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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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VIANA DO CASTELO: ASSOCIAÇÃO DO TEATRO AMADOR DE LANHESES LEVA À CENA A PEÇA “DE DOLORES A LOLA”

A ATAL, grupo amador de teatro de Lanheses, vai estrear a peça: “de Dolores a Lola", esta Sexta-feira dia 24 de Maio pelas 21,15 h no auditório Gabriel Gonçalves em Lanheses.

Como descrito no nosso plano de actividades de 2024, a ATAL tem trabalhado de forma a proporcionar diversas actividades para a população. E é com muita dedicação e prazer, que vamos apresentar mais uma peça, como temos feito ao longo destes últimos anos.

Haverá outra sessão no Sábado dia 25 de Maio, pelas 21,15 horas.

Sobre o espectáculo

Dolores é uma idosa de difícil carácter, exigindo atenção e cuidados.

Foi expulsa do programa de ajuda ao domicilio, obrigando a sua filha a iniciar uma atropelada e stressante selecção de candidatos a cuidar da mãe.

Depois de várias entrevistas, do mais variadas e surpreendentes, a atitude de Dolores toma um caminho inesperado.

Esta é a sinopse deste espectáculo, que se desenvolve num desfilar de personagens tão distintos e tão comuns ao nosso dia a dia.

O texto é uma comédia ,escrita pela asturiana Laura Camafreita Beato para o seu grupo “Selena Teatro” e que estreou em 2021, recebendo o “prémio da critica!” da Associação de escritores e escritoras de Asturias em 7 de Abril de 2024.

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VIANA DO CASTELO: LANHESES COMEMOROU 231 ANOS DE ELEVAÇÃO A VILA

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Luís Nobre, Presidente da Câmara, associa-se aos 231 anos da elevação da freguesia de Lanheses a vila

O Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, marcou ontem presença nas comemorações dos 231 anos da elevação da freguesia de Lanheses. No Auditório Gabriel Gonçalves do edifício sede da Junta, naquele que é também o Dia da Freguesia, foram homenageadas as associações e coletividades locais e foi apresentado o Plano Estratégico da freguesia.

O Plano Estratégico identifica os investimentos públicos e privados a acontecer e já programados ou previstos para a freguesia, tendo sido valorizada a cooperação entre a Câmara Municipal de Viana do Castelo, que tem permitido a priorização de diversos investimentos em Lanheses.

Recorde-se que o Município terminou recentemente a ampliação do Parque Empresarial de Lanheses, obra que permitiu a construção de um parque de estacionamento de pesados e ligeiros e o alargamento/ ampliação do arruamento existente, no acesso poente do Parque, tendo já gerando um investimento de 90 milhões de euros numa nova unidade por parte da multinacional Borgwarner.

Foram também feitos investimentos na melhoria dos serviços públicos de proximidade, nomeadamente com a criação do Espaço Cidadão de Lanheses, que funciona como um balcão único que disponibiliza variados serviços de diversas entidades, onde os cidadãos beneficiarão de um atendimento digital assistido que lhes permitirá conhecer as várias opções disponibilizadas pelos serviços online, reunindo no mesmo espaço várias entidades públicas e privadas, com o objetivo de facilitar a relação dos cidadãos e das empresas com a Administração Pública.

Na cerimónia, foi ainda destacado o acordo interadministrativo recentemente firmado entre a Câmara Municipal de Viana do Castelo e o Ministério da Administração Interna para a construção do novo quartel da GNR de Lanheses.

Foram ainda feitos investimentos no movimento associativo local, com a requalificação do complexo desportivo local; na saúde, com a requalificação da extensão de Saúde de Lanheses; e na educação, com o mapeamento da EB/JI de Lanheses, para requalificação.

Neste dia comemorativo foi ainda apresentando o projeto de ampliação da atual sede da Junta de Freguesia, a requalificação da antiga capela para dar lugar a uma Casa da Paz e da Casa da Barrosa.

Foi há 231 anos que a freguesia de Lanheses foi elevada a Vila concelhia, por decreto da Rainha D. Maria II, no ano de 1793. Desde 2011, a 29 de abril, assinala-se também o Dia da Freguesia, com o objetivo de manter viva a chama da memória coletiva.

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VIANA DO CASTELO: LANHESES VAI TER NOVO QUARTEL DA GNR

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O Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, assinou ontem o acordo interadministrativo com o Ministério da Administração Interna para a construção do novo quartel da GNR de Lanheses. Esta nova estrutura integra um conjunto de contratos assinados ontem entre a tutela e diversos municípios, num investimento global de 4.2 milhões de euros para intervenções em esquadras da PSP e quartéis da GNR.

Os contratos interadministrativos foram assinados numa cerimónia que decorreu no Ministério da Administração Interna (MAI), em Lisboa, e dizem respeito a obras de construção e requalificação de esquadras e quartéis da Guarda Nacional Republicana (GNR) que se encontram “em estado de degradação”. Um dos equipamentos será o quartel da GNR de Lanheses.

Recorde-se que o Posto Territorial da GNR de Lanheses abrange as freguesias de Lanheses, União de Freguesias de Geraz do Lima, União de Freguesias de Torre e Vila Mou, União de Freguesias de Nogueira, Meixedo e Vilar de Murteda e freguesia da Montaria. Esta valência dá resposta a uma área aproximada de 102,14 quilómetros quadrados e mais de sete mil habitantes.

As ações e missões do Posto Territorial da GNR de Lanheses vão desde o patrulhamento, prevenção e combate à criminalidade contra as pessoas, contra o património, contra a sociedade e contra o Estado, prevenção rodoviária e vigilância florestal.

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VIANA DO CASTELO: PORQUE NÃO FOI AINDA HOMENAGEADO NA TOPONÍMIA VIANENSE D. ANTÃO DE ALMADA – UM DOS MAIS ILUSTRES OBREIROS DA RESTAURAÇÃO EM 1640?

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D. Antão de Almada, pintado por Artur de Melo, quadro exposto no Museu Militar de Lisboa,

Dom Antão de Almada – Herói e Arquitecto da Restauração

Dom Antão de Almada foi o 7º Conde de Avranches, Comendador de dois terços de S. Vicente de Vimioso, Comendador da Ordem de Cristo, Senhor do Pombalinho e Senhor dos Lagares d’ El-Rei e um dos principais Conjurados da Restauração da Independência.

Era filho de Dom Lourenço de Almada (6º Conde de Avranches) e de Dona Francisca de Távora.Antão de Almada foi um dos planificadores do movimento restaurador de 1640, e um dos principais intervenientes das reuniões conspirativas, sendo que as fundamentais foram mesmo realizadas no seu Palácio em Lisboa, o Palácio dos Almadas, como na noite de 12 de Outubro de 1640 - a mais importante de todas da Conjuração, pois além de D. Antão de Almada, participaram ainda D. Miguel de Almeida – o decano destes Conjurados -, o Monteiro-mor Francisco de Mello e seu irmão Jorge de Mello, António Saldanha, Pedro de Mendoça Furtado e o agente do Duque de Bragança em Lisboa, o Dr. João Pinto Ribeiro.

Foi nessa reunião conjurativa que ficou decidido o encontro entre Pedro de Mendoça Furtado e Dom João (II) de Bragança (futuro Rei Dom João IV de Portugal) e que aconteceu na segunda quinzena de Outubro, onde o Duque foi instigado a assumir o seu dever de defesa da Independência portuguesa, assumindo a Coroa de Portugal.Antão de Almada foi, assim, um dos 40 Conjurados que a 1 de Dezembro de 1640, restauraram a Independência do Reino de Portugal, ao invadirem o Paço da Ribeira, sede da Duquesa de Mântua, a espanhola que, desde 1634, ocupava o cargo de Vice-rainha de Portugal, e onde o seu Secretário de Estado, o traidor português Miguel de Vasconcellos e Brito, ao serviço do Rei castelhano e do seu Ministro o Conde-Duque de Olivares, exauria os portugueses pelo imposto.

Naquela manhã do dia 1 de Dezembro de 1640, pouco antes de entrar no Paço para a revolução que durou 15 minutos, foi interpelado por um conhecido e que lhe perguntou aonde ia, ao que retorquiu: "Vou ali trocar de Rei e já volto..."

Após a Restauração, Dom Antão de Almada foi nomeado para o Conselho de Estado e de Guerra e, como representante da Nobreza, para a Junta dos Três Estados. Exerceu ainda o mais importante cargo diplomático da altura: o de Embaixador ao Reino de Inglaterra entre 1641-42, tendo como objetivo o reconhecimento inglês da nova Dinastia reinante e da Independência portuguesa – defendendo que que, de acordo com a Lei Fundamental da Nação Portuguesa e o Direito Consuetudinário portugueses que Filipe I, sendo um Príncipe estrangeiro, nunca teria direito ao trono português, tanto mais que havia, segundo estas leis do País um candidato natural e legítimo: Dona Catarina, Duquesa de Bragança, e tal como Filipe I, neta d’ El-Rei Dom Manuel I, e que, segundo as Leis Portuguesas, as mulheres tinham direitos de sucessão desde que não casassem com estrangeiros. Ora, Dona Catarina de Bragança contraiu matrimónio com D. João I de Bragança e o seu primogénito D. Teodósio II, foi o 7.º Duque de Bragança, que por sua vez foi o pai de Dom João II de Bragança, que por benefício de representação viria a ser o Rei Restaurador Dom João IV de Portugal -, e negociar um tratado entre as duas Coroas. Para a sua nomeação terá contribuído a sua ascendência inglesa, e a titulatura por ser descendente do herói português Dom Álvaro Vaz de Almada (1392-1449), o 1.° Conde de Avranches, que foi um dos mais insignes cavaleiros da Europa do seu tempo. Alferes Mor de Portugal, Capitão Mor do Mar, Alcaide Mor de Lisboa, Dom Álvaro Vaz de Almada combateu na guerra dos 100 anos ao lado do Rei Henrique V de Inglaterra na Batalha de Azincourt (1415), onde se ilustrou pelas armas e praticou inúmeros actos de heroísmo, tendo-lhe sido atribuído, pelo monarca inglês, o título de Conde de Avranches – tinha conquistado aquela cidade francesa em 1421 - e agraciado com o grau de Cavaleiro da Ordem da Jarreteira figurando as suas armas no exclusivíssimo St. George Hall no Castelo de Windsor, onde a lista de portugueses agraciados não viria a incluir mais do que 15 personalidades, sobretudo Reis e Infantes e D. Álvaro Vaz de Almada, o 162° Cavaleiro da Jarreteira, como o único membro da nobreza e de sangue não real, confirmado.

Dom Antão partiu de Lisboa a 8 de Fevereiro de 1641, chegando a Inglaterra a a 6 de Março, endereçando uma carta ao monarca inglês a requerer a sua entrada na corte, o que sucedeu apenas um mês depois, devido à pressão espanhola junto da Coroa inglesa. As negociações arrastaram-se por vários meses e ficaram concluídas, em 29 de Janeiro de 1642, com a assinatura de um Tratado que estipulou a liberdade de comércio, de navegação e de utilização dos portos entre os súbditos das duas Coroas; a permissão dos Britânicos comerciarem em todas as possessões portuguesas, gozando dos mesmos privilégios que os súbditos daquelas; a autonomia britânica em importar e exportar qualquer tipo de mercadorias; a liberdade religiosa dos comerciantes britânicos nos domínios portugueses; a confirmação da convenção de Goa de 1635, e, que Inglaterra passaria a nomear, pela primeira vez, cônsules para o Reino português.

Após a conclusão daquele Tratado de paz e comércio, D. Antão de Almada regressou ao Reino a 18 de Julho de 1642, para assumir o cargo de Governador de Armas da Estremadura, uma vez que El-Rei Dom João IV se deslocara para o Alentejo, zona nevrálgica do conflito com Castela. Em Setembro de 1644, D. Antão foi requisitado para auxílio à vila de Elvas, onde viria a falecer vítima de doença, a 17 de Dezembro, sendo sepultado na igreja local de S. Francisco.

Fonte: Miguel Villas-Boas | Plataforma de Cidadania Monárquica

VIANA DO CASTELO: QUEM É O VIANENSE D. LOURENÇO DE ALMADA – SENHOR DO PAÇO DE LANHESES – A CUJOS ANTEPASSADOS DEVEMOS A RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL EM 1640?

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O Paço de Lanheses pertence aos condes de Almada e Avranches desde o século XIX.

A 30 de Março de 1818, o conde D. Antão José Maria de Almada aceita casar em Lisboa com a herdeira desta propriedade, D. Maria Francisca de Abreu Pereira Cirne Peixoto, filha única de Sebastião de Abreu Pereira Cirne Peixoto, 1º senhor da então Vila Nova de Lanhezes.

Ao fazê-lo assume o seu lugar na casa, que pertencia à família desde o século XVI.

Hoje a sua representação está em D. Lourenço José de Almada, nascido em Abril de 1961, natural de Lanheses, pai de três filhos, que a reparte com sua mãe e seus quatro irmãos.

Falar dos antepassados desta tão antiga e aristocrática família é o mesmo que falar da História de Portugal. Por terra e por mar, com carácter e nobreza cavalheiresca, os Almada lutaram sempre pelos seus ideais e pela pátria, participando em acontecimentos com influência no resto da Europa e do Mundo.

Não assumindo actualmente uma participação directa na governação da sua nação, primeiro pela Monarquia Constitucional e depois pela República, em cujas políticas nunca se reviu, assiste com preocupação à má gestão do Património e Tradições que tem como seu legado.

Fonte: https://www.pacodelanheses.com/pt/

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VIANA DO CASTELO: BORGWARNER INVESTE 90 MILHÕES DE EUROS EM NOVA UNIDADE EM LANHESES QUE VAI CRIAR 350 POSTOS DE TRABALHO

A norte-americana BorgWarner inaugurou ontem, no Parque Empresarial de Lanheses, uma nova unidade industrial para produção de motores elétricos e componentes para veículos elétricos e pesados, híbridos e 100% elétricos, num investimento superior a 90 milhões de euros que aposta na transição energética e vai permitir criar 350 novos postos de trabalho.

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Este novo investimento decorre ainda durante um ano, até junho de 2024. Na cerimónia de inauguração, o Presidente da Câmara Municipal, Luís Nobre, reconheceu que Viana do Castelo celebrou “mais um dia no caminho do crescimento e da sustentabilidade”. “É um dia feliz para o universo BorgWarner, mas também para mim e para o Município porque a BorgWarner representa o maior investimento no concelho nos últimos 8 anos. É um dos 5 maiores empregadores do concelho, um dos principais contribuintes líquidos das exportações do concelho e do distrito”, destacou o autarca.

“Continuamos juntos na conquista dos desafios do desenvolvimento sustentável, da diversidade empresarial, industrial, da competência, dos serviços, da inovação da transição ambiental, energética e digital, na consolidação do Cluster Automóvel, num percurso económica e ambientalmente sustentável, que consolida modernidade e diferenciação, apelativo, atrativo e fixador de recursos humanos altamente qualificados, mobilizados e comprometidos com os seus projetos profissionais”, declarou ainda, considerando que todos ganham, entre território, empresas e colaboradores, fixando talento e garantindo investimentos sustentáveis e de futuro “num parque empresarial qualificado e de excelência, com um investimento exclusivamente municipal superior a 5 milhões de euros nos últimos seis anos”.

Já Hugues Simion, Plant Manager responsável pela fábrica vianense, agradeceu o apoio do Município de Viana do Castelo na agilização dos processos em tempo recorde.

O CEO da Borgwarner, Frederic Lissalde, disse estar “impressionado com o crescimento da fábrica” que visa a eficiência, referindo que Viana do Castelo é muito importante para a empresa, agradecendo o contributo e apoio dado pela autarquia vianense. “Queremos crescer convosco”, reiterou.

Este foi o terceiro investimento da multinacional americana no concelho, depois de o grupo ter selecionado Portugal como futuro Centro Europeu para a expansão da eletrificação. Em 2021, em Viana do Castelo a Borgwarner tinha um volume de negócios de 170 milhões de euros, prevendo-se a duplicação deste valor com esta nova unidade.

Recorde-se que, no mês de julho de 2021, a Câmara Municipal de Viana do Castelo isentou a Borgwarner do pagamento do Imposto Municipal Sobre Transações Onerosas de Imóveis (IMT) pela aquisição, à empresa Enerconpor - Energias Renováveis de Portugal, de uma parcela de terreno, com 78 mil metros quadrados, no Parque Empresarial de Lanheses, para a instalação desta unidade agora inaugurada.

Com este investimento da Borgwarner, Portugal vai começar a produzir motores elétricos e componentes para veículos ligeiros e pesados, híbridos e 100% elétricos em Viana do Castelo. No país, a BorgWarner tem fábricas no Seixal e em Viana do Castelo. Toda a produção desta nova unidade vianense terá como destino a exportação.

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VIANA DO CASTELO: PRESIDENTE DA CÂMARA ASSOCIA-SE AOS 230 ANOS DA ELEVAÇÃO DA FREGUESIA DE LANHESES A VILA

O Presidente da Câmara Municipal, Luís Nobre, marcou presença nas comemorações dos 230 anos da elevação da freguesia de Lanheses. No Auditório Gabriel Gonçalves do edifício sede da Junta, naquele que é também o Dia da Freguesia, foram homenageados os nove autarcas que exerceram funções na Assembleia e sete na Junta de Freguesia depois da Revolução de Abril de 1974 até ao mandato anterior, pela “dedicação e trabalho relevante” em prol da comunidade.

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O autarca vianense associou-se à efeméride e referiu que Câmara Municipal e Junta de Freguesia “caminham juntas em prol dos mesmos objetivos”.

“O desenvolvimento da freguesia, do concelho e do país passam por sabermos reconhecer os valores de abril. A grande conquista efetivamente de abril foi a afirmação e a oportunidade que deram ao poder autárquico para concretizar desenvolvimento num princípio de governança séria, assertiva, correta, assente na proximidade”, declarou.

“O 25 de abril deu-nos liberdade, a oportunidade de consolidação da democracia, mas deu-nos também oportunidade de afirmação de um poder local que não distinguiu homens, não distinguiu mulheres, não distinguiu jovens nem menos jovens, assumindo-se como um poder inclusivo que reconhece todos os seus cidadãos”, frisou Luís Nobre.

“Estes 49 anos de liberdade muito nos trouxeram, muito nos permitiram expressar, valorizar e concretizar, para que Lanheses, o concelho e o país estejam melhores”, realçou ainda, afirmando estar focado “no futuro” dos vianenses e de Viana do Castelo.

Foi há 230 anos que a freguesia de Lanheses foi elevada a Vila concelhia, por decreto da Rainha D. Maria II, no ano de 1793. Desde 2011, a 29 de abril, assinala-se também o Dia da Freguesia, com o objetivo de manter viva a chama da memória coletiva.

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VIANA DO CASTELO: NOVA SUBESTAÇÃO DE LANHESES ABASTECE CERCA DE 3.900 CLIENTES RESIDENCIAIS E 25 CLIENTES EMPRESARIAIS

O Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, marcou ontem presença no momento de entrada em funcionamento da nova subestação de Lanheses e respetivas redes de alta (AT) e média tensão (MT), infraestruturas elétricas que representaram um investimento estimado de 2,4 milhões de euros por parte da E-REDES e que vão abastecer cerca de 3.900 clientes residenciais e 25 clientes empresariais.

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A nova subestação localiza-se no Parque Empresarial de Lanheses, beneficiando as empresas aí localizadas. Conta com uma potência instalada inicial de 20 MVA, é acompanhada da construção da rede de AT, que alimentará a subestação e toda a nova rede MT, que vai interligar à já existente.

Para a construção desta subestação e rede de distribuição de eletricidade, para além de toda a estrutura interna envolvida na gestão e concretização deste projeto, a E-REDES contou com o envolvimento de vários parceiros de negócio.

Estas novas infraestruturas fazem parte da política de investimento e manutenção na rede elétrica, por parte da empresa, tendo como eixos principais a melhoria no abastecimento de energia elétrica e o aumento da resiliência da rede, situando-se a subestação no Parque Empresarial de Lanheses e assumindo, assim, um papel fulcral na garantia do abastecimento e da qualidade de energia às diversas empresas aí localizadas.

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VIANA DO CASTELO: ESPECTÁCULO “A HERANÇA!” PELA ATAL DE LANHESES

A Associação de Teatro Amador de Lanheses depois de estrear o espectáculo "A Herança!" à cena no dia 8 de Dezembro pelas 16 horas no auditório Gabriel Gonçalves.

Após muito tempo afastadas, quatro irmãs reencontram-se durante o enterro da mãe. Juntas, elas terão de decidir o que fazer com a herança, o que servirá de pretexto para relembrar as próprias vidas, bem como a relação familiar.

As divergências são inevitáveis, pois elas seguiram caminhos muito diferentes: Selma, a irmã mais conservadora, está casada com um militar e leva uma vida disciplinada em Darque; Regina, é divorciada,  está de bem com a vida e , depois de alguns casamentos, prefere ficar solteira.

É esotérica, não costuma se reprimir e tem uma visão "alto astral" da vida; Maria Lúcia  abandonou um casamento convencional e o filho para viver um grande amor no Brasil e veio especialmente para o velório e a partilha dos bens; e Laura, a caçula, revela-se uma intelectual sisuda e surpreende as irmãs ao assumir a sua homossexualidade.

A divisão dos bens familiares é mero pretexto para que o texto esmiúce a intimidade de cada uma daquelas mulheres: o passado vem à tona, assim como as frustrações, os traumas, as desavenças e, claro, o afecto e a forte ligação amorosa entre as quatro irmãs. O texto intercala humor, ironia a momentos de alguma emoção

Durante o encontro, elas discutem e brigam mas, ao mesmo tempo, relembram os bons tempos passados e descobrem muitas novidades sobre elas mesmas.Vivem intensamente suas afinidades, seus problemas e suas diferenças.

O conflito, que as diferencia e divide  que abre espaço à crueldade, permite que ao final se retome a unidade familiar. A inegável acção do tempo e sua corrosão sobre as emoções humanas são a fonte de dramaticidade. O humor não é o elemento que norteia os diálogos e a acção - em primeiro lugar está a coerência de cada personagem e suas contradições.

A Presidente da ATAL

Dorita Cunha

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VIANA DO CASTELO: ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA DELIMITADAS PARA VILA NOVA DE ANHA E LANHESES

A Câmara Municipal de Viana do Castelo aprovou a delimitação de duas novas Áreas de Reabilitação Urbana em Vila Nova de Anha e Lanheses, elevando assim para 11 o número de ARU’s criadas no concelho com o objetivo de simplificar e agilizar os procedimentos de licenciamento e comunicação prévia de operações urbanísticas.

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Relativamente a Vila Nova de Anha, a área proposta para a delimitação da ARU tem cerca de 28,4 hectares e a população residente, de acordo com os Censos de 2011, é habitada por 387 indivíduos, correspondendo estes valores a 16,2% da população e a 3,02% da área da freguesia. A área é composta pelo núcleo central de Vila Nova de Anha e reflete a sua ocupação distribuída no território ao longo da rede viária que a atravessa.

Esta é uma área que constitui um ponto aglutinador de um conjunto de equipamentos, para além de alguns comércios e serviços que qualificam esta área como uma centralidade urbana. Contudo, quando analisado o espaço público, esta área apresenta algumas debilidades, ao nível das suas caraterísticas e qualidade. Quando analisado o edificado local, verifica-se que grande parte possui mais de 30 anos, pelo que parece prudente a adoção de medidas que contribuam para a sua reabilitação.

Já a área alvo de delimitação em Lanheses tem cerca de 44,83 hectares e a população residente é composta por cerca de 344 indivíduos, correspondendo estes valores a 20,9% da população e a 4,48% da área da freguesia. A área é composta por vários núcleos ou lugares que refletem a sua ocupação distribuída no território ao longo da rede viária que a atravessa.

A área proposta para esta ARU abrange o centro urbano da freguesia e estende-se ao longo das principais vias de acesso até ao limite das ocupações existentes. Trata-se de uma área atravessada pela EN 202 que faz a ligação entre Viana do Castelo e Ponte de Lima e pelas ligações a S. Pedro de Arcos e à Zona Ribeirinha do Rio Lima, constituindo um ponto aglutinador de um conjunto de equipamentos, para além de alguns comércios e serviços.

Este espaço público apresenta igualmente algumas debilidades e a centralidade da área como centro cívico da freguesia não se reflete no desenho do seu espaço público, permanecendo ainda hoje como um ponto de atravessamento de acessibilidades viárias. Relativamente ao edificado existente, verifica-se também que grande parte possui mais de 30 anos.

Estas novas ARU’s, à semelhança das anteriores, têm como objetivos promover o crescimento inteligente, promover o crescimento sustentável, promover o crescimento inclusivo e reforçar a política de reabilitação que vem sendo prosseguida ao nível da administração e gestão do território.

A delimitação da ARU produz os seguintes efeitos: simplifica e agiliza os procedimentos de licenciamento e de comunicação prévia de operações urbanísticas; obriga à definição pelo Município de benefícios fiscais associados aos impostos municipais, nomeadamente o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e o Imposto Municipal sobre as Transmissões onerosas de imóveis (IMT); confere aos proprietários e titulares de outros direitos, ónus e encargos sobre os edifícios ou frações nela compreendidos o direito de acesso aos apoios e incentivos fiscais e financeiros à reabilitação urbana, nomeadamente em sede de Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA), Imposto sobre o Rendimento de pessoas Singulares (IRS) e Imposto sobre o Rendimento de pessoas Coletivas (IRC); permite o acesso facilitado a financiamento para obras de reabilitação; compromete o Município a aprovar uma operação de reabilitação urbana para esta área num prazo máximo de três anos, sob pena de caducidade da ARU.

Para estas novas áreas propõe-se, como medida adicional de incentivo, a redução em 50% das taxas administrativas cobradas pela Câmara Municipal no âmbito dos processos relativos a ações de reabilitação, nos termos definidos pela lei.

MUNICÍPIO VIANENSE VAI MELHORAR ACESSO AO PARQUE EMPRESARIAL DE LANHESES

Empreitada de 1,9 milhões para Acesso Poente e Área de Estacionamento do Parque Empresarial de Lanheses

O executivo municipal aprovou, em reunião ordinária, a adjudicação e aprovação da minuta do contrato de uma empreitada de 1,899 milhões de euros para Acesso Poente e Área de Estacionamento do Parque Empresarial de Lanheses, com um prazo de execução de 210 dias.

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A intervenção visa a construção de um parque de estacionamento de pesados e ligeiros e o alargamento/ ampliação do arruamento existente, no acesso poente do Parque.

De acordo com o projeto de execução, o Acesso Poente terá uma extensão total de 224,032 metros, sendo a diretriz constituída por um único alinhamento reto. A plataforma será definida por duas faixas de rodagem, com uma via cada, ambas com 4,50 metros de largura. Lateralmente, desenvolvem-se baias de estacionamento perpendiculares ao eixo com 5,00 m de largura cada.

Já o Parque de Estacionamento terá uma extensão total de 405,654 metros, sendo a diretriz constituída por um único alinhamento reto. O estacionamento desenvolve-se através de um anel circulável apresentando no seu centro o estacionamento dedicado a pesados. O perfil transversal tipo que caracteriza o estacionamento é composto por uma zona pedonal ao centro com 1,80 m de largura que realiza a separação entre a zona de estacionamento de pesados direita e esquerda. Cada uma destas zonas tem uma largura total de 20,00 m. Lateralmente a cada uma desenvolve-se a via de circulação com 4,50 m e uma baia de estacionamento de ligeiros perpendicular ao eixo com uma largura de 5,00 m.

A Câmara Municipal, consciente que os Parques Empresariais possibilitam a melhoria das condições de vida das populações locais, aposta na sua modernização considerando a sua importância enquanto ferramenta de excelência ao nível do correto ordenamento do território. Entende a autarquia que a disponibilização destes equipamentos e serviços permite às empresas, mais do que o espaço físico, um investimento numa lógica empreendedora.

Já em outubro de 2020 a autarquia aprovou uma empreitada de 4,016 milhões de euros para a Requalificação do Espaço Público da Zona Industrial de Neiva – Fase II, para ampliação e requalificação da segunda fase do parque, implicando novas acessibilidades e novas infraestruturas de água, saneamento, gás e fibra ótica. A empreitada implicava ainda a criação de áreas de apoio ao estacionamento e nova sinalética, visando melhorar as condições das empresas instaladas na Zona Industrial de Neiva e favorecer a instalação de novas empresas no local.