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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PONTE DE LIMA INAUGURA EXPOSIÇÃO EVOCATIVA DO PRIMEIRO LIVRO DE FOTOGRAFIAS PUBLICADO NO CONCELHO – UMA OBRA DA AUTORIA DO FOTÓGRAFO LIMIANO AMÂNDIO SOUSA DANTAS

"Formas de Ver Ponte de Lima: 30 anos depois" uma exposição a visitar em Ponte de Lima

O Município de Ponte de Lima vai promover a exposição "Formas de Ver Ponte de Lima: 30 anos depois" de 9 de dezembro de 2022 a 26 de fevereiro de 2023, na Biblioteca Municipal.

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Quem, por este período, visitar Ponte de Lima, vai poder ver de perto a exposição evocativa do primeiro livro de fotografias publicado em Ponte de Lima e apresentado na Biblioteca Municipal.

Foi em 1992 que o autor do livro, Amândio de Sousa Vieira, publicou o seu primeiro livro de fotografias "feito a pensar nesta terra e nas suas gentes, dedicado a todos os que aqui nasceram, que por cá passam algum tempo ou que aqui vivem".

Trata-se de um livro de chancela do autor dedicado à vila de Ponte de Lima e ao concelho que revelam os dotes artísticos, sociais e humanistas do seu criador, e que foi o farol de abertura à publicação de outros livros.

Um importante testemunho cultural na intencionalidade de resgatar através da arte fotográfica tradições, patrimónios arquitetónico, paisagístico e etnográfico, vivências das gentes do concelho e um filão de histórias com gente dentro.

A exposição, patente na varanda interior da Biblioteca Municipal de 9 de dezembro de 2022 a 26 de fevereiro de 2023, vai integrar vários painéis que incluirão imagens dos principais momentos do lançamento do livro, compreenderá fotografias de Ponte de Lima e das suas gentes tiradas pelo autor e publicadas no livro há 30 anos e revelará novas formas de ver Ponte de Lima, sob o olhar de Amândio de Sousa Vieira, com fotografias atuais da paisagem natural, arquitetónica e humana que povoam o quotidiano desta terra.

Com os olhos postos no presente e no futuro e com memórias de como tudo começou há 30 anos, evoca-se uma obra e o seu autor que revelam o talento deste artista, que com mestria domina criativamente a imagem, regista momentos únicos e capta a diversidade das pessoas, da beleza humana e terrena, e preserva as manifestações culturais e costumes da terra.

Uma exposição a não perder!

De segunda a sábado, na Biblioteca Municipal de Ponte de Lima.

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JORNALISTA E ESCRITOR LUSO-BRASILEIRO ÍGOR LOPES VOLTA A APRESENTAR LIVRO NOS AÇORES

Ilha Terceira vai conhecer a obra

O jornalista e escritor luso-brasileiro Ígor Lopes vai voltar aos Açores em dezembro para apresentar o livro-reportagem: “Açores em Cores – Belezas, Contornos e Potencialidades”, que leva o selo da editora “Present Celebration”.

O Auditório do Museu de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, será palco, no dia 11 de dezembro, pelas 17h, do evento de apresentação da obra, que conta com o apoio do Governo açoriano, por meio da Direção Regional das Comunidades. O livro vai ser apresentado pelo autor e por Claudine Lourenço, jornalista e apresentadora radicada na ilha Terceira há vários anos e referência entre a comunidade brasileira na ilha e na região.

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O objetivo central do livro, de acordo com Ígor Lopes, é “revelar detalhes que brasileiros, lusodescendentes e açordescendentes devem conhecer sobre o Arquipélago”. Ao longo de 226 páginas, recheadas de entrevistas e fotografias, o autor leva-nos a conhecer pontos específicos sobre as nove ilhas açorianas, deixando claro que “os Açores são um bom lugar para viver, trabalhar, investir, estudar ou, simplesmente, desfrutar de locais de tirar o fôlego”.

O conteúdo está centrado no formato pergunta-resposta, onde especialistas em diversos segmentos nos Açores, no âmbito público e privado, falam sobre variados temas de promoção das ilhas.

O prefácio do livro é assinado por Adélio Amaro, escritor, presidente do Centro do Património da Estremadura, idealizador do projeto BibliRuralis e diretor do Gazeta Lusófona, na Suíça. O posfácio é assinado por Beatriz H. Ramos Amaral, escritora e Mestre em Literatura e Crítica Literária. Ricardo Alexandre, diretor-adjunto da TSF Rádio Notícias, de Portugal continental, escreveu sobre Ígor Lopes.

A obra foi já lançada no Brasil, nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, onde reuniu um grande público e autoridades, e passou também, com grande sucesso, pelo Fundão, Porto, Lisboa e Ponta Delgada. Agora, chegou a vez de os terceirenses conhecerem o resultado de dois anos de trabalho literário e de investigação.

Com entrega em todo o mundo, o livro está a venda através das redes sociais do autor ou por encomenda direta via e-mail: igorpereiralopes@gmail.com

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Quem é Ígor Lopes?

Ígor Lopes é jornalista, escritor e social media. É CEO da Agência Incomparáveis, que conecta União Europeia e Mercosul; Doutorando em Ciências da Comunicação pela Universidade da Beira Interior; Mestre em Comunicação e Jornalismo pela Universidade de Coimbra; Licenciado em Comunicação Social, na vertente Jornalismo, no Rio de Janeiro, pela FACHA; Possui especialização em Gestão de Redes Sociais e Comunidades para Jornalistas pela Universidade de Guadalajara, México, e especialização em Comunicação Mediática pela Universidade de Santiago de Compostela, Espanha. Atua para agências de notícias e meios de comunicação onde há Diáspora portuguesa e comunidade luso-brasileira.

É jornalista da Agência e-Global, Diário da Lagoa, Revista do Villa, Voz de Portugal, Minho Digital e Mundo Lusíada. Atua ainda como Coordenador de Redação do Gazeta Lusófona, da Suíça, e é correspondente na Europa do programa de TV “Assim é Portugal” e da “TV do Villa”.

É autor dos livros-reportagem “Maria Alcina, a força infinita do Fado” (2016), “Casa do Distrito de Viseu: 50 anos de dedicação à cultura portuguesa no Rio de Janeiro” (2016), “Rancho Folclórico Maria da Fonte da Casa do Minho do Rio de Janeiro - A jornada do grupo português que valoriza a cultura minhota no Brasil desde 1954” (2019); e “Festas d'Agonia - Viana do Castelo - Para Brasileiros e Lusodescendentes” (2021).

Recebeu das mãos do presidente da Sociedade Brasileira de Heráldica e Humanística, Dom Galdino Cocchiaro, a "Comenda da Ordem Nacional do Mérito do Empreendedor Visconde de Mauá", título oficializado como "Honraria Oficial do Município de Mauá" e pelo Governo da República do Brasil, através do Ministério da Educação e Cultura, com o apoio da Secretaria de Estado da Justiça e Defesa da Cidadania do Governo de São Paulo. Nesta mesma oportunidade, o escritor foi ainda empossado como "Chanceler", com atuação internacional, “tendo como objetivo central atuar na aproximação entre Brasil e Portugal” no eixo cultural.

É membro da Academia de Letras de Teófilo Otoni (ALTO), da Eco Academia de Letras, Ciências e Artes de Terezópolis de Goiás (E-ALCAT), da Academia de Letras e Artes de Paranapuã (ALAP), da Academia Luso-Brasileira de Letras (ALBL) e da Academia de Letras e Artes da Guiné-Bissau (ALAB). Foi condecorado no Brasil e em Portugal com medalhas, diplomas e comendas por diversas instituições.

Ígor Lopes é presidente da mesa da Assembleia Geral da Plataforma, entidade que reúne os órgãos de comunicação social da diáspora lusa, é vice-presidente da Associação Mais Lusofonia, diretor de Relações Internacionais da Câmara do Comércio da Região das Beiras e da Casa do Brasil - Terras de Cabral.

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Encontre o autor nas redes sociais:

Facebook: facebook.com/IgorPLopes

Instagram: @igorlopesrj

LinkedIn: linkedin.com/in/igorlopes-jornalista/

TikTok: @igorplopes

E-mail: igorpereiralopes@gmail.com

Site da Agência: http://agenciaincomparaveis.com/

Dados Técnicos:

Título: “Açores em Cores - Belezas, Contornos e Potencialidades”

ISBN: 978-65-00-06792-7 - Brasil

Depósito Legal: 4728 85/20 - Portugal

Ano: 2020

Editora: Present Celebration

Açores – Brasil – Portugal Continental

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MUTES FAZ CAPA DO LIVRO DE POESIA DE CARINA FLOR ARAÚJO

Carina Flor Pereira Fontes Araújo, nasceu a 20 de agosto de 1980. Nasceu na Póvoa de Varzim, mas residiu sempre no concelho de Vizela. A poesia faz parte da sua vida desde tenra idade. Desde muito cedo, para compensar o seu perfil introvertido e reservado, Carina Flor tem vindo a expressar o seu EU através da escrita, nomeadamente através da poesia, por ser o “idioma do seu pensamento”.

Mutes e Carina conheceram-se durante o ano de 2012, numa exposição de pintura com poesia, na fundação Jorge Antunes em Vizela. O gosto pela poesia e pintura sempre esteve presente em cada um deles, e desta amizade e admiração pelo trabalho de parte a parte, surgiu o convite para a realização da capa deste livro de poesia.MEDULA, o mais recente livro de poesia, uma edição bilingue - português/inglês  editado pela Artelogy.

Este é um livro que integra poemas escritos ao longo de anos de introspeção, que convidam o leitor em embarcar numa viagem para dentro, em direção àquilo que há de mais primitivo em nós.

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PONTE DE LIMA REALIZA FEIRA DO LIVRO LIMIANO

Feira do Livro Limiano abre ao público em dezembro e promove publicações municipais e de autores locais

O Município de Ponte de Lima volta a apostar na Feira do Livro Limiano, que decorrerá na Biblioteca Municipal, no período de 05 a 30 de dezembro de 2022.

Subordinado ao lema “Este Natal ofereça um livro limiano”, a iniciativa tem como principal objetivo a promoção do rico e diversificado património literário, que aglutina memórias e riquezas das letras limianas.

 Trata-se de um evento propiciador de desenvolvimento cultural e de lazer que contempla publicações de autores limianos que, por nascimento ou afeição, mantêm uma produção literária de proximidade e de pertinência temática e integra, também, as publicações editadas pelo Município de Ponte de Lima.

As edições municipais irão contar com um desconto de 40% sobre o preço de capa, sendo esta uma oportunidade única para adquirir e oferecer um livro nesta época natalícia.

Aproveitem esta oportunidade para renovarem as vossas estantes e lerem ou relerem os livros publicados nesta região historicamente fértil do ponto de vista literário.

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JOSÉ MILHAZES VAI AMANHÃ A VALENÇA PARA UMA SESSÃO DE AUTÓGRAFOS

A Loja CTT de Valença recebe amanhã, pelas 11 horas, José Milhazes para uma sessão de autógrafos na apresentação do seu livro “A mais breve história da Rússia”.

Este livro leva-o numa viagem que atravessa séculos e séculos da história e da cultura russa, começando vários séculos antes de Cristo e acabando na atualidade com Putin.

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ARCOS DE VALDEVEZ APRESENTA O VIII VOLUME DAS CASAS ARMORIADAS DO CONCELHO DE ARCOS DE VALDEVEZ E O FORAL NOVO DE ARCOS DE VALDEVEZ – TRÊS SÉCULOS E MEIO DE TENSÕES E DESAFIOS

VI Congresso Internacional Casa-Nobre: Um Património para o Futuro: Apresentados livros da coleção “Casas Armoriadas do concelho dos Arcos de Valdevez”. Entregue o prémio D. Fernando José de Mascarenhas, Marquês de Fronteira

No âmbito da realização do VI Congresso Casa Nobre foram apresentados dois livros da coleção “Casas Armoriadas do concelho dos Arcos de Valdevez”.

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O VIII volume das Casas Armoriadas do Concelho dos Arcos de Valdevez é dedicado à Casa e Quinta de St. º António de Faquelo, no lugar de Faquelo, em Arcos de Valdevez (São Paio), sendo os seus autores Armando Barreiros Malheiro da Silva, Luís Pimenta de Castro Damásio e João Carlos Gachineiro e editado pelo Município de Arcos de Valdevez.

Esta casa, construída cerca de 1660, permaneceu na família Magalhães Lançós, até 1868. A capela da casa, dedicada a Santo António, foi edificada no mesmo período de 1660. A casa é vendida pela família no ano de 1929, vendida de novo em 1944 e 1990. Recentemente, novos proprietários adquirem o imóvel, esperando-se a valorização e dignificação desse espaço habitacional condizente com a antiguidade e caracterização da mesma.

Durante o Congresso também foi apresentado o livro O Foral Novo dos Arcos de Valdevez – três séculos e meio de tensões e desafios, de autoria de Paula Pinto Costa, da Faculdade de Letras da Universidade do PortoUP, contando com transcrição paleografia de Joana Lencart e Bernardo Magalhães e Menezes.

Esta obra publica o foral novo dos Arcos de Valdevez, de 1515, anotado e completado por um conjunto de sentenças registadas ao longo dos séculos subsequentes (até 1715), o que atualiza e muito o conhecimento sobre o estudo da propriedade, direitos e deveres, compromissos e isenções da população arcuense e integra a coleção Documentação das Casas Armoriadas dos Arcos de Valdevez

O Presidente do Município de Arcos de Valdevez salientou que “temos de saber preservar e identificar o património para o podermos proteger e defender, sobretudo quando muito do passado está em acentuado esquecimento, degradação e destruição. A defesa desse conhecimento é uma missão que cabe a todos e a cada um dos arcuenses”.

No encerramento do VI Congresso Internacional Casa-Nobre: Um Património para o Futuro, ocorreu a divulgação pública e anúncio do agraciado com o prémio D. Fernando José de Mascarenhas, Marquês de Fronteira, momento que contou com a presença de Joel Moedas, Vice-Presidente da Fundação Casas de Fronteira e Alorna.

Este prémio, promovido pelo Município arcuense, destina-se a promover a investigação e comunicação com maior destaque, produzida por investigadores em fase de doutoramento ou mestrado ou simples investigadores, e corresponde a um incentivo e reconhecimento pelo trabalho realizado no âmbito do Congresso.

“Este Congresso é mais uma iniciativa de grande valor para a estratégia de valorização e promoção do património cultural do concelho, que tem cada vez mais um forte impacto no desenvolvimento socioeconómico de Arcos de Valdevez”, refere o Presidente da Câmara Municipal.

LUÍSA PINTO APRESENTA EM MELGAÇO O LIVRO “CASTRO LABOREIRO, ENTRE BRANDAS E INVERNEIRAS”

Dia 20 de novembro, na Biblioteca de Castro Laboreiro, pelas 15h00

O polo da biblioteca municipal em Castro Laboreiro (Melgaço) acolhe, no próximo dia 20 de novembro, a sessão de apresentação do livro “Castro Laboreiro, entre brandas e inverneiras”, da autoria da jornalista Luísa Santos. A iniciativa acontece pelas 15h00 e é aberta ao público.

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A obra é dedicada à transumância na vila castreja. Relata o modo de vida das pessoas que têm (tinham) o costume de se mudarem entre brandas e inverneiras, de acordo com as exigências climatéricas. «Desde tempos imemoriais, duas vezes por ano, toda a parentela, animais e pertences, mudava de casa, de acordo com o clima da serra da Peneda e o calendário religioso. Descia-se às inverneiras (aldeias em vales abrigados) para passar o Natal, subia-se às brandas (pequenas povoações em terras elevadas e soalheiras) para passar a Páscoa. Todas as famílias da freguesia de Castro Laboreiro, concelho de Melgaço, por mais pobres que fossem, tinham duas casas, muito semelhantes em dignidade e dimensão. O presente livro é dedicado a esta prática de nomadismo, ainda existente, mas quase em extinção, devido ao despovoamento e às alterações climáticas. Um modo de vida singularíssimo que, em breve, se tornará narrativa histórica com contorno de lenda.», conta-nos a autora.

Luísa Santos é jornalista há mais de 20 anos, tendo concluído a sua licenciatura em Comunicação Social na Universidade do Minho em 1998, ingressando de imediato no Jornal Público. Iniciou a sua carreira redigindo sobre planeamento e urbanismo, tendo passado por muitas outras temáticas.

Em 2021, dedicou-se ao projeto jornalístico Rosto da Aldeia, uma plataforma onde se publicam histórias de todos os que contribuem para que o despovoamento não seja uma tendência inexorável, relatando os casos inspiradores das pessoas, novas e velhas, que lutam para o inverter.

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VALENÇA: FEIRA DOS SANTOS DE CERDAL APRESENTOU-SE EM LIVRO

A capela de São Bento, em Cerdal, encheu para receber a apresentação pública da segunda edição do livro "A Feira dos Santos de Cerdal", de Narciso Serra em 1 de novembro.

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Uma edição renovada, a cores e com uma tiragem de 1000 exemplares, vai dar ainda mais alcance e visibilidade ao trabalho de investigação que o autor realizou e que abriu caminho para a valorização da feira com o processo de classificação como Património Cultural Imaterial em curso.

Para o Presidente da Câmara, José Manuel Carpinteira, “A Feira dos  Santos é um marco identitário de Valença e da região. Este trabalho valoriza a nossa identidade e abre portas à classificação da feira”.

Para o Padre Gonçalo do Vale "Este livro é uma carta de apresentação da Feira dos Santos, um evento que é uma marca cultural com um amplo impacto económico e social em Valença e nos concelhos vizinhos”.

Para Narciso Serra “A Feira dos Santos não é uma feira comum. Não é uma feira convertida em festa, não é só mais uma feira. É uma feira com personalidade própria, que carrega às costas séculos de história e tradição”.

Com cerca de 170 páginas este livro abre novos cenários de proteção e projeção deste rico património, bem como da sua caracterização, origem e evolução ao longo dos tempos.

A Feira dos Santos é o evento de outono por excelência na Euro região Galiza-Norte de Portugal, recebendo portugueses e espanhóis em perfeita comunhão, numa tradição comum que os séculos não fizeram definhar.

Esta reedição foi promovida pela Câmara Municipal de Valença.

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VIANA DO CASTELO: CENTRO DE ESTUDOS REGIONAIS APRESENTA O LIVRO “O QUE É UMA CASA?”

Apresentação do livro “O que é uma casa?”

No próximo dia 7 de novembro (segunda-feira), no Auditório Dr. Francisco Sampaio da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPVC, pelas 14.30 horas, é apresentado o livro “O que é uma casa?”, organizado por Pedro Pereira e José Carlos Loureiro, uma edição do Centro de Estudos Regionais. A apresentação estará a cargo do Arq. Luís Nobre, Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, e contará com a presença do Doutor Carlos Rodrigues, Presidente do Instituto Politécnico de Viana do Castelo.    

Sobre o livro

Pedro Pereira e José Carlos Loureiro desafiaram académicos de três campos particulares do conhecimento – antropologia, arquitetura e design – a responderem à pergunta: o que é uma casa? O resultado está plasmado em 190 páginas, o somatório dos breves ensaios redigidos por cada autor, com inteira liberdade de pensamento. Um prelúdio sobre a história da casa abre as portas às múltiplas reflexões dos autores sobre as mudanças e continuidades, resultantes da pandemia covid-19 e do confinamento, na nossa relação com a casa. O livro é uma manifestação da inquietação e da reflexão, dos organizadores e dos autores, que se quer agora partilhar e devolver à sociedade.

"O que é uma casa?" reúne textos de José Carlos Loureiro, João Pina-Cabral, Ramon Sarró, Marina Pignatelli, Paulo Castro Seixas e Isabel de Oliveira Seixas, Lorenzo Bordonaro, Marta Lemos, Diego Amoedo, David de Ángel García, Celeide Valadares e Emerson Silveira, Pedro Pereira, Jorge Teixeira, Manuel Rivas Gulías, Rui Cavaleiro, João Martins, Liliana Soares e Ermanno Aparo, Luís Mota, Helder Dias e Ana Curralo. A capa apresenta uma ilustração de Rui Cavaleiro. A composição e arranjo gráfico são de Francisco Araújo e Helder Dias.

O livro é uma edição do Centro de Estudos Regionais com o apoio de diversas instituições, entre as quais o Instituto Politécnico de Viana do Castelo.

A direção do Centro de Estudos Regionais

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ARCOS DE VALDEVEZ: NOVO LIVRO DE JAIME FERRERI SOBRE FERNÃO DE MAGALHÃES APRESENTADO NA BIBLIOTECA MUNICIPAL

Na passada sexta-feira, 14 de Outubro decorreu a apresentação do mais recente livro do escritor Jaime Ferreri  “Os Mares e os Céus de Magalhães”, um romance histórico sobre Fernão de Magalhães ao qual o autor devotou largos anos de pesquisa, de modo a verter para a forma ficcional a tese da naturalidade barquense do primeiro navegador a realizar a circum-navegação – Fernão de Magalhães.

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A sessão organizada pela Biblioteca Municipal Tomaz de Figueiredo e pelo GEPA - Grupo de Estudos do Património Arcuense decorreu na sala da varanda da biblioteca municipal e contou com a presença de inúmeros amigos do autor, entre os quais o Presidente da Câmara Municipal, Dr. João Manuel Esteves e o advogado Dr. Victor de Castilho, a quem coube a responsabilidade de fazer a introdução.

Nas palavras que proferiu para apresentar o autor, Victor Castilho referiu que este é descendente pelo lado materno de Rodrigo de Gouveia e Inácia Vilhena Coutinho proprietários, no séc. XVIII, da primitiva Casa do Terreiro, onde agora está instalada a Casa das Artes / Biblioteca Municipal. A ascendência arcuense de Jaime Ferreri serviu de pretexto para trazer à luz notas curiosas sobre o passado arcuense da sua toponímia, do património e até das suas figuras populares. Debruçando-se sobre o conteúdo do livro, Vitor Castilho enfatizou que a investigação histórica, os conhecimentos de astronomia e matemática do autor estiveram na base da redação de um romance histórico rigoroso sobre o navegador Fernão de Magalhães e na afirmação da sua pertença a Ponte da Barca quer pela genealogia, quer pelo local de nascimento.

Jaime Ferreri natural de Bravães, Ponte da Barca, professor aposentado, mas ativo como autor e encenador, entre múltiplos interesses e causas, conta já com 11 obras publicadas. A sua apaixonada aventura literária começou em 1986 com a publicação da novela “O Cabrito Montês” ao qual se seguiram “Fizeram de mim soldado” (1992); “Os homens também hibernam” (1995); “Crónicas (des)alinhadas” (2005); “Pecúlio” (2005); “A minha filha Inês” (2017), “O suco das palavras” (2018); “Brincar de miúdos e teatro para graúdos” (2019), “A saga do Alferes Vicente” (2020)

O autor tem também um projeto editorial, a Aquileio Edições, no qual tem vindo a reeditar as suas obras mais antigas e a publicar todas as suas produções literárias desde crónicas a romances, passando pelo conto e pela poesia.

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DANIEL BASTOS APRESENTOU NA MADEIRA LIVRO DEDICADO ÀS COMUNIDADES PORTUGUESAS

No passado sábado (15 de outubro), foi apresentado na Madeira, o livro “Crónicas-Comunidades, Emigração e Lusofonia”.

A obra, já na segunda edição, prefaciada pelo advogado e comentador Luís Marques Mendes, e que reúne as crónicas que o escritor e historiador fafense Daniel Bastos tem escrito nos últimos anos em diversos meios de comunicação dirigidos para diáspora, foi apresentada no Centro Cultural John Dos Passos, espaço tutelado pela Secretaria Regional de Turismo e Cultura da Madeira.

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O historiador Daniel Bastos no decurso da sessão de apresentação no Centro Cultural John Dos Passos

A sessão de apresentação, que decorreu no âmbito do ciclo de conferências “Havai: histórias de portugalidade”, no qual o investigador abordou a dinâmica associativa, cultural e histórica de várias instituições e personalidades ligadas à diáspora madeirense vertidas em várias crónicas do seu mais recente livro, contou ainda com a participação do jornalista de cinema, escritor e apresentador de televisão, Mário Augusto, e do escritor e realizador luso-descendente Nelson Ponta-Garça.

Historiador, professor e autor de vários livros que retratam a história da emigração portuguesa, Daniel Bastos é atualmente consultor do Museu das Migrações e das Comunidades, sediado em Fafe, e da rede museológica virtual das comunidades portuguesas, instituída pela Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas.

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TERRAS DE BOURO PROMOVE APRESENTAÇÃO DE LIVRO SOBRE O GERÊS

Livro "A Região do Gerês e a Estrada da Geira dialetologia, história, arqueologia e etnologia na toponímia" apresentado em Terras de Bouro

O Salão Nobre dos Paços do Concelho acolheu a 15 de outubro a apresentação oficial do livro “A Região do Gerês e a Estrada da Geira dialetologia, história, arqueologia e etnologia na toponímia” da autoria do Professor Fernando António da Silva Cosme, com fotografia do Prof. Luis Borges.

A sessão contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal, Manuel Tibo e do Professor Viriato Capela que apresentou a obra.

O autor agradeceu a presença de todos e a colaboração do Município de Terras de Bouro na conceção da obra que retrata uma importante faceta história e patrimonial do nosso território, a Geira Romana, nas mais variadas vertentes, desde a sua história, aos seus vestígios arqueológicos e origens toponímicas.

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DANIEL BASTOS APRESENTOU EM PARIS LIVRO DEDICADO ÀS COMUNIDADES PORTUGUESAS

Na passada quinta-feira (6 de outubro), foi lançada junto da comunidade portuguesa em Paris, a segunda edição do livro “Crónicas-Comunidades, Emigração e Lusofonia”.

A segunda edição da obra, revista e aumentada, que reúne as crónicas que o historiador Daniel Bastos tem escrito nos últimos anos na imprensa de língua portuguesa no mundo, foi apresentada no Consulado Geral de Portugal em Paris.

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O historiador Daniel Bastos (ao centro), acompanhado de Paulo Pisco, deputado eleito pelo Círculo da Europa, e dos empresários luso-franceses, Manuel Pinto Lopes e Natália Martins, no decurso da sessão de apresentação na capital francesa

A sessão de apresentação, que encheu o salão Eça de Queirós, no Consulado Geral de Portugal em Paris, de emigrantes, lusodescendentes, empresários, dirigentes associativos, autoridades consulares e órgãos de informação da diáspora, esteve a cargo de Paulo Pisco, deputado eleito pelo Círculo da Europa, que destacou o livro como “um trabalho extraordinário que compila pedaços dispersos da memória dos portugueses no mundo”. Segundo o deputado, Daniel Bastos tem contribuído ao longo dos últimos anos para “a valorização e dignificação da emigração portuguesa, uma força transformadora com enorme potencial económico, cultural, político e linguístico”.

Nesta segunda edição da obra, composta por mais de duas centenas de crónicas, e prefaciada pelo advogado e comentador Luís Marques Mendes, o escritor e historiador revela o empreendedorismo, as contrariedades, a resiliência e a solidariedade das comunidades portuguesas, a riqueza do seu movimento associativo, e as enormes potencialidades culturais, económicas e políticas que as mesmas representam nas pátrias de acolhimento e de origem.

Refira-se que ao longo deste e do próximo ano, estão previstas várias sessões de apresentação do livro, cuja capa é assinada pelo mestre-pintor Orlando Pompeu, junto das comunidades portuguesas. E que a segunda edição da obra deveu-se ao mecenato de empresas e instituições da diáspora que partilham uma visão de responsabilidade social e um papel de apoio à cultura.

Historiador, professor e autor de vários livros que retratam a história da emigração portuguesa, Daniel Bastos é atualmente consultor do Museu das Migrações e das Comunidades, sediado em Fafe, e da rede museológica virtual das comunidades portuguesas, instituída pela Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas.

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AMARES ACOLHEU APRESENTAÇÃO DO LIVRO “REPENSAR SÁ DE MIRANDA E O RENASCIMENTO”

CEM apresentou o livro "Repensar Sá Miranda e o Renascimento". Publicação reúne comunicações de colóquio internacional realizado em 2021.

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A Biblioteca Municipal de Amares acolheu, no passado sábado, a apresentação do livro "Repensar Sá Miranda e o Renascimento". A publicação reúne as comunicações (diferentes e interessantes perpetivas) apresentadas no Colóquio Internacional "Repensar Sá Miranda e o Renascimento" (realizado a 20 e 30 de abril de 2021), um memorável encontro científico promovido pelo Centro de Estudos Mirandinos (CEM), com o intuito de revisitar a obra do poeta do Neiva nas suas múltiplas dimensões.

A obra editada pelo CEM/Município de Amares foi organizada por, Sérgio Guimarães de Sousa, Luciana Braga e Anabela Costa.

Coube ao Diretor do Centro de Estudos Mirandinos, Sérgio Guimarães de Sousa, fazer a apresentação desta publicação, que resumiu como sendo mais uma forma de mostrar que os estudos mirandinos surgiram e despertaram o interesse de grandes nomes académicos e científicos. “Esta publicação é pensar a obra de Sá de Miranda, é escrutinar novas leituras, novas perspetivas, novos entendimentos. Trata-se de uma abordagem mais profunda sobre a obra do poeta”, mencionou. “Foi isso a que desafiámos quando realizámos o primeiro colóquio internacional e que agora aqui se encontra registado. Felizmente, o colóquio foi bastante participado e mereceu a atenção de um público alargado. E isso foi muito bom. Permitiu a realização de um segundo encontro científico nos mesmos termos e também com assinalável sucesso. Ou seja, o CEM conseguiu, em pouco tempo, afirmar-se como um centro de investigação dinâmico e credível, como o lugar privilegiado, tanto no nosso país como no estrangeiro, para aprofundar o estudo de Sá de Miranda”, sublinhou.

CEM redinamiza estudos mirandinos

Sérgio Guimarães recordou a este nível todo o trabalho que tem vindo a ser feito pelo CEM (instituição de investigação integrada na estrutura da Câmara Municipal de Amares) com sede na Biblioteca Municipal Francisco de Sá de Miranda. “Em três anos promovemos a releitura e a revisão científica da obra de Sá de Miranda como provavelmente não terá acontecido nas últimas décadas. Notava-se em torno de Sá de Miranda, e infelizmente também se continua a notar em torno de outros vultos literários, algum défice em termos de investigação. O CEM, em certo sentido, veio redinamizar os estudos mirandinos, que, ainda recentemente, beneficiaram de uma sorte imensa: duas edições da obra completa da obra do poeta. Uma a cargo do CEM e outra publicada pela Imprensa Nacional. É uma sorte imensa esta redescoberta de um poeta tão valioso e fundamental como Sá de Miranda”.

Quanto ao futuro, o CEM vai procurar editar as atas do segundo colóquio internacional, está a ser preparado um vídeo com leituras de textos mirandinos por pessoas das mais variadas áreas e idades e para o ano avizinha-se a nova edição do Prémio Literário Francisco Sá de Miranda, entre outros projetos entre mãos.

Trabalho em torno de Sá de Miranda dá frutos para o futuro

O Vereador Vítor Ribeiro, em representação do Município de Amares (padrinho do CEM), sublinhou a importância de “marcar” momentos que ficam para a história. E este colóquio internacional que agora se reflete nesta publicação a par de todo o excelente trabalho que tem vindo a ser realizado pelo CEM em torno de uma personalidade impar das letras é na opinião do vereador algo que faz muita falta, que começa a ter visibilidade e deve ser reconhecido. Vítor Ribeiro deixou, neste sentido, uma palavra de agradecimento e apoio a toda a equipa do centro de estudos mirandinos

Isidro Araújo anterior Vereador da Cultura do Município de Amares e que esteve na génese da criação do CEM reforçou que “em tão pouco tempo tem sido feito um trabalho gigantesco em torno da figura e da obra de Sá de Miranda e esta publicação é disso um exemplo”. “Os maiores nomes sobre o renascimento estiveram a pensar sobre o Sá de Miranda e a dizer o que pensam sobre Sá de Miranda e a sua ligação ao renascimento, porque no fundo ele é o pai do renascimento, e isso é simbólico do grande trabalho que está a ser feito por esta equipa. Este colóquio, nesta obra descrito, acreditou mais de 70 pessoas de todo o mundo em formação contínua de professores do secundário o que é notável”, concluiu deixando uma chamada de atenção para que se passe a “valorizar” a cultura e as letras e aquilo que por elas é feito.

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DANIEL BASTOS LANÇA SEGUNDA EDIÇÃO DE LIVRO DEDICADO ÀS COMUNIDADES PORTUGUESAS EM PARIS

No próximo dia 6 de outubro (quinta-feira), o escritor e historiador Daniel Bastos lança junto da comunidade portuguesa em Paris, a segunda edição do seu mais recente livro “Crónicas - Comunidades, Emigração e Lusofonia”.

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A segunda edição da obra, agora revista e aumentada dada a anterior se encontrar esgotada, e que reúne as crónicas que o historiador tem escrito nos últimos anos na imprensa de língua portuguesa no mundo, é apresentada às 18h30 no Consulado-Geral de Portugal em Paris.

A apresentação do livro, que é prefaciado pelo advogado e comentador Luís Marques Mendes, e conta com posfácios de Maria Beatriz Rocha-Trindade, Presidente da Comissão de Migrações da Sociedade de Geografia de Lisboa, e de Isabelle Oliveira, Presidente do Instituto do Mundo Lusófono, estará a cargo de Paulo Pisco, deputado eleito pelo Círculo da Europa.

Nesta nova obra, composta por mais de duas centenas de crónicas, e realizada com o apoio da Sociedade de Geografia de Lisboa - Comissão de Migrações, uma das mais relevantes instituições culturais do país, Daniel Bastos pretende dignificar, reconhecer e valorizar as sucessivas gerações de compatriotas que, por razões muito diversas, saíram de Portugal.

Através de uma assumida visão de compromisso com os emigrantes, o autor revela o empreendedorismo, as contrariedades, a resiliência e a solidariedade das comunidades portuguesas, a riqueza do seu movimento associativo, e as enormes potencialidades culturais, económicas e políticas que as mesmas representam nas pátrias de acolhimento e de origem. Como é o caso da comunidade lusa em França, a mais numerosa das comunidades portuguesas na Europa e uma das principais comunidades estrangeiras estabelecidas no território gaulês, rondando um milhão de pessoas.

Refira-se que a capa da obra é assinada pelo mestre-pintor Orlando Pompeu, um dos mais consagrados artistas plásticos portugueses da atualidade. E que no âmbito da ilustração do livro, no dia 8 de outubro (sábado), às 15h00, será inaugurada na Pastelaria Belém, um espaço icónico da comunidade luso-francesa em Paris, uma exposição cuja curadoria estará a cargo do escritor e historiador, alusiva aos desenhos concebidos propositadamente para a obra.

Professor e autor de vários livros que retratam a história da emigração portuguesa, Daniel Bastos é atualmente consultor do Museu das Migrações e das Comunidades, sediado em Fafe, e da rede museológica virtual das comunidades portuguesas, instituída pela Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas, que pretende criar uma plataforma entre diversos núcleos museológicos, arquivos e coleções respeitantes à história e à memória, à vida e às perspetivas de futuro dos portugueses que vivem e trabalham fora do seu país.

DANIEL BASTOS APRESENTOU NO PORTO LIVRO DEDICADO ÀS COMUNIDADES PORTUGUESAS

Foi ontem apresentado no Porto, o livro “Crónicas-Comunidades, Emigração e Lusofonia”.

A obra, prefaciada pelo advogado e comentador Luís Marques Mendes, e que reúne as crónicas que o escritor e historiador Daniel Bastos tem escrito nos últimos anos em diversos meios de comunicação dirigidos para Diáspora, foi apresentada na FNAC de Santa Catarina, na capital do norte de Portugal.

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O historiador Daniel Bastos (esq.), acompanhado do ativista cultural Joaquim Pinto da Silva, no decurso da sessão de apresentação na capital do norte de Portugal

A sessão de apresentação, que contou com a presença no Fórum da FNAC de Santa Catarina, no Porto, de dirigentes associativos e culturais, investigadores, empresários e emigrantes, esteve a cargo do ativista cultural Joaquim Pinto da Silva, que assegurou que as “constatações, descrições e muitíssimas opiniões dadas nesta obra” contribuem para “melhorar e valorizar os portugueses espalhados pelo mundo, ou seja, valorizar Portugal”. O antigo proprietário da Livraria Orfeu, em Bruxelas, destacou o percurso do autor na promoção e dignificação das comunidades portuguesas, apontando que este “tem sido de uma utilidade notável ao acentuar esse factor civilizacional dos nossos no mundo e este livro é disso mais uma prova”.

Refira-se que neste novo livro, composto por cerca de centena e meia de crónicas, e realizado com o apoio da Sociedade de Geografia de Lisboa - Comissão de Migrações, uma das mais relevantes instituições culturais do país, Daniel Bastos revela o empreendedorismo, as contrariedades, a resiliência e a solidariedade das comunidades portuguesas, a riqueza do seu movimento associativo, e as enormes potencialidades culturais, económicas e políticas que as mesmas representam nas pátrias de acolhimento e de origem.

Professor e autor de vários livros que retratam a história da emigração portuguesa, Daniel Bastos é atualmente consultor do Museu das Migrações e das Comunidades, sediado em Fafe, e da rede museológica virtual das comunidades portuguesas, instituída pela Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas, que pretende criar uma plataforma entre diversos núcleos museológicos, arquivos e coleções respeitantes à história e à memória, à vida e às perspetivas de futuro dos portugueses que vivem e trabalham fora do seu país.

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O historiador Daniel Bastos

BARCELOS: PADRE FIRMINO CACHADA APRESENTA DOIS LIVRO NO SALÃO NOBRE

SEXTA-FEIRA, ÀS 18.30H, NOS PAÇOS DO CONCELHO
Realiza-se, na próxima sexta-feira, dia 9 de setembro, pelas 18.30h, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, a apresentação dos livros - “Missão e Aventura - do Rio Japurá ao Rio Negro”, cujo autor é Roberto Van Meegeren, e a obra “Amazónia ribeirinha em poesia e fotografia”, da autoria do Padre Firmino Cachada.
A sessão conta com a presença do próprio autor Padre Firmino Cachada – que pertence aos Missionários do Espírito Santo - e da vereadora do pelouro da Cultura, Elisa Braga.

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VIANA DO CASTELO: ESCRITORA MANOELLA DE CALHEIROS APRESENTA O LIVRO “AS CORES DO VENTO INCERTO” NO VIANA TAURINO CLUBE

A escritora Manoella Calheiros vai no próximo dia 10 de Setembro, pelas 16 horas, proceder à apresentação do livro de sua autoria “As cores do Vento Incerto”, em cerimónia a ter lugar no Viana Taurino Clube, em Viana do Castelo.

A apresentação do livro estará a cargo de Fernando Garcez/Porfírio Silva. O livro que vem apresentar-nos é uma resposta do espírito às suas inquietações , à sua necessidade interior de partilhar reflexões. Serão lidas as primeiras cores deste novo livro.

A capa é da autoria do fotógrafo Luís Carvalhido.

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