Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

VIANA DO CASTELO ESTÁ EM LISBOA NA FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO

A partir de hoje e até dia 3 de julho, o Município de Viana do Castelo participa na 34º Feira Internacional de Artesanato (FIA), que decorre na FIL, em Lisboa, naquela que é a maior mostra de artesanato nacional e internacional na Península Ibérica e a segunda maior na Europa.

Esta participação vianense integra apresentação da oferta de alojamento, restauração, serviços de animação turística, artesanato, património natural e cultural, lazer, entre outros, para além de incluir uma mostra do Bordado Certificado de Viana do Castelo pelas artesãs Conceição Pimenta e Augusta Gil.

Neste momento inicial da Feira marcam presença a tocata do Grupo Folclórico das Lavradeiras da Meadela e as artesãs do bordado vianense.

O Secretário de Estado do Trabalho, Miguel Fontes, já teve oportunidade de visitar o stand vianense.

Os Sons do Minho vão ainda atuar neste primeiro dia.

289086219_5543645669000136_7072065894016015116_n.jpg

289049710_5543645975666772_1555579196284259350_n.jpg

289167000_5543646269000076_3210557911196938901_n.jpg

288240847_5543646445666725_3893485705683656313_n.jpg

289184795_5543646932333343_2095839718540890210_n.jpg

BARCELOS EM LISBOA NA FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO

De 25 de junho a 3 de julho

O Município de Barcelos marca presença na FIA - Feira Internacional de Artesanato, que decorre em Lisboa, de 25 de junho a 3 de julho. Esta é mais uma excelente oportunidade para promover e divulgar o artesanato de Barcelos, nas suas mais variadas formas e materiais.

barcgalos.jpg

Barcelos, como o maior centro de produção artesanal no país e membro integrante das Cidades Criativas da UNESCO, pretende com esta participação dar a conhecer o enorme potencial criativo que existe no concelho, sensibilizando o público em geral para a valorização e preservação das artes e ofícios, um património cultural imaterial de valor incalculável que identifica as gentes e as respetivas culturas.

FIA (1).jpg

Para a presença nesta edição, o Município apostou numa nova imagem, mais dinâmica e renovada.

No stand atribuído a Barcelos, serão realizados workshops criativos de pintura de galos e de modelação de barro, potenciadores de novas experiências aos visitantes da feira.

A edição deste ano conta com uma grande representação de artesãos de Barcelos. Contando com o apoio do Instituto de Emprego e Formação Profissional vão estar representados António Ramalho, Conceição Sapateiro, Mina Gallos, Joaquim Messias, Laurinda Pias, Conceição Messias, Irene e António Salgueiro, Júlia e Prazeres Cota e Cidália Trindade todos barristas de figurado. Marcam igualmente presença, Conceição Dias Pereira (tecelagem) e Fátima Miranda e Rosa Cristina Sá (artesanato contemporâneo). O Município de Barcelos também está presente ostentando as produções certificadas da Olaria, Figurado e Bordado de Crivo da Carreira, no stand da “A. certifica” visando a promoção da excelência dos produtos artesanais certificados.

A Feira Internacional de Artesanato é considerado o maior certame do ramo, a nível nacional, servindo de grande montra para a maior parte das artes e ofícios produzidos em Portugal mas também com elevado número de artesãos estrangeiros.

barcrendas.jpg

VIANA DO CASTELO PARTICIPA NA FIA – FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO DE 25 DE JUNHO A 3 DE JULHO

O Município de Viana do Castelo participa, entre 25 de junho e 3 de julho, na 34º Feira Internacional de Artesanato (FIA), que decorre na FIL, em Lisboa, naquela que é a maior mostra de artesanato nacional e internacional na Península Ibérica e a segunda maior na Europa.

Assim, Viana do Castelo apresenta-se no Pavilhão 1 da FIL, num stand promocional de 18 metros quadrados (Nº 1B10) que aposta na divulgação turística do concelho. Esta participação vianense integra apresentação da oferta de alojamento, restauração, serviços de animação turística, artesanato, património natural e cultural, lazer, entre outros, para além de incluir uma mostra do Bordado Certificado de Viana do Castelo.

No Espaço Workshop's FIA serão promovidos dois workshops de iniciação à arte de bordar pela artesã Conceição Pimenta: dia 27 de junho com “Bordados de Viana do Castelo” e dia 28 de junho com “Lenços de Namorados do Minho”. Nos dias 25, 26, 29 e 30 de junho serão ainda realizados momentos de degustação de doces tracionais de Viana do Castelo no stand do Município.

Esta edição conta com mais de 400 expositores de 31 países, tendo contado nos 9 dias da edição de 2021 com mais de 22.000 visitantes, naquela que foi uma edição realizada ainda em situação de pandemia.

Para a edição de 2022, a Feira Internacional do Artesanato irá preencher três pavilhões diferentes, num total de 30.000 m² de área expositiva. No Pavilhão 1, estará presente o Artesanato Nacional, no Pavilhão 2, o Artesanato Internacional e no Pavilhão 3, a Gastronomia e os Vinhos. Os Pavilhões de Exposição (1 e 2) estarão abertos entre as 15h00 e as 24h00. Já o Pavilhão da Gastronomia (3) funcionará das 12h30 às 24h00, com entrada gratuita até às 15h00.

A FIA Lisboa é uma plataforma de excelência para a promoção da identidade e desenvolvimento dos territórios nacionais e estrangeiros designadamente ao nível económico, cultural e turístico. Apoia o desenvolvimento regional e as culturas locais, através de várias vertentes do património cultural material e imaterial – artesanato, gastronomia, recursos naturais, atividades culturais e turísticas, entre outras, procurando evidenciar micro, pequenas e médias empresas nacionais, entidades e organismos oficiais ligados a projetos que visam a promoção e divulgação dos territórios, bem como a venda dos produtos regionais.

FIA.JPG

SANTO ANTÓNIO EM LISBOA TINHA OUTRORA LUGAR DE DESTAQUE NAS TABERNAS DOS MINHOTOS

Pese embora uma maior devoção a São João na região de Entre-Douro-e-Minho, cujas origens nos remetem para antigos ritos de celebração do Solstício de Verão, o culto a Santo António – um dos grandes doutores da Igreja – popularizou-se em todo o país a tal ponto que veio a suplantar o próprio São Vicente em Lisboa, cidade de que é padroeiro.

Capturarporto1.JPG

Para tal sucesso terá contribuído, entre outros artistas, o caricaturista e ceramista Rafael Bordallo Pinheiro, célebre pela criação do famoso “Zé Povinho”.

Em Lisboa, as velhas tabernas e casas-de-pasto pertenceram na sua maior parte a galegos e minhotos, antes de as transformarem nos modernos restaurantes. E, não havia taberna que não exibisse a escultura de Santo António em local cimeiro, por vezes no recato de um pequeno santuário com porta de vidro para poder ser contemplado pelos fiéis. Ao lado, invariavelmente, o Zé Povinho, fazendo ostensivamente o seu manguito. ditava a sentença: Queres fiado? Toma!

A taberna é um local de culto que remonta pelo menos há quase 4 mil anos Antes de Cristo, tendo provavelmente tido origem na Suméria, sendo o “culto” aí praticado presidido por uma sacerdotiza – a taberneira – que, com o tempo, devido aos maus costumes, foi sendo substituído pelo patriarca até chegar aos nossos dias, altura em que os minhotos, à testa do balcão em frio mármore – qual altar sacrificial – tomaram para si os ofícios de Baco e Dionísio.

Mas, cuidai que Santo António – no século chamado Fernando de Bulhões e que veio a dar o nome ao poeta Fernando Pessoa por ter nascido no seu dia – em nada tem a ver com ritos e divindades pagãs, nem tão pouco com o Zé Povinho de Rafael Bordallo Pinheiro. Apenas chamamos a atenção para uma tradição entretanto desaparecida e que era mantida pelos taberneiros minhotos em Lisboa.

CORAÇÃO DE VIANA BRILHA NAS MARCHAS POPULARES DOS BAIRROS DE LISBOA

A filigrana minhota desfilou a avenida da Liberdade, em Lisboa. Marchas de bairros alfacinhas como Campo de Ourique, Alfama, Ajuda, Madragoa, Alto do Pina apresentaram na sua exibição o tradicional coração da ourivesaria de Viana do Castelo sob as mais variadas formas ou seja, nos fatos, arcos, em arrecadas, exibidas ao peito e até na coreografia.

Fotos: Pedro Tim

286039098_2160725637424302_8283935633253435805_n.jpg

285672536_2160893924074140_4512988757832564971_n.jpg

287290650_2160445067452359_4683883890631269616_n.jpg

286398142_2160445250785674_6863430100577800571_n.jpg

285675377_2159721427524723_8817694909241494780_n.jpg

286889562_2157479561082243_5850278373707235188_n.jpg

O MINHO FOI HÁ 90 ANOS O TEMA DA MARCHA DE CAMPO DE OURIQUE – UMA DAS VENCEDORAS DA PRIMEIRA EDIÇÃO DAS MARCHAS DE LISBOA

Passam precisamente 90 anos desde que pela primeira vez saíram à rua as marchas dos bairros típicos de Lisboa. O seu criador, tal como as conhecemos hoje, foi José Leitão de Barros a que se associou Norberto de Araújo, em 1932. Os festejos populares dedicados a Santo António foram a inspiração deste evento.

61670044_2474238062596129_3897684410257899520_n.jpg

O "Notícias Ilustrado" e o "Diário de Lisboa" dinamizaram esta iniciativa, com o apoio do Parque Mayer.

No primeiro ano concorreram três bairros, Alto do Pina, Bairro Alto e Campo de Ourique, com a participação de Alcântara, Alfama e Madragoa. Desfilaram por algumas ruas de Lisboa e terminaram a atuação no Capitólio.

O Bairro Alto ganhou o prémio da Alegria, Campo de Ourique o prémio da imponência e Alto do Pina o prémio do Pitoresco.

in "Dicionário da História de Lisboa", Direção de Francisco Santana e Eduardo Sucena Notícias Ilustrado de 5 Junho de 1932 | Hemeroteca Municipal de Lisboa

61447223_2474238055929463_8725958336568098816_n.jpg

61883829_2474238052596130_2180141634425978880_n.jpg

CASA DO MINHO EM LISBOA DEU FESTIVAL DE FOLCLORE EM BELÉM

O passado Domingo foi soalheiro como convinha. Em Lisboa, a zona histórica de Belém engalanou-se para receber a alegria e o colorido do nosso folclore. Tratou-se do XIX Festival de Folclore organizado pela Casa do Minho e o respetivo Rancho Folclórico.

286453102_797676671150138_7191837237965100757_n.jpg

O festival teve início com o desfile dos ranchos pelas ruas de Belém, despertando como é habitual a curiosidade dos inúmeros turistas nacionais e estrangeiros que frequentam o local, muitos dos quais não desperdiçam a oportunidade de assistir a um espetáculo de vida e cor que carateriza o nosso folclore.

Foi um retomar pós pandemia com muita chieira, um festival com certa elevada qualidade em representação Folclórica, grupos de vários pontos do país, Ribeirão, Vila Nova de Famalicão, Os Camponeses de Vila Nova de Cernache Coimbra, Rosas do Lena, Rebolaria Batalha, Vale de Santarém, Ribatejo.

Muitos amigos na festa, de entre os quais salientamos o Presidente do Junta de Freguesia de Belém, Dr. Fernando Ribeiro Rosa, que deu os parabéns à Casa do Minho por voltar a encher o jardim Vasco da Gama, depois de dois anos de interrupção.

Em representação da Federação do Folclore Português esteve o Dr. Carlos Bom Sucesso, que deu os parabéns pela forma como organização deste festival, pela assistência e qualidade dos grupos.

Muitos regionalista no terreiro em representação da Casa Cerveirense, Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, Casa do Concelho de Ponte de Lima, o Presidente do partido Aliança Dr. Jorge Nuno Sá, um vianense convicto, e responsáveis e componentes de muitos ranchos e grupos Folclóricos não só Minhotos da periferia de Lisboa. Não faltaram os rojões, fêveras, enchidos tradicionais do Minho, Roscas, bolos de gema, papudos, vinhos verdes brancos e tintos. E o convívio terminou com alegria natural dos minhotos ao toque da concertina.

285879813_1714543098926262_2932987258046067455_n (1).jpg

286148232_365601548800487_8451587359750440160_n.jpg

285892357_546973873739240_6795441215363030685_n.jpg

286361091_5675245459170374_8881103812052718061_n.jpg

285987916_393514382742042_1413164258160777480_n.jpg

286092845_1080329039220859_1816724518832886433_n.jpg

286186828_386920650140678_1648086849341270165_n.jpg

286024009_748725529587354_5090172493180837027_n.jpg

286007123_1922678581266523_5894971837557421848_n.jpg

285817401_2452352131573146_3900966864322152533_n.jpg

286041554_357343223167004_883652169646724756_n.jpg

286175000_479092190657196_7265756937579102328_n.jpg

285866286_568826088252463_957738437714319176_n (1).jpg

APRESENTAÇÃO DO PROJETO MOBILIZADOR PARA A ECONOMIA CIRCULAR NO SETOR DOS PLÁSTICOS EM PORTUGAL

É já no dia 8 de junho que é revelado o projeto BETTER PLASTICS. A iniciativa da APIP junta o esforço de 25 entidades nacionais para impulsionar o desenvolvimento de novos materiais, produtos, processos tecnológicos e serviços, que assegurem a circularidade dos plásticos.

Capturarplast.JPG

Terá lugar no dia 8 de junho, entre as 10h30 e as 12h30, na Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, em Lisboa, a sessão pública de apresentação do Projeto Mobilizador de I&DT BETTER PLASTICS: Plastics in a Circular Economy”.

O projeto BETTER PLASTICS, que tem o PIEP – Pólo de Inovação em Engenharia de Polímeros - como coordenador científico, e a Vizelpas como promotor líder, surgiu de uma iniciativa da Associação Portuguesa da Indústria dos Plásticos (APIP), com o objetivo de reforçar a investigação, o desenvolvimento tecnológico e a inovação no setor dos plásticos em Portugal.

De acordo com a APIP, o Better Plastics “constitui um projeto estratégico capaz de alavancar a transição do setor rumo a uma economia mais circular e neutra em carbono”.

Este projeto, cofinanciado pelo COMPETE 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, envolve praticamente toda a cadeia de valor, num total de 25 entidades que procurarão, de forma integrada, trabalhar em soluções que deem resposta aos desafios da economia circular e sustentabilidade, alavancando a transição efetiva do setor para uma economia circular e sustentável. 

Para além do projeto BETTER PLASTICS serão igualmente abordadas no evento outras iniciativas que constituem o roadmap de ações do setor dos plásticos nacional, rumo a uma maior sustentabilidade, conforme expressas no programa do evento. 

Programa do evento:

geral@betterplastics.pt

213 150 633/4

Capturarplast2.JPG

FAMALICENSES DANÇAM EM LISBOA NA ZONA HISTÓRICA DE BELÉM – INICIATIVA DO RANCHO FOLCLÓRICO DA CASA DO MINHO

O Rancho Etnográfico de Ribeirão, de Famalicão, vai o próximo domingo, dia 5 de Junho, deslocar-se a Lisboa a fim de participar no XIX Festival de Folclore organizado pela Casa do Minho que vai ter lugar na zona histórica de Belém.

160367037_125840369545924_2087950839749456801_n.jpg

Vão também participar naquele evento o Rancho Folclórico Rosas do Lena – Batalha, o Rancho Folclórico do Vale de Santarém e o Rancho Folclórico Os Camponeses de Vila Nova, uma representação que assegurará a excelente qualidade do espetáculo.

O festival terá início com o desfile dos ranchos pelas ruas de Belém, despertando como é habitual a curiosidade dos inúmeros turistas nacionais e estrangeiros que frequentam o local, muitos dos quais não desperdiçam a oportunidade de assistir a um espetáculo de vida e cor que carateriza o nosso folclore.

281345310_3207190306226718_5141582228857318518_n.jpg

PONTE DE LIMA: RÁDIO ONDAS DO LIMA ENTREVISTA RUI QUINTELA – UM DOS FUNDADORES DA ESCOLA DE CORDAS DA CORRELHÃ

281352759_1768949240111233_265819079399979680_n (2).jpg

À conversa com Rui Quintela, honorável correlhanense co-fundador da A D da Correlhã, da Escola de Cordas da Correlhã e do Grupo Quatro Ventos...

No Programa do Fernando e da Sofia Ribeiro com Isabel Sa - sexta (27 maio) e terça (31 maio), 21-23h, na Rádio Ondas do Lima

img525

Rui Quintela, em 1987, a tocar cavaquinho no III Almoço Limiano que se realizou no restaurante “David da Buraca”, nos arredores de Lisboa. À sua direita, Carlos Gomes, Administrador do BLOGUE DO MINHO.

img524

Escola de Cordas da Correlhã fez a sua primeira aparição pública há 37 anos!

Corria o ano de 1985 quando a Escola de Cordas da Correlhã fez a sua primeira aparição pública, no Parque de Jogos da Boa-Morte, no âmbito das comemorações do Dia Mundial da Criança. O “Grupo de Cavaquinhos da Correlhã” – como ficou conhecida a Escola de Cordas da Correlhã – nasceu sob a égide da Associação desportiva e Cultural da Correlhã e rapidamente alcançou notoriedade.

img526

Formado então por 31 tocadores de cavaquinho e 5 tocadores de viola, reunia um grande número de jovens da Correlhã, muitos dos quais despertavam para a música e a preservação do nosso património cultural. As atuações sucediam-se e os “Cavaquinhos da Correlhã” marcavam a sua presença em numerosos eventos culturais, não apenas no Minho como ainda noutros pontos do país e até no estrangeiro.

Para preservação da memória, o BLOGUE DO MINHO deixa aqui o registo da sua atuação no III Almoço Limiano realizado nos arredores de Lisboa, em novembro de 1987, distinguindo-se numa das fotos Rui Quintela, dedilhando as cordas do seu cavaquinho, junto de alguns fundadores daquela associação. Ainda, em 1996, a participação da Escola de Cordas da Correlhã, no programa de apanhados da SIC, “Minas e Armadilhas”.

img527

img528