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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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FAFE APRESENTA EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA

Biblioteca Municipal de Fafe acolhe Exposição 'Rosa dos Ventos'

Para consolidar conteúdos geográficos, os alunos do 7º ano do Agrupamento de Escolas Professor Carlos Teixeira, Turmas - A, B, C, D, F e G, de Fafe - A e B de Silvares, orientados pelas Professoras de Geografia, Fernanda Neto, Sara Costa e Orlanda Ferreira, envolveram-se com a “Rosa dos Ventos” e criaram trabalhos com engenho e arte.

Formaram um puzzle digno de ser visto ou como diria o Eça de Queirós: “ é um resumo da natureza feito pela imaginação” geográfica.

Deram vida nova a materiais recicláveis, alguns com grande impacto natural, para apelar à urgência de preservar o ambiente, valor essencial que a escola deve transmitir.

Estes trabalhos, também, envolveram Encarregados de Educação na sua construção, que depois de avaliados nas aulas, encontram-se expostos na Biblioteca Municipal de 10 a 31 de janeiro para que a comunidade em geral possa sentir o pulsar das atividades escolares.

Estão de parabéns todos os que se empenharam nesta atividade: alunos e professores, familiares, funcionários da Biblioteca Municipal, pelo contributo dado visando o cumprimento dos objetivos definidos, promovendo a ligação escola/meio.

Num mundo global, caótico, cheios de incertezas e indefinições, esta iniciativa pode perspetivar novos rumos e novas parcerias.

ALEXANDRE FRANCO: UM DOS GRANDES ROSTOS DO JORNALISMO LUSO-CANADIANO

  • Crónica de Daniel Bastos

No decurso desta semana, fomos surpreendidos com a triste notícia do falecimento, aos 73 anos, de Alexandre Franco, um dos grandes rostos do jornalismo na comunidade portuguesa no Canadá. Uma comunidade que se destaca na América do Norte pela sua perfeita integração, inegável empreendedorismo e relevante papel económico e sociopolítico, e que já no ano transato assistiu ao desaparecimento de uma outra figura incontornável do jornalismo luso-canadiano, mormente Fernando Cruz Gomes, decano dos jornalistas da comunidade portuguesa em Toronto.

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Natural da cidade moçambicana da Beira, num período em que o território localizado no sudeste do continente africano permanecia uma província ultramarina portuguesa, Alexandre Franco, iniciou no final dos anos 60 a sua profícua carreira jornalística em Lourenço Marques, hoje Maputo, na Rádio Clube de Moçambique.

O conturbado processo de descolonização trá-lo-ia numa primeira fase à pátria lusitana onde começou a trabalhar na Antena 1 e a treinar o Basquetebol Queluz, uma outra área em que se destacou como atleta e treinador, e que marcou a sua predileção pelo jornalismo desportivo. Pouco tempo depois emigraria para a América do Norte, primeiro para Montreal a maior cidade da província do Quebeque e a segunda cidade mais populosa do Canadá, onde foi colaborador da Rádio Portugal de Montreal.

E posteriormente para Toronto, a maior cidade canadiana, onde foi gerente da Rádio Clube Português de Toronto em 1983 e pouco mais tarde após licença para uma rádio FM na CIRV. Trabalhou ainda a partir dos finais dos anos 90 na OMNI-TV, onde esteve como apresentador das notícias desportivas, década em que começou a publicar um jornal luso-canadiano, na altura designado Stadium, apenas desportivo.

 Presentemente o generalista Milénio Stadium, assume-se como um jornal de referência da comunidade luso-canadiana, integrado na MDC Group do comendador Manuel da Costa, um dos mais ativos e beneméritos empresários portugueses em Toronto. Rosto público e estimado no seio da comunidade luso-canadiana, Alexandre Franco, que foi distinguido em 2010 pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal como o melhor jornalista da diáspora lusa, sublimou ao longo da sua vida a epígrafe de Victor Hugo: “A imprensa é a imensa e sagrada locomotiva do progresso”.

FAFE EVOCA ANTÓNIO SÉRGIO

Núcleo de Artes e Letras de Fafe evoca 50 anos da morte do ensaísta António Sérgio

O Núcleo de Artes e Letras de Fafe vai evocar o cinquentenário do falecimento de António Sérgio (1883-1969), um dos pensadores mais marcantes do Portugal contemporâneo.

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Nesse âmbito, na noite de 24 de Janeiro, promove, na Biblioteca Municipal de Fafe, que colabora na iniciativa, uma conferência intitulada “Evocação dos 50 anos da morte de António Sérgio: o Filósofo, o Historiador, o Educador, o Político”, a cargo de José Augusto Gonçalves, docente de Filosofia e Psicologia da Escola Secundária de Fafe.

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A anteceder a palestra, regista-se um momento musical pelo jovem cantor fafense Carlos Miguel. Na ocasião, estará também patente uma mostra bibliográfica do ilustre pensador.

Ensaísta, crítico, pedagogo, historiador, político, sociólogo, filósofo, António Sérgio foi um dos pensadores maiores do século XX em Portugal.

Ministro da Educação na I República, vê-se obrigado ao exílio, após o 28 de Maio, residindo em Paris de 1926 até 1933. Regressado a Portugal, tornou-se um dos principais nomes do movimento cooperativista e do socialismo democrático. Adversário do Estado Novo, participou no Movimento de Unidade Democrática e apoiou a candidatura do General Humberto Delgado à Presidência da República, em 1958. Sérgio foi preso em 1910, 1933, 1935, 1948 e 1958.

Deixou uma vasta obra, destacando-se Educação Cívica (1915), Breve Interpretação da História de Portugal, Cartas do Terceiro Homem (1954) e os oito volumes de Ensaios(1920-1958), além de literatura infanto-juvenil e intensa colaboração em revistas culturais e na Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira.

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Por seu turno, José Augusto Gonçalves é Mestre em Educação pela Universidade do Minho, com a dissertação "Para uma Escola Cidadã. Contributos da Obra de António Sérgio". Publicou, em consequência, a obra "A Educação Cívica Segundo António Sérgio: Sua Actualidade" (2003).

O autor editou até agora sete obras, nas áreas do ensaísmo, da ficção e do "conto rústico", além de colaboração em jornais e revistas.

A entrada é livre!

GRUPO CORAL DE ARMIL VENCE 34º ENCONTRO DE CANTADORES EM FAFE

Grupo Coral de Armil vence 34º Encontro de Cantadores de Reis em Fafe

Decorreu, na tarde de ontem, mais uma edição do Encontro de Cantadores de Reis de Fafe. O Grupo Coral de Armil sagrou-se, por mais um ano, o vencedor desta 34ª edição, perante centenas de pessoas que assistiram à final no Pavilhão Multiusos de Fafe. O segundo lugar foi arrecadado pelo Rancho Folclórico de Fafe e em terceiro lugar ficou o Grupo Coral de Antime.

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Antes da final, os 25 grupos participantes atuaram em diversos locais emblemáticos da cidade, tendo ainda feito pequenas paragens em vários cafés da cidade, aos quais o Município de Fafe faz o seu agradecimento pela gentileza e simpatia. Eleitos para a final foram 12 grupos que, durante mais de duas horas, cumpriram a tradição do Cantar de Reis.

Um grupo participante dizia, aqui hoje, que há costumes nesta terra que já são leis. E este Encontro de Reis, que vai já na sua 34º edição é também indispensável nesta quadra natalícia que agora estamos a finalizar.

Em nome da Câmara Municipal, aproveito para agradecer a todas as coletividades e grupos, o empenho, envolvimento e participação nesta festa tão bonita. Independentemente das classificações, o importante é, juntos, revivermos e preservarmos esta tradição numa encontro e convívio como este.

Espero que 2019 seja um ano bom para todos, um ano muito feliz. Este ano, vamos ver concretizados grandes projetos que vão desenvolver ainda mais o concelho.

Obrigada a todos! Continuaremos a fazer deste costume uma lei!”, revelou o Presidente da Câmara Municipal de Fafe, Raul Cunha.

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MUNICÍPIO DE FAFE CELEBRA NOVO ACORDO COLETIVO DE TRABALHO

O Município de Fafe assinou, esta manhã, acordo coletivo de trabalho com a STAL- Sindicato  Nacional  dos  Trabalhadores  da  Administração  Local  e Regional e Empresas Públicas, Concessionárias e Afins - , que visa essencialmente a reposição de alguns dos direitos retirados aos trabalhadores aquando da crise financeira que assolou o país.

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Raul Cunha, Presidente da Câmara Municipal de Fafe, destacou  “os trabalhadores como sendo o capital mais valioso de qualquer empresa ou instituição. O acordo que hoje assinamos permite que continuemos a proteger os nossos trabalhadores, dando-lhes as melhores condições de trabalho e dessa forma dignificar ainda mais a instituição.

O que nos motiva é ter uma prática coerente com o nosso discurso. Não é possível defender o direito ao trabalho, às melhores condições de trabalho e na prática não concretizarmos. ”

O edil concluiu, referindo que “a Câmara tem feito um esforço contínuo para promover um trabalho digno e um trabalho com direitos a todos os seus funcionários.”

João José Pereira de Oliveira, dirigente da STAL, salientou “a relação cordeal com a Câmara Municipal de Fafe e o ambiente de lealdade desta parceria.

A relação deste Município com os seus trabalhadores não nos merece quaisquer reparos, desde as condições de trabalho até às próprias instalações físicas.”

Sobre este novo acordo coletivo de trabalho, referiu que “não foi difícil chegar até ele. Tivemos abertura total e transparência por parte do Município de Fafe, o que muito nos apraz. Este acordo espelha aquilo que é possível, mediante a lei. Não traz muito de novo, mas devolve aos trabalhadores algumas condições que lhes foram retiradas.”

Terminou afirmando que "se houver muitos exemplos como o Executivo de Fafe, os trabalhadores sairão a ganhar."

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CRIANÇAS DE FAFE CANTAM OS REIS

2000 crianças vão cantar os Reis em Fafe

Na próxima sexta-feira, 11 de Janeiro, cerca de 2100 crianças do concelho reúnem-se no Pavilhão Multiusos para cantar os Reis.

O tradicional Encontro de Reis das Escolas tem início marcado para as 10h00 e vai juntar alunos de 22 instituições de ensino do concelho: ARC Fornelos  (Pré-escolar, 1º Ciclo), Centro Infantil de Golães, Associação Cultural e Rec. De Travassós, Centro para Formação da Juventude de Arões, Jardim de Infância de Antime, EB Montelongo (Pré Escolar e 1º ciclo), Jardim Infância Montelongo, CERCIFAF, Jardins de Infância n.º 1 e 2 da Santa Casa Misericórdia, EB Silvares, EB Santo, EB Prof. Carlos Teixeira, (Pré Escolar e 1º ciclo), EB Arões S. Romão, EB Cepães, EB Fareja, EB Arões Sta Cristina, EB Padre Joaquim Flores, o Centro Social Paroquia S. Martinho de Medelo, Centro Social Paróquia de Silvares e EB Travassós.

O Presidente da Câmara Municipal de Fafe, Raul Cunha, reconhece que ‘esta é uma tradição que se deve manter junto dos mais novos. É uma iniciativa que apela também à componente pedagógica e cultural das crianças e que, por isso, se deve preservar.

O Encontro de Reis das Escolas é sempre um momento divertido e alegra para nós e para toda a comunidade escolar.”

No Domingo, 13 de Janeiro, é a vez dos adultos participarem no Encontro de Cantadores de Reis, cumprindo-se, uma vez mais, a tradição no concelho.

À semelhança do ano passado, também este ano, a iniciativa decorre em vários locais emblemáticos da cidade, a partir das 15h00, com a Final, a decorrer no Pavilhão Multiusos.

ENCONTRO DE CANTADORES DE REIS JUNTA 25 GRUPOS EM FAFE

XXXIV Encontro de Cantadores de Reis de Fafe realiza-se este domingo com a participação de 25 grupos

O Município de Fafe leva a efeito mais uma edição do tradicional encontro de cantadores de reis do concelho, já em 34ª edição, este domingo, 13 de Janeiro, a partir das 15h00, em três espaços da cidade, com a participação de 25 grupos ligados a coletividades de cultura, recreio e desporto do município.

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Na Igreja Matriz, atuam o Grupo Recreativo de Ardegão, Leo Clube de Fafe, “Amiguinhos de Jesus”, Agrupamento nº 88 S. Francisco de Assis – Regadas, Grupo Coral Cultural e Recreativo de Medelo, Associação Recreativa e Cultural de Santo Ovídio, Associação Cultural e Recreativa de Folclore de Paços e Coral de Antime.

Já na Igreja Nova, atuam o Grupo Coral de Armil, Rancho Folclórico de Fafe, Grupo de Cantadores dos Reis do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Cepães e Fareja, Grupo de Bombos “Só Dava Assim”, Grupo Folclórico da Casa do Povo de Arões, Agrupamento CNE nº 619 – S. Lourenço de Golães, Grupo de Jovens “Criar Asas”, Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos de Fafe e Grupo Cultural e Recreativo de Revelhe.

Finalmente, no Auditório Municipal atuam o Grupo Coral de Ardegão, Centro Social de Golães, Grupo Cultural e Desportivo de Armil, Grupo Coral de Santa Maria de Várzea Cova, Grupo de Cavaquinhos da Associação Desportiva e Cultural de Silvares S. Clemente, Grupo de Cavaquinhos dos Bombeiros Voluntários de Fafe, Associação Cultural e Desportiva de Aboim e Grupo de Adolescentes, Pais e Amigos da Fábrica da Igreja Paroquial de Seidões.

Em cada uma destas eliminatórias, são escolhidos quatro grupos que passam à final.

Após a atuação, os grupos participantes visitam alguns cafés e restaurantes nas ruas da cidade, antes de se dirigirem ao Pavilhão Multiusos onde, a partir das 17h00, se realiza a grande final, com a participação de doze grupos, para a eleição dos três primeiros classificados.

O evento visa reviver a tradição e estimular a defesa do património cultural que são os cantadores de reis, promovendo a sua recolha e recriação.

O objectivo final da iniciativa é a apresentação das reisadas nas suas formas mais genuínas e autênticas, concretizadas na antiguidade dos cantares, na riqueza dos trajes e adereços e na adequação dos instrumentos, que serão avaliados por um júri nomeado pela Câmara Municipal de Fafe.

HISTORIADOR FAFENSE DANIEL BASTOS PARTICIPA EM OBRA SOBRE HOSPITAIS E SAÚDE

Daniel Bastos participa em obra coletiva sobre Hospitais e Saúde entre Brasil e Portugal

No final do ano passado, a editora Fiocruz, que concentra a maior parte dos lançamentos da Fundação Oswaldo Cruz, a mais importante instituição de ciência e tecnologia em saúde da América Latina, e uma das principais instituições mundiais de pesquisa em saúde pública, localizada no Rio de Janeiro, lançou o livro “Hospitais e Saúde no Oitocentos: diálogos entre Brasil e Portugal”. 

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A obra coletiva de referência na área da História e Saúde é o resultado de um conjunto de trabalhos elaborados por investigadores luso-brasileiros sobre arquitetura, urbanismo, património cultural e saúde no séc. XIX. Ao longo dos sete capítulos do livro, os cientistas sociais luso-brasileiros revisitam a benemérita rede de dezenas de associações de beneficência, que emigrantes portugueses na transição do séc. XIX para o séc. XX construíram em várias cidades brasileiras, principal destino da emigração lusa na época, que originalmente se destinavam à ajuda mútua entre os sócios, membros da comunidade portuguesa, e que ainda hoje são instituições de referência no Brasil e na América do Sul.

Um desses capítulos, designadamente “O Hospital da Misericórdia de Fafe e a Contribuição da Benemerência Brasileira em Portugal no Século XIX” , é assinado, pelo historiador fafense Daniel Bastos, cujo percurso tem sido alicerçado junto das comunidades portuguesas.

No decurso do seu contributo historiográfico, Daniel Bastos destaca o concelho de Fafe como uma construção contemporânea dos “brasileiros de torna-viagem”, enquadrando o Hospital da Misericórdia de Fafe, que desempenha e ocupa um papel estruturante no campo social local, como uma obra paradigmática da benemerência brasileira na segunda metade do século XIX, gizada a partir do modelo arquitetónico da “Beneficência Portuguesa do Rio de Janeiro”.

Refira-se que Daniel Bastos é autor do livro “Santa Casa da Misericórdia de Fafe – 150 anos ao Serviço da Comunidade”, e que a obra  “Hospitais e Saúde no Oitocentos: diálogos entre Brasil e Portugal” tem previsto ao longo do ano sessões de apresentação no território brasileiro e português.

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HOSPITAIS E SAÚDE NO OITOCENTOS: DIÁLOGO ENTRE BRASIL E PORTUGAL

  • Crónica de Daniel Bastos

No ocaso do ano passado, a editora Fiocruz, que concentra a maior parte dos lançamentos da Fundação Oswaldo Cruz, a mais importante instituição de ciência e tecnologia em saúde da América Latina, e uma das principais instituições mundiais de pesquisa em saúde pública, localizada no Rio de Janeiro, lançou o livro “Hospitais e Saúde no Oitocentos: diálogos entre Brasil e Portugal”.

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Organizado pelo arquiteto Renato Gama-Rosa, investigador da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), e Cybelle Miranda, investigadora da Universidade Federal do Pará (UFPA), o livro é constituído por sete capítulos. Designadamente, “Edifícios da Saúde no Rio de Janeiro Oitocentista” de Inês El-Jaick Andrade, Renato da Gama-Rosa Costa e Éric Alves Gallo; “Hospitais na Belém Oitocentista: classicismo e diálogo entre matrizes luso-brasileiras” de Cybelle Salvador Miranda; “Da Instituição Asilar ao Movimento Antimanicomial: a reconstituição da memória do Hospital Juliano Moreira do Pará” de Emanuella da Silva Piani Godinho e Cybelle Salvador Miranda; “Arquitetura da Saúde como Patrimônio: Hospital D. Luiz I da Benemérita Sociedade Portuguesa Beneficente do Pará” de Cibelly Alessandra Rodrigues Figueiredo; “A Casa da Misericórdia no Contexto da Arquitetura Portuguesa da Saúde na Centúria do Oitocentos em Portugal”  de Joana Balsa de Pinho e Fernando Grilo; “O Hospital da Misericórdia de Fafe e a Contribuição da Benemerência Brasileira em Portugal no Século XIX” de Daniel Bastos; e “A Arquitetura Assistencial em Portugal no Início do Século XX: o Sanatório de Sant’Ana” de Maria João Bonina e Fernando Grilo.

Ao longo dos sete capítulos do livro, os cientistas sociais luso-brasileiros revisitam a benemérita rede de dezenas de hospitais e associações de beneficência, que emigrantes portugueses na transição do séc.XIX para o séc. XX construíram em várias cidades brasileiras, principal destino da emigração lusa na época, que originalmente se destinavam à ajuda mútua entre os sócios, membros da comunidade portuguesa, e que ainda hoje são instituições de referência no Brasil e na América do Sul. Assim como o contributo da filantropia dos “brasileiros de torna-viagem”, emigrantes portugueses enriquecidos no Brasil, que no alvorecer do séc. XX estiveram, entre outras obras beneméritas, na base da construção de hospitais nas suas terras de origem.

CRIANÇAS DE FAFE CANTAM OS REIS

2000 crianças vão cantar os Reis em Fafe

Na próxima sexta-feira, 11 de Janeiro, cerca de 2100 crianças do concelho reúnem-se no Pavilhão Multiusos para cantar os Reis.

O tradicional Encontro de Reis das Escolas tem início marcado para as 10h00 e vai juntar alunos de 22 instituições de ensino do concelho: ARC Fornelos  (Pré-escolar, 1º Ciclo), Centro Infantil de Golães, Associação Cultural e Rec. De Travassós, Centro para Formação da Juventude de Arões, Jardim de Infância de Antime, EB Montelongo (Pré Escolar e 1º ciclo), Jardim Infância Montelongo, CERCIFAF, Jardins de Infância n.º 1 e 2 da Santa Casa Misericórdia, EB Silvares, EB Santo, EB Prof. Carlos Teixeira, (Pré Escolar e 1º ciclo), EB Arões S. Romão, EB Cepães, EB Fareja, EB Arões Sta Cristina, EB Padre Joaquim Flores, o Centro Social Paroquia S. Martinho de Medelo, Centro Social Paróquia de Silvares e EB Travassós.

O Presidente da Câmara Municipal de Fafe, Raul Cunha, reconhece que ‘esta é uma tradição que se deve manter junto dos mais novos. É uma iniciativa que apela também à componente pedagógica e cultural das crianças e que, por isso, se deve preservar.

O Encontro de Reis das Escolas é sempre um momento divertido e alegra para nós e para toda a comunidade escolar.”

No Domingo, 13 de Janeiro, é a vez dos adultos participarem no Encontro de Cantadores de Reis, cumprindo-se, uma vez mais, a tradição no concelho.

À semelhança do ano passado, também este ano, a iniciativa decorre em vários locais emblemáticos da cidade, a partir das 15h00, com a Final, a decorrer no Pavilhão Multiusos.

FAFE: RIBEIROS INAUGURA CENTRO DE CONVÍVIO

A freguesia de Ribeiros, em Fafe, dispõe agora de um Centro de Convívio, o 'Cantinho dos Avós', destinado à população sénior. Na inauguração, que decorreu na passada sexta-feira, Raul Cunha, Presidente da Câmara Municipal de Fafe, destacou a importância destes espaços para a promoção de um envelhecimento ativo e saudável.

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Este é já o 13º Centro de Convívio que inauguramos nos últimos quatro anos. Enquadra-se num projeto maior que o Município tem vindo a desenvolver que implica a criação de condições para que cada freguesia tenha um espaço dedicado aos seus idosos. É uma obrigação pública, preocupar-nos com aquelas pessoas que são mais frágeis e têm menor poder reivindicativo. Os seniores, ao fim do seu percurso de vida, por limitações próprias do ser humano que não permitem ter tantas condições físicas para uma vida ativa, precisam dos cuidados dos poderes políticos.”

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O edil destacou ainda a parceira com a equipa UNIR da Cruz Vermelha, responsável pela dinamização dos centros de convívio no concelho, apelando a que “os seniores deem sugestões sobre aquilo que querem fazer durante o dia. Queremos que este Centro de Convívio seja um espaço livre e descontraído e não um depósito de pessoas.”

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José Novais, Presidente da Junta de Freguesia de Ribeiros destacou este “como um dia feliz para a freguesia de Ribeiros, para a junta de freguesia e para os ribeirenses. Há um ano, lançámos este desafio à ARSAF de criar um centro de convívio e hoje, abrimos portas, a esta instituição.

Uma palavra de esperança à ARSAF, pois este é um inicio de outro projeto maior: talvez um dia consigamos ter aqui instalado um lar. Eu sei que são pessoas capazes, dedicadas e tenho esperança que um dia esse sonho seja concretizado.”

Na ocasião, Valdemar Novais, Presidente da ARSAF, Associação Ribeirense de Solidariedade Social e Apoio à Família, referiu que “somos uma freguesia rural, com uma população cada vez mais envelhecida e onde os reformados atingem já cerca de 30 % da população residente. A ausência de atividades neste fase provoca sentimentos de solidão e isolamento. Os centros de convívio têm precisamente como objetivo contrariar esta tendência, enquanto procuram áreas de interesse e lazer para este público. A ARSAF tem como meta a implantação no terreno de respostas sociais e de necessidades prementes dos habitantes desta freguesia.”

Recorde-se que este Centro de Convívio funciona no primeiro piso da Junta de Freguesia, de segunda a sexta-feira, das 14h00 às 17h30. 

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FAFE APRESENTA EM LIVRO HISTÓRIA DA CASA DO POVO DE CEPÃES

História da Casa do Povo de Cepães consagrada em livro

Na passada sexta-feira (28 de dezembro), o geógrafo e dirigente associativo, Manuel Cristóvão Barbosa, apresentou na Escola Básica de Cepães o livro “Casa do Povo - 75 anos ao serviço da cultura e dos mais desprotegidos em Cepães, Fareja e Armil”.

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A sessão de apresentação da obra, que para além de consagrar os fundadores da Casa do Povo de Cepães, aborda alguns temas de cariz geográfico do concelho de Fafe e outros relacionados com a história das freguesias de Cepães, Fareja e Armil, o seu património, vivências e práticas religiosas, foi abrilhantada pelo Grupo de Cantares da Casa do Povo, que brindou os presentes com as suas populares e tradicionais cantigas, e esteve a cargo do historiador Daniel Bastos.

No decurso da sessão, que contou ainda com a presença na mesa de honra do Vereador da Cultura do Município de Fafe, Pompeu Martins, do Presidente da Assembleia Municipal de Fafe, José Ribeiro, que assina o prefácio do livro, do Presidente da Junta de Freguesia da União das Freguesias de Cepães e Fareja, Manuel Silva, e do Presidente da Junta de Freguesia de Armil, Jorge Magalhães, o historiador Daniel Bastos sustentou que a obra “é simultaneamente um repositório histórico de uma associação de referência local, assim como um instrumento de promoção das freguesias de Cepães, Fareja e Armil, e do concelho de Fafe”.

Refira-se que estão previstas para o próximo ano sessões de apresentação do livro junto das povoações de tradicional influência da Casa do Povo de Cepães, e que capa da obra conta com ilustração da autoria do também cepanense e mestre-pintor Orlando Pompeu.

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2019 VAI SER O ANO DE HOMENAGEM A GÉRALD BLONCLOURT

O ano que agora termina fica marcado pela morte de um dos grandes nomes da fotografia humanista, Gérald Bloncourt, cujo espólio singular, formado por um conjunto iconográfico da maior importância para a história portuguesa do séc. XX, constitui um acervo fundamental para uma melhor compreensão e representação do nosso passado recente.

O fotógrafo Gérald Bloncourt, acompanhado do historiador Daniel Bastos, aquando do lançamento em 2016 do livro realizado pelo investigador sobre a epopeia da emigração portuguesa para França, que agora assina uma

O fotógrafo Gérald Bloncourt, acompanhado do historiador Daniel Bastos, aquando do lançamento em 2016 do livro realizado pelo investigador sobre a epopeia da emigração portuguesa para França, que agora assina uma nova obra intitulada “Gérald Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”

 

Caminhava outubro para o seu fim quando o país recebeu a notícia da morte do nonagenário fotógrafo franco-haitiano que imortalizou a história da emigração portuguesa para França. Como assinala Eduardo Lourenço, “esses filhos da antiga raça dos navegadores não soçobraram à vista do porto», uma vez que a «título póstumo tiveram sorte em ter como companhia o sorriso aberto de marinheiro de Gérald Bloncourt. E a sua máquina para os lembrar para sempre nos retratos com que os salvou do esquecimento”.

Nesse sentido, e tendo como base o trabalho e percurso de vida do fotógrafo franco-haitiano que durante as Comemorações do 10 de Junho de 2016 em Paris foi distinguido com a ordem de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique, o ano de 2019 que agora se aproxima, assinalará a realização de várias indicativas de homenagem a Gérald Bloncourt.

Entre 1 de fevereiro e 3 de março, as imagens de Bloncourt serão um dos destaques do iNstantes – Festival Internacional de Fotografia de Avintes, um dos eventos culturais mais importantes de Portugal, enriquecendo-se com diversas propostas dentro do mundo da fotografia artística, conceptual e de autor. Nas 25 exposições de fotógrafos de 10 países (Portugal, Espanha, Brasil, Colômbia, França, Suiça, Grécia, Roménia, Indonésia e Macau), avultará a exposição “O Olhar de Compromisso com os Filhos dos Grandes Descobridores”, que paralelamente com uma palestra abordará a vida dos portugueses em França nos anos 60.

O mês de abril assinalará ainda o lançamento do livro “Gérald Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”, dedicado a um outro período marcante da história contemporânea portuguesa. Designadamente a Revolução de Abril de 1974 da qual Bloncourt foi um espectador privilegiado, e cujas imagens praticamente inéditas revisitam a génese da nossa democracia.

FAFE APRESENTA EM LIVRO A VITELA À MODA DE FAFE

Obra “A Vitela Assada à Moda de Fafe - do pasto ao prato” apresentada na Biblioteca Municipal de Fafe

Depois de ter sido apresentada aos participantes do V Capítulo da Confraria da Vitela Assada à Moda de Fafe, em 17 de Novembro, a obra “A Vitela Assada à Moda de Fafe - do pasto ao pratodos investigadores e confrades Artur Coimbra e Paulo Moreira, teve finalmente lançamento público um mês depois, na Biblioteca Municipal de Fafe.

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A sessão foi antecedida por um momento musical protagonizado pelo Grupo de Cavaquinhos da Associação dos Antigos Professores, Funcionários e Alunos da Escola Industrial e Comercial de Fafe (AAPAEIF), sob a direcção de Fernando Peixoto Lopes.

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A mesa integrou um painel de confrades: os co-autores da obra, o Grão Mestre Ribeiro Cardoso e Pompeu Martins, Vereador da Cultura e Turismo do Município de Fafe.

Artur Coimbra abriu a sessão referindo que se trata do “primeiro livro totalmente dedicado ao ex-líbris da gastronomia fafense, uma obra que já há alguns anos bailava no nosso espírito como necessidade de lhe dar vida e que finalmente chega à luz do dia”. Partilhou depois que a fama da vitela assada já vem de longe, tendo mais de um século as referências a esta matéria, sendo que já em 1886, há mais de 130 anos, José Augusto Vieira, autor de O Minho Pitoresco, dizia ser “afamada a vitela de Fafe”.

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A vitela assada à moda de Fafe é um verdadeiro ícone da gastronomia fafense, comummente reconhecido. A sua coroa de glória. O seu manjar mais apetecido e divulgado desde há séculos, aproveitando os recursos locais, como é o caso da criação de gado nas nossas aldeias.

Por isso, a Confraria da Vitela Assada não poderia deixar de se empenhar na publicação de uma obra que tem em vista dar a conhecer um dos pratos mais famosos e emblemáticos da gastronomia regional das terras minhotas, que em Fafe atinge a sua maior expressão e notoriedade gastronómicas, tornando-o por isso famoso em todo o país e além-fronteiras.

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É pela sua especificidade, pelo carinho posto na sua confecção e pela qualidade dos produtos nele utilizados que este prato atingiu a celebridade e a fama que hoje todos, de todos os lados, lhe conhecem e são muitos aqueles que a Fafe se dirigem propositadamente para degustarem este magnífico manjar dos deuses…

O co-autor passou depois em revista os traços essenciais da obra, começando pela investigação da produção da vitela, das raças barrosã, minhota ou cruzada, incluindo depois, a própria receita da vitela assada em forno de lenha, em assadeira ou pingadeira de barro, bem como um capítulo sobre a vitela na tradição literária fafense, dado que foi objecto de alusões de homens das letras locais, sobretudo poetas, em diferentes momentos do século XX. E a enumeração dos confrades que fundaram a Confraria e os que foram entrando ao longo dos anos, bem como dos corpos gerentesque a orientam.

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A obra relata a história da formação da Confraria, que arrancou há um bom par de anos, em 2000, quando se realizou o I Festival Gastronómico “Vitela assada à Moda de Fafe”, para fixar o método e as técnicas de confecção do receituário tradicional, bem como as linhas gerais dos seus diversos capítulos, desde 2013, quando foram entronizados os primeiros confrades e sobretudo desde 2015, quando a Confraria ganhou novo fôlego e elegeu os seus primeiros corpos gerentes.

Um capítulo aborda igualmente os festivais da vitela assada promovidos anualmente pela Câmara Municipal de Fafe, de 2014 até ao ano em curso, e nos quais a Confraria tem a sua colaboração.

E também a simbólica da Confraria, o traje, o escapulário, a bandeira, as cores de cada um deles e o seu significado.

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Nas derradeiras páginas, antes da reprodução dos estatutos da agremiação, há ainda alusões ao saboroso pão de ló e aos doces de gema de Arões e de Fornelos, bem como ao vinho verde que acompanha na perfeição a degustação do suculento prato.

Seguiu-se a intervenção do co-autor Paulo Moreira, que se centrou as suas palavras a montante do prato, na questão do gado. Referiu, designadamente, que os animais bovinos que primeiramente eram usados na confecção da vitela assada à moda de Fafe eram da raça barrosã, tendo, por mor decréscimo de efectivos, começado igualmente a ser utilizados bovinos da raça minhota, também conhecida por galega. “Tendo uma tipologia genética algo diferente, ambas as raças davam, e dão, carne com excelente qualidade para a confecção desta iguaria e, hoje, usam-se ambas indiscriminadamente, se bem que os mais ortodoxos apreciadores deste prato, digam que não há nada melhor para confeccionar este prato que a vitela barrosã”.

Abordou assim, sinteticamente, as duas raças, a sua origem, as suas características genéticas, a sua alimentação, o seu habitat natural, a área territorial onde actualmente existem os efectivos, bem como as suas qualidades de carcaça, com base nas informações das associações do sector.

O Grão-Mestre Ribeiro Cardoso usou também da palavra para referir que a Confraria, apesar de muito recente, tem já uma existência pautada por actividades e realizações, que lhe conferem um lugar cativo no movimento associativo e gastronómico.

Felicitou os autores da obra e falou da excelência do prato, que honra a gastronomia de Fafe e do país, manifestando o desejo de que a vitela se torna uma iguaria “imortal”.

Finalmente, a encerrar a sessão, interveio o confrade e Vereador Pompeu Martins, que justificou o voto de louvor aprovado por unanimidade pela Câmara em 13 do corrente à Confraria e aos autores da obra, que nunca anteriormente havia acontecido quanto a livros mas que o Executivo abriu uma excepção porque este tem características muito especiais.

O autarca lembrou, tal como o referido na deliberação aprovada, que “esta obra se reveste da maior importância para o reforço da identidade cultural do nosso concelho, contribuindo de forma relevante para o processo de certificação deste prato que é o ex-libris da gastronomia local”.

Terminou felicitando os co-autores da obra e o contributo que deram para o reforço da auto-estima e da identidade cultural do concelho.

A Vitela Assada à Moda de Fafe - do pasto ao prato”, obra profusamente ilustrada e inteiramente a cores, com 144 páginas, tem apoio à edição de diversas empresas, instituições e unidades de restauração, a maioria associados da Confraria da Vitela Assada.

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MERCADO DE NATAL ANIMA FAFE

Mercado de Natal anima Fafe a partir de hoje. Mais de 2000 crianças participam no certame. Exposição ‘A minha Árvore de Natal’

Foi inaugurado, esta manhã, o Mercado de Natal em Fafe. A tenda, instalada na Praça 25 de Abril, é uma das maiores atrações da Fafe Cidade Natal 2018 e conta com a presença de 18 expositores, em representação de diferentes áreas de atividade, desde os produtos regionais ao artesanato.

O Mercado é um espelho daquilo que se produz em Fafe, expondo produtos tradicionais e de comerciantes locais. No espaço, os visitantes podem comprar doces, compotas, vinhos, broa, bombons, artesanato e até a tradicional sandes de vitela assada à moda de Fafe.

A inauguração de hoje contou com a participação especial da Academia de Música José Atalaya e na ocasião, Raul Cunha, Presidente da Câmara Municipal de Fafe, explicou que ‘procuramos nesta época natalícia, concentrar as atividades no centro da cidade, através de uma forma de apoio e promoção do comércio local. O Mercado de Natal é uma iniciativa que reúne o agrado de toda a população e dos comerciantes que vêm neste certame uma forma de animar a época, com várias atividades.

Por aqui vão passar cerca de 2000 crianças, com várias atividades durante o dia; à noite, há diversas atividades também para toda a família.

Esta é a 4ª edição do Mercado de Natal e acreditamos que é algo que os fafenses já não dispensam. Este ano, voltamos a contar com a participação de diversos produtores locais de diferentes áreas de atividade. As Freguesias voltaram a colaborar connosco, através da decoração de um enfeite de Natal depois colocado nesta Árvore. É uma forma de envolver as crianças e os seniores que ajudaram também na decoração desta bola de Natal.”

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Também neste espaço vão ser dinamizadas várias atividades durante toda semana. É esperada a presença de mais de 2000 crianças nas iniciativas agendadas. Hoje, durante a manhã, vão ser vários os Ateliers a decorrer: ‘A minha música de Natal,’ da Academia de Música José Atalaya, ‘Uma Viagem pelos Clássicos de Dança’ da Escola de Bailado de Fafe, havendo ainda espaço, à tarde, para uma sessão de cinema, com o apoio do Cineclube de Fafe.

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À noite, mantêm-se os tradicionais Encontros de Coros de Natal, que preenchem a programação, durante três dias, 19, 20 e 21 de dezembro.

A manhã do dia 20 de Dezembro é dedicada à literatura, com os ‘Contos Clássicos’ e ao Teatro com a peça de Miguel Torga, ‘Natal’. À tarde, para além de mais um atelier ‘O Meu Postal para o Pai Natal’, o Mercado de Natal é palco do habitual Baile Intergeracional de Natal, com uma oficina de dança, dinamizado pela Academia de Dança do Grupo Nun’Álvares.

No dia seguinte, para além dos Workshops de pintura e desenho, com a parceira do Projeto Café Cultural, o música fafense, Valter Lobo, dinamiza uma “Tarde com Música” sobre o seu percurso artístico e a importância da criatividade no diálogo entre as palavras e as pautas musicais.

No encerramento do Mercado de Natal, a 22 de Dezembro, o centro da cidade vai ser animado pelo 4.º Encontro de Pais Natal, a partir das 15h00, um momento promovido pelos Restauradores da Granja, ARCO – Santo Ovídio, Cercifaf, União Desportiva Amigos da Roda de Quinchães, ARO 27 e Leões do Ferro. A tarde vai ser dedicada à dança, numa parceria também com a Academia de Dança Nun’Álvares.

À tarde, na tenda instalada na Arcada, o Grupo Nun´Álvares apresenta um espetáculo de dança, ‘Loja de Brinquedos’, pela Academia de Dança, seguido, pelo Grupo de Teatro Vitrine com um alusão ao ‘No Reino dos Doces’.

Valter Lobo encerra o Mercado de Natal deste ano com o concerto ‘Afazeres do Ser’, a partir das 21h30.

O Mercado de Natal, de entrada gratuita, encerra no dia 22 de Dezembro, às 23h00, estando aberto desde as 10h00. Nos restantes dias, abre às 14h00 e encerra à meia noite.

Exposição ‘A Minha Árvore de Natal’

O Mercado de Natal acolhe, também este ano, a Exposição ‘A minha Árvore de Natal’. A ideia nasceu de um desafio lançado pela Câmara Municipal às Juntas de Freguesia para, em parceria com as associações locais, escolas e centros de convívio decorassem uma Bola de Natal para ser exposta num árvore, ao longo do Mercado de Natal.

O objetivo é que cada freguesia do concelho se faça representar no Mercado de Natal com uma bola característica, que conte a história das suas gentes e tradições.

Programação de Janeiro

Em Janeiro, a programação continua. Já em 2019, no dia 5 de Janeiro, a Orquestra do Norte sobe ao palco do Teatro Cinema para o Concerto de Ano novo. Este concerto assume-se como uma homenagem a todos os dirigentes, e respetivas equipas, que se dedicam voluntariamente a fazer um trabalho comunitário nas associações culturais, recreativas, sociais e desportivas de Fafe.

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As comemorações continuam, com o já tradicional Encontro de Reis das Escolas. As crianças atuam, no dia 11, no Pavilhão Multiusos de Fafe, e no Domingo, 13, decorre o Encontro de Cantadores de Reis das Freguesias, em vários pontos da cidade, com final no Pavilhão Multiusos.

A Fafe Cidade Natal encerra com o espetáculo de bailado ‘O Quebra Nozes’, com a presença em Fafe, mais uma vez, de bailarinos da Companhia Nacional de Bailado, que serão acompanhados pelos nossos bailarinos da Escola de Bailado de Fafe.

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