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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BIBLIOTECA DO EXÉRCITO EM LISBOA POSSUI A OBRA ORIGINAL DO ESCRITOR LIMIANO MANUEL GOMES DE LIMA BEZERRA

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Manuel Gomes de Lima Bezerra. " Os estrangeiros no Lima, ou Conversações eruditas sobre os vários pontos de história eclesiástica, civil, literária, natural, genealógica, antiguidades, geografia, agricultura, comércio, artes, e ciências ..." . ( III volumes. Fac-símile da 1.ª edição. O 3.º volume é um opúsculo suplementar de estudos à edição ) . Viana, 1992 .

Durante muito tempo, esta obra encontrava-se na Biblioteca do então Ministério da Guerra, instalada no terraço do antigo Convento dos Paulistas, em Lisboa. Disso o autor do Blogue do Minho fez notícia no jornal “O Povo do Lima” há cerca de 30 anos!

PONTE DE LIMA: ESTADO NOVO SUBMETEU EM 1954 BALDIOS DE CABRAÇÃO E ARCOZELO AO REGIME FLORESTAL PARCIAL

O Ministério da Economia - Direcção-Geral dos Serviços Florestais e Aquícolas, através do Decrecto nº. 39764 publicado em Diário do Governo n.º 179/1954, Série I de 16 de Agosto de 1954, submeteu ao regime florestal parcial os terrenos baldios pertencentes às Juntas de Freguesia de Cabração e de Santa Maria de Arcozelo, concelho de Ponte de Lima.

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VIANA DO CASTELO: SÍMBOLOS HERÁLDICOS DE SANTA MARTA DE PORTUZELO FORAM APROVADOS EM 1935

O Ministério do Interior - Direcção Geral de Administração Política e Civil, através da Portaria nº. 8123 publicada em Diário do Govêrno n.º 125/1935, Série I de 1 de Junho de 1935, designou a constituïção heráldica das armas, bandeira e sêlo da Junta de Freguesia de Santa Marta de Portuzelo, concelho e distrito de Viana do Castelo.

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PAREDES DE COURA: IRMANDADE DA MISERICÓRDIA LAVROU VOTO DE PESAR PELO FALECIMENTO DO SEU PROVEDOR MIGUEL DANTAS

A Irmandade da Misericórdia de Paredes de Coura, reuniu em sessão no dia 9 de Junho de 1905, lavrou em acta um voto de pesar pelo falecimento de Miguel Dantas Gonçalves Pereira, provedor da misericórdia. A cópia está assinada por Tomás Joaquim Alves, secretário da Irmandade.

Fonte: Fundação Mário Soares

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CONDE DA BARCA: FAZER MEMÓRIA – ARTIGO DE ANTÓNIO FERNANDES

Encontros com a História

Nas suas já habituais iniciativas histórico/culturais, o Clube de amigos e Gastrónomos de Ponte de Lima, levou à imponente Casa de Sá, [século XVII-XVIII] para além do grupo, outras personalidades da cultura; do poder local; das empresas; da horeca e restauração; da imprensa; do associativismo... Para, juntos homegear, António de Araújo Azevedo, nobiliárquico Conde da Barca. Adelino Tito de Morais coordenador do prestigiante encontro, na sua alocução deixou vincado, o seu papel e acção como diplomata, [Áustria, Holanda, França e Rússia] mas também noutros domínios da agricultura, com a atribuição de baldios aos agricultores menos favorecidos; distribuição gratuita de ferramentas; doação das sementes, entre outros benefícios directos à produção agrícola; instalou ainda uma fábrica de tecelagem, na quinta da Prova, de onde era natural a sua mãe. Consta-se, inclusive ter havido, por sua iniciativa, uma fábrica de cerveja, em Ponte da Barca.

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Parte do grupo de amigos da gastronomia limiana, com destaque para o grande historidor Adelino Tito de Morais sempre apaludido nas suas palestras, precisas e oportunas

Esta evocação, que nos leva a "fazer memória", também nos faz reflectir sobre a nossa capacidade empreendedora e a responsabilidade de promover e valorizar o trabalho e arte de produzir. Com os meios e as competências do nosso tempo! Serve também para reconhecer erros do passado, para salvaguardar e dinamizar, um futuro sempre melhor. Mais igualdade e justiça social, mais é melhor saúde, mais qualidade de vida. Lembrar o Conde da Barca, ilustre Ministro de D. João VI é abraçar o sonho do sucesso, individual e colectivo. É saber que podemos ajudar construir uma sociedade mais independente e solidária. A presença do Senhor presidente da Câmara Municipal, Augusto Marinho naquele singelo, mas intenso momento de preito e gratidão foi de uma relevante importância, que convém sublinhar. Em vista do nosso património imaterial, da nossa história e cultura. Ponte da Barca [concelho] possui uma extraordinária riqueza histórica e sociocultural, que convém desvendar, assinalar e promover. Depois de Fernão de Magalhães, que deve continuar a ser motivo de interesse e propagação, outros personagens, outras histórias, outras memórias! Que nos catapultam para um prestígio ainda maior, com repercussões no turismo económico, no conhecimento e até no investimento, a curto e médio prazo. A classe política não pode, nem deve fazer tudo. Mas tem a chave do sucesso, juntamente com toda a sociedade civil. Foi com alguma emoção que ouvimos os elogios Tito Morais a este personagem, que interpelam no sentido da vigilância e da ambição. Que nos valha a lição, vincada nos propósitos de fazer, sempre mais e melhor; por nós mas também pelos outros!

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PÓVOA DE LANHOSO: LEI DA SEPARAÇÃO IMPÔS REFORMA DOS ESTATUTOS DA IRMANDADE DA ORDEM TERCEIRA DE SÃO FRANCISCO, DA FREGUESIA DE ÁGUAS SANTAS

Através de Portaria publicada em Diário do Governo n.º 150/1912, Série I de 28 de Junho de 1912, o Ministério do Interior - Direcção Geral de Assistência - 1.ª Repartição autorizou a Irmandade da Ordem Terceira de São Francisco, da Freguesia de Águas Santas, do concelho de Póvoa de Lanhoso, a desviar dos seus respectivos fundos uma quantia destinada a fazer face às despesas com a reforma dos seus estatutos, exigida pela Lei da Separação.

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BRAGA: LEI DA SEPARAÇÃO IMPÔS REFORMA DOS ESTATUTOS DA CONFRARIA DE SANTO AMARO DE VIMIEIRO

Através de Portaria publicada em Diário do Governo n.º 150/1912, Série I de 28 de Junho de 1912, o Ministério do Interior - Direcção Geral de Assistência - 1.ª Repartição, autorizou a Confraria De Santo Amaro, de Vimieiro, do concelho de Braga, a desviar dos seus respectivos fundos várias quantias, destinadas a fazer face às despesas com a reforma dos seus estatutos, exigida pela Lei da Separação.

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PAREDES DE COURA: LEI DA SEPARAÇÃO IMPÔS REFORMA DOS ESTATUTOS DAS CONFRARIAS DE PAREDES, PADORNELO E VASCÕES

Através de Portaria publicada em Diário do Governo n.º 150/1912, Série I de 28 de Junho de 1912, o Ministério do Interior - Direcção Geral de Assistência - 1.ª Repartição, autorizou a Confraria do Santíssimo de Vascões, a desviar dos seus respectivos fundos várias quantias, destinadas a fazer face às despesas com a reforma dos seus estatutos, exigida pela Lei da Separação. O mesmo princípio foi aplicado às confrarias de Paredes e de Padornelo.

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VIZELA FOI ELEVADA A VILA EM 1929

Em 1929, através do Decreto nº 16816, publicado em Diário do Governo n.º 100/1929, Série I de 4 de Maio de 1929, o Ministério do Interior - Direcção Geral de Administração Política e Civil elevou à categoria de vila as povoações de Vizela, do concelho de Guimarães.

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VILA PRAIA DE ÂNCORA: APEADEIRO DE GONTINHÃES PASSOU A DENOMINAR-SE ÂNCORA-PRAIA EM 1927

Em 1927, através da Portaria nº 5:037 publicada em Diário do Governo n.º 209/1927, Série I de 21 de Setembro de 1927, o Ministério do Comércio e Comunicações - Direcção Geral de Caminhos de Ferro - Divisão de Exploração determinou que o apeadeiro de Gontinhães, da linha do Minho, passe a denominar-se Ancora-Praia.

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PAREDES DE COURA: QUAL É O PERÍMETRO DE PROTECÇÃO DA ÁGUA MINERAL “GRICHÕES DE COURA”?

Em 1993, os Ministérios do Planeamento e da Administração do Território, da Indústria e Energia e do Ambiente e Recursos Naturais, através da Portaria n.º 944/93 de 27 de Setembro, publicada em Diário da República n.º 227/1993, Série I-B de 27 de Setembro de 1993, fixaram o perímetro de protecção de água mineral natural n.º 128, denominada «Grichões de Coura».

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Portaria n.º 944/93 de 27 de Setembro

Considerando a entrada em vigor do novo regime geral de revelação e aproveitamento dos recursos geológicos constante do Decreto-Lei n.º 90/90, de 16 de Março, foi estabelecido o princípio de que nos casos de exploração de recursos hidrominerais será fixado, com fundamento em estudo hidrogeológico, um perímetro de protecção para garantir a disponibilidade e características da água, bem como condições para uma boa exploração.

Considerando que o perímetro de protecção abrange três zonas, imediata, intermédia e alargada, em relação às quais os artigos 42.º, 43.º e 44.º do citado Decreto-Lei n.º 90/90 estabelecem e permitem estabelecer proibições ou condicionantes a certas actividades;

Considerando que a empresa concessionária da concessão hidromineral n.º 128, denominada «Grichões de Coura», sita na freguesia de Ferreira, concelho de Paredes de Coura, distrito de Viana do Castelo, veio requerer, ao abrigo do artigo 27.º do Decreto-Lei n.º 86/90, de 16 de Março, a delimitação do referido perímetro de protecção, apresentando para o efeito uma proposta fundamentada em estudo hidrogeológico e contendo uma planta topográfica com a indicação das zonas imediata, intermédia e alargada;

Assim, nos termos do n.º 1 do artigo 27.º do Decreto-Lei n.º 86/90, de 16 de Março:

Manda o Governo, pelos Ministros do Planeamento e da Administração do Território, da Indústria e Energia e do Ambiente e Recursos Naturais, que, para efeitos do disposto nos artigos 42.º, 43.º e 44.º do Decreto-Lei n.º 90/90, de 16 de Março, seja fixado o perímetro de protecção da água mineral natural n.º 128, denominada «Grichões de Coura», cujas zonas e respectivos limites se indicam:

Zona imediata: definida por um círculo com raio de 60 m em torno da nascente da água de Grichões, a qual está reconhecida como água mineral natural;

Zona intermédia: proposta com base nas características estruturais e litológicas locais, a fim de salvaguardar o recurso hidromineral, correspondendo-lhe um polígono cujos vértices têm as seguintes coordenadas rectangulares planas, no sistema Hayford-Grauss, referidas ao ponto central:

Vértice A: M = - 39,46 km; P = 252,10 km;

Vértice B: M = - 38,28 km; P = 251,56 km;

Vértice C: M = - 38,28 km; P = 250,80 km;

Vértice D: M = - 38,78 km; P = 250,80 km;

Zona alargada: proposta com base nos limites das formações geológicas onde ocorrem as águas de Grichões, portanto o aquífero hidromineral, correspondendo-lhe um polígono cujos vértices têm as seguintes coordenadas rectangulares planas, no sistema Hayford-Grauss, referidas ao ponto central:

Vértice A: M = - 39,72 km; P = 251,61 km;

Vértice B: M = - 38,96 km; P = 252,10 km;

Vértice C: M = - 38,50 km; P = 252,51 km;

Vértice D: M = - 38,20 km; P = 252,92 km;

Vértice E: M = - 37,63 km; P = 254,80 km;

Vértice F: M = - 37,63 km; P = 250,84 km;

Vértice G: M = - 38,73 km; P = 250,80 km.

Ministérios do Planeamento e da Administração do Território, da Indústria e Energia e do Ambiente e Recursos Naturais.

Assinada em 12 de Agosto de 1993.

Pelo Ministro do Planeamento e da Administração do Território, João António Romão Pereira Reis, Secretário de Estado da Administração Local e do Ordenamento do Território. - Pelo Ministro da Indústria e Energia, Luís Filipe Alves Monteiro, Secretário de Estado da Indústria. - Pela Ministra do Ambiente e Recursos Naturais, António Manuel Taveira da Silva, Secretário de Estado dos Recursos Naturais.