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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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GOVERNO RECONHECE "UTILIDADE PÚBLICA" AO GRUPO DE AMIGOS DE OLIVENÇA

Governo declara de Utilidade Publica “Grupo dos Amigos de Olivença” pelo trabalho em prol da “afirmação da soberania portuguesa”

Foi através de um despacho assinado pela Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques, que o Governo declarou de Utilidade Publica o Grupo dos Amigos de Olivença – Sociedade Patriótica.

Olivença

Com sede na Casa do Alentejo o Grupo dos Amigos de Olivença – Sociedade Patriótica, coopera com diversas entidades, públicas e privadas, na prossecução dos seus fins e é reconhecido como uma referência no espaço público dentro do seu âmbito de actuação, tendo sido esta um dos fundamentos para a decisão do Conselho de Ministros.

No despacho pode ainda ler-se que o Grupo dos Amigos de Olivença – Sociedade Patriótica, “vem desenvolvendo, desde 1944, relevantes actividades no âmbito da cultura e da educação, pugnando activamente e sempre por meios pacíficos, em defesa da unidade nacional, pela salvaguarda da integridade territorial de Portugal e pela afirmação da soberania portuguesa.”

Fonte: https://odigital.pt/

BRAGA ATRIBUI PRÉMIO HISTÓRIA LOCAL MANUEL MONTEIRO

O prazo de candidaturas ao Prémio de História Local Dr. Manuel Monteiro foi alargado até 30 de Março de 2019.

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O prémio, instituído pelo Município de Braga, visa honrar a memória deste insigne Arqueólogo, Etnógrafo e Historiador da arte românica, nascido e falecido em Braga, cuja obra representa um património da mais elevada importância para a cultura nacional.

O valor do prémio é de 2.500 euros, ao qual acresce a publicação da obra vencedora. Os trabalhos distinguidos com menção honrosa terão reservada a possibilidade de publicação na Revista Bracara Augusta, reforçando assim o seu corpo editorial.

Os trabalhos a concurso deverão ser entregues pessoalmente ou enviados para o Arquivo da Câmara Municipal de Braga até 30 de Março de 2019.

O GUERREIRO GALAICO

Nos confins do tempo: os guerreiros lusitanos

Estátua de guerreiro lusitano-galaico proveniente de Outeiro, Castro de Lezenho, perto de Vila Real. Encontra-se hoje exposta no Museu de Arqueologia de Lisboa. Datada da Segunda Idade do Ferro, ou seja, por volta da invasão romana, é um de muitos exemplares da cultura "castreja" exumados desde o século XIX em sucessivas campanhas arqueológicas no noroeste peninsular.

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Os guerreiros lusitanos vestiam uma camisa de cores garridas e ornamentadas com motivos talismânico e um saio com padrões de tartan, característico das culturas indo-europeias, apertado à cintura por uma cinturão com aplicações metálicas. Calçavam botins em couro. A cabeça era protegida por um capacete em bronze com um pico no topo do qual pendia um adorno de crina de cavalo.

Para defesa, carregavam um escudo redondo de madeira reforçado com aplicações metálicas e como arma a falcata, espada curta e arqueada lembrando uma foice.

Fonte: https://www.facebook.com/pg/novaportugalidade/about/?ref=page_internal

CAMINHO QUE LIGA BRAGA A SANTIAGO SERÁ “INCONTRONÁVEL EM POUCOS ANOS” – DEFENDE HISTORIADOR JOEL CLETO

O historiador Joel Cleto defende uma candidatura transfronteiriça luso-espanhola a fundos da União Europeia para financiar um projeto de valorização do caminho jacobeu que liga Braga a Santiago de Compostela pela Geira Romana, que vai crescer “exponencialmente” em número de peregrinos.

Caminho Braga a Santiago - um dos traçados

Numa altura em que o debate sobre este itinerário de peregrinação está na ordem do dia, Joel Cleto afirmou na sexta-feira, 14, em Póvoa do Varzim, que “o importante é que haja um discurso coerente e uma articulação entre municípios galegos e portugueses no sentido de haver uma candidatura transfronteiriça, assim mais valorizada, a fundos comunitários”.

Na perspetiva do historiador e arqueólogo, este itinerário “é uma mais-valia como caminho de Santiago, mas também porque a geira é uma das mais importantes e bem preservadas estradas romanas do mundo”, pelo que a sua valorização “é uma grande oportunidade para a história e para os itinerários jacobeus”. Por outro lado, “é uma questão de muito poucos anos termos esta via muito concorrida pelos peregrinos de Santiago. É incontornável que vai 'explodir' como caminho de Santiago”, frisou.

Joel Cleto, que falava durante a conferência “O Caminho de Santiago pelo Gerês – A Geira Romana”, organizada pelo Grupo dos Amigos do Caminho de Santiago da Póvoa de Varzim, considera esta estrada uma “peça patrimonial de imenso valor, que muitos estudiosos da rede viária romana a nível internacional consideram a mais bem preservada da atualidade”, envolta “numa zona muito natural, ainda muito pouco tocada pelo homem desde o tempo dos romanos”.

“É um caminho belíssimo também do ponto de vista natural e, por isso, pressente-se o enorme potencial que pode ter num futuro relativamente próximo, mormente para as pessoas que querem fazer um caminho de Santiago que lhes permita tranquilidade e espiritualidade”.

Quanto ao traçado a propor às entidades que oficializam os caminhos de Santiago, Joel Cleto afirmou que “é um tema quente e muito em debate entre apaixonados pelos caminhos, nomeadamente do lado espanhol”, destacando que não defenderia um traçado durante a conferência.

No entanto, reconheceu que, depois da Portela do Homem e descendo a Serra do Xurês “há caminhos mais rápidos para chegar a Santiago de Compostela do que passar por Ourense”.  “Mas também reconheço que muitos peregrinos não abdicariam de ir a Ourense, porque era um grande centro religioso e urbano”, referiu o historiador, adiantando: “Não me vou imiscuir no debate em curso, sobretudo no lado galego, mas não me fere nada que depois de descer a Serra do Xurês possam existir duas ou três variantes”.

O itinerário mais direto é defendido pelas associações espanholas do Caminho Jacobeu Minhoto-Ribeiro e de Codeseda Viva, bem com por uma associação de autarquias da região. Trata-se do designado Caminho da Geira Romana e dos Arrieiros ou Minhoto Ribeiro. A ideia de um traçado em direção a Ourense deve-se ao facto da tradição referir que foi o percorrido pela Rainha Santa Isabel.

Mas Joel Cleto lança um alerta: “Agora também não vamos criar centenas de caminhos. Temos de ter provas documentais, património, que justifiquem pelo seu valor que um itinerário seja classificado. Mas não me fere nada que possa haver os caminhos mais diretos para Santiago de Compostela e/ou aquele que segue por Ourense. Não vejo inconveniente nenhum”.

O historiador, que falava perante uma plateia de 500 pessoas, no Centro de Congressos do Hotel Axis Vermar, referiu ainda que é importante, desde já, além da discussão à volta dos traçados, “pensar em medidas protetoras do impacto que terá numa área sensível de enorme valia também como património natural, como é o Parque Natural da Peneda-Gerês, que tem de ser salvaguardado. É também um desafio que se vai colocar nos próximos anos”.

Caminho Braga a Santiago - Geira Romana

Caminho Braga a Santiago - Joel Cleto na Geira Romana

Caminho Braga a Santiago - Parque Natural Peneda-Gerês

Caminho Braga a Santiago - Rio Minho

HISTORIADOR JOEL CLETO REVELA HISTÓRIAS DO CAMINHO DE BRAGA A SANTIAGO DE COMPOSTELA

Póvoa do Varzim/Joel Cleto: Conferência revela histórias do caminho de Braga a Santiago

O Grupo dos Amigos do Caminho de Santiago da Póvoa de Varzim organiza esta sexta-feira, 14, a conferência “O Caminho de Santiago pelo Gerês – A Geira Romana”, proferida pelo historiador e arqueólogo Joel Cleto.

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Segundo a organização, as inscrições gratuitas para o evento, marcado para as 21h30, no Centro de Congressos do Hotel Axis Vermar, em Póvoa do Varzim, com capacidade para 550 pessoas, “decorrem de forma incrível e a disponibilidade da sala é já pouca”.

“Todos juntos faremos o caminho pelo Gerês, local que provavelmente todos adoram. É o Caminho Primitivo Português em destaque”, adianta a organização, informando que antes da conferência há um momento musical pelo Coral Ensaio, da Escola de Música da Póvoa de Varzim, dirigido pelo maestro e professor José Abel Carriço. O grupo interpreta música do século XVI “escolhida de forma especial para o evento”.

“O enorme interesse suscitado por um número tão elevado” de peregrinos e outros interessados na conferência, que conta com o apoio do museu municipal e do Município de Póvoa do Varzim, obrigou à alteração do local inicialmente previsto para a sua realização.

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Na mesmo dia, duas horas antes da conferência, pelas 19h30, realiza-se um “Encontro de Peregrinos, Amigos e Colaboradores do Caminho pela Geira”, com o objetivo de trocar ideias sobre este itinerário jacobeu, que liga Braga a Santiago de Compostela, na distância de 240 quilómetros, apresentado em Braga em abril de 2017.

Este traçado, conhecido por Caminho da Geira Romana e dos Arrieiros ou Caminho Jacobeu Minhoto Ribeiro, foi percorrido por mais de 300 peregrinos em dois anos e as associações envolvidas no seu estudo, nomeadamente a Associação Jacobeia do Caminho Minhoto Ribeiro e a Associação Codeseda Viva, pretendem que seja oficializado antes do Ano Santo Jacobeu de 2021.

Nesta altura estão em curso os levantamentos históricos, patrimoniais e culturais sobre o itinerário – que prevê dois traçados essenciais a partir de A Estrada, por Pontevea e Ramalhosa ou por Sarandon e Vedra -, bem como trabalhos de limpeza e marcação. Está igualmente em curso a preparação de infraestruturas de alojamento.

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FAMALICÃO LANÇA OBRA POLÍTICA DE BERNARDINO MACHADO

É já nesta sexta-feira, 14 de dezembro, pelas 21h30, que será lançado o tomo VII, (1ª Parte) da Obra Política de Bernardino Machado que mostra um dos períodos menos conhecidos do seu percurso político, ou seja, o que decorre entre 1921 e 1926.

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A apresentação decorre na Sala Júlio Machado Vaz, do Museu Bernardino Machado e conta com as presenças do professor da Universidade Católica do Porto, António José Queiroz e do Coordenador Científico do Museu Bernardino Machado, Doutor Norberto Cunha. A sessão é de entrada gratuita e o público presente será brindado com a oferta do livro.

Entre 1921 e 1926, Bernardino Machado chefiou, durante alguns meses, um Governo trans-partidário (que foi derrubado em Maio de 1921, através de um golpe militar); sucedeu-lhe um Governo de transição, até às eleições de Junho, chefiado pelo liberal Barros Queiroz, convidado pelo Presidente da República e apoiado pelo Partido Democrático. Após as eleições e com uma maioria escassa no Parlamento, o Governo caiu para dar lugar a um outro, da mesma cor politica (liberal), chefiado por António Granjo. Mas este Governo assim como os maiores partidos que o apoiavam – o Partido Liberal e o Partido Democrático – persistiam numa prática politica cada vez mais afastada dos seus eleitores e mais centrada na sustentação e solidez do seu "rotativismo". Esta dissociação entre o poder politico e os partidos, por um lado, e o povo por outro, contribuiu para a tragédia da Noite Sagrenta de 19 de Outubro, em que foram assassinados Granjo, Machado Santos e Carlos da Maia. O poder foi, então, entregue a Manuel Maria Coelho (que conspirava já pelo derrube do Governo, mas sem quaisquer ligações aos fautores da Noite Sangrenta); depois de algumas semanas de turbulência governativa, foi chamado a presidir ao Ministério, Cunha Leal, que, apesar dos esforços feitos para controlar e manipular a favor da "sua politica", as eleições de Fevereiro de 1922, as veio a perder, reentrando-se num período de normalidade constitucional, com a vitória do Partido Democrático e o Governo que se lhe seguiu, chefiado por António Maria da Silva. Embora Bernardino Machado não tenha tido neste período uma intensa atividade política (salvo no período em que presidiu ao Ministério) escreveu importantes textos, na imprensa periódica, quer doutrinais quer sobre a situação politica (que ia acompanhando) e que até ao presente caíram no esquecimento. Por todas estas razões é, certamente, um dos mais interessantes volumes da sua Obra Politica

BRAGA DÁ A CONHECER A SUA HISTÓRIA AOS BRACARENSES

“Era Uma Vez uma Cidade” já contou a história de Braga a 25 mil Bracarenses

A exposição “Era Uma Vez Uma Cidade”, instalada na Torre de Menagem há precisamente um ano, já recebeu perto de 25 mil visitantes, tornando-se no espaço cultural mais visitado do universo municipal.

Era Uma Vez Uma Cidade

Quando ainda não se encontra contabilizado o mês de Dezembro, a exposição “Era Uma Vez Uma Cidade” tinha registado a entrada de 24079 visitantes. O melhor mês foi Agosto com 4339 visitantes.

Estes números enchem de «orgulho» a Vereadora da Cultura e Educação, Lídia Dias, que considera que os Bracarenses têm devotado um crescente interesse à sua identidade.

«Uma das nossas linhas de acção é a promoção da identidade. É isso que temos desenvolvido com o programa “À Descoberta de Braga”, com o Serviço Educativo Integrado, com a nossa iniciativa editorial ou com eventos como a Braga Romana ou a Braga Barroca. A Torre de Menagem e a exposição que aqui se encontra é um complemento a todo este trabalho que temos desenvolvido e que já está a dar frutos», refere Lídia Dias.

Segundo a Vereadora, os resultados positivos alcançados «não apenas confirmam a opção do Município para um espaço que se encontrava arredado da vida dos bracarenses» mas também «criam a obrigação de potenciar uma oferta mais significativa nas áreas da História e do Património». «Temos que ir de encontro ao que os bracarenses nos pedem», rematou.

Recorde-se que aquele que foi baptizado como Núcleo Interpretativo da História de Braga propõe uma versão ilustrada da história, protagonistas e evolução urbana de Braga, através do talento do ilustrador Bracarense César Figueiredo.

Este é o primeiro projecto em Portugal que integra ilustração histórico-arqueológica, desenho, infografia 3D, maquetas e espólio arqueológico numa viagem de mais de dois milénios sobre a história da cidade de Braga.

Mais de oitenta ilustrações, distribuídas ao longo de quatro pisos, permitem um inédito percurso pelos dois mil anos de história da cidade de Braga. A elaboração dos conteúdos contou com a colaboração de uma dezena de investigadores, além do apoio logístico do Museu D. Diogo de Sousa e do Museu Pio XII.

QUEM FOI VÍMARA PERES, A QUEM GUIMARÃES DEVE O NOME?

Vímara Peres, o primeiro português

Filho de um Pedro Theon de Pravia, aristocrata galego-asturiano, Vímara Peres nasceu na Corunha, hoje e então cidade galega. Pelo seu pai, membro do Conselho do Rei Afonso III das Astúrias, Vímara era, talvez, neto do rei Bermudo; em 858, recebera Pedro da Coroa asturiana a missão de parar, derrotar e expulsar uma invasão varegue – viquingue – da Galiza. Esta era, pois, família central da monarquia asturiana, com provas dadas no gabinete e no campo de batalha.

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Às ordens de Afonso III das Astúrias, foi Vímara Peres quem tomou em mãos a tarefa de expulsar os mouros do vale do Douro. A região, onde se estabelecera a fronteira entre o reino cristão das Astúrias e as áreas sob domínio muçulmano, a sul, encontrava-se desertificada após muitos anos de avanços e recuos por ambas as partes em contenda. Tal era o estado da região que se lhe dá, hoje, o nome revelador de “Deserto do Douro”. Vímara quebrou o impasse, devolvendo estabilidade à região e iniciando a sua repovoação. Para o efeito, libertou da presença islâmica toda a área costeira compreendida entre o Minho e o Douro. Libertou o Porto de Gale, que mais tarde viria a conhecer-se como as cidades do Porto e de Gaia e cujo nome seria, depois, o de Portugal; para marcar a dominação cristã, guarnecê-la e protegê-la de nova investida muçulmana, Vímara fundou a cidade de Guimarães (Vimaranes), a que deu o seu nome. Guimarães foi herdada por Lucídio Vimaranes, filho de Vímara, e foi sede de uma das mais notáveis casas condais – a de Vimaranes, justamente – da península.

O condado fundado por Vímara Peres foi a primeira politeia portuguesa. Sediado em Guimarães, este Condado de Portugal fez-se verdadeiro centro de poder nas monarquias asturiana e, depois, galego-leonesa. Acabaria só duzentos anos sobre a sua fundação, em 1071, pela mão de Garcia II da Galiza. Exigindo de Garcia as liberdades que a força de Portugal parecia justificar, o Conde Nuno Mendes levantou-se contra aquele. Dando-lhe batalha em Pedroso, em Janeiro de 1071, foi derrotado pelo rei e morto. Triunfante, Garcia II coroou-se Rei de Portugal – de facto, foi o primeiro homem a fazê-lo. O Condado só seria reestabelecido 20 anos mais tarde quando Afonso VI de Leão fez Raimundo de Borgonha Conde da Galiza, de Portugal e de Coimbra. Os Condados de Portugal e Coimbra seriam, depois, dados pelo mesmo Afonso VI a Henrique de Borgonha, primo de Raimundo e pai de Afonso Henriques. Vímara Peres precedeu-os a todos e colocou, duzentos anos antes de Afonso Henriques, a primeira pedra na casa que viria a ser Portugal. Pode bem dizer-se dele que foi o primeiro português.

Fonte: http://novaportugalidade.pt/

HISTORIADOR JOEL CLETO VAI A PÓVOA DE VARZIM FALAR DO CAMINHO DE SANTIAGO PELO GERÊS

Póvoa do Varzim/Joel Cleto: Conferência revela histórias do caminho de Braga a Santiago

O Grupo dos Amigos do Caminho de Santiago da Póvoa de Varzim organiza esta sexta-feira, 14, a conferência “O Caminho de Santiago pelo Gerês – A Geira Romana”, proferida pelo historiador e arqueólogo Joel Cleto.

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Segundo a organização, as inscrições gratuitas para o evento, marcado para as 21h30, no Centro de Congressos do Hotel Axis Vermar, em Póvoa do Varzim, com capacidade para 550 pessoas, “decorrem de forma incrível e a disponibilidade da sala é já pouca”.

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“Todos juntos faremos o caminho pelo Gerês, local que provavelmente todos adoram. É o Caminho Primitivo Português em destaque”, adianta a organização, informando que antes da conferência há um momento musical pelo Coral Ensaio, da Escola de Música da Póvoa de Varzim, dirigido pelo maestro e professor José Abel Carriço. O grupo interpreta música do século XVI “escolhida de forma especial para o evento”.

“O enorme interesse suscitado por um número tão elevado” de peregrinos e outros interessados na conferência, que conta com o apoio do museu municipal e do Município de Póvoa do Varzim, obrigou à alteração do local inicialmente previsto para a sua realização.

Na mesmo dia, duas horas antes da conferência, pelas 19h30, realiza-se um “Encontro de Peregrinos, Amigos e Colaboradores do Caminho pela Geira”, com o objetivo de trocar ideias sobre este itinerário jacobeu, que liga Braga a Santiago de Compostela, na distância de 240 quilómetros, apresentado em Braga em abril de 2017.

Este traçado, conhecido por Caminho da Geira Romana e dos Arrieiros ou Caminho Jacobeu Minhoto Ribeiro, foi percorrido por mais de 300 peregrinos em dois anos e as associações envolvidas no seu estudo, nomeadamente a Associação Jacobeia do Caminho Minhoto Ribeiro e a Associação Codeseda Viva, pretendem que seja oficializado antes do Ano Santo Jacobeu de 2021.

Nesta altura estão em curso os levantamentos históricos, patrimoniais e culturais sobre o itinerário – que prevê dois traçados essenciais a partir de A Estrada, por Pontevea e Ramalhosa ou por Sarandon e Vedra -, bem como trabalhos de limpeza e marcação. Está igualmente em curso a preparação de infraestruturas de alojamento.

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BRAGA VALORIZA ÁREA ARQUEOLOGICA DAS CARVALHEIRAS

Assinatura do projecto integrado de valorização, musealização e adequação à visita da área arqueológica das Carvalheiras. Segunda-feira, dia 10 de Dezembro, pelas 12h00, na Junta de Freguesia da Sé.

O Município de Braga procede à assinatura do protocolo de cooperação entre a Universidade do Minho e o Município de Braga relativo ao projecto integrado de valorização, musealização e adequação à visita da área arqueológica das Carvalheiras, que terá lugar na próxima Segunda-feira, dia 10 de Dezembro, pelas 12h00, na Junta de Freguesia da Sé.

A iniciativa contará com a presença do presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, do vereador Miguel Bandeira, do Reitor da Universidade do Minho, Rui Vieira de Castro, e do Director Regional de Cultura do Norte, António Ponte.

D. AFONSO HENRIQUES – O MINHOTO QUE FOI O PRIMEIRO REI DE PORTUGAL – FALECEU HÁ 823 ANOS!

Passam precisamente 823 anos sobre a data do falecimento do primeiro rei de Portugal – D. Afonso Henriques!

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Coma vitória da Batalha de Ourique em 1139, D. Afonso Henriques proclamou-se Rei de Portugal, vindo a sua autoridade a ser reconhecida em 1143 através do Tratado de Zamora. A ele se deve o facto de sermos portugueses, conquista mantida com enormes sacrifícios ao longo de muitos séculos e sucessivas gerações e, não raras as vezes, colocada em risco em determinados momentos históricos particularmente adversos que os nossos antepassados sempre souberam superar.

No próximo ano, assinala-se 910 anos sobre a data do seu nascimento, em Guimarães, efeméride que esperamos venha a ser condignamente celebrada.

VALADARES, TEATRO MUNICIPAL ACOLHE COLÓQUIO “DO ARMISTÍCIO DA GRANDE GUERRA AO ASSASSINATO DE SIDÓNIO PAIS”

Sábado, dia 8 de dezembro, a partir das 10H00

Participam José Santos, Paulo Torres Bento, Armando Malheiro e Fernando Rosas

A Câmara Municipal de Caminha e o Agrupamento de Escolas Sidónio Pais vão promover o colóquio “Do Armistício da Grande Guerra ao Assassinato de Sidónio Pais”, com a participação de José Santos, Paulo Torres Bento, Armando Malheiro e Fernando Rosas. O evento decorre no próximo sábado, dia 8 de dezembro, pelas 10H00, no Valadares, Teatro Municipal de Caminha. Este colóquio encerra as comemorações“Do Armistício da Grande Guerra ao Assassinato de Sidónio Pais”.

A iniciativa “Do Armistício da Grande Guerra ao Assassinato de Sidónio Pais”teve como objetivo assinalar dois factos históricos: o Armistício e o assassinato de Sidónio Pais, avaliando o impacto que ambos tiveram no Município.

O colóquio do próximo sábadoé composto por dois painéis:“O CEP e os Militares do Concelho de Caminha”, orientado pelo sargento José Santos e Paulo Torres Bento; e “Sidónio, a Guerra e a Política”, com Armando Malheiro e Fernando Rosas. Esta formação dirige-se a todos os grupos de professores e educadores.

O colóquio terá início, pelas 10H00, no Valadares, Teatro Municipal de Caminha, ea abertura estará a cargo de Guilherme Lagido Domingos, presidente em exercício da Câmara Municipal de Caminha; Maria Esteves, diretora do Agrupamento de Escolas Sidónio Pais, e Jorge Oliveira Fernandes, diretor do Centro de Formação Vale do Minho.

O painel “O CEP e os Militares do Concelho de Caminha” apresenta as comunicações ‘Os militares do concelho de Caminha a e Brigada do Minho na Flandres”, por Paulo Torres Bento (professor de História e historiador especializado em temas locais e regionais), e “Na pele do soldado Português na Grande Guerra: necessidades e realidades”, com José Manuel Alves dos Santos (sargento ajudante do Exército e historiador de temas militares).

O painel “Sidónio, a Guerra e a Política” encerra o colóquio, com as intervenções “Portugal na 1ª Guerra Mundial, o quadro interno e o quadro externo”, a cargo de Fernando Rosas (doutor em História, da Universidade Nova de Lisboa) e “Sidónio Pais, o Sidonismo e a 1ª Guerra Mundial”, por Armando Malheiro da Silva (doutor em História, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto).

Exposição e mostra bibliográfica

para visitar até 31 de janeiro

Este evento integrou várias iniciativas, com destaque para a mostra bibliográfica “A Livraria do Coronel Júlio Torres” e a exposição “Da Batalha de Lalys ao Armistício”, patentes na Biblioteca Municipal e Museu Municipal, até 31 de janeiro.

A exposição “Da Batalha de Lalys ao Armistício” é composta por três núcleos.  O primeiro dá enfoque à Batalha de Lalys, o segundo, dá a conhecer os caminhenses na Grande Guerra, onde se podem ver os rostos e percurso de vida dos cerca de 150 homens que combateram na Primeira Grande Guerra e, por último, existe um núcleo dedicado a Sidónio Pais, um Presidente da República natural de Caminha.

A mostra bibliográfica “A Livraria do Coronel Júlio Torres” é composta por quatro painéis. Júlio Augusto Valadares Torres nasceu a 13 de abril de 1890, no Porto, filho de Júlio Augusto Valadares, negociante, natural de Caminha, e de Maria Adelaide Araújo Alves, natural de Monção. Era neto paterno de Manuel Gavinho Torres e de Maria Quitéria Valadares e materno de Domingos José Alves e Maria Emília de Araújo Cunha. Muito cedo, por doença e falecimento do pai, veio viver com a mãe para casa do avô paterno, na Rua de S. João nº 52, em Caminha. Participou na Primeira Guerra Mundial, inicialmente na Campanha de Moçambique, de maio a outubro de 1916, e depois em França, de janeiro de 1918 a junho de 1919.

Sobre a “A Livraria do Coronel Júlio Torres” importa referir que, em fevereiro de 2015, o Município de Caminha recebeu das mãos da Senhora D. Isolina Macedo 630 livros pertencentes à sua biblioteca pessoal, legada pelo seu pai, Coronel Júlio Valadares Torres. Trata-se de uma coleção que foi constituída ao longo da vida do Coronel e que o terá acompanhado pelas diversas residências, designadamente: Valença; Braga; Porto; Lisboa e Caminha. 1876 e 1949 são as datas extremas que as edições apresentam.

A Livraria do Coronel Júlio Valadares Torres, desde 2015 património do Município de Caminha, é gerida pela Biblioteca Municipal. Todos os exemplares foram catalogados e estão disponíveis para o público, em sala reservada. Os temas predominantes nestes volumes são: literatura portuguesa e estrangeira, sobretudo francesa; história; geografia; política; filosofia; estratégia militar e viagens. Os autores são de renome e alguns já raros ou mesmo ausentes nos catálogos do sec. XXI.

O afeto do Coronel Júlio Torres por cada um dos seus livros evidencia-se pelas encadernações personalizadas, com peles naturais e têxteis, maioritariamente manufaturadas pelo vilarmourense Mário Pontes, pelas anotações sistemáticas manuscritas, pelos recortes de imprensa que intercalava, de modo oportuno e frequente, entre as páginas dos volumes e pelo evidente carácter metódico que estabeleceu para conduzir a seleção das obras e a constituição da coleção. Em 2018, atendendo a este legado, alcançamos a intemporalidade dos livros e o reconhecimento pelo seu dom para perpetuar e renovar o saber e a cultura.

PONTE DE LIMA ENTREGOU PRÉMIO A. ALMEIDA FERNANDES

Cidade e Religião: a Colegiada de Santa Justa de Coimbra na Idade Média”

Coube ao Município de Ponte de Lima, no presente ano e no âmbito de uma parceria estabelecida com o Município de Viseu a realização do Prémio A. de Almeida Fernandes.

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Trata-se de um prémio anual destinado a reconhecer e a incentivar estudos de investigação em História Medieval Portuguesa, homenageando Armando de Almeida Fernandes, investigador e autor de uma notável obra histórica.

O júri deliberou, por unanimidade, atribuir o Prémio A. de Almeida Fernandes 2018 ao estudo de Maria Amélia Álvaro de Campos, intitulado Cidade e religião: a Colegiada de Santa Justa de Coimbra na Idade Média. Foi ainda atribuída uma menção honrosa a Luciano Augusto dos Santos com a obra “A Evolução da Rede Paroquial entre o Côa e o Távora do século XII ao século XVI”.

Considerando que “É seguramente o prémio com mais prestígio para a História da Idade Média Portuguesa, um prémio que tem o nome de alguém que fez muito pela história, nomeadamente do interior e do norte de Portugal, alguém que estudou a instituição da Igreja, que é o domínio da minha área de investigação”, a autora da obra premiada reconheceu que (..) “É de facto para mim um momento muitíssimo importante, um reconhecimento do meu trabalho, para o qual se trabalha muitos anos, mas se recebe com muita gratificação”.

O prémio que anualmente é coorganizado pelas autarquias de Ponte de Lima e Viseu, visa incentivar o estímulo e exemplo aos vindouros, bem como fomentar o estudo das áreas a que Almeida Fernandes dedicou a sua vida.

Neste contexto, o Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, Eng.º Victor Mendes, sublinha que “É um prémio de referência da História Medieval Portuguesa, mas também uma homenagem a um homem que estudou profundamente essa história, particularmente também a história do concelho de Ponte de Lima”. O autarca recordou o patrono deste prémio, como sendo “alguém que tinha um respeito e uma admiração por esta terra, tal como os seus descendentes”.

O Edil realçou a importância deste prémio, garantindo que será para continuar no futuro “Este é um prémio que para nós é muito gratificante entregar, no fundo é também o nosso contributo para um maior conhecimento da nossa história, nomeadamente a História Medieval. (..) As obras que são apresentadas neste prémio são obras de um rigor científico, técnico e histórico muito grande, tem também um júri com provas dadas nesta matéria, e, portanto, o nosso desejo é, em parceria com o Município de Viseu, manter este prémio”, assegurou o autarca Pontelimense.

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PORTUGUESES CELEBRAM DIA DA RESTAURAÇÃO DE 1640 – DEZENAS DE BANDAS FILARMÓNICAS DESFILARAM EM LISBOA

Este ano, os distritos de Braga e Viana do Castelo não se fizeram representar

Portugueses celebremos

O dia da redenção,

Em que valentes guerreiros

Nos deram livre a Nação

- Eis os primeiros versos do Hino da Restauração que nos convoca, hoje e sempre, a mantermos a nossa Pátria livre e soberana!

A iniciativa coube uma vez mais ao Movimento 1º de Dezembro que lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios.

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Foram 35 bandas filarmónicas, dois grupos de bombos e um grupo etnográfico que marcaram presença neste desfile e que teve transmissão directa através da RTP e cobertura noticiosa de outros órgãos de comunicação social.

Desfilaram sob uma maré de aplausos, pela avenida da Liberdade, rumo à Praça dos Restauradores onde se ergue o obelisco comemorativo das campanhas da Restauração.

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MUY NOBRE, NOTÁVEL E SEMPRE LEAL VILA DE OLIVENÇA – FILARMÓNICA DE OLIVENÇA DESFILOU EM LISBOA NA AVENIDA DA LIBERDADE NAS COMEMORAÇÕES DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL

Foi sob uma maré de aplausos do público que se perfilava ao longo da avenida da Liberdade que a Filarmónica de Olivença desfilou hoje rumo à Praça dos Restauradores, em Lisboa.

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A sua participação nas comemorações do dia 1 de Dezembro de 1640 – Dia da Restauração da Independência Nacional face ao jugo espanhol – encheu de entusiasmo e orgulho patriótico os portugueses que tiveram a oportunidade de ver desfilar a Filarmónica de Olivença, com os seus estandartes num dos quais, a heráldica acompanha a divisa “Muy nobre, notável e sempre leal Vila de Olivença”, atribuída por D. João II e D. Manuel I nos séculos XV e XVI.

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Na realidade, sempre que Olivença nos é trazida à memória, aquele pedaço da nossa Pátria faz estremecer o coração dos portugueses, mesmo daqueles nos quais a esperança mais se desvanece!

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Fundada em 28 de marzo de 1851 pelo ilustre filántropo oliventino José María Marzal, é a decana das bandas de Extremadura espanhola e uma de las mais antigas de Espanha. Ostenta o privilégio de usar uniforme militar com espachim, concedido nos finais do Século XIX.

Ao longo da sua existência tem obtido importantes prémios e distinções:

– 1er Premio Certamen de Bandas Civiles (Badajoz 1929).

– Diploma de Honor Certamen de Bandas (Cazalla de la Sierra – Sevilla 1929).

– 2º Premio Certamen de Bandas Semana de las Fuerzas Armadas (Badajoz – 1987).

– 1er Premio Certamen de Bandas “Ciudad de la Música” (Villafranca de los Barros – Badajoz 2000).

– 1er Premio Certamen de Bandas “Ciudad de la Música” (Villafranca de los Barros – Badajoz 2001).

– Medalla de Extremadura 2001 por sus más de 150 años ininterrumpidos dedicados a la enseñanza y fomento de la cultura musical. Decreto 119/2001 de 25 de julio JUNTA DE EXTREMADURA.

– 2º Premio Concurso de Bandas Taurinas Féria del Toro (Santarem – Portugal 2003).

– Título de Comendadora de la Orden de “El Miájón de los Castúos” otorgado por el Centro de Iniciativas Turísticas de Almendralejo (2006).

Participou em muitos actos institucionais como a entrega de Medalhas de Extremadura en Mérida (dirigida por Miguel del Barco, autor do hino de Extremadura), na recepção aos Reis de Espanha en Zafra e Badajoz en 1992 o no bicentenário da fundação do Regimento de Castilla 16. Actuou no Teatro López de Ayala de Badajoz como no Gran Teatro de Cáceres. Esteve presente, en 1994 no Festival de Teatro Clásico de Alcántara.

Em 1995 gravou o seu primeiro CD con obras própias dol repertório para bandas e em 1998 o hino para o C.F. Exotremadura conjuntamente com o Coral de Almendralejo. Em 2008 editou o seu segundo CD denominado TOROS EN OLIVENZA, o qual recolhe alguns dos mais belos pasodobles toreiros que se escreveram, incluindo a primera gravação de ANTOÑITO FERRERA, escrito por Antonio Cotolí Ortiz e dedicado ao popular diestro extremenho.

En 2011, actuou como banda convidada na Asamblea Nacional de la Confederación Española de Sociedades Musicales celebrada en Llerena, oferecendo um concerto. A sua presença é frequente em numerosas localidades extremenhas e portuguesas (Alcácer do Sal, Silves, Tomar, Arrentela). Também tem realizado actuações en Barberá del Vallés (Barcelona), EXPO´92 y Realtem es Alcázares (Sevilla), Aracena y Trigueros (Huelva), Algimia de Alfara (Valencia), Cámara de Lobos (Isla de Madeira- Portugal) y Saturnia y Montemerano (Grosetto- Italia).

Desde a sua primeira aparição, é a banda responsável por animar os festejos taurinos na Feria Ibérica del Toro de Olivenza e participa em numerosas ediciones da Feria de San Juan de Badajoz. A Semana Santa oliventina não seria a mesma sem o acompanhamento musical da Filarmónica de Olivença, tendo estado também presente nas de Badajoz, Llerena, Jeréz de los Caballeros y Plasencia.

Pertenece à Federación Extremeña de Bandas de Música, comprotida de forma directa com o desenvolvimento musical da região. Actualmente é dirigida por Salvador Rojo Gamón.

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