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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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FESTA DA HISTÓRIA EM ESPOSENDE TEM CAMINHOS DE SANTIAGO COMO REFERÊNCIA

O Município de Esposende, em parceria com a Associação Comercial e Industrial do Concelho de Esposende (ACICE), promove, entre 30 de agosto e 1 de setembro, a “Festa da História: Caminhos de Santiago”, durante a qual serão recriadas passagens históricas associadas às peregrinações a Santiago de Compostela.

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Depois de, no ano passado, ter registado uma afluência que rondou as 30 mil pessoas, a “Festa da História” conduzirá os visitantes por uma viagem ao passado. As ruas e praças da cidade vão acolher as tendas de almocreves, bufarinheiros e mesteirais e muita animação com música e teatro.

Às 18 horas de 30 de agosto, o cortejo de boas vindas percorre as ruas do burgo, com leitura do auto de abertura. Estão previstos espetáculos de demonstrações de falcoaria, de artes circenses, teatro e adestramento de novos cavaleiros. Fazendo jus ao epíteto de ponto obrigatório no Caminho de Santiago da Costa, Esposende promoverá uma recriação da Chegada dos Peregrinos e acolhimento pelos freires da Ordem, incluindo cerimónia do lava Pés.

Os Bobos da Corte de Afonso V deambularão pelas tabernas e os músicos da Corte animarão os peregrinos e os forasteiros. Sábado, dia 31, realiza-se uma procissão noturna, em honra dos pescadores, peregrinos e suas famílias, entoando-se cânticos religiosos, em devoção a Nossa Senhora dos Navegantes.

“Peças e Peripécias de um bando de marinheiros perdidos em terra” abre a programação do último dia, com as ruas a receberem a animação itinerante de “Os Druidas”, enquanto mestres de falcoeiros aplicam-se nos treinos da caça com os seus mais nobres exemplares.

O teatro prossegue com “Tudo por uma donzela” e “A fuga”, havendo espaço para o espetáculo de artes circenses “Amorus Bobus”. O encerramento, pelas 23 horas, contará com a presença de todos os grupos e associações participantes.

A cerimónia de abertura oficial da Festa da História é na sexta-feira, às 18 horas, encerrando às 24 horas; sábado, abre às 12 horas e encerra às 00h30 horas de domingo; e domingo abre às 11 horas e encerra às 23 horas.

CERVEIRA RECRIA CULTOS MEDIEVAIS

‘Cultos Medievais’ trazem mais decoração e animação de rua à Festa da História 2019

Três portas de entrada e oito torres erigidas no perímetro do centro histórico vão anunciar o regresso de Vila Nova de Cerveira à Idade Média. De 22 a 25 de agosto, a edição 2019 da Festa da História aposta na promoção d’ “Os Cultos Medievais”, através de um cenário ainda mais condizente com a época e da dinamização de um maior número de espetáculos de rua, diurnos e noturnos, de forma a envolver os milhares de visitantes.

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Considerada uma das 12 feiras medievais a nível nacional de visita obrigatória neste verão (Sapo Viagens), a Festa da História de Vila Nova de Cerveira tem surpreendido em cada edição, com uma programação atrativa, diversificada e interativa. A edição 2019 prevê quatro dias de uma viagem no tempo onde os hábitos e as vivências, a arte e os ofícios vão estar em destaque.

Este ano, o roteiro medieval cerveirense apresenta-se com uma decoração ainda mais intensa e apelativa, uma maior circulação diurna dos grupos de animação pelas ruas do centro histórico, e a realização dos espetáculos durante o período noturno. Não obstante, a área alimentar também cresce e passa a estar concentrada em dois espaços: além da Praça Alto Minho, a rua junto ao Arquivo Municipal vai ser fechada ao trânsito para acolher as dezenas de taberneiros que, ano após ano, manifestam interesse em aderir à Festa da História.

Pelas diversas ruas do centro histórico e no Baluarte de Stª Cruz, cerca de 150 mercadores e artesãos, oriundos de várias regiões de Portugal e de Espanha, apresentam as iguarias e os produtos da época, convidando a uma experiência mística e inesquecível.

Entre reis e rainhas, cavaleiros e donzelas, o povo e clero, todos são convidados a desfrutar de espetáculos de teatro, música medieval avulsa e em concerto, sons da harpa, danças orientais, falcoaria real, malabarismo e acrobacias, demonstração de serpentes, diversos ofícios, torneios a cavalo, espetáculos de fogo, totalizando mais de 50 momentos de animação de rua constante.

Mais uma vez, o Município de Vila Nova de Cerveira e a Associação Velha Lamparina incutem o conceito e a vivência das feiras medievais junto do público infantil, proporcionando atividades divertidas em perfeita harmonia com a família. Vai estar disponível uma zona de jogos infantis, onde sobressaem os jogos tradicionais, os carrosséis medievais e uma zona de entretenimento a cargo da empresa Animak, bem como está prevista a participação de um grupo de 60 crianças no cortejo medieval que marca o arranque do certame. 

Entre 22 e 25 de agosto, a Festa da História de Vila Nova de Cerveira decorre com o seguinte horário de funcionamento do mercado:

Dia 22, quinta-feira, das 17H00 às 24h00;

Dia 23, sexta-feira, das 11H00 às 24h00;

Dia 24, sábado, das 10H00 às 24h00;

Dia 25, domingo, das 11h00 às 23h00.

Programa:

“Os Cultos Medievais”

DIA 22 – QUINTA-FEIRA

17h00 – Abertura da Mercado Medieval com Arruada de Música e Malabares

18h00 – Animação de Rua: “La Salette” – Rua Queirós Ribeiro

19h00 – Cortejo Medieval – Largo 15 de Fevereiro

20h00 – Música e Orador – Entrada do Castelo

21h00 – Animação de Rua: “Acrobacias e Malabares” – Rua Dr. José Pedreira

21h30 – Animação de Rua: “Danças Orientais com Serpentes” – Rua Queirós Ribeiro

22h30 – Cortejo com Encenação: “Investidura a Cavaleiro” – Largo Igreja Matriz

23h15 – Concerto de Música Medieval, com o Grupo Internacional Cornalusa – Baluarte de Stª. Cruz

23h30 – Espetáculo de fogo – Baluarte de Stª. Cruz

24h00 – Encerramento do Mercado Medieval

DIA 23 – SEXTA-FEIRA

11h00 – Abertura da Mercado Medieval com Arruada de Música

11h30 – Animação de Rua: “Voo de Ave de Rapina” – Rua Queirós Ribeiro

13h30 – Animação de Rua: “Dança Oriental” – Praça Alto Minho

            – Animação de Rua: “Lavadeiro Real” – Rua Dr. José Pedreira

15h30 – Espetáculo de Música e Dança – Rua Queirós Ribeiro

16h30 – Demonstração Lúdica: “O Manejo das Armas e Ofícios” – Acampamento

17h00 – Sons da Harpa - Castelo

17h30 – Animação de Rua: “Os Druídas” – Rua Queirós Ribeiro à Rua Dr. José Pedreira

18h30 – Teatro de Rua: “A Arte da Cetraria” – Entrada do Castelo

19h30 – Concerto de Música Celta, com o Grupo Malcolm MacMillan – Praça Alto Minho

20h00 - Ceia Medieval* – Castelo de Cerveira

21h00 – Animação de Rua: “A Família Eremita” – Rua Queirós Ribeiro

22h00 – Torneio a Cavalo – Baluarte de Stª. Cruz

23h30 – Espetáculo de fogo – Baluarte de Stª. Cruz

24h00 – Encerramento do Mercado Medieval

DIA 24 - SÁBADO

10h00 – Abertura do Mercado Medieval com Passeio Oriental – Rua Queirós Ribeiro à Rua Dr. José Pedreira

11h00 – Animação de Rua: “O Cavaleiro Andante”

12h00 – Danças Medievais – Praça Alto Minho

            – Música Medieval – Rua Dr. José Pedreira

15h30 – Animação de Rua: “Os Faunos” – Rua do Município à Rua Dr. José Pedreira

16h00 – Animação de Rua: “Voo da Ave de Rapina” – Praça Alto Minho

16h30 – Animação de Rua Itinerante: “O Regedor”

17h30 – Animação de Rua: “Os Faunos” – Rua Queirós Ribeiro à Praça Alto Minho

18h30 – Teatro de Rua: “O casamento do Cavaleiro” – Baluarte de Stª. Cruz

19h00 – Animação de Rua: “Danças Orientais com Serpentes – Do Acampamento à Queirós Ribeiro

20h00 – Ceia Medieval*

21h00 – Concerto de Música Medieval, com o Grupo Cornalusa – Praça Alto Minho

            – “Os Genes de uma Ladrão” – Rua Dr. José Pedreira

21h30 – Sons da Harpa - Castelo

22h00 – Teatro de Rua: “O Julgamento” – Baluarte de Stª. Cruz

23h00 – Animação de Rua: “O Leproso” – Praça Alto Minho ao Acampamento

23h30 – Espetáculo de fogo – Baluarte de Stª. Cruz

DIA 25 - DOMINGO

11h00 – Abertura do Mercado Medieval com Arruada de Música – Rua Queirós Ribeiro à Praça Alto Minho

12h00 – Animação de Rua: “La Salette” – Praça Alto Minho

            – “Os Latrineiros” – Rua Dr. José Pedreira

15h00 – Teatro de Rua: “A Arte da Cetraria – Acampamento

16h00 – Animação de Rua: “A Morte” – Rua Queirós Ribeiro à Rua Dr. José Pedreira

16h30 – Animação de Rua: “Dança Oriental” – Praça Alto Minho

17h00 – Sons da Harpa – Castelo

17h30 – Teatro de Rua: “A Cerimónia Fúnebre” – Baluarte de Stª. Cruz

18h30 – Animação de Rua: “A Morte” – Rua António José Duro à Praça Alto Minho

19h30 – Animação de Rua: “Os Soldados Trapalhões” – Acampamento à Rua Queirós Ribeiro

21h30 – Animação de Rua: “Os Bêbados” – Rua António José Duro à Rua Dr. José Pedreira ao Baluarte de Stª. Cruz

22h15 – Espetáculo de Encerramento – Baluarte de Stª. Cruz

23h00 – Encerramento do Mercado Medieval

*Ceias Medievais: reserva obrigatória através da Associação Velha Lamparina (966794392) e/ou na Loja Interativa de Turismo, até às 13h00 do dia anterior. Capacidade mínima 20 pessoas, capacidade máxima 60 pessoas. Preço por adulto 15€ e por criança, dos 3 aos 10 anos 10€. O valor inclui entradas (fumerio, queijo, azeitonas, pão, chouriça assada), sopa de legumes, prato (rojões e legumes salteados), sobremesa (bolo seco), bebidas (verde e maduro tinto, água e limonada) e digestivo (ginjinha).

EXPOSIÇÃO EM MONÇÃO REÚNE “TESTEMUNHOS DE GUERRA”

A inauguração da exposição "Testemunhos de Guerra", tem lugar no próximo dia 16 de agosto (sexta feira), pelas 15h30, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção da Universidade do Minho, localizada na vila de Monção. Esta exposição estará patente ao público até ao final do mês de agosto.

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Resumo da exposição:

«Entre 1961 e 1975 Portugal protagonizou em África um dos mais marcantes conflitos militares da sua História recente. A negação do regime do Estado Novo em compreender as mudanças geopolíticas, no pós 2ª Guerra Mundial, em particular em África, onde foram surgindo novos países, dificultou as opções por soluções políticas que permitissem uma transição pacífica para a independência das suas colónias de Angola, Guiné e Moçambique. 
Neste contexto vai ocorrer um conflito entre os grupos independentistas e as tropas portuguesas, caraterizado por uma guerra subversiva, sobretudo com ações no mato e pautado por atos de guerrilha, surpresa e emboscada, através dos quais os movimentos de libertação procuravam criar um constante sentimento de instabilidade nas populações. Ainda hoje esta guerra serve de caso de estudo pelo seu caráter tão específico, pela vastidão dos territórios onde ocorreu e pelo esforço, humano, logístico e financeiro que exigiu».

A exposição divide-se em diversos momentos, com uma componente fotográfica que retrata vários aspetos da Guerra, complementada com armamento e equipamentos militares em uso na época.

Horários:

terça a sexta feira: das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

sábado: das 14h00 às 19h00

domingo e segunda feira: encerrada

Produção e Montagem: Museu Militar do Porto

Organização: Casa Museu de Monção e Liga dos Combatentes Núcleo de Monção

A entrada é livre!

HÁ 44 ANOS, MORREU AFOGADO NO RIO TEJO O JOVEM LIMIANO ALEXANDRINO DE SOUSA, EM CONSEQUÊNCIA DA “GUERRA DE CARTAZES” NO PERÍODO REVOLUCIONÁRIO PÓS 25 DE ABRIL

Alexandrino de Sousa era um jovem estudante, natural de S. Pedro de Arcos, que frequentava a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Pertencia á Federação dos Estudantes Marxistas-Leninistas (FE M-L), organização de que também fez parte Durão Barroso e era dirigida por Danilo Matos, genro do escritor José Saramago. Tratava-se da estrutura juvenil do Movimento Reorganizativo do Partido do Proletariado (MRPP).

Alexandrino de Sousa

Na noite de 9 de Outubro de 1975, precisamente no período em que as tensões políticas que levaram ao 25 de Novembro se agudizavam, Alexandrino de Sousa integrava uma brigada que procedia à colagem de cartazes na Praça do Comércio, em Lisboa, quando se deparou com outra, numericamente muito superior, identificada com a União Democrática e Popular (UDP), uma das organizações que se encontra na génese do Bloco de Esquerda.

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Os confrontos que então se verificavam eram de uma violência desmedida, com recurso a barras de ferro, o que levou à fuga para o rio ou à tentativa de homicídio dos elementos do MRPP – nunca chegou a ficar esclarecido em tribunal por um julgamento demasiado politizado! – de que resultou a morte por afogamento de Alexandrino de Sousa, preso no lodo junto ao cais das Colunas. Garcia Pereira foi um dos advogados que então acompanhou o processo.

O caso ocorrido causou consternação nacional e repulsa pelas práticas sectárias e violentas que caracterizaram a acção de algumas forças políticas nessa época. Por proposta do Grupo Parlamentar do PPD, a Assembleia da República aprovou um voto de pesar, o qual se encontra publicado no Diário da Assembleia Constituinte nº. 62, de 11 de Outubro de 1975.

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A foto regista o desfile fúnebre de Martins Soares, na Calçada da Ajuda, ocorrido um ano antes. Tratava-se de um militante do MRPP falecido em consequência de um acidente de viação. Alexandrino de Sousa segue na primeira linha empunhando uma bandeira do seu partido. Na imagem, pode ainda distinguir-se algumas figuras conhecidas como Violante Saramago Matos, filha do escritor José Saramago, transportando a urna e, imediatamente após esta, integrando o grupo de familiares do falecido, Arnaldo Matos, secretário-geral do MRPP. Imediatamente atrás de Alexandrino de Sousa perfila-se o historiador Fernando Rosas (ver foto anterior) e, seguindo pelo passeio do lado esquerdo, integrando o “serviço de ordem” e vestindo um casaco axadrezado, Maria José Morgado.

JORNAL "OBSERVADOR" RECORDA ALEXANDRINO DE SOUSA, UM JOVEM LIMIANO ASSASSINADO NA SEQUÊNCIA DE UMA "GUERRA DE CARTAZES"

Uma morte no Tejo e um tumulto na Constituinte

Dezenas de deputados da Constituinte viraram-se para Américo Duarte, da UDP, e gritaram: “Assassinos!” Não foi uma vez, nem duas, nem três, nem seis, nem dez – foram 12 vezes. De onde veio esta fúria?

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Costa Andrade, do PPD, apresentou um voto de pesar pela morte de Alexandrino de Sousa

 

Na Assembleia Constituinte, já se tinha ouvido a palavra “aldrabão”, a palavra “estúpido” e a palavra “ladrão”. Mas nunca, nunca – nunca – se tinha ouvido algo que fosse sequer remotamente semelhante com aquilo. Dezenas de deputados viraram-se na direcção de Américo Duarte, da UDP, e gritaram, num crescendo de fúria e revolta: “Assassinos!” Até o dia terminar, a acusação seria repetida mais onze vezes.

Não era uma força de expressão. Estava mesmo em causa uma morte. No dia 9 de Outubro de 1975, seis militantes do MRPP colavam cartazes na Praça do Comércio, em Lisboa, quando chegaram várias carrinhas com cerca de 60 membros da UDP, alguns com barras de ferro. Seguiu-se um confronto violento. Enquanto os elementos do MRPP eram espancados e empurrados na direcção do rio, um deles, Alexandrino de Sousa, gritou várias vezes que não sabia nadar. Mesmo assim, acabou no Tejo. E morreu afogado.

Anos mais tarde, o caso iria a tribunal e acabaria sem condenações. Mas, na tarde de 15 de Outubro de 1975, quase ninguém na Constituinte estava especialmente preocupado com provas ou testemunhas. Dias antes, Costa Andrade, do PPD, apresentara um voto de pesar, afirmando que “as causas políticas são transitórias e mutáveis, a morte é definitiva e irrevogável”. Agora, ali no hemiciclo, encontrava-se o representante político do mesmo partido dos “carrascos da rua”. Ainda por cima, ele não pretendia ficar quieto. Américo Duarte apresentou um requerimento a questionar a actuação do sistema judicial naquele processo.

O Presidente da Assembleia olhou para o papel como se estivesse perante uma estirpe rara da peste bubónica. Disse imediatamente: “A Mesa entende não dever ler esse requerimento, que é dirigido pessoalmente ao Sr. Presidente da República em termos que a Mesa não considera próprios e a que ela não desejava de maneira nenhuma, mesmo através de simples leitura, associar-se”. Tratava-se, portanto, de um problema sanitário, que exigia quarentena: “Entretanto, o Sr. Deputado, do seu lugar, tomando ele a responsabilidade, sem qualquer, ainda que muito indirecta, cumplicidade da nossa parte, poderá ler o requerimento”.

Foi isso mesmo que o operário da UDP fez, no meio de uma “intensa agitação”. Ainda hoje não se percebe como conseguiu chegar ao fim:

Américo Duarte: Considerando que a falta de ordem, de autoridade e de disciplina têm sido as constantes nos discursos do VI Governo provisório, até aos discursos de Charais, Veloso e Pezarat…

(Vozes de protesto.)

… Considerando que essa ordem é a de bandos de provocadores andarem durante a noite a rasgarem a propaganda de organizações revolucionárias…

Vozes: Assassino!

(Apupos.)

(Agitação.)

… Considerando que essa autoridade é a de o Governo Provisório, antes de ouvidos os nossos camaradas presos, fazer sair um comunicado onde mentirosa e provocatoriamente os acusa de assassinos a frio. Considerando que essa autoridade é a do Governo Provisório, que passa por cima das suas próprias leis e dos seus tribunais, que afirmam que ninguém pode ser declarado culpado de um crime antes de tal ser provado…

Vozes: Agora já não queres a justiça popular!

(Gera-se tumulto. Há numerosos deputados de pé. As vozes de protesto são inúmeras.)

Vários deputados queriam expulsar o deputado da UDP do hemiciclo e alguns dispunham-se a “fazer calar à força” Américo Duarte. Mas ele continuou:

Requeiro que o Presidente da República esclareça…

Vozes: Para a cadeia!

Outras vozes: Assassinos!

… Quais os dados e elementos concretos que o Governo tinha em seu poder sobre a lamentável morte de um estudante para, mentirosa e provocatoriamente, fazer sair um comunicado…

Uma voz: Assassinato político!

… Em que fala de assassinato, quando os nossos camaradas presos nem sequer tinham sido ouvidos pelo juiz de instrução…

Vozes: É falso!

Um assessor “gelado”

Ao ouvir tudo isto, o Presidente da Assembleia já estava a ferver. Quando o deputado da UDP começou a tentar responder aos apartes, perdeu a cabeça:

Américo Duarte: O coro está é desafinado. Ali os fascistas do CDS falam de uma maneira! Ali os…

(Vozes de protesto e vivo repúdio.)

Presidente: Não, o senhor não faz comentários.

(Mais burburinho.)

(Apupos.)

Presidente: Leia o requerimento.

(Burburinho.)

(Continuam os apupos.)

Vozes: Rua!

Presidente: Não faz comentários. Leia o requerimento.

No final, Américo Duarte insistiu:

Está lido o requerimento, vai ser entregue à Mesa. O coro está desafinado…

(Apupos.)

(Assobios.)

(Manifestações de protesto.)

Vozes: Fora assassino! Malandro!

O episódio não tinha terminado. O Presidente da Assembleia foi ainda mais longe e, sem consultar ninguém, anunciou que tinha decidido não dar seguimento ao recurso e não enviar o texto ao Presidente da República. Sujeita a votação, esta posição foi aprovada pela maioria do plenário. Nas suas declarações de voto, os vários deputados foram brutais. Carlos Lage, do PS, não teve contemplações:“Aquilo que nós rejeitámos no requerimento do deputado da UDP é o cinismo com que se invoca a morte e o assassinato de um jovem que pode estar equivocado revolucionariamente, mas que tem o direito à vida, tem o direito aos seus ideais.”

Nas galerias, a assistir a tudo, encontrava-se Carlos Marques, assessor de Américo Duarte. Em 2005, lembraria ao Público que se sentira “gelado”. O deputado da UDP passou por muitos momentos difíceis na Constituinte, mas, como Marques admitiu, aquele foi de longe – de muito longe mesmo – “o pior dia de todos”.

Fontes:

Diários da Assembleia Constituinte

“A Revolução e o Nascimento do PPD”, de Marcelo Rebelo de Sousa

“Cenas Parlamentares”, de Victor Silva Lopes

“Público” de 2 de Abril de 2005

“Sol” de 25 de Janeiro de 2013

Fonte: Miguel Pinheiro / https://observador.pt/

VIZELA COMEMORA HOJE AUTONOMIA MUNICIPAL

Comemorações do 5 de agosto de 1982

A Câmara Municipal de Vizela e a Comissão de Festas de Vizela vão promover o programa comemorativo do 5 de agosto, no próximo dia 5 de agosto.

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De destacar que este ano, o programa comemorativo do 5 de agosto irá integrar o programa das Festas de Vizela.

Trinta e sete anos depois, o ‘5 de agosto de 82’ continua bem vincado na memória dos vizelenses, sendo recordado como a “revolução popular” pela independência administrativa de Vizela.

Programa 5 de agosto:

18h Romagem aos cemitérios

22h Abertura oficial da exposição ‘5 de Agosto de 1982’ – Loja Interativa de Turismo

23.30h Concentração de bombos no Largo 5 de Agosto

23.59h Sessão de fogo de artifício no Largo 5 de Agosto

FEIRA MEDIEVAL DE CAMINHA É UMA DAS MELHORES DE TODO O PAÍS

Terminou este domingo, a edição de 2019 da Feira Medieval de Caminha.

Considerada uma das 5 melhores do país, a Feira atraiu milhares de pessoas, que encontraram nas ruas do Centro Histórico da Vila uma oferta variada nas áreas da gastronomia, comércio de produtos tradicionais, chás e “mezinhas”, a par de uma forte aposta na animação constante. Subordinada ao tema Caminha Monástica, a Feira Medieval de Caminha incluiu uma exposição inédita: “Caminha e as ordens monásticas/os conventos caminhenses”. Cerca de 150 tendas e outros expositores participaram no evento, realizado entre 24 e 28 de julho.

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DANIEL BASTOS APRESENTOU EM GUIMARÃES NOVO LIVRO SOBRE GÉRALD BLONCOURT E O NASCIMENTO DA DEMOCRACIA PORTUGUESA

Foi ontem apresentado na cidade berço de Portugal, o livro Gérald Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”.

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O historiador Daniel Bastos (dir.), na sessão de apresentação do livro “Gérald Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”, no fórum da FNAC-Guimarães, acompanhado do deputado na Assembleia da República, Joaquim Barreto (centro), e do tradutor Paulo Teixeira (esq.)

 

A obra, concebida e realizada pelo historiador Daniel Bastos a partir do espólio fotográfico de Gérald Bloncourt, um dos grandes nomes da fotografia humanista recentemente falecido em Paris, e prefaciada pelo coronel Vasco Lourenço, presidente da Direção da Associação 25 de Abril, foi apresentada no fórum da Fnac-Guimarães.

A sessão de apresentação, que computou a presença do vereador Seara de Sá, em representação do Município de Guimarães, esteve a cargo do deputado na Assembleia da República, Joaquim Barreto, que caraterizou o livro como um importante contributo para a história do nascimento e construção da democracia em Portugal.

Refira-se que, neste novo livro, realizado com o apoio da Associação 25 de Abril, Daniel Bastos revela uma parte pouco conhecida do espólio de Gérald Bloncourt, afamado fotógrafo que imortalizou a emigração portuguesa, mas que retratou também a explosão de liberdade que tomou conta do país após a Revolução de 25 de Abril de 1974.

Através de imagens até aqui praticamente inéditas, o historiador cujo percurso tem sido alicerçado no seio da Lusofonia, aborda factos históricos que medeiam a Revolução dos Cravos e a celebração do Dia do Trabalhador na capital portuguesa. Designadamente, a chegada do histórico líder comunista Álvaro Cunhal ao Aeroporto de Lisboa, a emoção do reencontro de presos políticos e exilados com as suas famílias, o caráter pacífico e libertador da Revolução de Abril, e as celebrações efusivas do 1.º de Maio de 1974, a maior manifestação popular da história portuguesa.

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FEIRA MEDIEVAL DE CAMINHA PARA VISITAR ATÉ DOMINGO

Até domingo, ainda pode viajar connosco na máquina do tempo e viver na Época Medieval. Cortejos; exposições “Aves de Rapina” e Acampamento Medieval”; espetáculos equestres; torneio medieval; acampamento medieval; animação de rua; mercado medieval e um programa de animação convidativo são as propostas desta edição. Saboreie também os petiscos, nas muitas tendas de comes e bebes distribuídas pelas principais ruas da vila.

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O tema desta edição é Caminha Monástica, retratada em especial na exposição “Caminha e as ordens monásticas/os conventos caminhenses” que dá a conhecer as comunidades monásticas que o concelho de Caminha acolheu ao longo da Idade Média, como são os casos do Mosteiro de São João de Arga, beneditino, fundado em inícios do século XII, e o Convento de Santa Maria da Ínsua (1392).

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O cortejo “CAMINHA MONÁSTICA”, um dos pontos altos, da feira vai mostrar a vida monástica através da representação de: “O Mosteiro como Unidade Económica” – Apanha de Bivalves (lapa, mexilhão) para alimentação / cal hidratada para construção civil / Apanha de Algas (Sargaço), Camboas para o Peixe, Salinas; “O Mosteiro e a Componente Religiosa e de Festa Popular” – Ranchos de Peregrinação a S. João D´Arga e Sta. Bárbara; “O Mosteiro e a Caridade” — Enfermaria, Apoio aos Pobres e Acolhimento de Peregrinos; “O Mosteiro como Centro de Cultura e Educação” – Oficina dos monges copistas, códices, iluminuras (scriptorium); Escolas monásticas; a Regra de São Bento. Os cortejos contam com a participação das Juntas de Freguesia, Associações e Grupos do Concelho de Caminha e, ainda, com cavaleiros, músicos, alquimistas, trovadores, malabares de fogo, gentes do povo e nobres em cortejo.

Como novidade, destaca-se a exposição “Caminha e as ordens monásticas/os conventos caminhenses” que vai dar a conhecer as comunidades monásticas que o concelho de Caminha acolheu ao longo da Idade Média, como são os casos do Mosteiro de São João de Arga, beneditino, fundado em inícios do século XII, e o Convento de Santa Maria da Ínsua (1392). A exposição estará patente nas Arcadas dos Paços do Concelho.

O mercado medieval é atrativo, composto por mercadores, taberneiros e artesãos. Aqui, o visitante vai encontrar os mais variados petiscos medievais, produtos aromáticos, bijuteria, artesanato, couro, brasões de família, brinquedos medievais, entre muitos outros artigos.

Durante os cinco dias, a programação é convidativa: animação de rua contínua com alquimistas, teatro de rua, exibição de voos de aves de rapina, danças orientais; espetáculos equestres, espetáculos de fogo, torneio medieval, danças do povo, entre outros espetáculos.

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“CAMINHA MONÁSTICA”

Feira Medieval 2019

CONTEXTO HISTÓRICO

O concelho de Caminha albergou ao longo da sua história secular, com destaque para a época medieval, diversas comunidades monásticas, masculinas e femininas. Do primevo Mosteiro de São João de Arga, beneditino, de fundação incerta em inícios do século XII, aos conventos franciscanos na vila-sede do município, Santa Clara (1571) e Santo António (1618) — este último prosseguidor do Convento de Santa Maria da Ínsua (1392) —, sem esquecer o mais recente convento das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras (1898), que subsiste a meia-encosta de Santo Antão.

O mundo monástico, apesar de traduzir na origem uma opção de recolhimento espiritual e de fuga ao mundo, evidente nos locais isolados e inóspitos dos primeiros cenóbios, de que a Serra de Arga e a ilha da Ínsua são bons exemplos, evoluiria depois para uma relação mais próxima do século. Para além das conexões económicas — dos produtos da terra cultivados nas suas cercas à exploração dos frutos do mar nas camboas e mexilhoeiras —, a caridade e a assistência religiosa, o magistério das letras e a prestação de cuidados de saúde, constituíram-se como fortes elos de ligação entre regulares e populações locais.

Os conventos de Caminha foram ainda albergue de peregrinos a caminho de Santiago de Compostela — alguns notáveis, como o rei D. Manuel I, em 1502, ou o príncipe italiano Cosme III de Médici, em 1669 — e, à imagem de tantas outras localidades conventuais, alfobre de manjares e doçarias, como os “deliciosos papos de anjo ou pastéis de Santa Clara”, que perduraram até finais de oitocentos. Receitas esquecidas, mundos perdidos, resta hoje da Caminha Monástica do passado a sua rica e fecunda história, estudada em recolhimento nos arquivos ou celebrada em festa nas ruas.

Departamento de Ciências Sociais e Humanas — Grupo de História

Agrupamento de Escolas Sidónio Pais, Caminha

HORÁRIO

Qua, Qui e Sex 24, 25 e 26 julho: 18H00 – 01H00

Sáb. 27 julho: 11H00 – 01H00

Dom 28 julho: 11H00 – 00H00

QUA 24 JUL

OUTORGA DO FORAL DE CAMINHA PELO REI D. DINIS

Caminha recebe o seu primeiro Foral a 24 de julho de 1284, outorgado por D. Dinis, que atribui a esta Vila um código de privilégios, obrigações e liberdades que vieram aplacar diferendos e servir como instrumento de luta contra a ambição e poder senhorial e eclesiástico nestas terras

QUA 24 JUL | 18H00

ABERTURA OFICIAL DA FEIRA MEDIEVAL DE CAMINHA

O clérigo de Santa Maria de Caminha declara a abertura das Portas do Reino

EXPOSIÇÕES

CAMINHA E AS ORDENS MONÁSTICAS | OS CONVENTOS CAMINHENSES

Arcadas do Edifício Paços do Concelho

Conheça as comunidades monásticas que o concelho de Caminha acolheu ao longo da Idade Média, o Mosteiro de São João de Arga, beneditino, fundado em inícios do século XII, e o Convento de Santa Maria da Ínsua (1392).

“AVES DE RAPINA”

Terreiro

Exibição de aves de rapina diurnas e noturnas, materiais de falcoaria artesanal, exposição de ovos reis e plumas de variadíssimas espécies. Informação ao público sobre falcoaria, como centro de reprodução e recuperação de aves.

Acampamento Medieval”

Adro da Igreja Matriz de Caminha

Este espaço recria o quotidiano de um acampamento medieval, com os seus ofícios e as lavouras do dia a dia, assim como as atividades de treino na lide das armas.

TERREIRO

Quarta

18H30 | Exibição de voos de Aves de Rapina

19H00 | Danças do Povo ao Som da Música Medieval - Minho Dança

00H00 | Espetáculo de Fogo – E tudo o fogo ateou…

Quinta

19H00 | Exibição de Voos de Aves de Rapina

21H00 | As Pêgas da Corte – Provocadoras Cortesãs enfeitiçam os Homens do Reino

Sexta

19H00 | Exibição de Voos de Aves de Rapina

20H30 | O Misterioso Caldeirão da Bruxa – aprendizes de feiticeira evocam o acordar da Bruxa

21H30 | Feios e Mal Cheirosos – Personagens Medonhas intimidam as gentes

22H00 | Os Seres da Floresta, Fadas e Magos da Floresta deambulam entre sonhos e magia

Sábado

12H00 | Exibição de Voos de Aves de Rapina

15H00 | Exibição de Voos de Aves de Rapina

16H15 | Alforria – A vida numa Carroça

19H00 | O Misterioso Caldeirão da Bruxa – aprendizes de feiticeira evocam o acordar da Bruxa

20H00 | Danças do Povo ao Som da Música Medieval

21H30 | Os Seres da Floresta, Fadas e Magos da Floresta deambulam entre sonhos e magia

Domingo

12H00 | Exibição de Voos de Aves de Rapina

12H30 | Alforria – A vida numa Carroça na Praça do Reino

16H30 | As Nobrérrícas, Marquesas e baronesas espalham encantos pelas gentes do reino….

19H00 | Exibição de Voos de Aves de Rapina

21H00 | Danças Orientais

23H30 | Goblins do Fogo – Espetáculo de Fogo

ADRO DA MATRIZ

Quarta

19H30 | Cavaleiros em Desfile pelas ruas do Reino

22H00 | Cortejo Inaugural - Caminha Monástica

O Mosteiro como Unidade Económica – Apanha de Bivalves (lapa, mexilhão) para alimentação / cal hidratada para construção civil Apanha de Algas (Sargaço), Camboas para o Peixe, Salinas;

O Mosteiro e a Componente Religiosa e de Festa Popular – Ranchos de Peregrinação a S. João D´Arga e Sta. Bárbara

O Mosteiro e a Caridade — Enfermaria, Apoio aos Pobres e Acolhimento de Peregrinos;

O Mosteiro como Centro de Cultura e Educação – Oficina dos monges copistas, códices, iluminuras (scriptorium); Escolas monásticas; a Regra de São Bento.

Acompanham Cavaleiros, Músicos, Alquimistas, Trovadores, Malabares de Fogo, Gentes do Povo e Nobres em Cortejo

Percurso:  Adro da Igreja Matriz, Rua de Meios, Terreiro, Rua das Flores, Terreiro, Rua do Vau e Adro da Matriz.

23H30 | Espetáculo Equestre no Acampamento Medieval

Quinta

18H30 | Desfile de Cavaleiros pelas ruas do Burgo

23H00 | Espetáculo Equestre no Acampamento Medieval

Sexta

18H00 | Cavaleiros em Desfile pelas ruas do Burgo

23H00 | Espetáculo Equestre no Acampamento Medieval

Sábado

Espetáculo Equestre no Acampamento Medieval de hora em hora

Domingo

Espetáculo Equestre no Acampamento Medieval de hora em hora

22H30 | Cortejo Inaugural - Caminha Monástica

O Mosteiro como Unidade Económica – Apanha de Bivalves (lapa, mexilhão) para alimentação / cal hidratada para construção civil Apanha de Algas (Sargaço), Camboas para o Peixe, Salinas;

O Mosteiro e a Componente Religiosa e de Festa Popular – Ranchos de Peregrinação a S. João D´Arga e Sta. Bárbara

O Mosteiro e a Caridade — Enfermaria, Apoio aos Pobres e Acolhimento de Peregrinos;

O Mosteiro como Centro de Cultura e Educação – Oficina dos monges copistas, códices, iluminuras (scriptorium); Escolas monásticas; a Regra de São Bento.

Acompanham Cavaleiros, Músicos, Alquimistas, Trovadores, Malabares de Fogo, Gentes do Povo e Nobres em Cortejo

Percurso:  Adro da Igreja Matriz, Rua de Meios, Terreiro, Rua das Flores, Terreiro, Rua do Vau e Adro da Matriz.

LARGO DO POÇO

Quarta

19H15 | Salt’Aqui, Salt’Acolá, Bufons Malabaristas dispostos animar as gentes do Burgo  

00H30 | Goblins do Fogo, Espetáculo de Fogo

Quinta

00H30 | E tudo o fogo ateou… - Espetáculo de Fogo

Sexta

19H30 | A Arte da Adivinhação, gentes nómadas espelham sonhos e alegria

20H00 | Danças do Povo ao Som da Música Medieval

23H30 | Goblins do Fogo – Espetáculo de Fogo

Sábado

11H00 | As Nobrérricas, Marquesas e Baronesas espalham encantos pelas gentes do reino

12H15 | Malabares Dançantes Vagueiam pela Praça

14H30 | Os Vendedores de Chagas, pobres leprosos deambulam a vender os seus remédios caseiros

18H00 | Dançantes e Malabares inundam as terras do reino

23H30 | Goblins do Fogo – Espetáculo de Fogo

Domingo

11H30 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

14H00 | Os Vendedores de Chagas, pobres leprosos deambulam vendendo os seus remédios caseiros

16H00 | Burlões Trapaceiros espalham truques e ilusões na Praça d’El Rei

19H00 | Danças do Povo ao Som da Música Medieval

MURALHAS DO CONVENTO

Sábado

22H00 | Torneio Medieval com cavalos e cavaleiros

RUA DAS FLORES

Quarta

18H00 | Malabares Dançantes animam o Burgo

20H00 | Danças Orientais

Quinta

18H15 | Malabares Dançantes vagueiam pela praça

Sexta

18H00 | Os Vendedores de Chagaspobres leprosos deambulam a vender os seus remédios caseiros

19H15 | Dançantes e Malabares inundam as terras do Reino

21H00 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

Sábado

11H30 | Trocadores de Flores e Plantas Medicinais transmitem Sabedoria e Esperança

14H00 | Dançantes e Malabares inundam as terras do reino

18H30 | Salt`Aqui, Salt`Acolá, Bufons Malabaristas dispostos animar as gentes do Burgo

20H00 | Danças Orientais

Domingo

11H15 | Feios e Mal Cheirosos – Personagens Medonhas intimidam as gentes

14H30 | “A Fuga“ da Trupe os Almeidas

18H30 | Salt’Aqui, Salt’Acolá, Bufons Malabaristas dispostos animar as gentes do Burgo

21H30 | Os Seres da Floresta, Fadas e Magos da Floresta deambulam entre sonhos e magia

LARGO DO HOSPITAL

Quarta

21H00 | Salt’Aqui, Salt’Acolá, Bufons Malabaristas dispostos animar as gentes do Burgo

Quinta

19H15 | As Pêgas da Corte – Provocadoras cortesãs intriguistas tentam os homens do Reino

Sexta

18H30 | Agostinho e Felicidade, Trocadores de Flores e Plantas Medicinais transmitem sabedoria e esperança

19H00 | Burlões Trapaceiros espalham truques e ilusões na Praça d’El Rei 

20H00 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

Sábado

11H00 | Cavaleiros em Desfile

15H30 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

17H30 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

20H30 | Salt’Aqui, Salt’Acolá, Bufons Malabaristas dispostos animar as gentes do Burgo

Domingo

12H00 | Desfile de Cavaleiros pelo Burgo

13H30 | As Pêgas da Corte – Provocadoras cortesãs enfeitiçam os homens do reino

17H30 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

20H30 | Vendedores do Oriente, espalham pós milagrosos, tecidos e perfumes vindos de outras terras

RUA DE MEIOS

Quarta

18H00 | Salt’Aqui, Salt’Acolá, Bufons Malabaristas dispostos animar as gentes do Burgo

Quinta

18H00 | As Pêgas da Corte – Provocadoras cortesãs enfeitiçam as gentes do reino

20H00 | A Arte da Caligrafia Medieval - Oficina de Aprendizes

Sexta

19H30 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

20H00 | A Arte da Caligrafia Medieval na Oficina de Aprendizes

20H15 | Burlões Trapaceiros espalham truques e ilusões na Praça d’El Rei

Sábado

11H15 | Burlões Trapaceiros espalham truques e ilusões na Praça d’El Rei

13H00 | A Arte da Caligrafia Medieval na Oficina de Aprendizes

15H00 | Os Caçadores de Ratos, deambulam pelo Burgo

19H30 A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

Domingo

11H00 | Dançantes e Malabares inundam as terras do reino

13H00 | A Arte da Caligrafia Medieval na Oficina de Aprendizes

17H00 | Trocadores de Flores e Plantas Medicinais transmitem sabedoria e esperança

19H30 | Os Vendedores de Chagas, pobres leprosos deambulam a vender os seus remédios caseiros

RUA DO VAU

Quarta

20H30 | Malabares vagueiam por terras do reino

Quinta

20H15 | Dançantes e Malabares inundam as terras do reino

00H00 | Goblins do Fogo – Espetáculo de Fogo

Sexta

18H15 | Malabares Dançantes vagueiam pela praça

20H00 | Os Vendedores de Chagas, pobres leprosos deambulam a vender os seus produtos caseiros

21H00 | Danças Orientais

00H00 | Espetáculo de Fogo – E tudo o fogo ateou…

Sábado

11H30 | “A Fuga“ da Trupe os Almeidas

13H30 | Vendedores do Oriente, espalham pós milagrosos, tecidos e perfumes vindos de outras terras

16H00 | Feios e Mal Cheirosos – Personagens Medonhas intimidam as gentes

19H15 | Os Vendedores de Chagas, pobres leprosos deambulam a vender os seus remédios caseiros

Domingo

11H30 | A Arte da Adivinhação, gentes nómadas espelham sonhos e alegria em troca de algumas moedas…..-

15H00 | Dançantes e Malabares inundam as terras do reino

18H00 | Dançantes e Malabares inundam as terras do reino

20H15 | O Misterioso Caldeirão da Bruxa – aprendizes de feiticeira evocam o acordar da Bruxa

GRUPOS DE ANIMAÇÃO:

Curinga, Sons da Suévia, Lôa Trovadoresca, Gaitas Sirigaitas, Trabucos, Cetrería Aurélio, LePersilNoir, Os Almeidas, AGAPE, Boca de Cão, Kinessis, Porta de Cena.

Com a participação das Juntas de Freguesia, Associações e grupos do Concelho de Caminha

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CAMINHA MEDIEVAL É UM ESPETÁCULO!

Até domingo, Caminha vive na Idade Média com a promoção de mais uma edição da Feira Medieval. Cortejos; exposições “Aves de Rapina” e Acampamento Medieval”; espetáculos equestres; torneio medieval; acampamento medieval; animação de rua; mercado medieval e um programa de animação convidativo são as propostas desta edição.

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O cortejo “CAMINHA MONÁSTICA”, um dos pontos altos, da feira vai mostrar a vida monástica através da representação de: “O Mosteiro como Unidade Económica” – Apanha de Bivalves (lapa, mexilhão) para alimentação / cal hidratada para construção civil / Apanha de Algas (Sargaço), Camboas para o Peixe, Salinas; “O Mosteiro e a Componente Religiosa e de Festa Popular” – Ranchos de Peregrinação a S. João D´Arga e Sta. Bárbara; “O Mosteiro e a Caridade” — Enfermaria, Apoio aos Pobres e Acolhimento de Peregrinos; “O Mosteiro como Centro de Cultura e Educação” – Oficina dos monges copistas, códices, iluminuras (scriptorium); Escolas monásticas; a Regra de São Bento. Os cortejos contam com a participação das Juntas de Freguesia, Associações e Grupos do Concelho de Caminha e, ainda, com cavaleiros, músicos, alquimistas, trovadores, malabares de fogo, gentes do povo e nobres em cortejo.

Como novidade, destaca-se a exposição “Caminha e as ordens monásticas/os conventos caminhenses” que vai dar a conhecer as comunidades monásticas que o concelho de Caminha acolheu ao longo da Idade Média, como são os casos do Mosteiro de São João de Arga, beneditino, fundado em inícios do século XII, e o Convento de Santa Maria da Ínsua (1392). A exposição estará patente nas Arcadas dos Paços do Concelho.

O mercado medieval é atrativo, composto por mercadores, taberneiros e artesãos. Aqui, o visitante vai encontrar os mais variados petiscos medievais, produtos aromáticos, bijuteria, artesanato, couro, brasões de família, brinquedos medievais, entre muitos outros artigos.

Durante os cinco dias, a programação é convidativa: animação de rua contínua com alquimistas, teatro de rua, exibição de voos de aves de rapina, danças orientais; espetáculos equestres, espetáculos de fogo, torneio medieval, danças do povo, entre outros espetáculos.

Fotos: Município de Caminha

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25 DE JULHO: HOJE É O DIA DA PÁTRIA GALEGA - O BLOGUE DO MINHO ESTENDE UM ABRAÇO FRATERNO AOS IRMÃOS DA GALIZA!

Dia da Pátria Galega foi instituído há 100 anos pelas Irmandades da Fala

Remonta a 1919 a escolha do dia 25 de julho para celebrar o Dia da Pátria Galega, decisão que foi aprovada em Assembleia das Irmandades da Fala, reunidas em Santiago de Compostela. Refira-se que se trata do dia da festa litúrgica de Santiago Maior, Patrono da Galiza.

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Em 1979, a Xunta de Galícia instituiu por decreto o dia 25 de julho como Dia Nacional da Galiza.

Hoje, centenas de formações políticas, sociais e culturais do povo galego saem à rua para celebrar o Dia da Pátria Galega e refletir acerca da atual situação económica e política com vista à construção da soberania e da liberdade da Galiza.

Em face das afinidades culturais que nos unem e fazem de nós uma só nação, os portugueses em geral e os minhotos em particular saúdam as gentes da Galiza no dia da celebração da sua Pátria. Os galegos são nossos irmãos!

Guimarães (24)

Por um compreensível desconhecimento, grande parte dos folcloristas portugueses possui um entendimento errado em relação ao folclore das gentes galegas, classificando-o de "espanhol" e confundindo-o com os usos e costumes dos demais povos peninsulares. Aliás, tal como sucede em relação à língua portuguesa que é o idioma da Galiza e que também é erradamente confundida com o castelhano que é a língua oficial de Espanha, também ela impropriamente por vezes designada por "espanhol". Na realidade e para além dos portugueses, a Península Ibérica é habitada por gentes de culturas e idiomas tão distintos como os vascos, os catalães, os asturianos e finalmente, os galegos e portugueses que possuem uma língua e uma identidade cultural comum, apenas separados em consequência das vicissitudes da História. A Espanha, afinal de contas, não representa mais do que uma realidade supranacional, cada vez mais ameaçada pelas aspirações independentistas dos povos que a integram.

Com as suas quatro províncias - Corunha, Lugo, Ourense e Pontevedra - e ainda alguns concelhos integrados na vizinha Astúrias, a Galiza constitui com Portugal a mesma unidade geográfica, cultural e linguística, o que as tornam numa única nação, embora ainda por concretizar a sua unidade política. Entre ambas existe uma homogeneidade que vai desde a cultura megalítica e da tradição céltica à vetusta Gallaécia e ao conventus bracarensis, passando pelo reino suevo, a lírica galaico-portuguesa, o condado portucalense e as sucessivas alianças com os reis portugueses, as raízes étnicas e, sobretudo, o idioma que nos é comum - a língua portuguesa. Ramon Otero Pedrayo, considerado um dos maiores escritores do reintegracionismo galego, afirmou um dia na sua qualidade de deputado do parlamento espanhol que "a Galiza, tanto etnográfica como geograficamente e desde o aspeto linguístico, é um prolongamento de Portugal; ou Portugal um prolongamento da Galiza, tanto faz". Teixeira de Pascoaes foi ainda mais longe quando disse que "...a Galiza é um bocado de Portugal sob as patas do leão de Castela". Não nos esqueçamos que foi precisamente na altura em que as naus portuguesas partiam à descoberta do mundo que a Galiza viveu a sua maior repressão, tendo-lhe inclusivamente sido negada o uso da língua galaico-portuguesa em toda a sua vida social, incluindo na liturgia, naturalmente pelo receio de Castela em perder o seu domínio e poder assistir à sua aproximação a Portugal.

No que respeita à sua caracterização geográfica e parafraseando o historiador Oliveira Martins, "A Galiza d'Aquém e d'além Minho" possui a mesma morfologia, o que naturalmente determinou uma espiritualidade e modos de vida social diferenciados em relação ao resto da Península, bem assim como uma diferenciação linguística evidente. Desse modo, a faixa atlântica e a meseta ibérica deram lugar a duas civilizações diferentes, dando a primeira origem ao galaico-português de onde derivou o português moderno e a segunda ao leonês de onde proveio o castelhano, atualmente designado por "espanhol" por ter sido imposta como língua oficial de Espanha, mas consignado na constituição espanhola como "castelhano". Não foi naturalmente por acaso que Luís Vaz de Camões, justamente considerado o nosso maior poeta possuía as suas raízes na Galiza. Também não é sem sentido que também o poeta Fernando Pessoa que defendeu abertamente a "anexação da Galiza", afirmou que "A minha Pátria é a Língua Portuguesa".

De igual modo, também do ponto de vista étnico as raízes são comuns a todo o território que compreende a Galiza e o nosso país, com as naturais variantes regionais que criam os seus particularismos, obviamente mais próximas do Minho, do Douro Litoral e em parte de Trás-os-Montes do que em relação ao Alentejo e ao Algarve, mas infinitamente mais distanciados relativamente a Castela e outras regiões de Espanha.

No seu livro "A Galiza, o galego e Portugal", Manuel Rodrigues Lapa afirma que "Portugal não pára nas margens do Minho: estende-se naturalmente, nos domínios da língua e da cultura, até às costas do Cantábrico. O mesmo se pode dizer da Galiza: que não acaba no Minho, mas se prolonga, suavemente, até às margens do Mondego". Torna-se, pois, incompreensível que continuemos a tratar o folclore e a etnografia galega como se de "espanhola" se tratasse, conferindo-lhe estatuto de representação estrangeira em festivais de folclore que se pretendem de âmbito internacional, quando na realidade deveria constituir uma participação assídua nos denominados festivais nacionais. Mais ainda, vai sendo tempo das estruturas representativas do folclore português e galego se entenderem, contribuindo para um melhor conhecimento mútuo e uma maior aproximação entre as gentes irmãs da Galiza e de Portugal. O mesmo princípio aliás, deve ser seguido pelos nossos compatriotas radicados no estrangeiro, nomeadamente nos países da América do Sul onde as comunidades portuguesas e galegas possuem uma considerável representatividade numérica. Uma aproximação e um entendimento que passa inclusivamente pelo cyberespaço e para a qual a comunidade folclórica na internet pode e deve prestar um inestimável contributo.

Afirmou o escritor galego Vilar Ponte na revista literária "A Nossa Terra" que "os galegos que não amarem Portugal tão pouco amarão a Galiza". Amemos, pois, também nós, portugueses, como um pedaço do nosso sagrado solo pátrio, essa ridente terra que se exprime na Língua de Camões - a Galiza!

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LANÇAMENTO DO PROGRAMA “DINAMIZAR FORTALEZAS”, EM MONÇÃO

Num cenário perfeito, onde as muralhas, o casco urbano e o rio Minho trocavam “olhares” de grande cumplicidade, realizou-se a apresentação pública do programa nacional “Dinamizar Fortalezas”, cujo objetivo consiste na valorização das 62 fortificações de fronteira desenhadas por Duarte D´Armas, no livro das fortalezas, datado do século XVI.

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A cerimónia de lançamento deste novo programa nacional teve lugar, ontem à tarde, no Baluarte dos Néris, sendo presidida pelo Ministro Adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira, contando ainda com a Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, e o Presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo.

Numa cobertura ao estilo medieval, o que conferiu mais autenticidade à sessão, o presidente monçanense, António Barbosa, congratulou-se pela escolha de Monção para receber a cerimónia, sublinhando a forma cordata e recetiva como o município tem sido tratado pelo atual governo.

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Abertura, proximidade e disponibilidade foram as palavras utilizadas por António Barbosa para descrever o relacionamento com os vários ministérios do governo presidido por António Costa. Disse: “Temos uma porta aberta para a resolução dos problemas da nossa terra. Louvo aqui publicamente a recetividade do governo”.

Focando-se no programa “Dinamizar Fronteiras”, o autarca referiu tratar-se de um projeto que contribuirá para “o reforço da atratividade das regiões de fronteira como destinos turísticos”, transformando “espaços únicos de história e cultura em locais de conhecimento e visitação”.

Afirmando que o programa tem um conjunto de particularidades que “entroncam” na estratégia de desenvolvimento do município, Antonio Barbosa felicitou o governo por este “exercício de descentralização” que “reforça a oferta turística nas regiões periféricas” e “combate as assimetrias regionais”.

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E como o investimento é fundamental no progresso de qualquer terra, António Barbosa, aproveitando a presença do titular da pasta da economia, lembrou as dificuldades de Monção neste sector que, referiu, não se deve à falta de interesse das empresas mas, lamentou, à ausência de solo disponível.

“Desejamos que o Minho Parque Monção, em processo judicial, tenha uma resolução breve. Contudo, não ficamos de braços caídos e avançamos com uma nova zona industrial, numa extensão de 6 hectares, na freguesia de Messegães” referiu António Barbosa, acrescentando:

“O processo está a andar, devendo ser objeto de candidatura até setembro. Pedimos-lhe, Sr. Ministro, que nos ajude a responder, afirmativamente, aos empresários que se querem instalar em Monção e aos jovens que querem permanecer na sua terra”.

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“O turismo tem de diversificar-se para ganhar dimensão e atrair mais visitantes”

Após a passagem de um vídeo curto sobre o novo programa do governo, a Secretaria de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, explicou, em pormenor, os objetivos de um programa que visa divulgar o legado patrimonial em toda a linha da fronteira luso-espanhola e criar um conjunto de atrativos para valorizar as zonas periféricas.

Durante muitos anos o turismo nacional estava confinado ao sol, à praia, a Lisboa, ao Algarve e à Madeira. Essa estratégia, disse Ana Mendes Godinho, está a mudar com apostas claras em outros produtos e regiões. Dessa forma, acrescentou, dispersamos recursos e ganhamos dimensão para atrair mais turistas.

O lançamento do programa “Dinamizar Fortalezas”, na terra de Deu-la-Deu Martins, heroína local que salvou o burgo das investidas castelhanas, insere-se nessa estratégia global, potenciando a oferta turística nas regiões de fronteira e “piscando” o olho aos nossos vizinhos espanhóis para a promoção conjunta da península Ibérica.

“Nos dias de hoje, Portugal e Espanha são o maior destino turístico do mundo ao ultrapassar 100 milhões de visitantes. No passado, a linha de fronteira, dividiu os dois países. Neste momento, serve como elo de ligação. Juntos temos um potencial enorme que devemos aproveitar” sublinhou. 

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“O exemplo do Alto Minho é notável”

Com a apresentação do programa a cargo da Secretaria de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, o Ministro Adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira, focou-se nos números do turismo. Bons. Muito bons. Só na região norte, em três anos, passou-se de 2 milhões de hóspedes para 4,2 milhões.

E neste extraordinário desempenho da região norte, surge a região do Minho com 25 por cento do total de turistas que pernoitam no território. Dados reveladores do aumento de turistas que merecem de Pedro Siza Vieira um forte elogio à capacidade da região para captar turistas.

“Como membro do governo tenho de prestar o meu agradecimento às gentes do Alto Minho pelo contributo que tem dado para o crescimento e para a vitalidade da nossa economia” afirmou Pedro Siza Vieira, enaltecendo “o exemplo notável da região para a diversificação da atividade económica”.

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FEIRA MEDIEVAL DE CAMINHA ARRANCA AMANHÃ

A partir de amanhã, Caminha regressa à Idade Média, com a edição de mais uma Feira Medieval. Cortejos; exposições “Aves de Rapina” e Acampamento Medieval”; espetáculos equestres; torneio medieval; acampamento medieval; animação de rua; mercado medieval e um programa de animação convidativo são as propostas desta edição que se prolonga até domingo. A abertura oficial está agendada para as 18H00. Às 22H00, terá lugar o Cortejo inaugural “Caminha Monástica”, com a participação de centenas de figurantes.

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O cortejo “CAMINHA MONÁSTICA”, um dos pontos altos, da feira vai mostrar a vida monástica através da representação de: “O Mosteiro como Unidade Económica” – Apanha de Bivalves (lapa, mexilhão) para alimentação / cal hidratada para construção civil / Apanha de Algas (Sargaço), Camboas para o Peixe, Salinas; “O Mosteiro e a Componente Religiosa e de Festa Popular” – Ranchos de Peregrinação a S. João D´Arga e Sta. Bárbara; “O Mosteiro e a Caridade” — Enfermaria, Apoio aos Pobres e Acolhimento de Peregrinos; “O Mosteiro como Centro de Cultura e Educação” – Oficina dos monges copistas, códices, iluminuras (scriptorium); Escolas monásticas; a Regra de São Bento. Os cortejos contam com a participação das Juntas de Freguesia, Associações e Grupos do Concelho de Caminha e, ainda, com cavaleiros, músicos, alquimistas, trovadores, malabares de fogo, gentes do povo e nobres em cortejo.

Como novidade, destaca-se a exposição “Caminha e as ordens monásticas/os conventos caminhenses” que vai dar a conhecer as comunidades monásticas que o concelho de Caminha acolheu ao longo da Idade Média, como são os casos do Mosteiro de São João de Arga, beneditino, fundado em inícios do século XII, e o Convento de Santa Maria da Ínsua (1392). A exposição estará patente nas Arcadas dos Paços do Concelho.

O mercado medieval é atrativo, composto por mercadores, taberneiros e artesãos. Aqui, o visitante vai encontrar os mais variados petiscos medievais, produtos aromáticos, bijuteria, artesanato, couro, brasões de família, brinquedos medievais, entre muitos outros artigos.

Durante os cinco dias, a programação é convidativa: animação de rua contínua com alquimistas, teatro de rua, exibição de voos de aves de rapina, danças orientais; espetáculos equestres, espetáculos de fogo, torneio medieval, danças do povo, entre outros espetáculos.

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“CAMINHA MONÁSTICA”

Feira Medieval 2019

CONTEXTO HISTÓRICO

O concelho de Caminha albergou ao longo da sua história secular, com destaque para a época medieval, diversas comunidades monásticas, masculinas e femininas. Do primevo Mosteiro de São João de Arga, beneditino, de fundação incerta em inícios do século XII, aos conventos franciscanos na vila-sede do município, Santa Clara (1571) e Santo António (1618) — este último prosseguidor do Convento de Santa Maria da Ínsua (1392) —, sem esquecer o mais recente convento das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras (1898), que subsiste a meia-encosta de Santo Antão.

O mundo monástico, apesar de traduzir na origem uma opção de recolhimento espiritual e de fuga ao mundo, evidente nos locais isolados e inóspitos dos primeiros cenóbios, de que a Serra de Arga e a ilha da Ínsua são bons exemplos, evoluiria depois para uma relação mais próxima do século. Para além das conexões económicas — dos produtos da terra cultivados nas suas cercas à exploração dos frutos do mar nas camboas e mexilhoeiras —, a caridade e a assistência religiosa, o magistério das letras e a prestação de cuidados de saúde, constituíram-se como fortes elos de ligação entre regulares e populações locais.

Os conventos de Caminha foram ainda albergue de peregrinos a caminho de Santiago de Compostela — alguns notáveis, como o rei D. Manuel I, em 1502, ou o príncipe italiano Cosme III de Médici, em 1669 — e, à imagem de tantas outras localidades conventuais, alfobre de manjares e doçarias, como os “deliciosos papos de anjo ou pastéis de Santa Clara”, que perduraram até finais de oitocentos. Receitas esquecidas, mundos perdidos, resta hoje da Caminha Monástica do passado a sua rica e fecunda história, estudada em recolhimento nos arquivos ou celebrada em festa nas ruas.

Departamento de Ciências Sociais e Humanas — Grupo de História

Agrupamento de Escolas Sidónio Pais, Caminha

HORÁRIO

Qua, Qui e Sex 24, 25 e 26 julho: 18H00 – 01H00

Sáb. 27 julho: 11H00 – 01H00

Dom 28 julho: 11H00 – 00H00

QUA 24 JUL

OUTORGA DO FORAL DE CAMINHA PELO REI D. DINIS

Caminha recebe o seu primeiro Foral a 24 de julho de 1284, outorgado por D. Dinis, que atribui a esta Vila um código de privilégios, obrigações e liberdades que vieram aplacar diferendos e servir como instrumento de luta contra a ambição e poder senhorial e eclesiástico nestas terras

QUA 24 JUL | 18H00

ABERTURA OFICIAL DA FEIRA MEDIEVAL DE CAMINHA

O clérigo de Santa Maria de Caminha declara a abertura das Portas do Reino

EXPOSIÇÕES

CAMINHA E AS ORDENS MONÁSTICAS | OS CONVENTOS CAMINHENSES

Arcadas do Edifício Paços do Concelho

Conheça as comunidades monásticas que o concelho de Caminha acolheu ao longo da Idade Média, o Mosteiro de São João de Arga, beneditino, fundado em inícios do século XII, e o Convento de Santa Maria da Ínsua (1392).

“AVES DE RAPINA”

Terreiro

Exibição de aves de rapina diurnas e noturnas, materiais de falcoaria artesanal, exposição de ovos reis e plumas de variadíssimas espécies. Informação ao público sobre falcoaria, como centro de reprodução e recuperação de aves.

Acampamento Medieval”

Adro da Igreja Matriz de Caminha

Este espaço recria o quotidiano de um acampamento medieval, com os seus ofícios e as lavouras do dia a dia, assim como as atividades de treino na lide das armas.

TERREIRO

Quarta

18H30 | Exibição de voos de Aves de Rapina

19H00 | Danças do Povo ao Som da Música Medieval - Minho Dança

00H00 | Espetáculo de Fogo – E tudo o fogo ateou…

Quinta

19H00 | Exibição de Voos de Aves de Rapina

21H00 | As Pêgas da Corte – Provocadoras Cortesãs enfeitiçam os Homens do Reino

Sexta

19H00 | Exibição de Voos de Aves de Rapina

20H30 | O Misterioso Caldeirão da Bruxaaprendizes de feiticeira evocam o acordar da Bruxa

21H30 | Feios e Mal Cheirosos – Personagens Medonhas intimidam as gentes

22H00 | Os Seres da Floresta, Fadas e Magos da Floresta deambulam entre sonhos e magia

Sábado

12H00 | Exibição de Voos de Aves de Rapina

15H00 | Exibição de Voos de Aves de Rapina

16H15 | Alforria – A vida numa Carroça

19H00 | O Misterioso Caldeirão da Bruxaaprendizes de feiticeira evocam o acordar da Bruxa

20H00 | Danças do Povo ao Som da Música Medieval

21H30 | Os Seres da Floresta, Fadas e Magos da Floresta deambulam entre sonhos e magia

Domingo

12H00 | Exibição de Voos de Aves de Rapina

12H30 | Alforria – A vida numa Carroça na Praça do Reino

16H30 | As Nobrérrícas, Marquesas e baronesas espalham encantos pelas gentes do reino….

19H00 | Exibição de Voos de Aves de Rapina

21H00 | Danças Orientais

23H30 | Goblins do Fogo – Espetáculo de Fogo

ADRO DA MATRIZ

Quarta

19H30 | Cavaleiros em Desfile pelas ruas do Reino

22H00 | Cortejo Inaugural - Caminha Monástica

O Mosteiro como Unidade Económica – Apanha de Bivalves (lapa, mexilhão) para alimentação / cal hidratada para construção civil / Apanha de Algas (Sargaço), Camboas para o Peixe, Salinas;

O Mosteiro e a Componente Religiosa e de Festa Popular – Ranchos de Peregrinação a S. João D´Arga e Sta. Bárbara

O Mosteiro e a Caridade — Enfermaria, Apoio aos Pobres e Acolhimento de Peregrinos;

O Mosteiro como Centro de Cultura e Educação – Oficina dos monges copistas, códices, iluminuras (scriptorium); Escolas monásticas; a Regra de São Bento.

Acompanham Cavaleiros, Músicos, Alquimistas, Trovadores, Malabares de Fogo, Gentes do Povo e Nobres em Cortejo

Percurso:  Adro da Igreja Matriz, Rua de Meios, Terreiro, Rua das Flores, Terreiro, Rua do Vau e Adro da Matriz.

23H30 | Espetáculo Equestre no Acampamento Medieval

Quinta

18H30 | Desfile de Cavaleiros pelas ruas do Burgo

23H00 | Espetáculo Equestre no Acampamento Medieval

Sexta

18H00 | Cavaleiros em Desfile pelas ruas do Burgo

23H00 | Espetáculo Equestre no Acampamento Medieval

Sábado

Espetáculo Equestre no Acampamento Medieval de hora em hora

Domingo

Espetáculo Equestre no Acampamento Medieval de hora em hora

22H30 | Cortejo Inaugural - Caminha Monástica

O Mosteiro como Unidade Económica – Apanha de Bivalves (lapa, mexilhão) para alimentação / cal hidratada para construção civil / Apanha de Algas (Sargaço), Camboas para o Peixe, Salinas;

O Mosteiro e a Componente Religiosa e de Festa Popular – Ranchos de Peregrinação a S. João D´Arga e Sta. Bárbara

O Mosteiro e a Caridade — Enfermaria, Apoio aos Pobres e Acolhimento de Peregrinos;

O Mosteiro como Centro de Cultura e Educação – Oficina dos monges copistas, códices, iluminuras (scriptorium); Escolas monásticas; a Regra de São Bento.

Acompanham Cavaleiros, Músicos, Alquimistas, Trovadores, Malabares de Fogo, Gentes do Povo e Nobres em Cortejo

Percurso:  Adro da Igreja Matriz, Rua de Meios, Terreiro, Rua das Flores, Terreiro, Rua do Vau e Adro da Matriz.

LARGO DO POÇO

Quarta

19H15 | Salt’Aqui, Salt’Acolá, Bufons Malabaristas dispostos animar as gentes do Burgo  

00H30 | Goblins do Fogo, Espetáculo de Fogo

Quinta

00H30 | E tudo o fogo ateou… - Espetáculo de Fogo

Sexta

19H30 | A Arte da Adivinhação, gentes nómadas espelham sonhos e alegria

20H00 | Danças do Povo ao Som da Música Medieval

23H30 | Goblins do Fogo – Espetáculo de Fogo

Sábado

11H00 | As Nobrérricas, Marquesas e Baronesas espalham encantos pelas gentes do reino

12H15 | Malabares Dançantes Vagueiam pela Praça

14H30 | Os Vendedores de Chagas, pobres leprosos deambulam a vender os seus remédios caseiros

18H00 | Dançantes e Malabares inundam as terras do reino

23H30 | Goblins do Fogo – Espetáculo de Fogo

Domingo

11H30 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

14H00 | Os Vendedores de Chagas, pobres leprosos deambulam vendendo os seus remédios caseiros

16H00 | Burlões Trapaceiros espalham truques e ilusões na Praça d’El Rei

19H00 | Danças do Povo ao Som da Música Medieval

MURALHAS DO CONVENTO

Sábado

22H00 | Torneio Medieval com cavalos e cavaleiros

RUA DAS FLORES

Quarta

18H00 | Malabares Dançantes animam o Burgo

20H00 | Danças Orientais

Quinta

18H15 | Malabares Dançantes vagueiam pela praça

Sexta

18H00 | Os Vendedores de Chagas, pobres leprosos deambulam a vender os seus remédios caseiros

19H15 | Dançantes e Malabares inundam as terras do Reino

21H00 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

Sábado

11H30 | Trocadores de Flores e Plantas Medicinais transmitem Sabedoria e Esperança

14H00 | Dançantes e Malabares inundam as terras do reino

18H30 | Salt`Aqui, Salt`Acolá, Bufons Malabaristas dispostos animar as gentes do Burgo

20H00 | Danças Orientais

Domingo

11H15 | Feios e Mal Cheirosos – Personagens Medonhas intimidam as gentes

14H30 | “A Fuga“ da Trupe os Almeidas

18H30 | Salt’Aqui, Salt’Acolá, Bufons Malabaristas dispostos animar as gentes do Burgo

21H30 | Os Seres da Floresta, Fadas e Magos da Floresta deambulam entre sonhos e magia

LARGO DO HOSPITAL

Quarta

21H00 | Salt’Aqui, Salt’Acolá, Bufons Malabaristas dispostos animar as gentes do Burgo

Quinta

19H15 | As Pêgas da Corte – Provocadoras cortesãs intriguistas tentam os homens do Reino

Sexta

18H30 | Agostinho e Felicidade, Trocadores de Flores e Plantas Medicinais transmitem sabedoria e esperança

19H00 | Burlões Trapaceiros espalham truques e ilusões na Praça d’El Rei 

20H00 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

Sábado

11H00 | Cavaleiros em Desfile

15H30 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

17H30 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

20H30 | Salt’Aqui, Salt’Acolá, Bufons Malabaristas dispostos animar as gentes do Burgo

Domingo

12H00 | Desfile de Cavaleiros pelo Burgo

13H30 | As Pêgas da Corte – Provocadoras cortesãs enfeitiçam os homens do reino

17H30 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

20H30 | Vendedores do Oriente, espalham pós milagrosos, tecidos e perfumes vindos de outras terras

RUA DE MEIOS

Quarta

18H00 | Salt’Aqui, Salt’Acolá, Bufons Malabaristas dispostos animar as gentes do Burgo

Quinta

18H00 | As Pêgas da Corte – Provocadoras cortesãs enfeitiçam as gentes do reino

20H00 | A Arte da Caligrafia Medieval - Oficina de Aprendizes

Sexta

19H30 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

20H00 | A Arte da Caligrafia Medieval na Oficina de Aprendizes

20H15 | Burlões Trapaceiros espalham truques e ilusões na Praça d’El Rei

Sábado

11H15 | Burlões Trapaceiros espalham truques e ilusões na Praça d’El Rei

13H00 | A Arte da Caligrafia Medieval na Oficina de Aprendizes

15H00 | Os Caçadores de Ratos, deambulam pelo Burgo

19H30 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

Domingo

11H00 | Dançantes e Malabares inundam as terras do reino

13H00 | A Arte da Caligrafia Medieval na Oficina de Aprendizes

17H00 | Trocadores de Flores e Plantas Medicinais transmitem sabedoria e esperança

19H30 | Os Vendedores de Chagas, pobres leprosos deambulam a vender os seus remédios caseiros

RUA DO VAU

Quarta

20H30 | Malabares vagueiam por terras do reino

Quinta

20H15 | Dançantes e Malabares inundam as terras do reino

00H00 | Goblins do Fogo – Espetáculo de Fogo

Sexta

18H15 | Malabares Dançantes vagueiam pela praça

20H00 | Os Vendedores de Chagas, pobres leprosos deambulam a vender os seus produtos caseiros

21H00 | Danças Orientais

00H00 | Espetáculo de Fogo – E tudo o fogo ateou…

Sábado

11H30 | “A Fuga“ da Trupe os Almeidas

13H30 | Vendedores do Oriente, espalham pós milagrosos, tecidos e perfumes vindos de outras terras

16H00 | Feios e Mal Cheirosos – Personagens Medonhas intimidam as gentes

19H15 | Os Vendedores de Chagas, pobres leprosos deambulam a vender os seus remédios caseiros

Domingo

11H30 | A Arte da Adivinhação, gentes nómadas espelham sonhos e alegria em troca de algumas moedas…..-

15H00 | Dançantes e Malabares inundam as terras do reino

18H00 | Dançantes e Malabares inundam as terras do reino

20H15 | O Misterioso Caldeirão da Bruxaaprendizes de feiticeira evocam o acordar da Bruxa

GRUPOS DE ANIMAÇÃO:

Curinga, Sons da Suévia, Lôa Trovadoresca, Gaitas Sirigaitas, Trabucos, Cetrería Aurélio, LePersilNoir, Os Almeidas, AGAPE, Boca de Cão, Kinessis, Porta de Cena.

Com a participação das Juntas de Freguesia, Associações e grupos do Concelho de Caminha

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HISTORIADOR DANIEL BASTOS APRESENTA EM GUIMARÃES O LIVRO "GERÁLD BLONCOURT - DIAS DE LIBERDADE EM PORTUGAL"

Guimarães recebe apresentação do livro “Geráld Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”

No próximo dia 26 de julho (sexta-feira), é apresentado em Guimarães o livro Gérald Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”.

A obra, concebida pelo historiador Daniel Bastos a partir do espólio de Gérald Bloncourt, um dos grandes nomes mundiais da fotografia humanista, recentemente falecido na capital francesa, é apresentada às 21h30 no fórum da Fnac Guimarães.

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O historiador Daniel Bastos (ao centro) foi em 2015 o responsável pela realização do livro de Gérald Bloncourt (dir.) “O olhar de compromisso com os filhos dos Grandes Descobridores”, que retrata a emigração portuguesa para França nos anos 60 e 70, e que contou com prefácio de Eduardo Lourenço e tradução de Paulo Teixeira (esq.)

 

A apresentação da obra, uma edição trilingue (português, francês e inglês) prefaciada pelo coronel Vasco Lourenço, presidente da Direção da Associação 25 de Abril, estará a cargo do deputado na Assembleia da República, Joaquim Barreto.

Neste novo livro, realizado com o apoio da Associação 25 de Abril, uma das instituições de referência do Portugal democrático, Daniel Bastos revela uma parte pouco conhecida do espólio de Gérald Bloncourt, afamado fotógrafo que imortalizou a emigração portuguesa nos anos 60 e 70, mas que foi também um espectador privilegiado da explosão de liberdade que tomou conta do país após a Revolução de 25 de Abril de 1974.

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Através de imagens até aqui praticamente inéditas, o investigador cujo percurso tem sido alicerçado no seio da Lusofonia, aborda factos históricos que medeiam a Revolução dos Cravos e a celebração do Dia do Trabalhador na capital portuguesa. Designadamente, a chegada do histórico líder comunista Álvaro Cunhal ao Aeroporto de Lisboa, a emoção do reencontro de presos políticos e exilados com as suas famílias, o caráter pacífico e libertador da Revolução de Abril, e as celebrações efusivas do 1.º de Maio de 1974, a maior manifestação popular da história portuguesa.

A publicação do livro, que contou com a colaboração de Isabelle Repiton, viúva de Gérald Bloncourt, e é enriquecida com memórias e testemunhos do fotojornalista franco-haitiano, representa cerca de meio século após a Revolução de Abril um novo contributo e oportunidade para revisitar a génese da democracia portuguesa.

Segundo Vasco Lourenço, esta obra ilustrada pela lente humanista de Bloncourt, fotógrafo que em 2016 foi agraciado pelo Presidente República Portuguesa com a Ordem do Infante D. Henrique, constitui uma viagem ao “tempo dos sonhos cheios de esperança, da afirmação da cidadania, da construção de uma sociedade mais livre e mais justa, do fim e do regresso de uma guerra sem sentido com a ajuda ao nascimento de novos países independentes, onde a língua portuguesa continuou a ser o principal factor congregador”.

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FOLIA... É NA GALAICOFOLIA, NO CASTRO DE S. LOURENÇO, NO CONCELHO DE ESPOSENDE

Galaicofolia é aposta na promoção do património e na atração turística

Abriu hoje no Castro de S. Lourenço, Vila Chã, mais uma edição da “Galaicofolia”, evento cultural, de lazer e entretenimento, organizado pelo Município de Esposende com o intuito de promover e divulgar o património concelhio, aliando a forte componente turística do evento, estrategicamente importante para o desenvolvimento económico do território.

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Encenações, música e dança, gastronomia, queimada galaica e recriações que nos transportam ao passado, recordando o modus vivendi do povo. Património e natureza em perfeita harmonia, num evento cultural, de lazer e entretenimento, que vai animar o Castro de S. Lourenço, em Vila Chã, até ao próximo domingo, dia 21 de julho.

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“A Galaicofolia é um evento de referência e relevante, enquanto eixo de sustentação do plano de desenvolvimento territorial e estratégico no desenvolvimento turístico de Esposende. Temos consciência da importância que a Galaicofolia representa para o turismo local, contribuindo, ainda, para a preservação da memória e identidade, ao apresentar aos turistas a essência e os significados do património local”, referiu o presidente da Câmara Municipal de Esposende. Para Benjamim Pereira “é importante atender às dinâmicas que podem ser estabelecidas entre o turismo, o património cultural, a história, o planeamento e a preservação. Essa forma global de atendermos à especificidade de cada evento permite a construção de uma sociedade harmoniosa”.

Em toda a zona envolvente ao povoado estão expostos animais domésticos e aves de rapina, um mercado, áreas com desafios de destreza e, para os mais pequenos, a diversão está no espaço Caturo, descobrindo a História local, através da dramatização de contos e lendas. Para concluir a visita, o espaço reservado à gastronomia, com iguarias da época, pão acabado de confecionar e queimada galaica.

O programa apresenta uma atividade constante, com muita música e danças galaicas, peças de teatro, workshops temáticos de ofícios (ferreiro, carpinteiro, tecelão e oleiro), demonstração de aves de rapina, teatro, fantoches ou combates de gladiadores, entre muitas outras atrações.

A organização disponibiliza transportes gratuitos, a partir da cidade de Esposende (na paragem junto ao Mercado Municipal) até ao local do evento e, nas imediações, estarão disponíveis parques de estacionamento, também eles gratuitos.

As portas do recinto abrem às 18h30 de sexta-feira, dia 19 de julho, e encerram às 24h do dia 21.

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VIZELA COMEMORA REVOLUÇÃO POPULAR

Apresentação das comemorações do 5 de agosto de 1982

A Câmara Municipal de Vizela, a Associação da Comissão de Festas do 5 de Agosto de 1982 e a Comissão de Festas de Vizela vão apresentar o programa comemorativo do 5 de agosto, no próximo dia 22 de julho, às 17.30h, no Café 5 de Agosto.

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De destacar que este ano, o programa comemorativo do 5 de agosto irá integrar o programa das Festas de Vizela.

Trinta e sete anos depois, o ‘5 de agosto de 82’ continua bem vincado na memória dos vizelenses, sendo recordado como a “revolução popular” pela independência administrativa de Vizela.

FEIRA MEDIEVAL DE CAMINHA REALIZA-SE DE 24 A 28 DE JULHO

De 24 a 28 de julho, Caminha regressa à Idade Média, com a realização de mais uma edição da Feira Medieval, subordinada ao tema “CAMINHA MONÁSTICA”. Cortejos inaugural e de enceramento “Caminha Monástica”; exposições “Caminha e as ordens monásticas/os conventos caminhenses”; “Aves de Rapina” e Acampamento Medieval”; espetáculos equestres; torneio medieval; acampamento medieval; animação de rua; mercado medieval e um programa de animação convidativo vão dar o mote a esta edição.

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Em Caminha, já se ‘vive na Idade Média’. As ruas já estão decoradas para acolherem aquela que já está entre as 5 melhores Feiras Medievais do país.  Esta edição traz muitas novidades. Destaca-se a exposição “Caminha e as ordens monásticas/os conventos caminhenses” que vai dar a conhecer as comunidades monásticas que o concelho de Caminha acolheu ao longo da Idade Média, como são os casos do Mosteiro de São João de Arga, beneditino, fundado em inícios do século XII, e o Convento de Santa Maria da Ínsua (1392). A exposição estará patente nas Arcadas dos Paços do Concelho.

De realçar os cortejos de abertura e encerramento “CAMINHA MONÁSTICA” que vão mostrar a vida monástica através da representação de: “O Mosteiro como Unidade Económica” – Apanha de Bivalves (lapa, mexilhão) para alimentação / cal hidratada para construção civil / Apanha de Algas (Sargaço), Camboas para o Peixe, Salinas; “O Mosteiro e a Componente Religiosa e de Festa Popular” – Ranchos de Peregrinação a S. João D´Arga e Sta. Bárbara; “O Mosteiro e a Caridade” — Enfermaria, Apoio aos Pobres e Acolhimento de Peregrinos; “O Mosteiro como Centro de Cultura e Educação” – Oficina dos monges copistas, códices, iluminuras (scriptorium); Escolas monásticas; a Regra de São Bento. Os cortejos ainda contam com a participação das Juntas de Freguesia, Associações e Grupos do concelho de Caminha. Além dos figurantes, cavaleiros, músicos, alquimistas, trovadores, malabares de fogo, gentes do povo e nobres em cortejo.

Na Feira Medieval de Caminha, o mercado medieval é atrativo, composto por mercadores, taberneiros e artesãos. Aqui, o visitante vai encontrar os mais variados petiscos medievais, produtos aromáticos, bijuteria, artesanato, couro, brasões de família, brinquedos medievais, entre muitos outros artigos.

As aves de rapina, um dos polos de atração da feira, darão ‘vida’ ao Terreiro. Aqui, o visitante poderá admirar a exibição de aves de rapina diurnas e noturnas, materiais de falcoaria artesanal, exposição de ovos reis e plumas de variadíssimas espécies

O Adro da Igreja Matriz vai servir de cenário ao acampamento medieval, completamente diferente de edições anteriores. Vai ser recriado o quotidiano de um acampamento medieval, com os seus ofícios e as lavouras do dia a dia, assim como as atividades de treino na lide das armas.

Durante os cinco dias, a programação é convidativa: animação de rua contínua com alquimistas, teatro de rua, exibição de voos de aves de rapina, danças orientais; espetáculos equestres, espetáculos de fogo, torneio medieval, danças do povo, são as pospostas para esta edição.

Na quarta-feira, a partir das 18H00, a animação é constante. Destacamos o Cortejo Inaugural “CAMINHA MONÁSTICA”, pelas 22H00.

Na quinta e sexta-feira, a animação a partir das 18H00 é constante.

No sábado, o ponto alto é o torneio medieval com cavalos e cavaleiros, nas Muralhas do Convento.

A feira encerra domingo, com o Cortejo de Encerramento “CAMINHA MONÁSTICA”.

“CAMINHA MONÁSTICA”

Feira Medieval 2019

CONTEXTO HISTÓRICO

O concelho de Caminha albergou ao longo da sua história secular, com destaque para a época medieval, diversas comunidades monásticas, masculinas e femininas. Do primevo Mosteiro de São João de Arga, beneditino, de fundação incerta em inícios do século XII, aos conventos franciscanos na vila-sede do município, Santa Clara (1571) e Santo António (1618) — este último prosseguidor do Convento de Santa Maria da Ínsua (1392) —, sem esquecer o mais recente convento das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras (1898), que subsiste a meia-encosta de Santo Antão.

O mundo monástico, apesar de traduzir na origem uma opção de recolhimento espiritual e de fuga ao mundo, evidente nos locais isolados e inóspitos dos primeiros cenóbios, de que a Serra de Arga e a ilha da Ínsua são bons exemplos, evoluiria depois para uma relação mais próxima do século. Para além das conexões económicas — dos produtos da terra cultivados nas suas cercas à exploração dos frutos do mar nas camboas e mexilhoeiras —, a caridade e a assistência religiosa, o magistério das letras e a prestação de cuidados de saúde, constituíram-se como fortes elos de ligação entre regulares e populações locais.

Os conventos de Caminha foram ainda albergue de peregrinos a caminho de Santiago de Compostela — alguns notáveis, como o rei D. Manuel I, em 1502, ou o príncipe italiano Cosme III de Médici, em 1669 — e, à imagem de tantas outras localidades conventuais, alfobre de manjares e doçarias, como os “deliciosos papos de anjo ou pastéis de Santa Clara”, que perduraram até finais de oitocentos. Receitas esquecidas, mundos perdidos, resta hoje da Caminha Monástica do passado a sua rica e fecunda história, estudada em recolhimento nos arquivos ou celebrada em festa nas ruas.

Departamento de Ciências Sociais e Humanas — Grupo de História

Agrupamento de Escolas Sidónio Pais, Caminha

HORÁRIO

Qua, Qui e Sex 24, 25 e 26 julho: 18H00 – 01H00

Sáb. 27 julho: 11H00 – 01H00

Dom 28 julho: 11H00 – 00H00

QUA 24 JUL

OUTORGA DO FORAL DE CAMINHA PELO REI D. DINIS

 

Caminha recebe o seu primeiro Foral a 24 de julho de 1284, outorgado por D. Dinis, que atribui a esta Vila um código de privilégios, obrigações e liberdades que vieram aplacar diferendos e servir como instrumento de luta contra a ambição e poder senhorial e eclesiástico nestas terras

QUA 24 JUL | 18H00

ABERTURA OFICIAL DA FEIRA MEDIEVAL DE CAMINHA

O clérigo de Santa Maria de Caminha declara a abertura das Portas do Reino

EXPOSIÇÕES

CAMINHA E AS ORDENS MONÁSTICAS | OS CONVENTOS CAMINHENSES

Arcadas do Edifício Paços do Concelho

Conheça as comunidades monásticas que o concelho de Caminha acolheu ao longo da Idade Média, o Mosteiro de São João de Arga, beneditino, fundado em inícios do século XII, e o Convento de Santa Maria da Ínsua (1392).

“AVES DE RAPINA”

Terreiro

Exibição de aves de rapina diurnas e noturnas, materiais de falcoaria artesanal, exposição de ovos reis e plumas de variadíssimas espécies. Informação ao público sobre falcoaria, como centro de reprodução e recuperação de aves.

Acampamento Medieval”

Adro da Igreja Matriz de Caminha

Este espaço recria o quotidiano de um acampamento medieval, com os seus ofícios e as lavouras do dia a dia, assim como as atividades de treino na lide das armas.

TERREIRO

Quarta

18H30 | Exibição de voos de Aves de Rapina

19H00 | Danças do Povo ao Som da Música Medieval - Minho Dança

00H00 | Espetáculo de Fogo – E tudo o fogo ateou…

Quinta

19H00 | Exibição de Voos de Aves de Rapina

21H00 | As Pêgas da Corte – Provocadoras Cortesãs enfeitiçam os Homens do Reino

Sexta

19H00 | Exibição de Voos de Aves de Rapina

20H30 | O Misterioso Caldeirão da Bruxaaprendizes de feiticeira evocam o acordar da Bruxa

21H30 | Feios e Mal Cheirosos – Personagens Medonhas intimidam as gentes

22H00 | Os Seres da Floresta, Fadas e Magos da Floresta deambulam entre sonhos e magia

Sábado

12H00 | Exibição de Voos de Aves de Rapina

15H00 | Exibição de Voos de Aves de Rapina

16H15 | Alforria – A vida numa Carroça

19H00 | O Misterioso Caldeirão da Bruxaaprendizes de feiticeira evocam o acordar da Bruxa

20H00 | Danças do Povo ao Som da Música Medieval

21H30 | Os Seres da Floresta, Fadas e Magos da Floresta deambulam entre sonhos e magia

Domingo

12H00 | Exibição de Voos de Aves de Rapina

12H30 | Alforria – A vida numa Carroça na Praça do Reino

16H30 | As Nobrérrícas, Marquesas e baronesas espalham encantos pelas gentes do reino….

19H00 | Exibição de Voos de Aves de Rapina

21H00 | Danças Orientais

23H30 | Goblins do Fogo – Espetáculo de Fogo

ADRO DA MATRIZ

Quarta

19H30 | Cavaleiros em Desfile pelas ruas do Reino

22H00 | Cortejo Inaugural - Caminha Monástica

O Mosteiro como Unidade Económica – Apanha de Bivalves (lapa, mexilhão) para alimentação / cal hidratada para construção civil / Apanha de Algas (Sargaço), Camboas para o Peixe, Salinas;

O Mosteiro e a Componente Religiosa e de Festa Popular – Ranchos de Peregrinação a S. João D´Arga e Sta. Bárbara

O Mosteiro e a Caridade — Enfermaria, Apoio aos Pobres e Acolhimento de Peregrinos;

O Mosteiro como Centro de Cultura e Educação – Oficina dos monges copistas, códices, iluminuras (scriptorium); Escolas monásticas; a Regra de São Bento.

Acompanham Cavaleiros, Músicos, Alquimistas, Trovadores, Malabares de Fogo, Gentes do Povo e Nobres em Cortejo

Percurso:  Adro da Igreja Matriz, Rua de Meios, Terreiro, Rua das Flores, Terreiro, Rua do Vau e Adro da Matriz.

 

23H30 | Espetáculo Equestre no Acampamento Medieval

Quinta

18H30 | Desfile de Cavaleiros pelas ruas do Burgo

23H00 | Espetáculo Equestre no Acampamento Medieval

Sexta

18H00 | Cavaleiros em Desfile pelas ruas do Burgo

23H00 | Espetáculo Equestre no Acampamento Medieval

Sábado

Espetáculo Equestre no Acampamento Medieval de hora em hora

Domingo

Espetáculo Equestre no Acampamento Medieval de hora em hora

22H30 | Cortejo Inaugural - Caminha Monástica

O Mosteiro como Unidade Económica – Apanha de Bivalves (lapa, mexilhão) para alimentação / cal hidratada para construção civil / Apanha de Algas (Sargaço), Camboas para o Peixe, Salinas;

O Mosteiro e a Componente Religiosa e de Festa Popular – Ranchos de Peregrinação a S. João D´Arga e Sta. Bárbara

O Mosteiro e a Caridade — Enfermaria, Apoio aos Pobres e Acolhimento de Peregrinos;

O Mosteiro como Centro de Cultura e Educação – Oficina dos monges copistas, códices, iluminuras (scriptorium); Escolas monásticas; a Regra de São Bento.

 

Acompanham Cavaleiros, Músicos, Alquimistas, Trovadores, Malabares de Fogo, Gentes do Povo e Nobres em Cortejo

Percurso:  Adro da Igreja Matriz, Rua de Meios, Terreiro, Rua das Flores, Terreiro, Rua do Vau e Adro da Matriz.

LARGO DO POÇO

Quarta

19H15 | Salt’Aqui, Salt’Acolá, Bufons Malabaristas dispostos animar as gentes do Burgo  

00H30 | Goblins do Fogo, Espetáculo de Fogo

Quinta

00H30 | E tudo o fogo ateou… - Espetáculo de Fogo

Sexta

19H30 | A Arte da Adivinhação, gentes nómadas espelham sonhos e alegria

20H00 | Danças do Povo ao Som da Música Medieval

23H30 | Goblins do Fogo – Espetáculo de Fogo

Sábado

11H00 | As Nobrérricas, Marquesas e Baronesas espalham encantos pelas gentes do reino

12H15 | Malabares Dançantes Vagueiam pela Praça

14H30 | Os Vendedores de Chagas, pobres leprosos deambulam a vender os seus remédios caseiros

18H00 | Dançantes e Malabares inundam as terras do reino

23H30 | Goblins do Fogo – Espetáculo de Fogo

Domingo

11H30 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

14H00 | Os Vendedores de Chagas, pobres leprosos deambulam vendendo os seus remédios caseiros

16H00 | Burlões Trapaceiros espalham truques e ilusões na Praça d’El Rei

19H00 | Danças do Povo ao Som da Música Medieval

MURALHAS DO CONVENTO

Sábado

22H00 | Torneio Medieval com cavalos e cavaleiros

RUA DAS FLORES

Quarta

18H00 | Malabares Dançantes animam o Burgo

20H00 | Danças Orientais

Quinta

18H15 | Malabares Dançantes vagueiam pela praça

Sexta

18H00 | Os Vendedores de Chagas, pobres leprosos deambulam a vender os seus remédios caseiros

19H15 | Dançantes e Malabares inundam as terras do Reino

21H00 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

Sábado

11H30 | Trocadores de Flores e Plantas Medicinais transmitem Sabedoria e Esperança

14H00 | Dançantes e Malabares inundam as terras do reino

18H30 | Salt`Aqui, Salt`Acolá, Bufons Malabaristas dispostos animar as gentes do Burgo

20H00 | Danças Orientais

Domingo

11H15 | Feios e Mal Cheirosos – Personagens Medonhas intimidam as gentes

14H30 | “A Fuga“ da Trupe os Almeidas

18H30 | Salt’Aqui, Salt’Acolá, Bufons Malabaristas dispostos animar as gentes do Burgo

21H30 | Os Seres da Floresta, Fadas e Magos da Floresta deambulam entre sonhos e magia

LARGO DO HOSPITAL

Quarta

21H00 | Salt’Aqui, Salt’Acolá, Bufons Malabaristas dispostos animar as gentes do Burgo

Quinta

19H15 | As Pêgas da Corte – Provocadoras cortesãs intriguistas tentam os homens do Reino

Sexta

18H30 | Agostinho e Felicidade, Trocadores de Flores e Plantas Medicinais transmitem sabedoria e esperança

19H00 | Burlões Trapaceiros espalham truques e ilusões na Praça d’El Rei 

20H00 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

Sábado

11H00 | Cavaleiros em Desfile

15H30 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

17H30 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

20H30 | Salt’Aqui, Salt’Acolá, Bufons Malabaristas dispostos animar as gentes do Burgo

Domingo

12H00 | Desfile de Cavaleiros pelo Burgo

13H30 | As Pêgas da Corte – Provocadoras cortesãs enfeitiçam os homens do reino

17H30 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

20H30 | Vendedores do Oriente, espalham pós milagrosos, tecidos e perfumes vindos de outras terras

RUA DE MEIOS

Quarta

18H00 | Salt’Aqui, Salt’Acolá, Bufons Malabaristas dispostos animar as gentes do Burgo

Quinta

18H00 | As Pêgas da Corte – Provocadoras cortesãs enfeitiçam as gentes do reino

20H00 | A Arte da Caligrafia Medieval - Oficina de Aprendizes

Sexta

19H30 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

20H00 | A Arte da Caligrafia Medieval na Oficina de Aprendizes

20H15 | Burlões Trapaceiros espalham truques e ilusões na Praça d’El Rei

Sábado

11H15 | Burlões Trapaceiros espalham truques e ilusões na Praça d’El Rei

13H00 | A Arte da Caligrafia Medieval na Oficina de Aprendizes

15H00 | Os Caçadores de Ratos, deambulam pelo Burgo

19H30 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

Domingo

11H00 | Dançantes e Malabares inundam as terras do reino

13H00 | A Arte da Caligrafia Medieval na Oficina de Aprendizes

17H00 | Trocadores de Flores e Plantas Medicinais transmitem sabedoria e esperança

19H30 | Os Vendedores de Chagas, pobres leprosos deambulam a vender os seus remédios caseiros

RUA DO VAU

Quarta

20H30 | Malabares vagueiam por terras do reino

Quinta

20H15 | Dançantes e Malabares inundam as terras do reino

00H00 | Goblins do Fogo – Espetáculo de Fogo

Sexta

18H15 | Malabares Dançantes vagueiam pela praça

20H00 | Os Vendedores de Chagas, pobres leprosos deambulam a vender os seus produtos caseiros

21H00 | Danças Orientais

00H00 | Espetáculo de Fogo – E tudo o fogo ateou…

Sábado

11H30 | “A Fuga“ da Trupe os Almeidas

13H30 | Vendedores do Oriente, espalham pós milagrosos, tecidos e perfumes vindos de outras terras

16H00 | Feios e Mal Cheirosos – Personagens Medonhas intimidam as gentes

19H15 | Os Vendedores de Chagas, pobres leprosos deambulam a vender os seus remédios caseiros

Domingo

11H30 | A Arte da Adivinhação, gentes nómadas espelham sonhos e alegria em troca de algumas moedas…..-

15H00 | Dançantes e Malabares inundam as terras do reino

18H00 | Dançantes e Malabares inundam as terras do reino

20H15 | O Misterioso Caldeirão da Bruxaaprendizes de feiticeira evocam o acordar da Bruxa

GRUPOS DE ANIMAÇÃO:

Curinga, Sons da Suévia, Lôa Trovadoresca, Gaitas Sirigaitas, Trabucos, Cetrería Aurélio, LePersilNoir, Os Almeidas, AGAPE, Boca de Cão, Kinessis, Porta de Cena.

Com a participação das Juntas de Freguesia, Associações e grupos do Concelho de Caminha