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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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中国新年庆典中的李斯本绿色明河集团参展

应中华人民共和国大使馆邀请, 民间团体 "绿色明浩" 将再次参加将于 2月 9日在里斯本举行的中国新年庆祝活动。

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明年的庆祝活动将更加大规模和重要, 因为今年是葡萄牙和中华人民共和国建交 40周年, 也是行政移交20周年澳门。

猪是一种动物, 中国的新年是2019年。猪是黄道带的动物, 它的能量将与当年的元素地球一起在2019年流行。

中国历法是由月球周期与太阳的位置一起控制的, 从新月的夜晚开始, 最接近太阳通过十年级的那一天。在中国历法中相应年份的十二种动物的表现在传说中有你的起源, 根据这个传说, 十二种动物展示了佛陀, 与你的呼唤相对应。

居住在葡萄牙的中国人超过2万人, 主要是因为你靠近澳门, 澳门是一个和平的社区, 勤奋, 特别致力于贸易, 有存在在我们地区相当大。

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GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO PARTICIPA EM LISBOA NAS CELEBRAÇÕES DO ANO NOVO CHINÊS

A convite da Embaixada da República Popular da China, o Grupo Folclórico Verde Minho vai participar uma vez mais nas celebrações do Ano Novo Chinês que vão realizar-se em Lisboa no próximo dia 9 de Fevereiro.

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As celebrações do próximo ano terão maior escala e importância uma vez que neste ano se comemora o 40º aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas entre Portugal e a República Popular da China e ainda o 20º aniversário da transferência da administração de Macau.

O Porco de Terra é o animal e o elemento do Ano Novo Chinês 2019. O Porco é o animal do zodíaco cuja energia vai ser prevalecente durante 2019, juntamente com a Terra, o elemento do ano.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

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CASA CERVEIRENSE EM LISBOA INAUGURA SEDE SOCIAL

A Casa Cerveirense em Lisboa procede no próximo dia 3 de Fevereiro à inauguração da sua sede social, na Freguesia dos Olivais, mais precisamente na rua Cidade de Vila Cabral, Lote 352, em Olivais Norte.

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O anúncio acerca da obtenção de instalações com vista ao funcionamento da sede social foi feito em 2017 por Rosa Paula Brito, Presidente da Direcção daquela instituição regionalista, no decorrer do almoço comemorativo do 8º aniversário, ontem realizado na Quinta da Valenciana, em Fernão Ferro, no concelho de Sesimbra.

Entretanto, a Casa Cerveirense em Lisboa endereçou a todos os cerveirenses – e também ao BLOGUE DO MINHO – o convite que a seguir reproduzimos e agradecemos.

“Caros Cerveirenses e amigos

No próximo dia 3 de fevereiro, com início às 15 Horas, a Casa Cerveirense em Lisboa vai inaugurar a sua sede.

Para tal, e com a simplicidade que se pretende, dispensando a rigidez protocolar, a direção tem o prazer de o convidar, contando que nos honre com a sua presença, num ambiente festivo com a alegria que nos caracteriza.

Iniciaremos com a bênção do espaço, a que se segue um verde de honra, continuando pela tarde a receber quem quiser vir brindar connosco, há existência deste nosso pequeno cantinho, que será a partir deste dia a casa e o ponto de encontro da família cerveirense.

Presidente da Direção

Rosa Brito”

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QUEM NUNCA PROVOU O DELICIOSO ARROZ DE SARRABULHO COM ROJÕES À MODA DE PONTE DE LIMA VAI TER AGORA OPORTUNIDADE DE O SABOREAR… EM LOURES, NO PRÓXIMO DIA 3 DE FEVEREIRO!

Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, engº Víctor Mendes, vai estar presente

Estão quase esgotadas as inscrições para o almoço de arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo, numa iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os restaurantes de Ponte de Lima. Resta pouco mais de uma dezena de lugares vagos mas ainda vai a tempo de se inscrever!

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A iniciativa vai ter lugar no próximo dia 3 de Fevereiro em Loures, a ter lugar na cantina da Câmara Municipal de Loures.

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Sob a experiente batuta do Chefe Paulo Santos, da Casa de S. Sebastião, na freguesia limiana de S. Pedro de Arcos, espera-se uma adesão bem mais superior à verificada no ano passado. Os comensais vão ter a oportunidade de saborear uma das requintadas obras do paladar da gastronomia minhota e portuguesa em geral – o arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima!

Trata-se, realmente, de uma iniciativa a não perder e cuja inscrição não deve ser relegada para mais tarde… os contactos são os seguintes:

- Teotónio Gonçalves – 964 006 657

- Mário Oliveira – 914 080 246

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GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO PARTICIPA EM LISBOA NAS CELEBRAÇÕES DO ANO NOVO CHINÊS

A convite da Embaixada da República Popular da China, o Grupo Folclórico Verde Minho vai participar uma vez mais nas celebrações do Ano Novo Chinês que vão realizar-se em Lisboa no próximo dia 9 de Fevereiro.

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As celebrações do próximo ano terão maior escala e importância uma vez que neste ano se comemora o 40º aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas entre Portugal e a República Popular da China e ainda o 20º aniversário da transferência da administração de Macau.

O Porco de Terra é o animal e o elemento do Ano Novo Chinês 2019. O Porco é o animal do zodíaco cuja energia vai ser prevalecente durante 2019, juntamente com a Terra, o elemento do ano.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

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MONÁRQUICOS EVOCAM CENTENÁRIO DA MONARQUIA DO NORTE

A Real Associação do Porto, em parceria com a Causa Real e as Reais Associações de Lisboa, Braga e Viana do Castelo, vai promover a evocação do Centenário da Monarquia do Norte.

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No próximo dia 19 de Janeiro, Sábado, no Ateneu Comercial do Porto, pelas 18h00, haverá uma Conferência subordinada ao tema “Cem anos da monarquia do norte – uma história de resistência”, na qual serão oradores os historiadores Dr. Carlos Bobone e o Prof. Dr. Nuno Resende.

A conferência é de entrada livre, seguindo-se um Jantar sujeito a inscrição prévia até quinta-feira, dia 17 de Janeiro, ambos limitados à lotação do espaço.

O contributo para o jantar, no valor de 25,00 €, deverá ser efectuado por transferência bancária ou multibanco, para o nosso:

NIB: 0033 0000 0011 1128 3420 5

IBAN: PT50 0033 0000 0011 1128 3420 5

Agradecemos o envio do respectivo comprovativo para a nossa sede ou, preferencialmente, por email para realporto@realporto.pt, impreterivelmente até ao referido dia 17 de Janeiro.

Pelo interesse do tema e pela qualidade dos oradores, temos a expectativa de poder contar com a vossa presença!

RANCHO FOLCLÓRICO DANÇAR É VIVER: MINHOTOS REPRESENTAM NA AMADORA O FOLCLORE DO MINHO DESDE HÁ 28 ANOS!

Rancho Folclórico Dançar é Viver é a "embaixada" do folclore do Minho no concelho da Amadora

O Rancho Folclórico Dançar é Viver celebra hoje 28 anos de existência, afirmando-se como o mais lídimo embaixador das tradições minhotas no concelho da Amadora. O BLOGUE DO MINHO endereça-lhe as melhores felicitações!

Constituído por minhotos e seus descendentes radicados no concelho da Amadora, nos arredores da capital lisboeta, o Rancho Folclórico Dançar é Viver, ao longo dos seus 28 anos de existência, tem vindo a promover os usos e costumes das gentes do Minho.

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Este grupo folclórico tem como principal objetivo preservar e divulgar os usos e costumes das gentes minhotas, mantendo assim a tradição das raízes do seu povo e, ao mesmo tempo, preservar a união e a identidade cultural dos minhotos que um dia tiveram de deixar as suas terras de origem à procura de melhores condições de vida.

Fundado a 12 de janeiro de 1991, o Rancho Folclórico Dançar é Viver esteve sediado durante 12 anos na Freguesia da Falagueira. Atualmente, possui nova sede social na Freguesia da Encosta do Sol, também no concelho da Amadora.

O seu Festival de Folclore realiza-se todos os anos inserido nas comemorações do aniversário do Município da Amadora e da freguesia onde se encontra sediado. E, é com bastante empenho que, através dos seus cantares, danças e dos seus trajes, representa condignamente o Minho na vertente do folclore e da etnografia, contribuindo para a aproximação dos minhotos que vivem na região e na preservação da sua cultura.

Desde a sua criação, o Rancho Folclórico Dançar é Viver tem participado em centenas de festas e romarias por todo o país, além de várias representações no estrangeiro, de entre as quais se destacam as realizadas em Espanha, França e Luxemburgo.

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PAN REPUDIA DIA DA TAUROMAQUIA

CRIANÇAS EXPOSTAS À VIOLÊNCIA DA TAUROMAQUIA

O Grupo Municipal do PAN reage às atividades que vão ser promovidas no dia 23 de fevereiro e que pretendem expor de forma clara as crianças e jovens às práticas violentas da tauromaquia. O PAN já questionou a Câmara Municipal de Lisboa relativamente às licenças para ocupação do espaço público neste dia e reitera que deve ser dado outro uso à Praça do Campo Pequeno.

Face às comemorações do “dia da tauromaquia” no Campo Pequeno no próximo dia 23 de fevereiro, o PAN Lisboa reage com perplexidade e repúdio perante a intenção dos promotores do evento – a PróToiro - em torná-lo um evento “para toda a família”.

Estas atividades vão decorrer no recinto do Campo Pequeno e no espaço público envolvente, pelo que o Grupo Municipal do PAN já questionou a Câmara Municipal de Lisboa sobre que licenças foram concedidas para este dia, para que locais, se houve isenção do pagamento de taxas e qual o tipo de atividades a que concretamente se destinam. 

De acordo com a comunicação social, este evento pretende “levar a cultura tauromáquica a vários públicos”, incluindo “atividades pedagógicas para crianças e adultos”, nomeadamente “demonstrações e aulas de toureio e pegas”, o que ignora por completo a recomendação da ONU para que as crianças não sejam expostas à violência física e psicológica da tauromaquia.

Numa altura em que várias cidades do país, como Póvoa de Varzim e Viana do Castelo, já se declararam livres de touradas, é incompreensível que a nossa capital permita não só a realização de eventos tauromáquicos como também a celebração deste dia, do qual pouco ou nada se tinha antes ouvido falar”, refere a deputada municipal Inês de Sousa Real.

O terreno onde a Praça de Touros se encontra instalada pertence à Autarquia e a Praça de Touros em si pertence à Casa Pia de Lisboa. É incompreensível que estas duas entidades públicas não desenvolvam esforços para reconverter o uso que é dado àquele espaço e ignorem a crescente consciencialização da população para a proteção animal. De referir também a situação jurídica pouco clara em que se encontra a Sociedade de Renovação Urbana do Campo Pequeno, que apesar de dissolvida detém ainda o direito de exploração do espaço. Mais grave ainda, quando o setor insiste em menosprezar o superior interesse das crianças e jovens, expondo-os a esta atividade”, acrescenta.

O PAN Lisboa compromete-se a acompanhar de perto as atividades previstas para o dia 23 de fevereiro bem como, neste sentido, vai continuar a trabalhar por uma cidade livre de violência contra pessoas e animais.

CASA CERVEIRENSE EM LISBOA INAUGURA SEDE SOCIAL

A Casa Cerveirense em Lisboa procede no próximo dia 3 de Fevereiro à inauguração da sua sede social, na Freguesia dos Olivais, mais precisamente na rua Cidade de Vila Cabral, Lote 352, em Olivais Norte.

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O anúncio acerca da obtenção de instalações com vista ao funcionamento da sede social foi feito em 2017 por Rosa Paula Brito, Presidente da Direcção daquela instituição regionalista, no decorrer do almoço comemorativo do 8º aniversário, ontem realizado na Quinta da Valenciana, em Fernão Ferro, no concelho de Sesimbra.

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A Casa Cerveirense em Lisboa endereçou a todos os cerveirenses – e também ao BLOGUE DO MINHO – o convite que a seguir reproduzimos e agradecemos.

“Caros Cerveirenses e amigos

No próximo dia 3 de fevereiro, com início às 15 Horas, a Casa Cerveirense em Lisboa vai inaugurar a sua sede.

Para tal, e com a simplicidade que se pretende, dispensando a rigidez protocolar, a direção tem o prazer de o convidar, contando que nos honre com a sua presença, num ambiente festivo com a alegria que nos caracteriza.

Iniciaremos com a bênção do espaço, a que se segue um verde de honra, continuando pela tarde a receber quem quiser vir brindar connosco, há existência deste nosso pequeno cantinho, que será a partir deste dia a casa e o ponto de encontro da família cerveirense.

Presidente da Direção

Rosa Brito”

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A cedência de instalações resulta de um acordo com o Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana, I.P.

A escassa distância do Aeroporto de Lisboa, da Segunda Circular, da avenida de Berlim, avenida Infante D. Henrique e da avenida Marechal Gomes da Costa, a sede da Casa Cerveirense beneficia de situação privilegiada devido à da proximidade de proximidade de magníficos parques urbanos constituídos por extensas zonas verdes, de entre os quais se destaca o Parque Urbano do Vale Fundão, um local excelente para a comunidade cerveirense levar a efeito algumas das suas actividades regionalistas.

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REGIONALISMO CERVEIRENSE EM LISBOA REMONTA AOS COMEÇOS DA DÉCADA DE OITENTA DO SÉCULO XX
Apesar da Casa Cerveirense em Lisboa contar com pouco mais de nove anos de existência, o regionalismo cerveirense na capital lisboeta tem um historial mais vasto e que remonta aos começos da década de oitenta do século passado, altura em que se começaram a realizar anualmente os chamados “almoços cerveirenses”. Estes tiveram lugar durante vários anos consecutivos e eram organizados pela “Casa Cerveirense”, uma associação que reunia numas instalações na zona da Freguesia de Benfica mas que, contudo, jamais veio a ser legalmente constituída.
Em 1987, a Casa do Concelho de Ponte de Lima realizou em novembro o III Almoço Limiano e, pela primeira vez, juntou os representantes das diversas associações concelhias minhotas então existentes em Lisboa: a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, a Liga dos Amigos do Concelho de Valença e a Casa Cerveirense.
Algum tempo depois, perante a promessa de poderem vir a ocupar cargos diretivos na Casa do Minho, os dirigentes da Casa Cerveirense aderiram a esta associação deixando de realizar os “almoços cerveirenses” e abandonando a ideia da legalização da sua associação regionalista. Porém, há quatro anos, uma nova geração de cerveirenses resolveu meter mãos à obra e constituir a Casa Cerveirense em Lisboa.

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A imagem regista um momento do III Almoço Limiano realizado em 1987, vendo-se em primeiro plano o representante da Casa Cerveirense.


A comunidade cerveirense radicada na região de Lisboa é constituída sobretudo por pequenos empresários na área de hotelaria, após uma longa tradição de tabernas e carvoarias onde ombrearam com os galegos. Não obstante, à semelhança do que se verifica com a comunidade minhota em geral, existe uma nova geração de descendentes constituída por jovens licenciados já nascidos na capital lisboeta que anseiam preservar as suas raízes e ligação com a região de origem dos seus país, devendo o regionalismo prestar-lhes uma especial atenção e potenciar as suas capacidades em prol da nossa região.

Apesar de contar com apenas quatro anos de existência, o regionalismo cerveirense na capital lisboeta tem um historial mais vasto e que remonta aos começos da década de oitenta do século passado, altura em que se começaram a realizar anualmente os chamados “almoços cerveirenses”. Estes tiveram lugar durante vários anos consecutivos e eram organizados pela “Casa Cerveirense”, uma associação que reunia numas instalações na zona da Freguesia de Benfica mas que, contudo, jamais veio a ser legalmente constituída.

Em 1987, a Casa do Concelho de Ponte de Lima realizou em novembro o III Almoço Limiano e, pela primeira vez, juntou os representantes das diversas associações concelhias minhotas então existentes em Lisboa: a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, a Liga dos Amigos do Concelho de Valença e a Casa Cerveirense.

Algum tempo depois, perante a promessa de poderem vir a ocupar cargos diretivos na Casa do Minho, os dirigentes da Casa Cerveirense aderiram a esta associação deixando de realizar os “almoços cerveirenses” e abandonando a ideia da legalização da sua associação regionalista. Porém, há quatro anos, uma nova geração de cerveirenses resolveu meter mãos à obra e constituir a Casa Cerveirense em Lisboa.

A comunidade cerveirense radicada na região de Lisboa é constituída sobretudo por pequenos empresários na área de hotelaria, após uma longa tradição de tabernas e carvoarias onde ombrearam com os galegos. Não obstante, à semelhança do que se verifica com a comunidade minhota em geral, existe uma nova geração de descendentes constituída por jovens licenciados já nascidos na capital lisboeta que anseiam preservar as suas raízes e ligação com a região de origem dos seus país, devendo o regionalismo prestar-lhes uma especial atenção e potenciar as suas capacidades em prol da nossa região.

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GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO PARTICIPA NAS CELEBRAÇÕES DO ANO NOVO CHINÊS QUE SE REALIZAM NO PRÓXIMO ANO

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo ano, a convite da Embaixada da República Popular da China, participar uma vez mais, nas celebrações do Ano Novo Chinês que estão previstas se realizarem em Lisboa no dia 10 de Fevereiro.

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As celebrações do próximo ano terão maior escala e importância uma vez que nesse ano se comemora o 40º aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas entre Portugal e a República Popular da China e ainda o 20º aniversário da transferência da administração de Macau.

O Porco de Terra é o animal e o elemento do Ano Novo Chinês 2019. O Porco é o animal do zodíaco cuja energia vai ser prevalecente durante 2019, juntamente com a Terra, o elemento do ano.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

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GRUPO ANAQUIÑOS DA TERRA FAZ HOJE 62 ANOS – COMUNIDADE GALEGA EM LISBOA ESTÁ DE PARABÉNS!

Há precisamente 62 anos, o Grupo Anaquiños da Terra procedia à sua primeira apresentação pública na Xuventude da Galiza – Centro Galego de Lisboa. Inicialmente constituído apenas como grupo coral, veio posteriormente a incorporar a dança tradicional do povo galego.

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A sua denominação, “Anaquiños da Terra”, significa literalmente “pedaciños da nosa terra”, o que nos remete directamente para a preservação e divulgação dos usos e costumes das gentes da Galiza. De resto, como se indica no seu site oficial, “Os Anaquiños da Terra acaban por ser o principal vehículo de expresión da tradición galega”.

Conforme a sua própria descrição, “os cantares son esencialmente femininos, os instrumentos, entre os cuais destacan as pandeiretas, as cunchas, como as utilizadas pólos peregrinos a Santiago de Compostela, as piñas, o tambor, o bombo, o pandeiro, a zanfona (instrumento de cordas medieval) e a gaita, entre outros.

Na danza tradicional galega, onde destaca especialmente a muiñeira, a xota e a pandeirada, características dos bailes tradicionais, tamén existén danzas asociadas a eventos específicos, como son: a danza de Maio, a danza dos paos ou a danza da regueifa, típica de bodas. Existe tamén otyro tipo de danza mais recente produto de interaccións com outras tradicións, normalmente traídas por emigrantes galegos, como son: a polca, o valse galego ou a mazurca.

Os traxes dos “Anaquiños da Terra” son típicos de Galícia, de varias rexións e com diversas aplicacións”.

Ao Grupo Anaquiños da Terra – e à Xuventude da Galiza – endereça o BLOGUE DO MINHO os parabéns!

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