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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CHINESES EM LISBOA FESTEJAM AMANHÃ ANO NOVO CHINÊS E OS MINHOTOS VÃO À FESTA

O Grupo Folclórico Verde Minho vai amanhã participar nas festividades do Ano Novo Chinês que se realizam em Lisboa. Às 10 horas tem início o desfile a partir do Jardim António Feijó – insigne poeta limiano – com direcção à Alameda D. Afonso Henriques – o minhoto que foi fundador da nossa nacionalidade. Às 16 horas, os nossos conterrâneos subirão ao palco para, numa demonstração de amizade fraterna, efectuarem uma representação do nosso folclore.

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O vermelho – símbolo da felicidade, da fortuna e da alegria na cultura chinesa – constituiu a cor predominante nos festejos, quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos. De resto, é tradição as famílias chinesas reunirem-se para jantar pelo Ano-novo Chinês, além de limparem a casa para afastar qualquer má sorte e abrir espaço para a boa sorte. As janelas e portas são decoradas com papéis vermelhos, entre outras tradições registadas neste dia.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai no próximo ano a 25 de Janeiro, sendo o Rato o animal do zodíaco associado à prosperidade e, por isso, espera-se sucesso em investimentos, desenvolvimento rápido e crescimento profissional.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

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MINHOTOS PARTICIPAM EM LISBOA NAS FESTIVIDADES DO ANO NOVO CHINÊS

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo dia 18 de Janeiro participar nas festividades do Ano Novo Chinês que se realizam em Lisboa. Às 10 horas tem início o desfile a partir do Jardim António Feijó – insigne poeta limiano – com direcção à Alameda D. Afonso Henriques – o minhoto que foi fundador da nossa nacionalidade. Às 16 horas, os nossos conterrâneos subirão ao palco para, numa demonstração de amizade fraterna, efectuarem uma representação do nosso folclore.

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O vermelho – símbolo da felicidade, da fortuna e da alegria na cultura chinesa – constituiu a cor predominante nos festejos, quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos. De resto, é tradição as famílias chinesas reunirem-se para jantar pelo Ano-novo Chinês, além de limparem a casa para afastar qualquer má sorte e abrir espaço para a boa sorte. As janelas e portas são decoradas com papéis vermelhos, entre outras tradições registadas neste dia.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai no próximo ano a 25 de Janeiro, sendo o Rato o animal do zodíaco associado à prosperidade e, por isso, espera-se sucesso em investimentos, desenvolvimento rápido e crescimento profissional.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

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MINHOTOS PARTICIPAM EM LISBOA NAS FESTIVIDADES DO ANO NOVO CHINÊS

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo dia 18 de Janeiro participar nas festividades do Ano Novo Chinês que se realizam em Lisboa. Às 10 horas tem início o desfile a partir do Jardim António Feijó – insigne poeta limiano – com direcção à Alameda D. Afonso Henriques – o minhoto que foi fundador da nossa nacionalidade. Às 16 horas, os nossos conterrâneos subirão ao palco para, numa demonstração de amizade fraterna, efectuarem uma representação do nosso folclore.

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O vermelho – símbolo da felicidade, da fortuna e da alegria na cultura chinesa – constituiu a cor predominante nos festejos, quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos. De resto, é tradição as famílias chinesas reunirem-se para jantar pelo Ano-novo Chinês, além de limparem a casa para afastar qualquer má sorte e abrir espaço para a boa sorte. As janelas e portas são decoradas com papéis vermelhos, entre outras tradições registadas neste dia.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai no próximo ano a 25 de Janeiro, sendo o Rato o animal do zodíaco associado à prosperidade e, por isso, espera-se sucesso em investimentos, desenvolvimento rápido e crescimento profissional.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

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MINHOTOS PARTICIPAM EM LISBOA NAS FESTIVIDADES DO ANO NOVO CHINÊS

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo dia 18 de Janeiro participar nas festividades do Ano Novo Chinês que se realizam em Lisboa. Às 10 horas tem início o desfile a partir do Jardim António Feijó – insigne poeta limiano – com direcção à Alameda D. Afonso Henriques – o minhoto que foi fundador da nossa nacionalidade. Às 16 horas, os nossos conterrâneos subirão ao palco para, numa demonstração de amizade fraterna, efectuarem uma representação do nosso folclore.

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O vermelho – símbolo da felicidade, da fortuna e da alegria na cultura chinesa – constituiu a cor predominante nos festejos, quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos. De resto, é tradição as famílias chinesas reunirem-se para jantar pelo Ano-novo Chinês, além de limparem a casa para afastar qualquer má sorte e abrir espaço para a boa sorte. As janelas e portas são decoradas com papéis vermelhos, entre outras tradições registadas neste dia.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai no próximo ano a 25 de Janeiro, sendo o Rato o animal do zodíaco associado à prosperidade e, por isso, espera-se sucesso em investimentos, desenvolvimento rápido e crescimento profissional.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

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PAULO DUQUE É DELEGADO AO CONGRESSO NACIONAL DO PSD

Paulo Duque, actual Presidente da Casa do Minho, integra a lista de delegados ao Congresso Nacional do Partido Social Democrata que vai ter lugar em Viana do Castelo, entre os dias 7 e 9 de Fevereiro.

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Independentemente das opções políticas em relação às quais podemos ou não estar de acordo, trata-se de um exemplo de participação cívica que apraz registar.

De trato lhano, Paulo Duque é um dos minhotos mais conhecidos e estimados pela comunidade minhota radicada na região de Lisboa.

De seu nome completo Joaquim Paulo Barreiro Duque, ele é actualmente o Presidente da Direcção da Casa do Minho em Lisboa. Natural da Freguesia de Covas, no concelho de Vila Nova de Cerveira, é filho de lavradores, tendo juntamente com os seus cinco irmãos trabalhado na lavoura até aos 10 anos de idade. É casado com Maria Teresa Duque e tem três filhos – Marcelo Gonçalo Duque, Ana Sofia Duque e João Pedro Duque – que sempre o acompanham nomeadamente no Rancho Folclórico da Casa do Minho.

Há mais de quarenta anos, seguindo o exemplo de muitos minhotos, veio para Lisboa trabalhar numa taberna de um familiar no Largo da Anunciada. Daí rumou a Elvas e mais tarde a Mafra, em 1986, para cumprir o serviço militar obrigatório, onde foi condutor e tendo sido distinguido com um louvor como reconhecimento do seu trabalho, dedicação e conduta exemplar.

Em 1988, uma vez cumprido o serviço militar, regressou à hotelaria, explorando um restaurante na zona do Lumiar e mais tarde uma pastelaria na área do Cais do Sodré. Mas, haveria de começar a trabalhar por conta própria num restaurante situado na rua da Palma e, mais tarde no restaurante “Dois e Dois”, onde ainda se mantém como sócio-gerente.

Para Paulo Duque, a cozinha é uma paixão que herdou do pai e dedica uma especial devoção à cozinha tradicional minhota… que o digam os comensais que acorrem à Casa do Minho para se deliciarem com o arroz de lampreia e a couvada que ele próprio confecciona!

Mas, os seus talentos não se ficam pela arte de bem cozinhar. As suas habilidades vocais já o levaram em 1991 a gravar um cd de cantares ao desafio juntamente com os cantadores José da Silva e Tony Moreira.

Foi também catequista católico na igreja de S.josé da Anunciada e integrou um grupo de jovens desta comunidade paroquial e também do Sagrado Coração de Jesus.

Como cidadão – e os minhotos querem-se cidadãos participativos e de comportamento exemplar quaisquer que sejam as suas opções políticas – foi membro da Assembleia de Freguesia de Alcântara durante três mandatos, tendo no último sido Secretário da Mesa da Assembleia de Freguesia.

Na casa do Minho em Lisboa, foi em 1989 eleito para a Direcção como tesoureiro e, mais recentemnte, eleito Presidente da Direcção, como aliás o BLOGUE DO MINHO divulgou oportunamente.

Integra o Rancho folclórico da Casa do Minho desde 1991 como director mas também cantador, apresentador e coordenador do mesmo. Como cerveirense, foi um dos fundadores da Casa Cerveirense, da qual é Vice-Presidente da Assembleia Geral.

ALUNOS DE PONTE DE LIMA CANTAM AS JANEIRAS NO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

Cerca de 40 alunos do AE António Feijó dedicaram um original ao ministro Tiago Brandão Rodrigues e sua equipa

Cerca de 40 alunos e professores do Agrupamento de Escolas (AE) António Feijó, de Ponte de Lima, estiveram esta quinta-feira no Ministério da Educação (ME) a cantar as janeiras.

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Os estudantes dos 7.º, 8.º e 9.º anos, incluindo vários alunos que também frequentam a Academia de Música Fernandes Fão, dedicaram uma canção original ao Ministro da Educação e sua equipa. “Obrigado ao Senhor Ministro e a toda a sua elite”, diz a canção, na qual os alunos limianos, que vieram “em romaria ao Ministério da Educação”, se apresentam como sendo de uma vila que é “obra-prima, de beleza sem igual”.

Acompanhado pelos Secretários de Estado da Educação, João Costa e Susana Amador, e pelo Secretário de Estado da Juventude e do Desporto, João Paulo Rebelo, o ministro Tiago Brandão Rodrigues agradeceu a dedicatória alto-minhota, destacou o projeto pedagógico daquele Agrupamento, sublinhando o ensino articulado e a ligação à Academia Fernandes Fão. Ao Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, Eng.º Victor Mendes, o Ministro da Educação agradeceu o empenho em ter trazido este grupo “de verdadeiros cantores” até Lisboa.

O átrio do edifício sede do Ministério da Educação, onde se juntaram governantes, dirigentes e trabalhadores dos serviços, encheu-se para ver e ouvir as canções da época, interpretadas pelos alunos de Ponte de Lima que, de seguida, almoçaram na cantina do Ministério, acompanhados pelo Ministro da Educação.

Esta quinta-feira cumpriu-se a tradição de vários anos, com a presença de alunos no Ministério da Educação a cantar as janeiras. Em 2016, o Ministro Tiago Brandão Rodrigues recebeu alunos e professores do AE de Condeixa-a-Nova, em 2017 do AE de Algueirão - Sintra, em 2018 a Academia de Amadores de Música de Lisboa, em 2019 o Grupo Pintar e Cantar dos Reis de Alenquer e, em 2020, os alunos do AE António Feijó, de Ponte de Lima.

O convite do Ministro da Educação para este momento simbólico reafirma a qualidade do ensino e dos projetos pedagógicos que são desenvolvidos nas escolas do concelho de Ponte de Lima, e que resultaram na obtenção recente de vários prémios nacionais e a participação em vários projetos internacionais de referência mundial.

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MINHOTOS PARTICIPAM EM LISBOA NAS FESTIVIDADES DO ANO NOVO CHINÊS

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo dia 18 de Janeiro participar nas festividades do Ano Novo Chinês que se realizam em Lisboa. Às 10 horas tem início o desfile a partir do Jardim António Feijó – insigne poeta limiano – com direcção à Alameda D. Afonso Henriques – o minhoto que foi fundador da nossa nacionalidade. Às 16 horas, os nossos conterrâneos subirão ao palco para, numa demonstração de amizade fraterna, efectuarem uma representação do nosso folclore.

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O vermelho – símbolo da felicidade, da fortuna e da alegria na cultura chinesa – constituiu a cor predominante nos festejos, quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos. De resto, é tradição as famílias chinesas reunirem-se para jantar pelo Ano-novo Chinês, além de limparem a casa para afastar qualquer má sorte e abrir espaço para a boa sorte. As janelas e portas são decoradas com papéis vermelhos, entre outras tradições registadas neste dia.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai no próximo ano a 25 de Janeiro, sendo o Rato o animal do zodíaco associado à prosperidade e, por isso, espera-se sucesso em investimentos, desenvolvimento rápido e crescimento profissional.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

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MINHOTOS PARTICIPAM EM LISBOA NAS FESTIVIDADES DO ANO NOVO CHINÊS

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo dia 18 de Janeiro participar nas festividades do Ano Novo Chinês que se realizam em Lisboa. Às 10 horas tem início o desfile a partir do Jardim António Feijó – insigne poeta limiano – com direcção à Alameda D. Afonso Henriques – o minhoto que foi fundador da nossa nacionalidade. Às 16 horas, os nossos conterrâneos subirão ao palco para, numa demonstração de amizade fraterna, efectuarem uma representação do nosso folclore.

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O vermelho – símbolo da felicidade, da fortuna e da alegria na cultura chinesa – constituiu a cor predominante nos festejos, quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos. De resto, é tradição as famílias chinesas reunirem-se para jantar pelo Ano-novo Chinês, além de limparem a casa para afastar qualquer má sorte e abrir espaço para a boa sorte. As janelas e portas são decoradas com papéis vermelhos, entre outras tradições registadas neste dia.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai no próximo ano a 25 de Janeiro, sendo o Rato o animal do zodíaco associado à prosperidade e, por isso, espera-se sucesso em investimentos, desenvolvimento rápido e crescimento profissional.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

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