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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CASA DO CONCELHO DE PENACOVA EM LISBOA ORGANIZA EXCURSÃO AO MINHO

A Casa do Concelho de Penacova, em colaboração com a agência de viagens TopElite Turismo de Viana do Castelo irá realizar no fim-de-semana de 20 e 21 de Junho de 2020 um Passeio Cultural e Recreativo ao Minho.

Durante o passeio iremos visitar 𝐕𝐢𝐥𝐚 𝐝𝐨 𝐂𝐨𝐧𝐝𝐞, 𝐁𝐚𝐫𝐜𝐞𝐥𝐨𝐬, 𝐄𝐬𝐩𝐨𝐬𝐞𝐧𝐝𝐞, 𝐁𝐫𝐚𝐠𝐚, 𝐞 𝐆𝐮𝐢𝐦𝐚𝐫ã𝐞𝐬.

No Sábado irão desfrutar de uma típica noite no 𝐀𝐫𝐫𝐚𝐢𝐚𝐥 𝐌𝐢𝐧𝐡𝐨𝐭𝐨 𝐝𝐚 𝐐𝐮𝐢𝐧𝐭𝐚 𝐝𝐨 𝐒𝐚𝐧𝐭𝐨𝐢𝐧𝐡𝐨 em Viana do Castelo, onde vão saborear a comida típica sem limites, assistir a uma desfolhada, e ver dançar ranchos e viver a música folclórica e popular minhota.

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LUÍS ESTEVES, PRESIDENTE DA CASA DO CONCELHO DE CASTRO DAIRE, LEVA AS “CASAS REGIONAIS EM LISBOA” AO COLÓQUIO INTERNACIONAL PROMOVIDO PELO INATEL E O CENTRO DE ESTUDOS DE ECONOMIA PÚBLICA E SOCIAL (CEEPS)

Casas Regionais em Lisboa em Colóquio Internacional - 18 e 19 NOV - Teatro da Trindade INATEL

CASAS REGIONAIS EM LISBOA é tema apresentado no X Colóquio Ibérico de Economia Social do CIRIEC, I Colóquio Internacional de Economia Social da Fundação INATEL, subordinado ao tema genérico ‘Sustentabilidade do Território, Património e Turismo Social’, a acontecer, nos dias 18 e 19 de Novembro, no Teatro da Trindade em Lisboa.

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A comunicação está ao encargo de Luís Esteves, nosso conhecido presidente de direção das Casa de Castro Daire em Lisboa, membro do Conselho Nacional da CPCCRD (Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto) e membro da direção da ACCL (Associação das Colectividades de Lisboa) e sua intervenção intitula-se ‘Casas Regionais em LisboaRepositórios rurais em espaços culturais urbanos’.

O colóquio contará com um primeiro dia, para a participação de especialistas nacionais e internacionais nos temas em apreço e com um segundo dia, para a realização de comunicações por parte de docentes e investigadores provenientes de várias instituições de ensino e investigação, alargando o debate e aprofundando o conhecimento sobre as matérias neste contexto. A abertura cabe aos principais representantes das entidades envolvidas e dos representantes da Comissão Europeia e Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social de Portugal e termina com um concerto Worl Music Concept com Lula Pena (Portugal) e Muzsikás (Hungria).

Luís Esteves dedica a sua investigação de doutoramento, ao fenómeno de estruturas associativas, sem fins lucrativos, do século XX, resultante do fluxo migratório das aldeias para as cidades. Estes espaços urbanos são elementos estruturantes, de identidade e memória, arquivos de herança rural, enriquecedores do património histórico e cultural. Aspiração de ‘reaportuguesar’ Portugal num país idealizado, por meio das atividades realizadas em coletivo de ritos e rituais, por via da recolha do folclore e levantamentos etnográficos dos usos e costumes dos antepassados. Estudo de investigação-ação, inserido num modelo etnográfico que revela as práticas do migrante português como ser intermediário do reconhecimento e transmissão do seu próprio património. Principais atores de promoção e divulgação da cultura tradicional e popular portuguesa na capital lisboeta, incluindo a salvaguarda e produção da documentação geral mais significativa.

Através da análise em campo, as Casas Regionais em Lisboa funcionam como locais de sociabilidade, pontos de encontro, que implicam simultaneamente os modos de interação na vida quotidiana e suas formas de agrupamento permanente cujos estatutos e modos de funcionamento são núcleos geradores de iniciativas próprias, aglutinadores de vontades, universo de dirigentes e dirigidos, possuidores de organogramas semelhantes. O que torna possível a afirmação da singularidade de cada uma destas Casas Regionais como repositório de uma tradição que tem na sua fonte um complexo de valores de património ético comum com o qual os associados se identificam e em torno do qual se mobilizam. São estes valores que fazem a diferença, a defesa de interesses e promoção de temáticas de relevo para as regiões, manifestações evidentes da sociedade organizada, ou seja, como expressão da sociedade civil, fator de estabilização e pacificação de caráter intergeracional que assenta em larga medida nos laços dos afetos que radicam na cultura, valores, modos de ser e de estar. 

CASA DO MINHO REABRE INSTALAÇÕES E SERVE COUVADA À MINHOTA

A Casa do Minho em Lisboa reabriu ontem aos seus associados e amigos para a realização de mais um tradicional almoço da couvada minhota. Recorde-se que as suas instalações foram submetidas a obras de requalificação, o que obrigou ao seu encerramento temporário.

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Foram mais de duas centenas de convivas que esgotaram o espaço agora mais agradável e acolhedor, para degustar um dos pratos mais apreciados da nossa cozinha tradicional.

A gastronomia minhota não é apenas constituída pelos mais elaborados e requintados pratos produzidos na nossa região mas também pelos mais simples manjares das gentes humildes das nossas aldeias.

Para além da actuação da tocata do Rancho Folclórico da Casa do Minho, a iniciativa contou ainda com a participação do fadista Rui Vaz que presenteou os presentes com a inte4rpretação de 6 fados do seu último disco, em grande parte dedicada ao cancioneiro Minhoto.

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EXCURSIONISTAS DE BARCELOS VISITAM GRÉMIO DO MINHO, ACTUAL CASA DO MINHO EM LISBOA

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Os excursionistas de Barcelos, no Grémio do Minho (identificados no álbum): Miguel Fernandes Ferreira da Silva; José da Costa Lima; Domingos Marques; António Matos BaFirmino Barbosa; António Lemos; António Domingos Cardoso; José Luís da Silva; Domingos Gomes Ferreira; José de Azevedo; José de Araújo; António Cardoso de Faria; João Joaquim Pereira; Rogério Calás de Carvalho; Avelino Linhares; João Cardoso; Rogério da Costa; Firmino Rodrigues da Cruz Lima; Manuel Ferreira Lemos; António Pereira; Francisco Queirós; José Joaquim Pereira; João Gonçalves Fernandes; António da Fonseca; José António Fernandes; Joaquim Júlio de Sousa; José Pereira da Fonseca; Joaquim Ferreira.

Data: 29 de Julho de 1934

Fonte: Direcção-Geral de Arquivos

FAMALICÃO ESTÁ DE VOLTA À WEB SUMMIT

O ecossistema empreendedor e inovador de Vila Nova de Famalicão está representado na Web Summit. IOTech, JMP Information Systems e Drible são as três startups famalicenses presentes no maior evento de tecnologia da Europa, para ganhar escala e gerar novos negócios, mais conhecimento e mais conexões. A elas acresce a Famasete que, quase a completar 25 anos de existência, capitalizou a presença na Web Summit para apresentar uma nova mesa interativa portátil.

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MOVA, como é designada, é a primeira mesa rebatível da marca Wingsys e consiste num sistema multitoque totalmente móvel, leve e adaptável a vários ambientes. Com um design minimalista e personalização de cores e logotipos, esta solução inovadora é transportável dentro de um trolley e permite que a qualquer momento, e em qualquer lugar, o cliente possa fazer uma apresentação multitoque de todos os seus produtos, potenciando assim a sua marca e venda de uma forma totalmente diferenciadora.

Quanto às startups, a IOTech, que nasceu em 2018 com a missão de simplificar o dia-a-dia de pessoas e empresas através da inovação, tecnologia e inteligência artificial, apresentou nesta sua estreia na Web Summit duas novas soluções: o ioGuest (gestão de visitas, reuniões e salas de forma integrada e digital) e ioAttend (gestão de presenças com o telemóvel em qualquer lugar e a qualquer hora).

Estreia também para a novel startup JMP Information Systems, criada em outubro de 2018, e que está vocacionada para a digitalização da indústria. Uma das suas principais competências é o desenvolvimento de Sistemas de Gestão de Produção (MES-Manufacturing Execution Systems).

O principal cliente da JMP Information Systems é a Continental AG (Hannover) para quem desenvolve um Manufacturing Dashboard que se tornou ContiStandard em Março de 2019, o que significa que o mesmo é utilizado em todas as fábricas do grupo como a principal ferramenta de trabalho do dia-a-dia.

Já a Drible marca presença na Web Summit pelo terceiro ano consecutivo para apresentar as novidades do seu software de marketing digital, Closum. Trata-se de uma plataforma que torna fácil a aquisição e gestão de contactos. Usada ainda apenas no mercado nacional, as perspetivas são de expansão para os PALOP e mercados europeus já no início de 2020.

Com apenas três anos, o Closum tem hoje mais de 300 diferentes clientes nos segmentos fitness, viagens, saúde e bem-estar, imobiliário e formação, reunindo cerca de 1500 utilizadores.

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BANDA MUSICAL DE OLIVEIRA (BARCELOS) REPRESENTA O MINHO EM LISBOA NO DESFILE DE BANDAS FILARMÓNICAS NAS COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO DE 1640

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios.

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É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC.

A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro, e com a colaboração da CMP – Confederação Musical Portuguesa. Agradecemos também o apoio facultado pelo "Recheio" e pelo "Amanhecer", assim como a cobertura e transmissão pela RTP.

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas "1º de Dezembro" foi um êxito em 2012, 2013, 2014, 2015, 2016, 2017 e 2018. Será êxito maior em 2019.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 2.000 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 8ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

  • Grupo de Bombos de Atei (Mondim de Basto)

BANDA NACIONAL:

  • Banda Sinfónica do Exército

BANDAS FILARMÓNICAS:

  • La Filarmónica de Olivenza (Olivença)
  • Banda Nova de Fermentelos (Águeda)
  • Banda Musical de Oliveira (Barcelos)
  • Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)
  • Banda Filarmónica de Odemira (Odemira)
  • Banda Filarmónica de Carviçais (Torre de Moncorvo)
  • Banda Filarmónica de Felgar (Torre de Moncorvo)
  • Sociedade Filarmónica de Louriçal do Campo (Castelo Branco)
  • Orfeão de Castelo Branco (Castelo Branco)
  • Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical) - com o Grupo de Cantares de Pedrógão de São Pedro (Adufes) (Penamacor)
  • Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)
  • Associação Filarmónica Progresso Pátria Nova de Coja (Arganil - Coja)
  • Associação Filarmónica União Verridense (Montemor-o-Velho)
  • Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)
  • Banda Filarmónica da Casa do Povo de Penacova (Penacova)
  • Sociedade Filarmónica Penelense (Penela)
  • Sociedade Filarmónica Municipal Redondense (Redondo)
  • Banda Filarmónica União Montoitense (Redondo)
  • SUA - Sociedade União Alcaçovense (Viana do Alentejo)
  • Banda Torroselense Estrela D'Alva (Seia)
  • Sociedade Filarmónica Alvaiazerense de Santa Cecília (Alvaiázere)
  • Banda Comércio e Indústria (Caldas da Rainha)
  • Banda da Escola de Música da Juventude de Mafra (Mafra)
  • Sociedade Filarmónica Galveense (Ponte de Sôr)
  • Banda Musical Leverense (Gaia)
  • Sociedade da Banda Republicana Marcial Nabantina (Tomar)
  • Sociedade Velha Filarmónica Riachense (Torres Novas - Riachos)
  • Sociedade Filarmónica União Agrícola de Pinhal Novo (Palmela)
  • Banda Musical Rerizense (Castro Daire)
  • Associação Filarmónica, Cultural, Recreativa e Humanitária de Nagoselo do Douro (S. João da Pesqueira)
  • Banda de Música de Sendim (Tabuaço)
  • Sociedade Filarmónica Tondelense (Tondela)
  • Banda Municipal de Santana (Madeira - Santana)
  • SFUCO – Sociedade Filarmónica União e Capricho Olivalense (Lisboa)

Será um total de 36 entidades, integrando 1 grupo de percussão, 1 grupo coral, 1 banda nacional militar e 33 bandas filarmónicas civis.

Cerca de 2.000 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país, irão descer a Avenida da Liberdade para celebrar Portugal, a Independência nacional e a Restauração, através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores, para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes, sob a direcção do Maestro Major Alexandre Coelho, da Banda Sinfónica do Exército.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas.

A apoteose final, com os músicos de todas as bandas formados em parada junto ao Monumento aos Restauradores, consiste na interpretação sequencial, como se de uma só orquestra se tratasse, dos Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

A Banda Musical de Oliveira foi fundada em 1782 por António Gomes Ferraz, por ocasião dos festejos organizados para celebrar a conclusão das obras da reconstrução da Igreja Paroquial de Oliveira.

Nesse tempo, era pároco da freguesia o padre João Machado da Silva Ribeiro, que promoveu a apresentação da Banda de Música. Após a sua fundação, a Banda Musical de Oliveira esteve sempre em actividade, embora só a 15 de Novembro de 1965 tenham sido elaborado os seus estatutos, que a definem como uma a associação cultural, musical, artística e recreativa, inscrita nas Federações de Música e nos organismos oficiais da cultura.

Em Janeiro de 1982, comemorou-se o Bicentenário da Banda Musical de Oliveira, sob a regência de Cândido Alberto Capela Bastos, com um vasto programa que incluiu inúmeras actuações que encerraram com uma homenagem ao Fundador. É desde esse ano sócio honorário dos Bombeiros Voluntários de Barcelinhos. Em 1983, é-lhe atribuída pela Liga dos Bombeiros Portugueses a Medalha de Ouro – Serviços distintos.

Em 1995, por altura das comemorações do Dia Mundial da Música, em Barcelos, a Banda Musical de Oliveira foi condecorada com a Medalha de Mérito Cultural pelo Governo Português. Em 2007 comemorou 225 anos ao serviço da Musica.

Actualmente, a Banda Musical de Oliveira é regida por Hugo Ribeiro e tem em funcionamento uma Escola de Música, com actividades diárias, onde presta serviço no campo do ensino da música, a cerca de 60 jovens, de ambos os sexos e de todas as idades.

CERVEIRENSES EM FESTA ASSINALAM 10º ANIVERSÁRIO DA CASA CERVEIRENSE EM LISBOA

Mais um ano a exaltar-se o sentimento de pertença e a amizade por Vila Nova de Cerveira. Cerca de 400 cerveirenses e amigos juntaram-se, este domingo, 3 de novembro, para comemorar o 10º aniversário da Casa Cerveirense em Lisboa. Ambiente de confraternização contou com a presença do Presidente da Câmara e da Assembleia Municipal, Fernando Nogueira e António Machado, e do Adjunto do Presidente Pedro Soares.

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Desde a sua fundação em 2009, a Casa Cerveirense em Lisboa dinamiza, anualmente, um convívio entre conterrâneos residentes em Lisboa e no concelho. Este ano, o 10º aniversário ficou marcado pela festa e partilha, mas sobretudo pela inauguração, em fevereiro, da nova sede, em Olivais Norte.

Atualmente liderada por Rosa Paula Brito, a Casa Cerveirense em Lisboa voltou a reunir centenas de pessoas com ligação ao concelho de Vila Nova de Cerveira, entre as quais os presidentes da Câmara e Assembleia Municipal, Fernando Nogueira e António Machado, respetivamente, e do Adjunto do Presidente, Pedro Soares.

Fazendo jus às origens alto-minhotas, a festa desenrolou-se a preceito, com muita boa-disposição entre os presentes, complementada com a animação a cargo do Rancho Folclórico da Casa do Minho.

A comemoração do 10º aniversário terminou como manda a tradição, com o cantar de parabéns e o corte do bolo, com a certeza de nova reunião familiar em 2020.

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