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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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DANIEL BASTOS APRESENTA EM BRAGA NOVO LIVRO SOBRE GÉRALD BLONCOURT E O NASCIMENTO DA DEMOCRACIA PORTUGUESA

Na passada sexta-feira à noite (7 de junho), foi apresentado em Braga o livro Gérald Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”.

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O historiador Daniel Bastos (dir.), na sessão de apresentação do livro “Gérald Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”, na FNAC em Braga, acompanhado da Professora de Ciência Política da Universidade do Minho, Isabel Estrada Carvalhais, e do tradutor da obra, Paulo Teixeira

 

A obra, concebida e realizada pelo historiador Daniel Bastos a partir do espólio fotográfico de Gérald Bloncourt, um dos grandes nomes da fotografia humanista recentemente falecido em Paris, e prefaciada pelo coronel Vasco Lourenço, presidente da Direção da Associação 25 de Abril, foi apresentada na no fórum da FNAC na capital minhota.

No decurso da sessão muito concorrida, a Professora de Ciência Política da Universidade do Minho, Isabel Estrada Carvalhais, académica a quem esteve a cargo a sessão apresentação do livro, caracterizou o olhar de Bloncourt expresso no novo livro de Daniel Bastos, que representa um relevante contributo para a memória coletiva nacional sobre a revolução democrática, como “um olhar de esperança e dignidade sobre os portugueses”.  

Refira-se que, neste novo livro realizado com o apoio da Associação 25 de Abril, Daniel Bastos revela uma parte pouco conhecida do espólio de Gérald Bloncourt, afamado fotógrafo que imortalizou a emigração portuguesa, mas que retratou também a explosão de liberdade que tomou conta do país após a Revolução de 25 de Abril de 1974.

Através de imagens até aqui praticamente inéditas, o historiador cujo percurso tem sido alicerçado no seio da Lusofonia, aborda factos históricos que medeiam a Revolução dos Cravos e a celebração do Dia do Trabalhador na capital portuguesa. Designadamente, a chegada do histórico líder comunista Álvaro Cunhal ao Aeroporto de Lisboa, a emoção do reencontro de presos políticos e exilados com as suas famílias, o caráter pacífico e libertador da Revolução de Abril, e as celebrações efusivas do 1.º de Maio de 1974, a maior manifestação popular da história portuguesa.

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DANIEL BASTOS APRESENTOU EM BRUXELAS NOVO LIVRO SOBRE GÉRALD BLONCOURT E O NASCIMENTO DA DEMOCRACIA PORTUGUESA

Na passada sexta-feira (31 de maio), foi apresentada na capital da Europa o livro Gérald Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”.

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O historiador Daniel Bastos (ao centro.), na sessão de apresentação do livro Gérald Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”, na livraria portuguesa em Bruxelas “La Petite Portugaise”, ladeado de Elisabete Soares, representante da livraria luso-belga, e de Paulo Pisco, deputado eleito pelo círculo da emigração na Europa

A obra, concebida e realizada pelo historiador minhoto Daniel Bastos a partir do espólio fotográfico de Gérald Bloncourt, um dos grandes nomes da fotografia humanista recentemente falecido em Paris, e prefaciada pelo coronel Vasco Lourenço, presidente da Direção da Associação 25 de Abril, foi apresentada na livraria portuguesa em Bruxelas “La Petite Portugaise”.

No decurso da sessão, a representante da livraria luso-belga, Elisabete Soares, caracterizou o historiador cujo percurso tem sido alicerçado no seio da Lusofonia, como um fautor de várias iniciativas cívicas para a cidadania ativa, e Paulo Pisco, deputado eleito pelo círculo da emigração na Europa que apresentou a obra, destacou o trabalho desenvolvido por Daniel Bastos em prol do conhecimento e valorização da emigração portuguesa. E em particular, este novo livro como um importante contributo para a preservação da memória do fotógrafo humanista Gérald Bloncourt, recentemente falecido em Paris, um homem que amou e honrou os portugueses.

Neste novo livro, realizado com o apoio da Associação 25 de Abril, Daniel Bastos revela uma parte pouco conhecida do espólio de Gérald Bloncourt, afamado fotógrafo que imortalizou a emigração portuguesa, mas que retratou também a explosão de liberdade que tomou conta do país após a Revolução de 25 de Abril de 1974.

Através de imagens até aqui praticamente inéditas, o historiador cujo percurso tem sido alicerçado no seio da Lusofonia, aborda factos históricos que medeiam a Revolução dos Cravos e a celebração do Dia do Trabalhador na capital portuguesa. Designadamente, a chegada do histórico líder comunista Álvaro Cunhal ao Aeroporto de Lisboa, a emoção do reencontro de presos políticos e exilados com as suas famílias, o caráter pacífico e libertador da Revolução de Abril, e as celebrações efusivas do 1.º de Maio de 1974, a maior manifestação popular da história portuguesa.

Refira-se que durante o presente mês de junho, o livro vai ser apresentado no dia 7 de junho (sexta-feira), na FNAC em Braga, às 21h00, e no dia 10 de junho (segunda-feira), Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, na FNAC-Santa Catarina no Porto, às 17h00. Ainda no dia 22 de junho (sábado), no âmbito das comemorações do Dia de Portugal no Canadá, será apresentado às 10h00 na Galeria dos Pioneiros Portugueses em Toronto.

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VIZELA PROMOVE CONCURSO DE FOTOGRAFIA

No âmbito da estratégia municipal de promoção turística que contempla ações a implementar ao longo do mandato, a Câmara Municipal de Vizela vai promover o Concurso de Fotografia de Vizela com o objetivo de promover e divulgar Vizela, dando a conhecer o património concelhio em todas as suas vertentes.

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Pretende-se que as objetivas dos fotógrafos/concorrentes se direcionem exclusivamente para o património vizelense, para valorização e enaltecimento do mesmo, vedando-se assim a participação de fotografias registadas em outras localidades, o que não acontecia em edições anteriores.

O objetivo é envolver a comunidade numa recolha original de fotografias, podendo apresentar-se ao Concurso de Fotografia de Vizela todos os projetos relativos aos temas: Património Histórico, Cultural e Religioso e Património Natural.

Serão atribuídos prémios às três melhores fotografias em cada um dos temas a concurso.

Os interessados em participar no Concurso de Fotografia de Vizela devem proceder à entrega dos trabalhos na Loja Interativa do Turismo até ao dia 21 de julho e proceder ao preenchimento da respetiva ficha de inscrição, com a indicação do tema a que concorre.

DANIEL BASTOS APRESENTA EM BRAGA NOVO LIVRO SOBRE GERÁLD BLONCOURT E O NASCIMENTO DA DEMOCRACIA PORTUGUESA

No dia 7 de junho (sexta-feira), é apresentado na capital do Minho o livro “Gérald Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”.

A obra, concebida pelo historiador minhoto Daniel Bastos a partir do espólio de Gérald Bloncourt, um dos grandes nomes mundiais da fotografia humanista, recentemente falecido na capital francesa, é apresentada às 21h00 na FNAC-Braga.

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O historiador Daniel Bastos (dir.) foi em 2015 o responsável pela realização do livro de Gérald Bloncourt (esq.) “O olhar de compromisso com os filhos dos Grandes Descobridores”, que retrata a emigração portuguesa nos anos 60, e que contou com prefácio do ensaísta e pensador Eduardo Lourenço.

A apresentação da obra, uma edição trilingue (português, francês e inglês) traduzida por Paulo Teixeira, e prefaciada pelo coronel Vasco Lourenço, presidente da Direção da Associação 25 de Abril, estará a cargo da Professora de Ciência Política da Universidade do Minho, Isabel Estrada Carvalhais.

Neste novo livro, realizado com o apoio da Associação 25 de Abril, uma das instituições de referência do Portugal democrático, Daniel Bastos revela uma parte pouco conhecida do espólio de Gérald Bloncourt, afamado fotógrafo que imortalizou a emigração portuguesa nos anos 60, mas que foi também um espectador privilegiado da explosão de liberdade que tomou conta do país após a Revolução de 25 de Abril de 1974.

Através de imagens até aqui praticamente inéditas, o investigador cujo percurso tem sido alicerçado no seio da Lusofonia, aborda factos históricos que medeiam a Revolução dos Cravos e a celebração do Dia do Trabalhador na capital portuguesa. Designadamente, a chegada do histórico líder comunista Álvaro Cunhal ao Aeroporto de Lisboa, a emoção do reencontro de presos políticos e exilados com as suas famílias, o caráter pacífico e libertador da Revolução de Abril, e as celebrações efusivas do 1.º de Maio de 1974, a maior manifestação popular da história portuguesa.

A publicação do livro, que contou com a colaboração de Isabelle Repiton, viúva de Gérald Bloncourt, e é enriquecida com memórias e testemunhos do fotojornalista franco-haitiano, representa cerca de meio século após a Revolução de Abril um novo contributo e oportunidade para revisitar a génese da democracia portuguesa.

Segundo Vasco Lourenço, esta obra ilustrada pela lente humanista de Bloncourt, fotógrafo que em 2016 foi agraciado pelo Presidente República Portuguesa com a Ordem do Infante D. Henrique, constitui uma viagem ao “tempo dos sonhos cheios de esperança, da afirmação da cidadania, da construção de uma sociedade mais livre e mais justa, do fim e do regresso de uma guerra sem sentido com a ajuda ao nascimento de novos países independentes, onde a língua portuguesa continuou a ser o principal factor congregador”.

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BRAGA REVELA VENCEDORES DO CONCURSO DE FOTOGRAFIA "A SEMANA SANTA DE BRAGA"

Ocorreu ontem, dia 17 de maio, pelas 21h, na loja FNAC do shopping Braga Parque, em Braga, o anúncio dos premiados da 11ª edição do Concurso de Fotografia “A Semana Santa de Braga”.

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Sobre a iniciativa

Esta é uma iniciativa da Comissão da Semana Santa de Braga que visa sensibilizar todos os amantes da fotografia para o tema em particular, e em geral para esta época tão especial da cidade de Braga, bem assim como estimular e difundir a criatividade na arte da fotografia.

Tem como patrocinador exclusivo a reputada marca CANON. Conta com o apoio à divulgação da entidade regional de turismo do Porto e Norte de Portugal e da loja FNAC de Braga e tem ainda como media partner o jornal “Diário do Minho”.

Sobre a edição e resultados deste ano

Abel Rocha, membro da Comissão responsável por esta iniciativa, comentou no momento da conferência de imprensa “Este concurso já leva onze anos de existência. Tendo presente esta contextualização, é muito natural que alguns dos concorrentes, e até premiados, se vão repetindo anualmente. Para a organização, é um orgulho – e não visto como uma menos valia – esta participação continuada e sempre interessada. Encaramos esta frequência de participação como sinal de credibilidade e confiança nesta iniciativa e, arriscaríamos alvitrar, de tentativa de superação pessoal dos concorrentes, que vão tentando, ano após ano, ver os seus trabalhos reconhecidos. Há fotógrafos com muita qualidade que, por via desse acreditar e

Por outro lado, apraz-nos constatar a participação de novos concorrentes. Em todas as edições, há  concorrentes que chegam ao concurso pela primeira vez, e este é o outro “lado bom” que há que reconhecer a esta iniciativa: é que, apesar da sua já (algo) longa existência, ela continua a despertar interesse e participação e é ainda relevante para muitos.

Há ainda que reconhecer que o concurso pode e deve merecer o reforço da sua comunicação, de modo a poder chegar a cada vez mais pessoas e a um círculo mais vasto de território, visando aumentar a participação de mais concorrentes.

Dois aspetos ainda de sublinhar e que se referem com a envolvência da comunidade e o aumento do espólio de fotografia, objectivos iniciais desta iniciativa e que são desideratos alcançados, sem dúvida nenhuma.

Palavra final para a qualidade global dos trabalhos apresentados a concurso, o que foi realçado pelos membros do júri. Dir-se-á inclusive que esta (a qualidade) tem vindo a aumentar em cada ano, o que torna este concurso renhido, desafiante e com uma reputação crescentemente reconhecida.”

A diversidade de participação é também um aspeto a destacar com participantes de todas as idades (dos 19 aos 67 anos) e das mais variadas localidades do país: Amares, Braga, Barcelos, Caminha, Corroios (Seixal), Esposende, Fafe, Guimarães, Moreira da Maia, Penamacor, (Castelo Branco), Porto, Póvoa de Lanhoso, Travanca (Amarante), Viana do Castelo, Vila do Conde, Vila Nova de Gaia, Vila Verde e Vizela.

Podemos adiantar alguns dados estatísticos referentes a esta edição:

  • 73 concorrentes
  • 418 fotos a concurso
  • 24 fotos premiadas
  • média de idades: 43 anos (mais novo: 19 anos / mais velho: 67 anos)
  • participantes masculinos: 54 = 86%
  • participantes femininos: 19 = 14%

O júri deste ano foi composto pelas seguintes personalidades:

  • Presidente: Hugo Delgado
  • Representante da Comissão: José Alberto de Sousa Ribeiro
  • Representante da Canon: João Salvador
  • Representante do Diário do Minho: Luis Carlos Lopes Fonseca
  • Representante da Porto e Norte: Marco Sousa
  • Maria Francisca Xavier, convidada

Os prémios a concurso foram atribuídos aos seguintes concorrentes:

1º prémio: João Felipe da Silva Barbosa, 31 anos, de Braga

EOS M50 BLK 15-45 IS STM VUK (no valor de 749€) + assinatura digital anual do Diário do Minho (no valor de 60€)

2º prémio: Vítor Nuno Gomes Pinto Ferreira, 50 anos, de Caminha

EOS 2000D 18-55 IS II VUK (no valor de 479€) + assinatura digital anual do Diário do Minho (no valor de 60€)

3º prémio: José Pedro Apolinário Teixeira Pinto, 24 anos, de Braga

PowerShot G9 X Black Pack (no valor de 449€) + assinatura digital anual do Diário do Minho (no valor de 60€)

As 10 Menções Honrosas (com direito a uma assinatura digital anual do Diário do Minho, no valor de 60€) foram atribuídas a:

André Paulo Renato Pereira Borges, 48 anos, de Braga

Carlos Manuel Cunha Ferreira, 46 anos, de Braga

José Pedro Apolinário Teixeira Pinto, 24 anos, de Braga

Jorge Manuel Rocha Pimenta, 50 anos, do Braga

José Rodrigo de Carvalho Faria Lima, 45 anos, de Braga

Luís Filipe Gomes Vilaça, 28 anos, de Braga

Nuno Álvaro Santos Sousa, 46 anos, de Barcelos

Pedro Manuel Pimenta Gonçalves Ferreira, 45 anos, de Braga

Silvino Jorge Rodrigues, 50 anos, de Braga

Sofia Carolina Rodrigues Brandão Bahia, 25 anos, de Braga

Todos os premiados recebem ainda um Certificado de Participação.

As fotos premiadas estão disponíveis no sítio oficial da Semana Santa, neste link.

A quase totalidade dos prémios e certificados foi entregue na ocasião. Para os não presentes, informa-se que estes estão disponíveis para levantamento, mediante apresentação do BI ou Cartão de Cidadão, até ao dia 30 de junho, ao balcão da secção de fotografia da FNAC de Braga.

A assinatura digital do Diário do Minho será disponibilizada diretamente, via email, pelo Diário do Minho.

Para além dos premiados, todos os concorrentes que manifestarem vontade de obter um Certificado de Participação, devem informar a organização, que o remeterá via email ou em papel (para levantamento na Sé Catedral de Braga). Todos os pedidos serão atendidos no máximo até ao dia 30 de maio. Os Certificados serão disponibilizados, de uma só vez, no dia 31 de maio.

Todos os trabalhos premiados (um total de 24 fotos) serão alvo de exposição, esta inserida no programa cultural da Semana Santa de Braga de 2020.

A organização endereça os votos de parabéns a todos os premiados e, em geral, a todos quantos se inscreveram e submeteram fotos ao concurso.

BELEZA E TRADIÇÃO: CARDIELOS ESTÁ EM FESTA!

Cardielos está em festa em honra de Nossa Senhora do Amparo. Os festejos começaram com o hastear da bandeira e o cortejo da mordomia que percorreu os lugares de Outeiros e Ponte, para o Alto de Outeiros, sítio onde foi erguido o mastro da festa.

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Confessa Sérgio Moreira, um dos autores desta obra-prima da fotografia: “Eu admiro demais os detalhes. O detalhe de um sorriso tímido, da forma como os olhos se movem, tudo revela algo”.

Como em nenhum outro lugar, a beleza e a tradição combinam aqui de uma forma tão perfeita que só pode ter mão divina na sua criação – as moças, jovens e belas nos seus trajes característicos, conferem à festa um encanto inigualável que só imaginariamos possível no monte Olimpo, a morada dos deuses gregos e, por conseguinte, da perfeição divina.

Mas, eis que não são atenienses as mulheres mais belas que aqui exaltamos – são vianenses! – são de Cardielos, terra onde por agora se festeja a Nossa Senhora do Amparo, que atrai centenas de forasteiros movidos pela beleza e tradição das nossas gentes!

Fotos: Sérgio Moreira & Sílva Moreira

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DANIEL BASTOS VAI A BRUXELAS APRESENTAR A OBRA "GÉRALD BLONCOURT - DIAS DE LIBERDADE EM PORTUGAL"

Bruxelas recebe apresentação do livro “Geráld Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”

No próximo dia 31 de maio (sexta-feira), é apresentado em Bruxelas o livro Gérald Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”.

A obra, concebida pelo historiador português Daniel Bastos a partir do espólio de Gérald Bloncourt, um dos grandes nomes mundiais da fotografia humanista, recentemente falecido na capital francesa, é apresentada às 18h30 na livraria portuguesa em Bruxelas “La Petite Portugaise”.

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O historiador Daniel Bastos (esq.) foi em 2015 o responsável pela realização do livro de Gérald Bloncourt (dir.) “O olhar de compromisso com os filhos dos Grandes Descobridores”, que retrata a emigração portuguesa nos anos 60 e 70, e que contou com prefácio do ensaísta e pensador Eduardo Lourenço.

 

A apresentação da obra, uma edição trilingue (português, francês e inglês) prefaciada pelo coronel Vasco Lourenço, presidente da Direção da Associação 25 de Abril, estará a cargo do deputado eleito pelo círculo da emigração na Europa, Paulo Pisco.

Neste novo livro, realizado com o apoio da Associação 25 de Abril, uma das instituições de referência do Portugal democrático, Daniel Bastos revela uma parte pouco conhecida do espólio de Gérald Bloncourt, afamado fotógrafo que imortalizou a emigração portuguesa nos anos 60 e 70, mas que foi também um espectador privilegiado da explosão de liberdade que tomou conta do país após a Revolução de 25 de Abril de 1974.

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Através de imagens até aqui praticamente inéditas, o investigador cujo percurso tem sido alicerçado no seio da Lusofonia, aborda factos históricos que medeiam a Revolução dos Cravos e a celebração do Dia do Trabalhador na capital portuguesa. Designadamente, a chegada do histórico líder comunista Álvaro Cunhal ao Aeroporto de Lisboa, a emoção do reencontro de presos políticos e exilados com as suas famílias, o caráter pacífico e libertador da Revolução de Abril, e as celebrações efusivas do 1.º de Maio de 1974, a maior manifestação popular da história portuguesa.

A publicação do livro, que contou com a colaboração de Isabelle Repiton, viúva de Gérald Bloncourt, e é enriquecida com memórias e testemunhos do fotojornalista franco-haitiano, representa cerca de meio século após a Revolução de Abril um novo contributo e oportunidade para revisitar a génese da democracia portuguesa.

Segundo Vasco Lourenço, esta obra ilustrada pela lente humanista de Bloncourt, fotógrafo que em 2016 foi agraciado pelo Presidente República Portuguesa com a Ordem do Infante D. Henrique, constitui uma viagem ao “tempo dos sonhos cheios de esperança, da afirmação da cidadania, da construção de uma sociedade mais livre e mais justa, do fim e do regresso de uma guerra sem sentido com a ajuda ao nascimento de novos países independentes, onde a língua portuguesa continuou a ser o principal factor congregador”.

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BRAGA ANUNCIA VENCEDORES DO CONCURSO DE FOTOGRAFIA

Premiados da edição do Concurso de Fotografia “A Semana Santa de Braga” são anunciados esta sexta-feira

A Comissão da Semana Santa de Braga informa que decorre, amanhã, sexta-feira, dia 17 de maio, pelas 21h, na FNAC de Braga (centro comercial Braga Parque), o anúncio dos premiados da 11ª edição do Concurso de Fotografia subordinado ao tema “A Semana Santa de Braga”.

Entre todos os presentes na ocasião será sorteada uma assinatura digital anual do jornal Diário do Minho.

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HISTORIADOR DANIEL BASTOS VAI A FRANÇA APRESENTAR LIVRO SOBRE GÉRALD BLONCOURT

Paris vai ser palco de apresentação de livro sobre Gérald Bloncourt e o nascimento da democracia portuguesa

No próximo dia 2 de maio (quinta-feira), é apresentado em Paris o livro Gérald Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”.

A obra, concebida pelo historiador português Daniel Bastos a partir do espólio de Gérald Bloncourt, um dos grandes nomes da fotografia humanista recentemente falecido na capital francesa, é apresentada às 18h30 no Consulado Geral de Portugal em Paris.

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O historiador Daniel Bastos (ao centro) foi em 2015 o responsável pela realização do livro de Gérald Bloncourt (dir.) “O olhar de compromisso com os filhos dos Grandes Descobridores”, que retrata a emigração portuguesa para França nos anos 60 e 70, e que contou com prefácio de Eduardo Lourenço e tradução de Paulo Teixeira (esq.)

A apresentação da obra, uma edição trilingue (português, francês e inglês) com tradução de Paulo Teixeira, e prefácio do coronel Vasco Lourenço, presidente da Direção da Associação 25 de Abril, estará a cargo do livreiro e editor João Heitor.

Neste novo livro, realizado com o apoio da Associação 25 de Abril, uma das instituições de referência do Portugal democrático, Daniel Bastos revela uma parte pouco conhecida do espólio de Gérald Bloncourt, afamado fotógrafo que imortalizou a emigração portuguesa em França nos anos 60 e 70, mas que foi também um espectador privilegiado da explosão de liberdade que tomou conta do país após a Revolução de 25 de Abril de 1974.

Através de imagens até aqui praticamente inéditas, o investigador cujo percurso tem sido alicerçado no seio da Lusofonia, aborda factos históricos que medeiam a Revolução dos Cravos e a celebração do Dia do Trabalhador na capital portuguesa. Designadamente, a chegada do histórico líder comunista Álvaro Cunhal ao Aeroporto de Lisboa, a emoção do reencontro de presos políticos e exilados com as suas famílias, o caráter pacífico e libertador da Revolução de Abril, e as celebrações efusivas do 1.º de Maio de 1974, a maior manifestação popular da história portuguesa.

A publicação do livro, que contou com a colaboração de Isabelle Repiton, viúva de Gérald Bloncourt, e é enriquecida com memórias e testemunhos do fotojornalista franco-haitiano, representa cerca de meio século após a Revolução de Abril um novo contributo e oportunidade para revisitar a génese da democracia portuguesa.

Segundo Vasco Lourenço, esta obra ilustrada pela lente humanista de Bloncourt, fotógrafo que em 2016 foi agraciado pelo Presidente República Portuguesa com a Ordem do Infante D. Henrique, constitui uma viagem ao “tempo dos sonhos cheios de esperança, da afirmação da cidadania, da construção de uma sociedade mais livre e mais justa, do fim e do regresso de uma guerra sem sentido com a ajuda ao nascimento de novos países independentes, onde a língua portuguesa continuou a ser o principal factor congregador”.

Refira-se que a apresentação do livro realiza-se simbolicamente 45 anos depois do regresso, a 2 de maio de 1974, de Bloncourt da capital portuguesa a Paris, após fotografar os primeiros dias de liberdade em Portugal. E que, em função disso, a sessão, que conta com o apoio da Associação Memória das Migrações, constitui a título póstumo, uma homenagem a Gérald Bloncourt, um homem que amou e honrou os portugueses.

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HISTORIADOR FAFENSE DANIEL BASTOS APRESENTOU EM LISBOA NOVO LIVRO SOBRE GÉRALD BLONCOURT E O NASCIMENTO DA DEMOCRACIA PORTUGUESA

Na passada terça-feira, dia 16 de abril, foi apresentada na capital portuguesa o livro Gérald Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”.

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O historiador Daniel Bastos (o primeiro a contar da esquerda), na sessão de apresentação do livro trilingue “Gérald Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”, na sede Associação 25 de Abril em Lisboa, acompanhado do coronel Vasco Lourenço, e do tradutor Paulo Teixeira (à direita).

A obra, concebida e realizada pelo historiador Daniel Bastos a partir do espólio fotográfico de Gérald Bloncourt, um dos grandes nomes da fotografia humanista recentemente falecido em Paris, e prefaciada pelo coronel Vasco Lourenço, presidente da Direção da Associação 25 de Abril, foi apresentada na sede da instituição de referência do Portugal democrático.

A sessão muito concorrida foi abrilhantada com canções de abril interpretadas pelo artista musical Manuel Jorge, e contou com a presença de militares de abril, políticos, antigos exilados políticos, dirigentes associativos, órgãos de comunicação social da diáspora e conterrâneos do investigador da nova geração de historiadores portugueses, como o conhecido comentador noticioso, Luís Marques Mendes.

A sessão de apresentação esteve a cargo do militar de abril e presidente da Direção da Associação 25 de Abril, Vasco Lourenço, que assegurou que a obra ilustrada pela lente humanista de Bloncourt, constitui uma viagem ao “tempo dos sonhos cheios de esperança, da afirmação da cidadania, da construção de uma sociedade mais livre e mais justa, do fim e do regresso de uma guerra sem sentido com a ajuda ao nascimento de novos países independentes, onde a língua portuguesa continuou a ser o principal fator congregador”. Segundo o mesmo a apresentação do livro é “uma das melhores formas de iniciar as comemorações do 45.º aniversário do 25 de Abril”.

Neste novo livro, realizado com o apoio da Associação 25 de Abril, Daniel Bastos revela uma parte pouco conhecida do espólio de Gérald Bloncourt, afamado fotógrafo que imortalizou a emigração portuguesa, mas que foi também um espectador privilegiado da explosão de liberdade que tomou conta do país após a Revolução de 25 de Abril de 1974.

Através de imagens até aqui praticamente inéditas, o historiador cujo percurso tem sido alicerçado no seio da Lusofonia, aborda factos históricos que medeiam a Revolução dos Cravos e a celebração do Dia do Trabalhador na capital portuguesa. Como a chegada do histórico líder comunista Álvaro Cunhal ao Aeroporto de Lisboa, a emoção do reencontro de presos políticos e exilados com as suas famílias, o caráter pacífico e libertador da Revolução de Abril, e as celebrações efusivas do 1.º de Maio de 1974, a maior manifestação popular da história portuguesa.

Refira-se que a edição da obra deveu-se em grande parte ao mecenato de empresas da diáspora que partilham uma visão de responsabilidade social e um papel de apoio à cultura, e que no dia 2 de maio, às 18h30, o livro será apresentado no Consulado Geral de Portugal em Paris, junto da numerosa comunidade portuguesa em França.

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EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA “JANELAS PRÁ CIDADE”: MIGUEL LOURO ESTÁ EM VIANA, NA ORDEM DOS MÉDICOS

O tema é a cidade de Braga, a sua monumentalidade e os seus recantos, que Miguel Louro captou pacientemente, com a visão própria de um artista que fez da fotografia uma das suas paixões maiores, não só ao nível da recolha das imagens, mas também no tratamento destas em laboratório, com técnicas avançadas.

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A arte da fotografia está, em boa medida, na sensibilidade e persistência na captação dos melhores espaços, dos melhores ângulos e no registo dos bons momentos. Não se iluda quem julga que fotografar bem é só premir o botão da máquina e fazer o registo de cada ocasião. O bom fotógrafo sabe captar a vida em movimento, fixando o que gravita à nossa volta, quer sejam coisas ou pessoas e, fundamentalmente, o estado de espíritos destas. Um bom registo fotográfico, tendo em conta momentos e contextos, ficará para a história como marco indelével do tempo.

Miguel Louro tem um longo passado de dedicação à fotografia, com forte incidência no preto e branco. A sua produção vai sendo mostrada um pouco por toda a parte, quer em exposições quer em livros editados ou em publicações diversas. No dia 23 de março inaugurou mais uma mostra e de novo na galeria da Ordem dos Médicos em Viana. O ato de abertura foi ocasião para que o autor falasse do seu trabalho com a segurança própria dos Mestres e, especialmente, das técnicas utilizadas na produção das suas imagens no laboratório de que dispõe. Platinotipia é o processo de impressão que utiliza, uma técnica fotográfica patenteada em 1873 por William Willis.  

A principal vantagem desta técnica é a impregnação de sais de platina/paládio, divididos finamente na fibra do papel ou de outro suporte, permitindo que a imagem dure o mesmo tempo que o suporte no qual é gravado. Trata-se de um processo que exige uma luz ultravioleta forte, obrigando a que o negativo seja do mesmo tamanho que a fotografia desejada. Acresce que Miguel Louro utiliza como base um compósito (fabrico particular) que tem como componente principal a seda, e que dá à fotografia uma durabilidade mínima de 100 anos.

Miguel Louro nasceu na Póvoa do Varzim e reside em Braga. É Médico Especialista em Medicina no Trabalho, mas, para além da sua ocupação principal, vive a fotografia de forma permanentemente enamorada. Os amantes desta arte e o público em geral têm aqui, até ao próximo dia 9, a oportunidade de se confrontarem com um trabalho deveras enriquecedor. A Galeria da Ordem do Médicos, sita na Rua da Bandeira, 472, está aberta ao público às terças e quintas-feiras, das 17, 30 às 19, 30 horas e aos sábados, das 9,00 às 13,00 horas.

Gonçalo Fagundes Meira

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HISTORIADOR DANIEL BASTOS APRESENTA EM LISBOA OBRA DE GÉRALD BLONCOURT

Livro sobre Gérald Bloncourt e o nascimento da democracia portuguesa apresentado em Lisboa

No próximo dia 16 de abril (terça-feira), é apresentada em Lisboa a obra Gérald Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”.

O livro, concebido pelo historiador Daniel Bastos a partir do espólio singular de Gérald Bloncourt, um dos grandes nomes da fotografia humanista recentemente falecido em Paris, é apresentado às 18h00 na Associação 25 de Abril.

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O historiador Daniel Bastos (ao centro) foi em 2015 o responsável pela realização do livro de Gérald Bloncourt (dir.) “O olhar de compromisso com os filhos dos Grandes Descobridores”, que retrata a emigração portuguesa para França nos anos 60 e 70, e que contou com prefácio de Eduardo Lourenço e tradução de Paulo Teixeira (esq.)

A apresentação da obra, uma edição trilingue (português, francês e inglês) com tradução de Paulo Teixeira, e prefácio do coronel Vasco Lourenço, estará a cargo do militar de abril e presidente da Direção da Associação 25 de Abril.

Neste novo livro, realizado com o apoio da Associação 25 de Abril, uma das instituições de referência do Portugal democrático, Daniel Bastos revela uma parte pouco conhecida do espólio de Gérald Bloncourt, afamado fotógrafo que imortalizou a emigração portuguesa em França nos anos 60 e 70, mas que foi também um espectador privilegiado da explosão de liberdade que tomou conta do país após a Revolução de 25 de Abril de 1974.

Através de imagens até aqui praticamente inéditas, o investigador cujo percurso tem sido alicerçado no seio da Lusofonia, aborda factos históricos que medeiam a Revolução dos Cravos e a celebração do Dia do Trabalhador na capital portuguesa. Designadamente, a chegada do histórico líder comunista Álvaro Cunhal ao Aeroporto de Lisboa, a emoção do reencontro de presos políticos e exilados com as suas famílias, o caráter pacífico e libertador da Revolução de Abril, e as celebrações efusivas do 1.º de Maio de 1974, a maior manifestação popular da história portuguesa.

A publicação da obra, que contou com a colaboração de Isabelle Bloncourt, e é ainda enriquecida com memórias e testemunhos do fotojornalista franco-haitiano, representa cerca de meio século após a Revolução de Abril um novo contributo e oportunidade para revisitar a génese da democracia portuguesa. Assim como, um dever de memória e um contributo cívico que procura dar vida à democracia através da importância da história na compreensão do presente e na construção do futuro.

Segundo Vasco Lourenço, este livro ilustrado pela lente humanista de Bloncourt, fotógrafo que em 2016 foi agraciado com a Ordem do Infante D. Henrique, pelo Presidente da República, constitui uma viagem ao “tempo dos sonhos cheios de esperança, da afirmação da cidadania, da construção de uma sociedade mais livre e mais justa, do fim e do regresso de uma guerra sem sentido com a ajuda ao nascimento de novos países independentes, onde a língua portuguesa continuou a ser o principal factor congregador”.

Refira-se que a edição da obra deveu-se em grande parte ao mecenato de empresas da diáspora, que partilham uma visão de responsabilidade social e um papel de apoio à cultura, e que ao longo do ano estão agendadas várias sessões de apresentação do livro no território nacional e junto das comunidades portuguesas no mundo.

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CASA DA CULTURA DE MELGAÇO EXPÕE “O RIO MINHO É VIDA”

Uma mostra composta por fotografias e esculturas de pesqueiras e lampreias do Rio Minho

A exposição decorre até dia 13 de abril

“O Rio Minho é Vida” é a mais recente mostra da Casa da Cultura de Melgaço. Composta por 45 fotografias (do espólio da Câmara Municipal) e 17 esculturas de pesqueiras e lampreias do Rio Minho (da autoria do artesão Vicente López Martínez, de Arbo), a exposição pretende dar a conhecer as emblemáticas construções, património cultural e paisagístico do Rio Minho, bem como as técnicas de pesca da Lampreia. Uma pesqueira e uma batela em tamanho real integram também a exposição, patente até dia 13 de abril.

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A origem da construção das pesqueiras do Rio Minho perde-se na História: as primeiras referências documentadas são do séc. XI. Já eram utilizadas pelos romanos para a pesca daquela que é considerada uma das maiores iguarias do Rio Minho: a Lampreia. Testemunham saberes ancestrais na escolha dos melhores sítios para a sua implementação, na sua orientação em relação às correntes do rio, no processo de trabalhar a pedra e erguer os muros, na escolha das redes mais adequadas e, ainda, no sistema de partilha comunitária do seu uso.

O momento oficial da inauguração acontecerá no dia 25 de março, pelas 16h, e contará com a presença do artesão Vicente López Martinez.

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PAREDES DE COURA PROMOVE PAISAGEM

‘Viagens Na Minha Terra’. Laboratório de fotografia | Paredes de Coura

A matéria imagética proporcionada pela Paisagem de Paredes de Coura, bem como as ligações de afinidade criadas entre a dimensão do território, da palavra e da imagem são o ponto de partida para o laboratório de fotografia ‘Viagens Na Minha Terra’, integrado no pré-programa do REALIZAR:poesia 2019 que acontece em Paredes de Coura.

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Nesta ‘masterclass’ com Augusto Brázio e Nelson d’Aires, que decorre ao longo de oito datas até 31 de março e com o apoio do Município de Paredes de Coura, serão realizados e selecionados trabalhos dos formandos fotógrafos, para serem posteriormente apresentados ao público num evento integrado na programação do REALIZAR:poesia 2019.

O programa do laboratório parte de um conjunto de assuntos determinantes para a produção fotográfica e de um projeto pessoal. Cada assunto será lecionado pelos fotógrafos Augusto Brázio e Nelson d’Aires, de acordo com a sua reconhecida experiência nos âmbitos temáticos a desenvolver.

A juntar à possibilidade de compreender os aspetos próprios da fotografia, o conjunto das sessões do laboratório permitirá a construção de projetos pessoais, reforçados pelo contacto e pela partilha permanentes entre os formandos e os fotógrafos autores envolvidos neste programa.

Entre todos os formandos serão selecionadas fotografias, que posteriormente serão entregues a alguns dos poetas que passarão pelo REALIZAR:poesia, para que estes desenvolvam matéria literária a partir das fotografias escolhidas. A apresentação pública das fotografias, com leitura dos poemas, acontecerá num evento que fará parte da programação do REALIZAR:poesia 2019, a acontecer entre os dias 25 e 28 de Abril.

Recorde-se que Paredes de Coura é o primeiro e único município do país até ao momento a dispor de um Plano de Paisagem, que depois de já ter sido apresentado no “European Landscape Forum 2018 – Civilscape”, na Alemanha, perante o auditório internacional no Conselho da Europa do qual faziam parte Michel Prieur e Michael Dower, ambos redatores da atual Convenção Europeia da Paisagem, foi também mais recentemente distinguida com a menção honrosa no âmbito do Prémio Nacional de Paisagem atribuído pelo Ministério do Ambiente.

BRAGA INAUGURA EXPOSIÇÃO DO CONCURSO DE FOTOGRAFIA

Inauguração da exposição do XV Concurso Municipal de Fotografia. Hoje, Quinta-feira, dia 14 de Fevereiro, pelas 17h00, na Fonte do Ídolo, Braga

O Município de Braga inaugura a exposição dos trabalhos do XV Concurso Municipal de Fotografia, em sessão que terá lugar hoje, Quinta-feira, dia 14 de Fevereiro, às 17h00, na Fonte do Ídolo, em Braga.

Marcelo Gonçalves Marques foi o vencedor do concurso que teve como tema ‘As Lojas com História’. Desenvolvido pelo Município de Braga, esta edição visou a identificação de estabelecimentos localizados no Concelho, com características de antiguidade, tradição, autenticidade e que contribuem para destacar a identidade da Cidade e da qualidade da paisagem social e económica de Braga

O júri decidiu, também, atribuir menções honrosas a Anabela Esteves e Eva Antunes, reconhecendo que os seus trabalhos corporizavam significativo mérito e qualidade, manifestando coerência e unidade no conjunto do trabalho apresentado. Nesta edição, foi ainda atribuído o Prémio Especial do Júri a Abel Antunes, considerando que a foto distinguida revela singularidade e sentido estético estimulando a observação.

GÉRALD BLONCOURT HOMENAGEADO NO FESTIVAL INTERNACIONAL DE FOTOGRAFIA DE AVINTES

O início do presente mês de fevereiro assinalou o arranque da 6.ª edição do iNstantes – Festival Internacional de Fotografia de Avintes, um dos eventos culturais mais importantes de Portugal que decorre até 3 de março.

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A contar da direita, o historiador Daniel Bastos, acompanhado do fotógrafo Pereira Lopes, organizador do festival iNstantes, no decurso da conferência da homenagem a Gérald Bloncourt

 

Enriquecendo-se com diversas propostas dentro do mundo da fotografia artística, conceptual e de autor, a iniciativa cultural promove este ano 26 exposições de fotógrafos de 11 países (Portugal, Espanha, Brasil, Colômbia, França, Suíça, Grécia, Roménia, Haiti, Indonésia e Macau).

No conjunto dos trabalhos patentes, destaca-se a exposição “O Olhar de Compromisso com os Filhos dos Grandes Descobridores”, do fotógrafo Gérald Bloncourt, um dos grandes nomes da fotografia humanista, recentemente falecido em Paris, e cujas imagens imortalizam a história da emigração portuguesa para França.

No decurso da programação do festival, o trabalho e percurso de vida do fotógrafo franco-haitiano, que nas Comemorações do 10 de Junho de 2016 em Paris recebeu do Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, a ordem de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique, foi no dia 8 de fevereiro homenageado através de uma conferência proferida pelo historiador Daniel Bastos. O investigador da nova geração de historiadores lusos, caraterizou Gérald Bloncourt como “uma personalidade ímpar que durante várias décadas do séc. XX fotografou a vida dos descendentes dos grandes descobridores do mundo, em França e em Portugal. Um homem que amou e honrou os portugueses”.

Refira-se, que o historiador cujo percurso tem sido alicerçado no seio das comunidades portuguesas, e que em 2016 lançou o livro sobre a emigração portuguesa em França a partir do espólio de Gérald Bloncourt, está neste momento a ultimar uma nova obra sobre o consagrado fotógrafo dedicado a um outro período marcante da história contemporânea portuguesa. Designadamente a Revolução de Abril de 1974 da qual Bloncourt foi um espectador privilegiado, e cujas imagens praticamente inéditas revisitam a génese da democracia portuguesa, estando o lançamento oficial marcado para abril e maio deste ano no território nacional e lusófono.

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CENTRO DE ESTUDOS REGIONAIS EXPÕE FOTOGRAFIA SOBRE ETNOGRAFIA DO BARROSO

A sombra do tempo: Exposição de fotografia etnográfica organizada pelo Centro de Estudos Regionais

Entre os dias 7 e 15 de fevereiro estará patente na Galeria da Santa Casa de Misericórdia de Viana do Castelo a exposição “A sombra do tempo – Itinerários narrativos de memórias de lugares. Covas do Barroso (Boticas)”, de Pedro Pereira e Mário João Braga, organizada pelo Centro de Estudos Regionais.

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De acordo com os autores, A sombra do tempo é uma exposição de fotografia etnográfica que se arquiteta numa sequência de quadros etnográficos que se constituem como uma proposta de itinerário narrativo patrimonial de Covas do Barroso (Boticas). Sugere-se partir de um quadro inicial, expresso numa singela marca primeva (a sombra do tempo) que, por contágio etnográfico, dialogará com outros quadros, compostos por outras marcas culturais, procurando desenhar uma geografia narrativa do património cultural de Covas do Barroso (Boticas).

A exposição, cuja abertura da exposição ocorrerá no dia 7 de fevereiro, às 17.00 horas, é organizada pelo Centro de Estudos Regionais, associação cultural com sede em Viana do Castelo, correspondendo aos seus propósitos de divulgação do património e de projetos que contribuam para a reflexão em torno da sua relevância para o desenvolvimento e sustentabilidade dos territórios e das comunidades.

A entrada é livre.

A direção do Centro de Estudos Regionais

CONCURSO DE FOTOGRAFIA EM BRAGA JÁ TEM VENCEDORES

Conhecidos os vencedores do XV Concurso Municipal de Fotografia. Trabalhos darão lugar a exposição na Fonte do Ídolo

Marcelo Gonçalves Marques foi o grande vencedor da XV edição do Concurso Municipal de Fotografia, que teve como tema ‘As Lojas com História’. Desenvolvido pelo Município de Braga, esta edição visou a identificação de estabelecimentos localizados no Concelho, com características de antiguidade, tradição, autenticidade e que contribuem para destacar a identidade da Cidade e da qualidade da paisagem social e económica de Braga.

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Após analisar os trabalhos a concurso, o júri decidiu, também, atribuir Menções Honrosas a Anabela Esteves e Eva Antunes, reconhecendo que os seus trabalhos corporizavam significativo mérito e qualidade, manifestando coerência e unidade no conjunto do trabalho apresentado. O júri entendeu ainda, atribuir o Prémio Especial do Júri a Abel Antunes, considerando que a foto distinguida revela singularidade e sentido estético estimulando a observação.

Nesta edição foram distribuídos mil euros em prémios e distinções e incluirá a habitual exposição pública, a inaugurar em 14 de Fevereiro na Fonte do Ídolo, na qual estarão patentes os trabalhos premiados pelo Júri, bem como fotografias dos vários concorrentes.

O júri entendeu por unanimidade renovar o voto de reconhecimento e louvor à participação no concurso de utentes do Centro D. João Novais e Sousa, instituição que acolhe e apoia Pessoas com deficiência mental e cuja participação vem conferindo a esta iniciativa uma verdadeira dimensão social, genuinamente inclusiva.

O concurso teve por base a utilização de máquinas analógicas descartáveis, mantendo assim viva uma tecnologia fotográfica hoje muito pouco utilizada, possibilitando aos mais jovens um primeiro contacto com a mesma.

O tema proposto visou despertar o interesse e a sensibilidade dos concorrentes relativamente às Lojas com História, na perspectiva de realçar a importância histórica, cultural e social da actividade desenvolvida por estes estabelecimentos ao longo de muitas décadas, e a respectiva afirmação enquanto valores e símbolos de fulcral importância para a identidade, singularidade e autenticidade de Braga. Por outro lado, esta edição visou contribuir para a promoção das actividades económicas desenvolvidas por aquelas lojas e, simultaneamente, sensibilizar e dar a conhecer os valores patrimoniais inerentes á arquitectura e desenho de interiores daqueles espaços, bem como toda a riqueza e características únicas dos produtos e saberes que proporcionam aos clientes e visitantes experiências únicas, que se constituem como uma imagem de marca de Braga.

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