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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

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MUNICÍPIO DE VIEIRA DO MINHO ESCLARECE QUE É TOTALMENTE CONTRA A EXPLORAÇÃO DO LÍTIO

Esclarecimento público sobre a prospeção de Lítio

Face a algumas questões levantadas a propósito da realização de uma sessão de esclarecimento sobre a exploração de lítio e os seus impactos, promovida pelo partido socialista local, o Executivo da Câmara Municipal vem clarificar o seguinte:

O Executivo é TOTALMENTE CONTRA a prospeção, pesquisa e a exploração de depósitos minerais, tendo-se pronunciado contra a atribuição dos direitos de exploração do lítio, em Reunião de Câmara e de Assembleia Municipal, decisão que foi comunicada à Direcção-Geral de Energia e Geologia, organismo tutelado pelo Governo

A iniciativa é da inteira responsabilidade do PS local, e de uma forma democrata e responsável o Município apenas cedeu um espaço público para a realização da mesma.

Este Executivo tudo fará para defender Vieira do Minho e os Vieirenses no que a esta matéria diz respeito.

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PROSPECÇÃO DO LÍTIO NA SERRA D’ARGA: VAMOS SABER QUEM ESTÁ COM AS POPULAÇÕES NA DEFESA DO AMBIENTE!

O BLOGUE DO MINHO endereçou a todos os partidos políticos com representação na Assembleia da República e organização no Distrito de Viana do Castelo, o pedido para darem conhecimento público da sua posição a respeito da exploração do lítio na serra d’Arga.

Queremos saber quais os seus pontos de vista – o que respeitamos! – e quem está com as populações na defesa do património natural e da sua qualidade de vida. Consoante as respostas que recebermos – ou não recebermos! – ficaremos a saber de que lado estão, as suas razões e, sobretudo, se têm opinião e interesse em relação a esta temática que é do maior interesse do Minho e dos minhotos.

- Os minhotos vão saber com quem poderão contar!

SERRA D’ARGA VENCEU – O POVO É QUEM MAIS ORDENA!

Governo retira Serra de Arga dos sítios onde pode haver prospeção de lítio

O Governo reduziu para oito os locais onde poderá ser feita prospeção de lítio.

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O ministro do Ambiente e da Transição Energética, João Pedro Matos Fernandes, anunciou esta quara-feira no Parlamento que o numero de localizações possíveis onde poderá haver propecção de lítio diminuiu para oito.

O responsável adiantou que das 12 localizações iniciais, tinham já sido excluidas três por serem áreas naturais, tendo o Governo reduzido agora de nove para oito com a exclusão da Serra de Arga.

"Vamos retirar os sítios da Rede Natura 2000. É um. A Serra de Arga", afirmou, acusando por seu lado o Governo de PSD de ter precisamente aprovado três contratos de prospeção para a Serra de Arga.

No parlamento, Matos Fernandes voltou a garantir que nenhum projeto de prospeção de lítio em Portugal avançará sem avaliação de impacte ambiental aprovada.  

Fonte: Maria João Babo https://www.jornaldenegocios.pt/

PONTE DE LIMA É DESFAVORÁVEL À PROSPEÇÃO DE LÍTIO NA SERRA D'ARGA

Câmara Municipal de Ponte de Lima emite Parecer Desfavorável à Prospeção e Pesquisa de Depósitos Minerais de Lítio e Minerais Associados na Zona Identificada como “Arga” no âmbito da Audição aos Munícipes pela Direção Geral de Energia e Geologia

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A proposta aprovada por unanimidade na reunião de Câmara, realizada ontem 2 de julho, consta que “A qualidade de vida e o desenvolvimento sustentável que se ambiciona para o concelho de Ponte de Lima e para a Região, partem do aproveitamento equilibrado, articulado e sustentável dos grandes valores naturais, culturais e paisagísticos que caracterizam o nosso território, introduzindo-se simultaneamente novos valores ao nível da preservação e educação ambiental, acreditando ser este o caminho para a diferenciação que irá contribuir, certamente e à imagem do que já tem vindo a acontecer, para o aumento da qualidade de vida e da atratividade territorial, para quem aqui vive e para quem nos visita.

Estes são incontornavelmente os principais recursos endógenos deste território, economicamente valorizáveis na perspetiva da sua atratividade turística, nos quais assenta a estratégia de desenvolvimento sustentável e durável, na qual acreditamos convictamente.

Um meio ambiente equilibrado é um direito das gerações futuras, devendo os nossos atos e decisões serem sempre pautados pela garantia desse legado, promovendo um desenvolvimento económico e material sem agredir o meio ambiente, usando os recursos naturais de forma inteligente para que eles se mantenham no futuro.

Em consonância com a estratégia definida no Plano Estratégico Nacional para o Turismo, com a Estratégia Nacional de Conservação da Natureza e da Biodiversidade e a Carta Europeia do Turismo Sustentável, o município de Ponte de Lima num trabalho conjunto com os restantes municípios do Alto Minho, tem vindo nos últimos anos a apostar fortemente na criação de infraestruturas de apoio ao turismo da natureza enquanto mercado de fortes perspetivas de crescimento e na implementação de ações de educação ambiental para a preservação e conservação da natureza e da biodiversidade.

A Região do Alto-Minho, pela diversidade de recursos naturais e pelo conjunto de espaços de conservação e proteção da natureza (cerca de 18% do território integra a rede NATURA 2000), assume-se, atualmente, como um dos principais destinos do turismo de natureza no contexto nacional e internacional. No Alto-Minho, a quota mais importante do turismo tem como motivação a visita itinerante ao património cultural e natural.

No anterior período de programação de fundos comunitários, as entidades públicas, em particular os municípios e suas associações e demais instituições do Alto- Minho investiram de forma significativa na qualificação e estruturação deste destino para a prática do Turismo Natureza.

Estas dinâmicas são fundamentais para promover e alavancar o investimento privado, gerador de emprego qualificado, podendo ser auscultado o efeito multiplicador do investimento público no investimento privado, através do número de empresas relacionadas com o sector do turismo que surgiram nos últimos anos e que desenvolvem as suas atividades neste território.

Assim, considerando que:

A Direção Geral de Energia e Geologia, no âmbito do procedimento legal e de acordo com o princípio da transparência, publicitação e difusão pública dos pedidos de revelação ou de aproveitamento de depósitos minerais, procede à audição dos municípios em cujo território se insere a área objeto desse pedido;

Nessa senda, a Direção Geral de Energia e Geologia informou a Câmara Municipal, a 14 de junho de 2019, por ofício, que irá ser aberto concurso público para atribuição de direitos de prospeção e pesquisa de depósitos minerais de lítio e minerais associados numa área situada no Concelho de Ponte de Lima, no âmbito do qual se encontram acauteladas e salvaguardadas as questões técnicas, ambientais, territoriais, económicas e sociais;

Informou ainda a Direção Geral de Energia e Geologia, da possibilidade de a Câmara Municipal apresentar, caso entenda, pronúncia, apresentando em anexo ao ofício a configuração da área que irá ser objeto de concurso público para atribuição de direitos de prospeção e pesquisa de depósitos minerais de lítio e minerais associados;

Dadas as características de grande dispersão dos aglomerados populacionais no concelho de Ponte de Lima com expressão na zona referenciada, este tipo de exploração mineral irá também afetar fortemente as populações residentes nestas zonas, nomeadamente com o aumento do trânsito de pesados, consequente degradação das vias, agravamento do ruído, degradação da qualidade do ar, o enorme impacto visual, bem como todos os impactos tecnicamente conhecidos;

A zona de prospeção prevista abrange 19 freguesias afetando uma área considerável do concelho;

Acresce a esta questão, só por si determinante da degradação ambiental irreversível em toda a área do concelho onde se prevê a exploração do Lítio, nomeadamente na Serra d’Arga, zona de excelência ambiental e paisagística de grande relevância para a região.

Neste contexto, o Executivo Municipal aprovou por unanimidade um parecer desfavorável ao desenvolvimento deste projeto no concelho, por não concordar com a consignação de direitos de prospeção e pesquisa na zona identificada “Arga” na medida em que este tipo de exploração irá provocar um severo e irreversível impacto ambiental ao nível dos ecossistemas e da biodiversidade existentes, da contaminação dos aquíferos sendo ainda extremamente prejudicial para as populações locais não estando em consonância com os padrões e valores naturais que defendemos.

A presente deliberação será enviada ao Ministro do Ambiente e da Transição Energética, Secretário de Estado do Ambiente, Secretário de Estado da Energia, APA – Agência Portuguesa do Ambiente e Direção Geral de Energia e Geologia.

LÍTIO E SÍTIO - A OPINIÃO DE ANTÓNIO ROLEIRA MARINHO

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Assim como da noite para o dia, como convém às surpresas, boas ou más, surgiu, de sopetão, lá nos livros  que os Governos usam para ditar “as suas leis”,(Diário da República), a publicação de que aqui e acolá iriam avançar prospecções no sentido de localizar/ detectar filões de lítio, o ouro dos novos tempos!

Pelo que se vai constatando todos os Órgãos do Poder Local estavam “a leste” de tais trabalhos e, por isso, só começaram a reagir quando quase tudo estava cozinhado e quando no terreno já apareciam movimentações e sinais de que algo iria acontecer!

Todos sabemos que o sub-solo não é propriedade privada e que sobre o mesmo só o poder central tem capacidade decisória, mas oh gente, os tempos sucedem-se e trazem novas exigências e novas formas de actuar que obrigam ao respeito pelos agentes políticos locais e pelos direitos dos cidadãos, quer se  trate de direitos morais ou patrimoniais ou mesmo de outra ordem como sejam os direitos ambientais e de respeito pelas condições de saúde, de trabalho ou de habitação, numa ordem que a própria democracia impõe!

Ora, pelos vistos, nada disto foi respeitado, o Governo, lá do alto da sua tribuna decidiu autorizar que se dessem os primeiros passos e depois logo se vê!

Pelo que vamos lendo um dos sítios a esventrar e a destruir é o “pulmão” da Serra d`Arga já há algumas décadas atrás palco da desenfreada exploração do volfrâmio que deixou mais destruição do que riqueza na região, a par das doenças que muitos daqueles que aí trabalharam contraíram!

É pois com muita preocupação que acompanhamos todos aqueles que, de um modo ou de outro, se têm manifestado contra este possível atentado ambiental, sem que ninguém se mostre preocupado com as consequências que podem surgir se tal atentado for cometido!

É lamentável que antes das autorizações já concedidas pelo Governo não se tivessem auscultado os Autarcas, Assembleias e Câmaras Municipais e mesmo os Órgãos de Freguesia, quer para saber das suas objecções ao projecto, quer mesmo esclarecendo dúvidas e receios sobre o mesmo!

Para além disso sempre que tais projectos vão aparecendo e se vão concretizando, as “mais valias” são sempre muito mais aproveitadas por outros que por aqueles que são os localmente afectados, e mesmo por economias terceiras que não as do nosso próprio País!

Deixo as minhas dúvidas, mas também a minha opinião, de que esta não é a via para o desenvolvimento e progresso da Região do Alto Minho que tanto ambicionamos e que decerto merecemos no contexto do País que estamos e queremos ajudar a crescer e a melhorar.

Campos, 24 de Junho de 2019

António Roleira Marinho

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QUEM É ANTÓNIO ROLEIRA MARINHO?

António Roleira Marinho de seu nome completo era funcionário bancário. Vive em Campos, no concelho de Vila Nova de Cerveira, terra onde nasceu em 1942 e à qual dedica o seu mais profundo dos afectos.

É actualmente Presidente do Centro de Cultura de Campos e sócio fundador; membro da Comissão para os Assuntos Económicos da Igreja de Campos;.Presidente da Assembleia Geral da UNISENIOR- Universidade Sénior de V. N. Cerveira (2005/2007 e 2007/2009 e 2009/2011 e 2011/2013/ e 2013/2015/ e 2015/2017 e 2017/2019 e 2019/2021) e sócio fundador.

Desempenhou os cargos de Deputado à Assembleia Constituinte; Deputado à Assembleia da República nas II, III, IV, V, VI, VII Legislaturas, com suspensão de mandato nas V e VI Legislaturas para exercer o cargo de Governador Civil de Viana do Castelo.

Foi Governador Civil de Viana do Castelo de 18/05/89 a 26/07/91 e de 16/12/91 a 02/08/95; Presidente da Assembleia Distrital de Viana do Castelo (1989/91), enquanto Governador Civil de Viana do Castelo; Presidente do Serviço Distrital de Protecção Civil (inerente ao cargo de Governador Civil): Presidente da Comissão Distrital de Segurança Rodoviária (inerente ao cargo de Governador Civil); Presidente da Comissão Distrital de Luta contra a Sida (inerente ao cargo de Governador Civil); Vereador da Câmara Municipal de V. Cerveira (1976/79- 1979/1982- 1982/85- 1985/89. Membro da Assembleia Municipal de V. N. Cerveira; (coordenador Grupo do PSD); membro da Assembleia Intermunicipal do Minho Lima (CIM), sendo coordenador do Grupo do PSD; membro do Lions Clube de V. N. Cerveira (sócio fundador).

Foi Vice- Secretário da Mesa da Assembleia da República na III Legislatura; Vogal da Comissão Política Distrital do PSD de Viana do Castelo 1982/87; Presidente da Assembleia Distrital do PSD de Viana do Castelo de 1987 a 1999; Presidente da Secção Concelhia do PSD de V. N. Cerveira de 1975/91; Delegado aos Congressos do PSD do 1.º ao 18.º; Membro das seguintes Comissões Parlamentares ao longo das Legislaturas:  da Administração do Território, Poder Local e Ambiente (sendo coordenador do Grupo de Deputados do PSD); Regimento e Mandatos; Agricultura e Pescas (sendo Vice- Coordenador do Grupo de Deputados do PSD); da Defesa Nacional; da Valorização do Património da A. R.; e Comissões  Eventuais para “Acompanhamento da situação em Timor Leste”; “Luso- Brasileira para as Comemorações dos 500 anos da Descoberta do Brasil”; e “eventual para as comemorações  dos 75 anos da Constituição de 1911”.

Foi membro da Delegação de Deputados que acompanhou os trabalhos dos “Estados Gerais do Poder Local no Conselho da Europa”, em Turim – Itália, no período da III Legislatura. Foi também membro integrante da Comissão que acompanhou o Presidente da Assembleia da República à União Soviética (1987); membro do Grupo de Deputados que acompanhou as visitas do Presidente da República à Venezuela; e membro do Grupo de Deputados que acompanhou o Presidente da República à Eslovénia e à Hungria.

Além destes, desempenhou ainda o cargos de Presidente da Direcção da Associação Desportiva de Campos (1975/77); Presidente da Assembleia Geral da Associação Desportiva de Campos (1977/81) e sócio fundador; Presidente da Assembleia Geral da Rádio Cultural de Cerveira (1987/91) e sócio fundador; Delegado Sindical; Sócio do Sindicato Bancários do Norte e diversas vezes Delegado ao Congresso dos Bancários do Norte; Delegado da Comissão de Trabalhadores do BBI em diversos mandatos; Oficial Miliciano (Tenente) da Força Aérea Portuguesa, com o curso da Manutenção de Material Terrestre e o Curso Básico de Pilotagem; membro da Associação para a Amizade e Cooperação Portugal/Brasil (sócio fundador); membro do Instituto de Desenvolvimento das Ciências Humanas (sócio fundador); e Presidente do Conselho Geral da Casa do Minho em Lisboa.

Foi Presidente do Lions Clube de V. N. Cerveira 2003/4 do qual é sócio fundador; Membro do Conselho de Opinião da RDP 2002/04.

Recebeu a condecoração da Cruz de Agradecimento 1.ª Classe (Grau Ouro), do Corpo Nacional de Escutas e o Louvor Público de Sua Excelência o Senhor Ministro da Administração Interna, de 27/10/95, pelo desempenho das funções de Governador Civil.

Reconhecido como Deputado Honorário, por deliberação da Assembleia da República de 31/03/16.

É Sócio de Honra da UMATI (Universidade Minhota do Autodidacta e da Terceira Idade); Sócio de Mérito do Sport Clube Vianense; Sócio de Mérito da Casa do Minho do Rio de Janeiro; sócio Honorário da Casa do Minho em Lisboa.

Colabora com diversos Jornais Locais e Regionais e é autor do opúsculo sobre Regionalização, editado pela Casa de Ponte de Lima- Lisboa 1995.

ACEITAREMOS A EXPLORAÇÃO DE LÍTIO EM LARGA ESCALA NO NOSSO PAÍS?

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Para se falar sobre o lítio, temos que fazer um enquadramento de forma a  percebermos como chegamos até aqui.

Convém referir que sempre existiram contratos de exploração de minérios no nosso País, entre os quais o Lítio, mas que era feito em quantidades muito reduzidas porque era para ser usado na industria cerâmica.

Algo diferente está para acontecer se ninguém parar este ímpeto do Governo.

Pretende explorar e extrair o Lítio de forma massiva, por áreas extensas, transformando Portugal numa verdadeira indústria desta matéria.

Uma exploração em grande escala, para a indústria das baterias, que dará prioridade às empresas em detrimento das pessoas, do seu bem-estar e dos seus territórios.

Em 2016 o Governo promoveu um grupo de trabalho do Lítio, onde foram identificadas 8 áreas em Portugal com potencial de exploração em grande escala.

Face à identificação das áreas, e ao abrigo da lei que permite iniciativa de particulares, foram inúmeras as empresas que concorreram por iniciativa própria ao procedimento de atribuição de direitos de prospeção e pesquisa de Lítio no nosso País.

Nesta fase, ainda o assunto estava muito encoberto e as pessoas não estavam esclarecidas relativamente à forma de extração do Lítio.

Em janeiro de 2018, foram aprovadas em conselho de Ministros, as áreas identificadas pelo Grupo de Trabalho e que são:

Serra de Arga;

Barroso -Alvão;

Seixoso – Vieiros;

Almendra – Barca de Alva;

Massueime

Guarda (incluindo Seixo Amarelo – Gonçalo, Gouveia, Sabugal, Bendada e Mangualde)

Argemela − Segura 

Ora, como é possível ver, em janeiro de 2018 foram aprovadas zonas que só por si revelam o caracter pernicioso de toda a ação e de todo o programa nacional de Lítio, basta analisarmos dois dos exemplos:

O Barroso é uma área classificada pela Unesco como Património Agrícola Mundial e a Serra D’Arga é dos maior ativos ambientais e paisagísticos de valor cultural imensurável que temos em Portugal.

Já em 2019 começam a surgir os primeiros anúncios de concurso a serem lançados por parte do Governo, fazendo inclusive uma campanha internacional de venda do País a potenciais empresas estrangeiras interessadas na exploração do Lítio.

Uma estratégia de marketing internacional de colocar Portugal à venda, vendendo-o a retalhos, que nos deveria envergonhar a todos.

A importância do lítio não é posta em causa em momento algum, mas temos que verificar se vale a pena vender o nosso País por uma matéria prima que só durará alguns anos e depois quem fica com o problema territorial somos nós.

O interior e os territórios de baixa densidade já são tão fustigados por falta de medidas e estratégias de promoção destas regiões pelas medidas estatais que, se os formos ferir naquilo que eles têm de mais precioso e que são as suas terras e paisagens, temo que a situação de desertificação seja definitivamente irreversível.

Como já referi, durante o ano de 2018 e inícios de 2019 foi feita uma forte campanha promovida pelo governo para o estrangeiro a fim de captar investidores e grandes empresas mineiras.

O problema é que para Portugal poder produzir lítio à escala dos gigantes da Australia e Chile, terá de o fazer em ampla escala em grandes áreas do território nacional e causando um rasto de destruição jamais visto no nosso país.

A questão da ordem do dia de descarbonização, não pode ser argumento para tudo.

Descarbonizamos por um lado e poluímos as nossas terras para sempre com os reagentes utilizados na extração do lítio, como por exemplo o ácido sulfúrico.

Resolvemos um problema ambiental e criamos outro maior ainda.

Com a mesma gravidade fica também o facto de ficarmos com crateras de kms de diâmetro e centenas de metro de profundidade.

Pretendem fazer isto de forma massiva no nosso país, e eu não posso concordar.

Importa referir que, por exemplo, na América do Sul a extração do lítio se faz a partir de lagos salgados. O impacto e o nível de poluição são muito inferiores quando comparamos ao mesmo processo feito em Portugal.

Em Portugal,  neste cantinho à beira mar plantado,  o lítio encontra-se na rocha e terão que ser feitas perfurações em grande escala para o extrair.

A este respeito importa também realçar as recentes declarações do Ministro do Ambiente João Fernandes, quando refere que estas minas a céu aberto são comparáveis às minas de quartzo. Estas afirmações  são no mínimo reveladoras de desconhecimento sobre a forma de extrair o Lítio e de tentativa de comparar o que não é comparável.

Mais uma vez, só posso entender que tenha como intuito provocar uma nuvem de fumo sobre os portugueses relativamente a esta matéria..

A extração do lítio será realizada em minas a céu aberto, que se resumem a crateras gigantescas no território, e respetivas consequências, o processo de extração é um processo muito poluente e que recorre a grandes quantidades de água que terá de ser captada localmente, havendo grave risco de contaminação das águas, com zonas de lavandarias do minério e utilização de produtos químicos tóxicos, para reação e obtenção do lítio que está na rocha.

Um tipo de exploração mineira  a céu aberto não se coaduna minimamente com as Regiões identificadas pelo Governo para Exploração do Lítio em grande escala, por várias razões: dispersão geográfica das povoações, existência das atividades agrícolas e de pecuária dispersas, atividades de silvicultura, vinicultura (região do vinho verde e alvarinho), atividades de turismo, o património histórico, arqueológico, etc.

Agora, analisemos um pouco as posições políticas na região do Alto- Minho.

No nosso distrito assistimos, face à mesma matéria, a posições distintas por parte das autarquias locais.

Se por um lado temos Monção, Arcos de Valdevez e Melgaço que se revelaram contra este tipo de prospeção, temos por outro Ponte de Lima, Viana do castelo e Caminha que já revelaram que só serão contra se for na área a classificar, pese embora a mesma área já seja a constante classificada na Rede Natura.

A pergunta que fica no ar é: e o resto da Serra D’Arga, já que a mesma é um conjunto montanhoso, pode ser utilizado para exploração?

Analisemos o assunto por partes, então:

A classificação da área do maciço da Serra e afluente do Rio Âncora, não tem nada a ver com a área que está para prospeção.

Ouvir os responsáveis locais utilizarem o argumento de que serão contra a exploração de lítio se a mesma for feita na área de classificação da Serra D’Arga é dizerem claramente que serão a favor se for feito na restante área da Serra.

Volto a repetir, a Serra D'Arga é um conjunto montanhoso e não se resume ao seu maciço central.

Vila Nova de Cerveira está dentro da área para prospeção /exploração, e já referiu que será contra a exploração de Lítio até porque tem bem presente na sua memória os efeitos nefastos das minas na freguesia de Covas.

A população já se mostrou estar contra esta matéria e merece ser ouvida em.

A população e o seu bem estar deveria ser o início e o fim de qualquer ação política.

Só desta forma a política se credibiliza e só desta forma são tomadas decisões de melhoria do nosso território e da condição de vida das pessoas.

Não é ignorando factos e pessoas que a missão político governativa se desenvolve enquanto motor e cerne de uma sociedade democrática.

O governo tenta atenuar o impacto do problema alegando que depois da prospeção haverá um Estudo de Impacto Ambiental antes de tomarem a decisão sobre a exploração, o que é no mínimo surreal.

Então reparem : a empresa que vai prospectar, encontra concentrações de Lítio em quantidades rentáveis, e depois são elas próprias que fazem esse Estudo de Impacto Ambiental para concorrerem à dita exploração.

Convenhamos que é anedótico.

Temos que estar unidos na defesa dos nossos territórios.

Porque este é o nosso País.

Porque este é o nosso chão.

Liliana Silva

Deputada à Assembleia da República eleita pelo PSD

Vereadora da Câmara Municipal de Caminha

Coordenadora da Santa Casa da Misericórdia de Caminha

PORTUGAL ENTREGUE AOS GARIMPEIROS: FREGUESIA DE COVAS, UM PARAÍSO NO CONCELHO DE VILA NOVA DE CERVEIRA, CORRE O RISCO DE DESAPARECER!

A Freguesia de Covas, no Concelho de Vila Nova de Cerveira, é uma das mais belas localidades do Minho, apenas comparável ao paraíso bíblico onde alegadamente viveram os nossos ancestrais.

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Com uma paisagem deslumbrante que faz lembrar o paraíso terreal descrito nas escrituras bíblicas, Covas corre o risco da destruição e, as suas gentes, qual Adão descrito no Génesis, expulsas do paraíso, condenadas pela ganância dos seus governantes que não foram capazes de resistir ao fruto da tentação que lhes foi oferecido pela serpente do mal.

Qual maçã demoníaca, o lítio envenenou a mente dos governantes que, a todo o custo, procuram impor ao povo a destruição da sua terra e modo de viver, apresentando-a como um facto consumado, sem respeito pela sua vontade e as regras da democracia.

A Freguesia de Covas é um exemplo paradigmático daquilo que vai ser impiedosamente destruído na mais bela das províncias portuguesas – o Minho! – a não ser que o povo, à semelhança dos tempos heróicos da Maria da Fonte, toque os sinos a rebate e se oponha firmemente ao destino de miséria que estão a preparar para o seu futuro.

- Força, minhotos!

Fotos: João Caldas

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EXPLORAÇÃO DE LÍTIO NA SERRA D’ARGA EM DESTAQUE NA REUNIÃO DESCENTRALIZADA DA CÂMARA MUNICIPAL DE CAMINHA

Reunião pública descentralizada terá lugar 24 de junho, pelas 18H30

Segunda-feira, dia 24 de junho, o executivo desloca-se à União de Freguesias de Arga de Baixo, Arga de Cima e Arga de São João, para realizar mais uma reunião pública descentralizada, cujo tema em destaque será a questão da exploração do Lítio na Serra d’Arga. A reunião terá lugar pelas 18H30, no edifício da Junta de Freguesia de Arga de São João.

As reuniões públicas descentralizadas são um instrumento de participação que os munícipes têm à disposição para dialogar diretamente com os decisores políticos concelhios. Estas reuniões favorecerem a proximidade junto da população e permitem ao presidente e vereadores da Câmara Municipal ouvir, esclarecer e prestar contas da gestão municipal, contribuindo assim para uma democracia local mais participativa.

Recorda-se que estas reuniões apresentam como único ponto da ordem de trabalhos a audição dos munícipes. Assim, os munícipes interessados em intervir deverão proceder à respetiva inscrição, com uma antecedência mínima de 48 horas, na Câmara Municipal, através do telefone 258 710 300 ou do e-mail geral@cm-caminha.pt. Ainda o podem fazer junta de freguesia. É de realçar que, no momento da inscrição, os munícipes deverão indicar o contacto telefónico e o assunto a tratar. Será dada prioridade aos assuntos relacionados com as freguesias em questão e de interesse coletivo e/ou público.

CASAS REGIONAIS MINHOTAS SEDIADAS EM LISBOA DECLARAM-SE CONTRA A EXPLORAÇÃO DO LÍTIO NA NOSSA REGIÃO

A propósito da exploração do lítio no Minho, o BLOGUE DO MINHO questionou os dirigentes das várias casas regionais minhotas acerca da sua posição relativamente a esta questão que está a preocupar seriamente as nossas populações. Entre as associações contactadas, apenas a Casa do Minho e a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez deram a conhecer a sua posição. Por parte da Liga dos Amigos do Concelho de Valença, da Casa do Concelho de Ponte de Lima, da Casa Courense e da Casa Cerveirense não obtivemos até ao momento qualquer resposta, o que pode indicar que não têm qualquer opinião ou interesse acerca deste assunto.

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Da parte de Paulo Duque, Presidente da Direcção da Casa do Minho em Lisboa, obtivemos a seguinte resposta:

“Discordo plenamente, quer em termos ambientais quer em termos paisagísticos. Sendo a Serra D’Arga um local de eleição e também protegida, continua a ser um dos locais mais genuínos do Alto Minho.

Não entendo como protegem o Lobo Ibérico (concordo com a sua protecção) que tem causado grande prejuízo a toda a população, que a sua sustentabilidade continua a ser a pastorícia e não querem proteger a própria serra.

No passado, vejamos as minas de Covas, em Vila Nova de Cerveira, que a poluição até hoje afectou muito em termos ambientais, nomeadamente o Rio Coura.

Como presidente da Casa do Minho, não gostaria de ver a Serra D’Arga de outra forma da que está hoje ou seja, sem poluição.”

Este e muitos outros de interesse para a nossa região não têm merecido a preocupação de muitas casas regionais como deveria, apesar de inscreverem no preâmbulo dos seus estatutos a defesa dos interesses locais. Este é um bom exemplo daquilo para que deve servir uma casa regional!

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Por sua vez, Joaquim Cerqueira de Brito, Presidente da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, esclareceu o seguinte:

“A Casa do Concelho de Arcos de Valdevez discorda completamente. Temos que defender e preservar aquilo que é mais belo no nosso País, a Natureza

Além de tudo isso, é preciso defender o bem estar das populações , que começa pela qualidade de vida.”

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VILA NOVA DE CERVEIRA: LÍTIO EM COVAS? NÃO, OBRIGADO!

A população da Freguesia de Covas, concelho de Vila Nova de Cerveira, começa a manifestar-se cada vez de forma mais saliente contra a possibilidade da extracção de lítio na sua terra vir a tornar-se uma realidade.

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Nos mais diversos locais daquela bonita aldeia surgem cartazes cuja mensagem contrasta com a beleza da paisagem: lítio em Covas? Não obrigado!

E, porque não quer a população a extracção do lítio? É ela própria que responde:

Porque não queremos as nossas serras esventradas.

Porque não queremos o ruído das explosões e das máquinas

Porque não queremos os nossos lençóis freáticos, rio e ribeiros poluídos e destruídos.

Porque não queremos nas nossas roupas e pulmões o ar poluído pelas poeiras da extração.

PORQUE QUEREMOS APENAS CONTINUAR A SER COVAS, NÃO AO LÍTIO!!!!

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PARTIDO "OS VERDES" CONFRONTA ANTÓNIO COSTA COM EXPLORAÇÃO DE LÍTIO EM MONTALEGRE

Hoje, no debate quinzenal com o Primeiro Ministro sobre políticas ambientais, de ordenamento e de valorização do território, a Deputada Heloísa Apolónia questionou António Costa sobre a exploração de lítio em Montalegre.

A Deputada de Os Verdes acusou o Primeiro Ministro de declarações contraditórias em matéria de exploração de lítio pois o Governo afirmou que não haveria exploração em áreas classificadas. Ocorre que em Montalegre, em área classificada como Património Agrícola da Humanidade pela FAO/UNESCO, há um contrato assinado de exploração de lítio sem sequer haver avaliação de impacto ambiental.

Os Verdes lamentam que esta matéria tenha ficado sem resposta por parte do Sr. Primeiro Ministro e, como tal, comprometem-se a confrontar novamente sobre esta situação.

Heloísa Apolónia, Deputada do PEV, levantou ainda, neste debate, questões sobre mitigação e adaptação ao fenómeno das alterações climáticas, com foco na floresta, prevenção de incêndios e fim da expansão do eucalipto.

Veja aqui a intervenção completa da Deputada Heloísa Apolónia: https://www.youtube.com/watch?v=gV0VcvEgcM8 (tema “lítio” ao minuto 3:40).

O Grupo Parlamentar Os Verdes

ESTALEIROS NAVAIS DE VIANA DO CASTELO – INSTANTES E MEMÓRIAS

O retrato de uma empresa emblemática

É assente que uma empresa que não promova uma cultura distinta tem mais dificuldades em se afirmar na sua actividade. E para haver cultura própria, entre muitas variantes, tem que haver trabalhadores unidos nas causas da empresa, um sentimento de pertença, em que se julgue que a entidade que nos ocupa também é um pouco nossa, e o prazer de saborear o êxito dessa mesma entidade. Quando numa empresa a cultura é forte, a estrutura dirigente da mesma quase só tem a preocupação de organizar o trabalho e orientar tecnicamente o coletivo de colaboradores, porque todos têm o sentido da utilidade, de fazer cada vez melhor e de tornar o trabalho mais produtivo, na perspetiva de conseguir patamares de excelência.

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Os ENVC, por razões mais ou menos descortináveis, foi uma empresa onde sempre predominou uma cultura exclusiva. O espirito familiar, a entreajuda, a vontade de atingir bons níveis de produção, nunca sacrificando a qualidade, a satisfação do êxito, que se refletia em cada navio construído, o prazer de pertencer a uma unidade industrial que produzia navios gabados por quem os encomendava ou os mandava reparar, foram tudo condições que fizeram dos Estaleiros de Viana uma empresa de cultura bem vincada.

Tudo isto é bem patente no documentário “Casa ENVC – instantes e memórias”, produzido pelo Teatro do Noroeste – CDV, com o apoio do nosso Município, com realização de Elisabete Pinto, Flávio Cruz e Luís Lagadouro. No mesmo participaram um conjunto de 18 trabalhadores que trabalharam ao longo de décadas nos mais diversos sectores desta empresa. Na base das vivências, do conhecimento, da espontaneidade e do sentimento de pertença, estes fizeram o retrato da sua empresa de uma forma que chega a ser comovente e que demonstra que o êxito nunca cai do céu.

A apresentação fêz.se no passado dia 03, no Teatro Sá de Miranda, e revelou um trabalho tecnicamente bem conseguido, onde se patenteia muito profissionalismo. Era bom que a sua divulgação fosse para além desta apresentação, porque se trata de um trabalho que muita gente gostará de ver, especialmente os vianenses.

Gonçalo Fagundes Meira

MINISTRO DO PLANEAMENTO, NELSON DE SOUZA, PRESIDE AO LANÇAMENTO DA 1ª PEDRA DO PÓLO INDUSTRIAL DO GRANITO DAS PEDRAS FINAS

Ministro do Planeamento em Ponte de Lima. 1ª Pedra do Pólo Industrial do Granito das Pedras Finas. 7 de junho – 11 horas

O Ministro do Planeamento, Nelson de Souza, preside ao lançamento da 1ª Pedra do Pólo Industrial do Granito das Pedras Finas, que o Município de Ponte de Lima realiza na próxima sexta-feira, 7 de junho pelas 11h00.

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O Pólo Industrial surge da necessidade de reorganizar espacialmente a indústria transformadora de granito, numa estratégia definida em prol da sustentabilidade do setor. Esta estratégia visa o estabelecimento de alianças ou parcerias entre empresas, podendo as mesmas adquirir vantagens competitivas, essenciais no surgimento de novas oportunidades de negócio, que por sua vez se traduzem na manutenção e criação de novos postos de trabalho.

Localizada no Monte de Antelas, na proximidade das áreas de extração, o projeto ocupa uma área de cerca de 22 hectares, que corresponde à implantação total de 28 lotes, sendo que 24 se destinam a lotes industriais, cujas áreas variam entre os 900 m2 e os 20.000 m2, aproximadamente. O projeto comtempla também a existência de um lote com equipamento de utilização coletiva, dois lotes com um Eco-centro e uma ETARI (Estação de Tratamento de Águas Residuais Industriais), e ainda um lote destinado a comércios/serviços.

O granito limiano é exportado principalmente para Espanha e França e, pontualmente, Luxemburgo. Preveem-se, no entanto, exportações para Rússia, Argélia, Bélgica, entre outros, onde têm sido estabelecidos contatos exploratórios, segundo a Cevalor.

A obra com orçamento no valor de 4.335.400€ (Iva Incluído), e prazo de execução de 1 ano, associa uma nova abordagem na exploração do Granito das Pedras Finas de Ponte de Lima, nomeadamente na adoção de melhores práticas ambientais, produções mais limpas, melhores técnicas disponíveis e reorganização espacial, beneficiando todas as entidades públicas e privadas envolvidas na adesão a um verdadeiro conceito de eficiência coletiva.

11h00 – Receção no Polo Industrial do Granito das Pedras Finas *

11h15 – Colocação da Primeira Pedra

11h30 - Apresentação do Projeto do Granito de Ponte de Lima (Filme)

11h40 - Apresentação do Projeto do Polo Industrial do Granito das Pedras Finas

* Rua de Felgueiras, Arcozelo

    (EM1249)

    Coordenadas GPS (Google Maps)

    41°48'26.41"N  8°36'34.31"W