Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

ESCRITORA ELISA CELESTE SOARES APRESENTA EM VIEIRA DO MINHO O SEU LIVRO SOBRE ROSSAS

Apresentação pública do Livro “Rossas: Pelos Trilhos da Identidade, O Que As Memórias Têm para nos Contar”

O auditório Municipal de Vieira do Minho,vai acolher, amanhã, dia 19 de Junho, pelas 16h00 a sessão pública de apresentação do livro “Rossas: Pelos Trilhos da Identidade, O Que As Memórias Têm para nos Contar”, de autoria de Elisa Celeste Soares.

A cerimónia de apresentação da obra vai contar com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho, António Cardoso e da autora Elisa Celeste Soares.

apresentação_livro.jpg

MONÇÃO APRESENTA O LIVRO “DA CASA DE SENDE AOS GOVERNOS DE MARANHÃO, PIAUÍ E GRÃO-PARÁ”

Documentação inédita sobre colonização do Brasil motiva lançamento de livro e assinatura de protocolo. O seu autor, Ernesto Português, dedicou 12 anos à elaboração desta publicação relevante para a compreensão da colonização do Brasil e descoberta da Amazónia.

capa livrosende.jpg

A publicação “Da Casa de Sende aos Governos de Maranhão, Piauí e Grão-Pará”, da autoria do historiador e investigador Ernesto Português, vai ser lançada no dia 26 de junho, sábado, pelas 17h00, nos jardins da Casa Museu de Monção, unidade cultural da Universidade do Minho.

Editada pela Casa Museu de Monção/Universidade do Minho e pela Câmara Municipal de Monção, trata-se de uma obra de capa dura com três centenas de páginas, onde é realçado o importante papel desempenhado por três gerações oriundas da Casa de Sende na colonização do Brasil e na descoberta da Amazónia.

A documentação (escritos e desenhos da época), resgatada do fundo de um baú antigo da Casa de Sende, são de grande relevância para a compreensão da colonização do Brasil, durante o século XVIII, bem como do trabalho desenvolvido pelo Capitão General Gonçalo Pereira Lobato e Sousa, no Estado do Maranhão, onde teve a tarefa de criação de vários municípios, entre estes, Monção e Viana do Maranhão.

O seu filho, João Pereira Caldas, desempenhou um papel notável no governo da Capitania de Piauí e do imenso estado do Grão-Pará. Posteriormente, esteve à frente das capitanias do Rio Negro, Mato Grosso e Cuiabá, sendo figura marcante na Viagem Filosófica, chefiada por Alexandre Rodrigues Ferreira.

Após a apresentação da publicação, o vasto espólio documental será objeto de um auto de entrega, por parte da família, ao Arquivo Municipal de Monção. Este procederá ao devido tratamento arquivístico e respetiva conservação documental, de forma a poder colocar-se à disposição da comunidade, estudantes, investigadores e historiadores.

O autor da obra, Ernesto Português, Cidadão de Mérito de Monção, dedicou 12 anos à elaboração desta obra, tendo, inclusive, já proferido diversas comunicações alusivas à temática em seminários, conferências e congressos internacionais, bem como publicado artigos em jornais e revistas.

DOUTOR ERNESTO PORTUGUÊS APRESENTA EM MONÇÃO A SUA OBRA "DA CASA DE SENDE AOS GOVERNOS DO MARANHÃO, PIAUÍ E GRÃO-PARÁ"

No sábado dia 26 de junho, pelas 17h00 decorrerá nos jardins da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho a cerimónia de lançamento do livro do Doutor Ernesto Português intitulado "Da Casa de Sende aos Governos do Maranhão, Piauí e Grão-Pará". Trata-se de uma edição conjunta da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho e do Município de Monção.

convite_27.06.2020_17horas.jpg

ESCRITORA JACINTA MARIA CORREIA APRESENTA OBRA EM TERRAS DE BOURO

A escritora terrabourense Jacinta Maria Correia vai amanhã, pelas 15 horas, apresentar em Terras de Bouro o seu livro “Nos olhos, o mar – MicroContos no Feminino”.

A iniciativa tem lugar na Praça do Município – vila de Terras de Bouro e é promovida pela Câmara Municipal de Terras de Bouro, decorrendo do seu apoio e investimento na vertente cultural.

Convite - Apresentação do Livro Serra do Gere

VILA VERDE APRESENTA EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA "A BÊNÇÃO DOS ANIMAIS DE SANTO ANTÓNIO MIXÕES DA SERRA" DA AUTORIA DE ALFREDO CUNHA

APRESENTAÇÃO DO LIVRO E ABERTURA DA EXPOSIÇÃO

Da autoria de Alfredo Cunha “A Bênção dos Animais de Santo António Mixões da Serra”

198487218_3914466935346122_8496862800473822074_n.j

No próximo sábado, dia 12 de junho de 2021, às 16h00, a Biblioteca Prof. Machado Vilela de Vila Verde, acolhe a apresentação do livro e a abertura da exposição fotográfica da autoria do conceituado fotógrafo Alfredo Cunha sob o tema “A Bênção dos Animais de Santo António Mixões da Serra”.

Alfredo Cunha

Autor, Jornalista e ilustrador de vários livros, Alfredo Cunha cumpre 50 anos de carreira dedicada à fotografia. Ficou conhecido na história do foto jornalismo por todo um registo fotográfico que inclui os mais emblemáticos retratos da “Revolução dos Cravos”, para além de ter sido editor de fotografia de jornais como o Século, o Público, Jornal de Noticias, agências Anop, NP e Lusa. Exerceu os cargos de fotógrafo oficial dos Presidentes da República – Ramalho Eanes e Mário Soares. Recebeu várias distinções e prémios, mas temos de destacar a medalha de mérito municipal de Vila Verde atribuída em 2020, pelos seus relevantes serviços ao país.

Durante mais de 20 anos fotografou esta histórica romaria de Santo António Mixões da Serra. Aqui conheceu o saudoso Padre António Marques, grande impulsionador desta romaria, que ficou célebre por durante décadas ter procedido à bênção dos animais e por ter servido até ao fim da sua vida as comunidades que o acolheram com respeito, com bondade e dedicação. Neste livro, o autor presta homenagem ao Padre Marques, de quem se tornou amigo!

NOTA: Dadas as medidas de contingência decretadas pelo Governo, devido à Covid-19, o ato será restrito a convidados e não está aberto ao público.

VIANA DO CASTELO: GRUPO FOLCLÓRICO DAS LAVRADEIRAS DA MEADELA CONTA EM LIVRO 80 ANOS DE HISTÓRIA

Livro “Uma História de 80 Anos”

Ainda para festejar os seus 80 anos, foi lançado um livro comemorativo sobre o Grupo Folclórico das Lavradeiras da Meadela. São 260 páginas onde se conta o seu vasto historial, desde os primeiros passos na sua fundação, até às mais recentes conquistas e palmarés nacional e internacional.

191283073_4309282805751593_7305369230611283911_n.j

ANDORRA: LIVRO “MEMÓRIAS DE PRATA” PARA CELEBRAR ANIVERSÁRIO DO GRUPO DE FOLCLORE CASA DE PORTUGAL

O livro “Memórias de Prata” foi lançado ontem, quinta-feira à tarde, pelo Grupo de Folclore Casa de Portugal por motivo das comemorações do 25º aniversário da coletividade portuguesa sediada no Principado de Andorra.

GFCP JoseLuis.jpg

Devido às medidas sanitárias e às limitações provocadas pela pandemia, cerca de 80 pessoas assistiram, no Complexo Sociocultural de Encamp, ao lançamento da publicação, destacando a presença da Ministra da Cultura e Desporto, Silvia Riva, que declarou que o aniversário do Grupo “é motivo de suporte incondicional por parte do Governo de Andorra” e dedicou a sua intervenção “a por de manifesto a grande implicação cultural do Grupo”.

Por sua vez, o Vereador da Cultura e Assuntos Sociais do Comú de Encamp, David Cruz, referiu que o Grupo “aporta uma riqueza cultural à paróquia de Encamp”. Marcaram também presença o Embaixador de Andorra, Jaume Serra e o empresário Jose Costa, entre outras personalidades, elementos e ex-elementos do grupo.

A obra literária, da autoria de José Luis Carvalho, diretor artístico e um dos membros fundadores do Grupo, está formada por 800 fotografias que recolhem as vivências da entidade enquanto promotor da portugalidade em Andorra. Destaque também para as mensagens da Ministra Sílvia Riva, do Presidente da Câmara de Viana do Castelo, José Maria Costa, do Presidente da Federação do Folclore Português, Daniel Calado Café e do empresário de Group Nova, José Costa, além da mensagem do presidente da coletividade, Tomás Pires de Jesus.

A publicação, escrita em português e em catalão, inclui também momentos marcantes organizados pelo Grupo como as Janeiras ou o Feirão e as atividades que a entidade tem colaborado de forma a enriquecer a oferta cultural do Principado.

As celebrações das bodas de prata decorrem com a apresentação, no próximo sábado, dia 1 de maio, de um vídeo nas redes sociais titulado “Vamos para o festival” para celebrar o aniversário da coletividade.

Para 14 de maio está agendada a inauguração da exposição “Retratos de hoje e do passado” inserida na Semana da Diversidade Cultural de Andorra la Vella, realizada em diferentes museus de Andorra que recria as vivências das gentes de Portugal a inícios do século passado.

GFCP Autoridades.jpg

GFCP Direcao do grupo.jpg

VIANA DO CASTELO EVOCA O ETNÓGRAFO AMADEU COSTA

Livro "Com Amadeu Costa no centenário do seu nascimento" celebra vida do homem “que ajudou a construir a cidade”

A Câmara Municipal de Viana do Castelo lançou ontem o livro "Com Amadeu Costa no centenário do seu nascimento", da autoria de António Carlos Costa e Helena Adrião Brito, numa cerimónia que aconteceu no Teatro Municipal Sá de Miranda e que contou com apresentação de José Luís Carvalhido da Ponte.

abelo3719_2.jpg

O Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, José Maria Costa, recordou que as celebrações do centenário do nascimento de Amadeu Costa foram articuladas com a família do etnógrafo. “Procuramos fazer um programa de comemorações que assumisse a dignidade que todos entendemos que Amadeu Costa merecia”, frisou o edil, considerando que o investigador e dinamizador cultural “foi uma pessoa que ajudou a construir a cidade”.

“Não havia quase nada a que o senhor Amadeu não estivesse ligado, desde associações a atividades da cidade”, declarou, considerando que este livro permite também conhecer um período da história de Viana do Castelo e do associativismo local.

Amadeu Alberto Lima da Costa foi etnógrafo, investigador e dinamizador cultural. É uma figura incontornável da cultura tradicional de Viana do Castelo pelo estudo e divulgação que dela realizou ao longo de toda a sua vida. Sempre assumiu o seu amor pela divulgação dos usos e costumes locais, mormente o traje à vianesa, além da organização das Festas em Honra de Nossa Senhora da Agonia, que ajudou a promover durante cerca de trinta anos, enquanto membro da Comissão de Festas.

Nasceu a 23 de outubro de 1920 e faleceu em 30 de março de 1999, em Viana do Castelo. Nascido no bairro da Ribeira, na Rua do Loureiro, troço atualmente denominado Rua Monsenhor Daniel Machado, foi um incansável lutador pela criação de um museu dedicado ao traje regional em Viana do Castelo. No momento da aquisição do edifício do Banco de Portugal para a instalação desse Museu, em 1996, foi ele que organizou a exposição Traje Regional, a primeira que aí se realizou. Também por esta razão, o Museu atribuiu a uma das suas salas o nome de Galeria Amadeu Costa.

Falecido em 1999, a família, num ato de generosidade, estabeleceu com a autarquia vianense um protocolo de doação de uma valiosa coleção de trajes que pertenciam a Amadeu Costa ao Museu do Traje. Esta doação incluiu 750 peças e 53 de trajes completos, incluindo algibeiras, aventais, saias, coletes, casacas, camisas, lenços, calçado, meias, toalhas e trajes de homem e mulher, enriquecendo o património do espaço museológico.

Como profissão principal tinha a de técnico de contas. Trabalhou, enquanto estudante, no jornal “A Aurora do Lima”, onde deu os primeiros passos no jornalismo. Nos anos 1960/70, foi correspondente dos jornais lisboetas "O Diário de Lisboa" e" A Capital". Nos anos 1950/60, esteve ligado à Fábrica de Louça da Meadela. Nesse período de grande criatividade e renovação da cerâmica aí produzida, supervisionou as mostras organizadas com grande êxito em diversos locais do país.

Calígrafo iluminador, executou vários pergaminhos, alguns em parceria com Araújo Soares, destinados a entidades diversas, entre elas a Presidência da República Portuguesa e a Rainha Isabel II de Inglaterra.

Foi condecorado por imensas instituições, destacando-se a medalha de ouro da cidade de Viana do Castelo, com a qual foi agraciado em 1989.

abelo3796_2.jpg

abelo3820_2.jpg

abelo3853_2.jpg

abelo3910_2.jpg

MELGAÇO VAI OFERECER LIVROS E ROSAS PARA ASSINALAR O DIA MUNDIAL DO LIVRO

Dia 23 de abril, sexta-feira

A todos os que visitarem a Biblioteca Municipal e o pólo de Castro Laboreiro

Na próxima sexta-feira, dia 23 de abril, quem visitar a Biblioteca Municipal de Melgaço e o polo de Castro Laboreiro irá receber um livro e uma rosa. A ação assinala o Dia Mundial do Livro, que se comemora nessa sexta-feira.

biblioteca-melgaco.jpg

Os visitantes irão receber um exemplar da obra “Melgaço, memórias dos tempos passado e presente”, da autoria de J. Marques Rocha, e onde o antigo jornalista da RTP procura retratar todas as obras realizadas ao longo do período compreendido entre 1982 e 2007.

Sobre a obra:

«A partir de Dezembro de 1982 e até princípios do século XXI, o ímpeto empreendedor que impulsionou o crescimento de Melgaço, foi verdadeiramente notável, pioneiro e arrojado a vários níveis.

Num enorme salto qualitativo para a modernidade, Melgaço posicionou-se à frente do seu tempo e, em muitos aspectos, à frente dos demais concelhos portugueses, em geral, e dos do Alto Minho em particular.

Ontem como hoje, o Município tem sabido acompanhar a contemporaneidade de discursos, abrindo portas à divulgação e projecção dos mais diversos eventos e criando equipamentos de grande qualidade para a fruição sócio cultural.

Muito do seu património edificado, acumulando vivências diversas e remotas na origem, readaptou-se e readapta-se às funcionalidades do tempo presente.

Como destino turístico, estadia de lazer ou local de negócios ou desporto, o diário de visita a Melgaço escreve-se com entusiasmo em qualquer época do ano.

As suas acessibilidades, as potencialidades de desenvolvimento e investimento; a exuberância das suas festas, sejam do Alvarinho e do Fumeiro ou da Cultura, respectivamente em Abril e Agosto de cada ano; o comércio, as unidades hoteleiras e de restauração; os eventos desportivos – com destaque para as diversificadas e polivalentes valências do seu Complexo Desportivo e de Lazer/Centro de Estágios de Melgaço e para o desporto aventura – organização da prestigiada Associação do Melgaço Radical – são motores propulsores do crescer social, económico e cultural do Município.

Talvez por isso, Melgaço foi considerado, entre 2004 e 2006, pelo Instituto de Ciências Sociais, da Universidade de Lisboa, “um dos Municípios portugueses com maior qualidade de vida”. O inquérito, levado a cabo por uma equipa sob a responsabilidade do Geógrafo Doutor João Ferrão, analisou o desenvolvimento de Portugal através de 75 indicadores:

Ambientais,

Demográficos,

Sociais,

Culturais,

E económicos.

Melgaço entrou no século XXI para todo este compromisso de enlaces e pontos de interesse que fazem o engrandecimento e projecção, cada vez mais merecido, da região.»

  1. Marques Rocha.

Dia Mundial do Livro

O Dia Mundial do Livro é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de abril. Trata-se de uma data simbólica para a literatura, já que, segundo os vários calendários, neste dia desapareceram importantes escritores como Cervantes e Shakespeare, entre outros. A ideia da comemoração teve origem na Catalunha: a 23 de abril, dia de São Jorge, uma rosa é oferecida a quem comprar um livro. Mais recentemente, a troca de uma rosa por um livro tornou-se uma tradição em vários países do mundo.

Em 2021, os ilustradores Susana Diniz e Pedro Semeano (dupla conhecida por Adamastor), Menção Especial do Prémio Nacional de Ilustração em 2020, conceberam a imagem do cartaz. Com ele, pretendem mostrar que, um ano após o início da pandemia, é o livro que continua a abrir o espaço de isolamento físico, mas que também permite que o pensamento floresça e seja sempre cada vez mais livre.

HORÁRIOS DA BIBLIOTECA

Biblioteca Municipal: de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 12h30 e das 14h às 18h.

Polo de Castro Laboreiro: de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 13h00 e das 14h às 17h.

175930502_4210946115638024_115844781277574763_n.jp

CASA DA CULTURA DE MELGAÇO.jpg

Posto de informação biblioteca em Castro laborei

MONÇÃO CELEBRA DIA MUNDIAL DO LIVRO E DOS DIREITOS DE AUTOR

Rede Intermunicipal das Bibliotecas Públicas Municipais do Alto Minho (RIBAM) celebra data, 23 de abril, sexta-feira, com arranque do projeto “Clube de Leitura Online”. A primeira convidada é Isabel Pires de Lima, docente na Faculdade de Letras da Universidade do Porto e ex-Ministra da Cultura.

Convite - Clube de Leitura.jpg

O Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor foi instituído, pela UNESCO, no dia 23 de abril de 1995, devendo-se ao facto de, naquele dia, terem nascido e falecido escritores de renome mundial. Casos de William Shakespeare, cujo nascimento (1564) e falecimento (1616) decorreu nesse dia, de Miguel Cervantes, falecido em 1616, e de Vladimir Nabokov, nascido em 1899.

Para assinalar a data, a Rede Intermunicipal das Bibliotecas Públicas Municipais do Alto Minho (RIBAM), estrutura que engloba dez bibliotecas publicas do distrito, uma por cada concelho, arranca com o projeto “Clube de Leitura Online”.

A convidada da primeira sessão, sob a moderação de Maria José Areal, é Isabel Pires de Lima, docente na Faculdade de Letras da Universidade do Porto e ex-Ministra da Cultura. A sessão tem início às 15h00, podendo ser visualizada pelo público, acedendo à página do Facebook da RIBAM, através da plataforma ZOOM.

A RIBAM foi constituída na sequência de um acordo de cooperação entre a Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho) e a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), integrando as bibliotecas públicas municipais dos dez municípios do Alto Minho: Arcos de Valdevez, Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Valença, Viana do Castelo e Vila Nova de Cerveira.

CAMINHA EVOCA JOSÉ ANTÓNIO GUERREIRO – O LIBERAL DE LANHELAS

171174652_3809808019073699_5103488024113670807_n.j

José António Guerreiro (Lanhelas, 5 de dezembro de 1789 — Lisboa, 1 de agosto de 1834) foi um magistrado e político, considerado uma das maiores figuras do liberalismo português oitocentista, que protagonizou um curto mas intenso percurso político que o colocou na chefia do governo liberal no exílio, cargo que exerceu em Londres de 2 de junho de 1828 a 15 de junho 1829. Eleito pelo Minho, foi um dos mais influentes deputados nas Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa, determinante na elaboração da Constituição de 1822.

Nasceu em Lanhelas, concelho de Caminha, no Alto Minho, filho de Bento José Dantas Guerreiro. Formou-se bacharel de Leis na Universidade de Coimbra em 1816, sendo premiado como o melhor aluno do seu curso.

Ingressou na magistratura no ano de 1817, sendo colocado na vila de Mértola como juiz de fora. Defensor dos ideais da Revolução Liberal do Porto, em 1821 foi eleito deputado às Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa em representação dos eleitores do círculo do Minho. Nos debates parlamentares revelou-se um dos deputados mais participativos e assertivos, assumindo um destacado papel nos trabalhos que levaram à aprovação da Constituição de 1822. Tendo as Cortes Constituintes terminado o seu trabalho, em 1822 foi eleito deputado pelo Minho ao primeiro parlamento constitucional, iniciando uma carreira parlamentar que o manteria como deputado durante todo o vintismo. Foi reeleito em 1826, passando nessa legislatura a ocupar o cargo de vice-presidente da mesa da Câmara dos Deputados.

No conturbado período de vigência da Constituição de 1822, para além das funções parlamentares, foi também membro do governo, embora por períodos muito curtos, com a pasta de Ministro e Secretário de Estado dos Negócios Eclesiásticos e da Justiça, primeiro efemeramente em 1823, durante a Vilafrancada, ainda no reinado de D. João VI de Portugal, e depois em 1826, como interino, já na regência da infanta Isabel Maria de Bragança.

A proclamação de D. Miguel como rei absoluto em 1828 obrigou-o, a partir para o exílio. Partiu para a Galiza e daí para Londres, onde permaneceu até 1831. Foi uma das principais figuras da comunidade emigrada portuguesa, mantendo importante colaboração com os líderes liberais no exílio. Foi o principal autor do Manifesto dos Direitos de Sua Magestade Fidelíssima, a Senhora Dona Maria Segunda; e exposição da questão portugueza, publicado em Rennes em 1831, a principal obra teorizadora da legitimidade dinástica de D. Pedro IV e de D. Maria II. O opúsculo, escrito em colaboração com Pedro de Sousa Holstein, o futuro duque de Palmela, foi determinante na propaganda da causa liberal.

Com a instalação da Regência de Angra, transferiu-se para a ilha Terceira, onde integrou o Conselho de Regência que em nome de D. Maria II governava a ilha e dirigiu as operações que levariam à preparação da força que protagonizou o desembarque no Mindelo.

Em 1833, ainda em plena guerra civil, durante o Cerco do Porto, D. Pedro IV concedeu-lhe a grã-cruz da Ordem da Torre e Espada e em 1834, nomeou-o membro do Conselho de Estado. Contudo, por esta altura já se encontrava gravemente doente, pois fora gravemente ferido durante o Cerco do Porto quando ... embarcado na fragata Alcion, tentou esta forçar a barra do Douro, porém as baterias do Castelo de S. João da Foz afundaram o navio, ferindo gravemente o Dr. Guerreiro que retirou convalescente para Lisboa, residindo na freguesia das Mercês até falecer no 1.º de Agosto de 1834. Tinha 45 anos de idade, deixando cinco filhos menores e parcos meios, pelo que a viúva teve ela de vender os bens que o casal tinha em Gondarém e Lanhelas.

José António Guerreiro é um dos parlamentares homenageados na sala sessões do Palácio de São Bento, numa tela em elipse de 22 metros de largura por 5 de altura, da autoria do pintor José Maria Veloso Salgado (1864-1945), que contou com a colaboração dos discípulos Luís Marques da Silva Júnior e Júlio Santos Jesus, que evoca as Cortes Constituintes de 1821-1822 reunidas na biblioteca do Palácio das Necessidades. Entre os quarenta deputados vintistas retratados a ouvirem atentamente Manuel Fernandes Tomás, surge em lugar de destaque, à direita do orador, a figura soerguida de José António Guerreiro. Foi também homenageado por duas vezes na sua freguesia natal de Lanhelas, primeiro em 1926, quando uma artéria local recebeu o seu nome, passando a integrar a toponimia lanhelense até à actualidade, e depois em 1989, assinalando a na passagem do bicentenário do seu nascimento.

Fonte: Wikipédia

O QUE FOI A BRIGADA DO MINHO NA FLANDRES DURANTE A PRIMEIRA GRANDE GUERRA?

A Brigada do Minho – denominação pela qual ficou conhecida e célebre a 4ª Brigada de Infantaria – integrou a 2ª Divisão do Corpo Expedicionário Português, teve como missão, desde 7 de Fevereiro de 1918, guarnecer o sector de Fauquissart, na região de Pas-de-Calais, no norte de França.

15581642_MZmYr.jpeg

As suas forças cooperavam tacticamente com o 6º Grupo de Baterias de Artilharia, o 4º Grupo de Metralhadoras Pesadas e as 4ªs baterias de morteiros médios e morteiros pesados.

A bandeira da Brigada do Minho foi confeccionada e oferecida pelas famílias dos oficiais da Brigada.

Como refere em carta reproduzida neste relatório o Tenente-Coronel João Diogo Guerreiro Telo, “Unificou o seu Quartel General, identificou-o de tal forma com o seu modo de ser, que êle constituiu até ao 9 de Abril um comando verdadeiramente modelar; conseguiu reunir na sua Brigada, e sabe Deus à custa de quantos esforços e de quanta perseverança, os quatro batalhões oriundos do Minho indo assim buscar ao espírito regionalista o primeiro élo da cadeia que tão fortemente os havia de futuro ligar, fazendo dêles um blóco homogénio onde se fundiam todos os esforços qualquer que fôsse a sua região d’origem.

Dados êstes primeiros passos, a fria e inexpressiva designação de 4ª B.I. dava lugar à de “Brigada do Minho” – E este já tinha história, já tinha tradições; tinha a história e as tradições heróicas da sua tão querida província natal, eram os descendentes dos Minhotos de Caminha e da linha do Ave, eram os mantenedores dos loiros dos minhotos de matacães da Guerra Penínsular – e êsses Minhotos quiseram e fôram dignos das suas tradições, bateram-se com denôdo pela Bandeira que o seu Minho, num gesto galante, lhes enviava para os nortear no campo de batalha.”

Quis a História que a capitulação da Rússia ocorrida na sequência da revolução ocorrida no final de 1917 levásse ao fim da frente oriental, o que possibilitou à deslocação massiva para a frente ocidental de todas as forças e meios limitares que ali tinham concentradas. E, como resultado, a tragédia da Batalha de La Lys, porventura a maior derrota militar portuguesa desde a Batalha de Alcácer-Quibir.

Carlos Gomes / Fotos: livro propriedade do autor

ShowImage.jpg

PONTE DE LIMA LEVA "LIVROS À PORTA"!

Biblioteca Municipal de Ponte de Lima disponibiliza empréstimos domiciliários com “Livros à Porta”

À semelhança de outras instituições a Biblioteca Municipal de Ponte de Lima encontra-se temporariamente encerrada ao público no âmbito da prorrogação do estado de emergência decretado pelo Presidente da República e da medida adotada pelo Município de Ponte de Lima para reduzir os riscos de exposição e contágio do Covid-19.

LivrosaPorta2021_1080x1080_Prancheta 1.jpg

No entanto, pretendendo oferecer a possibilidade de se continuar a ler, de forma gratuita, e permitir que se usufrua de todos os benefícios que a leitura acarreta, numa fase em que as comunidades mais precisam de ser fortes, coesas e resilientes, a Biblioteca Municipal, vai implementar novamente o projeto “Livros à Porta”.

Trata-se de um programa de serviço de empréstimo de livros, dvd’s e outros documentos, que vai ser disponibilizado aos munícipes, contribuindo, desta forma, para manter as comunidades atentas, alertas, informadas e ligadas à sua biblioteca.

Assim, através de um serviço público de proximidade e, conforme ficou demonstrado no anterior confinamento, a Biblioteca Municipal reinventa-se e responde às necessidades dos seus munícipes, seja com a criação e divulgação de conteúdos e atividades online, seja com a implementação de serviços de empréstimo a funcionar por marcação.

COMO FUNCIONA ESTE SERVIÇO?

1º - Aceda ao catálogo online da BMPL em https://catalogo-biblioteca.cm-pontedelima.pt/  e escolha o livro que pretende ler, o filme que ambiciona ver ou o CD de que gosta de ouvir.

2º Contacte os serviços da Biblioteca através do email biblioteca@cm-pontedelima.pt ou via telefone 258 900 411. Por email, deve indicar o nome completo e n.º de leitor e o(s) títulos(s) do(s) documento(s) pretendidos.

3º Agende data e horário para levantamento e devolução do(s) documentos(s), através do email biblioteca@cm-pontedelima.pt ou via telefone 258 900 411 .

Os livros, filmes e cd’s poderão estar no domicílio do leitor até um período máximo de 30 dias.

Após a devolução dos documentos à porta da Biblioteca, estes entrarão em quarentena na BMPL, num espaço isolado e arejado, durante 3 dias e serão devidamente desinfetados e higienizados.

Para a obtenção de mais informações ou esclarecimentos poderão contactar a Biblioteca Municipal nos contactos habituais.

Este serviço destina-se a todos os munícipes e poderá ser solicitado por qualquer leitor em qualquer ponto do Concelho.

LivrosaPorta2021-02.jpg

BIBLIOTECA DE FAMALICÃO LANÇA COLEÇÃO DE LIVROS DIGITAIS CENTRADOS NOS ODS

A Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco de Vila Nova de Famalicão já tem disponivel, na versão de livro digital interativo, o primeiro conto de uma coleção digital composta por 17 contos representativos dos 17 ODS. “As inquietações de Mariana” é um livro da autoria dos alunos Alexandre Alves, Ana Rita, Guilherme Santos, Mariana Carvalho e Mariana Maciel, da Escola Básica de Gondifelos, e resulta na interpretação dos autores sobre a temática do ODS1 "Erradicar a Pobreza".

20200115_130010.jpg

O conto foi um dos vencedores do Concurso de Escrita Criativa intitulado “tODoS por um mundo melhor”, promovido pela Biblioteca Municipal.

Já em processo de adaptação para a versão de livro digital interativo encontram-se mais dois contos, também vencedores da edição 2019/2020, referente ao ODS2 "Erradicar a Fome", que será tornado público no próximo mês de março, e ao ODS3 "Saúde de Qualidade", que será tornado público no próximo mês de maio.

O livro pode ser acedido através do site da Biblioteca em http://www.bibliotecacamilocastelobranco.org/ seguindo o link ODS – Contos interativos Digitais.

Entretanto, a Biblioteca Municipal já tem também disponível, nas versões papel e digital, a brochura “A tua Europa sustentável”, como resultado da parceria entre a Antena de Informação Europeia de Vila Nova de Famalicão, sediada na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, e o Centro de Informação Europe Direct Minho, sediado no Instituto Politécnico do Cávado e Ave.

A brochura “A tua Europa Sustentável!” foi pensada para assumir como uma fonte informativa e de consciencialização sobre a temática dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Ao folhear esta brochura o leitor identificará as grandes metas de cada Objetivo de Desenvolvimento Sustentável e encontrará alguns exemplos de boas práticas implementados a nível europeu e a nível local.

No seu conteúdo existem ilustrações que pretendem retratar “um cenário ideal” para cada ODS por forma a que o leitor possa percecionar aquilo que os líderes mundiais se comprometeram a ver alcançado até 2030.

Refira-se que a Rede Municipal de Leitura Pública de Vila Nova de Famalicão, consciente da importância da Agenda 2030 e dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, definidos pela Organização das Nações Unidas em 2015, tem vido a dinamizar o projeto “ODS: juntos mudamos um mundo”, com o pretexto de dar a conhecer e disseminar junto da comunidade famalicense a temática dos 17 ODS, quer seja através de iniciativas educativas direcionadas para as escolas, quer seja através de iniciativas informativas direcionadas à população em geral.

20200116_113016.jpg