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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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FAMALICÃO HOMENAGEIA JOSÉ DE AZEVEDO E MENEZES

Famalicão homenageia José de Azevedo e Menezes, sábado, na sua Casa do Vinhal. Sessão fica marcada pelo lançamento do livro “Correspondência de José de Azevedo e Menezes (1878-1933): Camilo Homenageado”

“Correspondência de José de Azevedo e Menezes (1878-1933) Camilo Homenageado” é o título do livro que vai ser apresentado no próximo sábado, dia 15 de setembro, no âmbito da homenagem ao escritor e genealogista famalicense, José de Azevedo e Menezes, no 80.º aniversário da sua morte. O lançamento da obra com introdução, leitura e notas de Emília Nóvoa Faria será um dos pontos altos da sessão que inicia pelas 16h00 na imponente e histórica Casa do Vinhal, que foi a habitação do homenageado, em Vila Nova de Famalicão.

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José de Azevedo e Menezes viveu entre 1849 e 1938, tendo desempenhado um papel social, cultural e político de enorme relevância para o concelho de Famalicão. Foi Provedor do Hospital de S. João de Deus e foi presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão. Com Camilo Castelo Branco desenvolveu uma relação cordial de amizade motivada pelo tema da genealogia, uma área de interesse comum, sobretudo para Menezes. Depois da morte do romancista, José de Azevedo e Menezes presidiu à “Comissão Promotora da homenagem ao grande escritor Camilo Castelo Branco” e foi um dos maiores responsáveis pela criação do Museu de Camilo.

A cerimónia de homenagem inicia com uma sessão moderada pelo diretor da Casa de Camilo e Centro de Estudos Camilianos, José Manuel Oliveira, contando com as presenças do presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, e do representante da família, Martim Lopes de Azevedo Menezes.

A apresentação do volume I da “Correspondência de José de Azevedo e Menezes (1878-1933): Camilo Homenageado” estará a cargo do presidente da Academia das Ciências de Lisboa, Professor Doutor Artur Anselmo. O livro é o primeiro de três volumes a editar pela Húmus com o apoio da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão. As cartas transcritas neste volume e nos dois que serão dados à estampa em 2019 e 2020, integram, na sua maioria, o Fundo de José de Azevedo e Menezes depositado no Arquivo Municipal de Alberto Sampaio, entregue pela Família Menezes em 2015 ao Município de Vila Nova de Famalicão.

Este primeiro volume versa exclusivamente assuntos camilianos, subdividindo-se em duas partes: na primeira apresentam-se as cartas trocadas entre Camilo Castelo Branco e José de Azevedo e Menezes, cujos originais se encontram na Casa de Camilo, e na segunda, as cartas endereçadas ao Senhor da Casa do Vinhal por diversos remetentes, entre os quais António José de Almeida, Alberto Pimentel, António Cabral, Conde de Sabugosa, Eugénio de Castro, Joaquim de Araújo, José Malhoa, Jorge Colaço, Pinho Leal, Raul Brandão e Teixeira Lopes.

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ESCRITORA ALICE VIEIRA EMOCIONA-SE EM AMARES

60 anos depois Alice Vieira reencontrou-se com Caldelas. Escritora e jornalista emocionou-se no Parque das Termas

As recordações de uma das maiores escritoras portuguesas da atualidade foram descortinadas, 60 anos depois, num reencontro com o passado, que decorreu no Parque das Termas. Com mais de 80 títulos publicados, Alice Vieira escreveu “Águas de Verão”, uma obra inspirada em todas as aventuras vividas em Caldelas e que esteve na base do seu regresso a Amares.

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A escritora falou das suas memórias de infância em Caldelas e do seu percurso enquanto jornalista e escritora, dos prémios que recebeu, da escrita infantojuvenil e para adultos, da poesia e da sua coleção de presépios.

Durante a sua infância, Alice Vieira passava os três meses das férias de verão, no Grande Hotel da Bela Vista, em Caldelas. Vinha com os tios e com mais alguns amigos da família. “Eram pessoas muito rigorosas mas quando chegavam a Caldelas, deixavam-me livre e eu sentia-me imensamente feliz porque podia fazer coisas que em Lisboa eram impensáveis”, relembrava a escritora na sua passagem por Amares.

Aqui, a escritora começou a sua estadia com uma visita ao Mosteiro de Santo André de Rendufe e regressou ao Grande Hotel da Bela Vista, onde, com os olhos em brilho, deu uma autêntica lição de memória, localizando espaços e pessoas. O dia, de coração e alma cheia, ficou marcado, entre outras coisas, por uma visita surpresa de uma colega de liceu e faculdade, a amarense professora Ana Maria Andrade de Besteiros. Um reencontro cheio de emoções e memórias partilhadas. Alice Vieira foi brindada, ainda, com uma visita guiada e conheceu com mais detalhe as instalações da Termas de Caldelas.

No desvendar de “Águas de Verão”, sessão moderada por Maria José Machado e muito acarinhada pelo público, marcaram presença, o vice-presidente da Câmara Municipal de Amares e vereador da Cultura, Isidro Araújo, a vereadora, Cidália Abreu e o presidente da Junta da União de Freguesias de Caldelas, Sequeiros e Paranhos, José Manuel Almeida.

A tarde foi abrilhanta pela AFA Estudos Musicais.

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ESCRITORA ALICE VIEIRA VAI A AMARES

Escritora Alice Vieira está em Caldelas a 11 de Agosto

É um dos momentos do Verão. A escritora Alice Vieira vem a Caldelas, no dia 11 de Agosto, pelas 18h00, para falar da sua carreira e da sua infância em Amares.

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A completar 75 anos de vida, Alice Vieira é considerada uma das três melhores escritoras portuguesas da atualidade.

A vinda a Caldelas reveste-se de especial significado, uma vez que parte das férias de Verão da escritora, na infância, eram passadas nas termas caldelenses.

A sessão, no relvado do Parque das Termas, contará com a presença da professora Maria José Machado, atualmente a lecionar em Timor e com a participação musical da AFA-Estudos Musicais que irá sonorizar a sessão.

Recorde-se que Alice Vieira escreveu um livro «Águas de Verão» inspirado nas suas férias em Amares e nas termas.

AMARES RECEBE ESCRITORA ALICE VIEIRA

Escritora Alice Vieira está em Caldelas a 11 de Agosto

É um dos momentos do Verão. A escritora Alice Vieira vem a Caldelas, no dia 11 de Agosto, pelas 18h00, para falar da sua carreira e da sua infância em Amares.

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A completar 75 anos de vida, Alice Vieira é considerada uma das três melhores escritoras portuguesas da atualidade.

A vinda a Caldelas reveste-se de especial significado, uma vez que parte das férias de Verão da escritora, na infância, eram passadas nas termas caldelenses.

A sessão, no relvado do Parque das Termas, contará com a presença da professora Maria José Machado, atualmente a lecionar em Timor e com a participação musical da AFA-Estudos Musicais que irá sonorizar a sessão.

Recorde-se que Alice Vieira escreveu um livro «Águas de Verão» inspirado nas suas férias em Amares e nas termas.

BIBLIOTECA DE PONTE DE LIMA ORGANIZA "FÉRIAS DIVERTIDAS"

Biblioteca Municipal de Ponte de Lima dinamiza oficina criativa “Férias Divertidas” de 09 a 13 de julho

A Biblioteca Municipal vai dinamizar de 09 a 13 de julho a Oficina Férias Divertidas de Verão, direcionada para crianças dos 06 aos 12 anos, no período temporal das 14h30m às 16h30m.

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Trata-se de uma iniciativa que promove a ocupação dos tempos livres das crianças de forma divertida e lúdica, aliando a brincadeira à aprendizagem, através de várias atividades em torno do livro e da leitura.

A participação é gratuita, mas com inscrição prévia e limitada até 12 participantes.

LITERATURA ENCANTA AS CRIANÇAS EM PONTE DE LIMA

Sessões encantadas para a pequenada com grande participação e sucesso

O Município de Ponte de Lima, através da Biblioteca Municipal, dinamizou ao longo deste ano atividades de promoção do livro e da leitura para aproximadamente 200 bebés das creches do concelho, proporcionando momentos de bem-estar, de estimulação criativa e de desenvolvimento cognitivo.

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Com o projeto “Hora Encantada para a Pequenada” promoveu-se nas creches de Fornelos, Facha, Vitorino dos Piães e na Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima várias sessões de leituras encenadas.

Em janeiro iniciou-se com a história “Não é uma caixa!” de Antoinette Portis; em abril desenvolveu-se “O monstro das cores” de Anna Llenas e em junho apresentou-se “O primeiro Livro de contar do Elmer” de David Mckee.

Todas as sessões foram enriquecidas com momentos musicais, associando-se a música às histórias, e adaptando-se narrativas tradicionais como “João e o pé de feijão” e “O sapo e a Cobra”, contribuíndo para alegrar, surpreender e suscitar a curiosidade deste tipo de público-alvo.

MONÇÃO: “O ÚLTIMO DRAGÃO” FICOU EM PRIMEIRO LUGAR NO CONCURSO ESCOLAR “SEGREDOS DO ALTO MINHO”

Turma E, do 8º ano, da professora Maria de Deus, ganhou o primeiro prémio do Concurso Escolar “Segredos do Alto Minho”, na modalidade “Criação Literária”, com o poema “O Último Dragão”. Satisfeita com o prémio, Natália Rocha felicita alunos e professores pela distinção e releva a qualidade de ensino no Agrupamento de Escolas de Monção. 

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No âmbito do Concurso Escolar “Segredos do Alto Minho”, a turma E, do 8º ano, do Agrupamento de Escolas de Monção, da professora Maria de Deus, ganhou o primeiro prémio na modalidade “Criação Literária”, com o poema narrativo "O Último Dragão". A sessão de anúncio dos vencedores e entrega dos prémios, realizou-se, na passada sexta-feira, 15 de junho, no Centro Cultural de Paredes de Coura.

Promovido pela Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho), o Concurso Escolar “Segredos do Alto Minho” teve como objetivo incentivar o espírito criativo e inovador no território do Alto Minho, através da realização de projetos de expressão artística: ilustração (pintura ou desenho), criação literária, fotografia, vídeo e multimédia.

Satisfeita com o prémio, a vereadora da Educação, Juventude e Recursos Humanos, Natália Rocha, felicita alunos e professores pela distinção e releva a qualidade de ensino no Agrupamento de Escolas de Monção. “Temos recebido vários prémios ao longo do ano letivo, o que atesta bem a qualidade e a competência do nosso ensino” acentuou. 

No total, foram rececionados 46 trabalhos, vindos de 22 estabelecimentos educativos públicos e privados do ensino básico e do ensino secundário regular e profissional. A temática do concurso incidiu sobre um segredo ou uma curiosidade de um dos concelhos do Alto Minho e/ou globalmente do território que, de alguma forma, pudesse estar relacionado com a região.

A seleção dos trabalhos vencedores foi realizada por um júri independente, constituído por elementos com reconhecido mérito ou experiência empírica nas várias formas de expressão artística. A saber: Álvaro Campelo, docente da Universidade Fernando Pessoa e vice-presidente do Centro Cultural do Alto Minho, Ricardo Rodrigues, designer e CEO da Blisq Creative, Brand Strategy Agency, e Francisco Trabulo, docente da Escola Superior de Educação.

TERRAS DE BOURO ENCERRA FEIRA DO LIVRO COM TERTÚLIA LITERÁRIA

Tertúlia literária e apresentação musical encerraram semana da Feira do Livro em Terras de Bouro

O Salão Nobre dos Paços do Concelho voltou a ficar repleto para o encerramento da Feira do Livro, acontecimento cultural e social que decorreu na sede do concelho entre os dias 1 e 7 de junho.

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A tarde foi assim preenchida com uma tertúlia literária moderada pelo jornalista Ricardo Costa e cujos intervenientes foram os escritores Jacinta Correia e João Luís Dias, seguida do momento musical final “Sentir o Livro”, apresentado pelos alunos das turmas do 5º A e 6º B do Agrupamento de Escolas, sob a coordenação da Sr.ª Prof.ª Sónia Coura.

A Vereadora do Município de Terras de Bouro, Dr.ª Ana Genoveva, agradeceu o empenho e a dedicação de todos os que participaram e colaboraram nas atividades ao longo da última semana e que contribuíram assim para o sucesso do evento.

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“OBLÍVIO” DE DANIEL JONAS VENCE XXIII GRANDE PRÉMIO DA LITERATURA DST

Prémio de 15 mil euros será entregue em junho na Feira do Livro de Braga

* Edição deste ano dedicada à poesia portuguesa

Daniel Jonas é o vencedor da XXIII edição do Grande Prémio da Literatura dst, com a obra “Oblívio”. A edição deste prémio, que todos os anos distingue o melhor da literatura em Portugal, foi dedicada a obras de poesia de autores portugueses. Publicado em 2017, “Oblívio” conquistou o juri pelo “trabalho textual, muito depurado, assumindo uma linguagem de timbre clássico, para melhor encontrar uma clara modernidade de temas e formas”, conforme adianta o júri, assim como “pelas “evidências cultas, sensíveis, de uma criação poética que não se alheia do quotidiano nem da emoção”. O prémio será entregue no dia 29 de junho, numa cerimónia integrada na Feira do Livro de Braga.

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Daniel Jonas é poeta, dramaturgo e tradutor. Enquanto poeta, distinguiu-se pelas obras “Oblívio”, “Sonótono” e “Nó”. Traduziu várias obras e vários autores, entre os quais John Milton, Shakespeare, Waugh, Pirandello, Huysmans, Berryman e Dickens, e recebeu um prémio pela tradução do “Passageiro Frequente”, do poláco Michal Lipszyc. Como dramaturgo publicou “Nenhures” e escreveu ainda “Estocolmo”, “Reféns” e o libreto “Still Frank”, todos encenados pela companhia Teatro Bruto.

O Grande Prémio de Literatura dst foi instituído há mais de duas décadas pelo dstgroup e afirma-se ano após ano como um dos mais importantes no panorama cultural português. “No dstgroup, acreditamos no poder da arte e da cultura para nos tornarmos mais inteligentes, mais competitivos, mais audazes e mais vitoriosos” explica José Teixeira, presidente do Conselho de Administração. “Com esta e outras iniciativas, pretendemos fomentar, nos nossos colaboradores e nos portugueses em geral, o gosto pela cultura, pela arte e pela literatura”.

Com um prémio pecuniário de 15 mil euros, o Grande Prémio de Literatura dst apresenta um funcionamento rotativo, premiando num ano uma obra de poesia e, no seguinte, uma obra de prosa. Já distinguiu autores como Mário Cláudio, Luísa Costa Gomes, o já falecido Armando Silva Carvalho, Jacinto Lucas Pires e Maria Velho Costa.

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BIBLIOTECA DO EXÉRCITO POSSUI A OBRA “OS ESTRANGEIROS NO LIMA” DE MANOEL GOMES DE LIMA BEZERRA

A obra original em dois volumes “Os estrangeiros no Lima ou Conversaçõens eruditas sobre varios pontos de Historia Ecclesiastica, Civil, Litteraria, Natural, genealogia, Antiguidades, Geographia, Agricultura, Commercio, Artes e Sciencias com Huma descripção de todas as Villas, Freguesias, e lugares notaveis da Ribeira Lima...”, da autoria do escritor limiano Manoel Gomes de Lima Bezerra, publicado em Coimbra pela Real Officina da Universidade entre 1785 e 1791 “Com licença da Real Mesa Censoria, e Privilegio Real”, encontra-se disponível para consulta na Biblioteca do Exército, em Lisboa.

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FEIRA DO LIVRO DE TERRAS DE BOURO APRESENTA CICLO DE CONTOS

Feira do Livro apresentou “Ciclo de contos com Estefânia Surreira”

A Feira do Livro, evento que continua a decorrer até dia 7 de junho na Vila de Terras de Bouro, promoveu a 5 de junho, na sede do Agrupamento de Escolas de Terras de Bouro, uma ação que contou com a participação de várias turmas do Agrupamento e que se destinou à apresentação de um ciclo de contos pela escritora Estefânia Surreira.

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VILA VERDE: BIBLIOTECA DE PRADO APRESENTA LIVRO DO PADRE ALBERTO CORREIA

Nas Sendas do Tempo. Biblioteca de Prado cheia para a apresentação de livro da autoria do padre João Alberto Correia!

A Biblioteca de Prado Comendador Sousa Lima estava completamente ‘à pinha’. Também não seria caso para menos em dia (02 de junho) de apresentação de uma obra literária escrita por um filho da terra, que é também o pároco local.

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‘Nas Sendas do Tempo’ é um compêndio de textos isolados, que refletem de forma cristalina as reflexões do autor, o padre João Alberto Correia, sobre um leque extremamente diversificado de assuntos. Da vivência dos Sacramentos ao fenómeno das redes sociais, passando pela ecologia, a vida em comunidade e o papel do Homem no mundo, a obra abarca temas tão díspares quanto pertinentes.

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Temas que refletem o olhar crítico e atento do autor perante situações concretas da vida, com as quais se foi deparando ao longo dos 25 anos de sacerdócio. Por esse motivo, a sessão inseriu-se na celebração das bodas de prata sacerdotais do pároco pradense. João Alberto Correia não escondeu a satisfação de apresentar a obra na sua terra Natal e não foi, portanto, de estranhar que a apresentação do livro tenha ficado a cargo de dois conterrâneos, o vereador da Câmara Municipal de Vila Verde, Patrício Araújo, e da Tesoureira da Junta de Freguesia da Vila de Prado, Sónia Araújo. A cerimónia foi ainda abrilhantada por um momento musical de grande qualidade, protagonizado pelo Grupo Coral Assanes.

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ESCRITOR PEDRO SEROMENHO PARTICIPA EM SESSÃO LITERÁRIA EM TERRAS DE BOURO

Salão Nobre acolheu a 4 de junho sessão literária com o escritor Pedro Seromenho

No âmbito da Feira do Livro, evento que decorre até dia 7 de junho na Vila de Terras de Bouro, a câmara municipal recebeu a 4 de junho o escritor e ilustrador Pedro Seromenho.

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Numa sessão que contou com a participação de várias turmas do Agrupamento de Escolas, Pedro Seromenho, além da referência ao seu último livro ”A cidade que queria viver no campo”, proporcionou a todos os presentes, pela sua incrível capacidade de contador de histórias e ilustração espontânea das mesmas, uma fantástica “viagem pelo sonho e pela imaginação”.

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ALUNOS DE FAMALICÃO DESCOBREM O PRAZER DE CRIAR HISTÓRIAS

Crianças escreveram e ilustraram livro de contos inspirado em Camilo Castelo Branco e orientados por Pedro Chagas Freitas e Gabriela Sotto Mayor

Entusiasmados, motivados, recompensados, ansiosos pelo trabalho e felizes. Não será muito comum identificar este grupo de adjetivos na esmagadora maioria dos alunos de uma turma do 4.º ano do 1.º ciclo do ensino básico mas o testemunho das cinco professoras de Famalicão que este ano receberam na sua sala de aula o atelier de escrita e ilustração criativa promovido pelo Centro de Estudos Camilianos e orientado pelo escritor Pedro Chagas Freitas e pela Ilustradora Gabriela Sotto Mayor não deixa margem para dúvidas: as crianças adoram construir e ilustrar a sua história e sentem-se recompensadas ao ver a sua criação publicada.

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Será portanto legítimo concluir que a iniciativa já fez muitas crianças felizes, tanto com estavam as mais de uma centena de crianças que na passada sexta-feira, 1 de junho, na Casa de Camilo, em S. Miguel de Seide, assistiram à apresentação pública do seu primeiro livro de contos e ilustrações. Mais felizes ainda ficaram com a representação de uma das suas histórias em palco pelos seus colegas da turma 3AA da Escola Sede n.º 1 que, como que por magia, tiveram o condão de passar a história do papel para o palco.

“Aventuras de Ricardina e Eugénia” foi o resultado do trabalho criativo desenvolvido desde o início do ano tendo como base a obra de Camilo Castelo Branco “O Retrato de Ricardina”, publicada pela primeira vez há 150 anos, em 1968.

O livro de contos e ilustrações é fruto de uma iniciativa promovida pelos serviços educativos da Casa de Camilo há 12 anos consecutivos. Este ano, pela primeira vez, ao atelier de escrita criativa, juntou-se o atelier de ilustração. E o surpreendente resultado pode ser apreciado numa exposição que está patente a público até ao final de setembro na Galeria do Centro de Estudos Camilianos.

Constituído por cinco contos ilustrados e 37 páginas, a obra “Aventuras de Ricardina e Eugénia” contou com a participação dos alunos do Centro Escolar de Antas, da EB de Castelões, da EB de Lousado, da EB de Lagarinhos e da EB/JI de Barranhas.

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BARCELOS ASSINALA NASCIMENTO DE FERNANDO PESSOA

Biblioteca Municipal de Barcelos assinala 130 anos do nascimento de Fernando Pessoa

Os 130 anos do nascimento de Fernando Pessoa vão ser assinalados no dia 6 de junho, na Biblioteca Municipal de Barcelos, com uma palestra subordinada ao tema “Fernando Pessoa: a dispersão – uma maneira de ser moderno” a proferir pela Prof. Dália Dias, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, às 15h00, e a exibição do “Filme do Desassossego”, de João Botelho, com a presença e intervenção do realizador, às 21h30.

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A iniciativa é do Clube de Leitores da Barcelos Sénior, em parceria com a Câmara Municipal de Barcelos, através da Biblioteca Municipal.

Fernando Pessoa (Lisboa, 13 de junho de 1888 - Lisboa, 30 de novembro de 1935) é uma figura incontornável da cultura portuguesa. Enquanto poeta, escreveu sobre diversas personalidades - heterónimos, como Ricardo Reis, Álvaro de Campos e Alberto Caeiro -, sendo estes últimos objeto da maior parte dos estudos sobre a sua vida e obra.

“O SUCO DAS PALAVRAS” – UMA OBRA IMPERDÍVEL DO ESCITOR BARQUENSE JAIME FERRERI

O escritor barquense Jaime Ferreri lanço no passado dia 18 de Maio, na Feira do Livro de Ponte da Barca, o seu livro “O Suco das Palavras”. Trata-se de uma obra imperdível que supera grande parte daquilo que de melhor temos lido de muitos escritores contemporâneos e que, consequentemente, engrandece a nossa região como alfôbre dos melhores ourives da palavra.

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E, porque nos faltam palavras para melhor descrever esta excelente obra de arte da nossa literatura, socorremo-nos da descrição feita pela Drª Carla Barbosa, na certeza de que melhor não o encontraríamos para apresentar aos nossos leitores.

“Numa perfeita leitura do autor, Fábio Ferreri de Gusmão, falou-nos de uma escrita que nos traz de volta a arte dos autores clássicos portugueses, ao mesmo tempo que nos fixa à mátria, que nos molda, e nos“ apresenta a justiça sem venda nos olhos” .

Emociono-se com as obras de Jaime Ferreri e a mais recente não é exceção. Há nas suas palavras, ditas e escritas, um espaço para a intemporalidade que nos convoca à introspecção, nos agita, nos desconforta e nos faz refletir. Alguém disse “que há os livros que nós lemos e há os livros que nos lêem a nós próprios. Os dele têm lugar na segunda categoria.

Não é, por isso, difícil encontrar nas obras que escreveu pontos fundamentais de conexão que emergem a partir da sua identidade. Desde logo, a coragem com que aborda os temas. Jaime Ferreri é um autor que toma posição, que tem serventia para a liberdade. Como o próprio afirma na sua mais recente obra:” A liberdade existe não para que tenhas voto mas para que sejas homem…”

Esta vertente coabita com outra: a da palavra a escorrer ternura. É o mensageiro do amor, dos valores da amizade, da nobreza de carácter, da justiça… da defesa da memória.

Na era do caos imagético, assistimos à sua luta contra o esquecimento e a defesa instransigente dos valores que, esquecidos ou abandonados, põem em causa a sobrevivência do nosso ser enquanto entidade humana e social.

A este propósito, e com a sabedoria que lhe reconhecemos, o autor aconselhou-nos, ontem, na sua intervenção, “ a investir no travão da vida” e disse-se feliz a cada dia.

Einstein definiu a criatividade como sendo a inteligência a divertir-se e esta obra dá total sentido à expressão.”

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Romancista, cronista, poeta, encenador e dramaturgo, Jaime Ferreri tem múltiplas paixões e ofícios, que conjuga harmoniosamente com a carreira profissional de docente de Matemática e Informática. Além disso, é agricultor e editor, a ele se devendo a criação da editora que publica os seus próprios livros – a AquiLeio Edições – e que constitui um importante contributo para o enriquecumento cultural da nossa região.

Nascido e criado na Ponte da Barca (Bravães), Jaime Ferreri começou nestas lides há mais de trinta anos e desde então nunca mais parou, como podemos perceber pela biografia apresentada na plataforma digital ‘Viral Agenda’. "A MINHA FILHA INÊS é último romance deste escritor, nascido em Bravães, Ponte da Barca, que se iniciou nas lides literárias em 1986, com a publicação da novela intitulada ‘Cabrito Montês’, muito bem-recebida pela critica e pelo público.

Seguiram-se depois os romances ‘Fizeram de mim soldado’, publicado em 1992 e ‘Os homens também hibernam’ em 1995. Em 2005 publicou um livro de crónicas ‘Crónicas (des)alinhadas’ e um livro de poesia ‘Pecúlio’. A mesma fonte indicou ainda que “Jaime Ferreri vive em Ponte da Barca e, a par de uma dedicada carreira docente na área da informática e matemática, desenvolveu o gosto pela criação literária e pela dramaturgia, tendo ao longo dos anos encenado inúmeras peças de teatro, com particular destaque para as encenações anuais, por altura da Semana Santa, de ‘A Mui Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo’, no mosteiro de Bravães, Ponte da Barca”.

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JAIME FERRERI LEVOU A VILA VERDE "A MINHA FILHA INÊS"

Conforme oportunamente noticiámos, o escritor Jaime Ferreri apresentou recentemente na Biblioteca de Prado o seu mais recente romance: “A MINHA FILHA INÊS”. A apresentação da obra propriamente dita esteve a cargo de Fátima Lobo, docente da Universidade Católica de Braga.

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Romancista, cronista, poeta, encenador e dramaturgo, Jaime Ferreri tem múltiplas paixões e ofícios, que conjuga harmoniosamente com a carreira profissional de docente de Matemática e Informática. Além disso, é agricultor e editor, a ele se devendo a criação da editora que publica os seus próprios livros – a AquiLeio Edições – e que constitui um importante contributo para o enriquecumento cultural da nossa região.

Nascido e criado na Ponte da Barca (Bravães), Jaime Ferreri começou nestas lides há mais de trinta anos e desde então nunca mais parou, como podemos perceber pela biografia apresentada na plataforma digital ‘Viral Agenda’. "A MINHA FILHA INÊS é último romance deste escritor, nascido em Bravães, Ponte da Barca, que se iniciou nas lides literárias em 1986, com a publicação da novela intitulada ‘Cabrito Montês’, muito bem-recebida pela critica e pelo público.

Seguiram-se depois os romances ‘Fizeram de mim soldado’, publicado em 1992 e ‘Os homens também hibernam’ em 1995. Em 2005 publicou um livro de crónicas ‘Crónicas (des)alinhadas’ e um livro de poesia ‘Pecúlio’. A mesma fonte indicou ainda que “Jaime Ferreri vive em Ponte da Barca e, a par de uma dedicada carreira docente na área da informática e matemática, desenvolveu o gosto pela criação literária e pela dramaturgia, tendo ao longo dos anos encenado inúmeras peças de teatro, com particular destaque para as encenações anuais, por altura da Semana Santa, de ‘A Mui Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo’, no mosteiro de Bravães, Ponte da Barca”.

Conforme referiu Carla Barbosa na apresentação feita na Casa da Cultura de Ponte da Barca, em finais do ano passado, este romance “Dedicado à “Mulher” (como definição do coletivo feminino que o autor gera), aborda o passado recente em ditadura, a guerra colonial, a liberdade que chegava a galopes de loucura por tantos freios sonegada. Por ele perpassa a ternura e o amor que deve adoçar o poder do paternalismo que destronou a Deusa-Mãe mas que vive nesta Mátria nas formas da Mãe-Natureza e no coração de matriz céltica que muitos homens receberam por educogenia.”

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"TURMA DA MÔNICA" VIAJA A PORTUGAL... E MOSTRA OS NOSSOS TRAJES TRADICIONAIS!

Embaixada de Portugal recebe lançamento do livro “Turma da Mônica: Uma Viagem a Portugal”

Brasília vai receber o lançamento do livro “Turma da Mônica: Uma Viagem a Portugal. As diferenças do português falado no Brasil e em Portugal” do escritor José Santos.

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O Camões – Centro Cultural Português em Brasília, a Editora IMEPH, e o escritor José Santos convidam para o lançamento no dia 11 de junho, às 19h, no auditório do Camões, I.P., seguida de uma sessão de autógrafos com o autor.

A obra é uma divisão editorial da Mauricio de Sousa Produções, em parceria com a editora IMEPH. O lançamento oficial ocorreu na XVII Bienal Internacional do Livro de 2017, no Rio de Janeiro.

Em 13 capítulos, o livro mistura diversão com aprendizado da cultura portuguesa. Numa parceria com a Turma da Mônica e o desenhista Mauricio de Sousa, o escritor de família de origem portuguesa José Santos revela o significado de muitas palavras do português falado, até então desconhecidas pela maioria dos brasileiros.

Em “Uma Viagem a Portugal”, a Turma da Mônica acompanha o miúdo António Alfacinha, personagem criado por Mauricio de Sousa em 2007, em uma viagem pelas terras portuguesas.

O leitor conhecerá de perto como é a vida em Portugal, percorrendo mercados, escolas, estádios. Andará por praças e atravessará ruas e pontes. Será convidado a entrar nas casas, saber como é a sala, o quarto, a cozinha e até o banheiro.

Além desse passeio, o livro conta com mais de 250 palavras típicas do português de Portugal que foram destacadas, como matraquilhos, peúgas, esferovite, chávena e osga. E, a cada página, os personagens da Turma mostram ao leitor o significado de cada um desses termos no português falado e escrito no Brasil.

AUTORES

José Santos Matos é graduado em Comunicação pela UFJF (1983) e pós-graduado em Jornalismo Latino-Americano pelo Instituto de Periodismo José Marti, Havana, Cuba (1990). Mineiro de Santana do Deserto, onde nasceu em 1959, vive em São Paulo desde 1991. Escreve livros para crianças e jovens. Já publicou quinze livros, atingindo uma tiragem de 350 mil exemplares. Teve quatro de seus títulos selecionados para o catálogo da Bologna Children’s Books Fair. E cinco de seus livros foram escolhidos pelo Ministério da Educação para fazer parte do PNBE – Programa Nacional Biblioteca na Escola. Seus projetos foram feitos em parceria com importantes ilustradores como Alcy, Laurabeatriz, Girotto, Guazzelli, Jô Oliveira e Eliardo França.

Como diretor do Museu da Pessoa, organizou Memórias de brasileiros – uma história em todo canto e recontou depoimentos de infância concedidos ao museu no livro Crianças do Brasil – suas histórias, seus brinquedos, seus sonhos, ambos lançados pela Peirópolis. Atualmente coordena o projeto Memória da Literatura InfantoJuvenil, que já entrevistou dezenas de escritores, ilustradores e editores. José Santos realiza também oficinas de rimas com seu filho Jonas, um escritor precoce e amante da poesia.

Maurício de Sousa iniciou sua carreira como ilustrador na região de Mogi das Cruzes, próximo de Santa Isabel, onde nasceu. Aos 19 anos, mudou-se para São Paulo e, durante cinco anos, trabalhou no Jornal Folha da Manhã (atual Folha de São Paulo), escrevendo reportagens policiais. Em 1959 criou seu primeiro personagem, o cãozinho Bidu. A partir daí vieram, Cebolinha, Cascão, Mônica, e tantos outros. Em 1970, lançou revista Mônica. Depois de passar pela Editora Abril e Editora Globo, assinou contrato com a multinacional italiana Panini. Cerca de 150 empresas nacionais e internacionais são licenciadas para produzir mais de três mil itens, com os personagens de Maurício de Sousa; suas criações chegam a cerca de 30 países.

SERVIÇO

11 Junho – 19h

Lançamento do livro “Turma da Mônica: Uma Viagem a Portugal. As diferenças do português falado no Brasil e em Portugal”

Local: Auditório do Camões, I.P. em Brasília – Embaixada de Portugal

SES – Av. das Nações, Quadra 801 – Lote 2 – Brasília / DF

Entrada franca.

Informações: +55 61 3032-9636

Fonte:

https://www.mundolusiada.com.br/

TurmaMonica