Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

ARTUR AGOSTINHO NASCEU HÁ 100 ANOS – EM 28 DE SETEMBRO DE 1974 FOI PRESO POR ALEGADAMENTE TER SERVIDO COMO REPÓRTER NO ANTIGO REGIME – MAS JAMAIS ESQUECEU PONTE DE LIMA ONDE TINHA AS SUAS RAÍZES!

Artur Agostinho - o "Leão da Estrela" - tinha raízes limianas, na freguesia de Correlhã - Os Limianos jamais o esquecerão!

Passam no próximo dia 25 de Dezembro precisamente 100 anos sobre a data do nascimento do famoso jornalista, escritor e radialista Artur Agostinho. Lisboeta de nascimento, as suas raízes eram porém limianas, mais precisamente da Correlhã, onde ainda possui familiares.

Capturararturagost.PNG

A contar da esquerda, o então Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, engº Daniel Campelo, Artur Lopes (primo) e Artur Agostinho, na apresentação da Festa de Portugal em 1994, organizada pela Casa do Concelho de Ponte de Lima, em Lisboa.

 

A sua carreira jornalística começou no longínquo ano de 1938, aos microfones da Rádio Luz. Seguiu-se o Clube Radiofónico de Portugal, a Voz de Lisboa, Rádio Peninsular e o Rádio Clube Português, até ingressar na então Emissora Nacional em 1945. Na década de 80 passou para a Rádio Renascença onde fez parte do Departamento Desportivo, área em que desde sempre se destacou como relator desportivo.

Dirigiu o jornal desportivo “Record” entre 1963 e 1974, foi director do jornal do Sporting Clube de Portugal e proprietário da agência de publicidade Sonarte.

Participou em numerosos filmes e telenovelas, de entre os quais destacamos o célebre “O Leão da Estrela” que a maior parte dos portugueses recordam, muito ao jeito das suas simpatias clubísticas.

Lisboeta de nacimento, Artur Fernandes Agostinho possuía raízes em Ponte de Lima, mais propriamente na Correlhã, terra que visitava frequentemente. E sempre que podia disponibilizava-se para relatar os jogos locais para a Rádio Ondas do Lima. Tal como sucedia com eventos que a comunidade limiana em Lisboa levava a efeito como, a título de exemplo, a apresentação da edição de 1994 da Festa de Portugal. Veio a falecer em 22 de Março de 2011.

Artur Agostinho era uma pessoa muito gentil e de fino trato que os limianos guardam no seu coração. No ano em que celebra o centenário do seu nascimento, Ponte de Lima certamente não o esquecerá!

Foto: https://www.cinema7arte.com/

obituario-artur-agostinho.png

S. JOÃO É DE BRAGA!

Igreja de São João Batista situa-se em Braga

e foi construída no final do século XVIII. A primitiva igreja foi construída no século XII. Foi doada ao arcebispo de Braga D. João Peculiar por Pedro Aurives e sua mulher Gelvira Midiz em 12 de Julho de 1161.

Nessa igreja foi baptizado Francisco Sanches. A actual igreja foi construída pelo arcebispo D. Gaspar de Bragança e está ligada à Capela dos Coimbras.

O orago da igreja é S. João Baptista e foi aqui que nasceram aquelas que são hoje as grandiosas Festas do S. João de Braga.

Texto e fotos: Fernando Araújo

120201733_10218457320639406_151969047697881007_n.j

120194296_10218457321479427_4592695939224980368_n.

120101131_10218457322279447_4465382216489830812_n.

120041976_10218457322879462_1998661596067141150_n.

120090259_10218457323239471_5740982644435106618_n.

120075874_10218457323959489_8453205962192118617_n.

120069849_10218457325199520_6842385890292401777_n.

LIVRO SOBRE O ESCRITOR ARCUENSE TEIXEIRA DE QUEIROZ FOI APRESENTADO EM VILA REAL

Apresentação livro Família Teixeira de Queiroz - Casa de Cortinhas

Francisco Teixeira de Queiroz - Livro Família, Casa, Obra, Ascendência e Descendência, da autoria do bisneto, Luís Teixeira de Queiroz, foi apresentado em Vila Real no dia 12 de Setembro, acompanhado de sessão literária, sobre a vida e obra do Escritor arcuense.

Para quaisquer considerações e aquisição, através do email lqpinto@sapo.pt.

IMG_0491.jpg

BRAGA É A CIDADE MAIS ANTIGA DE PORTUGAL

Com mais de 2000 anos de história, Braga é a cidade mais antiga de Portugal. Antes da sua fundação pelos Romanos entre os anos 136 A.C. e 14 D.C., já viviam na região povos celtas que eram conhecidos por Brácaros.

Depois de conquistas e batalhas, o imperador César Augusto mandou reorganizar a cidade e renomeou-a de Bracara Augusta.

O objetivo era difundir a religião cristã e o modo de vida Romano na Península Ibérica. Foram construídas termas, templos e vias públicas e as atividades sócio-econômicas desenvolveram-se rapidamente.

Texto e fotos: Fernando Araújo

120231610_10218462434807257_526219570207083790_o.j

120122497_10218462435367271_6246205455034488601_o.

120100131_10218462435767281_2447179698372120030_o.

120126175_10218462436047288_855545223789330551_o.j

120161756_10218462437127315_2732619786680210092_o.

120192462_10218462438887359_1261699435599682084_o.

120222457_10218462439807382_7513971982536568901_o.

120193549_10218462441047413_6569634976602581917_o.

120181821_10218462441367421_8458986102275269738_o.

120222743_10218462443007462_5621816641242828430_o.

120175239_10218462446847558_5590983114183615641_o.

120164503_10218462447287569_5421845700548183744_o.

120204403_10218462447527575_6323941646632142120_o.

BRAGA: MOSTEIRO DE TIBÃES

È um dos edifícios mais antigos da cidade de Braga. A sua origem remonta ao final do longínquo séc. X e início do séc. XI.

Ao longo do tempo, o mosteiro foi-se transformando e alcançou enorme notoriedade e poder quando, em 1110, recebeu a Carta de Couto – carta de doação da terra à Igreja – de D. Henrique e D.ª Teresa, pais do primeiro Rei de Portugal e sepultados na Sé de Braga.

Durante o século XVI tornou-se na “Casa Mãe” da congregação de São Bento em Portugal e no Brasil, sublinhando a importância do mosteiro a nível nacional.

Texto e fotos: Fernando Araújo

120098442_10218451245767538_791817927204945283_n.j

120044308_10218451242127447_1256393473701473556_n.

120047792_10218451242487456_4236218680420219721_n.

120014621_10218451242927467_4226373198759721095_n.

119994950_10218451243247475_3402721144592133608_n.

120087552_10218451243487481_8179838521017018277_n.

120110871_10218451243767488_5211398161977310489_n.

120039271_10218451244047495_4310992718633205584_n.

120110872_10218451244287501_754003591879161512_n.j

120030492_10218451244927517_8818723711089528038_n.

120114351_10218451245247525_5801188806285500582_n.

120014621_10218451245527532_6399603255638039337_n.

120060657_10218451246327552_3317861452704864106_n.

119995868_10218451246687561_7680340961898987623_n.

120053793_10218451247047570_63895371866007575_n.jp

119993035_10218451247447580_8858157603105859285_n.

120135076_10218451247807589_6382863371712978259_n.

120091870_10218451248167598_1071548794058324540_n.

120010057_10218451248487606_9152135137187218156_n.

120002255_10218451248767613_7480138051026287729_n.

120062844_10218451249487631_5814257777604602514_n.

SERÃO OS HUMORISTAS OS “BOBOS DA CORTE” DOS NOSSOS TEMPOS?

Em todas as épocas, sempre os diferentes regimes políticos permitiram que alguns comediantes e humoristas beneficiassem de alguma aquiescência para produzirem os seus chistes. Era do seu próprio interesse – mesmo por parte dos regimes mais autoritários – criar a sensação de que o mesmo podia ser criticado e, por conseguinte, não deixava de existir alguma liberdade.

Capturarbobo.PNG

Tal como sucedia durante a Idade Média, o humorista é uma espécie de “palhaço” que serve para divertir o povo – e sobretudo do rei – dependendo a sua sobrevivência dos limites da sua ironia e sarcasmo.

O Bobo da Corte é uma instituição antiquíssima cujas origens remontam ao Antigo Egipto e ao Império Romano. Entre nós, foram muito populares ao longo da Idade Média, chegando a serem pagos para proferir os seus gracejos. Porém, quando os mesmos se revelavam desagradáveis a quem os ouvia porque íam longe de mais na forma como criticavam ou na denuncia que faziam dos vícios da sociedade ou de quem os sustentava, não era raro serem condenados ao degredo… ou à morte!

Desde então, muitos foram os costumes que entretanto se alteraram. Mas, não duvideis que não será muito diferente a sorte do Bobo da Corte!

PONTE DE LIMA: DR. RODRIGUES ALVES, DESCENDENTE DE LIMIANOS FOI PRESIDENTE DO BRASIL

800px-Servi,_Carlo_de_-_Retrato_do_Conselheiro_Rod

Francisco de Paula Rodrigues Alves (Guaratinguetá, 7 de julho de 1848 – Rio de Janeiro, 16 de janeiro de 1919) foi um advogado, político brasileiro, conselheiro do Império, presidente da província de São Paulo, presidente do estado de São Paulo, ministro da fazenda e quinto presidente do Brasil.

Governou São Paulo por três mandatos: entre 1887 e 1888, como presidente da província, como quinto presidente do estado de 1900 a 1902 e como nono presidente do estado de 1912 a 1916.

Elegeu-se duas vezes presidente da República, cumprindo integralmente o primeiro mandato (1902 a 1906), mas faleceu antes de assumir o segundo mandato (que deveria se estender de 1918 a 1922).

Fonte: Wikipédia

FRANCISCO DE PAULA RODRIGUES ALVES - EX-PRESIDENTE DO BRASIL - DESCENDIA DE NATURAIS DA CORRELHÃ (PONTE DE LIMA)

Domingos_Rodrigues_Alves.png

Domingos Rodrigues Alves, pai de Francisco de Paula Rodrigues Alves, era natural da Correlhã, em Ponte de Lima

 

Francisco de Paula Rodrigues Alves nasceu em 7 de julho de 1848 na Fazenda do Pinheiro Velho, bairro do Machadinho, em Guaratinguetá, terceiro filho de Isabel Perpétua de Marins e Domingos Rodrigues Alves. Sobre seu pai, Rodrigues Alves dedicou a seguinte nota em seus escritos:

“Meu pai. Veio para o Brasil em 1832, no brigue Rio Lima partindo de Viana e chegando com quarenta e seis dias de viagem. Trouxe a fortuna de 12 vinténs em prata. Depois de uma permanência de cinco anos no Rio, empregado no comércio, enfermou (disseram os médicos que estava sofrendo do coração) e aconselharam-no a seguir para o interior. Foi para Guaratinguetá, onde se dedicou ao comércio e lavoura, constituindo família. Faleceu em 5 de maio de 1912. Eu acabava de tomar posse do governo do Estado.”

PÓVOA DE LANHOSO: VISTA PANORÂMICA DO CASTELO NOS COMEÇOS DO SÉCULO XX

Panorámica do Castelo de Lanhoso. Entre o século X e o século XI, a antiga fortificação romana encontrava-se reduzida aos seus alicerces. O arcebispo D. Pedro (I) de Braga (1071-1091), visando a defesa avançada da sede episcopal de Braga, determinou a construção do castelo, conforme placa epigráfica no silhar (a mais antiga em um castelo de Portugal), acompanhando os alicerces e o perímetro da primitiva fortificação. De qualquer modo, datará do final do século XII e o início do século XIII a reforma do castelo, com a construção da torre de menagem. O castelo era então o que se chamava de cabeça de terra, o que traduz a sua importância regional.

Fonte: Arquivo Municipal do Porto

Capturarpolanhosocastle.PNG

BRAGA: IGREJA DOS TERCEIROS DE SÃO FRANCISCO ATRAVÉS DA OBJECTIVA DE FERNANDO ARAÚJO

Igreja dos Terceiros de São Francisco. Braga

Arquitectura religiosa, maneirista, barroca, rococó e neoclássica. Planta composta por igreja longitudinal com nave única, capela-mor mais estreita e torre sineira, tudo em eixo, seguindo o esquema tradicional bracarense.

Edificada nos finais do século XVII deve-se à Ordem Terceira de São Francisco, na qual pretendiam ter sede própria. A Ordem esteve antes na Sé de Braga e na Capela Espírito Santo, do hospital de São Marcos.

Texto e fotos: Fernando Araújo

119176521_10218367309429182_7559284400668761545_n.

119446369_10218367309749190_6292681970477617544_n.

119172608_10218367310389206_5457456035324513229_n.

119179717_10218367310949220_2196299492052505131_n.

119412167_10218367311629237_1288133465396179114_n.

119137624_10218367312149250_8604373111365842024_n.

119193221_10218367312629262_7860365855831418926_n.

119165356_10218367313269278_1179473196800206006_n.