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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MONÇÃO APRESENTA LIVRO E INAUGURA EXPOSIÇÃO COM “DESENHOS DE OBSERVAÇÃO” QUE MOSTRAM “UM ALTO MINHO BELÍSSIMO”

Durante 12 meses, 55 artistas e entusiastas do desenho passaram pelo Alto Minho, através de residências artísticas e encontros de sketching, para observar, sentir e registar, de forma espontânea, os principais recursos identitários da nossa região.

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O resultado é uma coleção única de memórias e de momentos, evocados em cerca de 160 desenhos a cores ou a preto e branco, que deixam transparecer o que de melhor a região tem para oferecer: monumentos, paisagens, recantos pitorescos e pormenores que passam despercebidos.

A apresentação da publicação “Desenhos do Alto Minho: Sketching com história”, no Museu do Alvarinho, esteve a cargo de Eduardo Salavisa, coordenador do projeto. Falou do convite lançado pela CIM Alto Minho, do espírito momentâneo e criativo inseparável da atividade dos Urban Sketchers e de um conjunto de “desenhos de observação” que mostram um “Alto Minho belíssimo”.

O presidente do Conselho intermunicipal da CIM Alto Minho, José Maria Costa, focou-se na visa artística de uma publicação com inspiração artística que, acrescentou, permitirá aos residentes e forasteiros apreciar a beleza natural, patrimonial e humana da região, bem como alguns pormenores deliciosos que passam despercebidos no dia a dia.

Uma redescoberta de espaços na região do Alto Minho também sublinhada pelo autarca monçanense, António Barbosa, o qual destacou a interação com o público proporcionada pela iniciativa e a concertação estratégica dos dez municípios na concretização deste projeto.

Antonio Barbosa referiu que “é um orgulho ser minhoto e uma honra pertencer à CIM Alto Minho”, terminando com um agradecimento à organização: “Artistas de diferentes locais visitaram o nosso território e passaram para o papel aquilo que nos identifica. O resultado final é mais um contributo para a promoção da nossa região. Obrigado a todos que participaram no projeto”.

Após a apresentação do livro, realizou-se a abertura da exposição. No primeiro andar do Museu do Alvarinho, a história de um dos vinhos brancos mais afamados do mundo, articula-se, até 2 de junho, com os traços e as cores de um território com alma feito por gente autêntica.

Os Urban Sketchers são um coletivo de autores com mais de 800 membros que desenham as cidades onde vivem e os locais por onde viajam. Encontram-se regularmente para desenhar em grupo e estão associados em países de todo mundo.

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INAUGURAÇÃO DO PÓLO DO BRAGA DA BIENAL DE GAIA FOI UM SUCESSO!

A BIENAL INTERNACIONAL DE ARTE DE GAIA, na sua terceira edição, é já um marco no panorama artístico nacional e internacional. Com uma história mais recente do que outras iniciativas semelhantes, a Bienal de Gaia afirma-se já como uma das maiores em número de artistas e de obras expostas, mas sobretudo, na qualidade que seleciona e apresenta. Não é de estranhar esta rápida afirmação no panorama nacional e internacional, porque, por trás desta organização está a Cooperativa de Artistas de Gaia, a maior associação constituída exclusivamente por artistas (com currículo e trabalhos apresentados a um júri de admissão) do país, essa sim, com um longo e prestigiado histórico.

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Consciente de que não se deve confinar a um evento local e com o intuito de criar mais laços entre artistas e públicos, a Bienal Internacional de Arte de Gaia tem-se expandido por vários concelhos com a criação de polos.

Bienal de causas, a Bienal de Gaia reforça esta ideia de encontro, porque as causas só ganham voz no encontro, no diálogo aberto, no espaço público.

Mais, a criação do Polo de Braga, sob a curadoria de Teresa Ricca, para além de trazer à Casa dos Crivos duas dezenas de artistas selecionados, convidou artistas/valores locais tornando a exposição num evento do mais alto significado para a cidade de Braga.

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O Polo de Braga, na Casa dos Crivos, abre também uma porta entre as duas instituições, permitindo um alargamento a futuras iniciativas que tanto podem trazer à cidade grandes nomes da arte contemporânea como alargar caminhos para os artistas bracarenses. Vila Nova de Gaia acolhe o maior número de exposições, quer temáticas quer de grandes causas. Ao propor a criação do Polo de Braga, a 3ª Bienal Internacional de Arte de Gaia, dirigida pelo Dr. Agostinho Santos, está a levar mais longe e a mais públicos a arte.

A participação da Tuna da Universidade do Minho e o clima de convívio gerado por cerca de uma centena de artistas e convidados na sessão de abertura, fizeram da inauguração um momento marcante na vida cultural da cidade de Braga.

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MONÇÃO APRESENTA “DESENHOS DO ALTO MINHO: SKETCHING COM HISTÓRIA”

“Desenhos do Alto Minho: Sketching com História” é o nome do livro e da exposição que será lançado e aberta em simultâneo, no próximo dia 18 de maio, sábado, pelas 18h00, no Museu do Alvarinho. Esta iniciativa surge do repto lançado pela CIM Alto Minho à Associação USkP - Urban Sketchers Portugal, à qual se juntou a USkP Norte, tendo em vista a valorização e promoção turística do património cultural e natural da região.

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A apresentação do livro estará a cargo de Eduardo Salavisa, membro da USkP - Urban Sketchers Portugal. numa sessão que contará com intervenções de representantes da CIM Alto Minho e da Câmara Municipal de Monção. A exposição pode ser vista até ao dia 2 de junho, percorrendo depois todos os concelhos do Alto Minho.

“Desenhos do Alto Minho: Sketching com História” insere-se no âmbito do projeto “Alto Minho 4D - Viagem no Tempo”, cofinanciado pelo PO Norte 2020, o qual está a ser dinamizado pela CIM Alto Minho em colaboração com os seus 10 municípios associados.

Ao longo de 12 meses, mais de meia centena de artistas e entusiastas do desenho passaram pelo Alto Minho, através de residências artísticas ou de encontros de sketching, para observar, sentir e registar, de forma espontânea, os principais recursos identitários deste território.

O resultado é uma coleção única de memórias e de momentos vivenciados pelos artistas, evocados em cerca de 160 desenhos a cores ou a preto e branco, que deixam transparecer o que de melhor a região tem para oferecer: monumentos, paisagens, recantos pitorescos e pormenores que passam despercebidos. Sem dúvida, um convite ao leitor para que desenhe as suas próprias viagens.

Os Urban Sketchers são um coletivo de autores com mais de 800 membros que desenham as cidades onde vivem e os locais por onde viajam. Encontram-se regularmente para desenhar em grupo e estão associados em países de todo mundo.

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MANUEL RAMOS EXPÕE "ROSTOS E PAISAGENS" EM MONÇÃO

Monção leva a efeito a exposição de pintura do artista monçanense Manuel Ramos intitulada "Rostos e Paisagens", que se encontra patente ao público até ao próximo dia 31 de maio, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho.

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Manuel Ramos, é natural da freguesia da Bela, considera-se pintor autodidata há 18 anos, data em que realizou a sua primeira exposição em Melgaço. Esta exposição é composta por mais de duas dezenas de paisagens, naturezas, retratos e outras realidades. Retratos esses, pintados ao vivo ou através de fotografia.

A entrada é livre! 

Muito agradecemos a sua visita e a melhor divulgação da exposição.
Horário da Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho: 
 terça a sexta feira: das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00 
sábado: das 14h00 às 19h00 
domingo e segunda feira: encerrada 

Mais informações em: 

www.casamuseumoncao.uminho.pt 
www.facebook.com/pages/Casa-Museu-de-MonçãoUniversidade-do-Minho/809321412454696

CABECEIRAS DE BASTO PROMOVE RESIDÊNCIA ARTÍSTICA

Residência Artística: exposição coletiva inaugurada na Casa do Tempo

A obra coletiva executada durante a Residência Artística em Cabeceiras de Basto, que a Câmara Municipal promoveu, foi apresentada ao público no passado sábado, dia 4 de maio, dando a conhecer os “vestígios, memória, arquivo, tempo e fragmentos” do Mosteiro e seu espaço envolvente, sob diferentes olhares. Olhares dos artistas portugueses Angelina Nogueira e Susana Aleixo Lopes, da alemã Desirée Desmarattes, dos italianos Nicollò Rossi e Serena Barbieri e, ainda, do inglês Vijay Patel que integraram esta iniciativa e contribuíram, com as suas investigações pessoais, para o enriquecimento e valorização de Cabeceiras de Basto, em geral, e do Mosteiro de S. Miguel de Refojos, em particular. 

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Trabalhos diferentes entre si, que apelam à emoção e à lembrança dos Cabeceirenses que visitarem esta exposição. Desde a madeira queimada que traz à memória o grande incêndio que o Mosteiro sofreu em 1951, ao totem ‘Ascensão’ (neste caso coluna) que pode ser encarado como o símbolo de uma coletividade, passando pela figuração do pão, pelos vitrais da Igreja, pela representação do espaço/objetos do antigo refeitório dos monges e da antiga livraria e ainda pelo espaço exterior junto à Ribeira de Penoutas, todos estes trabalhos refletem as vivências e as marcas deixadas pelos monges beneditinos em Cabeceiras de Basto, período que marcou indubitavelmente a História deste povo.

Sob a coordenação da artista plástica e curadora Rebecca Moradalizadeh, a exposição final desta Residência Artística foi pensada como um “Gabinete de Curiosidades” onde foram trabalhados não só o património material/edificado como também o imaterial, designadamente as pessoas, desde logo as relações humanas e as emoções.

Madeira, gesso, acrílico, vidro, latão, barro, cimento, plástico, papel, tinta, carvão, linho, lã, entre outros, foram os materiais utilizados pelos artistas para a concretização desta obra final da Residência Artística internacional que culminou na apresentação de seis instalações distintas, tendo como denominador central o Mosteiro de S. Miguel de Refojos. Ao longo de seis dias, os seis artistas trabalharam na Casa da Urtigueira em Cabeceiras de Basto que foi transformada em casa-atelier entre os dias 29 de abril e 4 de maio.

“O Mosteiro de S. Miguel de Refojos é por si só um espaço repleto de possibilidades. Contém em si uma vasta panóplia de conceitos de trabalho, do ponto de vista artístico, desde a sua História (tempo, memória, arquivo) à sua espacialidade (visual, sensorial), ornamentada de simbologias racionais e poéticas” lê-se no guia da exposição que estará patente ao público até ao dia 17 de maio, na Casa do Tempo.

Enquadrada no programa cultural ‘Mosteiro de Emoções’, financiado por fundos comunitários, através do Norte2020, a Residência Artística culminou, assim, com a apresentação da exposição coletiva que foi inaugurada, no dia 4 de maio, pela vereadora da Cultura, Dra. Carla Lousada.

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VIANA DO CASTELO RECEBE EXPOSIÇÃO DE DESIGN

Exposição Design@IPVC: de Milão para Viana do Castelo

A exposição decorre de 01 de maio a 07 de maio no Espaço Linha Norte - Estação Viana Shopping, localizado na Av. General Humberto Delgado, 4900 Viana do Castelo.

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A presente exposição integrou, recentemente, a Milano Design Week – Fuorisalone 2019, evento que decorreu em simultâneo com a Feira Internacional do Móvel de Milão.

O Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) foi uma das instituições convidadas pela Associação Portuguesa das Indústrias de Mobiliário e Afins (APIMA) para contribuir na representação de Portugal num dos mais importantes eventos mundiais dedicados ao Design.

A exposição contou com a presença de 29 produtos de 24 designers formados no IPVC. Esta mostra recebeu a visita de milhares de pessoas interessadas em conhecer os produtos desenhados e fabricados no nosso país.

Agora em Viana do Castelo, pretende-se recriar a experiência vivenciada em Milão, em virtude do enorme impacto que obteve. Para além dos produtos físicos, a exibição apresenta um conjunto vasto de fotografias de trabalhos de projeto, realizados nos vários cursos de Design do IPVC.

Estes registos fotográficos retratam o ensino do Design ao longo de mais de 20 anos e, simbolicamente, pretendem prestigiar muitas centenas de outros designers igualmente formados na nossa instituição.

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PINTOMEIRA EXPÕE EM VIANA DO CASTELO “FACES DAS MADONAS DO RENASCIMENTO"

Exposição encontra-se patente na Galeria da Santa Casa da Misericórdia de Viana

A cerimónia de abertura desta mostra vai acontecer no próximo sábado, dia 4 de Abril, pelas 17,30 horas, estando desde já a despertar forte expectativa, dado a mesma integrar apenas quadros do seu novo tema, o décimo quinto, numa demonstração de que a insubmissão e a procura da diferença foi sempre a sua melhor característica ao longo de uma carreira de 52 anos de pintura.

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Pintomeira é natural de Deocriste, concelho de Viana do Castelo, e um dos mais conceituados artistas plásticos, sobretudo nas áreas da pintura, fotografia e ilustração.

Em Amesterdão, capital da Holanda, durante a década de 1970 e, ainda, no seu período surrealista, Pintomeira foi fortemente influenciado pelos temas dos pintores do Renascimento, principalmente os alusivos à mitologia greco-romana. Salientamos as obras Leda e o Cisne de 1977, Apollo e Daphne e Júpiter e Antiope, de 1978.

Com este novo trabalho, Faces de Madonas do Renascimento, o seu 4º tema relacionado com o rosto feminino (Faces 2003, Outras Faces 2010 e Novas Faces 2016), Pintomeira revisita a obra renascentista, sendo, agora, influenciado pelas devotas e piedosas faces das Madonas produzidas durante esse admirável período da história da arte. Se a sua expressão devota e contemplativa nos remete para as obras de temática religiosa produzidas durante o renascimento, estas faces são interpretações individuais de desenho simples e de ausência da lógica nas proporções, portanto, já de estilo maneirista.

Com o título “Faces de Madonas do Renascimento”, Pintomeira apresenta trabalhos em técnica mista sobre tela, sobre papel de fotografia colado em placa de PVC e sobre cartão. Ele usa tintas acrílicas, grafite e pastel para a preparação de um fundo de linguagem abstracta. O seu enérgico e marcante estilo continua presente no desenho das faces das madonas, utilizando o seu, já característico, forte e denso contorno. São recorrentes as figuras geométricas, o tracejado, os drippings e o design gráfico.

A pintura é, na sua quase totalidade, monocromática, onde predominam o preto e o branco e as respectivas gradações de tons cinza. Algumas obras apresentam-se com pequenas manchas de cores primárias.

A Faces de Madonas do Renascimento conduziram assim Pintomeira à produção do seu 15º tema, numa já longa e multifacetada carreira, onde se encontram, também, a fotografia a arte digital e a ilustração.

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FAMALICÃO EVOCA JOÃO PENHA

João Penha e a sua obra em exposição

Abre amanhã, sexta-feira, pelas 14h00 e fica patente até 30 de junho no Museu Bernardino Machado, em Vila Nova de Famalicão, a exposição dedicada a “João Penha (amigo de Bernardino Machado) e a sua obra”.

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Com entrada livre, a mostra pode ser visitada de quinta a sexta-feira das 10h00 às 17h30 e aos sábados e domingos das 14h30 às 17h30.

João Penha (1839-1919) nasceu em Braga e, depois de efectuar nestas cidade, os seus estudos elementares e secundários, ingressou na Universidade de Coimbra, onde se bacharelou em Direito (1873), vindo posteriormente a exercer a advocacia na sua cidade natal. Em Coimbra, conviveu, com Bernardino Machado e participou, ativamente, no movimento literário de reação contra o ultra-romantismo--conhecido por Parnasianismo--que teve a sua figura maior em Gonçalves Crespo e a sua bandeira na revista A Folha (1868-1873), fundada e dirigida pelo poeta João Penha, onde colaboraram além dele e de Crespo, também Gomes Leal, Antero de Quental, Guerra Junqueiro, Simões Dias e Cândido de Figueiredo, entre outros.  Deixou uma vasta obra literária, há pouco anos estudada e publicada, em vários volumes, numa edição crítica, por Elsa Pereira, Professora da Universidade de Lisboa.

SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DA ABADIA RECEBE EXPOSIÇÃO "MARIA... MULHER DE FÉ"

Depois de ter estado patente na Galeria de Artes e Ofícios de Amares, a exposição "Maria...Mulher de Fé" vai seguir viagem até ao Santuário de Nossa Senhora da Abadia, considerado o Santuário Mariano mais antigo da Península Ibérica, local onde permanecerá durante maio, mês dedicado à Virgem Maria.

Sentir as emoções de Maria, revivendo os vários episódios da sua vida, numa provação de Fé e de desenraizamento da vida terrena, é a expressão da pintura promovida pelo Atelier de Arte Sacra Francisco Neto, através desta exposição promovida pela Comissão Organizadora da Procissão da Burrinha e acolhida pelo Município de Amares.

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PONTE DE LIMA EXPÕE ARTES PLÁSTICAS

Exposição de Artes Plásticas “Confronto”. APPACDM de Ponte de Lima. Torre da Cadeia Velha de 4 a 26 de maio

A Torre da Cadeia Velha em Ponte de Lima recebe a partir do dia 4 de maio, às 18 horas uma exposição de artes plásticas sob o tema “Confronto”.

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São trabalhos da autoria dos utentes da APPACDM – Centro de Reabilitação de Ponte de Lima da APPACDM de Viana do Castelo, que nos mostram que A vida é uma sucessão de confrontos: com os outros, connosco, com a realidade.

Ultrapassando barreiras, combatendo os nossos medos, as nossas limitações, aprendemos a viver e a conviver e a redefinir os nossos pontos de partida.

É sobre estes confrontos vividos por diversos autores que esta exposição se baseia. Confrontos individuais, únicos e irrepetíveis, onde as intenções rumam à construção de projetos de vida que se debatem em diversos confrontos, materializados em trabalhos recorrendo à pintura, à cerâmica e diversas técnicas mistas.

Visite a exposição que vai estar patente até ao dia 26 de maio na Galeria da Torre da Cadeia Velha, de segunda a domingo, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.

MONÇÃO: “E DEPOIS DO ADEUS”

Englobada na programação das comemorações do 25 de abril, a exposição/instalação artística “E Depois do Adeus”, de Ricardo Campos, inaugurada, ontem à tarde, nos Paços do Concelho, encontra-se patente ao público durante todo o fim de semana, entre as 11h00 e as 13h00 e as 14h30 às 18h30.

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Nesta exposição, que apresenta diferentes fases do artista plástico monçanense, o público pode apreciar trabalhos executados com várias técnicas, deambulando por salas e corredores de um espaço degradado e decrépito que, registe-se, será objeto de intervenção espacial e estrutural, com arranque previsto para o próximo ano.

Além do deslumbre proporcionado pela arte, umas vezes bela e cintilante, outras vezes inquietante e provocadora, esta exposição reflete a sensação plena e vigorosa que a mudança é possível. Qualquer uma. Mesmo as mais obscuras e indecorosas. Que aprisionam o pensamento livre e a expressão de ideias.

Como a Revolução de Abril, tão poética para quem assistiu de longe, com cravos nas espingardas e gente feliz com lágrimas, “E Depois do Adeus”, nos Paços do Concelho, assume a condição metafórica que nada nem ninguém pode deter a força e a vontade da razão.

Aqui, nesta instalação artística, batizada com a primeira senha da Revolução sem sangue, o rebuliço caótico das instalações de um edifício com história, com dias melhores à espreita, transforma-se numa luminosidade libertadora criada em contexto aberto e criativo.

Haverá melhor forma de celebrar a democracia?

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PONTE DE LIMA EVOCA CONDE D'AURORA

Município de Ponte de Lima organiza exposição evocativa “Conde d’Aurora: o homem, a obra e a sua terra”

O Município de Ponte de Lima, através da Biblioteca Municipal, inaugura no dia 03 de maio, pelas 18h30, a exposição evocativa “Conde d’Aurora: o homem, a obra e a sua terra”, assinalando, desta forma, os 50 anos do falecimento de José de Sá Coutinho, 3.º Conde d’Aurora.

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Propositadamente lançada no dia do falecimento do prestigiado limiano, espera-se que a exposição venha dignificar o seu relevante legado literário, etnográfico e fotográfico, assim como, honrar o exemplo de humanismo que sempre moldou o seu relacionamento com os outros e enaltecer a sua incansável entrega na defesa do património local ao longo da sua vida.

A par da mostra biobibliográfica, realizar-se-á, no mesmo dia, pelas 19h, no auditório da Biblioteca Municipal, a palestra Conde d’Aurora, um homem à imagem da sua terra”, orientada por João Alpuim Botelho.

Associe-se a esta homenagem, visite a exposição e assista à palestra em tributo deste distinto pontelimense.

FAMALICÃO EXPÕE ARTE CERÂMICA

A arte da cerâmica da Fundação Castro Alves em exposição exclusiva nos Paços do Concelho. Exposição “Agnus Dei” foi inaugurada hoje e vai estar patente até dia 24 de maio

Oito peças únicas, produzidas minuciosamente com a chancela de qualidade da Escola de Cerâmica Artística da Fundação Castro Alves, compõem a exposição “Agnus Dei”, inaugurada esta quinta-feira, 18 de abril, nos Paços do Concelho de Vila Nova de Famalicão.

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O tempo pascal dá o mote para esta nova mostra da escola e museu da freguesia de Bairro, que vai estar patente no átrio do edifício principal da Câmara Municipal até dia 24 de maio.

“Natividade”, “Esplendor do Nascimento”, “O amor de Deus que se fez criança”, “Sagrada Família”, “Última Ceia”, “Crucificação”, “Deposição de Cristo no Túmulo” e “Ressurreição”, assim se chamam as oito peças de cerâmica, moldadas em barro, expostas nesta exposição de natureza religiosa.

Uma coleção heterogénea e única que pretende divulgar o património de arte sacra em cerâmica desenvolvido em Vila Nova de Famalicão pela Escola de Cerâmica Artística da Fundação Castro Alves.

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A Fundação Castro Alves explica ainda que esta exposição, que pode ser visitada gratuitamente de segunda a quinta, entre as 09h00 e as 18h00, e à sexta-feira, das 09h00 às 12h00, se insere “no âmbito da sua política de promoção e descentralização cultural”.

“É uma pequena amostra da enorme riqueza e qualidade da arte da Fundação Castro Alves e uma nova razão para que venham até aos Paços do Concelho desfrutar deste magnífico espaço”, referiu hoje o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, na cerimónia de inauguração.

Recorde-se que a Fundação Castro Alves foi fundada em 1991 pela mão do Comendador Manuel Maria Castro Alves (1935-1998), como sequência natural e enquadramento jurídico para a meritória obra educativa, artística e cultural, iniciada em 1971 através da criação do então Centro de Arte e Cultura Popular de S. Pedro de Bairro. Em 1979 o Comendador Castro Alves aumenta as valências do centro, com a criação da Escola de Cerâmica Artística, que teve como grandes impulsionadores, os Pintores Júlio Resende e Francisco Laranjo, numa fase intermédia o oleiro Fernando Sousa e posteriormente o Arquiteto Fernando Lanhas, que frutificou o Museu de Cerâmica Artística.

A Escola de Cerâmica Artística, permitiu formar artesãos que pelos seus trabalhos e qualidade artística permitiram que em 1987 fosse edificado o Museu de Cerâmica Artística. O Museu tem em exposição permanente coleções constituídas por dois núcleos, um de olaria e outro de esculturas de cerâmica, o que representa um espólio de 1336 peças distribuídas por três salas com uma área total de 400m2.

Na atualidade a Fundação Castro Alves tem como valências âncora o Museu de Cerâmica Artística, a Escola Oficina de Cerâmica Artística e a Escola de Música que se encontra sob a direção pedagógica do CCM, e tem consolidado as suas respostas ao nível do Serviço Educativo e Social e da Programação Cultural.

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TERRAS DE BOURO EXPÕE SOBRE O CORTEJO DA BURRINHA

Exposição “Burrinha, Um Cortejo Singular” na Câmara Municipal de Terras de Bouro até dia 30 de abril

No dia 16 de abril foi inaugurada, no edifício da Câmara Municipal de Terras de Bouro, a exposição alusiva à quadra pascal, “Burrinha, Um cortejo Singular”.

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Da autoria do fotógrafo Alberto Queirós, este acervo fotográfico que ficará entre nós até dia 30 de abril, explana, de uma forma perfeita, um importante acontecimento da Semana Santa da cidade de Braga, que sai para as ruas na noite de quarta-feira e onde, “através de várias imagens, o fotógrafo nos convida a percorrer os episódios mais emblemáticos do Antigo Testamento através da força das expressões vividas na Procissão da Burrinha, enquanto sinal de aliança”.

Sendo possível visitar no horário normal de funcionamento dos serviços municipais, a mostra é da responsabilidade do Município de Terras de Bouro e da Junta de Freguesia de S. Vítor a quem, naturalmente deixamos o nosso agradecimento.

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MUNICÍPIO DE ESPOSENDE MOSTRA PINTURA DE FERNANDO ROSÁRIO

Abriu esta sexta-feira ao público, no Museu Municipal de Esposende, a exposição "Vita Christi", do pintor esposendense Fernando Rosário. A mostra é complementada com peças de arte sacra de autores consagrados, inserindo-se nas solenidades da Semana Santa, mas a exposição estará patente até 31 de maio.

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Segundo o presidente da Câmara Municipal de Esposende, "o apoio à cultura local é uma obrigação do Município", razão pela qual há um projeto para o concelho que passa pela valorização do espólio de Ventura Terra, Viana de Lima, Henrique Medina, Manuel Boaventura e Belemino Ribeiro, entre outros, mas que contempla o apoio a artistas contemporâneos.

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"As medidas adotadas visam o benefício da comunidade. As políticas são direcionadas na educação para a cultura e preservação do património que é nosso", sublinhou Benjamim Pereira, agradecendo a Fernando Rosário por disponibilizar a sua obra à fruição da população.

O pintor revelou o seu sonho de ver as suas obras "reunidas num local próprio, principalmente as que versam temas locais".

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AMARES EXPÕE "MARIA... MULHER DE FÉ"

Exposição "Maria...Mulher de Fé" patente na Galeria de Artes e Ofícios de Amares

Sentir as emoções de Maria, revivendo os vários episódios da sua vida, numa provação de Fé e de desenraizamento da vida terrena, é a expressão da pintura promovida pelo Atelier de Arte Sacra Francisco Neto, com a exposição “Maria…Mulher de Fé”, acolhida pelo Município de Amares. A exposição foi inaugurada, esta manhã, na Galeria de Artes e Ofícios, na Praça do Comércio, em Ferreiros, local onde pode ser apreciada até ao dia 30 de abril.

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Promovida pela Comissão Organizadora da Procissão da Burrinha, esta iniciativa pretende divulgar a primeira procissão da semana Santa de Braga, que representa episódios desde o antigo Testamento até aos primeiros dias de Jesus.

“Já o ano passado tivemos aqui uma exposição alusiva à Procissão da Burrinha e voltamos a abrir as portas ao Município de Braga acolhendo mais uma mostra cultural, desta vez com uma exposição mais orientada para a arte sacra mas com o mesmo intuito: dar espaço a uma interessante referência cultural e religiosa, proporcionando também aos nossos munícipes um contacto privilegiado com as obras que aqui podem ser apreciadas”, referiu o vice-presidente da Câmara Municipal de Amares, Isidro Araújo, destacando, a importância da partilha entre territórios próximos.

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Através das várias pinturas a óleo em exposição o artista convida-nos “a percorrer os momentos mais significativos da vida de Maria, em atos que podem ser entendidos como de grande coragem e determinação”. Esta exposição é também um convite à população amarense para assistir ao cortejo bíblico, que sai à rua no dia 17 de abril, às 21h30 e percorre a cidade de Braga.

“Procuramos estabelecer este intercâmbio entre concelhos vizinhos com laços de amizade porque reconhecemos a importância destas parcerias, trazendo peças de artes belíssimas representativas de um dos momentos culturais e religiosos mais simbólicos da nossa cidade para que sirvam também de atrativo”, admitiu o presidente da Junta de Freguesia de São Vítor, Ricardo Silva, que se fez acompanhar pelo secretário Domingos Abreu, e pelo tesoureiro, José Ferraz.

“As pessoas de Amares têm uma relação muito grande com a cidade de Braga, por isso, sair de portas e trazer através desta exposição um convite para aquela que é uma das nossas procissões mais icónicas e representativa desta época que vivemos é muito importante. Ambos os municípios ganham com isso”, referiu Lídia Dias, vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Braga.

Depois da estadia na Galeria de Artes e Ofícios de Amares, a exposição vai seguir até ao Santuário de Nossa Senhora da Abadia, onde permanecerá durante o mês de maio.

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PONTE DE LIMA REALIZA FEIRA DA CAÇA, PESCA E LAZER

Ponte de Lima realiza de 21 a 23 de junho a XI Feira da Caça, Pesca e Lazer

O Município de Ponte de Lima em parceria com a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Ponte de Lima organizam a Feira de Caça, Pesca e Lazer de 21 a 23 de junho de 2019, na Expolima.

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A completar a XI edição, o certame aposta na promoção dos recursos cinegéticos do concelho, assim como as suas potencialidades transversais aos campos da pesca desportiva de água doce, da caça, e do turismo, numa estreita ligação com o património natural e cultural, alicerçada numa forte aposta turística do concelho de Ponte de Lima.

Há semelhança das edições anteriores, este evento conta com a colaboração das federações de âmbito nacional e associações do concelho, de vários setores que vão além da Caça e da Pesca, à Apicultura, Desporto, Floresta, Recreação, e Lazer e que acrescentam novas dinâmicas ao certame.

Esta feira, com mais de uma década de existência, vai contar com várias áreas de exposição de artigos da especialidade, demonstrações de aves de cetraria, mostras de espécies cinegéticas, tasquinhas com pratos e petiscos, e como não poderia deixar de ser, provas de caça, pesca, e um leque diverso de outras atividades de desporto, lazer e muita animação musical.

O concelho limiano dispõe de um numeroso conjunto de recursos de caça e pesca, que juntamente com o lazer formam um forte alvo de investimento e de procura. Assim, diversas empresas e associações dedicam-se a estas atividades e temáticas, permitindo satisfazer as exigências dos que procuram o lazer e uma maneira distinta de passar as suas férias ou um fim-de-semana prolongado, possibilitando a fruição de dias diferentes, longe do bulício das grandes cidades. Em simultâneo esta dinâmica acrescenta valor e sustentabilidade ao desenvolvimento do concelho através da promoção do turismo ativo e de natureza.

Para mais informação, consultar: https://www.visitepontedelima.pt/pt/turismo/xi-feira-de-caca-pesca-e-lazer/