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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PAREDES DE COURA REALIZA CORTEJO HISTÓRICO

sáb | 13 ago | a partir das 15h30

O Cortejo Histórico, este sábado, 13 de agosto, a partir das 15h30, promete ser um dos momentos altos destas regressadas Festas do Concelho de Paredes de Coura.

Na sequência das muitas iniciativas com que se procura celebrar a identidade courense, como o Dia do Concelho, a Festa do Emigrante, o Festival de Folclore, os Grupos de Bombos e os muitos arraiais que nos permitem conviver, reviver amigos e reencontrar todos aqueles que procuraram noutras paragens uma vida melhor, também o Cortejo Histórico vai trazer-nos à memória os aspetos mais relevantes da nossa história comum.

Percorrendo as principais ruas da vila de Paredes de Coura, o Cortejo Histórico vai recuperar os mais significativos factos sociais, políticos, económicos, militares, culturais e religiosos, desde a Terra de Coyra até aos nossos dias, percorrendo marcos importantes como a concessão do Foral do Concelho, a constituição da Comarca de Paredes de Coura, os Combates da Travanca, mas também recordando figuras relevantes no plano local e nacional como Frei Redento da Cruz, Miguel Dantas, Narciso Alves da Cunha e Aquilino Ribeiro.

Neste quadro histórico figurado, o nosso Cortejo Histórico também recorda o 25 de Abril de 1974 através de registos fotográficos, num desfile que vai ter cerca de 200 figurantes vestidos com roupa da época, ao que se juntam carros alegóricos alusivos a Aquilino Ribeiro, à Caixa dos Brinquedos, à Caixa de Música e ao Festival.

Para além do Cortejo Histórico, o sábado começa bem cedo com as arruadas de grupos de bombos, como os Amigos da Farra (Padornelo), Figueiras na Rua (Rubiães), Os Trovoada (Romarigães) e Amigos da Borga (Fafe), prolongando-se com o encontro de Bandas de Música, de Vilela e Pevidém, no Largo Visconde de Mozelos, e a atuação dos Kalhambeke, a partir das 22h00, no Largo 5 de Outubro. O sábado não fica completo sem a missa vespertina com Sermão a Santo António, pelas 19h00, na Igreja Matriz.

Para o último dia está reservada a Missa à Senhora das Dores (11h00), bem como a imponente Procissão (17h00) antecedida pela Saudação aos Idosos da Santa Casa (14h45), recaindo nas Bandas Musicais de S. Martinho do Campo e de Tangil a componente melodiosa e harmoniosa com que encerramos as nossas Festas do Concelho.

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SANTA MARTA DE PORTUZELO E A SUA CONSTITUIÇÃO HERÁLDICA

O Ministério do Interior - Direcção Geral de Administração Política e Civil, através da Portaria n.º 8123, de 1 de junho, publicada no Diário do Govêrno n.º 125/1935, Série I de 1935-06-01, designou a constituição heráldica das armas, bandeira e sêlo da Junta de Freguesia de Santa Marta de Portuzelo, concelho e distrito de Viana do Castelo.

Refira-se que vários grupos folclóricos da nossa região têm vindo nos últimos tempos a inserir de forma errada os brasões municipais nos trajes femininos, algo que não corresponde à época em que tais trajes eram usados.

A título de curiosidade histórica, a Assembleia da República, aprovou a Lei 59/2003 de 22 de Agosto, através da qual procedeu à alteração da designação da freguesia de Portuzelo, passando esta a designar-se Santa Marta de Portuzelo. Não obtante o diploma que designou a sua constituição heráldica já a tratar com essa denominação.

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VIANA DO CASTELO: ALBERGUE DOS PEREGRINOS EM 1938

Fachada principal do antigo Albergue de acolhimento a mercadores, peregrinos e viajantes em geral, que estivessem de passagem na povoação. Fundado por João Paes "o velho" em 1468. Restaurado e reconstruído no século XVI, destacando-se as janelas de recorte manuelino, a pedra de armas da família Rocha, Portocarrero e um nicho, com imagem do Senhor da Ressurreição. Tirada da Travessa do Hospital Velho, vendo-se uma criança. Data: 1938.

Fonte: Arquivo Municipal do Porto

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HISTORIADOR CERVEIRENSE JOÃO CALDAS PUBLICA "COVAS - VIVÊNCIAS PASSADAS, HISTÓRIAS CONTADAS"

No próximo sábado, dia 13 de agosto, vai ser publicado, numa acção conjunta da Junta de Freguesia de Covas e da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, o livro do cerveirense João Caldas, intitulado "COVAS - VIVÊNCIAS PASSADAS, HISTÓRIAS CONTADAS".

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Ao longo das suas cerca de trezentas páginas, dá a conhecer várias histórias que contam factos verídicos que tiveram como protagonistas, alguns covenses. Algumas são sérias e exemplos de bondade, de partilha, de dedicação e de servir; outras, dão-nos a conhecer momentos de boa disposição, por vezes hilariantes, vividos no dia a dia, tendo como cenário tabernas, barbeiros, sapateiros ou ambientes rurais.

Outras, ainda, relembram tradições, usos e costumes que o tempo teimosamente teima em apagar. E foi para evitar que esse apagão destrua por completo a memória do passado do povo da sua aldeia, que resolveu editar este pequeno condensado de folhas, a que ouso chamar livro.

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PERRE: GOVERNO REPUBLICANO VENDEU À JUNTA DE FREGUESIA EM 1913 OS BENS QUE PERTENCIAM À IGREJA

O Ministério da Justiça - Direcção Geral dos Eclesiásticos - 1.ª Repartição, através de Decreto publicado no Diário do Govêrno n.º 253/1913, Série I de 29 de Outubro de 1913, cedeu à Junta de Paróquia de Perre diferentes bens eclesiásticos.

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Refira-se a designação Junta de Paróquia referia-se às paróquias civis, o equivalente às atuais Juntas de Freguesia.

Este procedimento resulta do arrolamento dos bens eclesiásticos, incluindo os bens cultuais, estabelecido pela Primeira República. Tratou-se de um procedimento imposto pela Comissão Jurisdicional dos Bens Cultuais, um organismo criado a seguir à implantação do regime republicano no ano anterior destinado à expropriação do património eclesiástico.

Refira-se que desde a reforma administrativa de 18 de Julho de 1835 foram criadas as juntas de paróquia para se destacarem da estrutura eclesiástica que remonta à Idade Média, muito embora os seus limites geográficos fossem coincidentes com esta. Com a Lei nº 621, de 23 de Junho de 1916, a estrutura civil das juntas de paróquia passaram a designar-se por juntas de freguesia – de filius ecclesiae – que, ironicamente, quer dizer “filho da Igreja”.

São designados por bens cultuais porque se destinavam ao culto, não devendo serem confundidos com “bens culturais”.

Fonte: ANTT

VIANA DO CASTELO / PERRE: DILIGÊNCIA DE HABILITAÇÃO DE GONÇALO DA ROCHA BRAVO A MEMBRO DA COLEGIADA DE VIANA DO CASTELO

Gonçalo da Rocha Bravo, pretendente a comissário, cónego, tesoureiro-mor na Colegiada de Viana (?), em 1714, natural de Quinta de Perre, termo de Viana, filho de Baptista da Rocha Jácome e de Maria Gandavo Maciel.

Cota atual: Tribunal do Santo Ofício, Conselho Geral, Habilitações Incompletas, doc. 2144

Fonte: ANTT

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COMO LIDOU O ESTADO NOVO COM A CRIAÇÃO DO CONCELHO DE VIZELA?

Boletim n.º 4/70, confidencial, da Direcção dos Serviços de Censura solicitando cuidado nas notícias alusivas ao prolongamento dos limites da cidade de Guimarães e criação do concelho de Vizela. Quarta, 11 de Novembro de 1970.

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Boletim n.º 7/70, confidencial, da Direcção dos Serviços de Censura transcrevendo despacho do Director Geral da Informação sobre a questão da proibição de um artigo para o Comércio do Porto sobre a pretensão de Vizela a ser concelho. Quinta, 10 de Dezembro de 1970

Fonte: Fundação Mário Soares

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ARGA: PRIMEIRAS PÁGINAS DE TRASLADO DO EMPRAZAMENTO FEITO PELO ABADE DO MOSTEIRO DE S. JOÃO D’ARGA EM 1831

Cópia em pública-forma do emprazamento feito em 1 de Fevereiro de 1831 a António Machado e Leonesa Carvalho pelo abade do Mosteiro de S. João de Arga da quinta e pertences da Lage; emprazamento firmado por Bula, passada a requerimento de Joana Margarida de Sousa e Meneses.Extinto o Mosteiro de S. João de Arga passou o senhorio direto à Casa do Marquês de Vila Real e sendo-lhe confiscado os bens passou por doação régia à extinta Casa do Infantado.Nota: O primeiro emprazamento data de 14 de maio de 1550.

Fonte: Arquivo Municipal de Ponte de Lima

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BARCELOS: BISPO D. ANTÓNIO BARROSO CARICATURADO POR RAFAEL BORDALO PINHEIRO

A 2 de agosto de 1899, toma posse como novo bispo do Porto, D. António Barroso (1854 - 1918), bispo missionário, natural de Barcelos, conhecido por ser uma figura conciliadora e pelo seu carácter destemido.

Rafael Bordalo Pinheiro caricatura-o alguns meses depois desta tomada de posse, salientando precisamente essa sua faceta conciliadora. Nesta ilustração, o prelado atravessa o rio Douro sobre pedras, equilibrando-se com uma vara que é de facto um "pau de dois bicos". Numa das margens encontra-se um membro da anticlerical "comissão liberal"; na outra um grupo de jesuítas acossados. Conciliador, o bispo procurou acalmar diplomaticamente os ânimos entre poderes e facções, após a ocorrência no Porto do muito falado "caso Calmon" e a publicação do polémico decreto regulamentador dos institutos religiosos, de 10 de Março de 1901, circunstâncias que fraturaram profundamente a sociedade portuguesa e acenderam reações anticongreganistas.

Ilustração publicada n'"A Paródia" de 10 de abril de 1901.

Leia os jornais bordalianos em https://museubordalopinheiro.pt/.../jornais-bordalianos/

Fonte: Museu Bordalo Pinheiro

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VIZELA COMEMORA OS 40 ANOS DO 5 DE AGOSTO DE 1982 – A “REVOLUÇÃO POPULAR” PELA RESTAURAÇÃO DO CONCELHO

A Câmara Municipal de Vizela e a Comissão de Festas de Vizela vão promover o programa comemorativo dos 40 anos do 5 de agosto de 1982, no próximo dia 5 de agosto.

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Quarenta anos depois, o ‘5 de agosto de 82’ continua bem vincado na memória dos vizelenses, sendo recordado como a “revolução popular” pela independência administrativa de Vizela.

Assim, no próximo dia 5 de agosto, terão lugar as comemorações dos 40 anos do 5 de agosto de 1982, com o seguinte programa:

  • 18.00h Abertura de exposição ‘5 de Agosto de 1982’ – Loja Interativa de Turismo
  • 18.30h Romagem aos cemitérios
  • 19.00h

o    Descerramento de monumento comemorativo dos 40 anos do 5 de Agosto de 1982

o    Sessão solene comemorativa dos 40 anos do 5 de Agosto de 1982

  • 23.00h I Largo 5 de agosto

o    Grupo de Bombos Família Peixoto

o    Fogo de artificio

MINHO RECUPERA A SIDRA E AS BEBIDAS DE POMAR

A sidra – frequentente designada por “vinho de maçã” – foi desde sempre um produto bastante apreciado pelos minhotos em dia de festa ou nas feiras e romarias. Degustado pela malguinha como quem bebe vinho verde, a sua frescura e acidez vai ao encontro do paladar das nossas gentes, sobretudo nas tardes escaldantes de verão.

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O seu método de produção é em tudo semelhante ao do vinho, desde o esmagar e da prensagem até ao processo de fermentação que leva à produção de um suco fermentado a partir das maçãs cuja graduação alcoólica pode atingir os 10 graus.

No Minho a sua produção é caseira e feita de forma artesanal. Porém, em virtude da sua elevada procura, algumas marcas de refrigerantes passaram a produzi-la de maneira industrial e a introduzi-la nos circuitos comerciais, nomeadamente nas grandes superfícies. De resto, a sua importância económica faz com que países como a Inglaterra, Irlanda e França se encontrem entre os seus maiores produtores, sendo notória a sua maior influência nos países do norte da Europa onde tal bebida teve a sua origem.

Também na Madeira possui enorme popularidade desde o início do seu povoamento, facto a que naturalmente não é alheia a influência dos minhotos que se encontram entre os seus principais povoadores.

Havia lavradores que produziam a sidra destinada a ser vendida aos taberneiros nas festas e romarias e faziam dela boa receita. Porém, necessitavam de libertar o vasilhame para nele armazenar o vinho porque as vindimas estavam próximas e, apesar de muito apreciarem a sidra, não lhe davam a mesma importância que ao verdasco que deveria durar o ano inteiro. E, assim, a sidra foi diminuindo a sua produção e desaparecendo dos hábitos de consumo.

Mas a sidra está de volta: o Minho está de novo a despertar para um dos seus produtos endógenos e a colocá-la na lista das suas especialidades vinícolas. E, eis que Ponte de Lima acaba de anunciar a realização de um festival de sidras e bebidas de pomar já para o próximo mês de Agosto. E podem ter a certeza que a moda vai pegar!

Foto: http://bfiver.com.br/

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MAIS DE 70 MIL PESSOAS PASSARAM PELA FEIRA MEDIEVAL DE CAMINHA

Noite de sábado marcada pela massiva afluência de público

Ao longo dos cinco dias da Caminha Medieval deste ano a vila da foz do Minho recebeu mais de 70 mil visitantes, com destaque para sexta-feira e, sobretudo, para a tarde e noite de sábado, onde foram batidos todos os recordes de afluência de público. Numa celebração extraordinária do Ano Santo Jacobeu (que se prolongou do ano passado por causa da pandemia) e num exercício de promoção e valorização do Caminho Português da Costa, a Câmara Municipal de Caminha dedicou a programação da edição deste ano à celebração das peregrinações que ao longo dos séculos passaram em direção ao sepulcro de S. Tiago apóstolo.

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Em destaque, como novidades, estiveram a representação da pharmacopeia - o hospital do peregrino, a experiência mens sana em corpore sano (uma espécie de SPA dos tempos medievais), o espaço de acolhimento aos peregrinos e as peregrinações diárias que envolveram centenas de voluntários das freguesias e associações do concelho.

Ao mesmo tempo, uma nova arrumação do espaço proporcionado pelas recentes obras de requalificação do Centro Histórico e diversas atividades relacionadas com música, teatro, literatura, cetraria, ofícios medievais e oficinas de arte, permitiram uma viagem pelo passado que durante uma semana encheu as ruas da bonita vila de Caminha.

Para Miguel Alves, Presidente da Câmara Municipal de Caminha, "esta foi das edições mais desafiantes de sempre. Por um lado, tivemos o interregno de dois anos por causa da pandemia que quebrou rotinas de trabalho e, sobretudo, levou ao encerramento de muitas empresas que trabalham na animação das diversas feiras medievais do país. Foi um ano inusual de estreias e de novas parcerias. Por outro lado, por força da conjugação de datas, tivemos só dois dias de montagem do espaço da feira após a realização do Artbeerfest, que também teve que ser desmontado ao mesmo tempo. Em cima destas dificuldades, a enchente que tivemos, todos os dias, mas, sobretudo, no sábado, criou novos problemas que temos que saber resolver".

Para o autarca de Caminha, a satisfação do dever cumprido não esquece as responsabilidades da organização: "Agradeço muito a todos os participantes, aos voluntários e a toda a equipa municipal que nunca vira a cara ao tralho. É verdade que Caminha teve gente como nunca, que o comércio faturou em larga escala, e também é verdade que as associações do nosso concelho aproveitaram bem o momento para fazer receita importante. Mas o número de pessoas que tivemos nesta Caminha Medieval exige um esforço redobrado para que no próximo ano possamos encontrar mais e melhores soluções para que as pessoas desfrutem deste que é, à data, o maior evento do concelho de Caminha e um dos maiores de toda a região" concluiu o autarca.

Na Caminha Medieval estiveram presentes 23 grupos de animação vindos de todo o país e de Espanha e foram contabilizados 120 participantes, sendo 23 artesãos, 50 mercadores alimentares, 33 mercadores não alimentares, 1 mercador exótico e 14 estabelecimentos locais.

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D. AFONSO HENRIQUES – O MINHOTO QUE FOI O PRIMEIRO REI DE PORTUGAL – NASCEU HÁ 911 ANOS!

D. Afonso Henriques, o minhoto que foi o fundador do Reino de Portugal, nasceu em Guimarães há novecentos e onze anos.

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Coma vitória da Batalha de Ourique em 1139, D. Afonso Henriques proclamou-se Rei de Portugal, vindo a sua autoridade a ser reconhecida em 1143 através do Tratado de Zamora. A ele se deve o facto de sermos portugueses, conquista mantida com enormes sacrifícios ao longo de muitos séculos e sucessivas gerações e, não raras as vezes, colocada em risco em determinados momentos históricos particularmente adversos que os nossos antepassados sempre souberam superar.