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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MINHOTOS RUMAM A LOURES AO TOQUE DA CONCERTINA

O Grupo de Folclore Verde Minho leva a efeito no próximo dia 13 de Novembro o habitual Encontro de Tocadores de Concertina “Zé Cachadinha”, assim denominado em homenagem póstuma ao popular tocador e cantador limiano. E a adesão ao evento revela bem a nostalgia com que os minhotos vivem a tradição.

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Até ao momento, estão asseguradas a participação do Grupo de Bombos Arrufarte, Afinados do Catujal, Somos do Norte(João Mota), Mestre João Tomaz, Concertinas de Carenque, Concertinas da Gracieira, Grupo Montes Hermínios, Amigos da Portela, Ruben Rodrigues, Sons da Concertina Alverca da Beira, Escola Filipe Oliveira, Tocata da Casa do Minho e Tocata Alegria do Minho.

Entretanto, os tradicionais cantares ao menino Jesus, a ter lugar também em Loures, está marcado para o próximo dia 18 de Dezembro, esperando em breve podermos divulgar o seu programa.

ENCONTRO DE TOCADORES DE CONCERTINA “ZÉ CACHADINHA” ESTÁ DE REGRESSO A LOURES

O Grupo Folclórico Verde Minho está vivo! No próximo dia 13 de Novembro leva a efeito o habitual Encontro de Tocadores de Concertina “Zé Cachadinha”, assim denominado em homenagem póstuma ao popular tocador e cantador limiano.

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Entre os participantes já confirmados encontram-se João Tomaz, Escola Filipe Oliveira, Os afinados do Catujal e João Mota.

Entretanto, os tradicionais cantares ao menino Jesus, a ter lugar também em Loures, está marcado para o próximo dia 18 de Dezembro.

GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO ANIMA DESPEDIDA DO CÍRIO DE NOSSA SENHORA DO CABO ESPICHEL

No próximo dia 16 de Outubro, o Grupo Folclórico Verde Minho, sediado em Loures, vai actuar na despedida de Nossa Senhora do Cabo Espichel que se realizará em Santo Antão do Tojal às 16 horas.

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A Romaria ao Cabo Espichel constitui uma das maiores tradições a juntar os círios da região de Lisboa e da margem sul naquele magnífico promontório situado perto de Sesimbra cuja vista deslumbrante alcança a própria Serra de Sintra.
Costume antiquíssimo que também tinha lugar durante o mês de Agosto e que quase desapareceu, em grande medida em consequência de fanatismos políticos que tiveram o seu tempo, consistia na organização dos círios à Senhora do Cabo que se encontra num templo situado no Cabo Espichel, à Senhora da Nazaré e à Senhora da Atalaia, sempre muito concorridos de gente nomeadamente das localidades ao redor de Lisboa. O círio à Senhora do Cabo que se realizava desde 1430 era organizado por uma confraria que chegou a reunir trinta paróquias, incumbindo a cada uma delas organizar anualmente o respectivo círio. Há alguns anos atrás, coube tal incumbência à paróquia de Rio de Mouro que a realizou após cinquenta anos em relação à última que levou a efeito em virtude do círio não ter sido organizado após o 25 de Abril de 1974. Aliás, devido ao clima anti-religioso vivido durante a vigência da Primeira República que levou inclusive a uma tentativa de destruição verificada na igreja de Carnaxide onde a imagem se guardava, também este círio não se realizou desde 1911 até 1926, ano em que foi instaurada a ditadura militar.
Levando consigo a imagem da Senhora do cabo e o respectivo pendão, o povo de Lisboa e de numerosas paróquias dos actuais concelhos de Oeiras, Sintra, Amadora, Cascais e Loures lá ia em cortejo processional de barco, atravessando o rio Tejo até à outra banda.
Desembarcavam em Porto Brandão e de lá seguiam até ao santuário do Cabo Espichel onde se lhes ajuntava muita gente da margem sul.
A tradição dos círios começou aparentemente entre nós como simples peregrinações organizadas por grupos de romeiros que de uma determinada localidade se deslocavam a um santuário, transportando consigo um círio que depunham no altar do santo da sua devoção. Um costume aliás que se origina dos cultos praticados às divindades locais durante a era pré-cristã e que certamente se encontra na génese das actuais romarias e festas que o nosso povo realiza aos santos padroeiros das suas localidades e ainda àqueles que habitam em pequenas ermidas às quais o povo sempre acorre em alegre peregrinação. É ainda relativo a tais tradições que se conserva o hábito de acender velas nos altares dos santos, embora as mesmas sejam em geral apenas acesas no local ou durante as cerimónias religiosas, costume este que também se encontra ameaçado como as novas técnicas de "velas electrónicas" cada vez mais empregue nos templos.
É aos etruscos geralmente atribuída a invenção das velas ou círios, devendo-se tal facto estar associado aos seus cultos funerários e outros rituais religiosos que marcaram a sua civilização. Também na Roma antiga eram muito utilizados em cerimónias pagãs. Os gregos usavam para o efeito pequenas candeias de azeite, costume aliás ainda praticado entre nós.
Contudo, os círios já eram conhecidos desde os povos da antiguidade que utilizavam para o efeito tochas formadas por paus de madeira resinosa para se alumiarem e prestarem os seus cultos. A designação de círios para identificar as romarias que se realizavam à Senhora da Nazaré, à Senhora da Atalaia e à Senhora do Cabo Espichel apenas se justifica por transportarem consigo o respectivo círio que, tal como os povos da antiguidade, íam depositar aos pés da santa como sinal de devoção. Os círios constituem uma das tradições que melhor caracterizam a identidade religiosa e cultural do povo português, razão pela qual se deveria desenvolver um esforço com vista à recuperação da sua grandeza de outros tempos.

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Foto: ANTT. Em 1937, o círio de Nossa Senhora do Cabo à saída de Belas

GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO ANIMA PARQUE DA CIDADE EM LOURES

Dentro das regras e limitações impostas, o Grupo Folclórico Verde Minho actuou hoje em Loures a animar o Parque da Cidade.

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A iniciativa contou com a presença de diversos autarcas da Câmara Municipal de Loures e da Junta de Freguesia, além de alguns populares.

Não existindo alternativa que não seja “hibernar” sem fim à vista, os minhotos optaram por fazerem a sua actuação, sem deixarem cair a máscara… eles não baixam os braços, mesmo quando não dançam o vira!

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MINHOTOS EM LOURES FAZEM AMANHÃ ARRUADA NAS COMEMORAÇÕES DO 25 DE ABRIL

O Grupo Folclórico Verde Minho vai participar amanhã em Loures nas comemorações do 47º aniversário da data histórica do 25 de Abril.

A partir das 15 horas, os seus tocadores e os cantadores vão concentrar-se no largo fronteiro aos Paços do Concelho e percorrer a cidade em espaço aberto e respeitando as normas estabelecidas pela Direcção-Geral de Saúde.

Através da animação da cidade com a execução de músicas de cariz tradicional, o Grupo Folclórico Verde Minho participa na vida cultural do concelho onde se encontra sediado.

- Os minhotos não baixam os braços, mesmo quando não dançam o vira!

FOLCLORE DO MINHO NÃO PRESCREVE – MINHOTOS EM LOURES DESCONFINAM AO SOM DA CONCERTINA!

O Grupo Folclórico Verde Minho vai participar nas comemorações do 47º aniversário da data histórica do 25 de Abril em Loures.

A partir das 15 horas, os seus tocadores e os cantadores vão concentrar-se no largo fronteiro aos Paços do Concelho e percorrer a cidade em espaço aberto e respeitando as normas estabelecidas pela Direcção-Geral de Saúde.

Através da animação da cidade com a execução de músicas de cariz tradicional, o Grupo Folclórico Verde Minho participa na vida cultural do concelho onde se encontra sediado.

- Os minhotos não baixam os braços, mesmo quando não dançam o vira!

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MINHOTOS EM LOURES DESCONFINAM AO SOM DA CONCERTINA

O Grupo Folclórico Verde Minho vai participar nas comemorações do 47º aniversário da data histórica do 25 de Abril em Loures.

A partir das 15 horas, os seus tocadores e os cantadores vão concentrar-se no largo fronteiro aos Paços do Concelho e percorrer a cidade em espaço aberto e respeitando as normas estabelecidas pela Direcção-Geral de Saúde.

Através da animação da cidade com a execução de músicas de cariz tradicional, o Grupo Folclórico Verde Minho participa na vida cultural do concelho onde se encontra sediado.

- Os minhotos não baixam os braços, mesmo quando não dançam o vira!

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