A Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira congratula a direção, equipa técnica e atletas da Associação Desportiva e Cultural da Juventude de Cerveira (ADCJC) pelos excelentes resultados obtidos, este domingo, no Campeonato Nacional de Fundo decorrido em Melres, Gondomar.
Dos seis barcos da ADCJC inscritos na prova organizada pelo Clube Naval Infante D. Henrique, com o apoio da Federação Portuguesa de Remo, cinco subiram ao pódio para arrecadar os seguintes prémios: campeões nacionais 8+ juniores masculinos, campeões nacionais 4x juvenis masculinos, vice-campeãs 2x juvenil feminino, vice-campeã nacional skif junior femininos, e vice-campeões nacionais de 8+veteranos masculinos.
A autarquia cerveirense enaltece uma participação notável, que muito orgulha e eleva o nome do concelho. Uma ‘mão cheia’ de lugares no pódio que resultam da entrega total e do trabalho persistente dos atletas, apoiadas por uma equipa técnica que motiva e desafia os jovens, e pela aposta da direção em criar as condições necessárias para a prática desta modalidade.
A 29ª edição do Grande Prémio de Ciclismo JN foi apresentada na tarde de sexta-feira, na Casa Branca do Gramido, em Gondomar. Monção dá início à competição com realização de prólogo, no dia 4 de junho, e partida da primeira etapa, em direção a Viana do Castelo, no dia seguinte.
Além do diretor do Jornal de Noticias, Domingos de Andrade, do diretor da prova, Carlos Pereira, e do presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, Delmiro Pereira, marcaram presença na cerimónia de apresentação representantes dos municípios envolvidos na competição: Monção, Viana do Castelo, Ovar, Vila Nova de Gaia, Matosinhos, Santo Tirso, Valongo, Porto e Gondomar.
Durante sete dias, entre 4 e 10 de junho, as estradas do norte de Portugal voltam a receber a emoção do ciclismo com cerca de uma centena de ciclistas divididos por 14 equipas, 12 portuguesas, uma espanhola e outra angolana. Ao todo, serão 755 quilómetros repartidos pelo prólogo e seis etapas.
Na ótica de Carlos Pereira, "a edição deste ano será uma das mais duras da história da prova”, onde “as decisões finais estão reservadas para os últimos metros". Já Delmino Pereira, falou "numa prova âncora do calendário nacional, com grande impacto, que irá constituir um grande espetáculo desportivo".
Por sua vez, Domingos de Andrade considerou que “o Grande Prémio de Ciclismo JN volta a aproximar o desporto do público” numa competição que “procura decentralizar os grandes eventos” e “dar voz aos que são esquecidos por um país demasiado fechado na sua centralidade pouco solidária”.
Para António Barbosa, vamos viver “uma festa em honra do ciclismo” que assume “um compromisso muito sério com a divulgação do território”, resultando em “maior visibilidade do nosso concelho e na rentabilização económica dos setores da restauração e hotelaria”
Na edição do ano passado, António Carvalho, da W52-FC Porto, repetiu o triunfo conseguido em 2015, igualando o feito do seu tio, Fernando Carvalho, o único ciclista que, até então, tinha vencido duas edições do Grande Prémio JN, na década de 80.
Depois de, no dia 6 de abril, Palmeira de Faro ter recebido o teatro, através do grupo da Juventude Unida de Marinhas, este mês é a vez de Rio Tinto acolher um Encontro Etnográfico/Folclore.
Em parceria com os grupos folclóricos do concelho, a Câmara Municipal de Esposende vai levar a efeito iniciativa “O Folclore vai a… Rio Tinto”, no dia 19 de maio, a partir das 15h00, no Largo da Igreja.
O evento será um misto de representações e danças relativos aos usos e costumes do folclore das freguesias concelhias. Estarão presentes o Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia, o Grupo Associativo de Divulgação Tradicional de Forjães, o Rancho Folclórico "As Moleirinhas das Marinhas", o Rancho Folclórico Danças e Cantares de Marinhas, o Rancho Folclórico de Palmeira de Faro, o Rancho Folclórico de Fonte Boa, o Grupo Cantares e Dançares de S. Paio de Antas e a Ronda de Vila Chã. O recém-formado Rancho Folclórico de Rio Tinto será apadrinhado pelos demais grupos folclóricos e terá também a sua participação no encontro.
O Encontro Etnográfico inicia-se com o desfile dos grupos participantes desde a Escola Básica de Rio Tinto até ao Largo da Igreja.
Este evento enquadra-se na política de descentralização cultural municipal, que tem proporcionado à comunidade o acesso a eventos culturais gratuitos, nas suas próprias localidades, como teatro, música, dança e etnografia.
Esta política cultural tem possibilitado o cumprimento Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, que o Município de Esposende assumiu no seu plano de gestão, concretamente as metas Educação de Qualidade (ODS 4), Reduzir as desigualdades (ODS 10) e Parcerias para a Implementação dos Objetivos de Sustentabilidade (ODS 17).
Mais de um milhar de participantes desfilaram no passado Sábado em Gondomar, exibindo trajes de todas as regiões de Portugal, à excepção da região dos Açores por dificuldades de logística. Tratou-se do XXIII Desfile Nacional do Traje Popular Português, uma iniciativa da Federação do Folclore Português em parceria com as autarquias locais, mobilizando centenas de grupos folclóricos de todo o país e das comunidades de emigrantes.
Dos 13 quadros que passaram pela bonita passerelle de Gondomar, que este ano terá bancadas para maior conforto do publico, foi o quadro do trabalho aquele que mais expressão teve, numa dinâmica de representação de artes e oficios já extintos.
Também outra forma de ser e estar da mulher Portuguesa foi abordada, o canto polifónico tradicional, assim como, a vertente do culto religioso, daquilo que o luto representava para a mulher portuguesa, a relação da criança com o trabalho doméstico, entre outras representações, todas elas narradas pela já habitual dupla de apresentadores, Dra. Emília Francisco e Dr. António Gabriel.
O Desfile encontra-se inserido no Festival da Cultura Mediterrânica, organização da Fundação INATEL e contou com o alto patrocínio da Câmara Municipal de Gondomar que se mostrou incansável na sua organização.
O XXIII Desfile Nacional do Traje Popular Português, acontecerá amanhã pelas 21h30 na cidade de Gondomar.
Estarão presentes trajes de todas as regiões do país, com exceção dos Açores num total de 1220 participantes, registando um pequeno aumento face a 2017.
Dos 13 quadros que passarão pela bonita passerelle de Gondomar, que este ano terá bancadas para maior conforto do publico, será o quadro do trabalho aquele que mais expressão terá, numa dinâmica de representação de artes e oficios já extintos.
Também outra forma de ser e estar da mulher Portuguesa será abordada, o canto polifónico tradicional, assim como, a vertente do culto religioso, daquilo que o luto representava para a mulher portuguesa, a relação da criança com o trabalho doméstico, entre outras representações, todas elas narradas pela já habitual dupla de apresentadores, Dra. Emília Francisco e Dr. António Gabriel.
Para todos aqueles que ficam em casa devido à distância, o Desfile será transmitido em direto no Facebook pela Rádio do Folclore Português e pela FFP no Youtube, pelo que, deverão procurar os links na página da FFP.
A direção da FFP agradece de forma calorosa a disponibilidade de todos aqueles que irão passar pela passerelle e de todos que constituem a tocata, o apoio do Conselho Técnico Regional do Douro Litoral Norte, e a todo o staff que entre elementos da direção e voluntários alcança quase 50 pessoas, sinal da envergadura que Desfile está a assumir no panorama nacional.
O Desfile encontra-se inserido no Festival da Cultura Mediterrânica, organização da Fundação INATEL e conta com o alto patrocínio da Câmara Municipal de Gondomar que se mostrou incansável na organização do Desfile deste ano.
Devido aos inúmeros contactos recebidos dando nota que devido ao período de férias existe alguma dificuldade em fazer chegar as inscrições devidamente preenchidas, vimos pelo presente dar nota do alargamento do prazo de inscrição até dia 02 de Setembro.
Realçamos também, que pelo facto da Câmara Municipal de Gondomar querer preparar um prato regional para o jantar (tripas à moda do porto), devem nas fichas assinalar se pretendem este prato ou a opção (carne assada).
Agradecemos o vosso empenho e participação, contando que até dia 02 de Setembro todos estejam devidamente inscritos.
Após esse prazo não temos qualquer hipótese de aceitar inscrições-
Com os melhores cumprimentos,
Fábio Pinto
Comunicação e Imagem da Federação do Folclore Português
Póvoa de Lanhoso e Gondomar dão mais um passo rumo à certificação da “Filigrana de Portugal”
Filigraneiros da Póvoa de Lanhoso e de Gondomar bem como a associação “Portugal à Mão” reuniram na Adere-Minho – Associação para o Desenvolvimento Regional do Minho, em Braga, com o objetivo de apresentar a versão final do caderno de especificações que unificará a definição de filigrana, sendo esta, e por isso, uma peça essencial no âmbito da certificação da “Filigrana de Portugal”.
“Este é o culminar do primeiro passo que vai permitir certificar e elevar a Filigrana”, salienta o Vereador da Cultura da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, André Rodrigues. “Os nossos agradecimentos ao Município de Gondomar por esta parceria e aos nossos artesãos pelo seu envolvimento e empenho neste projeto”, destaca ainda o mesmo responsável.
Este processo arrancou no passado mês de março, com a assinatura de um protocolo de colaboração e compromisso mútuo, como pedra basilar de todo este processo, entre a Póvoa de Lanhoso e Gondomar, dois concelhos de artesãos e mestres da arte da filigrana por excelência, que irá visar num futuro cada vez mais próximo a “promoção conjunta de uma candidatura a Património da Humanidade”.
A “Filigrana de Portugal”, marca registada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial, propriedade de ambos os municípios, abre portas para o tão acalentado sonho de levar a filigrana, como técnica específica, registada e regulamentada, além-fronteiras.
Para tal, o fecho do caderno de especificações que teve lugar no passado dia 8 de abril, que tem como objetivo definir as normas e os trâmites a que esta arte terá de obedecer, para poder ser designada por “Filigrana de Portugal”, vai permitir uma utilização mais fidedigna e segura da filigrana nas mais variadas peças, desde a joalharia ao vestuário, à decoração e aos mais diversos e originais artigos.
Visto que a técnica prevalece essencialmente a Norte, no nosso País, onde já é reconhecida como identidade geográfica da região, Póvoa de Lanhoso e Gondomar uniram-se, apesar das suas particularidades, para darem o primeiro grande passo que, num futuro cada vez mais palpável, levará a filigrana, agora “Filigrana de Portugal”, numa longa viagem à conquista do Mundo, de novos apreciadores e de mercados cada vez mais internacionais.
Os municípios da Póvoa de Lanhoso e de Gondomar assinaram, ontem, dia 22 de março, um protocolo de colaboração e compromisso que visa a promoção conjunta de uma candidatura a Património da Humanidade.
O documento foi assinado pelos respetivos Presidentes, Manuel Baptista e Marco Martins, seguindo-se o registo da marca “Filigrana de Portugal” no Instituto Nacional da Propriedade Industrial, que será propriedade de ambos os municípios.
Também ontem seguiu para o Ministério dos Negócios Estrangeiros um pedido de registo da filigrana no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, “cujo intuito máximo será depois candidatar este bem a Património Imaterial da Humanidade”.
Na sua intervenção, o Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Manuel Baptista, destacou a importância desta parceria para os dois municípios, “pois é um exemplo do que os municípios podem fazer, neste caso, que certifiquem e valorizem aquilo que os une”.
Já o Presidente da Câmara Municipal de Gondomar, Marco Martins, sublinhou: “É importante que juntos enfrentemos este desafio para que a marca da filigrana, que une os dois concelhos, seja uma marca de Portugal”.
O protocolo prevê a “apresentação conjunta de uma candidatura tendente à certificação da Filigrana Portuguesa produzida nos dois concelhos”, a “inscrição no Património Imaterial” e, ainda, a “definição em conjunto de uma estratégia de comunicação adequada aos fins em vista”.
“A filigrana portuguesa representa a excelência da qualidade de produção manufaturada, reconhecida além-fronteiras, independentemente de ser produzida nos concelhos de Gondomar ou Póvoa de Lanhoso”, assumem aqueles municípios. Para ambos os concelhos, “o mais importante é preservar e valorizar esta arte ancestral para oferecer ao mundo o que de melhor e mais único se produz em Portugal no setor da ourivesaria”, já que “a filigrana portuguesa simboliza a história, a tradição e a herança que fazem parte integrante da nossa identidade cultural”.
A filigrana é uma arte milenar, muito meticulosa, exigindo dos artesãos um trabalho de minúcia muito paciente, imaginativo e de grande destreza. Trata-se de uma arte que trabalha finíssimos fios de ouro ou prata, subtilmente torcidos, que são depois aplicados a estruturas com várias formas, preenchendo-as com um rendilhado delicado, dando origem a obras de elevada complexidade, forma e riqueza estética. Os artesãos que trabalham nesta arte/ofício fazem-no, por norma, em pequenos ateliers, produzindo as peças de filigrana mais fina e mais bem elaborada em todo o mundo, destinadas maioritariamente à ornamentação pessoal, mas também à decoração de interiores.
A filigrana tradicional portuguesa tem dois núcleos de produção identificados territorialmente com os municípios de Gondomar e da Póvoa de Lanhoso com séculos de tradição. Os poderes políticos autárquicos devem empenhar-se na preservação, promoção e divulgação deste valiosíssimo património imaterial, bem como no incentivo à criação de valor deste setor por forma a aumentar a sua atratividade para as novas gerações.