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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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DIAS À MESA PROPÕEM MASSAS PARA A MEIA MARATONA DE FAMALICÃO

Iguarias gastronómicas complementam e dão energia à Festa do Desporto. É já neste fim de semana

O fim de semana da Meia Maratona de Vila Nova de Famalicão traz “Dias à Mesa”, com uma ementa saudável e tradicional, reinventada num estilo bem contemporâneo. As massas são a proposta gastronómica para acompanhar a festa do desporto, entre 21 e 24 de novembro.

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A pensar nos desportistas e nos enormes benefícios que a prática do desporto proporciona, e celebrando a notoriedade que Famalicão tem conquistado no panorama da organização de eventos desportivos, também a oferta gastronómica se reuniu sob a mesma temática. Procurando proporcionar uma boa experiência gastronómica a atletas, profissionais do desporto, familiares, amigos e meros apreciadores de massa, esta é a proposta que acompanha a Meia Maratona em Famalicão.

A boa cozinha regional associa às massas uma enorme variedade de outros produtos, conferindo-lhe um intenso colorido e um sabor irresistível.

Os restaurantes aderentes às massas são o Bubbles, Fusilli, Massa & Café, Moutados de Baixo, Refresco e Torres.

Quanto ao alojamento aderiram ao evento a Casa Ana Monteiro, Casa das Cortinhas, Casa de São Brás, Casa do Laranjal, Country House, Hotel Moutados, Saladestar, Villa Prime Hotel, Vitória’s House, Vivenda Mendes, Vivenda Mendes 2 e Wake Up Famalicão, com a oferta de 10% de desconto durante a realização da iniciativa.

Refira-se que os Dias à Mesa tiveram inicio no Carnaval, sendo acompanhados do Cozido à Portuguesa e terminam em novembro com as massas. Foram oito fins-de-semana gastronómicos que conjugaram os melhores paladares com uma agenda cultural e desportiva animada, proporcionando aos visitantes uma experiência completa dos sentidos, com sabores únicos e muitos divertimentos.

VILAVERDENSES MATAM A SEBA

Lage revive a tradição com 'Matança da Ceba e Rejoada'

A Lage vai reviver a tradição através da recriação de uma prática típica do Minho rural. No próximo fim de semana, 23 e 24 de novembro, a freguesia regressa ao tempo em que a família e a vizinhança se juntavam em torno da matança da ceba (porco), uma atividade fundamental para garantir mantimentos para a estação fria. As sopas de cavalo cansado e a música popular vão reforçar o cariz tradicional da iniciativa e ajudar a animar a festa. No dia seguinte, a comunidade junta-se em ambiente de convívio e amizade na rejoada com papas de sarrabulho. Preservar e divulgar a tradição são os grandes objetivos do evento organizado pela Junta de Freguesia da Lage, inserido na programação Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

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 “Com a chegada do tempo frio, começava a haver menos galinhas e ovos. A matança do porco garantia carne para o resto do inverno, que era preservada na salgadeira”, afirma o presidente da Junta, Carlos Pedro Castro, recordando o forte espírito de comunidade em torno desta prática tradicional. “Também era uma atividade social. Os vizinhos combinavam para fazerem sempre à vez. Este fim de semana na casa de um, no seguinte na casa do outro… Todos ajudavam e todos recebiam uma parte do sarrabulho. Assim, todos os fins de semana havia sarrabulho”, refere Carlos Pedro Castro.

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O evento arranca na tarde de sábado, 23 de novembro, pelas 16h00. O Monte de Santa Cruz - Santa Helena recebe a recriação da ‘Matança da Ceba’, uma iniciativa que alia tradição e modernidade, já que o processo é acompanhado pela veterinária municipal, assegurando o cumprimento escrupuloso da legislação em vigor. O resto é tudo à moda antiga. A palha a arder é utilizada para a queima do pelo e a cora da pele. Depois, é altura do desmanche do animal que outrora ajudava a alimentar uma família inteira durante boa parte do inverno. As concertinas e outros instrumentos da música popular garantem a animação e, no final, haverá uma merenda com vários petiscos tradicionais, entre os quais as famosas sopas de cavalo cansado.

O final da manhã de domingo, 24 de novembro, traz consigo a rejoada com papas de sarrabulho, um banquete que todos os anos junta largas dezenas de pessoas num almoço convívio muito alegre e animado. Família e amigos sentados em torno de uma mesa vasta a partilhar histórias enquanto degustam uma das mais apreciadas iguarias da gastronomia minhota. Como já é habitual e a época do ano convida, haverá castanhas assadas e um magusto típico para manter viva a chama da tradição. As inscrições para o almoço podem ser efetuadas na sede da Junta de Freguesia da Lage (horário de atendimento), no sábado na ‘Matança da Ceba’ ou através dos seguintes contactos: 938 308 882; 962 023 678; 961 243 296.

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MERCADO DA CASTANHA ANIMOU VIEIRA DO MINHO

Mercado da Castanha e dos Produtos Locais  animou Vieira durante três dias

De 15 a 17 de novembro, a vila de Vieira do Minho recebeu, na Praça Dr. Guilherme de Abreu, mais uma edição do Mercado da Castanha e dos Produtos Locais.

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Tratou-se de uma iniciativa promovida pela Câmara Municipal que animou a sede do concelho durante três dias, valorizou os produtos locais, potenciou os negócios e aproximou o produtor do consumidor.

As castanhas assadas, quentinhas a estalar, foram um verdadeiro regalo para a vista e um ótimo aconchego para o estômago dos visitantes que não hesitaram em participar nos tradicionais magustos.

Para além da comercialização de castanha e dos produtos locais, os visitantes também tiveram a oportunidade de assistir às inúmeras atividades lúdicas e recreativas organizadas durante os dias de certame.

Para além dos magustos tradicionais, as Jornadas Micológicas, as chegas de bois e os grupos musicais  animaram a população que nos visitou nestes dias.

No final do certame, o presidente da Câmara Municipal, António Cardoso, agradeceu aos mais de 30 produtores presentes, bem como a todos aqueles que participaram ativamente em mais uma atividade promovida pelo  município

VILAVERDENSES VÃO AOS FADOS AO SABOR DA NOSSA GASTRONOMIA

Restaurante Luena homenageia a ‘alma lusitana’ no Jantar com Fado e Ementa Tradicional Portuguesa

O Restaurante Vila Luena, em Vila Verde, prepara-se para orquestrar um evento que junta dois símbolos da ‘alma lusitana’, o fado e a gastronomia. O Jantar com Fado e Ementa Tradicional Portuguesa vai decorrer amanhã, 16 de novembro, inserido na programação Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde. A iniciativa tem sido um sucesso e, este ano, conta uma vez mais com a presença de um grupo de visitantes que chegam de Espanha, da Galiza.

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Os convivas serão recebidos com uma ginjinha, a que se seguem entradas diversificadas e, depois, uma das grandes novidades da ementa: a Sopa de Perdiz à Pimenta. Para o prato principal, as opções são o Bacalhau com Broa ou a Posta Barrosã. Na mesa das sobremesas a oferta é muito variada com Pudim Abade de Priscos, doces típicos, fruta…

Depois, silêncio que se vai cantar o fado! Teresa Baixo e Isa de Castro, mãe e filha, são duas fadistas locais com vários espetáculos em Portugal e no estrangeiro. Preparam-se para ocupar o palco com uma cumplicidade ímpar aliada a um talento imenso para cativar a plateia do primeiro ao último tema.

Homenagear o Fado, Património Imaterial da Humanidade, e promover a gastronomia portuguesa e local são dois dos objetivos do evento, avança Deolinda Pimenta, do Restaurante Vila Luena. A iniciativa pretende também divulgar o concelho de Vila Verde e fomentar este intercâmbio com ‘nuestros hermanos’. “Eles vêm cá, nós também vamos lá [Galiza] a eventos culturais”, afirmou Deolinda Pimenta.

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SARDINHA PINGA NO PÃO NA ROTA DAS COLHEITAS EM VALBOM

Valbom festejou o São Martinho com magusto e Festival da Sardinha na Broa

Após vários dias de muita chuva, as nuvens deram tréguas para cumprir o ‘Verão de São Martinho’, no passado dia 11 de novembro. Foram muitos os que aproveitaram esta aberta nas condições meteorológicas para participar no Festival da Sardinha na Broa, com direito a magusto, em Valbom São Martinho.

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Entre umas castanhas assadas para cumprir a tradição e aconchegar o estômago, e um copo de vinho verde regional para ‘empurrar’, as conversas decorriam em ambiente de boa-disposição e alegria. A meio tarde, alto e começa o baile! O grupo do Borguinha de Braga entrou em cena, os sons alegres da música popular tomaram conta do espaço e a plateia não resistiu a um pezinho de dança.

Pouco depois, as sardinhas começavam a sair da brasa, quentes e suculentas, a pingar na broa caseira cozida em forno de lenha. O público provou, aprovou e repetiu, numa prova viva de que os sabores tradicionais continuam a ser muito apreciados. Tudo gratuito, generosamente oferecido pela organização, a cargo da União de Freguesias de Valbom São Pedro, Paçô e Valbom São Martinho. A iniciativa integrou a programação Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

O público compareceu em grande número e gostou do que viu, ouviu e saboreou. José António Silva não falha um Festival da Sardinha na Broa e tenciona manter a assiduidade. “Venho cá todos os anos, é uma tradição vir cá no São Martinho. Comi castanhas e sardinhas, provei o vinho… estava tudo ótimo. Aconselho todos a virem, é uma maravilha!”, afirmou.

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“Balanço muito positivo”

Para a organização, o balanço foi “muito positivo”. “Superou as nossas expectativas. Num dia de trabalho, foi bastante bom termos cá tantas pessoas, muitas das quais de fora da freguesia”, afirmou o presidente da União de Freguesias de Valbom São Pedro, Paçô e Valbom São Martinho, Joaquim Martins.

O autarca assegurou que transmitir a tradição local aos mais novos é um dos grandes objetivos de um evento que pretende também proporcionar à população local momentos de encontro, partilha e convívio, bem como atrair visitantes à freguesia. Joaquim Martins sublinhou ainda a importância da programação Na Rota das Colheitas na divulgação e promoção do evento.

Presente no local, o presidente do Município de Vila Verde, António Vilela, recordou a tradição popular de comer castanhas assadas e provar o vinho em Dia de São Martinho. A sardinhada e a música popular ajudaram a enriquecer o evento. “As tradições estão bem preservadas no nosso território e a cultura popular continua a ser uma âncora de desenvolvimento e crescimento. As nossas freguesias, juntas, instituições… sabem valorizar a cultura como forma de promoverem as suas terras, de agregarem as pessoas e atraírem visitantes”, referiu António Vilela.

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ESPOSENDE: FREGUESIA DE ANTAS REALIZOU FEIRA GASTRONÓMICA

1.ª Feira gastronómica de Antas traduziu-se num sucesso

Superou as expetativas, traduzindo-se num sucesso, a primeira edição da Feira Gastronómica/Matança de porco, que a Junta de Freguesia de Antas, em parceria com as associações locais e o apoio da Fábrica da Igreja Paroquial de S. Paio de Antas e da Esposende TV, levou a efeito no passado fim-de-semana, dias 9 e 10 de novembro, no Recinto Paroquial de S. Paio de Antas.

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Não obstante as condições climatéricas adversas, o certame registou elevada participação ao longo dos dois dias. Com efeito, foram muitos os que aproveitaram a oportunidade para degustar as sugestões gastronómicas confecionadas com carne de porco e onde não faltou também a tradicional doçaria. O ambiente foi de convívio e confraternização e a animação foi uma constante, com a animação musical a cargo do Grupo de Zés P’reiras de Antas, Grupo de Cantares e Dançares de S. Paio de Antas, Coral Polifónico de Antas e grupo Terr’Alegre.

O evento pretendeu reavivar a tradição popular da matança de porco, promover a gastronomia e fomentar o convívio entre os participantes, tendo subjacente também a angariação de fundos para as coletividades da freguesia, que, desde a primeira hora, aderiram à iniciativa, designadamente o Antas Futebol Clube, a Associação Rio Neiva, Banda de Música de Antas, o Clube de Caça e Pesca, o Coral Polifónico de Antas, o Grassa – Grupo de Ação de Solidariedade Social de Antas, o Grupo de Cantares e Dançares de S. Paio de Antas, o Grupo de Zés P’reiras de Antas e o Grupo de Jovens Esperança.

Em jeito de balanço, o Presidente da Junta de Freguesia de Antas, José Viana, traça um balanço “francamente positivo” desta primeira edição, garantindo que “correu bastante bem e foi vantajoso para as associações que, através desta iniciativa, conseguiram angariar receitas para apoiar as atividades que desenvolvem”.

O autarca garante que “este evento é, sem dúvida, para continuar, embora haja arestas a limar e aspetos a melhorar, mas a semente está lançada e agora resta-nos trabalhar para que no próximo ano corra ainda melhor”.

José Viana expressa agradecimentos a todos quantos contribuíram para a concretização desta primeira edição da Feira Gastronómica de Antas, bem como àqueles que, através do seu apoio e divulgação, contribuíram para o êxito da mesma.

SARRABULHO EM VILA VERDE FOI DE COMER E CHORAR POR MAIS!

Coucieiro. Comensais vieram de todo o país e consumiram mil litros de sarrabulho caseiro!

Chegaram a Coucieiro vindos de diferentes pontos do país (Lisboa, Ovar, Porto, Braga, Guimarães…) para saborear um dos mais apreciados pratos da gastronomia regional do Minho. Durante dois dias, 9 e 10 de novembro, passaram pelo salão paroquial da freguesia mais de 1200 pessoas para a Festa do Sarrabulho de Porco Caseiro. No total, foram consumidos cerca de mil litros de papas de sarrabulho, servidas com os acompanhamentos típicos, como rojões, farinhote e tripa, entre outros.

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O Sarrabulho de Coucieiro é confecionado de forma tradicional, com carne de porcos caseiros criados na freguesia, garantindo um sabor único e inconfundível. Que o digam os comensais, que provaram e aprovaram os pitéus. David Pimenta já tinha planos para a noite de sábado, mas acabou por adiá-los para jantar em Coucieiro e não se arrependeu. “Eu ia comer fora com os meus amigos, mas pensei: vou antes à terra dos meus avós e dos meus pais comer as papas. Já comi, as papas estavam muito boas e gosto muito deste convívio”, referiu.

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“É uma maravilha”

Não faltou também o vinho verde regional e a doçaria num evento que pretende reavivar a tradição local, juntando a família e os amigos à volta de uma mesa recheada, em ambiente de convívio e alegria, à boa moda minhota. Luís Silva é cliente habitual, “venho todos os anos”, e não poupou elogios à organização. “É o ambiente, este vinho verde é do melhor que há, a comida é espetacular… Não há melhor que isto, é uma maravilha e todos os anos melhora”, afirmou.

No entanto, há muito trabalho a fazer antes das iguarias chegarem à mesa. E se já em pequenas quantidades é um prato trabalhoso, para preparar mil litros de papas de sarrabulho são precisos muitos braços para ajudar. E assim foi. Mais de 60 voluntários trabalharam de forma abnegada em prol da freguesia, já que, anualmente, a receita reverte a favor de obras, eventos ou outras necessidades locais. A iniciativa resultou de uma organização conjunta entre a Junta de Freguesia de Coucieiro, a Comissão de Festas e a Associação dos Amigos de S. João Baptista. Integrou a programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

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Evento “leva o nome de Coucieiro a todo o país”

Contas feitas, o presidente da Junta de Freguesia fez um balanço “muito positivo”. Luís Ferreira não escondeu a satisfação pelo crescimento de um evento que começou (em 2013) por confecionar 80 litros de papas e que este ano já ultrapassou a barreira dos quatro algarismos. A qualidade dos ingredientes é um dos segredos do sucesso. “Entre papas e rojões, são perto de 600 Kg de carne de porco caseiro”, afirmou, acrescentando que a mestria dos responsáveis pela cozinha e a dedicação de todos os voluntários são fundamentais para o êxito alcançado.

A presença Na Rota das Colheitas e a forte divulgação também são elementos-chave para o crescimento de uma iniciativa que, segundo o autarca local, “leva o nome de Coucieiro a todo o país”. De futuro, as perspetivas são de estabilizar nos mil litros de papas de sarrabulho, com o objetivo de manter a elevada qualidade a que a organização habituou a população local e visitantes, avançou Luís Ferreira.

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CASA DO MINHO REABRE INSTALAÇÕES E SERVE COUVADA À MINHOTA

A Casa do Minho em Lisboa reabriu ontem aos seus associados e amigos para a realização de mais um tradicional almoço da couvada minhota. Recorde-se que as suas instalações foram submetidas a obras de requalificação, o que obrigou ao seu encerramento temporário.

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Foram mais de duas centenas de convivas que esgotaram o espaço agora mais agradável e acolhedor, para degustar um dos pratos mais apreciados da nossa cozinha tradicional.

A gastronomia minhota não é apenas constituída pelos mais elaborados e requintados pratos produzidos na nossa região mas também pelos mais simples manjares das gentes humildes das nossas aldeias.

Para além da actuação da tocata do Rancho Folclórico da Casa do Minho, a iniciativa contou ainda com a participação do fadista Rui Vaz que presenteou os presentes com a inte4rpretação de 6 fados do seu último disco, em grande parte dedicada ao cancioneiro Minhoto.

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PAULO PARRA INAUGURA EXPOSIÇÃO EM BARCELOS

Obras da coleção Paulo Parra em exposição nos Paços do Concelho de Barcelos, com inauguração amanhã, 9 de novembro, às 17 horas

As exposições “Boa Mesa Portuguesa, Com Certeza!” e “Sentar Portugal”, com obras da coleção Paulo Parra, são inauguradas amanhã, dia 9 de novembro, às 17h00, no Salão Nobre e na Sala Gótica dos Paços do Concelho.

A coleção abrange um universo muito variado de peças do design português, pelo que estas exposições constituem um momento ímpar para apreciar um património importante da história do design, inovação e tecnologia portuguesas, e inserem-se na política cultural do Município de Barcelos de acesso da população aos bens culturais de qualidade, numa mostra única enquadrada no conceito de Barcelos Cidade Criativa da UNESCO.