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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CELORICO DE BASTO CELEBROU O DIA DA FLORESTA AUTÓCTONE

Foi com a plantação de duas árvores em cada centro escolar de Celorico de Basto, que a Câmara Municipal celebrou o Dia da Floresta Autóctone. Apesar de oficialmente o Dia da Floresta Autóctone ser celebrado a 23 de novembro, a celebração do mesmo, por condições meteorológicas adversas, foi efetivada durante o dia de 28 e 29 de novembro, e constou da plantação de um Azevinho e um Carvalho Português.

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Duas árvores originárias deste território. A plantação na escola teve como objetivo principal dar a conhecer às crianças o que são árvores autóctones e a importância da sua preservação.

“Estas campanhas têm um objetivo principal muito importante, dar aos nossos jovens a oportunidade de conhecer o que é do nosso território, e o que deve ser feito para o preservar. Ainda este ano um grande incêndio rural destruiu a grande mancha de azevinho que existia neste concelho, na freguesia de S. Clemente. Apesar de termos um Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios que procura evitar este tipo de flagelos, só com a colaboração de todos é que será possível preservar dignamente o ambiente em que vivemos, a nossa natureza” disse o Presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, José Peixoto Lima, aquando da plantação das árvores no centro Escolar da sede de concelho.

Esta é uma iniciativa que integra o Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios.

Antes da plantação das árvores, as crianças foram informadas pelo técnico do Gabinete Técnico Florestal do Município, Luís Sousa, que observou que “potenciar este conhecimento é sensibilizar para a preservação. Sabiam que o azevinho é uma árvore ou arbusto em vias de extinção? Significa que temos poucas árvores e em risco de desaparecerem. Por isso, temos que evitar cortá-las. O Azevinho é uma planta que cresce muito devagarinho e que pode viver até aos 500anos. O Carvalho Português cresce entre 15 a 20m, tem folha caduca, (que se desprende da árvore) e a sua madeira tem um elevado poder calorífico, sendo por isso utilizada para lenha e carvão, esta árvore também pode viver 500 anos”.

A plantação esteve a cargo do Presidente da Câmara Municipal e da Vereadora da Educação, Maria José Marinho.

No final da plantação, todas as crianças receberam um separador de livros com toda a informação sobre a floresta autóctone e as duas árvores plantadas.

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ESPOSENDE PROMOVEU SEMANA DA FLORESTA AUTÓCTONE

Com o intuito de sensibilizar a população para a importância da floresta autóctone, o Município de Esposende e a empresa municipal Esposende Ambiente promoveram, entre os dias 19 e 23 de novembro, a Semana da Floresta Autóctone, mobilizando mais de meio milhar de participantes.

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De entre as várias iniciativas que foram levadas a cabo, realce para a sessão “A floresta e o Desenvolvimento Sustentável”, dirigida especialmente aos alunos do ensino secundário, que decorreu no dia 22 de novembro, no Auditório Municipal de Esposende. Esta sessão, desenvolvida em parceria com a Vanguards Properties, contou as intervenções do Gabinete Técnico Florestal do Município de Esposende, de representantes das empresas Vanguard Properties e Ooty, e do Prof. Manuel Collares Pereira, personalidade com uma longa carreira na investigação e empreendedorismo, ligada às Energias Renováveis, e autor de livros sobre Desenvolvimento Sustentável. Os alunos e docentes que participaram na sessão foram presenteados com o livro “Jeremias e o Desenvolvimento Sustentável”, da autoria do Prof. Manuel Collares Pereira, gentilmente oferecidos pela Vanguard Properties.

Na abertura da Semana da Floresta Autóctone, teve lugar do workshop “Hoje é dia de criar um bosque comestível”, sob a orientação da formadora Joana Costa, que deu a conhecer a multiplicidade de usos das florestas e as espécies mais interessantes para criar, em casa, um bosque direcionado para a produção de alimentos.

O programa integrou também um conjunto de iniciativas dirigidas à comunidade educativa, como a visita às Árvores Notáveis do Concelho de Esposende, um percurso pelos exemplares arbóreos do concelho com características únicas que os tornam especiais, bem como a visita ao Arboreto Florestal, espaço localizado na freguesia de Vila Chã e que se constitui como um exemplo de boas práticas e gestão ativa florestal, bem como um espaço de uso múltiplo da floresta.

Foi ainda desenvolvida, uma vez mais, a iniciativa “Os Sapadores vão à escola!”, na qual os Sapadores Florestais se deslocaram aos estabelecimentos de educação e ensino e demonstraram algumas das tarefas e funções relacionados com o trabalho diário da Equipa de Sapadores Florestais.  Ainda no âmbito desta iniciativa foram realizadas várias sessões da história dramatizada “A cortiça perdida”, abordando a importância dos sobreiros para o nosso país e explorado o seu contributo para a manutenção dos espaços florestais.

Através destas ações, o Município e a Esposende Ambiente pretenderam assinalar o Dia da Floresta Autóctone, que se comemora anualmente a 23 de novembro, e dar a conhecer os benefícios ecológicos e económicos da floresta autóctone em comparação com os espaços florestais de espécies introduzidas, concretamente ao nível da adaptação às condições do solo e do clima do território, sendo por isso mais resistentes a pragas, doenças, incêndios, longos períodos de seca ou de chuva intensa.

A Semana da Floresta Autóctone tem subjacente o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU, nomeadamente no que se refere a Proteger a Vida Terrestre (ODS 15) e Parcerias para a Implementação dos Objetivos de Sustentabilidade (ODS 17).

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PÓVOA DE LANHOSO: DIA DA FLORESTA AUTÓCTONE ASSOCIADO À COMEMORAÇÃO DOS 50 ANOS DA ESCOLA GONÇALO SAMPAIO

Tendo-se assinalado no passado dia 23 o Dia da Floresta Autóctone, a Vice-Presidente e Vereadora da Educação, Fátima Moreira, aceitou o convite da Escola Professor Gonçalo Sampaio para participar na ação de sensibilização relativa à importância desta efeméride.

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Fátima Moreira deslocou-se à Escola Professor Gonçalo Sampaio para testemunhar esta ação do Clube da Floresta e do Programa Eco-escolas da referida Escola, que teve o apoio dos Serviços de Jardinagem da autarquia. Foram plantadas no recinto da escola 5 árvores de espécies autóctones, designadamente um azereiro, dois medronheiros, dois azevinhos.

A Diretora do Agrupamento de Escolas Gonçalo Sampaio, Luísa Rodrigues, apelou aos alunos e às alunas que participaram para a necessidade de cada um deles dever dar o seu contributo para a preservação das espécies autóctones da nossa região, começando pelo cuidado, no dia-a-dia, com as árvores que plantaram ali, no recinto da escola.

A atividade, na qual os alunos de cada uma das 5 turmas representativas de cada ano letivo plantaram uma espécie diferente, simbolizou as 5 décadas de existência da mais longeva escola do concelho da Póvoa de Lanhoso, do 2.º e 3.º ciclos. “Esta iniciativa”, nas palavras da Diretora do Agrupamento, “foi mais um momento de orgulho para esta escola que assinala os 50 anos de um percurso transversal a todas as gerações povoenses e que faz parte do programa evocativo do seu cinquentenário.”

O Dia da Floresta Autóctone, que surgiu de modo a complementar o Dia Mundial da Floresta, assinala-se em novembro, por ser a altura do ano em que as condições climatéricas são mais favoráveis para ações de sementeira e plantações destinadas a preservar espécies autóctones.

Fátima Moreira destacou, após momentos de dinamismo e intervenção de alunos e professores na plantação, “a importância de sermos, todos, sensíveis à preservação das nossas espécies nativas e de contribuirmos para destacar a grande importância que as mesmas têm, pois fazem parte do nosso património natural e têm grande valor económico e ambiental; ajudam, por exemplo, a evitar incêndios, melhoram a produção de oxigénio, contribuem para a fixação de gases com efeito de estufa, para a proteção do solo e manutenção do regime hídrico.

É urgente garantir a sua preservação e garantir a reflorestação das nossas áreas ardidas com espécies nativas, pois apenas 4% da floresta nacional é ocupada por espécies autóctones. Esta será, também, sem dúvida, uma forma de deixarmos um legado ambiental de qualidade e de expressarmos as nossas preocupações ambientais com ações visíveis.”

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VIEIRA DO MINHO ASSINALA DIA DA FLORESTA AUTÓCTONE COM PLANTAÇÃO DE ÁRVORES

Para assinalar o Dia da Floresta Autóctone, que se comemora, hoje, dia 23 de Novembro, o Município de Vieira do Minho associou-se à iniciativa promovida pela Escola Básica Domingos de Abreu que visou a plantação de duas árvores no jardim da escola.

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A ação de plantação, coordenada pela Equipa da Sapadores da Associação para o Ordenamneto da Serra da Serra,  contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho, António Cardoso, e da comunidades escolar.

Refira-se que nesta ação foram plantadas as espécies Ilex aquifolium - o azevinho e Malus domestica, a Macieira.

Segundo António Cardoso, esta ação teve por objectivo, dar a conhecer as espécies autóctones do concelho aos alunos, bem como sensibilizar os mais pequenos para a importância da floresta e da sua preservação.

TERRAS DE BOURO PARTICIPA NO PROJETO FLORESTA “ENTRE GERAÇÕES”

O Município de Terras de Bouro, na sequência do contacto da FORESTIS – Associação Florestal de Portugal, proporcionou a concretização de uma ação no concelho no âmbito do projeto Floresta “EntreGerações”, plano desenvolvido pela referida associação florestal.

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No evento esteve presente a Vereadora do Município de Terras de Bouro, Drª Ana Genoveva Araújo e participaram alunos da Escola de Rio Caldo e também utentes do Centro Social de Moimenta, já que o projeto Floresta “EntreGerações” tem como objetivo a aproximação de gerações na passagem de testemunho e conhecimento da floresta entre os mais velhos e as gerações mais novas, criando uma cultura florestal nos territórios. Pretende-se, assim, que os mais velhos,  com conhecimento empírico sobre a floresta, passem esse saber aos mais jovens, nomeadamente, aos alunos.

A escolha de Terras de Bouro justifica-se pelo histórico de colaboração doo município que já em 2013 acolheu e apoiou a FORESTIS, na fase organização da final da 3ª edição do Concurso Florestal Europeu YPEF – Young People in European Forests, evento que reuniu jovens e professores de 10 países europeus.

Para esta iniciativa contamos a parceria técnica da Associação Florestal do Cávado e do ICNF que forneceu as plantas e apoiou na identificação da área a plantar, acessível ao grupo de jovens e seniores que colaboraram.

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INVESTIMENTO MUNICIPAL DE QUASE 400 MIL PROTEGE FLORESTA DE VIANA DO CASTELO

O Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, assinou hoje um conjunto de protocolos que visa reforçar a colaboração do município com três equipas de Sapadores Florestais para o exercício das funções de prevenção de incêndios rurais, num momento que contou também com a presença da Vereadora da Proteção Civil, Fabíola Oliveira. No presente ano, o investimento municipal na proteção da floresta ascende a uma verba global de quase 400 mil euros.

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Assim, na “Execução do Plano Municipal de Defesa da floresta Contra Incêndios 2022 – Rede Viária Florestal”, o município investiu 84.448 euros. Já na “Execução das Faixas de Gestão de Combustíveis para o ano 2022 do Município de Viana do Castelo, no cumprimento do PMDFCI”, investiu 211.249 euros. Já com os três protocolos agora firmados o investimento é de 97.500 euros.

A Câmara Municipal tem, ao longo dos anos, vindo a celebrar protocolos com as entidades detentoras de equipas de Sapadores Florestais, nomeadamente com a Associação Florestal do Lima (AFL)- SF 08-111, com a Comissão de Compartes do Baldio de Carvoeiro – SF 03-111 e com a Associação para a Cooperação Entre Baldios (ACEB)- SF 21-111. Os protocolos agora assinados visam a uniformização financeira e temporal dos protocolos de colaboração entre o Município e os Sapadores Florestais.

Na assinatura dos documentos, o Presidente da Câmara agradeceu “o trabalho que fazem diariamente, que é imprescindível para a segurança da nossa floresta, principalmente quando associado ao período de Verão, que é mais exigente física e psicologicamente”.

 As equipas, de acordo com os protocolos, “têm como principal objetivo a prevenção de incêndios rurais, através da realização de ações de silvicultura preventiva, nomeadamente a gestão de combustível florestal, recorrendo a técnicas manuais, moto manuais, mecânicas ou fogo controlado, entre outras, instalação, manutenção e beneficiação de infraestruturas de defesa da floresta e de apoio à gestão rural, vigilância das áreas rurais, assim como ações de primeira intervenção, apoio ao combate e às subsequentes operações de rescaldo e vigilância ativa pós-rescaldo”.

Considerando que todas as equipas efetuam a mesma tipologia de trabalhos e em igual proporção de área de gestão de combustíveis efetuada anualmente, os protocolos hoje assinados uniformizam a verba concedida, que passa a ser no valor anual de 32.500 euros com cada uma das entidades, e têm a duração de um ano, renovável por período de dois anos.

As entidades detentoras de equipas de Sapadores Florestais ficam responsáveis pela constituição da equipa de 5 elementos, sendo que a escolha e a nomeação dos candidatos devem obter o parecer favorável da autarquia.

A Associação Florestal do Lima terá como prioridade o Monte de Santa Luzia, o Monte Galeão e outras áreas que justifiquem a sua intervenção. A Comissão de Compartes do Baldio de Carvoeiro terá como prioridade o Baldio de Carvoeiro e a Associação para a Cooperação Entre Baldios terá como prioridades as áreas florestais sob administração da Freguesia da Montaria e da União de Freguesias de Nogueira, Meixedo e Vilar de Murteda.

Para além do apoio financeiro, o Município colocará à disposição das equipas o transporte durante os dias úteis da semana e, nos fins de semana e feriados, a viatura ficará disponível sempre que ocorra uma situação excecional. A Câmara Municipal colocará igualmente à disposição para as equipas trabalharem tratores, braços hidráulicos e capinadeiras, para os trabalhos necessários.

“A criação de equipas de sapadores florestais e a respetiva atividade desenvolvem-se no quadro de um programa nacional de sapadores florestais, orientado para a prossecução dos objetivos de proteção e defesa da floresta estabelecidos no Plano Nacional de Gestão Integrada de Fogos Rurais e na Estratégia Nacional para as Florestas”, lê-se nos protocolos. As equipas de Sapadores Florestais estão integradas no dispositivo operacional municipal, conforme o definido no Plano Operacional Municipal (POM), parte integrante do Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios (PMDFCI) de Viana do Castelo.

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VIANA DO CASTELO: II ECOMARATONA DE MONTEDOR CELEBRA DIA NACIONAL DA FLORESTA AUTÓCTONE A 23 DE NOVEMBRO

Para assinalar o Dia Nacional da Floresta Autóctone, que se comemora a 23 de novembro, a Câmara Municipal de Viana do Castelo promove a segunda edição da EcoMaratona de Montedor. Esta iniciativa corresponde a uma ação de voluntariado ambiental que, em simultâneo, estimula o espírito competitivo dos participantes e promove o controle de espécies exóticas invasoras no Monumento Natural do Cemitério de Praias Antigas do Alcantilado de Montedor.

 A II EcoMaratona de Montedor tem como objetivo a sensibilização dos participantes, alunos e público em geral, para a salvaguarda do Património Natural Local através do controlo e erradicação de espécies exóticas invasoras e da recuperação dos ecossistemas naturais. São também objetivos desta ação o reforço da importância das espécies autóctones, que devem predominar no território, o aumento do conhecimento sobre as espécies invasoras, estimulando ainda a participação ativa da comunidade para o registo das espécies na plataforma BioRegisto e sensibilizando para as alterações climáticas.

A programação da prova determina concentração às 9h00 no local, partida às 9h30 e entrega de prémios aos três primeiros classificados pelas 11h30. A atividade será orientada pelos técnicos da Divisão de Ambiente e Sustentabilidade, contando com o apoio da Junta de Freguesia de Carreço. Os participantes serão divididos em grupos para, no menor tempo possível, arrancarem as invasoras instaladas em áreas previamente delimitadas e procederem à rearborização dessas mesmas áreas com espécies autóctones.

A II EcoMaratona de Montedor é uma ação inserida no plano de atividades elaborado pelo aspirante Geoparque Viana do Castelo no âmbito do “Biénio para a Ação Climática nos Geoparques Portugueses 2022/2023”, que pretende, na esfera das competências dos Geoparques Mundiais da UNESCO, incorporar medidas e contribuir para a implementação de estratégias de desenvolvimento territorial sustentáveis, de forma a minimizar os problemas e os desafios identificados com relação às alterações climáticas nos diferentes territórios geoparque e aspirantes. Esta ação contribui também para a implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis 13 – Ação Climática e 14 – Proteger a Vida Terrestre.

A participação na II EcoMaratona é gratuita e aberta a todos os cidadãos que pretendam associar-se a esta iniciativa de voluntariado ambiental. As vagas são limitadas, sendo necessário efetuar inscrição prévia em formulário próprio (https://forms.gle/yWp3sxrDeeenoGyc9 ).

De acordo com as normas de participação desta ação, que podem ser consultadas online (https://drive.google.com/file/d/1uWXAWWVlU4c11Dtf8OhOeSe_mhRp5HqV/view)  caso o número de inscritos seja maior ao número de vagas predefinido, será considerada a ordem de inscrição como critério de participação.

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MUNICÍPIO ARCUENSE INVESTE 330 MIL EUROS NA LIMPEZA DE ESPÉCIES INVASORAS NO CONCELHO

O Município de Arcos de Valdevez tem em curso um projeto no valor de 331 153,28€ para efetuar a limpeza de espécies invasoras que contribuirá para o aumento da biodiversidade; a diminuição da erosão, pela incorporação no solo, dos restos lenhosos, resultantes das intervenções silvícolas; motivar os proprietários para a limpeza dos espaços florestais e potenciar o caráter multifuncional dos espaços florestais (recreio, lazer, produção, etc).

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Este projeto resulta de uma candidatura ao PDR2020 – Programa de Desenvolvimento Rural 2014-2020 para efetuar a instalação de cerca de 191.389 ha de Mosaicos de Parcelas de Gestão de Combustível, que se encontram integrados no Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios e respetiva Rede Regional de Defesa da Floresta, e efetuar o Controlo de Invasoras Lenhosas.

Através deste projeto está a ser feito o corte de plantas invasoras, a remoção de vegetação, o tratamento químico e arborização, a redução de densidades, desramações, controlo da vegetação espontânea manual e mecânica e redução de densidades em povoamento jovem.

Estas ações vão ser implementadas em 17 freguesias, nomeadamente Ázere, Cabana Maior, Cabreiro, Cendufe, Miranda, Monte Redondo, Prozelo, Rio de Moinhos, Rio Frio, Sabadim, Soajo, Vale, União de Freguesias de Álvora e Loureda, União de Freguesias de Arcos de Valdevez (Salvador), Vila Fonche e Parada, União de Freguesias de Eiras e Mei, União de Freguesias de Portela e Extremo e União de Freguesias de São Jorge e Ermelo.

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MINISTRO DO AMBIENTE VAI REUNIR SETORES ECONÓMICOS EM PAREDES DE COURA PARA ESTUDAR FORMA DE COMPENSAR QUEM PRESERVA A FLORESTA

O Ministro do Ambiente e da Ação Climática prometeu organizar em Paredes de Coura uma reunião com industriais, agrupamentos de baldios, entidades universitárias, Agência Portuguesa do Ambiente e sectores económicos para estudar “como é possível investir no capital natural e com isso demonstrar à comunidade o papel da compensação para o território”.

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Nesta visita à Paisagem Protegida do Corno do Bico, onde foi inaugurado o Centro Cyclin Portugal de Paredes de Coura, Duarte Cordeiro reconheceu a ousadia do autarca Vitor Paulo Pereira quando há dias defendeu o “desenvolvimento do ecossistema” e a necessidade de se encontrar um enquadramento jurídico para compensar quem cuida da floresta, por considerar que prestam um serviço à humanidade: “é possível inovar na natureza, reconhecendo o valor que os territórios têm”, sublinhou o Ministro, apontando como caminho a “descarbonização da indústria e investindo na natureza”.

Ao reconhecer as enormes potencialidades da Paisagem Protegida do Corno do Bico onde coexistem “espécies de elevada prioridade de preservação”, Duarte Cordeiro apontou o agora Centro Cyclin Portugal de Paredes de Coura como um elemento fundamental para o desenvolvimento do turismo da natureza, potenciar a mobilidade ciclável e para que “as áreas protegidas sejam vividas”.

Uma ideia também defendida pelo autarca de Paredes de Coura, para quem “a paisagem é uma relação. A paisagem é dinâmica, pelo que tem que se conciliar os interesses económicos e a biodiversidade com equilíbrio”, defendeu Vitor Paulo Pereira, insistindo na ideia que “a paisagem tem que ser objeto de retribuição”, tanto mais que estamos em presença de um dos maiores carvalhais da Europa.

Recorde-se que Paredes de Coura é o primeiro concelho do país a dispor de um Plano de Paisagem – “é o bilhete de identidade da nossa geografia e biodiversidade” --, num território em que mais de metade integra a Rede Natura: “vamos trabalhar num projeto de neutralidade carbónica, porque a paisagem não é um presépio, é dinâmica e tem que ser respeitada”, concluiu.

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O Centro Cyclin Portugal instalado junto ao CEIA, Centro de Educação e Interpretação Ambiental da Paisagem Protegida do Corno do Bico, em Vascões, integra oito percursos de BTT, oito de Ciclismo de Estrada, cinco de Gravel, Pistas de XCO e XCC, num total de mais de 1300 quilómetros de percursos destas disciplinas de ciclismo, num território de excelência que é Paredes de Coura.

Esta infraestrutura desportiva e turística, com edifício de apoio principal no CEIA, na antiga Colónia Agrícola de Chã de Lamas, Vascões, integra a rede nacional de Centros Cyclin Portugal com homologação da Federação Portuguesa de Ciclismo e ambiciona ser uma referência nacional pela qualidade dos percursos em que a Paisagem Protegida de Corno de Bico, com a sua extensa mata de carvalhos e castanheiros, é um exemplo.

Património cultural e etnográfico, o Caminho de Santiago e a sua mística, são alguns dos predicados que decerto trarão notoriedade a este projeto e não deixarão indiferentes os praticantes que usem os percursos deste centro. Se a isto adicionarmos um conjunto de inúmeros eventos que acontecem durante todo o ano e que tornam Paredes de Coura num território único e inovador, temos uma ‘fórmula explosiva’ de atrativos que cativarão decerto grande parte dos praticantes de ciclismo a percorrer todo este concelho, através da sua rede de percursos cicláveis.

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PARTIDO SOCIALISTA QUESTIONA CÂMARA DE FAMALICÃO

Incêndios já consumiram 100 hectares de floresta famalicense 

Os vereadores do Partido Socialista na Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão quiseram saber qual o verdadeiro impacto dos incêndios florestais no concelho, em matéria de área ardida, mas o presidente da Câmara.

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Mário Passos, que é o responsável máximo da Proteção Civil local, ao ser questionado pelo vereador Sérgio Cortinhas, remeteu essas informações para as corporações de bombeiros.O episódio aconteceu na última reunião do executivo municipal, tendo o vereador do CDS/PP Ricardo Mendes, que é vice-presidente, vindo em socorro do presidente da Câmara, informando os vereadores socialistas que no concelho de Famalicão já arderam este ano 100 hectares de floresta. Ou seja, ardeu no concelho de Famalicão uma área de floresta equivalente a 100 campos de futebol. Ou equivalente a três vezes a freguesia de Abade de Vermoim.

Sérgio Cortinhas também quis saber que meios humanos e logísticos é que a Câmara Municipal tem mobilizado no sentido de responder adequadamente a este problema, tendo Ricardo Mendes, vereador da Proteção Civil, referido que os meios humanos e logísticos são os necessários e adequados.

TRIBUNAL DE CONTAS CENSURA AJUSTE DIRETO

O vereador do PS Sérgio Cortinhas fez questão de criticar a Câmara Municipal na sequência da auditoria do Tribunal de Contas (TC) a um ajuste direto realizado pelo Município de Famalicão durante a pandemia da covid-19.

Em finais de 2020, a Câmara de Famalicão procedeu a um ajuste direto, no valor de 140.979,00€, para a instalação de uma estrutura amovível no Centro Hospitalar do Médio Ave, justificada com a necessidade urgente de apoio à Covid 19. Ora, o TC, na análise ao contrato celebrado entre a autarquia e a empresa JPA Construtora, refere que há evidências de desvios de conformidade, no que respeita aos requisitos do regime excecional de contratação pública.

O relatório do TC acrescenta que a situação de urgência não foi devidamente evidenciada e que havia tempo para procedimentos mais abertos de consultas prévias a outras empresas.

Face às conclusões do TC, Sérgio Cortinhas criticou “a falta de zelo do município”, dado que, “além de não identificar adequadamente a urgência da instalação da referida estrutura, não foi capaz de promover a auscultação do mercado e eventual negociação de melhores propostas” para a instalação da referida estrutura amovível de apoio à Covid 19, “com prejuízos para os cofres da autarquia”.

O Tribunal de Contas citou o Município e o Presidente da Câmara Municipal de então, no âmbito do direito ao contraditório, tendo apenas sido enviada a resposta do Presidente Paulo Cunha.

Em função disso, a vereadora do PS Maria Augusta Santos questionou a razão pela qual o Município entendeu não usar o direito ao contraditório. A vereadora referiu ainda que, embora conhecendo as preocupações que a todos nos assolaram numa fase muito aguda da pandemia, “é imperioso que no exercício da gestão de um município ou de uma qualquer outra entidade da administração pública haja um cumprimento escrupuloso dos procedimentos gerais da contratação pública e demais normativos legais”.

“MEIA DÚZIA” DE MÁRIO PASSOS GERA POLÉMICA

A propósito das declarações do Presidente da Câmara sobre os sucessivos atrasos de diversas obras em curso e respetivas revisões orçamentais, a vereadora do PS Maria Augusta Santos teceu alguns reparos na reunião do executivo de 228 de julho último.

Maria Augusta Santos referiu que as declarações foram proferidas no âmbito de uma reunião entre o Presidente da Câmara e o Presidente da Associação das Indústrias de Construção Civil e Obras Públicas e da Confederação Portuguesa de Construção e Imobiliário (AICCOPN), Manuel Reis Campos.

A propósito dos atrasos das obras, nomeadamente do centro da cidade, o Presidente da Câmara afirmou que “o atraso não é tão expressivo como em outros situações nacionais” e que “o que se passa em Famalicão, atendendo à dimensão da obra, até está a correr bem”.

Disse ainda que os atrasos se devem “a falta de recursos humanos, a falta de matérias-primas, que foram agravadas pela pandemia e pela guerra na Ucrânia”. E rematou dizendo: “Todos nós sabemos, todos menos meia dúzia…”.

A vereadora Maria Augusta Santos apontou que desconhecia a que “meia dúzia” o presidente da autarquia se referiu, nem sequer se fará parte dessa “meia dúzia”. Mais afirmou que, o que de facto sabia é que “praticamente todas as obras que têm sido objeto de propostas de alteração de prazos e revisões orçamentais que se prendem, em larga escala, com um planeamento desajustado e erros de avaliação prévia”, pelo que bastava ler os serviços/trabalhos complementares que estão vertidos nos respetivos relatórios e analisar o que se está a passar em quase todas as obras, nomeadamente nas do centro da Cidade.

Maria Augusta Santos considerou que, apesar do devido respeito que tem por Manuel Reis Campos, presidente da AICCOPN, não lhe parece sequer de bom tom que venha corroborar o injustificável, porque “as verdadeiras razões para os atrasos das obras são outras”.

Para além disso, a vereadora do PS observou que o Presidente da Câmara não precisa de ser “escoltado” nem de “bons ofícios” para justificar decisões de prorrogação de prazos e revisões orçamentais de obras que são da competência da Câmara Municipal.

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MUNICÍPIO DE ESPOSENDE INSTALA TORRE DE VIGIA DE INCÊNDIOS EM BELINHO

O Município de Esposende instalou uma torre de vigia de incêndios rurais, no Monte da Senhora da Guia, em Belinho.

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Trata-se do primeiro equipamento desta índole criado no concelho, o qual foi estrategicamente colocado num dos pontos de maior visibilidade do território concelhio para deteção precoce de incêndios.

Esta torre de vigia contribui para garantir melhores condições de trabalho aos operacionais que efetuam a vigilância da mancha florestal concelhia, na medida em que permite aumentar a área de visibilidade, possibilitando uma maior eficácia nas ações de deteção.

A instalação deste equipamento, executada e suportada pelo Município, enquadra-se na estratégia municipal de defesa dos espaços naturais/rurais e consequente defesa e proteção das populações, visando também o cumprimento das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 das Nações Unidas, nomeadamente no que concerne ao ODS 13 – Ação Climática, ao ODS 15 – Proteger a Vida Terrestre e ao ODS 17 – Parcerias para a Implementação dos Objetivos de Sustentabilidade.

Recentemente, por ocasião do alerta de incêndios rurais, o Vereador com o pelouro da Floresta, Guilherme Emílio, juntamente com o presidente de Junta de Freguesia da União das Freguesias de Belinho e Mar, Manuel Abreu, acompanhou o trabalho da Equipa de Sapadores Florestais de Esposende, visitando a torre de vigilância colocada este ano no terreno.

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PS-VIEIRA DO MINHO: A FLORESTA COMO MEIO DE CRIAÇÃO DE RIQUEZA E BEM ESTAR

Na passada sexta-feira, 29 de julho, o PS de Vieira do Minho organizou mais uma conferência, desta vez subordinada ao tema “Desenvolvimento sustentável das florestas e meios rurais”.

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A sede da Junta de Freguesia de Salamonde foi o local escolhido para receber esta conferência, a qual teve como principal orador o Presidente da Federação de Braga do PS e Deputado da Assembleia da República, Eng.° Joaquim Barreto.

No decurso da sua intervenção, o ex-Presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto salientou que é necessário criar condições de riqueza e bem estar através da floresta pois serão um contributo fundamental para que as pessoas se possam fixar em territórios como Vieira do Minho.

O orador convidado defendeu também a importância de se fazer um uso múltiplo da floresta, valorizando as suas dimensões ambiental, económica e social.

Eng.° Joaquim Barreto falou da forte aposta que tem sido feita pelo atual governo na floresta, dando especial destaque às equipas de sapadores florestais e às equipas de intervenção permanente dos Bombeiros Voluntários, apostas de Vieira do Minho tem beneficiado.

Já a Presidente do PS de Vieira do Minho destacou o invejável património que o nosso concelho tem, referindo-se às nossas paisagens deslumbrantes, a nossa serra e às diversas albufeiras. Lembrando que o perímetro florestal de Vieira do Minho é superior a 4 mil hectares, Vânia Cruz referiu que “a floresta tem de se apresentar como um factor prioritário para o desenvolvimento económico e sustentável do concelho e que, em Vieira do Minho, é pese embora se tente fazer parecer o contrário, não existe uma estratégia municipal para potencialização da floresta, sendo a atual aposta muito deficitária e feita de iniciativas isoladas".

As conferências de Vieira regressam no mês de setembro com data, tema e local ainda a anunciar.

VIEIRA DO MINHO: VOLUNTARIADO JOVEM PARA A NATUREZA E FLORESTAS – JOVENS JÃO ESTÃO NO TERRENO!

Já se encontram no terreno os jovens que integram o Programa Voluntariado Jovem para a Natureza e Florestas, uma iniciativa promovida pela APOSC, em colaboração com a Câmara Municipal de Vieira do Minho e financiada pelo Instituto Português do Desporto e Juventude.

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Nos meses de  agosto e setembro os jovens vão realizar ações de sensibilização da população para a preservação da natureza, florestas e respetivos ecossistemas, proceder à inventariação e monitorização de espécies animais e vegetais, realizar ações de vigilância na Serra da Cabreira e limpeza na Ilha do  Ermal.

Os jovens vão prestar de 5 horas diárias, recebendo por isso um subsídio no valor de 200 euros, por projeto.

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ESCLARECIMENTO EXECUTIVO MUNICIPAL: PS DE VIEIRA DO MINHO É CONTRA A DEFESA DO PATRIMÓNIO FLORESTAL

Na sequência do comunicado do Partido Socialista de Vieira do Minho relativamente aos pontos em discussão na última reunião de câmara realizada a 20 de julho de 2022, o Executivo Municipal recorda que a Associação para o Ordenamento da Serra da Cabreira foi criado pelo Executivo do Partido Socialista em 2003 e sempre teve apoio do Município.

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Perante o sentido de voto dos eleitos do PS e as suas justificações constatamos que:

  • O PS é contra o interesse público municipal de valorização e defesa de todo o património florestal;
  • O PS é contra a criação de novos postos de trabalho;
  • O PS é contra o trabalho realizado pelas quatro equipas de Sapadores Florestais, quando os seus dirigentes sabem que o Estado apenas comparticipa em 40% o seu funcionamento;
  • O PS ao votar contra, duvidando, da eficácia do projeto da resinagem, está contra a criação de uma mais valia na defesa e promoção da nossa floresta.

Concluímos que o PS de Vieira do Minho é contra a presença deste grupo de homens no perímetro florestal da Serra da Cabreira, que para além do trabalho que desenvolvem, prestam um serviço  público constante de vigilância e melhoria das acessibilidades. Perante tal postura, quase podemos afirmar que o PS de Vieira do Minho é defensor dos incêndios e da degradação ambiental e do nosso património florestal.

VIANA DO CASTELO: 7 EQUIPAS MILITARES NO TERRENO GARANTEM VIGILÂNCIA DO “SANTUÁRIO” QUE É SERRA DE SANTA LUZIA

O Presidente da Câmara Municipal, Luís Nobre, e o Comandante da Escola dos Serviços da Póvoa do Varzim, coronel António Coelho dos Santos, assinaram hoje o protocolo que garante que 7 equipas militares vão estar no terreno até 30 de setembro para ações de vigilância e patrulhamento na Serra de Santa Luzia. Na cerimónia, presidida pelo Diretor de Formação do Exército Português, major-general Paulo Maia Pereira, foi destacada a importância que este protocolo tem para os vianenses e para o território.

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O autarca vianense indicou que este protocolo “já é longo” e “tem produzido frutos significativos desde o momento em que passou a ser anualmente celebrado, proporcionando um ambiente de segurança”.

Luís Nobre agradeceu a disponibilidade do Exército e a dedicação “para proporcionar condições de segurança a um espaço que se assume como o nosso santuário e que é um património natural”. O edil considerou mesmo que este protocolo, assinado ininterruptamente, a cada verão, desde 2011, “tem sido absolutamente determinante” para a segurança de Santa Luzia, dos vianenses e visitantes.

“Temos todos bem presente o que foi viver os últimos grandes incêndios nesta serra, nomeadamente em 2005. Esta parceria tem sido renovada para bem do nosso país, da nossa cidade e do nosso património natural”, frisou o autarca.

“Desde que é celebrado anualmente este protocolo não só reduziu o número de ocorrências, como também diminuiu a dimensão das ocorrências. Para nós é imprescindível anualmente termos a garantia do Exército, que desde o primeiro momento mostrou disponibilidade para formalizar este protocolo e hoje foi reiterada a vontade de o continuar”, indicou.

O Diretor de Formação do Exército Português garantiu que esta “é uma das missões do Exército”, garantindo que servem a população e o povo “com tudo o que temos”. Maia Pereira realçou, por isso, a “missão tão nobre que é a vigilância de Santa Luzia, nesta área florestal tão rica”.

Recorde-se que os militares do exército da Escola dos Serviços da Póvoa do Varzim iniciaram a 1 de julho as ações de vigilância e patrulhamento na Serra de Santa Luzia, missão na qual vão estar empenhados até dia 30 de setembro. Assim, os militares percorrem e vigiam diariamente toda a serra, em estreita articulação com as entidades que integram o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR), numa perspetiva dissuasora e de permanente vigilância.

Este protocolo com o Exército já se realiza há doze anos e tem sido uma ação fundamental para a prevenção dos incêndios florestais ao longo destes anos. A parceria decorre da preocupação que os incêndios rurais representam neste território, dado que estes constituem um dos principais obstáculos à sustentabilidade da floresta e dos ecossistemas que lhe estão associados, provocando a sua degradação e o desequilíbrio no fornecimento de bens e serviços, podendo ainda constituir um perigo para a vida e os bens da população.

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TERRAS DE BOURO ABRE CANDIDATURAS AO PROGRAMA JOVEM VOLUNTÁRIO PARA A NATUREZA E FLORESTAS

Município de Terras de Bouro informa que se encontram abertas as candidaturas ao Programa Voluntário Jovem para a Natureza e Florestas 2022

No âmbito da Resolução do Conselho de Ministros nº 166/2017 de 2 de novembro e Regulamento nº 533/2022 de 03 de junho, estão abertas as candidaturas ao Programa Voluntariado Jovem para a Natureza e Florestas.

O Programa VJNF - Voluntariado Jovem para a Natureza e Florestas 2022, visa promover práticas de voluntariado juvenil no âmbito da preservação da natureza, florestas e respetivos ecossistemas, através da sensibilização das populações em geral, bem como da prevenção contra os incêndios florestais e outras catástrofes com impacto ambiental, da monitorização e recuperação de territórios afetados.

O projeto criado pela Câmara Municipal permite responder e integrar o crescimento da procura do PNPG, sem colocar em causa o valor da conservação e proteção da Natureza e do equilíbrio social e económico do território, no sentido, que o projeto tem como objetivos a divulgação de um conjunto de regras e boas práticas ambientais, relativas à ocupação e à utilização segura e limpa dos locais de maior afluência turística, assim como orientar e apoiar os clientes dos mais variados estabelecimentos do concelho a usufruírem em segurança dos recursos turísticos do PNPG e, com isso, ajudar a comunicar o Gerês como um destino seguro.

 As candidaturas deverão ser formalizadas na plataformacom o mínimo de 20 dias de antecedência face à data de início, sendo que:

-  Os projetos têm uma duração mínima de 15 dias e máxima de 60;

- O valor de ressarcimento diário dos jovens voluntários, é de 12,00 euros;

- A participação de cada voluntário tem uma duração diária de 5 horas;

https://programasjuventude.ipdj.gov.pt/vjnf/acoes

https://programasjuventude.ipdj.gov.pt/vjnf/acoes/2313municipio-de-terras-de-bouro-geres-seguro-2022

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CÂMARA MUNICIPAL DE VIZELA DISPENSA FUNCIONÁRIOS MUNICIPAIS QUE INTEGRAM O CORPO DE BOMBEIROS PARA INTEGRAR O DISPOSITIVO ESPECIAL DE COMBATE A INCÊNDIOS RURAIS

A Câmara Municipal de Vizela, face ao agravamento das previsões de risco de incêndio rural para os próximos dias e em reunião com os Bombeiros Voluntários de Vizela, no seguimento da Declaração de Situação de Contingência que vigora entre as 00H00 de 11 de julho e as 23H59 de 15 de julho de 2022 para todo o território continental, demonstrou toda a disponibilidade para a dispensa dos funcionários municipais, que integram o Corpo de Bombeiros, para integrar o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR), nos termos do Despacho n.º 8513-A/2022 de 11 de julho e 2022.

O Município de Vizela mantem à disposição todos os meios de proteção civil para intervir no Município e face à Declaração de Situação de Contingência, acionou o Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil de Vizela.

O Município de Vizela apela para a não adoção de comportamentos de risco nas áreas rurais e relembra que estão implementadas as seguintes medidas de caráter excecional:

  1. a) Proibição do acesso, circulação e permanência no interior dos espaços florestais, previamente definidos nos planos municipais de defesa da floresta contra incêndios, bem como nos caminhos florestais, caminhos rurais e outras vias que os atravessem, com as exceções previstas no n.º 2 do artigo 68.º do Decreto -Lei n.º 82/2021, de 13 de outubro, na sua redação atual, nomeadamente o acesso, a circulação e a permanência de residentes permanentes ou temporários e de pessoas que ali exerçam atividade profissional;
  2. b) Proibição da realização de queimadas e de queimas de sobrantes de exploração;
  3. c) Proibição de realização de trabalhos nos espaços florestais com recurso a qualquer tipo de maquinaria, com exceção dos associados a situações de combate a incêndios rurais;
  4. d) Proibição de realização de trabalhos nos demais espaços rurais com recurso a motorroçadoras de lâminas ou discos metálicos, corta-matos, destroçadores e máquinas com lâminas ou pá frontal;
  5. e) Proibição da utilização de fogo -de -artifício ou outros artefactos pirotécnicos, independentemente da sua forma de combustão, bem como a suspensão das autorizações que tenham sido emitidas.

MUNICÍPIO DE VIANA DO CASTELO APELA À ADOÇÃO DE COMPORTAMENTOS PREVENTIVOS FACE AO AUMENTO DO PERIGO DE INCÊNDIO RURAL

O Município de Viana do Castelo apela à população para a adoção de comportamentos preventivos face ao aumento do Perigo de Incêndio Rural. Recorde-se que foi declarada pelo Governo a situação de alerta entre as 00h00 de 8 de julho de 2022 e as 23h59 de 15 de julho de 2022.

De acordo com a informação disponibilizada pelo IPMA, para os próximos dias prevê-se um agravamento das condições meteorológicas, com diminuição dos valores de humidade relativa e aumento da temperatura, que aumentam o perigo de incêndio rural.

Face a esta situação, o Centro de Coordenação Operacional Nacional da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), determinou a elevação do estado de alerta especial do Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro (SIOPS), para o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR), em todos os distritos do território continental, entre as 00h00 de 8 de julho de 2022 e as 23h59 de 15 de julho de 2022.

Esta situação exige um acréscimo de cuidado pelo que, o Município de Viana do Castelo apela a toda a população para que mantenha um papel ativo de prevenção, precaução e de responsabilidade, adequando os comportamentos ao uso e fruição do espaço rural (observando as restrições em vigor), de modo a que se evitem ignições suscetíveis de originar incêndios rurais.

Assim e, sem prejuízo de outras restrições ou condicionamentos previstos no Decreto-Lei n.º 82/2021, de 13 de outubro, para o período referido é determinada a adoção das seguintes medidas, de caráter excecional:

  1. a) Proibição do acesso, circulação e permanência no interior dos espaços florestais, previamente definidos nos planos municipais de defesa da floresta contra incêndios, bem como, nos caminhos florestais, caminhos rurais e outras vias que os atravessem;
  2. b) Proibição da realização de queimadas e de queimas de sobrantes de exploração;
  3. c) Proibição de realização de trabalhos nos espaços florestais com recurso a qualquer tipo de maquinaria, com exceção dos associados a situações de combate a incêndios rurais;
  4. d) Proibição de realização de trabalhos nos demais espaços rurais com recurso a motorroçadoras de lâminas ou discos metálicos, corta-matos, destroçadores e máquinas com lâminas ou pá frontal;
  5. e) Proibição da utilização de fogo -de -artifício ou outros artefactos pirotécnicos, independentemente da sua forma de combustão, bem como a suspensão das autorizações que tenham sido emitidas.

Ressalva-se a importância do cumprimento da legislação em vigor relativa à prevenção de incêndios rurais, (Decreto-Lei n.º 82/2021, de 13 de outubro), a qual refere que, proprietários, arrendatários, usufrutuários ou entidades que, a qualquer título, detenham terrenos, devem realizar anualmente um conjunto de ações de proteção e segurança com vista à mitigação de riscos de incêndio. Uma das principais ações nesta matéria diz respeito à limpeza do terreno e à criação de uma faixa de proteção de 50 metros à volta de todas as casas, armazéns, estaleiros, oficinas ou fábricas e numa faixa de 100 metros à volta dos aglomerados populacionais, parques de campismo e zonas industriais.

A Vereadora da Proteção Civil, Fabíola Oliveira, refere que o dispositivo operacional municipal está fortemente empenhado em ações de vigilância, para que, em caso de eventual ocorrência de incêndio o tempo de resposta possa ser o menor possível.

A Câmara Municipal apela ainda para que, em caso de incêndio, ligue de imediato 112, ou em alternativa, para a Central da Companhia de Bombeiros Sapadores de Viana do Castelo, através do seguinte contacto: 258 840 400.

PROIBIDAS QUEIMAS DE SOBRANTES NO CONCELHO DE CAMINHA ENTRE 1 DE JULHO E PELO MENOS ATÉ AO DIA 30 DE SETEMBRO

Queima de amontoados ou realização de fogueiras, sem autorização, são consideradas usos de fogo intencional

Durante o período compreendido entre o dia 1 de julho até pelo menos ao dia 30 de setembro de 2022, estão proibidas a queima de amontoados e a realização de fogueiras no concelho de Caminha, de forma a prevenir o risco de incêndio rural.

Esta proibição baseia-se no facto de no período em causa se verificar maior suscetibilidade de ocorrência de muitos e grandes incêndios rurais, sendo alguns destes provocados pela realização de queimas e fogueiras.

A plataforma de registo de queimas e queimadas estará encerrada neste período, não estando autorizada qualquer comunicação ou registo para queimas de sobrantes no Município. A queima de amontoados ou a realização de fogueiras, sem autorização, são consideradas usos de fogo intencional.

Recorde-se que já a 20 de maio, durante a visita do Ministro do Ambiente e da Ação Climática, Duarte Cordeiro, no âmbito do Encontro Distrital de Sapadores Florestais do Alto Minho, foi abordada a questão dos incêndios e o receio de que este seja um verão difícil e propício à ocorrência de fogos.

Na altura, o Presidente da Câmara de Caminha, Miguel Alves, mostrou-se preocupado com o verão, lembrando que este ano, no Alto Minho, já aconteceram mais incêndios (376 na altura, que consumiram até então 2.179 hectares) do que durante todo o ano de 2021. Miguel Alves recordou que o Alto Minho tem poucos bombeiros, face à média do país, e apelou aos baldios e a todos os cidadãos, para que, no ano difícil de 2022, o fogo não possa ser devastador.

VIEIRA DO MINHO: RESINAGEM NA SERRA DA CABREIRA

O presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho, António Cardoso, visitou hoje, dia 28 de junho, o Projeto de Resinagem que está a ser implementado nas freguesias de Pinheiro e Cantelães. O projeto está a ser executado pela Associação para o Ordenamento da Serra da Cabreira, em estreita colaboração com o Município de Vieira do Minho e com os Conselhos Diretivos de Baldios de Cantelães e Pinheiro e respetivas Juntas de Freguesia.

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Este Projeto está localizado numa vasta área  de pinhal nas freguesias de Pinheiro e Cantelães e tem por objetivo a promoção sustentável da floresta, uma vez que para além de permitir a extração deste recurso natural, a resina, permite, em simultâneo, a limpeza e vigilância daquelas manchas florestais.

De salientar que a área de resinagem está dividida em nove talhões com cerca de dezoito mil bicas instaladas nos pinheiros. A primeira colheita deste recurso natural já se encontra em marcha, prevendo-se, ainda mais duas colheitas até ao final do mês de Outubro.

Após a primeira colheita no pinhal, a resina será encaminhada para a indústria de 1ª transformação, onde será submetida a destilação. Esta fase inclui ainda um processo prévio de filtragem, em que se removem as impurezas que se foram depositando nos púcaros, ao longo da campanha.

De referir ainda que a implementação deste projeto é o reflexo da aposta na valorização da floresta e seus ativos preconizada pelo Município Vieirense, pois esta atividade já permitiu a criação de seis postos de trabalho. Em simultâneo vai gerar receitas e contribuir simultaneamente para uma maior proteção das áreas florestais a intervencionar, através de uma maior presença humana, vigilância e efeito dissuasor relativamente à probabilidade de ocorrência de incêndios florestais.

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