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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CAMPANHA PROMOCIONAL DA FEIRA DO ALVARINHO 2019 EM EXPOSIÇÃO NO MUSEUM OF DESIGN

De 15 de Outubro a 15 de Novembro, na cidade de Como, em Itália. Desenvolvida pela Marka Branka, conquistou, em Abril passado, a medalha de prata no “A Design Award & Competition”, na categoria “Publicidade, Marketing e Comunicação”.

“O Reino do Alvarinho”, trabalho desenvolvido pela agência criativa Marka Branka para a edição de 2019 da Feira do Alvarinho de Monção, estará em exposição no Museum of Design, na cidade de Como, em Itália, entre 15 de outubro e 15 de novembro.

O trabalho criativo e, consequente, campanha promocional da Feira do Alvarinho de Monção, edição 2019, conquistou a medalha de prata no “A`Design Award & Competition”, o mais relevante e prestigiado concurso de design do mundo, na categoria “Publicidade, Marketing e Comunicação”.

Organizado em Itália, com apresentação de trabalhos de todo o mundo, o primeiro lugar deste concurso foi atribuído à MG Motors Austrália e o terceiro à Nissan South Africa, tendo a Feira do Alvarinho de Monção, repartido o segundo lugar com a Unilever Food Solutions.

Além de obter o logotipo do "A`Design Award Winner", o qual é atribuído aos projetos vencedores e atesta a originalidade e excelência do design dos produtos/projetos, o Município de Monção e a MarkaBranka vêm reconhecido, mundialmente, o projeto que inspirou a Feira do Alvarinho de Monção, edição 2019.

Denominado “O Reino do Alvarinho”, baseou-se na criação de um reino antigo e fictício, não mencionado nos livros de história. Com nome e civilização próprios, este reino foi inspirado na história real, nos lugares, nas pessoas icónicas e nas lendas de Monção.

O concurso Internacional “A`Design Award & Competition”, onde já venceram marcas como a Nike, a Disney, a Coca-Cola, a Samsung, a Vodafone e a Nestlé, premeia, anualmente, os melhores designers, arquitetos, engenheiros e estúdios/empresas do mundo inteiro, em diferentes categorias, bem como os projetos que privilegiam a inovação, tecnologia, design e criatividade.

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PONTE DE LIMA: BAMOS À BILA!

Hoje é dia de feira quinzenal em Ponte de Lima. Em tempos que lá vão, formavam-se ranchos para irem a pé à bila. Os moços – eles e elas – para fazerem namoríscos. Os mais velhos para acertarem contas ou contratarem jornaleiros. Na feira do gado, para se disputarem as melhores rezes ao preço mais conveniente.

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Havia sempre um ponto de encontro do rancho de cada freguesia. Por exemplo, as gentes da Cabração tinham na Torre de São Paulo que exibe o magnífico painel de azulejos de Jorge Colaço alusivo à sua terra e, a curta distância, no desaparecido Café Guerra, o seu local preferido. E era aí que uns guardavam as compras de todos enquanto outros continuavam a mercadejar. Até chegada a hora de regressarem ao ninho!

Depois veio a camioneta de carreira do “Cura”, com as bagagens empilhadas no tejadilho sob uma rede de segurança… um autêntico arraial! E, lá iam todos em alegre romaria, as moças cantando as mais lindas modinhas do nosso folclore.

Esta antiquíssima feira surge mencionada no Foral que em 1125 a Condessa D. Teresa atribuiu a Ponte de Lima, razão pela qual surgiu o equívoco em relação à sua antiguidade – e da própria vila! Mas, a feira de Ponte de Lima é anterior ao próprio Foral medieval, tal como outras vilas em relação a Ponte de Lima.

Ponte de Lima possui demasiados pergaminhos que dispensa outros que legitimamente não lhe pertencem. Da intersecção do rio Lima com a ponte romana que servia a estrada militar via XIX que constava do Itinerário de Antonino e que ligava Bracara Augusta a Astorga (Braga a Astúrica Augusta (Astorga), nasceu a feira e, com ela, a vila de Ponte de Lima.

Foi neste ponto exacto que as legiões romanas comandadas por Decimos Julius Brutus transpuseram o rio Lima e mais tarde construíram a ponte que depois serviu aos peregrinos que se dirigiam a Sant’Iago de Compostela.

Apesar das limitações sanitárias e outras que lhe foram sendo impostas ao longo do tempo, nomeadamente no que respeita ao comércio do gado, a feira de Ponte de Lima continua a ser um dos melhores cartazes a preservar as mais genuínas tradições do Minho.

Fotos: José Costa Lima

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VIEIRA DO MINHO REALIZA FEIRA DE VELHARIAS

Município acolhe, este domingo,  Feira de  Antiguidades e Velharias

A Praça Guilherme de Abreu vai acolher, este domingo, dia 27 de setembro, a Feira de Antiguidades e Velharias. O evento que é promovido pela Câmara Municipal em estreita colaboração com a Junta de Freguesia de Vieira do Minho, repete-se a cada quarto domingo de cada mês e assume-se como uma oportunidade única de uma “ mão” cheia de vendedores apresentarem uma multiplicidade de produtos.

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Neste certame, o visitante poderá adquirir e apreciar objectos antigos de grande valor, nomeadamente: peças de cerâmica, joalharia, ourivesaria, latoaria ,  variadíssimos utensílios domésticos, entre outros objectos.

Não perca esta oportunidade, venha visitar a Feira de Antiguidades e Velharias de Vieira do Minho, e quem sabe adquirir aquela peça que tanto procura.

VIEIRA DO MINHO CANCELA FEIRA DA LADRA

As Festas concelhias de Vieira do Minho, designadas por Feira da Ladra, agendadas para o primeiro fim-de-semana de outubro, não se vão realizar, este ano,  devido à Pandemia de Covid-19.

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A decisão unânime foi tomada hoje, dia 16 de setembro, pelo Executivo Vieirense, em reunião de câmara. Foi com um enorme sentido de responsabilidade que Município de Vieira do Minho decidiu pelo cancelamento das festas que exibem as mais puras tradições populares, os usos e costumes e a dinâmica do nosso concelho.

Esta deliberação prendeu-se com o atual contexto de pandemia e crise de saúde pública causada pela Covid-19 e pela adoção de um conjunto de medidas excecionais e temporárias destinadas a salvaguardar a saúde e segurança da população, de forma a mitigar o contágio e a propagação do novo coronavírus.

Apesar desta decisão, o Município de Vieira do Minho não vai deixar passar em claro esta data tão especial para a população deste concelho, sendo a mesma assinalada de forma simbólica.

BARCELOS: MICROFEIRAS DE ARTESANATO AO VIVO EM SETEMBRO NO LARGO DA PORTA NOVA

Quinta-feira, 10 de setembro o artesanato barcelense volta às ruas da cidade

Depois do sucesso das microfeiras de artesanato no mês de agosto, no Largo da Porta Nova, o Município de Barcelos retoma a iniciativa durante o mês de setembro, todas as quintas-feiras, das 10h00 às 16h00.

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O prolongar da iniciativa no mês de setembro tem como objetivo suprir os efeitos que a pandemia do Covid-19 teve numa das atividades económicas que mais sofreu com a pandemia e mostrar o artesanato a quem nos visita.

Sendo Barcelos um território com uma identidade cultural e etnológica muito forte, com grande número de artesãos e uma grande variedade de artes e ofícios, dos quais se destaca, pela sua importância, a olaria, esta iniciativa pretende apoiar e promover este setor e contribuir para o incremento económico dos seus agentes.

Cada feira será composta por seis artesãos, de forma rotativa, abrangendo o maior número possível de artesãos. Estes apresentam o seu trabalho ao vivo, mostrando-o aos milhares de pessoas que passam na cidade e na Feira Semanal de Barcelos.

O artesanato é uma parte integrante da cultura barcelense, inspirado nos mais variados temas da cultura e da sociedade e constitui uma manifestação da criatividade ímpar de comunidade artesanal, que faz de Barcelos, neste âmbito, uma das principais referências a nível nacional.

As condições de segurança para a realização da iniciativa foram articuladas e obtiveram a concordância das autoridades de saúde.

BARCELOS REALIZA MICROFEIRAS DE ARTESANATO

MicroFeiras de Artesanato ao Vivo no Largo da Porta Nova

A Câmara Municipal de Barcelos promove um ciclo de microfeiras de artesanato, todas as quintas-feiras do mês de agosto, no Largo da Porta Nova, entre as 10h00 e as 16h00, que tem como objetivo suprir os efeitos que a pandemia do Covid-19 teve numa das atividades económicas que mais sofreu com a pandemia, o artesanato.

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Sendo Barcelos um território com uma identidade cultural e etnológica muito forte, com grande número de artesãos e uma grande variedade de artes e ofícios, dos quais se destaca, pela sua importância, a olaria, esta iniciativa tem como intuito apoiar e promover este setor e contribuir para o incremento económico dos seus agentes.

Cada feira será composta por seis artesãos, de forma rotativa, abrangendo o maior número possível de artesãos. Estes, apresentam o seu trabalho ao vivo, chamando a atenção dos milhares de pessoas que passam na cidade e na Feira Semanal de Barcelos.

O artesanato é uma parte integrante da cultura barcelense, inspirado nos mais variados temas da cultura e da sociedade e constitui uma manifestação da criatividade ímpar de comunidade artesanal, que faz de Barcelos, neste âmbito, uma das principais referências a nível nacional.

As condições de segurança para a realização da iniciativa foram articuladas e obtiveram a concordância das autoridades de saúde.

BARCELOS EM DIA DE FEIRA NOS COMEÇOS DO SÉCULO XX

Barcelos em dia de feira no campo com o mesmo nome, em frente ao Hospital da Santa Casa da Misericórdia, vendo-se também a igreja da Misericórdia, nos começos do século XX.

Hoje denomina-se Jardim das Barrocas e foi construído durante o século XVIII para enquadramento do Templo do Senhor da Cruz. É um passeio com muro onde se rasgaram janelões com vistas para o jardim.Templo do Bom Jesus da Cruz.

A sua origem está relacionada com o aparecimento miraculoso de uma cruz de terra negra no chão barrento do Campo da Feira em Dezembro de 1504. O templo actual abriu ao culto em 1710. É um edifício de cúpula e planta centrada com o espaço interior disposto em cruz grega, da autoria do Arquitecto João Antunes. Este templo é anualmente o palco central da Tradicional Festa das Cruzes (3 de Maio).

Fonte: www.cm-barcelos.pt

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BRAGA REALIZA FEIRA DO LIVRO

Feira do Livro de Braga

28 de Julho, às 18h00 - Conversa com Rui Cardoso Martins, em «streaming», moderação de Tito Couto

Rui Cardoso Martins (Portalegre, 1967) é escritor, cronista e argumentista. É autor dos romances «E Se Eu Gostasse Muito de Morrer» (2006), «Deixem Passar o Homem Invisível» (2009, Prémio APE), «Se Fosse Fácil Era Para os Outros» (2012) e «O Osso da Borboleta» (2014), e das colectâneas de crónicas «Levante-se o Réu» (2015) e «Levante-se o Réu Outra Vez» (2016, Prémio APE). Tem livros traduzidos em diversas línguas. Foi repórter do Público e é cronista no Jornal de Notícias e na Antena 1. É argumentista de cinema e televisão e autor de peças de teatro. Actualmente, é professor da cadeira de Arte da Crónica, da pós-graduação em Artes da Escrita da FCSH-UNL.

28 de Julho, às 21h30 – Livros com RUM | Conversa Com Sérgio Godinho

Sérgio Godinho é inegavelmente um dos nomes maiores da música feita em Portugal e continua a trilhar um percurso bastante interessante na escrita.

Depois de guiões de cinema (Kilas, o Mau da Fita), peças de teatro (Eu, Tu, Ele, Nós, Vós, Eles!), séries de televisão, histórias infanto-juvenis (O Pequeno Livro dos Medos), poesia (O Sangue por Um Fio), crónicas (Caríssimas Quarenta Canções), e contou (Vidadupla), é no romance que tem centrado a sua acção. Depois de 'Coração Mais Que Perfeito'(2017, Quetzal), Sérgio Godinho regressa à ficção com 'Estocolmo' (Quetzal), tema para a conversa desta semana.

30 de Julho, às 21h30 – Livros com RUM | Conversa Com Afonso Cruz

É um dos autores nacionais mais profícuos, daí os seus constantes regressos ao nosso programa. A conversa desta semana é sobre 'Jalan, Jalan. Uma Leitura do Mundo', um livro sobre experiências de viagem.

31 de Julho, às 21h30 – CTB: 40 anos | 40 textos

40 anos de Teatro/ 40 anos de Leituras / 40 textos. Actores da CTB e convidados lêem pequenos textos de poesia, contos, romances, teatro e afins

FEIRA DE BARCELOS NOS COMEÇOS DO SÉCULO XX

Barcelos em dia de feira no campo com o mesmo nome, em frente ao Hospital da Santa Casa da Misericórdia, vendo-se também a igreja da Misericórdia.

Hoje denomina-se Jardim das Barrocas e foi construído durante o século XVIII para enquadramento do Templo do Senhor da Cruz. É um passeio com muro onde se rasgaram janelões com vistas para o jardim.Templo do Bom Jesus da Cruz.

A sua origem está relacionada com o aparecimento miraculoso de uma cruz de terra negra no chão barrento do Campo da Feira em Dezembro de 1504. O templo actual abriu ao culto em 1710. É um edifício de cúpula e planta centrada com o espaço interior disposto em cruz grega, da autoria do Arquitecto João Antunes. Este templo é anualmente o palco central da Tradicional Festa das Cruzes (3 de Maio). Fonte: www.cm-barcelos.pt

Pormenor do Campo da Feira de Barcelos, vendo-se um grande aglomerado de pessoas, mulheres, homens e crianças. Aspecto de uma Barraca de feira popular, vendo-se crianças e um homem.

Fonte: Arquivo Municipal do Porto

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