Delimitado a norte pelo rio Neiva e atravessado pelo rio Cávado, o concelho de Esposende é banhado pelo Oceano Atlântico ao longo de uma faixa costeira de dezasseis quilómetros que vão desde a foz do Neiva até à Apúlia.
Rio Neiva cuja designação nos evoca a deusa dos rios e da água na mitologia céltica, tendo em sua honra o seu nome sido atribuído a diversos rios como o Navia na Galiza e ainda o Neiva e o Nabão em Portugal.
Terra de gente humilde e afável, o concelho de Esposende é terra de pescadores e marinheiros que não temem o mar. Terra do melhor peixe fresco que enche o mercado de alegre azáfama, atraindo os melhores apreciadores destas iguarias.
Na Apúlia, aguarda-se impacientemente no areal o momento da apanha do sargaço. E, no cais, ainda de madrugada antes do sol raiar, assomam-se no horizonte longínquo as gaivotas – quais bailarinas vestidas de branco! – num animado bailado em torno dos barcos que consigo trazem o pão que o mar nos dá. É Esposende!
Sessão de esclarecimento sobre Programa da Orla Costeira lotou Auditório Municipal
O Município de Esposende realizou, ontem à noite, uma sessão de esclarecimento sobre o Programa da Orla Costeira Caminha-Espinho (POC-CE), que lotou por completo o Auditório Municipal de Esposende. Cerca de três centenas de pessoas marcaram presença nesta sessão destinada a informar a população sobre as ações programadas para a faixa litoral concelhia e a esclarecer eventuais dúvidas, por forma a que os interessados, caso pretendam, participem do processo de discussão pública, que decorre até 14 de dezembro, apresentando reclamações, observações ou sugestões.
Para tal estiveram presentes a equipa técnica responsável pela elaboração do programa e o Vice-presidente da APA – Agência Portuguesa do Ambiente, Pimenta Machado, para além do Presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira, que deu nota do posicionamento do Município ao longo do processo e das diligências desenvolvidas, entre as quais a recente audiência com o Ministro do Ambiente, juntamente com as demais autarquias que apresentam reservas face a algumas medidas preconizadas no POC-CE, para melhor clarificação de alguns aspetos.
Salientado a importância destes fóruns de discussão, Benjamim Pereira regozijou-se com o interesse da população pela matéria em questão, expresso pelo elevado número de participantes, e referiu que o objetivo é que todos colaborem para melhorar este instrumento de gestão territorial da orla costeira.
O Vice-presidente da APA, Pimenta Machado, referiu que “20% da costa portuguesa está em erosão”, considerando que é “um problema gravíssimo que vai ser potenciado pelas alterações climáticas”, daí a necessidade de “preparar o litoral para os desafios futuros”.
“O POC é um PPR para o litoral” que assenta na Prevenção, Proteção e Recuo Planeado, afirmou Pimenta Machado, notando que o POC que ainda está em vigor é mais rígido e que agora se pretende uma “gestão mais adaptativa”. A prioridade é defender a linha de costa, atendendo a que, ao longo do tempo, foram “perdidos” 12 quilómetros quadrados do litoral para o mar, uma área equivalente a 1200 campos de futebol, revelou.
Pimenta Machado referiu que é primordial “não repetir os erros do passado” e estabilizar a linha de costa, objetivo que passará pela aposta na “engenharia mais natural”, nomeadamente deposição de areias nas praias, estando, por isso, colocada de parte a construção de novos esporões, prevendo-se, contudo, a reabilitação das infraestruturas existentes. Adiantou que, face à previsibilidade do aumento do nível do mar (até 2050 cerca de 85 centímetros), foram definidas faixas de salvaguarda vedando a construção.
O responsável da APA vincou que o “plano foi elaborado usando o melhor suporte científico”, envolvendo duas universidades, e revelou que, com este POC, será suprimida uma lacuna ao nível da informação sobre a zona costeira, através da aplicação de um programa de criação de uma base de dados que possibilitará “elaborar projetos mais assertivos”.
Numa sessão muito concorrida e participada, foram colocadas muitas e variadas questões, que foram devidamente esclarecidas pelos técnicos e entidades presentes. A demolição de edificações foi um dos muitos aspetos abordados, tendo sido garantido que o POC consagra direitos adquiridos, pelo que os interesses das populações serão sempre salvaguardados.
A encerrar a sessão, o Vice-presidente da APA deixou o desafio à apresentação de contributos para melhorar o Programa da Orla Costeira. “Estamos a preparar o litoral para os desafios do futuro, para nós e para as gerações vindouras”, concluiu.
Na mesma linha, o Presidente da Câmara Municipal apelou à participação na discussão pública do POC. Vincou que o Município “está ao lado da população e dos seus interesses” e garantiu que “os direitos de cada cidadão serão defendidos” e que, neste sentido, tudo fará, não descartando a possibilidade de enfrentar as instituições com responsabilidades neste domínio, se assim tiver que ser.
Como já expressou publicamente, e no que concerne ao território concelhio, Benjamim Pereira defende a definição de um plano de proteção do litoral que tenha em linha de conta as especificidades do território e os interesses das populações, preservando o que for de interesse manter.
Foi apresentado esta manhã, 4 de agosto, na Casa do Tempo de Cabeceiras de Basto, o Livro de Atas do III Seminário Internacional que a Câmara Municipal organizou sob o tema ‘Ora et Labora em Refojos de Basto: espacialidades, materialidades, espiritualidades’, evento que se realizou em junho de 2017 e cujo resultado é agora publicado em livro.
A apresentação da obra insere-se no programa comemorativo do 5.º aniversário da Casa do Tempo que termina esta noite com um concerto.
No auditório, com lotação esgotada, estiveram presentes os presidentes da Câmara e da Assembleia Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves e Eng. Joaquim Barreto, respetivamente, o Diretor Regional da Cultura do Norte, Dr. António Ponte, a Diretora da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Professora Doutora Fernanda Ribeiro, vereadores, presidentes de Junta de Freguesia e membros da Assembleia Municipal, académicos, historiadores e investigadores do CITCEM /FLUP da Universidade do Porto entre muitos outros interessados e estudiosos das questões ligadas à valorização e defesa do Património Cultural, individualidades e representantes de várias instituições e público em geral.
Na nota de abertura desta sessão de apresentação do Livro de Atas do III Seminário Internacional, e depois de agradecer a presença de todos, o presidente da autarquia afirmou que a Câmara Municipal tem “investido na procura do conhecimento para que todos possamos, conhecendo melhor, transmitir aos vindouros o legado que nos foi deixado pelos nossos antepassados”.
Salientando a “colaboração muito especial do CITCEM – Centro de Investigação Transdisciplinar “Cultura, Espaço e Memória” para o aprofundamento do conhecimento da história de Cabeceiras de Basto e particularmente da passagem dos Beneditinos por este território”, Francisco Alves falou da importância da publicação desta obra. “Porque é fundamental disponibilizar a todos os que se interessam por esta temática, pela história, pela cultura, pelo conhecimento e saber, editamos esta publicação que guardará para memória futura todas as intervenções e comunicações realizadas no decurso deste terceiro Seminário Internacional”.
Coube ao professor universitário e investigador do CITCEM/FLUP, Pedro Vilas Boas Tavares, um cidadão de Basto, fazer a apresentação do Livro de Atas do III Seminário Internacional. Na oportunidade, o investigador destacou o “esforço da Câmara na promoção cultural e na valorização deste Mosteiro”.
Depois de fazer uma abordagem sucinta aos vários painéis que integraram o último Seminário Internacional, Pedro Vilas Boas Tavares lançou o desafio: “com este Seminário e com todos os estudos que lhe estão associados, estamos a criar de uma forma informal um verdadeiro Centro de Estudos Beneditinos. Seria até bom concretizar formalmente este grupo de trabalho”, considerou o professor universitário.
Na sua intervenção, a diretora da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP), disse ser “um gosto para a FLUP estabelecer esta parceria com a Câmara Municipal”, trabalho que tem vindo a ser materializado, também, através da publicação destas obras que são “o fruto” das investigações realizadas pelos académicos. Fernanda Ribeiro falou, ainda, da estratégia da Universidade que tem vindo a privilegiar a ligação à sociedade civil, dando como exemplo o protocolo estabelecido há alguns anos com a Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto. A concluir a sua intervenção, a diretora da FLUP felicitou a autarquia pelo seu interesse e investimento realizado na Cultura.
Por seu turno, o Diretor Regional da Cultura do Norte, Dr. António Ponte, enalteceu o trabalho que a Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto tem vindo a realizar em prol da valorização e conservação do Mosteiro de S. Miguel de Refojos.
“Patrimonializar é reconhecer, salvaguardar e valorizar”, sustentou o Diretor Regional da Cultura, declarando que “a vigilância e a salvaguarda do património é uma obrigação coletiva”.
António Ponte reconheceu publicamente a importância da realização dos Seminários Internacionais organizados pela edilidade Cabeceirense, encontros estes que têm exaltado o Mosteiro de S. Miguel de Refojos como bem patrimonial.
O Diretor Regional da Cultura louvou, ainda, todo o trabalho desenvolvido no sentido de ver este Mosteiro inscrito na Lista Indicativa de Portugal ao Património da UNESCO, agora como bem em série. Recorde-se que o Mosteiro de S. Miguel de Refojos aderiu à Rede de Mosteiros e Paisagens Culturais Beneditinas que inclui o Mosteiro de Santa Maria de Pombeiro, Felgueiras; o Mosteiro de Santo André de Rendufe, Amares; o Mosteiro de São Bento da Vitória, Porto; o Mosteiro de São Bento, Santo Tirso; o Mosteiro de São Martinho de Tibães, Braga; e o Mosteiro de São Miguel de Refojos, Cabeceiras de Basto, sob a coordenação da Direção Regional da Cultura do Norte.
Coube ao presidente da Assembleia Municipal de Cabeceiras de Basto, Eng. Joaquim Barreto, encerrar a sessão de apresentação do Livro de Atas do III Seminário Internacional. Depois de felicitar a Casa do Tempo pela passagem do seu 5.º aniversário e de louvar a capacidade de unir e agregar gerações, o presidente da Assembleia Municipal disse: “estou aqui porque acredito. Porque sinto a minha terra e o meu concelho”.
Realçando o “importante trabalho que a Câmara Municipal tem vindo a desenvolver na área cultural”, Joaquim Barreto declarou: “compete-nos a nós salvaguardar o património coletivo, sendo também agentes ativos na construção do saber, registando as nossas tradições individuais e familiares em prol da sociedade vindoura”. E continuou: “conhecendo a nossa cultura e a nossa história, compreenderemos melhor a importância de mantê-la viva na memória, protegê-la e valorizá-la como forma de preservar o que somos, as nossas características, a nossa identidade”.
Exaltando a aposta do Município “na dinamização de ações e projetos válidos e que humanamente tanto nos enriquecem”, Joaquim Barreto, concluiu: “estamos a dar continuidade à valorização da nossa terra, das nossas gentes, da nossa história, do nosso Mosteiro de S. Miguel de Refojos e da nossa identidade, com mais cultura, mais economia e consequentemente mais bem-estar para os Cabeceirenses”.
No final, o presidente da Câmara e a diretora da Faculdade de Letras da Universidade do Porto assinaram um protocolo que renova o já existente celebrado com a Faculdade de Letras da Universidade do Porto/CITCEM - Centro de Investigação Transdisciplinar ‘Cultura, Espaço e Memória’ e que tem como objeto a prossecução de iniciativas dirigidas ao desenvolvimento de investigação histórica, análise do património histórico, realização de atividades científicas e culturais, elaboração de estudos e ações de divulgação junto da comunidade científica e do público em geral, como é o caso do Seminário Internacional, no âmbito da defesa e valorização do Mosteiro de S. Miguel de Refojos.
“Aproveitamos este momento para assinar hoje um novo protocolo que renova essa importante parceria que valorizamos particularmente porque, estamos certos que a defesa e salvaguarda do património imaterial só será bem conseguida e terá bons resultados quando feita por quem sabe”, destacou o presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto.
De referir, ainda, que os presidentes da Câmara e da Assembleia Municipal de Cabeceiras de Basto entregaram um livro a cada um dos participantes neste evento.
No limite da área geográfica dos concelhos de Ponte de Lima e Paredes de Coura, mais precisamente entre a Cabração e Romarigães, situa-se a pequena capela de Santa Rita onde as gentes desta última localidade organizam anualmente uma romaria. Consta-se que outrora era a mesma organizada pelos habitantes das duas localidades, tendo a Cabração desistido devido ao seu declínio populacional.
O site oficial da Câmara Municipal de Paredes de Coura não faz qualquer referência ao local nem à capela. Porém, o site da Câmara Municipal de Ponte de Lima situa-a na “aldeia da Cabração” recomendando a visita ao seu miradouro. Afinal de contas, em que ficamos?
Município de Celorico de Basto apresentou o Geoportal - Portal Geográfico do Município
Plataforma interativa, está oficialmente online, a partir de ontem, 06 de novembro, e permite acesso de todos os munícipes
“Esta ferramenta, agora ao serviço de todos os cidadãos, surge na sequência de aproximar as pessoas do Município na mesma ótica do que tem vindo a acontecer com os espaços Cidadão mas neste contexto em formato digital sendo possível aceder de qualquer lugar” disse o Presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva, na sessão de apresentação do Geoportal. “Vivemos na era da globalização em que se tem acesso a quase tudo de qualquer lugar do planeta, uma era exigente ao nível das tecnologias que é muito do nosso interesse no que concerne à evolução e clarificação dos processos. Por isso, apresentamos uma plataforma com múltiplas ferramentas, simples, prática e funcional que tem também por objetivo aprimorar a qualidade de quem trabalha nestas áreas” reforçou o autarca. Joaquim Mota e Silva disse ainda mostrar-se especialmente satisfeito com este projeto pelo facto de “poder receber as reclamações e sugestões no Município de forma célere para que possam, quase automaticamente, ser tratadas com a maior brevidade possível. Esta aproximação com os cidadãos é, de facto, um grande passo”.
A hiperligação de acesso ao geoportal está disponível em vários locais da página do Município de Celorico de Basto (www.mun-celoricodebasto.pt ) e divide-se em quatro módulos, o Mapa Interativo, a Consulta de Planos, a Emissão de Plantas de Localização e por fim, Sugestões e Reclamações.
“A apresentação deste Geoportal deixa-me muito orgulhoso porque é um trabalho que temos vindo a desenvolver há meses e que demonstra a efetiva aproximação aos cidadãos e a maior clarificação dos processos. Este portal irá permitir, de forma interativa, disponibilizar ferramentas muito uteis a todos os cidadão. Ainda temos algumas arestas para limar mas também, em parceria com os presidentes de junta iremos aprimorar a informação já disponível e tornar esta plataforma cada vez mais completa e uma mais-valia para todos” disse o Diretor de Departamento de Planeamento da Câmara Municipal de Celorico de Basto, José Peixoto Lima.
Efetivamente, o geoportal tem como objetivo, o acesso, através de um conjunto modular de aplicações inovadoras, que aliam as potencialidades de um Sistema de Informação Geográfica (SIG), com as potencialidades de acesso, transferência, visualização e manipulação de informação da Word Wide Web (WWW), a toda a informação geográfica existente.
Esta plataforma, interativa e de fácil utilização, vem responder a uma premente necessidade de disseminação de informação geográfica do nosso território, tendo por objetivo proporcionar a todos os técnicos, decisores, munícipes e população em geral, de uma forma totalmente livre e dinâmica, cartografia multicodificada às escalas 1:10 000 e 1:2 000, Ortofotomapas, Planos Municipais de Ordenamento do Território (Plano Diretor Municipal, Plano de Urbanização da Vila de Celorico de Basto e Planos de Pormenor), equipamentos, informação turística e informação diversificada.
As ferramentas agora disponibilizadas apostam no direito ao acesso à informação e na transparência dos processos de decisão, contribuindo para a simplificação dos procedimentos e melhoria da eficiência dos serviços prestados por esta autarquia. Com as aplicações Consulta dos Planos Municipais de Ordenamento do Território (PMOT´s) e Emissão de Plantas de Localização, pretende-se dar, não só o cumprimento da Lei n.º 56/2007 de 31 de Agosto, mas também a optimização de todo o processo de gestão e decisão.
Sessão pública, a realizar em breve, explicará todo o processo
Caminha foi um dos 10 concelhos escolhidos para a implementação de um sistema de informação cadastral simplificado. Enfrentar e resolver o problema da falta de registo das propriedades rústicas é um dos grandes objetivos da reforma da floresta, recentemente aprovada. A proliferação de incêndios devastadores surge, cada vez mais, associada à falta de limpeza dos terrenos e a aposta na prevenção passa por conhecer e responsabilizar os proprietários. Muito em breve será marcada uma sessão pública para apresentar o projeto e a sua implicação.
Com esta boa notícia, o concelho de Caminha parte assim na linha da frente, no norte litoral. Além de Caminha, os concelhos que terão um projeto piloto de implantação de um sistema de informação cadastral simplificado são, sobretudo, os mais fustigados pelas chamas, ou seja, Pedrogão, Góis, Pampilhosa, Figueiró, Castanheira de Pera, Sertã, Proença, Penela e Alfândega da Fé.
Como é público, a floresta é um recurso natural que ocupa cerca de dois terços do território. segundo as contas do Instituto Nacional de Estatística, relativas a 2014, a atual reforma incide por isso sobre cerca de 35% do território continental, sendo que os espaços florestais, para além do fator ambiental, são geradores de riqueza e sustentação de várias atividades industriais, casos da pasta e papel, cortiça e mobiliário, contribuindo para gerar 2% do PIB, 12 mil postos de trabalho diretos, 8% do PIB industrial e 5,6 % das exportações, havendo estimativas que apontam para 2,9 mil milhões de euros, como valor da floresta portuguesa.
Importa também referir que, segundo o estudo “O cadastro e a propriedade rústica”, da autoria de Rodrigo Sarmento de Beires, engenheiro e especialista em desenvolvimento florestal, publicado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos em 2013, estima-se que as terras sem dono ou sem dono conhecido em Portugal signifiquem 10% do território, ou seja, “algo entre os 500 mil e um milhão de hectares de terras”. As implicações ao nível da limpeza das propriedades e da prevenção de incêndios são por isso evidentes.
A revista “Visão” decidiu alterar o curso dos rios minhotos
Esqueça o leitor aquilo que aprendeu na velhinha escola primária e reveja os seus conhecimentos de geografia com a nova versão que a revista “Visão” acaba de proporcionar aos seus leitores… a edição do passado dia 13 de abril, em artigo dedicado à produção dos melhores vinhos verdes, aquela publicação apresenta um novo mapa geográfico do Minho.
O rio Minho desagua… em Viana do Castelo. Deixou, pois, de separar Portugal e a Galiza! Por seu turno, o rio Lima passou a ter a sua foz em Esposende e o rio Cávado tornou-se um afluente do rio Douro!
Trata-se de um trabalho jornalístico bastante instrutivo que merece ser estudado com afinco, e a revista guardada junto das melhores enciclopédias científicas e recomendada aos melhores estudiosos da geografia portuguesa.
Câmara dá a conhecer potencialidades do Portal Geográfico
A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão vai dar continuidade ao ciclo de sessões de esclarecimento junto dos eleitos e colaboradores das Juntas de Freguesia do concelho já no próximo dia 19 de maio, com uma palestra sobre o Portal Geográfico de Vila Nova de Famalicão.
A apresentação do portal tem por objetivo dar a conhecer as suas potencialidades. Nesta formação, que decorrerá na Casa do Território, pelas 18h30, serão abordados alguns dos temas disponíveis para consulta no Portal Geográfico, nomeadamente o Plano Diretor Municipal de Vila Nova de Famalicão, a Toponímia e a Recolha dos Resíduos Sólidos Urbanos.
Refira-se ainda que a iniciativa, promovida através da divisão das Freguesias no âmbito do processo da modernização administrativa, pretende apoiar as juntas locais no domínio de algumas temáticas relacionadas com a gestão da coisa pública.
Município lança Portal Geográfico para melhor servir população
Os serviços on-line já existiam no Portal Municipal de Vila Nova de Cerveira, mas a novidade agora implementada permite a sua concentraçãonuma única e moderna plataforma web.De utilização rápida e intuitiva, o Portal Geográfico permite aos cidadãos consultar, requerer e acompanhar os seus processos com o Município sem terem a necessidade de se deslocar às instalações da Câmara Municipal.
Sendo a política de proximidade uma das prioridades, a autarquia cerveirense está a introduzir um conjunto de melhorias nos seus canais de comunicação através do acesso fácil à informação e da celeridade na resposta aos pedidos, de forma a contribuir para a consolidação da relação Município/Munícipe.
Com o novo Portal Geográfico, gerir o território e colocá-lo à disposição dos cidadãos residentes e não residentes é o compromisso. Á distância de um click, os cerveirenses podem consultar e emitir plantas de localização, consultar planos e endereçar sugestões/reclamações. Não obstante, os turistas poderão também conhecer o concelho através da integração de um mapa interativo.
De acordo com o edil cerveirense, esta nova ferramenta integra um projeto mais abrangente no âmbito da modernização administrativa procurando agilizar o atendimento pelos serviços municipais, manter os munícipes informados, melhorando a sua satisfação e garantindo a transparência de todos os procedimentos. Fernando Nogueira sublinha a adoção de soluções tecnológicas que reforcem o conceito de cidadania ativa e sustentem a prestação dos serviços municipais.
No novo Portal geográfico, o Munícipe tem acesso imediato à emissão de plantas de localização e aos PMOT´s Municipais independentemente do local físico onde se encontre. Entre asprincipais funcionalidades deste interface regista-se a impressão de um conjunto de plantas dependendo do tipo de regulamento/tipo de processos,a inclusão de qualquer elemento que a Câmara considere pertinentes, a seleção e/ou desenhodo terreno e do local da intervenção, uma navegação intuitiva sobre cartografia.
Não obstante, a ferramenta disponibiliza ainda uma área para sugestões e reclamaçõessobre a disposição geográfica de mobiliário urbano ou equipamentos e sinalização, assim como à sua indicação da deterioração. Com a reformulação desta opção, que a torna mais rápida e intuitiva, o cidadão interage com o Município utilizando uma solução Web cómoda e eficaz assente na otimização de recursos.
O Portal Geográfico tem ainda uma vocação mais direcionada à promoção turística do território através do mapa interativo que, brevemente, vai disponibilizarinformação georreferenciada, a quem nos visita ou aos que cá vivem, sobre onde comer, dormir ou visitar.
De sublinhar que a Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira iniciou, há alguns uns meses, uma profunda reestruturação dos canais de comunicação interna consubstanciada na informatização de alguns serviços, na reformulação e reestruturação de toda a componente documental, e na criação de uma plataforma de comunicação interna e agregadora de informação e serviços (Intranet).Especificamente na informação/comunicação externa direta, o Município avançou com a criação do Portal do Orçamento Participativo, bem como a reformulação de toda a componente Web Municipal, apresentando um novo, dinâmico e responsivo Portal Municipal.
Projecto apresentado na Escola Sá de Miranda: ´Nós Propomos!´ permite relacionar conhecimento com participação cívica
O projecto ´Nós Propomos! Cidadania, Sustentabilidade e Inovação na Educação Geográfica ´, cuja apresentação decorreu hoje, dia 10 de Novembro, na Escola Secundária Sá de Miranda, pretende ´ligar o ensino à prática´ e colocar os alunos a participar activamente na construção de políticas para a Cidade, ´sobretudo ao nível do ordenamento do território, ambiente, mobilidade e património cultural´.
Segundo Miguel Bandeira, vereador do Município de Braga, trata-se de uma iniciativa ´exemplar´ que tem vindo a crescer e a contagiar diversas escolas do país. “A principal finalidade passa por relacionar o conhecimento com a participação cívica dos estudantes, estimulando a construção de projectos e a reunião de ideias que possam, num momento posterior, ter aplicação prática nos Municípios onde vivem”, explicou.
O vereador sublinhou que as Autarquias, enquanto representantes da comunidade, têm todo o interesse em ver os jovens contribuírem com ideias para o desenvolvimento e transformação do território. “O programa junta o útil ao agradável, porque permite reunir contributos válidos para pensar o futuro de Braga e, ao mesmo tempo, proporciona o trabalho de grupo, o convívio entre os estudantes, sempre com o estímulo de se tratar de um concurso que potencia a sã rivalidade”, afirmou.
Por fim, Miguel Bandeira garantiu que o ´ Nós Propomos!´ permitiu já ao Município recolher um ´património considerável de projectos com imenso valor, alguns deles originais, outros que ajudam a definir prioridades de intervenção e a aumentar a mobilização para a realização dos mesmos´.
Este é o terceiro ano em que a Câmara Municipal de Braga se associa à iniciativa, dirigido, prioritariamente, a alunos e professores de Geografia do Ensino Secundário, geralmente do 11º ano, mas que conta também com a participação de alunos do 12º ano e do 10 ano e, ainda, de cursos profissionais.
Os alunos identificam, em pequenos grupos, problemas que lhes são significativos, na área da escola e da sua residência. De seguida, alunos e professores têm uma reunião com técnicos da Câmara Municipal, que lhes transmitem as principais orientações e preocupações do Plano Director Municipal, também abordado no 11º ano, o que ajuda a enquadrar o problema que estão a estudar.
O projecto ´Nós Propomos!´ é promovido pelo Instituto de Geografia e Ordenamento de Território da Universidade de Lisboa/IGOT e pela ESRI Portugal, com o apoio da Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica/Ciência Viva. O Seminário Nacional do Projecto irá decorrer no dia 26 de Abril de 2016, na Universidade Nova de Lisboa.
Geoportal de Toponímia e Números de Polícia aumenta cobertura geográfica
O Geoportal de Toponímia e Números de Polícia de Ponte de Lima acaba de ser reforçado com as freguesias de Calheiros, Fontão, Ponte de lima e Refóios do Lima (designação anterior à Reorganização Administrativa Territorial Autárquica que entrou em vigor a 30 de setembro de 2013).
O Geoportal de Toponímia e Números de Polícia foi totalmente concebido pelo Município, tendo por base os processos de toponímia aprovados pela Câmara Municipal para cada uma das diferentes freguesias do concelho e os registos de números de polícia disponibilizados pelas juntas de freguesia. Esta informação foi reunida numa base de dados geográfica única para todo o concelho, e vai sendo enriquecida à medida que se vão aprovando novos processos de toponímia e atribuído/afixando novos números de polícia.
O Geoportal disponibilizado no repositório de geoportais municipais, em http://sig.cm-pontedelima.pt, desenvolvido sobre tecnologia que permite uma navegação amigável, rápida, dinâmica e intuitiva permite o acesso a informação essencial, tais como Número de Polícia, Coordenadas GPS, Tipo/Nome de Edifício, Topónimo, Código Postal, Tipo de Via, Designação e documento que em Reunião de Câmara aprovou o Topónimo.
Com a disponibilização deste serviço, passa a estar reunido num só local um conjunto de dados que estavam dispersos ou que simplesmente não existiam como informação geográfica. Trata-se de uma Base de Dados Geográfica que será o cerne do Sistema Municipal de Moradas, a implementar oportunamente e que permitirá aos mais diversos sistemas de gestão municipal utilizar uma única base de dados de moradas perfeitamente sistematizada e validada no terreno. O Município tem desenvolvido esforços no sentido de integrar a Toponímia e Números de Polícia em sistemas de navegação (GPS) em diferentes plataformas. Já é possível utilizar sistemas GPS com esta informação em smartphones e tablets acedendo às lojas online (Google play ou App Store) e instalando gratuitamente, por exemplo a aplicação MEO Drive.
Para quem possui um GPS tradicional da NDrive ou utiliza qualquer dispositivo TomTom, deverá atualizar os mapas de base ou a aplicação para a versão mais recente. Quem utiliza dispositivos alimentados pela Here (Navteq, Nokia, Microsoft) também terá acesso aos dados em breve.
De salientar que o nível de atualização de cada plataforma é variável e depende do próprio funcionamento de cada empresa. Trata-se de mais um esforço do Município de Ponte de Lima para prestar um melhor serviço aos munícipes e um importante contributo para o desenvolvimento do Turismo no concelho.
Colóquio de Geografia reúne em Guimarães 500 especialistas de três continentes
14º encontro internacional decorre de 11 a 14 de novembro, no campus de Azurém da Universidade do Minho. Evento integra ainda cerca de 90 sessões paralelas.
O Departamento de Geografia da Universidade do Minho promove, de 11 a 14 de novembro, em Guimarães, o 14º Colóquio Ibérico de Geografia, subordinado ao tema “’A jangada de pedra’. Geografias Ibero-Afro-Americanas”. Esta iniciativa conta com cerca de 500 especialistas provenientes de Portugal, Espanha, países de África e da América Latina (Angola, Cabo Verde, Marrocos, Brasil, Argentina, México).
A sessão de abertura está marcada para a próxima terça-feira, dia 11, às 18 horas, no Paço dos Duques, com o Reitor da UMinho, António M. Cunha, o Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Domingos Bragança, a Presidente do Instituto de Ciências Sociais da academia minhota, Helena Sousa, o Diretor do Departamento de Geografia, António Vieira, o coordenador do Centro de Estudos de Geografia e Ordenamento do Território, Lúcio Cunha, o Presidente da Associação Portuguesa de Geógrafos, Rui Pedro Julião, e a Presidente da Associação de Geógrafos Espanhóis, Carmen Delgado Viñas.
Nesta sessão, decorrerá também um Verde de Honra, pelas 18:30 horas, igualmente no Paço dos Duques. Do programa, destacam-se as conferências “Turismo en España: luces y sombras de un modelo de ‘éxito’” (dia 12, às 9h15) e “Cidade, centro de cidade e a nova vida dos velhos centros” (dia 14, às 9h), apresentadas no campus de Azurém da UMinho por Gemma Cànoves Valiente e José Alberto Rio Fernandes, respetivamente.
O evento integra ainda cerca de 90 sessões paralelas, que decorrem na quarta e sexta-feira, a cargo de mais de 150 investigadores. Em discussão estão temas variados como “Dinâmicas Sociodemográficas, Saúde e Qualidade de Vida”, “Planeamento e Gestão do Território”, “Turismo, Consumo e Lazer”, “Clima e Mudanças Ambientais”, “Espaços Urbanos: Políticas e Cidadania”, “Geografias de Género e Sexualidades”, “Mobilidade Populacional e Cooperação” e “Recursos Naturais e Sustentabilidade”.
O programa inclui também 11 workshops temáticos e 1 workshop doutoral, uma homenagem aos conhecidos geógrafos Fernando Rebelo e António Pedrosa, uma sessão de apresentação de livros, a tertúlia “Territórios do Futebol”, uma prova de cerveja artesanal e um jantar de encerramento. Além disso, estão previstas na quinta-feira três visitas guiadas a Guimarães, Braga, Amares e Gerês.
O Município da Póvoa de Lanhoso esteve representado no 12º Encontro de Utilizadores Esri Portugal, que se realizou nos dias 21 e 22 de maio, na Culturgest, em Lisboa, sob o lema "SIG: Factor Decisivo de Mudança”.
“O Município da Póvoa de Lanhoso definiu, há alguns anos atrás, o sistema de informação geográfica (SIG) como instrumento catalisador de todos os serviços. A transversalidade dos SIG permite-nos definir, com rigor, a implantação de uma construção, mas também nos permite identificar e gerir com rigor a rede de água e saneamento e as rotas de recolha do lixo, por exemplo”, considera o Vereador da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Armando Fernandes.
Este Encontro assumiu-se como uma importante oportunidade de partilha de informações e de experiências entre utilizadores Esri numa altura em que os Sistemas de Informação Geográfica são cada vez mais imprescindíveis.
Na mesma oportunidade, foram dadas a conhecer as experiências de outras autarquias do nosso país. A geógrafa Marta Ferreira interveio no segundo dia do evento. Numa altura em que a mudança se assume como um imperativo para o aumento da produtividade e da eficiência, o Município Povoense apresentou o trabalho desenvolvido desde a implementação do serviço de Sistema Municipal de Informação Geográfica em 2009. “O convite formulado pela Esri Portugal resulta do reconhecimento das boas práticas implementadas no nosso Município e é uma satisfação muito grande ver uma técnica nossa, no caso a Dra. Marta Ferreira, a fazer uma intervenção num encontro que reúne os maiores utilizadores deste sistema no nosso país”, salienta ainda aquele responsável.
Inserido na Gestão Urbanística e Planeamento, o Gabinete Municipal de Informação Geográfica (GMIG) trabalha com todas as áreas, desde o Ambiente, com o cadastro de água e saneamento e as rotas de recolha dos Resíduos Sólidos Urbanos, a Gestão Urbanística com a georreferenciação de processos de obras, a Cultura, com o apoio a georreferenciação do património, etc..
Inicialmente, as prioridades do GMIG focaram-se na disponibilização num curto espaço de tempo de informação aos munícipes, tentando facilitar o acesso à informação geográfica tendo tem acessível através do portal municipal, um conjunto de ferramentas/serviços que permitem ao munícipe consultar e imprimir informação cartográfica, nomeadamente a emissão de plantas de localização e consultar online as plantas do PDM em vigor.
A nível interno, o GMIG agilizou e operacionalizou um conjunto de tarefas nas diversas divisões e áreas, integrando desta forma informação geográfica com o intuito de otimizar processos de modernização administrativa apoiando as várias divisões municipais nas suas tarefas diárias como a gestão da rede de água saneamento ou a ocupação do cemitério municipal.
A Esri Portugal é uma empresa ligada à oferta de tecnologia de Sistemas de Informação Geográfica em Portugal, a qual comercializa o software SIG, utilizado pelo Município Povoense. Esta entidade promove todos os anos um encontro dos seus utilizadores no sentido de mostrarem os projetos que estão a desenvolver.
Geoportal de Toponímia e Números de Polícia já conta com as Freguesias de Labruja, Rebordões (Santa Maria) e São Pedro d’Arcos
O Geoportal de Toponímia e Números de Polícia foi totalmente concebido pelo Município de Ponte de Lima, tendo por base os processos de toponímia aprovados pela Câmara Municipal para cada uma das diferentes freguesias do concelho e os registos de números de polícia disponibilizados pelas juntas de freguesia. Esta informação foi reunida numa base de dados geográfica única para todo o concelho, e vai sendo enriquecida à medida que se vão aprovando novos processos de toponímia e atribuído/afixando novos números de polícia.
O sistema já disponibilizava dados sobre as freguesias de Anais, Arca, Bertiandos, Boalhosa, Brandara, Cabaços, Cabração, Calvelo, Cepões, Estorãos, Feitosa, Fojo Lobal, Fornelos, Freixo, Friastelas, Gaifar, Gandra, Gondufe, Mato, Moreira do Lima, Navió, Poiares, Queijada, Rebordões Souto, Sandiães, Seara, Serdedelo, Vilar das Almas, Vitorino dos Piães; sendo agora reforçado com as freguesias de Labruja, Rebordões (Santa Maria), São Pedro d’Arcos; incorporando ainda atualizações nas Freguesias de Anais, Arca, Fojo Lobal, Fornelos, Gandra e Rebordões (Santa Maria) decorrentes de Aditamentos aos processos de Toponímia destas freguesias; encontrando-se em execução as freguesias da Gemieira e Ponte de Lima. As restantes freguesias serão integradas logo que estejam reunidas as condições citas anteriormente.
Entre a grande diversidade de dados que constam da base de dados geográfica, foram criados dois tipos de acesso. O Geoportal de Toponímia e Números de Polícia para a internet (público em geral) disponibilizado no repositório de geoportais municipais, em http://sig.cm-pontedelima.pt e o Geoportal para a Intranet (para os serviços municipais).
O Primeiro desenvolvido sobre tecnologia que permite uma navegação mais amigável, mais rápida, mais dinâmica e mais intuitiva permite o acesso a informação essencial, tais como Número de Polícia, Coordenadas GPS, Tipo/Nome de Edifício, Topónimo, Código Postal, Tipo de Via, Designação e documento que em reunião de câmara aprovou o Topónimo. O segundo é um autêntico repositório, que reúne um conjunto de dados que permitirão otimizar a utilização dos recursos disponíveis nos diferentes serviços municipais, sendo acessível pelos serviços municipais após autenticação.
Com a disponibilização deste serviço, passa a estar reunido num só local um conjunto de dados que estavam dispersos ou que simplesmente não existiam como informação geográfica. Trata-se de uma Base de Dados Geográfica que será o cerne do Sistema Municipal de moradas, a implementar oportunamente e que permitirá aos mais diversos sistemas de gestão municipal utilizar uma única base de dados de moradas perfeitamente sistematizada e validada no terreno.
Geoportal de Toponímia e Números de Polícia reforçado com Freguesias de Bertiandos, Boalhosa, Brandara, Cepões e Estorãos.
O Geoportal de Toponímia e Números de Polícia foi totalmente concebido pelo Município, tendo por base os processos de toponímia aprovados pela Câmara Municipal para cada uma das diferentes freguesias do concelho e os registos de números de polícia disponibilizados pelas juntas de freguesia. Esta informação foi reunida numa base de dados geográfica única para todo o concelho, e vai sendo enriquecida à medida que se vão aprovando novos processos de toponímia e atribuído/afixando novos números de polícia.
Entre a grande diversidade de dados que constam da base de dados geográfica, foram criados dois tipos de acesso. O Geoportal de Toponímia e Números de Polícia para a internet (público em geral) disponibilizado no repositório de geoportais municipais, em http://sig.cm-pontedelima.pt e o Geoportal para a Intranet (para os serviços municipais).
O Primeiro desenvolvido sobre tecnologia que permite uma navegação mais amigável, mais rápida, mais dinâmica e mais intuitiva permite o acesso a informação essencial, tais como Número de Polícia, Coordenadas GPS, Tipo/Nome de Edifício, Topónimo, Código Postal, Tipo de Via, Designação e documento que em Reunião de Câmara aprovou o Topónimo. O segundo é um autêntico repositório, que reúne um conjunto de dados que permitirão otimizar a utilização dos recursos disponíveis nos diferentes serviços municipais, sendo acessível pelos serviços municipais após autenticação.
Com a disponibilização deste serviço, passa a estar reunido num só local um conjunto de dados que estavam dispersos ou que simplesmente não existiam como informação geográfica. Trata-se de uma Base de Dados Geográfica que será o cerne do Sistema Municipal de Moradas, a implementar oportunamente e que permitirá aos mais diversos sistemas de gestão municipal utilizar uma única base de dados de moradas perfeitamente sistematizada e validada no terreno.
Município de Ponte de Lima disponibiliza novo Geoportal de Toponímia e Números de Polícia
O Município de Ponte de Lima disponibiliza mais duas freguesias no Geoportal de Toponímia e Números de Polícia. Este serviço foi totalmente concebido pelo Município, tendo por base os processos de toponímia aprovados pela Câmara Municipal para cada uma das diferentes freguesias do concelho e os registos de números de polícia disponibilizados pelas juntas de freguesia.
Entre a grande diversidade de dados que constam da base de dados geográfica, foram criados dois tipos de acesso. O Geoportal de Toponímia e Números de Polícia para a internet (público em geral) disponibilizado no repositório de geoportais municipais, em http://sig.cm-pontedelima.pt e o Geoportal para a Intranet (para os serviços municipais).
O Primeiro desenvolvido sobre tecnologia que permite uma navegação mais amigável, mais rápida, mais dinâmica e mais intuitiva permite o acesso a informação essencial, tais como Número de Polícia, Coordenadas GPS, Tipo/Nome de Edifício, Topónimo, Código Postal, Tipo de Via, Designação e documento que em Reunião de Câmara aprovou o Topónimo. O segundo é um autêntico repositório, que reúne um conjunto de dados que permitirão otimizar a utilização dos recursos disponíveis nos diferentes serviços municipais, estando acessível pelos serviços municipais após autenticação.
Com a disponibilização deste serviço, passa a estar reunido num só local um conjunto de dados que estavam dispersos ou que simplesmente não existiam como informação geográfica. Trata-se de uma Base de Dados Geográfica que será o cerne do Sistema Municipal de Moradas, a implementar oportunamente e que permitirá aos mais diversos sistemas de gestão municipal utilizar uma única base de dados de moradas perfeitamente sistematizada e validada no terreno.
Integrado nas comemorações do Dia Internacional dos Museus, Álvaro Domingues vem ao Museu do Traje de Viana do Castelo apresentar o seu livro “Vida no Campo”, no dia 17 de Maio, 5a feira, a partir das 18.30.
Porque o Museu estuda a integração do traje no seu contexto sociocultural, na sua “paisagem", nomeadamente através da rede de núcleos museológicos, vimos convidar a partilhar este olhar inteligente e atento sobre a ruralidade portuguesa.
"Vida no Campo é uma metáfora sobre a perda do Portugal Rural e um antídoto contra o mau viver pelo despovoamento e abandono, ou, noutro registo, pela profunda metamorfose que vai lavrando pelo país dos (ex)agricultores com o desaparecimento das suas práticas ancestrais, modos de vida, territórios e paisagens. Esta não é uma questão menor. Paisagens de lamentações..., ruínas, em muitos casos. Como a língua ou a história, a paisagem é um poderoso marcador identitário, uma casa comum.” (in A Vida no Campo, pág. 15)
Álvaro Domingues (Melgaço, 1959) é geógrafo e professor na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, onde também é investigador no CEAU – Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo.
Para além das suas funções docentes na Universidade do Porto e noutras universidades, publica com regularidade sobre temáticas relacionadas com a geografia urbana, o urbanismo e a paisagem. Das suas obras mais recentes, sem falar de A Rua da Estrada, destacam-se Políticas Urbanas I e Políticas Urbanas II (com Nuno Portas e João Cabral, Fundação Calouste Gulbenkian, 2003 e 2011), Cidade e Democracia (Argumentum, 2006).
Vida no Campo integra uma trilogia de que já foi editado A Rua da Estrada e em 2013 será editado Volta a Portugal.