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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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ARCOS DE VALDEVEZ RECEBE ENCONTRO E MOSTRA ASSOCIATIVA XUVENIL

Arcos de Valdevez recebe 10º EMAX – Encontro e Mostra Associativa Xuvenil nos dias 23, 24 e 25 de Novembro

Objetivo desta iniciativa é criar um espaço aberto ao associativismo juvenil e à reflexão sobre a importância da participação dos/as jovens na sociedade, na cooperação transfronteiriça e no desenvolvimento das Regiões.

A FNAJ – Federação Nacional das Associações Juvenis, em parceria com a Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, a Junta da Galiza, o IPDJ – Instituto Português do Desporto e Juventude e as Federações Distritais de Associações Juvenis do Norte de Portugal, vai organizar na Casa das Artes de Arcos de Valdevez, nos dias 23, 24 e 25 de novembro, o Mexe- Mostra e Encontro da Xuventude Empreendedora Norte de Portugal e Galiza;

O objetivo desta iniciativa é criar um espaço aberto ao associativismo juvenil e à reflexão sobre a importância da participação dos/as jovens na sociedade, na cooperação transfronteiriça e no desenvolvimento das Regiões. Nesta edição, através do MEXE, serão debatidas as temáticas do emprego e empreendedorismo jovem, numa feira de ideias, repleta de comunicações, debates, conferencias, masterclasses, teatro, exposições, artes e visitas pedagógicas.

Prevê-se que o evento conte com cerca de 300 participantes, incluindo jovens de Portugal e de Espanha.

A FNAJ - Federação Nacional das Associações Juvenis é uma estrutura representativa do Associativismo Juvenil em Portugal que envolve cerca de um milhar de associações juvenis locais e regionais, que por todo o país, promovem a participação de jovens na vida das suas comunidades e intervêm politicamente no sentido mais nobre da palavra.

ARCOS DE VALDEVEZ RECEBE 2º ENCONTRO DE TEATRO LUSO-GALAICO

Casa das Artes recebe 2º Encontro de Teatro Luso-Galaico com estreia de peça de companhia de teatro de Arcos de Valdevez, nos dias 15 a 18 de Novembro no auditório principal

De 15 a 18 de novembro, a Casa das Artes recebe o 2º encontro de Teatro Luso-Galaico, subindo ao palco principal da Casa das Artes, os grupos de teatro Krisálida (Portugal), Peripécia Teatro (Portugal/Espanha), GTV- Grupo de Teatro do Vez (Portugal) e grupo de Teatro Airiños (Galiza).

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O grupo Krisálida faz a estreia desta edição com a peça “Auto da Índia”, no dia 15, pelas 15h00 para o público escolar. O AUTO DA ÍNDIA que escolheram, preocupou-se com os comportamentos sociais, com um “gestus” que se faz o possível por mostrar, o que só é possível mostrando o contexto histórico.

No dia 16, pelas 22h00, o Grupo Peripécia Teatro, encena “la Tortilla de mi Madre”. A nova peça desta companhia transmontana, resulta numa reflexão perspicaz e acutilante sobre a impiedade do tempo, sobre as relações humanas, as incoerências da existência e sobre a solidão, a que nos forçam ou à qual nos forçamos, por comodismo ou por opção, e que é fruto da crescente desumanização que caracteriza o nosso tempo.

No dia 17, pelas 22h00 o GTV- Grupo de Teatro do Vez sobe ao palco, em estreia absoluta, com a peça “OS 10 COBRIMENTOS”, um texto que retrata os descobrimentos portugueses, de uma forma des(construtiva), em que o autor “brinca com seriedade, faz a teatralização histórica da História ao Vivo, da sátira social, do humor constante, muitas vezes brutal, desajeitado, corrosivo, mas lucidamente construtivo”.

Por fim, no dia 18 de novembro, domingo às 16H00, a Casa das Artes recebe a encenação “ROMEO E XULIETA”, pelo Grupo de Teatro Airiños (Galiza). Nesta obra mais representada de todos os tempos, a comédia será a rainha, no entanto a sua essência será mantida… confrontos entre famílias que se odeiam, amor eterno e muita música. Uma obra para desfrutar só, ou em família, que nos recordará, como sempre em Shakespeare, que a vida é amor… mas também ódios.

Estes são bons motivos para ir até à Casa das Artes arcuense. Uma casa onde a Cultura é a rainha e a diversificação de espetáculos uma constante.

10 cobrimentos - GTV - Casa das Artes

LA TORTILLA DE MI MADRE 2

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MINHOTOS E GALEGOS LEVAM O RIO MINHO A BRUXELAS

AECT Rio Minho apresentou “Estratégia Rio Minho 2030” em Bruxelas

Uma delegação do recém-constituído AECT Rio Minho esteve, na semana passada, em Bruxelas, para dar a conhecer à Comissão Europeia, os objetivos, os projetos e os planos de futuro do novo agrupamento territorial. À procura de novos fundos europeus para a próxima década, o documento “Estratégia do Rio Minho 2030” esteve em destaque durante esta deslocação, acolhendo um feedback muito positivo das instituições auscultadas. A criação de uma “Intervenção Territorial Integrada” (ITI) para o rio Minho foi uma das reivindicações.

AECT Rio Minho em Bruxelas

A comitiva encabeçada pelo diretor do AECT Rio Minho, Uxío Benitez, teve uma intensa jornada de trabalho ao reunir, durante dois dias, com o Comité das Regiões, a Direção Geral de Política Regional e Urbana (DG Regio), a Direção Geral de Emprego, Assuntos Sociais e Inclusão da Comissão Europeia, a Comissão de Cooperação Territorial do Parlamento Europeu e o Movimento do Pacto dos Autarcas.

Além da participação nos projetos de cooperação transfronteiriça ‘Smart Minho’ e ‘Visit Rio Minho’, ambos cofinanciados por fundos FEDER, foi apresentada a “Estratégia Rio Minho 2030”, um documento elaborado ao longo dos últimos meses, sob a coordenação do AECT Rio Minho, através de consultas à cidadania, a organização de mesas sectoriais, o envolvimento das entidades públicas e a assessoria de um comité científico. Este trabalho vai culminar com um estudo em profundidade do território, o primeiro com estas características realizado na área geográfica em causa. 

Durante os encontros, outro dos temas abordados foi a necessidade de garantir que “os fundos europeus destinados ao desenvolvimento de territórios transfronteiriços sejam realmente investidos nestas áreas geográficas”, explicou Benítez, defendendo a formulação de uma ITI para o território, que permita gerir as ajudas europeias “com eficácia”.

Da delegação do AECT Rio Minho fez ainda parte o Presidente da Câmara Municipal de Melgaço, Manoel Batista e a vogal do AECT Rio Minho e deputada da Deputación de Pontevedra, Montse Magallanes.

PROJETO “LITERATURAS IRMÁS/IRMÃS” FORTALECE INTERCÂMBIO CULTURAL ENTRE MONÇÃO E REDONDELA

O Projeto “Literaturas Irmás/Irmãs” é uma iniciativa cultural de cooperação transfronteiriça entre a Galiza e o Norte de Portugal, partindo de um passado comum da literatura galega e portuguesa. O objetivo é dar a conhecer aos leitores de uma margem do rio Minho, os escritores da outra margem.

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Com vista à concretização deste projeto, foi estabelecida recentemente uma parceria entre os municípios de Monção e Redondela, localidade galega geminada com Monção, cujo ponto comum é a realização do Corpo de Deus com a participação de um dragão, a popular Coca.

Neste âmbito, a Biblioteca Pública de Redondela apresenta publicações de José Saramago e, a Biblioteca Municipal de Monção, obras literárias de Manuel Rivas, proporcionando aos respetivos leitores um conhecimento mais aprofundado do universo literário destes dois escritores.

As publicações que se encontram disponíveis numa das bibliotecas foram disponibilizadas pela outra biblioteca. A cada três meses, serão selecionados novos escritores, estando previstas algumas mesas redondas para debater a importância destes intercâmbios culturais.

“Esta iniciativa visa a partilha de momentos culturais entre as comunidades de Monção e Redondela, facilitando a aquisição de conhecimentos dos escritores de Portugal e da Galiza e contribuindo para fortalecer o intercâmbio cultural entre as duas localidades”.

MONÇÃO RECEBE VII ENCONTRO LUSO GALAICO

Dia 10, sábado, 21h30, no Cine Teatro João Verde

O Grupo Popular “Os Teimosos” realiza o VII Encontro Luso Galaico no dia 10 de novembro, sábado, pelas 21h30, no Cine Teatro João Verde. A entrada tem o valor de 3,50 €, podendo ser adquirida na Loja Interativa de Turismo ou no local do espetáculo.

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A semelhança dos anos anteriores, este espetáculo de música popular transfronteiriça promete assumir-se como um momento de partilha e convívio entre agrupamentos minhotos e galegos, potenciando o relacionamento musical entre as duas regiões.

Além do grupo organizador, participam mais quatro agrupamentos, um português e três galegos. A saber: Canto D`Aqui, de Braga, Esperanza Mara Filgueira Rama + Coro Cantemos, de Salvaterra de Miño, Xulio Lorenzo, de Mós, e Pandereteiras Tremelique, de O Rosal.

Dia 11, domingo, 14h00

COMEMORAÇÃO DO S. MARTINHO

Mercado Municipal de Monção

Jornada de celebração do S. Martinho com animação e convívio entre conhecidos, amigos e familiares. A população local e visitantes juntam-se à volta de uma castanha assada e de um copo de vinho tinto da nossa terra. No palco, animação popular com a Tuna da Universidade Sénior de Monção e “Cantares da Ribeira”. Prometem fazer mexer os pés e bater as mãos do público presente no Mercado Municipal.

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A ORIGEM DA TRADIÇOM PAGÁ DOS MAGUSTOS E DO HALLOWEEN

Na tradiçom galega com toda segurança o Magusto provém do Samhain celta

José Manuel Barbosa.- Fonte: Portal Galego da Língua – Para os celtas, o primeiro de Novembro marcava a data do fim do ano, a passagem do verao ao inverno, da época na que a vida se realizava no exterior à época na que a vida se fazia no interior da morada ao pe do lume da lareira.

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Esse dia era chamado polos gauleses Samónios e polos irlandeses Samhain ou Samhain e era umha festa à qual acodiam todas as pessoas dos povoados celebrando-se umha série de rituais relacionados com a justiça, o direito e a política à vez que dum ponto de vista religioso acreditava-se que a porta do Sidh, do além, do lugar onde moravam os mortos, era aberta para que aquelas pessoas que tinham deixado este mundo pudessem comunicar mais outra vez com aquelas outras que ainda nom o tinham deixado.

Esta última característica do Samhain implicava umha série de rituais e crenças relativas aos mortos que perdurárom em muitos povos da Europa os quais de algumha forma herdárom qualquer cousa, por mui pouco que esta fosse, de aquel espíritu celta que chegou a cubrir o nosso continente.

A chegada do cristianismo provocou umha grande adaptaçom das velhas crenças à nova situaçom e à nova filosofia que tivo que botar mao do sincretismo fazendo das ilhas Britânicas, partes da Gália e da velha Gallaecia focos de resistência espiritual, surgindo um cristianismo autóctone e singular que foi denomiado polos historiadores “cristianismo celta” gerador de figuras como Sam Patrício, Sam Columbano, Prisciliano, Columba, Egéria …

O Cristianismo viu-se na obriga de adaptar as crenças celtas entre as que se encontrava a festa do Samhain, que derivou na festa que nós conhecemos com o nome de Todos os Santos, onde o culto à morte muda de forma mas nom de fundo.

Assim o druída ou druidesa passa-se a ser considerado um bruxo ou bruxa do novo ponto de vista, servidor das forças do mal, vilipendiado polo novo poder enquanto os novos sacerdotes dirigem as crenças populares em outras direcçons embora a antiga filosofia perdurasse nos cultos esotéricos, perseguidos posteriormente pola inquisiçom mas nunca totalmente eliminados podendo ter sobrevivido até o dia de hoje.

Originariamente o ritual celta do Samhain implicava a exposiçom de cabezas cortadas dos inimigos com a finalidade de afogentar os espíritos malvados. Esta prática perdurou durante toda a Idade Média vendo-se substituida a tétrica cabeza cortada do inimigo por cabezas de animais num princípio e posteriormente outras simbólicas feitas de pedra que acabaram sendo a origen, séculos mais tarde das gárgolas que aparecem em monumentos religiosos com funçons protectoras para além das cucurbitáceas ou cabaços da festividade britânica do Halloween mas também presentes na tradiçom galega actual, sobre tudo em certos lugares da Costa da Morte, Rias Baixas e Regiom Británica ou das Marinhas.

A chegada dos povos germânicos ao occidente europeu com a queda do Império Romano provocou a passagem das velhas crenças ao novo tempo histórico da Idade Média e tanto os anglo-saxónicos, como os francos ou os suevos fôrom os protagonistas nos três territorios da adequaçom à aquela nova era tam diferente da anterior, das tradiçons célticas necessitadas agora dumha nova adaptaçom ao recém incorporado domínio filosófico cristao sobre qualquer outra manifestaçom política ou religiosa existente na altura.

Os primeiros, os anglo-saxónicos, encontrárom umha sociedade puramente celta e mesmo sem romanizar onde as tradiçons dos celtas britânicos se tinham manifestado como impossíveis de eliminar. Tal é assim que ainda hoje é ali onde os últimos povos de língua celta pervivem com certa vitalidade.

Os segundo, os francos chegárom a umha Gália muito romanizada do rio Loira para Sul, mas também fácil de germanizar do Loira para Norte deixando os últimos elementos célticos no centro do país e na península Armoricana que recebe aliás umha forte migraçom de elementos britânicos que fogem dos anglos, jutos e saxons da vizinha Britânia. Aliás, na nossa Gallaecia, pouco romanizada nos seus costumes e no seu espírito, absorve e adapta o elemento suevo à vez que também experimenta a chegada dos povos británicos provenientes das Ilhas, sobre tudo na costa cantábrica guiados polo seu bispo Maeloc.

Os Suevos acabariam aceitando o catolicismo e figuras quase de lenda como o rei Carriarico seriam protagonistas de actos de sincretizaçom do antes chamado Samhain para a nova festividade de Todos os Santos numha transiçom que seria vista polo povo como umha continuaçom por adaptaçom aos novos tempos dos seus rituais pagaos originados na sua idiosincrasia particular.

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A chegada dos mussulmanos à península em nada vai modificar as crenças dos galegos que eram cada vez mais cristás nas suas manifestaçons, quiçá por oposiçom ao islamismo do Sul penínsular, enriquecendo-se tanto no cultural, no económico como no demográfico das achegas provenientes polo Caminho de Santiago, autêntica porta aberta à reafirmaçom europeista da Gallaecia da época ao existir comunicaçom directa por terra, mas também por mar com os territorios trans-pirenaicos da Gália, agora França, com a que nos uniam fortes vínculos étnicos e nesta altura políticos.

Mas é no ano de 1582, passada já a Idade Média, quando se produz a mudança no que diz respeito da festividade do 1º de Novembro, sendo nesse ano quando se leva a cabo a reforma do calendario juliano em vigor para outro mais adaptado à época.

O Papa Gregório XIII decidiu entre outras cousas que o dia seguinte ao 4 de Outubro de 1582 fosse dia 15 eliminando polo meio dez dias. Os países católicos em plena contra-reforma aceitam imediatamente a mudança enquanto os outros, entre eles a Gram-Bretanha fazem-na efectiva no 1752. Isto traz conseqüências para a evoluçom da festa do 1º de Novembro já que esse 1º de Novembro passou-se a ser o 11 do novo calendario gregoriano, dia que continuou sendo o da celebraçom da festividade tradicional da qual estamos falando e que na Galiza se vinha denominando Magusto com umhas características próprias devido também à própria evoluçom da festa nos territorios da velha Gallaecia dos quais tanto Portugal como a Astúria som também herdeiros e nos que o Magusto ou Maguestu também está presente. Por tanto o dia 1º de Novembro do novo calendario gregoriano corresponderia ao velho 25 de Outubro do velho calendario juliano mas era o dia no que a igreja católica celebrava o dia de Todos os Santos.

Na Inglaterra, umha vez imposto o calendario gregoriano no século XVIII celebrariam a festa do “All own een” a véspera desse novo 1 de Novembro no que ainda perdurava o costume das cabeças cortadas da tradiçom Samhainica na que agora mais civilizada e cristianizada incluía cabaços -e nom cabeças- vazios no seu conteúdo e arremedando um crânio com olhos, nariz e boca incluídos. Na Galiza em troca, a festa perduraria no 11 de Novembro gregoriano, velho dia 1º do calendário juliano e conservando umha também velha parafernália pagá incluída Santa Companha -procissom dos mortos que lembra a apertura do Sidh-, comida com castanhas implicando a salvaçom dumha ânima por cada castanha ingerida, e cabaços simulando crânios com os quais os rapazes metiam medo aos adultos colocando-as nos campossantos com umha velinha acessa para causar impressom aos caminhantes. Enquanto esta velha tradiçom conservava a sua data originária do dia 11, a festividade de Todos os Santos cristá cindiria-se da festa pagá para ser celebrada o dia 1º .Como objectivo das ânsias “universalizadoras” do cristianismo católico o dia do Magusto pagao foi dedicado ao Bispo bracarense Sam Martinho de Dúmio primitivo patrom da Galiza e velho adail cristao contra o paganismo.

Mas ainda há mais outro elemento: A noite dos rituais de mágia druídicos, agora convertido em noite das bruxas era tradicionalmente a véspera do Samhain/Magusto, dia do fim do ano céltico que agora, esquecidas as tradiçons proto-históricas seguirá a ser também o dia de fim de ano, mas desta vez segundo criterios modernos já que o novo fim de ano nom vai ser nem o velho 31 de Outubro nem o novo 10 de Novembro, mas o 31 de Dezembro dia de Sam Silvestre, um dos primeiros papas da época do Imperador Constantino e também velho defensor do cristianismo face o paganismo. Foi ele que proibiu os rituais de mágia herdados da tradiçom pré-cristá.

Ao nome de Magusto têem-se-lhe dado várias orígenes etimológicas dentre elas a de “MAGNUS USTUS” que vem significar al assim como “grande fogueira” donde MAGNUS é grande e USTUS, queimado, ardido, o participio passado do verbo “Uro”, arder, queimar. Pode ter umha certa lógica mas nós quigêramos propor outra desde aquí que tem a ver com as palavras “MAGUS” feiticeiro, bruxo, mago e “USTUS”. A maioria das palavras em galego-português provêem do acusativo latino que neste caso seria “MAGUM USTUM” donde seria mais fácil explicar a deriva para “Magusto”, e mesmo em dativo “MAGO USTO” literalmente “…ao ou para o mago queimado” querendo falar quiçá dumha fogueira para queimar magos segundo criterios anti-pagaos medievais? Quiçá se refira à fogueira onde os magos faziam as suas queimadas entendidas como rituais com fogo? Pode derivar daí a queimada galega com o seu ritual hoje vulgarizado e desprovido de qualquer conotaçom esotérica?

A tradiçom do “Halloween” é conhecida últimamente pola extensom dos costumes norteamericanos favorecidos pola hegemonia cultural e económica dos Estados Unidos onde se extende esse tradiçom europeia transladada polos emigrantes ao novo continente e exportada desde ali ao resto do mundo. Aquí na Galiza está tendo umha certa popularidade nos últimos anos em certos centros de ensino primário e secundário quiçá por mimetismo com os costumes anglo-saxónicos popularizados pola TV ou também por um conceito do celtismo mal entendido. Se bem é em origem britânica e celta esta festa, também é certo que nom todos os países celtas repetem as suas tradiçons da mesma forma.

Na tradiçom galega com toda segurança o Magusto provém do Samhain celta empobrecido últimamente polo pouco conhecimento dos guias culturais e pedagógicos do Nosso País e reduzido a umha simples tradiçom gastronímica com castanhas, vinho e chouriço como protagonistas, mas também a tradiçom dos cabaços é própria e autóctone tendo-se manifestado nas datas das que levamos falado durante todo este trabalho em lugares da Galiza preferentemente marinheiros onde o temos registado como por exemplo Cangas, Mugia ou Cedeira.

Quero reivindicar, portanto, desde aqui a festa do Magusto galega com o seu nome tradicional e histórico: Magusto, nom Samhain, como certos pseudo-etnógrafos tentam popularizar. Nom somos mais celtas por chamarmos-lhe Samhain em vez do nome galego tradicional “Magusto”. Quero reivindicar a festa dos cabaços como também galega, mas nom anglo-saxónica nem com nome inglês “Halloween”, desejo pureza nas nossas tradiçons, nom contaminaçom norteamericana; quero aliás um Magusto como tradiçom a recuperar para todo o nosso país, reinvindicar tudo isto para o dia 11 de Novembro, data histórica, herdeira do primeiro de ano céltico e quero reivindicar um Magusto de origem celta, mas nom celta de qualquer lugar, nom, celta, mas galego, ou melhor galaico, já que existe também em Portugal e na Astúria, polo qual com características próprias embora com parentescos nas ilhas britânicas e na velha Gália.

Nota: Artigo da autoria de José Manuel Barbosa e publicado no jornal “La Región” em 11 de Novembro de 1997, e nesta altura reformado e ampliado para a sua publicaçom no PGL.

Samhain na Galiza e no Norte de Portugal
Fonte: Fotos de Gallaecia Growia [South Galiza | North Portugal]

De ano para ano crescem as alusões ao Halloween por todo o lado, multiplicando-se as festas em restaurantes, bares e discotecas ou em casas de amigos. Não há hoje escola ou infantário em que as meninas não vão disfarçadas de bruxa e andem todos entusiasmados com as cabaças, as caretas e as bruxarias.

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Mas que festa é esta que parece ter entrado assim de repente no nosso calendário de celebrações religiosas ou pagãs? O Halloween chega a nós via América, através de influências do cinema, de costumes que vão sendo exportados através de livros, arte ou outras manifestações artísticas. Mas antes de ser americano o Halloween era céltico e dé pelo nome de Sahmain na Irlanda, Sahmainn ou Sahmuinn na Escócia, Sauin na Ilha de Manx. Uma cerlebração gaélica que tinha paralelo nas celebrações bretãs do Calan Gaeaf em Gales, Kalan Gwav na Cornualha e Kalan Goañv na Bretanha. Era uma celebração que marcava o fim das colheitas e se recolhia o gado das pastagens de verão nos abrigos, escolhendo-se quais seriam abatidos para consumo. Era o fim do ano e o início do Inverno, onde as portas do Sidh, do além, se abriam e permitiam um contacto com os defuntos.

Por esses motivos é uma festividade associada à celebração dos mortos e sempre associada ao Dia de Todos-Os-Santos (curiosamente toda a gente se refere a ela como os finados, os defuntos e não como os santos). A Igreja tentou mudar a sua data várias vezes, mas por as populções continuarem a celebrar esta data duma forma natural, adaptou-se ela à data, numa tentativa de cristianização.

Os costumes antigos, para afugentar inimigos e maus espíritos, faziam as pessoas colocar caveiras de antigos inimigos nos muros dos campos à entrada das aldeias, nos cruzamentos e nas estradas. Ao longo do tempo as caveiras foram sendo substituídas por nabos, que eram talhados em forma de caretas assustadoras onde era colocada uma vela dentro. Com o fluxo de emigrantes entre o Novo Mundo e a Europa, a chegada das cabaças de abóbora, mais fáceis de talhar, foi ganhando lugar, substituindo os nabos e outras cabaças mais duras.

E qual a relação com a nossa realidade folclórica? Nas Rias Baixas temos a Noite dos Calacús, onde cabaças são talhadas em forma de caretas assustadoras, desde tempos muito antigos em que ainda não se ouvira falar de Halloween ou Sahmain. Em Cedeira existiu sempre uma tradição muito grande deste costume, na chamada Noite das Calaveiras. Em Ourense havia os Colondros e em Ortigueira os Calabaçotes. E no Norte Portugal, no nosso sul da velha Gallaecia, havia o costume de fazer caretas com as abóboras em aldeias de Vila Real, nos anos 40 e 50, com as pessoas a juntar-se no largo da aldeia ao redor duma grande fogueira onde se bebia o vinho novo, se comiam castanhas e carne de porco. Na Serra do Pilar, em Gaia, há relatos também desse costume com a fogueira incluída e, recentemente, recolhemos um testemunho dum senhor de Ílhavo que nos garante que nos quelhos do centro da vila antiga, nos seus tempos de criança, as pessoas faziam caretas nas cabaças de abóbora.

Nos nossos tempos era a Noite das Bruxas e estava sempre associada ao Magusto, à degustação de castanhas e vinho novo. Com os tempos foi se tornando numa festa gastronómica, perdendo-se os hábitos antigos. Estes hábitos,que eram já nossos, chegam agora do outro lado do Atlântico, para onde já tinham ido através dos nossos irmãos irlandeses e escoceses, completando assim o ciclo das coisas que vão e vêm, parecendo desaparecer mas sempre reaparecendo, como o ciclo do ano e da vida, sempre representado pelos nossos antepassados nas pedras graníticas dos nossos castros.

Fonte: http://portugaliza.ulaek.com/

ATIVIDADES ARTÍSTICAS ABRANGEM ESCOLAS DE CERVEIRA E TOMIÑO (GALIZA)

Comunidades escolares de Cerveira eTomiño com atividades artísticas comuns

A Eurocidade Cerveira-Tomiño está a implementar um dos projetos vencedores do Orçamento Participativo Transfronteiriço 2018, proposto pela Mesa de ANPAs de Tomiño e pela Escola Superior Gallaecia, de Vila Nova de Cerveira. No total, a ação abrangerá cerca de 400 alunos dos dois concelhos.

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Dirigida a alunos do 1º ciclo e do secundário, a iniciativa arrancou na semana passada em Cerveira, com a participação de 65 estudantes de 3º da ESO do IES Antón Alonso Ríos de Tomiño e do 9º ano de Vila Nova de Cerveiraque, em conjunto, desenvolveram distintos trabalhos artísticosno Fórum Cultural e na Escola Superior Gallaecia, sob supervisão de docentes especializados.

Os alunos tiveram a oportunidade de trabalhar em diversas “colagens” artísticas e na construção de maquetas, com o intuito de fomentar a sua criatividade e os diferentes usos e conceções do espaço.

A implementação da atividade já tem mais quatro sessões programadas para os meses de novembro, janeiro, fevereiro e abril, de modo a abranger um total de 400 alunos,240 do ensinosecundário e 160 da primária, metade galegos e a outra metade portugueses.

Os principais objetivos deste projeto são, por um lado, proporcionar aos estudantes uma introduçãoàformação artística, mediante espaços para a experimentação e demostração artísticas, novos conhecimentos das artes plásticas e da arquitetura e, por outro lado, dar uma oportunidade para o intercâmbio da comunidade escolar dos dois lados da raia, através dotrabalho artístico conjunto.

GALEGOS FESTEJAM O SAMAÍN NA ILHA DE AROUSA

Samhaim era o festival em que se comemora a passagem do ano dos celtas. Marca o fim do ano velho e o começo do ano novo. O Samhain inicia o inverno, uma das duas estações do ano dos celtas. O início da outra estação, o verão, é celebrado no festival de Beltane. Este festival, Samhain, é chamado de Samonios na Gália.

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GALIZA QUER ADERIR À CPLP

Parlamento da Galiza apoia por unanimidade solicitar adesão à CPLP

A mesma resolução parlamentar insta a Junta a desenvolver de maneira efetiva a Lei Valentim Paz-Andrade

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O Parlamento da Galiza aprovou por unanimidade apoiar a adesão do país à Comunidade de Países de Língua Portuguesa. Este apelo está recolhido numa das resoluções aprovadas pola Câmara galega no recente debate de política geral, a qual insta também a Junta a desenvolver de maneira real a Lei Paz-Andrade e convocar vagas docentes de Português.

A dita resolução, número 12 das 53 submetidas à votação, foi apresentada polo grupo parlamentar do Bloco Nacionalista Galego (BNG) e recebeu o apoio das 73 deputadas e deputados presentes.

12.ª  Resolución

“O Parlamento insta a Xunta a adoptar as medidas que sexan necesarias, antes de finalizar a presente lexislatura, para impulsar a solicitude de admisión de Galicia como membro na Comunidade dos Países de Lingua Portuguesa. Así mesmo, insta o Goberno galego a desenvolver de maneira real e efectiva a Lei Paz Andrade para o aproveitamento da lingua e cultura portuguesas convocando prazas docentes de portugués na vindeira oferta pública de emprego dirixida ao ensino e a dotar de orzamento nas contas para 2019 a aplicación desta lei.”

Fonte: http://pgl.gal/

SÉNIORES DE FAFE PASSEIAM À GALIZA

Município promove atividade  de Férias Séniores. Mais de 700 idosos de Fafe participam nesta atividade

O mês de Outubro é sinónimo de férias seniores no concelho de Fafe e , este ano, mais de 760 seniores do concelho participam na edição 2018 da iniciativa.

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Em Sanxenxo (Porto Novo), Galiza, estes idosos têm aproveitado para conhecer a região, em muitos momentos de convívio e lazer.

As viagens estão a decorrer em dias distintos, durante este mês, com vaŕios grupos de cerca de 150 a 180 seniores de cada vez.

Esta é mais uma atividade social dirigida aos séniores do Concelho, promovida pela Câmara Municipal de Fafe desde há quatro anos. Raul Cunha, Presidente do Município, revela como “uma importante iniciativa de promoção de um envelhecimento activo e saudável. O nosso Executivo tem como prioridade as pessoas, proporcionando-lhe uma qualidade de vida melhor, mantendo as políticas de apoio aos idosos e a promoção de um envelhecimento ativo. Pretendemos proporcionar aos nossos seniores momentos de convívio e alegria, com várias actividades durante todo o ano. É fundamental, para nós, que também os idosos do concelho se sintam acarinhados e apoiados e, como sabemos, este tipo de iniciativas são uma excelente forma de convívio, lazer e divertimento. A manutenção destas políticas sociais têm como objetivo mantermos um concelho mais igual, mais coeso e mais inclusivo.”

Recorde-se que as Ferias Seniores representam um investimento de mais de 90 500 euros por parte do Município que comparticipa, para além do alojamento, as refeições. o transporte e dois passeios de barco para todos os seniores.

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VIMARANENSES REALIZAM QUEIMADA GALEGA

Queimada Galega na Noite das Bruxas do Curtir Ciência

“Queimada Galega e Outras Histórias” é um espectáculo cénico-musical da autoria de Luís Almeida, cantor, animador e ator de Guimarães, inserido na programação da Noite das Bruxas do Curtir Ciência – Centro Ciência Viva de Guimarães que decorre a 31 de outubro, entre as 20:30 e as 23:30 horas.

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O espectáculo, com início previsto para as 22:30 horas, no pátio do Curtir Ciência, tem entrada livre e inclui a preparação e degustação da Queimada Galega, bebida feita à base de aguardente, açúcar, maçã e canela.

O programa da Noite das Bruxas contempla ainda outras atividades para todos os públicos: o workshop “Sabonetes Medonhos” (21:30 horas) para crianças e jovens dos seis aos 14 anos e o jogo de fuga “Zombies no Laboratório”, que integra vários enigmas de cariz científico e a Queimada Galega.

Ao longo da Noite das Bruxas o Curtir Ciência oferece pinturas faciais fluorescentes aos participantes e dois brindes: “Morcegos Luminosos” (um brinquedo voador que incorpora uma pilha e um pequeno LED) e uma miniatura produzida nas impressoras 3D do Centro.

CRAV PARTICIPA EM VIGO EM TORNEIO INTERNACIONAL

Decorreu no sábado 20 de outubro, no Campo universitário de Vigo, a nona edição do convívio internacional de sub 8, sub 10 e sub 12, organizado pelo clube da cidade.

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Com uma organização impecável e a meteorologia a condizer, o convívio passou-se da melhor forma. Estiveram presentes clubes de toda a Galiza, e três de Portugal (CRAV, Braga Râguebi e Sport Porto), em cerca de quatro horas animadas com jogos e as proezas rugbísticas dos mais pequenos.

Foi dia em que todos ganharam: jogadores, técnicos, dirigentes e pais, porque souberam estar no campo valorizando a diversão e o prazer de jogar.

Por fim, os jogadores foram premiados pela organização com pizza e uma medalha de participação no evento.

CAMINHA APROFUNDA RELAÇÃO COM VIZINHOS GALEGOS

Presidente da Câmara Municipal de Caminha debate Estratégia de Cooperação Transfronteiriça com dirigentes da AECT Rio Minho e homólogos galegos de A Guarda e Rosal

Miguel Alves, Presidente da Câmara Municipal de Caminha, foi o anfitrião de uma reunião sobre temas transfronteiriços que juntou o Alcalde de A Guarda, António Lomba, a Alcaldesa do Rosal, Maria del Carmen Alonso e os responsáveis do recém-criado Agrupamento Europeu de Cooperação Transfronteiriça Rio Minho (AECT Rio Minho) que juntou também especialistas da Universidade de Vigo, da Fundação Centro de Estudos Euroregionais Galiza-Norte de Portugal e da CIM Alto Minho. Este encontro internacional serviu para ultimar a elaboração da Estratégia de Cooperação do Rio Minho Transfronteiriço, no que ao território do estuário do rio Minho diz respeito e para definir as propostas conjuntas a incluir no Plano de Ação que vai ser elaborado.

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Este encontro junta-se a outros que já tiveram lugar e que têm como objetivo aprofundar a relação entre as duas margens, concretizando-a em ações concretas que beneficiem o território e as pessoas, procurando encontrar um espaço de financiamento próprio no contexto do próximo quadro comunitário que terá início do ano de 2020. Na reunião de Caminha consolidou-se um Plano de Ação Conjunto que passa por agir em cinco eixos estratégicos: os setores produtivos, as redes de governança, a mobilidade e serviços partilhados, o turismo sustentável e a cultura e comércio tradicional. Para Miguel Alves, “a pouco mais de um ano de 2020, data de início do próximo quadro comunitário, este é o momento certo para concretizar uma estratégia comum que dê sentido à relação cultural, paisagística, patrimonial e humana que une as gentes dos dois lados do rio Minho. Eu valorizo muito a singularidade da nossa relação transfronteiriça mas julgo chegada a hora de transformar esse valor imaterial em riqueza para as nossas empresas e populações”.

As reuniões entre os peritos e os distintos municípios da ribeira Minho continuam nas próximas semanas de modo a poder ser encontrado um documento estratégico final.

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PORTUGUESES E ESPANHÓIS ESTUDAM BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO MINHO

Inscrições abertas para o IX Simpósio Ibérico sobre a Bacia Hidrográfica do Rio Minho

Vila Nova de Cerveira acolhe, nos dias 9 e 10 de novembro, o IX Simpósio Ibérico sobre a Bacia Hidrográfica do Rio Minho. Encontro bienal visa a divulgação de projetos em curso ou já concluídos, para além do debate em torno da gestão dos recursos naturais e preservação da biodiversidade associada ao rio Minho. Receção de comunicações termina no próximo domingo.

IX simpósio

Dinamizada pelo Aquamuseu do Rio Minho, através da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, em coorganização com o Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental (CIIMAR) – U. Porto, esta 9ª edição versa temáticas multidisciplinares na área de intervenção da bacia hidrográfica do rio Minho, nomeadamente Ecologia, Educação Ambiental, Exploração de Recursos, Legislação e Turismo.

Desde a sua abertura ao público em 2005, o Aquamuseu tem vindo a desenvolver um trabalho de divulgação do património natural e etnográfico associado à pesca artesanal do rio Minho. Para além das parcerias com instituições portuguesas e galegas, nomeadamente Universidades e Centros de Investigação, o Aquamuseu tem por missão divulgar a informação científica, dando a conhecer ao público em geral, a estudantes, a professores, a investigadores, a pescadores, às autoridades locais, entre outras, o ponto de situação de investigações e estudos realizados na bacia hidrográfica do rio Minho.

A realização do Simpósio Ibérico Sobre a Bacia Hidrográfica do Rio Minho, com uma periodicidade bienal, é uma das vias para atingir esse objetivo, ao reunir participantes de ambos os países, no sentido de atualizar informação e promover a discussão sobre temas pertinentes para a região.

As comunicações orais e posters devem ser enviadas até ao próximo domingo, dia 21 de outubro, através do email: aquamuseu@cm-vncerveira

O IX Simpósio Ibérico decorre no Auditório Biblioteca Municipal, cuja participação é gratuita, mas sujeita a inscrição para o mesmo correio eletrónico. O programa específico para os dois dias pode ser consultado no website do Aquamuseu do rio Minho.

VALENÇA ACELERA NO RALLY EUROCIDADE

76 Máquinas Aceleram no Rally Eurocidade de 12 e 13 de Outubro

76 carros vão entrar em competição na terceira edição do Rally da Eurocidade no próximo fim de semana, 12 e 13 de outubro. 71,68 kms a acelarar por um percurso que se desenvolve por Valença, Paredes de Coura e Vila Nova de Cerveira.

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Os aficionados do desporto tem a oportunidade de assistir a uma prova que reúne pilotos portugueses e espanhóis, com equipas referência como as equipas de fábrica como a hyundai ou a suzuki Espanha, entre tantas outras.

Sexta-feira Aquecimento à Noite

O primeiro contacto com as maquinas poderá ser o parque envolvente aos Bombeiros Voluntários de Valença, sexta-feira, 12 de outubro, às 20h30, local onde decorrerão as verificações técnicas. O ponto de concentração de todas as equipas / pilotos participantes no 3º Rally Eurocidade será o recinto do Campo da Feira de Valença.

Sábado é Sempre a Acelerar

Onde e Quando Ver em Valença?

O percurso em Valença terá uma extensão de 15 Kms, com duas mangas, com saídas às 10h08 e às 13h15

Taião (em frente ao edifício da Junta de Freguesia)

GPS: N 41º59'43.96” W 8º35'35.61”

Cerdal (Gozende na bifurcação da estrada de Gozende / Mosteiró e Taião)

GPS: N 41º58'51” W 8º35'49”

Cerdal (Parque de Merendas de Mosteiró

GPS: N 41º58'25.55” W 8º35'32.95”

Onde e Quando Ver em Paredes de Coura

O percurso em Paredes de Coura terá uma extensão de 8,36 Kms, com duas mangas, com saídas às 10h41 e às 13h48

Outeiro (No cruzamento da EN 301 com a municipal 1072, em frente ao cemitério)

GPS: N 41º53'25” W 8º35'35.64”

Agualonga (cruzamento da EN 301 com a municipal 1077)

GPS: N 41º53'18.51” W 8º36'56.63”

Carreira (Próximo do cruzamento da EN 201 com a municipal 1077)

GPS: N 41º52'45.39” W8º37'22.11”

Onde e Quando Ver em Vila Nova de Cerveira

O percurso em Vila Nova de Cerveira terá uma extensão de 13,22 Kms, com duas mangas, com saídas às 11h14 e às 14h21

Sopo (municipal 517, em Rodetes)

GPS: N 41º53'37.87” W8º45'50.30”

Covas (cruzamento da EN 301 com a municipal 1043)

GPS: N41º52'43.77” W8º42'20.69”

Sopo (cruzamento da EN 301 com a ponte sobre o Rio Coura)

GPS: N41º52'56.75” W8º45'42.42”

A organização do evento está a cargo da Parallelvelocity e conta com o apoio da Eurocidade Tui Valença, dos Municípios de Valença, Paredes de Coura e Vila Nova de Cerveira e Escuderia Dona Urrraca e conta com a especial colaboração da Guarda Nacional Republicana e bombeiros voluntários de Valença, Paredes de Coura e Cerveira.