio Mirra e Pan de Capazo, na Praça do Relógio. Outra das novidades prende-se com a abertura oficial. Este ano, vai realizar-se a bordo do ferryboat com a participação de tocadores galegos e portugueses. E, nos dias 1 e 2 de junho, as travessias do rio Minho serão acompanhadas com tocadores de Portugal e da Galiza.

De facto, nesta edição a organização está a ultimar os preparativos para que esta edição fique na memória de todos. Os vários espaços da vila preparam-se para receber tocadores de instrumentos tradicionais de diferentes gerações, que irão partilhar saberes, repertórios e técnicas instrumentais antigas e contemporâneas, possibilitando desta forma o perdurar no tempo, das tradições musicais de várias regiões de Portugal, com particular incidência na região do Minho e da Galiza, em Espanha.

À semelhança de anos anteriores, esta edição conta com um programa vasto e eclético, que inclui oficinas de aprendizagem, com a presença de tocadores de vários instrumentos e um responsável por facilitar a dinâmica da oficina e a troca de informação entre o tocador antigo e a assistência. Em Caminha, vão decorrer as seguintes oficinas: construção de instrumentos musicais com Xavier Blanco e Inocêncio Casquinha; combo de cordofones/Tocata Popular com Carlos Batista; murgas e charangas com Fernando Abreu; cantos Polifónicos com Segue-me à Capela e oficina de dança Carvallesa com Montse Rivera. As inscrições já estão a decorrer. Os interessados podem efetuar a respetiva inscrição em http://www.encontrodetocadores.pedexumbo.com/2019/05/03/inscricoes-abertas-para-as-oficinas-do-encontro-de-tocadores-2019/

Além das oficinas, esta edição conta com os concertos de Carlos Batista, Segue-me à Capela; Obal, Roncos do Diabo. O programa inclui um Encontro de Grupos de cavaquinhos da Ribeira Minho; animação com o Rancho de Reis de Riofrio; Foliada e Baile ao Improviso e exposição itinerante “Os Cinco Hermanos; Gaiteiros das margens do Minho”. Estão igualmente previstas várias palestras, cinema e apresentações de livros e cd,s.

O Entre Margens-Encontro de Tocadores é organizado pela PédeXumbo - Associação para a Promoção da Música e da Dança, aCentral Folque - Centro Galego Música Popular, Câmara Municipal de Caminha e Freguesia de Caminha e Vilarelho.

Programa:

30 de Maio

19H30 | CONCERTO com Sergio Mirra Trio e Pan de Capazo

Praça do Relógio em A Guarda

 

31 de Maio

10H00 | ZAMPADANÇAS com Mercedes Prieto e SergioCobos
(atividade lúdica dirigida aos alunos do Agrupamento de Escolas Sidónio Pais)
Pavilhão Municipal de Caminha

16H00 – 24H00 | MOSTRA DE CONSTRUTORES DE INSTRUMENTOS MUSICAIS TRADICIONAIS (Luthiers)
Largo Calouste Gulbenkian

17H00 | ABERTURA DO ENCONTRO DE TOCADORES – ENTRE MARGENS

no Ferryboat St. Rita de Cássia, com a participação de tocadores galegos e portugueses

19H00 | INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO ITINERANTE “OS CINCO HERMANOS: GAITEIROS DAS MARGENS DO MINHO”. Curadoria de Francisco Caldas e Napoleão Ribeiro

Edifício Paços do Concelho

 

21H30 | CONCERTO com Carlos Batista
Largo Calouste Gulbenkian

23H00 | CONCERTO com Segue-me à Capela
Largo Calouste Gulbenkian

Pela noite fora… | FOLIADA E BAILE AO IMPROVISO

 

01 de Junho

09H00 | RECEÇÃO AOS PARTICIPANTES DAS OFICINAS
Edifício Paços do Concelho

10H30-13H00 | OFICINAS
CANTOS POLIFÓNICOS com Segue-me à Capela
Sede da Academia Sénior de Caminha

COMBO DE CORDOFONES/TOCATA POPULAR com Carlos Batista
Biblioteca Municipal de Caminha

CONSTRUÇÃO DE INSTRUMENTOS MUSICAIS SINGELOS com Xabier Blanco e Inocêncio Casquinha

Museu Municipal de Caminha

MURGAS E CHARANGAS com Fernando Abreu e Manuel Lima
Salão Nobre dos Bombeiros Voluntários de Caminha

DANÇA TRADICIONAL: CARBALLESAS com Montse Rivera
Valadares, Teatro Municipal

10H30 | PALESTRA “CHARANGAS. O CLARINETE NA MÚSICA POPULAR URBANA NA MUDANZA DO SÉCULO XIX AO XX” por Fernando Abreu
Auditório do Museu Municipal de Caminha

11H30 | APRESENTAÇÃO DO LIVRO “LA NUOSSA GAITA” por Abílio Topa e Daniel Pina Cabral

Auditório do Museu Municipal de Caminha

12H00 | ENCONTRO DE ZÉS PEREIRAS: GRUPOS DE PORTUGAL E GALIZA

Praça Conselheiro Silva Torres

14H00-24H00 | MOSTRA DE CONSTRUTORES DE INSTRUMENTOS MUSICAIS TRADICIONAIS (Luthiers)
Largo Calouste Gulbenkian

15H00 - 18H00 | TRAVESSIAS DO RIO MINHO COM TOCADORES DE PORTUGAL E GALIZA

Ferryboat St. Rita de Cássia

15H00 – 18H00 | OFICINAS
(nos locais anteriormente assinalados)

15H00 | PALESTRA “ESCALA CURTA, CORPO PEQUENO. ESTÓRIAS DO CAVAQUINHO” por Carlos Batista e “PROJETO ATLAS” por Jorge Castro Ribeiro e Ivan Vilela
Auditório do Museu Municipal de Caminha

16H30 | APRESENTAÇÃO LIVRO CD “SINDO DE OLELAS – CONCERTINA GALEGA” por Xurxo Souto
Auditório do Museu Municipal de Caminha

18H00 | PALESTRA “ENCONTRO(S) COM A(S) DANÇA(S)” por Mercedes Prieto e Maria João Alves
Auditório do Museu Municipal de Caminha

19H00 | ENCONTRO DE GRUPOS DE CAVAQUINHOS DA RIBEIRA MINHO

Largo Calouste Gulbenkian

 

21H30 | CONCERTO com OBAL
Largo Calouste Gulbenkian

23H00 | CONCERTO com Roncos do Diabo
Largo Calouste Gulbenkian

Pela noite fora… | FOLIADA E BAILE AO IMPROVISO

 

02 de Junho

10H00-13H00 | OFICINAS
(nos locais assinalados)

11H00-19H00 | MOSTRA DE CONSTRUTORES DE INSTRUMENTOS MUSICAIS TRADICIONAIS (Luthiers)
Largo Calouste Gulbenkian

11H00 | ANIMAÇÃO: Rancho de Reis de Riofrio

Praça Conselheiro Silva Torres

 

11H30 | APRESENTAÇÃO: publicação “OS DANZANTES DOS REIS” por Eutrópio Rodriguez e Rancho de Reis de Riofrio
Auditório do Museu Municipal de Caminha

12H00 | CINEMA: “DA TERRA AO CÉU”, documentário PédeXumbo sobre a tradição dos mastros tradicionais no concelho de Odemira. Realizado por Pedro Grenha e Rui Cacilhas

Auditório do Museu Municipal de Caminha

15H00 | APRESENTAÇÃO FINAL DOS TRABALHOS REALIZADOS NAS OFICINAS
Largo Calouste Gulbenkian

15H00 - 18H00 | TRAVESSIAS DO RIO MINHO COM TOCADORES DE PORTUGAL E GALIZA

Ferryboat St. Rita de Cássia

18H00 | ENCERRAMENTO
Largo Calouste Gulbenkian

VIEIRENSES HOMENAGEIAM CASIMIRO FERNANDES

Município de Vieira do Minho homenageou o cantador Casimiro Fernandes
No âmbito da celebração do Dia do Cantador, o Município de Vieira do Minho homenageou ontem, dia 19 de maio, o cantador vieirense Casimiro Fernandes.

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Casimiro Fernandes nasceu a 9 de maio de 1944, em S. João da Cova, no concelho de Vieira do Minho e desde cedo denotou aptidão para a música e para a poesia, improvisando melodias e fazendo as suas próprias flautas.
Este vieirense muito tem contribuído para o desenvolvimento da música popular do concelho, uma vez que foi fundador e co-fundador dos agrupamentos musicais Rancho Folclórico “ Passarinhos da Ribeira”, conjunto típico “ Flores de Abril” e grupo de Cantares ao Desafio “ Rouxinóis do Vale do Cávado”.
Casimiro Fernandes é um devoto da concertina, e, como tal, tenta transmitir o seu conhecimento e gosto pelo instrumento, a um grupo de Séniores da Universidade Sénior de Vieira do Minho, que ensina.
Com o processo a decorrer de candidatura à Unesco do canto ao desafio e do repentismo português, esta homenagem ao cantador ao desafio, Casimiro Fernandes foi no sentido valorizar esta arte tão popular, e que no concelho tem sido bem representada por este vieirense.
O Dia do Cantador trouxe até Vieira do Minho mais de meia centena de cantadores ao desafio. O evento iniciou com uma celebração litúrgica na Igreja Paroquial de Santa Maria Mãe de Deus, em Tabuaças, seguindo-se um almoço de confraternização, em frente aos Paços do Concelho.
A iniciativa foi promovida pelo Município em colaboração com a Junta de Freguesia de vieira do Minho.

SAMUEL BASTOS, MÚSICO NATURAL DE BARCELOS FOI ENCONTRADO MORTO NA SUÍÇA

Músico de 32 anos era natural de Barcelos e integrava a Orquestra da Ópera de Zurique.

Samuel Bastos, oboísta português que integrava a Orquestra da Ópera de Zurique, foi encontrado morto na manhã deste domingo, na Suíça. A notícia foi avançada pela Rádio Barcelos, sendo ainda desconhecidas as causas da morte do solista de 32 anos.

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O músico era natural da freguesia de Oliveira, concelho de Barcelos. Começou a tocar numa banda filarmónica aos sete anos de idade. Passou para o oboé aos dez. Samuel Bastos era oboísta solista na Orquestra da Ópera de Zurique, cidade onde obteve vários graus de educação musical na Universidade de Artes de Zurique, enquanto bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian.

Samuel Bastos colaborou com diversas orquestras, nas quais se incluem a Tongyeong Festival Orchestra, da Coreia do Sul, e a Mozarteum Orchestra, de Salzburgo. Venceu vários prémios e provas internacionais: em Julho de 2017, Samuel Bastos conseguiu o primeiro lugar no concurso internacional de oboé Fernand Gillet-Hugo Fox, nos Estados Unidos. Foi um dos músicos portugueses na diáspora que integrou a Orquestra XXI, projecto que venceu o primeiro prémio do FAZ – Ideias de Origem Portuguesa, concurso da Fundação Calouste Gulbenkian e da COTEC – Associação Empresarial para a Inovação.

https://www.publico.pt/

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CHARLES WATSON: O BRITÂNICO CHARLES WATSON APRESENTA-SE EM PONTE DE LIMA, NUMA OPORTUNIDADE ÚNICA, PARA UM DOS DOIS CONCERTOS QUE REALIZA EM PORTUGAL NA PRESENTE TOUR

18 de Maio – 22h00 – Teatro Diogo Bernardes – Ponte de Lima

Os nomes internacionais continuam a ser uma constante na programação do Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima e no próximo sábado, 18 de Maio, às 22h00, subirá ao palco Charles Watson, músico britânico que já fez parte da banda The Surfing Magazines e do duo Slow Club, juntamente com Rebecca Taylor.

Uma das grandes revelações dos últimos tempos no panorama musical internacional, num concerto que será uma ocasião única para apreciar o artista que nesta tour apenas realiza dois concertos em Portugal, depois de se ter apresentado, como uma das maiores revelações, no Festival Superbock em Stock, em Novembro passado.

Charles Watson é cada vez mais um dos principais compositores e produtores londrinos da actualidade.

Destacou-se por ser membro da banda The Surfing Magazines e também por fazer parte do duo Slow Club, juntamente com Rebecca Taylor.

Mas Charles Watson também se começa a destacar a solo, como prova o seu disco de estreia, “Now That I’m a River”, editado em 2018.

Além de ser uma estreia a solo enquanto intérprete, é também uma estreia promissora enquanto produtor. A esse nível, o disco destaca-se pelo uso de samples da sua própria voz, criando texturas vocais pouco ouvidas até então.

Mas a produção não é o único ponto alto deste disco, também fortemente marcado pela qualidade lírica. Com a sensibilidade de um verdadeiro escritor, Watson foi buscar inspiração no livro “Hello America” de JG Ballard, algo que se nota nos temas das canções, mas também na própria linguagem usada neste disco.

Sem preocupações comerciais e apenas concentrado na música enquanto arte, Charles Watson oferece-nos belíssimas canções que tanto nos levam até à América, como nos lembram do Oceano que nos separa...

Bilhetes à venda (6,00€) e mais informações no Teatro Diogo Bernardes, pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt

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THE OFFSPRING SÃO A MAIS RECENTE CONFIRMAÇÃO DO EDP VILAR DE MOUROS

  • A energia dos Offspring chega a Portugal no dia 23 de agosto. A banda norte americana será cabeça de cartaz do festival EDP Vilar de Mouros.

A organização do EDP Vilar de Mouros acaba de anunciar a presença dos The Offspring no Festival, que acontece entre 22 e 24 de agosto. A banda norte americana complementa assim um cartaz que representa bem a alma e o vigor do Festival, já composto pelos The Sisters of Mercy, Gang of Four, The House of Love, Killing Joke, Manic Street Preachers, Nitzer Ebb, Prophets of Rage, Skunk Anansie, Gogol Bordello, The Wedding Present, Clan of Xymox, Anna Calvi, Fischer-Z e Linda Martini.

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Desde 1984 que os The Offspring conquistam o público com canções como “Pretty Fly (for a White Guy)”, “Self Esteem”, “Come Out And Play” ou “The Kids Aren’t Alright” e no Século XXI continuam a cativar fãs que se juntam às fileiras de admiradores do punk-rock.

Com 8 Álbuns editados e mais de 30 milhões de unidades vendidas, a banda liderada pelo carismático Dexter Holland atinge o expoente máximo com “Smash”, o longa duração mais vendido do grupo. Mas “Americana” ou “Conspiracy of One” perduram também até aos dias de hoje.

Os The Offspring contam com mais de 30 anos de carreira e a sua reconhecida entrega em palco é o convite perfeito para mergulhar na história da Banda e fazer uma viagem pelas canções que continuam a marcar gerações.

Os bilhetes estão disponíveis nos locais habituais e na Ticketline. O bilhete diário tem o custo de 35 euros e o passe para 3 dias, que inclui acesso gratuito ao campismo, custa 70 euros.

The Offspring

Entre 1994 e inícios de 2000, os Offspring eram um dos nomes mais mediáticos da música mundial, acumulando milhões de vendas e aparecendo em dezenas de bandas sonoras de filmes e jogos. A cultura popular agarrou o seu punk rock com unhas e dentes e impregnou-o no ADN de uma geração que não se esquecerá de canções como "The Kids Aren't Alright", "Pretty Fly (For A White Guy)", "Why Don't you Get a Job, "Original Prankster", "You're Gonna Go Far Kid" e "Self Esteem". 

Estrearam-se em Portugal há mais de 20 anos e a última vez que pisaram solo nacional foi em 2012. Este ano, o regresso a Portugal trará certamente a banda no seu melhor, com direito a eletricidade no máximo, refrões para cantar em alto e bom som e temas que passaram o teste do tempo para se imporem como verdadeiros clássicos de combate da era moderna. 

OUTRAS BANDAS JÁ CONFIRMADAS:

The Sisters of Mercy

Não há muitas bandas como os Sisters of Mercy. Editaram três celebrados álbuns entre 1985 e 1990 – “First and Last and Always”, “Flodland” e “Vision Thing” – levaram temas como "This Corrosion" ou "Temple of Love" aos lugares cimeiros das tabelas de vendas internacionais, mas, numa clara atitude de desafio às normas e às pressões da sua editora, desistiram de lançar novos discos, mantendo-se, no entanto, como uma banda de estrada, comandada pelo carismático Andrew Eldritch.

Em 2016, numa entrevista à revista Blitz, Eldritch confirmava uma promessa de lançar novo material caso Donald Trump fosse eleito, algo que acabou por não acontecer. Seja como for, indo completamente contra a corrente de muitas bandas da sua nova geração que lançam novo material para terem o pretexto para tocar êxitos antigos, os Sisters of Mercy mantiveram uma saudável honestidade na atitude de regressarem ciclicamente à estrada para tocar os seus clássicos. Explica a Eldritch: "A verdade é que nos divertimos muito a tocar o nosso material original. Acho que é importante ter novas canções nos concertos e fazemos isso. E, claro, temos de navegar muito bem a linha divisória que separa as pessoas que compram bilhetes porque querem ouvir coisas que já conhecem das outras que compram bilhetes porque gostavam de nos ouvir a tocar coisas novas. Temos sempre que encontrar esse equilíbrio".

Com um dos expoentes do rock gótico de regresso a Portugal para uma apresentação em Vilar de Mouros, repete-se o ritual, repetem-se as canções e renova-se o culto.

Gang Of Four

Os Gang Of Four foram uma das mais interessantes bandas do período pós-punk e da new wave. O grupo originalmente liderado por Andy Gill e Jon King lançou, entre 1979 e 1983 quatro álbuns que são encarados como verdadeiros clássicos, na atualidade: “Entertainment”, “Solid Gold”, “Songs of the Free” e “Hard” marcaram a primeira fase da banda e ajudaram a compreender o som que veio do punk e que abraçou outras sonoridades, do dub ao funk, revelando-se uma mescla que continua a inspirar músicos e bandas até aos dias de hoje.

O grupo passou por diversas fases, teve vários contributos de músicos notáveis, como Gail Ann Dorsey, por exemplo, colaboradora de David Bowie, e na fase mais recente conta com Andy Gill a representar a linhagem original. O grupo foi também criando nova música, com “What Happens Next” a ser a sua mais recente edição, que já data de 2015. No entanto, há um novo trabalho previsto para 2019: “Happy Now” deverá reconfirmar a pertinência presente de uma banda cuja atitude de pura originalidade perante a música inspirou grupos como os Franz Ferdinand ou Rapture, apenas algumas das bandas das gerações mais recentes que tomam Gang of Four como grande referência.

The House of Love

A banda liderada por Guy Chadwick foi uma das mais brilhantes que saiu na segunda metade dos anos 80, da excelente fornada que a editora Creation ofereceu ao mundo e que tanto marcou a paisagem indie de guitarras dos anos seguintes. O grupo de temas eternos como “Christine” ou “Shine On” apresentou-se no Coliseu dos Recreios em 1989, num concerto que ficou na memória de todos os que a ele assistiram, passando um par de anos mais tarde para um segundo concerto no nosso país, realizado em Aveiro.

As forças criativas de Chadwick e Terry Bickers desencontraram-se e o grupo separou-se em 1993 quando contava já com quatro álbuns no ativo, incluindo Babe Rainbow (1992) e Audience With the Mind (1993). Depois da separação, Chadwick ainda ensaiou timidamente uma carreira a solo, impulsionado por Robin Guthrie dos Cocteau Twins, mas acabou por mergulhar num período de depressão de que só se livrou quando se voltou a entender com Bickers e o grupo regressou ao ativo, em 2005, com a edição de Days Run Away, muito bem recebido pelo público e pela crítica em Inglaterra. A reedição expandida do seu álbum de estreia - uma verdadeira obra de culto - em 2012 pela Cherry Red e o lançamento de novo trabalho em 2013, She Paints Words in Red, cimentou-lhes a existência neste milénio. O regresso a Portugal para esta apresentação em Vilar de Mouros é por isso mesmo causa para celebração. Os The House of Love continuam a brilhar.

Killing Joke

Não é à toa que esta é a banda cujo clássico tema “Eighties” pode ter inspirado “Come As You Are” dos Nirvana. Nome central da cena pós-punk britânica, os Killing Joke de Jaz Coleman e Youth (que viria a ter notável carreira como produtor, tendo trabalhado com bandas como os U2, e alinhado, com Paul McCartney, no projeto The Fireman), são bastantes vezes apontados como decisivas influências de bandas como Marilyn Manson ou até Metallica, sinal claro do pioneirismo que assumiram desde o início.

Os Killing Joke nasceram em 1978, em plena era do punk, mas desde o início adotaram uma atitude desafiante e experimental. Quando se estrearam, em 1980, com um álbum homónimo, os Killing Joke tinham já um som distinto. Youth acabaria por abandonar a banda um par de anos mais tarde, mas Coleman manteve a banda em pleno funcionamento e o notável baixista haveria regressado ao seio do grupo, em 2008, data em que a formação original se voltou a reunir, tendo-se mantido ativa até ao presente.

Pylon, o mais recente álbum, data de 2015 e conta com Coleman, Youth e ainda Geordie Walker e Big Paul Ferguson na formação. A All Music atestava que era admirável como, três décadas e meia após o primeiro trabalho, o grupo mantinha a aura pesada e agressiva que sempre tinha caracterizado o seu som, pulsante e musculado, denso e negro. É essa a fórmula que o quarteto de culto trará a Vilar de Mouros, naquele que será o seu há muito ansiado regresso ao nosso país.

Manic Street Preachers

Os Manic Street Preachers de James Dean Bradfield, Sean Moore e Nicky Wire são autênticos sobreviventes e um dos mais aclamados grupos rock da sua geração. Resistance is Futile, o mais recente trabalho do trio, data de 2018 e foi aclamado pela imprensa e público, tendo chegado ao lugar cimeiro do top inglês.

Com material em que o trio se voltou a aproximar de clássicos maiores do seu cancioneiro como “Motorcycle Emptyness” - como aconteceu em “Internationla Blue” - ou até de momentos da obra de David Bowie - caso de “Hold Me Like a Heaven” que a própria banda admitiu inspirar-se em “Ashes To Ashes” -, o mais recente álbum é a confirmação definitiva da força que os galeses continuam a ter, mais de 30 anos após o arranque da sua carreira.

Os Manic Street Preachers estrearam-se em álbum com Generation Terrorists, em 1992, um álbum que o NME apontou como um dos melhores trabalhos de estreia de sempre com a revista Q a distingui-los com o seu galardão de Álbum Clássico. A banda, que em 1995 perdeu o guitarrista Richey Edwards, que foi dado como presumivelmente morto em 2008 e cujo corpo nunca foi encontrado (continuam a meter um microfone em palco para ele, em cada concerto...), soube avançar, recuperar e construir uma sólida carreira, levando vários dos seus singles até aos lugares cimeiros do top britânico. E construiu também uma inexcedível reputação de palco, com enérgicos concertos que parecem sempre evocar o mais genuíno espírito do rock. Será certamente assim, em Vilar de Mouros.

Nitzer Ebb

Industrial Complex, trabalho de 2009, coloca os Nitzer Ebb de Bon Harris e Douglas McCarthy do lado de cá deste milénio, feito extraordinário se pensarmos que o grupo deu os primeiros passos em 1983, apresentando à época um som claramente informado pelo post-punk, sobretudo por bandas como Killing Joke ou Bauhaus.

No entanto, os Nitzer Ebb haveriam de ficar conhecidos como um dos expoentes máximos da Electronic Body Music ou EBM, uma corrente que pegava nalguma da atitude herdada do punk, na influência das mais radicais experiências conduzidas no seio da música industrial e até nas nascentes correntes techno e house que chegavam do lado de lá do oceano Atlântico para criar uma mescla hardcore de música para as pistas de dança mais sombrias.

Ligados à prestigiada Mute logo em 1987 (a mesma editora dos Depeche Mode, por exemplo), os Nitzer Ebb lançaram trabalhos de sucesso como Belief e Showtime ou ainda Ebbhead encarados pelos fãs de eletrónica mais radical como verdadeiros marcos históricos. O grupo cessou atividades em meados dos anos 90, mas regressou aos palcos e aos estúdios em 2007, recuperando a sua atitude radical de não compromisso em novos trabalhos que mereceram o aplauso da crítica, incluindo Join In The Rhythm of Machines, em 2011, ano em que passaram em Portugal pela primeira e última vez. Este regresso surge na senda de um novo fluxo de atividade, com Bon Harris e Douglas McCarthy a recrutarem para o palco os músicos David Gooday e Simon Granjer dos Stark. Oportunidade imperdível para se testemunhar ao vivo o poder de um dos grupos que revolucionou o universo da eletrónica.

Prophets of Rage

Quando se juntam na mesma banda membros dos Rage Against the Machine, Public Enemy e Cypress Hill, o resultado só pode ser um dos supergrupos mais explosivos de sempre. Formados em 2016, os Prophets of Rage lançaram no ano seguinte o disco de estreia, homónimo, que foi alvo de elogios da imprensa especializada pelo seu tom furioso e revolucionário. Este ano fazem a sua estreia ao vivo em Portugal, num concerto único no EDP Vilar de Mouros.

Skunk Anansie

O público português é conhecido por ter relações umbilicais com algumas bandas e os Skunk Anansie são um dos casos mais claros. Liderados pela enigmática Skin, a banda rock britânica é reconhecida pela energia que coloca em cada concerto, levando o público ao delírio com temas como “Hedonism”, “You’ll Follow Me Down” ou “Because of You, entre muitos outros. Regressam ao EDP Vilar de Mouros depois de um concerto em 2000 que ficou na história do festival.

Fischer-Z

Decorria o ano de 1980, quando os Fischer-Z lançaram “So Long” e a vida da banda rock/new wave britânica nunca mais foi a mesma. Longe do epíteto de one hit wonder, como provam os grandes sucessos “Marliese”, “Berlin” e “The Perfect Day”, os Fischer-Z são amplamente reconhecidos e elogiados pelas letras que John Watts escreveu com base na sua experiência de psicologia clínica.

Linda Martini

Quando o álbum de estreia é considerado pelos leitores da Blitz como o “Disco Nacional do Ano” é fácil de antever uma carreira de sucesso. Os Linda Martini fizeram isso e muito mais. Nascidos em 2003, são responsáveis por alguns dos temas de maior inspiração e transpiração do rock nacional, capazes de nos arrancar do sofá em picos de euforia. Ao EDP Vilar de Mouros trazem o mais recente disco de originais, homónimo, que os levou numa digressão esgotada por todo o país.

Gogol Bordello

Steve Albini e Rick Rubin, dois grandes nomes da produção mundial, não fecharam os olhos quando viram os Gogol Bordello à frente e produziram Gypsy Punks: Underdog World Strike e Trans-Continental Hustle, respetivamente. Os dois discos capturam exatamente a energia do punk cigano preconizado pelo seu vocalista, líder e membro-fundador Eugene Hütz.

Com sete longa-durações no currículo, o mais recente é Seekers and Finders, de 2017, o grupo multicultural -- músicos de países como Ucrânia, Equador, Rússia e Etiópia fazem (e fizeram) parte -- transporta esses mundos todos para uma loucura controlada que se traduz num autêntico terramoto para quem tiver a sorte de os apanhar num palco perto de si. A passagem por Vilar de Mouros será por isso mesmo uma oportunidade absolutamente imperdível para todos os que reconhecem numa banda que recolheu inspiração nas obras de combate dos Clash ou Manu Chao uma força singular que se traduz sempre em concertos de antologia.

The Wedding Present

Tudo começou em 1985, em Leeds, Inglaterra: "Go Out and Get ’Em, Boy" foi o primeiro single da banda, lançada na sua própria Reception, prova clara de uma alma independente que o grupo nunca perderia. No entanto, só em 1988 é que chegariam às tabelas do Reino Unido com "Nobody's Twisting Your Arm". George Best, o seu álbum de estreia que homenageava um lendário futebolista, figurou na lista de 500 melhores álbuns de sempre da revista NME. Uma proeza, mas também da mais elementar justiça, tendo em conta a força criativa da música aí contida.

Apesar das várias mudanças de formação -- David Gedge é o único membro original e constante ao longos destas três décadas --, o grupo de indie rock não parou de fazer álbuns. O mais recente, Going, Going..., trabalho número 9 numa discografia sólida, saiu em 2016 e o tom é totalmente diferente, mesmo que a electricidade nunca se tenha perdido pelo caminho...  prova de que o som dos The Wedding Present soube avançar no tempo e não ficar refém de glórias passadas.

Clan of Xymox

Inicialmente associados a bandas como The Cure ou New Order, os holandeses Clan of Xymox viram o seu pop rock de recorte eletrónico e colorações góticas atingir o seu apogeu nos anos 80/90, época em que lançaram dois dos seus álbuns mais celebrados: Clan of Xymox e Medusa. Depois de ouvir o primeiro longa-duração do trio, o icónico radialista John Peel convidou-os para actuarem nas suas famosas sessões, aproveitando a ocasião para defini-los como "darkwave", sub-género que haveria de servir para descrever a música de bandas como Depeche Mode, Cocteau Twins ou Soft Cell.

Do trio original Ronny Moorings, Anka Wolbert e Pieter Nooten, apenas o primeiro continua a carregar a tocha do grupo. Days of Black, disco editado em 2017, não engana: as camadas de sintetizadores continuam a alimentar o lado negro da onda e a manter a atenção que os anos de culto lhes permitiu concentrar.

Anna Calvi

Ao primeiro disco, que foi produzido por Rob Ellis, colaborador de longa data de PJ Harvey, Anna Calvi colocou imediatamente o seu nome no radar: a nomeação para o Mercury Prize em 2011 foi um dos pontos altos desse fulgurante arranque de carreira. Depois, Brian Eno, o seu mentor não-oficial, descreveu-a como "a maior coisa desde Patti Smith". Uma declaração importante de um dos músicos mais conceituados da indústria musical e que definitivamente concentrou os holofotes da imprensa especializada mundial na obra da cantora britânica.

Depois de inaugurar o seu caminho com estrondo, a cantora e guitarrista lançou mais dois discos: One Breath (2013) e o recentíssimo Hunter (2018) que conquistou espaço em vários balanços internacionais de final de ano. Nina Simone, Maria Callas, Jimi Hendrix, The Smiths, The Rolling Stones, Captain Beefheart, David Bowie, Nick Cave, Scott Walker, Olivier Messiaen, Maurice Ravel e Claude Debussy são algumas das coordenadas para perceber o rock tingido a negro de Anna Calvi que ao vivo rende sempre momentos de beleza arrebatadora.

Mais informações sobre o Festival em http://edpvilardemouros.com  

VIZELA SENSIBILIZA PARA A MÚSICA COMO ENSINO ESPECIALIZADO

Câmara de Vizela junta-se a Academia de Música de Vizela em campanha de sensibilização

O Presidente da Câmara Municipal de Vizela participou ontem numa reunião entre elementos da Academia de Música da Sociedade Filarmónica Vizelense, o Presidente da União de Freguesias de Caldas de Vizela S. Miguel e S. João e os professores do 4.º ano das escolas do ensino básico do Concelho.

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O objetivo desta reunião foi sensibilizar os professores para a importância do ensino especializado da música em regime articulado que funciona nesta instituição através de protocolo com o Agrupamento de escolas de Caldas de Vizela e com o Agrupamento de escolas de Infias Vizela.

Com esta ação de sensibilização, a Academia trouxe até às suas instalações os alunos que frequentam o 4.º ano nas escolas do ensino básico do Concelho, no sentido de as motivar para a aprendizagem da música, e assim aumentar o número de alunos inscritos neste ensino.

O ensino articulado é uma modalidade de ensino financiada para alunos dos 2º e 3º cíclos do ensino básico, que funciona em articulação com a escola do ensino básico que os alunos frequentam. De realçar ainda que é uma modalidade financiada a 100% pelo estado, sem qualquer custo para os alunos, sendo que a Câmara Municipal financia o transporte do alunos que que frequentam este ensino.

O Presidente da Câmara Municipal destacou a importância da relação entre a Câmara Municipal e a Sociedade Filarmónica Vizelense, salientando o quanto é difícil viabilizar um projeto como o desta instituição. Destacou a vertente fundamental da formação, um projeto com enorme relevância e que a Autarquia muito acarinha, agradecendo à Sociedade Filarmónica a possibilidade de ter uma instituição como esta no Concelho, uma instituição que dá um conjunto de oportunidades aos filhos da terra.

Victor Hugo Salgado destacou que a Câmara Municipal se associa a esta campanha se sensibilização, demonstrando o quanto é importante que se incentive a participação e a frequência neste tipo de projeto., pois a música traduz-se numa mais valia pessoal, e uma maior visibilidade do ponto de vista do crescimento e do futuro dos alunos.

A Câmara Municipal está ao lado do Projeto Educativo da Academia de Música da Sociedade Filarmónica Vizelense que pretende proporcionar aos alunos que a frequentam, condições que os ajudem a alcançar um projeto de vida pautado pelo sucesso, responsabilidade e esforço, de modo a atingir a sua realização pessoal.

ARCOS DE VALDEVEZ RECEBE BUDDA POWER BLUES

  1. MAI. SEX. / 22H00 MÚSICA/BLUES/ROCK. AUDITÓRIO DA CASA DAS ARTES. 15 ANOS DE CONCERTOS

Os Budda Power Blues contam com 12 anos de carreira e 7 álbuns editados. São considerados neste momento a mais considerada banda do género a nível nacional.

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Já passaram por muitos palcos nacionais e internacionais e amealham fãs por onde passam. Lançaram em 2018 o 7.º Álbum, intitulado “Back To Roots”.

São a banda escolhida pela cantora Norte-Americana Shirley King (filha do lendário BB King) para acompanhá-la na Europa.

Repetentes na Casa das Artes arcuense, escolheram esta sala como uma das 15 que integram a sua tour de comemoração dos 15 anos de vida, gravando em cada uma delas um tema que compilarão no seu próximo CD de registo da digressão.

A não perder.