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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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ASSEMBLEIA NACIONAL GALEGA QUER VÍMARA PERES HOMENAGEADO EM GUIMARÃES E NA CORUNHA

A Assembleia Nacional Galega (ANG) pretende que a cidade da Corunha e a de Guimarães tivessem cada uma delas uma rua dedicada a Vímara Peres ou seja, o seu nome consagrado n toponímia das duas cidades.

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Para o efeito, a Assembleia Nacional Galega iniciou uma petição pública dirigida ao Alcaide do Concelho da Corunha e ao Presidente da Câmara Municipal de Guimarães para que dediquem uma rua em cada uma das suas cidades a Vímara Peres, uma das mais relevantes figuras da história comum da Galiza e de Portugal.

A cidade do Porto já tem desde há anos uma estátua equestre dedicada ao nobre galego Vímara Peres, em frente à Sé e também uma importante e central Avenida Vímara Peres.

Agora seria o momento que a cidade da Corunha e a de Guimarães tivessem cada uma delas uma rua a ele dedicada, defendem os promotores da petição.

Não se sabe exatamente o lugar de nascimento de Vímara Peres, ainda que alguns considerem ter sido na Corunha, em 820. Seu pai, Pedro Theóm, participou em 858 na expulsão de Faro (A Corunha) e da Galiza dos normandos ou vikings que a invadiram.

Entretanto, a campanha promovida pela ANG é notícia no jornal "El Ideal Gallego".

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VALENCIANOS VISITAM À NOITE AS MEMÓRIAS DA FRONTEIRA

VALENÇA - Visita Noturna Pelas Memórias da Fronteira (Devido às condições climatéricas esta visita foi adiada para 1 de junho às 21h30)

Conhece as estórias das trapicheiras e contrabandistas? As memórias do café, dos caramelos, o que é uma mandrana, uma apalpadeira, a ponte, as noites no rio? Valença convida a descobrir numa Visita Noturna pelas Memórias da Fronteira.

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Sexta-feira, 1 de junho, Valença revive as estórias e memórias que mais a marcaram, no último século, com ponto de partida a Rotunda da Trapicheira, às 21h30.

Vozes dos Protagonistas

Um percurso noturno carregado de memórias e estórias onde os verdadeiros protagonistas serão as personagens vivas desses tempos. Venha ouvir as estórias das trapicheiras e raianas (sobretudo senhoras que transportavam os produtos), dos contrabandistas, dos presos, dos guardas fiscais e carabineiros, em voz própria, por quem fez a sua vida, durante décadas, na fronteira Valença Tui.

Viagem no Tempo

Esta é uma oportunidade para avivar muitas estórias do Contrabando e Trapiche de Valença. O Contrabando e o Trapiche foram atividades de sobrevivência dos homens e mulheres de Valença, proporcionados pela condição de fronteira. Durante séculos foram a grande fonte de sobrevivência de muitas famílias valencianas ficando para sempre na memória coletiva desta comunidade.

Estórias Únicas

As atividades de contrabando e trapiche em Valença tem particularidades únicas que esta visita guiada vai dar a conhecer. As mil estórias das “apalpadeiras”, a singularidade dos trajes das trapicheiras e raianas, a arte de “enganar” as autoridades, os produtos do trapiche e contrabando e o linguajar das trapicheiras.

Locais de Memórias

O percurso vai-se desenvolver desde a Rotunda da Trapicheira, Fortaleza de Valença, antiga Alfândega portuguesa de Valença, ponte internacional metálica, antiga Aduana espanhola de Tui, Casa da Revistadeira de Valença e avenida de Espanha.

A iniciativa é do CLDS Valença 3G.

MONÇÃO FESTEJA CORPO DE DEUS – COCA DESAFIA S. JORGE!

JORGE VENCE O DRAGÃO. QUE LOUCURA DE FESTA! 31 DE MAIO A 3 DE JUNHO.

O Corpo de Deus/Coca de Monção, festas concelhias, é um dos momentos mais relevantes do calendário cultural do concelho de Monção e um dos principais motivos de valorização da etnografia popular e afirmação da identidade coletiva do nosso povo, do nosso território.

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O programa é diversificado e apelativo, destacando-se, no primeiro dia, 31 de maio, feriado nacional, a arruada da Coca (10h00), a Eucaristia e Procissão Solene (17h00), a Charanga a Cavalo do Regimento de Cavalaria da Guarda Nacional Republicana (18h30) e o Combate entre S. Jorge e a Coca (19h00), no anfiteatro natural do Souto.

No dia seguinte, 1 de junho, pelas 10h00, celebração do Dia Mundial da Criança, na Praça Deu-la-Deu, e Noite de Fados, pelas 22h00, no jardim da Biblioteca Municipal de Monção. O sábado, 2 de junho, reserva entrega dos prémios do Concurso de Escrita “Era uma vez….a biblioteca Municipal”, pelas 11h00, e o Festival de Música “Coca`in Festa”, a partir das 18h30, na Rua da Independência.

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O domingo, 3 de junho, abre com a caminhada “Caminhos do Alvarinho”, organização do grupo cívico “Corre por Monção”, pelas 8h30, culminando com o Cortejo Etnográfico das Freguesias, pelas 16h30. Além da sonoridade característica das nossas aldeias como bombos, concertinas e cavaquinhos, mostram-se algumas vivências de ruralidade como a prática da pastorícia, o trabalho do granito, as vindimas, a malhada do centeio, ou a desfolhada.

Nestes quatro dias de festa, com prolongamento até 10 de agosto, estarão expostas várias Cocas elaboradas pelas instituições/associações/clubes do concelho. Neste trabalho criativo, recorreram a materiais diversificados na sua conceção, apresentando, ao longo do percurso da Procissão Solene, parte do imaginário monçanense.

Fernando Silva

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PROF. DOUTOR MANUEL ANTUNES VAI A LOURES FALAR DA ALDEIA SUBMERSA DE VILARINHO DA FURNA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho no âmbito do FolkLoures’18

Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada” é o tema da conferência que o Professor Dr. Manuel Antunes vai proferir no próximo dia 30 de Junho, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retratam os usos e costumes das gentes de Vilarinho da Furna, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Manuel de Azevedo Antunes é doutorado em Ciência Política (2009). Estudante nas Universidades de Lisboa (1966-1976) e Paris – Sorbonne (1976-1977), desenvolveu atividade docente nas Universidades de Lisboa (1975-1992) e Maputo (1979-1987). Foi Consultor das Nações Unidas (1989), em Moçambique. Na Guiné- Bissau (1988-1992), participou, como coordenador, metodólogo e estatístico, no Inquérito Demográfico e Sanitário, para o Ministério da Saúde, com apoio do Banco Mundial. É, atualmente, Professor Associado e Investigador na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Preside a AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna, tendo publicado “Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Regra do Jogo, 1985), “Requiem por Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Biblioteca da Universidade Lusófona, 1994) e “Vilarinho da Furna, Memórias do Passado e do Futuro” (Lisboa: Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2005).

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PÓVOA DE LANHOSO CAMINHA COM A HISTÓRIA

Câmara Municipal promove Caminhada com História nos dias 2 e 3 de junho

A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso promove, nos próximos dias 2 e 3 de junho, mais uma edição - a quarta - da Caminhada com História.

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A Caminhada com História pretende proporcionar um fim-de-semana de evasão pelo território Povoense, explorando vários pontos de interesse patrimonial, que foram e continuam a ser determinantes para o desenvolvimento da região, contemplando a típica paisagem minhota, caracterizada pelos seus relevos acentuados e vales encaixados e verdejantes, formando verdadeiros cenários idílicos, que pretendem fazer despertar sensações únicas em cada uma das pessoas participantes.

Com partida do centro da Vila da Póvoa de Lanhoso, no dia 2, pelas 9h00, esta Caminhada de dois dias contempla, desta vez, a visita guiada e a descoberta de diversos locais de interesse como a galeria da Barragem das Andorinhas ou os núcleos rurais de Vilarinho de Cima e de Baixo e a capela de Nossa Senhora do Pilar, em Sobradelo da Goma, assim como a Aldeia Turística de Carreira, na mesma freguesia. Será nas instalações da EB1 de Sobradelo da Goma que as pessoas participantes irão pernoitar.

O programa apresenta ainda as visitas guiadas ao Santuário de Nossa Senhora de Porto de Ave, em Taíde, e ao Museu do Ouro, em Travassos. Prevê ainda a visita à igreja românica e às capelas de St. António e de Sta. Luzia, em Fontarcada.

Já na Vila Povoense, o programa prevê uma visita ao Hospital António Lopes e ao Largo António Lopes; ao Centro Interpretativo Maria da Fonte e ao Theatro Club; e à Sala de Interpretação da Filigrana.

Os/As caminhantes irão percorrer uma distância de 34 quilómetros (20 quilómetros no primeiro dia e 14 quilómetros no segundo dia).

A participação nesta Caminhada tem um custo associado.

Mais informações e inscrições aqui.

HISTORIADOR DANIEL BASTOS APRESENTA EM GUIMARÃES O LIVRO “TERRAS DE MONTE LONGO

O historiador Daniel Bastos apresentou na passada sexta-feira em Guimarães o seu mais recente livro “Terras de Monte Longo”.

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A contar da esquerda, o historiador Daniel Bastos, e o deputado na Assembleia da República, Luís Soares, na mesa da sessão de apresentação na FNAC-Guimarães

 

A obra, concebida a partir do espólio de um dos mais aclamados fotógrafos portugueses da sua geração, José de Andrade (1927-2008), fotógrafo de renome internacional, premiado e exposto em vários cantos do mundo, foi apresentada no fórum da FNAC em Guimarães.

A apresentação da obra, uma edição trilingue traduzida para português, francês e inglês com prefácio do conhecido fotógrafo franco-haitiano que imortalizou a história da emigração portuguesa, Gérald Bloncourt, esteve a cargo do deputado na Assembleia da República, Luís Soares.

No decurso da sessão de apresentação, o deputado na Assembleia da República, Luís Soares, aludiu que o novo livro concebido e realizado por Daniel Bastos propõe aos leitores uma viagem pela cultura, tradição e ruralidade do interior norte de Portugal na transição da ditadura para a democracia.

Refira-se que neste novo livro, realizado com o apoio do Centro Português de Fotografia, instituição pública que assegura a conservação, valorização e proteção legal do património fotográfico nacional, o investigador da nova geração de historiadores portugueses, cujo percurso tem sido alicerçado junto das Comunidades Portuguesas, esboça um retrato histórico conciso e ilustrado do interior norte de Portugal em meados dos anos 70.

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PROF. DOUTOR MANUEL ANTUNES VAI A LOURES FALAR DA ALDEIA SUBMERSA DE VILARINHO DA FURNA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho no âmbito do FolkLoures’18

Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada” é o tema da conferência que o Professor Dr. Manuel Antunes vai proferir no próximo dia 30 de Junho, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retratam os usos e costumes das gentes de Vilarinho da Furna, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Manuel de Azevedo Antunes é doutorado em Ciência Política (2009). Estudante nas Universidades de Lisboa (1966-1976) e Paris – Sorbonne (1976-1977), desenvolveu atividade docente nas Universidades de Lisboa (1975-1992) e Maputo (1979-1987). Foi Consultor das Nações Unidas (1989), em Moçambique. Na Guiné- Bissau (1988-1992), participou, como coordenador, metodólogo e estatístico, no Inquérito Demográfico e Sanitário, para o Ministério da Saúde, com apoio do Banco Mundial. É, atualmente, Professor Associado e Investigador na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Preside a AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna, tendo publicado “Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Regra do Jogo, 1985), “Requiem por Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Biblioteca da Universidade Lusófona, 1994) e “Vilarinho da Furna, Memórias do Passado e do Futuro” (Lisboa: Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2005).

ROMANOS CONDICIONAM TRÂNSITO EM BRACARA AUGUSTA

Condicionamentos à normal circulação de trânsito e estacionamento – Braga Romana 2018

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O Município de Braga informa que, por motivo da realização da ´Braga Romana 2018´, a realizar entre os dias 23 e 27 de Maio, serão tomados os seguintes condicionamentos de trânsito e ocupação do espaço público:

Proibição e alteração da circulação automóvel no dia 23 de Maio (Quarta Feira):

- Na Rua D. Gonçalo Pereira e Largo de São Paulo, entre as 19h00 e as 03h15 do dia 24, é proibido o trânsito automóvel. Neste período o trânsito automóvel na Rua do Anjo pratica-se em sentido único, concretamente sentido Poente/Nascente;

- Na Rua D. Paio Mendes, é proibido o trânsito automóvel a partir das 08h00 no sentido Poente/Nascente;

- Na Rua Dr. Rocha Peixoto, entre as 07h30 e as 11h00, é proibido o trânsito automóvel;

- Na Praça Municipal, entre as 10h00 e as 13h00, é proibido o trânsito automóvel.

Proibição e alteração da circulação automóvel no dia 24 de Maio (Quinta Feira):

- Na Rua D. Gonçalo Pereira e Largo de São Paulo, entre as 19h00 e as 03h15 do dia 25, é proibido o trânsito automóvel. Neste período o trânsito automóvel na Rua do Anjo pratica-se em sentido único, concretamente sentido Poente/Nascente;

- Na Rua D. Paio Mendes é proibido o trânsito automóvel no sentido Poente/Nascente.

Proibição e alteração da circulação automóvel no dia 25 de Maio (Sexta Feira):

- Na Rua D. Gonçalo Pereira e Largo de São Paulo, entre as 19h00 e as 03h15 do dia 26, é proibido o trânsito automóvel. Neste período o trânsito automóvel na Rua do Anjo pratica-se em sentido único, concretamente sentido Poente/Nascente;

- Na Rua D. Paio Mendes é proibido o trânsito automóvel no sentido Poente/Nascente;

- Na Praça Municipal, das 20h00 às 02h00 do dia 26, é proibido o trânsito automóvel;

- Na Rua D. Frei Caetano Brandão, das 22h00 às 02h00 do dia 26, é proibido o trânsito automóvel.

Proibição e alteração da circulação automóvel no dia 26 de Maio (Sábado):

- Na Rua D. Gonçalo Pereira e Largo de São Paulo, entre as 14h00 e as 03h15 do dia 27, é proibido o trânsito automóvel. Neste período o trânsito automóvel na Rua do Anjo pratica-se em sentido único, concretamente sentido Poente/Nascente;

- Na Rua D. Paio Mendes é proibido o trânsito automóvel no sentido Poente/Nascente;

- Na Praça Municipal, das 21h00 às 23h59, é proibido o trânsito automóvel.

Proibição e alteração da circulação automóvel no dia 27 de Maio (Domingo):

- Na Rua D. Gonçalo Pereira e Largo de São Paulo, entre as 14h00 e as 23h59, é proibido o trânsito automóvel. Neste período o trânsito automóvel na Rua do Anjo pratica-se em sentido único, concretamente sentido Poente/Nascente;

- Na Rua D. Paio Mendes é proibido o trânsito automóvel no sentido Poente/Nascente;

- Na Praça Municipal, das 16h00 às 18h30, é proibido o trânsito automóvel.

Proibição e alteração da circulação automóvel no dia 29 de Maio (Segunda Feira):

- Na Rua D. Paio Mendes, é proibido o trânsito automóvel até às 18h00 no sentido Poente/Nascente.

Proibição de estacionamento automóvel:

- Entre as 19h00 do dia 17 e as 07h30 do dia 19, no arruamento Nascente da Praça Municipal;

- Entre as 09h00 do dia 21 e as 18h00 do dia 28, na área contígua ao Museu Dom Diogo de Sousa e no lado sul da Rua Dom Paio Mendes;

- Entre as 07h00 do dia 21 e as 18h00 do dia 28, na Rua D. Gonçalo Pereira (lado Nascente), na Rua Dom Paio Mendes (lado sul), nos 2 lugares existentes em frente ao ‘Banco BIG’ da Rua Dom Afonso Henriques, nos 2 lugares existentes em frente ao entroncamento da Rua do Forno com a Rua D. Afonso Henriques, no arruamento Sul do Largo das Carvalheiras e na Praça Municipal, nomeadamente nos arruamentos Nascente e Poente, bem como nos arruamentos confinantes a Norte e a Sul com o Edifício Municipal;

- Entre as 19h30 do dia 22 e as 08h00 do dia 28, no lado Poente da Rua Dr. Rocha Peixoto;

- No dia 24, entre as 19h00 e até ao final do Cortejo a realizar pelas 21h30 do dia 25, nos lugares interiores (contíguos à plataforma central da praça) dos arruamentos Norte e Sul da Praça Municipal.

BRAGA INAUGURA EXPOSIÇÃO SOBRE O CONVENTO DE NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS

Inauguração da Exposição ‘Remédios - Um Extincto Convento’, amanhã, Sexta-feira, dia 18 de Maio, pelas 17h00, na Casa dos Crivos, Braga

O Município de Braga inaugura a exposição ‘Remédios - Um Extincto Convento’, em cerimónia que terá lugar amanhã, Sexta-feira, dia 18 de Maio, pelas 17h00, na Casa dos Crivos, em Braga.

A iniciativa contará com a presença de Lídia Dias, vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Braga.

O Convento de Nossa Senhora dos Remédios, da Piedade e da Madre de Deus foi, porventura, uma das edificações religiosas mais relevantes na história da cidade de Braga. Foi o primeiro convento a ser fundado em espaço urbano, em 1544 por intermédio do religioso andaluz D. Frei André de Torquemada, e foi o primeiro a desaparecer, na sequência de um polémico processo na transição do regime monárquico para a 1.ª República. Esta mostra, que estará patente até 10 de Junho, reúne fotografias, documentos, obras de arte, entre outros elementos iconográficos que procuram ajudar a compreender a sua história e a dispersão do seu espólio na cidade.

BARÃO DA TROVISQUEIRA E BERNARDINO MACHADO ANIMAM DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS EM FAMALICÃO

Comemorações decorrem entre 17 e 20 de maio com mais de duas dezenas de atividades

As comemorações do Dia Internacional dos Museus arrancam amanhã, quinta-feira, dia 17 de maio, em Vila Nova de Famalicão, e decorrem até domingo, dia 20, com mais de duas dezenas de atividades diversas, envolvendo a Rede de Museus do concelho.

As celebrações iniciam com o reviver de um momento histórico, 143 anos depois da inauguração da linha férrea entre Porto e Braga, que aconteceu a 20 de maio de 1875, durante uma viagem experimental chefiada pelos reis D. Luís I e D. Maria Pia, o antigo presidente da Câmara Municipal, Barão da Trovisqueira, regressará à Estação dos Caminhos-de-Ferro de Famalicão para fazer as honras da casa e repetir o discurso realizado na época. O momento acontece nos dias 17 e 18, entre as 7h30 e as 9h00 e as 17h30 e as 18h30.

O Barão da Trovisqueira fará um discurso para a comunicação social presente na Estação, pelas 08h40.

Depois do reviver deste momento histórico surge na Estação dos Caminhos de Ferro de Famalicão o antigo presidente da República Portuguesa, Bernardino Machado, que vai animar as viagens de comboio entre Braga e o Porto, entre as 9h00 e as 18h30. A iniciativa intitula-se “Património… em viagens”. A primeira viagem está agendada para as 9h02 para a Campanhã, onde chegará às 9h41.

Para além do reviver dos momentos e das personagens históricas, os museus de Famalicão abrem as portas, através de visitas livres e guiadas, workshops, atelieres e oficinas, exposições e encontros.

Neste âmbito, destaque para a iniciativa “Museu Adentro” que proporcionará uma experiência totalmente diferente aos visitantes dos museus, recriando ambientes e atmosferas ancestrais, através de sons, aromas, melodias e dramatizações teatrais. A iniciativa irá realizar-se no dia 18, pelas 21h30, no Museu Soledade Malvar; no dia 19, pelas 15h00, no Museu da Industria Têxtil e no dia 20, pelas 16h00, no Museu Nacional Ferroviário.

Também no dia 20, no Museu Ferroviário, será inaugurada pelas 15h00 a exposição fotográfica “Retratos Ferroviários”, que apresenta pedaços de história ferroviária.

Refira-se que o Dia Internacional dos Museus que se assinala a 18 de maio é proposta pelo ICOM (International Council of Museums) que, este ano, escolheu o tema “Museus hiperconectados: novas abordagens, novos públicos”.

NOITE DOS MUSEUS COM CAMILO CASTELO BRANCO E BERNARDINO MACHADO

Entretanto, o município de Vila Nova de Famalicão associa-se mais uma vez à iniciativa Noite Europeia dos Museus, com a promoção de diversas iniciativas. No dia 18, pelas 21h30, será apresentado o conto “Maria Moisés” no auditório do Centro de Estudos Camilianos. No dia 19, é a vez do Museu Bernardino Machado abrir as portas à festa noturna “De caras no Museu”, a partir das 23h00.

Refira-se que o município de Vila Nova de Famalicão possui treze museus, núcleos museológicos e coleções visitáveis com enormes potencialidades pedagógicas, culturais e turísticas. Em 2013, foi criada a Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão para preservar e valorizar os espaços museológicos do concelho.

Consulte o programa completo em www.vilanovadefamalicao.org

Seguem os restantes horários das viagens:

1º Comboio 15218 Famalicão 09H02 – Porto Campanhã 09H41

2º Comboio 15215 Porto Campanhã  09H50 – Braga 10H56

3º Comboio 15224 Braga 11H34 – Porto São Bento 12H45

4º Comboio 15225 Porto São Bento 13H45 – Braga 14H56

5º Comboio 15234 Braga 15H34 – Porto São Bento 16H45

6º Comboio 15235 Porto São Bento 17H15 – Famalicão 17H52

VILLA DE BASTO REGRESSA À IDADE MÉDIA

I Feira Medieval percorreu as ruas da Villa de Basto. A Villa de Basto em Celorico de Basto viveu este fim-de-semana a I Feira Medieval.

A atual povoação do Castelo de Arnoia que corresponde à antiga sede do Concelho de Celorico de Basto, e é denominada Villa de Basto recebeu este fim-de-semana centenas de pessoas que quiseram fazer parte da I feira Medieval da Villa de Basto.

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“Esta feira medieval é uma forma de nos levar para a data de fundação desta povoação, que embora perdida no tempo, há quem defenda uma possível formação por volta dos séculos XII –XIII sob proteção milenar do Castelo de Arnoia. Com esta feira procuramos sobretudo, reavivar a nossa história, a nossa identidade” disse Joaquim Mota e Silva, presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva.

De facto, identidade e nacionalidade são duas marcas deste local, sendo que em 2020 serão comemorados os 500 anos da entrega do Foral por D. Manuel II.

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“Temos um castelo de Arnoia que é monumento nacional desde 1946 e que se encontra em fase de candidatura a Património Material da Unesco, por isso estas atividades que enriquecem, que atraem, que dão a conhecer este lugar pleno de história e de beleza são fundamentais” realçou o autarca.

A feira medieval da Villa de Basto foi uma boa experiência, muito bem recebida pela população” disse Pedro Machado, Presidente da Junta de Freguesia de Arnoia. “As pessoas ficaram surpreendidas pela positiva com a organização deste evento e apesar do tempo frio, vieram em força à Villa de Basto”.

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A boa recetividade desta Feira medieval já antevê a próxima edição. “É claramente objetivo que esta feira se repita em 2019, só nos falta ajustar a data com o Município e estou certo que, com uma maior divulgação e melhores condições atmosféricas, teremos uma excelente feira medieval em 2019” reforçou.

Como era de esperar a feira contou com o Cortejo no Burgo - Villa de Basto, o arauto anuncia abertura de mercado, música serracena, malabarismo, os primos, dança do ventre, teatro, encantadores de serpentes, tamegaitas, teatro-arlotes, concerto de música medieval-Arribamonte, concerto de música Árabe – moçarabe, espetáculo de fogo-de-artifício, cortejo ao castelo, leitura da carta do Castelo, rábulas medievais, jogos medievais, ferreiro, figuras deambulantes.

Muitas das pessoas que visitaram o certame também participaram ativamente vestidos a preceitos tal como era esperado.

Esta feira medieval foi uma organização da Junta de Freguesia de Arnoia em parceria com o Município de Celorico de Basto.

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PROF. DOUTOR MANUEL ANTUNES VAI A LOURES FALAR DA ALDEIA SUBMERSA DE VILARINHO DA FURNA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho no âmbito do FolkLoures’18

Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada” é o tema da conferência que o Professor Dr. Manuel Antunes vai proferir no próximo dia 30 de Junho, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retratam os usos e costumes das gentes de Vilarinho da Furna, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Manuel de Azevedo Antunes é doutorado em Ciência Política (2009). Estudante nas Universidades de Lisboa (1966-1976) e Paris – Sorbonne (1976-1977), desenvolveu atividade docente nas Universidades de Lisboa (1975-1992) e Maputo (1979-1987). Foi Consultor das Nações Unidas (1989), em Moçambique. Na Guiné- Bissau (1988-1992), participou, como coordenador, metodólogo e estatístico, no Inquérito Demográfico e Sanitário, para o Ministério da Saúde, com apoio do Banco Mundial. É, atualmente, Professor Associado e Investigador na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Preside a AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna, tendo publicado “Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Regra do Jogo, 1985), “Requiem por Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Biblioteca da Universidade Lusófona, 1994) e “Vilarinho da Furna, Memórias do Passado e do Futuro” (Lisboa: Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2005).

HISTORIADOR DANIEL BASTO APRESENTA EM GUIMARÃES O LIVRO “TERRAS DE MONTE LONGO”

No dia 18 de maio (sexta-feira), é apresentado na cidade berço de Portugal o livro Terras de Monte Longo”.

A obra, concebida pelo historiador Daniel Bastos a partir do espólio de um dos mais aclamados fotógrafos portugueses da sua geração, José de Andrade (1927-2008), fotógrafo de renome internacional, premiado e exposto em vários cantos do mundo, é apresentada às 21h30 no espaço da FNAC em Guimarães.

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A apresentação do livro, uma edição trilingue traduzida para português, francês e inglês com prefácio do conhecido fotógrafo franco-haitiano que imortalizou a história da emigração portuguesa, Gérald Bloncourt, estará a cargo do deputado na Assembleia da República, Luís Soares.

Neste novo livro, realizado com o apoio do Centro Português de Fotografia, instituição pública que assegura a conservação, valorização e proteção legal do património fotográfico nacional, Daniel Bastos esboça um retrato histórico conciso e ilustrado do interior norte de Portugal em meados dos anos 70.

Através de imagens até aqui inéditas, que José de Andrade captou nessa época em povoados rurais entre o Minho e Trás-os-Montes, o historiador e autor de livros sobre a emigração, aborda as memórias do passado, não muito distante, do Portugal profundo e rural na transição da ditadura para a democracia, um período fundamental da história contemporânea portuguesa, marcado por décadas de carências, isolamento, condições de vida duras e incontáveis episódios de emigração “a salto”.

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BRAGA PROPÕE VIAGEM NO TEMPO

Evento decorre de 23 a 27 de Maio e conta com mais de 200 espectáculos

A Cidade de Braga volta a vestir-se a rigor para recriar o quotidiano de Bracara Augusta. A 15.ª edição da Braga Romana apresenta uma programação que integra diferentes propostas de viagem no tempo e que irão, certamente, cativar os milhares de visitantes que de 23 a 27 de Maio se deslocam a Braga.

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Além de variadíssimas propostas das visitas guiadas e encenadas, tertúlias e colóquios, a Braga Romana proporcionará este ano mais de 72 horas de programação ininterrupta e cerca de 200 espectáculos em palco.

Na apresentação do evento, que decorreu hoje, 11 de Maio, nas Termas do Alto da Cividade, o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, salientou que a Braga Romana é um projecto mobilizador da sociedade Bracarense que não resume aos cinco dias do evento, estando presente no dia-a-dia da Cidade.

“A Braga Romana é um tributo histórico que se tornou um dos principais momentos de pedagogia, animação e atracção turística da Cidade. E mais do que um tributo, queremos que a herança cultural romana sirva como mote para a afirmação de uma marca para o futuro”, referiu o Ricardo Rio.

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A XV edição coloca à disposição do grande público oportunidades para um contacto mais efectivo com a memória da civilização romana no território Bracarense, com a recriação do quotidiano romano nas suas mais diversas áreas. A Braga Romana dá ainda a oportunidade ao público para visitar museus e espaços arqueológicos que, nestes dias, se enchem de vida e novas experiências.

Este ano, o evento conta com o aumento da área de artes e ofícios no Largo de S. João do Souto, apresentando pela primeira vez a recriação da medicina e cirurgia da época, e um reforço da programação infantil com teatro, percursos encenados, marionetas e oficinas.

O programa inclui dois colóquios, uma sessão de história local, 10 visitas encenadas pelos sítios arqueológicos da Cidade e 10 visitas guiadas das quais se destacam a ‘Braga Romana Escondida’ a 19 de Maio, a ‘Caminhada na Via Romana XVIII’ no dia 20 e a visita guiada para pessoas com mobilidade reduzida a realizar no dia 24.

No dia 23, destaque para o cortejo infanto-juvenil ‘Ludi Litterarii’ que vai contar com a participação de cerca de quatro mil crianças, e para o rito fundacional de Bracara Augusta. Para o dia 24 está agendado o Senado Romano, no Rossio da Sé, e no dia 25, o IX Torneio de Jogos Romanos de Tabuleiro e o Cortejo Triunfal. O baptizado romano, uma das novidades deste ano, realiza-se a 26 de Maio, no Largo D. João Peculiar. No último dia, 27 de Maio, destaque para o Casamento Romano e para o grande espectáculo de dança que encerra a edição de 2018.

Números:

  • 200 Actuações em palco
  • 185 Saídas com animação ambulante
  • 103 Mercadores (Mercado Romano)
  • 99 Entidades do movimento associativo e escolar participam na Braga Romana
  • 36 Agentes artísticos (dos quais 15 são de Braga na área da música, dança, teatro e artes performativas)
  • 6.500 Alunos participam activamente nas actividades da Braga Romana
  • Cortejo Infantil: 4000 participantes
  • Cortejo Nocturno: 2300 participantes

Toda a programação pode ser consultada em www.cm-braga.pt

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PROF. DOUTOR MANUEL ANTUNES VAI A LOURES FALAR DA ALDEIA SUBMERSA DE VILARINHO DA FURNA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho no âmbito do FolkLoures’18

Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada” é o tema da conferência que o Professor Dr. Manuel Antunes vai proferir no próximo dia 30 de Junho, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retratam os usos e costumes das gentes de Vilarinho da Furna, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Manuel de Azevedo Antunes é doutorado em Ciência Política (2009). Estudante nas Universidades de Lisboa (1966-1976) e Paris – Sorbonne (1976-1977), desenvolveu atividade docente nas Universidades de Lisboa (1975-1992) e Maputo (1979-1987). Foi Consultor das Nações Unidas (1989), em Moçambique. Na Guiné- Bissau (1988-1992), participou, como coordenador, metodólogo e estatístico, no Inquérito Demográfico e Sanitário, para o Ministério da Saúde, com apoio do Banco Mundial. É, atualmente, Professor Associado e Investigador na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Preside a AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna, tendo publicado “Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Regra do Jogo, 1985), “Requiem por Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Biblioteca da Universidade Lusófona, 1994) e “Vilarinho da Furna, Memórias do Passado e do Futuro” (Lisboa: Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2005).

PONTE DE LIMA PROMOVE PATRIMÓNIO ROMANO

Ponte de Lima abre a terceira porta da Viagem no Tempo pelo Alto Minho, a 5 de maio

A herança romana deixada na região do Alto Minho é o tema da terceira Porta do Tempo, que vai amnahã, dia 5 de maio, em Ponte de Lima. Promovida pelo Município de Ponte de Lima e pela CIM Alto Minho, no âmbito do projeto “Alto Minho 4D: Viagem no Tempo”, a apresentação da porta contará com uma conferência dedicada à cultura romana e uma visita performativa junto à Ponte Romana que atravessa a vila. 

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A herança que os romanos nos deixaram no nosso património cultural e arquitectónico, assim como as transformações ocorridas à época na sociedade, serão os pontos de partida para a conferência sobre a “Rota do Romano”, que terá lugar no sábado, 5 de maio, pelas 11 horas, no Auditório Municipal de Ponte de Lima. A abordagem estará a cargo de Brochado Almeida, professor emérito da Universidade do Porto e de Rui Morais, professor da Universidade do Porto.

A participação na conferência é gratuita, mas implica inscrição prévia no site da CIM Alto Minho: www.cim-altominho.pt.

No período da tarde, pelas 15h00, será efetuada uma performance alusiva ao tema na entrada do Pavilhão de Feiras e Exposições de Ponte de Lima e, mais tarde, com partida junto à Igreja de Santo António da Torre Velha, a partir das 16h30, uma visita de estudo à Ponte Romana e aos miliários de Faldejães.

Durante o dia, e integrando também o programa, um grupo de sketchers percorrerá aquela que é a vila mais antiga de Portugal, no registo de pormenores do património de Ponte de Lima, no âmbito da acção “Sketching com História”.

Para Ponte de Lima, a rota escolhida foi a do Romano, bem marcada na ponte, que carateriza a vila e lhe dá parte do nome. Embora com um troço medieval, a atual ponte mantém parte da ponte romana: são cinco arcos a partir do grande arco que está em leito seco. A data apontada para esta ponte é o século I, uma vez que foi nessa época que se procedeu à abertura do trajecto de uma das vias militares do antigo "Conventus Bracaraugustanus", que ligava Braga a Astorga, neste caso a Via XIX, mandada abrir pelo Imperador Augusto.

Estas e outras abordagens serão apresentadas na visita de estudo, que será efectuada ao local no período da tarde do primeiro sábado de maio.

Sublinhe-se que o projeto “Alto Minho 4D – Viagem no Tempo” foi aprovado pelo Programa Operacional Regional do Norte – Norte 2020, no domínio do “Património Cultural”, e pretende criar uma rede de 10 rotas/ itinerários cronológicos culturais baseados na história e nos bens patrimoniais do Alto Minho. Com esta iniciativa intermunicipal, cada um dos concelhos do Alto Minho encabeçará uma dessas rotas que funcionará como o “portal” de acesso a uma “estação do tempo” (um núcleo museológico que funcionará num determinado espaço físico), que irá dispor de uma série de valências e no qual se apresentará uma sequência de recursos patrimoniais alusivos a essa rota e a serem visitados não só nesse concelho, mas em todo o território, promovendo-se um circuito (touring) cultural pelo Alto Minho e, consequentemente, a mobilidade turística na região.

CERVEIRA APOSTA NO CAMINHO PORTUGUÊS PARA SANTIAGO DE COMPOSTELA

Valorização do Caminho Português da Costa é “projeto emblemático” no país

Foi desta forma que a Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, classificou o projeto de valorização dos Caminhos de Santiago - Caminho Português da Costa, promovido em conjunto por 10 municípios da Região Norte. Durante a sessão de Lançamento do Livro “Caminho Português da Costa, Estudos”, que decorreu esta manhã, no Castelo de Cerveira, a governante sublinhou que Portugal está a ter uma atratividade turística cada vez mais sustentável, ao longo do ano e do território, “e parcerias como esta, são um bom exemplo”.

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A publicação de um livro de cariz mais científico sobre o Caminho Português da Costa enquadra-se nos diversos objetivos da candidatura intermunicipal “Valorização do Caminho Português da Costa – Caminhos de Santiago”, apresentada ao Norte 2020, no valor de 1,6 milhões de euros, com uma taxa de financiamento de 85%.

“Caminho Português da Costa – Estudos” reúne artigos de seis autores portugueses – Carlos Brochado de Almeida, Ivone Baptista de Magalhães, Aurora Botão Rego, Deolinda Carneiro, Álvaro Campelo, José Augusto Maia Marques - que abordam a temática desde a formação do sistema viário antigo, às problemáticas turísticas, passando pelos sistemas de travessias fluviais, pelos registos históricos indiretos de peregrinos, pela imaginária religiosa associada ao caminho e também pelas perspetivas que a antropologia nos abre sobre as paisagens, as suas lendas e os próprios peregrinos.

A cerimónia pública de lançamento do livro, que decorreu no Castelo de Cerveira com a presença de várias entidades de âmbito local, distrital e regional, foi presidida pela Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, que realçou a importância deste projeto para que o turismo “cresça em valor e deixe valor nos territórios”. “Este é um projeto amplamente emblemático porque leva os peregrinos a descobrir o nosso território, porque cria pontes de diálogo, mas acima de tudo pela parceria de 10 municípios, pela parceria entre turismo e cultura, e pela parceria estratégica entre Portugal e Espanha que, juntos, constituem-se como o maior destino turístico do mundo”, disse.

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira destacou igualmente um dia “marcante” para os 10 concelhos do Norte de Portugal, cuja “cooperação foi notável e resulta num trabalho de rigor e autenticidade”. “Sendo o turismo um dos pilares da nossa economia, as potencialidades culturais e turísticas afetas ao Caminho Português da Costa dão o seu contributo para o desenvolvimento do país”, assegurou Fernando Nogueira.

Enquanto chefe de fileira do projeto, o presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, José Maria Costa, afirmou que “numa Europa, onde se começam a desconstruir fronteiras, o Caminho Português de Santiago privilegia a aproximação de povos, de culturas, de diálogos e de tolerância.  E com este nosso pequeno contributo, estamos a acrescentar valor às questões transfronteiriças”.

A valorização do Caminho Português da Costa encontra-se integrada numa Rede Intermunicipal, coordenada tecnicamente pela Câmara Municipal de Viana do Castelo e onde também são parceiras as Câmaras Municipais do Porto, de Matosinhos, da Maia, de Vila do Conde, da Póvoa de Varzim, de Esposende, de Caminha, de Vila Nova de Cerveira e de Valença.

Esta candidatura visa valorizar e posteriormente provir ao processo de reconhecimento oficial do Caminho Português da Costa como itinerário de peregrinação; dinamizar o potencial Cultural e Turístico das peregrinações a Santiago de Compostela fomentando o desenvolvimento económico, social e ambiental nos territórios atravessados por este traçado; contribuir para o desenvolvimento de produtos identificados como estratégicos para esta região que permitam complementar a oferta existente, nomeadamente nas vertentes do Turismo de Natureza e Touring Cultural e Paisagístico; e promover a colaboração intermunicipal materializada na conceção, gestão, implementação, comunicação e promoção deste projeto de natureza Cultural, Ambiental e Turística.

ANTIGOS SÓCIOS E AMIGOS DA EX-CASA DO MINHO EM LOURENÇO MARQUES CONFRATERNIZAM ESTE ANO EM PAREDES DE COURA

O Encontro dos minhotos que viveram em Moçambique vai este ano ter lugar em Paredes de Coura, no próximo dia 5 de Maio. O Almoço-convívio tem lugar às 13 horas na Quinta de Mantelães que foi residência do Conselheiro Miguel Dantas e do Presidente da República Dr. Bernardino Machado, encontrando-se a animação a cargo do Grupo Etnográfico de Paredes de Coura. O Encontro tem lugar às 10 horas com concentração no Largo da Igreja Matriz de Paredes de Coura, seguindo-se às 10h30 a celebração de uma Missa Solene em honra dos membros falecidos da ex-Casa do Minho em Lourenço Marques (Moçambique). Às 11h30, efectua-se uma visita ao Museu Regional de Paredes de Coura onde irão saborear os afamados Biscoitos de Milho e Café da Picha. Às 18 horas, procede-se à cerimónia de corte do bolo de aniversário daquela instituição regionalista.

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Todos os anos, os minhotos que viveram naquela antiga província ultramarina, promovem no Minho um encontro de confraternização por ocasião do aniversário da sua associação regionalista – a Casa do Minho em Moçambique – entretanto extinta por ocasião da independência política daquele país e o regresso à metrópole dos portugueses que ali viviam, muitos dos quais ali nascidos e ainda hoje tendo aquela terra como sua. Este ano, Paredes de Coura foi o concelho escolhido se juntarem em alegre confraternização bem ao jeito da nossa região.

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Durante duas décadas consecutivas, a Casa do Minho foi na capital do Índico o elo de ligação das nossas gentes em terras moçambicanas. Ali se construíram novas amizades e mantinham as suas tradições. A constituição de um Rancho Folclórico no seio da Casa do Minho constituiu um dos melhores exemplos do seu apego às origens.

Os antigos territórios ultramarinos portugueses foram o destino de muitos minhotos que decidiram ali construir as suas vidas. Rumando diretamente a partir da metrópole ou fixando-se após o cumprimento do serviço militar naquelas paragens, Angola e Moçambique vieram a tornar-se a segunda terra para muitos dos nossos conterrâneos que assim trocavam a estreita courela pela desafogada machamba ou simplesmente empregavam-se na atividade comercial das progressivas cidades de Luanda e Lourenço Marques, atual Maputo.

Porém, a recordação do Minho distante não os abandonou e permaneceu sempre nos seus corações. E, a provar esse amor filial, criaram as suas próprias associações regionalistas a fim de manterem mais viva a sua portugalidade e as raízes minhotas. E, em Lourenço Marques, fundaram a Casa do Minho em 1955, já lá vão 63 anos!

Muitos foram os minhotos e outros portugueses que em Moçambique construíram as suas vidas. Contudo, o seu curso tranquilo e próspero veio a ser abruptamente interrompido em consequência do processo de descolonização do território e a guerra civil que se seguiu, determinando o seu regresso à metrópole e consequente extinção da Casa do Minho.

Não obstante, muitos dos minhotos e amigos da Casa do Minho, que dela fizeram parte ou de alguma forma por lá passaram, não esquecem esses tempos saudosos e continuam a reunir-se todos os anos em alegre e amistosa confraternização, partilhando recordações e revivendo a terra que continuam a amar – Moçambique!

Fotos: Rui Aguilar Cerqueira / Ex-Casa do Minho em Lourenço Marques - Moçambique

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“PORTUGUESES PRIMEIRO” SAI À RUA EM BRAGA EM DEFESA DA ESTÁTUA DO MARECHAL GOMES DA COSTA

A Associação de Iniciativa Cívica Portugueses Primeiro apela aos bracarenses para sairem à rua no próximo dia 5 de Maio, pelas 15h, a fim de se concentrarem na Praça Conde de Agrolongo, em defesa da preservação da estátua do Marechal Gomes da Costa. Esta iniciativa surge como reacção a manifestação recentemente levada a cabo pelo Bloco de Esquerda contra a referida estátua, preconizando a sua remoção. Publicamos na íntegra o comunicado da Associação de Iniciativa Cívica Portugueses Primeiro.

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COMUNICADO DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESES PRIMEIRO

No dia 24 de Abril, a coberto da noite, alguns “activistas” do Bloco de Esquerda profanaram a estátua do Marechal Gomes da Costa, que há mais de 50 anos embeleza a Praça Conde de Agrolongo, em Braga. Estes elementos de extrema-esquerda afirmaram que tal acção visa “desafiar a pensar e levar os bracarenses a perceberem quem foi aquela personagem”, que, de acordo com os mesmos, representa a implantação do “fascismo” em Portugal.

À semelhança da tentativa de vandalização da estátua do P. António Vieira, frustrada por associados da Portugueses Primeiro, entre outros jovens identitários, a esquerda dirigiu agora a sua sanha destrutiva para o monumento que homenageia o herói nacional que comandou o Corpo Expedicionário Português na I Guerra Mundial. O Marechal Gomes da Costa foi também um dos protagonistas da Revolução de 28 de Maio de 1926, a qual saiu de Braga e pôs termo à balbúrdia governativa da Primeira República, em que imperavam os atentados à bomba, os assassinatos de dirigentes políticos, a repressão para com os trabalhadores que aderiam a greves, as perseguições à igreja e aos católicos em geral.

Mais a mais, a relação do Marechal Gomes da Costa com a ditadura militar durou somente um mês, uma vez que foi deposto pelo General Óscar Carmona.

A estátua do Marechal Gomes da Costa foi erigida em 1966 e trata-se de uma justa homenagem do povo de Braga a um ilustre português, fazendo este monumento parte do património histórico da cidade e do país.

Perante isto, a Associação Portugueses Primeiro denuncia a acção do Bloco de Esquerda como um atentado ao património bracarense em particular e dos portugueses em geral, património que não pode ser alvo de grosseiras manipulações ideológicas de uma esquerda que convive mal com o nosso passado e da História quer fazer tábua rasa, à semelhança dos inaceitáveis actos protagonizados pelos talibans no Afeganistão ou pelo Daesh no Iraque e Síria.

Como portugueses não nos envergonhamos do nosso passado histórico, antes pelo contrário, desejamos preservar os nossos bonitos monumentos e o nosso riquíssimo património cultural. Por essa razão no próximo dia 5 de Maio, pelas 15h, representantes da Associação de Iniciativa Cívica Portugueses Primeiro irão concentrar-se junto da estátua do egrégio Marechal Gomes da Costa, na qual irão participar outras organizações patrióticas.

Portugueses Primeiro!