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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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aCORdo quARTEto REALIZA EXPOSIÇÃO COLECTIVA DE PINTURA EM VIANA DO CASTELO

aCORdo quARTEto Pulsar Viana 2021 - Viana Shopping. De 1 de Junho a 31 de Agosto

aCORdo quARTEto são 4 pintores, AluaPolen, Bino, Mutes e Pessoa. Oriundos do Alto Minho, mais propriamente dos Concelhos de Melgaço, Arcos de Valdevez e Ponte da Barca.

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A paixão pela pintura e a necessidade de criar obras de Arte uniu-os. Vinculados por uma beleza estética e um traço pictórico distinto, expressam-se através de uma explosão de cores, emanando o seu eu, nas suas criações artísticas. Existe uma representação visível no imaginário, uma expressão interior de emoção e sensibilidade, onde o movimento, através das figuras abstratas ou corpóreas criadas são parte de cada um dos Artistas que compõe este quARTEto.

No decurso dos estilos construídos, enquadramentos cenográficos, e construções plásticas inspiradas no seu “habitat”, levam estes pintores a partilharem para com o espectador, uma novela gráfica através da pintura, baseada nas diferentes vivências, idades, inspirações, personalidades e vidas de cada um deles.

ARCOS DE VALDEVEZ ACOLHE ARCOZ´ARTE 2021 - EXPOSIÇÃO COLECTIVA DE ARTE

Arcoz´Arte é acima de tudo um encontro de amigos pintores e escultores, onde cada um dos convidados se destaca pela sua forma de fazer Arte, através da sua identidade e criação artística no mundo da pintura e escultura. São 38 Artistas plásticos, oriundos de Norte a Sul do Pais, que expõe na Casa das Artes de Arcos de Valdevez a convite de Mutes, com o apoio do Município Arcoense.

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- Não se pretende nesta mostra de Arte quantidade, mas sim qualidade, cada um dos nomes foi devidamente escolhido, assim como cada uma das peças selecionadas. Pretende-se uma exposição que prime pela peculiaridade dos trabalhos apresentados, onde cada um dos convidados se manifesta estética e visualmente de forma muito original. Esta exposição era para ter acontecido em 2020, pois a sua primeira edição foi em 2016, mas face a esta pandemia que vivemos, e após 3 datas modificadas, vai finalmente acontecer. Infelizmente não vai existir inauguração com os 39 Artistas, pois as normas de segurança não o permitem,  temos de ser conscientes, a segurança está acima de tudo. Esta exposição com inauguração a 5 de Junho, estará patente até 26 de Setembro, permitindo assim a todos os Artistas e interessados visitarem a exposição durante estes meses de verão.

Os 39 artistas que fazem parte desta exposição são:

AdiasMachado - Riba de Ave

Albino Enes - Arcos de Valdevez

Ana Camilo - Lisboa

António Porto - Caminha

Carl Godinho - Estremoz

Carlos Teixeira - Braga

Costa Araújo - Braga (HOMENAGEM)

David Bastos - Vila do Conde

Dila Moniz - Caldas da Rainha

Domingos Silva - Povoa do Lanhoso

Elizabeth Leite - Oliveira de Azeméis

Flávio Horta - Beja

Gonçalo Couto - Ponte da Barca

Humberto Cruz - Arcos de Valdevez

João Eiriz - Porto

Jorge Braga - Escultura

Jorge Rebelo - Seixal

Leonor Trindade Sousa - Espinho

Luiz Morgadinho - Seia

Manuel Cunha - Pólen - Melgaço

Marco Santos - Valença

Marta de Aguiar - Porto

Martinho Lima - Guimarães

Miguel Neves Oliveira - Braga

Miguel Silva - Bragança

Mutes - Arcos de Valdevez

Mário Portugal - Gondomar

Mário Rebelo de Sousa - Caminha

Nuno Raminhos - Porto

Paula Rosa - Lisboa

Paulo Sanches - Algarve

Pedro Espanhol - Barreiro

Pessoa - Ponte da Barca

Puskas - Monção

Taroza - Arcos de Valdevez

Raf Cruz - Lisboa

Samuel Malaia - Setúbal

Sílvia Marieta - Tomar

Vítor Zapa - Braga

GRUPO DE FOLCLORE "CASA DE PORTUGAL" APRESENTA EM ANDORRA "RETRATOS DE HOJE E DE ANTES"

"Retratos de hoje e de antes" levam Andorra ao Portugal de inicios de século XX

“Retratos de hoje e de antes” é o título da exposição que o Grupo de Folclore Casa de Portugal inaugurou ontem no Centro Cultural La Llacuna do Principado de Andorra. Integrado na semana da diversidade cultural da capital do país, Andorra la Vella, os elementos do Grupo apresentaram 18 fotografias realizadas no museu Casa Rull, museu Etnográfico Casa Cristo e museu Casa d’Areny-Plandolit, recreando vivências das gentes do norte de Portugal de inícios do século XX. Uma viagem pela memória dos antepassados realizada pela fotógrafa Mireia Medeiros e coordenada pela Cami Gonçalves, ambas membros do Grupo, e apreciada pela Ministra da Cultura e Desporto do Principado, Silvia Riva, pela Cònsol (Presidente da Câmara) de Andorra la Vella, Conxita Marsol, pelo Vereador de Cultura e Assuntos Sociais do Comú de Encamp, David Cruz, o empresário José Costa, o Padre Albano Fraga e muitos dos elementos do Grupo que participaram na exposição, além de outras personalidades que não quiseram perder a oportunidade de reviver outros tempos.

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Silvia Riva destacou que o Grupo de Folclore Casa de Portugal “soube surpreender-nos ao fusionar o folclore português e os museus de Andorra”. Por sua vez, Conxita Marsol felicitou o Grupo “pelos 25 anos e pelo trabalho, iniciativa e novos projetos”.

Além da exposição, foi apresentada também a projeção dum documental com entrevistas aos protagonista e como se realizou a reportagem fotográfica, tendo emocionado a muitos dos assistentes à inauguração.

A Semana da Diversidade Cultural termina hoje sábado com uma exposição fotográfica, em grande formato, no parque central da capital andorrana, na qual o Grupo de Folclore Casa de Portugal contribuiu com o traje “à vianesa” no mosaico de culturas que integram a mostra.

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JOÃO SALCEDAS EXPÕE AGUARELAS EM PONTE DE LIMA

Visitem esta exposição onde o talento do meu amigo João Salcedas, um "BEIRÃO" de gema, mas apaixonado pelo nosso Minho, e, em particular por Ponte de Lima, estará presente na forma como vê as belezas naturais, o património edificado, as festas e romarias, e também os hábitos e costumes desta terra que tanto amamos.

Não esquecer... fim de Maio e todo o mês de Junho.

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João Salcedas é natural e vive na Covilhã. É desenhador profissional na empresa Haco Etiquetas. Mas, decerto deslumbrou-se por Ponte de Lima, o que não é de estranhar em virtude dos seus encantos e rara beleza. E, pegou no pincel e retratou-a em tons de aguarela, com intensidade e amor como se aqui tivesse nascido.

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E, contrariando o apelo em verso do insígne poeta limiano Teófilo Carneiro – Pintores de Portugal, ajoelhai! / Isto é um milagre, não é cor nem tinta!... / Mas não pinteis, pintores! Orai, rezai! / Uma beleza destas não se pinta!... – João Salcedas pintou Ponte de Lima, à sua maneira, ao nosso tempo, mas com todo o respeito e devoção que a missão lhe exigia… com a maior veneração!

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ESPOSENDE INAUGUROU POLO DE EXPOSIÇÃO DA 4ª BIENAL INTERNACIONAL DE ARTES DE GAIA

O Presidente da Câmara Municipal de Esposende reafirmou a aposta do Município na área da Cultura, considerando-a um investimento com relevância e repercussões positivas a vários níveis, nomeadamente económico.

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Benjamim Pereira falava, esta manhã, na sessão inaugural do polo de exposição da 4.ª Bienal Internacional de Artes de Gaia, que o Centro de Informação Turística de Esposende acolhe até 30 de junho. A mostra integra trabalhos de oito artistas plásticos, quatro dos quais do concelho de Esposende, nomeadamente Jorge Braga, Dulce Atilano, Cláudio Alves e Diógenes Martins, a que se juntam Adias Machado (Riba de Ave), Mutes (Arcos de Valdevez), Luiz Morgadinho (Lisboa) e Rosa Vaz (Braga).

O autarca expressou a satisfação do Município em receber esta exposição descentralizada da Bienal de Gaia, uma grandiosa manifestação cultural, de elevado nível e prestígio. Expressou, por isso, total disponibilidade de Esposende para se associar, até em maior escala, a este evento cultural na sua próxima edição, em 2023.

Referindo-se ao facto de esta ser “uma Bienal de causas, que ajuda a mudar mentalidades, a agitar consciências e a fazer as pessoas pensarem”, como assinalou o Diretor do evento, Agostinho Santos, Benjamim Pereira afirmou que Esposende está em sintonia com esta estratégia, razão pela qual aposta no desenvolvimento de projetos de intervenção social através da arte, de que é exemplo o “AMAReMAR”.

Atendendo a que Esposende tem uma raiz cultural muito forte, o Município tem tido uma preocupação muito grande com as questões culturais, afiançou o autarca, citando, a título de exemplo o programa CREARTE, que visa a dinamização teatral no concelho, bem como o Coro de Pequenos Cantores, o Coro Ars Vocalis e o Coro Sénior, todos com uma forte dinâmica, ainda que, por força da situação pandémica, estejam com a atividade suspensa. Referiu também a assinalável produção literária municipal, quer através da reedição de obras de autores locais, como é o caso de Manuel de Boaventura, quer da edição de novas obras, destacando, ainda, o investimento em espaços privilegiados de promoção da cultura, como é exemplo a Casa das Marinhas. Revelou, a propósito, que está a ser ultimado o processo de aquisição do imóvel que será a futura Casa-Museu do escritor Manuel de Boaventura, patrono da Biblioteca Municipal, edifício que está a ser alvo de obras de requalificação e onde ficará alojado o espólio bibliográfico do historiador esposendense Franklim Neiva Soares. A este investimento na cultura soma-se, igualmente, o futuro Arquivo Municipal, que será instalado no antigo posto da GNR de Esposende, que, para o efeito, está a sofrer obras de requalificação.

“São muitos milhões de euros investidos”, afirmou o Presidente Benjamim Pereira, referindo ainda a adesão de Esposende ao conceito das Smarts Cities, que juntou a vertente da Arte às componentes da Sustentabilidade, Território e Pessoas, e ao abrigo do qual Esposende conta já com a instalação de três manifestações artísticas de reputados artistas.

Contudo, garantiu Benjamim Pereira, o investimento não se esgota nestes projetos, perspetivando-se a criação do Museu do Sargaço, em Apúlia, sendo também intenção do Município a instalação de uma Galeria de Arte no concelho, concretamente em Fão. Ainda em matéria de projetos, a autarquia pretende também criar o Museu da Gravura, o qual poderá vir a ser uma realidade na freguesia de Gemeses.

“Podemos criar condições para tornar Esposende ainda mais ativo e atrativo”, afirmou, assinalando que se trata de “investir e não de gastar, até porque a cultura traz um retorno muito grande, tanto em termos sociais e humanos, como no plano económico”. Deixou, de resto, claro que o Município está perfeitamente alinhado com uma estratégia de desenvolvimento que coloca as pessoas em primeiro lugar, razão pela qual nem todos os investimentos se enquadram nesta postura.

Concluiu, agradecendo a todos quantos tornaram possível a realização deste polo de exposição da Bienal de Gaia em Esposende e reiterou a disponibilidade do Município para manter esta cooperação, bem como para outros eventuais desafios.

Na qualidade de comissário da exposição, Jorge Braga expressou a sua satisfação pela realização deste evento em Esposende, que possibilitará dar a conhecer o trabalho de um conjunto de artistas, nomeadamente do concelho. Frisou que a sua preocupação foi garantir a qualidade das obras, ressalvando que, além do leque de artistas presentes nesta mostra, há muitos outros com qualidade. Manifestou, por isso, a esperança de que outros possam participar em próximas edições.

Por sua vez, o Diretor da Bienal Internacional de Artes de Gaia, Agostinho Santos, manifestou a sua satisfação e orgulho pela realização desta extensão do certame em Esposende, “terra de mar”. Sublinhou que esta manifestação cultural, a mais jovem do país, possui uma marca distintiva – as causas sociais, procurando alertar e sensibilizar a sociedade para um conjunto de problemáticas. Aproveitou para convidar os presentes a visitar o certame patente na antiga fiação de Crestuma, em Lever, Vila Nova de Gaia, e agradeceu a colaboração do Município e do artista Jorge Braga na concretização deste polo em Esposende.

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PONTE DE LIMA EXPÕE OS MAIOS

Exposição 'Os Maios' 2021 no Centro Histórico de Ponte de Lima.

O Município de Ponte de Lima no sentido de manter viva a tradição dos Maios promove em colaboração com as Juntas de Freguesia, IPSS's e as Escolas do Concelho, a Exposição d'Os Maios'.

'Os Maios' ficarão expostos no Largo de Camões até ao dia 7 de Maio e, em seguida, serão colocados nas varandas e janelas dos edifícios do Município.

Ao incentivar esta tradição, o Município está a contribuir para que a comunidade possa cumprir a tradição, que 'Os Maios' devem ser colocados na noite de 30 de abril para 1 de maio, nas entradas das habitações.

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ILUSTRADOR FAUSTO ISORNA EXPÕE EM MONÇÃO

A exposição intitulada "El Cielo de las Ilusiones", da autoria do ilustrador Fausto Isorna, estará patente ao público até ao final do mês de maio, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho.

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Sinopse da exposição, segundo o artista: "La exposición consta de un núcleo central que se titula El Cielo de las Ilusiones, entendido esto en su acepción de percepción errónea o confusa de un estímulo, en este caso visual. Los títulos de las obras son fruto de la técnica de corta y pega. El resto de la exposición es una muestra de otros trabajos realizados dentro de este universo de collage, algunos de ellos para libros o carteles.Las obras recogidas en esta exposición han sido realizadas con la técnica del collage, que como bien se sabe consiste en recortar fotos, dibujos, telas, papeles de colores o cualquier otra cosa susceptible de ser encolada sobre papel o cartón. A modo de samplers, las obras de otros autores sobresalen de la música de fondo; algunas son anónimas, pero otras no disimulan su origen. Para su realización no se ha utilizado ningún método informático".

A entrada é livre!

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Foto: La Voz de Galicia

Horário da Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho: (ENQUANTO DURAR O ESTADO DE EMERGÊNCIA)

De segunda a sexta feira: das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h00 

sábado e domingo: encerrada

NORMAS A RESPEITAR NO ÂMBITO DA PANDEMIA: 

A permanência nas instalações da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho está condicionada ao respeito pelas medidas implementadas para proteção de todos, nomeadamente:

  • Manter o distanciamento físico.
  • Seguir as indicações existentes.
  • Usar máscara de proteção durante todo o tempo que permanecer no edifício (a CMM não disponibiliza máscaras para os utilizadores).
  • Lavar e/ou higienizar as mãos.

Capacidade máxima de 5 pessoas na Sala de Exposições Temporárias 

A colaboração de todos é fundamental.

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PONTE DE LIMA APRESENTA ARTE DE FERNANDO HILÁRIO

O Município de Ponte de Lima, em colaboração com o Centro Local de Aprendizagem da Universidade Aberta em Ponte de Lima, apresenta, na Torre da Cadeia de Ponte de Lima, uma exposição de obras do artista contemporâneo Fernando Hilário, com o título “40 anos de Sonho e Arte”.

A mostra vai estar patente até dia 25 de Abril de 2021.

O nome de Fernando Hilário representa um manancial de criação artística que, desde os anos 80, ergueu um legado indiscutivelmente ditoso e verdadeiramente marcante, por um lado, na figuração de espaços físicos, como a cidade invicta, num chamamento contínuo, por outro, na configuração de realidades e paisagens fortuitas traduzidas em polissemias, plenas de linhas, cores e rasgos enérgicos.

No seu percurso, onde abunda a criação pictórica, através da pintura e do desenho, também explora a escultura e a transformação de objetos remanescentes, que adquirem um valor estético e conceptual devido à intervenção da criatividade do autor.

Esta exposição assume-se como uma retrospetiva do seu trabalho artístico, fruto de um labor de 40 anos, num cruzamento das geografias do sonho na matéria da arte.

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JORGE PINHEIRO EXPÕE EM FAMALICÃO

O “Discurso Silencioso” de Jorge Pinheiro na Ala da Frente. Exposição vai estar patente na galeria de arte contemporânea de Famalicão até 1 de agosto

A Ala da Frente foi até às gavetas do estúdio de Jorge Pinheiro para preparar a exposição de pintura e desenho que marca a reabertura de portas da galeria de arte contemporânea de Vila Nova de Famalicão.

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Os visitantes da Ala da Frente já podem conhecer o conjunto de obras de pintura e desenho que compõem o “Discurso Silencioso” de Jorge Pinheiro, artista natural de Coimbra, que na década de 60 fundou o grupo “Os quatro vintes” juntamente com Armando Alves, Ângelo de Sousa e José Rodrigues.

“Depois de uma fase extensa ligada ao abstrato, à geometria e à composição, Jorge Pinheiro enveredou depois dos anos 80 por outro discurso e outra de forma de avançar no trabalho ligada à figuração e esta exposição lida precisamente com essa sua vertente”, explica o curador da Ala da Frente, António Gonçalves.

“Nos desenhos que vamos encontrar nesta exposição vamos percebendo como é que algumas personagens que habitam o universo de Jorge Pinheiro foram aparecendo e foram pensadas e trabalhadas para ocupar o espaço da pintura. Um discurso silencioso, feito de registos, de formas e de gestos que se vão organizando em resposta às necessidades de composição e elaboração da pintura”, acrescenta.

Para António Gonçalves, “Jorge Pinheiro tem um reconhecido percurso feito por uma multiplicidade de formas de investigação e estudo das possibilidades do discurso plástico”.

O curador da Ala da Frente deixa ainda um desafio aos visitantes da galeria municipal: “Que o nosso olhar se possa pender nos vários olhares que se exibem nestas obras e neles possamos encontrar uma maior lucidez na companhia deste silencioso discurso”.

Recorde-se que Jorge Pinheiro nasceu em Coimbra no dia 7 de outubro de 1931. Tem o Curso Superior de Pintura da Escola Superior de Belas-Artes do Porto (1963). Fundou, com Ângelo de Sousa, José Rodrigues e Armando Alves, o grupo “Os Quatro Vintes”, numa alusão irónica à marca de tabaco «Três Vintes» e às respetivas notas de final de Curso. Lecionou na ESBAP (1963-1976), na ESBAL (1976-1996) e na Universidade de Évora (1996-1998). Expõe regularmente desde 1954 e está representado em inúmeras coleções públicas e privadas. Foi distinguido com o Grande Prémio Amadeo de Souza-Cardoso 2017. Vive e trabalha em São Pedro do Estoril.

A galeria de arte contemporânea Ala da Frente fica localizada no Palacete Barão da Trovisqueira, na Rua Adriano Pinto Basto, em Vila Nova de Famalicão.

VÍDEO: Visita guiada online à exposição “Discurso Silencioso” para ver em https://www.youtube.com/watch?v=RZ-LnIPzZ8U

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BIBLIOTECA MUNICIPAL DE VILA VERDE ACOLHE EXPOSIÇÃO COM MAIS DE TRINTA ILUSTRAÇÕES INSPIRADAS EM TEXTOS DE POETAS PORTUGUESES

«Esta mostra visa "dar voz" e conceder o devido relevo à arte e à poesia e promover o acesso das pessoas a uma grande diversidade de manifestações artísticas»

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Decorreu esta tarde, na Biblioteca Municipal de Vila Verde, a inauguração da Exposição de Sílvia Mota Lopes, "Pintar com Poesia- devaneios, palavras, traços e cor".

A partir de textos de poetas lusófonos, a artista Sílvia Mota Lopes criou um mundo de cor e sensações que mostram como a poesia é uma porta para a livre criação e permite expandir os horizontes das palavras.

A mostra catalogada, patente até 30 de abril, ilustra e recria trabalhos de 32 poetas, a que se juntam cinco autores vilaverdenses vivos e uma das maiores figuras da história do concelho, o patrono da Biblioteca Municipal de Vila Verde, Álvaro da Costa Machado Vilela.

Com este quadro, o Município de Vila Verde inaugura, na abertura desta exposição, a primeira das 25 iniciativas de celebração dos 25 anos dedicada à evocação de Machado Vilela.

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VILA VERDE INAUGURA EXPOSIÇÃO DE SÍLVIA MOTA LOPES

Biblioteca Municipal Prof. Machado Vilela de Vila Verde inaugura no próximo sábado Exposição da artista plástica e escritora Sílvia Mota Lopes.

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"Pintar com Poesia: devaneios, palavras, traços e cor" é o título da exposição que a artista plástica, mas também poeta e autora de literatura para a infância Sílvia Mota Lopes inaugura no próximo dia 10 de abril, às 15h00, na Biblioteca Municipal Prof. Machado Vilela, em Vila Verde.

A partir dos textos de poetas lusófonos, Sílvia Mota Lopes criou um mundo de cor e sensações que mostram como a poesia é uma porta para a livre criação e permite sempre expandir os horizontes das palavras. Assim, a exposição ilustra e recria os trabalhos de 32 poetas, a que se juntam cinco autores Vilaverdenses vivos e uma das maiores figuras da História do concelho, uma surpresa que será desvelada na inauguração e poderá ser também devidamente apreciada no excelente catálogo que a acompanha.

De acordo com a Vereadora da Educação, Cultura e Ação Social, Dra Júlia Rodrigues Fernandes, esta mostra visa "dar voz e conceder o devido relevo à arte e à poesia e promover o acesso das pessoas a uma grande diversidade de manifestações artísticas", no contexto de uma política cultural empenhada em "fomentar o dinamismo cultural dos territórios e potenciar uma efetiva democratização e descentralização da cultura".

A exposição insere-se no programa "25 anos - 25 ações", comemorativo dos 25 anos da Biblioteca Municipal Prof. Machado Vilela, que percorrerá todo o ano de 2021.

Devido às contingências do período que atravessamos, a participação na cerimónia de inauguração terá lugares limitados e todos os presentes deverão cumprir as regras de distanciamento físico, uso de máscara e desinfeção à entrada.

O ato conta com a colaboração da Academia de Música de Vila Verde e do grupo de teatro da Escola Secundária, "Verde em Cena".

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PONTE DE LIMA EXPÕE NOVA COLEÇÃO DE BRINQUEDOS

Museu do Brinquedo Português reabre ao público com nova exposição de brinquedos em parceria com a IRMEL

O Museu do Brinquedo Português reabre ao público com uma nova exposição intitulada “O brinquedo português pelo olhar dos Irmãos Melo”, numa parceira instituída com uma das atuais empresas portuguesas que ainda se dedica ao fabrico de brinquedos em território nacional.

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Nascida em 1966 pelas mãos de Fernando Melo, a IRMEL – Irmãos Melo é especializada no fabrico de moldes, de grandes exigências técnicas para injeção de plásticos, para diversos setores económicos. Começou a dedicar-se ao fabrico de brinquedos em 1977 e é conhecida no mercado pelas marcas King’s Toys, King’s Car e IRMEL.

Na altura, era um mercado pouco explorado em Portugal e a empresa, de cariz familiar, decidiu avançar neste setor e produzir os primeiros modelos de carros de fricção e de aviões que marcaram o início de um percurso sólido, resiliente e de constante evolução.

Os brinquedos produzidos na IRMEL são de linhas simples, feitos com plástico de qualidade e voltados, sobretudo, para a venda em feiras ou para serem utilizados em contexto de praia. Desde carros, tratores, raquetes, baldes de praia, até pandeiretas, guitarras e martelos de São João, a lista parece não ter fim e os sócios da IRMEL já perderam a conta à quantidade de modelos produzidos ao longo de 43 anos.

Nesta exposição poderá conhecer todo o seu trabalho através de uma diversidade de artigos e recordar algumas brincadeiras de infância.

 A mostra estará patente de 9 de abril a 30 de maio na Sala de Exposições Temporárias deste espaço museológico.

De relembrar que alguns dos brinquedos que se encontram na exposição permanente foram produzidos pela IRMEL, revelando as técnicas de fabrico e as matérias-primas utilizadas.

Visitem-nos e desfrutem!