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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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SÃO TIAGO E NOSSA SENHORA DO MINHO LEVAM OS MINHOTOS EM PROCISSÃO PELAS RUAS DE LISBOA

As gentes do Minho radicadas na região de Lisboa afluíram hoje ao Jardim Vasco da Gama, em Belém, para mais uma jornada de convívio e divulgação das nossas tradições.

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A festa começou com a celebração de missa campal em honra de S. Tiago e Nossa Senhora do Minho, presidida pelo Padre Alexandre Santos, a que se seguiu a procissão solene pelas ruas da zona monumental de Belém, repleta de turistas nacionais e estrangeiros.

E, quando os minhotos se juntam o folclore aparece, após participarem na procissão, transportanto consigo andores e pendões, subiram ao palco o Grupo Folclórico e Etnográfico de Palmeira – Braga e o Grupo de Danças e Cantares Genuínos da Serra d’Arga – Caminha, além naturalmente do anfitrião Rancho Folclórico da Casa do Minho em Lisboa.

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A festa que hoje se realizou vem na linha de continuidade da “Romaria de Santiago” que outrora por ocasião do dia 25 de Julho, juntava minhotos e galegos em redor da velha capelinha de Nossa Senhora da Boa Viagem, situada em Caxias e actualmente em ruínas – numa iniciativa da Casa do Minho e da Xuventud de Galícia – como elo de ligação entre as duas comunidades que possui a mesma matriz etnográfica e cultural e que remonta à vetusta Galaécia.

A esta romaria veio mais recentemente juntar-se a Nossa Senhora do Minho – bela no seu trajar domingueiro de lavradeira e trazendo consigo duas espigas de milho simbolizando o pão – cujo culto se venera no seu santuário, no cimo da serra d’Arga, de onde a nossa vista alcança o Minho quase por inteiro.

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ARCUENSES DANÇAM NA AMADORA NAS FESTAS DO CONCELHO

Iniciativa do Rancho Folclórico "Dançar é Viver" com o apoio da Câmara Municipal da Amadora

O Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez vai no próximo dia 9 de Setembro participar no 16º Festival de Folclore que se realiza no Parque Delfim Guimarães, Palco Mundo, na cidade da Amadora.

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Trata-se de uma iniciativa do Rancho Folclórico “Dançar é Viver”, inserido nas festas da Amadora e que conta com o apoio da Câmara Municipal da Amadora.

Além do Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, o festival conta ainda com a participação da Associação Desportiva Santo Estêvão das Galés e do Rancho Folclórico de Alcanhões, além naturalmente do Rancho Folclórico “Dançar é Viver”.

O Rancho Folclórico “Dançar é Viver” é constituído por minhotos que vivem naquele concelho dos arredores de Lisboa, predominantemente naturais e seus descendentes do concelho de Ponte da Barca ou a ele ligado por laços familiares.

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GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO PARTICIPA NAS CELEBRAÇÕES DO ANO NOVO CHINÊS QUE SE REALIZAM NO PRÓXIMO ANO

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo ano, a convite da Embaixada da República Popular da China, participar uma vez mais, nas celebrações do Ano Novo Chinês que estão previstas se realizarem em Lisboa no dia 10 de Fevereiro.

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As celebrações do próximo ano terão maior escala e importância uma vez que nesse ano se comemora o 40º aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas entre Portugal e a República Popular da China e ainda o 20º aniversário da transferência da administração de Macau.

O Porco de Terra é o animal e o elemento do Ano Novo Chinês 2019. O Porco é o animal do zodíaco cuja energia vai ser prevalecente durante 2019, juntamente com a Terra, o elemento do ano.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

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AGENDA CULTURAL DE LISBOA DESTACA O TRABALHO QUE O VIANENSE JOÃO ALPUIM BOTELHO ESTÁ A DESENVOLVER COMO DIRECTOR DO MUSEU BORDALO PINHEIRO

“Estamos muito orgulhosos! O nosso excelente director, João Alpuim Botelho, está na Agenda Cultural de Lisboa a sublinhar o trabalho a que se dedica, à cabeça de uma equipa igualmente empenhada em estudar e divulgar, incansavelmente, a obra de Bordalo Pinheiro!

Porque, como nota, "acontece que o Bordalo tem relação praticamente com tudo: através da sua postura e da variedade das suas intervenções no jornalismo, na cerâmica, no desenho e no humor, é muito fácil encontrar pontes para falar de situações actuais".” – é com estas palavras que a equipa de museólogos que trabalha no Museu Bordalo Pinheiro felicita o seu director, o vianense João Alpuim Botelho.

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O Dr. João Alpuim Botelho é actualmente o director do Museu Bordalo Pinheiro, em Lisboa. Antes foi o responsável pelo Museu do Traje, em Viana do Castelo. Sempre disponível para colaborar com as gentes minhotas na promoção da nossa região, proferiu no ano passado, em Loures, a convite do Grupo Folclórico Verde Minho, uma conferência subordinada ao tema “O Uso do Traje à Lavradeira: os Afectos e as Regras”.

Editada pela Câmara Municipal de Lisboa, a edição de Setembro da Agenda Cultural de Lisboa – portanto acabadinha de sair! – confere o merecido destaque ao vianense Dr. Alpuim Botelho.

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João Alpuim Botelho nasceu em 1967, em Viana do Castelo. Licenciado em História (FLL, 1989), possui o Mestrado em Museologia, tendo defendido uma tese sobre “Panorama Museológico do Alto Minho” (U.N.L., 2007).

Desde 1991, trabalha na Câmara Municipal de Viana do Castelo e, desde 1999, foi responsável pelo Museu do Traje, criado em 1997, com a gestão e direção da instalação e processo de adesão à Rede Portuguesa de Museus concluído em 2004.

No âmbito da sua atividade no Museu do Traje realizou cerca de 20 exposições de temática etnográfica, ligada à investigação e pesquisa da vida rural tradicional e da identidade alto minhota.

Publicou, entre catálogos e artigos, cerca de 50 trabalhos sobre a mesma temática. Destes trabalhos relevo a edição de Uma Imagem da Nação, O Traje à Vianesa, com Benjamim Pereira e António Medeiros (ed CMVC, 2009)

Ainda no âmbito dos Museus desenvolvi um conjunto de Núcleos Museológicos situados nas freguesias do Concelho de Viana do Castelo, que dispõe de cinco em funcionamento (Moinhos de Vento de Montedor, em Carreço; Moinhos de Água, em S.L. Montaria; do Pão, em Outeiro; do Sargaço, em Castelo de Neiva; das actividades Agro-Marítimas, em Carreço) estando esta rede em permanente alargamento.

Desde Julho de 2009 sou Chefe de Divisão de Museus da Câmara Municipal de Viana do Castelo, tendo a meu cargo dois Museus que integram a Rede Portuguesa de Museus: o Museu de Arte e Arqueologia e o Museu do Traje

Iniciou a sua vida profissional no Centro Nacional de Cultura com Helena Vaz da Silva, no Dep de Divulgação Patrimonial em 1990/91. Entre 1995 e 2002 deu aulas no Curso de Turismo da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPVC de História de Artes e Ofícios Tradicionais, Animação Cultural e Património e Museologia.

Entre 2002 e 2005, foi Diretor Executivo da Culturporto – associação de produção cultural privada, financiada pela Câmara Municipal do Porto, responsável pela gestão do Teatro Rivoli e pela Animação da Cidade. Durante este período, e para além da atividade normal do teatro Rivoli, organiza o projeto Bairros - projeto de criação artística com crianças de bairros desfavorecidos, a Festa na Baixa, conjunto de atividades de animação e divulgação do património da Baixa do Porto, o Capicua 2002, Ciclo de programação comissariado por Eduardo Prado Coelho, o Pontapé de Saída, ciclo de programação de encontro entre as artes e o futebol, no âmbito do Euro 2004, Colóquio Encenação do Passado, com Marc Augé, Vítor Oliveira Jorge, Jorge Freitas Branco, Nuno Carinhas, Abertura da Livraria do Rivoli, primeira livraria do Porto dedicada às Artes de Palco, Fundação da Sem Rede, Rede de Programação de Novo Circo, para a divulgação da disciplina de novo circo, integrada por 13 espaços culturais.

Integrou o Grupo de Trabalho para a Animação da Cidade durante o Euro 2004, criado pela Câmara Municipal do Porto para a coordenação da animação da cidade durante o Campeonato Europeu de Futebol e também a Comissão Executiva da exposição Homenagem a Fernando Galhano: 1904 -1994, na Biblioteca Almeida Garrett, em Novembro de 2004.

Realizou a Exposição Sala do Oriente de José Rodrigues Proposta para uma viagem, no Convento de S. Paio, Vila Nova de Cerveira, em Dezembro de 2006.

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