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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REÚNE CONGRESSO EM GONDOMAR – LISTA ÚNICA CONCORRE AOS CORPOS SOCIAIS PARA O TRIÉNIO 2026/2028

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Assembleia Geral

[Presidente] Ludgero António de Jesus Mendes
Grupo Académico de Danças Ribatejanas - Santarém

[Vice-presidente] João Manuel da Silva Carriço
Sócio auxiliar – Póvoa da Galega - Mafra

[Secretário] Dinis Correia Mateus
Sócio auxiliar – Moncarapacho - Olhão

[Secretário] Joaquim José Lopes Matias
Rancho Folclórico de Fortios – Fortios - Portalegre

[Secretário] Hélio Manuel Henriques dos Santos
Rancho Folclórico "Os Camponeses" de Minjoelho – Tomar

Conselho Fiscal

[Presidente] Francisco Mendes Moreira
Rancho Folclórico S. Tiago de Silvalde – Silvalde - Espinho

[Secretário] Paulo Paiva Morais
Grupo Folclórico e Etnográfico de Vila Cova à Coelheira – Vila Nova de Paiva

[Relator] Cecília do Carmo Rodrigues de Sousa
Rancho Folclórico “Os Camponeses da Beira-Ria” - Murtosa

[Suplente] Ana Lourenço Rodrigues Machado
Grupo Regional Folclórico e Agrícola de Pevidém – Pevidém - Guimarães

[Suplente] Maria Manuela Carloto Simplício da Silva Carriço
Sócio auxiliar – Póvoa da Galega - Mafra

[Suplente] Sérgio Miguel Estrela Coelho
Grupo Folclórico e Etnográfico de Albergaria-a-Velha – Albergaria-a-Velha

Direção

[Presidente] Daniel Calado Café
Rancho Folclórico de Gouxaria – Gouxaria - Alcanena

[1º Vice-presidente] Inácio Martins Soares
Sócio auxiliar – Anta - Espinho

[2º Vice-presidente] Carla Patrícia Basto Meira
Rancho Típico de S. Mamede Infesta – S. Mamede de Infesta - Matosinhos

[3º Vice-presidente] Nuno Miguel da Silva Maia
Sócio auxiliar – Vila Nova da Gaia

[4º Vice-presidente] Jaime Ricardo Teixeira Gouveia
Sócio auxiliar – Moimenta da Beira

[5º Vice-presidente] Ricardo Miguel Martins Oliveira
Grupo de Danças e Cantares de Alfena – Alfena - Valongo

[6º Vice-presidente] Elisa Manuela Afonso Alves
Grupo Folclórico das Lavradeiras de S. Pedro de Merufe - Merufe - Monção

[1º Secretária] Maria Lucília Pereira Alves Santos
Grupo Regional de Moreira da Maia – Moreira - Maia

[2º Secretária] Cristina Margarida Pardinha Gaspar
Grupo Folclórico da Casa do Povo de Cacia – Cacia - Aveiro

[Tesoureiro] Carlos Manuel Martins Saraiva
Sócio auxiliar – Águeda

[Tesoureiro Adjunto] Luís Sousa Fernandes
Rancho Folclórico Danças e Cantares Stª Maria de Olival – Olival – Vila Nova de Gaia

[Vogal] Tânia Alexandra Miranda Gabriel
Grupo Folclórico e Etnográfico de Arzila – Arzila - Coimbra

[Vogal] André Filipe Maneta Vieira
Rancho da Região de Leiria – Leiria

[Vogal] Nuno Miguel Busca dos Santos
Rancho Folclórico "As Vendedeiras" Saloias de Sintra – Sintra

[Vogal] José António dos Santos Fernandes Monteiro
Rancho Regional e Folclórico de Candosa – Candosa - Tábua

[Suplente] Daniel Henrique de Bastos
Sócio auxiliar - Bunheiro - Murtosa

[Suplente] Cláudia Cristina Fernandes Reigota
Rancho Regional da Casa do Povo de Ílhavo - Ílhavo

[Suplente] Maria Carla Miranda de Oliveira
Sócio auxiliar – Lisboa

[Suplente] Paulo Alexandre Machado Jerónimo
Rancho Folclórico da Boidobra – Boidobra - Covilhã

[Suplente] Fábio André Pereira Gonçalves Luís
Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa – Arganil (Lisboa)

[Suplente] Sérgio Armando Fernandes da Silva
Grupo Folclórico Cultural e Recreativo de Albergaria-a-Velha – Albergaria-a-Velha

[Suplente] André Alexandre Pereira Guerreiro
Rancho Folclórico de São Bartolomeu de Messines - Silves

[Suplente] Joaquim Rocha Neves da Silva
Sócio auxiliar – Pedroso – Vila Nova de Gaia

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AS JANEIRAS VÃO INAUGURAR AS COMEMORAÇÕES DO 30º ANIVERSÁRIO DO GRUPO DE FOLCLORE CASA DE PORTUGAL EM ANDORRA

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O Grupo de Folclore Casa de Portugal sediado no Principado de Andorra inicia, este fim de semana, a 19ª edição das tradicionais Janeiras que irão percorrer o país nos quatro fins de semana próximos.

Duas dezenas de espaços comerciais, Igrejas e casas particulares do Principado irão receber a visita dos tocadores e cantadores de Janeiras que, no dia 25, irão visitar a Catedral de Santa Maria de Urgell, em Espanha, na presença do Copríncipe de Andorra, Josep-Lluis Serrano.

O último dia de Janeiras será o 31 de Janeiro com a visita ao Consulado Geral de Portugal, na presença do Cônsul Duarte Pinto da Rocha e em colaboração com o Rancho Folclórico dos Residentes do Alto Minho assim como a organização do 1º Encontro de Janeiras a realizar-se na Igreja de Sant Esteve da capital andorrana, com a participação dos dois grupos.

Além das Janeiras, o Grupo de Folclore Casa de Portugal está a preparar um conjunto de iniciativas culturais para comemorar os 30 anos de promoção da cultura portuguesa no Principado de Andorra.

Destaque para o lançamento de um livro em abril, um concerto musical e o Festival de Folclore em maio, assim como viagens a Vila Praia de Ancora no mesmo mês e ao Brasil a finais de outubro. Em novembro haverá o lançamento de um documentário gravado em Andorra, Espanha e Portugal. Outras iniciativas habituais estão programadas como a participação no dia da Diversidade Cultural em maio, o Feirão em julho, e a Feira de Andorra em outubro.

O Grupo de Folclore Casa de Portugal foi fundado a 1 de maio de 1996 e está formado por cerca de 60 elementos de diferentes franjas etárias e diversas nacionalidades.

José Luis Carvalho
Presidente
Grupo de Folclore Casa de Portugal
Principado de Andorra

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CONGRESSO NACIONAL DE FOLCLORE 2026 COMEÇA AMANHÃ EM GONDOMAR – CRÓNICA DO DR. DANIEL CAFÉ – PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS

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Ser folclorista é assumir um compromisso profundo com a memória coletiva. É reconhecer que cada canto, cada dança, cada traje e cada gesto transportam séculos de vivências, saberes e identidades. É compreender que o folclore não é apenas um conjunto de tradições preservadas no tempo, mas uma expressão viva, dinâmica e em constante diálogo com o presente. É por isso que, em janeiro de 2026, Gondomar se transforma no grande palco nacional de encontro, reflexão e celebração de todos aqueles que dedicam a sua vida — ou parte dela — à cultura popular portuguesa.

A Federação do Folclore Português (FFP), entidade que há décadas se afirma como referência na preservação, estudo e valorização do património imaterial, organiza mais uma edição do Congresso Nacional de Folclore, um espaço que vai muito além da partilha de experiências. Estes congressos têm sido, ao longo dos anos, momentos fundamentais para o avanço da conceptualização teórica do folclore, promovendo debates que ajudam a clarificar conceitos, a atualizar metodologias e a reforçar a legitimidade científica do trabalho folclorista. A FFP tem desempenhado um papel determinante na construção de um pensamento crítico e informado sobre o folclore, incentivando a investigação, a formação e a reflexão contínua sobre o que significa, hoje, ser guardião da cultura popular.

O tema desta edição — “Por que sou folclorista?” — convida cada participante a olhar para dentro, a revisitar motivações, a reconhecer desafios e a projetar o futuro. Ser folclorista é ser investigador, intérprete, transmissor e defensor de um legado que pertence a todos. É sentir orgulho na diversidade cultural do país e trabalhar para que essa riqueza continue a ser compreendida, valorizada e vivida pelas gerações futuras. Este congresso pretende abrir espaço para que cada voz encontre lugar, para que cada percurso inspire outros, e para que a comunidade folclorista se fortaleça através do diálogo e da partilha.

Durante dois dias, Gondomar acolherá palestrantes, testemunhos, apresentações e momentos de convívio que reforçam a identidade comum de quem vive o folclore com paixão. Será também uma oportunidade para aprofundar o papel da FFP enquanto entidade orientadora, promotora de rigor e impulsionadora de novas abordagens teóricas. A Federação tem sido essencial na construção de uma visão contemporânea do folclore, combatendo estereótipos, promovendo a autenticidade e incentivando a compreensão do folclore como fenómeno cultural complexo, que exige estudo, sensibilidade e responsabilidade.

Participar no Congresso Nacional de Folclore é afirmar que o folclore continua vivo, relevante e necessário. É reconhecer que o trabalho dos folcloristas não se limita ao palco: estende-se à investigação, à educação, à preservação e à construção de pontes entre passado e futuro. É, acima de tudo, celebrar uma comunidade que se dedica a manter acesa a chama da identidade portuguesa.

Gondomar espera por ti. O folclore também.

Daniel Café

Presidente da Federação do Folclore Português

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CONGRESSO NACIONAL DE FOLCLORE 2026 REALIZA-SE NO PRÓXIMO FIM-DE-SEMANA – CRÓNICA DO DR. DANIEL CAFÉ – PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS

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Ser folclorista é assumir um compromisso profundo com a memória coletiva. É reconhecer que cada canto, cada dança, cada traje e cada gesto transportam séculos de vivências, saberes e identidades. É compreender que o folclore não é apenas um conjunto de tradições preservadas no tempo, mas uma expressão viva, dinâmica e em constante diálogo com o presente. É por isso que, em janeiro de 2026, Gondomar se transforma no grande palco nacional de encontro, reflexão e celebração de todos aqueles que dedicam a sua vida — ou parte dela — à cultura popular portuguesa.

A Federação do Folclore Português (FFP), entidade que há décadas se afirma como referência na preservação, estudo e valorização do património imaterial, organiza mais uma edição do Congresso Nacional de Folclore, um espaço que vai muito além da partilha de experiências. Estes congressos têm sido, ao longo dos anos, momentos fundamentais para o avanço da conceptualização teórica do folclore, promovendo debates que ajudam a clarificar conceitos, a atualizar metodologias e a reforçar a legitimidade científica do trabalho folclorista. A FFP tem desempenhado um papel determinante na construção de um pensamento crítico e informado sobre o folclore, incentivando a investigação, a formação e a reflexão contínua sobre o que significa, hoje, ser guardião da cultura popular.

O tema desta edição — “Por que sou folclorista?” — convida cada participante a olhar para dentro, a revisitar motivações, a reconhecer desafios e a projetar o futuro. Ser folclorista é ser investigador, intérprete, transmissor e defensor de um legado que pertence a todos. É sentir orgulho na diversidade cultural do país e trabalhar para que essa riqueza continue a ser compreendida, valorizada e vivida pelas gerações futuras. Este congresso pretende abrir espaço para que cada voz encontre lugar, para que cada percurso inspire outros, e para que a comunidade folclorista se fortaleça através do diálogo e da partilha.

Durante dois dias, Gondomar acolherá palestrantes, testemunhos, apresentações e momentos de convívio que reforçam a identidade comum de quem vive o folclore com paixão. Será também uma oportunidade para aprofundar o papel da FFP enquanto entidade orientadora, promotora de rigor e impulsionadora de novas abordagens teóricas. A Federação tem sido essencial na construção de uma visão contemporânea do folclore, combatendo estereótipos, promovendo a autenticidade e incentivando a compreensão do folclore como fenómeno cultural complexo, que exige estudo, sensibilidade e responsabilidade.

Participar no Congresso Nacional de Folclore é afirmar que o folclore continua vivo, relevante e necessário. É reconhecer que o trabalho dos folcloristas não se limita ao palco: estende-se à investigação, à educação, à preservação e à construção de pontes entre passado e futuro. É, acima de tudo, celebrar uma comunidade que se dedica a manter acesa a chama da identidade portuguesa.

Gondomar espera por ti. O folclore também.

Daniel Café

Presidente da Federação do Folclore Português

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CONGRESSO NACIONAL DE FOLCLORE 2026 REALIZA-SE NOS PRÓXIMOS DIAS 10 E 11 DE JANEIRO – CRÓNICA DO DR. DANIEL CAFÉ – PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS

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Ser folclorista é assumir um compromisso profundo com a memória coletiva. É reconhecer que cada canto, cada dança, cada traje e cada gesto transportam séculos de vivências, saberes e identidades. É compreender que o folclore não é apenas um conjunto de tradições preservadas no tempo, mas uma expressão viva, dinâmica e em constante diálogo com o presente. É por isso que, em janeiro de 2026, Gondomar se transforma no grande palco nacional de encontro, reflexão e celebração de todos aqueles que dedicam a sua vida — ou parte dela — à cultura popular portuguesa.

A Federação do Folclore Português (FFP), entidade que há décadas se afirma como referência na preservação, estudo e valorização do património imaterial, organiza mais uma edição do Congresso Nacional de Folclore, um espaço que vai muito além da partilha de experiências. Estes congressos têm sido, ao longo dos anos, momentos fundamentais para o avanço da conceptualização teórica do folclore, promovendo debates que ajudam a clarificar conceitos, a atualizar metodologias e a reforçar a legitimidade científica do trabalho folclorista. A FFP tem desempenhado um papel determinante na construção de um pensamento crítico e informado sobre o folclore, incentivando a investigação, a formação e a reflexão contínua sobre o que significa, hoje, ser guardião da cultura popular.

O tema desta edição — “Por que sou folclorista?” — convida cada participante a olhar para dentro, a revisitar motivações, a reconhecer desafios e a projetar o futuro. Ser folclorista é ser investigador, intérprete, transmissor e defensor de um legado que pertence a todos. É sentir orgulho na diversidade cultural do país e trabalhar para que essa riqueza continue a ser compreendida, valorizada e vivida pelas gerações futuras. Este congresso pretende abrir espaço para que cada voz encontre lugar, para que cada percurso inspire outros, e para que a comunidade folclorista se fortaleça através do diálogo e da partilha.

Durante dois dias, Gondomar acolherá palestrantes, testemunhos, apresentações e momentos de convívio que reforçam a identidade comum de quem vive o folclore com paixão. Será também uma oportunidade para aprofundar o papel da FFP enquanto entidade orientadora, promotora de rigor e impulsionadora de novas abordagens teóricas. A Federação tem sido essencial na construção de uma visão contemporânea do folclore, combatendo estereótipos, promovendo a autenticidade e incentivando a compreensão do folclore como fenómeno cultural complexo, que exige estudo, sensibilidade e responsabilidade.

Participar no Congresso Nacional de Folclore é afirmar que o folclore continua vivo, relevante e necessário. É reconhecer que o trabalho dos folcloristas não se limita ao palco: estende-se à investigação, à educação, à preservação e à construção de pontes entre passado e futuro. É, acima de tudo, celebrar uma comunidade que se dedica a manter acesa a chama da identidade portuguesa.

Gondomar espera por ti. O folclore também.

Daniel Café

Presidente da Federação do Folclore Português

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CONGRESSO NACIONAL DE FOLCLORE 2026 – CRÓNICA DO DR. DANIEL CAFÉ – PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS

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Ser folclorista é assumir um compromisso profundo com a memória coletiva. É reconhecer que cada canto, cada dança, cada traje e cada gesto transportam séculos de vivências, saberes e identidades. É compreender que o folclore não é apenas um conjunto de tradições preservadas no tempo, mas uma expressão viva, dinâmica e em constante diálogo com o presente. É por isso que, em janeiro de 2026, Gondomar se transforma no grande palco nacional de encontro, reflexão e celebração de todos aqueles que dedicam a sua vida — ou parte dela — à cultura popular portuguesa.

A Federação do Folclore Português (FFP), entidade que há décadas se afirma como referência na preservação, estudo e valorização do património imaterial, organiza mais uma edição do Congresso Nacional de Folclore, um espaço que vai muito além da partilha de experiências. Estes congressos têm sido, ao longo dos anos, momentos fundamentais para o avanço da conceptualização teórica do folclore, promovendo debates que ajudam a clarificar conceitos, a atualizar metodologias e a reforçar a legitimidade científica do trabalho folclorista. A FFP tem desempenhado um papel determinante na construção de um pensamento crítico e informado sobre o folclore, incentivando a investigação, a formação e a reflexão contínua sobre o que significa, hoje, ser guardião da cultura popular.

O tema desta edição — “Por que sou folclorista?” — convida cada participante a olhar para dentro, a revisitar motivações, a reconhecer desafios e a projetar o futuro. Ser folclorista é ser investigador, intérprete, transmissor e defensor de um legado que pertence a todos. É sentir orgulho na diversidade cultural do país e trabalhar para que essa riqueza continue a ser compreendida, valorizada e vivida pelas gerações futuras. Este congresso pretende abrir espaço para que cada voz encontre lugar, para que cada percurso inspire outros, e para que a comunidade folclorista se fortaleça através do diálogo e da partilha.

Durante dois dias, Gondomar acolherá palestrantes, testemunhos, apresentações e momentos de convívio que reforçam a identidade comum de quem vive o folclore com paixão. Será também uma oportunidade para aprofundar o papel da FFP enquanto entidade orientadora, promotora de rigor e impulsionadora de novas abordagens teóricas. A Federação tem sido essencial na construção de uma visão contemporânea do folclore, combatendo estereótipos, promovendo a autenticidade e incentivando a compreensão do folclore como fenómeno cultural complexo, que exige estudo, sensibilidade e responsabilidade.

Participar no Congresso Nacional de Folclore é afirmar que o folclore continua vivo, relevante e necessário. É reconhecer que o trabalho dos folcloristas não se limita ao palco: estende-se à investigação, à educação, à preservação e à construção de pontes entre passado e futuro. É, acima de tudo, celebrar uma comunidade que se dedica a manter acesa a chama da identidade portuguesa.

Gondomar espera por ti. O folclore também.

Daniel Café

Presidente da Federação do Folclore Português

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VIANA DO CASTELO: GRUPO FOLCLÓRICO DE SANTA MARTA DE PORTUZELO LEVA À CENA A PEÇA “MARIA DO AMPARO”

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Eis que chega a hora de anunciar o último momento de celebração dos 85 anos do Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo.

E como a memória deve de ser reavivada, temos o prazer de anunciar "Maria do Amparo", a história de uma jovem santamartense.

O espetáculo será no próximo dia 10 de Janeiro de 2026, pelas 21h30 na belíssima sala do teatro Sá de Miranda!

Os bilhetes encontram-se à venda a partir do dia 16 de dezembro na bilheteira do teatro e na BOL.

GISELA JOÃO ATUA EM FAMALICÃO A CONVITE DA RUSGA DE JOANE A 7 DE DEZEMBRO NA IGREJA MATRIZ ANTIGA

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A magia do Natal ganha nova vida em “Melodias de Natal – Rusga de Joane convida Gisela João”, um concerto que celebra as tradições vocais do Minho e os cantares que, ao longo de séculos, deram voz à ternura, fé e memória do tempo natalício.

No domingo, 7 de dezembro às 18h na Igreja Matriz Antiga (Praça 9 Abril, V.N.Famalicão), inserido na programação do Município “Famalicão, o Lugar do Natal”, acontecerá este concerto inspirado nas polifonias e melodias populares que marcam o imaginário minhoto e não só — “Natais do Minho, ei-los que chegam branquinhos de neve, como se os moleiros do alto das serras, sacudindo os fatos, os enfarinhassem de longe” — o espetáculo revisita os versos dedicados a Maria e ao Menino, evocando o ambiente das aldeias, o convívio à volta da lareira e o legado musical transmitido de geração em geração.

Rusga de Joane, referência etnográfica do concelho de Vila Nova de Famalicão, apresenta um programa pensado especialmente para esta quadra, com novos arranjos, harmonias renovadas e uma abordagem contemporânea ao repertório tradicional de Natal.

Este ano, o concerto conta com uma convidada muito especial: Gisela João, uma das vozes maiores do fado português, que traz consigo a sua sensibilidade artística, força interpretativa e uma estética que liga com naturalidade a modernidade à raiz popular. A presença da artista cria um encontro único entre tradição, fado e memória coletiva — um momento de comunhão artística e emocional.

Melodias de Natal” promete ser um espetáculo envolvente, onde as vozes se cruzam, as histórias ganham corpo e a tradição se ilumina com novas cores, celebrando a identidade cultural do Minho e a beleza do canto partilhado.

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PRESIDENTE DA REPÚBLICA ENTRE MINHOTOS NA VISITA OFICIAL AO MÓNACO

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O Presidente da República iniciou a Visita de Estado ao Principado do Mónaco, tendo sido recebido no Palácio do Príncipe por Suas Altezas Sereníssimas o Príncipe Alberto II e a Princesa Charlene.

Na Cerimónia oficial de boas-vindas foram prestadas Honras Militares, com a execução dos Hinos Nacionais dos dois países e revista à Guarda de Honra. No final, os Chefes de Estado tiveram uma reunião de trabalho.

Após o almoço oficial, o Presidente da República, acompanhado por Suas Altezas Sereníssimas o Príncipe Alberto II e a Princesa Charlene, passearam a pé pelos Jardins de Saint-Martin, visitaram uma exposição de fotografia e inauguraram um busto do Rei D. Carlos. No final do passeio, os Chefes de Estado depositaram uma coroa de flores junto à estátua de Alberto I.

No final da visita de Estado ao Principado do Mónaco, o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa encontrou-se com a Comunidade Portuguesa que reside ou trabalha naquele país.

Fonte | Fotos: Presidência da República

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