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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PONTE DE LIMA INAUGURA EXPOSIÇÃO EVOCATIVA DO PRIMEIRO LIVRO DE FOTOGRAFIAS PUBLICADO NO CONCELHO – UMA OBRA DA AUTORIA DO FOTÓGRAFO LIMIANO AMÂNDIO SOUSA DANTAS

"Formas de Ver Ponte de Lima: 30 anos depois" uma exposição a visitar em Ponte de Lima

O Município de Ponte de Lima vai promover a exposição "Formas de Ver Ponte de Lima: 30 anos depois" de 9 de dezembro de 2022 a 26 de fevereiro de 2023, na Biblioteca Municipal.

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Quem, por este período, visitar Ponte de Lima, vai poder ver de perto a exposição evocativa do primeiro livro de fotografias publicado em Ponte de Lima e apresentado na Biblioteca Municipal.

Foi em 1992 que o autor do livro, Amândio de Sousa Vieira, publicou o seu primeiro livro de fotografias "feito a pensar nesta terra e nas suas gentes, dedicado a todos os que aqui nasceram, que por cá passam algum tempo ou que aqui vivem".

Trata-se de um livro de chancela do autor dedicado à vila de Ponte de Lima e ao concelho que revelam os dotes artísticos, sociais e humanistas do seu criador, e que foi o farol de abertura à publicação de outros livros.

Um importante testemunho cultural na intencionalidade de resgatar através da arte fotográfica tradições, patrimónios arquitetónico, paisagístico e etnográfico, vivências das gentes do concelho e um filão de histórias com gente dentro.

A exposição, patente na varanda interior da Biblioteca Municipal de 9 de dezembro de 2022 a 26 de fevereiro de 2023, vai integrar vários painéis que incluirão imagens dos principais momentos do lançamento do livro, compreenderá fotografias de Ponte de Lima e das suas gentes tiradas pelo autor e publicadas no livro há 30 anos e revelará novas formas de ver Ponte de Lima, sob o olhar de Amândio de Sousa Vieira, com fotografias atuais da paisagem natural, arquitetónica e humana que povoam o quotidiano desta terra.

Com os olhos postos no presente e no futuro e com memórias de como tudo começou há 30 anos, evoca-se uma obra e o seu autor que revelam o talento deste artista, que com mestria domina criativamente a imagem, regista momentos únicos e capta a diversidade das pessoas, da beleza humana e terrena, e preserva as manifestações culturais e costumes da terra.

Uma exposição a não perder!

De segunda a sábado, na Biblioteca Municipal de Ponte de Lima.

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REVELAÇÃO DOS PREMIADOS DO CONCURSO DE FOTOGRAFIA: “A MULHER ARCUENSE”

O Município de Arcos de Valdevez de Valdevez felicita os premiados e os participantes, da primeira edição do concurso “A Mulher Arcuense”.

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Este concurso foi mais uma iniciativa do Projeto Vez de Igualdade, que teve como objetivo recolher fotografias de mulheres arcuenses, demonstrando a sua força e a sua beleza.

A entrega dos prémios foi realizada no Encontro Intercultural, convívio com cidadãos estrangeiros residentes no concelho, este domingo, dia 13 de Novembro.

O júri do concurso, composto por cinco elementos, elegeu por unanimidade as seguintes fotografias:

1º Prémio, no valor de 150 euros, à fotografia intitulada Tia Custódia dos rebuçados de Marta Daniela Dias Alves 

2º Prémio no valor de 100 euros, à fotografia intitulada Tu definida pela indefinição de Eduardo José Ferreira Antunes

Menção honrosa à fotografia intitulada Mulher Determinada de Romano de Sousa

Consciente da importância da Igualdade de Género na sociedade atual, e das orientações das entidades sobre esta matéria, o Município de Arcos de Valdevez pretende dar continuidade a um conjunto atividades de promoção da Igualdade e não discriminação, dando cumprimento ao Plano Municipal para a Igualdade e Não Discriminação 2021-2024.

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PONTE DE LIMA: ESTÚDIO FOTOGRÁFICO IMPROVISADO NAS FEIRAS NOVAS DE 1940

Título atribuído pelo documentalista com base em investigação e informação oral. - Na foto da esqerda para a direita: Manuel Henrique Meira Terroso; cunhada e esposa de Filipe Ferreira Vale, a cunhada e a esposa de Filipe Ferreira Vale, ofertante do Postal. - Papel de fotografia. - Inscrito no verso "Ferrania". - No cenário é parcialmente percetível o local e nome do fotógrafo. - Manuscrito no verso. - Margens serrilhadas

Fonte: Biblioteca Municipal de Barcelos

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XUVENTUDE DE GALICIA INAUGURA EM LISBOA EXPOSIÇÃO COLECTIVA FOTOGRÁFICA “DIVERSIDADES”

Sábado, 29 de outubro 16h:00h.

Inauguración da exposición colectiva de fotografía “Diversidades”.

Pode ser visitada do 27 de outubro de luns a venres

De 11.00 a 14.00 h. e de 15.00 a 20.00 h. ata 1 de novembro

Salón Leocadia Boullosa da Xuventude de Galicia - Centro Galego de Lisboa.

Rua Júlio de Andrade, 3 – 1150-206 Lisboa (Xunto ao Jardim do Torel)

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BARCELOS REALIZOU CONCURSO DE FOTOGRAFIA

Concurso de Fotografia “Património Natural de Barcelos” 2022

O Município de Barcelos procedeu à entrega dos prémios relativos ao concurso de fotografia “Património Natural de Barcelos” 2022, no qual participaram 15 concorrentes, num total de 28 trabalhos a concurso. Os trabalhos estiveram expostos ao público, entre os dias 1 e 30 de junho, no âmbito das comemorações do Dia Mundial do Ambiente, no Posto de Turismo de Barcelos e numa exposição online no site do município.

Da avaliação do júri, foram atribuídas as seguintes classificações:

1º lugar - “Luz da Vida”, de Wilson Mário Silva (400€);

2º lugar - “Margens do Rio Cávado”, de Catarina Fonseca (300€);

3º lugar - “Monte do Facho”, de Afonso Santos (200€);

Prémio do público (online) - “Poupa – A desconfiada”, de Adelino Silva (100€).

Esta iniciativa tem como objetivo consciencializar e sensibilizar a população para a defesa e valorização do património natural do concelho e promover o ambiente, divulgando a sua fauna, flora, paisagens únicas e lugares desconhecidos.

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CELORICO DE BASTO CELEBRA O DIA MUNDIAL DO TURISMO COM EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA

“Repensar o turismo” aos olhos de quem nos visita é o tema de uma exposição fotográfica desenvolvida pelo Município de Celorico de Basto no âmbito da Celebração do Dia Mundial do Turismo, celebrado a 27 de setembro. 

A exposição estará patente na Casa da Terra de 27 de setembro a 26 de novembro.

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As fotografias são retiradas das plataformas digitais e mostram o nosso concelho aos olhos de quem nos visita, numa perspetiva intimista “pela lente que capta o momento, o local, o património, a natureza, as pessoas… o que temos para oferecer e que o turista absorve de acordo com as suas emoções, sensações, vivências. “Quem nos visita traz expetativas, deixa memórias, leva saudades – Our land… Their eye!” é o slogan desta exposição fotográfica que promete “deixar os visitantes da mesma fascinados e movidos a conhecer mais e melhor esta terra de mil e um encanto, com recantos únicos e experiências marcantes” como nos disse Maria José Marinho, Vereadora do Turismo do Município de Celorico de Basto.

Esta ação incide na temática lançada pela OMT (Organização Mundial do Turismo) “Repensar o Turismo” no sentido de refletir como estruturar o turismo, cuja recuperação está em andamento e com indicadores de desempenho muito relevantes e promissores.

A exposição abre no dia 27 de setembro e pode ser visitada de segunda a sexta, das 9h30 às 12h00 e das 14h00 às 18h00. Aos sábados e domingos o espaço estará aberto das 10h00 às 12h30 e das 14h30 às 17h30.

GERÊS REALIZA FESTIVAL DE IMAGEM DE NATUREZA

2ª edição do IRIS - Festival de Imagem de Natureza do Gerês decorre a 24 e 25 de setembro

Quando falamos de natureza, em Portugal, um local está sempre presente: o GERÊS.

Assim, depois do sucesso da 1ª edição, o Município de Terras de Bouro irá promover, nos dias 24 e 25 de setembro, a 2ª edição do IRIS - Festival de Imagem de Natureza do Gerês.

Serão dois dias repletos de palestras, debates e passeios fotográficos em pleno Parque Nacional da Peneda-Gerês. Este é o único Parque Nacional de Portugal, com uma riqueza paisagística e com uma biodiversidade única, sendo, por isso, o lugar de eleição para a juntar todos os amantes de fotografia de natureza.

Durante o evento serão, também, entregues os prémios do concurso fotográfico, que contou com a submissão de mais de 800 imagens divididas por três categorias: PNPG; Paisagens Naturais e Vida selvagem.

O evento decorrerá no auditório Professor Doutor Emídio Ribeiro, no Centro de Animação Turística na Vila do Gerês e a entrada é livre.

Mais informações em: https://www.iris.cm-terrasdebouro.pt/

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GÉRALD BLONCOURT: O FOTÓGRAFO DA EMIGRAÇÃO PORTUGUESA “A SALTO”

  • Crónica de Daniel Bastos

A breve trecho assinalam-se quatro anos desde o falecimento do saudoso fotógrafo franco-haitiano Gérald Bloncourt (1926-2018), um dos grandes nomes da fotografia humanista, cujas amplamente conhecidas imagens que imortalizam a história da emigração portuguesa para França, representam um contributo fundamental para uma melhor compreensão e representação do nosso passado recente.

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Gérald Bloncourt (1926-2018)

Colaborador de jornais de referência no campo social e sindical, o antigo fotojornalista que esteve radicado em Paris mais de meio século, teve o condão de retratar a chegada das primeiras levas massivas de emigrantes portugueses a França nos anos 60. A lente humanista do fotógrafo com dotes poéticos captou com particular singularidade as duras condições de vida dos nossos compatriotas nos bairros de lata nos arredores de Paris, conhecidos como bidonvilles, como os de Saint-Denis ou Champigny, com condições de habitabilidade deploráveis, sem eletricidade, sem saneamento nem água potável, construídos junto das obras de construção civil.

Igualmente relevantes são as imagens que Bloncourt captou durante a sua primeira viagem a Portugal nos anos 60, onde retratou o quotidiano das cidades de Lisboa, Porto e Chaves. Assim como as da viagem a “salto” que fez com emigrantes além Pirenéus, e as dos primeiros dias de liberdade em Portugal, como as das comemorações do 1.º de Maio de 1974 em Lisboa, acontecimento que permanece ainda hoje como a maior manifestação popular da história portuguesa.

O trabalho fotográfico de Bloncourt sobre a emigração e a génese da democracia portuguesa constitui um valioso repositório do último meio século nacional, que resgata das penumbras do esquecimento os protagonistas anónimos da história nacional que lutaram aquém e além-fronteiras pelo direito a uma vida melhor e à liberdade.

O trabalho e percurso de vida do fotógrafo francês de origem haitiana, que durante mais de vinte anos escreveu com luz a vida dos portugueses em França e Portugal, foram em 2016 distinguidos pelo Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa. No âmbito das Comemorações do 10 de Junho em Paris, Dia de Portugal de Camões e das Comunidades Portuguesas, cujas comemorações oficiais nesse ano aconteceram pela primeira vez numa cidade fora do país, o aclamado fotógrafo foi condecorado na cidade simbólica de Champigny, com a ordem de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique.

“O CENTRO HISTÓRICO DE BRAGA E AS SUAS GENTES” É O TEMA DO CONCURSO MUNICIPAL DE FOTOGRAFIA

Inscrições a partir de amanhã, dia 7 de Setembro

“O Centro Histórico de Braga e as suas gentes” é o tema da XIX edição do Concurso Municipal de Fotografia, que irá decorrer nos dias 7, 8 e 9 de Outubro, com o objectivo de aproximar os Bracarenses do património da Cidade. Esta edição irá atribuir 1.000 euros que serão distribuídos por quatro concorrentes.

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O tema proposto visa essencialmente estimular o interesse e a sensibilidade dos concorrentes em particular, dos munícipes e cidadãos em geral, convidando-os a mergulhar na história bimilenar da Cidade de Braga, em particular do seu Centro Histórico, que desde os primórdios se firmou como um grande centro urbano, atraindo pessoas para viver, trabalhar, estudar, ou simplesmente visitar.

As inscrições iniciam-se amanhã, dia 7 de Setembro, limitadas a 54 concorrentes. Os interessados poderão efectuar a sua inscrição presencialmente na Fonte do Ídolo, no horário de 2ª a 6ª feira, das 09h30 às 13h00 e das 14h00 às 17h30 e Sábados das 11h00 às 17h30 ou por email para: centro.historico@cm-braga.pt

Neste enquadramento cada concorrente poderá apontar a objectiva ao geral e ao pormenor, ao material e ao humano, ao exterior e ao interior, aos rituais religiosos, aos costumes e tradições e outros elementos que considere importantes, devendo ser captadas imagens que façam alusão ao edificado e ao humano, nas diversas áreas como a cultura, religião, comércio, gastronomia, indústria e serviços.

O concurso, promovido pela Câmara Municipal de Braga em parceria com a Koy Lab - Album Tailoring, empresa sediada em Braga, incluirá a habitual exposição pública, a inaugurar na Fonte do Ídolo, na qual estarão patentes os trabalhos premiados pelo Júri, bem como uma fotografia de cada um dos concorrentes, nos termos do Regulamento do Concurso disponível no site do Município de Braga em: https://bit.ly/3RJ67qV

CONCURSO DE FOTOGRAFIA “BRAGA NATURAL” PROMOVE PATRIMÓNIO NATURAL BIOLÓGICO

Iniciativa decorre até 31 de Outubro

O Município de Braga lançou a segunda edição do concurso de fotografia ‘Braga Natural’, com o objectivo de valorização do Concelho e da sua biodiversidade. A iniciativa decorre até 31 de Outubro, de forma a desafiar e sensibilizar a população para a importância da valorização do património natural biológico, designadamente os ecossistemas, os habitats e as formas de vida que neles habitam.

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“Este é um desafio que lançamos a todos os apaixonados pela natureza. Com este concurso pretendemos abranger todo o território através da selecção e classificação de fotografias relacionadas com esta temática”, referiu esta Quinta-feira Altino Bessa, vereador do Ambiente da Câmara Municipal de Braga, lembrando todo o trabalho desenvolvido pelo Município na preservação da fauna e flora do Concelho de Braga.

Além de promover a fotografia de natureza e fomentar o seu crescimento e desenvolvimento, o concurso procura “lançar o debate e a reflexão da sociedade para a necessidade de conhecer, promover e conservar a biodiversidade”, explicou o vereador, acrescentando que da selecção e classificação das fotografias apresentadas pelos participantes, será realizada uma exposição fotográfica itinerante percorrendo diversos espaços do Concelho.

O concurso abrange quatro categorias, designadamente Habitats Naturais; Fauna Selvagem; Flora e Fungos, sendo atribuído um prémio de 300 euros ao primeiro classificado de cada categoria, 125€ ao segundo e 50€ ao terceiro. O vencedor absoluto nas categorias a concurso terá uma majoração de prémio no valor de 200 euros.

As inscrições para participação no concurso ‘Braga Natural’ dever ser feitas em: https://bit.ly/3TzQoMe

As normas de participação no concurso podem ser consultadas no site do Município de Braga em: https://bit.ly/3B0zbEH

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“ARTUR PASTOR – PORTUGAL PAÍS DE CONTRASTES” – MUNICÍPIO DE LISBOA E EDITORA MAJERICON PRESTAM TRIBUTO AO INSÍGNE FOTÓGRAFO

A Câmara Municipal de Lisboa, Arquivo Municipal / Fotográfico e a Majericon acabam de publicar o livro “Artur Pastor – Portugal país de contrastes” cuja apresentação terá lugar na Feira do Livro de Lisboa no dia 3 de setembro, às 19h.

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Trata-se de um tributo celebrando o centenário do nascimento de Artur Pastor (1922-1998) com uma seleção de 249 fotografias a preto e branco, entre as muitas que constituem o espólio adquirido à família pela Câmara Municipal de Lisboa em 2001. Têm como objetivo dar a conhecer a obra deste fotógrafo ímpar e dar a este prolífico mas pouco conhecido fotógrafo o reconhecimento, colocando o seu nome entre os grandes da fotografia.

Tomando como ponto de partida o texto Portugal um país de contrastes, escrito por Artur Pastor em abril de 1954 para a revista Portugal Ilustrado, e o seu testemunho Portugal não se visita apenas com o olhar porque se sente, também, o coração, este livro constitui-se como um roteiro fotográfico sobre o legado deixado pelo fotógrafo Artur Pastor, evocando o seu desassossego ambivalente, em torno da escrita e da fotografia, do litoral e do interior ou da ruralidade e da modernidade.

Na seleção feita, podemos descobrir a sua faceta artística e parte da sua atividade profissional. A sua visão de Portugal, um país desaparecido e alterado na memória dos mais novos, mas refletindo um passado presente para os que o viveram. Um levantamento etnográfico exaustivo onde encontramos os trabalhos agrícolas, como a lavoura com junta de bois, a sementeira e a ceifa, os pastores e os seus rebanhos, a debulha na eira ou a debulha mecânica com máquina a vapor. Nas fainas da pesca: o copejo do atum na costa algarvia, a arte xávega na Nazaré com os bois a puxar os barcos, a amanha e a secagem do peixe nos paneiros, a reparação, o transporte e a lavagem das redes, a distribuição do peixe formando quadrículas na areia para a lota em Sesimbra, o artesanato e os seus ofícios, as feiras e os mercados, as festas populares, a indústria, as paisagens urbanas ou rurais.

Tamanho 22.6 cm x 22.7 cm | 264 páginas | Capa dura | ISBN 978-98-93336-53-3

Textos em Português, Inglês e Francês

PVP: 35 €

O livro estará à venda, a partir de Setembro, nas instalações do Arquivo Municipal de Lisboa, na Loja BLX – Bibliotecas de Lisboa, nas livrarias e poderá ainda ser adquirido através da página da editora: www.majericon.com.

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ARTUR PASTOR nasceu em Alter do Chão, a 1 de maio de 1922. Concluiu o curso de Regente Agrícola em Évora, na Herdade da Mitra, em 1942. Neste ano realizou o seu primeiro trabalho de fotografia que utilizou para ilustrar a sua tese final. Nessa altura descobriu o gosto pela fotografia que o fascinou até ao fim da sua vida.

Em Évora envolveu-se em projetos de natureza fotográfica apresentando os seus trabalhos em publicações ilustradas, postais, selos e cartazes. Colaborou em diversos jornais do Sul do País com artigos de opinião e de cariz literário. Com apenas 23 anos apresentou a sua primeira exposição “Motivos do Sul”.

No início dos anos cinquenta ingressou nos serviços do Ministério da Economia em Montalegre, sendo transferido em 1953 para Lisboa, para a Direção-Geral dos Serviços Agrícolas, fundando a fototeca deste serviço. Paralelamente, colaborou com outros organismos públicos, dos quais se destacam, a Junta Nacional do Azeite, do Vinho, das Frutas e a Federação Nacional dos Produtores de Trigo, entre outros. Em 1958 publicou uma edição de autor intitulada “Nazaré” e em 1965, “Algarve”, dois álbuns com textos e fotografias da sua autoria.

Participou frequentemente em exposições e Salões de Fotografia, tanto em Portugal como no estrangeiro, onde recebeu alguns primeiros prémios. O seu trabalho foi publicado por diversas revistas de fotografia nacionais e internacionais, tais como “The Times”, “National Geographic” entre outras.

Trabalhou por encomenda para diversos organismos oficiais e empresas, sobretudo no campo da agricultura e turismo. Integrou exposições oficiais e feiras, no país e no estrangeiro, tendo fotografado de forma regular até ao seu falecimento, em 1999. Em 2001 o espólio foi adquirido à família pela Câmara Municipal de Lisboa.

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