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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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"DESTERRADO" DE ANTÓNIO OLAIO NA ALA DE FRENTE EM FAMALICÃO

Exposição vai estar patente de 8 de fevereiro a 22 de maio, com entrada livre

António Olaio, fundador da banda portuguesa dos anos 80 Repórter Estrábico, é o protagonista da primeira exposição do ano da galeria municipal Ala da Frente, em Vila Nova de Famalicão. Depois de ter apresentado “Desterrado” na Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra, em 2019, o artista plástico prepara-se agora para mostrar ao público famalicense esta instalação artística que junta, no mesmo espaço, pintura, vídeo e desenho.

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A exposição será inaugurada no dia 8 de fevereiro, com a presença do artista, e vai estar patente na galeria de arte contemporânea famalicense até ao dia 22 de maio, com entrada livre.

Esta instalação dá continuidade ao trabalho desenvolvido por António Olaio numa reflexão que iniciou em 2017 e que o levou a estabelecer uma relação com a escultura “Desterrado” do Museu Soares dos Reis, no Porto.

Para o curador da Ala da Frente, António Gonçalves, a exploração de várias “linguagens e territórios criativos” nesta exposição reflete a abrangência do trabalho de António Olaio. “Nesta exposição temos a presença da pintura, do vídeo e do desenho, num possível equilíbrio que nos levará a questionar o espaço e a nossa presença nele, assim como a nossa relação com o entendimento da arte”, explica a propósito.

“Expor num mesmo espaço diferentes suportes e linguagens é levar o observador a ajustar-se e a encontrar soluções de potencial equilíbrio, em resposta à instigação de desassossego que António Olaio lança. Uma provocação que oscila entre linhas ténues e linhas de força bem expressa, que nos transferem uma unicidade ao trabalho desenvolvido por Olaio”, acrescenta.

Recorde-se que António Olaio nasceu em 1963, em Sá da Bandeira, Angola, e vive em Coimbra. Com formação em Pintura, é professor no Departamento de Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (UC), tendo apresentado, em 2000, dissertação de Doutoramento, construída a partir da obra de Marcel Duchamp. É diretor do Colégio das Artes e investigador do Centro de Estudos Sociais da UC. As suas performances levaram-no à música, tendo sido fundador do grupo Repórter Estrábico em 1986.

Refira-se ainda que a exposição tem entrada livre e poderá ser visitada de terça a sexta-feira, das 10h00 às 17h30 e aos fins-de-semana das 14h30 às 17h30. A galeria de arte contemporânea Ala da Frente fica localizada no Palacete Barão da Trovisqueira, na Rua Adriano Pinto Basto.

FAMALICÃO DÁ A CONHECER AS SUAS ORIGENS

Exposição “6 Mil - das origens a Famalicão” prolongada até 1 de março. Mostra, patente na Casa do Território, retrata a evolução do território, desde os primeiros vestígios da presença humana até à Idade Média

Os visitantes do Parque da Devesa, em Vila Nova de Famalicão, vão ter mais um mês para conhecer a exposição “6 Mil – das origens a Famalicão”, que vai estar patente até ao dia 1 de março, na Casa do Território, com entrada livre.

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A mostra, cujo encerramento estava inicialmente previsto para o fim deste mês de janeiro, conta com mais de uma centena de objetos arqueológicos recolhidos no território famalicense e, segundo o seu coordenador científico, o historiador Armando Coelho, “é uma pequena amostra do grande potencial arqueológico do concelho e do muito que há a explorar”.

“6 Mil – das origens a Famalicão” retrata a evolução do território desde os primeiros vestígios da presença humana até à Idade Média e propõe ao visitante uma leitura pedagógica e criativa da “primeira história” do território e da sua ocupação ao longo 6 mil anos.

Organizada pela Câmara Municipal, no âmbito das comemorações do 34.º aniversário da elevação de Famalicão a cidade, recorde-se que a exposição conta com “antiquíssimos antecedentes, desde os primeiros vestígios de expressão megalítica reveladores dos começos da agricultura e da introdução da metalurgia”.

Os projetos, as intervenções e os sítios arqueológicos do concelho, bem como todo o trabalho que tem vindo a ser realizado pelo Gabinete de Arqueologia do Município, são evidenciados na mostra, que tem a singularidade de fazer regressar, temporariamente, a Famalicão, objetos que se encontram dispersos por alguns museus nacionais como, por exemplo, uma ara (altar romano) da Sociedade Martins Sarmento, uma lucerna (lamparina da época romana) patente no Museu Nacional de Arqueologia e uma lâmina de piras em ouro cedida pelo Museu do Ouro de Travassos.

Uma reconstrução digital do Castelo de Vermoim, que terá sido atacado por um grupo de invasores tão popular como mortífero, como os vikings, durante uma incursão à região Entre-Douro-e-Minho, em 1016, é uma das atrações principais da exposição.

VERDE NOIVOS É PONTE DE LIMA

XIII Verde Noivos em Ponte de Lima realiza-se nos dias 11 e 12 de janeiro de 2020

A Exposição Verde Noivos está de volta a Ponte de Lima, entre os dias 11 e 12 de Janeiro de 2020, para facilitar a vida de quem vai subir ao altar ou organizar eventos festivos.

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O certame promovido pelo Município visa alavancar as potencialidades do tecido empresarial da região, nomeadamente de marcas e serviços relacionados com a festa matrimonial.

Do invariável, ao exclusivo, e do óbvio, ao inusitado, a XIII Verde Noivos, pensa em todos os cenários, apresentando as mais recentes tendências aos que procuram originalidade, cumprindo em paralelo, tradições, regras e expectativas.

Com uma criteriosa seleção de produtos e serviços, as melhores empresas de cada setor, da região, apresentam propostas direcionadas aos interesses do visitante.  A exposição de paragem obrigatória, para quem vai “dar o nó”, é também, na ótica do profissional, o espaço ideal para expor conceitos e serviços, em contacto direto com o público-alvo, promovendo não só o seu alcance, mas o reforço da sua imagem enquanto player do setor.

O evento conta assim com a presença de várias dezenas de expositores,  que integram um conjunto de propostas variadas, desde a joalharia à animação, ao catering, decoração e estética, não esquecendo os brindes, as roupas, quintas, fotografia, viagens, entre outras sugestões.

O evento de entrada gratuita decorre no Pavilhão de Feiras e Exposições de Ponte de Lima, e prolonga-se durante dois dias, entre desfiles, animação musical, e um showcooking, podendo ser visitado entre as 14h30 e as 23h00 de 11 de janeiro, e as 14h30 as 20h00 de dia 12 de janeiro.

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ORLANDO POMPEU INAUGUROU EXPOSIÇÃO EM GUIMARÃES

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O mestre-pintor Orlando Pompeu (esq.), na inauguração da nova exposição em Guimarães, acompanhado da colecionadora e proprietária da Galeria G.40 no Hotel Mestre de Avis, Maria Rosa Roeder, e do historiador Daniel Bastos, curador do artista plástico nas Comunidades Portuguesas

No passado sábado (14 de dezembro) o mestre-pintor Orlando Pompeu inaugurou em Guimarães, na Galeria G.40 do Hotel Mestre de Avis, uma unidade hoteleira no centro da cidade berço, integrada no território classificado pela UNESCO, a exposição “Pompeu em Baden-Baden”.

A inauguração da exposição de um dos mais conceituados artistas plásticos portugueses da atualidade, detentor de uma obra que está representada em variadas coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Brasil, Estados Unidos, Dubai, Japão, Canadá e Alemanha, encheu-se de amigos, admiradores e colecionadores do pintor de referência nacional e internacional.

Esta nova exposição, uma vez mais marcada por uma notável e singular criatividade e contemporaneidade, é resultado da residência artística que o mestre-pintor realizou recentemente na Alemanha, nação europeia onde teve patente uma exposição de sua autoria durante um mês e meio na cidade de Estugarda.

Refira-se que a exposição, que computou um prelúdio musical abrilhantado pela violonista polaca Malgorzata Markowska, estará patente ao público até ao dia 15 de março de 2020, durante o período normal de funcionamento da unidade hoteleira.

SERRALVES MOSTRA ÂNGELO DE SOUSA A PARTIR DA CASA DAS ARTES DE FAMALICÃO

“Ângelo de Sousa: Quase tudo o que sou capaz” para ver até dia 29 de fevereiro

A presença da obra de Ângelo de Sousa (1938-2011) na Casa das Artes de Famalicão está estampada nos corredores deste espaço cultural. A par das figuras decorativas que cedeu à Casa das Artes, os famalicenses podem agora apreciar uma nova coleção de obras da autoria do artista, considerado um dos mais importantes da segunda metade do Século XX em Portugal.

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Até ao dia 29 de fevereiro, a Fundação de Serralves apresenta no principal espaço cultural de Famalicão a exposição “Ângelo de Sousa: Quase tudo o que sou capaz”, com um conjunto de obras, de vários períodos da sua carreira, de pintura, escultura e desenho que “pretendem sublinhar os paralelismos entre meios artísticos na obra do artista e a importância da contaminação entre aquelas disciplinas para a evolução da sua prática artística”.

A mostra foi inaugurada esta terça-feira, dia 10 de dezembro, com a presença do vereador da Cultura do município, Leonel Rocha, e da presidente do Conselho de Administração da Fundação de Serralves, Ana Pinho.

“Serralves tem várias obras de Ângelo de Sousa na sua coleção e mostrar o seu trabalho na Casa das Artes é uma forma dos visitantes voltarem a encontrar-se com as suas obras e perceberem o seu contexto”, referiu Ana Pinho. 

“Esta exposição é uma feliz combinação das obras da nossa coleção que complementam as obras que estão em permanência na Casa das Artes instaladas pelo próprio Ângelo de Sousa”, acrescentou ainda.

O responsável pelo pelouro da Cultura da Câmara de Famalicão, Leonel Rocha, realçou a aposta do município na criação de novos públicos nas mais diversas áreas artísticas, nomeadamente nas artes plásticas, enaltecendo nesse sentido a importância de parcerias estabelecidas com instituições como Serralves.

Refira-se que Ângelo de Sousa nasceu, em 1938, na cidade de Lourenço Marques, atual Maputo, Moçambique. O artista faleceu na sua casa no Porto, a 29 de março de 2011, com 73 anos de idade.

É considerado uma das figuras mais influentes da arte portuguesa da segunda metade do século XX e é um dos artistas melhor representados na Coleção de Serralves, com trabalhos realizados entre os anos 1961 e 2002, e que abarcam todos os meios artísticos a que ele se dedicou ao longo da sua prolífica carreira: desenho, pintura, escultura, instalação, filme e fotografia.

Recorde-se ainda que com a celebração do acordo de adesão do município de Vila Nova de Famalicão ao Conselho de Fundadores da Fundação de Serralves, em 2016, iniciou-se uma relação de cooperação entre estas duas instituições, baseada num projeto integrativo de promoção e divulgação cultural e ambiental.

A entrada na exposição é livre.

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FAMALICÃO EVOCA JÚLIO BRANDÃO

Exposição dedicada a Júlio Brandão está patente na Biblioteca Municipal

A Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco de Vila Nova de Famalicão tem patente até 4 de janeiro a exposição dedicada a “Júlio Brandão: Recordações dum velho poeta|150 anos do nascimento”. A mostra está inserida no programa comemorativo dos 150 anos do nascimento de Júlio Brandão, que o município está a assinalar. Júlio Brandão, ilustre poeta, cronista, crítico literário, crítico de arte, publicista, dramaturgo, jornalista, professor e museólogo, nasceu a 9 de agosto de 1869, na rua de Santo António, no coração da cidade famalicense.

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Entre as várias homenagens à memória de Júlio Brandão, promovidas e apoiadas pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, a título póstumo, destacam-se a atribuição do seu nome a uma escola do centro da cidade, a Escola Básica Júlio Brandão; a homenagem promovida em 1950 pela Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, com a instalação de uma glorieta em granito e bronze no topo norte do Parque 1º de Maio, e as comemorações do centenário do seu nascimento, através do denominado “Ciclo Comemorativo do 1º Centenário do nascimento do Escritor e Poeta Júlio Brandão, em agosto de 1969.

Entre outras mais recentes, enquadradas agora nas comemorações dos 150 anos sobre o seu nascimento, destacam-se a colocação de uma placa identificativa na rua onde nasceu, a Rua de Santo António, e uma intervenção artística comemorativa no mural da fachada da escola de que é patrono, a Escola Básica Júlio Brandão.

Refira-se que na inauguração da exposição que decorreu no passado sábado, a Biblioteca Municipal lançou a edição comemorativa fac-similada da obra poética da autoria de Júlio Brandão “O Livro de Aglaïs”.

PINTOR HORÁCIO FERREIRA EXPÕE EM VIEIRA DO MINHO

Exposição de Pintura na Junta de Freguesia de Soutelo

Está patente ao público, na Junta de Freguesia de Soutelo, uma exposição de pintura, em acrílico sobre tela, de autoria de Horário Ferreira.

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O artista que escolheu a freguesia de Soutelo para viver,  utiliza a tela como meio de expressão, e desenvolve o seu estilo artístico ligado a uma filosofia de vida peculiar.

O presidente do Município de Vieira do Minho, António Cardoso, esteve presente na cerimónia de abertura e felicitou a junta de Freguesia e o artista pela iniciativa.

A exposição foi inaugurada no passado dia 6 de dezembro e pode ser visitada até ao próximo dia 5 de Janeiro de 2020.

JOVENS ARTISTAS DE ESPOSENDE VÃO EXPOR NA CASA DA JUVENTUDE

Casa da Juventude de Esposende evidencia trabalho de jovens artistas do concelho

A Casa da Juventude de Esposende vai acolher, na quadra natalícia, uma exposição coletiva de Desenho e Pintura de jovens artistas do concelho.

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Organizada pelo Município, em parceria com o Centro de Estudos Compêndio, de Esposende, a mostra será inaugurada no próximo dia 16 de dezembro, pelas 19h00, e estará patente até 4 de janeiro.

A exposição poderá ser visitada no espaço Bibliocafé, no horário normal de funcionamento da Casa da Juventude, ou seja, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 20h00, e, ao sábado, das 9h00 às 13h00.

Através desta iniciativa, o Município de Esposende evidencia o trabalho de jovens artistas do concelho, reconhecendo e valorizando a sua atividade. Enquanto equipamento ao serviço de toda a comunidade, a Casa da Juventude continua a constituir-se como palco privilegiado para os mais novos se darem a conhecer e apresentarem o seu trabalho.

Esta mostra insere-se no plano de atividades da Casa da Juventude, onde se insere um leque alargado e diversificado de propostas, para todos os públicos, tendo em vista o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, que o Município de Esposende verteu para o seu plano de gestão e de ação.

VIZELA EXPÕE FOTOGRAFIA PARA ASSINALAR DIA INTERNACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS

Exposição de Fotografia – “30 Imagens 30 Direitos”

A Câmara Municipal de Vizela vai inaugurar no próximo dia 10 de dezembro, pelas 15.00h, Dia Internacional dos Direitos Humanos, uma exposição de fotografia com o título “30 Direitos 30 Imagens” e que estará patente na sala de exposições Joaquim da Costa Chicória até a dia 11 de janeiro de 2020.

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Esta iniciativa faz parte dos objetivos definidos no Plano Estratégico para a Juventude - Juventude em Ação, que visa a promoção da educação para os Direitos Humanos junto da comunidade vizelense.

A exposição resulta de uma parceria entre o fotógrafo vizelense José António Guimarães e a Câmara Municipal de Vizela. O fotógrafo foi convidado a tirar 30 fotografias representativas de cada um dos 30 artigos presentes na Declaração Universal dos Direitos Humanos. Ele aceitou o desafio e o resultado são 30 imagens que nos convidam a refletir sobre qual é o direito associado a cada imagem.

O público que visitar esta exposição será convidado a interagir com a mesma, tentando descobrir qual é o direito humano fundamental que o fotógrafo tentou captar em cada fotografia. A resolução final deste desafio será desvendada ao longo de 30 dias. A partir do dia 10 de dezembro, através das redes sociais do município, será dado a conhecer um direito por dia e qual a respetiva imagem associada a esse mesmo direito consagrado na da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

A exposição conta com a colaboração estratégica do Centro de Juventude de Lisboa. Esta entidade tem o selo de qualidade do Departamento de Juventude do Conselho da Europa, e tem nos seus pilares fundamentais, a defesa e divulgação da Declaração dos Direitos Humanos.

O fotógrafo vizelense vai ter estas mesmas fotografias exibidas no espaço de exposições do Centro de Juventude de Lisboa até ao dia 20 de dezembro de 2019.

ARCOENSE MUTES EXPÕE NA CIDADE DE RENNES (FRANÇA)

(A ideologia da transmissão)

No mundo contemporâneo, o altruísmo é cada vez mais uma necessidade, é mesmo uma emergência. As novas gerações necessitam ser educadas, treinadas para o futuro, e diante das novas tecnologias, são desafiados a repensar essas transmissões.

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Quem transmite? O que nós transmitimos? Onde está a transmissão? Estas são as perguntas que exigem respostas. Oferecer aos artistas um campo de experimentação e expressão à sua medida, apoiando o desenvolvimento da arte, sensibilizando de forma inteligente o público jovem para as artes contemporâneas, criando indivíduos mais livres, mais conscientes dos problemas reais da criação artística e da vida cultural. È neste âmbito que o pintor Arcoense Mutes foi convidado a expor no fabuloso edifico Thabor, na cidade de Rennes em França. Juntamente com Mutes nesta exposição coletiva estão os Artistas: Alessio Bolognesi (Itália), Ali Tayeh (Gaza), Bree Brooks (Havaí), Leby Le Morià (Filipinas), Pedros Ramos (Portugal) Raf Cruz (Portugal) e Trez Folly (Togo). A Comissária desta exposição é a curadora Laetitia Wagner. Esta exposição vai estar presente ao público entre os dias 10 e 27 de Dezembro.

MONÇÃO EXPÕE PINTURA E PRESÉPIOS DE ALBERTINA SANTOS

A Casa Museu de Monção promove a exposição de pintura e presépios da artista monçanense Albertina Santos, intitulada "Jesus, de Belém ao Calvário", que está patente ao público de 30 de novembro  a 20 de dezembro, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho.

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Segundo a artista:"O interesse pelas artes em geral e pelo desenho, a pintura e a modelagem em particular, foi revelado desde muito cedo na vida de Albertina Santos, fazendo parte dos seus tempos livres.

Durante a carreira docente aproveitava todas as oportunidades letivas para dar asas à criatividade com os alunos e frequentava as formações que surgiam dentro da área das manualidades.

A partir da jubilação a ânsia de criar cresceu, podendo dedicar-lhe mais livremente o seu tempo. No sentido de aprofundar e aperfeiçoar o seu conhecimento autodidata da técnica de pintura, frequenta há alguns meses o ateliê da Plataforma Arte e Cultura de Monção, orientada pelo artista monçanense Ricardo de Campos.“Jesus, de Belém ao Calvário” é o resultado do trabalho de Albertina Santos. Recorrendo a técnicas mistas, em tela e outros suportes, pinta a figura de Jesus centrando uma especial atenção no Seu nascimento.

Com recurso à pasta de papel, ao barro e ao gesso aos quais acrescenta materiais diversos, tantas vezes fruto da reciclagem doméstica ou da busca atenta de desperdícios da natureza, cria, artesanalmente, presépios e outras figuras tridimensionais".

A entrada é livre! 

EXECUTIVO VIZELENSE VISITA OBRAS DAS ARUS NAS FREGUESIAS

O Executivo Municipal, acompanhado pelos Presidentes de Junta, vai efetuar uma visita às obras das ARUS nas freguesias de Tagilde e Vizela (S. Paio), Santo Adrião, Santa Eulália e Infias, no próximo dia 26 de novembro, pelas 09.30h.

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Assim, será efetuada uma visita às obras da Requalificação do espaço público na Rua do Calvário e Rua João Silva Monteiro - S. Paio, Requalificação do Largo da Igreja de Tagilde, Requalificação do espaço público junto ao Cruzeiro da Rua de São Gonçalo - Santo Adrião, Requalificação da área envolvente à Igreja de Santo Adrião, requalificação do Largo da Rua da Molar - Santa Eulália, Requalificação da área adjacente à Igreja de Santa Eulália e Requalificação da área envolvente da Igreja Velha – Infias.

Todas estas obras estão inseridas nas Áreas de Reabilitação Urbana de cada uma das freguesias e fazem parte do PARU – Plano de Ação de Regeneração Urbana de Vizela.

A ARU de Infias localiza-se junto à Estrada Nacional 106, desenvolvendo-se o centro em torno de um eixo que liga a igreja velha ao cemitério. A criação da ARU, com cerca de 9 hectares, advém da “necessidade de consolidar e assumir os centros de freguesia como área nevrálgica da vida dos núcleos urbanos, mas sempre tendo em mente a preservação da identidade no lugar”.

A ARU de Santa Eulália localiza-se numa das mais populosas freguesias de Vizela. Com uma área de cerca de 12,5 hectares, integra o núcleo central, onde se localiza a igreja, assim como edificações mais antigas.

A ARU de Tagilde, com uma área de aproximadamente 8 hectares, corresponde ao núcleo antigo do aglomerado urbano, tendo como objetivo afirmar esta área como um centro coesa e dinâmico, “onde as componentes históricas possam desempenhar um papel dinâmico e temático no desenho do espaço urbano”.

A ARU de São Paio, com uma área de 19,6 hectares, desenvolve-se a partir a igreja e adro e estendendo-se até à área verde complementar que, embora não integrada na ARU, estabelece com esta uma interligação, podendo servir para criar dinâmicas de utilização do espaço.

A ARU de Santo Adrião, com uma área de cerca de 25 hectares, resulta da “necessidade de criar sinergias, criar ligações, unificar o território, eliminar barreiras e estabelecer conexões”, possuindo como área central a Igreja de Santo Adrião.

INAUGURADA D'Art-VEZ 2019

Bienal de Arte estará patente ao público até dia 26 de janeiro 2020, na Casa das Artes concelhia, em Soajo e em Sistelo

Foi oficialmente inaugurada no passado sábado, dia 16 de novembro, com grande destaque e envolvimento da comunidade, mais uma edição da bienal de Artes, D’Art Vez, a qual este ano assinala a obra e o tempo de Teixeira de Queiroz.

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No ano em que Arcos de Valdevez celebra a memória de um dos seus mais eminentes vultos culturais, o escritor Francisco Teixeira de Queiroz, a D’Art-Vez assume também essa celebração, como foco principal de influência e reflexão de cerca de uma centena de artistas que integram esta edição 2019 da bienal de arte arcuense.

Para a edição deste ano eram objetivos principais a envolvência da comunidade em geral, da comunidade escolar, bem como conseguir levar esta mostra para fora de portas da Casa das Artes e da sede do concelho, tendo sido deslocalizada uma parte da exposição para Soajo e outra para Sistelo. Objetivos amplamente conseguidos.

A exposição é composta por 113 obras, entre instalações, dípticos e trípticos o que, segundo António Aguiar, um dos principais organizadores desta mostra, diz ser muito difícil de reunir, para além de apresentar a novidade da modelação e animação em 3D. Uma novidade na escultura feita em digital.

Os trabalhos com as crianças dos infantários voltaram também a ter grande relevo, através da OCA – Oficina da Casa das Artes nos Jardins de Infância Municipais, já que este ano os meninos e meninas se encontram a pintar azulejos para compor um painel sobre o Rio Vez. De notar que a Câmara Municipal inaugurou há poucos anos um Pelourinho composto por azulejos pintados pelas crianças dos infantários que se encontra no Jardim dos Centenários, junto à Casa das Artes.

Integrado nesta bienal e para assinalar o centenário da morte de Francisco Teixeira de Queiroz, os alunos do Curso de Artes Visuais do Agrupamento de Escolas de Valdevez foram desafiados a criar um Ex-libris a este escritor arcuense.

O concurso “Criação de um Ex-libris de Teixeira de Queiroz” enquadra-se no âmbito da rubrica “CRIARTE/Cria um Ex-libris”, no âmbito do Plano Integrado e Inovador do Combate ao Insucesso Escolar no Alto Minho-School 4all”, da CIM Alto Minho e decorreu sob a coordenação do professor António Troufa. Saíram vencedores desta edição os alunos Tomás Afonso, Tânia Pato e Maria Viana Gomes.

João Esteves, Presidente da Câmara Municipal, destacou todo o empenho e trabalho dos mentores desta mostra, nomeadamente António Aguiar, artista plástico arcuense, e Nuno Soares, diretor da Casa das Artes concelhia. Enalteceu o facto de esta bienal envolver todo o tipo de públicos, desde os Jardins de Infância até um público mais crescido, bem como diversas iniciativas culturais que compõem um rico programa cultural durante dois meses com teatro, música, o lançamento de livros e visitas guiadas pelos artistas à exposição. Através desta bienal pretendeu-se, disse, “reconhecer o trabalho, tantas vezes abnegado, mas sempre livre, dos nossos artistas, na verdade “amigos” da causa cultural desta bienal que conta já com uma História longínqua de mais de 30 anos.”

A inauguração na Casa das Artes contou com momentos musicais e de declamação de poesia, proporcionados pela soprano Liliana Nogueira, pela Mezzosoprano Maria João Gomes, pela violinista Sílvia Ferreira e pela pianista Vera Fonte. A declamação de um poema de Taroza esteve a cargo de Lisete Moreira, que foi acompanhada à viola por Maria do Céu Sousa.

No dia 17 de novembro foi a vez de inaugurar na Casa do Povo de Soajo a exposição destacada para o local. “Uma forma de levar a Arte até às pessoas”, referiu António Aguiar.

Foi com agrado que a população e a Junta de Freguesia viu este feito acontecer, tendo sido realçado pelo Presidente da Junta Manuel Barreira, a importância da descentralização cultural e o facto de a exposição estar patente ao público na sala que é por norma, dedicada à “promoção da Cultura, em Soajo”.

Já João Esteves referiu a importância da descentralização da mostra, deslocalizando-a também para Soajo e Sistelo, criando assim outra dinâmica e um roteiro cultural, e afirmou que a Arte tem de fazer parte de um processo de desenvolvimento dos territórios.

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Programa

23 de Novembro | 22h00

Estreia da peça de teatro/musical:

“O Grande Homem”, de Teixeira de Queiroz, pelo GTV- Grupo de Teatro do Vez

Auditório da Casa das Artes

7 de Dezembro | 21h30

Abertura da exposição “D’ArtVez no Território - Sistelo”, seguida de Momento musical dos alunos do CMDAV

Sede da Junta de Freguesia de Sistelo

14 de Dezembro | 15h00

Apresentação do livro “Barões Assinalados”, da autoria de António Cacho, seguido de apresentação do Roteiro Poético do Vez

Casa das Artes/Biblioteca Municipal

21 de Dezembro | 15h00 e 21h00

Visitas guiadas à D’ArtVez, com participação dos autores

Casa das Artes

21 de Dezembro | 22h00

Concerto do coral polifónico “A Cumpagnia” (Córsega)

Centro Interpretativo do Barroco

4 de Janeiro | 21h30

Grande concerto de Ano Novo da Banda da Sociedade Musical de Arcos de Valdevez

Auditório da Casa das Artes

18 de Janeiro | 14h00-18h00

Visitas guiadas à D’ArtVez, com participação dos autores

Casa das Artes

Visitas pedagógicas com escolas

NOTA: Visitas pedagógicas para Público escolar durante dias da semana, mediante prévia marcação/organização.

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PAULO PARRA INAUGURA EXPOSIÇÃO EM BARCELOS

Obras da coleção Paulo Parra em exposição nos Paços do Concelho de Barcelos, com inauguração amanhã, 9 de novembro, às 17 horas

As exposições “Boa Mesa Portuguesa, Com Certeza!” e “Sentar Portugal”, com obras da coleção Paulo Parra, são inauguradas amanhã, dia 9 de novembro, às 17h00, no Salão Nobre e na Sala Gótica dos Paços do Concelho.

A coleção abrange um universo muito variado de peças do design português, pelo que estas exposições constituem um momento ímpar para apreciar um património importante da história do design, inovação e tecnologia portuguesas, e inserem-se na política cultural do Município de Barcelos de acesso da população aos bens culturais de qualidade, numa mostra única enquadrada no conceito de Barcelos Cidade Criativa da UNESCO.

CERVEIRA VESTE CROCHET COM ARTE

'O Crochet Veste com Arte' - Artes e Ofícios Tradicionais em exposição imperdível

Depois do sucesso do desfile ‘O Crochet Veste com Arte’ de 13 de julho, os 16 trajes em crochet, que evocam as artes e ofícios tradicionais de cada uma das freguesias do concelho de Vila Nova de Cerveira, encontram-se expostos na Galeria da Loja Interativa de Turismo, até ao final do ano. Mostra surpreendente pode ser visitada de 2ªfeira a sábado, no período normal de funcionamento.

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Desde 2014, a arte secular do crochet volta a estar na moda graças ao ‘O Crochet Sai à Rua’, um projeto de decoração das ruas, edifícios públicos e espaços comerciais de Vila Nova de Cerveira, durante a época de Verão. Com uma adesão imediata dos residentes e uma afluência massiva de turistas, o evento ganhou caráter bienal, sendo complementado com ‘O Crochet Veste com Arte’, no qual a arte do crochet extravasa as ruas e sobe às passerelles desfilando autenticidade.

E é deste desfile em crochet, de realização também bienal, que têm surgido peças de vestuário temáticas únicas, ovacionadas pela criatividade e beleza, em Portugal e também em ações de promoção do Município de Vila Nova de Cerveira no estrangeiro, sendo o caso mais recente na reconhecida Feira Internacional de Macau.

Depois de em 2017, a Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira ter desafiado as juntas de freguesia a recriarem, integralmente em crochet, os trajes tradicionais minhotos, (traje dos noivos, de meia-senhora, de lavradeira (verde, vermelho e azul), de domingar, do campo e de dó), este ano, a aposta incidiu na valorização do saber-fazer, através da partilha das artes e ofícios tradicionais totalmente em crochet. O repto foi surpreendentemente interpretado e o resultado é um conjunto de histórias, de usos e costumes mui sui generis que devem ser preservados.

São 16 trajes minuciosamente elaborados à mão por dezenas de cerveirenses dedicados, sem descurar os adornos específicos de cada ofício, e que suscitaram muito interesse e enorme curiosidade desde o desfile, entre eles um burro e uma ovelha totalmente criados em crochet. Lista de Trajes:

  • O Fogueteiro - Freguesia de Cornes
  • O Ferreiro - Freguesia de Covas
  • O Contrabando - Freguesia de Gondarém
  • A Pastorícia - Freguesia de Loivo
  • A Lavradeira - Freguesia de Mentrestido
  • A Moleira - União de freguesia de Reboreda e Nogueira
  • A Aguadeira - Freguesia Sapardos
  • O Canteiro - Freguesia de Sopo
  • As Lavadeiras - União de Freguesias de Campos e Vila Meã
  • A Peixeira e o Pescador - União das Freguesias de Vila Nova de Cerveira e Lovelhe

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PAULO PARRA EXPÕE EM BARCELOS

Obras da coleção Paulo Parra em exposição nos Paços do Concelho

O Salão Nobre e a Sala Gótica dos Paços do Concelho recebem no próximo sábado, 9 de novembro, as exposições “Boa Mesa Portuguesa, Com Certeza!” e “Sentar Portugal”, com obras da coleção Paulo Parra.

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A coleção abrange um universo muito variado de peças do design português, pelo que estas exposições constituem um momento ímpar para apreciar um património importante da história do design, inovação e tecnologia portuguesas, e inserem-se na política cultural do Município de Barcelos de acesso da população aos bens culturais de qualidade, numa mostra única enquadrada no conceito de Barcelos Cidade Criativa da UNESCO.

Na exposição “Boa Mesa Portuguesa, Com Certeza!”, onde está patente uma seleção de produtos da coleção, coexistem peças produzidas em porcelana, cristal e prata, mas também peças de faiança, vidro e estanho, pretende-se mostrar um pouco do acervo total de mais de 500 peças da coleção e produzir uma exposição pública com rigor histórico, centrada na qualidade dos produtos da mesa portuguesa.

Em “Sentar Portugal”, mostram-se cerca de seis dezenas de cadeiras com design português. Esta exposição é a maior já efetuada sobre a história da “cadeira portuguesa”, e demonstra que a “nossa cadeira” tem uma grande riqueza linguística e uma diversidade em tudo semelhante, ou até superior, às de outros povos europeus.

Paulo Parra, o autor da coleção, tem uma carreira multifacetada como designer, professor e colecionador. Com trabalhos nas áreas de Design de Produto, Transportes e Arquitetura, Design de Exposições, Design de Comunicação e Interfaces e Design Estratégico, desenvolveu ainda atividades como curador, museologista, pesquisador e conferencista.