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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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BORDADO DE GUIMARÃES

O Bordado de Guimarães transformou-se ao longo dos tempos e revestiu-se de um conjunto de características muito específicas que lhe garantem unicidade.

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Pode adquirir algumas das melhores peças de Bordado de Guimarães na Loja Oficina, situada no coração do Centro Histórico de Guimarães, onde é possível também assistir a todo o processo artesanal da manufatura do Bordado de Guimarães e conhecer as artesãs que trabalham diariamente na Loja.

Horário de funcionamento

segunda a sábado

10h00–13h00

14h00–19h00

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GUIMARÃES ASSINALA DIA MUNDIAL DA RÁDIO

Curtir Ciência | Conversas sobre a rádio em Guimarães

A primeira rádio de Guimarães surgiu em 1969. Muitos anos depois, as rádios locais enfrentam muitos desafios. No Dia Mundial da Rádio, no Curtir Ciência, falou-se do passado, do presente e do futuro. Uma verdadeira aula de comunicação dada por Américo Simões, Diretor de Programas da Rádio Santiago, a uma plateia maioritariamente composta por alunos da Escola Profissional Cisave.

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Américo Simões, perante uma plateia maioritariamente composta por alunos do Curso de Comunicação da Escola Profissional Cisave, descreveu o seu percurso de 35 anos ligado a este meio de comunicação, recordou o período áureo das rádios locais (“piratas”) em Guimarães, marcado pelo surgimento de várias estações (Fundação, Guimarães, Nova Guimarães, Santiago – que esteve para se chamar Rádio Foco) e referiu-se aos novos desafios.

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O surgimento da televisão abalou o domínio da rádio como meio de comunicação por excelência, mas não levou ao seu desaparecimento, ao contrário do que muitos previram. Geração após geração, a rádio continua a ser o meio de contacto regular e permanente, agora também através da internet. Ela adaptou-se às evoluções tecnológicas e continua a ser uma plataforma de debate e comunicação, de promoção cultural e de informação.

“Quando surgiu o canal de televisão MTV, nos anos de 1990, caracterizado pela exibição em contínuo de videoclips de música, muitos vaticinaram a morte da rádio. Aliás, nessa altura um dos êxitos musicais dizia mesmo “vídeo killed the radio star”. Mas a rádio continua, enfrenta novos desafios e problemas, mas acho que enquanto houver necessidade de as pessoas terem as mãos no volante do carro, haverá sempre quem ouça rádio”, referiu Américo Simões. 

A concluir, Américo Simões fez questão de sublinhar que o meio rádio “tem muito de vocação”, mas que ela sozinha não chega. “A formação é muito importante. Cada um de vocês deve tentar ser o melhor nas respetivas áreas e isso só se consegue com esforço e formação”.

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GUIMARÃES COMEMORA DIA MUNDIAL DA RÁDIO

Curtir Ciência de Guimarães assinala Dia Mundial da Rádio

Conversa com Américo Simões, Diretor de Programas da Rádio Santiago, no dia 13 de fevereiro, no Centro Ciência Viva de Guimarães

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O Curtir Ciência – Centro Ciência Viva de Guimarães vai assinalar na próxima quarta-feira, 13 de fevereiro, o Dia Mundial da Rádio. A data é comemorada desde 2012 e foi escolhida pela UNESCO como forma de evocar o surgimento, a 13 de fevereiro de 1946, da Rádio ONU após resolução das Nações Unidas.

Américo Simões, Diretor de Programas da Rádio Santiago, é o convidado para uma conversa com o público, a partir das 15:00 horas. Com um percurso ligado há rádio com mais de três décadas, Américo Simões é o responsável pela parte de produção da estação de rádio.

O surgimento da rádio em Guimarães, os desafios que então se colocaram e aqueles que surgem agora face à evolução das novas tecnologias, assim como o dia a dia numa estação de rádio local – são algumas das questões para esta conversa aberta ao público e que contará com a presença de alunos do Curso de Comunicação e Marketing da Escola Profissional Cisave.

O surgimento da televisão abalou o domínio da rádio como meio de comunicação por excelência, mas não levou ao seu desaparecimento, ao contrário do que muitos previram. Geração após geração, a rádio continua a ser o meio de contacto regular e permanente, agora também através da internet. Ela adaptou-se às evoluções tecnológicas e continua a ser uma plataforma de debate e comunicação, de promoção cultural e de informação.

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FAMALICÃO E GUIMARÃES ORGANIZAM CONCURSO INTERNACIONAL DE COMPOSIÇÃO PARA PERCUSSÃO

China, Brasil, Polónia e Portugal são as nacionalidades dos compositores que concorreram ao I Concurso Internacional de Composição para Percussão

Compositores da China, Brasil, Polónia, e Portugal concorrem ao I Concurso Internacional de Composição para Percussão realizado no âmbito do Peles-International Drum Fest, festival organizado pela CAISA C.R.L. com o apoio dos Municípios de V.N. de Famalicão e Guimarães. 

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Foi finalizado no dia 04 de fevereiro a primeira fase de inscrições para o nosso 1º concurso Internacional de composição para percussão. 

A Direção Artística agradece a participação de todos os candidatos e, é um prazer enorme ver que chegamos a vários cantos do mundo como China, Brasil, Polónia e naturalmente Portugal. 

O concurso tem por objetivos promover a criação de obras originais para a percussão em geral, enriquecer o património musical de obras dedicadas às percussões,  divulgar as obras premiadas em concerto, gravações e edições de partituras e fundir os estilos, linguagens e estéticas musicais através dos instrumentos de percussão. E esse objetivo na primeira edição do Concurso foi atingido. 

As obras serão reencaminhadas para o Júri especialmente escolhido para esta edição.

Desejamos a todos as boas vindas e a melhor sorte para a próxima etapa.

Relembramos que as obras finalistas serão anunciadas na nossa página de Facebook entre 28 de Fevereiro e 1 de Maio de 2019!

GUIMARÃES DESAFIA A CURTIR AS SUAS TRADIÇÕES

Curtir Ciência e as Tradições de Guimarães

Se gosta das tradições de Guimarães. Se quer saber mais sobre a confeção dos doces tradicionais “Passarinhas e Sardões”. Se gosta de meter as mãos na massa. Então não perca a oficina que o Curtir Ciência dinamiza no dia 16 de fevereiro (sábado), a partir das 15H00.

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A oficina sobre estes tradicionais e populares doces de Guimarães é orientada por uma das poucas doceiras que ainda se dedicam a esta arte. Cidália Pereira, mais conhecida como «Cidália das Passarinhas», tem mais de 40 anos de dedicação a este mester e vai partilhar com os participantes os segredos desta tradição vimaranense.

O programa inclui, também, a intervenção de Catarina Pereira, Diretora da Casa da Memória de Guimarães, sobres as tradições ligadas aos “rituais” de enamoramento em Guimarães, como a Cantarinha dos Namorados, As Passarinhas e os Bordados.

Os populares doces, feitos com massa de centeio ou de trigo coberta com açúcar e enfeitados com pedacinhos de papel colorido, continuam a ser vendidos na cidade de Guimarães, principalmente em dezembro, por ocasião de Santa Luzia.

De acordo com a tradição, rapazes e raparigas trocavam estes doces como sinal de amor correspondido. Cidália Pereira é uma das poucas doceiras que ainda confecionam e vendem estes doces. Uma oficina diferente que contribui para reforçar a ligação do Curtir Ciência à comunidade e às pessoas e entidades que se empenham na preservação de tradições vimaranenses.

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CONCELHIAS DO PSD DO AVE EXIGEM PLANO EFETIVO PARA DESPOLUIÇAO DO RIO AVE

Governo desrespeita recomendação que a Assembleia da República aprovara por unanimidade!

Despoluir e revitalizar o rio Ave é o objetivo que está a unir e mobilizar as concelhias do PSD dos sete concelhos atravessados pelos 90 quilómetros de percurso do Ave, desde a nascente, na Serra da Cabreira, em Vieira do Minho, até à foz em Vila do Conde. Ao longo das próximas semanas, as sete estruturas partidárias vão promover, através dos seus representantes eleitos nas autarquias locais, uma tomada de posição conjunta das Câmaras, Assembleias Municipais e Assembleias de Freguesia, a exigir do Governo a elaboração imediata de um Plano de Despoluição e Revitalização do Rio Ave.

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Trata-se dos concelhos de Vieira do Minho, Póvoa de Lanhoso, Guimarães, Santo Tirso, Trofa, Vila Nova de Famalicão e Vila do Conde, a que se juntam as mais de 6 dezenas de freguesias atravessadas por aquele curso de água, o que poderá resultar no envio de cerca de sete dezenas de propostas de recomendação ao Governo.

A expetativa dos responsáveis sociais democratas é que esta tomada de posição assente na união de propósitos entre territórios contíguos, torne a Administração Central sensível ao problema e a faça avançar de imediato para a elaboração de um diagnóstico, avaliação, identificação das principais áreas de intervenção e elaboração um plano de ação urgente.

“Não podemos esperar mais. O Rio Ave tem uma importância crucial para a economia da região. É fundamental para a saúde, para o ambiente e, sobretudo, para a valorização do elemento água para as gerações vindouras e tem um potencial cultural e turístico de grande alcance”, afirmam, em uníssono, os presidentes das Concelhias do PSD dos identificados territórios.

Para além da importância ambiental do rio Ave para a sustentabilidade da vida e para a biodiversidade dos ecossistemas, os responsáveis realçam o potencial turístico deste curso de água, na sequência do aparecimento nos últimos anos de novos e ambiciosos projetos à volta da Bacia Hidrográfica do Ave, como a construção de novos parques e de percursos pedonais através da recuperação das margens ribeirinhas, e que se têm traduzido no desenvolvimento de atividades de lazer e desportivas e no aparecimento de novas oportunidades de desenvolvimento regional.

“Quase 40 anos depois de iniciado o processo de despoluição do Rio Ave e mais de 500 milhões de euros de investimento, há resultados visíveis e positivos que importa prosseguir. Não podemos permitir que haja agora um retrocesso, que se desista do rio Ave e que se comprometa o esforço realizado”.

“Quase 40 anos depois de iniciado o processo de despoluição do Rio Ave e mais de 500 milhões de euros de investimento, há resultados visíveis e positivos que importa prosseguir. Não podemos permitir que haja agora um retrocesso, que se desista do rio Ave e que se comprometa o esforço realizado”.

Em vez de cumprir a emanação parlamentar, o Governo limitou-se a iniciar a implementação de um plano de intervenção nos rios Vizela, Burgo e Ferro.

Em concreto, as propostas que se pretende aprovar em sede dos executivos autárquicos e respetivas assembleias, remetem para a necessidade e urgência de elaboração de um plano de despoluição e revitalização do Rio Ave assente em diversos objetivos, donde sobressaia avaliação e diagnóstico das situações com impacto direto na qualidade da água e identificação das principais áreas de intervenção; a elaboração de uma estratégia de atuação conjunta e partilhada entre entidades para fazer face aos fenómenos de poluição; a definição de uma estratégia de intervenção na ação integrada de fiscalização; a execução das medidas definidas no âmbito do PGRH – Plano de Gestão da Região Hidrográfica do Cávado, Ave e Leça; o melhoramento da performance da solução das infraestruturas investindo na telegestão e em ID&I; e finalmente a criação de uma Comissão de Acompanhamento da execução do plano.

“A despoluição e revitalização da bacia hidrográfica do Ave, nas suas diversas facetas, pressupõem uma abordagem integrada e colaborativa, que exige, para além do papel primordial e insubstituível do Estado, o envolvimento ativo dos municípios e das freguesias e inclusivamente o compromisso e cumplicidade dos cidadãos. A sociedade está pronta e até desejosa em abraçar este desafio e em ajudar as instituições públicas a devolver o Rio Ave às comunidades”.

“Ao circunscrever o plano de ação à bacia do rio Vizela, o Governo descrimina negativamente as populações que vivem, estudam e trabalham na área de ação da bacia hidrográfica do rio Ave”

“Está na hora de aproveitar esta oportunidade e devolver o Rio Ave às pessoas”.

“Não aceitamos que o Vale do Ave continue a ser desconsiderado pelo Governo

Os signatários

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GUIMARÃES LEVA CIÊNCIA ÀS ESCOLAS

Clubes (Curtir) Ciência Viva nas Escolas

Guimarães regista nesta fase seis Clubes de Ciência apresentados por escolas básicas e secundárias. A nível nacional estão contabilizados 237 Clubes

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“Nenhuma pessoa sabe o suficiente para fazer tudo sozinha”. Foi desta forma, evocando Mariano Gago (antigo ministro e principal impulsionador do projeto Ciência Viva), que Rosalia Vargas, presidente da Agência Nacional Ciência Viva, sintetizou o espírito subjacente ao lançamento da Rede de Clubes Ciência Viva nas Escolas.

A Presidente da Agência Nacional Ciência Viva falava em Braga, na Escola de Ciências da UMinho, na sessão de apresentação daquela Rede organizada pelo Curtir Ciência – Centro Ciência Viva de Guimarães e Planetário – Casa da Ciência de Braga, perante várias dezenas de professores, diretores de escolas, centros de investigação e outras entidades.

“Este é o primeiro dia do início de um grande projeto para a Ciência”, afirmou Rosalia Vargas, fazendo questão de salientar que a Rede de Clubes deve assentar no estabelecimento de parcerias entre as mais diversas entidades que se mostrem apostadas na promoção da Ciência.

Dirigidos a Agrupamentos de Escolas e Escolas não Agrupadas, Escolas Profissionais e Estabelecimentos de Ensino Particulares e Cooperativos, os Clubes Ciência Viva na Escola são espaços de ciência abertos a toda a comunidade e têm como missão promover o acesso a práticas científicas inovadoras.

“Estão reunidas as condições para que este seja um projeto de sucesso", vaticinou Sérgio Silva, Diretor do Curtir Ciência, referindo aos Clubes Ciência Viva nas Escolas como “um reforço da aposta das escolas na área das Ciências e nas atividades práticas, com a vantagem de poderem contar com apoios financeiros do Ministério da Educação”.

Além da UMinho, são muitas as entidades que se mostram recetivas ao estabelecimento de parcerias com as escolas para a viabilização e dinamização dos Clubes. O INL – Laboratório Internacional Ibérico de Nanotecnologia, o I3B´s, o Banco Português de Germoplasma Vegetal (uma das mais importantes reservas do mundo de sementes sediada há mais de 40 anos em Braga), a Escola Superior Agrária de Ponte de Lima e a Sociedade Martins Sarmento - são apenas algumas delas.

O projeto da Rede conta com uma dotação de dois milhões de euros por parte do Ministério da Educação para financiar, nesta fase, 237 clubes. Doze são de Guimarães, embora este número possa aumentar com o projeto em marcha assim que abra nova fase de candidaturas.

Na sessão de apresentação em Braga, a subdiretora da Direção Geral de Educação (DGE), Maria João Horta, referiu-se ao projeto como fundamental para "alavancar" os jovens para a aprendizagem e contribuir para alterar o modelo tradicional de sala de aula, fomentando a curiosidade e criatividade dos estudantes. Em linha, de resto, com as necessidades que se perspetivam para um futuro dominado por áreas das ciências e engenharias. “Atrair jovens para as profissões do futuro obriga a criar condições nas escolas e, acima de tudo, a apostar num modelo mais criativo de sala de aula” ", sublinhou aquela responsável da DGE.

Uma ideia partilhada por Ricardo Costa, Vereador que representou o Município de Guimarães na sessão de Braga, para quem é urgente "alterar mentalidades” e “mudar o modelo tradicional de sala de aulas”, apostando para o efeito nas novas tecnologias. “Não é aceitável que uma criança chegue à escola habituada a lidar com um tablet e tenha depois que lidar com livro em papel”, sublinhou.

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GUIMARÃES DANÇA NO FOLKLOURES'19

Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos vai a Loures participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas

Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos, de Guimarães, vai no próximo dia 6 de Julho participar no FolkLoures’19 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures.

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Moreira de Cónegos é uma freguesia situada na zona sul do Concelho de Guimarães, situada na zona de transição entre este concelho e o de Santo Tirso, integrando ambos os concelhos uma região que do ponto de vista histórico e geo-etnográfico corresponde à antiga Comarca d’Entre-o-Douro e Minho.

Com base em recolhas e informações relacionadas com as vivências do povo de Moreira de Cónegos, o Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos representa com o maior rigor possível o modo de vida dos finais do Séc. XIX e início do séc. XX.

O Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos foi fundado em 1983 com um Rancho Infantil.

Dois anos mais tarde, foi fundado o Rancho Adulto, que permitiu que as crianças e jovens do Rancho Infantil, à medida que fossem crescendo, transitassem para o Rancho adulto, dando continuidade à defesa e preservação das tradições, usos e costumes da nossa terra. O Rancho Adulto fez a sua primeira atuação em público em 23 de Novembro de 1986.

É composto por cerca de 45 elementos desde dançadores, a cantadores, elementos do coro e tocata.

Apresenta uma variedade de trajes representativa de diversas classes sociais à época como o Traje de Domingar, Traje de Lavradeira Rica, Traje de Festa, Traje de ver Deus, Traje de Noivos, Traje de Trabalho, Traje de Feira e Traje de Eira.

Do vasto repertório, destacam-se danças típicas como Malhões, Viras, Canas Verdes, Chulas e Vareiras.

O Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos é Sócio da INATEL e Sócio Efetivo da Federação de Folclore Português.

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