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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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ARROZ PICA NO CHÃO: EM VILA VERDE É QUE SE COME BEM!

Fim de semana Gastronómico: “Programa completo com boa mesa, boa cama, bons doces e ótimas caminhadas!”

Está a chegar o momento da despedida de mais uma edição de sucesso da Rota das Colheitas, promovida pelo Município de Vila Verde.

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O Fim de Semana Gastronómico ‘Verde Verde, Capital no Pica no Chão’ regressa entre os dias 23 e 25 de novembro, sexta a domingo, com uma vasta e diversificada programação turístico-cultural que envolve a excelência da gastronomia minhota, a beleza do património natural do concelho e, ainda, o conforto do alojamento local. Pica no Chão e Pudim Abade de Priscos são os maiores destaques de um vasto leque de iguarias tradicionais que vilaverdenses e visitantes têm a oportunidade de apreciar nos restaurantes aderentes, acompanhadas pelo bom vinho da região. Durante o fim de semana, decorre também a 8ª ‘Mostra Doces e Sabores da Nossa Terra’, uma iniciativa que reúne diversas pastelarias do concelho, onde a qualidade da doçaria está em cima da mesa para deliciar os paladares.

Para quem for amante da natureza e, em simultâneo, pretender queimar as calorias extra do Fim de Semana Gastronómico, há momentos de desporto por entre a beleza das paisagens verdejantes do concelho. A Semana Autóctone, de 19 a 25 de novembro, a Caminhada Ambiental ‘Zona Ribeirinha Entre o Homem e o Cávado’, no dia 24 de novembro, e o Trilho ‘Aboim da Nóbrega a Vade’, no dia 25. A Feira de Produtos em 2ª mão é outra iniciativa que faz parte do roteiro turístico do fim de semana, no dia 15, das 09h00 às 18h00, na praça da república em Vila Verde. Hoje, durante a conferência de imprensa de apresentação da iniciativa, António Vilela, Presidente do Município de Vila Verde, mostrou-se satisfeito com a edição deste ano: “Um programa completo com boa mesa, boa cama, bons doces e ótimas caminhadas, onde possam desfrutar do património natural e construído!”.

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Um fim de semana repleto de dinâmica a fechar a Rota das Colheitas!

Aproximam-se três dias consecutivos de atividades culturais e recreativas que apostam na promoção e divulgação dos saberes e sabores tradicionais da região. A apresentação do programa ficou a cargo da Vereadora da Cultura, Júlia Fernandes. Por estes dias Vila Verde é a ‘Capital do Pica na Chão’, uma iniciativa gastronómica que arrasta anualmente diversos participantes que se deliciam com os pratos mais típicos do Minho. No menu principal, o Pica no Chão, também conhecido como arroz de cabidela, é o pitéu da festa, confecionado pelas mãos experientes das cozinheiras dos restaurantes aderentes e apresentado de diferentes formas. Para sobremesa, as sugestões são o famoso pudim abade de priscos e o doce de regalados, ambos com uma receita verdadeiramente única. Estas e muitas outras iguarias preparadas pelos nove restaurantes aderentes para demonstrar a riqueza e a qualidade da cozinha minhota. No entanto, as propostas para saborear a qualidade gastronómica não ficam por aqui. A VIII Mostra Doces e Sabores da Nossa Terra chega com a participação de sete pastelarias e o melhor da doçaria vilaverdense. No dia 25 de novembro, domingo, há 15% de desconto nas especialidades.

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...mas há muito mais para apreciar e conhecer!

Com o objetivo de tornar o fim de semana ainda mais convidativo, a visita a Vila Verde pode estender-se com as excelentes condições proporcionadas por diferentes empreendimentos turísticos. Em cima da mesa há sete opções de estadia que, entre sexta e sábado, oferecem descontos entre os 15% e os 20%. Além da gastronomia e alojamento, o evento inclui também momentos para desfrutar e, em simultâneo, valorizar a beleza das paisagens naturais do concelho. A começar mais cedo, de 19 a 25 de novembro, a Semana da Floresta Autóctone está mais direcionada para as escolas como forma de ensinar os mais novos a preservar e proteger a natureza. Durante esses dias, é lançado um concurso lúdico que consiste na apanha da maior castanha e a maior folha de castanheiro, sendo que o vencedor recebe um prémio simbólico. A Caminhada de Ambiental ‘Zona Ribeirinha Entre o Homem e o Cávado’ e o Trilho ‘Aboim da Nóbrega a Vade’ são as duas iniciativas desportivas que acontecem no sábado e domingo, respetivamente, como forma de promover e dar a conhecer a riqueza da fauna e flora dos diferentes lugares do concelho.

“Fechamos a Rota das Colheitas com chave de ouro!”

Na conferência de imprensa de hoje de manhã, o Presidente do Município de Vila Verde expressou o entusiasmo e orgulho com mais uma edição do Fim de Semana Gastronómico ‘Vila Verde, Capital do Pica no Chão’. “Depois de termos vivido momentos únicos no verão com a Rota das Colheitas chegou agora o momento de encerramos com chave de ouro toda esta programação”, afirma António Vilela, justificando de seguida a afirmação. “Depois das colheitas e de já se ter demonstrado a tradição e o potencial dos nossos produtos locais, chegou agora o momento de os colocar na mesa, apesar de isso já acontecer ao longo das iniciativas. No entanto, este é aquele momento em que por excelência estarão na mesa os produtos que melhor representam o nosso concelho”, refere o edil. Acrescenta também a importância da participação de restaurantes, pastelarias e alojamentos turísticos, afirmando que é dessa forma que se chega a um “programa muito completo com boa mesa, boa cama, bons doces e ótimas caminhadas!”.

António Vilela lembra ainda a relevância das atividades desportivas. “São elementos de forte atração para o nosso território. Uma excelente forma de valorizar e divulgar as nossas paisagens”, sublinha. Em jeito de conclusão, o autarca considera fundamental trabalhar no sentido de cativar visitantes ao concelho mesmo nas alturas mais baixas. “Este é um desafio que fazemos permanentemente no concelho Vila Verde que não fica à margem do crescimento turístico do país. Procuramos uma estratégia em que o concelho se afirme pela qualidade da sua gastronomia, das suas paisagens, do seu património, mas também e, sobretudo, pelo acolhimento dos vilaverdenses, que gostam de receber bem”, frisa.

“Um fim de semana extremamente agradável!”

Após uma breve explicação do programa, a Vereadora da Cultura refere que se avizinha “um fim de semana extremamente agradável” por diversas razões. “Depois de comer um delicioso Pica no Chão, um Pudim Abade de Priscos, entre outras iguarias tradicionais, quem vem pode fazer umas belíssimas caminhadas. É também um bom momento para celebrar a Semana Autóctone com várias iniciativas numa perspetiva de promoção da nossa floresta e do nosso território”, conta Júlia Fernandes. À semelhança de António Vilela, a autarca está confiante numa edição com um balanço bastante positivo. “Estão reunidas as condições para mais um fim de semana de sucesso. Como disse o Presidente e bem, terminamos com chave de ouro a Rota das Colheitas, um programa com mais de trinta iniciativas ao longo de quatro meses”, concluiu.

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CONFRARIA DA VITELA ASSADA À MODA DE FAFE FESTEJA ESTE SÁBADO O SEU V CAPÍTULO

A Confraria da Vitela Assada à Moda de Fafe vai estar em festa este sábado, dia 17 de Novembro, com a realização do seu V Capítulo, que movimentará largas dezenas de pessoas e trará a Fafe diversos convidados de outras confrarias.

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O Capítulo é a festa anual de confraternização dos membros de uma confraria, momento aproveitado para a entronização de novos confrades, como vai suceder este ano.

O programa do evento é o seguinte:

10h30 – Concentração dos confrades no largo da Igreja Matriz

11h00 – Missa por alma dos confrades já falecidos

12h00 – Sessão solene no Salão Nobre dos Paços do Concelho, que inclui:

- Tomada de posse dos corpos sociais para o triénio 2018/2021

- Entronização de 18 novos confrades

- Apresentação do livro “Vitela Assada à Moda de Fafe - do pasto ao prato”, dos investigadores Artur Coimbra (vice-presidente da Confraria) e Paulo Moreira (tesoureiro da Confraria)

13h30 – Almoço no restaurante “Dom Egas”, com animação musical a cargo do duo Água Viva.

A Confraria da Vitela Assada à Moda de Fafe foi fundada oficialmente em 2013. No dia 6 de Julho desse ano corporizava-se um projecto que vinha de há mais de uma década, com a tomada de posse de duas dezenas de confrades, que se comprometeram a defender, valorizar e divulgar, na sua autenticidade, o prato mais típico de Fafe.

Dois anos depois, no dia 27 de Janeiro de 2015, foi constituída notarialmente num cartório da cidade.

A Confraria tem como objectivos gerais a promoção, a defesa e divulgação dos valores e tradições culturais da gastronomia nacional, com especial incidência para a Gastronomia de Fafe, do Minho, da Região Norte e de Portugal.

A obra “Vitela Assada à Moda de Fafe - do pasto ao pratocomeça com a produção da vitela, das raças barrosã, minhota ou cruzada, oriunda de animais na sua maioria criados em sistema extensivo, nos pastos verdes. A obra inclui ainda, obviamente, a própria receita da vitela assada em forno de lenha, em assadeira ou pingadeira de barro, com a necessária gestão de um tempo lento, para um aspecto tostado, de fazer crescer água na boca.

Inclui ainda um capítulo sobre a vitela na tradição literária fafense, dado que foi objecto de alusões de homens das letras locais, sobretudo poetas, em diferentes momentos do século XX. E a enumeração dos confrades que fundaram a Confraria e os que foram entrando ao longo dos anos, bem como dos corpos gerentes, e os estatutos da agremiação

A obra relata ainda as linhas gerais dos diversos capítulos, bem como dos festivais da vitela assada, realizados até ao ano em curso.

E, como nem só de carne vive o simbólico prato, há também lugar para a referência ao saboroso pão de ló e aos doces de gema, bem como ao vinho verde que acompanha na perfeição a degustação do suculento prato, irmanando-se para tornar a refeição num momento de prazer.

CAPA LIVRO VITELA

MINHOTOS REGRESSAM ÀS "SOPAS DE CAVALO CANSADO"

Matança da Seba, Rejoada, Sopa de Cavalo Cansado e Magusto regressam à Lage

A Lage prepara-se para receber mais uma edição da ‘Matança da Seba; Rejoada, Sopa de Cavalo Cansado e Magusto’ durante o próximo fim de semana, 17 e 18 de novembro.

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Uma tradição que atrai anualmente largas dezenas de pessoas para viver momentos de grande entusiasmo e convívio.

No primeiro dia, sábado, as atenções estão viradas para a famosa recriação agrícola, a matança da seba, que acontece no lugar da Goja, a partir das 17h. Já no domingo, como habitualmente, há rejoada para o almoço com mesa farta nas instalações da sede da Junta de Freguesia, às 13h.

Durante a tarde, decorre o magusto típico. As famosas sopas de cavalo cansado também prometem fazer as delícias de lagenses e visitantes. A par do ano passado, as receitas da iniciativa revertem para uma causa social e, desta feita, o objetivo é a aquisição de um órgão para igreja paroquial.

O evento é aberto a toda a população e a organização fica a cargo da Junta de Freguesia da Lage, com o apoio das organizações e associações locais.

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Dois dias de muita tradição!

Inserida na programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, a iniciativa pretende proporcionar dois dias de comunhão com o mundo rural, reforçando laços de amizade e dinamizando a freguesia. A matança da seba vai ter lugar no lugar da Goja, onde várias pessoas se juntam para levar a cabo uma atividade ancestral que cumpre todas as regras em vigor. O animal morre sem sofrimento, através de uma descarga elétrica, e a veterinária municipal está presente para garantir que se cumprem as condições higieno-sanitárias impostas por lei.  Tudo o resto será realizado como manda a boa tradição do Minho. A palha a arder é utilizada para queimar o pelo e fazer a cora da pele. Posteriormente, é feito o desmanche do animal. Durante todo o evento, os participantes e espectadores presentes têm à disposição petiscos para confortar o estômago.

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Um domingo em cheio!

No dia seguinte, 18 de novembro, a festa continua a bom ritmo. O espaço da sede da Junta de Freguesia está reservado para tempos de diversão com uma mesa repleta de sabores tradicionais, com uma saborosa rejoada preparada pelos voluntários locais. No decorrer da tarde, há também um magusto tradicional de forma animar o pessoal. A organização convida famílias, amigos e pessoas individuais a participar e a juntar-se à festa.

“Vive-se um autêntico ato de tradição”

Para o Presidente da Junta de Freguesia da Lage, o evento acontece essencialmente com o objetivo de valorizar a cultura tradicional, embora a recriação ancestral tenha sofrido alterações em função da evolução das normas legais. “Vive-se um autêntico ato de tradição. Com a colaboração de uma pessoa especializada na medicina veterinária, a matança da seba é feita com animal sem dor, tudo conforme as regras estipuladas”, afirma Carlos Pedro Castro. O autarca sublinha que a iniciativa gastronómica tem revelado um crescimento bastante positivo e que é fundamental fazer parte da Rota das Colheitas. “Tem corrido bem. De ano para ano, há um aumento gradual de participantes. Estar na Rota, aquela que é a maior festa de Vila Verde, possibilita sempre um maior impacto para o exterior”, refere o presidente da Junta de Freguesia da Lage.

A ‘Matança da Seba, Rejoada, Sopa de Cavalo Cansado e Magusto’ é mais uma iniciativa que pretende preservar e valorizar a genuína tradição minhota e que procura dinamizar e promover o território local e concelhio.

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PONTE DE LIMA LEVA A LOURES ALHEIRA DE GALO E ARROZ DE SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA E O GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO ANIMA A FESTA

Estão quase esgotadas as inscrições para o almoço de arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo, numa iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os restaurantes de Ponte de Lima. Mas, praticamente metade das inscrições já estão asseguradas, devendo as mesmas ficarem esgotadas dentro de pouco tempo!

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A iniciativa vai ter lugar no próximo dia 3 de Fevereiro em Loures, a ter lugar na cantina da Câmara Municipal de Loures.

Sob a experiente batuta do Chefe Paulo Santos, da Casa de S. Sebastião, na freguesia limiana de S. Pedro de Arcos, espera-se uma adesão bem mais superior à verificada no ano passado. Os comensais vão ter a oportunidade de saborear uma das requintadas obras do paladar da gastronomia minhota e portuguesa em geral – o arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima!

Trata-se, realmente, de uma iniciativa a não perder e cuja inscrição não deve ser relegada para mais tarde… os contactos são os seguintes:

- Teotónio Gonçalves – 964 006 657

- Mário Oliveira – 914 080 246

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CONFRARIA DA VITELA À MODA DE FAFE FESTEJA ESTE SÁBADO O SEU V CAPÍTULO

A Confraria da Vitela Assada à Moda de Fafe vai estar em festa este sábado, dia 17 de Novembro, com a realização do seu V Capítulo, que movimentará largas dezenas de pessoas e trará a Fafe diversos convidados de outras confrarias.

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O Capítulo é a festa anual de confraternização dos membros de uma confraria, momento aproveitado para a entronização de novos confrades, como vai suceder este ano.

O programa do evento é o seguinte:

10h30 – Concentração dos confrades no largo da Igreja Matriz

11h00 – Missa por alma dos confrades já falecidos

12h00 – Sessão solene no Salão Nobre dos Paços do Concelho, que inclui:

- Tomada de posse dos corpos sociais para o triénio 2018/2021

- Entronização de 18 novos confrades

- Apresentação do livro “Vitela Assada à Moda de Fafe - do pasto ao prato”, dos confrades e investigadores Artur Coimbra e Paulo Moreira

13h30 – Almoço no restaurante “Dom Egas”, com animação musical a cargo do duo Água Viva.

A Confraria da Vitela Assada à Moda de Fafe foi fundada oficialmente em 2013. No dia 6 de Julho desse ano corporizava-se um projecto que vinha de há mais de uma década, com a tomada de posse de duas dezenas de confrades, que se comprometeram a defender, valorizar e divulgar, na sua autenticidade, o prato mais típico de Fafe.

Dois anos depois, no dia 27 de Janeiro de 2015, foi constituída notarialmente num cartório da cidade.

A Confraria tem como objectivos gerais a promoção, a defesa e divulgação dos valores e tradições culturais da gastronomia nacional, com especial incidência para a Gastronomia de Fafe, do Minho, da Região Norte e de Portugal.

A obra “Vitela Assada à Moda de Fafe - do pasto ao pratocomeça com a produção da vitela, das raças barrosã, minhota ou cruzada,oriunda de animais na sua maioria criados em sistema extensivo, nos pastos verdes. A obra inclui ainda, obviamente, a própria receita da vitela assada em forno de lenha, em assadeira ou pingadeira de barro, com a necessária gestão de um tempo lento, para um aspecto tostado, de fazer crescer água na boca.

Inclui ainda um capítulo sobre a vitela na tradição literária fafense, dado que foi objecto de alusões de homens das letras locais, sobretudo poetas, em diferentes momentos do século XX. E a enumeração dos confrades que fundaram a Confraria e os que foram entrando ao longo dos anos, bem como dos corpos gerentes, e os estatutos da agremiação

A obra relata ainda as linhas gerais dos diversos capítulos, bem como dos festivais da vitela assada, realizados até ao ano em curso.

E, como nem só de carne vive o simbólico prato, há também lugar para a referência ao saboroso pão de ló e aos doces de gema, bem como ao vinho verde que acompanha na perfeição a degustação do suculento prato, irmanando-se para tornar a refeição num momento de prazer.

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CASA DO MINHO EM LISBOA: COUVADA À MINHOTA É UMA ESPECIALIDADE QUE NOS DESPERTA A NOSTALGIA DA VIDA DE ANTIGAMENTE NAS NOSSAS ALDEIAS

Os minhotos que vivem na região de Lisboa encontram-se neste instante reunido à volta da mesa, na Casa do Minho, a degustar um dos mais apreciados pratos que outrora faziam parte da ementa habitual dos nossos lavradores – a couvada à minhota!

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A seguir, a festa é animada pelo rancho folclórico, ao toque da concertina e com a exuberante alegria que caracteriza as gentes do Minho.

A couvada constitui desde sempre um dos pratos mais apreciados do lavrador minhoto. Mal começava o Outono e com ele as longas noites passadas à lareira, as couves faziam parte da alimentação diária do pobre camponês. Juntava-lhe as batatas, o feijão, a chouriça e, de um modo geral, um pouco de tudo quanto a lavoura lhe oferecesse. Era um verdadeiro manjar dos deuses.

Remonta ao século IV Antes de Cristo a origem da couve, altura em que os gregos a descobriram na região da Jônia e dela se surpreenderam pelos seus poderes medicinais, para além das suas virtudes culinárias. Porém, foram os romanos que a trouxeram para a Península Ibérica e nos deram a conhecer, passando a constituir o género de verdura mais consumida até aos finais da Idade Média.

Rica em fibras, iodo, cálcio, potássio, enxofre, magnésio e ômega 3; além de vitaminas A, B1, B2, B6, C e K, a couve é uma hortaliça da família Brassicaceae, constituindo um alimento de baixa caloria, desde sempre utilizado no tratamento de doenças estomacais, tendo vindo com o tempo a revelar-se como um excelente anti-inflamatório, antibiótico e anti-irritante natural, aplicado no combate a gripes, problemas hepáticos, renais e menstruais; artrite, bronquite, hemorroidas, úlceras e pedras nos rins e, na medicina alternativa, como vermífugo, para evitar ressacas, e até mesmo para baixar a febre, quando aplicada em forma de cataplasma.

Conhecida na Galiza por “verça”, a variedade de couve-galega é no Minho responsável por uma das melhores iguarias da cozinha tradicional portuguesa – o caldo verde – considerada uma das 7 maravilhas da gastronomia de Portugal!

O paladar constitui um dos sentidos que o minhoto sempre conserva e o mantém permanentemente ligado ao seu rincão natural, ao seu pedaço de Minho. E, na capital, a Casa do Minho faz jus à sua tradicional divisa: Uma boa mesa para uma boa política regionalista!

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SERÁ QUE OS MINHOTOS CONSIDERAM A COZINHA UM PESADELO?

Em qualquer parte do país ou do mundo onde se encontrem, os minhotos são reconhecidos como os melhores cozinheiros e, por extensão, os seus restaurantes encontram-se entre aqueles que melhor servem em qualidade e quantidade. Não é em vão que frequentemente se ouve dizer que no Minho é que se come bem!...

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Vem isto a propósito de um recente programa de televisão – “Pesadelo na Cozinha” – transmitido através da TVI e apresentado pelo Chef Ljubomir Stanisic que, com métodos muito discutíveis mas que estarão provavelmente mais de acordo com o passado recente da guerra nos Balcâs do que propriamente com a nossa maneira de encarar os problemas e resolvê-los, procura captar audiências a todo o custo.

E, como de um mero programa de televisão se trata, tudo é permitido, incluindo as cenas mais insólitas e até escabrosas. Trata-se de um formato importado no qual muitos dos seus intervenientes não passam de meros figurantes... e o apresentador dá-se ao desplante de protagonizar as cenas mais reprováveis... idiota é o comerciante que estraga o seu negócio sujeitando-se ao ridículo das tristes figuras que faz na televisão!

Temos lamentavelmente assistido a alguns minhotos sujeitarem-se a esse ridículo papel… como é óbvio, alguns necessitam de melhorar os seus serviços, reconquistar a confiança dos clientes e renovar a sua imagem. Mas não se iludam com um programa televisivo que em nada os vai ajudar! Antes pelo contrário, apenas irá contribuir para destruir o pouco que de bom ainda lhes resta, projectamento a imagem mais negativa das pessoas e dos seus estabelecimentos.

Melhorem o serviço que prestam ao cliente recorrendo nomeadamente à qualidade dos seus alimentos, o atendimento, a higiéne, a confecção, a apresentação, a imagem do estabelecimento, sejam imaginativos e deixem de fazer tristes figuras na televisão que apenas vos prejudicam!

- Sejam, pois, o orgulho do Minho e da tradição culinária minhota!

PONTE DE LIMA LEVA A LOURES ALHEIRA DE GALO E ARROZ DE SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA E O GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO ANIMA A FESTA

Estão quase esgotadas as inscrições para o almoço de arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo, numa iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os restaurantes de Ponte de Lima. Mas, praticamente metade das inscrições já estão asseguradas, devendo as mesmas ficarem esgotadas dentro de pouco tempo!

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A iniciativa vai ter lugar no próximo dia 3 de Fevereiro em Loures, a ter lugar na cantina da Câmara Municipal de Loures.

Sob a experiente batuta do Chefe Paulo Santos, da Casa de S. Sebastião, na freguesia limiana de S. Pedro de Arcos, espera-se uma adesão bem mais superior à verificada no ano passado. Os comensais vão ter a oportunidade de saborear uma das requintadas obras do paladar da gastronomia minhota e portuguesa em geral – o arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima!

Trata-se, realmente, de uma iniciativa a não perder e cuja inscrição não deve ser relegada para mais tarde… os contactos são os seguintes:

- Teotónio Gonçalves – 964 006 657

- Mário Oliveira – 914 080 246

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CASA CERVEIRENSE EM LISBOA FAZ FESTA DE ARROMBA NA COMEMORAÇÃO DO SEU 9º ANIVERSÁRIO

Familiaridade marcou 9º Aniversário da Casa Cerveirense em Lisboa

Cerca de 400 cerveirenses participaram, este domingo, na festa do 9º aniversário da Casa Cerveirense em Lisboa. A Vereadora Aurora Viães e o Adjunto do Presidente Pedro Soares representaram o Município de Vila Nova de Cerveira, num dia marcado pelo convívio.

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Todos os anos, a família cerveirense reúne-se num encontro entre residentes em Lisboa e no concelho. Trata-se de uma iniciativa que visa fomentar o associativismo e a convivência, inclusive entre as gerações mais novas, de forma a preservar a cultura e os valores da comunidade cerveirense.

Este ano, aos cerveirenses residentes em Lisboa juntaram-se 140 conterrâneos que continuam a viver no concelho e que fizeram algumas centenas de quilómetros para reencontrar amigos e antigos vizinhos, aproveitando a sua maioria o transporte que a Câmara Municipal disponibilizou para esta viagem.

A Quinta da Valenciana, em Fernão Ferro, foi palco de animação a preceito com as presenças do Rancho Folclórico da Casa do Minho e do Grupo de Bombos de S. Tiago de Sopo.

O dia terminou com uma simbólica troca de lembranças e o corte do bolo de aniversário.

PONTE DE LIMA LEVA A LOURES ARROZ DE SARRABULHO COM ROJÕES E ALHEIRA DE GALO

Estão já abertas as inscrições para o almoço de arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo, numa iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os restaurantes de Ponte de Lima. Mas, praticamente metade das inscrições já estão asseguradas, devendo as mesmas ficarem esgotadas dentro de pouco tempo!

 

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A iniciativa vai ter lugar no próximo dia 3 de Fevereiro em Loures, a ter lugar na cantina da Câmara Municipal de Loures.

Sob a experiente batuta do Chefe Paulo Santos, da Casa de S. Sebastião, na freguesia limiana de S. Pedro de Arcos, espera-se uma adesão bem mais superior à verificada no ano passado. Os comensais vão ter a oportunidade de saborear uma das requintadas obras do paladar da gastronomia minhota e portuguesa em geral – o arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima!

Trata-se, realmente, de uma iniciativa a não perder e cuja inscrição não deve ser relegada para mais tarde… os contactos são os seguintes:

- Teotónio Gonçalves – 964 006 657

- Mário Oliveira – 914 080 246

 

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PAPAS EM VILA VERDE... SÃO DE SARRABULHO E CHORAR POR MAIS!

Coucieiro serviu mais de 900 litros de papas de sarrabulho e recebeu visitantes de todo o país!

A Festa de Sarrabulho de porco caseiro regressou a Couceiro com casa cheia e muita boa disposição.

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O salão paroquial da freguesia albergou perto de mil pessoas vindas de vários pontos do país para saborear as tradicionais papas de sarrabulho durante o passado fim de semana, 3 e 4 de novembro.

A organização preparou um evento em que foram consumidas três porcas e novecentos litros de papas com a ajuda excecional de dezenas de voluntários que, de forma empenhada e dedicada, trabalharam com afinco para tornar a Festa de Sarrabulho um momento alto na freguesia. Uma iniciativa que foi um sucesso desde o primeiro momento e que este ano voltou a crescer de forma significativa, voltando a contar com a presença de uma estação de televisão nacional, desta vez a TVI, que emitiu em direto para o telejornal.

A edição deste ano contou com dois almoços e um jantar com as atenções viradas para as deliciosas papas de sarrabulho, acompanhadas porrojões, farinhote, tripa e pelo bom vinho verde regional.

Na mesa, houve também outras sugestões para quem não fosse amante da iguaria tradicional. Pelo evento passaram diversas famílias e amigos em longos convívios e em grande animação. A iniciativa ficou a cargo de uma organização conjunta entre a Junta de Freguesia Coucieiro, a Comissão de Festas S. João Batista e a Associação dos Amigos de S. João Batista.

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Papas aprovadas pelos paladares dos participantes!

Mais uma vez, Vila Verde mostrou a excelência da gastronomia minhota com as inconfundíveis papas de sarrabulho. Da população local aos visitantes, foram muitos os que ficaram satisfeitos com a confeção dos pratos típicos do Minho. António Coelho, natural de Barcelos, foi uma das pessoas que não perdeu a oportunidade de aquecer o estômago e agradar o paladar.

“Vi na televisão imagens a confecionar os pratos e decidi vir até aqui com os meus amigos. A comida está maravilhosa e o vinho é bom”, comentou. Vindo de Vila Nova de Famalicão, António Costa foi outro participante na Festa do Sarrabulho que também se revelou muito contente por marcar presença: “Gosto de eventos deste género, onde há tradição. As papas estão muito boas!”. Pela primeira vez na iniciativa, António sublinhou a importância de preservar a cozinha regional e disse que é uma iniciativa para repetir.

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“O nosso salão já é pequeno para tanta gente!”

O Presidente da Junta de Freguesia de Coucieiro está verdadeiramente feliz com a afluência da edição este ano, dizendo mesmo que foi um “sucesso”. “Correu muito bem, melhor que o que estávamos à espera. Em comparação com o ano anterior, fizemos o dobro de litros de papas. Não há dúvidas que superou as nossas expectativas, vieram pessoas de todo lado”, afirmou Luís Ferreira. O autarca admitiu ainda que a afluência subiu consideravelmente e que é necessário arranjar soluções para acolher todos os visitantes: “O nosso salão já é pequeno para tanta gente. Vamos ter que alargar!”.

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“Sabores tradicionais da gastronomia minhota são foco de atração e promoção”

Manuel Lopes, vice-presidente do Município de Vila Verde, referiu a importância do evento para demonstrar a qualidade da cozinha minhota e congratula o trabalho da freguesia nesse sentido. “Temos aqui a prova que os sabores tradicionais da gastronomia minhota são um foco de atração e promoção das nossas freguesias. Coucieiro está de parabéns por desenvolver este evento, que tem crescido todos os anos”, disse o autarca. Manuel Lopes considerou que as papas estavam “muito boas”, antes de realçar a relevância do evento para divulgação local e concelhia: “É uma iniciativa com notoriedade e que dá visibilidade ao concelho e, neste caso, à freguesia do Coucieiro”.

No que diz respeito à programação, as atividades de domingo à tarde foram adiadas devido às condições atmosféricas adversas. A ‘Cagada do Porco’ e o ‘Magusto Típico’ foram reagendadas para o próximo fim de semana.  A Festa de Sarrabulho faz parte da programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que decorre do início de agosto até ao fim deste mês (novembro), tendo como principais objetivos preservar as tradições do mundo rural, valorizando e divulgando o concelho de Vila Verde.

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