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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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HISTORIADOR DANIEL BASTOS VAI A FRANÇA APRESENTAR LIVRO SOBRE GÉRALD BLONCOURT

Paris vai ser palco de apresentação de livro sobre Gérald Bloncourt e o nascimento da democracia portuguesa

No próximo dia 2 de maio (quinta-feira), é apresentado em Paris o livro Gérald Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”.

A obra, concebida pelo historiador português Daniel Bastos a partir do espólio de Gérald Bloncourt, um dos grandes nomes da fotografia humanista recentemente falecido na capital francesa, é apresentada às 18h30 no Consulado Geral de Portugal em Paris.

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O historiador Daniel Bastos (ao centro) foi em 2015 o responsável pela realização do livro de Gérald Bloncourt (dir.) “O olhar de compromisso com os filhos dos Grandes Descobridores”, que retrata a emigração portuguesa para França nos anos 60 e 70, e que contou com prefácio de Eduardo Lourenço e tradução de Paulo Teixeira (esq.)

A apresentação da obra, uma edição trilingue (português, francês e inglês) com tradução de Paulo Teixeira, e prefácio do coronel Vasco Lourenço, presidente da Direção da Associação 25 de Abril, estará a cargo do livreiro e editor João Heitor.

Neste novo livro, realizado com o apoio da Associação 25 de Abril, uma das instituições de referência do Portugal democrático, Daniel Bastos revela uma parte pouco conhecida do espólio de Gérald Bloncourt, afamado fotógrafo que imortalizou a emigração portuguesa em França nos anos 60 e 70, mas que foi também um espectador privilegiado da explosão de liberdade que tomou conta do país após a Revolução de 25 de Abril de 1974.

Através de imagens até aqui praticamente inéditas, o investigador cujo percurso tem sido alicerçado no seio da Lusofonia, aborda factos históricos que medeiam a Revolução dos Cravos e a celebração do Dia do Trabalhador na capital portuguesa. Designadamente, a chegada do histórico líder comunista Álvaro Cunhal ao Aeroporto de Lisboa, a emoção do reencontro de presos políticos e exilados com as suas famílias, o caráter pacífico e libertador da Revolução de Abril, e as celebrações efusivas do 1.º de Maio de 1974, a maior manifestação popular da história portuguesa.

A publicação do livro, que contou com a colaboração de Isabelle Repiton, viúva de Gérald Bloncourt, e é enriquecida com memórias e testemunhos do fotojornalista franco-haitiano, representa cerca de meio século após a Revolução de Abril um novo contributo e oportunidade para revisitar a génese da democracia portuguesa.

Segundo Vasco Lourenço, esta obra ilustrada pela lente humanista de Bloncourt, fotógrafo que em 2016 foi agraciado pelo Presidente República Portuguesa com a Ordem do Infante D. Henrique, constitui uma viagem ao “tempo dos sonhos cheios de esperança, da afirmação da cidadania, da construção de uma sociedade mais livre e mais justa, do fim e do regresso de uma guerra sem sentido com a ajuda ao nascimento de novos países independentes, onde a língua portuguesa continuou a ser o principal factor congregador”.

Refira-se que a apresentação do livro realiza-se simbolicamente 45 anos depois do regresso, a 2 de maio de 1974, de Bloncourt da capital portuguesa a Paris, após fotografar os primeiros dias de liberdade em Portugal. E que, em função disso, a sessão, que conta com o apoio da Associação Memória das Migrações, constitui a título póstumo, uma homenagem a Gérald Bloncourt, um homem que amou e honrou os portugueses.

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HISTORIADOR FAFENSE DANIEL BASTOS APRESENTOU EM LISBOA NOVO LIVRO SOBRE GÉRALD BLONCOURT E O NASCIMENTO DA DEMOCRACIA PORTUGUESA

Na passada terça-feira, dia 16 de abril, foi apresentada na capital portuguesa o livro Gérald Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”.

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O historiador Daniel Bastos (o primeiro a contar da esquerda), na sessão de apresentação do livro trilingue “Gérald Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”, na sede Associação 25 de Abril em Lisboa, acompanhado do coronel Vasco Lourenço, e do tradutor Paulo Teixeira (à direita).

A obra, concebida e realizada pelo historiador Daniel Bastos a partir do espólio fotográfico de Gérald Bloncourt, um dos grandes nomes da fotografia humanista recentemente falecido em Paris, e prefaciada pelo coronel Vasco Lourenço, presidente da Direção da Associação 25 de Abril, foi apresentada na sede da instituição de referência do Portugal democrático.

A sessão muito concorrida foi abrilhantada com canções de abril interpretadas pelo artista musical Manuel Jorge, e contou com a presença de militares de abril, políticos, antigos exilados políticos, dirigentes associativos, órgãos de comunicação social da diáspora e conterrâneos do investigador da nova geração de historiadores portugueses, como o conhecido comentador noticioso, Luís Marques Mendes.

A sessão de apresentação esteve a cargo do militar de abril e presidente da Direção da Associação 25 de Abril, Vasco Lourenço, que assegurou que a obra ilustrada pela lente humanista de Bloncourt, constitui uma viagem ao “tempo dos sonhos cheios de esperança, da afirmação da cidadania, da construção de uma sociedade mais livre e mais justa, do fim e do regresso de uma guerra sem sentido com a ajuda ao nascimento de novos países independentes, onde a língua portuguesa continuou a ser o principal fator congregador”. Segundo o mesmo a apresentação do livro é “uma das melhores formas de iniciar as comemorações do 45.º aniversário do 25 de Abril”.

Neste novo livro, realizado com o apoio da Associação 25 de Abril, Daniel Bastos revela uma parte pouco conhecida do espólio de Gérald Bloncourt, afamado fotógrafo que imortalizou a emigração portuguesa, mas que foi também um espectador privilegiado da explosão de liberdade que tomou conta do país após a Revolução de 25 de Abril de 1974.

Através de imagens até aqui praticamente inéditas, o historiador cujo percurso tem sido alicerçado no seio da Lusofonia, aborda factos históricos que medeiam a Revolução dos Cravos e a celebração do Dia do Trabalhador na capital portuguesa. Como a chegada do histórico líder comunista Álvaro Cunhal ao Aeroporto de Lisboa, a emoção do reencontro de presos políticos e exilados com as suas famílias, o caráter pacífico e libertador da Revolução de Abril, e as celebrações efusivas do 1.º de Maio de 1974, a maior manifestação popular da história portuguesa.

Refira-se que a edição da obra deveu-se em grande parte ao mecenato de empresas da diáspora que partilham uma visão de responsabilidade social e um papel de apoio à cultura, e que no dia 2 de maio, às 18h30, o livro será apresentado no Consulado Geral de Portugal em Paris, junto da numerosa comunidade portuguesa em França.

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EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA “JANELAS PRÁ CIDADE”: MIGUEL LOURO ESTÁ EM VIANA, NA ORDEM DOS MÉDICOS

O tema é a cidade de Braga, a sua monumentalidade e os seus recantos, que Miguel Louro captou pacientemente, com a visão própria de um artista que fez da fotografia uma das suas paixões maiores, não só ao nível da recolha das imagens, mas também no tratamento destas em laboratório, com técnicas avançadas.

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A arte da fotografia está, em boa medida, na sensibilidade e persistência na captação dos melhores espaços, dos melhores ângulos e no registo dos bons momentos. Não se iluda quem julga que fotografar bem é só premir o botão da máquina e fazer o registo de cada ocasião. O bom fotógrafo sabe captar a vida em movimento, fixando o que gravita à nossa volta, quer sejam coisas ou pessoas e, fundamentalmente, o estado de espíritos destas. Um bom registo fotográfico, tendo em conta momentos e contextos, ficará para a história como marco indelével do tempo.

Miguel Louro tem um longo passado de dedicação à fotografia, com forte incidência no preto e branco. A sua produção vai sendo mostrada um pouco por toda a parte, quer em exposições quer em livros editados ou em publicações diversas. No dia 23 de março inaugurou mais uma mostra e de novo na galeria da Ordem dos Médicos em Viana. O ato de abertura foi ocasião para que o autor falasse do seu trabalho com a segurança própria dos Mestres e, especialmente, das técnicas utilizadas na produção das suas imagens no laboratório de que dispõe. Platinotipia é o processo de impressão que utiliza, uma técnica fotográfica patenteada em 1873 por William Willis.  

A principal vantagem desta técnica é a impregnação de sais de platina/paládio, divididos finamente na fibra do papel ou de outro suporte, permitindo que a imagem dure o mesmo tempo que o suporte no qual é gravado. Trata-se de um processo que exige uma luz ultravioleta forte, obrigando a que o negativo seja do mesmo tamanho que a fotografia desejada. Acresce que Miguel Louro utiliza como base um compósito (fabrico particular) que tem como componente principal a seda, e que dá à fotografia uma durabilidade mínima de 100 anos.

Miguel Louro nasceu na Póvoa do Varzim e reside em Braga. É Médico Especialista em Medicina no Trabalho, mas, para além da sua ocupação principal, vive a fotografia de forma permanentemente enamorada. Os amantes desta arte e o público em geral têm aqui, até ao próximo dia 9, a oportunidade de se confrontarem com um trabalho deveras enriquecedor. A Galeria da Ordem do Médicos, sita na Rua da Bandeira, 472, está aberta ao público às terças e quintas-feiras, das 17, 30 às 19, 30 horas e aos sábados, das 9,00 às 13,00 horas.

Gonçalo Fagundes Meira

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HISTORIADOR DANIEL BASTOS APRESENTA EM LISBOA OBRA DE GÉRALD BLONCOURT

Livro sobre Gérald Bloncourt e o nascimento da democracia portuguesa apresentado em Lisboa

No próximo dia 16 de abril (terça-feira), é apresentada em Lisboa a obra Gérald Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”.

O livro, concebido pelo historiador Daniel Bastos a partir do espólio singular de Gérald Bloncourt, um dos grandes nomes da fotografia humanista recentemente falecido em Paris, é apresentado às 18h00 na Associação 25 de Abril.

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O historiador Daniel Bastos (ao centro) foi em 2015 o responsável pela realização do livro de Gérald Bloncourt (dir.) “O olhar de compromisso com os filhos dos Grandes Descobridores”, que retrata a emigração portuguesa para França nos anos 60 e 70, e que contou com prefácio de Eduardo Lourenço e tradução de Paulo Teixeira (esq.)

A apresentação da obra, uma edição trilingue (português, francês e inglês) com tradução de Paulo Teixeira, e prefácio do coronel Vasco Lourenço, estará a cargo do militar de abril e presidente da Direção da Associação 25 de Abril.

Neste novo livro, realizado com o apoio da Associação 25 de Abril, uma das instituições de referência do Portugal democrático, Daniel Bastos revela uma parte pouco conhecida do espólio de Gérald Bloncourt, afamado fotógrafo que imortalizou a emigração portuguesa em França nos anos 60 e 70, mas que foi também um espectador privilegiado da explosão de liberdade que tomou conta do país após a Revolução de 25 de Abril de 1974.

Através de imagens até aqui praticamente inéditas, o investigador cujo percurso tem sido alicerçado no seio da Lusofonia, aborda factos históricos que medeiam a Revolução dos Cravos e a celebração do Dia do Trabalhador na capital portuguesa. Designadamente, a chegada do histórico líder comunista Álvaro Cunhal ao Aeroporto de Lisboa, a emoção do reencontro de presos políticos e exilados com as suas famílias, o caráter pacífico e libertador da Revolução de Abril, e as celebrações efusivas do 1.º de Maio de 1974, a maior manifestação popular da história portuguesa.

A publicação da obra, que contou com a colaboração de Isabelle Bloncourt, e é ainda enriquecida com memórias e testemunhos do fotojornalista franco-haitiano, representa cerca de meio século após a Revolução de Abril um novo contributo e oportunidade para revisitar a génese da democracia portuguesa. Assim como, um dever de memória e um contributo cívico que procura dar vida à democracia através da importância da história na compreensão do presente e na construção do futuro.

Segundo Vasco Lourenço, este livro ilustrado pela lente humanista de Bloncourt, fotógrafo que em 2016 foi agraciado com a Ordem do Infante D. Henrique, pelo Presidente da República, constitui uma viagem ao “tempo dos sonhos cheios de esperança, da afirmação da cidadania, da construção de uma sociedade mais livre e mais justa, do fim e do regresso de uma guerra sem sentido com a ajuda ao nascimento de novos países independentes, onde a língua portuguesa continuou a ser o principal factor congregador”.

Refira-se que a edição da obra deveu-se em grande parte ao mecenato de empresas da diáspora, que partilham uma visão de responsabilidade social e um papel de apoio à cultura, e que ao longo do ano estão agendadas várias sessões de apresentação do livro no território nacional e junto das comunidades portuguesas no mundo.

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CASA DA CULTURA DE MELGAÇO EXPÕE “O RIO MINHO É VIDA”

Uma mostra composta por fotografias e esculturas de pesqueiras e lampreias do Rio Minho

A exposição decorre até dia 13 de abril

“O Rio Minho é Vida” é a mais recente mostra da Casa da Cultura de Melgaço. Composta por 45 fotografias (do espólio da Câmara Municipal) e 17 esculturas de pesqueiras e lampreias do Rio Minho (da autoria do artesão Vicente López Martínez, de Arbo), a exposição pretende dar a conhecer as emblemáticas construções, património cultural e paisagístico do Rio Minho, bem como as técnicas de pesca da Lampreia. Uma pesqueira e uma batela em tamanho real integram também a exposição, patente até dia 13 de abril.

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A origem da construção das pesqueiras do Rio Minho perde-se na História: as primeiras referências documentadas são do séc. XI. Já eram utilizadas pelos romanos para a pesca daquela que é considerada uma das maiores iguarias do Rio Minho: a Lampreia. Testemunham saberes ancestrais na escolha dos melhores sítios para a sua implementação, na sua orientação em relação às correntes do rio, no processo de trabalhar a pedra e erguer os muros, na escolha das redes mais adequadas e, ainda, no sistema de partilha comunitária do seu uso.

O momento oficial da inauguração acontecerá no dia 25 de março, pelas 16h, e contará com a presença do artesão Vicente López Martinez.

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PAREDES DE COURA PROMOVE PAISAGEM

‘Viagens Na Minha Terra’. Laboratório de fotografia | Paredes de Coura

A matéria imagética proporcionada pela Paisagem de Paredes de Coura, bem como as ligações de afinidade criadas entre a dimensão do território, da palavra e da imagem são o ponto de partida para o laboratório de fotografia ‘Viagens Na Minha Terra’, integrado no pré-programa do REALIZAR:poesia 2019 que acontece em Paredes de Coura.

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Nesta ‘masterclass’ com Augusto Brázio e Nelson d’Aires, que decorre ao longo de oito datas até 31 de março e com o apoio do Município de Paredes de Coura, serão realizados e selecionados trabalhos dos formandos fotógrafos, para serem posteriormente apresentados ao público num evento integrado na programação do REALIZAR:poesia 2019.

O programa do laboratório parte de um conjunto de assuntos determinantes para a produção fotográfica e de um projeto pessoal. Cada assunto será lecionado pelos fotógrafos Augusto Brázio e Nelson d’Aires, de acordo com a sua reconhecida experiência nos âmbitos temáticos a desenvolver.

A juntar à possibilidade de compreender os aspetos próprios da fotografia, o conjunto das sessões do laboratório permitirá a construção de projetos pessoais, reforçados pelo contacto e pela partilha permanentes entre os formandos e os fotógrafos autores envolvidos neste programa.

Entre todos os formandos serão selecionadas fotografias, que posteriormente serão entregues a alguns dos poetas que passarão pelo REALIZAR:poesia, para que estes desenvolvam matéria literária a partir das fotografias escolhidas. A apresentação pública das fotografias, com leitura dos poemas, acontecerá num evento que fará parte da programação do REALIZAR:poesia 2019, a acontecer entre os dias 25 e 28 de Abril.

Recorde-se que Paredes de Coura é o primeiro e único município do país até ao momento a dispor de um Plano de Paisagem, que depois de já ter sido apresentado no “European Landscape Forum 2018 – Civilscape”, na Alemanha, perante o auditório internacional no Conselho da Europa do qual faziam parte Michel Prieur e Michael Dower, ambos redatores da atual Convenção Europeia da Paisagem, foi também mais recentemente distinguida com a menção honrosa no âmbito do Prémio Nacional de Paisagem atribuído pelo Ministério do Ambiente.

BRAGA INAUGURA EXPOSIÇÃO DO CONCURSO DE FOTOGRAFIA

Inauguração da exposição do XV Concurso Municipal de Fotografia. Hoje, Quinta-feira, dia 14 de Fevereiro, pelas 17h00, na Fonte do Ídolo, Braga

O Município de Braga inaugura a exposição dos trabalhos do XV Concurso Municipal de Fotografia, em sessão que terá lugar hoje, Quinta-feira, dia 14 de Fevereiro, às 17h00, na Fonte do Ídolo, em Braga.

Marcelo Gonçalves Marques foi o vencedor do concurso que teve como tema ‘As Lojas com História’. Desenvolvido pelo Município de Braga, esta edição visou a identificação de estabelecimentos localizados no Concelho, com características de antiguidade, tradição, autenticidade e que contribuem para destacar a identidade da Cidade e da qualidade da paisagem social e económica de Braga

O júri decidiu, também, atribuir menções honrosas a Anabela Esteves e Eva Antunes, reconhecendo que os seus trabalhos corporizavam significativo mérito e qualidade, manifestando coerência e unidade no conjunto do trabalho apresentado. Nesta edição, foi ainda atribuído o Prémio Especial do Júri a Abel Antunes, considerando que a foto distinguida revela singularidade e sentido estético estimulando a observação.

GÉRALD BLONCOURT HOMENAGEADO NO FESTIVAL INTERNACIONAL DE FOTOGRAFIA DE AVINTES

O início do presente mês de fevereiro assinalou o arranque da 6.ª edição do iNstantes – Festival Internacional de Fotografia de Avintes, um dos eventos culturais mais importantes de Portugal que decorre até 3 de março.

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A contar da direita, o historiador Daniel Bastos, acompanhado do fotógrafo Pereira Lopes, organizador do festival iNstantes, no decurso da conferência da homenagem a Gérald Bloncourt

 

Enriquecendo-se com diversas propostas dentro do mundo da fotografia artística, conceptual e de autor, a iniciativa cultural promove este ano 26 exposições de fotógrafos de 11 países (Portugal, Espanha, Brasil, Colômbia, França, Suíça, Grécia, Roménia, Haiti, Indonésia e Macau).

No conjunto dos trabalhos patentes, destaca-se a exposição “O Olhar de Compromisso com os Filhos dos Grandes Descobridores”, do fotógrafo Gérald Bloncourt, um dos grandes nomes da fotografia humanista, recentemente falecido em Paris, e cujas imagens imortalizam a história da emigração portuguesa para França.

No decurso da programação do festival, o trabalho e percurso de vida do fotógrafo franco-haitiano, que nas Comemorações do 10 de Junho de 2016 em Paris recebeu do Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, a ordem de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique, foi no dia 8 de fevereiro homenageado através de uma conferência proferida pelo historiador Daniel Bastos. O investigador da nova geração de historiadores lusos, caraterizou Gérald Bloncourt como “uma personalidade ímpar que durante várias décadas do séc. XX fotografou a vida dos descendentes dos grandes descobridores do mundo, em França e em Portugal. Um homem que amou e honrou os portugueses”.

Refira-se, que o historiador cujo percurso tem sido alicerçado no seio das comunidades portuguesas, e que em 2016 lançou o livro sobre a emigração portuguesa em França a partir do espólio de Gérald Bloncourt, está neste momento a ultimar uma nova obra sobre o consagrado fotógrafo dedicado a um outro período marcante da história contemporânea portuguesa. Designadamente a Revolução de Abril de 1974 da qual Bloncourt foi um espectador privilegiado, e cujas imagens praticamente inéditas revisitam a génese da democracia portuguesa, estando o lançamento oficial marcado para abril e maio deste ano no território nacional e lusófono.

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CENTRO DE ESTUDOS REGIONAIS EXPÕE FOTOGRAFIA SOBRE ETNOGRAFIA DO BARROSO

A sombra do tempo: Exposição de fotografia etnográfica organizada pelo Centro de Estudos Regionais

Entre os dias 7 e 15 de fevereiro estará patente na Galeria da Santa Casa de Misericórdia de Viana do Castelo a exposição “A sombra do tempo – Itinerários narrativos de memórias de lugares. Covas do Barroso (Boticas)”, de Pedro Pereira e Mário João Braga, organizada pelo Centro de Estudos Regionais.

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De acordo com os autores, A sombra do tempo é uma exposição de fotografia etnográfica que se arquiteta numa sequência de quadros etnográficos que se constituem como uma proposta de itinerário narrativo patrimonial de Covas do Barroso (Boticas). Sugere-se partir de um quadro inicial, expresso numa singela marca primeva (a sombra do tempo) que, por contágio etnográfico, dialogará com outros quadros, compostos por outras marcas culturais, procurando desenhar uma geografia narrativa do património cultural de Covas do Barroso (Boticas).

A exposição, cuja abertura da exposição ocorrerá no dia 7 de fevereiro, às 17.00 horas, é organizada pelo Centro de Estudos Regionais, associação cultural com sede em Viana do Castelo, correspondendo aos seus propósitos de divulgação do património e de projetos que contribuam para a reflexão em torno da sua relevância para o desenvolvimento e sustentabilidade dos territórios e das comunidades.

A entrada é livre.

A direção do Centro de Estudos Regionais

CONCURSO DE FOTOGRAFIA EM BRAGA JÁ TEM VENCEDORES

Conhecidos os vencedores do XV Concurso Municipal de Fotografia. Trabalhos darão lugar a exposição na Fonte do Ídolo

Marcelo Gonçalves Marques foi o grande vencedor da XV edição do Concurso Municipal de Fotografia, que teve como tema ‘As Lojas com História’. Desenvolvido pelo Município de Braga, esta edição visou a identificação de estabelecimentos localizados no Concelho, com características de antiguidade, tradição, autenticidade e que contribuem para destacar a identidade da Cidade e da qualidade da paisagem social e económica de Braga.

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Após analisar os trabalhos a concurso, o júri decidiu, também, atribuir Menções Honrosas a Anabela Esteves e Eva Antunes, reconhecendo que os seus trabalhos corporizavam significativo mérito e qualidade, manifestando coerência e unidade no conjunto do trabalho apresentado. O júri entendeu ainda, atribuir o Prémio Especial do Júri a Abel Antunes, considerando que a foto distinguida revela singularidade e sentido estético estimulando a observação.

Nesta edição foram distribuídos mil euros em prémios e distinções e incluirá a habitual exposição pública, a inaugurar em 14 de Fevereiro na Fonte do Ídolo, na qual estarão patentes os trabalhos premiados pelo Júri, bem como fotografias dos vários concorrentes.

O júri entendeu por unanimidade renovar o voto de reconhecimento e louvor à participação no concurso de utentes do Centro D. João Novais e Sousa, instituição que acolhe e apoia Pessoas com deficiência mental e cuja participação vem conferindo a esta iniciativa uma verdadeira dimensão social, genuinamente inclusiva.

O concurso teve por base a utilização de máquinas analógicas descartáveis, mantendo assim viva uma tecnologia fotográfica hoje muito pouco utilizada, possibilitando aos mais jovens um primeiro contacto com a mesma.

O tema proposto visou despertar o interesse e a sensibilidade dos concorrentes relativamente às Lojas com História, na perspectiva de realçar a importância histórica, cultural e social da actividade desenvolvida por estes estabelecimentos ao longo de muitas décadas, e a respectiva afirmação enquanto valores e símbolos de fulcral importância para a identidade, singularidade e autenticidade de Braga. Por outro lado, esta edição visou contribuir para a promoção das actividades económicas desenvolvidas por aquelas lojas e, simultaneamente, sensibilizar e dar a conhecer os valores patrimoniais inerentes á arquitectura e desenho de interiores daqueles espaços, bem como toda a riqueza e características únicas dos produtos e saberes que proporcionam aos clientes e visitantes experiências únicas, que se constituem como uma imagem de marca de Braga.

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GRUPO FOLCLÓRICO DA UNIVERSIDADE DO MINHO EVOCA "MEMÓRIAS D'ALDEIA"

Museu Pio XII recebe exposição «Memórias d’aldeia»

Grupo Folclórico da Universidade do Minho promove mais um dos 25 momentos de comemoração dos seus 25 anos.

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Na reta final das comemorações dos 25 anos do Grupo Folclórico da Universidade do Minho, no próximo sábado, dia 26 de janeiro, será inaugurada a exposição “Memórias d’aldeia”, pelas 17h30min, no Museu Pio XII, em Braga, através de uma visita guiada gratuita.

Esta exposição pretende retratar e reavivar tradições d’outrora como a romaria, a casa minhota ou os cenários do trabalho rural.

A exposição “Memórias d’aldeia” estará patente de 26 de janeiro a 9 de fevereiro, de terça a domingo, no horário 9h30min-12h30min e 14h30min-18h. A entrada tem um custo de 2 € (1 € para grupos).

As comemorações dos 25 anos do Grupo Folclórico da Universidade do Minho terminam no dia 10 de fevereiro, pelas 16h, no Espaço VITA, com o espetáculo “À moda do Minho”.

P’lo GFUM,

Catarina Cubo

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FAFE APRESENTA EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA

Biblioteca Municipal de Fafe acolhe Exposição 'Rosa dos Ventos'

Para consolidar conteúdos geográficos, os alunos do 7º ano do Agrupamento de Escolas Professor Carlos Teixeira, Turmas - A, B, C, D, F e G, de Fafe - A e B de Silvares, orientados pelas Professoras de Geografia, Fernanda Neto, Sara Costa e Orlanda Ferreira, envolveram-se com a “Rosa dos Ventos” e criaram trabalhos com engenho e arte.

Formaram um puzzle digno de ser visto ou como diria o Eça de Queirós: “ é um resumo da natureza feito pela imaginação” geográfica.

Deram vida nova a materiais recicláveis, alguns com grande impacto natural, para apelar à urgência de preservar o ambiente, valor essencial que a escola deve transmitir.

Estes trabalhos, também, envolveram Encarregados de Educação na sua construção, que depois de avaliados nas aulas, encontram-se expostos na Biblioteca Municipal de 10 a 31 de janeiro para que a comunidade em geral possa sentir o pulsar das atividades escolares.

Estão de parabéns todos os que se empenharam nesta atividade: alunos e professores, familiares, funcionários da Biblioteca Municipal, pelo contributo dado visando o cumprimento dos objetivos definidos, promovendo a ligação escola/meio.

Num mundo global, caótico, cheios de incertezas e indefinições, esta iniciativa pode perspetivar novos rumos e novas parcerias.

TERESA RICCA INAUGUROU HOJE EM BRAGA EXPOSIÇÃO DE PINTURA E FOTOGRAFIA SUBORDINADA AO TEMA “A PEDRA DAS MINHAS RAÍZES”

Teve hoje lugar no Palácio do Raio, em Braga, a cerimónia de inauguração da exposição da artista Teresa Ricca contou com a presença do Vice-Presidente da Câmara Municipal de Braga, do Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Braga, e do respectivo Presidente da Mesa da Assembleia Geral desta instituição.

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De acordo com a artista, esta exposição de pintura e fotografia apresentou “detalhes da minha cidade, da cidade que me viu nascer, da cidade que me formou, da cidade que vejo mudada dia após dia, mas que ainda conserva muito do meu mundo. Trabalhos em que misturo o real fotografado com a pintura das minhas emoções.”

A vida de Teresa Ricca começou em Braga nos anos sessenta. A formação artística, pouco depois, no curso de “Desenho têxtil e arte dos tecidos” na Escola Carlos Amarante. A actividade criativa tornou-se imperiosa e leva-a, eleger as tintas e os pincéis, e mais tarde a máquina fotográfica, como canais privilegiados para o seu trabalho. A dominante comum a todo o seu percurso está na constante procura de formas e recursos técnicos.

Durante muitos anos, o seu trabalho fechava-se em espaços particulares, mas desde 2009 com o primeiro convite para integrar a bienal d’ArtVez que se tem apresentado de forma regular em espaços públicos, quer por participar em iniciativas colectivas quer com exposições individuais tanto de pintura como de fotografia.

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Apoiando a sua mais recente obra nos espaços saudosos da infância – mas sempre presentes na vivência da cidade bimilenar – Teresa Ricca quer partilhar com o público a “Pedra das minhas raízes”, título que dá o mote à exposição.

Solicitadora por formação, a primeira incursão artística foi com o curso de “Desenho têxtil e arte dos tecidos”, na Escola Carlos Amarante. A actividade criativa tornou-se imperiosa e levou-a a eleger as tintas e os pincéis, e mais tarde a máquina fotográfica, como canais privilegiados para o seu trabalho. A dominante comum a todo o seu percurso está na constante procura de formas e recursos técnicos multidisciplinares.

Durante muitos anos, o seu trabalho fechava-se em espaços particulares, mas desde 2009 que se tem apresentado de forma regular em espaços públicos, quer por participar em iniciativas colectivas quer com exposições individuais (tanto de pintura como de fotografia).

Desde 2017 é membro da Direcção da Cooperativa Artistas de Gaia e responsável pelo Polo de Braga da 3ª Bienal Internacional de arte de Gaia.

Presentemente, a imaginativa e polivalente artista bracarense frequenta a licenciatura de Artes Plásticas e Tecnologias Artísticas, no Instituto Politécnico de Viana do Castelo.

Destarte, será uma honra contar com a presença dos V/ profissionais, no dia 12 Janeiro, às 15h00, permitindo que o Palácio do Raio partilhe com o mundo as cores e as imagens da cidade Augusta.

Percurso da artista plástica Teresa Ricca

2018 – Artista convidada para o Instantes – Festival Internacional de Fotografia de Avintes. Participação em exposição individual com o título “HÁ MUITO MAR, EM TERRA”.

2018 – Artista convidada para o projecto/revista anual PELÍKULA – Exposição/lançamento - no Teatro Nery - Matosinhos.

2018 - Participação na Exposição coletiva de fotografia “Para lá do muro há vida” – Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa - Braga

2018 – Participação na Exposição coletiva “Biblioteca” – Artistas de Gaia – Biblioteca Municipal de Vila Nova de Gaia

2018 – Participação na exposição de artes plásticas da “Divesexcity” - Galeria Geraldes da Silva, Porto

2018 - Exposição individual de pintura "Mulheres com história(s)" - Casa Museu de Monção / Universidade do Minho

2018 - Participação por convite na 16ª edição "ARTIS" - Casa das Artes – Seia

2018 - Participação por convite com quatro trabalhos na colectiva 30x30, Galeria Geraldes da Silva, Porto

2018 - Participação na colectiva de fotografia "modos de ver" – Porto

2017 - Artista convidada para a Bienal “d’Art Vez”

2017 - Participação na colectiva de solidariedade por Pedrogão Grande - Casa do Desenho / Fundação Júlio Resende – Gondomar

2017 - Exposição dos sócios da Cooperativa Artistas de Gaia - Biblioteca Municipal de Vila Nova de Gaia

2017 – Artista selecionada na ART-MAP moving curatorial project – Braga

2017 – Artista selecionada na 1ª Lethes Art – Ponte de Lima

2017 – Artista selecionada na 2ª Bienal de Gaia – Vila Nova de Gaia

Trabalhos expostos na exposição/concurso e nos pólos de Vila Nova de Cerveira, Barcelos e Figueira da Foz

2017 – Distinguida com Menção Honrosa no IX Concurso de Fotografia “Semana Santa, Braga”.

2017 – Artista convidada para integrar a exposição colectiva (fotografia) “O Douro não é um rio” – Quinta do Ervedal – Mezão Frio

2017 – Exposição individual “PERSONAGENS” (pintura sobre xisto)

- Maio/Junho na Casa Museu de Monção / Universidade do Minho

2017 – Artista seleccionada para o projecto/revista anual PELÍKULA – Exposição/lançamento - Ordem dos médicos – Porto

2017 – Exposição individual “PERSONAGENS” (pintura sobre xisto)

- Março/Abril no Museu Municipal de Etnografia e História da Póvoa de Varzim

2017 – Participação na exposição colectiva 30x30. Galeria Geraldes da Silva – Porto

2016 - Participação na ART-MAP moving curatorial project, Ponte de Lima

2016 - Participação na exposição colectiva "Arte na Galeria" Organização da Associação da Amizade e das Artes Galego Portuguesa, Galeria Vieira Portuense, Porto

2016 - Participação na exposição colectiva "Arte na Raia", organização da galeria Vieira Portuense, EcoMuseu de Montalegre.

2016 - Participação no "6º Salão Internacional de Arte em Pequeno Formato - 20x20" , organização da AAAGP, Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz.

2016 - Participação na exposição colectiva "VISITANDO SETÚBAL", organização da AAAGP na Galeria Artiset, Setúbal

2016 – Distinguida com medalha de prata no Prémio Mário Silva, Centro de Artes e Espectáculo, Figueira da Foz.

2016 – Participação na exposição colectiva "I Solidarte" inaugurada a 29 de Abril na Casa das Artes, Porto.

2016 – Exposição individual “PERSONAGENS” (pintura sobre xisto)

- Março na Casa das Artes, Porto.

- Junho a Outubro, no Museu Abade, Baçal, Bragança.

2016 – Artista selecionada para a representação da “d’Art Vez” na vila do Soajo

2016 – Participação na exposição/venda solidária “A Arte pelo Tiaguinho”, Fundação Escultor José Rodrigues, Porto.

2015 – Artista convidada para a Bienal “d’Art Vez”.

2015 – Exposição individual “PERSONAGENS” (pintura sobre xisto)

(https://sites.google.com/site/personagensdeteresaricca/)
- Setembro/Outubro no Museu D. Diogo de Sousa, Braga.

- Novembro/Dezembro na Fundação Dionísio Pinheiro, Águeda.

2015- Participação no “5º salão internacional de arte em pequeno formato 20x20” organizado pela Associação da Amizade e das Artes Galego Portuguesa, integrando o grupo de artistas representados pela Olga Santos Galeria – Figueira da Foz

2015 – Participação no “Vera World Fine Art Festival” integrando o grupo de artistas representados pela Olga Santos Galeria- Cordoaria Nacional, Lisboa.

2015 - Artista convidada para a exposição colectiva “Água e Fontes Naturais” – Agosto, Termas da Curia, Anadia.

2015 – Artista convidada para integrar a Exposição Colectiva de fotografia “Olhar a Arquitectura” – Galeria Olga Santos, Porto.

2015 – Distinguida com Menção Honrosa no Concurso de Fotografia “Semana Santa, Braga”.
2014 – Artista convidada para integrar o projecto “Porto on the roof”. Exposição colectiva de fotografia na Galeria Diagonal – Vila Nova de Gaia.

2013 – Exposição individual de Pintura “Emoções a óleo”, na Galeria do Restaurante Vindouro – Lamego.

2013 – Artista convidada para a Bienal “d’art Vez”.

2012 – Integrou o projecto “Braga on the roof”. Exposição colectiva na Galeria do Hotel Turismo / Mercure – Braga.

2011 – Participação na Exposição colectiva de fotografia “Movimento”, na galeria Queiroza / Bar Vintage - Arcos de Valdevez.

2011 – Exposição individual de Fotografia “Para além dos limites” na galeria da Junta de Freguesia da Sé – Braga.

2011 – Artista convidada para a Bienal “d’art Vez”.

2009 – Artista convidada para a Bienal “d’art Vez” (ainda sob o nome Maria Teresa Silva).

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2019 VAI SER O ANO DE HOMENAGEM A GÉRALD BLONCLOURT

O ano que agora termina fica marcado pela morte de um dos grandes nomes da fotografia humanista, Gérald Bloncourt, cujo espólio singular, formado por um conjunto iconográfico da maior importância para a história portuguesa do séc. XX, constitui um acervo fundamental para uma melhor compreensão e representação do nosso passado recente.

O fotógrafo Gérald Bloncourt, acompanhado do historiador Daniel Bastos, aquando do lançamento em 2016 do livro realizado pelo investigador sobre a epopeia da emigração portuguesa para França, que agora assina uma

O fotógrafo Gérald Bloncourt, acompanhado do historiador Daniel Bastos, aquando do lançamento em 2016 do livro realizado pelo investigador sobre a epopeia da emigração portuguesa para França, que agora assina uma nova obra intitulada “Gérald Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”

 

Caminhava outubro para o seu fim quando o país recebeu a notícia da morte do nonagenário fotógrafo franco-haitiano que imortalizou a história da emigração portuguesa para França. Como assinala Eduardo Lourenço, “esses filhos da antiga raça dos navegadores não soçobraram à vista do porto», uma vez que a «título póstumo tiveram sorte em ter como companhia o sorriso aberto de marinheiro de Gérald Bloncourt. E a sua máquina para os lembrar para sempre nos retratos com que os salvou do esquecimento”.

Nesse sentido, e tendo como base o trabalho e percurso de vida do fotógrafo franco-haitiano que durante as Comemorações do 10 de Junho de 2016 em Paris foi distinguido com a ordem de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique, o ano de 2019 que agora se aproxima, assinalará a realização de várias indicativas de homenagem a Gérald Bloncourt.

Entre 1 de fevereiro e 3 de março, as imagens de Bloncourt serão um dos destaques do iNstantes – Festival Internacional de Fotografia de Avintes, um dos eventos culturais mais importantes de Portugal, enriquecendo-se com diversas propostas dentro do mundo da fotografia artística, conceptual e de autor. Nas 25 exposições de fotógrafos de 10 países (Portugal, Espanha, Brasil, Colômbia, França, Suiça, Grécia, Roménia, Indonésia e Macau), avultará a exposição “O Olhar de Compromisso com os Filhos dos Grandes Descobridores”, que paralelamente com uma palestra abordará a vida dos portugueses em França nos anos 60.

O mês de abril assinalará ainda o lançamento do livro “Gérald Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”, dedicado a um outro período marcante da história contemporânea portuguesa. Designadamente a Revolução de Abril de 1974 da qual Bloncourt foi um espectador privilegiado, e cujas imagens praticamente inéditas revisitam a génese da nossa democracia.