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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MINHOTOS PARTICIPAM EM LISBOA NAS FESTIVIDADES DO ANO NOVO CHINÊS

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo dia 18 de Janeiro participar nas festividades do Ano Novo Chinês que se realizam em Lisboa. Às 10 horas tem início o desfile a partir do Jardim António Feijó – insigne poeta limiano – com direcção à Alameda D. Afonso Henriques – o minhoto que foi fundador da nossa nacionalidade. Às 16 horas, os nossos conterrâneos subirão ao palco para, numa demonstração de amizade fraterna, efectuarem uma representação do nosso folclore.

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O vermelho – símbolo da felicidade, da fortuna e da alegria na cultura chinesa – constituiu a cor predominante nos festejos, quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos. De resto, é tradição as famílias chinesas reunirem-se para jantar pelo Ano-novo Chinês, além de limparem a casa para afastar qualquer má sorte e abrir espaço para a boa sorte. As janelas e portas são decoradas com papéis vermelhos, entre outras tradições registadas neste dia.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai no próximo ano a 25 de Janeiro, sendo o Rato o animal do zodíaco associado à prosperidade e, por isso, espera-se sucesso em investimentos, desenvolvimento rápido e crescimento profissional.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

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MINHOTOS PARTICIPAM EM LISBOA NAS FESTIVIDADES DO ANO NOVO CHINÊS

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo dia 18 de Janeiro participar nas festividades do Ano Novo Chinês que se realizam em Lisboa. Às 10 horas tem início o desfile a partir do Jardim António Feijó – insigne poeta limiano – com direcção à Alameda D. Afonso Henriques – o minhoto que foi fundador da nossa nacionalidade. Às 16 horas, os nossos conterrâneos subirão ao palco para, numa demonstração de amizade fraterna, efectuarem uma representação do nosso folclore.

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O vermelho – símbolo da felicidade, da fortuna e da alegria na cultura chinesa – constituiu a cor predominante nos festejos, quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos. De resto, é tradição as famílias chinesas reunirem-se para jantar pelo Ano-novo Chinês, além de limparem a casa para afastar qualquer má sorte e abrir espaço para a boa sorte. As janelas e portas são decoradas com papéis vermelhos, entre outras tradições registadas neste dia.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai no próximo ano a 25 de Janeiro, sendo o Rato o animal do zodíaco associado à prosperidade e, por isso, espera-se sucesso em investimentos, desenvolvimento rápido e crescimento profissional.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

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GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO COMEMORA BODAS DE PRATA COM SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA

No próximo dia 2 de Fevereiro, passam precisamente 25 anos desde a data da fundação do “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho” – vulgo VERDE MINHO – ao longo dos quais tem representado o folclore e as tradições da nossa região, no concelho de Loures onde se encontra sediado e um pouco por todo o país onde actua nos mais diversos festivais e encontros de folclore.

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Ao longo de todo o ano de 2020, levará a efeito uma série de iniciativas visando a comemoração das suas bodas de prata, as quais estão já a ser minuciosamente preparadas. Desde logo, está já agendada a realização do Almoço do Sarrabulho com Rojões à Moda de Ponte de Lima a ter lugar em Loures, no dia 2 de Fevereiro, precisamente o dia em que celebra o seu aniversário.

Também a organização da próxima edição do FolkLoures já se encontra em marcha, devendo o programa ficar preenchido até ao final do próximo mês de Outubro, encontrando-se já algumas representações confirmadas. Mas, muitas surpresas irão ocorrer, as quais o BLOGUE DO MINHO espera oportunamente vir a divulgar.

A cada dia mais reconhecido pela nossa região a qual procura servir com espírito de missão, o Grupo Folclórico Verde Minho afirma-se como um guardião das nossas tradições e do folclore minhoto na região de Lisboa, colocando-se nomeadamente ao serviço do concelho de Ponte de Lima na cidade onde se encontra sediado – Loures!

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O MINHO É VERDE – FOLCLORE É VERDE MINHO!

Disse um dia o escritor transmontano Miguel Torga, “…no Minho tudo é verde, o caldo é verde, o vinho é verde…” – não podiam, pois, os minhotos que vivem na região de Lisboa, deixar de tomar para si a identificação cromática que caracteriza a sua região.

Respondendo ao chamamento da terra que os viu nascer, os minhotos que vivem nos arredores de Lisboa, mais concretamente no Concelho de Loures, decidiram em tempos criar um grupo folclórico que os ajuda a manter a sua ligação afetiva às origens. Assim nasceu em 1994 o “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho”, anunciado como seu propósito a preservação, salvaguarda e divulgação das suas raízes culturais.

Visa através da sua atuação promover as tradições da nossa região nomeadamente junto dos mais jovens ao mesmo tempo que valoriza os seus conhecimentos musicais e da etnografia minhota.

As danças e cantares que exibe são alegres e exuberantes como animadas são as mais exuberantes romarias do Minho. Trajam de linho e sorrobeco e vestem trajes de trabalho e domingueiros, de mordoma e lavradeira, de noivos, de ir ao monte e à feira. Calçam tamancos e ostentam o barrete e o chapéu braguês. As moças, graciosas e belas nos seus trajes garridos bordados pelas delicadas mãos de artista, com a sua graciosidade e simpatia, exibem vaidosas os colares de contas e as reluzentes arrecadas de filigrana que são a obra-prima da ourivesaria minhota.

Ao som da concertina e da viola braguesa, do bombo e do reque-reque, dos ferrinhos e do cavaquinho, cantam e dançam a chula e o vira, a rusga e a cana-verde, com a graciosidade e a desenvoltura que caracteriza as gentes do Minho. O seu reportório foi recolhido em meados do século passado, junto das pessoas mais antigas cujo conhecimento lhes foi transmitido ao longo de gerações, nas aldeias mais remotas das serranias da Peneda e das Argas, nas margens do Minho e do Lima, desde Melgaço a Ponte da Barca, do Soajo a Viana do Castelo. Levam consigo a merenda e os instrumentos de trabalho que servem na lavoura como a foicinha e o malho, os cestos de vime e os varapaus, as cabaças e os cabazes do farnel.

Qual hino de louvor ao Criador, o Minho, terra luminosa e verde que a todos nos seduz pelo seu natural e infinito encanto, salpicado de capelinhas aonde o seu povo acorre em sincera devoção, é ali representado por um punhado de jovens, uns mais do que outros, os quais presenteiam o público com o que o Minho possui de mais genuíno – o seu Folclore!

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MINHOTOS PARTICIPAM EM LISBOA NAS FESTIVIDADES DO ANO NOVO CHINÊS

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo dia 18 de Janeiro participar nas festividades do Ano Novo Chinês que se realizam em Lisboa. Às 10 horas tem início o desfile a partir do Jardim António Feijó – insigne poeta limiano – com direcção à Alameda D. Afonso Henriques – o minhoto que foi fundador da nossa nacionalidade. Às 16 horas, os nossos conterrâneos subirão ao palco para, numa demonstração de amizade fraterna, efectuarem uma representação do nosso folclore.

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O vermelho – símbolo da felicidade, da fortuna e da alegria na cultura chinesa – constituiu a cor predominante nos festejos, quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos. De resto, é tradição as famílias chinesas reunirem-se para jantar pelo Ano-novo Chinês, além de limparem a casa para afastar qualquer má sorte e abrir espaço para a boa sorte. As janelas e portas são decoradas com papéis vermelhos, entre outras tradições registadas neste dia.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai no próximo ano a 25 de Janeiro, sendo o Rato o animal do zodíaco associado à prosperidade e, por isso, espera-se sucesso em investimentos, desenvolvimento rápido e crescimento profissional.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

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ALGARVE DANÇA O CORRIDINHO NO FOLKLOURES’20

Grupo Folclórico de Faro vai a Loures participar no FolkLoures’20

Este Grupo Folclórico, porventura um dos mais representativos da cultura tradicional do Algarve, está situado no concelho do Algarve.

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As origens Grupo Folclórico de Faro remontam aos inícios dos anos 30, sendo o mais antigo grupo de folclore do Algarve e um dos mais antigos do país.

Começou por se chamar Rancho Regional Algarvio ou, simplesmente, Rancho do Algarve, por ser o único na região. Na época, o Corridinho era já considerado a expressão máxima das danças populares algarvias. Atingiu grande fama o virtuosismo dos seus tocadores e a habilidade dos bailadores nas "escovinhas" e "sapateados". A tradição oral estava também representada nos Bailes de Roda, sendo de realçar o característico "Baile Mandado".

A atividade do Grupo Folclórico de Faro estende-se à organização de diversos certames de folclore na cidade, como o Encontros de folclore infantil “Dançando a Brincar” e os Encontros de Cantares de Boas-Festas “Cantar ao Menino”. É o grupo organizador do FOLKFARO, o maior festival internacional de folclore do sul de Portugal, e único certificado pelo CIOFF – Conselho Internacional de Organizadores de Festivais de Folclore, organização internacional ligada à UNESCO.

Para além das recolhas e reproduções de trajes de finais do Séc. XIX e inícios do Séc. XX, são também apresentadas as músicas tradicionais da região algarvia no Cancioneiro do Grupo Folclórico de Faro. Por outro lado, os mais pequenos têm a oportunidade de aprender os jogos, as brincadeiras e as danças de roda dos seus avós no Grupo Folclórico Infantil de Faro. Em 2015, foi criada a Escola de Acordeão, dirigida pelo Prof. Hermenegildo Guerreiro, pelo que, atualmente, o Grupo Folclórico de Faro tem 4 secções em pleno funcionamento.

Embaixador da região e do país, o Grupo Folclórico de Faro efetuou inúmeras deslocações ao estrangeiro, tendo representado Portugal em Espanha, França, Marrocos, Canadá, EUA, Itália, Brasil, Turquia, Suíça, México, Hungria, República Checa, Chipre, Grécia, Rússia, Eslovénia, Bélgica e Polónia. Quase todos os convites surgem no âmbito do CIOFF.

O Grupo é membro efetivo da Federação do Folclore Português e filiado no INATEL.

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ENTRADAS NO SARRABULHO DE LOURES,COM FOLHADO DE ALHEIRA E FOLAR LIMIANO

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  • Crónica de Tito de Morais

Podemos dizer a título de abrir o apetite, que a edição do Sarrabulho à moda de Ponte de Lima a realizar dia 2 de Fevereiro em Loures, será ainda mais saboroso que as duas edições anteriores.

O motivo, divide-se em duas partes: primeiro, porque o Grupo Foclórico Verde Minho celebrará as Bodas de Prata, e o segundo, porque, haverá como entradas para o “ prato Rei” duas novas iguarias de Ponte de Lima: o Folhadão de Alheira de Galo -  produzida pela Minho Fumeiro, e como salgado confecionado pelo Mestre Bruno Alves, da Pastelaria Doce Encontro, e – o Folar Limiano – numa produção especial do colega Mestre Vítor Lima, uma especialidade gastronómica já consagrada na Europa, principalmente Espanha, França Bélgica e Luxemburgo, e talvez, brevemente, na Suíça!

Para molhar tudo, os comensais terão na mesa consagrados vinhos verdes  brancos Loureiros e Tintos da casta Vinhão, cujos rótulos serão oportunamente divulgados.

Mas, para confecionar em Loures, arredores de Lisboa, o principal prato da gastronomia, proprietários e cozinheiras de renome do Sarrabulho vão preparar tudo ao mais alto nível, como de costume: Paulo Santos, da Casa de S. Sebastião, em S. Pedro de Arcos; D. Fátima Amorim, do restaurante com o mesmo nome, e D. Goretti Bezerra Araújo, do Sonho do Capitão, ambos na Correlhã e D. Cassilda Quezado, do Solar do Taberneiro, na Vila.

Portanto, estimado amigo e leitor, apresse-se na inscrição, pois restam apenas alguns lugares no Refeitório do município de Loures, segundo a organização liderada pelo amigo Teotónio Gonçalves.

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GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO COMEMORA BODAS DE PRATA COM SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA

No próximo dia 2 de Fevereiro, passam precisamente 25 anos desde a data da fundação do “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho” – vulgo VERDE MINHO – ao longo dos quais tem representado o folclore e as tradições da nossa região, no concelho de Loures onde se encontra sediado e um pouco por todo o país onde actua nos mais diversos festivais e encontros de folclore.

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Ao longo de todo o ano de 2020, levará a efeito uma série de iniciativas visando a comemoração das suas bodas de prata, as quais estão já a ser minuciosamente preparadas. Desde logo, está já agendada a realização do Almoço do Sarrabulho com Rojões à Moda de Ponte de Lima a ter lugar em Loures, no dia 2 de Fevereiro, precisamente o dia em que celebra o seu aniversário.

Também a organização da próxima edição do FolkLoures já se encontra em marcha, devendo o programa ficar preenchido até ao final do próximo mês de Outubro, encontrando-se já algumas representações confirmadas. Mas, muitas surpresas irão ocorrer, as quais o BLOGUE DO MINHO espera oportunamente vir a divulgar.

A cada dia mais reconhecido pela nossa região a qual procura servir com espírito de missão, o Grupo Folclórico Verde Minho afirma-se como um guardião das nossas tradições e do folclore minhoto na região de Lisboa, colocando-se nomeadamente ao serviço do concelho de Ponte de Lima na cidade onde se encontra sediado – Loures!

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O MINHO É VERDE – FOLCLORE É VERDE MINHO!

Disse um dia o escritor transmontano Miguel Torga, “…no Minho tudo é verde, o caldo é verde, o vinho é verde…” – não podiam, pois, os minhotos que vivem na região de Lisboa, deixar de tomar para si a identificação cromática que caracteriza a sua região.

Respondendo ao chamamento da terra que os viu nascer, os minhotos que vivem nos arredores de Lisboa, mais concretamente no Concelho de Loures, decidiram em tempos criar um grupo folclórico que os ajuda a manter a sua ligação afetiva às origens. Assim nasceu em 1994 o “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho”, anunciado como seu propósito a preservação, salvaguarda e divulgação das suas raízes culturais.

Visa através da sua atuação promover as tradições da nossa região nomeadamente junto dos mais jovens ao mesmo tempo que valoriza os seus conhecimentos musicais e da etnografia minhota.

As danças e cantares que exibe são alegres e exuberantes como animadas são as mais exuberantes romarias do Minho. Trajam de linho e sorrobeco e vestem trajes de trabalho e domingueiros, de mordoma e lavradeira, de noivos, de ir ao monte e à feira. Calçam tamancos e ostentam o barrete e o chapéu braguês. As moças, graciosas e belas nos seus trajes garridos bordados pelas delicadas mãos de artista, com a sua graciosidade e simpatia, exibem vaidosas os colares de contas e as reluzentes arrecadas de filigrana que são a obra-prima da ourivesaria minhota.

Ao som da concertina e da viola braguesa, do bombo e do reque-reque, dos ferrinhos e do cavaquinho, cantam e dançam a chula e o vira, a rusga e a cana-verde, com a graciosidade e a desenvoltura que caracteriza as gentes do Minho. O seu reportório foi recolhido em meados do século passado, junto das pessoas mais antigas cujo conhecimento lhes foi transmitido ao longo de gerações, nas aldeias mais remotas das serranias da Peneda e das Argas, nas margens do Minho e do Lima, desde Melgaço a Ponte da Barca, do Soajo a Viana do Castelo. Levam consigo a merenda e os instrumentos de trabalho que servem na lavoura como a foicinha e o malho, os cestos de vime e os varapaus, as cabaças e os cabazes do farnel.

Qual hino de louvor ao Criador, o Minho, terra luminosa e verde que a todos nos seduz pelo seu natural e infinito encanto, salpicado de capelinhas aonde o seu povo acorre em sincera devoção, é ali representado por um punhado de jovens, uns mais do que outros, os quais presenteiam o público com o que o Minho possui de mais genuíno – o seu Folclore!

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MINHOTOS PARTICIPAM EM LISBOA NAS FESTIVIDADES DO ANO NOVO CHINÊS

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo dia 18 de Janeiro participar nas festividades do Ano Novo Chinês que se realizam em Lisboa. Às 10 horas tem início o desfile a partir do Jardim António Feijó – insigne poeta limiano – com direcção à Alameda D. Afonso Henriques – o minhoto que foi fundador da nossa nacionalidade. Às 16 horas, os nossos conterrâneos subirão ao palco para, numa demonstração de amizade fraterna, efectuarem uma representação do nosso folclore.

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O vermelho – símbolo da felicidade, da fortuna e da alegria na cultura chinesa – constituiu a cor predominante nos festejos, quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos. De resto, é tradição as famílias chinesas reunirem-se para jantar pelo Ano-novo Chinês, além de limparem a casa para afastar qualquer má sorte e abrir espaço para a boa sorte. As janelas e portas são decoradas com papéis vermelhos, entre outras tradições registadas neste dia.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai no próximo ano a 25 de Janeiro, sendo o Rato o animal do zodíaco associado à prosperidade e, por isso, espera-se sucesso em investimentos, desenvolvimento rápido e crescimento profissional.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

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