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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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BIBLIOTECA MUNICIPAL DE FAMALICÃO CRIA SERVIÇO DE CONSULTA E LEITURA DE JORNAIS EM FORMATO DIGITAL

A Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco de Vila Nova de Famalicão criou um posto público para consulta e leitura dos jornais em formato digital.

Consulta pública dos jornais em formato papel est

A iniciativa surge depois de ter sido interdita a consulta pública dos jornais em formato papel devido à pandemia da Covid 19. “Um dos serviços mais recorrentes no acesso à informação é, precisamente, a consulta das publicações periódicas que são diariamente disponibilizadas, de forma gratuita, aos leitores das bibliotecas” refere a diretora da biblioteca, Carla Araújo, acrescentando que “assim, e a pensar nos leitores que habitualmente consultavam e liam os jornais na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, foi criado um posto público para consulta e leitura dos jornais em formato digital”.

Atualmente, as publicações disponíveis para leitura gratuita em formato digital, a partir de um computador da Biblioteca Municipal, são: o jornal diário nacional “Público” (e todos os seus suplementos); o jornal semanal nacional “Expresso” (e todos os seus suplementos); o jornal diário regional “Correio do Minho” e quatro jornais semanais locais, os jornais “Cidade Hoje”, “Opinião Pública”, “O Povo Famalicense” e “Viver a nossa Terra”.

Para poder aceder às edições digitais da imprensa escrita atrás referida, os leitores interessados devem dirigir-se ao balcão de atendimento da Biblioteca Municipal e solicitar pelo apoio do técnico que o encaminhará ao referido posto de consulta e lhe facultará o acesso às publicações periódicas indicadas.

Desta forma, a Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco pretende continuar a proporcionar o acesso gratuito à informação produzida pela imprensa escrita, em concreto, mas com a devida adaptação à sua leitura em formato digital.

PONTE DE LIMA: JORNAL "CARDEAL SARAIVA" APOSTA AGORA NO DIGITAL!

Município limiano demonstra gritante falta de respeito pela história e património

O Município de Ponte de Lima tem vindo a assumir a reorganização do areal na frente ribeirinha da vila. Criou uma ecovia junto ao leito do rio, tem vindo a introduzir material inerte e terraplanar todo o areal para ali permitir o estacionamento automóvel.

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Dessa organização espacial, a autarquia limiana decidiu circunscrever a movimentação automóvel naquele espaço junto ao rio Lima, colocando várias pedras, que, depois de alinhadas, funcionam como barreira limitativa para os automóveis.

Acontece que há pedras e pedras. Há pedras sem história e outras carregadas de história.

Sabemos que uma pedra é uma pedra. Porém, quando lhe é aplicada algumas transformações, ela deixa de ser uma pedra qualquer e passa a contar história.

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E tanto pode ser pelo desgaste porventura provocado pela água de um qualquer curso de água, como pela acção do homem que, ao devastá-la, a transforma em arte.

Se a tudo isto juntarmos o facto de esse trabalho artístico ter sido realizado há centenas anos, o valor dessa pedra, e da história que ela representa, é altamente elevado e merece todo o nosso respeito e valorização, nomeadamente promovendo a sua preservação.

Ora o que podemos constatar é que, junto à Avenida dos Plátanos, entre muitas pedras ali existentes sem história, foi também ali colocada uma pedra trabalhada e que, pelo seu desenho, deverá pertencer às ameias da ponte medieval.

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A confirmar-se esta evidência, tal demonstra uma falta de respeito gritante pela história e património limiano por parte da Câmara Municipal de Ponte de Lima, entidade responsável por tal “arranjo urbanístico”.

E não se fica por aqui. Há outras pedras, talvez de menor valor, mas valiosas demais para balizarem o estacionamento automóvel.

No mesmo local pode-se ver uma pedra de grandes dimensões com uma argola que terá servido para amarrar muitos barcos nas margens do Lima.

Este não é caso único de desleixo. Já há cerca de dois anos actos de vandalismo perpetrados durante a noite resultaram na queda de uma ameia junto à Torre da Cadeia Velha. Volvidos estes anos a situação ainda não foi resolvida, não tendo sido reposta a ameia no local.

Ponte de Lima, vila que se orgulha da sua história, parece andar um pouco alheada de alguns pormenores dignos de reparo.

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  • Comentário de Carlos Gomes / Administrador do Blogue do Minho

Há cerca de 40 anos, ainda se encontravam estas ameias cravadas no leito do rio, bem visíveis a quem passava na ponte. Nos começos da década de 80 do século passado, foi precisamente através do jornal "Cardeal Saraiva" que um seu colaborador alertou a situação e sugeriu a reposição das ameias na ponte. Demorou para foram recuperadas... As plantas trepadeiras não contribuem para a conservação do monumento. E, estas imagens entristecem!

VIANA DO CASTELO: NOTÍCIA NO JORNAL “O SÉCULO” SOBRE A CONSTRUÇÃO DE PETROLEIRO PARA A MARINHA FOI VISADO PELA CENSURA

Dia 20 de Dezembro de 1959. O jornal “O Século” produziu a notícia “Custará 143.000 contos o novo petroleiro da Marinha de Guerra que vai ser construído em Viana do Castelo"

Os Serviços de Censura do Estado Novo “autorizou com cortes”…

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  • Comentário de Gonçalo Fagundes Meira
O contrato foi assinado pelo valor de 156.863.188$40. O custo de construção acabou em 152.815.188$40. O lucro foi de 4.048.000$00.
A construção do navio foi rodeada de vigilância adequada, com os desenhos do mesmo guardados em cofre no Serviço de Planeamento, sob a responsabilidade de Daniel Caeiro.
Coisas da guerra fria.

GOVERNADOR CIVIL DE VIANA DO CASTELO, DR. BARROS LIMA, PRESIDIU EM 1933 A SESSÕES DE PROPAGANDA DA CONSTITUIÇÃO EM PAREDES DE COURA, PONTE DE LIMA E ARCOS DE VALDEVEZ

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Fonte: Diário da Manhã, nº 699, 15 Março 1933 /Hemeroteca Municipal de Lisboa

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A imagem mostra o Dr. Artur Barros Lima (4º a contar da esquerda identificado com o nº4), numa reunião de governadores civis realizada em 5 de Dezembro de 1933. Fonte: ANTT