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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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INVESTIGADOR ANTÓNIO VIANA APRESENTA O SEU LIVRO "POR AMOR A VIANA E A AREOSA" NA SEDE DO GRUPO ETNOGRÁFICO DE AREOSA

“Por Amor a Viana e a Areosa”: Em Viana, António Viana apresenta novo livro

Trata-se do quarto livro deste bem conhecido investigador areosense. É apresentado no próximo dia 9 de Março, 17 horas, na sede do Grupo Etnográfico de Areosa, entidade responsável pela edição. De António Viana saíram já as seguintes publicações: “A Falar de Areosa”¸ “A Falar de Abel Viana” e “A Falar de Mário Viana”. A obra que ora vai ser apresentada reúne todas as crónicas do autor publicadas no jornal “A Aurora do Lima”, no período de 2000/2016.

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São 84 gostosas crónicas em que foram abordadas questões de interesse público neste alargado espaço de tempo. São artigos escritos com preocupações pedagógicas, invocando com alguma regularidade os ensinamentos do tempo, experiências de vida, e maturidades que a idade sempre proporciona. São crónicas enxutas, que se leem com o sabor próprio da boa leitura, que não afadigam, antes nos atiçam a memória e nos transportam a tempos e lugares que a memória já esqueceu.

Estamos assim perante um livro de leitura agradável e consulta regular, que conta com o prefácio de Bernardo Barbosa, Diretor da vetusta “A Aurora do Lima”.

Gonçalo Fagundes Meira

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PONTE DE LIMA APRESENTA "OS CARECAS DE PONTE DE LIMA"

Obra inédita de António Feijó em Livro: “Os Carecas de Ponte de Lima” é apresentado a 4 de março

Tem 112 páginas, e começou a ser escrito há 139 anos pela mão de António Feijó. Surgiu como uma espécie de passatempo e brincadeira, e agora afirma-se enquanto património cultural imaterial.

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“Os Carecas de Ponte de Lima” é o tema do livro a ser apresentado por ocasião da comemoração dos 894 anos da Concessão do Foral à Vila de Ponte de Lima, no próximo dia 4 de Março, em Sessão Solene, pelas 18h30, no Auditório Municipal. A revisitação e a nota introdutória da história inventada por António Feijó, em 1880, estará a cargo do Eng.º João Abreu Lima.

Quase um século e meio volvido, a narrativa que permanece bem presente na memória dos limianos, é popularmente conhecida como “o mistério da estrada de Ponte de Lima” ou a “história dos carecas de Faldejães”, como também foi batizada.

“A invenção de uma misteriosa quadrilha de carecas a perpetrar um crime numa estrada dos arredores de Ponte de Lima, depressa adquiriu contornos de realidade, pondo em alvoroço os nossos conterrâneos de então, criando um caso que teve os seus ecos na imprensa nortenha. O próprio Feijó confessava que a certa altura, ele próprio, que forjara a história, chegara a ter hesitações sobre a veracidade do caso”, explica o Presidente da Câmara Municipal, Eng. Victor Mendes.

Recorde-se que, integrada nas comemorações do Dia de Ponte de Lima, a apresentação do livro pospor-se-á à deposição de uma Coroa de Flores na Estátua da Rainha D. Teresa, no referido local, pelas 16h30, e à Inauguração da Exposição “Caminhos: O Caminho [de S. Tiago] em tempo de Camélias”, pelas 15h30 na Torre da Cadeia Velha.

A comemoração da efeméride, terá como convidado de honra Sua Excelência o Secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Dr. João Paulo Rebelo, que acompanhará o Executivo Municipal ao longo da tarde.

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MADALENA OLIVEIRA APRESENTA EM FAMALICÃO O SEU LIVRO "DA INFÂNCIA À TERCEIRA IDADE - INTERVENÇÃO EM CONTEXTO DE VIOLÊNCIA E CRIME"

Apresentação do livro “Da Infância à Terceira Idade – Intervenção em Contexto de Violência e Crime”

O auditório da Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, em Vila Nova de Famalicão, recebe na próxima quarta-feira, dia 13, a apresentação do livro “Da Infância à Terceira Idade – Intervenção em Contexto de Violência e Crime”, da autoria de Madalena Sofia Oliveira.

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A iniciativa decorrerá a partir das 18h00, é de entrada livre, mas sujeita a inscrição através do portal da Juventude de Famalicão, www.juventudefamalicao.org.

Doutorada em Psicologia e docente na CESPU e na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, Madalena Sofia Oliveira pretende que a sua obra se torne “numa ferramenta necessária para a atividade formativa de estudantes das áreas sociais e da saúde, mas também para a prática de todos os profissionais que intervêm, ou pretendem vir a intervir, em matérias relacionadas com a violência e com o crime, da infância à terceira idade”.

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FAFE APRESENTA EM LIVRO A VITELA À MODA DE FAFE

Obra “A Vitela Assada à Moda de Fafe - do pasto ao prato” apresentada na Biblioteca Municipal de Fafe

Depois de ter sido apresentada aos participantes do V Capítulo da Confraria da Vitela Assada à Moda de Fafe, em 17 de Novembro, a obra “A Vitela Assada à Moda de Fafe - do pasto ao pratodos investigadores e confrades Artur Coimbra e Paulo Moreira, teve finalmente lançamento público um mês depois, na Biblioteca Municipal de Fafe.

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A sessão foi antecedida por um momento musical protagonizado pelo Grupo de Cavaquinhos da Associação dos Antigos Professores, Funcionários e Alunos da Escola Industrial e Comercial de Fafe (AAPAEIF), sob a direcção de Fernando Peixoto Lopes.

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A mesa integrou um painel de confrades: os co-autores da obra, o Grão Mestre Ribeiro Cardoso e Pompeu Martins, Vereador da Cultura e Turismo do Município de Fafe.

Artur Coimbra abriu a sessão referindo que se trata do “primeiro livro totalmente dedicado ao ex-líbris da gastronomia fafense, uma obra que já há alguns anos bailava no nosso espírito como necessidade de lhe dar vida e que finalmente chega à luz do dia”. Partilhou depois que a fama da vitela assada já vem de longe, tendo mais de um século as referências a esta matéria, sendo que já em 1886, há mais de 130 anos, José Augusto Vieira, autor de O Minho Pitoresco, dizia ser “afamada a vitela de Fafe”.

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A vitela assada à moda de Fafe é um verdadeiro ícone da gastronomia fafense, comummente reconhecido. A sua coroa de glória. O seu manjar mais apetecido e divulgado desde há séculos, aproveitando os recursos locais, como é o caso da criação de gado nas nossas aldeias.

Por isso, a Confraria da Vitela Assada não poderia deixar de se empenhar na publicação de uma obra que tem em vista dar a conhecer um dos pratos mais famosos e emblemáticos da gastronomia regional das terras minhotas, que em Fafe atinge a sua maior expressão e notoriedade gastronómicas, tornando-o por isso famoso em todo o país e além-fronteiras.

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É pela sua especificidade, pelo carinho posto na sua confecção e pela qualidade dos produtos nele utilizados que este prato atingiu a celebridade e a fama que hoje todos, de todos os lados, lhe conhecem e são muitos aqueles que a Fafe se dirigem propositadamente para degustarem este magnífico manjar dos deuses…

O co-autor passou depois em revista os traços essenciais da obra, começando pela investigação da produção da vitela, das raças barrosã, minhota ou cruzada, incluindo depois, a própria receita da vitela assada em forno de lenha, em assadeira ou pingadeira de barro, bem como um capítulo sobre a vitela na tradição literária fafense, dado que foi objecto de alusões de homens das letras locais, sobretudo poetas, em diferentes momentos do século XX. E a enumeração dos confrades que fundaram a Confraria e os que foram entrando ao longo dos anos, bem como dos corpos gerentesque a orientam.

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A obra relata a história da formação da Confraria, que arrancou há um bom par de anos, em 2000, quando se realizou o I Festival Gastronómico “Vitela assada à Moda de Fafe”, para fixar o método e as técnicas de confecção do receituário tradicional, bem como as linhas gerais dos seus diversos capítulos, desde 2013, quando foram entronizados os primeiros confrades e sobretudo desde 2015, quando a Confraria ganhou novo fôlego e elegeu os seus primeiros corpos gerentes.

Um capítulo aborda igualmente os festivais da vitela assada promovidos anualmente pela Câmara Municipal de Fafe, de 2014 até ao ano em curso, e nos quais a Confraria tem a sua colaboração.

E também a simbólica da Confraria, o traje, o escapulário, a bandeira, as cores de cada um deles e o seu significado.

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Nas derradeiras páginas, antes da reprodução dos estatutos da agremiação, há ainda alusões ao saboroso pão de ló e aos doces de gema de Arões e de Fornelos, bem como ao vinho verde que acompanha na perfeição a degustação do suculento prato.

Seguiu-se a intervenção do co-autor Paulo Moreira, que se centrou as suas palavras a montante do prato, na questão do gado. Referiu, designadamente, que os animais bovinos que primeiramente eram usados na confecção da vitela assada à moda de Fafe eram da raça barrosã, tendo, por mor decréscimo de efectivos, começado igualmente a ser utilizados bovinos da raça minhota, também conhecida por galega. “Tendo uma tipologia genética algo diferente, ambas as raças davam, e dão, carne com excelente qualidade para a confecção desta iguaria e, hoje, usam-se ambas indiscriminadamente, se bem que os mais ortodoxos apreciadores deste prato, digam que não há nada melhor para confeccionar este prato que a vitela barrosã”.

Abordou assim, sinteticamente, as duas raças, a sua origem, as suas características genéticas, a sua alimentação, o seu habitat natural, a área territorial onde actualmente existem os efectivos, bem como as suas qualidades de carcaça, com base nas informações das associações do sector.

O Grão-Mestre Ribeiro Cardoso usou também da palavra para referir que a Confraria, apesar de muito recente, tem já uma existência pautada por actividades e realizações, que lhe conferem um lugar cativo no movimento associativo e gastronómico.

Felicitou os autores da obra e falou da excelência do prato, que honra a gastronomia de Fafe e do país, manifestando o desejo de que a vitela se torna uma iguaria “imortal”.

Finalmente, a encerrar a sessão, interveio o confrade e Vereador Pompeu Martins, que justificou o voto de louvor aprovado por unanimidade pela Câmara em 13 do corrente à Confraria e aos autores da obra, que nunca anteriormente havia acontecido quanto a livros mas que o Executivo abriu uma excepção porque este tem características muito especiais.

O autarca lembrou, tal como o referido na deliberação aprovada, que “esta obra se reveste da maior importância para o reforço da identidade cultural do nosso concelho, contribuindo de forma relevante para o processo de certificação deste prato que é o ex-libris da gastronomia local”.

Terminou felicitando os co-autores da obra e o contributo que deram para o reforço da auto-estima e da identidade cultural do concelho.

A Vitela Assada à Moda de Fafe - do pasto ao prato”, obra profusamente ilustrada e inteiramente a cores, com 144 páginas, tem apoio à edição de diversas empresas, instituições e unidades de restauração, a maioria associados da Confraria da Vitela Assada.

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CRIANÇAS DE ARCOS DE VALDEVEZ APRENDEM A POUPAR ÁGUA

“O Senhor Ribeiro e o Guarda-rios”: Crianças aprenderam a poupar água através de um livro

“O Senhor Ribeiro e o Guarda-rios” é um livro ilustrado que ensina as crianças a poupar água e que foi apresentado aos alunos da Escola Básica Prof. António Machado.

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O livro, escrito por Pedro Seromenho e ilustrado por Sebastião Peixoto, publicado pela empresa Águas do Norte, SA que, teve como principal objetivo passar às crianças a mensagem da necessidade de proteger o território, a natureza, a paisagem e a ÁGUA, reeducando os hábitos da comunidade no uso sustentável da água.

A apresentação inseriu-se num programa de apresentações que contempla 63 municípios incluídos na área de abastecimento da Águas do Norte.

Paralelamente, foi desenvolvida uma aplicação para telemóvel, que servirá como instrumento complementar à leitura e interação lúdica do livro, a qual inclui dicas e estímulos comportamentais e outros conteúdos didáticos e pedagógicos.

Todo este projeto editorial e a sua dinamização resultam de uma candidatura apresentada pela Águas do Norte, SA ao Fundo Ambiental, no âmbito do programa “Valorização do Território – Proteção da Paisagem e dos Recursos - Ciclo Urbano da Água – Proteção da Água”.

Na apresentação, todas as turmas do 4º ano de escolaridade, tiveram a oportunidade de ouvir a história do distraído Sr Ribeiro e do seu amigo guarda-rios, enquanto assistiam à ilustração executada in loco pelo ilustrador Sebastião Peixoto. Estiveram ainda presentes um representante das Águas do Norte e a vereadora do Pelouro da Educação, Dra. Emília Cerdeira.

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FAFE DÁ A CONHECER A EXCELÊNCIA DA VITELA ASSADA À SUA MANEIRA DESDE O PASTO ATÉ AO PRATO

Obra “A Vitela Assada à Moda de Fafe - do pasto ao prato” apresentada na Biblioteca Municipal em 17 de Dezembro

Depois de ter sido apresentada aos participantes do V Capítulo da Confraria da Vitela Assada à Moda de Fafe, realizado em 17 de Novembro, a obra “A Vitela Assada à Moda de Fafe - do pasto ao pratodos investigadores e confrades Artur Coimbra e Paulo Moreira, vai ter um lançamento público exactamente um mês depois, em 17 de Dezembro, na Biblioteca Municipal de Fafe.

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A sessão começa pelas 21h30 e é antecedida por um momento musical protagonizado pelo Grupo de Cavaquinhos da Associação dos Antigos Professores, Funcionários e Alunos da Escola Industrial e Comercial de Fafe (AAPAEIF).

A obra começa por investigar a produção da vitela, das raças barrosã, minhota ou cruzada, oriunda de animais na sua maioria criados em sistema extensivo, nos pastos verdes. Por outro lado, inclui, obviamente, a própria receita da vitela assada em forno de lenha, em assadeira ou pingadeira de barro, com a necessária gestão de um tempo lento, para um aspecto tostado, de fazer crescer água na boca.

Inclui ainda um capítulo sobre a vitela na tradição literária fafense, dado que foi objecto de alusões de homens das letras locais, sobretudo poetas, em diferentes momentos do século XX. E a enumeração dos confrades que fundaram a Confraria e os que foram entrando ao longo dos anos, bem como dos corpos gerentes que a orientam.

A obra relata ainda as linhas gerais dos diversos capítulos, momentos festivos da colectividade, bem como dos festivais da vitela assada, realizados até ao ano em curso, que, embora promovidos pelo município, têm o apoio incondicional da Confraria. Finalmente, são reproduzidos os estatutos da agremiação.

E, como nem só de carne vive o simbólico prato, há também lugar para a referência ao saboroso pão de ló e aos doces de gema, bem como ao vinho verde que acompanha na perfeição a degustação do suculento prato, irmanando-se para tornar a refeição num momento de prazer.

A obra, estará à venda, ao preço de 10 euros, já no Mercado de Natal, a realizar entre 19 e 22 do corrente, onde a Confraria se fará representar, bem como em outros locais da cidade.

A Vitela Assada à Moda de Fafe - do pasto ao prato”, obra profusamente ilustrada e inteiramente a cores, tem apoio à edição de diversas empresas, instituições e unidades de restauração.

ESPOSENDE HOMENAGEIA PINTOR HENRIQUE MEDINA

Município de Esposende apoia edição de livro sobre o pintor Henrique Medina

O Município de Esposende vai celebrar um protocolo de cooperação com a Arquidiocese de Braga – Instituto de História e Arte Cristãs, com vista à promoção de uma edição de luxo da obra do pintor esposendense Henrique Medina.

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A sessão de lançamento desta publicação, intitulada “Henrique Medina, Talento, Arte, Beleza”, decorreu no dia 30 de novembro, no Museu Henrique Medina, em Braga, no âmbito da evocação dos 30 anos sobre o seu falecimento. A obra será apresentada em Esposende no dia 13 de dezembro, às 21h30, no Fórum Municipal Rodrigues Sampaio, numa sessão onde será também assinado o referido protocolo de cooperação, sendo que o livro estará depois disponível para consulta pública na Biblioteca Municipal Manuel de Boaventura.

Atendendo a que o pintor Henrique Medina foi uma personalidade incontornável no concelho de Esposende, reconhecido honrosamente com diversas distinções artísticas, e considerando que esta edição contribuirá para o engrandecimento daquele que foi o maior retratista português do século XX, o Município associou-se à Arquidiocese de Braga neste desígnio de promoção do seu trabalho artístico.

Por via desta parceria, o Município procederá à aquisição de exemplares desta edição no valor de 10 000 euros, beneficiando de quatro visitas anuais gratuitas, por parte da comunidade escolar, sénior ou de quaisquer outras instituições ou grupos organizados de natureza cultural do concelho, ao Museu de Arqueologia Pio XII, nomeadamente ao núcleo Medina, sob a tutela e propriedade da Arquidiocese de Braga. As visitas guiadas e gratuitas serão coordenadas entre o Município e o Museu Medina e ocorrerão durante um período de cinco anos, contados a partir da data de assinatura do Protocolo.

“A publicação da obra do pintor Henrique Medina é de reconhecido interesse para o concelho”, refere o Presidente da Câmara Municipal, notando que “ao promover esta edição o Município está também a homenagear, postumamente, este ilustre esposendense”. Benjamim Pereira sublinha que, “tal como sucede noutras áreas artísticas, o Município tem vindo a desenvolver ações de promoção e valorização dos esposendenses cuja obra é publicamente reconhecida”.

GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO EDITA EM LIVRO CONFERÊNCIA DO DR. AUGUSTO FLOR ACERCA DO ASSOCIATIVISMO E FOLCLORE

O Grupo Folclórico Verde Minho acaba de editar em livro a palestra proferida em Loures pelo Dr Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto, subordinada ao tema “Rodopiando entre a tradição e a inovação – o Folclore como causa”.

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Do livro do Doutor Augusto Flor transcrevemos o respectivo prefácio:

O associativismo popular tem as suas origens no liberalismo e, sobretudo, na intervenção do Partido Republicano e da Maçonaria como uma forma de influenciar as camadas populares para a sua causa. Assim nasceram inúmeras agremiações culturais e recreativas que se dedicaram às mais variadas actividades, desde a instrução ao ensino musical através das bandas filarmónicas, o teatro, desporto, à beneficiência e à cultura e recreio.

Criadas sobretudo a partir de meados do século XIX, muitas dessas colectividades de desporto, cultura e recreio surgiram a partir de grupos excursionistas, almoçaristas e recreativos que surgiam nas tabernas de minhotos e galegos nos bairros antigos de Lisboa, do qual ainda se guardam magníficos quadros que aí permaneciam expostos.

As chamadas “casas regionais” surgem com o advento da industrialização, em Portugal verificada a partir da segunda metade do século XIX, no período que ficou historicamente conhecido por “Regeneração” e “Fontismo”, época em que por circunstâncias várias se registam enormes levas de gentes dos meios rurais para as grandes cidades e até para o estrangeiro, aproveitando as novas vias de comunicação ferroviárias.

Por sua vez, o associativismo folclórico aparece como uma natural consequência dessa migração interna, produzida pelas gentes migradas na ânsia de preservar a sua identidade – em território nacional ou no estrangeiro! – transmitindo o legado aos seus descendentes e cultivando o afecto pela Pátria e a terra de origem.

Ora, por mais que rodopiemos entre a tradição e a inovação, a manutenção da nossa identidade jamais seria possível sem a preservação das nossas tradições, uma vez que a inovação pressupõe a sua alteração e adaptação às mudanças operadas pelo tempo e as transformações sociais e culturais.

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BARCELOS APRESENTA LIVROS SOBRE EXILADOS POLÍTICOS

Livros sobre exilados políticos apresentados na Biblioteca Municipal

Realiza-se no no próximo sábado, 24 de novembro, às 16h00, na Biblioteca Municipal de Barcelos, a apresentação dos livros Exílios1 e Exílos2, que relatam testemunhos de exilados políticos portugueses na Europa entre 1961 e 1974.

Biblioteca Municipal de Barcelos

Os livros contam memórias e recordações de um passado de perseguição e exílio e pretendem dar a conhecer as vivências dos exilados e desertores portugueses. Falam das dificuldades, dos momentos dolorosos e dos momentos felizes, da festa, da revolta, do medo, e da saudade de uma pátria triste e violenta.

Os livros vão ser apresentados por Fernando Cardoso, José Dias e José Luís Torres e procuram contribuir para a libertação da memória e para relançar a discussão pública sobre estes assuntos.

A publicação do livro Exílios1, de memórias de antigos camaradas e amigos, veio catalisar as vontades de quem pensava que as suas histórias não tinham valor e não eram contributos para a história do tempo presente, mas apenas coisas pessoais das quais raramente se falava.

Assim, surgiu o livro Exílios2, com 29 testemunhos de mulheres e homens, de exílios diversos, de vidas interrompidas, de vidas reencontradas e de percursos acidentados. São testemunhos fortes e transparentes para que não se esqueça que, em Portugal, a guerra colonial, a perseguição e o exílio existiram.

BARCELOS APRESENTA NOVAS EDIÇÕES DE LIVROS

Lançamento de livros na Biblioteca Municipal de Barcelos

Realiza-se, nos dias 16 e 17 de novembro, na Biblioteca Municipal de Barcelos, o lançamento de dois livros.

Biblioteca Municipal de Barcelos

O primeiro, intitulado “Enterro da Loba”, do barcelense António Gaspar Cunha, será apresentado por José Moreira da Silva, no dia 16, às 21h30. Trata-se de um livro de ficção, editado pela Editorial Novembro, sobre as praxes académicas, com a história de uma aluna universitária.

António Gaspar Cunha começou por escrever poesia, dando expansão ao saber e, sobretudo, ao viver acumulados durante os seus 50 anos de vida. Escrever é, para si, não só uma emancipação, mas também uma expressão do seu pensamento acerca do mundo atual, fazendo-o através de uma “tormentosa serenidade”, expressa quer na sua escrita poética, quer na narrativa.

“Yang Sheng” é o título do livro de  Wenqian Chen, que será apresentado no dia 17 de novembro, às 15h00, e que fala dos fundamentos da Medicina Tradicional Chinesa e como podemos aplicá-los no nosso dia a dia.

Wenqian Chen, fundadora e diretora do Centro de Terapias Chinesas em Lisboa, partilha a sua experiência quotidiana com doentes portugueses para nos oferecer conselhos práticos e fáceis de seguir e revela os segredos de uma ciência milenar, a medicina tradicional chinesa, que cada vez conquista mais adeptos entre os ocidentais.

ESCRITOR ARTUR COIMBRA LANÇA LIVRO DE POESIA PARA COMEMORAR 40 ANOS DE VIDA LITERÁRIA

Tem o título de Palavras à procura de voz o novo livro de poesia de Artur Ferreira Coimbra, chefe da Divisão de Cultura, Desporto e Juventude do Município de Fafe, que comemora os seus 40 anos de vida literária, contados a partir da publicação da sua primeira obra O Prisma do Poeta, em 1978.

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A sua apresentação pública ocorre na noite do próximo dia 26 de Outubro, sexta-feira, na Sala Manoel de Oliveira, em Fafe.

A obra recolhe seis dezenas de poemas escritos nos dois últimos anos e é enriquecida por um prefácio de César Freitas, ensaísta e director da Escola Superior de Educação de Fafe e um posfácio da docente Leonor Castro, poetisa e ensaísta.

Nas palavras de César Freitas: “em diálogo com a obra poética anteriormente editada, Palavras à procura de voz retoma as linhas de rumo perseguidas pelo poeta para celebrar a intensidade da vida, associando veios temáticos relacionados com o corpo, a escrita e a memória aos motivos referentes à família e aos elementos primordiais da natureza. Esta é, como são os textos precedentes, uma poesia solar, uma poesia onde o corpo e a natureza se fundem num universo transmutado por uma percepção sensorial do real circundante”. E acrescenta o ensaísta, noutro excerto: “ao longo dos anos são já numerosos os versos lavrados por Artur Coimbra que testemunham o apuro da forma, a melodia do ritmo, a riqueza estilística, a singularidade criativa, a individual aventura da linguagem poética”.

Palavras à procura de voz inclui ainda testemunhos de amigos a propósito dos 40 anos de poesia do autor. Concretamente, de Carlos Afonso, Cónego Valdemar Gonçalves, Pompeu Miguel Martins, Cláudio Lima, Júlio Ferreira Leite, Augusto Lemos, Álvaro de Oliveira, Pinto de Matos, Armando Freitas Ferreira, Benedita Stingl, Maria Amélia Fernandes, Ângelo Santos, Paulo Moreira, Ribeiro Cardoso, Acácio Almeida e Daniel Bastos.

Nesta efeméride, são ainda recolhidos poemas dedicados ao autor em diversos períodos da sua vida literária, entre os quais os de Soledade Summavielle, Acácio Almeida, António de Almeida Mattos, Armando Fonseca, Paulo Moreira e José Salgado Leite.

A capa é de Daniel Gonçalves, sobre pintura do artista fafense Orlando Pompeu.

A anteceder, actua em momento musical o Coro de Pais e Amigos da Academia de Música José Atalaya, sob a direcção do maestro Tiago Ferreira.

Artur Ferreira Coimbra é licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto (1982), pós-graduado em Assuntos Culturais no Âmbito das Autarquias pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (1995) e Mestre em História das Instituições e da Cultura Moderna e Contemporânea pela Universidade do Minho (2000).

Fundador e presidente do Núcleo de Artes e Letras de Fafe, publicou até agora seis livros de poesia e perto de três dezenas de obras historiográficas em torno de temas de Fafe, das suas gentes e instituições.

Pela sua actividade literária e historiográfica, foi galardoado com diversas distinções, entre as quais quatro “Microfones de Ouro”, do extinto jornalCorreio de Fafe, Prémio “os Mais” do Povo de Fafe (2 vezes) e dois “Ardinas de Ouro” do Notícias de Fafe, bem como as mais altas condecorações do município e da freguesia de Fafe, concretamente, a Medalha de Ouro de Mérito Concelhio, da Câmara Municipal de Fafe e a Medalha de Ouro da Junta de Freguesia de Fafe, ambas em 2003.

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ORLANDO BARROS APRESENTA EM VIANA DO CASTELO “MANUSCRITOS DE LEIRIA”

O livro já estava há algum tempo no circuito livreiro, mas a sua apresentação aconteceu no sábado passado, dia 06, 16,00 horas, na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo. Em conversa e ambiente intimistas, a escritora Fernanda Santos encarregou-se de falar desta última obra de Orlando Barros (OB). Mas fê-lo de forma longa, talvez excessiva, digamos, porque para os presentes o Autor não é um ilustre desconhecido, nem como cidadão, nem como escritor. A sua prosa, plasmada em inúmeros livros, alguns deles premiados, em 40 anos de escrita (“40 anos de dedos escreventes”, slogan que adotou no ano transato) é bem conhecida, especialmente pelos seus fiéis leitores.

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O Orlando não é muito de protocolos formais e é bem capaz de inverter todas as formalidades, não se coibindo de brincar com os netos, como aconteceu, quando lhe invadiram a mesa que presidia à cerimónia. Pois, e é esta informalidade que desanuvia ambientes e dá riqueza aos atos. Esta obra com que nos contempla, “Manuscritos de Leiria”, conta-nos a história da jovem Palmira João, que durante quinze anos e quatro meses sofreu a ausência forçada do seu companheiro, perseguido pela polícia política do regime. Dada a sua beleza, foi muito seduzida, mas soube bem resistir durante esse longo tempo, considerado de cativeiro. Findo esse extenso interregno de vida conjugal, porque abril aconteceu, ele voltou, mas velho e exausto, para, na antiga cama que já o estranhava, ainda poder afirmar: “este país vai continuar a ser uma merda, mas agora é o meu”. Este pequeno gole levanta tenuemente o véu de uma bonita e comovente narrativa.

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Orlando Barros contínua igual a si próprio, na boa escrita e na criação de histórias de suspense que prendem o leitor, obrigando, em mais este caso, a não se quedar e a evitar hiatos de leitura, antes devorando incessantemente capítulos e capítulos até saber o fim de um livro que chega a desassossegar. Muito bem, Orlando. Venha lá, então, o novo livro, já pronto, os “15 contos quilhados”. Mas sobre isso falaremos mais tarde.

Gonçalo Fagundes Meira

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AGOSTINHO LEAL APRESENTA EM BARCELOS LIVRO ACERCA DOS CAMINHOS DE SANTIAGO

"O Caminho sob o Silêncio das Estrelas", de Agostinho Leal

No próximo dia 12 de outubro de 2018, sexta-feira, pelas 21h30, no Auditório do Posto de Turismo de Barcelos (Largo Dr. José Novais) a Associação ACB - Albergue Cidade de Barcelos promove a apresentação do livro "O Caminho sob o Silêncio das Estrelas", de Agostinho Leal. Paralelamente à apresentação do livro, será exposta, também, uma coleção de bastões alusivos aos vários itinerários do Caminho de Santiago. 

"Agostinho Leal nasceu em Penafiel, mas cresceu em Vila das Aves, terra que abraçou e sempre quis que fosse a sua. Trabalhou na antiga fábrica de Poldrães tendo passado pela JOC e pelo CNE até se entregar à vida militar como Sargento Pára-quedista, mudando a sua residência para Ovar. Em 2011 meteu os pés nos caminhos de Santiago onde descobriu o palco perfeito para o encontro consigo próprio e com os outros peregrinos. Depois de percorrer cerca de quatro mil quilómetros por vários caminhos, chegou a hora de partilhar vivências."  

A apresentação do livro tem o apoio do autor e do Município de Barcelos.  

Evento no Facebook disponível em:

https://www.facebook.com/events/171689530294216/

Entrada livre (não carece de inscrição).

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ESCRITOR BARCELENSE ANTÓNIO MAGALHÃES APRESENTA LIVRO NA BIBLIOTECA MUNICIPAL

A Biblioteca Municipal de Barcelos recebe no dia 14 de setembro, às 21h30, a apresentação do livro de narrativas “Então foi assim” de António Magalhães.

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História e ficção, lenda e realidade, cruzam-se neste pequeno livro, baseado em acontecimentos ou personagens das terras da freguesia de Negreiros, “tradições e costumes que percorreram gerações”.

O livro e o autor vão ser apresentados pelo professor Mário Patrão, da Escola Secundária Alcaides de Faria, e conta com a participação de Armindo Cerqueira e do pianista António Godinho.

António Martins Magalhães nasceu na freguesia de Negreiros, concelho de Barcelos, em 23 de junho de 1935. Frequentou os seminários franciscanos, onde estudou Humanidades, Filosofia e Teologia. Iniciou a actividade docente em 1976.

Frequentou, de 1978 a 1980, o curso de Línguas e Literaturas Modernas na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. De 1980 a 1982, profissionalizou-se nas disciplinas de Português, Latim e Grego na Escola Secundária Oliveira Martins, no Porto. Interrompido o curso de Letras, frequentou e concluiu o curso de Humanidades na Faculdade de Filosofia de Braga, em 1987. Foi professor de Português na Escola Secundária Alcaides de Faria, até julho de 2000, onde orientou o estágio pedagógico ligado à Universidade do Minho, durante cinco anos.

Em 1972, ganhou o “Prémio Capitão Simões Vaz”, de reportagem, instituído pelo “Notícias” de Lourenço Marques.

Tem colaboração dispersa por diversas publicações, nomeadamente nas revistas “Amanhecer”, “Avenida do Minho” e jornal “A Voz do Minho”. “O Galo da Lenda”, um dos contos vencedores do concurso literário promovido, no ano de 1994, pela Câmara Municipal de Barcelos, integra a coletânea “Pedras no Rio do Tempo”.

PONTE DE LIMA APRESENTA "GALINHAS DE PORTUGAL"

Apresentação do Livro “Galinhas de Portugal”. 6 de Setembro | 18h00 | Clara Penha – Casa dos Sabores

Integrado num conjunto de publicações que visam, divulgar, preservar e valorizar o património de valor inestimável, que são as raças autóctones da região, o Município de Ponte de Lima, a Associação Concelhia das Feiras Novas, e a Associação dos Criadores de Bovinos de Raça Barrosã, apresentam o livro “Galinhas de Portugal”.

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As raças autóctones foram, outrora, decisivas na construção e definição das paisagens rurais e, por conseguinte, estão intimamente ligadas às populações rurais, aos seus modos de vida, costumes e tradições. Assim, surge este livro, no sentido de alertar para a necessidade e importância da salvaguarda, proteção e valorização das raças autóctones Pedrês Portuguesa, Preta Lusitânica, Amarela e Branca.

A Associação dos Criadores de Bovinos de Raça Barrosã, alertada pelos seus técnicos para as observações feitas junto dos seus associados, atenta à eminência do desaparecimento destas raças, e sem outra entidade que quisesse tomar a seu cargo a difícil mas honrosa tarefa de caracterização, inventariação, identificação e registo das galinhas, com vista à sua preservação, iniciou, no ano de 2003, os trabalhos que conduziram à criação dos Registos Genealógicos das supra mencionadas raças.

O trabalho culminou no livro “Galinhas de Portugal”, cuja apresentação tem lugar no dia 6 de setembro de 2018, na Clara Penha – Casa dos Sabores, às 18h00.

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DESEJO DE ESPOSENDE EM TORNAR-SE CIDADE CUMPRIU-SE HÁ 25 ANOS

Município de Esposende edita livro “Esposende, um desejo chamado cidade”

No arranque das comemorações dos 25 anos da elevação de Esposende a cidade, a Câmara Municipal promoveu a apresentação do livro “Esposende, um desejo chamado cidade”, em sessão realizada esta tarde, no Fórum Municipal Rodrigues Sampaio.

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Tendo por base arquivos da Biblioteca Municipal Manuel de Boaventura e do Arquivo do Município, a publicação compila documentos oficiais, fotografias do dia 19 de agosto de 1993, data em que Esposende passou oficialmente a cidade, bem como os recortes de imprensa, locais e nacionais, relativos aos anos de 1992, 1993 e 1994.

A apresentação do livro esteve a cargo do investigador Esposendense Albino Penteado Neiva, que colaborou com o Município na elaboração desta edição.  Penteado Neiva saudou a Câmara Municipal pela iniciativa de trazer a público este “repositório de memórias”, dando a conhecer o Antes, o Durante e o Depois da data histórica da elevação de Esposende a cidade. O historiador referiu que “tudo começou como um sonho que rapidamente se transformou em desafio”, desde logo assumido por um conjunto de entidades, tanto locais como nacionais, entre as quais Alberto Figueiredo, Presidente da Câmara Municipal à época. Para Penteado Neiva este livro “será um marco referencial da historiografia do nosso secular Município”.

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Do mesmo modo, o Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira realçou a importância desta publicação, numa perspetiva de “manter a memória e relembrar todos quantos trabalharam em prol do concelho”, referindo aqueles que “foram a face mais visível” do processo, nomeadamente o então edil Alberto Figueiredo, Couto dos Santos, na altura Ministro da Educação, Luís Marques Mendes, então Ministro-Adjunto, Fernando Alberto Ribeiro da Silva, Governador Civil à época, e o Esposendense João Oliveira Martins (já falecido), que era deputado da Assembleia da República. Benjamim Pereira referiu, a propósito, que, tal como há 25 anos outros lutaram por Esposende, hoje outros, com o mesmo empenho e dedicação, trabalham em prol do concelho.

Em jeito de balanço, referiu que é “extremamente positiva” a evolução registada em Esposende nos últimos 25 anos, tanto no plano material como imaterial. “Cabe-nos a nós escrever a história daqui para a frente”, afirmou o Presidente da Câmara Municipal, dizendo que é fundamental manter a ambição.

Concluiu convidando toda a população a participar nas iniciativas do programa comemorativo dos 25 anos da elevação de Esposende a cidade, particularmente nas cerimónias do dia 19 de agosto, Dia do Município, que este ano se reveste de particular significado.

O Município presenteou os presentes na sessão com a oferta do livro “Esposende, um desejo chamado cidade”. Desta publicação editaram-se 500 exemplares em capa dura, numerados e assinados pelo Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, para oferta institucional, nomeadamente às mais altas figuras da Nação.

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