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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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VILA VERDE LEVA "NAMORAR PORTUGAL" À FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO

FIA 2018. Produtos Namorar Portugal conquistaram corações na maior Feira de Artesanato da Península Ibérica!

Os produtos inspirados nos sentimentos e afetos dos Lenços Namorar Portugal continuam a levar aos quatro cantos do planeta uma mensagem de paz, amor e amizade. Desta feita, a marca territorial de Vila Verde regressou a uma casa que conhece bem, a Fia Lisboa, que este ano decorreu de 23 de junho a 01 de julho, no Parque das Nações. A maior feira de artesanato da Península Ibérica voltou a afirmar-se como um palco de excelência para incrementar a reputação da marca, aproveitar novas oportunidades de negócio (dinamizando a economia), promover o território vilaverdense e divulgar a genuína tradição da cultura popular do Minho.

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Durante os dez dias do certame, que contou com representação de mais de 40 países, passaram pelo Parque das Nações mais de 100 milhares de pessoas. Mais uma vez, a marca Namorar Portugal agarrou com as duas mãos oportunidade soberana para divulgar e comercializar os produtos Namorar Portugal, que permitiu, em simultâneo, valorizar a tradição minhota e a cultura popular.

A marca territorial do Município de Vila Verde apresenta uma enorme diversidade de produtos (vestuário, artesanato, acessórios de moda, calçado, decoração, merchandising…) que se afirmam como veículos de sentimentos e afetos, inspirados nas mensagens de amor dos Lenços Namorar Portugal. Além da importância social e cultural (de preservação e promoção da genuína tradição do Minho), a marca afirma-se de forma cada vez mais contundente como um catalisador da economia e do turismo, com parceiros em vários pontos do país e presença habitual em grandes eventos de promoção da cultura, do artesanato e do turismo.

O ‘quartel-general’ é o Espaço Namorar Portugal, localizado no Centro de Dinamização Artesanal de Vila Verde, mas a marca encontra-se agora a um clique de distância de todo o planeta, através do website e loja online www.namorarportugal.pt ou da página Facebook.com/namorarportugal.

CONCERTINA DE DANIEL SOUSA TEM MAGIA: AS SUAS ALEGRES RAPSÓDIAS PUSERAM HOJE O POVO A DANÇAR NA FESTA DA AMIZADE DA CASA DO CONCELHO DE ARCOS DE VALDEVEZ

A concertina do tocador arcuense Daniel Sousa tem magia: Mas se ouviram os primeiros acordes e logo as gentes minhotas começaram a dançar e não mais pararam enquanto não parou de tocar.

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A Festa da Amizade que hoje teve lugar no Parque de Vale Fundão , em Lisboa, foi alegre e animada. Mas, muita gente aguardava ansiosamente pela sua atuação. Daniel Sousa é desde há muito tempo um dos mais apreciados tocadores – e cantadores – da comunidade minhota radicada na região de Lisboa e não apenas da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez a cujo rancho folclórico também pertence.

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CASA DO CONCELHO DE ARCOS DE VALDEVEZ JUNTA MINHOTOS EM LISBOA SOB O SIGNO DA AMIZADE

Arcuenses homenagearam Nossa Senhora da Peneda

O Parque de Vale Fundão, em Marvila, recebeu hoje centenas de minhotos que dessa forma responderam ao convite da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, em Lisboa. Folclore, jogos tradicionais, provas desportivas e celebrações religiosas em honra de Nossa Senhora da Peneda preencheram o programa da festa. Mas, o que realmente sobressaiu foi a amizade que deu nome à festa – Festa da Amizade – entre minhotos dos mais diversos concelhos radicados em Lisboa, com especial preponderância para os naturais de Ponte da Barca e de Arcos de Valdevez.

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A festa começou logo de manhã e prolongou-se durante todo o dia com a cumplicidade de S. Pedro que se absteve de abrir as torneiras. A seguir à missa campal, teve lugar a atuação do Grupo de Cavaquinhos da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, a que se seguiu o Rancho Folclórico de Vila Nova de Muía – Ponte da Barca e a atuação do exímio tocador arcuense Daniel Sousa que levou toda a gente a dançar no terreiro em frente ao palco. O arraial prosseguiu com o Grupo “Ecos de Montemuro” – Faifa, concelho de Castro Daire e encerrou em apoteose com a atuação do Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez que, como manda a tradição, encerrou com o “vira geral” e a promessa de que os arcuenses voltarão em breve a juntar-se para celebrar a amizade.

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Em virtude da impossibilidade do Presidente da Junta de Freguesia de Marvila estar presente, coube ao sr Joaquim Cerqueira de Brito – Presidente da Direcção da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez – representar aquele responsável na qualidade de autarca daquela freguesia.

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FAMALICÃO MOSTRA-SE NA FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO

Famalicão presente na Feira Internacional de Artesanato

O Município de Vila Nova de Famalicão realizou esta quarta-feira, 27 de junho, uma ação de promoção do seu território na Feira Internacional de Artesanato (FIA), que decorre até 1 de julho, no Parque das Nações, em Lisboa, e que é visitada por mais de 100 mil pessoas.

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A participação do município famalicense nesta que é a maior feira de multiculturalidade que ocorre na Península Ibérica e a segunda na Europa ocorreu integrada no expositor do Turismo do Porto e Norte de Portugal, tendo sido atribuído um especial enfoque à área “Viajar em Família”, destacando-se neste caso algumas das estruturas que compõem a Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão, nomeadamente, a Casa Museu de Camilo Castelo Branco e o Museu da Indústria Têxtil.

A participação de Famalicão na FIA contou ainda a realização de performances teatrais alusivas à vida e obra de Camilo Castelo Branco e uma exposição de produtos de cerâmica alusivos ao escritor e de presépios promovida pela Fundação Castro Alves.

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PROF. DOUTOR MANUEL ANTUNES VAI A LOURES FALAR DA ALDEIA SUBMERSA DE VILARINHO DA FURNA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho no âmbito do FolkLoures’18

Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada” é o tema da conferência que o Professor Dr. Manuel Antunes vai proferir no próximo dia 30 de Junho, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retratam os usos e costumes das gentes de Vilarinho da Furna, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Manuel de Azevedo Antunes é doutorado em Ciência Política (2009). Estudante nas Universidades de Lisboa (1966-1976) e Paris – Sorbonne (1976-1977), desenvolveu atividade docente nas Universidades de Lisboa (1975-1992) e Maputo (1979-1987). Foi Consultor das Nações Unidas (1989), em Moçambique. Na Guiné- Bissau (1988-1992), participou, como coordenador, metodólogo e estatístico, no Inquérito Demográfico e Sanitário, para o Ministério da Saúde, com apoio do Banco Mundial. É, atualmente, Professor Associado e Investigador na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Preside a AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna, tendo publicado “Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Regra do Jogo, 1985), “Requiem por Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Biblioteca da Universidade Lusófona, 1994) e “Vilarinho da Furna, Memórias do Passado e do Futuro” (Lisboa: Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2005).

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PENSAMENTO ORIENTAL – PROMOÇÃO DA CULTURA CHINESA: FOLKLOURES’18 RECEBE DANÇA TRADICIONAL DO TIBETE

Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa representará a comunidade chinesa no FolkLoures’18

A comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

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Kumara é uma formação de dança tradicional da etnia Zang (Tibete), o que representa as tradições, os costumes através de movimentos livres e de grande amplitude. As danças tibetanas transmitem sempre uma atitude firme, de cabeça erguida e de peito cheio para os homens e uma postura de curvatura e suavidade para as mulheres, imagens essas inspiradas na vida quotidiana do povo tibetano nos grandes planícies. Contudo, devido à diversidade de culturas naquela região, a própria dança tibetana sofre de influências culturais das outras regiões vizinhas no seu resultado final.

Os movimentos das danças tibetanas tem subcategorias tanto para homens como para mulheres, um dos nomes atribuídos a uma subcategoria é "Chinese Tap Dance".

Os trajes utilizados para danças tibetanas correspondem ao vestuário comum do povo tibetano, cheios de cores e figuras.

A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

O FolkLoures é uma iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho que conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

FOLKLOURES 18 接受西藏传统舞蹈

东方思维中国文化的弘扬将代表中国社区在 FolkLoures 18

居住在葡萄牙的华人社区将参加下一期的 FolkLoures--文化会议, 更具体地说, 将于2018年7月7日举行的文化艺术节。在澳门圣保禄教堂遗址的复制品旁边, "东方思维的中国文化促进" 将呈现西藏之舞 "随想曲奈特·库马拉"。

奈特·库马拉是藏 (藏) 的传统舞蹈, 代表着传统、自由的风俗和大振幅的运动。藏族的舞蹈总是以坚定的姿态, 正面和胸部为男人, 并为妇女的曲率和柔软的姿态, 这些图像的启发, 藏族人民在大平原的日常生活。然而, 由于该地区文化的多样性, 藏族舞蹈本身也受到其他相邻地区的文化影响。

藏族舞蹈的运动对男女都有子范畴, 其中一个类别的名字是 "中国踢踏舞"。

藏族舞蹈所用的服饰, 与藏族人民的共同服饰相呼应, 色彩和人物都十分鲜艳。

下一版的 FolkLoures 源于6月30日至 2018年7月7日, 将包括会议, 展览, 传统产品和民俗节日在城市公园, 在洛里什

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PROF. DOUTOR MANUEL ANTUNES VAI A LOURES FALAR DA ALDEIA SUBMERSA DE VILARINHO DA FURNA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho no âmbito do FolkLoures’18

Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada” é o tema da conferência que o Professor Dr. Manuel Antunes vai proferir no próximo dia 30 de Junho, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retratam os usos e costumes das gentes de Vilarinho da Furna, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Manuel de Azevedo Antunes é doutorado em Ciência Política (2009). Estudante nas Universidades de Lisboa (1966-1976) e Paris – Sorbonne (1976-1977), desenvolveu atividade docente nas Universidades de Lisboa (1975-1992) e Maputo (1979-1987). Foi Consultor das Nações Unidas (1989), em Moçambique. Na Guiné- Bissau (1988-1992), participou, como coordenador, metodólogo e estatístico, no Inquérito Demográfico e Sanitário, para o Ministério da Saúde, com apoio do Banco Mundial. É, atualmente, Professor Associado e Investigador na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Preside a AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna, tendo publicado “Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Regra do Jogo, 1985), “Requiem por Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Biblioteca da Universidade Lusófona, 1994) e “Vilarinho da Furna, Memórias do Passado e do Futuro” (Lisboa: Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2005).

MINHOTOS EM LISBOA DÃO FESTIVAL DE FOLCLORE NA ALTA DE LISBOA

A Casa do Minho em Lisboa proporcionou hoje uma magnífica tarde de folclore sob as copas refrescantes do arvoredo da Quinta das Conchas, ao Lumiar, numa tarde quente e soalheira que convidava a um local aprazível e de frescura.

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Após um pequeno desfile, subiram ao palco o Rancho Folclórico de Viegas – Santarém; Rancho Folclórico “As Mondadeiras” de Casa Branca – Portalegre; Grupo Folclórico “As Tricanas” de Ovar; Rancho Folclórico São Salvador de Grijó – Vila Nova de Gaia e, naturalmente, o anfitrião Rancho Folclórico da Casa do Minho em Lisboa.

Para além do numeroso público presente, a iniciativa contou com a presença, entre outras entidades, do Dr. Pedro Delgado Alves, Presidente da Junta de Freguesia do Lumiar e deputado à Assembleia da República e, em representação da Federação do Folclore Português, João Carriço (membro suplente da Direcção) e Sandra Pereira (CTR da Estremadura Sul Centro Saloia).

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