Casa das Artes acolhe “Fados e Outras Canções” cuja receita reverte a favor dos Bombeiros de Arcos de Valdevez
No próximo sábado, dia 17 de janeiro, a Casa das Artes acolhe a primeira edição do “Fados e Outras Canções”, com a participação de artistas arcuenses e não só.
Um espetáculo dedicado à alma portuguesa e à tradição, onde as vozes irão viajar por músicas conhecidas, com interpretações especiais, e que não vão deixar ninguém indiferente.
O concerto tem um carácter solidário, já que a receita do espetáculo reverte, integralmente, para a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez.
Maria Pereira, cantora, nasceu em Vila Nova de Cerveira, a 4 de fevereiro de 1914 e faleceu em Lisboa, a 9 de janeiro de 2003 foi
Foi muito nova para Lisboa e aos 20 anos já cantava em várias casas de fado.
Fez parte do elenco inicial do programa Companheiros da Alegria de Igrejas Caeiro, a partir de 11 de agosto de 1951, cujo objetivo era acompanhar a Volta a Portugal em Bicicleta.
Gravou para editoras como a Alvorada, Valentim de Carvalho (Parlophone/EMI e His Master’s Voice) e Movieplay (ex-SonoPlay).
Foi proprietária do restaurante típico “Painel do Fado”, no Bairro Alto.
Em 1989, Maria Pereira integrou, com “O Fado mora em Lisboa“, uma compilação editada pela Movieplay, sob o título Melodias de Sempre – Vol. 2, que seria reeditado em CD, no ano de 1995.
A sua interpretação da “Marcha do Castelo” faz parte de Noite de Marchas em Lisboa, editada em 1994 pela Movieplay Portuguesa e uma das compilações da série “Os Melhores dos Melhores”.
Viana do Castelo será a primeira cidade a receber a exposição AH AMÁLIA – LIVING EXPERIENCE, dentro do projeto itinerante Ah Amália On Tour!
A Princesa do Lima não poderia ser cenário melhor para esta estreia, dada a ligação especial de Amália com a cidade. A artista teve uma longa parceria com o vianense Pedro Homem de Mello, interpretando diversos poemas seus, como: “A minha terra é Viana” e “Havemos de ir a Viana”, que se tornou um verdadeiro hino da Romaria da Senhora da Agonia. A cidade também tem uma rua em sua homenagem, reforçando o vínculo entre Amália e Viana do Castelo.