Ser folclorista é assumir um compromisso profundo com a memória coletiva. É reconhecer que cada canto, cada dança, cada traje e cada gesto transportam séculos de vivências, saberes e identidades. É compreender que o folclore não é apenas um conjunto de tradições preservadas no tempo, mas uma expressão viva, dinâmica e em constante diálogo com o presente. É por isso que, em janeiro de 2026, Gondomar se transforma no grande palco nacional de encontro, reflexão e celebração de todos aqueles que dedicam a sua vida — ou parte dela — à cultura popular portuguesa.
AFederação do Folclore Português (FFP), entidade que há décadas se afirma como referência na preservação, estudo e valorização do património imaterial, organiza mais uma edição doCongresso Nacional de Folclore, um espaço que vai muito além da partilha de experiências. Estes congressos têm sido, ao longo dos anos, momentos fundamentais para o avanço daconceptualização teórica do folclore, promovendo debates que ajudam a clarificar conceitos, a atualizar metodologias e a reforçar a legitimidade científica do trabalho folclorista. A FFP tem desempenhado um papel determinante na construção de um pensamento crítico e informado sobre o folclore, incentivando a investigação, a formação e a reflexão contínua sobre o que significa, hoje, ser guardião da cultura popular.
O tema desta edição —“Por que sou folclorista?”— convida cada participante a olhar para dentro, a revisitar motivações, a reconhecer desafios e a projetar o futuro. Ser folclorista é ser investigador, intérprete, transmissor e defensor de um legado que pertence a todos. É sentir orgulho na diversidade cultural do país e trabalhar para que essa riqueza continue a ser compreendida, valorizada e vivida pelas gerações futuras. Este congresso pretende abrir espaço para que cada voz encontre lugar, para que cada percurso inspire outros, e para que a comunidade folclorista se fortaleça através do diálogo e da partilha.
Durante dois dias, Gondomar acolherá palestrantes, testemunhos, apresentações e momentos de convívio que reforçam a identidade comum de quem vive o folclore com paixão. Será também uma oportunidade para aprofundar o papel da FFP enquanto entidade orientadora, promotora de rigor e impulsionadora de novas abordagens teóricas. A Federação tem sido essencial na construção de uma visão contemporânea do folclore, combatendo estereótipos, promovendo a autenticidade e incentivando a compreensão do folclore como fenómeno cultural complexo, que exige estudo, sensibilidade e responsabilidade.
Participar no Congresso Nacional de Folclore é afirmar que o folclore continua vivo, relevante e necessário. É reconhecer que o trabalho dos folcloristas não se limita ao palco: estende-se à investigação, à educação, à preservação e à construção de pontes entre passado e futuro. É, acima de tudo, celebrar uma comunidade que se dedica a manter acesa a chama da identidade portuguesa.
Ser folclorista é assumir um compromisso profundo com a memória coletiva. É reconhecer que cada canto, cada dança, cada traje e cada gesto transportam séculos de vivências, saberes e identidades. É compreender que o folclore não é apenas um conjunto de tradições preservadas no tempo, mas uma expressão viva, dinâmica e em constante diálogo com o presente. É por isso que, em janeiro de 2026, Gondomar se transforma no grande palco nacional de encontro, reflexão e celebração de todos aqueles que dedicam a sua vida — ou parte dela — à cultura popular portuguesa.
AFederação do Folclore Português (FFP), entidade que há décadas se afirma como referência na preservação, estudo e valorização do património imaterial, organiza mais uma edição doCongresso Nacional de Folclore, um espaço que vai muito além da partilha de experiências. Estes congressos têm sido, ao longo dos anos, momentos fundamentais para o avanço daconceptualização teórica do folclore, promovendo debates que ajudam a clarificar conceitos, a atualizar metodologias e a reforçar a legitimidade científica do trabalho folclorista. A FFP tem desempenhado um papel determinante na construção de um pensamento crítico e informado sobre o folclore, incentivando a investigação, a formação e a reflexão contínua sobre o que significa, hoje, ser guardião da cultura popular.
O tema desta edição —“Por que sou folclorista?”— convida cada participante a olhar para dentro, a revisitar motivações, a reconhecer desafios e a projetar o futuro. Ser folclorista é ser investigador, intérprete, transmissor e defensor de um legado que pertence a todos. É sentir orgulho na diversidade cultural do país e trabalhar para que essa riqueza continue a ser compreendida, valorizada e vivida pelas gerações futuras. Este congresso pretende abrir espaço para que cada voz encontre lugar, para que cada percurso inspire outros, e para que a comunidade folclorista se fortaleça através do diálogo e da partilha.
Durante dois dias, Gondomar acolherá palestrantes, testemunhos, apresentações e momentos de convívio que reforçam a identidade comum de quem vive o folclore com paixão. Será também uma oportunidade para aprofundar o papel da FFP enquanto entidade orientadora, promotora de rigor e impulsionadora de novas abordagens teóricas. A Federação tem sido essencial na construção de uma visão contemporânea do folclore, combatendo estereótipos, promovendo a autenticidade e incentivando a compreensão do folclore como fenómeno cultural complexo, que exige estudo, sensibilidade e responsabilidade.
Participar no Congresso Nacional de Folclore é afirmar que o folclore continua vivo, relevante e necessário. É reconhecer que o trabalho dos folcloristas não se limita ao palco: estende-se à investigação, à educação, à preservação e à construção de pontes entre passado e futuro. É, acima de tudo, celebrar uma comunidade que se dedica a manter acesa a chama da identidade portuguesa.
Ser folclorista é assumir um compromisso profundo com a memória coletiva. É reconhecer que cada canto, cada dança, cada traje e cada gesto transportam séculos de vivências, saberes e identidades. É compreender que o folclore não é apenas um conjunto de tradições preservadas no tempo, mas uma expressão viva, dinâmica e em constante diálogo com o presente. É por isso que, em janeiro de 2026, Gondomar se transforma no grande palco nacional de encontro, reflexão e celebração de todos aqueles que dedicam a sua vida — ou parte dela — à cultura popular portuguesa.
AFederação do Folclore Português (FFP), entidade que há décadas se afirma como referência na preservação, estudo e valorização do património imaterial, organiza mais uma edição doCongresso Nacional de Folclore, um espaço que vai muito além da partilha de experiências. Estes congressos têm sido, ao longo dos anos, momentos fundamentais para o avanço daconceptualização teórica do folclore, promovendo debates que ajudam a clarificar conceitos, a atualizar metodologias e a reforçar a legitimidade científica do trabalho folclorista. A FFP tem desempenhado um papel determinante na construção de um pensamento crítico e informado sobre o folclore, incentivando a investigação, a formação e a reflexão contínua sobre o que significa, hoje, ser guardião da cultura popular.
O tema desta edição —“Por que sou folclorista?”— convida cada participante a olhar para dentro, a revisitar motivações, a reconhecer desafios e a projetar o futuro. Ser folclorista é ser investigador, intérprete, transmissor e defensor de um legado que pertence a todos. É sentir orgulho na diversidade cultural do país e trabalhar para que essa riqueza continue a ser compreendida, valorizada e vivida pelas gerações futuras. Este congresso pretende abrir espaço para que cada voz encontre lugar, para que cada percurso inspire outros, e para que a comunidade folclorista se fortaleça através do diálogo e da partilha.
Durante dois dias, Gondomar acolherá palestrantes, testemunhos, apresentações e momentos de convívio que reforçam a identidade comum de quem vive o folclore com paixão. Será também uma oportunidade para aprofundar o papel da FFP enquanto entidade orientadora, promotora de rigor e impulsionadora de novas abordagens teóricas. A Federação tem sido essencial na construção de uma visão contemporânea do folclore, combatendo estereótipos, promovendo a autenticidade e incentivando a compreensão do folclore como fenómeno cultural complexo, que exige estudo, sensibilidade e responsabilidade.
Participar no Congresso Nacional de Folclore é afirmar que o folclore continua vivo, relevante e necessário. É reconhecer que o trabalho dos folcloristas não se limita ao palco: estende-se à investigação, à educação, à preservação e à construção de pontes entre passado e futuro. É, acima de tudo, celebrar uma comunidade que se dedica a manter acesa a chama da identidade portuguesa.
Ser folclorista é assumir um compromisso profundo com a memória coletiva. É reconhecer que cada canto, cada dança, cada traje e cada gesto transportam séculos de vivências, saberes e identidades. É compreender que o folclore não é apenas um conjunto de tradições preservadas no tempo, mas uma expressão viva, dinâmica e em constante diálogo com o presente. É por isso que, em janeiro de 2026, Gondomar se transforma no grande palco nacional de encontro, reflexão e celebração de todos aqueles que dedicam a sua vida — ou parte dela — à cultura popular portuguesa.
A Federação do Folclore Português (FFP), entidade que há décadas se afirma como referência na preservação, estudo e valorização do património imaterial, organiza mais uma edição do Congresso Nacional de Folclore, um espaço que vai muito além da partilha de experiências. Estes congressos têm sido, ao longo dos anos, momentos fundamentais para o avanço da conceptualização teórica do folclore, promovendo debates que ajudam a clarificar conceitos, a atualizar metodologias e a reforçar a legitimidade científica do trabalho folclorista. A FFP tem desempenhado um papel determinante na construção de um pensamento crítico e informado sobre o folclore, incentivando a investigação, a formação e a reflexão contínua sobre o que significa, hoje, ser guardião da cultura popular.
O tema desta edição — “Por que sou folclorista?” — convida cada participante a olhar para dentro, a revisitar motivações, a reconhecer desafios e a projetar o futuro. Ser folclorista é ser investigador, intérprete, transmissor e defensor de um legado que pertence a todos. É sentir orgulho na diversidade cultural do país e trabalhar para que essa riqueza continue a ser compreendida, valorizada e vivida pelas gerações futuras. Este congresso pretende abrir espaço para que cada voz encontre lugar, para que cada percurso inspire outros, e para que a comunidade folclorista se fortaleça através do diálogo e da partilha.
Durante dois dias, Gondomar acolherá palestrantes, testemunhos, apresentações e momentos de convívio que reforçam a identidade comum de quem vive o folclore com paixão. Será também uma oportunidade para aprofundar o papel da FFP enquanto entidade orientadora, promotora de rigor e impulsionadora de novas abordagens teóricas. A Federação tem sido essencial na construção de uma visão contemporânea do folclore, combatendo estereótipos, promovendo a autenticidade e incentivando a compreensão do folclore como fenómeno cultural complexo, que exige estudo, sensibilidade e responsabilidade.
Participar no Congresso Nacional de Folclore é afirmar que o folclore continua vivo, relevante e necessário. É reconhecer que o trabalho dos folcloristas não se limita ao palco: estende-se à investigação, à educação, à preservação e à construção de pontes entre passado e futuro. É, acima de tudo, celebrar uma comunidade que se dedica a manter acesa a chama da identidade portuguesa.
Os Municípios de Gondomar e da Póvoa de Lanhoso, únicos centros de produção da filigrana em Portugal, formalizaram a candidatura da “Filigrana de Portugal” à Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO.
A candidatura pretende salvaguardar e valorizar esta arte milenar de ourivesaria, que transforma finos fios de ouro e prata em peças de rendilhado de extraordinária beleza e complexidade, sendo hoje símbolo da excelência artesanal portuguesa. Transmitida de geração em geração, a filigrana constitui um legado vivo, mantido por mestres artesãos cuja dedicação continua a enriquecer o património cultural nacional.
“A submissão da candidatura da Filigrana de Portugal à UNESCO constitui um compromisso com a salvaguarda e valorização de um legado cultural de excecional importância. É igualmente o reconhecimento do trabalho e do saber acumulado de gerações de mestres filigraneiros, cuja dedicação e excelência merecem ser preservadas, promovidas e transmitidas às futuras gerações”, afirmam os Municípios de Gondomar e da Póvoa de Lanhoso, que destacam a filigrana como um elemento identitário dos seus territórios e de Portugal.
A candidatura conjunta resulta de um trabalho de cooperação institucional iniciado com o protocolo assinado entre os dois Municípios em 2016, que conduziu à certificação oficial desta técnica em 2018 e à sua inclusão, em 2023, no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial.
Com esta candidatura, Gondomar e Póvoa de Lanhoso reforçam o seu papel como guardiões de uma das mais refinadas expressões da ourivesaria tradicional portuguesa, promovendo a sua preservação e reconhecimento à escala internacional.
A Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira congratula a direção, equipa técnica e atletas da Associação Desportiva e Cultural da Juventude de Cerveira (ADCJC) pelos excelentes resultados obtidos, este domingo, no Campeonato Nacional de Fundo decorrido em Melres, Gondomar.
Dos seis barcos da ADCJC inscritos na prova organizada pelo Clube Naval Infante D. Henrique, com o apoio da Federação Portuguesa de Remo, cinco subiram ao pódio para arrecadar os seguintes prémios: campeões nacionais 8+ juniores masculinos, campeões nacionais 4x juvenis masculinos, vice-campeãs 2x juvenil feminino, vice-campeã nacional skif junior femininos, e vice-campeões nacionais de 8+veteranos masculinos.
A autarquia cerveirense enaltece uma participação notável, que muito orgulha e eleva o nome do concelho. Uma ‘mão cheia’ de lugares no pódio que resultam da entrega total e do trabalho persistente dos atletas, apoiadas por uma equipa técnica que motiva e desafia os jovens, e pela aposta da direção em criar as condições necessárias para a prática desta modalidade.
A 29ª edição do Grande Prémio de Ciclismo JN foi apresentada na tarde de sexta-feira, na Casa Branca do Gramido, em Gondomar. Monção dá início à competição com realização de prólogo, no dia 4 de junho, e partida da primeira etapa, em direção a Viana do Castelo, no dia seguinte.
Além do diretor do Jornal de Noticias, Domingos de Andrade, do diretor da prova, Carlos Pereira, e do presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, Delmiro Pereira, marcaram presença na cerimónia de apresentação representantes dos municípios envolvidos na competição: Monção, Viana do Castelo, Ovar, Vila Nova de Gaia, Matosinhos, Santo Tirso, Valongo, Porto e Gondomar.
Durante sete dias, entre 4 e 10 de junho, as estradas do norte de Portugal voltam a receber a emoção do ciclismo com cerca de uma centena de ciclistas divididos por 14 equipas, 12 portuguesas, uma espanhola e outra angolana. Ao todo, serão 755 quilómetros repartidos pelo prólogo e seis etapas.
Na ótica de Carlos Pereira, "a edição deste ano será uma das mais duras da história da prova”, onde “as decisões finais estão reservadas para os últimos metros". Já Delmino Pereira, falou "numa prova âncora do calendário nacional, com grande impacto, que irá constituir um grande espetáculo desportivo".
Por sua vez, Domingos de Andrade considerou que “o Grande Prémio de Ciclismo JN volta a aproximar o desporto do público” numa competição que “procura decentralizar os grandes eventos” e “dar voz aos que são esquecidos por um país demasiado fechado na sua centralidade pouco solidária”.
Para António Barbosa, vamos viver “uma festa em honra do ciclismo” que assume “um compromisso muito sério com a divulgação do território”, resultando em “maior visibilidade do nosso concelho e na rentabilização económica dos setores da restauração e hotelaria”
Na edição do ano passado, António Carvalho, da W52-FC Porto, repetiu o triunfo conseguido em 2015, igualando o feito do seu tio, Fernando Carvalho, o único ciclista que, até então, tinha vencido duas edições do Grande Prémio JN, na década de 80.
Depois de, no dia 6 de abril, Palmeira de Faro ter recebido o teatro, através do grupo da Juventude Unida de Marinhas, este mês é a vez de Rio Tinto acolher um Encontro Etnográfico/Folclore.
Em parceria com os grupos folclóricos do concelho, a Câmara Municipal de Esposende vai levar a efeito iniciativa “O Folclore vai a… Rio Tinto”, no dia 19 de maio, a partir das 15h00, no Largo da Igreja.
O evento será um misto de representações e danças relativos aos usos e costumes do folclore das freguesias concelhias. Estarão presentes o Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia, o Grupo Associativo de Divulgação Tradicional de Forjães, o Rancho Folclórico "As Moleirinhas das Marinhas", o Rancho Folclórico Danças e Cantares de Marinhas, o Rancho Folclórico de Palmeira de Faro, o Rancho Folclórico de Fonte Boa, o Grupo Cantares e Dançares de S. Paio de Antas e a Ronda de Vila Chã. O recém-formado Rancho Folclórico de Rio Tinto será apadrinhado pelos demais grupos folclóricos e terá também a sua participação no encontro.
O Encontro Etnográfico inicia-se com o desfile dos grupos participantes desde a Escola Básica de Rio Tinto até ao Largo da Igreja.
Este evento enquadra-se na política de descentralização cultural municipal, que tem proporcionado à comunidade o acesso a eventos culturais gratuitos, nas suas próprias localidades, como teatro, música, dança e etnografia.
Esta política cultural tem possibilitado o cumprimento Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, que o Município de Esposende assumiu no seu plano de gestão, concretamente as metas Educação de Qualidade (ODS 4), Reduzir as desigualdades (ODS 10) e Parcerias para a Implementação dos Objetivos de Sustentabilidade (ODS 17).
Mais de um milhar de participantes desfilaram no passado Sábado em Gondomar, exibindo trajes de todas as regiões de Portugal, à excepção da região dos Açores por dificuldades de logística. Tratou-se do XXIII Desfile Nacional do Traje Popular Português, uma iniciativa da Federação do Folclore Português em parceria com as autarquias locais, mobilizando centenas de grupos folclóricos de todo o país e das comunidades de emigrantes.
Dos 13 quadros que passaram pela bonita passerelle de Gondomar, que este ano terá bancadas para maior conforto do publico, foi o quadro do trabalho aquele que mais expressão teve, numa dinâmica de representação de artes e oficios já extintos.
Também outra forma de ser e estar da mulher Portuguesa foi abordada, o canto polifónico tradicional, assim como, a vertente do culto religioso, daquilo que o luto representava para a mulher portuguesa, a relação da criança com o trabalho doméstico, entre outras representações, todas elas narradas pela já habitual dupla de apresentadores, Dra. Emília Francisco e Dr. António Gabriel.
O Desfile encontra-se inserido no Festival da Cultura Mediterrânica, organização da Fundação INATEL e contou com o alto patrocínio da Câmara Municipal de Gondomar que se mostrou incansável na sua organização.
O XXIII Desfile Nacional do Traje Popular Português, acontecerá amanhã pelas 21h30 na cidade de Gondomar.
Estarão presentes trajes de todas as regiões do país, com exceção dos Açores num total de 1220 participantes, registando um pequeno aumento face a 2017.
Dos 13 quadros que passarão pela bonita passerelle de Gondomar, que este ano terá bancadas para maior conforto do publico, será o quadro do trabalho aquele que mais expressão terá, numa dinâmica de representação de artes e oficios já extintos.
Também outra forma de ser e estar da mulher Portuguesa será abordada, o canto polifónico tradicional, assim como, a vertente do culto religioso, daquilo que o luto representava para a mulher portuguesa, a relação da criança com o trabalho doméstico, entre outras representações, todas elas narradas pela já habitual dupla de apresentadores, Dra. Emília Francisco e Dr. António Gabriel.
Para todos aqueles que ficam em casa devido à distância, o Desfile será transmitido em direto no Facebook pela Rádio do Folclore Português e pela FFP no Youtube, pelo que, deverão procurar os links na página da FFP.
A direção da FFP agradece de forma calorosa a disponibilidade de todos aqueles que irão passar pela passerelle e de todos que constituem a tocata, o apoio do Conselho Técnico Regional do Douro Litoral Norte, e a todo o staff que entre elementos da direção e voluntários alcança quase 50 pessoas, sinal da envergadura que Desfile está a assumir no panorama nacional.
O Desfile encontra-se inserido no Festival da Cultura Mediterrânica, organização da Fundação INATEL e conta com o alto patrocínio da Câmara Municipal de Gondomar que se mostrou incansável na organização do Desfile deste ano.