A exposição «Livro Aberto – Camillo: Rotas do Escritor", parte integrante do projeto «Rotas de Camilo», coordenada pelo Município de Famalicão, pretende ser uma viagem cultural que celebra a memória e a atualidade de Camilo Castelo Branco, através de painéis ilustrados, excertos literários e referências à rota camiliana.
Esta preciosa exposição, que já foi visitada por milhares de pessoas, exalta a figura e a vida de Camilo Castelo Branco tem sido alvo de enorme curiosidade, encontrando-se patente no Largo de São João do Souto, até ao dia 4 de janeiro, na cidade de Braga.
Este projeto conta com a colaboração de várias entidades parceiras, como são os casos dos Municípios de Ribeira de Pena, Braga, Porto e Fafe, Fundação Cupertino de Miranda, Confraria do Bom Jesus do Monte, Biblioteca Pública Municipal do Porto, Teatro Nacional de São João, Livraria Lello, Venerável Irmandade de Nossa Senhora da Lapa, Centro Português de Fotografia, Infraestruturas de Portugal, S.A. e CCDR Norte I.P. (Património Cultural).
Este evento cultural integra a programação do Festival Literário Utopia e conta com o cofinanciamento do Programa Regional NORTE 2030.
Três das mais emblemáticas construções da Comunidade 0937*, as réplicas da Torre dos Clérigos, da Livraria Lello e da Sé Catedral do Porto viajaram por estes dias da Caixa dos Brinquedos, em Paredes de Coura, para um dos espaços mais trendy das cidades do Porto/Gaia, para participar na ‘Brick World’ presente no WOW Porto.
Para esta exposição imersiva feita inteiramente com peças LEGO®, a Caixa dos Brinquedos cedeu as réplicas de monumentos icónicos que revelam o carácter único de uma cidade cheia de história e tradições como é o Porto. Assim, seguiram para o Atkinson Museum, do WOW Porto, a Sé Catedral do Porto, que recorda as origens medievais da cidade, a Torre dos Clérigos, símbolo da cidade e marco da arquitetura barroca, e a Livraria Lello, considerada uma as mais belas livrarias do mundo.
‘Arte em Peças’ distribuída por seis espaços da vila
Peças que que transportam para o coração da cidade, combinando detalhe, história e a criatividade a que também já nos habituou o ‘Arte em Peças’, em Paredes de Coura, que neste Natal apostou numa configuração diferente, percorrendo seis espaços diferentes da nossa vila: Centro Cultural, Quiosque (junto ao Tribunal), Casa do Conhecimento, Caixa de Música, Caixa de Brinquedos e Galeria do Noroeste (Crédito Agrícola).
Em todos estes espaços poderão encontrar construções LEGO® diferentes e criativas, que lhe mostrarão que a arte e a imaginação não têm limites.
O ‘Arte em Peças’ arranca a 19 de dezembro e prolonga-se até 4 de janeiro, com entrada livre.
*A Comunidade 0937 é um grupo de fãs do brinquedo de construção da marca LEGO® fundado em 2006 e que anualmente realiza dois grandes eventos, o ‘Arte em Peças’ na quadra natalícia e o ‘Paredes de Coura Fan Weekend’, convenção internacional de fãs da marca, no segundo fim-de-semana de junho.
A inauguração da exposição “Cânticos de Natalidade”, no coração da cidade de Braga, contou com a presença de vários amigos, admiradores e colecionadores do mestre-pintor Orlando Pompeu.
No início do presente mês de dezembro, o mestre-pintor Orlando Pompeu, um dos mais consagrados artistas plásticos portugueses da atualidade, inaugurou na capital do Minho, uma nova exposição intitulada “Cânticos de Natalidade”.
A inauguração da exposição, na Loja Urban Project, em pleno coração da cidade de Braga, no alvorecer da quadra natalícia, contou com a presença de vários amigos, admiradores e colecionadores do pintor de referência nacional e internacional.
Nesta nova exposição, patente ao público durante a quadra natalícia, Orlando Pompeu exibe uma mostra artística de pinturas em acrílico e aguarela inspiradas na força relacional, criadora e transformadora da maternidade. Com pinceladas de criatividade e originalidade, e cores vibrantes e gestos pictóricos soltos, o artista plástico explora um território artístico fértil, onde a experiência íntima e a reinvenção estética compõem narrativas visuais plurais e emocionalmente densas, e afirmam a maternidade como eixo a partir do qual o mundo pode ser visualizado.
Detentor de uma obra que está representada em variadas coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Suíça, Inglaterra, Brasil, Canadá, Estados Unidos, Dubai e Japão, Orlando Pompeu nasceu no concelho minhoto de Fafe. Estudou desenho, pintura e escultura em Barcelona, Porto e Paris, e nos anos 90 progrediu no seu percurso artístico ao ir trabalhar para os Estados Unidos da América, onde expôs na Galeria Eight Four, em Nova Iorque, e depois, Japão, tendo exposto na TIAS – Tokio International Art Show e na Galeria Garou Monogatari em Tóquio. Em 2022 foi distinguido em Paris com a Medalha de Bronze da Academia Francesa das Artes, Ciências e Letras.
No dia 3 de dezembro teve lugar, na Biblioteca Municipal Professor Machado Vilela, a inauguração da exposição “Do teu ombro vejo o mundo”, uma mostra integrada no projeto AQUI HÁ CULTURA!, promovido pelo Município de Vila Verde e pela EPATV. A exposição, resultante da colaboração entre o fotógrafo João Silva, o músico cego Aliu Baiu e a designer de produto Maria João Ramos, com curadoria de Ana Luís Nogueira, Ana Gomes e Arnaldo Varela de Sousa, ficou, a partir desse momento, patente ao público.
Aliu Baiu, músico cego nascido em 1994, na Guiné-Bissau, tinha sido fotografado por João Silva num projeto desenvolvido entre finais de 2019 e setembro de 2020, centrado no quotidiano do artista. Da conjugação dessas imagens com fotografias captadas pelo próprio Aliu nasceu a exposição “Do teu ombro vejo o mundo”, apresentada pela primeira vez em Lisboa e, posteriormente, nos Encontros da Imagem, em Braga.
Esta nova apresentação da mostra, agora em Vila Verde, alcança uma dimensão inédita em termos de acessibilidade e inclusão. A intervenção de Maria João Ramos permite que várias imagens ganhem forma física, impressas em 3D, criando uma experiência tátil complementada por roteiros áudio. Assim, pessoas cegas passam a poder aceder ao universo da fotografia pelo contacto direto com os relevos tridimensionais e pela escuta das descrições sonoras, numa abordagem sensorial ampla e inovadora.
A sessão de abertura foi iniciada por Manuela Barreto Nunes, que deu as boas-vindas a todos e deixou um agradecimento especial a Ana Nogueira, sublinhando o seu trabalho excecional e incansável. Seguiu-se Arnaldo Varela de Sousa, que destacou o papel das escolas, afirmando: “Não posso deixar de dizer que a EPATV entende que é um dever das escolas, um dever até moral, assumir, para além dos currículos, uma dimensão de promoção cultural e de inclusão de que esta mostra é um bom exemplo”. Considerou, ainda, tratar-se de “uma exposição excecional” e terminou acrescentando que “no futuro, todas as exposições serão assim”!
Depois, tomou a palavra Manuel Lopes, em representação da Câmara Municipal de Vila Verde, que agradeceu o empenho da EPATV na promoção cultural do concelho. Reafirmou o compromisso municipal em continuar a dar a conhecer diferentes formas de criação artística e cultural e sublinhou que, neste caso em particular, “há uma representação inclusiva da realidade”. Referiu que esta exposição permite às pessoas cegas sentir as imagens “de uma forma que nós não sentimos”, lembrando que “os cegos também conseguem ver e nós precisamos de perceber e dar a devida importância, dando oportunidade de contactar com estas exposições culturais”.
Seguiu-se Ana Nogueira, que recordou o momento em que viu a exposição pela primeira vez, noutro espaço, e explicou que imaginara como seria estar no lugar de Aliu, o que a motivara a transformá-la em algo tridimensional. Já Maria João Ramos afirmou que o seu objetivo principal fora criar condições para que “as pessoas com deficiência visual consigam ver”.
Por sua vez, João Silva agradeceu à equipa todo o apoio e dedicação, enfatizando que, embora a exposição já tivesse passado por vários espaços, “nenhuma foi como esta”. Acrescentou: “Se eu conseguir chegar ao maior número de pessoas possível, será isso que me motiva. O mundo precisa de coisas boas, coisas positivas. Vamos tentar melhorar o mundo à nossa maneira”. Propôs, depois, transformar a inauguração numa visita guiada, convidando o público a colocar questões.
Quando chegou a vez de Aliu Baiu falar, o músico descreveu a mostra como algo profundamente especial: “No fundo, tudo o que possa trazer alguma positividade, principalmente para as pessoas com deficiência, eu estou dentro”. Recordou que tendemos a valorizar demasiado a visão, quando existem muitas outras formas de sentir e ver o mundo. Confessou que, graças aos moldes 3D, passou a ter uma perceção mais presente das fotografias, mencionando, como exemplo, a imagem em que aparece na água, que pôde finalmente “sentir” em tridimensionalidade. Manifestou ainda o desejo de que a exposição pudesse viajar para outros lugares, “para que todos possam ver”.
A inauguração terminou com uma visita guiada, durante a qual os artistas explicaram os processos de criação das imagens, salientando que nenhuma delas fora encenada, tendo todas resultado de momentos naturais do quotidiano de Aliu.
A exposição está patente até 10 de janeiro, na Biblioteca Municipal Professor Machado Vilela, estando já marcadas múltiplas visitas de associações de cegos do norte de Portugal.
Encontra-se patente nos Paços do Concelho a exposição das Velas de Natal, resultado do desafio lançado pela autarquia, e que poderá ser visitada até ao início de janeiro de 2026.
O Município de Ponte da Barca manifesta o seu agradecimento às escolas, IPSS, APPACDM e população em geral que aderiram ao convite, contribuindo para uma mostra marcada pela diversidade, criatividade e simbolismo.
Cada vela, produzida com materiais variados — cera, papel, madeira, vidro ou tecido — reflete os valores de paz, esperança e união, transmitindo a importância da fraternidade e do espírito natalício.
A exposição constitui um convite à visitação e à contemplação, proporcionando um espaço de luz, significado e partilha, representativo do compromisso da comunidade e da autarquia com esta quadra festiva.
Exposição de Natal | Mostra coletiva da “Coca de Monção” | Trabalho elaborado pelas associações locais.
5 de dezembro de 2025 a 4 de janeiro de 2026, nos edifícios públicos
Na época natalícia, Monção fica mais atrativo e sedutor, brilhando de uma forma especial. O programa de animação “Um Natal Lendário” iniciou-se com a ligação da iluminação de Natal, no passado dia 28 de novembro, continuando, até 4 de janeiro, com diversas atividades para uma visita interessante ao nosso município.
Entre as iniciativas propostas, consta uma Exposição de Natal, onde a principal protagonista será a “Coca de Monção”. Num trabalho executado pelas associações locais, o ícone monçanense, elemento diferenciador do imaginário local, aparece aos olhos do público “vestido” com a perspicácia, a criatividade e, podemos dizer, a audácia natalícia das coletividades.
A partir do dia 5 de dezembro, até ao dia 4 de janeiro, a “Coca de Monção”, numa versão condizente com a quadra, segundo o “apetite” criativo de cada associação, poderá ser apreciada em vários edifícios públicos, assumindo-se como um motivo convidativo e apelativo para um percorrido pela nossa terra.
O Município de Monção agradece a colaboração das associações locais.
Foi na tarde desta quinta-feira que se procedeu à inauguração da exposição “Estudos para o Muro da Nossa História”, nos Paços do Concelho. A mostra revela os bastidores criativos do maior mural alguma vez concebido por um único artista na zona Norte, uma obra monumental de 1.550 metros quadrados, criada por Juan Domingues, que se tornou num novo marco identitário do concelho.
Nesta exposição, o público pode conhecer de perto os esboços originais que estiveram na base da criação do mural, uma homenagem profunda à alma barquense, às tradições que moldam a comunidade e à herança das grandes viagens, com destaque para a circum-navegação de Fernão de Magalhães, símbolo maior de descoberta e coragem.
A par dos estudos do artista, a mostra reúne também os desenhos produzidos pelos alunos do Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca, que acompanharam todo o processo artístico. Desafiados a interpretar, à sua própria maneira, a história e o património local, estes jovens criaram uma espécie de diário de bordo visual, evocando aquilo que sentiram e imaginaram ao longo desta “viagem”.
Com curadoria da ZET – Galeria de Arte e apoio do Município de Ponte da Barca, a inauguração contou ainda com um momento musical protagonizado pelo aluno César Gomes, da Academia de Música de Ponte da Barca, que abrilhantou a cerimónia.
25 de novembro, às 15h00, na Galeria Municipal de Arte
A Galeria Municipal de Arte inaugura, no dia 25 de novembro, às 15h00, a exposição “Ana Hatherly. Poeta chama poeta”, da Coleção de Serralves, que poderá ser visitada até ao dia 1 de março de 2026.
A exposição “Poeta chama poeta” reúne um conjunto significativo de obras de Ana Hatherly (Porto, 1929 – Lisboa, 2015), provenientes da Coleção de Serralves. Uma oportunidade para reconhecer as linhas de investigação artística que marcaram o seu percurso singular em torno da plasticidade da escrita.
Artista, poeta, ensaísta, realizadora, investigadora e professora, Ana Hatherly destacou-se, a partir da década de 1960, como uma figura central da Poesia Experimental Portuguesa, sendo uma das suas principais teorizadoras. Ao longo de mais de cinco décadas, desenvolveu uma prática artística onde a escrita se torna desenho e o desenho se torna poesia.
Esta mostra sublinha a relevância do diálogo na obra da artista - um diálogo que atravessa gerações, geografias e temporalidades. De Camões a Deleuze, dos criadores anónimos da escrita chinesa arcaica ao graffiti contemporâneo, Ana Hatherly estabelece pontes entre diferentes universos criativos. “Poeta chama poeta” apresenta obras icónicas, raros objetos escultóricos, publicações de referência e alguns trabalhos inéditos, revelando a complexidade e riqueza deste diálogo contínuo.
Esta exposição - que poderá ser visitada de terça a sexta-feira, das 10h00 às 17h30, e aos sábados, domingos e feriados, das 14h00 às 17h30 - integra o Programa de Exposições Itinerantes da Coleção de Serralves, iniciativa que visa tornar o acervo da Fundação acessível a públicos diversificados em todas as regiões do país.
O Posto de Turismo e a Torre Medieval abrem ao público, na próxima sexta-feira, 21 de novembro, a exposição “O Presépio, Uma Tradição, Várias Interpretações”. Uma mostra/venda composta por 150 presépios da autoria de mais de meia centena de artesãos do concelho, que evidencia a riqueza do artesanato local, não só na produção de figurado de barro, mas também nos trabalhos em madeira e ferro, de bordados, de pinhas e até de pasta de papel.
O presépio é uma das peças mais simbólicas do Figurado de Barcelos. É, também, uma das mais procuradas, não só pela sua variedade e tipologia de representações, mas como testemunho de uma realidade sociocultural muito influenciada pelos valores cristãos, de que o Natal é expressão.
O figurado barcelense começou a ganhar dimensão a partir da década de 60 do século XX. Artesãos como Rosa Ramalho, Rosa Côta, Mistério e Ana Baraça, entre outros, notabilizaram esta produção no contexto da arte popular, abrindo-lhe novos caminhos. O figurado deixou, então, de ser uma arte só de bonecos sortidos e apitos, para ganhar um novo lugar, retratando a vida quotidiana - o trabalho, a vida familiar, a religião, as lendas e as tradições.
O presépio e as figuras que o compõem são dos principais trabalhos dos barristas e surge no contexto de expressão de vivências quotidianas arreigadas, simbolizando a harmonia universal e a perfeição humana, na esteira da tradição franciscana da representação do nascimento de Jesus.
A exposição “O Presépio – Uma Tradição, Várias Interpretações” ficará patente na Torre Medieval e no Posto de Turismo de Barcelos até 11 de janeiro de 2026.
O Núcleo de Artes e Letras de Fafe leva a efeito uma sessão cultural esta sexta-feira, 21 de novembro, a partir das 21h00, na Biblioteca Municipal, no âmbito das comemorações do 35º aniversário da sua fundação e que terá dois momentos fundamentais, com entrada livre.
Em primeiro lugar, regista-se a abertura da Exposição de Pintura de artistas locais intitulada “Cores de Liberdade”.
Nesta mostra participam os artistas fafenses Ana Stingl, Arlete Gonçalves, Carlos Santana, Cloé, Dulce Barata-Feyo, Fernanda Aguiar, João Bastos, José Freitas Pereira, Luís Gonzaga, Orlando Pompeu, Patrick Fernandes e Xuca de Oliveira.
A exposição vai ficar patente até 31 de dezembro, no horário de funcionamento da Biblioteca Municipal.
Num segundo momento, tem lugar a apresentação da coletânea “Tempos de Coral”, com textos e ilustrações de autores do NALF.
Com organização e introdução de Artur Ferreira Coimbra, presidente do Núcleo de Artes e Letras de Fafe desde a sua fundação em 1990, a coletânea inscreve os nomes, na poesia ou na prosa, de Acácio Almeida, Alberto Alves, Ângelo Santos, Arlete Gonçalves, Artur Coimbra, Augusto Lemos, Carlos Afonso, Felisberto Machado, Francisca Mendes, João Carlos Lopes, José Emídio Lopes, José Maria Ramada, José Salgado Leite, Pompeu Miguel Martins e Tiago Gonçalves.
Na ilustração, evidenciam-se as contribuições dos artistas Ana Stingl, Carlos Santana, João Artur Pinto (fotografia) e Luís Gonzaga.
XVI Verde Noivos 2025 | 22 e 23 de novembro. Pavilhão de Feiras e Exposições de Ponte de Lima
O Município de Ponte de Lima recebe no próximo fim de semana, dias 22 e 23 de novembro, a XVI edição do Verde Noivos, um evento dedicado a celebrar as tradições, a cultura e o setor nupcial da região. Esta iniciativa promete reunir expositores, especialistas e visitantes num ambiente de inspiração para casamentos e eventos especiais.
Pela primeira vez, durante a Verde Noivos, terá lugar uma nova edição da Rainha das Vindimas de Ponte de Lima, no sábado dia 22 de novembro, pelas 22 horas. Este momento emblemático tem como objetivo valorizar e divulgar as tradições, os usos e costumes do concelho relacionados com a cultura da vinha e a produção do vinho, que desde sempre estiveram ligados à história do concelho de Ponte de Lima.
O evento decorre ao longo de dois dias, podendo ser visitado entre as 14h30 e 22h00 do dia 22 de novembro e as 14h30 e 19h00 do dia 23 de novembro - proporcionando uma experiência completa a todos os participantes, com exposições, apresentações e oportunidades para conhecer as novidades do setor nupcial e da região de Ponte de Lima.
O Tesouro-Museu da Sé de Braga e a Fundação Castro Alves inauguram a Exposição de Natal ADMIRABILE SIGNUM que terá lugar no dia 27 de novembro às 18h00.
A exposição resulta de uma parceria entre o Tesouro-Museu e a Escola de Cerâmica Artística da Fundação Castro Alves, e apresenta um conjunto de presépios que evidenciam a mestria e a sensibilidade artística no trabalho do barro.
A exposição contará com peças da autoria de Fernando Jorge, Isabel Cardoso e Isabel Machado, artistas que fizeram a sua formação artística na Fundação Castro Alves.
No mesmo dia será também lançada a Campanha Solidária de Natal, em prol da Cáritas Arquidiocesana de Braga, ocasião em que será apresentada a peça solidária que ficará disponível para venda na loja do Tesouro-Museu.
A Fundação Castro Alves, num gesto de grande solidariedade e espírito natalício, oferecerá ainda um presépio, cuja venda na loja do Tesouro-Museu reverterá igualmente a favor da Cáritas Arquidiocesana de Braga.
A exposição poderá ser visitada de 27 de novembro a 31 janeiro de 2026, de segunda-feira a Domingo, entre as 09h30-13h00 e as 14h30-17h30.
O acesso à exposição é feito a partir da Loja do Tesouro-Museu, situada na Rua D. Diogo de Sousa, nº 114.