Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

QUEM FOI ADRIANO XAVIER CORDEIRO – UM LIMIANO QUE FOI UM DOS MENTORES DO INTEGRALISMO LUSITANO?

614538674_1296681879153038_444273469178630274_n.jp

A 9 de Janeiro de 1880, nasce Adriano Xavier Cordeiro, que integrou o Integralismo Lusitano.

"Uma grande fé colectiva emerge dos caos das incertezas em que nos afundámos e cria o ambiente psíquico que torna possíveis as redenções.

O milagre da Ressurreição vai dar-se; - preparem-se as gerações moças e eu creio nele com a firmeza de quem crê e de quem quer.

Todos os milagres são possíveis, desde que os gere a força propulsora da fé.

Quando a Alma Portuguesa tiver atingido esse elevado grau de potência volitiva, nada teremos a temer da cobiça estranha.

Nada há que mais nos imponha ao respeito dos outros, que a confiança em nós próprios.

Minhas Senhoras e meus Senhores: - radicai do vosso espírito e no dos vossos filhos esta grande certeza que é também uma grande verdade filosófica, e tereis assegurado a independência da Terra dos nossos avós.

E quando todos pensarmos assim e todos assim quisermos, repetir-se-á, sempre que for preciso, o Milagre de Valverde. "

Por Deus, Pátria e Rei

Foto de Estudos Portugueses | Fonte: Causa Tradicionalista

QUEM FOI O LIMIANO ADRIANO XAVIER CORDEIRO – UM DOS MEMBROS DO INTEGRALISMO LUSITANO?

471307306_988304069990822_996419370933314698_n.jpg

Adriano Xavier Cordeiro, (Ponte de Lima, 9/I/1880 – Porto, 11/IX/1919), embora não tendo pertencido ao grupo fundador do Integralismo Lusitano, juntou-se a Hipólito Raposo na revista “Nação Portuguesa”, onde colaborou até à sua precoce morte.

Xavier Cordeiro tratou sobretudo temas jurídicos sobressaindo, a defesa do poder do rei limitado pelos costumes e tradições, pelas liberdades e regalias dos foros dos concelhos rurais e o repúdio da influência dos direitos estrangeiros no direito português, irremediável fruto do cancro revolucionário de 1820.

É incontornável, por isso, a sua conferência sobre “o Direito e as Instituições”, no âmbito da Questão Ibérica e que teve lugar na Liga Naval a 11 de Maio de 1915.

“Entre as múltiplas manifestações que exteriorizam a alma de um povo, o direito é, por certo, uma das melhores que a tipam e definem.

Refiro-me, é claro, ao direito que nasce das relações familiares e patrimoniais da comunidade, que sendo a expressão das tendências e aspirações mais fundamentais dos povos, com eles se identifica e conserva a marca da natureza não contrafeita por convencionalismos ou exotismos de diversa ordem.

(…) Todo o homem, seja qual for a sua proveniência étnica, tende naturalmente para a associação. A sociabilidade e a religiosidade são as primeiras necessidades da alma humana. Mas se essas tendências são comuns a todos os homens, diversas e bem diversas são as formas por que elas se realizam: - e é nessa diversidade de fórmulas de arranjo social que, mais ainda do que nos estigmas antropológicos, podemos encontrar os lindes que profundamente separam as os povos de diversa etnogenia.

Ora, sendo o direito a regra da associação imposta na infância das sociedades, pela força coerciva do preceito religioso, ele não pode deixar de ser o claro espelho do espírito dos povos que o geram e um seguro guia para a reconstituição do mais remoto “habitat” espiritual e mora das sociedades em que se forma e desenvolve.

Suponho que já é inútil a demonstração de que só a sociedade e a vida de relação, originam o direito.

Creio que de entre os que me escutam já não há quem acredite nos “direitos do homem”, na “bondade imanente” e nessa série de sofismas com que o cérebro dementado de Rousseau anarquizou a inteligência do seu tempo, invertendo por completo os termos da equação social.

Já a velha sabedoria, pela voz de Aristóteles, proclamava que o homem sem a limitação da lei, imposta pela sociedade, não passaria de uma fera bruta e sanguinária, dominada, apenas, pelos impulsos da fome e do apetite carnal.

Nenhum homem aceitaria a limitação da lei se não carecesse, para sua defesa, de limitar também os ímpetos do egoísmo alheio.

A renúncia individual só é possível quando conta com a renúncia dos outros.

Não se compreende o Direito sem a sociedade, nem uma sociedade sem Direito.

Tal é o milenar conceito filosófico que a inteligência do século, liberta da utopia revolucionária, reivindica repondo, enfim, no seu verdadeiro lugar os termos da equação.

A humanidade de hoje, sedenta de ordem e disciplina, repudia a ficção revolucionária que, durante mais de um século, a transviou da estrada direita e iluminada da inteligência.

Não nos digam mais os declamadores da revolução que o homem é fundamentalmente bom e que é a sociedade que o perverte; que o indivíduo nasce livre e revestido de direitos, sendo-lhe, por isso, lícito reconstruir a perversa sociedade, ao sabor da sua fantasia! Não nos repitam essa toada roufenha de “carmagnole”, porque nós não só a não acreditamos, mas até a repelimos e detestamos, como a causa mais funesta dos mais funestos males que há mais de um século nos afligem."

Conferência de Adriano Xavier Cordeiro, salão nobre da Liga Naval, 11 de Maio de 1915

Por Deus, Pátria e Rei legitimo

Fotos: Estudos Portugueses

il-xc-1921-front_1_orig.jpg

site__2_.jpg

 

Adriano Xavier Cordeiro, 1880-1919.  Xavier Cordeiro nasceu em  9 de Janeiro de 1880, em Arcozelo, Ponte de Lima, filho de António Xavier Cordeiro, Delegado do Procurador Régio na comarca de Ponte de Lima, e de D. Claudina Elisa Garcia Cordeiro. Sendo o pai magistrado, com uma vida profissional errante, Adriano estudou em liceus de Lisboa, Faro e Santarém, mas iniciou, com 17 anos, os seus estudos de Direito na Universidade de Coimbra. Concluiu a sua licenciatura em 1903, dois anos antes da maior parte dos restantes fundadores do Integralismo Lusitano - Hipólito Raposo, Almeida Braga, António Sardinha, Alberto Monsaraz - iniciarem o seu curso em Coimbra.
Adriano era cinco anos mais velho do que Hipólito Raposo, e não pertenceu ao grupo que preparou, na Quinta das Olaias (Figueira da Foz), o lançamento do Integralismo Lusitano mas, sendo este amigo de Hipólito Raposo, que por ele nutria grande apreço intelectual, foi convidado a juntar-se-lhes no lançamento da revista Nação Portuguesa, em 1914. Veio depois a ser o primeiro presidente da sua Junta Central, de 1916 até à sua morte, em 1919, quando contava apenas 39 anos.
Faleceu no Porto, em 11 de Setembro de 1919. No jornal A Monarquia, Hipólito Raposo publicou dois artigos, em 12 e 13 de Setembro, no último dos quais escreveu: "Rezemos sobre o túmulo do nosso amigo e companheiro, mas trabalhemos, sob a benção de Deus, para que a seara da esperança que amorosamente cultivamos, floresça na montanha maternal e na planície jucunda, em promessas de riqueza, de paz e de virtude que sejam no futuro a justificação, a glória e a recompensa do nosso querido morto!"
Xavier Cordeiro tratou sobretudo temas jurídicos - a sua especialidade - tanto na primeira série da revista Nação Portuguesa (1914-1916) como no jornal A Monarquia (1917-1919). Na revista Nação Portuguesa, merece destaque:

  • "As velhas liberdades e a nova liberdade", Nação Portuguesa, 1 (3), 1914, pp. 86-91. Apologia de um poder do monarca limitado pelos costumes e tradições, pelas liberdades e regalias dos foros dos concelhos rurais e das comunas urbanas, que os Reis juravam respeitar ao subir ao trono, em contraste como os parlamentos contemporâneos, que se consideram dotados de soberania total, com autoridade legitima para em tudo legislar.
  • "A desnacionalização do nosso Direito", Nação Portuguesa, 1 (9), Outubro de 1915, pp. 286-292. Xavier Cordeiro reage contra a influência dos direitos estrangeiros em Portugal, em especial do Código Napoleónico de 1804, acolhido no direito português na sequência da revolução liberal de 1820.

Participou nas conferências da Liga Naval sobre a Questão Ibérica com uma comunicação sobre o "Direito e Instituições" dos dois estados peninsulares  e, em 1917, no mesmo local, nas conferências sobre as "Províncias de Portugal - A Terra, Etnografia, Economia e Estética", tratando a "Província da Estremadura".

Adriano_Xavier_Cordeiro_(Arquivo_Histórico_Parlamentar).png

PONTE DA BARCA REGISTOU CASA CHEIA PARA OUVIR O PROFESSOR XAVIER CALICIS DISSERTAR SOBRE “A ARTE DE PENSAR: A FILOSOFIA NO COTIDIANO”

cmpb_casa_conhecimento_01.jpg

Casa cheia para ouvir o Professor Xavier Calicis dissertar sobre“ A Arte de Pensar: a Filosofia no Cotidiano ”. Foi mais uma sessão do “Tempo Contado”, que decorreu, ontem, na Casa do Conhecimento de Ponte da Barca.

O orador convidado começou por falar do conceito de “virtude”, no contexto filosófico, remontando a Aristóteles.

Destacou a Sabedoria, a Temperança, a Coragem que permitem que o indivíduo defenda os seus princípios e aquilo que acredita ser correto.

Outro assunto em análise foi uma interessante reflexão sobre a filosofia aristotélica, e de como enfrentar os desafios éticos complexos que a sociedade enfrenta atualmente (amizade, consumo).

O papel da eudaimonia (felicidade) na ética de Aristóteles é a sua relação com o conceito de "vida boa" mereceu também destaque .

Passou-se depois para o Estoicismo. Neste âmbito, o orador recordou que, para os estóicos, a eudaimonia não é um conjunto de prazeres momentâneos ou satisfações superficiais, mas sim, de um estado de bem-estar duradouro e interior, alcançado através da virtude e da vida de acordo com a razão.

Falou também na filosofia do estoicismo que defende que o universo é um todo ordenado e coerente, governado por um Logos (Finalidade), uma lei ou razão universal. Essa lei natural rege todos os eventos e fenómenos do cosmos, desde os movimentos dos astros até as ações dos seres humanos.

Neste sentido,a razão está presente em todas as coisas, unindo-as e dando-lhes sentido. O ser humano, por ser dotado de razão, é capaz de compreender essa lei natural e viver de acordo com ela.

Outro dos temas em debate prendeu-se com a Filosofia da Religião, nomeadamente, com o conceito de religião e com o sentido da existência.

Por fim, abordou o problema do Mal e a crença num Deus onipotente, onisciente e perfeitamente benevolente.

Recorde-se que a próxima sessão do “Tempo Contado “ será em setembro, depois de um pequeno interregno.

cmpb_casa_conhecimento_02.jpg

PONTE DA BARCA PROMOVE DEBATE SOBRE “A ARTE DE PENSAR”

"A Arte de Pensar: A Filosofia no Cotidiano" em debate na Casa do Conhecimento a 15 de Julho

A Casa do Conhecimento de Ponte da Barca promove mais uma sessão do projeto "Tempo Contado", desta vez com o tema "A Arte de Pensar: A Filosofia no Cotidiano". O evento contará com a presença do Professor Xavier Calicis como convidado especial. A sessão terá lugar no dia 15 de Julho, às 21h30.

Esta e outras sessões na Casa do Conhecimento poderão ser acompanhadas presencialmente ou por via digital.

O projeto "Tempo Contado" visa promover a partilha de conhecimento e ideias através de sessões mensais de 40 minutos, cada uma com a participação de um especialista na área em destaque.

Sobre o convidado:

Xavier Calicis, nascido em Dinant, Bélgica, frequentou os estudos superiores na Universidade de Letras do Porto, na Faculdade de Filosofia, e está atualmente a exercer a docência na Escola Secundária José Régio, em Vila do Conde.

conv_palestra_julho-01.jpg

FAMALICÃO: CASA DAS ARTES APRESENTA O CAPÍTULO 5 DOS SEUS ENCONTROS DE TEATRO

Casa das Artes apresenta o Capítulo 5 dos seus Encontros de Teatro

Entre 17 de março e 15 abril, a Casa das Artes de Famalicão apresenta o 5º Capítulo da Poética da Palavra, os Encontros de Teatro que constituem um dos seus principais momentos programáticos anuais.  Em, praticamente, um mês de intensa programação, o público pode desfrutar de um total de 9 espetáculos – dos quais 7 são coproduções e 2 em estreia – além das conversas que lhes sucedem e as mesas redondas que colocarão em discussão temáticas centrais da vida em teatro.

CA_Flyer_A Apologia de Sócrates.jpg

A Base

De igual forma como um livro que se escreve por capítulos, a Casa das Artes constrói a Poética da Palavra em capítulos anuais, fiel à base fundamental da ação teatral: o texto, a palavra, a voz e o trabalho de ator.

A Poética da Palavra evidencia este universo de elementos cúmplices, aquilo que entendemos como a essência, a ontologia, do teatro. De acordo com o programado, a Casa das Artes quer destacar a interpretação, a relação entre técnica, sentimento íntimo e subjetivo de convicção criadora e a consolidação da personagem, como um processo indissociável de um exigente trabalho pessoal, que é físico e de estudo profundo e inesgotável.

Os espetáculos

Os encontros de teatro iniciam com "Lear" de William Shakespeare, nos dias 17 e 18 de março, às 21h30, numa coprodução da Casa das Artes de Famalicão com Teatro da Didascália, Teatro do Bolhão e Teatro Nacional D. Maria II.

Ainda a 18 de março, às 17h30, é exibido o filme “Rei Édipo” realizado por Pier Paolo Pasolini. Para quem possa estranhar um filme programado nos encontros de Teatro, refira-se que “Rei Édipo” é uma peça do teatro clássico, da autoria de Sófocles e que no caso se torna cinema pela mão de Pasolini, também ele um dramaturgo de referência.

A 24 março, às 21h30, é apresentado “Um Rufia nas Escadas”, com encenação de Miguel Loureiro e texto de Joe Orton. Uma coprodução da Casa das Artes de Famalicão com DOIS (Ninguém Associação Cultural), São Luíz Teatro Municipal, Teatro Aveirense, Theatro Circo Braga e Teatro de Almada.

Nos dias 25 e 26 março, às 21h30 e às 17h30, respetivamente, estreia “A Acusação da Malvada Cândida às Flores”, uma ideia original e interpretação de Maria Quintelas, com texto e encenação de Pedro Fiuza. Uma coprodução da Casa das Artes de Famalicão com o Theatro Circo Braga.

Ainda a 25 março, às 23h00, é apresentado “Palavras Sintonizadas”, o espetáculo que cruza poesia e música, com Sandra Escudeiro e Alberto Teixeira.

No Dia Mundial do Teatro, dia 27 março, às 21h30, estreia “A Apologia de Sócrates” de Platão, numa coprodução da Casa das Artes de Famalicão com a ACE Escola de Artes de Famalicão.

A 31 março e 1 abril, às 21h30, é apresentado “Ela Lobo”, com encenação de Maria João Luís e texto de Ana Lázaro. Uma coprodução da Casa das Artes de Famalicão com Teatro da Terra - Teatro Municipal de Bragança e o Centro Cultural Raiano.

Nos dias 4 e 5 de abril, com sessões às 18h00 e 21h30, são apresentadas as encenações do "Baú dos Segredos", o atelier de teatro da Casa das Artes de Famalicão para jovens dos 8 aos 18 anos, sob a responsabilidade de Ana Regueiras, Luísa Alves e Marta João (encenação).

A 14 e 15 abril, às 21h30, sobe a palco “Que Não Se Fale dos Velhos Tempos”, com encenação de João Cardoso e dramaturgia de Pedro Galiza. Uma coprodução da Casa das Artes de Famalicão com Grua Crua.

As conversas

No fim de cada noite de apresentação, o público terá uma conversa com os atores que protagonizam cada projeto teatral, no sentido de poder conhecer o trabalho, concreto, sobre o texto, a palavra e a sua relação com o corpo (que lhe dá voz), e o processo de construção de cada personagem. São sempre momentos muito vividos e participados!

As ações de mediação

No decorrer da programação da Poética da Palavra, todas as pessoas/instituições que manifestarem interesse podem aceder a ensaios abertos das peças programadas. Trata-se da implementação da ação estratégica de mediação da Casa das Artes que tem programada também, no dia 18 de março, às 10h00, “Marionetão”, uma oficina criativa de construção de marionetas, pela Companhia Krisálida.

As mesas redondas

A Poética da Palavra propõe ainda três mesas-redondas, sobre Encenação, Dramaturgia e Ensino Artístico.

Mesa I – Dramaturgia

17 de março, às 17h00 – CC da Casa das Artes

Moderador:  Luís Mestre, encenador e dramaturgo

Jorge Palinhos, dramaturgo, Diretor do curso de Teatro da ESAP

Mesa II – Teatro e Educação Artística

27 de março, às 17h00 – CC da Casa das Artes

Moderador:  Helena Machado, Diretora Pedagógica da ACE

Vicente Alves do Ó, Realizador de cinema e escritor

Jorge Pinto, Ator e encenador

Bárbara Pais, atriz

Maria Quintelas, atriz

Bernardo Gavina, ator

Vitor Silva Costa, ator

Mesa III – Encenação

29 de março, às 17h00 / ACE

Moderador: João Castro, ator e encenador

Manuel Tur, encenador e ator

Pedro Galiza, encenador e ator

Maria Inês Peixoto, atriz e encenadora

Pedro Barros, ator e encenadora

A Casa das Artes de Famalicão é membro da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses com programação apoiada pela DGArtes.

CA_Flyer_A Acusação da Malvada Cândida.jpg

CA_Flyer_ElaLobo.jpg

CA_Flyer_Lear.jpg

CA_Flyer_Palavras Sintonizadas.jpg

CA_Flyer_Rei Édipo.jpg

CA_Flyer_Um Rufia nas Escadas.jpg

“BRINCAR NA FILOSOFIA” CHEGA A 263 ALUNOS DE BRAGA

Projecto dirigido ao 1.º ciclo do ensino básico

O Município de Braga está a implementar nas escolas do Concelho o projecto ‘Oficinas do Pensar - Brincar na Filosofia’. Dirigido ao 1.º ciclo do ensino básico, o projecto teve início no 2.º período do presente ano lectivo e já envolve 263 alunos.

CMB13022023SERGIOFREITAS00021513814384.jpg

Tendo como base a ‘Filosofia com Crianças’, o projecto tem como principais finalidades promover hábitos de questionamento e problematização face ao saber adquirido ou a novas situações; formular questões claras e pertinentes; desenvolver capacidade argumentativa e de pensamento crítico; fomentar o pensamento autónomo e criativo; alcançar a importância de ouvir os outros, compreender e ser compreendido; estimular a auto-estima e reunir uma comunidade de investigação filosófica, com vista à construção de uma cidadania esclarecida e responsável.

A vereadora da Educação assistiu esta Segunda-feira, dia 13 de Fevereiro, a uma sessão das Oficinas, no Centro Escolar do Fujacal, com Carla Sepúlveda a destacar a importância de um projecto voltado para a área emocional, que pretende desenvolver nas crianças as capacidades de diálogo, as competências de raciocínio, a comunicação e socialização. “Com este projecto estamos a trabalhar algumas das competências de Filosofia como aprender a pensar de forma estruturada, usar a criatividade, saber ouvir e saber expressar as emoções com o outro. Com as ‘Oficinas do Pensar’ pretendemos ajudar os mais novos a reflectir sobre a realidade que os circunda, a tomar posições e a aprender a debatê-las com o outro por via de uma efectiva educação para a cidadania que deve ser estimulada desde a primeira infância”, referiu, adiantando que o projecto terá continuidade no próximo ano lectivo.

O projecto foi proposto a todos os Agrupamentos de Escolas e Escola Não Agrupada, com 12 Agrupamentos de Escolas e o Conservatório de Música Calouste Gulbenkian a responder afirmativamente a este desafio.

“Sabemos que as crianças são, por natureza, curiosas e este projecto pretende partir dessa curiosidade natural para fomentar o diálogo sobre as relações entre o ‘eu e o mundo’ e o ‘eu e o outro’. As crianças são chamadas a participar em todas as actividades, assumindo o papel principal”, explicou Carla Sepúlveda, considerando ser “fundamental incidir na prática de gestão das emoções e do pensamento, mas também na aprendizagem do debate de questões e temas pertinentes para as faixas etárias envolvidas”.

O projecto ‘Oficinas do Pensar - Brincar na Filosofia’ é desenvolvido na Eb1 de Lomar, Centro Escolar do Fujacal, Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, EB1 de S. Pedro, EB1 de Lamaçães, EB1 de Frossos, Eb1 de Merelim S. Paio, Eb1 da Garapôa, Eb1 de Dume, Eb1 de S. Victor, Eb1 de Sequeira, Eb1 da Gandra e EB1 de Tebosa.

CMB13022023SERGIOFREITAS00021513814386.jpg

CMB13022023SERGIOFREITAS00021513814389.jpg

CMB13022023SERGIOFREITAS00021513814396.jpg

ANTÓNIO XAVIER CORDEIRO – UM LIMIANO QUE FOI UM DOS FUNDADORES DO INTEGRALISMO LUSITANO – TEM O SEU NOME CONSAGRADO NA TOPONÍMIA DE LISBOA

A escassas dezenas de metros da Avenida da República e da Praça de Londres, o bairro do Arco do Cego é considerado o percursor da habitação social em Lisboa. Projectado durante a Primeira República, a sua construção só veio a ser concretizada em pleno Estado Novo. De ruas pacatas e estreitas, consagra numa das suas artérias o nome de Xavier de Sousa, um limiano que foi um dos fundadores do Integralismo Lusitano. Mas, afinal quem foi Xavier Cordeiro?

Xavier-Codeiro.jpg

“Nasceu na freguesia de Arcozelo (Além-da-Ponte), em 9 de janeiro de 1880. Era filho do Dr. António Xavier de Sousa Cordeiro (oriundo de uma distinta família de Leiria), juiz da antiga Relação dos Açores e Delegado do Procurador Régio na Comarca de Ponte de Lima, e de D. Claudina Elisa Garcia Cordeiro.

Fez os seus estudos preparatórios nos liceus de Lisboa, Faro e Santarém. Em 1897, matricula-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e conclui o curso em 1903.

Casa em 1905 com D. Maria Helena Taborda Bom de Sousa, na freguesia de Nossa Senhora da Lapa em Lisboa, de quem teve dois filhos - António Carlos e Maria Amélia.

Ao longo da sua vida profissional desempenhou o cargo de professor e diretor da reputada Escola Nacional, dedicando-se simultaneamente à advocacia.

Em 1907 é nomeado para o lugar de oficial da Direção-Geral da Instrução Pública, cargo onde se manterá até à sua morte.

Adriano Xavier Cordeiro foi um dos fundadores do Integralismo Lusitano, conjuntamente com António Sardinha, Alberto Monsaraz, Luís de Almeida Braga, João do Amaral, Simão Pinto de Mesquita e Hipólito Raposo e participou na conferência da Liga Naval Portuguesa sobre a “Questão Ibérica”, a quem coube a parte relativa ao Direito e às Instituições dos dois estados peninsulares, mais concretamente sobre os direitos de Portugal à sua livre existência como nacionalidade.

Em 1917 profere na Associação de Advogados de Lisboa a conferência “O problema da vinculação” (publicada em dois volumes). Seguem-se outras conferências, designadamente “Palavras sobre a arte do povo” proferida na abertura de uma exposição de indústrias regionais portuguesas, na qual realça “com o fervor de um apóstolo e o escrúpulo literário de um verdadeiro estilista”.

Foi nomeado pelo então Ministro da Justiça, Dr. Osório de Castro, para elaborar o projeto da instituição do Casal de Família em Portugal, que é apresentado em sessão do senado de 8 de janeiro de 1919.

Faleceu no Porto em 11 de setembro de 1919, representando a sua morte uma verdadeira perda nacional.”

Fonte: https://arquivo.cm-pontedelima.pt/

RuaXavier Cordeiro.jpg

JOVENS BRACARENSES BRINCAM NA FILOSOFIA

Serviço Educativo do Município leva às escolas o projecto ‘Brincar na Filosofia’

O Município de Braga, através do Serviço Educativo Integrado (SEI), iniciou um projecto na área da Filosofia intitulado ‘Oficinas do Pensar – Brincar na Filosofia’, que se realiza em ambiente de sala de aula. Este projecto irá decorrer até ao final Junho, com as devidas interrupções nas pausas lectivas.

jalberto.fernandes -sequeira-2

Dirigido a alunos do 1.º Ciclo, estas oficinas pretendem desenvolver nas crianças as capacidades de diálogo, as competências de raciocínio, a comunicação e a socialização. O projecto vai ajudar os mais novos a reflectir sobre a realidade que os rodeia, a tomar posições, a aprender a debatê-las com os outros, justificando-as, numa efectiva educação para uma cidadania plena que, deve ser estimulada desde a 1.ª infância.

O presente projecto pretende partir dessa curiosidade natural e com ela fomentar o diálogo sobre a relações entre o ‘eu e o mundo’, que é o mesmo que dizer entre o ‘eu e o outro’. As crianças serão chamadas a participar em todas as actividades do projecto assumindo o papel principal. Nestas oficinas, dinamizadas por Sónia Peixoto, não se pretende promover “lições de filosofia”, mas debater em comunidade questões e temas pertinentes para as faixas etárias envolvidas.

No arranque deste projecto estão envolvidas as crianças, da Escola Básica de Sequeira e da Escola Básica de Fraião.

jalberto.fernandes -sequeira-9

jalberto.fernandes -sequeira-16

 

FAMALICÃO ASSINALA 150 ANOS DE NASCIMENTO DE SILVA MENDES

Iniciativa decorre na próxima segunda-feira, 23 de outubro, em S. Miguel de Seide

Na próxima segunda-feira, 23 de outubro, assinalam-se os 150 anos do nascimento de Manuel da Silva Mendes, um famalicense que se distinguiu como um dos intelectuais mais representativos da história de Macau, no primeiro quartel do século XX.

manuel da silva mendes

De espírito multifacetado, Manuel da Sousa Mendes foi professor e reitor do Liceu de Macau, advogado, juiz, filósofo, político, sinólogo, escritor e teve ainda tempo para se dedicar ao estudo da filosofia taoísta e para se embrenhar nos exigentes meandros da arte chinesa, como erudito e colecionador.

Para assinalar a data a Associação Amigos do Livro em Macau com o apoio da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e da Fundação Jorge Álvares promovem um colóquio, que vai decorrer na próxima segunda-feira, no Centro de Estudos Camilianos, em São Miguel de Seide. A iniciativa ficará ainda marcada pelo lançamento do livro “Manuel da Silva Mendes: Memória e Pensamento”.

No colóquio, que terá início às 9h30, e se prolongará na parte da parte, participam Ana Cristina Alves (“O taoismo de Silva Mendes”), António Aresta (“Manuel da Silva Mendes, um intelectual português em Macau”), António Graça de Abreu (“Manuel da Silva Mendes e Camilo Pessanha, a Inimizade Inteligente”), Amadeu Gonçalves (“Manuel da Silva Mendes: 150 Anos entre V. N. de Famalicão e Macau e/ou entre o anarquismo e o taoismo”), Aureliano Barata (“Manuel da Silva Mendes: um olhar sobre Macau e o seu ensino”), Norberto Cunha (“Silva Mendes e o Marxismo”) e Rui Lopo (“É preciso fazermo-nos chineses”: Do Orientalismo à Sinofilia – do expatriamento ao voto de Bodhisattva).

Pelas 18h00, será lançado o primeiro volume de uma coletânea sobre Silva Mendes, com cerca de 600 páginas, com o título “Manuel da Silva Mendes: Memória e Pensamento” que contém três ensaios sobre esta importante figura da história social de Macau, de autoria de António Aresta, Amadeu Gonçalves e Tiago Quadros, e todos os textos de Silva Mendes sobre Arte, Filosofia e Religião, Cultura e Tradições Chinesas publicados na Imprensa e em livro.

Segundo a editor Livros do Oriente, o testemunho e a obra de divulgação de Manuel da Silva Mendes – o exemplo de um português que conheceu, compreendeu e divulgou a cultura e as tradições chinesas –  são únicos e, por isso, não podiam deixar de ser reeditados.

Silva Mendes, advogado, professor e intelectual, natural de São Miguel das Aves, na altura pertencente ao concelho de Vila Nova de Famalicão, e viveu em Macau, de 1901 a 1931, ano em que morreu.

Para além da bibliografia produzida em Portugal até à ida para Macau, tem vasta obra publicada neste território, sobretudo em publicações periódicas, que viriam a ser reunidas em volumes coordenados pelo sinólogo macaense Luís Gonzaga Gomes, nos anos 60 do século passado.

Foi também, na época, um dos maiores colecionadores de arte chinesa, constituindo o seu espólio, adquirido à viúva pelo Governo de Macau pouco depois da sua morte, um acervo muito importante do Museu de Arte de Macau.

Dominando a língua chinesa e profundo conhecedor da sua cultura, Silva Mendes foi, no início do século XX, o principal e o primeiro divulgador da Cultura, da Filosofia e da Religião Chinesas, conhecimento que lhe advinha do contacto direto com artistas, pensadores e com os bonzos – sobretudo do mosteiro de Choc Lam – com quem privava e discutia estes assuntos.

Capa MSM

VIZELENSES FAZEM REFLEXÃO ACERCA DA MORTE

Ponto Final. Parágrafo promoveu uma viva discussão à volta da morte

Teve lugar no passado dia 14 de Janeiro, em Vizela, o colóquio “Ponto Final. Parágrafo”. Um evento dedicado sobretudo à morte, mas que tinha também como objetivo a celebração da vida.

Ponto Final. Parágrafo.jpg

A morte foi de facto o tema central, tendo sido alvo de abordagens diferenciadas pelos oradores convidados. Refletir e discutir sobre a morte tornou o evento num evidente sinal de vida.

No auditório da Real Associação do Bombeiros Voluntários de Vizela estiveram presentes cerca de 50 pessoas, revelando-se um público muito interessado nas diversas apresentações e intervenções.

Dos cinco oradores convidados, o Prof. João Carlos Macedo, docente na Escola Superior de Enfermagem da Universidade do Minho e autor do livro “Educar para a Morte”, foi o primeiro a dirigir-se ao público presente. Dando ênfase à ideia de que é necessário pensar-se e refletir-se sobre o fim da vida, entre outros assuntos relacionados, referiu-se à importância do “Testamento Vital”.

De seguida, um testemunho intenso, comovente e corajoso por parte da Dr.ª Maria do Resgate Salta, médica e figura sobejamente conhecida e reconhecida em Vizela. Na primeira pessoa, relatou vários episódios da sua vida pessoal e profissional que envolveram a morte.

Seguiu-se-lhe o Prof. Dr. João Batista, membro do Centro de Investigação em Psicologia da U. Minho e corresponsável pelo projeto “Consulta de Luto Online”, com uma abordagem esclarecedora sobre o luto e as suas várias tipologias, também formas e técnicas de como o ultrapassar.

Na segunda parte do evento, Vitor Monteiro, sócio-gerente e Diretor Técnico de agência funerária, com cerca de três décadas de experiência profissional na área, brindou os presentes com uma intervenção recheada de curiosidades ligadas à sua prática profissional e carregada de positivismo.

Por fim, Jorge Coelho, mestre em Turismo e professor no Instituto de Estudos Superiores de Fafe, abordou o fenómeno do Turismo Negro e apresentou o projeto online que gere, dedicado à promoção e divulgação do mesmo. Ficou-se a saber da existência de uma relação curiosa e interessante entre turismo, educação, cultura, património e a morte.

Com moderação de Ricardo Vieira, técnico municipal da área da juventude da autarquia vizelense, o evento prosseguiu com a intervenção do público, que entusiasmado colocou diversas questões aos oradores, resultando até em agradável conversa.

Tal como previsto, o evento terminou com a recitação de poesia numa clara alusão à presença da morte também nas artes. Domingos Ferreira e Vitor Monteiro, de forma fantástica, foram os responsáveis por cerca de vinte minutos poéticos cuja intensidade fez jus à certeza da morte, mas também à beleza da vida.

Elementos da sociedade civil estiveram na génese de um evento coorganizado pela Câmara Municipal de Vizela, com o apoio da Real Associação dos Bombeiros Voluntários de Vizela, da Fundação Jorge Antunes e da Escola Superior de Tecnologias do Instituto de Estudos Superiores de Fafe, que tendo sido participado pela comunidade, resultou num bom exemplo de cidadania, que se deseja ver replicado num futuro próximo, sobre esta ou outras temáticas.

VIZELA ORGANIZA COLÓQUIO DE REFLEXÃO ACERCA DA MORTE

Ponto Final. Parágrafo Colóquio sobre a Vida e a Morte

No livro “As Intermitências da Morte”, José Saramago escreveu que “morrer é, afinal de contas, o que há de mais normal e corrente na vida” e, embora havendo muitas outras considerações sobre o fenómeno, é um pouco com base nesta constatação que se vai realizar em Vizela, no dia 14 de Janeiro de 2017 às 15:00, um colóquio dedicado à morte designado “Ponto Final. Parágrafo”.

cartaz_pontofinalparagrafo.jpg

 

Decorrerá no auditório da Real Associação dos Bombeiros Voluntários de Vizela e é de entrada livre. O evento contará com a presença de vários oradores, que em função das suas ocupações profissionais, experiências pessoais e formação académica, abordarão a morte em diferentes e interessantes perspetivas.

Maria do Resgate Salta, médica, numa abordagem pessoal; João Carlos Macedo, enfermeiro, professor e autor do livro “Educar para a morte”, sobre ética no fim de vida e a necessidade de uma educação tanatológica; João Batista, doutorado em psicologia clínica, sobre o projeto Consulta de Luto do qual é corresponsável, Vitor Monteiro, agente funerário, com uma apresentação dedicada à sua experiência profissional e Jorge Coelho, mestre, professor e investigador na área do turismo para explicitação do fenómeno Turismo Negro, são os convidados confirmados.

A presença da morte nas artes será evidenciada com um momento dedicado à poesia levado a efeito por parte de dois ilustres vizelenses, também eles com interesses culturais, Domingos Ferreira e o já mencionado Vitor Monteiro.

O colóquio tem como objetivo principal ajudar à desmistificação de um assunto que, mesmo estando sempre presente, é ainda muito evitado pela grande maioria das pessoas.

De forma descomprometida e informal, embora dedicado à morte, o colóquio servirá também para celebração da vida, sendo moderado por Ricardo Vieira, técnico da Câmara Municipal de Vizela.

Na génese e conceptualização do evento estão elementos da sociedade civil, sendo coorganizado pela Câmara Municipal de Vizela com o apoio da Real Associação dos Bombeiros Voluntários de Vizela e da Escola Superior de Tecnologias do Instituto de Estudos Superiores de Fafe.

JOSÉ GIL REGRESSA A FAMALICÃO PARA COMENTAR “MACBETH”

O ensaísta e filósofo José Gil, que em 2014 venceu o Grande Prémio de Ensaio “Eduardo Prado Coelho”, é o convidado da sessão deste mês da iniciativa “Um Livro, Um Filme”, que decorre já nesta sexta-feira, dia 25, pelas 21h30, no Centro de Estudos Camilianos, em Seide S. Miguel, em Vila Nova de Famalicão.

José Gil

Para exibir e comentar, José Gil escolheu “Macbeth”, um filme realizado em 1948 por Orson Welles, na adaptação para cinema da reconhecida tragédia do dramaturgo inglês William Shakespeare.

Recorde-se que a iniciativa “Um Livro, Um Filme” decorre desde 2006 e conta todos os meses com a presença de uma figura da cultura e das artes para apresentar um filme, preferencialmente baseado numa obra literária.

José Gil nasceu em Moçambique e doutorou-se em Filosofia na Universidade de Paris, em 1982, com um estudo sobre “O corpo como campo do Poder”, sob orientação de François Châtelet. Ensinou na Universidade Nova, onde foi Professor Catedrático. Foi “Directeur de Programme do Collège International de Philosophie” de Paris, ensinou estética da dança na Holanda e dirigiu seminários no Brasil. Atualmente colabora com revistas portuguesas e estrangeiras de várias áreas e é autor de algumas entradas na enciclopédia Einaudi. Publicou obras sobre estética, filosofia do corpo, Fernando Pessoa e filosofia política – algumas das quais estão publicadas no Brasil, e traduzidas em Espanha, Itália, França, Sérvia e nos EUA.

A iniciativa é de entrada livre.

Grande Prémio de Conto aceita candidaturas até 15 de abril

A Associação Portuguesa de Escritores (APE) abriu candidaturas para o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco. A presente edição destina-se a galardoar obras publicadas em livro, de autor português ou país africano de expressão portuguesa, em primeira edição, no ano de 2015.

O prazo termina no dia 15 de abril e o regulamento pode ser consultado em www.apescritores.pt. Instituído a 1 de junho de 1991, ao abrigo de um protocolo entre a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e a APE, refira-se que o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco premiou na sua última edição Hélia Correia, pela obra “Vinte Degraus e Outros Contos”, da editora Relógio D'Água. A escritora foi o 23º nome premiado com este galardão, depois de Pires Cabral, Mário de Carvalho, Maria Isabel Barreno, Luísa Costa Gomes, José Eduardo Agualusa, Afonso Cruz, entre muitos outros.

ESCOLA DA TERRA CRIA CLUBE DE FILOSOFIA PARA CRIANÇAS

Filosofia para crianças. E porque não?

Nas atividades extracurriculares que as crianças encaixam nas suas agendas encontramos, no topo da lista, a prática desportiva. É indiscutível a importância do exercício do corpo, como disciplina fundamental na formação do indivíduo. Mas como é que se exercita a mente? Como treinar a capacidade de argumentar? Como fomentar a curiosidade?

A palavra Filosofia significa literalmente «amigo da sabedoria» ou «amor pelo saber». Não queremos nós formar crianças capazes de pensar, ter pensamento crítico, curiosos, com gosto por saber? É assim que a Escola da Terra justifica a existência de um Clube de Filosofia para crianças na sua agenda. A realizar-se quinzenalmente, com a próxima sessão no próximo dia 10 de Outubro, para crianças entre os 5 e os 13 anos de idade. Para mais informações consulte a página do espaço em www.escladaterra.pt

Press Release - Filosofia

BIBLIOTECA MUNICIPAL DE PONTE DE LIMA APRESENTA O LIVRO “O INTEGRALISMO LUSITANO E A CONTRIBUIÇÃO DE XAVIER CORDEIRO”

Apresentação do livro O Integralismo Lusitano e a contribuição de Xavier Cordeiro, da autoria de Armando Malheiro da Silva e de Aníbal Marinho

A Biblioteca Municipal de Ponte de Lima vai promover a apresentação do livro O Integralismo Lusitano e a contribuição de Xavier Cordeiro, no dia 25 de setembro, às 21h, no auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima.

O livro é da autoria do Prof. Doutor Armando Malheiro da Silva, docente da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, e do Dr. José Aníbal Marinho Gomes, Presidente da Real Associação de Viana do Castelo, e resulta da palestra/debate que o Arquivo Municipal promoveu em abril sobre O Integralismo Lusitano e a contribuição de Xavier Cordeiro, figura Limiana natural de Arcozelo e um dos fundadores do integralismo lusitano.

Para mais informações contate a Biblioteca Municipal através: biblioteca@cm-pontedelima.pt