Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

CONFRARIA DA VITELA ASSADA À MODA DE FAFE FESTEJA ESTE SÁBADO O SEU VI CAPÍTULO

A Confraria da Vitela Assada à Moda de Fafe vai estar em festa este sábado, dia 6 de Julho, com a realização do seu VI Capítulo, que movimentará largas dezenas de pessoas e trará a Fafe diversos convidados de outras confrarias, em número de dezena e meia, nunca antes atingido.

65847444_2393534534002349_4250903504228450304_n.jpg

O Capítulo é a festa anual de confraternização dos membros de uma confraria, momento aproveitado para a entronização de novos confrades, como vai suceder este ano.

O programa do evento é o seguinte:

10h00 – Concentração no Jardim do Calvário dos convivas e confrarias convidadas, durante a qual será servido um “porto de honra” e será também a forma de dar a conhecer aquele centenário e aprazível espaço romântico aos confrades das confrarias convidadas.

11h30 – Cerimónia religiosa na Igreja Nova, com a celebração da palavra e a bênção dos escapulários, seguida do desfile pela cidade, em direcção à Câmara Municipal, acompanhado pelo grupo de bombos “Só Dava Assim”.

12h30 – Recepção e sessão solene no Salão Nobre dos Paços do Concelho, que inclui a entronização de 14 novos confrades, entre os quais um cidadão chinês.

13h30 – Almoço festivo na Quinta do Labaçoso, em Vinhós.

A Confraria da Vitela Assada à Moda de Fafe foi fundada oficialmente em 2013. No dia 6 de Julho desse ano corporizava-se um projecto que vinha de há mais de uma década, com a tomada de posse de duas dezenas de confrades, que se comprometeram a defender, valorizar e divulgar, na sua autenticidade, o prato mais típico de Fafe. A vitela assada em forno de lenha, em assadeira ou pingadeira de barro, com a necessária gestão de um tempo lento, para um aspecto tostado, de fazer crescer água na boca.

Dois anos depois, no dia 27 de Janeiro de 2015, foi constituída notarialmente num cartório da cidade.

A Confraria tem como objectivos gerais a promoção, a defesa e divulgação dos valores e tradições culturais da gastronomia nacional, com especial incidência para a Gastronomia de Fafe, do Minho, da Região Norte e de Portugal.

E, como nem só de carne vive o simbólico prato, há também lugar para o saboroso pão de ló e os doces de gema, bem como para o vinho verde que acompanha na perfeição a degustação do suculento prato, irmanando-se para tornar a refeição num momento de prazer.

vittel.JPG

A COMUNIDADE PORTUGUESA NA ÁFRICA DO SUL

30128522348_0068acc1a9_b

  • Crónica de Daniel Bastos

No decurso das últimas Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, o primeiro-ministro António Costa confirmou que as comemorações do 10 de Junho em 2020, além de se celebrarem oficialmente na Madeira, decorrerão igualmente junto da comunidade portuguesa na África do Sul, possibilidade que tinha sido já aludida pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

A confirmação da decisão pelas mais altas instâncias da Nação tem desde logo o condão de destacar o papel e a importância da numerosa comunidade portuguesa que vive e trabalha no país mais meridional do continente africano. Segundo a Direcção-Geral dos Assuntos Consulares e Comunidades Portuguesas, estima-se que atualmente a comunidade portuguesa e de luso-descendentes na África do Sul, ronde o meio milhão de pessoas, na sua maioria com raízes madeirenses e estabelecida em Joanesburgo, a maior cidade sul-africana.

Ainda que como revele o investigador Paulo Bessa na obra “A Comunidade Lusíada em Joanesburgo”, a presença portuguesa na Nação Arco-Íris remonte “aos Descobrimentos, existindo contactos há mais de meio milénio, materializados nas viagens transoceânicas e na proximidade das colónias lusas”, o primeiro grande momento da emigração lusa, particularmente madeirense, para a África do Sul iniciou-se durante a década de 1940, durante a II Guerra Mundial, devido ao acentuar de privações geradas pelo conflito militar.

Foi neste contexto, que os pioneiros madeirenses se instalaram no alvorecer da segunda metade do séc. XX na África do Sul, passando a dedicarem-se à agricultura, em grandes quintas, e ao comércio, abrindo, mais tarde, lojas para venda dos produtos cultivados e supermercados. Sendo que, o segundo grande momento de emigração lusa para a África do Sul, ocorreu no início do quarto quartel do séc. XX, com a independência das antigas colónias portuguesas de Angola e Moçambique, período em que a África do Sul se tornou o principal destino dos portugueses em África.

As comemorações oficiais do Dia de Portugal em 2020 na Madeira e na África do Sul, são assim um momento simbólico de valorização da língua e cultura lusa no continente africano, elos antigos, atuais e vindouros da ligação umbilical portuguesa a África.

DANIEL BASTOS APRESENTOU EM TORONTO NOVO LIVRO SOBRE GÉRALD BLONCOURT E O NASCIMENTO DA DEMOCRACIA PORTUGUESA

No passado sábado foi apresentado em Toronto, no Canadá, o livro Gérald Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”.

dbastlivrfaf (1).jpg

O historiador Daniel Bastos (dir.), na sessão de apresentação do livro “Gérald Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”, na Galeria dos Pioneiros Portugueses em Toronto, acompanhado do comendador luso-canadiano Manuel da Costa

A obra, concebida e realizada pelo historiador Daniel Bastos a partir do espólio fotográfico de Gérald Bloncourt, um dos grandes nomes da fotografia humanista recentemente falecido em Paris, e prefaciada pelo coronel Vasco Lourenço, presidente da Direção da Associação 25 de Abril, foi apresentada na Galeria dos Pioneiros Portugueses, um museu que se dedica à perpetuação da memória e das histórias dos pioneiros da emigração lusa para o Canadá.

A sessão muito concorrida, que contou com a presença de vários representantes da comunidade luso-canadiana e órgãos de comunicação social da diáspora, esteve a cargo do comendador Manuel da Costa, um dos mais ativos e beneméritos empresários portugueses em Toronto, que enalteceu o trabalho que o investigador da nova geração de historiadores nacionais tem realizado em prol das Comunidades Portuguesas.

Segundo Manuel da Costa, a iniciativa promovida pela Galeria dos Pioneiros Portugueses, no âmbito das comemorações do Dia de Portugal no Canadá, visou enriquecer a história, cultura e cidadania da comunidade luso-canadiana, incentivando nessa esteira Daniel Bastos, a conceber novos trabalhos junto da comunidade portuguesa, porquanto uma comunidade sem memória é uma comunidade sem história.

Refira-se que no decurso da tertúlia, ocorreram várias intervenções por parte de representantes da comunidade luso-canadiana, como foi o caso de Armando Branco, presidente da Liga dos Combatentes do Núcleo de Ontário, e de Artur Jesus, representante da Associação Cultural 25 de Abril de Toronto, que explanaram a missão destas relevantes coletividades e destacaram as conquistas de Abril no desenvolvimento de Portugal.

Neste novo livro, realizado com o apoio da Associação 25 de Abril, Daniel Bastos revela uma parte pouco conhecida do espólio de Gérald Bloncourt, afamado fotógrafo que imortalizou a emigração portuguesa, mas que retratou também a explosão de liberdade que tomou conta do país após a Revolução de 25 de Abril de 1974.

Através de imagens até aqui praticamente inéditas, o historiador cujo percurso tem sido alicerçado no seio da Lusofonia, aborda factos históricos que medeiam a Revolução dos Cravos e a celebração do Dia do Trabalhador na capital portuguesa. Designadamente, a chegada do histórico líder comunista Álvaro Cunhal ao Aeroporto de Lisboa, a emoção do reencontro de presos políticos e exilados com as suas famílias, o caráter pacífico e libertador da Revolução de Abril, e as celebrações efusivas do 1.º de Maio de 1974, a maior manifestação popular da história portuguesa.

dbastlivrfaf (2).jpg

dbastlivrfaf (3).jpg

dbastlivrfaf (4).jpg

dbastlivrfaf (5).jpg

dbastlivrfaf (6).jpg

dbastlivrfaf (7).jpg

dbastlivrfaf (8).jpg

dbastlivrfaf (9).jpg

dbastlivrfaf (10).jpg

dbastlivrfaf (11).jpg

O ACERVO BIBLIOGRÁFICO SOBRE A EMIGRAÇÃO PORTUGUESA

30128522348_0068acc1a9_b

  • Crónica de Daniel Bastos

No decurso dos últimos anos o acervo bibliográfico sobre o fenómeno emigratório nacional tem sido profusamente enriquecido com o lançamento de um conjunto diversificado de documentos que ampliam o estudo e conhecimento sobre a relevância da emigração portuguesa.

Neste conjunto diversificado de trabalhos, onde se cruzam os olhares interdisciplinares das ciências sociais, encontram-se livros, capítulos de livros, artigos em revistas científicas, artigos em atas de congressos, conferências e outros tipos de encontros científicos, relatórios, assim como dissertações de licenciatura, mestrado e doutoramento. 

Como sustentam os vários investigadores sociais responsáveis pelo levantamento bibliográfico “Emigração portuguesa: bibliografia comentada (1980-2013)”, este relevante acervo documental “constitui um contributo importante para o conhecimento da emigração”.

Dentro da categoria temática dos livros, que na linha de pensamento do ensaísta Jorge Luis Borges, são “a grande memória dos séculos... se os livros desaparecessem, desapareceria a história e, seguramente, o homem”, são vários os exemplos que asseveram a importância que muitas publicações têm tido na compreensão e enriquecimento do fenómeno emigratório nacional.

É o caso, por exemplo, da obra “Portugal Querido”, um livro da autoria do argentino Mario dos Santos Lopes, filho de um português emigrante, que foi lançado em 2014 na Argentina. Uma edição que tem o condão de retratar as vivências dos portugueses no segundo maior país da América do Sul, através de testemunhos reais, e que recupera a memória de milhares de compatriotas provenientes na sua maioria dos distritos do Algarve e da Guarda, que durante a primeira metade do séc. XX se estabeleceram na Argentina, à época dos países mais ricos do mundo, em busca de uma vida melhor.

Ainda nesta esteira, enquadram-se dois livros lançados em 2015, designadamente, “A Vida numa Mala – Armando Rodrigues de Sá e Outras Histórias”, e “Gérald Bloncourt – O olhar de compromisso com os filhos dos Grandes Descobridores”, que resgatam da penumbra do esquecimento, respetivamente, a epopeia da emigração portuguesa para a Alemanha e França nos anos 60.

FAFE FOI PALCO DE APRESENTAÇÃO DE OBRA COLETIVA SOBRE HOSPITAIS E SAÚDE ENTRE BRASIL E PORTUGAL

No passado dia 4 de junho (terça-feira), foi apresentada na cidade de Fafe, o livro “Hospitais e Saúde no Oitocentos: diálogos entre Brasil e Portugal”.

A sessão de apresentação da obra coletiva de referência na área da História e Saúde, resultado de um conjunto de trabalhos elaborados por investigadores luso-brasileiros sobre arquitetura, urbanismo, património cultural e saúde no séc. XIX, decorreu no salão nobre da Santa Casa da Misericórdia de Fafe, uma das maiores instituições sociais do Norte de Portugal.

dbdbdbdb (1) (1).JPG

O historiador fafense Daniel Bastos (dir.), na sessão de apresentação do livro “Hospitais e Saúde no Oitocentos: diálogos entre Brasil e Portugal”, na Santa Casa da Misericórdia de Fafe, acompanhado da vice-provedora da instituição, Maria da Conceição Castro, e do arquiteto e urbanista brasileiro Renato Gama-Rosa

 

A apresentação da obra, uma publicação da editora Fiocruz, que concentra a maior parte dos lançamentos da Fundação Oswaldo Cruz, a mais importante instituição de ciência e tecnologia em saúde da América Latina, e uma das principais instituições mundiais de pesquisa em saúde pública, localizada no Rio de Janeiro, esteve a cargo do historiador fafense Daniel Bastos. E do arquiteto e urbanista brasileiro Renato Gama-Rosa, do Departamento de Património Histórico da Casa de Oswaldo Cruz, um dos organizadores do livro, em conjunto com a docente brasileira Cybelle Salvador Miranda, da Universidade Federal do Pará.

Refira-se, que um dos sete capítulos do livro, onde os cientistas sociais luso-brasileiros revisitam a benemérita rede de dezenas de associações de beneficência fundadas por emigrantes portugueses na transição do séc. XIX para o séc. XX, e que ainda hoje são instituições de referência no Brasil, principal destino da emigração lusa na época, é assinado pelo historiador Daniel Bastos com o título “O Hospital da Misericórdia de Fafe e a Contribuição da Benemerência Brasileira em Portugal no Século XIX”.

No decurso da sessão, que contou com a presença de vários membros da instituição social e da sociedade local, entre eles, da vice-provedora da instituição, Maria da Conceição Castro, em representação do provedor Vítor Ferreira Leite, dada a sua presença numa reunião da trabalho na capital portuguesa, e do vereador da Cultura do Município de Fafe, Pompeu Martins, todos foram unânimes em considerar que este novo livro é mais um contributo para o estreitar dos laços históricos e culturais luso-brasileiros. E em particular, no caso da Misericórdia de Fafe, sublinha a herança dos “brasileiros de torna-viagem” na instituição, assim como no concelho onde ainda hoje se encontram as suas marcas na cidade.

Refira-se que esta foi a primeira apresentação do livro em Portugal, após o seu lançamento no Brasil no início do ano no Rio de Janeiro, na Fundação Oswaldo Cruz, e posteriormente em Belém, na Universidade Federal do Pará.

dbdbdbdb (2).JPG

dbdbdbdb (3).JPG

dbdbdbdb (4).JPG

dbdbdbdb (5).JPG

dbdbdbdb (6).JPG

dbdbdbdb (7).JPG

dbdbdbdb (8).JPG

dbdbdbdb (9).JPG

dbdbdbdb (10).JPG

dbdbdbdb (11).JPG

dbdbdbdb (12).JPG

dbdbdbdb (13).JPG

dbdbdbdb (14).JPG

dbdbdbdb (15).JPG

dbdbdbdb (16).JPG

DANIEL BASTOS APRESENTA EM BRAGA NOVO LIVRO SOBRE GERÁLD BLONCOURT E O NASCIMENTO DA DEMOCRACIA PORTUGUESA

No dia 7 de junho (sexta-feira), é apresentado na capital do Minho o livro “Gérald Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”.

A obra, concebida pelo historiador minhoto Daniel Bastos a partir do espólio de Gérald Bloncourt, um dos grandes nomes mundiais da fotografia humanista, recentemente falecido na capital francesa, é apresentada às 21h00 na FNAC-Braga.

Capturardb.PNG

O historiador Daniel Bastos (dir.) foi em 2015 o responsável pela realização do livro de Gérald Bloncourt (esq.) “O olhar de compromisso com os filhos dos Grandes Descobridores”, que retrata a emigração portuguesa nos anos 60, e que contou com prefácio do ensaísta e pensador Eduardo Lourenço.

A apresentação da obra, uma edição trilingue (português, francês e inglês) traduzida por Paulo Teixeira, e prefaciada pelo coronel Vasco Lourenço, presidente da Direção da Associação 25 de Abril, estará a cargo da Professora de Ciência Política da Universidade do Minho, Isabel Estrada Carvalhais.

Neste novo livro, realizado com o apoio da Associação 25 de Abril, uma das instituições de referência do Portugal democrático, Daniel Bastos revela uma parte pouco conhecida do espólio de Gérald Bloncourt, afamado fotógrafo que imortalizou a emigração portuguesa nos anos 60, mas que foi também um espectador privilegiado da explosão de liberdade que tomou conta do país após a Revolução de 25 de Abril de 1974.

Através de imagens até aqui praticamente inéditas, o investigador cujo percurso tem sido alicerçado no seio da Lusofonia, aborda factos históricos que medeiam a Revolução dos Cravos e a celebração do Dia do Trabalhador na capital portuguesa. Designadamente, a chegada do histórico líder comunista Álvaro Cunhal ao Aeroporto de Lisboa, a emoção do reencontro de presos políticos e exilados com as suas famílias, o caráter pacífico e libertador da Revolução de Abril, e as celebrações efusivas do 1.º de Maio de 1974, a maior manifestação popular da história portuguesa.

A publicação do livro, que contou com a colaboração de Isabelle Repiton, viúva de Gérald Bloncourt, e é enriquecida com memórias e testemunhos do fotojornalista franco-haitiano, representa cerca de meio século após a Revolução de Abril um novo contributo e oportunidade para revisitar a génese da democracia portuguesa.

Segundo Vasco Lourenço, esta obra ilustrada pela lente humanista de Bloncourt, fotógrafo que em 2016 foi agraciado pelo Presidente República Portuguesa com a Ordem do Infante D. Henrique, constitui uma viagem ao “tempo dos sonhos cheios de esperança, da afirmação da cidadania, da construção de uma sociedade mais livre e mais justa, do fim e do regresso de uma guerra sem sentido com a ajuda ao nascimento de novos países independentes, onde a língua portuguesa continuou a ser o principal factor congregador”.

3 - Capa do livro (3).jpg

4- Contra-capa do livro (3).jpg

SOCIALISTAS FAZEM CAMPANHA EM FAFE

No âmbito da campanha das Eleições Europeias para o Parlamento Europeu, o PS-Fafe promoveu ontem, no Café Arcada, em Braga, um café-tertúlia “Café Europa”, aberto à comunidade local, que se encheu de militantes, simpatizantes, antigos e atuais autarcas socialistas, e que contou com a presença da candidatada do PS ao Parlamento Europeu pelo distrito de Braga, Isabel Estrada Carvalhais.

dbast (22).jpg

Ladeada pelo Presidente da Comissão Política do PS-Fafe, Daniel Bastos, do Presidente da Câmara Municipal de Fafe, Raúl Cunha, e do Presidente da Federação Distrital do PS-Braga, Joaquim Barreto, a candidatada do PS ao Parlamento Europeu pelo abordou o passado, presente e futuro da Europa e o projeto europeu do PS, defendendo que “temos de ter voz forte no Parlamento Europeu.

O Presidente da Comissão Política do PS-Fafe

Daniel Bastos

A União Europeia não tem de se reinventar. Tem de se reencontrar com os seus valores essenciais, da sua génese. Reencontrar-se com a solidariedade”.

dbast (1).jpg

dbast (2).jpg

dbast (3).jpg

dbast (4).jpg

dbast (5).jpg

dbast (6).jpg

dbast (7).jpg

dbast (8).jpg

dbast (9).jpg

dbast (10).jpg

dbast (11).jpg

dbast (12).jpg

dbast (13).jpg

dbast (14).jpg

HISTORIADOR DANIEL BASTOS APRESENTA EM FAFE OBRA SOBRE HOSPITAIS E SAÚDE NO BRASIL E PORTUGAL

Obra coletiva sobre Hospitais e Saúde entre Brasil e Portugal apresentada em Fafe

No dia 4 de junho (terça-feira), vai ser apresentado em Fafe o livro “Hospitais e Saúde no Oitocentos: diálogos entre Brasil e Portugal”. 

A obra coletiva de referência na área da História e Saúde, resultado de um conjunto de trabalhos elaborados por investigadores luso-brasileiros sobre arquitetura, urbanismo, património cultural e saúde no séc. XIX, é apresentada às 17h30 no salão nobre da Santa Casa da Misericórdia de Fafe, uma das maiores instituições sociais do Norte de Portugal.

Autores.jpg

O historiador Daniel Bastos (esq), que em conjunto com a docente Cybelle Salvador Miranda (centro) e o arquiteto Renato Gama-Rosa (dir.) integra uma rede luso-brasileira de estudo dos Hospitais de Beneficência Portuguesa, é o autor do livro “Santa Casa da Misericórdia de Fafe – 150 Anos ao Serviço da Comunidade, obra que foi apresentada em 2012 no evento comemorativo do Ano de Portugal no Brasil da Fundação Casa de Rui Barbosa no Rio de Janeiro

A apresentação da obra, uma publicação da editora Fiocruz, que concentra a maior parte dos lançamentos da Fundação Oswaldo Cruz, a mais importante instituição de ciência e tecnologia em saúde da América Latina, e uma das principais instituições mundiais de pesquisa em saúde pública, localizada no Rio de Janeiro, estará a cargo do historiador fafense Daniel Bastos. E do arquiteto e urbanista brasileiro Renato Gama-Rosa, do Departamento de Património Histórico da Casa de Oswaldo Cruz, um dos organizadores do livro, em conjunto com a docente brasileira Cybelle Salvador Miranda, da Universidade Federal do Pará.

Refira-se, que um dos sete capítulos do livro, onde os cientistas sociais luso-brasileiros revisitam a benemérita rede de dezenas de associações de beneficência fundadas por emigrantes portugueses na transição do séc. XIX para o séc. XX, e que ainda hoje são instituições de referência no Brasil, principal destino da emigração lusa na época, é assinado pelo historiador Daniel Bastos com o título “O Hospital da Misericórdia de Fafe e a Contribuição da Benemerência Brasileira em Portugal no Século XIX”.

No decurso do seu contributo historiográfico, o investigador cujo percurso tem sido alicerçado no seio da Lusofonia destaca o concelho de Fafe como uma construção contemporânea dos “brasileiros de torna-viagem”, enquadrando o Hospital da Misericórdia de Fafe, que desempenha um papel estruturante no campo social local, como uma obra paradigmática da benemerência brasileira oitocentista, gizada a partir do modelo arquitetónico da “Beneficência Portuguesa do Rio de Janeiro”. 

Esta é a primeira apresentação do livro em Portugal, após o seu lançamento no Brasil no início do ano no Rio de Janeiro, na Fundação Oswaldo Cruz, e posteriormente em Belém, na Universidade Federal do Pará.

Capa do livrosaudehosp.jpg

DAVIDE SOARES, DA EPATV, CONQUISTA PÓDIO NO MYCA

Davide Soares, da Escola Profissional Amar Terra Verde (EPATV), arrebatou o terceiro lugar na 2.ª edição do concurso Minho Young Chef Awards (MYCA) realizado em Vila Nova de Famalicão.

davide soares, epatv, myca (1).jpg

O chef António Loureiro, do restaurante A Cozinha, foi o presidente do júri, que fez questão de enaltecer o trabalho de “grande qualidade” dos alunos participantes no concurso e das respetivas escolas. 

davide soares, epatv, myca (3).jpg

Ana Castro, da EPRALIMA arrecadou o segundo lugar e o vencedor desta competição foi Rui Meira, da Escola de Hotelaria de Viana do Castelo, com uma recriação futurista do ‘Arroz de Sarrabulho’ e vai representar Portugal no concurso International European Young Chef Awards, em outubro na Grécia.

Trata-se de uma iniciativa promovida pelo Consórcio Minho Inovação - que integra as três comunidades intermunicipais do Minho, Cávado e Ave, Instituto Internacional de Gastronomia, Cultura, Artes e Turismo e Plataforma das Regiões Gastronómicas, com o objetivo maior de promover a gastronomia, os produtos endógenos e a região do Minho — destacou Rafael Oliveira, da organização.

davide soares, epatv, myca (2).jpg

FAFENSES VÃO AOS FADOS COM MICO DA CÂMARA PEREIRA

'Fados e Outras Canções de Mico da Camara Pereira no Teatro Cinema de Fafe

O Teatro Cinema de Fafe acolhe, a 11 de Maio, um espetáculo do fadista Mico da Camara Pereira.

'Fados e Outras Canções' é uma viagem musical pelo percurso de vida do artista e dos seus mais de 30 anos dedicados à música.

Os bilhetes, com o custo de oito euros, estão à venda na Loja Interativa de Turismo.

WEB-MICOCAMARAPEREIRA-POSTFB (1).png

MICO DA CÂMARA PEREIRA LEVA O FADO ATÉ FAFE

'Fados e Outras Canções de Mico da Camara Pereira no Teatro Cinema de Fafe

O Teatro Cinema de Fafe acolhe, a 11 de Maio, um espetáculo do fadista Mico da Camara Pereira.

'Fados e Outras Canções' é uma viagem musical pelo percurso de vida do artista e dos seus mais de 30 anos dedicados à música.

Os bilhetes, com o custo de oito euros, estão à venda na Loja Interativa de Turismo.

WEB-MICOCAMARAPEREIRA-POSTFB.png

DR. ARTUR FERREIRA COIMBRA RECEBE PRÉMIO LITERÁRIO A. LOPES DE OLIVEIRA

Prémio Literário A. Lopes de Oliveira distingue obra de Artur Ferreira Coimbra sobre os Bombeiros Voluntários de Fafe

O Júri do Prémio Literário A. Lopes de Oliveira/Câmara Municipal de Fafe – Estudos Histórico-Sociais de Âmbito Local ou Regional e respeitante a obras publicadas nos anos de 2017 e 2018, deliberou, por unanimidade, atribuir o Prémio à obra historiográfica Bombeiros Voluntários de Fafe – Uma História de Heroísmo desde 1890, de Artur Ferreira Coimbra, “pela qualidade de escrita e imagem e carácter abrangente e exaustivo da obra”, decisão aprovada pela Câmara Municipal de Fafe.

ND5_6600.JPG

A cerimónia de entrega do Prémio ocorre no próximo dia 25 de Abril, no âmbito da sessão solene comemorativa da efeméride, que se realiza a partir das 11h00 da manhã, no Teatro-Cinema de Fafe.  

O Júri integrou os Professores José Viriato Capela, docente da Universidade do Minho, José Carlos Meneses e João Carlos Pascoinho, ambos docentes do Instituto de Estudos Superiores de Fafe.

Bombeiros Voluntários de Fafe – Uma História de Heroísmo desde 1890 é uma obra de investigação que tece todo o historial de quase 130 anos da humanitária associação fafense e que foi publicada em Novembro de 2017, tendo sido apresentada no âmbito de um sarau solidário, ao qual esteve presente o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, Comandante Jaime Marta Soares.

Por essa mesma obra, o historiador Artur Coimbra foi agraciado há um ano com o Crachá de Ouro da Liga dos Bombeiros Portugueses, a mais alta condecoração desta entidade.

O Prémio Literário A. Lopes de Oliveira/Câmara Municipal de Fafe, instituído em 1983, é atribuído de dois em dois anos e visa estimular a publicação de estudos histórico-sociais das realidades de determinada localidade ou região portuguesa, no quadro do aprofundamento da matriz regional e local do nosso país.

BOMBEIROS - CAPA.jpg

HISTORIADOR FAFENSE DANIEL BASTOS APRESENTOU EM LISBOA NOVO LIVRO SOBRE GÉRALD BLONCOURT E O NASCIMENTO DA DEMOCRACIA PORTUGUESA

Na passada terça-feira, dia 16 de abril, foi apresentada na capital portuguesa o livro Gérald Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”.

dbdbastos (16).JPG

O historiador Daniel Bastos (o primeiro a contar da esquerda), na sessão de apresentação do livro trilingue “Gérald Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”, na sede Associação 25 de Abril em Lisboa, acompanhado do coronel Vasco Lourenço, e do tradutor Paulo Teixeira (à direita).

A obra, concebida e realizada pelo historiador Daniel Bastos a partir do espólio fotográfico de Gérald Bloncourt, um dos grandes nomes da fotografia humanista recentemente falecido em Paris, e prefaciada pelo coronel Vasco Lourenço, presidente da Direção da Associação 25 de Abril, foi apresentada na sede da instituição de referência do Portugal democrático.

A sessão muito concorrida foi abrilhantada com canções de abril interpretadas pelo artista musical Manuel Jorge, e contou com a presença de militares de abril, políticos, antigos exilados políticos, dirigentes associativos, órgãos de comunicação social da diáspora e conterrâneos do investigador da nova geração de historiadores portugueses, como o conhecido comentador noticioso, Luís Marques Mendes.

A sessão de apresentação esteve a cargo do militar de abril e presidente da Direção da Associação 25 de Abril, Vasco Lourenço, que assegurou que a obra ilustrada pela lente humanista de Bloncourt, constitui uma viagem ao “tempo dos sonhos cheios de esperança, da afirmação da cidadania, da construção de uma sociedade mais livre e mais justa, do fim e do regresso de uma guerra sem sentido com a ajuda ao nascimento de novos países independentes, onde a língua portuguesa continuou a ser o principal fator congregador”. Segundo o mesmo a apresentação do livro é “uma das melhores formas de iniciar as comemorações do 45.º aniversário do 25 de Abril”.

Neste novo livro, realizado com o apoio da Associação 25 de Abril, Daniel Bastos revela uma parte pouco conhecida do espólio de Gérald Bloncourt, afamado fotógrafo que imortalizou a emigração portuguesa, mas que foi também um espectador privilegiado da explosão de liberdade que tomou conta do país após a Revolução de 25 de Abril de 1974.

Através de imagens até aqui praticamente inéditas, o historiador cujo percurso tem sido alicerçado no seio da Lusofonia, aborda factos históricos que medeiam a Revolução dos Cravos e a celebração do Dia do Trabalhador na capital portuguesa. Como a chegada do histórico líder comunista Álvaro Cunhal ao Aeroporto de Lisboa, a emoção do reencontro de presos políticos e exilados com as suas famílias, o caráter pacífico e libertador da Revolução de Abril, e as celebrações efusivas do 1.º de Maio de 1974, a maior manifestação popular da história portuguesa.

Refira-se que a edição da obra deveu-se em grande parte ao mecenato de empresas da diáspora que partilham uma visão de responsabilidade social e um papel de apoio à cultura, e que no dia 2 de maio, às 18h30, o livro será apresentado no Consulado Geral de Portugal em Paris, junto da numerosa comunidade portuguesa em França.

dbdbastos (1).jpeg

dbdbastos (1).JPG

dbdbastos (2).jpeg

dbdbastos (2).JPG

dbdbastos (3).JPG

dbdbastos (4).JPG

dbdbastos (5).JPG

dbdbastos (6).JPG

dbdbastos (7).JPG

dbdbastos (8).JPG

dbdbastos (9).JPG

dbdbastos (10).JPG

dbdbastos (11).JPG

dbdbastos (12).JPG

GAR DEFICIÊNCIA VISUAL PROMOVE PASSEIO A SANTIAGO DE COMPOSTELA

O Grupo de Apoio à Reabilitação das Pessoas com Deficiência Visual (GAR) de Fafe, realizou, ontem, o habitual passeio visita de Páscoa, este ano a Santiago de Compostela, no âmbito do protocolo de colaboração entre o Município de Fafe e a Delegação de Braga da ACAPO (Associação de cegos e Amblíopes de Portugal).

IMG_3816 (2)-1.JPG

Com este tipo de atividade, que integra o plano anual de atividades, pretende-se proporcionar aos participantes oportunidades de convívio e interação social de forma a contribuirmos para a diminuição do isolamento e promover o desenvolvimento pessoal e social dos mesmos.

Contámos com a participação de 15 pessoas com deficiência visual (Fafe, Pedraído, Fornelos e Golães) e seus acompanhantes num transporte assegurado pelo Município de Fafe.

IMG_3817 (2)-1.JPG

PRÉMIO LITERÁRIO A. LOPES DE OLIVEIRA DISTINGUE OBRA DE ARTUR FERREIRA COIMBRA SOBRE OS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE FAFE

O Júri do Prémio Literário A. Lopes de Oliveira/Câmara Municipal de Fafe – Estudos Histórico-Sociais de Âmbito Local ou Regional e respeitante a obras publicadas nos anos de 2017 e 2018, deliberou, por unanimidade, atribuir o Prémio à obra historiográfica Bombeiros Voluntários de Fafe – Uma História de Heroísmo desde 1890, de Artur Ferreira Coimbra, “pela qualidade de escrita e imagem e carácter abrangente e exaustivo da obra”, decisão aprovada pela Câmara Municipal de Fafe, na sua última reunião.

ARTUR COIMBRA-Fafe.JPG

O Júri integrou os Professores José Viriato Capela, docente da Universidade do Minho, José Carlos Meneses e João Carlos Pascoinho, ambos docentes do Instituto de Estudos Superiores de Fafe.

Bombeiros Voluntários de Fafe – Uma História de Heroísmo desde 1890 é uma obra de investigação que tece todo o historial de quase 130 anos da humanitária associação fafense e que foi publicada em Novembro de 2017, tendo sido apresentada no âmbito de um sarau solidário, ao qual esteve presente o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, Comandante Jaime Marta Soares.

Por essa mesma obra, o historiador Artur Coimbra foi agraciado há um ano com o Crachá de Ouro da Liga dos Bombeiros Portugueses, a mais alta condecoração desta entidade.

O Prémio Literário A. Lopes de Oliveira/Câmara Municipal de Fafe, instituído em 1983, é atribuído de dois em dois anos e visa estimular a publicação de estudos histórico-sociais das realidades de determinada localidade ou região portuguesa, no quadro do aprofundamento da matriz regional e local do nosso país.

A cerimónia de entrega do Prémio ocorre no próximo dia 25 de Abril, no âmbito da sessão solene comemorativa da efeméride.

CAPA LIVRO BOMBEIROS.jpg

FAFE RECEBE RALI HISTÓRICO

Norte Classic com passagem por Fafe

Fafe vai acolher, a 14 de Abril, mais uma edição do Norte Classic, rali de regularidade histórico, inserido no calendário da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting.

Esta é a segunda vez que o evento é organizado na Região Norte do país, depois de o Clube Português de Automóveis Antigos ter lançado o desafio à comissão organizadora da prova. Em 2018, a prova contou com 120 participantes, tendo-se revelado, na sua estreia, um verdadeiro sucesso.

Com o apoio do Turismo Porto e Norte e com a cidade de Braga a constituir o epicentro do evento, o Norte Classic passará também pelos Municípios de Arcos de Valdevez, Amares e Fafe, tendo inicio marcado para 12 de Abril.

O Norte Classic procura promover o automóvel antigo e a zona Norte como destino turístico, uma região também com grande tradição no desporto automóvel.