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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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NO NORTE TÊM TUDO – DIZ MIGUEL ESTEVES CARDOSO NA SUA CRÓNICA PUBLICADA NA EDIÇÃO DE HOJE DO JORNAL “PÚBLICO”

Vai-se ao Norte e vem-se de lá com a alma lavada e os olhos a brilhar de tanta coisa bonita que lá têm. A Maria João nunca tinha ido a Braga, a Guimarães e ao Gerês e desatava a chorar cada vez que era surpreendida por uma beleza.

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Chorei quando vi o rio Minho do alto do Gerês e chorei quando vi dezenas de famílias em lautas merendas com geleiras gigantes, garrafões de vinho, pessoas a dormir com a cabeça em cima da mesa, crianças a brincar, homens a cantar, mulheres a falar alto, a fazer-nos rir.

Foi a sensação de inocência que se desprendia daquela gente, a certeza que não sabiam o que aí vinha: a massificação do turismo, a expulsão dos pobres, a destruição da simplicidade, disfarçada pela falsidade do cute e do typical para consumo de ignorantes apressados que usam o Instagram para validar o encontro deles próprios com as várias pseudoculturas pelas quais passam ao de leve.

No Norte são as pessoas do Norte que nos endireitam. Quando comecei uma longa descrição do vinho que eu queria, o empregado exasperou-se: “Já está a complicar muito, porra! Fique-se com esta garrafa e não me fale mais de vinho”.

Escusado será dizer que era um vinho verde magnífico, sem indicação do ano de colheita, sem a maldição da madeira e sem desvario alcoólico. Tinha 11 graus e um bocadinho de açúcar residual. Custou nove euros.

Os nortenhos são honestos, sinceros, directos, bem-humorados e generosos. Não se importam de ser desconcertantes. Dizem o que lhes vai na alma e incitam-nos a fazer como eles, a sermos livres.

Fonte: Miguel Esteves Cardoso / https://www.publico.pt/

SÃO AS “FAKE NEWS” O NOVO CAMINHO DO JORNALISMO?

Fartos da informação autêntica – embora nem sempre verdadeira! – os leitores da imprensa tradicional e também das redes sociais parece terem virado subitamente para o consumo desenfreado e acrítico das notícias falsas, vulgo “fake news.

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À realidade parecem estar a preferir a mentira e a fantasia, às notícias fabricadas e ao sensacionalismo. E, para quem as produz, o que importa é tão-somente o interesse que elas despertam para as fazer render no mercado publicitário em função das audiências. A notícia – verdadeira ou falsa – virou mercadoria e perderam-se valores éticos do jornalismo. Até recentemente, diríamos que se tratava apenas de propaganda e manipulação…

Para não perder o comboio das novidades, alguma imprensa corre atrás de tudo quanto nas redes sociais dá à costa, mesmo em época de maré baixa. Quem não o fizer arrisca-se a ter de encerrar a edição em papel como recentemente sucedeu a um histórico jornal diário do nosso país, o “Diário de Notícias”. E, tudo leva a crer que em breve outros o seguirão!

Mas, por mais incrível que pareça, a maioria dos consumidores de “fake news” é levada a acreditar nas mais inacreditáveis falsas notícias que lhes apresentam… o excesso de informação e as novas tecnologias apenas têm vindo a contribuir para o embrutecimento das mentalidades!

É importante que continue a existir uma imprensa credível, seja em que suporte for, mas honesta, remando mesmo contra a maré: o BLOGUE DO MINHO está nesse barco!

CORTEJO ETNOGRÁFICO DAS FEIRAS NOVAS EM PONTE DE LIMA É O MAIS GRANDIOSO DE PORTUGAL

Cortejo etnográfico das Feiras Novas mostrou a magia, paixão e alegria de ser limiano

As Feiras Novas de Ponte Lima viveram este sábado um dos momentos mais marcantes da festa com o cortejo etnográfico, no qual participaram 28 das 39 freguesias do concelho.

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Durante mais de três horas, milhares de pessoas puderam assistir ao desfile das mais típicas tradições de Ponte de Lima num momento que se assume como a exaltação do orgulho limiano.

A pesca da lampreia no rio Lima, o Samiguel de Cabaços, a Romaria de Santa Justa, os ferreiros, as furnas de carvão, o linho, a recolha do leite e a matança do porco foram alguns dos 28 quadros temáticos que compuseram o cortejo.

Várias horas antes do início do desfile já havia festa rija pelas ruas da vila. Na central de camionagem, um grupo com 30 pessoas de Cucujães abancou para almoçar e começou a tocar concertina e a dançar. "Representamos uma escola de concertinas fundada há doze anos e há sete que vimos às Feiras Novas. O ponto de encontro é na central de camionagem, começamos aqui a festa e daqui seguimos para a romaria", explicou António Neves, porta-voz do grupo.

E a festa já pulsava junto às escolas onde se começa a formar o cortejo. Trajados a rigor, centenas de figurantes organizavam-se junto aos carros para cumprir o epílogo de várias semanas de trabalho, a maior parte do qual feito por carolice de quem espera um ano inteiro por esta festa. De Arcozelo veio uma comitiva com 24 pessoas representar a pesca da lampreia e o trabalho artístico na pedra. "Esperamos um ano para esta explosão de alegria e cor", assegurou Susana Luciano, uma das figurantes de Arcozelo.

Ana Machado, presidente da Associação Concelhia das Feiras Novas, salientou o envolvimento das freguesias no cortejo e considerou-o como "a maior manifestação de cultura popular e tradição" da festa.

As Feiras Novas começaram na quarta-feira prolongam-se até à próxima segunda-feira e, para a responsável, o feedback até agora está a ser "muito positivo". "Este está a ser mais um ano de sucesso e achamos que foi conservado o mais importante em termos de limianismo, tradição e de bem-receber", afirmou Ana Machado.

O cortejo etnográfico das Feiras Novas foi presidido pelo ministro do Ambiente, João Matos Fernandes, que evidenciou as tradições limianas no contexto da diversidade cultural do país. "O turismo da Ribeira Lima sempre foi de grande qualidade que se afirma com manifestações como esta", considerou o ministro, admitindo que também tem raízes minhotas. "Vim várias vezes às Feiras Novas quando era novo, não como ministro e não à tarde. Era mais à noite, quando andava na faculdade", acrescentou, entre risos.

O presidente da Câmara de Ponte de Lima, Victor Mendes, considerou que a "valorização do mundo rural é fundamental para o desenvolvimento sustentável do concelho", designadamente do ponto de vista turístico.

Ao longo do desfile não faltou o que comer e beber e foram muitas as gargalhadas que se ouviram à passagem de determinadas encenações. "As Feiras Novas são magia, paixão, amor e alegria. Viva esta romaria", disse Laurinda Cunha, uma limiana do rancho de S. Martinho da Gandra antes do início do cortejo, vincando um sentimento que é comum à população de Ponte de Lima durante estes dias.

No domingo, a programação tem como pontos altos o cortejo histórico e a tourada. A segunda-feira é dedicada às cerimónias religiosas dedicadas à Senhora das Dores.

Fonte: Idalina Casal / https://www.jn.pt/

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CASA DO MINHO DO RIO DE JANEIRO ESTEVE EM VIANA DO CASTELO POR OCASIÃO DAS FESTAS DA SENHORA D'AGONIA

Casa do Minho do Rio vai a Viana do Castelo e vê multidão durante festa da Agonia

Perto de um milhão de pessoas estiveram presentes este ano na tradicional festa em honra de Nossa Senhora da Agonia em Viana do Castelo. A festividade, considerada a “Rainha das Romarias de Portugal”, aconteceu de 17 a 20 de agosto e contou, além da diversificada programação, com outro grande atrativo: a edição 2018 homenageou a Casa do Minho do Rio de Janeiro. Agostinho dos Santos, presidente dessa entidade luso-brasileira, foi recebido em Viana pelas autoridades portuguesas na condição de presidente da Comissão de Honra das Festas.

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O evento ficou marcado por momentos únicos e de emoção, como o Desfile da Mordomia, que apresentou número recorde de participantes; a Festa do Traje, apresentação única de toda a cultura da região; a Procissão ao Mar, que completou 50 anos de realização; e o Cortejo Histórico e Etnográfico, uma verdadeira mostra da história, usos e costumes do Minho.

Programação eclética

A cidade minhota proporcionou várias atividades no âmbito da festa, como a XVII Exposição e Feira de Artesanato, espetáculos e concertos musicais, Grande Feira, a imponente Revista de Gigantones e Cabeçudos, Festival de Grupos Folclóricos, terceira Regata Internacional, Festival de Concertinas e Cantares ao Desafio, Procissão Solene e a colorida apresentação dos Tapetes Floridos.

Um dos momentos mais aguardados pelo público, a Serenata, foi adiada devido à Declaração de Situação de Alerta decretada pelo Governo português, em virtude das elevadas temperaturas no País, já que havia risco de incêndios florestais com consequências graves. Dessa forma, a Serenata foi realizada no dia 25 de agosto, à meia-noite, num grande espetáculo pirotécnico.

O cartaz da Romaria de 2018, de autoria de Helena da Costa Morais Soares e de Sara Moreira da Costa, foi também um ponto alto da festa. O trabalho apresentou como modelo a jovem Maria João Mimoso Soares, que se trajou de mordoma. Em entrevista à nossa reportagem, Maria João contou estar “muito feliz com essa oportunidade e que é uma honra ser um dos destaques na famosa Romaria”.

Cortejo memorável

Utilizando carros alegóricos, trajes folclóricos, muitas cores, música, alegria e até petiscos locais, o Cortejo Histórico e Etnográfico mostrou uma sociedade unida na preservação da sua cultura. Durante um longo desfile, cada freguesia e grupo folclórico teve a oportunidade de revelar o seu passado, a sua arte e a sua forma de ser, tudo num ambiente de muita descontração e seguido de perto por centenas de pessoas.

Presente nessa celebração, o ministro da Cultura de Portugal, Luís Filipe Castro Mendes, elogiou o Cortejo e destacou que essa é uma oportunidade de ver “parte importante dos maravilhosos trajes de Viana e do patrimônio extraordinário da região”.

Já o presidente da Câmara Municipal de Viana, José Maria Costa, referiu ter assistido ao Cortejo com muita alegria e entusiasmo, uma vez que este é um momento magnífico da rainha das romarias, marcado por uma grande participação popular. Este responsável assegurou ainda que a estimativa de visitantes ao longo dos quatro dias de festa foi de 1 milhão de pessoas.

Por sua vez, a vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Viana e presidente da empresa Vianafestas, Maria José Guerreiro, destacou a presença de mais de três mil pessoas somente no Cortejo, que durou mais de duas horas.

Recorde de participantes

O Desfile da Mordomia bateu, este ano, todos os recordes, com a participação de 636 participantes. Pela primeira vez, as inscrições para o Desfile foram feitas através de uma plataforma online, o que permitiu perceber que a idade que garantiu o maior número de inscrições foram os 16 anos, demonstrando o fato de a rainha das romarias ser, cada vez mais, uma festividade que atrai a juventude.

As mais de seis centenas de mulheres participantes são provenientes de Portugal, França, Luxemburgo, Reino Unido e Brasil. De território nacional participaram mulheres de nove distritos: Aveiro, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Lisboa, Porto, Setúbal, Viana do Castelo e Viseu.

Segundo fontes, o Desfile da Mordomia é o “cumprimento” da organização da Romaria às entidades oficiais e à população, acontecendo sempre na sexta-feira da festa. As mordomas desfilam pelas principais ruas da cidade, mostrando os mais belos trajes das freguesias de Viana do Castelo. Neste dia, as mordomas usam também variadas peças de ouro, algumas seculares, para admiração de todos aqueles que assistem ao Desfile. Desde 2013 que as mulheres da Ribeira de Viana do Castelo, com os seus trajes de varina, participam também no Desfile da Mordomia, com a mesma postura e orgulho.

Reconhecimento

A nossa reportagem acompanhou Agostinho dos Santos durante o seu deslocamento a Viana do Castelo. Na condição de presidente da Comissão de Honra da Festa, e debaixo de forte calor, Agostinho participou em todos os principais pontos da programação. Acompanhou, a pé, todo o percurso do Desfile da Mordomia, da Procissão Solene e, em terra, da Procissão ao Mar, além de seguir viagem numa embarcação ao lado das autoridades portuguesas. Apesar do cansaço, o presidente da Casa do Minho estava orgulhoso e emocionado com a honraria recebida. Agostinho foi saudado por autarcas, ministros, vereadores e pelos responsáveis religiosos da festa da Agonia. Assistiu na primeira fileira à imponente Festa do Traje, no Centro Cultural de Viana do Castelo, e, da tribuna de honra, ao famoso Cortejo Etnográfico.

Por onde andava, Agostinho encontrava amigos, empresários, membros da comunidade luso-brasileira e nomes ligados ao folclore minhoto. Ouviu diversos elogios sobre a importância da Casa do Minho no cenário de promoção da cultura portuguesa no Brasil.

“Foi muito bom estar em Viana e vivenciar, de uma forma diferente, a festa da Agonia. Poder participar ao lado das autoridades e ver o público reconhecendo o potencial da Casa do Minho no Rio não tem preço. Estou feliz e grato pela oportunidade”, sublinhou Agostinho.

“Agostinho dos Santos é uma pessoa muito querida por nós, já que promove, e bem, a imagem do Minho, em especial a de Viana do Castelo, no Brasil”, sublinhou José Maria Costa.

“Foi importante termos em Viana, durante a festa da Agonia, a presença do senhor Agostinho”, finalizou a vereadora da cultura vianense.

Em visita à Fundação Santoinho, Agostinho dos Santos foi recebido com festa pelo proprietário e empresário Valdemar Cunha, e pela sua família, num encontro de amigos. Valdemar reconhece em Agostinho um defensor contundente da cultura minhota.

“Sei que na Casa do Minho do Rio existe uma grande festa em homenagem à Quinta de Santoinho e isso nos deixa orgulhosos e alegres”, comentou Cunha.

Interesse turístico

A Romaria d’Agonia junta-se à história da igreja d’Agonia. Data de 1674 a história da igreja em honra da padroeira dos pescadores. Na altura, foi edificada uma capela em invocação ao Bom Jesus do Santo Sepulcro do Calvário e, um pouco acima, uma capelinha devota a Nossa Senhora da Conceição.

Hoje, o nome da Santa está associado à rainha das romarias e às múltiplas tradições da maior festa popular de Portugal: a romaria em honra de Nossa Senhora da Agonia, nascida em 1772 da devoção dos homens do mar vindos da Galiza e de todo o litoral português para as celebrações religiosas e pagãs, que ainda hoje são repetidas anualmente na semana do dia 20 de agosto, feriado municipal. A Romaria d’Agonia recebeu em 2013 a Declaração de Interesse para o Turismo.

“A Procissão ao Mar e as ruas da Ribeira, enfeitadas com os tapetes floridos, são testemunhos da profunda devoção religiosa. A etnografia tem o seu espaço nos desfiles do Cortejo Etnográfico e na Festa do Traje, onde se pode admirar os belos trajes de noiva, mordoma e lavradeira, vestidos por lindas minhotas que ostentam peitos repletos de autênticas obras de arte em ouro. A festa continua. Tocam as concertinas e os bombos, dançam as lavradeiras. A grandiosa serenata de fogo de artifício ilumina toda a cidade, começando pela ponte de Gustave Eiffel, passando pelo Castelo de Santiago da Barra, até ao Templo, Monumento de Santa Luzia. É um abraço dos vianenses a todos que nos visitam no mês de agosto”, referiram os responsáveis pela festa.

“A Romaria traz-nos, ano após ano, um variado conjunto de momentos únicos, de festa, tradição e amor à nossa cidade e região. Em 2018, para além de assinalarmos os 140 anos da célebre Ponte Eiffel sobre o Rio Lima, que veio reforçar a união entre ambas as margens do concelho, também esta serve como uma ponte entre a romaria do presente e as festas do passado; este ano recordamos também os 50 anos da Procissão ao Mar. Foi no ano de 1968, que se realizou a primeira Procissão ao Mar em Honra de Nossa Sr.ª d’Agonia, no dia da padroeira, a 20 de agosto. A gênese de um dos momentos de maior fé e devoção da romaria atual surge como resposta à imposição de realizar a Procissão Solene na sexta-feira mais próxima ao dia da Santa. Assim, após a iniciativa do Monsenhor Daniel Machado, de organizar a ida ao mar da imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima em 1962, as gentes da Ribeira tomaram a iniciativa de no dia 20 de agosto de 1968 levarem também a sua Santa ao mar. E assim começou a Procissão ao Mar”, contaram os organizadores.

Ligação com outras cidades

Como forma de aproximar Viana do Castelo de outras cidades do mundo com linhas culturais semelhantes, José Maria Costa assinou, durante a festa da Agonia, um acordo de geminação com o Rio de Janeiro, na presença da vereadora luso-brasileira Teresa Bergher.

“A ideia é apostar no intercâmbio em diversos setores, como no turismo, além de ampliar os laços entre as duas cidades e promover programas e projetos de intercâmbio cultural, artístico, musical e desportivo para desenvolver o conhecimento recíproco de atividades que aproximarão os cidadãos”, revelaram José Maria Costa e Teresa Bergher.

O presidente da Câmara de Viana considera a geminação uma “diplomacia entre cidades irmãs” e afirma ser necessário um aprofundamento do setor turístico, identificando formas de cooperação para que “os cariocas visitem Viana do Castelo”.

Esse acordo de geminação foi também assinado no Rio de Janeiro no último mês de março, na Casa do Minho carioca.

Na opinião de Teresa Bergher o encontro em Viana aconteceu numa “fase excepcional no turismo” do concelho e “tem tudo para que haja uma aproximação entre Viana do Castelo e a cidade maravilhosa”.

Ainda durante a festa da Agonia, o município de Viana assinalou os 20 anos de geminação com Hendaye, na França, numa sessão comemorativa na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal da cidade, com a presença do maire de Hendaye.

Imagens feitas na festa da Agonia deste ano serão tratadas em formato de documentário no Brasil e também numa exposição de fotografias no Rio de Janeiro.

Fonte: Igor Lopes / https://www.mundolusiada.com.br/

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“RIO LIMA ENCANTADO” ABRE AS FEIRAS NOVAS DE PONTE DE LIMA

As Feiras Novas de Ponte de Lima começam esta quarta-feira com um espectáculo multimédia chamado "Rio Lima encantado" que combina luz, música, pirotecnia e água.

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A ponte medieval, ex-libris de Ponte de Lima, vai estar interdita ao público durante o espetáculo, que poderá ser apreciado do areal e Largo de Camões. Este momento precede a abertura oficial da iluminação, um dos momentos mais aguardados pelas centenas de visitantes que já começam a encher as ruas de Ponte de Lima a cantar e dançar ao som de concertinas.

As Feiras Novas decorrem até à próxima segunda-feira e atraem milhares de pessoas. Considerada a "romaria de noite e de dia", a festa tem como um dos pontos altos o cortejo etnográfico no próximo sábado à tarde, que contará com a presença do ministro e secretário de Estado do Ambiente. Neste desfile participam as freguesias limianas numa mostra do que mais genuíno existe no concelho.

Esta quinta-feira realiza-se o primeiro concurso de galinhas de raça autóctones em Ponte de lima, na Expolima, e a noite é dedicada à música filarmónica com a atuação da Banda de Música de Estorãos.

O grupo Fado ao Centro é o protagonista desta sexta-feira à noite dedicada ao fado de Coimbra, no Largo da Lapa, seguindo-se o concerto de tunas académicas. Em simultâneo, a vila fervilha com as bandas de música no Largo de Camões e com a festa dos cantares ao desafio com Zé Cachadinha, na Expolima.

No domingo, o destaque vai para o cortejo histórico subordinado ao tema "Ponte de Lima: Fragmentos da história de uma vila", seguido de tourada e festival de folclore. A segunda-feira é dedicada às solenidades religiosas em honra da Senhora das Dores e à noite a verbena popular será protagonizada pelo Real Combo Lisbonense.

Fonte: Idalina Casal / https://www.jn.pt/

Foto: Rui Manuel Fonseca / Global Imagens

AGENDA CULTURAL DE LISBOA DESTACA O TRABALHO QUE O VIANENSE JOÃO ALPUIM BOTELHO ESTÁ A DESENVOLVER COMO DIRECTOR DO MUSEU BORDALO PINHEIRO

“Estamos muito orgulhosos! O nosso excelente director, João Alpuim Botelho, está na Agenda Cultural de Lisboa a sublinhar o trabalho a que se dedica, à cabeça de uma equipa igualmente empenhada em estudar e divulgar, incansavelmente, a obra de Bordalo Pinheiro!

Porque, como nota, "acontece que o Bordalo tem relação praticamente com tudo: através da sua postura e da variedade das suas intervenções no jornalismo, na cerâmica, no desenho e no humor, é muito fácil encontrar pontes para falar de situações actuais".” – é com estas palavras que a equipa de museólogos que trabalha no Museu Bordalo Pinheiro felicita o seu director, o vianense João Alpuim Botelho.

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O Dr. João Alpuim Botelho é actualmente o director do Museu Bordalo Pinheiro, em Lisboa. Antes foi o responsável pelo Museu do Traje, em Viana do Castelo. Sempre disponível para colaborar com as gentes minhotas na promoção da nossa região, proferiu no ano passado, em Loures, a convite do Grupo Folclórico Verde Minho, uma conferência subordinada ao tema “O Uso do Traje à Lavradeira: os Afectos e as Regras”.

Editada pela Câmara Municipal de Lisboa, a edição de Setembro da Agenda Cultural de Lisboa – portanto acabadinha de sair! – confere o merecido destaque ao vianense Dr. Alpuim Botelho.

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João Alpuim Botelho nasceu em 1967, em Viana do Castelo. Licenciado em História (FLL, 1989), possui o Mestrado em Museologia, tendo defendido uma tese sobre “Panorama Museológico do Alto Minho” (U.N.L., 2007).

Desde 1991, trabalha na Câmara Municipal de Viana do Castelo e, desde 1999, foi responsável pelo Museu do Traje, criado em 1997, com a gestão e direção da instalação e processo de adesão à Rede Portuguesa de Museus concluído em 2004.

No âmbito da sua atividade no Museu do Traje realizou cerca de 20 exposições de temática etnográfica, ligada à investigação e pesquisa da vida rural tradicional e da identidade alto minhota.

Publicou, entre catálogos e artigos, cerca de 50 trabalhos sobre a mesma temática. Destes trabalhos relevo a edição de Uma Imagem da Nação, O Traje à Vianesa, com Benjamim Pereira e António Medeiros (ed CMVC, 2009)

Ainda no âmbito dos Museus desenvolvi um conjunto de Núcleos Museológicos situados nas freguesias do Concelho de Viana do Castelo, que dispõe de cinco em funcionamento (Moinhos de Vento de Montedor, em Carreço; Moinhos de Água, em S.L. Montaria; do Pão, em Outeiro; do Sargaço, em Castelo de Neiva; das actividades Agro-Marítimas, em Carreço) estando esta rede em permanente alargamento.

Desde Julho de 2009 sou Chefe de Divisão de Museus da Câmara Municipal de Viana do Castelo, tendo a meu cargo dois Museus que integram a Rede Portuguesa de Museus: o Museu de Arte e Arqueologia e o Museu do Traje

Iniciou a sua vida profissional no Centro Nacional de Cultura com Helena Vaz da Silva, no Dep de Divulgação Patrimonial em 1990/91. Entre 1995 e 2002 deu aulas no Curso de Turismo da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPVC de História de Artes e Ofícios Tradicionais, Animação Cultural e Património e Museologia.

Entre 2002 e 2005, foi Diretor Executivo da Culturporto – associação de produção cultural privada, financiada pela Câmara Municipal do Porto, responsável pela gestão do Teatro Rivoli e pela Animação da Cidade. Durante este período, e para além da atividade normal do teatro Rivoli, organiza o projeto Bairros - projeto de criação artística com crianças de bairros desfavorecidos, a Festa na Baixa, conjunto de atividades de animação e divulgação do património da Baixa do Porto, o Capicua 2002, Ciclo de programação comissariado por Eduardo Prado Coelho, o Pontapé de Saída, ciclo de programação de encontro entre as artes e o futebol, no âmbito do Euro 2004, Colóquio Encenação do Passado, com Marc Augé, Vítor Oliveira Jorge, Jorge Freitas Branco, Nuno Carinhas, Abertura da Livraria do Rivoli, primeira livraria do Porto dedicada às Artes de Palco, Fundação da Sem Rede, Rede de Programação de Novo Circo, para a divulgação da disciplina de novo circo, integrada por 13 espaços culturais.

Integrou o Grupo de Trabalho para a Animação da Cidade durante o Euro 2004, criado pela Câmara Municipal do Porto para a coordenação da animação da cidade durante o Campeonato Europeu de Futebol e também a Comissão Executiva da exposição Homenagem a Fernando Galhano: 1904 -1994, na Biblioteca Almeida Garrett, em Novembro de 2004.

Realizou a Exposição Sala do Oriente de José Rodrigues Proposta para uma viagem, no Convento de S. Paio, Vila Nova de Cerveira, em Dezembro de 2006.

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PONTE DE LIMA: SEGUNDA SÉRIE DA REVISTA “O ANUNCIADOR DAS FEIRAS NOVAS ASSINALA 35 ANOS DE PUBLICAÇÃO

A cumprir a missão para que foi criada – anunciar as festas de Ponte de Lima – acaba de ser distribuído o número 35 da revista limiana “O Anunciador das Feiras Novas”.

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Na capa, a torre da Igreja Matriz da vila limiana e o andor de Nossa Senhora das Dores – Padroeira de Ponte de Lima – fazem uma combinação gráfica perfeita e plena de simbolismo. As festividades populares mais genuínas surgem de antigos cultos religiosos que adquiriram novas formas com a cristianização. E, só então se acrescentou a componente profana da qual possui particular realce o comércio e os divertimentos bem ao gosto do povo.

Com periodicidade anual, esta publicação constitui um autêntico mostruário da dinâmica empresarial do Concelho de Ponte de Lima ao mesmo tempo que se afirma como uma das mais conceituadas publicações de índole cultural do Minho.

A Revista “O Anunciador das Feiras Novas” é uma publicação anual de informação, cultura e artes limianas.

A II série acaba de atingir 35 anos de ininterrupta publicação. A revista contribui para a valorização das maiores festas da região, abrangendo várias temáticas, desde a história, ao turismo, à gastronomia e à literatura, mostrando igualmente a dinâmica empresarial de Ponte de Lima retratada na variada publicidade do comércio, industria e serviços que contribuem para o progresso económico e social do concelho limiano.

O Administrador do BLOGUE DO MINHO que mantém colaboração assídua, contribuiu para esta edição da revista “O Anunciador das Feiras Novas” com o modesto artigo “O aproveitamento turístico do Rio Lima”.

ROMARIA D’AGONIA COM O MAIOR NÚMERO DE MORDOMAS DE SEMPRE

O Desfile da Mordomia das festas da Senhora d'Agonia deste ano vai integrar 636 mulheres. Um número recorde, segundo informação divulgada esta terça-feira pela VianaFestas, a associação promotora da romaria que se realiza de 17 a 20 de agosto. Em 2017 o desfile, um dos números mais aclamados das festas, contou com a participação de mais de 500 mordomas, mas há muito que não atingia tão elevada participação.

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"Pela primeira vez, as inscrições para o Desfile da Mordomia foram feitas através de uma plataforma online, o que permitiu perceber que a idade que garantiu o maior número de inscrições foram os 16 anos, demonstrando o facto de a rainha das romarias ser, cada vez mais, uma festividade que atrai a juventude", revela a VianaFestas. Adiantou também que as mordomas deste ano são oriundas de Portugal, de França, Luxemburgo, Reino Unido e Brasil, sendo que de território nacional "participam mulheres de nove distritos: Aveiro, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Lisboa, Porto, Setúbal, Viana do Castelo e Viseu".

A maioria envergará o Traje à Vianesa da Ribeira Lima Vermelho (120), a seguir o de Mordoma Preto (110), o de Morgada (56), Mordoma Preto com Casaca e à Vianesa de AreosaVermelho (50), e o à Vianesa de Geraz do Lima (41).

O Desfile da Mordomia acontece na tarde de sexta-feira, pelas 16 horas. A VianaFesta estima que Romaria d"Agonia 2018 leve "nos quatro dias da festa, cerca de um milhão de pessoas a Viana do Castelo

Fonte: https://www.jn.pt/

POLÍCIA E SEGURANÇA PRIVADA VIGIAM 30 MILHÕES EM OURO NAS FESTAS D’AGONIA

Não é fácil calcular com rigor o valor do ouro que às 16 horas de sexta-feira vai sair às ruas de Viana do Castelo, ao peito de 636 mulheres, no Desfile da Mordomia das Festas d'Agonia. Mas o ourives Vítor Coutinho, descendente de uma família que já vai na sexta geração dedicada à ourivesaria naquela cidade, assegura que vale "30 milhões de euros".

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Uma cifra calculada a partir do preço actual de mercado (28 euros a grama) e do peso médio carregado pelas cada vez mais mordomas. O desfile será vigiado por um "exército" de polícias fardados e à paisana, seguranças privados e também familiares e amigos, zelosos dos valiosos dotes das "raparigas".

Fonte: Ana Peixoto Fernandes / https://www.jn.pt/

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Viana do Castelo: Romaria da Agonia 2017

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JOVENS DE VIZELA QUEREM RÁDIO ESCOLAR

"Rádio Escolar Vizela Online" vence 2ª edição do Orçamento Participativo Jovem de Vizela

"Rádio Escolar Vizela Online" é a proposta vencedora da 2ª edição do Orçamento Participativo Jovem de Vizela com 47.37% dos votos.

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Para a implementação do projeto, a autarquia atribuirá uma verba até 15 mil euros, prevista no orçamento camarário.

Os objetivos da criação de uma rádio escolar online e website, cuja programação e difusão será efetuada nas 3 escolas públicas do Concelho, passam por potenciar a divulgação de acontecimentos escolares, comunitários e assuntos de interesse dos jovens, aprimorar os conhecimentos técnicos dos jovens aos nível das TIC e multimédia e consequentemente facilitar e aumentar a interação entre os jovens e a comunidade, bem como reforçar a sua participação cívica.

Recorde-se que foram apresentadas 7 propostas, das quais 4 foram admitidas à fase de votação pública, e que cumpriam os requisitos estipulados nas Disposições Normativas do OPJ 2018.

Este ano, verificou-se um aumento significativo da participação dos jovens no processo de votação pública, com o apuramento de 285 votos, mais 237 votos face a 2017, decorrente de um trabalho de proximidade com os jovens.

As restantes propostas obtiveram a seguinte votação:

- 25,96% - "Cinema ao ar livre";

- 16,49% - "Árvore Solar";

- 10,18% - "Cultura 19".

REVISTA “DONA SECRET” DE ANDORRA DESTACA MOSTRA INTERNACIONAL DE FOLCLORE

A edição deste mês da revista “Dona Secret” que se publica no Principado de Andorra dedica ampla reportagem à Mostra Internacional de Folclore organizada pelo Grupo de Folclore Casa de Portugal, sediado naquele país.

A revista “Dona Secret” (Mulher Secreta) oferece o melhor conteúdo de uma revista mensal de nível no Principado de Andorra, com entrevistas, relatos de eventos atuais, beleza e moda.

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JORNAL INGLÊS “THE TELEGRAPH” DESTACA O MINHO NA SUA EDIÇÃO DO PASSADO DIA 31 DE MAIO

O canto desconhecido e acessível de Portugal que irá convencê-lo a emigrar

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Quando eu crescer, vou viver numa mansão medieval. Suas paredes de granito grosso vão ser caiadas de branco, ordenadamente, coberta com telhas de terracota, janelas de madeira escura atiradas abrem para apanhar a brisa fria. E como a tarde se torna a noite eu devem loll no seu terraço com colunatas onde, sombreado por balançando as videiras, um copo de meu próprio refrigerado branco vinho na mão, vou inalar aromas de flor de laranjeira e eucalipto, escute andorinhões swooping sobrecarga e assistir um maravilhoso sol dissolver para o Atlântico.

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É um sonho, claro. Mas como eu caminhou ao longo de um aromático, faixa de floresta-borda ao lado de tal uma mansão no norte de Portugal, ocorreu-me que (sussurra) este só poderia ser viável. Não na Grã-Bretanha, naturalmente; Eu sou um escritor, não um banqueiro de investimentos. Mas no Minho – naquela região do país mais antiga, mais verde, mais saborosa, mais ao norte, imprensado entre a fronteira com Espanha e o rio Douro – não é inteiramente além do Reino da possibilidade.

Esta terra verdejante é Bejeweled com mansões que datam mais de cinco séculos a Português era dos Descobrimentos, quando o país foi inundado com riqueza de novas colônias, especialmente o Brasil. O Minho, já agricultural rica, beneficiado desproporcionalmente do comércio por meio de seu hub marítimo movimentado em Viana do Castelo. Hoje, muitos destes grandes quintas e casas – os que não em estado de decomposição decoroso, aguardando investimento de jornalistas de turismo demasiado ambiciosa – foram elegantemente renovados para acolher os hóspedes, muitas vezes a preços surpreendentemente razoáveis. Esta é uma faceta do recurso de Portugal para o obscuro homem British walkers, juntamente com trilhas bem e excelente comida a preços de barganha: é um país onde pode desfrutar de caminhadas champanhe a preços de prosecco.

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Um novo feriado ambulante auto-guiada entre quatro dos mais atraentes casas históricas do Minho oferece pretensos senhores da mansão um tentador Experimente-antes-de-comprar tempo. Adicionar o recurso de verde de vinho frutado da região ("vinho verde"), e é uma venda fácil. O que é só o que eu pretendia tentar na minha namorada, que se juntou a mim na semana-longa viagem.

Como aprendemos na minha primeira manhã na quinta da Malta, na aldeia de Durraes, não é apenas o vinho que é verde. Jogando aberto as cortinas que eu fui encontrado com uma vista Esmeralda larga-sendo liberalmente beused com um chuveiro de mola. Justo o suficiente: você quer paisagens exuberantes, aceitar a chuva. Catarina, nossa anfitriã genial, suspirou: "temos um ditado: ' abril, Aguas mil"... Abril, mil águas. Nota: para o sol de confiança, o verão adiantado é uma aposta mais segura.

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Não importa. No momento em que tomamos café da manhã nas frutas orgânicas da quinta, as nuvens tinham levantado e, resistindo à tentação de relaxar junto à piscina ou espremer em um local de tênis, passamos para o norte após os Orange Groves, espigueiros (celeiros empolados) e vinhedos.

As distâncias diárias neste itinerário são modestas, não porque o terreno está testando-este é suavemente rolamento rural, com poucas subidas para falar de-mas refletindo o ritmo lânguida da vida. Tão bem: nós tínhamos coberto meros metros antes de ser assaltado por chocolate Avianense, o produtor mais antigo do país, criando cacau trata por mais de um século. A fábrica moderna abriga um pequeno museu que traça a longa história de Portugal de chocolate bebendo do cacau brasileiro; mais sedutora é a loja de venda de amostras mochila-friendly de "imperador" (imperador), uma confecção clássica com amêndoas torradas.

Esta paisagem é menos de parede a parede espetacular, mais autenticamente rural, todas as videiras e laranjeiras, plantações de madeira e aldeias de trabalho. E, apesar dos tratores e dos pratos satélites, as tradições passadas permanecem. Passamos mais de uma primavera-FED estrada lavanderia onde as mulheres bateu e lavou a roupa. É um lembrete de que este é realmente, realmente velho Portugal-a região onde nasceu o país, na verdade: o "Portugale" arrancou dos mouros por uma contagem asturiana em 868 AD. Praticamente desde então, as pessoas têm vindo a percorrer estas trilhas em direção a Santiago de Compostela no caminho portugues.

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22 razões pelas quais todo mundo está indo para Portugal agora

Encontramos pela primeira vez o familiar Vieira-Shell balizagem para que a rota de peregrinação fora Durraes na medieval ponte de tabua. Durante os três dias seguintes, seguimos em grande parte os caminho através de aldeias agraciadas com imponentes santuários, como o Santuario nossa senhora de Aparecida em Balugaes, uma impressionante igreja barroca e capela adornada com tipicamente português azulejos azul ( azulejos) construído onde a Virgem Maria supostamente apareceu a um jovem pastor surdo em 1702. Em seu dia de peregrinação anual em meados de agosto, Balugaes está apinhado, aparentemente. Nosso único companheiro foi um poupa voando acima como nós admiramos a vista de volta através do vale para Durraes e da quinta.

Em nós continuamos, através de um carpete de madeira com lírios de Arum e descendo para o vale de Lima, vagando pistas de back-Country forrado com camélia e flores de cereja. Entre as videiras onipresentes, vislumbres do horizonte craggier muito a leste sugeriu os maciços de granito do Parque Nacional Peneda-Gerês. No meio da tarde, estávamos atravessando uma plantação de castanhas prateadas para chegar à quinta do casal do Condado. Outra quinta do século XVI Manor deixou a rack e ruína por proprietários anteriores, a partir de 2000 foi reconstruída pedra por pedra, o exterior de granito pesado dando pouca dica dos brilhantes, quartos frescos no interior.

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Mais uma vez, embora não de luxo de seis estrelas, as instalações-duas piscinas, quadras de tênis, sala de jogos, ginásio, terrenos expansivos-desmentem a conta: a partir de $60 b & 2. Há o caráter Galore, com os assentos de janela que medem paredes externas 2ft-as varas favoritas das empregadas domésticas justas que, nos dias longos passados, concederiam favores em cortejar jovens. A comida é bastante atemporal, também, no sentido de que é tudo local, orgânico, saborosa. Lembras-te quando os tomates provavam, bem, tomate? Aqui, isso não é a reserva de mercados de fazendeiros superfaturados. Vitor, nosso anfitrião, observou que os moradores levam a comida a sério, viajando um longo caminho para encontrar o melhor. "as pessoas rebanho de toda a região para ponte de lima apenas para comer a sua especialidade-arroz de sarrabulho."

Há, eu diria, melhores razões para se reunirem a ponte de lima do que arroz cozido com sangue de porco. No dia seguinte, passeamos ao longo do carro-Free Riverside ECOVIA passado garças levantando-se com abas lânguida, turquesa marcadores de martim-pescadores fechando acima da água límpida. Nossa aproximação final foi apropriadamente imponente, ao longo da Avenida dos Platanos, uma falange dupla de árvores planas, cinzentas, centenárias, pesadas e imponentes como as colunas de uma catedral gótica.

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Renomado escritor local Conde d'Aurora alegou: "os arredores de ponte de lima são impossíveis de descrever... como escolher o mais bonito? Todos eles são, cada um mais do que o outro. Hipérbole, talvez, mas a cidade mais antiga de Portugal, fundada em 1125, é certamente cativante, com a sua ponte romana-cum-medieval, paredes de pedra crenellated e torres e uma variedade de restaurantes que servem pratos tentadores não envolvendo Claret de porco. Há arroz de tamboril, um delicioso tamboril e paella de camarão, por exemplo. E bacalhau (COD), é claro-com grão de bico, ou cebolas, ou broa de milho, em rissóis e com arroz. Mas também Leitão e cabra assada, truta e lampreia, bife e polvo. É uma pechincha, para arrancar: um jantar de três pratos para dois com vinho em um restaurante de boa qualidade poderia facilmente esgueirar-se $50 ($44). Cuidado servindo confusão, porém: uma "única" porção é geralmente um prato vasto o suficiente para dois.

Esse vinho também não é muito ruim. Uma degustação no centro de interpretação do vinho verde mostrava a generosidade do maior médico de Portugal. as uvas indígenas Loureiro e Alvarinho produzem luz, vinho "verde" fresco, aromático, baixo teor de álcool e extremamente quaffable. Vermelhos como vinhao tendem a ser mais pesados e terrena, um gosto que leva adquirindo, como um perito ironicamente admitiu: "Reds... é um romance difícil."

Cruzando a ponte de pedra sobre o Lima, no dia seguinte, atingiu o norte ao longo do caminho, quintas passado e casas em vários graus de degradação ou renovação, antes de descascar para uma pista de floresta e até o Paco de Calheiros. Esta mansão de encosta, na maior parte do século XVII, repleta de antiguidades habilmente escolhidas, define o padrão de ouro. O Conde de Calheiros, Francisco-modesto de caráter, mas piscando de olhos, exuberante e erudito-whisked-nos em torno dos quartos ("Quantos quartos? Eu não poderia dizer-lhe "), pisando a linha tênue entre o orgulho ancestral e pragmatismo econômico.

Sua família estabelecidas raízes aqui alguns 900 anos atrás, por isso é com satisfação justificável que ele mostrou o brasão de armas da família (adornada com conchas de vieiras, um aceno para ligações longas com o caminho), lareiras de pedra vasta e cozinha medieval, o lindo pisou jardins (com piscinas e ginástica, naturalmente), os cervos de ovas que navegam seus bosques de castanha, suas videiras e adega, mesmo a capela da família em que um soldado de Napoleão descansa o altar elaborado cinzelado. Nove séculos de património não pagam contas, no entanto, e Francisco tem captado a urtiga da modernização, diversificando-se em turismo com brio.

Fonte: Paul Bloomfield / https://www.telegraph.co.uk/

Fotos: GETTY

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BRAGA É A CIDADE COM MELHOR QUALIDADE DE VIDA EM PORTUGAL

Preço da habitação e qualidade do ensino são os aspetos que mais contribuem para elevado índice de felicidade dos bracarenses

Só três por cento dos 200 mil habitantes de Braga consideram que a cidade dos arcebispos não é um ótimo lugar para se viver. Os dados do último ‘Eurobarómetro sobre a qualidade de vida’ indicam que a capital do Minho ocupa o 3º lugar na Europa e o 1º em Portugal, com 97 por cento dos seus habitantes satisfeitos.

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Braga ocupa o 3.º lugar das cidades europeias com melhor qualidade de vida

 

Braga partilha o terceiro lugar com mais oito cidades, como Málaga ou Estocolmo, embora nos itens considerados mais fundamentais a capital do Minho se destaque das restantes.

A boa relação entre o preço e a qualidade da habitação e a excelência dos serviços de educação são os aspetos que mais contribuem para a extraordinária classificação da cidade, tendo aí conseguido os 2º e 3º lugares, respetivamente.

Também a integração social, o acolhimento de estrangeiros e os serviços de saúde estão no topo da preferência da esmagadora maioria dos habitantes de Braga. Já o urbanismo merece apenas 68 por cento das opiniões favoráveis, enquanto a eficiência dos serviços públicos se fica pelos 62 por cento.

"Trata-se de uma notícia que nos deixa muito satisfeitos e que nos incentiva a fazer cada vez mais e melhor, no sentido de acrescentar à qualidade de vida dos habitantes de Braga", disse ao Correio da Manhã Ricardo Rio, presidente da câmara.

Entre as 79 cidades europeias em que foi realizado o inquérito, Braga aparece em lugar de destaque, sendo apenas ultrapassada por Alborg (Dinamarca), Vilnius (Lituânia) e Belfast (Reino Unido), que ficaram ex aequo em 2º lugar, com 98 por cento dos habitantes satisfeitos, e pelos primeiros classificados, Oslo (Noruega) e Zurique (Suíça), que têm 99 por cento dos seus habitantes felizes.

A outra cidade portuguesa analisada foi Lisboa, cuja satisfação dos seus habitantes a coloca a meio da tabela.

Fonte: Secundino Cunha / https://www.cmjornal.pt/

Foto: iStockPhoto

JORNALISTAS PORTUGUESES E ESPANHÓIS VISITAM SANTA MARTA DE PORTUZELO

O Executivo da Junta de Freguesia e a Comissão de Festas da Romaria de Santa Marta recebeu no passado dia 26 de maio um grupo de jornalistas nacionais e espanhóis, que vieram cobrir as atividades da comissão de festas da Romaria de Santa Marta, nomeadamente a apresentação do cartaz.

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Depois de conhecerem a Junta de Freguesia, a sessão de boas vindas foi realizada na Antiga Escola de Fonte Grossa, seguida de uma visita ao Núcleo Museológico do Linho.

Percorreram vários locais da freguesia e tiveram a oportunidade de vivenciar as tradições e costumes locais.

Ficaram instalados no Castelo de Santa Marta e na casa Villa Vale Flores, dois alojamentos locais de grande qualidade.

Também apreciaram a gastronomia local no café “O Poço”, terminando no domingo no afamado Restaurante Camelo.

Das experiências levam especialmente a boa hospitalidade e a simpatia de todos por onde passaram, esperando que esta iniciativa, que teve a colaboração do Turismo do Porto e Norte, traga frutos à economia local e à Romaria de Santa Marta.

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ASSEMBLEIA NACIONAL GALEGA QUER VÍMARA PERES HOMENAGEADO EM GUIMARÃES E NA CORUNHA

A Assembleia Nacional Galega (ANG) pretende que a cidade da Corunha e a de Guimarães tivessem cada uma delas uma rua dedicada a Vímara Peres ou seja, o seu nome consagrado n toponímia das duas cidades.

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Para o efeito, a Assembleia Nacional Galega iniciou uma petição pública dirigida ao Alcaide do Concelho da Corunha e ao Presidente da Câmara Municipal de Guimarães para que dediquem uma rua em cada uma das suas cidades a Vímara Peres, uma das mais relevantes figuras da história comum da Galiza e de Portugal.

A cidade do Porto já tem desde há anos uma estátua equestre dedicada ao nobre galego Vímara Peres, em frente à Sé e também uma importante e central Avenida Vímara Peres.

Agora seria o momento que a cidade da Corunha e a de Guimarães tivessem cada uma delas uma rua a ele dedicada, defendem os promotores da petição.

Não se sabe exatamente o lugar de nascimento de Vímara Peres, ainda que alguns considerem ter sido na Corunha, em 820. Seu pai, Pedro Theóm, participou em 858 na expulsão de Faro (A Corunha) e da Galiza dos normandos ou vikings que a invadiram.

Entretanto, a campanha promovida pela ANG é notícia no jornal "El Ideal Gallego".

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