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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CORPO, ABSTRAÇÃO E LINGUAGEM NA ARTE PORTUGUESA – OBRAS DA SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA NA COLEÇÃO DE SERRALVES PARA VER NO MUSEU MUNICIPAL DE CAMINHA

Exposição inaugura sexta-feira, pelas 17H30

O Museu Municipal de Caminha vai acolher a exposição “Corpo, Abstração e Linguagem na Arte Portuguesa” – obras da Secretaria de Estado da Cultura (SEC) na Coleção de Serralves, no âmbito do acordo de integração do município de Caminha como Fundador de Serralves. A cerimónia de abertura está agendada para sexta-feira, dia 19, pelas 17H30.

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Esta iniciativa integra-se num programa de exposições e apresentação de obras da Coleção de Serralves especificamente selecionadas para os locais de exposição, com o objetivo de tornar o acervo acessível a públicos diversificados de todas as regiões do país.

“"Corpo, Abstração e Linguagem na Arte Portuguesa” reúne obras da Coleção da Secretaria de Estado da Cultura (SEC) em depósito na Fundação de Serralves. A exposição representa, por um lado, os primórdios da constituição da Coleção de Serralves e, por outro, uma perspetiva muito singular sobre a arte produzida em Portugal entre as décadas de 1960–80.

As obras escolhidas atestam os diversos níveis de diálogo e confluência formais que os artistas portugueses souberam estabelecer entre si e com o contexto internacional a partir do pós-guerra. Uma das particularidades mais notáveis da arte portuguesa neste longo período de consolidação das práticas artísticas em Portugal foi a relativa indiferença ou o recurso instrumental aos aspetos mais conceptuais e performativos da arte, não obstante alguns artistas se terem dedicado a eles, como Graça Morais, António Palolo e José de Carvalho, ou até terem sido incontornáveis e essenciais em períodos específicos das carreiras de Alberto Carneiro, Ângelo de Sousa e Julião Sarmento. O que esta exposição procura verificar é o modo como a pintura e a escultura enquanto meios resultaram primordiais a todos estes artistas e às suas indagações artísticas e filosóficas. Quase todos os artistas selecionados para esta mostra estudaram e iniciaram as suas carreiras no difícil ambiente da ditadura portuguesa em que a censura e a repressão política e cívica conduziu vários deles à prisão, caso de Júlio Pomar e de Nikias Skapinakis, ou ao exílio mais ou menos forçado e permanente, como aconteceu com António Dacosta, Jorge Martins e Paula Rego. A partir da segunda metade dos anos 1950, vários dos protagonistas da arte portuguesa do último terço do século XX tiveram a possibilidade de realizar estudos no estrangeiro, quase sempre em Paris ou Londres, com pontuais estadas em Munique ou Nova Iorque, como foi o caso de Lourdes Castro, René Bertholo, João Vieira, Jorge Martins, Alberto Carneiro, Ângelo de Sousa e Eduardo Batarda. Tal permitiu aos artistas desta geração absorverem as pesquisas modernistas desenvolvidas pelos artistas da geração anterior, como Júlio Pomar, Fernando Lanhas, Nikias Skapinakis e Joaquim Rodrigo, articulando-as com os questionamentos plásticos e estéticos que se processavam nos centros artísticos internacionais.

Para estes artistas bem informados acerca dos caminhos da arte europeia e norte-americana na exploração da diluição das fronteiras entre cultura erudita e popular, no interesse pelas diversas manifestações da realidade e da comunicação mediática, na desmaterialização dos objetos artísticos, a opção pela pintura e pela escultura foi motivada pelo imperativo de desfazer um regime de imagens dependente da propaganda ideológica do Estado Novo, vinculado à representação dos valores conservadores e populares de uma sociedade que se queria estática, e reelaborar novas formas de ver e imaginar a realidade, consonante com a visão dinâmica de um mundo em transformação”.

A exposição pode ser visitada de terça-feira a domingo das 10H00 às 13H00 e das 14H00 às 18H00 e a entrada é gratuita.

TERRAS DE BOURO INAUGURA EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA SOBRE "SEGREDOS DO CÁVADO"

Inauguração da Exposição fotográfica “Segredos do Cávado” nos Paços do Concelho da Câmara Municipal de Terras de Bouro

Até 31 de julho a Câmara Municipal de Terras de Bouro terá patente a exposição fotográfica “Segredos do Cávado, mostra que foi inaugurada a 10 de julho pelo Presidente da Câmara Municipal de Terras de Bouro, Manuel Tibo e pelo responsável da CIM Cávado, Eng.º Luís Macedo.

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Depois de ter passado pelos Municípios de Esposende, Barcelos, Braga, Amares e Vila Verde, a exposição fotográfica “Segredos do Cávado” chega agora ao Município de Terras de Bouro, tratando-se de uma exposição alusiva ao valioso património construído existente ao longo dos Rios Cávado e Homem.

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Esta exposição, inserida no Projeto "AQUA Cavado: o rio que nos une", é promovida pela CIM Cávado, Agência de Energia do Cávado em parceria com Município de Terras de Bouro e pretende dar a conhecer o imenso e valioso património, quer de fins hidráulicos, industriais ou de qualquer outra natureza dos Rios Cávado e Homem, e da necessidade dar a conhecer o passado para se preparar o futuro, e mostrar o património para que as pessoas o descubram.

A exposição é composta por fotografias dos arquivos dos Municípios do Cávado, da EDP Produção, da UM-Museu Nogueira da Silva e do Museu da Imagem, tendo contado com a colaboração do pintor Luís Coquenão na conceção e apresentação do historiador Eduardo Pires de Oliveira.

De referir, por último, a oportunidade que os presentes tiveram nesta ocasião para degustar o doce “Beneditinos de S. Bento” que, como é do conhecimento geral, se encontra a disputar a final distrital das 7 Maravilhas dos Doces de Portugal, renovando o Município de Terras de Bouro o apelo à votação até dia 15 de Agosto nesta iguaria que representa o  concelho.

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PINTOMEIRA EXPÕE EM VIANA DO CASTELO “OBRAS SOBRE PAPEL”

A exposição vai acontecer na Ordem dos Médicos de 12/Julho – 31/Agosto/2019.

Entre 1966 e 2018, usando variados materiais e técnicas diferenciadas, o artista produziu um vasto conjunto de obras sobre papel e cartão, encontrando-se a maioria delas em coleções privadas, públicas ou institucionais. A partir da década de 1970, para coleção própria, Pintomeira começou a guardar alguns desses trabalhos, em número muito reduzido, representando grande parte da sua diversificada temática produzida ao longo dos anos. Estes trabalhos, considera, constituem hoje pequenas relíquias de tempos já longínquos, de elevado valor simbólico e que enquadram experimentalismos, ensaios ou um simples sketch para a produção de uma obra sobre tela de grandes dimensões.

Nesta mostra são apresentados cerca de duas dezenas de obras sobre papel ou cartão, elaboradas entre 1973 e 2014. O seu conjunto exibe trabalhos do seu período surrealista, monotypes sobre papel de fotografia, contornismo, faces, nova linha, posters de cinema e outros. Algumas delas serão apresentadas ao público pela primeira vez, já que nunca fizeram parte de exposições.

Trata-se, por isso, de uma exposição a despertar elevado interesse, não só pelas obras em si, mas especialmente pelo longo currículo do artista.

A inauguração faz-se, amanhã, sexta –feira, pelas 21,30 horas e o espaço pode ser visitado durante o período em que decorre a exposição . A Galeria da Ordem do Médicos, sita na Rua da Bandeira, 472, está aberta ao público às terças e quintas-feiras, das 17, 30 às 19, 30 horas e aos sábados, das 9,00 às 13,00 horas.

Gonçalo Fagundes Meira

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TERRAS DE BOURO REVELA "SEGREDOS DO CÁVADO"

Exposição Fotográfica "Segredos do Cávado" - Câmara Municipal de Terras de Bouro  | 10 a 31 de julho de 2019

A partir do próximo dia 10 de julho os Paços de Concelho da Câmara Municipal de Terras de Bouro irão acolher a Exposição Fotográfica “Segredos do Cávado”, mostra que estará patente até ao dia 31 de julho.

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A exposição fotográfica “Segredos do Cávado”, organizada pelo Município de Terras de Bouro, Comunidade Intermunicipal do Cávado e a Agência de Energia do Cávado, está integrada no Projeto “AQUA Cávado: o rio que nos une” e pretende dar a conhecer o imenso e valioso património construído existente ao longo dos rios Cávado e Homem, quer de fins hidráulicos, industriais ou de qualquer outra natureza e da necessidade de interiorizarmos e darmos a conhecer o passado para prepararmos o futuro.

FREDERICO GRANELL EXPÕE EM MONÇÃO PINTURA E ESCULTURA

O artista Frederico Granell apresenta em Monção uma exposição de pintura e escultura "Tempo de travessia", que está patente ao público de 4 de julho a 10 de agosto, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho.

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Segundo o artista Federico Granell: «La exposición trata del viaje, de descubrir lugares, de descubrir gente, sabores, luces, una de mis pasiones es viajar y eso se percibe en la pintura que realizo. Un paseo puede ser muy inspirador, ver como cambia el cielo con el paso de la tarde, un árbol de Monçao a orillas del Miño, la luz dorada proyectada sobre unas nubes al ponerse el sol en una playa del norte, un bosque, la naturaleza me transmite mucho. Nosotros somos pasajeros, ella permanece.

  Otro de mis temas favoritos es el paso del tiempo, en las casas abandonadas que pinto se percibe ese tiempo detenido. Ese cariño que se puso al construir un edificio y cómo, incluso en ruinas, mantiene una cierta belleza y dignidad.  La muestra se compone de momentos fugaces atrapados».

A entrada é livre! 

Horário da Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho:

terça a sexta feira: das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00 

sábado: das 14h00 às 19h00

domingo e segunda feira: encerrada

Mais informações em:

www.casamuseumoncao.uminho.pt

www.facebook.com/pages/Casa-Museu-de-MonçãoUniversidade-do-Minho/809321412454696

FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN INAUGURA EXPOSIÇÃO SOBRE “SARAH AFFONSO E ARTE POPULAR DO MINHO”

Dia 11 de Julho, às 18 horas

Esta exposição explora a relação entre a obra de Sarah Affonso e a arte popular do Minho. Muitas vezes recordada como a mulher de Almada Negreiros, pretende-se evocar a artista como uma modernista reconhecida com um percurso próprio, de notável qualidade. A inauguração tem entrada livre.

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Sarah Affonso

Nascida em Lisboa, em 1899, a vida de Sarah Affonso tem uma relação particular com a sua obra. Foram poucas as mulheres que souberam transpor em Portugal as barreiras sociais à afirmação das mulheres como artistas nas primeiras décadas do século XX. Foi a primeira mulher a frequentar, contra todas as convenções, o Brasileira, no Chiado, o que ilustra não só os preconceitos do seu tempo mas também o espírito independente com que os encarava. Mas se, por um lado, o tempo em que viveu condicionou o seu percurso artístico, foram também as suas vivências e memórias que usou como matéria-prima da sua arte. Foi a partir da sua própria vida – da infância e e dos laços de amizade e amor – que construiu uma linguagem e uma temática próprias.

Nascida em Lisboa numa família modesta, Sarah Affonso cedo foi viver para Viana do Castelo, onde ficou até aos 15 anos. Estes primeiros anos da sua vida marcariam indelevelmente a sua obra, desenvolvida nos trilhos dessa memória das paisagens minhotas, dos azuis, dos pinhais e das praias, do seu quotidiano e das tradições, das festas, profissões e feiras. Estudou pintura na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa, onde foi um dos últimos alunos de Columbano Pinheiro. Deste terá ficado com o gosto pelo retrato e pela encenação de uma certa intimidade (veja-se o Retrato de Tagarro e Waldemar Costa, 1929).

Expõe pela primeira vez em 1923, na Sociedade Nacional das Belas Artes em Lisboa (SNBA). Uma crítica de Mário Domingues aconselha-a a ir para Paris, o que faz no ano seguinte, suportada pelas poupanças do pai. Nos oito meses que passa na capital do mundo da arte frequenta aulas de modelo na Académie de Grande Chaumièr e, sobretudo, exercita o olhar – visita museus e exposições, mas também teatros e bailados, educando-se em tendências artísticas ignoradas em Portugal.

De volta a Lisboa, participa no primeiro e segundo Salão de Outono (SNBA, respetivamente 1925 e 1926). É neste período que começa a trabalhar nas artes decorativas, estratégia de sobrevivência habituais para os artistas portugueses nos anos 20. Faz ilustração de livros infantis, trabalhando frequentemente com Fernando de Castro (de Mariazinha em África - Romance para Meninos, 1925, a O Tesouro da Casa Amarela, 1932), e de imprensa (ABCzinho, entre outros), além de uma e outra incursão na cenografia. Mas trabalha sobretudo no bordado e no tricô. Após uma primeira exposição individual no Salão Bobonne, bem recebida pela crítica, volta em 1928 para Paris, vivendo do trabalho num atelier de costura. É particularmente impressionada por uma exposição de Henri Matisse, impacto que se pode detetar no quadro As Meninas deste ano (Museu do Chiado, Lisboa), exposto com algum sucesso no Salon d’Automne.

Após regressar a Lisboa no ano seguinte, em que expõe com José Tagarro no Salão Bobonne, participa em exposições coletivas (Salão de Artistas Independentes, 1930, onde expõe As Meninas; Salão de Inverno, 1932; Artistas Independentes, 1936; Exposição Moderna do Secretariado Nacional de Propaganda em 1940, 1942, 1944 – quando recebe o Prémio Souza-Cardoso por um retrato do filho – e 1945), e expõe individualmente em 1932, na Galeria do Século, e de novo em 1939. A receção crítica da sua obra foi, geralmente, boa, não obstante as categorias retóricas que subtilmente demarcavam as artistas mulheres (com uma obra inevitavelmente caracterizada como  «lírica», «feminina», «íntima», «delicada» ...) dos seus colegas masculinos.

Em 1934 casa com Almada Negreiros, que acabara de voltar de uma estadia de sete anos em Madrid. A prazo, as obrigações de sustentar a sua família, tarefa nem sempre fácil, concorreram para a voluntária retirada da pintura, em finais dos anos 40. Mas  nos primeiros anos do seu casamento desenvolve o que será a parte mais importante da sua obra pictórica. Dos retratos de meninas e mulheres e das paisagens urbanas passa para composições que incorporam motivos antes utilizados nos bordados, oriundos da cultura e imaginário populares. Evoca, a partir da  memória da infância passada no Minho, costumes (procissões, festas, alminhas) e mitologias populares (nomeadamente as sereias). A obra Casamento na Aldeia, de 1937, é representativa desta fase da obra de Affonso. Outro motivo frequente é a família, que retrata num universo íntimo com sugestões mágicas ou lendárias (veja-se Família, também de 1937).

Como já foi referido, foram várias as razões que levaram Sarah Affonso a abandonar a pintura. Às razões pessoais juntavam-se a insegurança profissional e a falta de condições de trabalho. Continuou, no entanto, com um trabalho menos visível nas artes decorativas e de apoio a Almada Negreiros, ainda pouco conhecido. Em finais dos anos 50, retomou algumas das direções interrompidas, como a ilustração infantil (entre outros de A Menina do Mar, 1958, de Sophia de Mello Breyner Andresen) e o desenho.

Em 1953 obras suas integraram a representação portuguesa na Bienal de S. Paulo. No mesmo ano, houve uma retrospetiva na Galeria Março, Lisboa, e outra em 1962, na Galeria Dominguez Alvarez, Porto. No entanto, foi – à semelhança de outras artistas mulheres, como Milly Possoz ou Ofélia Marques – algo esquecida pela historiografia, situação que só mais recentemente começou a ser corrigida. Neste aspeto, olhares mais demorados porventura revelariam, na «poética de ingenuidade» que caracteriza a obra de Affonso, uma proposta pictórica  mais pensada e consciente do que os motivos «inocentes» poderiam levar a crer, alimentada por uma cultura artística que não era comum em Portugal e um sentido de liberdade que lhe permitiu traçar sempre o seu próprio caminho.

Nota: Sobre a vida e a visão da artista pode-se consultar as Conversas com Sarah Affonso (Lisboa: Arcádia, 1982) de Maria José de Almada NEGREIROS, a sua nora, que serviram de base para Sarah Affonso (Lisboa: Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1989), da mesma autora. Para situar a artista no seu tempo, sobretudo no que diz respeito a questões de género, veja-se Emília FERREIRA, “Da deliciosa fragilidade feminina”, in Margens e Confluências, n. 11/12 (Dezembro 2006), p. 143-187.

Gerbert Verheij

Fonte: https://gulbenkian.pt/

PINTOR CRIS DK EXPÕE EM VIANA DO CASTELO

“June” de Cris DK, é a exposição que se segue na Galeria Barca d’Artes.

Inaugura já na próxima terça-feira, dia 11, pelas 19h. Trata-se da primeira exclusivamente dedicada à pintura a óleo deste jovem artista.

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Autodidata nas artes plásticas, começou a mostrar a sua pintura há apenas dois anos, mas revelou desde logo um domínio técnico pouco comum. Assume-se na procura de um realismo não fotográfico. Não se identifica com o hiper-realismo, considera que mais do que os detalhes lhe importa uma ideia global para cada trabalho. A verdade é que o resultado é de um impressionante rigor e a força da arte emerge do querer e do saber fazer de Cris D.K.

Imperdível mais esta exposição na galeria do Centro Cultural do Alto Minho, em Viana do Castelo, no nº 31 da Rua dos Manjovos.

Estará aberta ao público de 11 de junho a 8 de julho.

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PINTOR MUTES EXPÕE EM PONTE DE LIMA

Pintor Mutes expõe na Bienal Internacional Art´in Lima

Art’in Lima é um projeto cultural promovido pelo Município de Ponte de Lima que visa, na senda de outros projetos anteriores, atrair anualmente a produção artística contemporânea a esta antiga localidade portuguesa.

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Põe em contacto artistas de múltiplas proveniências, nacionais e estrangeiros, intérpretes de novos movimentos e tendências artísticas, que criam conceitos inovadores e exibem, na diversidade das técnicas e suportes utilizados, os seus trabalhos em monumentos históricos e museus desta vila. Esta exposição estará espalhada por vários edifícios da vida de Ponte do Lima, nomeadamente na Capela das Pereiras, Centro de interpretação do território, Museu do Brinquedo Português, Centro de interpretação e promoção do vinho verde e no Museu dos Terceiros (Mute). O pintor Arcoense Mutes é um dos Artistas entre vários, a expor nesta Coletiva pelo 3º ano consecutivo. A abertura da mostra de arte contemporânea Art’in Lima-Sob o Signo de Baco, a realizar em Ponte de Lima, decorrerá no próximo dia 29 de junho (sábado), às 18h00, e contará com a presença do Senhor Diretor Regional de Cultura do Norte, Doutor António Ponte. A sessão terá início na Capela das Pereiras e terminará no Museu dos Terceiros, onde será servido um Verde de Honra.

BRAGA PARQUE COMEMORA 20 ANOS COM EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA DE HUGO DELGADO

Sexta-feira, 28 de junho, às 18h00, junto à escadaria principal do Braga Parque

O Braga Parque convida todos os bracarenses e visitantes para a inauguração da exposição de fotografia “20 anos. A Cidade. O Shopping. As Pessoas”, amanhã, pelas 18h00, no corredor em frente à escadaria do centro comercial. A exposição fotográfica, que reúne os principais marcos da cidade, da sua população e do seu shopping, assinala a comemoração dos 20 anos do Braga Parque em Braga, ponto de encontro dos bracarenses e que parte do quotidiano de todos. A entrada é livre e gratuita.

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Os registos fotográficos a apresentar são da autoria de Hugo Delgado que, é para muitos, o fotógrafo de Braga. O seu reconhecido trabalho como fotojornalista tem-lhe valido não só prémios, mas o reconhecimento da cidade que o vê, todos os dias, de máquina na mão, a fotografar o presente de todos.

A exposição divide-se em três momentos distintos, que correspondem à cidade (junho), ao shopping (agosto) e às pessoas (outubro de 2019).

Primeiro, a Cidade, a Polis. Em junho, todos poderão apreciar 20 momentos, 20 fotografias do lugar onde vivemos, onde pertencemos, onde o Shopping nasceu. A Cidade: 20 anos.

Em agosto de 2019, vamos conhecer 20 momentos em que o Shopping Braga Parque fez história. O Shopping: 20 anos. Durante 20 anos, foi palco de estórias que aquecem a memória comum. O edifício cresceu, ganhou outras formas e expandiu horizontes. Serão, assim, contados 20 anos em 20 imagens, que retratam obras feitas no edifício ao longo dos anos, mas também primeiras edições de eventos tão marcantes como os desfiles de moda, os concursos de bandas ou concertos de grandes artistas nacionais.

Por fim, mas não menos importante, em outubro de 2019, os protagonistas serão os bracarenses. As Pessoas: 20 anos. O passatempo a decorrer nas redes sociais permitirá selecionar 20 imagens a serem reproduzidas hoje pelo Hugo Delgado. O “antes e depois” de bracarenses que vivem o shopping, que gostam do shopping, que se propõem a fazer parte da história do Shopping.

Sobre Hugo Delgado, o Fotógrafo

Hugo Delgado, natural de Braga, formou-se em Fotografia e Fotocomposição. Desde muito jovem revelou um talento ímpar para a fotografia que se veio a confirmar com a sua passagem pelas mais prestigiadas publicações nacionais e internacionais. O Público, NY Times, CNN, The Guardian, Courrier Internacional são apenas algumas que se destacam no seu percurso profissional. Atualmente é fotojornalista da Agência WAPA e da Agência Lusa.

Sobre o Braga Parque

O centro comercial Braga Parque situa-se em Braga, cidade a Norte de Portugal que pelo facto de ter uma forte tradição na atividade comercial é apelidada de "Capital do Comércio".

O Braga Parque, graças às suas múltiplas expansões ao longo de 20 anos, é hoje o maior centro comercial da região do Minho. Oferece 180 lojas e restaurantes, tendo como âncoras 11 lojas: Pingo Doce, NOS Cinemas, SportZone, Fitness Up, FNAC, Bershka, Zara, H&M, C&A, Cortefiel, Benetton, Nespresso, Tiger, Zippy, Mango e Primark

PONTE DE LIMA ACOLHE EXPOSIÇÃO DA FUNDAÇÃO SERRALVES

Fundação Serralves Regressa a Ponte de Lima com Exposição Temporária

Está agendada para a próxima terça-feira, dia 25 de junho, às 18h00, a sessão de abertura da exposição temporária “A Minha Casa é a Tua Casa: Imagens do Doméstico e do Urbano na Coleção de Serralves”, organizada pelo Museu de Arte Contemporânea da Fundação de Serralves.

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O Palacete Villa Moraes e a Torre de Cadeia Velha são os edifícios que acolhem esta mostra itinerante, que traz a Ponte de Lima obras que se encontram à guarda daquela reputada instituição cultural do nosso país.

Esta iniciativa cultural surge na sequência de um protocolo entre o Município de Ponte de Lima e a Fundação de Serralves, pelo qual o Município acedeu ao Estatuto de Fundador de Serralves e se procura criar uma cooperação duradoura entre ambas as instituições.

Nesta exposição, “os artistas e as obras nela apresentados colocam o doméstico no centro das suas preocupações, propondo diferentes interpretações daquilo que se entende por casa.” As casas imaginadas por artistas serão temporariamente a nossa casa.

Estará patente até ao dia 29 de setembro, de terça-feira a domingo, das 9h30-13h00/14h00-17h30, com entrada livre.

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MONÇÃO EXPÕE PINTURA "AO SABOR DAS METÁFORAS"

Encontra-se patente ao público em Monção a exposição de pintura "Ao Sabor das Metáforas", dos artistas Alua & Pólen, de 1 de junho a 3 de julho, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho.

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Segundo o artista Pólen: «Como um poema agora a cores // Uma pétala espremida numa toalha em branco // Um azul depois roubado de algum céu// Algum mar // Se calhar de algum rio// Uma gota de sangue // Ou de vinho tinto, é a mesma coisa… // Depois uma linha preta,  a Contornar manchas simuladas De dança Um bocadinho laranja das ervas de S. Roberto // Uma boca a sorrir, Dois olhos marinados em forma de Mensagem Um nariz com sardas ecológicas // Um ombro tatuado num pescoço com Três orelhas, 100 brincos…Uma reunião de borboletas em volta do sol, Kilo e meio de pintinhas em Roxos magenta. Três papoilas vadias em Meditação; meia dúzia de aves; Aves tratas? Aves Truzes? A pintura poema rodo pia AO SABOR DAS METÁFORAS. Depois é só assinar e dar verniz E oferecer a alguém Como uma flor…».

A entrada é livre! 

Horário da Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho: 
terça a sexta feira: das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

sábado: das 14h00 às 19h00

domingo e segunda feira: encerrada

Mais informações em:

www.casamuseumoncao.uminho.pt

www.facebook.com/pages/Casa-Museu-de-MonçãoUniversidade-do-Minho/809321412454696

"RECORDAR AMARES" É NA GALERIA DE ARTES E OFÍCIOS

Mais de 100 fotografias retratam memórias do concelho

Foi inaugurada, ontem, na Galeria de Artes e Ofícios, na Praça do Comércio, a exposição "Recordar Amares", da autoria de Armando Martins e foto Kim. A mostra fotográfica retrata o concelho de Amares de outrora e vai estar patente durante os meses de junho, julho e agosto.

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“Estas imagens fazem parte da identidade e da história do nosso concelho e esta exposição é uma excelente oportunidade para que as gerações mais velhas possam viajar um pouco no tempo através das suas memórias e para que as gerações mais novas conheçam o concelho de Amares na sua génese e o comparem com os dias de hoje”, referiu o presidente da Câmara Municipal de Amares, Manuel Moreira.

“A história destas fotografias parte desde o tempo em que eu era menino, via as fotografias do meu pai e da minha mãe e comecei a apaixonar-me por fotografia. Em 1952 tive um professor francês que me deu as primeiras aulas e depois comecei a fotografar e, deste aí até aos dias de hoje, fui guardando com o intuito de um dia reunir porque achava que teria muita utilidade para a terra comecei guardar”, referiu Armando Martins. “Criamos este espólio que é uma relíquia para a terra e para as gerações vindouras”, acrescentou.

Lembrando que muito mais haveria para mostrar e que estas fotografias são apenas “uma pequena amostra” do portefólio dele e do irmão que partilham a mesma paixão pela fotografia, Joaquim Martins diz não ter dúvidas de que “muitos amarenses se vão rever nestas fotografias e recordar com uma certa nostalgia Amares de outros tempos”.

A exposição pode ser visitada no horário de funcionamento da Galeria de Artes e Ofícios: de segunda a sexta, entre as 9h00 e as 12h00, da parte da manhã, e entre as 14h00 e as 18h00, da parte da tarde. Aos sábados o horário de abertura é das 10h00 às 13h00.

ESTAÇÃO VIANA SHOPPING RECEBE EXPOSIÇÃO "REDE ESCOLAR DA CIÊNCIA"

De 31 de maio a 30 de junho no Piso 2 do Centro

É já dia 31 de maio, às 11h00, que o Estação Viana Shopping inaugura a exposição “Rede Escolar da Ciência”. Até dia 30 de junho, todos os visitantes do Centro vão poder assistir ao trabalho de alunos e professores em prol da Ciência.

No âmbito da iniciativa Rede Escolar de Ciência e de Apoio à Investigação, a Mostra visa expor os trabalhos realizados pelos alunos. Este ano letivo, foram cerca de 3000 alunos e 100 professores os que saíram à rua para explorar o vasto património cultural e natural do concelho de Viana do Castelo.

Desde o pré-escolar ao ensino secundário, os participantes produziram conteúdos nas categorias de vídeo, cartaz, fotografia ou maquete. Numa ótica multidisciplinar, os trabalhos revelam o contacto dos alunos com as experiências, jogos e diversões com a Ciência.

A exposição tem como objetivo dar visibilidade aos trabalhos desenvolvidos pelos alunos, sensibilizar a população vianense para o desenvolvimento do conhecimento científico e ainda revelar aos visitantes as atividades que o Geoparque irá proporcionar aos mais pequenos todos os domingos do mês de junho, entre as 15h00 e as 19h00

A Mostra “Rede Escolar da Ciência”, patente no Piso 2 do Estação Viana Shopping, conta com o apoio de diversos parceiros que se associaram ao projeto: DSSmith, Aromaticas Vivas, Kartontek e a Geoflash

Entre os dias 31 de maio 30 de junho, os visitantes do Estação Viana Shopping podem aprender e viver uma verdadeira experiência científica com a exposição “Rede Escolar da Ciência”, patente no Piso 2 do Centro

FAMALICÃO EXPÕE ILUSTRAÇÃO

Pequenos autores lançam conto e inauguram exposição de ilustração. Amanhã, sexta-feira, 31 de maio, pelas 10h00, na Casa de camilo, em S. Miguel de Seide

Cerca de uma centena de crianças do 1.º ciclo de ensino básico de Vila Nova de Famalicão lançam amanhã, sexta-feira, 31 de maio, o seu primeiro conto inspirado no romance de Camilo Castelo Branco “Os brilhantes do brasileiro”, no ano em que se assinala 150 anos da edição da obra. Ao mesmo tempo é inaugurada a exposição “Os Brilhantes” com os desenhos que ilustram o livro, elaborados pelas crianças.

A sessão decorre pelas 10h00, na Casa de Camilo, em S. Miguel de Seide e conta com a presença do presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha.

Este é o resultado final de dois ateliers que decorreram ao longo do ano letivo, um de escrita criativa ministrado por Pedro Chagas Freitas e outro de ilustração a cargo de Gabriela Sotto Mayor. As crianças participantes frequentam o 4.º ano nas escolas Conde S. Cosme, Louro/Mouquim, Nuno Simões e de Ruivães.

MONÇÃO APRESENTA LIVRO E INAUGURA EXPOSIÇÃO COM “DESENHOS DE OBSERVAÇÃO” QUE MOSTRAM “UM ALTO MINHO BELÍSSIMO”

Durante 12 meses, 55 artistas e entusiastas do desenho passaram pelo Alto Minho, através de residências artísticas e encontros de sketching, para observar, sentir e registar, de forma espontânea, os principais recursos identitários da nossa região.

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O resultado é uma coleção única de memórias e de momentos, evocados em cerca de 160 desenhos a cores ou a preto e branco, que deixam transparecer o que de melhor a região tem para oferecer: monumentos, paisagens, recantos pitorescos e pormenores que passam despercebidos.

A apresentação da publicação “Desenhos do Alto Minho: Sketching com história”, no Museu do Alvarinho, esteve a cargo de Eduardo Salavisa, coordenador do projeto. Falou do convite lançado pela CIM Alto Minho, do espírito momentâneo e criativo inseparável da atividade dos Urban Sketchers e de um conjunto de “desenhos de observação” que mostram um “Alto Minho belíssimo”.

O presidente do Conselho intermunicipal da CIM Alto Minho, José Maria Costa, focou-se na visa artística de uma publicação com inspiração artística que, acrescentou, permitirá aos residentes e forasteiros apreciar a beleza natural, patrimonial e humana da região, bem como alguns pormenores deliciosos que passam despercebidos no dia a dia.

Uma redescoberta de espaços na região do Alto Minho também sublinhada pelo autarca monçanense, António Barbosa, o qual destacou a interação com o público proporcionada pela iniciativa e a concertação estratégica dos dez municípios na concretização deste projeto.

Antonio Barbosa referiu que “é um orgulho ser minhoto e uma honra pertencer à CIM Alto Minho”, terminando com um agradecimento à organização: “Artistas de diferentes locais visitaram o nosso território e passaram para o papel aquilo que nos identifica. O resultado final é mais um contributo para a promoção da nossa região. Obrigado a todos que participaram no projeto”.

Após a apresentação do livro, realizou-se a abertura da exposição. No primeiro andar do Museu do Alvarinho, a história de um dos vinhos brancos mais afamados do mundo, articula-se, até 2 de junho, com os traços e as cores de um território com alma feito por gente autêntica.

Os Urban Sketchers são um coletivo de autores com mais de 800 membros que desenham as cidades onde vivem e os locais por onde viajam. Encontram-se regularmente para desenhar em grupo e estão associados em países de todo mundo.

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INAUGURAÇÃO DO PÓLO DO BRAGA DA BIENAL DE GAIA FOI UM SUCESSO!

A BIENAL INTERNACIONAL DE ARTE DE GAIA, na sua terceira edição, é já um marco no panorama artístico nacional e internacional. Com uma história mais recente do que outras iniciativas semelhantes, a Bienal de Gaia afirma-se já como uma das maiores em número de artistas e de obras expostas, mas sobretudo, na qualidade que seleciona e apresenta. Não é de estranhar esta rápida afirmação no panorama nacional e internacional, porque, por trás desta organização está a Cooperativa de Artistas de Gaia, a maior associação constituída exclusivamente por artistas (com currículo e trabalhos apresentados a um júri de admissão) do país, essa sim, com um longo e prestigiado histórico.

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Consciente de que não se deve confinar a um evento local e com o intuito de criar mais laços entre artistas e públicos, a Bienal Internacional de Arte de Gaia tem-se expandido por vários concelhos com a criação de polos.

Bienal de causas, a Bienal de Gaia reforça esta ideia de encontro, porque as causas só ganham voz no encontro, no diálogo aberto, no espaço público.

Mais, a criação do Polo de Braga, sob a curadoria de Teresa Ricca, para além de trazer à Casa dos Crivos duas dezenas de artistas selecionados, convidou artistas/valores locais tornando a exposição num evento do mais alto significado para a cidade de Braga.

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O Polo de Braga, na Casa dos Crivos, abre também uma porta entre as duas instituições, permitindo um alargamento a futuras iniciativas que tanto podem trazer à cidade grandes nomes da arte contemporânea como alargar caminhos para os artistas bracarenses. Vila Nova de Gaia acolhe o maior número de exposições, quer temáticas quer de grandes causas. Ao propor a criação do Polo de Braga, a 3ª Bienal Internacional de Arte de Gaia, dirigida pelo Dr. Agostinho Santos, está a levar mais longe e a mais públicos a arte.

A participação da Tuna da Universidade do Minho e o clima de convívio gerado por cerca de uma centena de artistas e convidados na sessão de abertura, fizeram da inauguração um momento marcante na vida cultural da cidade de Braga.

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