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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CAMINHA EVOCA JOSÉ ANTÓNIO GUERREIRO – O LIBERAL DE LANHELAS

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José António Guerreiro (Lanhelas, 5 de dezembro de 1789 — Lisboa, 1 de agosto de 1834) foi um magistrado e político, considerado uma das maiores figuras do liberalismo português oitocentista, que protagonizou um curto mas intenso percurso político que o colocou na chefia do governo liberal no exílio, cargo que exerceu em Londres de 2 de junho de 1828 a 15 de junho 1829. Eleito pelo Minho, foi um dos mais influentes deputados nas Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa, determinante na elaboração da Constituição de 1822.

Nasceu em Lanhelas, concelho de Caminha, no Alto Minho, filho de Bento José Dantas Guerreiro. Formou-se bacharel de Leis na Universidade de Coimbra em 1816, sendo premiado como o melhor aluno do seu curso.

Ingressou na magistratura no ano de 1817, sendo colocado na vila de Mértola como juiz de fora. Defensor dos ideais da Revolução Liberal do Porto, em 1821 foi eleito deputado às Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa em representação dos eleitores do círculo do Minho. Nos debates parlamentares revelou-se um dos deputados mais participativos e assertivos, assumindo um destacado papel nos trabalhos que levaram à aprovação da Constituição de 1822. Tendo as Cortes Constituintes terminado o seu trabalho, em 1822 foi eleito deputado pelo Minho ao primeiro parlamento constitucional, iniciando uma carreira parlamentar que o manteria como deputado durante todo o vintismo. Foi reeleito em 1826, passando nessa legislatura a ocupar o cargo de vice-presidente da mesa da Câmara dos Deputados.

No conturbado período de vigência da Constituição de 1822, para além das funções parlamentares, foi também membro do governo, embora por períodos muito curtos, com a pasta de Ministro e Secretário de Estado dos Negócios Eclesiásticos e da Justiça, primeiro efemeramente em 1823, durante a Vilafrancada, ainda no reinado de D. João VI de Portugal, e depois em 1826, como interino, já na regência da infanta Isabel Maria de Bragança.

A proclamação de D. Miguel como rei absoluto em 1828 obrigou-o, a partir para o exílio. Partiu para a Galiza e daí para Londres, onde permaneceu até 1831. Foi uma das principais figuras da comunidade emigrada portuguesa, mantendo importante colaboração com os líderes liberais no exílio. Foi o principal autor do Manifesto dos Direitos de Sua Magestade Fidelíssima, a Senhora Dona Maria Segunda; e exposição da questão portugueza, publicado em Rennes em 1831, a principal obra teorizadora da legitimidade dinástica de D. Pedro IV e de D. Maria II. O opúsculo, escrito em colaboração com Pedro de Sousa Holstein, o futuro duque de Palmela, foi determinante na propaganda da causa liberal.

Com a instalação da Regência de Angra, transferiu-se para a ilha Terceira, onde integrou o Conselho de Regência que em nome de D. Maria II governava a ilha e dirigiu as operações que levariam à preparação da força que protagonizou o desembarque no Mindelo.

Em 1833, ainda em plena guerra civil, durante o Cerco do Porto, D. Pedro IV concedeu-lhe a grã-cruz da Ordem da Torre e Espada e em 1834, nomeou-o membro do Conselho de Estado. Contudo, por esta altura já se encontrava gravemente doente, pois fora gravemente ferido durante o Cerco do Porto quando ... embarcado na fragata Alcion, tentou esta forçar a barra do Douro, porém as baterias do Castelo de S. João da Foz afundaram o navio, ferindo gravemente o Dr. Guerreiro que retirou convalescente para Lisboa, residindo na freguesia das Mercês até falecer no 1.º de Agosto de 1834. Tinha 45 anos de idade, deixando cinco filhos menores e parcos meios, pelo que a viúva teve ela de vender os bens que o casal tinha em Gondarém e Lanhelas.

José António Guerreiro é um dos parlamentares homenageados na sala sessões do Palácio de São Bento, numa tela em elipse de 22 metros de largura por 5 de altura, da autoria do pintor José Maria Veloso Salgado (1864-1945), que contou com a colaboração dos discípulos Luís Marques da Silva Júnior e Júlio Santos Jesus, que evoca as Cortes Constituintes de 1821-1822 reunidas na biblioteca do Palácio das Necessidades. Entre os quarenta deputados vintistas retratados a ouvirem atentamente Manuel Fernandes Tomás, surge em lugar de destaque, à direita do orador, a figura soerguida de José António Guerreiro. Foi também homenageado por duas vezes na sua freguesia natal de Lanhelas, primeiro em 1926, quando uma artéria local recebeu o seu nome, passando a integrar a toponimia lanhelense até à actualidade, e depois em 1989, assinalando a na passagem do bicentenário do seu nascimento.

Fonte: Wikipédia

O QUE FOI A BRIGADA DO MINHO NA FLANDRES DURANTE A PRIMEIRA GRANDE GUERRA?

A Brigada do Minho – denominação pela qual ficou conhecida e célebre a 4ª Brigada de Infantaria – integrou a 2ª Divisão do Corpo Expedicionário Português, teve como missão, desde 7 de Fevereiro de 1918, guarnecer o sector de Fauquissart, na região de Pas-de-Calais, no norte de França.

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As suas forças cooperavam tacticamente com o 6º Grupo de Baterias de Artilharia, o 4º Grupo de Metralhadoras Pesadas e as 4ªs baterias de morteiros médios e morteiros pesados.

A bandeira da Brigada do Minho foi confeccionada e oferecida pelas famílias dos oficiais da Brigada.

Como refere em carta reproduzida neste relatório o Tenente-Coronel João Diogo Guerreiro Telo, “Unificou o seu Quartel General, identificou-o de tal forma com o seu modo de ser, que êle constituiu até ao 9 de Abril um comando verdadeiramente modelar; conseguiu reunir na sua Brigada, e sabe Deus à custa de quantos esforços e de quanta perseverança, os quatro batalhões oriundos do Minho indo assim buscar ao espírito regionalista o primeiro élo da cadeia que tão fortemente os havia de futuro ligar, fazendo dêles um blóco homogénio onde se fundiam todos os esforços qualquer que fôsse a sua região d’origem.

Dados êstes primeiros passos, a fria e inexpressiva designação de 4ª B.I. dava lugar à de “Brigada do Minho” – E este já tinha história, já tinha tradições; tinha a história e as tradições heróicas da sua tão querida província natal, eram os descendentes dos Minhotos de Caminha e da linha do Ave, eram os mantenedores dos loiros dos minhotos de matacães da Guerra Penínsular – e êsses Minhotos quiseram e fôram dignos das suas tradições, bateram-se com denôdo pela Bandeira que o seu Minho, num gesto galante, lhes enviava para os nortear no campo de batalha.”

Quis a História que a capitulação da Rússia ocorrida na sequência da revolução ocorrida no final de 1917 levásse ao fim da frente oriental, o que possibilitou à deslocação massiva para a frente ocidental de todas as forças e meios limitares que ali tinham concentradas. E, como resultado, a tragédia da Batalha de La Lys, porventura a maior derrota militar portuguesa desde a Batalha de Alcácer-Quibir.

Carlos Gomes / Fotos: livro propriedade do autor

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PONTE DE LIMA LEVA "LIVROS À PORTA"!

Biblioteca Municipal de Ponte de Lima disponibiliza empréstimos domiciliários com “Livros à Porta”

À semelhança de outras instituições a Biblioteca Municipal de Ponte de Lima encontra-se temporariamente encerrada ao público no âmbito da prorrogação do estado de emergência decretado pelo Presidente da República e da medida adotada pelo Município de Ponte de Lima para reduzir os riscos de exposição e contágio do Covid-19.

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No entanto, pretendendo oferecer a possibilidade de se continuar a ler, de forma gratuita, e permitir que se usufrua de todos os benefícios que a leitura acarreta, numa fase em que as comunidades mais precisam de ser fortes, coesas e resilientes, a Biblioteca Municipal, vai implementar novamente o projeto “Livros à Porta”.

Trata-se de um programa de serviço de empréstimo de livros, dvd’s e outros documentos, que vai ser disponibilizado aos munícipes, contribuindo, desta forma, para manter as comunidades atentas, alertas, informadas e ligadas à sua biblioteca.

Assim, através de um serviço público de proximidade e, conforme ficou demonstrado no anterior confinamento, a Biblioteca Municipal reinventa-se e responde às necessidades dos seus munícipes, seja com a criação e divulgação de conteúdos e atividades online, seja com a implementação de serviços de empréstimo a funcionar por marcação.

COMO FUNCIONA ESTE SERVIÇO?

1º - Aceda ao catálogo online da BMPL em https://catalogo-biblioteca.cm-pontedelima.pt/  e escolha o livro que pretende ler, o filme que ambiciona ver ou o CD de que gosta de ouvir.

2º Contacte os serviços da Biblioteca através do email biblioteca@cm-pontedelima.pt ou via telefone 258 900 411. Por email, deve indicar o nome completo e n.º de leitor e o(s) títulos(s) do(s) documento(s) pretendidos.

3º Agende data e horário para levantamento e devolução do(s) documentos(s), através do email biblioteca@cm-pontedelima.pt ou via telefone 258 900 411 .

Os livros, filmes e cd’s poderão estar no domicílio do leitor até um período máximo de 30 dias.

Após a devolução dos documentos à porta da Biblioteca, estes entrarão em quarentena na BMPL, num espaço isolado e arejado, durante 3 dias e serão devidamente desinfetados e higienizados.

Para a obtenção de mais informações ou esclarecimentos poderão contactar a Biblioteca Municipal nos contactos habituais.

Este serviço destina-se a todos os munícipes e poderá ser solicitado por qualquer leitor em qualquer ponto do Concelho.

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BIBLIOTECA DE FAMALICÃO LANÇA COLEÇÃO DE LIVROS DIGITAIS CENTRADOS NOS ODS

A Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco de Vila Nova de Famalicão já tem disponivel, na versão de livro digital interativo, o primeiro conto de uma coleção digital composta por 17 contos representativos dos 17 ODS. “As inquietações de Mariana” é um livro da autoria dos alunos Alexandre Alves, Ana Rita, Guilherme Santos, Mariana Carvalho e Mariana Maciel, da Escola Básica de Gondifelos, e resulta na interpretação dos autores sobre a temática do ODS1 "Erradicar a Pobreza".

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O conto foi um dos vencedores do Concurso de Escrita Criativa intitulado “tODoS por um mundo melhor”, promovido pela Biblioteca Municipal.

Já em processo de adaptação para a versão de livro digital interativo encontram-se mais dois contos, também vencedores da edição 2019/2020, referente ao ODS2 "Erradicar a Fome", que será tornado público no próximo mês de março, e ao ODS3 "Saúde de Qualidade", que será tornado público no próximo mês de maio.

O livro pode ser acedido através do site da Biblioteca em http://www.bibliotecacamilocastelobranco.org/ seguindo o link ODS – Contos interativos Digitais.

Entretanto, a Biblioteca Municipal já tem também disponível, nas versões papel e digital, a brochura “A tua Europa sustentável”, como resultado da parceria entre a Antena de Informação Europeia de Vila Nova de Famalicão, sediada na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, e o Centro de Informação Europe Direct Minho, sediado no Instituto Politécnico do Cávado e Ave.

A brochura “A tua Europa Sustentável!” foi pensada para assumir como uma fonte informativa e de consciencialização sobre a temática dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Ao folhear esta brochura o leitor identificará as grandes metas de cada Objetivo de Desenvolvimento Sustentável e encontrará alguns exemplos de boas práticas implementados a nível europeu e a nível local.

No seu conteúdo existem ilustrações que pretendem retratar “um cenário ideal” para cada ODS por forma a que o leitor possa percecionar aquilo que os líderes mundiais se comprometeram a ver alcançado até 2030.

Refira-se que a Rede Municipal de Leitura Pública de Vila Nova de Famalicão, consciente da importância da Agenda 2030 e dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, definidos pela Organização das Nações Unidas em 2015, tem vido a dinamizar o projeto “ODS: juntos mudamos um mundo”, com o pretexto de dar a conhecer e disseminar junto da comunidade famalicense a temática dos 17 ODS, quer seja através de iniciativas educativas direcionadas para as escolas, quer seja através de iniciativas informativas direcionadas à população em geral.

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A HERANÇA DO CHEFE SILVA EM LIVRO APOIADO PELA CÂMARA DE AMARES

A Câmara Municipal de Amares vai adquirir 50 exemplares do livro de receitas “Chefe Silva Memórias gastronómicas (em Lafões)”, pela importância que a publicação tem na promoção de Amares, do seu património gastronómico e, ainda, desse ilustre amarense. A publicação, da responsabilidade da Confraria dos Gastrónomos da Região de Lafões, divulga um rico património gastronómico dividido por regiões: região de Lafões (cuja gastronomia foi muito divulgada pelo chefe), Amares e Caldelas, incluindo, ainda, receituário da Campoaves.

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“O Chefe Silva foi um dos fundadores da Confraria de Gastrónomos da Região de Lafões onde muito se envolveu e onde criou também numerosos amigos. Em 2020, a Confraria de Gastrónomos da Região de Lafões, em contactos contínuos com a Câmara de Amares começou a preparar um livro de homenagem ao Chefe Silva, que desde a primeira hora contou com a nossa colaboração e parceria no sentido de aí apresentarmos um conjunto de 12 receitas que promovem Caldelas e Amares”, explicou o vice-presidente e vereador da Cultura do Município de Amares, Isidro Araújo.

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Chefe Silva sempre dignificou as origens

“A figura do António Silva, entre nós mais conhecido pelo Chefe Silva, é incontornável não só como amarense ilustre mas também como figura nacional que lançou uma nova corrente de fazer e olhar para a cozinha, através da edição da Tele-Culinária da qual foi diretor técnico durante 30 anos, e dos seus programas de televisão percursores da arte culinária em televisão que hoje observamos”, pode ler-se na proposta para aquisição dos exemplares.

Autor de vários livros de culinária, o Chefe Silva nunca esqueceu a sua origem minhota e o seu berço na vila termal de Caldelas.

Durante muitos anos, sempre que a saúde e a vida lhe permitiram, o Chefe Silva foi uma das presenças assíduas na abertura do Festival Gastronómico de Papas de Sarrabulho e, ainda, na promoção da gastronomia amarense.

Câmara apoia também publicação alusiva ao Mosteiro de Rendufe

“Apontamentos para a História do Mosteiro de Rendufe”, uma publicação da autoria de José Antunes, baseada na interpretação deste monumento ao longo do tempo, vai contar também com o apoio do Município de Amares, através da compra de 50 exemplares.

“O Mosteiro de Sto. André de Rendufe é um património inconfundível pela sua grandeza histórica e cultural no concelho de Amares” sublinha Isidro Araújo. “Porque se trata de um documento importante e porque nos parece também importante apoiar esta edição que certamente reverterá para a Associação dos Amigos do Mosteiro, propus a compra de 50 exemplares”, acrescenta o vereador.

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CÂMARA DE AMARES EDITA LIVRO PARA PROMOVER A ABADIA

ABADIA um destino único de cultura, história e natureza

A Abadia como ela nunca foi retratada. É este o livro que a Câmara Municipal de Amares acaba de editar, dedicado ao Santuário Nossa Senhora da Abadia, na freguesia de Bouro Santa Maria. São 110 páginas que mostram numa centena de fotografias o esplendor do património natural e edificado daquela localidade do concelho, apresentada como “um destino de cultura, história, paz e natureza”.

Quer seja por devoção religiosa ou por uma relação com a natureza, os autores do livro convidam a visitar a Abadia, explorando os seus calvários, conhecendo o santuário e usufruindo de toda a sua envolvente natural.

Numa espécie de roteiro, o livro inicia com a apresentação dos calvários que, cerca de um quilómetro antes do Santuário da Abadia, avistam-se no percurso. As 15 capelas correspondem aos Caminhos da “Paixão de Cristo” e da “Vida de Maria”, popularmente conhecidos por “Calvários da Senhora da Abadia” ou “Calvários de Belém” e são de visita “obrigatória, quer seja em peregrinação, quer pelo puro usufruto da natureza”.

Além da descrição em texto das diversas cenas representadas nas capelas, estas são retratadas com fotografias de pormenor das inúmeras esculturas centenárias em tamanho real, que se encontram no seu interior.

Com a chegada ao Santuário, é apresentada a lenda do aparecimento da imagem da Virgem Maria sob um penedo, que está na origem da construção do Mosteiro; inicialmente, como um ermida e, mais tarde, “julga-se que, na sequência da visita do prelado bracarense D. Maurício Burdino, este mandou construir a primitiva igreja de pedra lavrada”.

Num terceiro capítulo, o livro dá a conhecer o “Mosteiro nas Montanhas”, detalhando em texto e fotografias o edifício do Santuário de Nossa Senhora da Abadia, “considerado por muitos o santuário mariano mais antigo da Península Ibérica”.

No final, é sugerido um passeio pelas montanhas da Abadia, nas quais se revelam “segredos guardados pela natureza”, como as cascatas, as quedas de água e as lagoas, que caraterizam toda aquela área circundante da Abadia, integrada na Rede Natura 2000.

Segundo o presidente da Câmara de Amares, Manuel Moreira, “numa altura em que o mundo anseia por um regresso à normalidade, que será sempre mais cauteloso, a natureza é vista como um local de destino que garante segurança. Por isso, este é o momento oportuno para lançar esta obra de promoção turística, cultural e religiosa, dando a conhecer a Abadia e valorizando todo o seu património natural e edificado”.

O livro, co-financiado pelo Programa Operacional Norte 2020, pode ser acedido de forma gratuita e digital, no website da autarquia, em www.amares.pt

MUNICÍPIO DE AMARES LANÇA MONOGRAFIA "ÁGUAS DE CALDELAS" DEDICADA À VILA TERMAL

“Águas de Caldelas” é o trabalho documental sobre as Termas de Caldelas, uma obra de autoria de Vincent Craveiro Martins, com o Prefácio da escritora Alice Vieira, recentemente editado pela Câmara Municipal de Amares em parceria com a Junta de Freguesia de Caldelas, Sequeiros e Paranhos.

A monografia “Águas de Caldelas” “aborda todo o percurso histórico, social, termal, arquitetónico e hoteleiro da localidade de Caldelas - Amares.

Para o Presidente do Município de Amares, Manuel Moreira, "Caldelas é um cartão-de-visita do concelho de Amares e uma referência no Turismo que acolhe pessoas de todo o país. As suas águas termais são uma imensa mais-valia com caraterísticas únicas, a par de outras riquezas que existem nesta Vila Termal. Com esta obra damos mais um passo importante na divulgação deste património que muito orgulha o concelho de Amares".

Devido à situação de pandemia em que vivemos presentemente, a apresentação desta monografia estará prevista para a primavera de 2021. Até lá, a obra está disponível para empréstimo domiciliário na Biblioteca Municipal Francisco de Sá de Miranda. A Junta de União de Freguesia de Caldelas, Sequeiros e Paranhos dispõe de alguns exemplares que adquiriu para venda ao público, pelo valor de €20,00.

TERRAS DE BOURO APRESENTA OBRA LITERÁRIA "DA ATLÂNTIDA À EUROPA"

No próximo dia 5 de dezembro irá decorrer a apresentação do livro “Da Atlântida à Europa”, obra da autoria do terrabourense Pedro Filipe, radicado na Alemanha, na cidade de Hamburgo. A sessão decorrerá online pelas 18h e será mediada pelo conceituado pintor português, Alberto da Assunção.

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Contando com o apoio do departamento de História da Universidade do Minho, do Eurodeputado e amigo José Manuel Fernandes e algumas instituições, trata-se, segundo o autor,  de um romance histórico, uma fantasia, que certamente enriquecerá as mentes e o espírito dos leitores, demonstrando simultaneamente um aspeto importante da cultura de Terras de Bouro que a todos enche de orgulho.

Os interessados poderão acompanhar a divulgação desta obra em https://www.facebook.com/pedro.bracaro e https://twitter.com/peterinderhafen?s=09 , sendo que, o livro já está também à venda on-line em https://www.chiadobooks.com/livraria/da-atlantida-a-europa e não tem custos de envio, em território português.

Mais informações em:

https://youtu.be/Q6bLPwq-_nc

https://youtu.be/4OfkjOteR4c

https://www.facebook.com/daatlandidaaeuropa/

https://www.chiadobooks.com/autores/pedro-bracaro

 

ARCOS DE VALDEVEZ ENVIA LIVROS PARA MOÇAMBIQUE

UNIDOS PELA LÍNGUA PORTUGUESA - Maputo organiza cerimónia para a receção dos livros enviados por Arcos de Valdevez

Chegaram a Maputo as 8 paletes de livros oferecidos pelo Município de Arcos de Valdevez. Na última sexta-feira, dia 22 de outubro, no decorrer das celebrações da sexta edição da Feira do Livro, na capital de Moçambique, o Presidente do Conselho Municipal de Maputo, Dr. Eneas Comiche, fez questão de agradecer a iniciativa através de uma cerimónia na qual os dois concelhos estiveram ligados por videoconferência. Para tal, foi estabelecida uma ligação vídeo onde os dois edis, Dr. Eneas Comiche e Dr. João Manuel Esteves, na presença da Embaixadora de Portugal em Moçambique, do Diretor do Instituto Camões e de outros representantes de ambos os países, manifestaram o seu empenho em trabalhar em prol da promoção da língua portuguesa e da educação.

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A cerimónia de hoje foi o culminar de um processo que teve como âncora a primeira edição do Dia da Língua Portuguesa, 5 de maio de 2020, conforme determinado pela UNESCO.

O Município de Arcos de Valdevez demonstrou desde logo  interesse por essa importantíssima data, bem como, em estreitar relações com outros países desta vasta comunidade linguística.  Assim,  através da Biblioteca Municipal, decidiu lançar uma iniciativa com o objetivo de oferecer à Cidade de Maputo livros atuais e em bom estado de conservação, focando várias temáticas e destinados a diversas idades.

Com esta iniciativa, o Município de Arcos de Valdevez pretendeu contribuir para a promoção da cultura e ciência em língua portuguesa junto dos munícipes Maputenses, nomeadamente estudantes de todos os níveis de ensino, desde o ensino básico ao ensino superior e, simultaneamente criar boas relações entre Maputo e Arcos de Valdevez.
Hoje a língua portuguesa, a mais falada no hemisfério sul, teve mais um forte contributo para a sua divulgação e conhecimento.

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ARCOS DE VALDEVEZ: ESCRITOR ALFREDO TOMAZ APRESENTOU O LIVRO "O HOMEM QUE NÃO TINHA UMA FAZENDA EM ÁFRICA" NA BIBLIOTECA MUNICIPAL TOMAZ DE FIGUEIREDO

𝐀𝐩𝐫𝐞𝐬𝐞𝐧𝐭𝐚çã𝐨 𝐝𝐨 𝐥𝐢𝐯𝐫𝐨 "𝐎 𝐡𝐨𝐦𝐞𝐦 𝐪𝐮𝐞 𝐧𝐚̃𝐨 𝐭𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐮𝐦𝐚 𝐟𝐚𝐳𝐞𝐧𝐝𝐚 𝐞𝐦 𝐀́𝐟𝐫𝐢𝐜𝐚"

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O livro "O Homem que não tinha uma fazenda em África", do autor Alfredo de Sousa Tomaz, foi apresentado no sábado passado, dia 17 de outubro, na Biblioteca Municipal Tomaz de Figueiredo.

Agradecemos a todos os que estiveram presentes e a todos os que assistiram em direto.

O livro encontra-se disponível na Biblioteca. Consulte, reserve e recolha em: http://catalogo-bibliotecas.cmav.pt/

ARCOS DE VALDEVEZ: ESCRITOR ALFREDO TOMAZ APRESENTA “O HOMEM QUE NÃO TINHA UMA FAZENDA EM ÁFRICA”

“O homem que não tinha uma fazenda em África” na Biblioteca Municipal de Arcos de Valdevez

No próximo dia 17 de outubro, pelas 17h00, através de uma emissão em direto do Facebook, na Sala da Varanda da Biblioteca Municipal de Arcos de Valdevez, vai ser apresentado o romance “O homem que não tinha uma fazenda em África”, de Alfredo de Sousa Tomaz.

2020-10-17 - CARTAZ LIVRO UM HOMEM QUE NÃO TINHA

Em 1976, depois de um quarto de século de aventuras e desventuras, Alfredo de Sousa Tomaz regressou definitivamente a Portugal com a família, tendo-se fixado em Matosinhos, onde exerceu a sua atividade comercial até 2007. Atingida a idade da reforma mudou-se com a esposa para Ponte da Barca, assumindo ambos, orgulhosamente, a condição de “minhotos adotivos”.

Este romance, não sendo exatamente uma autobiografia, contudo baseado no percurso do autor por terras de África, com alocução do Dr. Manuel Carlos Marques Pinto, apresenta-se na Biblioteca Municipal de Arcos de Valdevez, no próximo sábado, “constituindo uma achega preciosa à História, do que no terreno e no dia-a-dia se viveu e ninguém teve ainda coragem para escrever”, afirma Ricardo Saavedra, no prefácio.

PONTE DE LIMA APRESENTA LIVRO "ZÉ CACHADINHA - UM CANTADOR DO POVO"

No próximo dia 12 de setembro será apresentado o livro “Zé Cachadinha – Um Cantador do Povo”, da autoria de Augusto Canário. A cerimónia terá lugar no Teatro Diogo Bernardes, às 17h00, ficando a apresentação do livro a cargo de Álvaro Campelo.

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Esta iniciativa do Município de Ponte de Lima, agendada simbolicamente para o sábado que seria de Feiras Novas, pretende constituir-se como um merecido tributo a essa figura já quase mítica dos Cantares ao Desafio.

Escrito à moda da literatura de cordel, este notável documento traça o perfil biográfico do nosso conterrâneo Zé Cachadinha (José da Silva Sousa), personalidade ímpar e embaixador do nosso património cultural imaterial, que lamentavelmente desapareceu do mundo dos vivos a 10 de junho do ano passado.

FERNANDO CABODEIRA LANÇA "DEMOGRAFIA: É tempo... de dar mais Tempo à Natalidade e aos Fluxos Migratórios"

Centrando a sua investigação na área da demografia, com enfoque nos temas da natalidade e da fecundidade, Fernando Pereira Cabodeira, doutorado em Sociologia pela Universidade do Minho e radicado, há vários anos, em Vila Nova de Cerveira, apresenta o livro “DEMOGRAFIA: É Tempo … de dar mais Tempo à Natalidade e aos Fluxos Migratórios”. Trata-se de uma publicação refletiva, analítica e projetiva sobre as questões demográficas na Europa, em Portugal e, especificamente, no Alto Minho, auscultando autarcas e cidadãos.

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Com a chancela da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS) da Universidade do Minho, e das Edições Afrontamento, a sessão pública de lançamento está agendada para dia 11 de setembro, pelas 18h00, no Jardim do Solar dos Castros, em Vila Nova de Cerveira.

“Será que o Alto Minho é o espelho do país e que o país reflete o Alto Minho?”. Esta questão é o ponto de partida de uma investigação em torno dos desequilíbrios demográficos e das políticas de natalidade e de imigração, como um dos maiores desafios que pairam no mundo, e aos quais a região alto-minhota não passa indiferente, obrigando ao estabelecimento de novas prioridades para a agenda do futuro.

“DEMOGRAFIA: É Tempo … de dar mais Tempo à Natalidade e aos Fluxos Migratórios” está organizada em quatro partes: numa primeira fase, o autor contextualiza a investigação, identificando causas e consequências da atual realidade demográfica em Portugal e procurando soluções que revertam a atual dinâmica regressiva; segue uma análise pormenorizada, através de questionário, às medidas adotadas ou a adotar pelos municípios portugueses como estímulo à natalidade; recorrendo a um estudo de caso, a terceira parte do livro apresenta uma análise da fecundidade no Alto Minho, auscultando os cidadãos sobre as perspetivas e intenções de constituição de família, motivos e condicionantes, fazendo a comparação com o inquérito nacional à fecundidade (2013); e, por fim, os movimentos migratórios erráticos registados devido aos diversos focos de conflito que implicam, na ótica do autor, a necessidade de se pensar na repovoação e na dinamização social pela via da integração social das comunidades que pretendem novas formas de vida, novas necessidades de orientação social e familiar e novos espaços de descoberta, além de se refletir na repovoação pela via da fecundidade.

Fernando Pereira Cabodeira radicado, há vários anos, em Vila Nova de Cerveira, doutorou-se em Sociologia, no ano de 2017, na Universidade do Minho, tendo defendido a tese “Alto Minho: Horizonte 2040 – Prospetiva Demográfica e Social (Que Presente para o Futuro?)”. Atualmente desempenha a atividade de consultor e é investigador do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da UM. Tem publicado, na imprensa, vários artigos de opinião, nomeadamente de âmbito social e político.

"A SAGA DO ALFERES VICENTE" - A MAIS RECENTE OBRA DO ESCRITOR BARQUENSE JAIME FERRERI

“A Saga do Alferes Vicente” é o mais recente romance deste escritor, nascido em Bravães, Ponte da Barca, que se iniciou nas lides literárias em 1986, com a publicação da novela intitulada "Cabrito Montês", muito bem recebida pela critica e pelo público.

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Seguiram-se depois os romances "Fizeram de mim soldado", publicado em 1992 e “Os homens também hibernam” em 1995. Em 2005 publicou um livro de crónicas "Crónicas (des)alinhadas e um livro de poesia “Pecúlio” e em 2018 o livro “A minha filha Inês”.

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A Saga do Alferes Vicente é tão só um romance de abordagem à guerra colonial numa perspetiva política e sociológica onde se enlaça o regime, os “serviçais” dele, Coimbra de 1969, o poder castrense e a violência sobre a juventude da época ainda que rebeldias, voluntarismo, amores e ternuras se entrelacem no adoçar da narrativa. Este Vicente, o irmão, o pai Laurindo e outras personagens, de maior ou menor relevância, são escolhidos do coletivo nacional, muitos grãos de semente na farinha para um só pão, a passarem na peneira crítica mas também humana e poética do autor.

A região limiana, mais concretamente Ponte da Barca e Ponte de Lima, está sempre presente no romance, desde o seu início: Vicente e o seu irmão gémeo nascem na Quinta do Sobreirinho, no coração do Minho. Mas, a acção estende-se a outras localidades do país e até Àfrica ao tempo da Guerra Colonial. E, temporalmente, até aos nossos dias, acompanhando as transformações políticas.

Jaime Ferreri vive em Ponte da Barca e a par de uma dedicada carreira docente na área da informática e matemática, desenvolveu o gosto pela criação literária e pela dramaturgia, tendo ao longo dos anos encenado inúmeras peças de teatro, com particular destaque para as encenações anuais, por altura da Semana Santa, de “A Mui Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo” no mosteiro de Bravães, Ponte da Barca.

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