Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BIBLIOTECA DE PONTE DE LIMA LEVA A LITERATURA AOS BEBÉS

Sessão da Bebéteca em Ponte de Lima com Bela e o Monstro

No próximo sábado, dia 21 de abril, às 10h30m, realiza-se na Biblioteca Municipal de Ponte de Lima mais uma sessão da Bebéteca.

04_21 de abril. 2018

Esta iniciativa vai ser dinamizada em torno da obra infantil A Bela e o Monstro, que surpreenderá os participantes com encantamento e formosura, demonstrando que a mais bela história de amor confirma que a verdadeira beleza se encontra no nosso interior

A sessão será iniciada com a animação da leitura da história “A Bela e o Monstro”, seguida de um momento musical interpretado em conjunto pelas crianças e famílias com a música “Se tu estás contente…”.

Para terminar a ação construir-se-á no atelier de expressão artística “ A Rosa Encantada”.

Inscrevam-se e venham festejar connosco o livro e a leitura no mês em que se comemora o Dia Mundial do Livro.

Para mais informações e inscrições (gratuitas e limitadas) contactem-nos através do número 258900411 ou do email biblioteca@cm-pontedelima.pt.

CASA DAS ARTES DE ARCOS DE VALDEVEZ APRESENTA O LIVRO "A MINHA FILHA INÊS" DE JAIME FERRERI



Apresentação de novo livro de Jaime Ferreri – A Minha Filha Inês

Terá lugar no próximo dia 13 de abril, sexta-feira, pelas 21h30, na Sala da Varanda da Casa das Artes /  Biblioteca Municipal Tomaz de Figueiredo em Arcos de Valdevez a apresentação do livro  "A minha filha Inês" do  reconhecido romancista, contista, cronista e poeta Jaime Ferreri.

a minha filha ines

"A minha filha Inês" é o último romance deste escritor, nascido em Bravães, Ponte da Barca, que se iniciou nas lides literárias em 1986, com a publicação da novela intitulada "Cabrito Montês", muito bem recebida pela critica e pelo público.

Seguiram-se depois os romances "Fizeram de mim soldado", publicado em 1992 e "Os homens também hibernam" em 1995.

Em 2005 publicou um livro de crónicas "Crónicas (des)alinhadas e um livro de poesia "Pecúlio".

Jaime Ferreri vive em Ponte da Barca e a par de uma dedicada carreira docente na área da informática e matemática, desenvolveu o gosto pela criação literária e pela dramaturgia, tendo ao longo dos anos encenado inúmeras peças de teatro, com particular destaque para as encenações anuais, por altura da Semana Santa, de “A Mui Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo” no mosteiro de Bravães, Ponte da Barca

Sinopse por Fátima Lobo

"A MINHA FILHA INÊS”, romance de JAIME FERRERI, 1ª edição de 2017, transporta-nos à segunda metade do século passado, ousando pisar, já resolvidos os encontros e desencontros que marcaram as diversas personagens, a primeira década deste século.

Dedicado à MULHER (como definição do coletivo feminino que o autor gera), aborda o passado recente em ditadura, a guerra colonial, a liberdade que chegava a galopes de loucura por tantos freios sonegada. Por ele perpassa a ternura e o amor que deve adoçar o poder do paternalismo que destronou a Deusa-Mãe mas que vive nesta Mátria nas formas da Mãe-Natureza e no coração de matriz céltica que muitos homens receberam por educogenia.”

BIBLIOTECA MUNICIPAL DE ESPOSENDE COM ACTIVIDADES AOS SÁBADOS

Sábados na biblioteca: ‘A que sabe a lua?’, de Michael Grejniec

No âmbito da atividade Sábados na Biblioteca, a Câmara Municipal de Vizela, através da Biblioteca Municipal, promove, no próximo dia 7 de abril, às 15.30h, a atividade ‘A que sabe a lua?’, de Michael Grejniec.

A que sabe a lua

De lembrar que a Biblioteca Municipal está aberta todos os sábados, sendo que no primeiro sábado de cada mês realiza-se a atividade Sábados na Biblioteca (Hora do conto + oficina), das 15h30 às 17h00.

Sábados na biblioteca:

Hora do conto + YOGA

7 de abril, 15h30

‘A que sabe a lua?’, de Michael Grejniec

Há já muito tempo que os animais desejavam averiguar a que sabia a Lua. Seria doce ou salgada?

Só queriam provar um pedacito. À noite, olhavam ansiosos para o céu. Esticavam-se e estendiam os pescoços, as pernas e os braços, tentando alcançá-la…

Atividade gratuita para crianças e famílias.

Galeria Sábados na biblioteca:

https://www.facebook.com/media/set/?set=a.337648579591398.79509.256857874337136&type=3

ARCOS DE VALDEVEZ PROMOVE SEMANA CONCELHIA DE LEITURA

“Paisagens Literárias” são o mote da Semana Concelhia da Leitura. Arcuense António Cacho é o homenageado desta edição

Teve início esta segunda-feira, 19 de março a nona edição da Semana Concelhia da Leitura, desta vez subordinada ao tema " Paisagens Literárias". A Semana volta a apresentar inúmeras atividades programadas pelas bibliotecas da Autarquia, do Agrupamento e da Epralima, tendo sempre como objetivo principal a promoção de leitura e a aproximação da comunidade escolar ao público não escolar, estando este ano mais enriquecida com a homenagem que faz ao poeta arcuense, António Cacho.

António Afonso Gonçalves Cacho, que habitualmente usa o nome abreviado de António - Cacho, nasceu na cidade de Belém do Estado de Pará, Brasil, a 27 de Fevereiro de 1927. Reside na vila de Arcos - de Valdevez e é licenciado em Direito pela - Universidade de Coimbra, tendo exercido - advocacia durante cinquenta e um anos. Reformado, anterior mente foi Magistrado do Ministério Público nas comarcas de Arcos de Valdevez e Tavira. - Também lecionou, durante nove anos, como - professor do ensino secundário particular em Arcos de Valdevez. Prestou serviço militar como miliciano, ficando com o posto de tenente de infantaria. Começou a publicar a sua poesia em 1989, contando atualmente - com inúmeros admira dores, não só na região, como pelo país fora. A sua obra conta já com 11 publicações.

Na sessão de abertura, ocorrida na Casa das Artes, os alunos das escolas realizaram diversas performances, desde teatros, a leitura de poemas, a momentos musicais e de dança e deliciaram os muitos presentes que encheram completamente o auditório.

António Cacho foi a figura central da noite, tendo a sua obra sido referenciada por diversas vezes. Foi com agrado e felicidade que o autor agradeceu a homenagem feita, pois conforme afirmou é “muito bom ser reconhecido e palmeado desta forma”.

Na sessão de abertura o Presidente da Câmara Municipal, João Esteves, relevou a importância da realização deste evento para comunidade escolar em particular e o público em geral, mostrando-se esperançado de que tudo o que for feito durante esta iniciativa dedicada aos livros perdure no tempo.

Em ano de celebração do Património Cultural e considerando a riqueza do nosso património natural, construído e histórico, o autarca considera também que a temática Paisagens Literárias foi uma boa escolha.

O autarca enalteceu ainda a obra de António Cacho, e porque para si a melhor forma de homenagear um autor é lendo-o, terminou a sua intervenção lendo um poema do autor que se debruça em Arcos de Valdevez.

À semelhança das edições anteriores,   vão ser levados a cabo encontros com escritores, contadores de histórias, ilustradores, realizadas sessões de leitura em voz alta, recitais e poesia, exposições, oficinas de expressão, workshops, laboratórios abertos e oficinas, jogos, teatro, cinema e exposições, bem como o já consolidado Concurso de Leitura Quintos Leitores.

Obra literária do Autor homenageado:

Estes Frutos (1989)

Ao Pé do Rio (1992)

Amor-Poente (1996)

Barco sem Cais (2000)

Canto Final (2003)

Arco-da-Velha (2009)

Cartilha do Vento (2011)

Vivências Cívicas (2012)

Vozes da Memória (2014)

Tercetos Líricos (2016)

Roda do Tempo (2017)

CABECEIRAS DE BASTO MOSTRA-SE NO PORTO – CONCURSO LITERÁRIO NACIONAL E PROGRAMA ‘MOSTEIRO DE EMOÇÕES’ APRESENTADOS NA LIVRARIA LELLO

A 12.ª edição do Concurso Literário Nacional - Conto Infantil de Cabeceiras de Basto foi apresentada ao público no passado sábado, dia 17 de março, nos Armazéns do Castelo/Livraria Lello, no Porto, iniciativa que integra o vasto programa cultural ‘Mosteiro de Emoções’. O evento contou com a presença das Mulheres de Bucos que mostraram a sua atividade, ao vivo, em torno da lã, bem e com a atuação do Quarteto Orpheu. Estiveram também presentes vereadores, presidentes de Junta de Freguesia e demais autarcas, outros convidados e público em geral.

image005

O presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves salientou, na sua intervenção, que “nos municípios, quotidianamente, assumimos três objetivos: garantir nos nossos territórios um ambiente saudável e sustentado, elemento base de qualidade de vida, que vai para além da plantação de árvores: - a qualidade da água que consumimos ou do ar que respiramos, são objetivos que exigem sólidos investimentos; assegurar a continuidade humana e, por isso, procuramos as melhores estratégias para que as nossas populações possam viver, crescer e fixar-se na nossa terra, garantindo a continuidade das comunidades e o desenvolvimento do território; e criar condições para que as ideias, os conhecimentos, os sentimentos, as emoções, as crenças e os valores possam ser livremente expressos e partilhados”.

É neste último objetivo que se enquadra o XII Concurso Literário Nacional – Conto Infantil de Cabeceiras de Basto que a Câmara Municipal lançou. “Queremos contribuir, à nossa medida e dimensão, para que de forma escrita e em género de conto se exprimam ideias, conhecimentos, sentimentos, emoções, crenças e valores”, explicou o autarca, sublinhando: “queremos que tenham como objetivo a infância, sendo certo, que escrever para crianças exige inteligência e mais sensibilidade, que porventura escrever para adultos”. E acrescentou: “queremos, num tempo que é mais propício a consumidores que a criadores, desafiar a veia criativa de cada um e lembrar que no coração das Terras de Basto está um Mosteiro de Emoções que sonhamos ver como património cultural da humanidade, porque tem história de muitas gentes e de variadas formas culturais e patrimoniais”.

O edil terminou a sua alocução agradecendo à Livraria Lello a oportunidade que deu à Câmara Municipal de poder apresentar nas suas instalações este Concurso Literário e o programa ‘Mosteiro de Emoções’. Coube à vereadora da Cultura, Dra. Carla Lousada, fazer o lançamento do XII Concurso Literário Nacional - Conto Infantil de Cabeceiras de Basto.

Destacando os objetivos deste concurso e as normas de participação, fazendo referência ao êxito das edições anteriores que já proporcionaram a publicação de duas coletâneas com os contos vencedores.

A vereadora da Cultura fez, ainda, um convite público à participação de todos aqueles que gostam da escrita e particularmente de contos para a infância, que não tenham ainda qualquer obra publicada, condição esta necessária à participação neste concurso.

Seguiu-se a apresentação de todo o programa cultural ‘Mosteiro de Emoções’, a cargo de João Abreu, programa que contém 23 atividades relacionadas com múltiplas manifestações artísticas, de exaltação do património mas, também, da tradição e da história. Trata-se de um vasto e rico programa cultural e de animação artística que pretendemos que dinamize o Município de Cabeceiras de Basto, colocando em evidência este bem de caráter excecional, imponente exemplar barroco, atraindo novos forasteiros. Um programa cultural diversificado dirigido a vários públicos que se desenvolve em três eixos: Cultura/Artes Performativas; Gastronomia/Sabores; e Saúde e Bem-Estar até julho de 2019.

Programa 2018

Maio

.Ciclo Formativo  - Realização de workshop d Marketing do património edificado

.Lançamento do Concurso Literário Nacional  - Conto Infantil de Cabeceiras de Basto

Junho

  1. Concertos Rápidos, Quarteto Orpheu

28 e 29. Cheira bem, cheira a Cabeceiras de Basto: Festival Aromático com provas de aromas e sabores (Mercadinho do chá  e Mercadinho dos Aromas, Sabores e Fragâncias. Workshop de Aromas e Sabores)

. Lançamento da Campanha Dá lã um abraço ao Mosteiro, ‘1 cabeceirense x 1 cachecol’

Julho

. Ciclo Formativo. Workshop Marketing Territorial Turístico

7 e 20. Sunset …GOSTO 

Agosto

  1. Concertos Rápidos

5, 11 e 18. Danças Claustrais

12 e 17. Sunset A…Gosto

Setembro

.Criação da Sebenta do Património

  1. Danças Claustrais

Outubro

. Ciclo Formativo

. Doce Cabeceirense

  1. Ceia Beneditina Improvável

Novembro

. Apresentação dos vencedores do Concurso Literário Nacional  - Conto Infantil de Cabeceiras de Basto

Dezembro

. Criação da Sebenta do Património

. Bienal Internacional da Flauta Transfersal

Janeiro

. Concurso de ilustração infantil: realização de um workshop de ilustração infantil para os professores

fevereiro

. Ciclo formativo: realização de workshop de marketing de experiências e sensações

. Concertos rápidos: realização do concerto

. A noite das mil e uma histórias: realização de workshop em storytelling

Março

. Mesa de cabeceiras: apresentação genérica da iniciativa na casa do pão; realização de evento de degustação 1

. Residência artística: realização de uma residência artística

. A noite das mil e uma histórias: realização da noite das mil e uma histórias; a primeira maratona de histórias contadas

. Residência artística: realização de uma residência artística e criação e uma obra coletiva itinerante.

Abril

. Mesa de cabeceiras: realização de evento de degustação2; realização de evento de degustação3

Maio

. Ciclo formativo: realização de workshop dos museus e artes criativas contemporâneas

. Concurso de ilustração infantil: sessão de apresentação dos vencedores do concurso/entrega de prémios

. Doce cabeceirense: mostra, avaliação e atribuição de prémios

. De licor e salteado: mostra de sabores beneditinos: realização da mostra de sabores beneditinos; realização de um brunch conventual com figuras públicas

. Encontro de viajantes holísticos: o mosteiro integrado no programa, como espaço de lazer, bem-estar: realização do momento 1: holibasto; realização do momento 2: roteiro holístico

Junho

. Encontro internacional ora et labora: realização do congresso internacional; encontro plenário e comunicações

. Concurso de ilustração infantil: realização de uma exposição coletiva na biblioteca municipal

. Festival ibérico de canto gregoriano: realização do encontro/concerto de coros da península ibérica

. Sons do silêncio – a música e o barroco: realização do concerto, pela orquestra barroca da esmae; realização do curso livre, sobre: música barroca; a arte e arquitetura barroca, com especial foco no mosteiro

. Exposições temáticas: realização de 2 exposições temáticas em cabeceiras de basto

. Dá lã um abraço ao mosteiro: realização do grande abraço ao mosteiro

. Concurso de ilustração infantil: realização de uma exposição coletiva na biblioteca municipal

Julho

. Exposições temáticas: realização de 1 exposição temática no porto; realização de 2 conferências em cabeceiras de basto

image004

JORNALISTA ANTÓNIO OLIVEIRA APRESENTA ROMANCE EM GUIMARÃES

SESSÃO NO PALACETE DA PRAÇA DE S. TIAGO

Romance sobre idosos apresentado em Guimarães esta quarta-feira, 21 de março

Livro do jornalista António M. Oliveira aborda a solidão e as relações entre idosos. Divisão de Ação Social da Câmara de Guimarães promove apresentação de “Logo à noite, no Jerónimo!”, uma edição da “Seda Publicações”.

Antonio_M_Oliveira

O Palacete da Praça de S. Tiago, no Centro Histórico de Guimarães, é o local da apresentação do romance “Logo à noite, no Jerónimo!”, um livro da autoria de António M. Oliveira, um reconhecido nome do jornalismo português, em especial da RTP, que vai apresentar a sua mais recente obra literária em Guimarães. A sessão pública decorre esta quarta-feira, 21 de março, às 18 horas, com a apresentação a cargo de Isabel Fernandes, Diretora do Paço dos Duques de Bragança, Castelo e Museu de Alberto Sampaio.

Licenciado em Jornalismo e Mestre em Ciências da Comunicação, António M. Oliveira nasceu a 29 de dezembro de 1941, na cidade da Guarda, e está atualmente reformado. Durante 21 anos, foi professor do Ensino Superior na área de Ciências da Comunicação no ISLA e na Escola Superior de Jornalismo, onde foi Diretor Pedagógico em 2000 e 2001. Enquanto profissional dos quadros da RTP, foi distinguido com o 1º Prémio da Mostra Atlântica de Televisão/92, com o realizador Adriano Nazareth Jr.

“O que resta de Deus - uma estória de desencantos”, “Nove contos menos, mais um”, “Pedra d'Água” e “Nunca mais tenho flores à sexta-feira!” foram os primeiros quatro livros escritos por António M. Oliveira, que classifica o seu último trabalho como “uma estória de estórias de solidão”. “Um pequeno grupo de pessoas que a vida juntou numa aldeia não muito longe da capital, onde a vida corre devagar e ainda há tempo para tudo, até para saudar a vizinhança”, diz, com o humor que o define.

“Uma obra fascinante! O seu estilo, a sua escrita, a sua flutuação, as suas personagens, a sua envolvência tornam-na irrecusável, destacando-a como algo de muito comunicativo na nossa ficção atual”, considera, por sua vez, Fernando Dacosta, conhecido jornalista e escritor português.

HORA DO CONTO JUNTA FAMÍLIAS NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE ESPOSENDE

Biblioteca Municipal de Esposende promove Hora do Conto para famílias

No âmbito do projeto Leitura em Família, a Biblioteca Municipal Manuel de Boaventura, de Esposende, promoveu, no dia 11 de março, mais uma sessão da Hora do Conto.

20180311_160853

A iniciativa, que decorreu nas instalações da Biblioteca e registou lotação esgotada, esteve a cargo d’ O Som do Algodão. A magia e a fantasia estiveram sempre presentes numa sessão que envolveu os participantes em torno de pequenos enredos das criaturas que habitam o imaginário dos mais pequenos, como os dragões, feiticeiras e bruxas.

Na era do digital, da globalização, adultos, jovens e crianças vivem cada vez mais isolados pela tecnologia pelo que a leitura partilhada, de preferência com a família ou amigos, em casa, na escola ou na biblioteca, tem um papel determinante na criação de laços familiares e na socialização com espaços culturais. É neste contexto que surge, em 2015, o projeto Leitura em Família, que tem vindo a crescer e a ganhar cada vez mais público. Tem como principais objetivos promover a leitura em família, contribuir para o fortalecimento de hábitos de leitura, trocar experiências que apoiem o desenvolvimento da criatividade e da fantasia e contribuir para fortalecer os laços familiares.

As sessões para famílias acontecem sempre ao domingo à tarde, e a participação é livre, carecendo de marcação prévia, através do e-mail biblioteca.municipal@cm-esposende.pt ou do telefone 253 960 181.

20180311_165152

FAFE REALIZA JORNADAS LITERÁRIAS

Poesia Homónima de Júlio Resende e Júlio Vaz Machado

As 9ªs Jornadas Literárias de Fafe tiveram, na noite de ontem, um dos seus momentos maiores com a presença de Júlio Resende e Júlio Vaz Machado no Teatro Cinema de Fafe, para um momento muito especial, com a declamação de poemas de Eugénio de Andrade e Gonçalo M. Tavares.

DSA_0815A

O (des)Concerto explorou dois olhares distintos sobre a Poesia e Música que inspiram o pianista e o psiquiatra e que mereceram elogios do público. 

A noite de ontem revelou uma surpresa muito especial com a actuação de Catarina Miranda, que cantou o tema, composto por Júlio Resende, “Para Sorrir eu Não Preciso de Nada”, que arrecadou o segundo lugar na Final do Festival da Canção, no passado Domingo.

Uma noite especial que marcou nesta 9ª edição das Jornadas Literárias de Fafe.

DSA_0816A

ND5_3032A

ND5_3071A

ND5_3081A

ND5_3093A

ND5_3143A

ND5_3165A

ND5_3174A

FAFE ORGANIZA JORNADAS LITERÁRIAS

'Ler o Mundo, Unir Comunidades’ dá mote para as 9.as Jornadas Literárias em Fafe. Esperadas mais de 800 crianças no espetáculo de abertura

Durante a próxima semana, de 5 a 9 de Março, realizam-se as 9.as Jornadas Literárias de Fafe, subordinadas ao tema genérico “Ler o Mundo, Unir Comunidades’.

A iniciativa, que mobiliza anualmente os alunos de todos os agrupamentos de escolas do concelho, conta com diversas atividades, distribuídas pelos cinco dias de duração, que privilegiam a leitura, a escrita, o teatro, a música, a animação.

grande espectáculo de abertura das 9.as Jornadas Literárias de Fafe, sob o lema “O Sonho” , realiza-se, na manhã de segunda-feira (10h00), na Praça 25 de Abril, caso as condições meteorológicas o permitam, ou no Pavilhão Multiusos, estando confirmada a presença de mais de cerca de 800 crianças dos estabelecimentos de educação pré-escolar do concelho.

VIZELA APRESENTA "O CUQUEDO"

Sábados na biblioteca: ‘O Cuquedo e um amor que mete medo’, de Clara Cunha

No âmbito da atividade Sábados na Biblioteca, a Câmara Municipal de Vizela, através da Biblioteca Municipal, promove, no próximo dia 3 de fevereiro, às 15.30h, a atividade ‘O Cuquedo e um amor que mete medo’, de Clara Cunha.

Cuquedo

De lembrar que a Biblioteca Municipal está aberta todos os sábados, sendo que no primeiro sábado de cada mês realiza-se a atividade Sábados na Biblioteca (Hora do conto + oficina), das 15h30 às 17h00.

Sábados na biblioteca:

Hora do conto + Oficina de expressão plástica

3 de fevereiro, 15h30

‘O Cuquedo e um amor que mete medo’, de Clara Cunha

Alto lá! O Cuquedo está de volta e ... procura uma companheira para assustar e namorar. BUUUU!

Será que encontra?

Aparece na biblioteca e contamos-te tudo, tudinho.

No final da história vamos construir um Cuquedo pompom.

Atividade gratuita para crianças e famílias.

Galeria Sábados na biblioteca:

https://www.facebook.com/media/set/?set=a.337648579591398.79509.256857874337136&type=3

ENCONTRO COM O ESCRITOR TIAGO SALAZAR EM MONÇÃO

Dia 9, sexta-feira, pelas 21h30, Biblioteca Municipal de Monção

Tiago Salazar nasceu em Lisboa em 1972. Formou-se em Relações Internacionais e estudou guionismo e Dramaturgia em Londres. Trabalha como jornalista desde 1991, tendo publicado, entre outros títulos, no Diário de Notícias, Grande Reportagem, Vogue e Revista Egoísta.

Estreou-se com “viagens sentimentais”, em 2007, tendo publicado o seu último romance “A escada de Istambul”, e, 2016. Foi ainda autor e apresentador do programa de viagens “Endereço desconhecido”, da RTP 2.

Escritor 02

VIAJAR PELO PORTO E PELO DOURO À BOLEIA DE CAMILO

Livro de Gaspar Martins Pereira aborda a relação do escritor, a sua vida e a sua obra com a cidade portuense

Foi a partir dos olhos de Camilo Castelo Branco que Gaspar Martins Pereira procurou entender o Porto e o Douro da segunda metade do século XIX. A relação umbilical entre o romancista português e a cidade invicta serviu de inspiração para o mais recente livro do docente da Universidade do Porto, “Camilo, o Porto e o Douro”, editado recentemente pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, através da Casa de Camilo.  

image56126

“Não se trata de captar as paisagens literárias, nem tão pouco de um roteiro. Esta obra é uma forma de partilhar as minhas leituras de Camilo e, sobretudo, mais um contributo para o manter vivo”, explicou o autor na apresentação pública do livro que decorreu na passada quinta-feira, no auditório do Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto, numa sessão que contou com a presença do vereador da Cultura da autarquia famalicense, Leonel Rocha, do diretor da Casa de Camilo, José Manuel Oliveira e do Presidente do Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto, Manuel de Novaes Cabral.

image56129

O livro, que integra a coleção dos Estudos Camilianos, aborda a relação do escritor, a sua vida e a sua obra com a cidade portuense. “Na sua obra, Camilo dá-nos um conjunto imenso de anotações sobre as pessoas com quem vai lidando, anotações sobre perfis humanos e sociais. O seu interesse pela paisagem humana é um dos aspetos mais interessantes da sua obra e foi isso que procurei captar através deste livro”, acrescentou Gaspar Martins Pereira.

Para o responsável pelo pelouro da Cultura da Câmara Municipal, Leonel Rocha, o lançamento deste livro é mais uma oportunidade para homenagear “este grande vulto” da literatura portuguesa que, conforme realçou, não se confina a Vila Nova de Famalicão.

“Falar de Camilo sem esta ligação ao Porto não é possível. Camilo tem uma relação muito forte com esta cidade e nós queremos aproveitar ao máximo esta ligação, reforçando a importância da Rota Camiliana para que Camilo possa ser mais divulgado, conhecido e lido”,disse o vereador.

O prefácio da obra é assinado pelo diretor da Casa de Camilo que salienta que “o prestigiado historiador da Faculdade de Letras da Universidade do Porto oferece-nos neste livro a sua perspetiva histórica sobre o tríptico ficcional – gente, rio e vinhos – de um dos mais renomeados filhos adotivos da cidade do Porto, que por força da matéria vertida nos seus textos e pela biografia enriquecida de episódios que decorreram no Minho e em Trás-os-Montes, o é também do norte português, incluindo o rio Douro e o território da sua margem esquerda, de Barca de Alva ao Cabedelo”.

Gaspar Martins Pereira é professor catedrático do Departamento de História e de Estudos Políticos e Internacionais da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, tendo sido co-fundador e coordenador científico do GEHVID - Grupo de Estudos de História da Viticultura Duriense e do Vinho do Porto (1994-2001).

image56132

FAMALICÃO CONVIDA A NOITES DE INSÓNIA COM CAMILO CASTELO BRANCO

Comunidade de Leitores reúne-se uma vez por mês na Casa de Camilo para conversar sobre livros e textos do romancista

Pouco passa das 21h30, no Centro de Estudos Camilianos, mesmo em frente à Casa-Museu de Camilo Castelo Branco, em S. Miguel de Seide, as luzes mantém-se acesas e aos poucos vão chegando os participantes para mais uma Noite de Insónia. É uma noite de janeiro, lá fora chove e faz bastante frio, mas não há desistências, os leitores estão cá todos!

DSC_4750

Desde 2009, que a Casa de Camilo acolhe a comunidade de leitores, Noites de Insónia, um grupo de pessoas que se reúnem periodicamente, para conversar sobre livros e textos de Camilo Castelo Branco, cuja leitura é proposta pelos dinamizadores João Paulo Braga e Sérgio de Sousa, dois camilianistas que têm vindo a colaborar com a Casa de Camilo e que têm diversos textos publicados sobre o romancista de Seide.

A entrada é livre e gratuita e pode acontecer a qualquer altura da iniciativa. “A cada edição os participantes vão-se renovando, mas há um núcleo duro que se mantém, e temos sempre entre 15 a 20 pessoas o que é o ideal para a iniciativa”, conforme explica o professor de Literatura Portuguesa da Universidade do Minho, Sérgio Sousa.

Os textos são disponibilizados pelo Centro de Estudos Camilianos e depois da experiência da leitura individual de cada participante, faz-se uma breve contextualização da obra e num clima espontâneo, de convívio e boa disposição partilham-se opiniões, reflete-se sobre o tema e o autor e sempre surgem novas interpretações e ideias.

Desta vez, o texto proposto foi o conto “Beatriz de Vilalva” (Noites de Insónia, 1874) que é um dos muitos textos de Camilo Castelo Branco em que o autor assenta a efabulação da narrativa em bases factuais, que transforma com a sua imaginação romântica.

“As obras de Camilo têm uma abordagem muito visual, o que cativa e prende os leitores, além disso, ao relatar histórias de base factual e de grande ligação à região, identificando as personagens o autor cria um vínculo muito forte com os leitores, até porque o Portugal Camiliano é ainda o Portugal de hoje. Camilo continua atual”, salienta Sérgio Sousa.

Para João Paulo Braga, professor e investigador do Centro de Estudos Filosóficos e Humanísticos, da Universidade Católica Portuguesa, “Camilo está habituado a captar a curiosidade dos leitores, a motivá-los e a despertar emoções e as pessoas apreciam as suas obras”.

De resto, os textos camilianos selecionados para esta comunidade de leitores seguem diversos critérios como explicam os dinamizadores. “São textos curtos, menos conhecidos do grande público e com uma ligação mais ou menos direta à região”, indo de encontro ao público-alvo.

“Temos um grupo muito heterogéneo de participantes, com destaque para os professores, mas também pessoas ligadas à informática, empresários, um engenheiro, um médico, e de outras áreas o que é uma mais-valia para a troca de experiências e opiniões”, adianta ainda João Paulo Braga.

Para o diretor da Casa de Camilo, José Manuel Oliveira, “as “Noites de Insónia” têm como finalidade a descoberta de formas diferentes de aproximação aos textos camilianos, através da discussão em grupo de determinadas obras e textos. Do gosto pela leitura e da conversa sobre o que se lê, da troca de opiniões, de pontos de vista, de associações, procuraremos criar cumplicidades e desenvolver o gosto por uma leitura mais ativa e partilhada da obra do romancista de Seide.”

“Mais importante do que falar de Camilo é proporcionar que os textos falem por si” acrescenta João Paulo Braga.

Refira-se que “Noites de Insónia, oferecidas a quem não pode dormir”, trata-se de uma coleção de doze volumes, em que Camilo Castelo Branco apresenta pequenos textos sobre variadas temáticas e que, segundo o próprio, foram inspirados nas suas muitas noites de insónia.

DSC_4760

Próximas edições de Noites de Insónia:

Técnicos responsáveis: João Paulo Braga e Sérgio Guimarães de Sousa

Público-alvo: maiores de 16 anos (grupo até 30 pessoas)

Duração: 1h00

Calendarização: 1 vez por mês.

Local: Casa de Camilo – Museu

Inscrições: a decorrer

Início: 10 janeiro 2018

10 de janeiro - “Beatriz de Vilalva” (Sérgio Sousa)

7 de fevereiro - “Há vinte anos!” (João Paulo Braga)

7 de março - “Uma viscondessa que não era” (Sérgio Sousa)

4 de abril - “Uma praga rogada nas escadas da forca” (João Paulo Braga)

18 de maio - “Maria Moisés” (Sérgio Sousa)

6 de junho - “Morrer por capricho” (João Paulo Braga)

4 de julho - “O cego de Landim” (Sérgio Sousa)

5 de setembro - “A morgada de Romariz” (João Paulo Braga)

3 de outubro - “A caveira” (Sérgio Sousa)

7 de novembro - “Voltareis, ó Cristo?” (João Paulo Braga)

DSC_4796

ESCRITOR ALFREDO DE SOUSA TOMAZ APRESENTA EM OURÉM O LIVRO “O HOMEM QUE NÃO TINHA UMA FAZENDA EM ÁFRICA

O escritor reside em Ponte da Barca onde recentemente apresentou a sua obra na Casa da Cultura
Data: 22 de Abril. Hora: 14h30
“O homem que não tinha uma fazenda em África”, da autoria de Alfredo de Sousa Tomaz, vai ser apresentado no dia 22 de Abril, às 14h30. É o dia dedicado aos "Poetas Oureenses", integrado na "Festa do Livro de Ourém 2018" que decorre de 18 a 25 de Abril.

24993389_1663340920391801_3233345369951514855_n
Com prefácio de Ricardo de Saavedra, conceituado jornalista e escritor, a obra compila uma série de histórias vividas pelo autor, desde que partiu para Angola ainda criança até ao momento em que teve de a deixar compulsivamente 25 anos depois.
Mais de quatro anos depois de se ter lançado nesta "aventura", Alfredo de Sousa Tomaz vê agora o nascer deste "filho", impulsionado, segundo o autor, pela publicação na revista Notícias Magazine, suplemento do Jornal de Notícias e Diário de Notícias, em 2010, de algumas das suas histórias de África: "como tinha muitas mais histórias para contar, decidi reuni-las em livro."
O autor refere, ainda, o orgulho em poder apresentar a obra em Ponte da Barca pois "embora não tendo nascido em Ponte da Barca, nem tampouco no Minho, escolhi para viver esta terra que me adoptou.”
Tal como Ricardo de Saavedra descreve no prefácio é este "livro sereno, perpassado por vezes de um subtil humor, que constitui uma achega preciosa à história que no terreno e dia a dia se viveu e ninguém teve ainda coragem para escrever.”
Alfredo Tomaz nasceu na Cova da Iria, Fátima, concelho de Vila Nova de Ourém, a 29 de Julho de 1942. Sexto filho de uma família numerosa e modesta, seu pai, para dar melhores condições de vida aos seus, partiu para Angola no início da década de 50 com os seus irmãos mais velhos, tendo-se-lhes juntado pouco depois o resto da família. Em Outubro de 1961 regressou a Portugal para cumprir o serviço militar na Força Aérea, onde permaneceu até Janeiro de 1965. Pouco depois de regressar a Luanda conheceu Maria de Fátima, com quem veio a casar em Dezembro de 1967. Dessa união nasceram dois filhos.
Em Luanda a sua atividade profissional esteve quase sempre ligada às viagens e turismo, tendo trabalhado na Companhia Nacional de Navegação e numa agência de viagens.
Em 1976, depois de um quarto de século de aventuras, venturas e desventuras, o autor regressou definitivamente a Portugal com a família, tendo-se fixado em Matosinhos, onde exerceu a sua atividade comercial até 2007. Atingida a idade da reforma, foi viver com a esposa para Ponte da Barca, Alto Minho, onde permanecem até hoje, assumindo orgulhosamente a condição de “minhotos adotivos”. Esta obra, não sendo exatamente uma autobiografia, é, contudo, baseada no percurso de vida do autor por terras de África.

22491669_1608428945882999_5215796107773029724_n

ALFREDO CAMPOS MATOS APRESENTA EM PONTE DE LIMA UMA BIOGRAFIA DE EÇA DE QUEIROZ

Município de Ponte de Lima apresenta novo livro de A. Campos Matos

O Município de Ponte de Lima promove o lançamento do novo livro Eça de Queiroz – Uma Biografia, da autoria de Alfredo Campos Matos, que terá lugar no próximo dia 03 de fevereiro 2018, às 15h00, na Biblioteca Municipal de Ponte de Lima. A apresentação desta obra estará a cargo de José Cândido de Oliveira Martins.

Print

Marque presença na apresentação deste livro e conheça a mais recente produção literária deste notável especialista em Eça de Queiroz.

Sobre o autor:

Campos Matos é autor de uma vasta obra de investigação e divulgação acerca da vida e obra de Eça de Queiroz, com mais de trinta títulos publicados, tendo iniciado esta atividade em 1976, com uma obra inovadora: Imagens do Portugal Queiroziano. Pela sua importância há que destacar a colaboração e organização do Dicionário de Eça de Queiroz (1988), com uma segunda edição em 1993, um Suplemento em 2000, e uma 3ª edição num só volume, na INCM, em 2015. Em 2007 publicou a Fotobiografia de Eça. Em 2008 sairia a Correspondência em dois volumes do escritor e em 2009 um ensaio, Eça de Queiroz – Ramalho Ortigão, com uma nova visão das relações entre os dois escritores. De destacar é ainda um título muito especial: Diário Intimo de Carlos da Maia (1890-1930), publicado em 2014. Tem no prelo uma obra acerca da arquitetura contemporânea e da sua própria arquitetura e prepara um ensaio acerca de Manuel Teixeira Gomes.

VIZELA APRESENTA LITERATURA JUVENIL

Sábados na biblioteca: ‘O fulano do F’, de Luísa Ducla Soares

No âmbito da atividade Sábados na Biblioteca, a Câmara Municipal de Vizela, através da Biblioteca Municipal, promove, no próximo dia 6 de janeiro, às 15.30h, a atividade ‘O fulano do F’, de Luísa Ducla Soares.

Fulano do F

De lembrar que a Biblioteca Municipal está aberta todos os sábados, sendo que no primeiro sábado de cada mês realiza-se a atividade Sábados na Biblioteca (Hora do conto + oficina), das 15h30 às 17h00.

Sábados na biblioteca:

Hora do conto + Oficina de escrita criativa

6 de janeiro, 15h30

‘O fulano do F’, de Luísa Ducla Soares

Fernando Freitas Fonseca era um rapaz com a mania dos efes. Morava em Faro. Só jogava futebol. Só cantava fado. Só tocava flauta....

Será que o Fernando consegue levar a sua mania até ao fim?

Aparece na biblioteca e contamos-te o resto da história.

Atividade gratuita para crianças e famílias.

Galeria Sábados na biblioteca:

https://www.facebook.com/media/set/?set=a.337648579591398.79509.256857874337136&type=3

ADELAIDE GRAÇA APRESENTA LIVRO EM CERVEIRA DIRIGIDO AO PÚBLICO INFANTO-JUVENIL

“Saramela Pintas”: Novo livro de Adelaide Graça apresentado em Cerveira

A Biblioteca Municipal de Vila Nova de Cerveiraacolhe, este sábado, a partir das 11h00, a apresentação do mais recente livro da cerveirense Adelaide Graça. Dirigido ao público infantojuvenil, “Saramela Pintas” traz uma mão cheia de aventuras a descobrir em cada página.

cartaz Adelaide Graça

Adelaide Graça, natural de Vila Nova de Cerveira, além de colaborar com várias revistas e jornais, tem um vasto currículo como escritora em diferentes categorias. Na Poesia já publicou “Limites da Razão” (1998), “Quando Tudo Parece Parar” (2000), “O Vão da Ausência” (2002) e “Sem Chaves Nem Segredos” (2005), na Prosa Poética escreveu “Do Tempo do Quando” (2007) e “Onde os Pés Escreveram as Pegadas do Encontro” (2011). Mais recentemente tem apostado na Literatura Infantil com “A Festa do Brincar” (2011) e “Queres Entrar no Carrocel?” (2014).

E é neste último registo direcionado para o público infantojuvenil, entre os 6 e 10 anos, que apresenta “Saramela Pintas”, com ilustrações da Célia Rebelo da Silva, e publicado pelas Edições Fénix. Ao longo de 48 páginas, Adelaide Graça conta seis histórias, a saber: “Saramela Pintas”, “O Dia da Carta e do Trepa-Trepa”, “As Árvores também Falam”, “O Meritíssimo Espião”, “Surpresas!” e “O Mocho que Voa no Mar”. No final, o livro tem algumas atividades para as crianças preencherem!

Apresentação em Vila Nova de Cerveira decorre este sábado, pelas 11h00, na Biblioteca Municipal, integrada na Hora do Conto. No final esta prevista uma sessão de autógrafos com a escritora.

PEDRO CHAGAS FREITAS APRESENTA “A REPARTIÇÃO” EM BARCELOS

Dia 14 de dezembro, às 21h30, na Biblioteca Municipal

O escritor Pedro Chagas Freitas apresenta o seu último livro, intitulado “A Repartição”, na próxima quinta-feira, dia 14 de dezembro, às 21h30, na Biblioteca Municipal de Barcelos.

ApresentaçãoWEB_flyer

“A Repartição”, um romance envolto numa sátira dos tempos modernos, carregada de ironia e emoção, retrata a história de um homem que é chamado para uma inspeção numa sombria Repartição de Finanças. É lá que se vai iniciar uma viagem sem retorno pelos mais obscuros segredos, pelos mais íntimos medos, pelos mais imorais desejos.

Como toda a obra de Chagas Freitas, parece teatro do absurdo. Mas a falta de lógica aqui não denuncia o absurdo da vida. Denuncia apenas a incapacidade de Chagas Freitas para ser mais do que um brinca na areia.

Pedro Chagas Freitas nasceu em 1979, em Azurém, Guimarães, e formou-se em Linguística na Universidade Nova de Lisboa, entre 1998 e 2002.

A vida profissional começou, em 1997, quando foi convidado para chefe de redação da revista vimaranense “Estádio D. Afonso Henriques”. Em 2001, começou a escrever para o jornal “A Bola” e, em 2003, também para o jornal “Desportivo de Guimarães”.

Durante o ano de 2004, foi contratado pelo grupo editorial “Impala”, onde esteve como redator de livros genéricos. Em 2005, iniciou o seu percurso no mundo da escrita publicitária, assumindo o cargo de redator criativo na agência de publicidade “Motive”. Publicou, nesse mesmo ano, a sua primeira obra literária, “Mata-me”. Seguiu-se, em 2006, a publicação de “O Evangelho da Alucinação”.

Ainda em 2006, venceu o Prémio Bolsa Jovens Criadores, que lhe foi atribuído pelo Centro Nacional de Cultura e pelo Instituto Português da Juventude.

Escreveu, entre 2006 e 2009, biografias e livros genéricos para a editora “Mediapromo”. Publica, desde 2006, crónicas de reflexão e opinião no jornal “Notícias de Guimarães ”. Regressou, entre 2008 e meados de 2010, ao mundo da publicidade, como redator criativo na agência de publicidade IA&RB, onde concebeu anúncios de imprensa e onde se estreou como argumentista, escrevendo guiões de anúncios de televisão e vídeos institucionais. Foi, em 2008, um dos autores convidados a participar na antologia de homenagem a António Ramos Rosa "Um Poema Para Ramos Rosa". Criou, em 2009, o Campeonato Nacional de Escrita Criativa.

Desde 2001, que é coordenador de sessões de escrita criativa um pouco por todo o país. Ainda neste domínio de trabalho, tem vindo a coordenar e a levar ao terreno seminários e workshops sobre metodologias criativas para professores e formadores.

Ainda em 2010, publicou 10 obras da sua autoria em simultâneo: “A Pele do Medo”, “As Incongruências da Sorte”, “Porque Ris Sabendo que Vais Morrer”, “Gotas de Dor“, “Espasmos de Pânico”, “Espasmos d'Alma”, “Só os Feios é Que São Fiéis”, “Chãos Pisados”, “Separação de Males” e “Envelhenescer”.

Em 2012, estreou-se como apresentador de televisão, sendo o autor e o apresentador da rubrica de literatura do programa MVMagazine, no canal MVM. Em paralelo, criou e apresentou o programa de Rádio "Só Te Quero Pelo Teu Corpo", da Rádio Fundação.

Ainda em 2012, concebeu e colocou no terreno o primeiro curso de escrita criativa realizado 100% através do Facebook. A 12 de abril do mesmo ano, lançou "Eu Sou Deus", a sua 17ª obra (um livro de crónica e auto-desenvolvimento), no BBC - Belém Bar Café.

Lançou, em novembro de 2012, "Ou é Tudo ou Não Vale Nada"", uma obra escrita em direto e ao vivo ao longo de 2012 minutos.

Em 2013, lançou "In Sexus Veritas"", um romance com mais de 1500 páginas.

ESCRITOR ALFREDO DE SOUSA TOMAZ APRESENTA EM PONTE DA BARCA O LIVRO "O HOMEM QUE NÃO TINHA UMA FAZENDA EM ÁFRICA"

Apresentação do Livro "O Homem que não tinha uma fazenda em África", de Alfredo de Sousa Tomaz

Data: 9 de Dezembro

Hora: 17h00

Local:Casa da Cultura de Ponte da Barca

“O homem que não tinha uma fazenda em África”, da autoria de Alfredo de Sousa Tomaz, vai ser apresentado no dia 9 de Dezembro, às 17h, na Casa da Cultura de Ponte da Barca. Com prefácio de Ricardo de Saavedra, conceituado jornalista e escritor, a obra compila uma série de histórias vividas pelo autor, desde que partiu para Angola ainda criança até ao momento em que teve de a deixar compulsivamente 25 anos depois.

11041191_965159466876620_8951846639854769510_n

Mais de quatro anos depois de se ter lançado nesta "aventura", Alfredo de Sousa Tomaz vê agora o nascer deste "filho", impulsionado, segundo o autor, pela publicação na revista Notícias Magazine, suplemento do Jornal de Notícias e Diário de Notícias, em 2010, de algumas das suas histórias de África: "como tinha muitas mais histórias para contar, decidi reuni-las em livro."

O autor refere, ainda, o orgulho em poder apresentar a obra em Ponte da Barca pois "embora não tendo nascido em Ponte da Barca, nem tampouco no Minho, escolhi para viver esta terra que me adoptou.”

Tal como Ricardo de Saavedra descreve no prefácio é este "livro sereno, perpassado por vezes de um subtil humor, que constitui uma achega preciosa à história que no terreno e dia a dia se viveu e ninguém teve ainda coragem para escrever.”

Sobre o Autor:

Nasceu na Cova da Iria, Fátima, concelho de Vila Nova de Ourém, a 29 de Julho de 1942. Sexto filho de uma família numerosa e modesta, seu pai, para dar melhores condições de vida aos seus, partiu para Angola no início da década de 50 com os seus irmãos mais velhos, tendo-se-lhes juntado pouco depois o resto da família. Em Outubro de 1961 regressou a Portugal para cumprir o serviço militar na Força Aérea, onde permaneceu até Janeiro de 1965. Pouco depois de regressar a Luanda conheceu Maria de Fátima, com quem veio a casar em Dezembro de 1967. Dessa união nasceram dois filhos.

Em Luanda a sua atividade profissional esteve quase sempre ligada às viagens e turismo, tendo trabalhado na Companhia Nacional de Navegação e numa agência de viagens.

Em 1976, depois de um quarto de século de aventuras, venturas e desventuras, o autor regressou definitivamente a Portugal com a família, tendo-se fixado em Matosinhos, onde exerceu a sua atividade comercial até 2007. Atingida a idade da reforma, foi viver com a esposa para Ponte da Barca, Alto Minho, onde permanecem até hoje, assumindo orgulhosamente a condição de “minhotos adotivos”. Esta obra, não sendo exatamente uma autobiografia, é, contudo, baseada no percurso de vida do autor por terras de África.