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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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FAMALICÃO LEVA A CUBA 7 EMPRESAS PARA SE DAREM A CONHECER NA FEIRA INTERNACIONAL DE HAVANA

Identidade industrial de Famalicão mostra-se em Cuba

Em Cuba ressalta por estes dias a identidade industrial de Vila Nova de Famalicão. Sete empresas famalicenses apresentam-se na FIHAV – Feira Internacional de Havana, integrando a comitiva portuguesa presente no Pavilhão de Portugal, numa participação organizada pela AEP – Associação Empresarial de Portugal, em parceria com a Câmara de Comércio e Indústria Portugal - Cuba, e a que se associou também o Município de Vila Nova de Famalicão, na sequência dos protocolos de cooperação assinados recentemente com a AEP e com aquela Câmara de Comércio.

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A representação famalicense, dinamizada pelo Famalicão Made IN, é garantida pelas empresas Caixiave, Cup & Saucer, CM Socks, Hotelar, NH Clima, Raclac e Seara, o que traduz, na opinião do vereador Augusto Lima, “o apoio efetivo e permanente" do Município às PME de Famalicão, nomeadamente na perspetiva de entrada dos seus produtos ou serviços em novos mercados.

“Com esta presença, estamos a materializar os objetivos desses protocolos, proporcionando às empresas famalicenses, por via do acordo com a AEP, novas oportunidades para reforçarem a sua capacidade exportadora e, por via do acordo com a Câmara de Comércio Portugal-Cuba, a entrada em mercados ainda pouco explorados ”, explica Augusto Lima, que lidera a representação institucional do Município.

No caso concreto de Cuba, o vereador famalicense sublinha que “a FIHAV é um importante meio de entrada de produtos e serviços no país e uma excelente forma de contactar com potenciais parceiros comerciais”. De resto, Cuba é um espaço cada vez mais estratégico para a economia nacional. Enquanto fornecedor daquele país, Portugal subiu da 21ª para a 15ª posição, com as exportações a crescerem de 0,71% para 0,85%, no último ano.

Ontem, dia 30 de outubro, o Pavilhão de Portugal foi inaugurado pelo Secretário de Estado da Defesa do Consumidor, João Torres, acompanhado pelo Vice-Presidente da AEP, Luís Miguel Ribeiro, pelo Embaixador de Portugal em Cuba, Fernando Figueirinhas, pelo Presidente da Câmara de Comércio e Indústria Portugal Cuba, Américo Castro, e por representantes do governo cubano, nomeadamente o Vice-ministro do Comércio Externo de Cuba, Roberto Martinez.

A FIHAV já vai na 36ª edição e termina na próxima sexta-feira, 2 de novembro.

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FAMALICÃO APOSTA NA INOVAÇÃO

Startups ligam-se à indústria com soluções inovadoras

Oito startups (cinco da UPTEC - Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto e três do Famalicão Made IN) apresentam-se à indústria esta quinta-feira, 18 de outubro, numa iniciativa que pretende promover soluções inovadoras e com valor acrescentado.

A Kortex desenvolve soluções de hardware e software para a indústria

A partir das 17h00, na área de I&D da empresa Riopele, sob o formato de pitch (apresentação direta e curta), Agilis M2M, Foodintech, Healthy Road, Ideia.m e Sarkkis (pela UPTEC) e IOTech, Kortex e Swonkie (pelo Famalicão Made IN) mostram o que valem e medem forças perante uma plateia de empresários, mentores e potenciais investidores.

Continental ITA, TMG, Raclac, Samofil, Celoplás, Famasete, NH Clima e Hindu são algumas das empresas representadas neste encontro. É ainda aguardada a presença, como mentores, de responsáveis da Riopele, AMOB, Caixiave, Argatintas, ESI, Injex, Partteam, YouON e Famagrow.

Este showcase UPTEC/Famalicão Made IN integra a programação do 3º Festival Famalicão Visão’25.

FAMALICÃO DEBATE FUTURO DA INDÚSTRIA

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, abre amanhã terça-feira, 16 de outubro, pelas 9h30, a conferência Famalicão Circular que terá lugar na Fundação Cupertino de Miranda com futuro da indústria em cima da mesa. Contrariamente ao que estava previsto, em virtude do atual momento político, a Secretária de Estado da Indústria, Ana Teresa Lehmann, não estará presente na iniciativa.

Conferência realiza-se na Fundação Cupertino de Miranda a partir das 09h...

A iniciativa é organizada pela Câmara Municipal no âmbito do projeto Famalicão Made IN e no enquadramento da realização do Festival Famalicão Visão 25, contando com um painel de conferencistas nacionais e internacionais que têm vindo a trabalhar e a desenvolver novas sinergias industriais e a redesenhar ciclos de produção alternativos que perspetivam uma mudança de paradigma para a indústria com benefícios para a economia, o ambiente e a sociedade.  

A conferência está particularmente centrada em três dos temas basilares para as indústrias famalicenses: o têxtil; a água; e os novos modelos de negócio e novos empregos, e abre com uma comunicação da investigadora e designer internacional  Anne Prahl, que tem gerado novos e inovadores conceitos para a indústria têxtil e do vestuário, sobretudo no âmbito do design e da sustentabilidade, trabalhando para grandes marcas internacionais como a Nike, Speedo, WGSN, Ellesse, Puma, Marks & Spencer, Animal, Topshop e Esprit.

O exemplo da Riopele que criou a marca TENOWA, resultante da metamorfose de resíduos têxteis e as simbioses industriais, e a experiência de António Lorena, Managing Partner da 3drivers  que tem desenvolvido projetos de avaliação técnica, ambiental e socio-económica e de natureza estratégica de sistemas de gestão de resíduos, fazem ainda parte do painel da manhã do evento. À tarde, depois das sessões de trabalho, ainda haverá espaço para a apresentação de exemplos práticos desenvolvidos em Vila Nova de Famalicão à volta da economia circular e para a apresentação das conclusões.

FAMALICÃO ESTÁ NA LINHA DA FRENTE NA TECNOLOGIA TÊXTIL

Mtex mostra tecnologia têxtil “disruptiva” a parceiros internacionais

Inovação e tecnologia têxtil foi o tema central da Mtex Summit 2018. O evento, dedicado ao futuro das tecnologias de Labeling, Packaging e Dye Sublimation, decorreu ontem e hoje e contou com a presença de representantes e responsáveis de empresas têxteis dos cinco continentes.

André Jacques

“A Mtex Summit é o culminar de um fortíssimo ciclo de inovação que traz ao mercado um conjunto de disrupções têxteis”, explica André Jacques, vice-presidente de vendas e marketing da empresa, acrescentando que o evento representa também o arranque de um novo ciclo, bem como o fortalecimento das relações comerciais com parceiros globais (distribuidores, agentes e clientes de referência).

A par da apresentação das novas soluções tecnológicas da empresa, os participantes na Mtex Summit tiveram a oportunidade de visitar as instalações e os centros de produção e de desenvolvimento da Mtex, em Esmeriz, Vila Nova de Famalicão. “Partilhámos conhecimento de mercado e tecnológico, mas recolhemos também muito feedback. Foi um momento de aprendizagem mútua, tão importante numa indústria em constante mutação. Algo a repetir, não só porque foi um sucesso a vários níveis, mas também porque projetou a empresa para um novo patamar que faz parte de uma rota da liderança tecnológica e de afirmação a nível mundial”, enfatiza André Jacques. 

A Mtex é uma empresa do grupo New Solutions Engineering, que se dedica ao fabrico de máquinas de impressão digital têxtil, com tecnologia inovadora e ambições à escala mundial. Criada no início desta década para construir máquinas a partir de tecnologia importada, em menos de 10 anos passou a produzir e a desenvolver a sua própria tecnologia.

O ponto de viragem deu-se em 2017 com um investimento de cerca de 8 milhões de euros que aproveitou o know how da empresa e preparou as instalações para um novo futuro. 

O Centro de Inovação do Grupo New Solutions conta com 110 colaboradores, a esmagadora maioria altamente qualificados, e percebe-se a sua vocação à escala global. Como exemplo, a Dragon, uma máquina de sublimação com transfer para calandra que faz impressão digital de tecidos e malhas a uma velocidade superior a 500 metros por hora. Foi concebida pela equipa de engenheiros portugueses da New Solution Engineering e é fabricada na Mtex.

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ASSOCIAÇÃO TÊXTIL DE PORTUGAL E MUNICÍPIO DE FAMALICÃO CONQUISTAM PRÉMIO E INTENSIFICAM RELAÇÃO

Paulo Cunha e Paulo Teixeira de Melo assinaram protocolo que vai intensificar colaboração entre as duas instituições para maior internacionalização das empresas famalicenses

A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e a Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP) conquistaram o 2.º lugar nacional nos European Enterprise Promotion Awards 2018 na categoria Apoio à Internacionalização com o projeto Fashion From Portugal que durante os últimos dois anos disseminou a imagem de qualidade, vanguarda e inovação da Indústria Têxtil e Vestuário portuguesa em mercados estratégicos de exportação.

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A novidade foi avançada pelos presidentes das duas instituições, Paulo Cunha e Paulo Teixeira de Melo, respetivamente, durante a assinatura de um protocolo de colaboração que vem facilitar o acesso de empresas famalicenses do setor às dinâmicas e projetos de apoio à internacionalização desenvolvidas pela ATP. A formalização do acordo decorreu ontem, 2 de outubro, na Casa do Território, intensificando-se desta forma uma parceria que tem dado bons frutos para o território e para o setor.

Através do acordo agora celebrado, as empresas de Famalicão vão beneficiar de um conjunto de medidas de apoio que o ATP promoverá para benefício da Setor Têxtil e Vestuário do Município de Vila Nova de Famalicão no período compreendido entre outubro de 2018 e outubro de 2020, como a realização de ações que promovam a presença de empresas famalicenses em missões empresariais e feiras internacionais em mercados externos e a atribuição de Vouchers Internacionalização para  despesas não elegíveis em feiras internacionais. Fica também assegurada a permanência de realização em Vila Nova de Famalicão do Fórum da Indústria Têxtil.

O Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, realçou “a genuína cumplicidade” que existe entre as duas instituições que potenciam “sinergias, forças e competências”. "Criar um contexto de apoio" para auxiliar as empresas na internacionalização é a matriz principal do acordo que pretende ajudar a criar conforto para as empresas de Famalicão, sobretudo as Startups e PME’S a “darem este passo”.

Este é um “avanço importante” no percurso “da grande parceria desenvolvida entre a ATP e a Câmara de Famalicão nos últimos anos”, disse Paulo Teixeira de Melo. “Estamos no epicentro do sector em Portugal e juntos podemos fazer muito mais pelas nossas empresas”, acrescentou.

Recorde-se que a ATP é uma associação patronal de âmbito nacional, que agrupa cerca de 500 empresas, as quais asseguram cerca de 35 mil postos de trabalho e quase 3.000 milhões de euros de faturação, sendo dois terços desse valor destinado aos mercados de exportação. A associação está sedeada em Vila Nova de Famalicão desde 2007, nas instalações do CITEVE, no epicentro da Indústria Têxtil e Vestuário portuguesa, próxima das empresas e dos centros de competências do sector.

O Município de Vila Nova de Famalicão assume-se como a Cidade Têxtil de Portugal, dado ser o epicentro de uma região que acolhe uma fileira completa, estruturada, flexível e dinâmica, onde, num raio de 60 quilómetros, a indústria têxtil tem todas as soluções necessárias dentro da cadeia de produção. Acresce que Vila Nova de Famalicão é considerado também o concelho onde o sector têxtil e vestuário tem a grande força do seu desenvolvimento, com grandes marcas e empresas produtoras e reconhecidas infraestruturas tecnológicas e de inovação.

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TRÊS EMPRESAS DE FAMALICÃO CELEBRAM DIA NACIONAL DA MANUFATURA

Três empresas de Vila Nova de Famalicão vão associar-se ao Dia Nacional da Manufatura, 4 de outubro, para celebrar a indústria e enaltecer todos os seus trabalhadores.

Marjomotex

Argantintas, Marjomotex e Partteam vão assim abrir as suas portas à sociedade civil para mostrar o que produzem e como produzem, ao mesmo tempo que exaltam os seus profissionais que diariamente estão no chão-de-fábrica a trabalhar para o crescimento económico do país.

“Sendo a indústria o verdadeiro ADN da nossa região, tem também ela de lutar pelo seu espaço, promover as virtudes das suas profissões e responder aos desígnios de novas gerações de jovens. Celebrar as profissões que se escondem atrás de um produto transformado e mostrar ao mundo de que somos feitos”, afirma André Vieira de Castro, CEO da Argatintas, um dos maiores fabricantes nacionais de tintas e vernizes, para explicar as razões que levam a empresa a assinalar o Dia Nacional da Manufatura.

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Já Mónica Afonso, líder da têxtil Marjomotex, destaca que este dia valoriza a indústria e permite alicerçar parcerias e contactos com outros empresários. E não esquece os trabalhadores. “São o nosso ativo mais valioso, pelo que cativar recursos humanos e mostrar a dinâmica do sector têxtil é muito importante para nós, para o nosso concelho e para nosso país”, enfatiza.

Por seu lado, Miguel Soares, entende que “a manufatura merece o devido reconhecimento e apoio”. Lembra que “Portugal é dos países que mais utiliza e implementa novas ferramentas e tecnologias de informação”. E, por isso, “queremos ‘jogar em casa’, estar perto destas transformações e assistir ao crescente desenvolvimento”. O CEO da Partteam, empresa referência mundial no fabrico de quiosques multimédia e mupis digitais, assume o propósito de “honrar o legado e reforçar a identidade de Portugal no mundo”.

No Dia Nacional da Manufatura, os três empresários visitarão, em conjunto, cada uma das três empresas, partilhando as respetivas experiências industriais e convivendo com os trabalhadores.

Argatintas

FAMALICÃO APOSTA NO TÊXTIL

Associação Têxtil de Portugal vai criar novas oportunidades para empresas famalicenses do setor. Paulo Cunha e Paulo Teixeira de Melo assinam protocolo amanhã, 2 de outubro, pelas 16h30, na Casa do Território, no Parque da Devesa

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha e o Presidente da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal, Paulo Teixeira de Melo, assinam amanhã, terça-feira, dia 2 de outubro, pelas 16h30, na Casa do Território, um protocolo de cooperação entre as duas instituições para o desenvolvimento da estratégia para a Economia, Empreendedorismo e Internacionalização das empresas famalicense ligadas ao sector do têxtil e do vestuário.

Alargar a base exportadora e diversificar mercados é um dos principais objetivos do acordo que vai ser firmado, através da criação e diversificação de oportunidades que promovam a capacitação das empresas e empresários e uma visão internacional da economia.

Recorde-se que a ATP é uma associação patronal de âmbito nacional, que agrupa cerca de 500 empresas, as quais asseguram cerca de 35 mil postos de trabalho e quase 3.000 milhões de euros de faturação, sendo dois terços desse valor destinado aos mercados de exportação. A associação está sedeada em Vila Nova de Famalicão desde 2007, nas instalações do CITEVE, no epicentro da Indústria Têxtil e Vestuário portuguesa, próxima das empresas e dos centros de competências do sector

GOVERNO DE CABO VERDE ELOGIA COMPROMISSO DO EMPRESÁRIO FAMALICENSE ARMINDO COSTA COM O SEU PAÍS

ICCO, do Grupo ACO Shoes, de Vila Nova de Famalicão, vai crescer na ilha de São Vicente

O Governo de Cabo Verde esteve representado ao mais alto nível nas comemorações dos 25 anos da ICCO – Indústria de Componentes e Calçado Ortopédico, a empresa que o famalicense Armindo Costa fundou em 1993, como estratégia de internacionalização da ACO, empresa-mãe do grupo com sede em Mogege, Vila Nova de Famalicão.

Armindo Costa com o Primeiro-ministro de Cabo Verde

O momento de cantar os parabéns aos 25 anos da ICCO, na presença do primeiro-ministro de Cabo Verde, com bolo e champagne para todos, foi uma manifestação de grande alegria, numa comunhão fraterna entre os responsáveis da empresa, autoridades políticas e os 250 trabalhadores.

Líder em Portugal na produção de calçado de conforto para senhora, que é vendido em 37 países, a ACO entrou em Cabo Verde para produzir gáspeas, que correspondem à parte superior do calçado, representando, em média, 55% do processo de fabrico de um par de sapatos ou sandálias.

Para Cabo Verde, país que importa quase tudo aquilo que consome, uma fábrica que exporta tudo aquilo que produz é um bem raro e de alto valor estratégico para a economia. O ministro da Indústria, Comércio e Energia, Alexandre Monteiro, fez questão de conhecer a empresa de capital português, o que aconteceu na manhã de sábado, 15 de setembro, data que, em 1993, foi o primeiro dia de trabalho na ICCO.

A celebração do aniversário aconteceu ao jantar, no Hotel Porto Grande, em Mindelo, a cidade da eterna Cesária Évora. O primeiro-ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, presidiu à cerimónia, ao lado de Armindo Costa, do ministro do Comércio e Indústria, Alexandre Monteiro, e do presidente da Câmara de São Vicente, Augusto Neves, e todos os colaboradores da empresa. Armindo Costa, por seu turno, tinha com ele toda a família, com destaque para os filhos Paula Costa e Fernando Costa e para o neto Diogo Costa, que estão a trabalhar no grupo.

O primeiro-ministro de Cabo Verde declarou que o seu Governo atribui “particular importância” às empresas que operam no setor exportador, por se tratar de uma área “essencial para Cabo Verde”, também geradora de empregos e rendimentos.

Para o chefe do Governo, mais do que comemorar 25 anos de existência, o momento é de celebrar “a capacidade empreendedora, o compromisso com Cabo Verde e com São Vicente”, de um empresário que “acreditou em Cabo Verde e investiu”. Por isso, assegurou que o seu Governo continua “muito interessado” em desenvolver, em conjunto, as medidas que se “mostrarem necessárias para a ICCO continuar a crescer, a exportar, a investir e a criar postos de trabalho, emprego e rendimento” para os seus colaboradores.

Na ocasião, Ulisses Correia e Silva aproveitou para lembrar algumas medidas que tomou desde que assumiu a governação, entre elas as questões fiscais, mas deixou a garantia de que na área dos transportes vão chegar “diversas soluções”, com “regularidade e previsibilidade”. Da mesma forma, anunciou que no campo da energia, o seu Governo encontra-se a trabalhar “em diversas frentes” para melhorar a eficiência energética com impacto nas tarifas. E até final do ano será criado um figurino de janela única para as operações de comércio externo, precisamente para facilitar todos os procedimentos relacionados com os negócios de importação e exportação.

“Podem contar com o Governo porque aqui estamos a casar interesses, é win-win [ganhar-ganhar], pois o país precisa ganhar mais com a exportação, com o emprego, e a empresa precisa de condições para criar mais emprego e fazer exportações”, concluiu Ulisses Correia e Silva.

O administrador e fundador da ICCO, Armindo Costa, por seu lado, disse que abraçou o projeto empresarial, em 1993, com os objetivos de garantir, por um lado, o crescimento internacional da ACO, empresa-mãe sediada em Vila Nova de Famalicão, que fundou em 1975, e, por outro, a partir de Portugal, contribuir para o desenvolvimento económico de Cabo Verde.

O empresário, que disse querer continuar a contar com a “excelência da mão-de-obra” cabo-verdiana, numa empresa cujo calçado é vendido em 37 países dos vários continentes, nos mercados “mais desenvolvidos do mundo”, anunciou projetos para fazer a ICCO, que atualmente emprega 250 pessoas, crescer e aumentar o número de postos de trabalho. “Mas há problemas de infraestruturas e de logística que precisamos ultrapassar”, advertiu, ao mesmo tempo que se mostrava “convicto na sensibilidade” do Governo às questões relacionadas com a eficácia no escoamento dos produtos da empresa. “O nosso compromisso com Cabo Verde é cada vez maior”, reiterou Armindo Costa, para quem o futuro da ICCO em Cabo Verde será “aquele que o país quiser”.

Por fim, e como prenda de aniversário, Armindo Costa anunciou que vai ser processado um mês de salário extra a todos os trabalhadores que se encontravam na empresa em 31 de Dezembro de 2017.

Armindo Costa com o primeiro-ministro e o ministro da Indústria de Cabo Verde

O primeiro-Ministro de Cabo Verde foi chamado a cortar o bolo

NANOTECNOLOGIA DO CeNTI CATAPULTA INDÚSTRIA DO NORTE DE PORTUGAL PARA A VANGUARDA DA INOVAÇÃO

Da parceria entre as indústrias do Norte de Portugal e os projetos nanotecnológicos do CeNTI resultaram produtos únicos, que colocam Portugal no mapa dos descobrimentos do séc.XXI

Soluções têxteis capazes de promover efeitos de luz através da integração de LEDs, rodapés que detetam inundações oufios de pesca industrial com filamentos luminosos. Parecem ideias de um futuro distante, mas, na realidade, são apenas alguns dos inovadores produtos que incorporam nanotecnologia, produzidos por empresas do Norte de Portugal e que os investigadores do CeNTI, Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes, têm ajudado a desenvolver.

CeNTI Centro de Nanotecnologia

E são já inúmeros os exemplos de sucesso da integração de nanotecnologia portuguesa. É o caso dos sistemas protótipo tecnológicos que conferem propriedades inteligentes e interativas aos laminados da Sonae Indústria de Revestimento (SIR), o desenvolvimento de peças interativas para o interior automotivo por parte da Simoldes Plásticos SA, ou o desenvolvimento de novas funcionalidades, testes de conforto e de utilização para a TMG Automotive,

A colaboração do CeNTI com o tecido empresarial levou também à criação de um sistema único, 100% amigo do ambiente, que substitui os sistemas atuais de iluminação na atividade pecuária por filamentos luminosos, utilizados atualmente em fios de pesca, sem a necessidade de uma fonte de energia adicional, propriedade da empresa Cadilhe&Santos. E ainda o exemplo de cortinas com iluminação LED incorporada, patente registada da Têxteis Penedo SA, que se estima gerar mais de um milhão de euros de faturação anual a curto prazo.

Esta utilização de matérias-primas com aditivos e novas aplicações, bem como a reformulação de produtos já existentes, permite não só abrir portas a uma série de novos mercados, mas reaproveitar de forma mais eficiente as tecnologias existentes e desenvolver novas soluções sem obrigar a alterações de larga escala nos tradicionais processos de fabrico.

Seja através da transferência direta de conhecimento dentro do mesmo setor - a Simoldes Plásticos SA procura aplicar as tecnologias interativasnoutros componentes automóveis, nomeadamente em painéis interiores e de instrumentos, e existem variadíssimos outros usos dentro do têxtil lar para a tecnologia de iluminaçãoda Têxteis Penedo – ou a comunhão tecnológica com outras indústrias – os filamentos luminosos da Cadilhe&Santos encontram-se em testes no setor agrícola. Os protótipos da Sonae Industria de Revestimentos deram origem, também, a um berço biométrico e a mesas interativas – os objetivospassam por aplicar a prática do conceito de economia circular, alargar a cadeia de valor de produto, criar sinergias entre indústrias e reforçar o seu posicionamento no mercado.

Ao longo de 12 anos, o CeNTItem vindo a desenvolver projetos de nanotecnologia ea transferir para a indústria os resultados da investigação, dando resposta a necessidades vigentes no mercado, dotando as empresas com soluções inovadoras o que, por consequência, aumenta a qualidade de vida das populações. Além disso, ao longo dos últimos anos, tem sido implementado, através do projeto Nanotech@NortePT, um trabalho de formação e consciencialização, relevando a importância da aposta na nanotecnologia para a indústria portuguesa, tornando assim mais fácil o acesso a mercados globais e criando um polo de atração em setores, tradicionalmente, conservadores.

O CeNTI - Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes

Intimamente ligado ao tecido empresarial e à indústria, o CeNTI foi fundado em 2006,contando atualmente com cerca de80 colaboradores e está vocacionado para o desenvolvimento de novos produtos e soluções, tendo por base a nanotecnologia, além de materiais funcionais e inteligentes.

Resulta de uma parceira entre três universidades – Aveiro, Minho e Porto – e três entidades tecnológicas, o CITEVE – Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal, o CTIC – Centro Tecnológico das Indústrias do Couro e o CEIIA – Centro para a Excelência e Inovação na Indústria Automóvel.

Neste percurso de 12 anos de atividade, o CeNTIjá colaborou ativamente em mais de 170 projetos com a indústria, 20 projetos europeus, 111 projetos financiados a nível Nacional, 30 projetos diretos e 9 projetos em investigação fundamental, apoiados pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT).

Atualmente, encontram-se em desenvolvimento em 40 projetos no âmbito do PT2020, 12 projetos H2020 e 50 projetos diretos com clientes, nas mais diversas áreas de aplicação.

A visão de mercado e de transferência de tecnologia, valeram ao CeNTIcerca de 57pedidos ativos de patente como requerente e/ou inventor.

FÁBRICA DE CALÇADO EM FAMALICÃO APOIA INDÚSTRIA DO SECTOR EM CABO VERDE

ACO, de Vila Nova de Famalicão, fabrica componentes de calçado na ilha de São Vicente. Grupo português é líder no calçado de conforto assinala 25 anos de presença em Cabo Verde

O primeiro-ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, e o ministro da Indústria, Comércio e Energia, Alexandre Dias Monteiro, são dois dos convidados do empresário português Armindo Costa no jantar comemorativo dos 25 anos da presença do grupo de calçado ACO na ilha de São Vicente, que vai decorrer no próximo sábado, 15 de Setembro, a partir das 19h00, no Hotel Porto Grande, em Mindelo.

Armindo Costa _ presidente da ACO Shoes

Com 80 anos, Armindo Costa, que em 1975 fundou a ACO – Fábrica de Calçado, empresa líder em Portugal no segmento do calçado de conforto, e que, entre 2002 e 2013 foi presidente do Município de Vila Nova de Famalicão, a sua terra natal, ainda lidera o projeto empresarial, agora com o apoio dos filhos, Fernando Costa e Paula Costa, e de um dos netos, Diogo Costa.

Instalações da ICCO - Indústria de Componentes e Calçado Ortopédico _ Cabo Verde

Em 1993, Armindo Costa escolheu Cabo Verde para investir na internacionalização da ACO – Fábrica de Calçado, nascendo, assim, a ICCO – Indústria de Componentes e Calçado Ortopédico, que colocou o Mindelo e a ilha de S. Vicente na rota das exportações do calçado de conforto. Hoje, a ICCO gera riqueza para a sociedade cabo-verdiana, proporcionando emprego e integrando a lista restrita dos grandes contribuintes para as Finanças do país.

“A celebração destes 25 anos de trabalho, cooperação e sucesso vai acontecer com um jantar-convívio a realizar no próximo dia 15 de Setembro, a partir das 19h00, no Hotel Porto Grande, em Mindelo, que será um encontro fraterno com os nossos parceiros e colaboradores”, afirma Armindo Costa, orgulhoso e feliz.

“Estamos a gerar riqueza para a sociedade cabo-verdiana, consolidando a presença da ACO em Portugal e no mundo”, afirma Armindo Costa, fundador e administrador da ICCO, adiantando que integrar o grupo dos grandes contribuintes de Cabo Verde é motivo “de orgulho, como investidor e empresário, pela boa gestão dos recursos, mas também motivo de responsabilidade perante a comunidade de S. Vicente e de Cabo Verde”.

A empresa que Armindo Costa fundou em Cabo Verde há 25 anos é participada em 98% pela portuguesa ACO – Fábrica de Calçado SA, com sede em Vila Nova de Famalicão, no Norte do país, da qual o empresário é fundador e presidente.

A fábrica cabo-verdiana começou a laborar em 1993, depois de os seus trabalhadores recrutados em Cabo Verde, a maioria do sexo feminino, terem recebido formação profissional na fábrica-mãe, em Portugal.

Na ICCO, são produzidos componentes para calçado de conforto, que correspondem a 55 por cento do processo produtivo. O transporte para Portugal – onde a produção é finalizada –, é feito por via aérea, o que garante o cumprimento dos prazos de entrega nos mercados internacionais.

Fundado em 1975, o grupo ACO Shoes emprega um total de 810 pessoas em três fábricas: 400 na empresa-mãe, em Vila Nova de Famalicão; 160 na ECCO Conforto, em Ponte de Lima; e 250 na ICCO, em Cabo Verde.

Anualmente, o grupo ACO, que é líder nas exportações portuguesas de calçado de conforto, produz 1,5 milhões de pares de sapatos, gerando um volume de negócios na ordem dos 35 milhões de euros.

O calçado do grupo ACO é vendido em 37 países: África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Áustria, Austrália, Bélgica, Bielorrússia, Canadá, Dinamarca, Emirados Árabes Unidos, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, EUA, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Inglaterra, Irlanda, Israel, Japão, Letónia, Lituânia, Noruega, Polónia, Portugal, Quirguistão, República Checa, Roménia, Rússia, Suécia, Suíça, Turquia e Ucrânia.

Os primeiros trabalhadores de Cabo Verde tiveram formação em Portugal

DSTSOLAR IMPLEMENTA PROJETO DE 2 MW NO PARQUE INDUSTRIAL DO GRUPO POLOPIQUE

*Empresa do grupo dst prevê faturar mais de sete milhões de euros em 2018

A dst solar, empresa do dstgroup que opera no setor do solar fotovoltaico, foi a responsável pelo projeto, fornecimento, instalação e comissionamento de três centrais fotovoltaicas, atualmente em plena operação, no parque industrial do grupo Polopique, no Vale do Ave. Obra representa volume de negócios de cerca de dois milhões de euros. A empresa, que prevê faturar mais de sete milhões de euros este ano, teve a seu cargo a solução integrada, num conjunto de 2.1 MW de potência instalada, dividida por três unidades solares fotovoltaicas.

dst solar - fotovoltaico - Polopique

As soluções agora em operação têm como objetivo a produção de energia elétrica para autoconsumo, o que contribuirá, por um lado, para o aumento da competitividade da empresa e, por outro, pela diminuição da sua pegada ecológica. A produção estimada, em ano médio, ascende a mais de 2800 MWh, o que corresponde ao consumo anual de mais de 800 famílias e evita a emissão de mais de 500 toneladas de CO2 por ano.

A dst solar continua assim no seu caminho de afirmação no mercado do solar fotovoltaico, onde conta com um importante portfólio de clientes, entre os quais se destacam grandes unidades industriais de diversas áreas de atuação, nomeadamente na área têxtil, calçado, moldes e produção animal, entre outros, num sinal claro de que a competitividade das soluções solares fotovoltaicas está em crescendo quando comparado com os custos crescentes das empresas com consumo de energia elétrica.

Segundo José Teixeira, presidente do Conselho de Administração do dstgroup, “a aposta do grupo desde há muitos anos na economia do ambiente, assente no desenvolvimento sustentável e num futuro mais ecológico, permitiu-nos estar na primeira linha da revolução energética causada pela produção descentralizada, numa lógica de autoconsumo”, acrescentando ainda que “a tecnologia fotovoltaica tem mostrado estar já num avançado estágio de concorrência com o valor da energia elétrica fornecido pelas comercializadora.

FAMALICÃO: WESTMISTER PREPARA AFIRMAÇÃO MUNDIAL

São vários os qualificativos que assentam bem à Westmister. Mas resumamos em quatro: qualidade, design, elegância e conforto. Todos juntos contribuem para que aquilo que para muitos pode ser um simples par de meias se torne numa distinta peça de vestuário.

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A WestMister é uma marca diferenciadora de meias masculinas para o segmento alto, criada pelo famalicense Luís Campos e instalada na incubadora de empresas Famalicão Made IN, e que foi protagonista da recente visita do Presidente da Câmara, Paulo Cunha, a pretexto do Roteiro pela Inovação, que registou também as presenças de responsáveis do IAPMEI e da AICEP.

O jovem marca apresenta já indicadores que orgulham: 15 mil pares fabricados, 40 modelos por confeção e uma faturação de 60 mil euros em 2017. “No mercado já foram colocados mais de 100 modelos, para agradar a todos os gostos e feitios”, revelou Luís Campos, que garante que a marca assina “as melhores meias”, de fabrico 100% português. Porque, justifica, “são feitas com matérias-primas de qualidade (mercerised cotton lisle) e produzidas pelos melhores meios técnicos (máquinas de 200 agulhas e biqueira sem costura)”.

A internacionalização da marca WestMister é agora uma aposta clara, associada aos passos já dados de afirmação nacional através da presença em eventos nacionais, com destaque para a última edição da Moda Lisboa, onde apresentou uma coleção que desenvolveu para o estilista Nuno Gama.

Recentemente a WestMister estreou-se em Liverpool, no International Business Festival, no final deste mês viaja até Nova Iorque, para o MRket, e em setembro ruma a Madrid, onde participará na Momad Metropolis.

A startup famalicense trabalha assim para ganhar escala, agora que completa dois anos, e, segundo Luís Campos, já se posicionou em 60 pontos de venda nacionais e em 15 lojas espalhadas pela Europa e pela América Latina, dispondo ainda de um showroom em Lisboa e de uma loja online.

“Pela sua criatividade e inovação, a WestMister é um sinal claro de que ainda é possível acrescentar muito ao que já somos hoje no têxtil e ao que seremos no futuro”, destacou o autarca famalicense, apontando a startup como “um dos melhores exemplos para sinalizar o enorme potencial de crescimento do concelho, numa área em que à partida ninguém diria que poderia inovar, mas que soube surpreender o mercado”. “Não basta produzir um produto de qualidade. É preciso também ter uma abordagem acertada ao mercado”, assinalou ainda Paulo Cunha.

Recentemente a WestMister foi escolhida pelo Primeiro-Ministro, António Costa, para presentear o seu homólogo canadiano, Justin Trudeau, na recente visita oficial, como um exemplo da qualidade da produção nacional.

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PARTTEAM PREVÊ TRIPLICAR CAPACIDADE DE PRODUÇÃO EM FAMALICÃO

A PARTTEAM, empresa especializada no desenvolvimento e fabrico de quiosques multimédia, equipamentos self-service, mupis digitais e mesas interativas, prevê triplicar a sua capacidade produtiva nos próximos anos, num momento em que a produção anual é superior a 1200 unidades, e assim incrementar as exportações.

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Esta expansão nos mercados nacional e internacional leva a empresa famalicense a admitir a construção de novas instalações, cujo projeto, de acordo com Miguel Soares, CEO e fundador da PARTTEAM, ronda os dois milhões de euros.

Ao longo de 18 anos de existência, com acumulada experiência e elevada capacidade de desenvolvimento interno, a PARTTEAM “tem vindo a construir e a percorrer um caminho sólido, assente em valores fortes como a excelência, a qualidade e a inovação”, sublinha Miguel Soares, que acrescenta: “Levamos inovação portuguesa a todo o mundo e somos uma referência no mercado global, com produtos e soluções tecnológicas, para vários sectores industriais”.

Com 36 colaboradores, a PARTTEAM está presente em mais de 35 países e fechou o exercício de 2017 com um volume de vendas de 2,5 milhões de euros.

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FAMALICÃO CIDADE TÊXTIL GANHA PROJEÇÃO INTERNACIONAL EM LIVERPOOL

Município está presente no Festival Internacional de Negócios de Liverpool

O Município de Vila Nova de Famalicão apresentou, pela primeira vez, a marca Famalicão Cidade Têxtil num evento internacional. Foi esta quarta-feira, 20 de junho, no Festival Internacional de Negócios de Liverpool. Uma apresentação que contou ainda com a presença das cinco startups famalicenses que acompanham a comitiva liderada pelo vereador Augusto Lima, responsável pelos pelouros da Economia, Empreendedorismo e Inovação e da Internacionalização na autarquia famalicense.

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WestMister, Art’Sartorial, Tex Hub, Moovexx e Nalmok Consulting são as novas empresas que se mostram em Liverpool com a ambição de acumular conhecimento, perspetivar novos negócios e estabelecer conexões essenciais que lhes permitam chegar ao próximo nível. Com esta primeira participação no Festival Internacional de Negócios de Liverpool, o Município não só fortalece a projeção internacional da marca Famalicão Cidade Têxtil, contribuindo para o reconhecimento da sua importância capital para o sector têxtil e do vestuário nacional, como também apoia o crescimento e a robustez de startups com relevância no ecossistema empreendedor concelhio.

Esta manhã, após uma reunião com Gary Millar, Vice Mayor de Liverpool, Augusto Lima deu a conhecer a marca Famalicão Cidade Têxtil, nomeadamente a sua visão e missão, recordando desde logo a identidade industrial do concelho, que hoje é o epicentro regional da indústria têxtil em Portugal.

Foi um profícuo encontro de diplomacia económica entre Augusto Lima e Gary Millar com o Mayor a deixar em aberto a possibilidade de colaboração futura, nomeadamente no desenvolvimento de projetos conjuntos.  O Festival Internacional de Negócios de Liverpool reúne 30 mil profissionais da indústria, 200 oradores e 55 sessões paralelas e decorre até ao final da semana.

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FAMALICÃO VAI TORNAR-SE NA MAIOR PRODUTORA DE LUVAS NA EUROPA

Produção vanguardista de luvas traz investimento de 20 milhões para Famalicão

A Raclac vai investir 20 milhões de euros em Vila Nova de Famalicão na primeira fábrica da Europa de luvas de exame descartáveis. A nova unidade industrial está inserida no projeto NITRO, que a empresa classifica como “inovador” e “vanguardista”, e viu ser lançada a primeira pedra na passada sexta-feira, 8 de junho, na freguesia de Cruz, com as presenças da Secretária de Estado da Indústria, Ana Lehmann, e do Presidente da Câmara, Paulo Cunha.

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Serão produzidas luvas de exame descartáveis para a área da saúde de forma inovadora através de uma tecnologia desenvolvida pela própria empresa durante cerca de três anos. Trata-se de uma linha de produção 100% automatizada, com 48 robôs e sem intervenção humana, do princípio ao fim. A produção será feita em “sala limpa”, tal como o embalamento, garantindo luvas totalmente seguras, e todo o processo possibilitará o reaproveitamento e a poupança de água e de energia.

“Não existe outra linha de produção semelhante no mundo”, assegurou Eduardo Rocha, presidente do Conselho de Administração da Raclac.

Com um investimento global de 20 milhões de euros, o projeto NITRO teve um custo total projetado e submetido ao Compete 2020 de 13,9 milhões de euros, dos quais 5,5 milhões serão financiados pelo FEDER. A nova unidade vai permitir criar 60 postos de trabalho e deverá estar concluída em abril do próximo ano.

Ana Lehmann, manifestando a sua satisfação por ver os fundos comunitários serem “tão bem aplicados”, sublinhou que este projeto “vanguardista e sensacional contribui para o robustecimento da indústria 4.0 e corporiza da melhor forma esta quarta revolução industrial”.

A governante salientou também a importância de Famalicão para a economia nacional. “É um concelho que orgulha Portugal. Tem das economias mais saudáveis e diversificadas do país e está em franco crescimento”.

Por seu lado, Paulo Cunha disse que o projeto NITRO “é, inequivocamente, o melhor que se pode fazer a nível mundial”, sendo “mais uma oportunidade para reter e cativar talentos”.

A Raclac, cujo volume de faturação ultrapassou os 10,5 milhões de euros em 2017, registando um crescimento de 30% face ao ano anterior, emprega 14 profissionais e está presente em mercados como Espanha, França, Inglaterra, Angola, Moçambique, Marrocos, Tunísia e Cabo Verde.

O grupo Vallis adquiriu 50% do capital da Raclac em 2016, tendo os restantes 50% ficado nas mãos dos fundadores da empresa, Pedro Costa e Susana Fernandes.

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FAMALICÃO ESTÁ NA VANGUARDA DA INDÚSTRIA E INOVAÇÃO

Tenowa, da Riopele, vence Prémio Produto Inovação 2018

Tenowa, a marca de tecidos sustentáveis e ecológicos da Riopele, é a grande vencedora do Prémio Produto Inovação 2018 atribuído pela COTEC Portugal. O galardão foi entregue a José Alexandre Oliveira, Presidente do Conselho de Administração da Riopele, esta terça-feira, 22 de maio, em Évora, no 15º Encontro Nacional da Associação Empresarial para a Inovação.

José Alexandre Oliveira na entrega do Prémio Produto Inovação 2018

Tenowa é uma inovadora marca de tecidos concebidos através da valorização de resíduos têxteis e agroalimentares, com design atrativo e elevada qualidade e conforto. Este produto utiliza 80% de matéria-prima reciclada e é feito com recurso a equipamentos têxteis tecnologicamente avançados, com um elevado nível de automação e que substituem o olho humano, visando identificar defeitos nos tecidos fabricados.

A marca é o resultado do projeto R4Textiles, desenvolvido pela empresa famalicense com a colaboração do CITEVE – Centro Tecnológico das Indústria Têxtil e do Vestuário e do CeNTI – Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes, igualmente sediados em Vila Nova de Famalicão, e da Escola Superior de Biotecnologia do Porto.

Ao Prémio Produto Inovação 2018 estavam nomeados sete projetos finalistas, dois dos quais de empresas de Vila Nova de Famalicão: a Riopele, com a Tenowa, e TMG Automotive, com o Artificial Leather Cork.

Destaque-se também que nesta terça-feira Isabel Furtado assume a presidência da COTEC Portugal, sucedendo a Francisco de Lacerda, Presidente Executivo dos CTT. A gestora famalicense tem pela frente um mandato de três anos e o seu nome foi consensual dentro da associação. Isabel Furtado, líder da TMG Automotive, empresa do Grupo Têxtil Manuel Gonçalves, é a sexta presidente da COTEC Portugal, e primeira mulher, a desempenhar o cargo.

Vídeo promocional da marca Tenowa: www.youtube.com/watch?v=sw-FVLB83rc&feature=youtu.be

FAMALICÃO: INOVAÇÃO NA TRADIÇÃO AFIRMA ART’SARTORIAL

A Art’Sartorial é sinónimo de inovação na tradição. A marca de moda masculina, criada por Artur Santos, apresenta uma nova tendência que recupera o vestuário clássico, feito à medida de cada corpo e ao gosto de cada cliente, refletindo um estilo muito próprio, que o jovem criador famalicense bem personifica.

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O sucesso da Art’Sartorial despertou a atenção do Presidente da Câmara, Paulo Cunha, que, na sexta-feira passada, 4 de maio, realizou um Roteiro pela Inovação dedicado a esta startup instalada na incubadora Famalicão Made IN (polo Edifício Globus, em Vilarinho das Cambas).

Blazers, calças, coletes, camisas e sapatos, para além de acessórios, produzidos de forma artesanal e a partir das melhores matérias-primas, são garantia de qualidade, autenticidade e exclusividade.

A marca, apesar de só ter chegado ao mercado há cerca de um ano, já vendeu cerca de 30 fatos (o preço médio ronda os 680 euros) para clientes portugueses e estrangeiros. “Esta é uma paixão que ganhei nestes últimos anos, muito por força de ter sido convidado para o movimento Portuguese Dandys, para reinventar o vestuário mais clássico”, explicou Artur Santos.

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Recentemente, a Art’Sartorial atraiu os italianos da Trussardi, que desafiaram Artur Santos para uma parceria. “Vou desenvolver algo para ser comercializado em simultâneo com um produto da conceituada marca”, adiantou.  

E, qual é o perfil do cliente da Art’Sartorial? “Não está definido. Estou perfeitamente habilitado a vestir tanto uma pessoa super extravagante, como um cliente com um estilo clássico. E de todas as idades”.

Artur Santos começou por ser jogador profissional de futebol, mas os salários em atraso do clube obrigaram-no a procurar trabalho. Encontrou-o numa empresa de componentes eletrónicos, onde ainda trabalha, dividindo o tempo com o seu projeto de negócio.

“A Art’Sartorial é um magnífico exemplo de determinação pessoal e ilustra bem a importância do trabalho feito pelo Famalicão Made IN, nomeadamente na sua faceta de incubação”, sublinhou Paulo Cunha. O autarca destacou ainda “a imaginação e a abordagem enriquecedora” de Artur Santos num sector-chave da economia famalicense.

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EXTINÇÃO DOS ESTALEIROS NAVAIS DE VIANA DO CASTELO: A HISTÓRIA REGISTA, NÃO ESQUECE E TUDO RECORDARÁ!

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* Crónica de Gonçalo Fagundes Meira

Sob o signo da esperança, nasceram em Junho de 1944. Animaram sobremaneira os poderes e as forças vivas locais; mobilizaram as gentes de Viana, com uma relação de afecto sem paralelo; encorajaram o comércio local como jamais tinha acontecido; instituíram a cultura do trabalho com direitos, caso raro nesta região subdesenvolvida, que só tinha como escapatória a emigração; socializaram a comunidade de trabalho que constituíam, construindo, ainda na década de 1950, um refeitório moderno para substituir com vantagens a magra refeição da marmita; instituíram, na década de 1960, as festas e os cabazes de natal e criaram um grupo desportivo e cultural para valorizar social e intelectualmente cada trabalhador; ligaram-se a toda a vida social da cidade, não descuidando ninguém que servisse causas (que o digam o SCV e as Festas d’Agonia).

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Foram em tudo pioneiros: na conquista dos mercados internacionais, ainda na década de 1950, na formação profissional, preparando milhares de operários oriundos do campo e das profissões mais rudimentares em artífices qualificados, que tantas vezes se tornaram donos do mundo; na aplicação de grande parte dos lucros na evolução tecnológica e na criação de meios para proteger o trabalho duro da construção naval; na ponderação com que sabiam apostar no crescimento, alargando e alongado docas e montando novas oficinas para estarem aptos a construir cada vez mais navios sofisticados. Depois, foi a conquista de grande parte do planeta para exportar navios admirados e gabados como construções exemplares, com vivas felicitações para quem os edificava. Durante décadas os ENVC e Viana do Castelo estiveram nas bocas do mundo pelas melhores razões.

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Mas bastou um tempo limitado para que tudo passasse do céu ao inferno. Porquê? Tudo já foi demasiado escalpelizado. A história é por demais conhecida. Os ENVC criaram-se por gente que só conhecia o trabalho duro, que subiu a corda a pulso, que investiu todas as suas economias para criar riqueza na região. Quem eram João Alves Cerqueira, Vasco d’Orey, Jacques de Lacerda e os grandes mestres de Lisboa, gente semianalfabeta, mas com um conhecimento técnico incomensurável? Foi esta gente que soube criar um conceito novo do trabalho na região vianense e soube conjugar sinergias para manter e consolidar um projecto que foi a verdadeira alma de Viana.

Contrariamente, no passado dia 24 do corrente mês, quase de certeza, que foi um apparatchik, um desses moços encartados com o cartão partidário, essa verdadeira praga que desde há muito tempo, para nossa desgraça, inunda o país (consulte-se as redes sociais e veja-se os recentemente nomeados para o conselho de administração da APDL) a dar o tiro de misericórdia na liquidação efectiva duma empresa que faz parte da história da nossa cidade, como seu vulto maior. Só podia ser assim. Esta gente que, regra geral, nunca trabalhou, que se remunera principescamente, que inverte o direito para agradar aos chefes que os nomearam (veja-se o folhetim do navio Atlântida, com a capitulação total ao “príncipe dos Açores”), esta gente está disposta a tudo.

Mas a honra terá eterno valor e jamais deverá ser vendida. É esta mensagem que devemos legar às gerações futuras. Nada poderá ser mais decente, e nada deverá contribuir mais para melhorar a nossa auto-estima do que circular na rua de cara levantada e saudar olhos nos olhos a gente séria, que serão para sempre os nossos melhores amigos. Dos videirinhos não reza nem se ocupará a história.

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FAMALICÃO CONTINUA NA VANGUARDA DA INDÚSTRIA TÊXTIL

Novo dragão para a indústria têxtil imprime velocidade e qualidade

O dragão da Mtex impressiona. Além da velocidade, também a qualidade de impressão é revolucionária. Não se trata de um animal, mas sim de uma máquina, que tem como objetivo conquistar o mercado global da indústria têxtil através do inovador processo que utiliza na impressão digital. E quem a concebeu e construiu foi a equipa de engenheiros da empresa Mtex, do grupo New Solution Engineering, instalado em Esmeriz, Famalicão.

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A Dragon é uma máquina de sublimação com transfer para calandra que faz impressão digital de tecidos e malhas a uma velocidade superior a 500 metros por hora.

A apresentação mundial desta obra de engenharia e tecnologia made in Famalicão ocorrerá a 15 de maio, em Berlim, na maior feira mundial de máquinas de impressão digital e têxtil, a FESPA. Mas nesta segunda-feira, 26 de março, foi já possível conhecer os bastidores da conceção desta e de outras máquinas durante uma visita do Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, ao Grupo New Solution, no âmbito do Roteiro pela Inovação.

“Aqui desenham-se e desenvolvem-se projetos de engenharia, experimentam-se protótipos e constroem-se máquinas de impressão digital têxtil de última geração. Somos os melhores. E estamos já a preparar outras máquinas, com tecnologia idêntica à da Dragon, para apresentar em 2020”, enfatizou Eloi Ferreira, o administrador.

A Mtex está sobretudo centrada na exportação, dispondo de distribuidores nos cinco cantos do mundo. Em 2017 o grupo realizou um investimento de oito milhões de euros que preparou as instalações da empresa para os desafios do futuro. Foi o ponto de viragem. De tal forma que ao visitar-se hoje o centro de inovação da New Solution se percebe que aquela unidade não destoaria se estivesse no Silicon Valley.

A Mtex teve em 2016 um volume de negócios de 16 milhões de euros. A expectativa para 2018 é atingir os 22 milhões. O grupo tem atualmente 110 trabalhadores, entre os quais 22 engenheiros, a chamada equipa de protótipos e tecnologia, e prevê fechar 2018 com um total de 150 efetivos.

Paulo Cunha enalteceu a expansão do grupo e a verticalidade de todo o seu processo de produção. “Estou impressionado”, expressou, continuando: “Percebe-se que estamos perante uma empresa de ambições à escala global. A empresa foi criada no início desta década para construir máquinas a partir de tecnologia importada, mas em menos de 10 anos passou a produzir e a desenvolver a sua própria tecnologia [com o apoio da PANASONIC]”.

O autarca fez ainda questão de elogiar a estratégia de crescimento das empresas famalicenses. “As nossas empresas estão a crescer no bom sentido e, como hoje constatei neste grande exemplo, estão a atrair recursos humanos para o nosso concelho e a disponibilizar trabalho altamente qualificado para os jovens famalicenses”, concluiu.

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FAMALICÃO: RIOPELE JÁ É EXEMPLO DE INDÚSTRIA 4.0

Uma indústria tradicional que muito bem ilustra a adaptação ao paradigma da indústria do futuro. A Riopele é, nas palavras da Secretária de Estado da Indústria, “um excelente exemplo dainovação na tradição”.

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Ana Lehmann marcou ontem presença no Open Day Indústria 4.0 da Riopele – organizado em parceria com o IAPMEI, o CeNTI e o CITEVE – que pretendeu transmitir às empresas o conhecimento produzido e os projetos em curso no domínio dos têxteis técnicos e funcionais. Esses projetos são o Nano.Smart, o R4Textiles e o TextBoost e fazem com que a empresa famalicense, fundada em 1927 e com um milhar de colaboradores, assuma uma posição de liderança tecnológica ao nível dos princípios indutores da economia circular.

O objetivo do Nano.Smart é fazer, por exemplo, com que os tecidos sejam fáceis de limpar ou tenham boa solidez à cor. Com o R4Textiles a Riopele trouxe à luz do dia a marca Tenowa, para vestuário feito com tecido produzido com matéria-prima 100% reciclada. De resto, ontem assistiu-se a uma passagem de modelos com peças desenhadas por Nuno Baltazar, utilizando tecidos da Riopele inteiramente fabricados com materiais recicláveis e com propriedades funcionais de vanguarda. Já o projeto mobilizador Texboost, que a empresa lidera e que envolve um investimento próximo dos 10 milhões de euros, traduz o esforço ímpar para concretizar um elevado número de novas soluções de I&D.

Três projetos que “estão na vanguarda da inovação e estão na fronteira do que melhor se faz a nível internacional, sendo desenvolvidos com centros tecnológicos de excelência, como o CeNTI e o CITEVE”, classificou Ana Lehmann. 

O Open Day, que teve lugar na fábrica na presença de 300 convidados, na maioria gestores de PME, mostrou assim o que é que a especialista em tecidos está a fazer para impulsionar a investigação e o desenvolvimento nos seus produtos. Mas sem nunca perder o contacto com as origens. “Estamos a reinventar este modelo de negócio que é muito antigo, mas que está sempre muito moderno”, disse o Presidente da Riopele, José Alexandre Oliveira.

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