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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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ANTÓNIO XAVIER CORDEIRO – UM LIMIANO QUE FOI UM DOS FUNDADORES DO INTEGRALISMO LUSITANO – TEM O SEU NOME CONSAGRADO NA TOPONÍMIA DE LISBOA

A escassas dezenas de metros da Avenida da República e da Praça de Londres, o bairro do Arco do Cego é considerado o percursor da habitação social em Lisboa. Projectado durante a Primeira República, a sua construção só veio a ser concretizada em pleno Estado Novo. De ruas pacatas e estreitas, consagra numa das suas artérias o nome de Xavier de Sousa, um limiano que foi um dos fundadores do Integralismo Lusitano. Mas, afinal quem foi Xavier Cordeiro?

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“Nasceu na freguesia de Arcozelo (Além-da-Ponte), em 9 de janeiro de 1880. Era filho do Dr. António Xavier de Sousa Cordeiro (oriundo de uma distinta família de Leiria), juiz da antiga Relação dos Açores e Delegado do Procurador Régio na Comarca de Ponte de Lima, e de D. Claudina Elisa Garcia Cordeiro.

Fez os seus estudos preparatórios nos liceus de Lisboa, Faro e Santarém. Em 1897, matricula-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e conclui o curso em 1903.

Casa em 1905 com D. Maria Helena Taborda Bom de Sousa, na freguesia de Nossa Senhora da Lapa em Lisboa, de quem teve dois filhos - António Carlos e Maria Amélia.

Ao longo da sua vida profissional desempenhou o cargo de professor e diretor da reputada Escola Nacional, dedicando-se simultaneamente à advocacia.

Em 1907 é nomeado para o lugar de oficial da Direção-Geral da Instrução Pública, cargo onde se manterá até à sua morte.

Adriano Xavier Cordeiro foi um dos fundadores do Integralismo Lusitano, conjuntamente com António Sardinha, Alberto Monsaraz, Luís de Almeida Braga, João do Amaral, Simão Pinto de Mesquita e Hipólito Raposo e participou na conferência da Liga Naval Portuguesa sobre a “Questão Ibérica”, a quem coube a parte relativa ao Direito e às Instituições dos dois estados peninsulares, mais concretamente sobre os direitos de Portugal à sua livre existência como nacionalidade.

Em 1917 profere na Associação de Advogados de Lisboa a conferência “O problema da vinculação” (publicada em dois volumes). Seguem-se outras conferências, designadamente “Palavras sobre a arte do povo” proferida na abertura de uma exposição de indústrias regionais portuguesas, na qual realça “com o fervor de um apóstolo e o escrúpulo literário de um verdadeiro estilista”.

Foi nomeado pelo então Ministro da Justiça, Dr. Osório de Castro, para elaborar o projeto da instituição do Casal de Família em Portugal, que é apresentado em sessão do senado de 8 de janeiro de 1919.

Faleceu no Porto em 11 de setembro de 1919, representando a sua morte uma verdadeira perda nacional.”

Fonte: https://arquivo.cm-pontedelima.pt/

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JOVENS BRACARENSES BRINCAM NA FILOSOFIA

Serviço Educativo do Município leva às escolas o projecto ‘Brincar na Filosofia’

O Município de Braga, através do Serviço Educativo Integrado (SEI), iniciou um projecto na área da Filosofia intitulado ‘Oficinas do Pensar – Brincar na Filosofia’, que se realiza em ambiente de sala de aula. Este projecto irá decorrer até ao final Junho, com as devidas interrupções nas pausas lectivas.

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Dirigido a alunos do 1.º Ciclo, estas oficinas pretendem desenvolver nas crianças as capacidades de diálogo, as competências de raciocínio, a comunicação e a socialização. O projecto vai ajudar os mais novos a reflectir sobre a realidade que os rodeia, a tomar posições, a aprender a debatê-las com os outros, justificando-as, numa efectiva educação para uma cidadania plena que, deve ser estimulada desde a 1.ª infância.

O presente projecto pretende partir dessa curiosidade natural e com ela fomentar o diálogo sobre a relações entre o ‘eu e o mundo’, que é o mesmo que dizer entre o ‘eu e o outro’. As crianças serão chamadas a participar em todas as actividades do projecto assumindo o papel principal. Nestas oficinas, dinamizadas por Sónia Peixoto, não se pretende promover “lições de filosofia”, mas debater em comunidade questões e temas pertinentes para as faixas etárias envolvidas.

No arranque deste projecto estão envolvidas as crianças, da Escola Básica de Sequeira e da Escola Básica de Fraião.

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FAMALICÃO ASSINALA 150 ANOS DE NASCIMENTO DE SILVA MENDES

Iniciativa decorre na próxima segunda-feira, 23 de outubro, em S. Miguel de Seide

Na próxima segunda-feira, 23 de outubro, assinalam-se os 150 anos do nascimento de Manuel da Silva Mendes, um famalicense que se distinguiu como um dos intelectuais mais representativos da história de Macau, no primeiro quartel do século XX.

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De espírito multifacetado, Manuel da Sousa Mendes foi professor e reitor do Liceu de Macau, advogado, juiz, filósofo, político, sinólogo, escritor e teve ainda tempo para se dedicar ao estudo da filosofia taoísta e para se embrenhar nos exigentes meandros da arte chinesa, como erudito e colecionador.

Para assinalar a data a Associação Amigos do Livro em Macau com o apoio da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e da Fundação Jorge Álvares promovem um colóquio, que vai decorrer na próxima segunda-feira, no Centro de Estudos Camilianos, em São Miguel de Seide. A iniciativa ficará ainda marcada pelo lançamento do livro “Manuel da Silva Mendes: Memória e Pensamento”.

No colóquio, que terá início às 9h30, e se prolongará na parte da parte, participam Ana Cristina Alves (“O taoismo de Silva Mendes”), António Aresta (“Manuel da Silva Mendes, um intelectual português em Macau”), António Graça de Abreu (“Manuel da Silva Mendes e Camilo Pessanha, a Inimizade Inteligente”), Amadeu Gonçalves (“Manuel da Silva Mendes: 150 Anos entre V. N. de Famalicão e Macau e/ou entre o anarquismo e o taoismo”), Aureliano Barata (“Manuel da Silva Mendes: um olhar sobre Macau e o seu ensino”), Norberto Cunha (“Silva Mendes e o Marxismo”) e Rui Lopo (“É preciso fazermo-nos chineses”: Do Orientalismo à Sinofilia – do expatriamento ao voto de Bodhisattva).

Pelas 18h00, será lançado o primeiro volume de uma coletânea sobre Silva Mendes, com cerca de 600 páginas, com o título “Manuel da Silva Mendes: Memória e Pensamento” que contém três ensaios sobre esta importante figura da história social de Macau, de autoria de António Aresta, Amadeu Gonçalves e Tiago Quadros, e todos os textos de Silva Mendes sobre Arte, Filosofia e Religião, Cultura e Tradições Chinesas publicados na Imprensa e em livro.

Segundo a editor Livros do Oriente, o testemunho e a obra de divulgação de Manuel da Silva Mendes – o exemplo de um português que conheceu, compreendeu e divulgou a cultura e as tradições chinesas –  são únicos e, por isso, não podiam deixar de ser reeditados.

Silva Mendes, advogado, professor e intelectual, natural de São Miguel das Aves, na altura pertencente ao concelho de Vila Nova de Famalicão, e viveu em Macau, de 1901 a 1931, ano em que morreu.

Para além da bibliografia produzida em Portugal até à ida para Macau, tem vasta obra publicada neste território, sobretudo em publicações periódicas, que viriam a ser reunidas em volumes coordenados pelo sinólogo macaense Luís Gonzaga Gomes, nos anos 60 do século passado.

Foi também, na época, um dos maiores colecionadores de arte chinesa, constituindo o seu espólio, adquirido à viúva pelo Governo de Macau pouco depois da sua morte, um acervo muito importante do Museu de Arte de Macau.

Dominando a língua chinesa e profundo conhecedor da sua cultura, Silva Mendes foi, no início do século XX, o principal e o primeiro divulgador da Cultura, da Filosofia e da Religião Chinesas, conhecimento que lhe advinha do contacto direto com artistas, pensadores e com os bonzos – sobretudo do mosteiro de Choc Lam – com quem privava e discutia estes assuntos.

Capa MSM

VIZELENSES FAZEM REFLEXÃO ACERCA DA MORTE

Ponto Final. Parágrafo promoveu uma viva discussão à volta da morte

Teve lugar no passado dia 14 de Janeiro, em Vizela, o colóquio “Ponto Final. Parágrafo”. Um evento dedicado sobretudo à morte, mas que tinha também como objetivo a celebração da vida.

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A morte foi de facto o tema central, tendo sido alvo de abordagens diferenciadas pelos oradores convidados. Refletir e discutir sobre a morte tornou o evento num evidente sinal de vida.

No auditório da Real Associação do Bombeiros Voluntários de Vizela estiveram presentes cerca de 50 pessoas, revelando-se um público muito interessado nas diversas apresentações e intervenções.

Dos cinco oradores convidados, o Prof. João Carlos Macedo, docente na Escola Superior de Enfermagem da Universidade do Minho e autor do livro “Educar para a Morte”, foi o primeiro a dirigir-se ao público presente. Dando ênfase à ideia de que é necessário pensar-se e refletir-se sobre o fim da vida, entre outros assuntos relacionados, referiu-se à importância do “Testamento Vital”.

De seguida, um testemunho intenso, comovente e corajoso por parte da Dr.ª Maria do Resgate Salta, médica e figura sobejamente conhecida e reconhecida em Vizela. Na primeira pessoa, relatou vários episódios da sua vida pessoal e profissional que envolveram a morte.

Seguiu-se-lhe o Prof. Dr. João Batista, membro do Centro de Investigação em Psicologia da U. Minho e corresponsável pelo projeto “Consulta de Luto Online”, com uma abordagem esclarecedora sobre o luto e as suas várias tipologias, também formas e técnicas de como o ultrapassar.

Na segunda parte do evento, Vitor Monteiro, sócio-gerente e Diretor Técnico de agência funerária, com cerca de três décadas de experiência profissional na área, brindou os presentes com uma intervenção recheada de curiosidades ligadas à sua prática profissional e carregada de positivismo.

Por fim, Jorge Coelho, mestre em Turismo e professor no Instituto de Estudos Superiores de Fafe, abordou o fenómeno do Turismo Negro e apresentou o projeto online que gere, dedicado à promoção e divulgação do mesmo. Ficou-se a saber da existência de uma relação curiosa e interessante entre turismo, educação, cultura, património e a morte.

Com moderação de Ricardo Vieira, técnico municipal da área da juventude da autarquia vizelense, o evento prosseguiu com a intervenção do público, que entusiasmado colocou diversas questões aos oradores, resultando até em agradável conversa.

Tal como previsto, o evento terminou com a recitação de poesia numa clara alusão à presença da morte também nas artes. Domingos Ferreira e Vitor Monteiro, de forma fantástica, foram os responsáveis por cerca de vinte minutos poéticos cuja intensidade fez jus à certeza da morte, mas também à beleza da vida.

Elementos da sociedade civil estiveram na génese de um evento coorganizado pela Câmara Municipal de Vizela, com o apoio da Real Associação dos Bombeiros Voluntários de Vizela, da Fundação Jorge Antunes e da Escola Superior de Tecnologias do Instituto de Estudos Superiores de Fafe, que tendo sido participado pela comunidade, resultou num bom exemplo de cidadania, que se deseja ver replicado num futuro próximo, sobre esta ou outras temáticas.

VIZELA ORGANIZA COLÓQUIO DE REFLEXÃO ACERCA DA MORTE

Ponto Final. Parágrafo Colóquio sobre a Vida e a Morte

No livro “As Intermitências da Morte”, José Saramago escreveu que “morrer é, afinal de contas, o que há de mais normal e corrente na vida” e, embora havendo muitas outras considerações sobre o fenómeno, é um pouco com base nesta constatação que se vai realizar em Vizela, no dia 14 de Janeiro de 2017 às 15:00, um colóquio dedicado à morte designado “Ponto Final. Parágrafo”.

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Decorrerá no auditório da Real Associação dos Bombeiros Voluntários de Vizela e é de entrada livre. O evento contará com a presença de vários oradores, que em função das suas ocupações profissionais, experiências pessoais e formação académica, abordarão a morte em diferentes e interessantes perspetivas.

Maria do Resgate Salta, médica, numa abordagem pessoal; João Carlos Macedo, enfermeiro, professor e autor do livro “Educar para a morte”, sobre ética no fim de vida e a necessidade de uma educação tanatológica; João Batista, doutorado em psicologia clínica, sobre o projeto Consulta de Luto do qual é corresponsável, Vitor Monteiro, agente funerário, com uma apresentação dedicada à sua experiência profissional e Jorge Coelho, mestre, professor e investigador na área do turismo para explicitação do fenómeno Turismo Negro, são os convidados confirmados.

A presença da morte nas artes será evidenciada com um momento dedicado à poesia levado a efeito por parte de dois ilustres vizelenses, também eles com interesses culturais, Domingos Ferreira e o já mencionado Vitor Monteiro.

O colóquio tem como objetivo principal ajudar à desmistificação de um assunto que, mesmo estando sempre presente, é ainda muito evitado pela grande maioria das pessoas.

De forma descomprometida e informal, embora dedicado à morte, o colóquio servirá também para celebração da vida, sendo moderado por Ricardo Vieira, técnico da Câmara Municipal de Vizela.

Na génese e conceptualização do evento estão elementos da sociedade civil, sendo coorganizado pela Câmara Municipal de Vizela com o apoio da Real Associação dos Bombeiros Voluntários de Vizela e da Escola Superior de Tecnologias do Instituto de Estudos Superiores de Fafe.

JOSÉ GIL REGRESSA A FAMALICÃO PARA COMENTAR “MACBETH”

O ensaísta e filósofo José Gil, que em 2014 venceu o Grande Prémio de Ensaio “Eduardo Prado Coelho”, é o convidado da sessão deste mês da iniciativa “Um Livro, Um Filme”, que decorre já nesta sexta-feira, dia 25, pelas 21h30, no Centro de Estudos Camilianos, em Seide S. Miguel, em Vila Nova de Famalicão.

José Gil

Para exibir e comentar, José Gil escolheu “Macbeth”, um filme realizado em 1948 por Orson Welles, na adaptação para cinema da reconhecida tragédia do dramaturgo inglês William Shakespeare.

Recorde-se que a iniciativa “Um Livro, Um Filme” decorre desde 2006 e conta todos os meses com a presença de uma figura da cultura e das artes para apresentar um filme, preferencialmente baseado numa obra literária.

José Gil nasceu em Moçambique e doutorou-se em Filosofia na Universidade de Paris, em 1982, com um estudo sobre “O corpo como campo do Poder”, sob orientação de François Châtelet. Ensinou na Universidade Nova, onde foi Professor Catedrático. Foi “Directeur de Programme do Collège International de Philosophie” de Paris, ensinou estética da dança na Holanda e dirigiu seminários no Brasil. Atualmente colabora com revistas portuguesas e estrangeiras de várias áreas e é autor de algumas entradas na enciclopédia Einaudi. Publicou obras sobre estética, filosofia do corpo, Fernando Pessoa e filosofia política – algumas das quais estão publicadas no Brasil, e traduzidas em Espanha, Itália, França, Sérvia e nos EUA.

A iniciativa é de entrada livre.

Grande Prémio de Conto aceita candidaturas até 15 de abril

A Associação Portuguesa de Escritores (APE) abriu candidaturas para o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco. A presente edição destina-se a galardoar obras publicadas em livro, de autor português ou país africano de expressão portuguesa, em primeira edição, no ano de 2015.

O prazo termina no dia 15 de abril e o regulamento pode ser consultado em www.apescritores.pt. Instituído a 1 de junho de 1991, ao abrigo de um protocolo entre a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e a APE, refira-se que o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco premiou na sua última edição Hélia Correia, pela obra “Vinte Degraus e Outros Contos”, da editora Relógio D'Água. A escritora foi o 23º nome premiado com este galardão, depois de Pires Cabral, Mário de Carvalho, Maria Isabel Barreno, Luísa Costa Gomes, José Eduardo Agualusa, Afonso Cruz, entre muitos outros.

ESCOLA DA TERRA CRIA CLUBE DE FILOSOFIA PARA CRIANÇAS

Filosofia para crianças. E porque não?

Nas atividades extracurriculares que as crianças encaixam nas suas agendas encontramos, no topo da lista, a prática desportiva. É indiscutível a importância do exercício do corpo, como disciplina fundamental na formação do indivíduo. Mas como é que se exercita a mente? Como treinar a capacidade de argumentar? Como fomentar a curiosidade?

A palavra Filosofia significa literalmente «amigo da sabedoria» ou «amor pelo saber». Não queremos nós formar crianças capazes de pensar, ter pensamento crítico, curiosos, com gosto por saber? É assim que a Escola da Terra justifica a existência de um Clube de Filosofia para crianças na sua agenda. A realizar-se quinzenalmente, com a próxima sessão no próximo dia 10 de Outubro, para crianças entre os 5 e os 13 anos de idade. Para mais informações consulte a página do espaço em www.escladaterra.pt

Press Release - Filosofia

BIBLIOTECA MUNICIPAL DE PONTE DE LIMA APRESENTA O LIVRO “O INTEGRALISMO LUSITANO E A CONTRIBUIÇÃO DE XAVIER CORDEIRO”

Apresentação do livro O Integralismo Lusitano e a contribuição de Xavier Cordeiro, da autoria de Armando Malheiro da Silva e de Aníbal Marinho

A Biblioteca Municipal de Ponte de Lima vai promover a apresentação do livro O Integralismo Lusitano e a contribuição de Xavier Cordeiro, no dia 25 de setembro, às 21h, no auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima.

O livro é da autoria do Prof. Doutor Armando Malheiro da Silva, docente da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, e do Dr. José Aníbal Marinho Gomes, Presidente da Real Associação de Viana do Castelo, e resulta da palestra/debate que o Arquivo Municipal promoveu em abril sobre O Integralismo Lusitano e a contribuição de Xavier Cordeiro, figura Limiana natural de Arcozelo e um dos fundadores do integralismo lusitano.

Para mais informações contate a Biblioteca Municipal através: biblioteca@cm-pontedelima.pt