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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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BARCELOS APRESENTA NOVAS EDIÇÕES DE LIVROS

Lançamento de livros na Biblioteca Municipal de Barcelos

Realiza-se, nos dias 16 e 17 de novembro, na Biblioteca Municipal de Barcelos, o lançamento de dois livros.

Biblioteca Municipal de Barcelos

O primeiro, intitulado “Enterro da Loba”, do barcelense António Gaspar Cunha, será apresentado por José Moreira da Silva, no dia 16, às 21h30. Trata-se de um livro de ficção, editado pela Editorial Novembro, sobre as praxes académicas, com a história de uma aluna universitária.

António Gaspar Cunha começou por escrever poesia, dando expansão ao saber e, sobretudo, ao viver acumulados durante os seus 50 anos de vida. Escrever é, para si, não só uma emancipação, mas também uma expressão do seu pensamento acerca do mundo atual, fazendo-o através de uma “tormentosa serenidade”, expressa quer na sua escrita poética, quer na narrativa.

“Yang Sheng” é o título do livro de  Wenqian Chen, que será apresentado no dia 17 de novembro, às 15h00, e que fala dos fundamentos da Medicina Tradicional Chinesa e como podemos aplicá-los no nosso dia a dia.

Wenqian Chen, fundadora e diretora do Centro de Terapias Chinesas em Lisboa, partilha a sua experiência quotidiana com doentes portugueses para nos oferecer conselhos práticos e fáceis de seguir e revela os segredos de uma ciência milenar, a medicina tradicional chinesa, que cada vez conquista mais adeptos entre os ocidentais.

ESCRITOR ARTUR COIMBRA LANÇA LIVRO DE POESIA PARA COMEMORAR 40 ANOS DE VIDA LITERÁRIA

Tem o título de Palavras à procura de voz o novo livro de poesia de Artur Ferreira Coimbra, chefe da Divisão de Cultura, Desporto e Juventude do Município de Fafe, que comemora os seus 40 anos de vida literária, contados a partir da publicação da sua primeira obra O Prisma do Poeta, em 1978.

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A sua apresentação pública ocorre na noite do próximo dia 26 de Outubro, sexta-feira, na Sala Manoel de Oliveira, em Fafe.

A obra recolhe seis dezenas de poemas escritos nos dois últimos anos e é enriquecida por um prefácio de César Freitas, ensaísta e director da Escola Superior de Educação de Fafe e um posfácio da docente Leonor Castro, poetisa e ensaísta.

Nas palavras de César Freitas: “em diálogo com a obra poética anteriormente editada, Palavras à procura de voz retoma as linhas de rumo perseguidas pelo poeta para celebrar a intensidade da vida, associando veios temáticos relacionados com o corpo, a escrita e a memória aos motivos referentes à família e aos elementos primordiais da natureza. Esta é, como são os textos precedentes, uma poesia solar, uma poesia onde o corpo e a natureza se fundem num universo transmutado por uma percepção sensorial do real circundante”. E acrescenta o ensaísta, noutro excerto: “ao longo dos anos são já numerosos os versos lavrados por Artur Coimbra que testemunham o apuro da forma, a melodia do ritmo, a riqueza estilística, a singularidade criativa, a individual aventura da linguagem poética”.

Palavras à procura de voz inclui ainda testemunhos de amigos a propósito dos 40 anos de poesia do autor. Concretamente, de Carlos Afonso, Cónego Valdemar Gonçalves, Pompeu Miguel Martins, Cláudio Lima, Júlio Ferreira Leite, Augusto Lemos, Álvaro de Oliveira, Pinto de Matos, Armando Freitas Ferreira, Benedita Stingl, Maria Amélia Fernandes, Ângelo Santos, Paulo Moreira, Ribeiro Cardoso, Acácio Almeida e Daniel Bastos.

Nesta efeméride, são ainda recolhidos poemas dedicados ao autor em diversos períodos da sua vida literária, entre os quais os de Soledade Summavielle, Acácio Almeida, António de Almeida Mattos, Armando Fonseca, Paulo Moreira e José Salgado Leite.

A capa é de Daniel Gonçalves, sobre pintura do artista fafense Orlando Pompeu.

A anteceder, actua em momento musical o Coro de Pais e Amigos da Academia de Música José Atalaya, sob a direcção do maestro Tiago Ferreira.

Artur Ferreira Coimbra é licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto (1982), pós-graduado em Assuntos Culturais no Âmbito das Autarquias pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (1995) e Mestre em História das Instituições e da Cultura Moderna e Contemporânea pela Universidade do Minho (2000).

Fundador e presidente do Núcleo de Artes e Letras de Fafe, publicou até agora seis livros de poesia e perto de três dezenas de obras historiográficas em torno de temas de Fafe, das suas gentes e instituições.

Pela sua actividade literária e historiográfica, foi galardoado com diversas distinções, entre as quais quatro “Microfones de Ouro”, do extinto jornalCorreio de Fafe, Prémio “os Mais” do Povo de Fafe (2 vezes) e dois “Ardinas de Ouro” do Notícias de Fafe, bem como as mais altas condecorações do município e da freguesia de Fafe, concretamente, a Medalha de Ouro de Mérito Concelhio, da Câmara Municipal de Fafe e a Medalha de Ouro da Junta de Freguesia de Fafe, ambas em 2003.

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ORLANDO BARROS APRESENTA EM VIANA DO CASTELO “MANUSCRITOS DE LEIRIA”

O livro já estava há algum tempo no circuito livreiro, mas a sua apresentação aconteceu no sábado passado, dia 06, 16,00 horas, na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo. Em conversa e ambiente intimistas, a escritora Fernanda Santos encarregou-se de falar desta última obra de Orlando Barros (OB). Mas fê-lo de forma longa, talvez excessiva, digamos, porque para os presentes o Autor não é um ilustre desconhecido, nem como cidadão, nem como escritor. A sua prosa, plasmada em inúmeros livros, alguns deles premiados, em 40 anos de escrita (“40 anos de dedos escreventes”, slogan que adotou no ano transato) é bem conhecida, especialmente pelos seus fiéis leitores.

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O Orlando não é muito de protocolos formais e é bem capaz de inverter todas as formalidades, não se coibindo de brincar com os netos, como aconteceu, quando lhe invadiram a mesa que presidia à cerimónia. Pois, e é esta informalidade que desanuvia ambientes e dá riqueza aos atos. Esta obra com que nos contempla, “Manuscritos de Leiria”, conta-nos a história da jovem Palmira João, que durante quinze anos e quatro meses sofreu a ausência forçada do seu companheiro, perseguido pela polícia política do regime. Dada a sua beleza, foi muito seduzida, mas soube bem resistir durante esse longo tempo, considerado de cativeiro. Findo esse extenso interregno de vida conjugal, porque abril aconteceu, ele voltou, mas velho e exausto, para, na antiga cama que já o estranhava, ainda poder afirmar: “este país vai continuar a ser uma merda, mas agora é o meu”. Este pequeno gole levanta tenuemente o véu de uma bonita e comovente narrativa.

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Orlando Barros contínua igual a si próprio, na boa escrita e na criação de histórias de suspense que prendem o leitor, obrigando, em mais este caso, a não se quedar e a evitar hiatos de leitura, antes devorando incessantemente capítulos e capítulos até saber o fim de um livro que chega a desassossegar. Muito bem, Orlando. Venha lá, então, o novo livro, já pronto, os “15 contos quilhados”. Mas sobre isso falaremos mais tarde.

Gonçalo Fagundes Meira

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AGOSTINHO LEAL APRESENTA EM BARCELOS LIVRO ACERCA DOS CAMINHOS DE SANTIAGO

"O Caminho sob o Silêncio das Estrelas", de Agostinho Leal

No próximo dia 12 de outubro de 2018, sexta-feira, pelas 21h30, no Auditório do Posto de Turismo de Barcelos (Largo Dr. José Novais) a Associação ACB - Albergue Cidade de Barcelos promove a apresentação do livro "O Caminho sob o Silêncio das Estrelas", de Agostinho Leal. Paralelamente à apresentação do livro, será exposta, também, uma coleção de bastões alusivos aos vários itinerários do Caminho de Santiago. 

"Agostinho Leal nasceu em Penafiel, mas cresceu em Vila das Aves, terra que abraçou e sempre quis que fosse a sua. Trabalhou na antiga fábrica de Poldrães tendo passado pela JOC e pelo CNE até se entregar à vida militar como Sargento Pára-quedista, mudando a sua residência para Ovar. Em 2011 meteu os pés nos caminhos de Santiago onde descobriu o palco perfeito para o encontro consigo próprio e com os outros peregrinos. Depois de percorrer cerca de quatro mil quilómetros por vários caminhos, chegou a hora de partilhar vivências."  

A apresentação do livro tem o apoio do autor e do Município de Barcelos.  

Evento no Facebook disponível em:

https://www.facebook.com/events/171689530294216/

Entrada livre (não carece de inscrição).

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ESCRITOR BARCELENSE ANTÓNIO MAGALHÃES APRESENTA LIVRO NA BIBLIOTECA MUNICIPAL

A Biblioteca Municipal de Barcelos recebe no dia 14 de setembro, às 21h30, a apresentação do livro de narrativas “Então foi assim” de António Magalhães.

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História e ficção, lenda e realidade, cruzam-se neste pequeno livro, baseado em acontecimentos ou personagens das terras da freguesia de Negreiros, “tradições e costumes que percorreram gerações”.

O livro e o autor vão ser apresentados pelo professor Mário Patrão, da Escola Secundária Alcaides de Faria, e conta com a participação de Armindo Cerqueira e do pianista António Godinho.

António Martins Magalhães nasceu na freguesia de Negreiros, concelho de Barcelos, em 23 de junho de 1935. Frequentou os seminários franciscanos, onde estudou Humanidades, Filosofia e Teologia. Iniciou a actividade docente em 1976.

Frequentou, de 1978 a 1980, o curso de Línguas e Literaturas Modernas na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. De 1980 a 1982, profissionalizou-se nas disciplinas de Português, Latim e Grego na Escola Secundária Oliveira Martins, no Porto. Interrompido o curso de Letras, frequentou e concluiu o curso de Humanidades na Faculdade de Filosofia de Braga, em 1987. Foi professor de Português na Escola Secundária Alcaides de Faria, até julho de 2000, onde orientou o estágio pedagógico ligado à Universidade do Minho, durante cinco anos.

Em 1972, ganhou o “Prémio Capitão Simões Vaz”, de reportagem, instituído pelo “Notícias” de Lourenço Marques.

Tem colaboração dispersa por diversas publicações, nomeadamente nas revistas “Amanhecer”, “Avenida do Minho” e jornal “A Voz do Minho”. “O Galo da Lenda”, um dos contos vencedores do concurso literário promovido, no ano de 1994, pela Câmara Municipal de Barcelos, integra a coletânea “Pedras no Rio do Tempo”.

PONTE DE LIMA APRESENTA "GALINHAS DE PORTUGAL"

Apresentação do Livro “Galinhas de Portugal”. 6 de Setembro | 18h00 | Clara Penha – Casa dos Sabores

Integrado num conjunto de publicações que visam, divulgar, preservar e valorizar o património de valor inestimável, que são as raças autóctones da região, o Município de Ponte de Lima, a Associação Concelhia das Feiras Novas, e a Associação dos Criadores de Bovinos de Raça Barrosã, apresentam o livro “Galinhas de Portugal”.

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As raças autóctones foram, outrora, decisivas na construção e definição das paisagens rurais e, por conseguinte, estão intimamente ligadas às populações rurais, aos seus modos de vida, costumes e tradições. Assim, surge este livro, no sentido de alertar para a necessidade e importância da salvaguarda, proteção e valorização das raças autóctones Pedrês Portuguesa, Preta Lusitânica, Amarela e Branca.

A Associação dos Criadores de Bovinos de Raça Barrosã, alertada pelos seus técnicos para as observações feitas junto dos seus associados, atenta à eminência do desaparecimento destas raças, e sem outra entidade que quisesse tomar a seu cargo a difícil mas honrosa tarefa de caracterização, inventariação, identificação e registo das galinhas, com vista à sua preservação, iniciou, no ano de 2003, os trabalhos que conduziram à criação dos Registos Genealógicos das supra mencionadas raças.

O trabalho culminou no livro “Galinhas de Portugal”, cuja apresentação tem lugar no dia 6 de setembro de 2018, na Clara Penha – Casa dos Sabores, às 18h00.

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DESEJO DE ESPOSENDE EM TORNAR-SE CIDADE CUMPRIU-SE HÁ 25 ANOS

Município de Esposende edita livro “Esposende, um desejo chamado cidade”

No arranque das comemorações dos 25 anos da elevação de Esposende a cidade, a Câmara Municipal promoveu a apresentação do livro “Esposende, um desejo chamado cidade”, em sessão realizada esta tarde, no Fórum Municipal Rodrigues Sampaio.

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Tendo por base arquivos da Biblioteca Municipal Manuel de Boaventura e do Arquivo do Município, a publicação compila documentos oficiais, fotografias do dia 19 de agosto de 1993, data em que Esposende passou oficialmente a cidade, bem como os recortes de imprensa, locais e nacionais, relativos aos anos de 1992, 1993 e 1994.

A apresentação do livro esteve a cargo do investigador Esposendense Albino Penteado Neiva, que colaborou com o Município na elaboração desta edição.  Penteado Neiva saudou a Câmara Municipal pela iniciativa de trazer a público este “repositório de memórias”, dando a conhecer o Antes, o Durante e o Depois da data histórica da elevação de Esposende a cidade. O historiador referiu que “tudo começou como um sonho que rapidamente se transformou em desafio”, desde logo assumido por um conjunto de entidades, tanto locais como nacionais, entre as quais Alberto Figueiredo, Presidente da Câmara Municipal à época. Para Penteado Neiva este livro “será um marco referencial da historiografia do nosso secular Município”.

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Do mesmo modo, o Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira realçou a importância desta publicação, numa perspetiva de “manter a memória e relembrar todos quantos trabalharam em prol do concelho”, referindo aqueles que “foram a face mais visível” do processo, nomeadamente o então edil Alberto Figueiredo, Couto dos Santos, na altura Ministro da Educação, Luís Marques Mendes, então Ministro-Adjunto, Fernando Alberto Ribeiro da Silva, Governador Civil à época, e o Esposendense João Oliveira Martins (já falecido), que era deputado da Assembleia da República. Benjamim Pereira referiu, a propósito, que, tal como há 25 anos outros lutaram por Esposende, hoje outros, com o mesmo empenho e dedicação, trabalham em prol do concelho.

Em jeito de balanço, referiu que é “extremamente positiva” a evolução registada em Esposende nos últimos 25 anos, tanto no plano material como imaterial. “Cabe-nos a nós escrever a história daqui para a frente”, afirmou o Presidente da Câmara Municipal, dizendo que é fundamental manter a ambição.

Concluiu convidando toda a população a participar nas iniciativas do programa comemorativo dos 25 anos da elevação de Esposende a cidade, particularmente nas cerimónias do dia 19 de agosto, Dia do Município, que este ano se reveste de particular significado.

O Município presenteou os presentes na sessão com a oferta do livro “Esposende, um desejo chamado cidade”. Desta publicação editaram-se 500 exemplares em capa dura, numerados e assinados pelo Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, para oferta institucional, nomeadamente às mais altas figuras da Nação.

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FAMALICÃO EMPRESTA LIVROS ESCOLARES

Empréstimo de livros do Banco Escolar arranca amanhã em Famalicão. Primeira fase decorre até 8 de agosto na Biblioteca Municipal

A Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, em Vila Nova de Famalicão, arranca esta quarta-feira, dia 25 de julho, a partir das 10h00, com a primeira fase de empréstimo do Banco de Livros Escolares. Ao todo, estarão disponíveis para empréstimo 1350 manuais que foram cedidos por cerca de 110 famílias dos concelho.

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De acordo com as normas de participação do Banco de Livros Escolares, a primeira fase de empréstimo, que decorre entre o dia 25 de julho e o dia 8 de agosto, destina-se aos alunos ou encarregados de educação que tenham cedido manuais ao Banco de Livros Escolares. A partir do dia 8 de agosto, e numa segunda fase, os manuais escolares ainda disponíveis para empréstimo podem ser requisitados por todos os restantes interessados.

Refira-se que os livros em causa para empréstimo são sobretudo os do 8.º ao 12.º ano, uma vez que para o primeiro ciclo e segundo ciclo o Estado garante os manuais e a Câmara as respetivas fichas de trabalho. Já para o 7.º ano, a Câmara Municipal vai avançar este ano com a oferta a todos os alunos dos manuais cedendo os livros das disciplinas nucleares de Português, Matemática, Língua Estrangeira I e II, História, Geografia, Ciências da Natureza e Física e Química.

As listas com os manuais disponíveis para empréstimo vão sendo publicadas e atualizadas no site da Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco em http://www.bibliotecacamilocastelobranco.org/

O empréstimo de manuais através do Banco de Livros é dinamizado pelo município famalicense desde 2012, resultando numa ajuda efetiva aos agregados familiares famalicenses. Por outro lado, a iniciativa promove o desenvolvimento do sentido de partilha e solidariedade social, incentiva à reutilização dos manuais escolares e promove a educação ambiental, principalmente junto das gerações mais novas.

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FEIRA DO LIVRO ATRAI VISITANTES A BARCELOS

36.ª edição da Feira do Livro encerra com balanço positivo

A 36.ª edição da Feira do Livro de Barcelos, que decorreu entre os dias 6 e 15 de julho, conseguiu, mais uma vez, trazer à cidade um grande número de visitantes aos stands de livros e às muitas atividades que decorreram em simultâneo.

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Durante dez dias, o Largo da Porta Nova, a Avenida da Liberdade e o Campo 5 de Outubro, no centro da cidade de Barcelos, acolheram as diversas atividades da Feira e os 18 pavilhões das mais de 90 editoras presentes neste certame que, este ano, teve como tema a importância da cultura e dos livros para a paz e coesão social.

Marcada por lançamentos e apresentações de livros, recitais de poesia e música, teatro, concertos e animação de rua, a Feira do Livro de Barcelos voltou a oferecer uma grande variedade e qualidade de eventos. Por isso, o público correspondeu em grande número, quer visitando os stands e adquirindo livros, quer participando nas tertúlias, convivendo de perto com grandes nomes da cultura e da música portuguesas.

O evento abriu com uma intervenção artística de A Capoeira – Companhia de Teatro de Barcelos, seguindo-se a sessão inaugural com a presença de Fernando Baptista Pereira, adjunto do Gabinete do Ministro da Cultura, e mais tarde o conceituado jornalista José Milhazes, ex-correspondente da SIC na Rússia, apresentou o livro “Lavrenti Béria – um carrasco ao serviço de Estaline”.

José Milhazes, Joana Amaral Dias, Valter Hugo Mãe e Ricardo Carriço foram alguns dos nomes mais sonantes do programa. Os escritores barcelenses tiveram um lugar de grande destaque neste certame que, como habitualmente, contemplou um espaço reservado ao público infanto-juvenil com muitas atividades diárias.

O espaço infantil voltou a ser centro das atenções para as inúmeras crianças, graças ao vasto e variado conjunto de atividades, como ateliês, apresentação de livros, pintura, leitura de histórias e sessão de contos. Os mais novos tiveram ainda oportunidade de usufruir de atividades permanentes, tais como, o cantinho da leitura, jogos didáticos, mural de pintura e desenhos para colorir.

Todos os dias a animação de rua esteve a cargo d’A Capoeira – Companhia de Teatro de Barcelos.

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PONTE DE LIMA REALIZA FEIRA DO LIVRO

XVIII Feira do Livro em Ponte de Lima conta com um programa recheado para todos os gostos e idades

Ponte de Lima recebe de 19 a 22 de julho de 2018, a XXIII edição da Feira do Livro, onde terá lugar no novo Pavilhão de Feiras e Exposições, e promete satisfazer as expectativas com uma oferta diversificada de conteúdos dirigidas a todo o público. Desde animação para os mais novos, apresentações de livros, espetáculos musicais, exposições e ateliês.

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Com uma longa tradição, a Feira do Livro, promovida pelo Município de Ponte de Lima, abre portas no dia 19, quinta-feira, sendo a abertura oficial às 18h30, e onde se destaca a apresentação da Revista nº4 “Ponte de Lima: do passado ao presente, rumo ao futuro!” Entre outras ações literárias e editoriais ao longo do programa, destaca-se a apresentação do livro “Cem mitos sem lógica”, onde a jornalista Sara Sá e o neurocientista Pedro Ferreira mostram como a ciência e a história nem sempre representam a realidade tal como é.

Num plano histórico e político, Sérgio Neto, apresenta o livro “Do Minho ao Mandovi: um estudo sobre o pensamento colonial de Norton de Matos” que descreve a questão colonial e o impacto da geopolítica mundial do período de guerras sob o olhar desta figura histórica portuguesa do século XX. No mesmo tema, Alberta Marques Fernandes, mostra-nos a obra “Mulheres na Política. Relatos na primeira pessoa” sobre o papel das mulheres na política do nosso País e Luís Dantas, dá-nos a conhecer uma obra que serve como homenagem aos limianos que participaram na Guerra com o livro “Os Limianos na Grande Guerra”.

Numa partilha de experiências e saberes, a Feira do Livro, continua a apostar em sessões e encontros de séniores com a sessão “Ontem e hoje: partilha de saberes realizada no âmbito do projeto BiblioSénior”. Para o público infantil existe uma série de atividades, como sessões de histórias para crianças e famílias, uma sessão de teatro de Marionetas “O canteiro dos Livros”, ateliê de construção de postais animados, sessão "Ler o Mundo com as Crianças", e também espetáculos de música, atividades lúdicas, pinturas faciais e os concorridos insufláveis.

A Feira do Livro conta com uma diversidade de atividades, onde tudo são pretextos para visitar este espaço combinado de cultura e lazer e o Município de Ponte de Lima convida todas as pessoas para participarem e disfrutarem das enormes vantagens que esta terra tem para dar e para conhecer.

Para mais informações:

Consulte o programa da Feira do Livro 2018 em:

http://biblioteca.cm-pontedelima.pt/frontoffice/pages/662?event_id=2729

BARCELOS PROMOVE O LIVRO "A SOMBRA DA VERDADE" DE LUÍS FERREIRA

No próximo dia 7 de julho de 2018, pelas 21h30, no Auditório do Posto de Turismo de Barcelos (Largo Dr. José Novais) a Associação ACB - Albergue Cidade de Barcelos promove, enquadrada no programa do seu 7º Aniversário, a apresentação do livro "A Sombra da Verdade", de Luís Ferreira.

O 7º Aniversário da Associação ACB - Albergue Cidade de Barcelos decorre entre 30 de junho e 25 de julho de 2018.

A apresentação do livro tem o apoio do autor, da EGO Editora e do Município de Barcelos.

Evento no Facebook disponível em:

https://www.facebook.com/events/461285060977331/

Evento na Agenda Barcelos disponível em:

http://agenda.barcelos.pt/eventos/a-sombra-da-verdade-de-luis-ferreira

Entrada livre (não carece de inscrição).

Votos de Bom Caminho!

Associação ACB - Albergue Cidade de Barcelos

07JUL2018 - A Sombra da Verdade

"VILARINHO DA FURNA: MEMÓRIAS DO PASSADO E DO FUTURO" - UM LIVRO DO PROF. DR. MANUEL ANTUNES INDISPENSÁVEL PARA QUEM DESEJA CONHECER MAIS ACERCA DESTA ALDEIA SUBMERSA

A convite do Grupo Folclórico Verde Minho, o Prof. Doutor Manuel Antunes proferiu hoje em Loures uma conferência subordinada ao tema “Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada”. Tratando-se de um caso de elevado interesse mormente para estudiosos e investigadores, recomendamos entre outros a leitura do livro “Vilarinho da Furna: Memórias do Passado e do Futuro”, obra de referência, escrita por um dos seus antigos habitantes e, indiscutivelmente, a pessoa que mais tem contribuído para a preservação da sua memória.

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Trata-se de uma obra da autoria do Professor Dr. Manuel Antunes, editado pelo Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia, com o apoio da AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna.

Neste livro, o autor reúne uma série de artigos seus dispersos por várias publicações ou editados, acrescentando-lhe uma recolha de natureza etnográfica acerca dos usos e costumes das gentes daquela localidade e outros documentos de grande interesse histórico sobre Vilarinho da Furna e a luta dos seus habitantes pelos direitos que lhes assistem.

Vilarinho da Furna reside na alma dos portugueses como um paraíso perdido onde se evoca a lembrança quase lendária de um passado comunitário, surgindo como um monumento sempre que novas aldeias submergem às águas de uma nova albufeira de uma barragem em qualquer outra região do país, sejam elas a Foz do Dão ou a Aldeia da Luz, afundadas respectivamente pelas águas das barragens da Aguieira e do Alqueva.

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ANTIGOS HABITANTES DE VILARINHO DA FURNA CHORAM AINDA LÁGRIMAS DE SAUDADE PELA TERRA ONDE NASCERAM

Conferência realizada em Loures pelo Prof. Doutor Manuel Antunes serviu para “matar saudades” da aldeia que já quase se tornou uma lenda

Não foi sem sentida emoção que alguns antigos habitantes de Vilarinho da Furna recordaram a sua infância ao ouvirem as palavras do Prof. Doutor Manuel Antunes – também um antigo habitante da “aldeia submersa” e que tem sido o principal responsável pela preservação da memória das suas gentes. E, a emoção subia ainda mais de intensidade perante as imagens da aldeia ainda com gente e vida! Sucede que, Vilarinho da Furna ficou submersa nas águas da albufeira da barragem, mais jamais no coração e na memória daquelas que lá viveram…

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A conferência decorreu no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures, tendo sido expostos alguns quadros alusivos a Vilarinho da Furna, gentilmente cedidos para o efeito pelo Museu Etnográfico de Vilarinho da Furna.

Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

De referir o especial destaque que foi conferido ao Museu Subaquático de Vilarinho da Furna – o primeiro do género a nível mundial – e a possibilidade de mergulhar literalmente nas águas que submergiram a aldeia, constituindo um convite e um desafio a todos quantos praticam o mergulho.

A iniciativa que constitui a abertura do programa FolkLoures’18, pertence ao Grupo Folclórico Verde Minho e contou a presença do Dr Francisco Sousa, membro do Gabinete de Cultura da Câmara Municipal de Loures e de Vitor Carreira, Tesoureiro da Casa do Concelho de Tomar. Refira-se que este evento culmina no próximo dia 7 de Julho, com um grandioso festival de culturas a ter lugar no Parque da Cidade, junto à réplica da fachada da Igreja de São Paulo, em Macau, e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

Para além da participação de ranchos folclóricos e grupos de cante alentejano, contará ainda com representações da cultura tradicional portuguesa e também do Tibete, por gentileza da Embaixada da República Popular da China. Um espectáculo que cresce a cada ano e coloca a cidade de Loures num patamar de primeira grandeza entre aquelas que dão primazia ao folclore e à cultura tradicional.

A próxima conferência a ser organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho está agendada para o próximo dia 20 de Outubro, pelas 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte. Vai ser proferida pelo Dr. Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto, e será subordinada ao tema: “Rodopiando entre a tradição e a inovação – o Folclore como causa”. . Entretanto, o conteúdo desta conferência será editado em livro, o qual pode ser solicitado ao Grupo Folclórico Verde Minho.

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DANIEL BASTOS APRESENTOU ONTEM EM TORONTO O SEU MAIS RECENTE LIVRO “TERRAS DE MONTELONGO”

O historiador Daniel Bastos deslocou-se a Toronto, no Canadá, a fim de apresentar o seu mais recente livro “Terras de Monte Longo”. A sessão teve ontem lugar, em Toronto, no âmbito das Comemorações do Dia de Portugal.

A obra, concebida a partir do espólio de um dos mais aclamados fotógrafos portugueses da sua geração, José de Andrade (1927-2008), que nos anos 70 captou imagens marcantes em povoados rurais entre o Minho e Trás-os-Montes, foi apresentada na Galeria dos Pioneiros Portugueses, um Museu que se dedica à perpetuação da memória e das histórias dos pioneiros da emigração portuguesa para o Canadá.

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A contar da esquerda, a curadora da Galeria dos Pioneiros Portugueses, Humberta Araújo, o historiador Daniel Bastos, e o comendador Manuel da Costa, na mesa da sessão de apresentação em Toronto

 

A apresentação da obra, uma edição trilingue traduzida para português, francês e inglês com prefácio do conhecido fotógrafo franco-haitiano que imortalizou a história da emigração portuguesa, Gérald Bloncourt, esteve a cargo de Humberta Araújo, curadora da Galeria dos Pioneiros Portugueses, e do comendador Manuel da Costa, um dos mais ativos e beneméritos empresários portugueses em Toronto.

No decurso da sessão de apresentação, que contou com a presença de vários elementos da comunidade luso-canadiana, Humberta Araújo e Manuel da Costa, confluíram no elogio ao trabalho dedicado de Daniel Bastos ao nível da promoção das comunidades portuguesas no mundo, assim como na importância do seu último livro, que conta com o apoio do Centro Português de Fotografia, na valorização da história, cultura e tradições dos territórios do interior norte de Portugal.

Refira-se ainda que a convite da Peach Gallery, uma das mais recentes e vibrantes galerias de arte em Toronto, o escritor e historiador minhoto durante a sua estadia na América do Norte será curador da exposição “Con-Textos de Criatividade”, da autoria do mestre-pintor Orlando Pompeu, um dos mais conceituados artistas plásticos portugueses da atualidade, cuja inauguração ocorrerá no dia 5 de julho (quinta-feira), às 18h00, no espaço da galeria de arte.

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COURENSES FESTEJAM O LIVRO, A LEITURA E PROMOVEM A FESTA DA ALIMENTAÇÃO

Biblioteca Municipal Aquilino Ribeiro : Largo Hintze Ribeiro até domingo | 17 jun

Rodrigo Guedes de Carvalho, Miguel Carvalho, Azucena Arias Correa, Manuela Ribeiro e Maria Luísa Silva são alguns dos intervenientes na Feira do Livro de Paredes de Coura, que até domingo decorre na Biblioteca Municipal Aquilino Ribeiro, paredes-meias com o Largo Hintze Ribeiro que também nesta sexta-feira acolhe a Festa da Alimentação.

Feira do Livro

A Feira do Livro não se limita ao espaço expositivo, promovendo também encontros com os escritores, apresentação de obras literárias e sessões de autógrafos – Rodrigo Guedes de Carvalho apresentará ‘Jogos de raiva’ e Miguel Carvalho falará sobre ‘Quando Portugal ardeu’ --, bem como a hora do conto pelos Animakids, mas também momentos musicais com o Coura Voce e a Academia Musical de Viana do Castelo, espetáculos infantis e pinturas faciais, entre muitas outras atividades envolvendo a comunidade educativa.

À semelhança de anos anteriores, a edição deste ano da Feira do Livro contempla também o encontro luso-galaico, sendo convidada Azucena Arias Correa, autora de “Debaixo dun parasol” (Xerais, 2017), entre outras.

Já a Festa da Alimentação, esta sexta-feira, é uma iniciativa da responsabilidade do Agrupamento de Escolas em parceria com o Município de Paredes de Coura, que conta com workshops de cozinha – compota de fruta da época, filhós, bolotas, amêndoa pelada --, showcooking de crepes recheados, visita a uma exploração de mirtilos, mas também venda de produtos, provas e muita música.

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HISTORIADOR DANIEL BASTOS APRESENTA NO PORTO O LIVRO “TERRAS DE MONTE LONGO

Daniel Bastos apresentou livro no Centro Português de Fotografia

O historiador Daniel Bastos apresentou ontem no Centro Português de Fotografia (CPF), no Porto, o seu mais recente livro “Terras de Monte Longo”.

A obra, concebida a partir do espólio de um dos mais aclamados fotógrafos portugueses da sua geração, José de Andrade (1927-2008), fotógrafo de renome internacional, premiado e exposto em vários cantos do mundo, foi apresentada no espaço da prestigiada instituição pública que assegura a conservação, valorização e proteção legal do património fotográfico nacional, com sede no Porto, no Edifício da antiga Cadeia da Relação.

A apresentação da obra, uma edição trilingue traduzida para português, francês e inglês com prefácio do conhecido fotógrafo franco-haitiano que imortalizou a história da emigração portuguesa, Gérald Bloncourt, esteve a cargo do ativista cultural Joaquim Pinto da Silva, e contou com a presença simbólica de familiares do fotógrafo José de Andrade, assim como do Diretor do CPF, Bernardino Castro.

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A contar da esquerda, o historiador Daniel Bastos, o Diretor do CPF, Bernardino Castro, e o ativista cultural Joaquim Pinto da Silva, na mesa da sessão de apresentação no Centro Português de Fotografia

 

No decurso da sessão de apresentação integrada no Dia Internacional dos Arquivos, o ativista cultural Joaquim Pinto da Silva, enalteceu o percurso multifacetado em práticas e estudos trilhado pelo investigador da nova geração de historiadores. Segundo Joaquim Pinto da Silva, a nova obra concebida e realizada por Daniel Bastos assume-se como um “livro de arte, à qual não se pode retirar o profundo sentido histórico, sociológico e etnográfico. O “belo” está integrado umbilicalmente com a sociedade e as pessoas que são fotografadas”.

Refira-se que neste novo livro, realizado com o apoio do Centro Português de Fotografia, o historiador minhoto, cujo percurso tem sido alicerçado das Comunidades Portuguesas, esboça um retrato histórico conciso e ilustrado do interior norte de Portugal em meados dos anos 70.

Através de imagens até aqui inéditas, que José de Andrade captou nessa época em povoados rurais entre o Minho e Trás-os-Montes, o historiador e autor de livros sobre a emigração, aborda as memórias do passado, não muito distante, do Portugal profundo e rural na transição da ditadura para a democracia, um período fundamental da história contemporânea portuguesa, marcado por décadas de carências, isolamento, condições de vida duras e incontáveis episódios de emigração “a salto”.

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FEIRA DO LIVRO DE TERRAS DE BOURO APRESENTA OBRAS LITERÁRIAS

Apresentação de obras literárias marcou a Feira do Livro de Terras de Bouro a 6 de junho

Perante uma numerosa plateia de alunos do Agrupamento de Escolas, que encheram por completo o Salão Nobre da Câmara Municipal, Manuela Barreto Nunes introduziu e aludiu à obra da escritora Marisa Pedrosa: “Frágil: Abrir Delicadamente”.

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O autor Raul Minh`alma foi o escritor que se seguiu e além da sua experiência como literato falou também das suas obras “Todos os dias são para sempre” e “Larga quem não te agarra”.

A Feira do Livro termina no dia 7 de junho com uma sessão de contos pela manhã e uma tertúlia literária, já na parte da tarde. A sessão de encerramento ficará marcada por um momento musical a cargo dos alunos do Agrupamento de Escolas de Terras de Bouro.

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VILA VERDE: BIBLIOTECA DE PRADO APRESENTA LIVRO DO PADRE ALBERTO CORREIA

Nas Sendas do Tempo. Biblioteca de Prado cheia para a apresentação de livro da autoria do padre João Alberto Correia!

A Biblioteca de Prado Comendador Sousa Lima estava completamente ‘à pinha’. Também não seria caso para menos em dia (02 de junho) de apresentação de uma obra literária escrita por um filho da terra, que é também o pároco local.

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‘Nas Sendas do Tempo’ é um compêndio de textos isolados, que refletem de forma cristalina as reflexões do autor, o padre João Alberto Correia, sobre um leque extremamente diversificado de assuntos. Da vivência dos Sacramentos ao fenómeno das redes sociais, passando pela ecologia, a vida em comunidade e o papel do Homem no mundo, a obra abarca temas tão díspares quanto pertinentes.

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Temas que refletem o olhar crítico e atento do autor perante situações concretas da vida, com as quais se foi deparando ao longo dos 25 anos de sacerdócio. Por esse motivo, a sessão inseriu-se na celebração das bodas de prata sacerdotais do pároco pradense. João Alberto Correia não escondeu a satisfação de apresentar a obra na sua terra Natal e não foi, portanto, de estranhar que a apresentação do livro tenha ficado a cargo de dois conterrâneos, o vereador da Câmara Municipal de Vila Verde, Patrício Araújo, e da Tesoureira da Junta de Freguesia da Vila de Prado, Sónia Araújo. A cerimónia foi ainda abrilhantada por um momento musical de grande qualidade, protagonizado pelo Grupo Coral Assanes.

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