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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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BRAGA E GUIMARÃES FORMALIZAM PROGRAMA INTERMUNICIPAL DOS SACROMONTES

Assinatura do programa decorreu hoje no Santuário de Santa Maria Madalena da Falperra

Foi assinado hoje, dia 18 de Junho, entre os Municípios de Braga e Guimarães, o protocolo relativo ao Programa Intermunicipal dos Sacromontes.

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Este é um projecto pioneiro a nível nacional que representa a união das duas Autarquias na concertação de acções que visam a promoção e qualificação de um território, com 2500 ha, pontuado por um conjunto de símbolos identitários notáveis: Santuário do Bom Jesus do Monte, Santuário do Sameiro, Capela de Santa Maria Madalena, Capela de Santa Marta do Leão e povoados castrejos de Santa Marta das Cortiças, Briteiros e Sabroso.

O documento apresentado hoje será agora remetido à Secretária de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza e à CCDR-N para tramitação processual tendente à aprovação do Programa.

Na ocasião, Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal, referiu que este é um programa com o objectivo claro de preservar e valorizar este espaço notável que une os dois Concelhos, ativos únicos do ponto de vista ambiental, cultural, histórico, económico e turístico que é necessário potenciar no futuro.

“É uma iniciativa marcante pelo seu carácter inovador e pela expectativa e entusiasmo que envolve todo o processo. Braga e Guimarães são referências nacionais e internacionais em diversos domínios, pelo que têm muito a ganhar ao trabalharem em conjunto, sendo esta a acção mais visível desse esforço de concertação”, referiu o Autarca Bracarense que aproveitou o momento para lançar o repto aos agentes económicos para se mobilizarem em torno dos objetivos propostos por este programa.

 “Há uma estreita cooperação entre os Municípios de modo a potenciar as valências comuns e para bem de uma região. Este programa permitirá os dois Municípios apresentarem em conjunto candidaturas aos fundos europeus no sentido de procedermos à reabilitação do ponto de vista ambiental e a preservação dos equipamentos culturais existentes”, apontou Domingos Bragança, presidente da Câmara Municipal de Guimarães.

Os Municípios de Braga e Guimarães determinaram como principais objectivos a alcançar: a segurança de pessoas e bens, a protecção de bens patrimoniais incluindo aprotecção e valorização da área florestal que envolve os espaços sagrados ou sacralizados através de uma estratégia de defesa contra incêndios; a valorização, reabilitação, restauro e promoção do património construído e natural; a definição dos mecanismos de operacionalização do Programa, através da determinação deacções para a gestão activa e valorização da paisagem florestal e A promoção de modo integrado de toda a área e de todos os recursos, como conjunto de elevado valor patrimonial e turístico.

Para além dos presidentes das autarquias, a sessão contou com a presença de Cristina Guimarães, da CCDR-Norte, e dos vereadores Miguel Bandeira (CM Braga) e Fernando Seara de Sá (CM Guimarães).

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Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte

Rua Raínha D. Estefânia, 251

4150-304 Porto

Vimos solicitar a V/ Exa se digne atender ao carácter de excecionalidade do Programa Intermunicipal dos Sacromontes que os Municípios de Braga (CIM do Cávado) e Guimarães (CIM do Vale do Ave) pretendem iniciar, concedendo assim o impulso procedimental que o presente documento visa iniciar, para que posteriormente cada um dos municípios possa dar continuidade à tramitação processual tendente à aprovação do Programa, nos termos previstos no Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial.

O Programa Intermunicipal dos Sacromontes, de que se anexa delimitação, compreende um território pontuado por um conjunto de símbolos identitários notáveis, tais como o Santuário do Bom Jesus do Monte, o Santuário do Sameiro, a Capela de Santa Maria Madalena, a Capela de Santa Marta do Leão e os povoados castrejos de Santa Marta das Cortiças, Briteiros e Sabroso, território este que, no passado dia 15 de outubro, foi alvo do imenso flagelo que foi o incêndio que o devastou.

Em estreito paralelismo com os princípios plasmados nas diversas Cartas e Convenções internacionais, assente no trabalho de uma equipa multidisciplinar constituída para o efeito integrando consultores externos e técnicos municipais - sob participado e atento envolvimento de todas as entidades públicas e privadas - e sem comprometer a futura adição de quaisquer outras premissas que venham a ser tomadas por relevantes, os municípios envolvidos determinaram como principais objetivos a alcançar:

  • A segurança de pessoas e bens, a proteção de bens patrimoniais incluindo a proteção e valorização da área florestal que envolve os espaços sagrados ou sacralizados através de uma estratégia de defesa contra incêndios;
  • A valorização, reabilitação, restauro e promoção do património construído e natural;
  • A definição dos mecanismos de operacionalização do Programa, através da determinação de ações para a gestão ativa e valorização da paisagem florestal;
  • A promoção de modo integrado de toda a área e de todos os recursos, como conjunto de elevado valor patrimonial e turístico.

Uma paisagem cultural paulatinamente construída através dos tempos, alicerçada numa complexa e intrincada relação do homem com a natureza, e nem sempre sublimada por aquele, que não se deixando acorrentar pelas fronteiras políticas que lhe vão sendo impostas, luta persistentemente pela sua integridade e pela afirmação da continuidade do território como bem incomensurável, uno e indivisível, impõe a sua preservação e presenteia-nos com a possibilidade de reescrever o conceito “Dois territórios e uma só paisagem"

Mote para o desenvolvimento de um Programa Intermunicipal de Salvaguarda cuja importância se formaliza, mais do que na mera produção de um documento legal, no derrube de limites meramente administrativos, na diluição de rivalidades ancestrais e na anulação de antagonismos históricos, passa pela reafirmação de icónicos sacro-lugares, estrategicamente posicionados no terreno e aconchegados numa envolvente florestal. Tendo por ponto de partida a igreja de Santa Maria Madalena (monumento administrativamente partilhado pelos concelhos de Guimarães e Braga - e a montante, a candidatura do Bom Jesus do Monte a bem a ser inscrito na lista de Património Mundial da UNESCO, rapidamente se apreende não ser casuística a implantação escolhida para o conjunto dos monumentos que ocupam esta cordilheira, tornando-o um todo coeso e indissociável - pese embora a dicotomia latente com o novo construído - e cuja consolidação, salvaguarda e valorização, o estruturam como um dos mais promissores projetos de paisagem do país, lida no sentido mais lato do termo.

Lugares defensivos, místicos e religiosos, ocupam um espaço no imaginário e na paisagem, sendo pontos notáveis de orientação, de acesso difícil, de meditação e de mera contemplação, cuja envolvente natural, duma vegetação outrora luxuriante, propiciada por nascentes e linhas de água que, alheias à intervenção humana, teimam em descer dos montes até ao vale. Dum consequente aproveitamento dos recursos assim exibidos e do natural instinto de sobrevivência, emergiu uma paisagem que foi sendo pontuada por explorações agrícolas, construções de cariz vernacular, moinhos, tanques, levadas, alminhas, cruzeiros, etc., num emaranhado de vivências que urge identificar, preservar e dotar de mecanismos de perpetuação, refreando os exageros urbanísticos das últimas décadas e determinando regras de carácter formal e conceptual.

Calcorreados por peregrinos, romeiros e tão-somente meros viajantes, que desde a Idade do Ferro foram conformando caminhos de maior ou menor relevância ou, mais recentemente, pelos trilhos abertos por desportistas, este importante conjunto paisagístico é referencial de um inegável manancial turístico e estratégico de afirmação internacional dos dois municípios, nomeadamente pelo forte contributo para os eventos “Guimarães, Capital Verde Europeia” ou “Braga, Capital Europeia da Cultura”.

É a imortalização desta memória coletiva que, inegável e insubstituível, estará na génese de um futuro mais sustentável e próspero.

Não sendo possível marginalizar a devastação imposta pelos recentes e violentos incêndios que assolaram esta área, reforça-se o sentimento de pertença, de partilha e de dever, unindo os concelhos de Braga e Guimarães num propósito comum: a elaboração de um Programa Intermunicipal, que nomeamos como Programa Intermunicipal dos Sacromontes, sob a abreviatura de PISacromontes.

Com cerca de 2500 ha, a área a alocar ao PISacromontes localiza-se a sudeste e noroeste dos concelhos de Braga e Guimarães, respetivamente, e em terrenos integrantes das freguesias e Uniões de freguesia de: Esporões, Nogueira, Fraião e Lamaçães, Espinho, Sobreposta e Pedralva, do concelho de Braga e Sande S. Lourenço e Balazar, Longos, Briteiros S. Salvador e Briteiros Santa Leocádia e Briteiros Santo Estêvão e Donim, do concelho de Guimarães.

Sustentado na recuperação e salvaguarda dos valores patrimoniais e ambientais em causa, deverá o Programa versar a diversidade de matérias envolvidas, debruçando-se sobre o seu diagnóstico e preconizando a forma da sua implementação/execução, nomeadamente no que se reporta à definição de um programa de execução detalhado, com identificação expressa das ações a desenvolver, faseamento, agentes envolvidos e fontes de financiamento.

A proposta pretende-se constituída por duas fases - Estudos Prévios e Relatório do Programa - e cuja execução se balizará pelo período de dois anos, este Programa Intermunicipal, a elaborar nos termos do Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial, apresenta-se como sendo o processo mais adequado para a salvaguarda da área de intervenção permitindo, neste contexto, elaborar uma proposta precisa de intervenção no território, o mais abrangente possível, e que enquanto instrumento de gestão territorial, deverá refletir o ajuste às novas dinâmicas de ocupação, bem como as oportunidades emergentes - nomeadamente na área do turismo e lazer – designadamente em função das características particulares e intrínsecas a este pedaço de território, orientando a procura para as suas novas formas de ocupação e fruição.

Concomitantemente, deverá decorrer o processo relativo à qualificação ambiental estratégica, a formalizar com a elaboração do relatório referente à “Avaliação Ambiental Estratégica” tal como legalmente exigido pelo disposto no Decreto-Lei nº. 232 de 15 de junho de 2007, alterado pelo Decreto-Lei nº. 58, de 4 de maio de 2011.

Da concretização deste propósito encontra-se indissociável a observação legal de uma fase preliminar, em razão dos municípios envolvidos, que passa pela necessidade de autorização Governamental sob parecer da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (previstos na alínea b) do n.º 2 do artigo 61.º do RJIGT) pois, não obstante a sua continuidade territorial, integram entidades intermunicipais distintas - a Comunidade Intermunicipal do Ave e a Comunidade Intermunicipal do Cávado.

Esperando a vossa melhor consideração e grato pela atenção dispensada, subscrevo-me respeitosamente.

Com os melhores cumprimentos,

Capturara

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PROGRAMA INTERMUNICIPAL DE SACROMONTES UNE BRAGA A GUIMARÃES

Programa Intermunicipal dos Sacromontes | Assinatura de documentos a remeter à SEOTCN/CCDRN. Segunda-feira, 18 de Junho, às 14h30, Santuário de Santa Maria Madalena da Falperra

O Município de Braga procede à assinatura documentos a remeter à SEOTCN/CCDRN relativos ao Programa Intermunicipal dos Sacromontes, em cerimónia que terá lugar Segunda-feira, dia 18 de Junho, pelas 14h30, no Santuário de Santa Maria Madalena da Falperra.

A iniciativa vai contar com a presença do presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, e do Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Domingos Bragança.

Sob o mote “dois territórios e uma paisagem”, alicerçados na vontade comum de tratar qualificadamente um território de grande valor patrimonial e paisagístico, os Concelhos de Braga e Guimarães uniram-se num propósito comum: a elaboração de um Programa Intermunicipal para os Sacromontes.

Refletindo-se quer numa visão estratégica abrangente, quer em ações materiais específicas e concretas, este programa intermunicipal fomentará um entendimento holístico do território, a definição da estratégia de atuação concertada ao nível da floresta, turismo, paisagem, património, favorecendo um território pertença aos dois Municípios. 

FÉRIAS EM GUIMARÃES SÃO CURTIDAS!

Curtir Ciências nas férias de verão: Programa de atividades de ocupação das férias escolares decorre entre 3 e 13 de julho.

Construir um pequeno veículo elétrico e um robô futebolista; perceber os princípios científicos presentes nos jogos matemáticos e confecionar receitas de cozinha molecular são algumas das propostas do programa “Curtir Ciência no Verão 2018”. Pensado para ocupar as férias escolares, o programa decorre entre 3 e 13 de julho (de terça a sexta) no Centro Ciência Viva de Guimarães, na Zona de Couros.

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“A Ciência do Jogo”; “Futuro Sustentável”; “Pequenos Construtores”; “Mini-Chefs” e um teste de Ciência são algumas das oficinas que constam do programa dirigido a crianças com idades entre os seis e os 12 anos. Em todas elas, além das atividades teóricas e práticas, os participantes recebem uma oferta de cariz científico.

A edição deste ano, composta por oito atividades, abre com “A Ciência do Jogo” (dia 3), uma oficina que explora o carácter científico por detrás das complexas regras dos jogos matemáticos. Além da parte teórica, inclui uma componente prática com a realização de vários jogos e a oferta a todos os participantes de um pequeno Tangram (quebra-cabeças geométrico chinês formado por 7 peças) criado nas impressoras 3D do Curtir Ciência.

O programa de ocupação das férias escolares do verão termina com um “Quiz de Ciência” (13) que põe à prova os conhecimentos dos participantes em várias áreas científicas, mas antes há várias propostas aliciantes. Uma delas é a oficina dedicada ao ambiente (“Futuro Sustentável”), apostada em sensibilizar as crianças para a importância de comportamentos ambientalmente sustentáveis e que inclui a criação e oferta de um caleidoscópio.

PROGRAMA

03 A Ciência do Jogo

Incursão ao universo dos jogos matemáticos e às suas regras e estratégias. Inclui a oferta a cada participante de um pequeno “Tangram” (quebra-cabeças geométrico chinês formado por 7 peças) produzido nas impressoras 3D do Curtir Ciência.

04 Curtir Química

Atividade centrada na Química que explora conceitos científicos através de experiências em laboratório com recurso a vários materiais e equipamentos.

05 Futuro Sustentável

Uma oficina “verde”, amiga do ambiente, que sensibiliza os participantes para a importância das boas práticas ambientais. Explora, também, os impactos ambientais negativos provocados pela ação humana e as formas de os evitar. Em termos práticos, inclui a criação e oferta de um brinquedo (um caleidoscópio feito com materiais usados).

06 Curtir Robótica

Atividade de introdução à área da robótica. Os participantes constroem robôs futebolistas em Lego (Lego Mindstorm NXT) e participam numa partida de futebol robótico.

10 Pequenos Construtores

Nesta atividade os participantes exploram alguns conceitos de mecânica e eletricidade e, numa atividade de “Tinkering”, idealizam e constroem carros elétricos que no final podem levar para casa.

11 Mini-chefs

Nesta atividade os participantes exploram a gastronomia molecular, preparando receitas com base científica no laboratório do Curtir Ciência. A oficina termina com uma prova das várias receitas confecionadas.

12 Curtir Física

Explora alguns princípios relacionados com a propulsão, necessários para a construção dos mecanismos de lançamento de foguetões (pressão de ar). No final os participantes podem levar para casa os lançadores de foguetões criados.

13 Quiz de Ciência

Os participantes exploram várias áreas científicas através de experiências práticas e no final testam os seus conhecimentos através de um divertido “quiz” com respostas dadas via computador e tablet.

GUIMARÃES: GRUPO FOLCLÓRICO DE VILA NOVA DE SANDE DANÇA HÁ 40 ANOS!

É já no próximo sábado, que o Grupo Folclórico do Centro Social de Vila Nova de Sande irá festejar a comemoração do 40º Aniversário da sua fundação.

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Foi na passada terça-feira, dia 5 de Junho, que o Grupo completou 40 anos de existência, mas porque queremos comemorar consigo esta data assinalável, o dia da grande festa será no próximo sábado (9 de Junho).

Contamos com a sua presença para juntoscelebrarmos uma Eucaristia com toda a comunidade, convidados e amigos, às 17:30 horas, no Salão Paroquial de Vila Nova de Sande. No final, iremos em romagem ao cemitério local para lembrar e homenagear elementos falecidos do grupo.

À noite, pelas 21:30 horas, viveremos um grande ambiente de festa, no interior do Pavilhão do Centro Social de Vila Nova de Sande, devido à instabilidade meteorológica. Teremos a inauguração da Exposição "40 anos - A História da Identidade de um Povo", com registos fotográficos de vários momentos da história do Grupo Folclórico do Centro Social de Vila Nova de Sande. Depois teremos o momento de intervenção das entidades presentes e entrega de lembranças. E em seguida a atuação do grupo anfitrião e aniversariante, com uma atuação inédita, nunca antes apresentada ao público, seguindo-se a atuação do grupo amigo convidado, o Rancho Folclórico do Centro Social, Cultural e Desportivo de Silvares, Guimarães. No final, cantaremos juntos os "Parabéns" a este grande grupo!

Não vai querer perder este grande evento, pois queremos que faça parte da nossa comemoração.

A celebração dos 40 anos do Grupo Folclórico do Centro Social de Vila Nova de Sande só faz sentido consigo, pois JUNTOS CONSTRUÍMOS A MESMA HISTÓRIA!

ASSEMBLEIA NACIONAL GALEGA QUER VÍMARA PERES HOMENAGEADO EM GUIMARÃES E NA CORUNHA

A Assembleia Nacional Galega (ANG) pretende que a cidade da Corunha e a de Guimarães tivessem cada uma delas uma rua dedicada a Vímara Peres ou seja, o seu nome consagrado n toponímia das duas cidades.

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Para o efeito, a Assembleia Nacional Galega iniciou uma petição pública dirigida ao Alcaide do Concelho da Corunha e ao Presidente da Câmara Municipal de Guimarães para que dediquem uma rua em cada uma das suas cidades a Vímara Peres, uma das mais relevantes figuras da história comum da Galiza e de Portugal.

A cidade do Porto já tem desde há anos uma estátua equestre dedicada ao nobre galego Vímara Peres, em frente à Sé e também uma importante e central Avenida Vímara Peres.

Agora seria o momento que a cidade da Corunha e a de Guimarães tivessem cada uma delas uma rua a ele dedicada, defendem os promotores da petição.

Não se sabe exatamente o lugar de nascimento de Vímara Peres, ainda que alguns considerem ter sido na Corunha, em 820. Seu pai, Pedro Theóm, participou em 858 na expulsão de Faro (A Corunha) e da Galiza dos normandos ou vikings que a invadiram.

Entretanto, a campanha promovida pela ANG é notícia no jornal "El Ideal Gallego".

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MINHO DEU 5 CARDEAIS À IGREJA CATÓLICA, 3 DOS QUAIS FORAM PATRIARCAS DE LISBOA

De entre os 44 cardeais que Portugal conta desde a sua fundação, 5 nasceram no Minho, tendo 3 dos quais sido nomeados Patriarcas de Lisboa. Foram eles os seguintes:

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D. PAIO GALVÃO

Nasceu em Guimarães. Sendo Mestre de Teologia em Paris, D. Sancho I mandou-o a Roma como embaixador de obediência, tendo sido feito Cardeal, em 1206, por Inocêncio III, com o título de Santa Maria in Septisolio.

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D. FREI FRANCISCO DE S. LUÍS – 8º Cardeal Patriarca de Lisboa

Nasceu em 1766. Foi Bispo de Coimbra, em 1822 e Patriarca de Lisboa, em 1840. Conduziu todo o processo de reatamento das relações diplomáticas entre Portugal e a Santa Sé. Aceitou ser Patriarca de Lisboa por insistência de D. Maria II. Foi Criado Cardeal-Presbítero por Gregório XVI, em 1843.

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D. MANUEL GONÇALVES CEREJEIRA – 14º Cardeal Patriarca de Lisboa

Nasceu em Lousado em 1888. Nomeado Arcebispo de Mitilene em 1928, foi Patriarca de Lisboa em 18 de novembro de 1929. No dia 16 do mês seguinte foi elevado a Cardeal da Ordem dos Presbíteros, com o título dos Santos Marcelino e Pedro. Era o mais novo dos purpurados, tendo recebido o barrete das mãos de Pio XI, ao mesmo tempo que o Cardeal Pacelli, mais tarde Papa Pio XII. Querendo apaziguar as relações com o Estado, devido às convulsões surgidas com a revolução republicana de 1910, tudo fez para que, em 1940, o Governo assinasse uma Concordata com a Santa Sé.Outro marco fundamental na ação deste Patriarca foi a criação da Universidade Católica.

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D. ANTÓNIO RIBEIRO – 15º Cardeal Patriarca de Lisboa

Nasceu em S. Clemente (Celorico de Basto) em 21 de maio de 1928. Foi nomeado Bispo titular de Tigilava e Auxiliar do Arcebispo de Braga a 8 de julho de 1967. Em 13 de maio de 1971 foi nomeado 15º Patriarca de Lisboa. Paulo VI elevou-o à dignidade cardinalícia, com o título de Santo António in urbe, no Consistório de 5 de março de 1973.Foi o Cardeal Patriarca da transição entre a ditadura e a democracia em Portugal. Neste período, a sua coragem pastoral e mesmo lucidez política foram importantes para definir o espaço da Igreja no novo contexto social. Na Diocese, o seu pontificado coincide com o período de adaptação do Concílio Vaticano II: definição da corresponsabilidade dos leigos na ação pastoral da Igreja, incentivo à ação social como expressão organizada da caridade, consciência de que a missão é da Igreja enquanto enviada ao mundo. Por duas vezes, foi presidente da Conferência Episcopal Portuguesa.

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D. MANUEL MONTEIRO DE CASTRO

Nasceu em Santa Eufémia de Prazins, Guimarães, a 29 de março de 1938, e foi ordenado presbítero em 1961, e partiu para Roma, onde ficou até 1967. Cursou Direito Canónico, forma-se na Academia Diplomática e em 1967 é nomeado para a Nunciatura Apostólica do Panamá, onde exerce funções até 1969. A partir desse ano exerce a sua missão diplomática na Guatemala, Vietname, Cambodja, Austrália e México. Depois do atentado ao Papa João Paulo II em Roma, é enviado para Bruxelas onde acompanha a Comunidade Económica Europeia (CEE), e a NATO. Em 1985 é ordenado bispo e enviado como Núncio e Delegado Apostólico para as Caraíbas. No início dos anos 90 é enviado por dois anos para a África do Sul onde inicia importantes relações diplomáticas. Muda-se depois para Madrid onde se estabelece até 2009, ano em que o Papa Bento XVI nomeia-o para a Congregação dos Bispos. Foi feito Cardeal em 2012 e nomeado como secretário do Colégio Cardinalício com o lugar de Penitenciário-Mor da Penitenciaria Apostólica. É membro da Congregação para a Causa dos Santos e do Conselho Pontifício para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes.

Fonte: Patriarcado de Lisboa/Agência ECCLESIA

PINTOR FAFENSE ORLANDO POMPEU INAUGURA EM GUIMARÃES EXPOSIÇÃO “METAMORFOSES POMPEUANAS”

O mestre-pintor Orlando Pompeu, inaugurou ontem na Pousada de Santa Marinha (Prémio Nacional de Arquitetura em 1985), um Small Luxury Hotel localizado num antigo Mosteiro Agostiniano do século XII em Guimarães, a exposição “Metamorfoses Pompeuanas”.

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O mestre-pintor natural de Fafe, Orlando Pompeu (ao centro), acompanhado de amigos e admiradores que marcaram presença na inauguração da nova exposição do artista plástico em Guimarães.

 

A inauguração da exposição de um dos mais conceituados artistas plásticos portugueses da atualidade, detentor de uma obra que está representada em variadas coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Brasil, Estados Unidos, Dubai e Japão, encheu-se de amigos, admiradores e colecionadores do pintor de referência nacional e internacional.

Nesta nova exposição, assente em pintura com aguarela, Orlando Pompeu expande o seu inconfundível e notável universo artístico marcado pela cor, forma, criatividade e contemporaneidade.

Refira-se que a exposição, que computou um prelúdio musical abrilhantado pela violonista polaca Malgorzata Markowska, e a pianista checa Ingrid Sotolarova, estará patente ao público até ao dia 19 de setembro, durante o período normal de funcionamento da unidade hoteleira localizada num mosteiro cuja antiguidade se confunde com o próprio tempo da nacionalidade.

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HISTORIADOR DANIEL BASTOS APRESENTA EM GUIMARÃES O LIVRO “TERRAS DE MONTE LONGO

O historiador Daniel Bastos apresentou na passada sexta-feira em Guimarães o seu mais recente livro “Terras de Monte Longo”.

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A contar da esquerda, o historiador Daniel Bastos, e o deputado na Assembleia da República, Luís Soares, na mesa da sessão de apresentação na FNAC-Guimarães

 

A obra, concebida a partir do espólio de um dos mais aclamados fotógrafos portugueses da sua geração, José de Andrade (1927-2008), fotógrafo de renome internacional, premiado e exposto em vários cantos do mundo, foi apresentada no fórum da FNAC em Guimarães.

A apresentação da obra, uma edição trilingue traduzida para português, francês e inglês com prefácio do conhecido fotógrafo franco-haitiano que imortalizou a história da emigração portuguesa, Gérald Bloncourt, esteve a cargo do deputado na Assembleia da República, Luís Soares.

No decurso da sessão de apresentação, o deputado na Assembleia da República, Luís Soares, aludiu que o novo livro concebido e realizado por Daniel Bastos propõe aos leitores uma viagem pela cultura, tradição e ruralidade do interior norte de Portugal na transição da ditadura para a democracia.

Refira-se que neste novo livro, realizado com o apoio do Centro Português de Fotografia, instituição pública que assegura a conservação, valorização e proteção legal do património fotográfico nacional, o investigador da nova geração de historiadores portugueses, cujo percurso tem sido alicerçado junto das Comunidades Portuguesas, esboça um retrato histórico conciso e ilustrado do interior norte de Portugal em meados dos anos 70.

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ALUNO DE S. TORCATO VENCE 3º CONCURSO “SOLETRAR CIÊNCIA” DE GUIMARÃES

Aluno de S. Torcato venceu concurso Soletrar C-I-Ê-N-C-I-A 2018

Final envolveu 10 alunos dos agrupamentos de escolas do concelho de Guimarães

António Ribeiro Cardoso, aluno do Agrupamento de Escolas de S. Torcato, venceu a final do III Concurso Soletrar C-I-Ê-N-C-I-A, disputada esta terça-feira, no Instituto de Design de Guimarães.

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Vasco Ferreira Peixoto, aluno da EB 2,3 Egas Moniz (Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda) e Sérgio Ribeiro da Silva, em representação do Agrupamento de Escolas de Caldas das Taipas (aluno da EB1 de Agrolongo, da freguesia de Sande S. Lourenço) ficaram em segundo e terceiro lugares, respetivamente. 

O concurso é organizado pelo grupo de trabalho de professores bibliotecários de Guimarães, Coordenador Interconcelhio da Rede de Bibliotecas Escolares e Centro Ciência Viva, com o apoio da Câmara Municipal de Guimarães, docentes de Ciências Naturais e Ciências Físico-Químicas dos agrupamentos participantes, Biblioteca Municipal Raul Brandão e do Instituto de Design de Guimarães.

O concurso tem como objetivos aumentar o vocabulário, melhorar a pronúncia e a ortografia e aprofundar o conhecimento de conceitos científicos. A final foi disputada por 10 alunos apurados nas eliminatórias realizadas nos agrupamentos de escolas do concelho: Briteiros, Caldas das Taipas, Arqueólogo Mário Cardoso, Professor Abel Salazar, Vale de S. Torcato, Abação, Santos Simões, João de Meira e Francisco de Holanda.

Na prova final cada um dos finalistas teve de soletrar um conjunto de palavras apresentadas pela organização, cabendo a avaliação a um júri composto por representantes do Município de Guimarães, Ciência Viva e Biblioteca Municipal Raul Brandão.

Antes da prova final, o Curtir Ciência dinamizou um atelier de Impressão 3D. As muitas dezenas de alunos presentes puderam ver em funcionamento uma das impressoras 3D cedidas ao Centro Ciência Viva de Guimarães no âmbito da parceria da Universidade do Minho e empresa Bosch.

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GUIMARÃES ENSINA VOCABULÁRIO CIENTÍFICO

Final do concurso Soletrar C-I-Ê-N-C-I-A em Guimarães. Dez alunos do concelho de Guimarães mostram o que sabem em matéria de vocabulário científico

A final concelhia do concurso “Soletrar C-I-Ê-N-C-I-A” realiza-se hoje, terça-feira, no auditório do Instituto de Design de Guimarães. Em prova estarão 10 alunos apurados nas eliminatórias realizadas nos agrupamentos de escolas do concelho.

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A organização do concurso é da responsabilidade do grupo de trabalho de professores bibliotecários de Guimarães, do Coordenador Interconcelhio da Rede de Bibliotecas Escolares e do Centro Ciência Viva, com o apoio da Câmara Municipal de Guimarães, docentes de Ciências Naturais e Ciências Físico-Químicas dos agrupamentos participantes, Biblioteca Municipal Raul Brandão e do Instituto de Design de Guimarães.

O concurso envolve alunos do terceiro ciclo (7.º, 8.º e 9.º anos de escolaridade) e tem como objetivos aumentar o vocabulário, melhorar a pronúncia e a ortografia e aprofundar o conhecimento de conceitos científicos.

Os finalistas foram apurados ao longo de fases eliminatórias que se realizaram nos vários agrupamentos de escolas de Guimarães: Briteiros, Arquiteto Fernando Távora, Caldas das Taipas, Arqueólogo Mário Cardoso, Professor Abel Salazar, Vale de S. Torcato, Abação, Santos Simões, João de Meira e Francisco de Holanda. Cada um dos finalistas tem de soletrar irrepreensivelmente cada uma das palavras a concurso, cabendo a avaliação a um júri composto por representantes do Município de Guimarães, Rede de Bibliotecas Escolares, Centro Ciência Viva e Biblioteca Municipal Raul Brandão.

O programa da final arranca às 09:45 horas estando a prova final agendada para as 11:15 horas. 

HISTORIADOR DANIEL BASTO APRESENTA EM GUIMARÃES O LIVRO “TERRAS DE MONTE LONGO”

No dia 18 de maio (sexta-feira), é apresentado na cidade berço de Portugal o livro Terras de Monte Longo”.

A obra, concebida pelo historiador Daniel Bastos a partir do espólio de um dos mais aclamados fotógrafos portugueses da sua geração, José de Andrade (1927-2008), fotógrafo de renome internacional, premiado e exposto em vários cantos do mundo, é apresentada às 21h30 no espaço da FNAC em Guimarães.

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A apresentação do livro, uma edição trilingue traduzida para português, francês e inglês com prefácio do conhecido fotógrafo franco-haitiano que imortalizou a história da emigração portuguesa, Gérald Bloncourt, estará a cargo do deputado na Assembleia da República, Luís Soares.

Neste novo livro, realizado com o apoio do Centro Português de Fotografia, instituição pública que assegura a conservação, valorização e proteção legal do património fotográfico nacional, Daniel Bastos esboça um retrato histórico conciso e ilustrado do interior norte de Portugal em meados dos anos 70.

Através de imagens até aqui inéditas, que José de Andrade captou nessa época em povoados rurais entre o Minho e Trás-os-Montes, o historiador e autor de livros sobre a emigração, aborda as memórias do passado, não muito distante, do Portugal profundo e rural na transição da ditadura para a democracia, um período fundamental da história contemporânea portuguesa, marcado por décadas de carências, isolamento, condições de vida duras e incontáveis episódios de emigração “a salto”.

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MINHOTOS LEVAM FOLCLORE AO CORAÇÃO DE LISBOA TENDO COMO CENÁRIO O CASTELO DE S. JORGE

Lisboa teve hoje mais encanto e alegria ao ver actuar em palco quatro grupos folclóricos minhotos. Depois de um pequeno desfile a partir da Igreja de S. Domingos, junto ao Rossio, os grupos actuaram no Largo do Martim Moniz, tendo como cenário de fundo o castelo de S. Jorge que, há perto de nove séculos, um minhoto – o rei D. Afonso Henriques – tomou aos mouros. E até S. Pedro colaborou proporcionando uma dia bem alegre e soalheiro.

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Do Minho veio o Rancho Folclórico Nossa Senhora da Abadia (Abade do Neiva – Barcelos) e o Rancho Folclórico de Candoso (S. Martinho – Guimarães). Participaram ainda o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Ponte de Lima e o anfitrião Grupo Danças e Cantares do Clube Novo Banco (Besclore), ambos sediados em Lisboa.

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Fundado há mais de 30 anos e maioritariamente constituído por funcionários do extinto Banco Espírito Santo (BES) e seus familiares, o Grupo Danças e Cantares do Clube Novo Banco (Besclore) representa as danças, os cantares e os trajes de várias regiões do Minho, com referência aos finais do século XIX e começos do século XX. Como o próprio Grupo refere, a sua representação incide na “exibição da policromia dos trajes de Viana do Castelo, do requinte dos trajes de Braga, da elegância das modas dos vales dos rios Ave e Este, e da vivacidade e alegria contagiante das modas da Ribeira Lima e Serras d'Arga e Soajo”.

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ESTAFETA DA AMIZADE UNE BRAGA A GUIMARÃES

Realiza-se amanhã, Domingo, dia 22 de Abril, pelas 10h00, a edição de 2018 da Estafeta da Amizade, uma prova de atletismo que irá unir as Cidades de Braga e Guimarães. Com um percurso de 20 Km a cumprir pela Estrada Nacional 101, o início da prova terá lugar em Guimarães, na Avenida Dr. Alfredo Pimenta, terminando em Braga, na Avenida Dr. Francisco Pires Gonçalves, junto ao Parque da Ponte.

Num formato de estafeta, com equipas de quatro elementos, dois atletas masculinos e dois femininos, a prova será repartida por quatro etapas, sendo que cada membro da equipa irá fazer um percurso de cinco quilómetros.

O presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, integra a Equipa N.º 1 da qual fazem também parte o vereador da Câmara Municipal de Guimarães, Ricardo Costa, e pelas atletas Filomena Costa e Dulce Félix.

Todas as informações sobre o evento podem ser obtidas em http://www.estafetadaamizade.pt ou em www.facebook.com/EstafetadaAmizade

De referir no Domingo e durante o período em que decorrer a prova, o trânsito estará condicionado na EN 101.