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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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FAFENSE JOSÉ RODRIGUES É UM DOS MAIORES PRODUTORES DE VINHOS DE BORDÉUS

  • Crónica de Daniel Bastos

A França, um dos principais países produtores de vinho no mundo, tem na região de Bordéus, uma das suas mais afamadas regiões vinícolas, a origem de um dos mais emblemáticos símbolos da cultura e gastronomia gaulesa: o vinho de Bordéus.

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José Rodrigues, natural de Fafe e um dos maiores produtores do vinho de Bordéus. Foto: Carlos Pereira / https://radioalfa.net/

Com uma produção anual de mais de 700 milhões de garrafas, a região de Bordéus, no sudoeste de França, produz uma enorme quantidade de vinhos de mesa para o dia-a-dia, assim como, também dos mais prestigiados e conhecidos vinhos de luxo a nível mundial.

Entre os maiores produtores de vinhos de Bordéus, destaca-se o franco-português José Rodrigues, detentor de quatro propriedades, “châteaux”, identificadas como Domaines Rodrigues-Lalande, com mais de 70 hectares de vinha e uma produção anual de mais de 500 mil garrafas.

Natural da freguesia de Vinhós, concelho de Fafe, território minhoto fortemente marcado pelo fenómeno migratório para o Brasil no alvorecer do séc. XX, e para França na década de 1960, época em que José de Matos Rodrigues chegou ao território gaulês com os pais, apenas com meio ano de idade, e onde tinha já um avô instalado desde 1929 no promontório de Cap Ferret.

O trabalho, o esforço e a resiliência, valores coligidos no seio familiar,impulsionaram o jovem oriundo de Fafe, numa primeira fase a formar-se em engenharia química, que o levou a trabalhar durante oito anos na indústria da energia, e mais tarde, a seguir a paixão do vinho, herdada do avô, e a formar-se como enólogo em Bordéus.

Tendo começado por adquirir o setecentista Château de Castres, e depois o Château de Beau-Site e de Roche-Lalande, e mais recentemente o Château du Pont Saint Martin, onde se encontra uma bandeira portuguesa hasteada à entrada, José Rodrigues tem-se destacado pela dedicação, tradição e inovação na produção de vinhos. Premissas que concorrem para que os mesmos sejam servidos em cerca de uma centena de restaurantes em Bordéus, e estejam presentes em todo o mundo, desde a Tailândia a Nova Iorque.

Mantendo uma relação estreita com a família portuguesa, e também com a que vive no Brasil, José Rodrigues tem nos últimos anos apostado também no enoturismo, através da oferta de alojamento, espaços para seminários, reuniões e provas de vinhos. Simultaneamente tem procurado estreitar os laços com a comunidade luso-francesa, constituída por milhares de compatriotas, como por exemplo, através da iniciativa que ocorreu no ano transato, quando a associação “O Sol de Portugal” de Bordéus, no âmbito do seu 40.º aniversário organizou uma sessão de fotografias, seguida de uma prova de vinhos no Château Pont Saint-Martin.

Uma das figuras mais conhecidas da comunidade lusa em Bordéus, o exemplo de vida do produtor de vinho franco-português, José Rodrigues, que a breve trecho tem intenção de comprar uma quinta no Douro, uma zona vinícola portuguesa de eleição, recorda-nos a máxima do escritor renascentista francês Rabelais: “O vinho tem o poder de encher a alma de toda a verdade, de todo o saber e filosofia”.

RANCHO DAS LAVRADEIRAS DE SANTA MARTA DE PORTUZELO EXIBIU-SE PARA O DIRETOR DE TURISMO DE SUL DA FRANÇA EM 1954

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Ofício remetido do Porto e datado de 24 de Agosto de 1954, enviado pelo Dr. António Maria Pinheiro Torres, chefe da delegação do Secretariado Nacional da Informação, Cultura Popular e Turismo, ao Dr. José da Rocha Coelho, a agradecer a cedência da casa agrícola que possuía em Santa Marta de Portuzelo, para a exibição do Rancho das Lavradeiras dessa localidade, durante a visita ao norte do Diretor de Turismo do sul de França, o Comandante Marcel Prat.

Fonte: Arquivo Municipal de Ponte de Lima

EMIGRANTE ALTINA RIBEIRO APRESENTA EM FAFE O ROMANCE BIOGRÁFICO “DONA ZEZINHA – A VIDA SINGULAR DE UMA PROFESSORA”

O romance biográfico “Dona Zezinha – A vida singular de uma professora”, de Altina Ribeiro, natural de Chaves e emigrante em França há mais de meio século, é apresentado esta sexta-feira, 22 de Julho, pelas 21h30, no exterior da Biblioteca Municipal de Fafe, se o tempo o permitir, numa iniciativa do Município, no âmbito das atividades do Museu das Migrações.

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A anteceder, regista-se a atuação do Grupo de Cavaquinhos da AAPAEIF.

Este quarto livro de Altina Ribeiro é uma biografia de «Dona Zezinha», uma professora que ensinou entre Guarda e Sabugal no tempo da ditadura de Salazar. A história foi contada à escritora pelo filho da docente que, naquela altura, foi para França, a salto, para fugir à guerra colonial.

Em Fafe, será o primeiro lançamento do livro. Depois, será apresentado em Sabugal, Chaves e Lisboa.

Altina Ribeiro nasceu em São Vicente, uma aldeia do concelho de Chaves. Tinha apenas dois anos quando o seu pai emigrou para a França, a salto. Seis anos mais tarde, em 1969, o pai reúne toda a família em Paris.

Decorridos mais de trinta anos de vida em França, cresceu em Altina o desejo de contar a sua própria história em francês. Assim, a sua autobiografia «Le fado pour seul bagage» foi publicada em 2005.

Após este lançamento, outra emigrante, Alice Neto, que também queria partilhar a sua viagem de armadilhas, confiou-lhe alguns episódios da sua vida. Assim, a biografia «Alice au pays de Salazar» nasceu cinco anos depois.

Em Julho de 2011, saiu uma nova versão do seu primeiro livro «Le fado pour seul bagage”. Dado o interesse despertado pela sua obra, Altina Ribeiro traduziu-a e adaptou-a para português, sob o título “De São Vicente a Paris”.

A autora escreveu ainda a biografia do autor, compositor e intérprete Dan Inger dos Santos, co-escrita com o músico, sob o título “Trois notes de blues pour un fado - Dan Inger – À conversa com Altina Ribeiro”.

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FAMALICÃO: ALUNOS VENCEDORES DO FESTIVAL DE TEATRO AMADOR DEDICADO A MOLIÉRE VISITARAM BORDÉUS

Os alunos vencedores do Festival de Teatro Amador dedicado aos 400 anos do nascimento de Molière deslocaram-se a Bordéus, na França, de 10 a 14 de julho, no âmbito do prémio que conquistaram com a peça «Le Bourgeois Gentilhomme», em maio passado, no âmbito da iniciativa cultural que decorreu no Teatro Narciso Ferreira, em Riba de Ave, e que foi oferecido pelo E.Leclerc de Vila Nova de Famalicão.

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Em Bordéus, a turma A do 9.º ano do Agrupamento de Escolas Padre Benjamim Salgado foi recebida pelo Cônsul-Geral de Portugal, Mário Gomes, e usufruiu de um momento didático protagonizado por Manuel Dias, membro do Comité Nacional Francês Aristides Sousa Mendes, este último integrado no programa educativo e cultural «De Famalicão para o Mundo».

Nesta viagem, os cerca de 23 alunos de 13 e 14 anos contactaram de perto com o legado deixado pelo cônsul Aristides Sousa Mendes e visitaram aos principais monumentos e praças do centro da cidade de Bordéus seguindo o percurso UNESCO, a catedral de Santo André, a famosa praça da Bolsa com o seu espelho de água, bem como o Museu d'Aquitaine e o Grand Théâtre/Opéra de Bordeaux.

Recorde-se o festival de teatro amador ganho por esta turma resultou das Comemorações dos 400 Anos do Nascimento de Molière, iniciativa que Vila Nova de Famalicão acolheu e que contou com o apoio da Embaixada de França/Instituto Francês de Portugal, da Alliance Française Guimarães-Braga, da rede de distribuição E.Leclerc e do Festival Culturissimo.

COMENDADOR ARMANDO LOPES: UM DOS MAIS DESTACADOS EMPRESÁRIOS DA DIÁSPORA PORTUGUESA

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Foto: https://radioalfa.net/

  • Crónica de Daniel Bastos

Uma das marcas mais características das comunidades portuguesas espalhadas pelos quatro cantos do mundo é indubitavelmente a sua dimensão empreendedora, como corroboram as trajetórias de diversos compatriotas que criam empresas de sucesso e desempenham funções de relevo a nível cultural, social, económico e político.

Nos vários exemplos de empresários lusos da diáspora, cada vez mais percecionados como um ativo estratégico na promoção e reconhecimento internacional do país, destaca-se o percurso inspirador e de sucesso do comendador Armando Lopes.

Originário da freguesia de Urqueira, no concelho de Ourém, Armando Lopes, o mais velho de três irmãos, nasceu a 25 de Março de 1943 no seio de uma família modesta de agricultores. A morte precoce do pai, quando tinha 11 anos, desde cedo concorreu para que tivesse que lutar para manter o sustento do lar, forjando assim uma personalidade abnegada e profundamente comprometida com o trabalho. 

Próximo da maioridade, e em pleno início da Guerra do Ultramar (1961-1974), o jovem oureense, na esteira de milhares de compatriotas, impelido pela miséria rural, a ausência de liberdade e a procura de melhores condições de vida, partiu em direção à França. Principal destino da emigração portuguesa nos anos 60 e 70, e onde chegou no dia 3 de novembro de 1961, designadamente a Saint-Maur-des-Fossés, uma comuna a sudeste de Paris, começando desde logo a trabalhar na construção civil. 

Casado com Odete Lopes em 1964, grande suporte e companheira de vida, as capacidades extraordinárias de trabalho, mérito e perseverança, permitiram que uma década após a chegada ao território gaulês, Armando Lopes encetasse um percurso de empresário e empreendedor fulgurante, com investimentos em áreas ligadas aos transportes, à restauração, à extração de areias e movimentação de terras, e à construção.

A notável capacidade empreendedora do empresário de Ourém, radicado em França há mais de 50 anos, contribuíram para que Armando Lopes detenha 15 sociedades em França e três em Portugal (no ramo da construção civil) que dão emprego a 500 pessoas direta e indiretamente, e ostente no currículo o fornecimento de obras emblemáticas como a Eurodisney, as pirâmides do Louvre e o TGV.

O sucesso que o emigrante oureense alcançou ao longo do último meio século no mundo dos negócios, tem sido acompanhado de um apoio constante à comunidade luso-francesa. Destacando-se, a sua ligação umbilical a dois importantes símbolos da comunidade portuguesa em França, mormente, a Rádio Alfa, a emissora mais popular dos portugueses em Paris. E o clube de futebol Créteil-Lusitanos, uma base da diáspora lusa em França desde a década de 1970, que foi presidida por Armando Lopes entre 2002 e 2022.

Numa fase da vida em que tem procurado passar mais tempo com a família e dedicar-se a apoiar os filhos na gestão dos negócios familiares, o espirito empreendedor, a responsabilidade social e o referencial de envolvimento com a comunidade luso-francesa, foram distinguidos em maio de 1992, pelo então presidente da República Mário Soares, que lhe atribuiu uma Comenda. Três anos depois, em Lisboa, o comendador Armando Lopes alcançou da Associação Empresarial Portuguesa a medalha de reconhecimento de melhor empresário luso na Europa. E no alvorecer do séc. XXI, o antigo Presidente da República Francesa, Jacques Chirac, outorgou-lhe o grau de Cavaleiro da Legião de Honra.

Em 11 de junho de 2016, no âmbito das Comemorações do 10 de Junho junto da comunidade portuguesa em França, o comendador Armando Lopes, tornou-se o primeiro português vivo a dar nome a uma rua em França. Nesse dia foi inaugurada, em Cretéil, base dos seus escritórios nos arredores de Paris, a Rotunda Armando Lopes pelo primeiro-ministro, António Costa, pelo presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e pelos então, Ministro da Defesa, Azeredo Lopes, e Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro.

Entre os aspetos mais proeminentes do comendador Armando Lopes sobressai ainda o profundo apego às suas raízes. Em 1982, dinamizou a geminação das cidades de Leiria e de Saint- Maur-des-Fossés. No ano seguinte, para a rotunda que fica em frente do Edifício 2000, Armando Lopes encomendou ao escultor Fernando Marques, um conjunto escultórico de homenagem ao Emigrante, que ofereceu à cidade.

No decurso da década de 1990, o Município de Ourém atribuiu-lhe a medalha de mérito da cidade. E em 2018, no âmbito do projeto de recuperação do edifício da antiga Companhia Leiriense de Moagem, uma obra a cargo do grupo do empresário luso-francês, foi inaugurada na cidade de Leiria a Praça Comendador Armando Lopes pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa e pelo então Presidente da Câmara Municipal de Leiria, Raúl Castro, a que se associou o Presidente da Câmara de Créteil, Laurent Cathala.

Como salienta, José Manuel Dias Poças das Neves, em Comendador Armando Lopes, um ouriense cidadão europeu, o insigne empresário luso-francês que em 2017 dinamizou uma relevante campanha de recolha de fundos em favor das vítimas do incêndio de Pedrógão Grande, e que ainda no ano transato inaugurou em Leiria, um Parque de estacionamento para 155 carros, é “um dos portugueses mais influentes de França, ao longo da sua vida não se limitou a ser um empresário de sucesso mas, fiel às suas origens, dedicou-se a criar pontes entre Portugal, o seu país de origem e França, o seu país de acolhimento. Não há povos sem memória e, por isso, projectou a região de Ourém e de Leiria além fronteiras, criando laços de afectividade, de solidariedade e de empreendedorismo”.

CONDIÇÕES “DE EXCELÊNCIA” PERMITEM A VIANA DO CASTELO RECEBER L’ÉTAPE PORTUGAL BY TOUR DE FRANCE A 1 E 2 DE OUTUBRO

Viana do Castelo acolhe, dias 1 e 2 de outubro, a primeira edição da L’Étape Portugal, um evento de ciclismo para todos com a chancela oficial do Tour de France. A prova inclui três distâncias, arrancando do Centro Cultural no domingo, dia 2, e terminando junto ao Santuário Diocesano do Sagrado Coração de Jesus, no topo do Monte de Santa Luzia. A organização aponta para uma participação estimada de um milhar de atletas.

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De acordo com o Presidente da Câmara Municipal, Luís Nobre, “o Tour de France é uma marca global e, por isso, temos consciência de que este não é só mais um evento”. “Este é um evento que vai permitir promover o ciclismo, os hábitos de vida saudáveis, o desporto ao ar livre, o território, associando-nos a uma marca internacional que vai promover a nossa cidade e o nosso distrito”, realçou.

“Queremos que este seja um momento de festa e que deixe raízes da prática de ciclismo em Viana do Castelo, num momento que servirá igualmente para promoção do nosso território”, considerou o autarca, assegurando que esta prova “vai trazer o cheiro, o ambiente e a organização da Tour de France” à cidade.

António Queirós, da Podium Events, explicou que uma equipa técnica esteve durante três dias em Viana do Castelo para conhecer os trajetos que estão a ser preparados para as três distâncias previstas para a prova e as infraestruturas existentes na cidade. “Os representantes da Amaury Sports Organisation (A.S.O.) tiveram oportunidade de conhecer os trajetos e as infraestruturas, desde já o Centro Cultural que foi alvo de elogios pela qualidade da estrutura e pelo potencial que oferece em termos de organização de uma grande festa em torno do evento que se pretende que seja muito mais que um evento de ciclismo”, declarou.

“O que se pretende é que este evento seja um marco, um pontapé de saída para aquilo que será a celebração da Cidade Europeia do Desporto em 2023. Queremos que a marca Tour de France, conhecida em todo o mundo, seja motivo para reunião, para congregação, para uma grande festa em torno da bicicleta em Viana do Castelo”, assumiu o responsável, recordando que a prova francesa é o segundo evento desportivo mais reconhecido em todo o mundo.

“Viana do Castelo fica, assim, no mapa mundial das cidades e dos países que acolhem estes eventos em todo o mundo”, realçou, explicando que o L’Étape estará, em 2022, presente em 20 países, sendo a edição portuguesa na cidade alto-minhota.

De acordo com António Queirós, “a abordagem de proximidade a Espanha não é esquecida, pretendendo cativar-se atletas espanhóis”. “Este é um percurso caraterizado pela montanha e a própria chegada a Santa Luzia é a cereja no topo do bolo que vai permitir que o desafio tenha dentro dele um desafio final com uma subida de 3 quilómetros tão emblemática. O próprio piso, em paralelo, será um desafio. Esta opção vai permitir ainda que, no final, todos tenham a sua fotografia em Santa Luzia, que é não só um postal de Viana do Castelo, mas também de Portugal”, frisou o representante da Podium Events.

Já Kévin Quiniou, responsável internacional da L’Étape na Europa, explicou que “esta série L’Étape foi criada para que as pessoas de fora de França possam viver a experiência do Tour de France”. “Em Viana do Castelo há forte cultura desportiva e, por isso, é a localização perfeita para acolher este evento dada a experiência existente e a nomeação para Cidade Europeia do Desporto em 2023”, assegurou.

“O percurso que vimos é fantástico, com paisagens com dificuldade. A chegada vai ser mítica, a Santa Luzia, num momento de apoteose para o final da prova. Acreditamos que este evento vai contribuir para a divulgação do território e para a valorização de Viana do Castelo, atraindo ciclistas nacionais e também internacionais”, indicou.

O conceito passa por trazer “a magia do Tour de France” a Viana do Castelo, sendo que os vencedores terão oportunidade de subir a um pódio “tal e qual a prova original”. Mesmo as camisolas dos vencedores (montanha, sprint, sub-23 e vencedor geral) serão semelhantes às do Tour de France.

Nesta edição em Viana do Castelo irão ser homenageados os 33 ciclistas portugueses que já participaram na Tour de France, conquistando 14 etapas em todas as edições, e serão ainda apresentadas peças museológicas da Volta à França.

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VIANA DO CASTELO DÁ OS PRIMEIROS PASSOS DE GEMINAÇÃO COM COLOMBES (FRANÇA)

O Vereador da Cultura da Câmara Municipal, Manuel Vitorino, visitou, no passado fim-de-semana, Colombes, em França, para os primeiros passos da geminação entre Viana do Castelo e a localidade situada na região administrativa da Ilha-de-França, nos arredores de Paris.

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Durante a visita, Manuel Vitorino reuniu na Câmara Municipal de Colombes com o Presidente da Câmara Municipal Patrick Chaimovitch e com o Vereador da Cooperação internacional, Adda Bekkouche. O responsável teve, assim, oportunidade de se encontrar com técnicos de apoio às associações colombenses e com o Gabinete da Cooperação Internacional para troca de informações sobre a geminação. 

O vereador vianense marcou ainda presença na sessão inaugural da Festa da Cereja, que aconteceu em frente ao edifício da Câmara Municipal de Colombes, e que contou a presença de inúmeros cidadãos e associações locais.

Diz-se que há uma geminação quando duas cidades decidem unir-se através de um protocolo oficial, para levar a termo ações de intercâmbio nos mais diversos sectores de interesse comum. O primeiro objetivo de uma geminação é o conhecimento mútuo e a realização de atividades que materializam esta vontade.

De recordar que Viana do Castelo tem, neste momento, geminações e relações de cooperação com Cabedelo (Paraíba, Brasil), Igarassu (Pernambuco, Brasil), Hendaye (França), Porto Seguro (Brasil), Itajaí (Brasil), Lugo (Espanha), Lancaster (Reino Unido), Ziguinchor (Senegal), Cacheu (Guiné-Bissau), Riom (França), Aveiro (Portugal), Matola (Moçambique), Alagoas (Brasil), Viana Maranhão (Brasil), Rio de Janeiro (Brasil) e com a Associação de Municípios da Ilha de Santo Antão (Cabo Verde) e Pessac (França).

PRESIDENTE DO MUNICÍPIO BRACARENSE REÚNE COM EX-PRIMEIRO MINISTRO FRANCÊS

Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, reuniu hoje, dia 23 de Maio, com o ex-primeiro-ministro Francês Manuel Valls nos Paços do Concelho.

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Manuel Valls é actualmente candidato às eleições legislativas no círculo eleitoral que abrange Portugal pelo partido 'República em Marcha'. As eleições em França decorrem a 12 e 19 de Junho.

Durante a reunião foram abordados diversos temas relacionados com a comunidade francesa a viver em Braga e com o desenvolvimento da relação entre Braga e França. Foi ainda assumida pelos dois intervenientes a intenção de reforçar os laços entre os territórios em diversas áreas.

Na ocasião, Ricardo Rio sublinhou que Braga é hoje um motor do crescimento e da inovação da economia portuguesa e deu o exemplo de sucesso da multinacional francesa Webhelp, que se instalou na Cidade e em pouco tempo obteve excelentes resultados.

O Edil referiu ainda que a Cidade oferece todas as condições e oportunidades para as pessoas encontrarem facilmente centros de conhecimento e empregos que permitam progredir nas suas carreiras, aliando a isso elevados padrões de qualidade de vida, pelo que Braga está de portas abertas para receber da melhor forma os cidadãos franceses e atrair investimento empresarial francês.

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