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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PROJETO “LITERATURAS IRMÁS/IRMÃS” FORTALECE INTERCÂMBIO CULTURAL ENTRE MONÇÃO E REDONDELA

O Projeto “Literaturas Irmás/Irmãs” é uma iniciativa cultural de cooperação transfronteiriça entre a Galiza e o Norte de Portugal, partindo de um passado comum da literatura galega e portuguesa. O objetivo é dar a conhecer aos leitores de uma margem do rio Minho, os escritores da outra margem.

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Com vista à concretização deste projeto, foi estabelecida recentemente uma parceria entre os municípios de Monção e Redondela, localidade galega geminada com Monção, cujo ponto comum é a realização do Corpo de Deus com a participação de um dragão, a popular Coca.

Neste âmbito, a Biblioteca Pública de Redondela apresenta publicações de José Saramago e, a Biblioteca Municipal de Monção, obras literárias de Manuel Rivas, proporcionando aos respetivos leitores um conhecimento mais aprofundado do universo literário destes dois escritores.

As publicações que se encontram disponíveis numa das bibliotecas foram disponibilizadas pela outra biblioteca. A cada três meses, serão selecionados novos escritores, estando previstas algumas mesas redondas para debater a importância destes intercâmbios culturais.

“Esta iniciativa visa a partilha de momentos culturais entre as comunidades de Monção e Redondela, facilitando a aquisição de conhecimentos dos escritores de Portugal e da Galiza e contribuindo para fortalecer o intercâmbio cultural entre as duas localidades”.

ESCRITORA ANA MARIA CARVALHO GALARDOADA EM FAMALICÃO COM O GRANDE PRÉMIO DE CONTO CAMILO CASTELO BRANCO

Paulo Cunha e José Manuel Mendes galardoaram Ana Margarida de Carvalho. “Pequenos Delírios Domésticos” entra para a galeria dos contos de Camilo Castelo Branco

“Pequenos delírios domésticos” – título "roubado" a um poema de Sérgio Godinho – é o livro de contos da escritora e jornalista Ana Margarida de Carvalho que venceu, este ano, o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco. O galardão foi entregue, esta segunda-feira, pelos presidentes da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, e da Associação Portuguesa de Escritores, José Manuel Mendes, na Escola Secundária Camilo Castelo Branco, no âmbito da iniciativa Semana do Conto, que está a decorrer até à próxima sexta-feira, dia 9 de novembro.

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Segundo a escritora “este é o livro mais pessoal que já escrevi e que jamais escreverei.” E explica: “é um livro sobre casas, sobre regressos, sobre famílias, sobre lares, sobre desejo de voltar. É um livro que tem na capa a fotografia da minha própria casa, que já não existe, que desapareceu por completo nos incêndios de outubro de 2017, deixando uma cratera”.

À laia de prefácio, Chão Zero, e numa espécie de epigrafe que é uma homenagem à casa, Ana Margarida de Carvalho dá testemunho da devastação que assolou o País durante os incêndios de Outubro de 2017.

“A trama narrativa, a invulgar atualidade de temas e personagens e as imagens que revelam uma interessante análise social e económica” foram apenas algumas das razões que levarão o júri, nas palavras de Isabel Cristina Mateus, a decidir por unanimidade este prémio, entre cerca de duas dezenas de obras a concurso.

Para José Manuel Mendes, trata-se de “um dos prémios mais antigos do país, com quase 3 décadas, e é simultaneamente um dos mais prestigiados. A circunstância de nessa antiguidade e nesse prestigio estarem envolvidos a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e a APE  só pode trazer congratulação a ambas as instituições”. O presidente da APE sublinhou ainda que “a distinção que este ano recaiu sobre Ana Margarida de Carvalho e o seu livro “Pequenos delírios domésticos”, por unanimidade do júri, vem confirmar a vitalidade de um prémio que tem distinguido autores de diferentes gerações dos mais consagrados aos que estão apenas a emergir”.

Por sua vez, Paulo Cunha salientou a importância do prémio na divulgação e valorização da obra de Camilo Castelo Branco. “A cada ano que passa, com este Grande Prémio cumprimos uma etapa na valorização da obra camiliana.” E acrescentou que “o grande propósito que presidiu à iniciativa de 1991 de instituir este grande prémio foi dar permanência e lógica de continuidade à riqueza da obra literária de Camilo Castelo Branco e ver a APE dar este prestigio ao Prémio é uma forma de enaltecer uma iniciativa da Câmara Municipal”.

O autarca destacou ainda que este prémio constitui “um modesto apoio da autarquia à criação literária”, um contributo que, considera, “deveria ser replicado, apesar de não se tratar de um papel das autarquias”.

Refira-se que o prémio é atribuído pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão em parceria com a Associação Portuguesa de Escritores e destina-se a distinguir uma obra em língua portuguesa de um autor português ou de país africano de expressão portuguesa, publicada em livro, 1.ª edição. O valor do prémio é de 7.500 euros.

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MUNICÍPIO DE FAMALICÃO ENTREGA GRANDE PRÉMIO DE CONTO À ESCRITORA ANA MARGARIDA DE CARVALHO

Paulo Cunha entrega Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco a Ana Margarida de Carvalho. Cerimónia realiza-se na próxima segunda-feira, dia 5 de novembro, pelas 18h00, na Escola Secundária Camilo Castelo Branco

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, e o presidente da Associação Portuguesa de Escritores (APE), José Manuel Mendes, convidam os órgãos de comunicação social para a entrega do Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco à escritora e jornalista Ana Margarida de Carvalho, pelo livro “Pequenos Delírios Domésticos (Relógio D’Água). A cerimónia realiza-se na próxima segunda-feira, dia 5 de novembro, pelas 18h00, na Escola Secundária Camilo Castelo Branco, na cidade de Vila Nova de Famalicão.

Ana Margarida de Carvalho

O prémio é atribuído pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão em parceria com a Associação Portuguesa de Escritores. Instituído em 1991, o prémio destina-se a distinguir uma obra em língua portuguesa de um autor português ou de país africano de expressão portuguesa, publicada em livro, 1.ª edição, no decurso do ano de 2017. O valor do prémio é de 7.500 euros.

Foi decidido por unanimidade por um júri constituído por Cândido Oliveira Martins, Fernando Batista e Isabel Cristina Mateus.

Sobre a obra, o júri exarou em ata que se “trata de um conjunto de contos que surpreende o leitor pela invulgar atualidade temática e sociológica (dos incêndios que devastaram o país, em 2017, aos dramas íntimos de portugueses convertidos ao estado islâmico, de refugiados sírios num lar de velhos ou de uma mulher tunisina que dá à luz num barco apinhado de gente durante a travessia do Mediterrâneo, entre outros), aliadas a um notável trabalho de precisão e depuramento da palavra e, acima de tudo, a um olhar atento aos dramas humanos, independentemente do lugar mais ou menos doméstico que lhes serve de palco.”

Ana Margarida de Carvalho é jornalista e escritora. Licenciada em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa, o seu primeiro romance “Que Importa a Fúria do Mar” valeu-lhe o prémio APE 2013. O mesmo livro foi finalista nos mais prestigiados prémios relativos à data de edição. Tem reportagens, contos e poemas espalhados por várias publicações e coletâneas e um livro infantil chamado “A Arca do É”, com o ilustrador Sérgio Marques. “Não se Pode Morar nos Olhos de um Gato” é o seu segundo romance, foi considerado livro do ano 2017, nomeado pela SPA, e vencedor do Prémio Manuel Boaventura.

ESCRITORA ANA MARGARIDA DE CARVALHO VENCE GRANDE PRÉMIO DE CONTO CAMILO CASTELO BRANCO

Ana Margarida de Carvalho vence Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco. Galardão é entregue na próxima segunda-feira, dia 5 de novembro, pelas 18h00, na Escola Secundária Camilo Castelo Branco

O livro “Pequenos Delírios Domésticos”, da autoria da escritora e jornalista Ana Margarida de Carvalho (Relógio D’Água) é a obra vencedora do Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco atribuído pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão em parceria com a Associação Portuguesa de Escritores. A entrega do prémio irá acontecer na próxima segunda-feira, dia 5 de novembro, pelas 18h00, na Escola Secundária Camilo Castelo Branco.

Ana Margarida de Carvalho

O prémio foi decidido por unanimidade por um júri constituído por Cândido Oliveira Martins, Fernando Batista e Isabel Cristina Mateus.

Sobre a obra, o júri exarou em ata que se “trata de um conjunto de contos que surpreende o leitor pela invulgar atualidade temática e sociológica (dos incêndios que devastaram o país, em 2017, aos dramas íntimos de portugueses convertidos ao estado islâmico, de refugiados sírios num lar de velhos ou de uma mulher tunisina que dá à luz num barco apinhado de gente durante a travessia do Mediterrâneo, entre outros), aliadas a um notável trabalho de precisão e depuramento da palavra e, acima de tudo, a um olhar atento aos dramas humanos, independentemente do lugar mais ou menos doméstico que lhes serve de palco.”

Instituído em 1991, o prémio destina-se a distinguir uma obra em língua portuguesa de um autor português ou de país africano de expressão portuguesa, publicada em livro, 1.ª edição, no decurso do ano de 2017. O valor do prémio é de 7.500 euros.

Ana Margarida de Carvalho é jornalista e escritora. Licenciada em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa, o seu primeiro romance “Que Importa a Fúria do Mar” valeu-lhe o prémio APE 2013. O mesmo livro foi finalista nos mais prestigiados prémios relativos à data de edição. Tem reportagens, contos e poemas espalhados por várias publicações e coletâneas e um livro infantil chamado “A Arca do É”, com o ilustrador Sérgio Marques. “Não se Pode Morar nos Olhos de um Gato” é o seu segundo romance, foi considerado livro do ano 2017, nomeado pela SPA, e vencedor do Prémio Manuel Boaventura.

HORA DO CONTO EM VIZELA TEM NOVA EDIÇÃO

Hora do Conto arranca para nova edição

Arrancou no mês de Outubro uma nova edição da “Hora do Conto Itinerante”, promovida pela Biblioteca Municipal e dirigida aos alunos do ensino pré-escolar do concelho.

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A primeira sessão aliou a celebração do Dia da Alimentação com um cheirinho a Halloween, consistindo na teatralização da história “As Três Abóboras”, de António Torrado. Esta apresentação foi feita pelas técnicas da Biblioteca Municipal e, excecionalmente foi alargada aos alunos do 1º ciclo, em todos os estabelecimentos de ensino e na Creche Stª Cecília da Santa Casa da Misericórdia de Vieira do Minho.

Esta peça de teatro, além de ser divertida, defende os valores do trabalho, da solidariedade e da honestidade.

ESCRITORA MADALENA ROCHA APRESENTA EM PONTE DE LIMA O SEU LIVRO "A CASA CIRCULAR"

Município de Ponte de Lima promove apresentação do livro “A Casa Circular” de Madalena Rocha

O Município de Ponte de Lima promove o lançamento do livro da autora Madalena Rocha, intitulado “A Casa Circular”, no próximo dia 22 de outubro, pelas 18h00, no auditório dos Paços do Concelho.

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Trata-se de uma novela semiautobiográfico, que decorre em Portugal em 1966 e descreve o olhar da autora, pelo quotidiano, quando tinha 7 anos de idade.

Marque presença no lançamento de “A Casa Circular” e conheça a mais recente produção literária da limiana Madalena Rocha.

Venha celebrar connosco a literatura em Língua Portuguesa.

Esperamos por si!

Sobre a autora:

Nasceu em 1959 na freguesia de Estorãos do concelho de Ponte de Lima.

Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas, na variante de Inglês e Alemão, pela Universidade do Porto.

Pós-graduou-se em Estudos Norte-Americanos.

É casada e tem dois filhos.

PONTE DE LIMA APRESENTA MOSTRA DOCUMENTAL DE JOSÉ CARDOSO PIRES

Mostra documental de José Cardoso Pires na Biblioteca Municipal de Ponte de Lima

No mês em que se assinala o vigésimo aniversário do falecimento de José Cardoso Pires (26 de outubro de 1998) a Biblioteca Municipal de Ponte de Lima assinala a efeméride com uma mostra documental da obra de um dos mais importantes escritores portugueses de Novecentos.

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Autor de referência em Portugal, José Cardoso Pires ficou conhecido pela sua escrita rica e vigorosa, com uma obra em trânsitos discursivos em relação ao contexto português, à sua geração literária e à sua própria produção. 

Deixou ao mundo um legado documental relevante (muitos trabalhos premiados, traduzidos, levados ao teatro e adaptados para o cinema), que revelam a marca do escritor.

A diversidade que caracteriza a obra do autor patenteia-se também no percurso por vários géneros, do conto ao romance, do ensaio à dramaturgia, da crónica à narrativa.

Venha conhecer as obras do escritor José Cardoso Pires patentes nesta mostra evocativa.

Sobre o autor

Escritor português, José Augusto Neves Cardoso Pires nasceu a 2 de outubro de 1925, no concelho de Vila de Rei, em Castelo Branco. Filho de um oficial da marinha, ainda criança muda-se com os pais para Lisboa, cidade que abraçou e amou. Exerceu várias profissões, entre as quais, redator de uma revista feminina, Eva, em finais dos anos 40. Em 1949, publica o seu primeiro livro, "Os Caminheiros e Outros Contos", retirado de circulação pela censura. Nos princípios dos anos 50, foi detido pela PIDE depois da apreensão do seu livro de contos "Histórias de Amor". Nos anos 60 foi membro da Sociedade Portuguesa de Escritores. Em 1963 publica "Hóspede de Job", livro dedicado ao seu irmão, morto enquanto cumpria o serviço militar nos anos 50, e que lhe valeu o Prémio Camilo Castelo Branco em 1964; e "O Delfim" em 1968. Em inícios dos anos 70, foi professor de Literatura Portuguesa e Brasileira em Inglaterra, no King's College da Universidade de Londres. Dois anos depois, já em Portugal, publica "Dinossauro Excelentísimo". Já nos anos 80, publica "A Balada da Praia dos Cães", romance que lhe valeu o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores e que foi alvo da realização de um filme, com o mesmo nome, de José Fonseca e Costa, em 1987. Neste mesmo ano publica "Alexandra Alpha", obra que mereceu o Prémio Especial da Associação de Críticos, de São Paulo, no Brasil. Em 1995 sofreu um acidente vascular cerebral que o levou a ficar algum tempo em estado de coma. Recuperado, publica em 1997 a obra "De Porfundis, Valsa Lenta", pela qual recebeu dois prémios: Prémio D. Dinis e Prémio da Crítica, atribuído pela Associação Internacional de Críticos Literários; e "Lisboa, Livro de Bordo". Entre os prémios já mencionados, recebeu também o Prémio Internacional União Latina (1991), o Astrolábio de Ouro do Prémio Internacional Último Novecento (1992) e o Prémio Pessoa (1997). Em 1998 sofreu outro acidente vascular cerebral, que viria a ser a causa da sua morte a 26 de Outubro, em Lisboa. Em Setembro desse mesmo ano foi-lhe atribuído o Prémio Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores. Foi autor de contos, romances, crónicas e ensaios (como em "E Agora José?", 1977) e de peças de teatro (como "O Render dos Heróis" (1960) e "O Corpo Delito na Sala de Espelhos", 1980). (Informação retirada de https://www.wook.pt/autor/jose-cardoso-pires/14938 )

ESPOSENDE ABRE PRAZO DE CANDIDATURAS AO PRÉMIO LITERÁRIO MANUEL DE BOAVENTURA

Candidaturas ao Prémio Literário Manuel de Boaventura 2019 a partir de 15 de outubro

O prazo de candidaturas à segunda edição do Prémio Literário Manuel de Boaventura vai decorrer entre 15 de outubro de 2018 e 15 de janeiro de 2019.

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Este prémio, de periodicidade bienal, foi instituído pelo Município de Esposende com o intuito de homenagear e divulgar este escritor e homem de cultura esposendense. A primeira edição realizou-se em 2017, tendo premiado a escritora Ana Margarida de Carvalho pela obra “Não se pode morar nos olhos de um gato”.

O Prémio Literário Manuel de Boaventura tem o valor pecuniário de 7 500 euros e contempla a modalidade da criação narrativa de Romances ou de Contos da autoria de escritores de língua portuguesa. Podem concorrer autores maiores de 18 anos, com obras editadas em livro e escritas em língua portuguesa, cuja primeira edição tenha ocorrido durante o ano de 2018.

A avaliação das obras estará a cargo de um júri constituído por dois críticos literários de reconhecido mérito académico e por um representante da Câmara Municipal de Esposende.

As obras a concurso deverão ser enviadas via CTT, com registo e aviso de receção, para o endereço: Biblioteca Municipal Manuel de Boaventura, Rua Dr. José M. Oliveira, 4740-265 Esposende.

O regulamento está disponível para consulta on-line, em http://www.municipio.esposende.pt/pages/980

Natural de Vila Chã, onde nasceu em 1885, Manuel Joaquim de Boaventura fixou residência, em 1906, na freguesia de Palmeira de Faro, onde escreveu toda a sua obra literária, composta por dezenas de títulos e uma notável colaboração jornalística nas principais revistas e jornais nacionais. A sua paixão pela cultura local, pelos hábitos e costumes do Minho, pelo linguarejar típico, levaram-no a coligir e publicar, entre outras, uma extraordinária obra, Vocabulário Minhoto. Nos seus romances e contos, reconhece-se a escrita da terra, os vocábulos lugareiros, as romarias e festas, o mundo maravilhoso de lendas, bruxas, gnomos, lobisomens, fadas e diabos, a narrativa humorística e emotiva dos costumes e paisagens de Entre Douro e Minho, especialmente o seu “terrunho” natal. Manuel de Boaventura faleceu a 25 de Abril de 1973.

QUEM É O ESCRITOR ORLANDO BARROS, AUTOR DO LIVRO “OS MANUSCRITOS DE LEIRIA – UMA HISTÓRIA DE FIDELIDADE E PAIXÃO”?

Tal como pode ler-se na badana da obra mencionada, Orlando Ferreira Barros nasceu em Leiria, quando os Aliados punham o pé na chacina das praias da Breta­nha. Saiu do sossego uterino para a luz e o que viu foram as ruínas de um castelo mouro, a ameaçar cair sobre a cidade. Percorreu outras terras e muitos livros, conheceu outras gen­tes, mas da sua memória nunca se soltou aquela visão. E foi essa me­mória que lhe permitiu dedicar-se à escrita e poder ganhar vários pré­mios literários. Tudo o que aprendeu na universidade, mestrado e douto­ramento, diz, lançou-o às urtigas, por­que são as memórias que procriam.

Orlando

Vive no sossego monástico de uma margem do rio Lima, onde diz aguar­dar que se cumpra a buena dicha tra­çada por uma cigana em Salamanca: «Vivirás hasta el fin del siglo. Mira, nunca és tarde si la dicha és buena.»

OBRAS DO AUTOR (entre outras)

TEATRO:

Com duas pedras na mão - Prémio Teatro Universitário do Porto

Anô-anele - Prémio CGTP

A lenda dos Santos Viriatos - Prémio Secretaria de Estado da Cultura

A caravela que não chegou à Ilha Redonda - Prémio Baltazar Dias

Tetralogia da procriação - quatro peças

A honra inacabada do Capitão Melquíades

As noites brancas de Branca Dias - Prêmio Cidade de Aragatu

NARRATIVA:

Chamada escrita

Quando o velho Fauno sentiu o empurrão da morte - Prémio Manuel Teixeira Gomes

A solidão do Anjo

Os filhos de Lima-rio

Excelência, em Viana chove que Deus tarda

O gordo ou a manipulação do espelho - Prémio Manuel Teixeira Gomes

A mão na faca ou o homicídio na cidade plácida

POESIA:

Picolina      

Todos os dias e nenhum

O entardecer da velha puta e outros poemetos

FAMALICÃO SEGUE ROTA LITERÁRIA CAMILIANA

A Rota Literária Camiliana é um projeto turístico-cultural iniciado há cerca de dois anos com o objetivo de criar parcerias e sinergias, tendo como epicentro a Casa Museu Camilo Castelo Branco, de S. Miguel de Seide, onde o escritor viveu cerca de 30 anos e onde escreveu algumas das mais belas páginas da literatura portuguesa.

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Neste âmbito, foi já apresentada a Rota Literária Camiliana no Porto onde tem como referências a Biblioteca Municipal do Porto, a Venerável Irmandade de Nossa Senhora da Lapa (onde para além do corpo de Camilo estão guardados inúmeros objetos, manuscritos e correspondência do escritor), o Centro Português de Fotografia (antiga Cadeia da Relação onde Camilo este preso por duas vezes) e a Livraria Lello (Camilo foi o autor que mais obras forneceu para os prelos da Lello & Irmão).

Conjugar o turismo cultural com o património edificado, a arquitetura e a gastronomia é por isso, um dos principais objetivos da Rota. “Um roteiro não pode ser estático, queremos um roteiro com diversidade e com múltiplos caminhos”, afirmou o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, que marcou também presença no lançamento da ementa camiliana. Para Paulo Cunha “são inúmeras as referências gastronómicas na obra de Camilo e seria uma pena não tirarmos partido disso a nível do turismo, ainda mais pela riqueza das propostas existentes no nosso território”.

“Queremos que as pessoas venham a Famalicão visitar a Casa de Camilo, leiam as suas obras, frequentem o Centro de Estudos Camilianos, mas também que se deliciem com a nossa gastronomia” sublinhou o autarca afirmando que “a proposta do chef Renato Cunha, do Ferrugem valoriza o projeto camiliano com uma ementa pensada em torno das referências da época de camilo. É uma abordagem no século XXI daquilo que se fazia há dois séculos aqui no Minho”.

Também o diretor da Casa de Camilo, José Manuel Oliveira, salientou que “hoje em dia, não se faz turismo unicamente em torno da literatura, em torno do texto, o turismo faz-se a nível cultural, aproveitando contributos que são absolutamente extraordinários”. E adiantou “hoje não se viaja se as pessoas não experimentarem, não experienciarem e não provarem. É a experiencia da gastronomia que torna o contacto com o património mais valioso e interessante.  E se conseguimos que estas duas experiencias se combinem e se casem é excelente”.

Não restam dúvidas, portanto que “a rota camiliana só tem a ganhar com esta associação a este novo parceiro que é o Ferrugem”.

VIZELA CONTA HISTÓRIAS ÀS CRIANÇAS

Sábados na biblioteca: “As minhas incríveis férias de Verão” de David Cali

No âmbito da atividade Sábados na Biblioteca, a Câmara Municipal de Vizela, através da Biblioteca Municipal, promove, no próximo dia 6 de outubro, às 15.30h, a atividade ‘As minhas incríveis férias de Verão’, de David Cali.

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Convidamos todas as famílias a comemorar o regresso às aulas com a história: “As minhas incríveis férias de Verão” de David Cali.

No final da história a criatividade não tem limites e convidamos todos a embarcar numa aventura com um mapa do tesouro.

Esperamos por vocês! A entrada é gratuita.

Sábados na biblioteca:

Hora do conto

6 de outubro, 15h30

“As minhas incríveis férias de Verão” de David Cali

Com esta história chega-nos uma aventura de Verão cheia de peripécias e tão incrível, que chegamos a duvidar se será verdade.

Atividade gratuita para crianças e famílias.

FAMALICÃO HOMENAGEIA JOSÉ DE AZEVEDO E MENEZES

Famalicão homenageia José de Azevedo e Menezes, sábado, na sua Casa do Vinhal. Sessão fica marcada pelo lançamento do livro “Correspondência de José de Azevedo e Menezes (1878-1933): Camilo Homenageado”

“Correspondência de José de Azevedo e Menezes (1878-1933) Camilo Homenageado” é o título do livro que vai ser apresentado no próximo sábado, dia 15 de setembro, no âmbito da homenagem ao escritor e genealogista famalicense, José de Azevedo e Menezes, no 80.º aniversário da sua morte. O lançamento da obra com introdução, leitura e notas de Emília Nóvoa Faria será um dos pontos altos da sessão que inicia pelas 16h00 na imponente e histórica Casa do Vinhal, que foi a habitação do homenageado, em Vila Nova de Famalicão.

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José de Azevedo e Menezes viveu entre 1849 e 1938, tendo desempenhado um papel social, cultural e político de enorme relevância para o concelho de Famalicão. Foi Provedor do Hospital de S. João de Deus e foi presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão. Com Camilo Castelo Branco desenvolveu uma relação cordial de amizade motivada pelo tema da genealogia, uma área de interesse comum, sobretudo para Menezes. Depois da morte do romancista, José de Azevedo e Menezes presidiu à “Comissão Promotora da homenagem ao grande escritor Camilo Castelo Branco” e foi um dos maiores responsáveis pela criação do Museu de Camilo.

A cerimónia de homenagem inicia com uma sessão moderada pelo diretor da Casa de Camilo e Centro de Estudos Camilianos, José Manuel Oliveira, contando com as presenças do presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, e do representante da família, Martim Lopes de Azevedo Menezes.

A apresentação do volume I da “Correspondência de José de Azevedo e Menezes (1878-1933): Camilo Homenageado” estará a cargo do presidente da Academia das Ciências de Lisboa, Professor Doutor Artur Anselmo. O livro é o primeiro de três volumes a editar pela Húmus com o apoio da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão. As cartas transcritas neste volume e nos dois que serão dados à estampa em 2019 e 2020, integram, na sua maioria, o Fundo de José de Azevedo e Menezes depositado no Arquivo Municipal de Alberto Sampaio, entregue pela Família Menezes em 2015 ao Município de Vila Nova de Famalicão.

Este primeiro volume versa exclusivamente assuntos camilianos, subdividindo-se em duas partes: na primeira apresentam-se as cartas trocadas entre Camilo Castelo Branco e José de Azevedo e Menezes, cujos originais se encontram na Casa de Camilo, e na segunda, as cartas endereçadas ao Senhor da Casa do Vinhal por diversos remetentes, entre os quais António José de Almeida, Alberto Pimentel, António Cabral, Conde de Sabugosa, Eugénio de Castro, Joaquim de Araújo, José Malhoa, Jorge Colaço, Pinho Leal, Raul Brandão e Teixeira Lopes.

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ESCRITORA ALICE VIEIRA EMOCIONA-SE EM AMARES

60 anos depois Alice Vieira reencontrou-se com Caldelas. Escritora e jornalista emocionou-se no Parque das Termas

As recordações de uma das maiores escritoras portuguesas da atualidade foram descortinadas, 60 anos depois, num reencontro com o passado, que decorreu no Parque das Termas. Com mais de 80 títulos publicados, Alice Vieira escreveu “Águas de Verão”, uma obra inspirada em todas as aventuras vividas em Caldelas e que esteve na base do seu regresso a Amares.

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A escritora falou das suas memórias de infância em Caldelas e do seu percurso enquanto jornalista e escritora, dos prémios que recebeu, da escrita infantojuvenil e para adultos, da poesia e da sua coleção de presépios.

Durante a sua infância, Alice Vieira passava os três meses das férias de verão, no Grande Hotel da Bela Vista, em Caldelas. Vinha com os tios e com mais alguns amigos da família. “Eram pessoas muito rigorosas mas quando chegavam a Caldelas, deixavam-me livre e eu sentia-me imensamente feliz porque podia fazer coisas que em Lisboa eram impensáveis”, relembrava a escritora na sua passagem por Amares.

Aqui, a escritora começou a sua estadia com uma visita ao Mosteiro de Santo André de Rendufe e regressou ao Grande Hotel da Bela Vista, onde, com os olhos em brilho, deu uma autêntica lição de memória, localizando espaços e pessoas. O dia, de coração e alma cheia, ficou marcado, entre outras coisas, por uma visita surpresa de uma colega de liceu e faculdade, a amarense professora Ana Maria Andrade de Besteiros. Um reencontro cheio de emoções e memórias partilhadas. Alice Vieira foi brindada, ainda, com uma visita guiada e conheceu com mais detalhe as instalações da Termas de Caldelas.

No desvendar de “Águas de Verão”, sessão moderada por Maria José Machado e muito acarinhada pelo público, marcaram presença, o vice-presidente da Câmara Municipal de Amares e vereador da Cultura, Isidro Araújo, a vereadora, Cidália Abreu e o presidente da Junta da União de Freguesias de Caldelas, Sequeiros e Paranhos, José Manuel Almeida.

A tarde foi abrilhanta pela AFA Estudos Musicais.

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ESCRITORA ALICE VIEIRA VAI A AMARES

Escritora Alice Vieira está em Caldelas a 11 de Agosto

É um dos momentos do Verão. A escritora Alice Vieira vem a Caldelas, no dia 11 de Agosto, pelas 18h00, para falar da sua carreira e da sua infância em Amares.

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A completar 75 anos de vida, Alice Vieira é considerada uma das três melhores escritoras portuguesas da atualidade.

A vinda a Caldelas reveste-se de especial significado, uma vez que parte das férias de Verão da escritora, na infância, eram passadas nas termas caldelenses.

A sessão, no relvado do Parque das Termas, contará com a presença da professora Maria José Machado, atualmente a lecionar em Timor e com a participação musical da AFA-Estudos Musicais que irá sonorizar a sessão.

Recorde-se que Alice Vieira escreveu um livro «Águas de Verão» inspirado nas suas férias em Amares e nas termas.

AMARES RECEBE ESCRITORA ALICE VIEIRA

Escritora Alice Vieira está em Caldelas a 11 de Agosto

É um dos momentos do Verão. A escritora Alice Vieira vem a Caldelas, no dia 11 de Agosto, pelas 18h00, para falar da sua carreira e da sua infância em Amares.

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A completar 75 anos de vida, Alice Vieira é considerada uma das três melhores escritoras portuguesas da atualidade.

A vinda a Caldelas reveste-se de especial significado, uma vez que parte das férias de Verão da escritora, na infância, eram passadas nas termas caldelenses.

A sessão, no relvado do Parque das Termas, contará com a presença da professora Maria José Machado, atualmente a lecionar em Timor e com a participação musical da AFA-Estudos Musicais que irá sonorizar a sessão.

Recorde-se que Alice Vieira escreveu um livro «Águas de Verão» inspirado nas suas férias em Amares e nas termas.

BIBLIOTECA DE PONTE DE LIMA ORGANIZA "FÉRIAS DIVERTIDAS"

Biblioteca Municipal de Ponte de Lima dinamiza oficina criativa “Férias Divertidas” de 09 a 13 de julho

A Biblioteca Municipal vai dinamizar de 09 a 13 de julho a Oficina Férias Divertidas de Verão, direcionada para crianças dos 06 aos 12 anos, no período temporal das 14h30m às 16h30m.

Verão 18

Trata-se de uma iniciativa que promove a ocupação dos tempos livres das crianças de forma divertida e lúdica, aliando a brincadeira à aprendizagem, através de várias atividades em torno do livro e da leitura.

A participação é gratuita, mas com inscrição prévia e limitada até 12 participantes.

LITERATURA ENCANTA AS CRIANÇAS EM PONTE DE LIMA

Sessões encantadas para a pequenada com grande participação e sucesso

O Município de Ponte de Lima, através da Biblioteca Municipal, dinamizou ao longo deste ano atividades de promoção do livro e da leitura para aproximadamente 200 bebés das creches do concelho, proporcionando momentos de bem-estar, de estimulação criativa e de desenvolvimento cognitivo.

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Com o projeto “Hora Encantada para a Pequenada” promoveu-se nas creches de Fornelos, Facha, Vitorino dos Piães e na Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima várias sessões de leituras encenadas.

Em janeiro iniciou-se com a história “Não é uma caixa!” de Antoinette Portis; em abril desenvolveu-se “O monstro das cores” de Anna Llenas e em junho apresentou-se “O primeiro Livro de contar do Elmer” de David Mckee.

Todas as sessões foram enriquecidas com momentos musicais, associando-se a música às histórias, e adaptando-se narrativas tradicionais como “João e o pé de feijão” e “O sapo e a Cobra”, contribuíndo para alegrar, surpreender e suscitar a curiosidade deste tipo de público-alvo.

MONÇÃO: “O ÚLTIMO DRAGÃO” FICOU EM PRIMEIRO LUGAR NO CONCURSO ESCOLAR “SEGREDOS DO ALTO MINHO”

Turma E, do 8º ano, da professora Maria de Deus, ganhou o primeiro prémio do Concurso Escolar “Segredos do Alto Minho”, na modalidade “Criação Literária”, com o poema “O Último Dragão”. Satisfeita com o prémio, Natália Rocha felicita alunos e professores pela distinção e releva a qualidade de ensino no Agrupamento de Escolas de Monção. 

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No âmbito do Concurso Escolar “Segredos do Alto Minho”, a turma E, do 8º ano, do Agrupamento de Escolas de Monção, da professora Maria de Deus, ganhou o primeiro prémio na modalidade “Criação Literária”, com o poema narrativo "O Último Dragão". A sessão de anúncio dos vencedores e entrega dos prémios, realizou-se, na passada sexta-feira, 15 de junho, no Centro Cultural de Paredes de Coura.

Promovido pela Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho), o Concurso Escolar “Segredos do Alto Minho” teve como objetivo incentivar o espírito criativo e inovador no território do Alto Minho, através da realização de projetos de expressão artística: ilustração (pintura ou desenho), criação literária, fotografia, vídeo e multimédia.

Satisfeita com o prémio, a vereadora da Educação, Juventude e Recursos Humanos, Natália Rocha, felicita alunos e professores pela distinção e releva a qualidade de ensino no Agrupamento de Escolas de Monção. “Temos recebido vários prémios ao longo do ano letivo, o que atesta bem a qualidade e a competência do nosso ensino” acentuou. 

No total, foram rececionados 46 trabalhos, vindos de 22 estabelecimentos educativos públicos e privados do ensino básico e do ensino secundário regular e profissional. A temática do concurso incidiu sobre um segredo ou uma curiosidade de um dos concelhos do Alto Minho e/ou globalmente do território que, de alguma forma, pudesse estar relacionado com a região.

A seleção dos trabalhos vencedores foi realizada por um júri independente, constituído por elementos com reconhecido mérito ou experiência empírica nas várias formas de expressão artística. A saber: Álvaro Campelo, docente da Universidade Fernando Pessoa e vice-presidente do Centro Cultural do Alto Minho, Ricardo Rodrigues, designer e CEO da Blisq Creative, Brand Strategy Agency, e Francisco Trabulo, docente da Escola Superior de Educação.

TERRAS DE BOURO ENCERRA FEIRA DO LIVRO COM TERTÚLIA LITERÁRIA

Tertúlia literária e apresentação musical encerraram semana da Feira do Livro em Terras de Bouro

O Salão Nobre dos Paços do Concelho voltou a ficar repleto para o encerramento da Feira do Livro, acontecimento cultural e social que decorreu na sede do concelho entre os dias 1 e 7 de junho.

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A tarde foi assim preenchida com uma tertúlia literária moderada pelo jornalista Ricardo Costa e cujos intervenientes foram os escritores Jacinta Correia e João Luís Dias, seguida do momento musical final “Sentir o Livro”, apresentado pelos alunos das turmas do 5º A e 6º B do Agrupamento de Escolas, sob a coordenação da Sr.ª Prof.ª Sónia Coura.

A Vereadora do Município de Terras de Bouro, Dr.ª Ana Genoveva, agradeceu o empenho e a dedicação de todos os que participaram e colaboraram nas atividades ao longo da última semana e que contribuíram assim para o sucesso do evento.

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