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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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ORLANDO POMPEU INAUGUROU EXPOSIÇÃO EM GUIMARÃES

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O mestre-pintor Orlando Pompeu (esq.), na inauguração da nova exposição em Guimarães, acompanhado da colecionadora e proprietária da Galeria G.40 no Hotel Mestre de Avis, Maria Rosa Roeder, e do historiador Daniel Bastos, curador do artista plástico nas Comunidades Portuguesas

No passado sábado (14 de dezembro) o mestre-pintor Orlando Pompeu inaugurou em Guimarães, na Galeria G.40 do Hotel Mestre de Avis, uma unidade hoteleira no centro da cidade berço, integrada no território classificado pela UNESCO, a exposição “Pompeu em Baden-Baden”.

A inauguração da exposição de um dos mais conceituados artistas plásticos portugueses da atualidade, detentor de uma obra que está representada em variadas coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Brasil, Estados Unidos, Dubai, Japão, Canadá e Alemanha, encheu-se de amigos, admiradores e colecionadores do pintor de referência nacional e internacional.

Esta nova exposição, uma vez mais marcada por uma notável e singular criatividade e contemporaneidade, é resultado da residência artística que o mestre-pintor realizou recentemente na Alemanha, nação europeia onde teve patente uma exposição de sua autoria durante um mês e meio na cidade de Estugarda.

Refira-se que a exposição, que computou um prelúdio musical abrilhantado pela violonista polaca Malgorzata Markowska, estará patente ao público até ao dia 15 de março de 2020, durante o período normal de funcionamento da unidade hoteleira.

FAFE É CIDADE SOLIDÁRIA

Ação Solidária das Associações do Concelho

A programação da Fafe Cidade Natal 2019 continua já este fim de semana. A 14 e 15 de Dezembro, decorrerá no centro da cidade, um Mercado Solidário, no qual as associações do concelho terão a oportunidade de promover as suas atividades e angariar alguns apoios para cumprimento dos respetivos planos anuais de atividades.

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FAFE REALIZA EXERCÍCIO NO HELIPORTO

Exercício à Escala Total no Heliporto Municipal de Fafe

O Município de Fafe, através do Serviço Municipal de Proteção Civil, vai realizar no próximo dia 21 de Dezembro, pelas 09h45, um Exercício à Escala Total no Heliporto Municipal de Fafe, tendo em vista o teste do Plano de Emergência da referida infraestrutura.

Este exercício que contará com a presença e participação de vários Agentes de Proteção Civil e Entidades visa avaliar a capacidade de reação do heliporto a um eventual acidente que ocorra nas suas infraestruturas, bem como testar todas as ações a serem desenvolvidas por cada entidade para fazer face a uma situação de emergência.

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FAFE VAI LEVAR A VITELA ASSADA À BOLSA DE TURISMO DE LISBOA

Fafe participa na apresentação do Destino Convidado da Bolsa de Turismo de Lisboa

O Município de Fafe participou, hoje, em Lisboa, na apresentação da Região do Turismo Porto e Norte como Destino Convidado da Bolsa de Turismo de Lisboa, marcada para Março de 2020.

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O nosso concelho fez-se representar neste momento de apresentação, enquanto Terra de Sabores. A Vitela Assada à Moda de Fafe, a Doçaria tradicional e o típico Vinho Verde da região destacaram-se enquanto produtos regionais de excelência que atestam a qualidade da gastronomia fafense.

Pompeu Martins, Vereador do Turismo, destacou a importância de participar nesta iniciativa.

“A Região de Turismo Porto e Norte é, em 2020, o Destino Convidado da 32ª Bolsa de Turismo de Lisboa e a apresentação que hoje decorreu para a imprensa serviu para apresentar aquilo que a região tem para oferecer em matéria do produto turístico de gastronomia, cultura, de negócios e de vinhos.

Desta forma, consideramos que seria interessante que Fafe estivesse lá representado com os nossos produtos gastronómicos, revelando também, aquilo que será, no próximo ano, a nossa participação na Bolsa de Turismo de Lisboa.

Este ano, a presença do concelho de Fafe na BTL obteve resultados muito positivos. Durante cinco dias, Fafe apresentou-se na maior montra de turismo do país e a percepção imediata é que o investimento nesta presença, realizado em conjunto com vários parceiros privados, tem todas as condições para acrescentar valor a médio e a longo prazo ao sector do turismo em Fafe. Pelo espaço #DescubraFafe passaram milhares de pessoas que ficaram a conhecer melhor o nosso concelho e, sobretudo, que ficaram com vontade de nos visitar. O Turismo é um sector importante e estamos a trabalhar de formar a potenciar os produtos turísticos existentes no nosso concelho.”

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FAFE CELEBRA DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO HOMEM

Clubes Terra Justa celebram Direitos Humanos em Fafe

Os Clubes Terra Justa comemoraram,ontem, o 71º Aniversário da Declaração Universal dos Direitos do Homem, iniciando, assim, o seu ciclo de atividade com o assinalar desta data histórica.

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Criado em Abril deste ano, no âmbito do Encontro Internacional de Causas e Valores da Humanidade, o Clube Terra Justa procura juntar a este debate associações e instituições de ensino do concelho. Este é um protejo que pretende envolver os jovens na discussão sobre as Causas e Valores da nossa sociedade, motivando-os para uma reflexão mais profunda, através de atividades e iniciativas em contexto escolar.

Hoje, e como forma de assinalar esta data, os alunos realizaram, na Biblioteca Municipal, uma Exposição onde retratam a importância dos Direitos Humanos na vida quotidiana e a necessidade de fazer ainda mais pela promoção dos mesmos. Na Escola Secundária, os alunos juntaram-se para um fotografia simbólica.

As atividades de comemoração não se ficaram por aqui. No Café com Letras, foi promovido um Quiz que alertou a comunidade, sensibilizando-a para o que ainda é preciso fazer na promoção e proteção dos Direitos do Homem. As questões apelaram a uma reflexão conjunta sobre a importância da Declaração Universal, adotada pela Organização das Nações Unidas, a 10 de dezembro de 1948 e que delineia os Direitos Básicos à vida humana.

Nesta atividade, envolveram-se os Agrupamentos de Escolas Professor Carlos Teixeira, de Fafe e Montelongo, bem como a Escola Profissional de Fafe.

Pompeu Martins, Vereador da Educação do Município de Fafe, revelou na ocasião que "esta iniciativa de criação dos Clubes Terra Justa proporcionarão, ao longo de ano, a participação dos alunos, professores e movimento associativo naquele que é o espírito do nosso Encontro Internacional de Causas e Valores da Humanidade. Desta forma, damos mais um passo, há muito desejado, de fazer com que este evento fosse sentido e participado pelos nossos conterrâneos, não só em Abril, mas ao longo de todo o ano."

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NÚCLEO DE ARTES E LETRAS DE FAFE PROMOVE EM NOVEMBRO O IV CURSO LIVRE DE HISTÓRIA LOCAL

Entre os dias 7 e 28 de Novembro, o Núcleo de Artes e Letras de Fafe promove a quarta edição do Curso Livre de História Local, sempre com temas referentes a Fafe, à sua memória, à sua história, ao impacto de eventos nacionais no viver colectivo local. Este ano, as temáticas versadas estendem-se por um período de mais de meio século, desde a Monarquia do Norte (1919) à desagregação do Estado Novo e ao surgimento do 25 de Abril de 1974.

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As sessões realizam-se às quintas-feiras, a partir das 18h00, na Biblioteca Municipal de Fafe, com entrada livre.

A primeira sessão acontece no dia 7 de Novembro, com o tema “A contra-revolução monárquica na I República: a Monarquia do Norte (1919). Os reflexos em Fafe”, apresentado pelo presidente do Núcleo de Artes e Letras, Artur Coimbra, comunicação em que se abordam as alterações provocadas na administração camarária e nas instituições locais durante os 25 dias em que durou a chamada “monarquia do quarteirão”, entre 19 de Janeiro e 13 de Fevereiro de 1919, há exactamente um século.

Oito dias depois, a 14 de Novembro, é a vez do historiador Daniel Bastos abordar a problemática das “Eleições presidenciais no Estado Autoritário (1949 e 1958): o impacto em Fafe”, aludindo às repercussões que as eleições para a Presidência da República tiveram em momentos chaves da luta contra o Estado Novo, concretamente com as candidaturas de Norton de Matos (1949) e de Humberto Delgado-O General sem Medo (1958).

O terceiro módulo está agendado para o dia 21 de Novembro, sendo abordado o tema “O ensino profissional no Estado Novo e a criação da Escola Industrial e Comercial de Fafe (1959-1974)”, pelo investigador Artur Magalhães Leite, com a colaboração da Associação dos Antigos Professores, Funcionários e Alunos da Escola Industrial e Comercial de Fafe (APPAEIF).

Finalmente, a sessão de 28 de Novembro, abordará “a desagregação do Estado Novo (1969-1974): as eleições de 1969, a guerra colonial e a emigração”, entre outros temas, a desenvolver pelo historiador Artur Coimbra.

De recordar que o Núcleo de Artes e Letras de Fafe levou a efeito em 2010 o primeiro Curso Livre de História Local sobre a história de Fafe na I República, e o segundo em 2013 sobre o impacto da guerra colonial em Fafe, dos quais resultaram duas publicações.

A terceira edição do curso ocorreu em 2016, em torno da temática do Poder Local Democrático, a propósito das primeiras eleições para as autarquias locais, realizadas em 12 de Dezembro de 1976 e do qual sairá uma publicação no decorrer do próximo ano.

Colabora na iniciativa a Câmara Municipal de Fafe.

DANIEL BASTOS APRESENTOU EM FAFE NOVO LIBRO SOBRE GÉRALD BLONCOURT E O NASCIMENTO DA DEMOCRACIA PORTUGUESA

Foi ontem apresentado no concelho minhoto de Fafe o livro Gérald Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”.

A obra, concebida e realizada pelo historiador fafense Daniel Bastos a partir do espólio fotográfico de Gérald Bloncourt, um dos grandes nomes da fotografia humanista, e que é traduzida por Paulo Teixeira e prefaciada pelo coronel Vasco Lourenço, presidente da Direção da Associação 25 de Abril, foi apresentada no Auditório da Biblioteca Municipal de Fafe.

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O historiador Daniel Bastos (ao centro.), na sessão de apresentação do livro “Gérald Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”, no Auditório da Biblioteca Municipal de Fafe, ladeado do advogado e comentador, Luís Marques Mendes (esq.), e do tradutor Paulo Teixeira

 

A sessão de apresentação, que encheu por completo o auditório, e que foi abrilhantada com canções de abril interpretadas pelo artista musical Carlos Miguel, esteve a cargo do advogado e comentador, Luís Marques Mendes, natural de Fafe, que caraterizou o livro como um verdadeiro serviço público que procura passar, em particular, às novas gerações a importância do 25 de Abril, a conquista da liberdade e da democracia. Um momento histórico que marcou a vida coletiva nacional, singularmente captado por Gérald Bloncourt, e que tem sido profusamente divulgado pelo historiador Daniel Bastos junto das comunidades portuguesas, embaixadoras da cultura e história do país, como também sublinhou Albino Costa, em representação do Município de Fafe.

Neste novo livro, realizado com o apoio da Associação 25 de Abril, Daniel Bastos revela uma parte pouco conhecida do espólio de Gérald Bloncourt, afamado fotógrafo que imortalizou a emigração portuguesa, mas que retratou também a explosão de liberdade que tomou conta do país após a Revolução de 25 de Abril de 1974.

Através de imagens até aqui praticamente inéditas, a obra aborda factos históricos que medeiam a Revolução dos Cravos e a celebração do Dia do Trabalhador na capital portuguesa. Designadamente, a chegada do histórico líder comunista Álvaro Cunhal ao Aeroporto de Lisboa, a emoção do reencontro de presos políticos e exilados com as suas famílias, o caráter pacífico e libertador da Revolução de Abril, e as celebrações efusivas do 1.º de Maio de 1974, a maior manifestação popular da história portuguesa.

Refira-se que esta sessão de apresentação antecede a cerimónia de homenagem pública que a comunidade portuguesa em França vai realizar no próximo dia 26 de outubro, no Museu Nacional da História da Imigração em Paris, no âmbito do primeiro aniversário do falecimento de Gérald Bloncourt.

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FAFE APRESENTA REVISTA "CINTILAÇÕES"

Revista Cintilações 3 apresentada em 4 de Outubro na Sala Manoel de Oliveira,  em Fafe

Depois do lançamento do terceiro número da Cintilações, Revista de Poesia, Ensaio e Crítica, na Feira do Livro de Braga e das apresentações em Lisboa, chegou a vez desta publicação brilhar na noite de Fafe, o berço da Editora Labirinto e o reduto maior do Núcleo de Artes e Letras de Fafe, seu parceiro nesta viagem.

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A apresentação em Fafe está agendada para sexta-feira, 4 de Outubro, às 21h30, na Sala Manoel de Oliveira, no âmbito de um evento que inclui o diálogo de diferentes linguagens artísticas, designadamente, a música, a fotografia, o teatro e obviamente a poesia.

Na música, realce para a colaboração dos músicos Ana Silva (voz) e Paulo Rodrigues (viola e voz) e de alunos da Academia de Música José Atalaya.

O Teatro Vitrine também empresta a sua colaboração à iniciativa, bem como o fotógrafo Tiago Miró.

A apresentação formal da revista está a cargo de Cândido de Oliveira Martins, Professor da Universidade Católica.

A coordenação do evento é da responsabilidade da poetisa e ensaísta Leonor Castro.

A iniciativa tem ainda a colaboração dos Vinhos Norte, que proporcionarão uma degustação dos seus produtos no final da sessão.

Coordenada por Victor Oliveira Mateus e Maria João Cabrita, a revista “Cintilações” inclui, na poesia, textos de 75 poetas, a grande maioria de Portugal, mas também de Cuba, Espanha, Brasil, Colômbia, Alemanha, Roménia, Moçambique, Nicarágua, Costa Rica, Equador e Itália.

De Portugal, salientam-se os nomes de A. M. Pires Cabral, Adalberto Alves, Amadeu Baptista, Ana Luísa Amaral, António Carlos Cortez, António Manuel Ribeiro, António Salvado, Isabel Cristina Pires, João de Mancelos, João Rasteiro, Maria do Rosário Pedreira, Rui Rocha e Sara F. Costa, entre outros.

Da região minhota, referem-se os poetas Cláudio Lima, Isabel Cristina Mateus e Teresa Macedo.

De Fafe, estão antologiados seis poetas, concretamente, António de Almeida Mattos, Artur Ferreira Coimbra, João Ricardo Lopes, José Rui Rocha, Leonor Castro e Pompeu Miguel Martins.

No ensaio, há uma dezena de autores, sendo de evidenciar os nomes de Isabel Cristina Mateus, José Cândido de Oliveira Martins, Maria João Cabrita e Victor Oliveira Mateus.

Destaque ainda para as rubricas “Caderno”, “Crítica Literária”, “Prosa” e “Ensaio gráfico”.

Um número suculento, com mais de 250 páginas, com capa de Daniel Gonçalves e apoio à edição do Município de Fafe, Junta de Freguesia de Fafe, Direcção Regional da Cultura do Norte e Etapas Saúde.

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CANDIDATOS DO CDS ESTIVERAM EM FAFE

Canil Municipal está lotado e é necessário complementar nova lei.
O candidato do CDS PP Telmo Correia visitou o canil municipal em Fafe onde constatou os reflexos da legislação em vigor no que respeita aos animais de companhia, com uma sobrelotação do espaço. “Falamos muito em direitos dos animais, nós entendemos a questão numa perspetiva humanista e numa obrigação das pessoas de tratarem bem os animais.

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A lei está a trazer problemas de lotação nos espaços e, já que antes não foi tido esta questão em conta, agora é necessário tomar novas medidas”. Telmo Correia diz que “Há necessidade de complementar a legislação, educar para a cidadania, evitando o abandono dos animais, a sobrelotação dos espaços, garantindo que os animais possam ser guardados e recolhidos em condições”. O candidato a deputado apontou soluções “que passam por sensibilizar para o não abandono dos animais, fomentar campanhas de esterilização e incentivar a adoção”.
Na passagem por Fafe a caravana do CDS PP visitou a as valências da ACR – Colégio de Fornelos, instituição exemplar na perspetiva de Telmo Correia no que pode ser a ligação entre as instituições de educação e setor social com o Estado. “O Estado pode e deve ter uma parceria com privados que estão no terreno e conhecem as necessidades, quer na infância quer na terceira idade. Este é um bom exemplo de um projeto aberto à comunidade, que pode ser trabalhado em articulação com o Estado e com ganhos para esta população, como defendemos no nosso programa eleitoral”.
Acompanhado pelos restantes candidatos da lista no distrito Telmo Correia esteve ainda na feira de Fafe, fazendo um balanço positivo do que tem sido a campanha do partido. “Estamos na rua e a falar com as pessoas, que já perceberam a mensagem do CDS PP e que vão de encontro ao que é a nossa primeira proposta de baixa de impostos”.
A campanha do CDS PP prossegue no distrito esta quinta-feira, com passagem por Vizela onde Telmo Correia tem agendada reunião com o presidente do município.

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TEATRO DE BALUGAS SOBE AO PALCO EM FAFE

O espetáculo “Pão Nosso” do Teatro de Balugas sobe ao palco do Teatro Cinema de Fafe, no dia 28 de setembro, às 21h30, integrando o programa do FAFENCENA - Festival de Teatro Amador de Fafe.

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A última produção do Teatro de Balugas resulta de uma residência artística de teatro comunitário que foi uma das premiadas pelo Programa de Apoio ao Associativismo da Fundação INATEL, tendo a peça arrecadado o prémio de Melhor Espetáculo no Festival de Teatro de Barcelos, bem como os prémios de Melhor Cenário, Melhor Sonoplastia, Melhor Iluminação Cénica e Melhor Guarda-Roupa. Este ano, a peça de teatro foi selecionada para apresentação no Festival Transfronteiriço de Teatro Amador PLATTA, em Espanha.

O texto fala-nos da aldeia de Balugães, situada entre o Alto e o Baixo Minho, que foi terra onde já se amassou muito pão e onde se talharam muitas gamelas de pinho. O pão era o sustento, as gamelas também. Uma relação de pequenas histórias que contam mais do que o artefacto, o alimento, o labor. Uma recolha de memórias, ladainhas, cantigas e ofícios, recuperando utensílios e ligando artisticamente com a comunidade a criação do espetáculo. A partir daqui, o Teatro de Balugas aborda de uma forma teatral e poética o ciclo do pão na aldeia, reconstruindo-o a partir de princípios diferentes não tradicionais e quase oníricos.

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CDU DEFENDE ARTES E OFÍCIOS TRADICIONAIS

A candidatura da CDU do distrito dedicou o dia de ontem à valorização do artesanato regional. Carla Cruz, primeira candidata da CDU, visitou, de manhã, artesãs do concelho de Fafe e, à tarde, artesãos do figurado de Barcelos.

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A candidata, acompanhada por outros candidatos e ativistas da CDU, valorizou o trabalho destes artesãos, o qual permite dar continuidade às artes e ofícios tradicionais e contribuir para a preservação da identidade cultural da região.

Carla Cruz sublinhou que “embora existam sucessivas promessas dos diferentes governos, incluindo do atual, sobre políticas de valorização das artes e ofícios tradicionais, as medidas tendem a ser sucessivamente adiadas”, garantindo que a CDU tem propostas e soluções para concretizar esta aspiração.

A candidatura da CDU entende que este sector tem que ser valorizado, protegido e conservado, pelo que importa preservá-lo e defendê-lo. Neste sentido, propõe que devem ser mobilizados os meios necessários para a sua concretização e avança que é necessário também promover e intensificar a formação profissional das artes e ofícios tradicionais, como a palha, a olaria e a cerâmica, mas também a ourivesaria, a talha ou a arte sacra.

A deputada do PCP e candidata às eleições de seis de Outubro à Assembleia da República comprometeu-se, inclusive, a apoiar iniciativas destinadas a preservar estas artes e ofícios e a melhoras as condições de trabalho dos artesãos, única forma de garantir a continuidade de muitas das oficinas que hoje ainda existem no distrito e incentivar a aposta em novos projectos.

O Gabinete de Imprensa da CDU distrito de Braga

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O ENTRECRUZAMENTO DA GUERRA COLONIAL COM A EMIGRAÇÃO PORTUGUESA

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  • Crónica de Daniel Bastos

A Guerra Colonial (1961-1974), época de confrontos bélicos entre as Forças Armadas Portuguesas e os Movimentos de Libertação das antigas províncias ultramarinas de Angola, Guiné-Bissau e Moçambique, representa um dos acontecimentos mais marcantes da história nacional e africana de expressão portuguesa do séc. XX.

Conflito bélico dramático, trágico e traumatizante para mais de um milhão de portugueses, que prestaram serviço militar nas três frentes de combate, onde tombaram cerca de 8.300 soldados, assim como para as populações angolanas, guineenses e moçambicanas, cujo número total de vítimas, entre guerrilheiros e civis, terá sido superior a 100 mil mortos, a Guerra do Ultramar ou Guerra da Libertação desencadeou profundas alterações demográficas, económicas, sociais, culturais e politicas.

Em Portugal, o desgaste provocado pela Guerra Colonial, que esteve na base do derrube do regime ditatorial salazarista que imperou entre 1933 e 1974, entrecruzou-se com o fenómeno da emigração. Nas décadas de 1960-70, a miséria, a pobreza e a fuga ao serviço militar de milhares de jovens como forma de escapar à incorporação na Guerra do Ultramar, impeliram a saída legal ou clandestina, de mais de um milhão de portugueses em direção ao centro da Europa, em particular para França.  

O fim da Guerra Colonial e a descolonização recrudesceriam o fenómeno migratório, não só por via da chegada ao território nacional de mais de meio milhão de portugueses de África, conhecidos como “retornados”. Mas também, pelo facto da independência das antigas colónias portuguesas de Angola e Moçambique, terem tornado no final dos anos 70, a África do Sul como o principal destino dos portugueses em África.

No entanto, no campo historiográfico do entrecruzamento da Guerra Colonial com a emigração portuguesa, existe ainda uma dimensão de conhecimento pouco ou nada estudada, designadamente a emigração nos anos 70 e 80 de milhares de antigos combatentes da Guerra do Ultramar. O impacto da emigração, ainda pouco conhecido, de milhares de homens que estiveram na Guerra Colonial, pode ser aferido pelo papel de assistência e preservação de memória dinamizado pela Liga dos Combatentes do Núcleo de Ontário, a segunda maior província do Canadá onde vivem cerca de meio milhão de portugueses, entre eles, mais de 20 mil antigos combatentes da Guerra do Ultramar, segundo dados veiculados pelo Núcleo de Ontário.