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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MONÇÃO: “MITOS, LENDAS E FOLCLORE”

Com a participação da comunidade monçanense, associações culturais e artistas locais, espetáculo multidisciplinar é apresentado nos dias 3 e 4 de dezembro, no Cine Teatro João Verde.

O Vale do Minho é um território rico em lendas. Existe um sem número de histórias com lobos, feiticeiras, mouras encantadas e tesouros enterrados, contadas nos lugares mais afastados e recônditos do concelho. Sempre envoltas em nevoeiro ou noites de lua cheia.

Este espetáculo multidisciplinar parte dessas histórias e das pessoas que as contam, fazendo da transmissão oral o melhor veículo de passagem de tradições e hábitos. E, assim, nesta linha ténue entre a verdade e o mito, se constrói a “cartografia” emotiva e sensorial do território.

Com a participação da comunidade monçanense, esta residência artística, transformada em espetáculo para o público sentir e recordar, pretende cruzar linguagens populares, como ranchos folclóricos e coros musicais, com bandas de garagem e artistas locais de diferentes áreas.

Criação

Patricia Andrade e Rita Morais

Aconselhamento artístico

Gonçalo Fonseca

Sonoplastia

Diogo Melo

Interpretação

Comunidade monçanense, associações culturais e artistas locais.

Datas

Dia 3, sábado, 21h30

Dia 4, domingo, 16h00

Cine Teatro João Verde

5,00 €

Apoio

Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses

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VIANA DO CASTELO: 10 ANOS DE RENASCER DA AREOSA EM EXPOSIÇÃO

O Grupo Etnofolclórico "RENASCER" de Areosa, cumpre no dia 1 de dezembro de 2022 o seu 10º aniversário. Neste ano especial de retoma da atividade pós-pandemia, este grupo decidiu marcar de uma forma especial o 10º ano a longo prazo. A direção, cumprindo o desiderato estabelecido aquando o 9º aniversário, comemorado em situação condicionada, devido às restrições que ainda se mantinham, apresentou aos componentes e alguns amigos, a programação prevista para o 10º ano de existência, à qual se davam forma as atividades de música, canto, dança, colóquios e exposições.

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Em janeiro, cumprindo a tradição de Janeiras, que temos vindo a manter de ano para ano, e não podendo tocar de porta em porta, como habitualmente, fomos de porta em porta deixar na casa das pessoas com um panfleto significativo dos nossos votos de um feliz ano.

No mês de abril, realizou-se um colóquio, com uma abordagem sobre o futuro do folclore, em virtude da situação pandémica vivida, o qual denominamos FOLKLORE 2.0. Este colóquio teve como convidados para o Primeiro Painel – Presente e Futuro dos Festivais Internacionais, representando o CIOFF Portugal, Paulo Marques, também representante do FOLK Cantanhede, para o Segundo Painel – Presente e Futuro dos Grupos Folclóricos em Portugal, representando a Federação do Folclore Português, Dr. Daniel Café e para o Terceiro Painel – Presente e Futuro do Folclore em Viana do Castelo, na representação da Vianafestas, Dr. Paulo Carrança. De forma a familiarizarmos mais ainda o colóquio, concluímos esta tarde informativa com a Mesa Redonda – Dificuldades em Pandemia e Futuro, na qual reunimos amigos de alguns Grupos Folclóricas, nomeadamente o já mencionado Paulo Marques do Grupo Folclórico Cancioneiro de Cantanhede, do Grupo de Danças e Cantares de Perre - Manuel Arieira, do Grupo Folclórico de Viana - Francisco Vieira, e do Grupo Etnofolclórico “RENASCER” de Areosa - Flávia Cunha, bem como da representante do Festival de Folclore Internacional do Alto Minho - Maria José Xavier.

Em junho, o canto foi a área desenvolvida, ao qual se juntou o Professor Vitor Lima, para fortalecer esta componente artística, realizando uma aula de canto para os componentes e convidados do grupo, a qual foi muito bem recebida por todos, tendo ficado o desejo para outras de continuação no futuro.

No mês de setembro, dedicamo-nos à dança e à música ao longo de um dia inteiro, com a presença de profissionais do vídeo e da fotografia, no qual tocamos, cantamos e dançamos, e do qual resultou o trabalho base da exposição com inauguração marcada para o dia 1 de dezembro, data de comemoração do 10º aniversário.

A exposição “10 anos de Renascer de Areosa”, estará patente no Salão Ernesto Botelho da Sociedade de Instrução e Recreio Social Areosense, entre o dia 1 de Dezembro, com abertura marcada para as 10.00h, e o dia 14 do mesmo mês. Esta exposição, é o resultado do trabalho dos fotógrafos José Maria Barroso e Regina Lamoroux Barroso, e do videógrafo Diogo Vale, que se juntaram ao Renascer de Areosa neste ano especial. Fica um agradecimento enorme, em nome do Grupo Etnofolclórico "RENASCER" de Areosa, aos profissionais da fotografia e vídeo, à SIRSA, no nome do seu Presidente da Direção Ernesto Botelho pela cedência dos espaços de ensaios e para a realização da exposição, e a todos os que partilharam do êxito do 10º ano - componentes, amigos e colaboradores.

Deixamos o convite a todos para visitar a exposição 10 anos de Renascer de Areosa, no salão Ernesto Botelho da ala sul da SIRSA em Areosa.

GRUPO FOLCLÓRICO DA UNIVERSIDADE DO MINHO: QUEM CANTA SEUS MALES ESPANTA ‘22

A 3.ª edição deste concerto dedicado aos cantares polifónicos tradicionais acontece na Igreja dos Terceiros, em Braga.

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O Grupo Folclórico da Universidade do Minho (GFUM) organiza a terceira edição do concerto “Quem canta seus males espanta” na Igreja dos Terceiros, em Braga.
Depois do sucesso das edições anteriores, o GFUM volta a organizar este concerto que tem como objetivo a promoção e a divulgação do canto polifónico a capella, que se está a candidatar a Património Cultural Imaterial Nacional, através da candidatura do “Canto a Vozes”.
Neste contexto, o concerto reunirá vários grupos com este trabalho de salvaguarda e valorização. São eles: GFUM, Grupo Etnográfico de Fermedo e Mato (Arouca) e Cantadeiras de S. Martinho de Crasto (Ponte da Barca).
O concerto será encerrado com um coro de comunidade, que tem vindo a ser preparado, no qual se têm juntando vozes de diferentes grupos e realidades entre cantadores e cantadeiras, evidenciando as polifonias da região.

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MONÇÃO: “MITOS, LENDAS E FOLCLORE”

Com a participação da comunidade monçanense, associações culturais e artistas locais, espetáculo multidisciplinar é apresentado nos dias 3 e 4 de dezembro, no Cine Teatro João Verde.

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O Vale do Minho é um território rico em lendas. Existe um sem número de histórias com lobos, feiticeiras, mouras encantadas e tesouros enterrados, contadas nos lugares mais afastados e recônditos do concelho. Sempre envoltas em nevoeiro ou noites de lua cheia.

Este espetáculo multidisciplinar parte dessas histórias e das pessoas que as contam, fazendo da transmissão oral o melhor veículo de passagem de tradições e hábitos. E, assim, nesta linha ténue entre a verdade e o mito, se constrói a “cartografia” emotiva e sensorial do território.

Com a participação da comunidade monçanense, esta residência artística, transformada em espetáculo para o público sentir e recordar, pretende cruzar linguagens populares, como ranchos folclóricos e coros musicais, com bandas de garagem e artistas locais de diferentes áreas.

Criação

Patricia Andrade e Rita Morais

Aconselhamento artístico

Gonçalo Fonseca

Sonoplastia

Diogo Melo

Interpretação

Comunidade monçanense, associações culturais e artistas locais.

Datas

Dia 3, sábado, 21h30

Dia 4, domingo, 16h00

Cine Teatro João Verde

5,00 €

FAMALICÃO: IGREJA DE JOANE RECEBE CONCERTO “MELODIAS DE NATAL”

Natais do Minho, ei-lo que chegam branquinhos de neve, como se os moleiros do alto das serras, sacudindo os fatos, os enfarinhassem de longe. Neste concerto, são cantados versos galantes a Maria e ao Menino.”

A Rusga de Joane apresenta o concerto “Melodias de Natal”, no próximo domingo, 4 de dezembro, às 15h30 na Igreja Paroquial de Joane.

O concerto iniciará com o grupo anfitrião, a Rusga de Joane, com belas cantigas tradicionais religiosas, alusivas ao natal e recolhidas na comunidade e nos cancioneiros populares da região minhota.

Atuará também neste concerto a fadista Patrícia Costa com “Um Natal Português”, melodias distantes, quase perdidas na memória, que nos devolvem aromas, lugares, pessoas e vivências, envoltos no sentimento mais português: a saudade. No emaranhado dessas memórias, o coração vibra ainda mais quando soa uma guitarra portuguesa, e de repente acrescenta mais uma pincelada ao quadro da magia do Natal.

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GRUPOS FOLCLÓRICOS LEVARAM AO SANTUÁRIO DE FÁTIMA AS CORES DAS NOSSAS TRADIÇÕES NUMA MANIFESTAÇÃO DE FÉ

Mais de 1700 peregrinos, trajados a preceito com os seus fatos domingueiros, afluiram hoje à Basílica da Santíssima Trindade, em Fátima.

A iniciativa é da Federação do Folclore Português e vem retomar uma tradições interrompida pela pandemia.

Foto: Federação do Folclore Português

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CÂMARA DE BRAGA CLASSIFICA TRAJE DE CAPOTILHA COMO PATRIMÓNIO CULTURAL IMATERIAL DE INTERESSE MUNICIPAL

Proposta analisada na próxima Reunião de Executivo

A Câmara Municipal de Braga vai proceder à classificação do traje de capotilha como Património Cultural Imaterial de Interesse Municipal. Com esta proposta, que estará em análise na próxima Reunião do Executivo Municipal marcada para Segunda-feira, 28 de Novembro, a Autarquia pretende “consolidar o lugar de relevo que esta indumentária tem na Cidade e nas suas gentes, uma tradição assumida e orgulhosamente vivida”.

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O traje de capotilha é uma manifestação viva da etnografia Bracarense, sendo um dos seus elementos mais marcantes. Considerado como o mais emblemático da Cidade, com todas as suas variantes, o traje de capotilha tem vindo a assumir uma importância cada vez maior, como é visível nas manifestações culturais participadas pela comunidade.

Ao longo dos anos, esta indumentária tornou-se “um ícone indissociável das Festas de São João de Braga, onde surge frequentemente como elemento figurativo dos cartazes de promoção das mesas, sobretudo pelo traço do Mestre José Veiga, que revia neste traje um dos símbolos da Cidade”, como pode ler-se na proposta de classificação.

A par do São João de Braga, o traje de capotilha é ainda utilizado em todos os grupos folclóricos e em eventos culturais diversos, como em exposições e desfiles, facto que demonstra a sua “apropriação pela comunidade Bracarense como traje mais identitário do Território”.

De referir que, nos próximos meses, a Câmara Municipal de Braga irá apresentar um pedido de inventariação do traje de capotilha como Património Cultural Imaterial, “continuando o trabalho de salvaguarda e valorização, acompanhados de um levantamento intenso da documentação histórica e dos testemunhos presentes desta manifestação na actualidade”.

Município avança com criação de Unidade de Execução n.º 4 nas Sete Fontes

Será também analisada na Segunda-feira a proposta de criação da unidade de execução nº4 nas Sete Fontes. Esta é mais uma unidade de execução que integra o Plano de Urbanização das Sete Fontes (PUSF), que estabelece com bastante detalhe as orientações relativas à operação a desenvolver.

A unidade de execução nº4, com uma área total de 36.227 m2, prevê, de forma exacta e efectivamente delimitada, solo urbano com aptidão edificatória (11.583 m2), solo urbano sem aptidão edificatória (2.298 m2) e solo rústico com relevância para a valorização do solo urbano (24.644 m2).

Para garantir o princípio da participação, a aprovação definitiva desta Unidade de Execução será ainda antecedida de discussão pública em termos análogos aos previstos para o plano de pormenor e contacto directo com os proprietários dos prédios abrangidos pela Unidade de Execução, salvo se não for possível identificá-los ou encontrá-los.

O Parque das Sete Fontes é considerado um projecto absolutamente estratégico para Braga pelo Executivo Municipal. Este local privilegiado de contacto com a natureza será, em breve, um espaço propício à vivência cultural e ambiental.

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