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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PINTOR ORLANDO POMPEU INAUGUROU EM CHAVES EXPOSIÇÃO “METAMORFOSES POMPEUANAS II”

O mestre-pintor fafense Orlando Pompeu inaugurou ontem na Galeria Carneiro Rodrigues, em Chaves, a exposição “Metamorfoses Pompeuanas II”.

Metamorfoses Pompeuanas II” em Chaves

O mestre-pintor Orlando Pompeu, na inauguração da nova exposição em Chaves, acompanhado do galerista Carneiro Rodrigues (esq.), e do historiador Daniel Bastos (dir.), curador do artista plástico no espaço lusófono

 

A inauguração da exposição de um dos mais conceituados artistas plásticos portugueses da atualidade, detentor de uma obra que está representada em variadas coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Brasil, Estados Unidos, Dubai, Japão e Canadá, contou com presença de vários amigos, admiradores e colecionadores do pintor de referência nacional e internacional.

Nesta nova exposição, composta por obras cujo registo se carateriza pela espontaneidade e pela linha gestual de caráter expressionista, Orlando Pompeu infunde o seu notável e singular universo artístico marcado pela cor, criatividade e contemporaneidade.

Refira-se que a exposição estará patente ao público até à quadra natalícia, durante o período normal de funcionamento da galeria arte localizada em pleno centro histórico da cidade transmontana.

BRAGA RECEBE EXPOSIÇÃO SOBRE A FLORESTA

Exposição “A Floresta” patente até Janeiro no Largo São João do Souto. Primeira exposição itinerante da Fundação ”la Caixa” em Portugal

O presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, o Presidente Honorário do BPI e curador da Fundação “la Caixa”, Artur Santos Silva, e José Pena do Amaral, membro da Comissão Executiva do BPI, inauguraram hoje, dia 15 de Novembro, em Braga, a exposição “A Floresta”.

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Patente no Largo São João do Souto até 10 de Janeiro, a exposição destaca a Floresta, um dos ecossistemas terrestres com maior biodiversidade no mundo e que conservam o património de milhares de milhões de anos de evolução. A Península Ibérica é umas das regiões com maior biodiversidade da Europa. Nela estão representadas quase todas as paisagens florestais do continente e é o habitat de um grande número de espécies.

Como salientou o Edil, este é um excelente exemplo de uma instituição que revela compromisso com o desenvolvimento da sociedade, algo que o Município tem procurado potenciar junto dos diversos agentes. “Esta iniciativa é um excelente exercício de educação ambiental, uma aula que pode ser absorvida pelas gerações mais novas de modo a estimular o contacto com a floresta e a sua interacção com a sociedade. Deixo o repto a todos os Bracarenses e aos muitos visitantes que nesta época estão na Cidade para visitarem a exposição e aprenderam mais sobre estes temas”, realçou.

A exposição apresenta um percurso pelas principais espécies árboreas da Península Ibérica, a sua ecologia e ligação com o ser humano, através de uma singular colecção. Apresenta cinco exemplares excepcionais de árvores de Portugal que por motivos morfológicos, históricos ou culturais são considerados únicos.

Trata-se da primeira exposição itinerante da Fundação ”la Caixa” em Portugal. Esta mesma exposição - adaptada agora à realidade de Portugal - teve mais de um milhão de visitantes nas várias cidades de Espanha onde esteve presente.

As florestas desempenham uma série de funções ambientais fundamentais para que a vida no planeta seja tal como a conhecemos. Deste modo, a primeira parte da exposição centra-se na organização hierárquica dos diferentes níveis de vida, desde a biosfera até ao nível microscópico. Ao mesmo tempo, é feita uma viagem pelos diferentes elementos que compõem e caracterizam os ecossistemas florestais e as suas dinâmicas naturais, desde o modo como o crescimento das árvores afecta o clima às relações que se estabelecem entre seres vivos, passando pelos diferentes componentes e processos que ocorrem no solo da floresta.

Os protagonistas destes ecossistemas são as árvores e a elas é dedicada a segunda parte da exposição. As árvores são seres vivos pluricelulares, vegetais e lenhosos que ocupam o estrato mais elevado da vegetação. É neste âmbito que se explica as partes constituintes de uma árvore, as funções de suporte e de captação das raízes e como se expandem as florestas através das sementes. Também se explicam as diferentes partes que compõem a madeira das árvores e como as alterações climáticas as influenciam.

De facto, através da cronologia das mudanças climáticas mais recentes compreende-se em grande medida a distribuição actual das florestas e das espécies florestais no conjunto do continente europeu e, mais concretamente, na Península Ibérica.

Actualmente, a Península Ibérica tem 21,6 milhões de hectares de floresta, o que corresponde a 36% da sua superfície total, pouco menos de 60 milhões de hectares. É uma das regiões com mais biodiversidade no continente e com maior área florestal, sendo essa riqueza evidente na grande diversidade de espécies de flora e fauna que habitam as suas florestas. Neste sentido, a exposição apresenta dezoito das espécies mais representativas de toda a Península Ibérica.

A exposição pode ser visitada de Segunda-feira a Sexta-feira, das 12h30 às 14h e das 17h às 21h, e aos Sábados, Domingos e feriados, das 11h às 14h e das 17h às 21h. O horário nas férias de Natal (de 17 de Dezembro a 7 de Janeiro, inclusive) é das 10h30 às 14h e das 17h às 21h. Nos dias 24 e 31 de Dezembro pode ser visitada das 11h às 14h (fechado da parte da tarde) e dias 25 de Dezembro e 1 de Janeiro estará encerrada. A entrada é gratuita.

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NOVA EXPOSIÇÃO DO EPHEMERA: PACHECO PEREIRA VOLTA A VIANA DO CASTELO

Poder-se-ia falar da longa peregrinação do Professor, mas, como bem diz o ditado, “quem corre por gosto não cansa”. Contudo, o prazer de Pacheco Pereira reverte a favor da cultura e, de forma mais lata, da valorização do conhecimento de todos os portugueses e mesmo de povos de outras latitudes.

Apresentação do PowerPoint

Esta nova exposição do Núcleo Vianense do Ephemera (arquivo/biblioteca), cujo fundador e grande dinamizador é Pacheco Pereira, tem como tema as “Firmas na tradição vianense”. Viana, como todas as cidades, dispôs ao longo do tempo de um bem definido tecido comercial, satisfatoriamente enraizado, que muito contribuiu para fazer a história social da cidade. Nunca o trabalho de levantamento de tão importante setor da vida económica da urbe foi feito, mas, tal como tem acontecido especialmente nas cidades maiores do país, é assunto que alguém deveria um dia tratar. Todavia, de imediato, até ao dia 26 do corrente mês, os vianenses têm a oportunidade de conhecer, de forma documental, um pouco do que Viana teve ao longo de décadas para satisfazer as suas necessidades, especialmente as mais elementares, como é o caso do comércio alimentar e farmacêutico.

Fazer uma visita a esta bem curiosa e educativa mostra significa sair da mesma bem tocado sentimentalmente e bem mais conhecedor da sociedade vianense de outrora. É precisamente para não deixar morrer a história das práticas, das vivências e do sentir profundo das populações que Pacheco Pereira, qual devoto, faz a sua “peregrinação” pelo país e pelo mundo para conhecer, ouvir, recolher e estudar, tudo o que tantos consideram lixo, mas que para ele e para outros, mesmo que menos entusiastas, são as ferramentas que mostram como fomos, como nos movimentamos e como nos comportamos até aqui chegarmos.

É por isso que cada intervenção pública de Pacheco Pereira nos prende e nos cativa. Para além de nos trazer novidades sobre o que pacientemente vai conseguindo reunir, que se traduz em valor incontável, abre a alma para respirar contentamento e emoção pela forma como, através de coisas que parecem banais e findáveis, contribui para o aprofundamento do nosso conhecimento e para que a história dos povos se torne mais rica. E fica feliz por poder contar na nossa cidade com um Núcleo de ativistas suficientemente diligente que procura caminhar com ele nesta cruzada de nada deitar fora porque tudo é rico, especialmente em ensinamento. Regozijo e colaboração nesta cruzada também o manifesta o Município, mais uma vez assumido publicamente na cerimónia de abertura da presente mostra, que aconteceu no sábado passado, dia 10, pelas 11 horas, no rés-do-chão dos Antigos Paços do Concelho.

Gonçalo Fagundes Meira

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VIANA DO CASTELO RECEBE EXPOSIÇÃO RETROSPETIVA DE JOSÉ MARQUES

Acontece no próximo sábado, dia 17 – 11 horas, nos antigos Paços do Concelho, Praça da República.

Já aqui escrevemos, aquando do seu passamento, há quase um ano, que José Marques era um cidadão multifacetado, que fez um percurso de vida regularmente destacado, quer nos ENVC, quer para além desta empresa.

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José Marques foi sempre um operário adiantado em relação a quase tudo o que era novo e, na sua condição de reformado, esse espírito combativo e inovador, sem medos, antes ousado e decidido, reforçou-se.

Entre as várias incursões que ia fazendo por áreas distintas, teve relevância a sua adesão às artes, levando-o posteriormente à fundação da Arte Matriz, onde, entre outras variantes, se ministravam aulas de pintura.

A Arte Matriz, dado o seu dinamismo, tornou-se rapidamente numa associação criativa, na qual abundavam iniciativas que primavam pela diferença. Paralelamente, José Marques ia fortalecendo a sua auto aprendizagem na pintura – um sonho de criança – explorando, fundamentalmente, o seu manuseamento fácil do lápis e dos pinceis.

A alma da Arte Matriz faleceu, mas esta Associação continua a desenvolver esforços para honrar a memória do seu fundador, que agora lhe presta homenagem com esta mostra dos muitos trabalhos que ele foi produzindo no pouco tempo em que a arte abraçou.

Gonçalo Fagundes Meira

Cartaz

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Bailando

FERNANDA FRAGATEIRO EXPÕE EM ARCOS DE VALDEVEZ

Desencaminharte 2018: Inauguração da obra “A paisagem é” de Fernanda Fragateiro

No âmbito do Festival Desencaminharte, um programa da CIM Alto Minho que visa promover a criação artística no Alto Minho, através de uma dinâmica em rede que estimule o reconhecimento da sua identidade, no dia 22 de Novembro, pelas 11h30, realizar-se-á em Sistelo a apresentação da instalação artística A paisagem é”, da artista Fernanda Fragateiro.

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O trabalho de Fernanda Fragateiro, após a realização de exposições individuais na Alemanha, Reino Unido e Espanha, da participação na Trienal de Arquitetura de Lisboa (2010), e na Dublin Contemporary (2011), tem vindo a obter cada vez maior destaque na arte contemporânea europeia. A artista é conhecida pelas suas intervenções escultóricas e arquitetónicas em espaços públicos como mosteiros, orfanatos, casas em ruínas. O seu trabalho tem sido exibido em museus e centros culturais de todo o mundo, como o Palm Springs Art Museum, nos Estados Unidos, o Palais des Beaux-Arts de Paris, e está representada em coleções como a Caixa Geral de Depósitos, Fundação de Serralves, Fundação Calouste Gulbenkian, em Portugal, ou Helga de Alvear, em Espanha.

Local: Paisagem Cultural de Sistelo / Monumento Nacional

(junto ao Miradouro dos Socalcos, Padrão/Porta Cova)

Programa:

Ato inaugural / Içar da 6ª bandeira

Com a presença da autora (artista Fernanda Fragateiro)

Mais sobre o DESENCAMINHARTE

A edição de 2018, com programação a cargo do coletivo HODOS, centra-se no desenvolvimento de dispositivos que contribuem para a valorização do património cultural e natural da região. Dez autores, relevantes no panorama artístico e arquitetónico contemporâneo, foram desafiados a intervir na paisagem singular de cada um dos dez municípios. A partir de uma leitura sensível e afetiva do lugar, estas obras serão construídas até ao final do ano, num diálogo aberto entre território, arte, cultura e população.

Este é um projeto promovido pela Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho) e cofinanciado pelo programa Norte 2020 – Programa Operacional Regional do Norte.

SÉRGIO GONÇALVES EXPÕE FOTOGRAFIA EM PONTE DA BARCA

Exposição “O retrato” de Sérgio Gonçalves no átrio dos Paços do Concelho

Até 30 de novembro passe pelo átrio dos Paços do Concelho e aprecie a belíssima exposição de fotografia de Sérgio Gonçalves que foi hoje inaugurada.

O “retrato” é uma exposição que tem por base a realização de um trabalho ecológico, através da criação de cenários originais nos quais os modelos principais são as crianças e os utensílios retratados, passaram a ganhar uma nova vida, aliando a criatividade à simplicidade e provando que é necessário muito pouco para criar arte.

Horário: Segunda a Sexta 9h às 12:30h / 14h às 17h30

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SERVILUSA APOIA EXPOSIÇÃO SOBRE SIDÓNIO PAIS NO PANTEÃO NACIONAL

Sidónio Pais: o retrato do País no tempo da Grande Guerra

A Servilusa apoia a exposição com o tema “Sidónio Pais: o retrato do País no tempo da Grande Guerra”, que pretende fazer o retrato do país no tempo da Grande Guerra, e inaugura no dia 14 de novembro, às 18h30. A iniciativa realiza-se no ano em que se assinala os 100 anos da morte de Sidónio Pais, quarto Presidente da República, no Panteão Nacional, Lisboa, onde repousam os seus restos mortais.

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A Servilusa é Mecenas desta homenagem a Sidónio Pais, que inclui exemplares de pintura, escultura, têxteis e publicações de alguns dos mais importantes museus, palácios e monumentos portugueses.

Paulo Carreira, o Diretor-geral de Negócio da Servilusa, recorda, a propósito, que «este apoio da Servilusa ocorre no seguimento de uma parceria que tem já vários anos, com o Panteão Nacional, no âmbito da qual já tivemos a honra de patrocinar outras exposições, como por exemplo, a de Humberto Delgado, em 2017 ou em 2016 a exposição “Reis e Heróis – Os Panteões em Portugal”. Dois exemplos de eventos culturais, entre outros, realizados naquele magnifico monumento em Lisboa, com envolvimento da Servilusa».

A exposição procura dar a conhecer os aspetos mais relevantes da vida e obra deste carismático professor, militar e político, tomando como cenário o Portugal de então, aquando do exercício da sua presidência, e estará patente até ao dia 17 de março de 2019, nas salas de exposições temporárias, Coro-alto e na Nave central do monumento.

MONÇÃO INAUGURA EXPOSIÇÃO SOBRE "A PARTICIPAÇÃO DE PORTUGAL NA 1ª GRANDE GUERRA"

No próximo dia 12 de novembro (segunda feira), pelas 17h30 será inaugurada na Nova Galeria do Largo do Paço, em Braga, a exposição intitulada - A participação de Portugal na 1ª Grande Guerra (1914-1918), com visita guiada pelo Dr. Manuel Penteado Neiva, que irá proferir uma conferência sobre a Brigada do Minho.

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Trata-se de uma iniciativa conjunta da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho e do Prémio de História Contemporânea Victor de Sá e conta com a colaboração do Dr. Manuel Penteado Neiva (cedência espólio) e o apoio da Reitoria da Universidade do Minho.

A Exposição estará patente ao público até ao dia 30 de dezembro, com o seguinte horário:

- Segunda a sábado das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.

A Organização é assegurada pela Casa Museu de Monção/Universidade do Minho e pelo Prémio de História Contemporânea Victor de Sá e conta com a Colaboração do Dr. Manuel Penteado Neiva (cedência de espólio) e da Reitoria da Universidade do Minho.

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PANTEÃO NACIONAL RECORDA O CAMINHENSE SIDÓNIO PAIS

No centenário da morte do 4º Presidente da República Portuguesa, o Panteão Nacional organiza a exposição 'Sidónio Pais: o retrato do país no tempo da Grande Guerra', que inaugura no próximo dia 14 de novembro.

A mostra dá a conhecer os aspetos mais relevantes da vida e obra deste carismático professor, militar e político, tomando como cenário o Portugal da época. Inclui exemplares de pintura, escultura, têxteis e publicações de alguns dos mais importantes museus, palácios e monumentos portugueses.

Pode ser visitada até 17 de março de 2019, nas salas de exposições temporárias, coro-alto e na nave central do monumento.

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PONTE DA BARCA EXPÕE SOBRE ARTES DA TECELAGEM

Exposição “Do Fio ao Linho” na Loja Interativa de Turismo patente até ao dia 5 de janeiro de 2019

A Loja Interativa de Turismo tem patente a exposição “Do Fio ao Linho”. Uma visão sobre o processo de transformação, desde a sua origem até à confeção do tecido.

Esta exposição tem como espólio os utensílios utilizados na sua transformação, transmitindo a todas as gerações o “saber fazer” do linho e contou, no dia inaugural, com a colaboração da Associação Cultural os Canários de Bravães.

Até 5 de janeiro de 2019 passem por lá e apreciem!

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HISTORIADOR MANUEL PENTEADO NEIVA APRESENTA EM BRAGA EXPOSIÇÃO SOBRE A PARTICIPAÇÃO DE PORTUGAL NA GRANDE GUERRA

No próximo dia 12 de novembro (segunda feira), pelas 17h30 será inaugurada na Nova Galeria do Largo do Paço, em Braga, a exposição intitulada -A participação de Portugal na 1ª Grande Guerra (1914-1918), com visita guiada pelo Dr. Manuel Penteado Neiva.

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Trata-se de uma iniciativa conjunta da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho e do Prémio de História Contemporânea Victor de Sá e conta com a colaboração do Dr. Manuel Penteado Neiva (cedência espólio) e o apoio da Reitoria da Universidade do Minho.

A Exposição estará patente ao público até ao dia 30 de dezembro, com o seguinte horário:

- Segunda a sábado das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.

A Organização é assegurada pela Casa Museu de Monção/Universidade do Minho e pelo Prémio de História Contemporânea Victor de Sá e conta com a Colaboração do Dr. Manuel Penteado Neiva (cedência de espólio) e da Reitoria da Universidade do Minho.

VIANA DO CASTELO RECEBE EXPOSIÇÃO SOBRE "FIRMAS NA TRADIÇÃO VIANENSE"

EXPOSIÇÃO “Firmas na Tradição Vianense”. Organização do Núcleo de Viana do Castelo da Associação EPHEMERA

A abertura, nos antigos Paços do Concelho, Praça da República, está prevista para o próximo sábado, dia 10 – 11,00 horas –, e conta com a presença do Professor Doutor José Pacheco Pereira. Aí estará patente entre 10 e 25 de novembro.

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A Associação EPHEMERA, dirigida por José Pacheco Pereira, no seguimento de outras

exposições já realizadas em Viana do Castelo, como, a de "Material EPHEMERO utilizado nas Eleições Autárquicas. Viana do Castelo - 1976/2013”, “A propaganda nas eleições americanas, em 2016” e “Um Colecionador de Pins em Viana do Castelo – o Dr. Eurico Silva”, através do seu núcleo de Viana do Castelo, vai abrir esta nova mostra com o objetivo de permitir que os visitantes apreciem materiais diversos relativos a firmas vianenses já desaparecidas ou a firmas em atividade, com mais de 40 anos de existência, numa perspetiva de reavivar a memória da vida urbana, como compreensão do passado e perspetivação do futuro.

A exposição conta com o apoio da Câmara Municipal de Viana do Castelo, da Associação Empresarial de Viana do Castelo e do Café Girassol.

O cartaz foi concebido pelo designer Carlos Torre e a conceção técnica da montagem da exposição foi da responsabilidade de Carlos Vieira, com a utilização de equipamentos disponibilizados pelos Serviços de Animação da Divisão Cultural da Camara Municipal de Viana do Castelo.

Sob o lema “Não deite nada fora, nós sabemos dar-lhe uma utilidade”, pretende a  EPHEMERA contribuir para uma maior compreensão da História e da vida dos povos. Daí de novo o convite para uma visita ao seu site https://ephemerajpp.com/ onde é possível visualizar toda a sua atividade.

Em Viana do Castelo, a EPHEMERA está todas as terças feiras, de tarde, no Café Girassol, a prestar esclarecimentos e a recolher material que lhe queiram ceder.

José Escaleira

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BRAGA REALIZA EXPO ANIMAL

O Município de Braga e a Invest Braga levam a efeito a Expo Animal que se realiza nos próximos dias 10 e 11 de Novembro, no Altice Forum Braga.

Este é um certame organizado pela InvestBraga, em colaboração com o Clube Português de Canicultura e o Clube Português de Felinicultura.

Em exposição vão estar mais de 1500 cães, 250 gatos e várias espécies de animais exóticos.

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FÁTIMA CARVALHO EXPÕE PINTURA NA CASA MUSEU DE MONÇÃO

Exposição de pintura "Simbiose Mais Que Perfeita" da artista Fátima Carvalho na Casa Museu de Monção/Universidade do Minho

A partir do próximo dia 3 (sábado) e até ao dia 31 de novembro, estará patente ao público na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho, a exposição de pintura da artista Fátima Carvalho, intitulada "Simbiose Mais Que Perfeita".

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Segundo a artista Fátima Carvalho: «Intitula-se Simbiose Mais Que Perfeita uma vez que inclui os trabalhos figurativos da relação do Homem com a Natureza e a Mãe Natureza existido Ela própria sem necessidade da presença do Homem».

A entrada é livre! 

Horário da Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho:

terça a sexta feira: das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

sábado: das 14h00 às 18h00

domingo e segunda feira: encerrada

Mais informações em:

www.casamuseumoncao.uminho.pt

www.facebook.com/pages/Casa-Museu-de-MonçãoUniversidade-do-Minho/809321412454696

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AMARES PROMOVE EXPOSIÇÃO CONTRA A POBREZA

“Missão Amar (es)” destacada pelo Município como exemplo de boas práticas no dia Internacional da Erradicação da Pobreza. Exposição fotográfica do projeto patente nos Paços do Concelho

No mês em que se assinala o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, marcado anualmente a 17 de outubro, com o objetivo de consciencializar sobre a pobreza e a miséria em todo o mundo, a Câmara Municipal acolhe a exposição “Missão Amar (es) ” – um projeto uma proposta de vida.

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Esta exposição é um testemunho visual da experiência de voluntariado vivida nas províncias de Maputo e Chibuto, em Moçambique, pelo Clube de Solidariedade da Escola Secundária de Amares, coordenado pelo professor Bernardino Silva. Um exemplo amarense bem-sucedido que tem envolvido, ao longo dos anos, vários jovens e o apoio de diversas entidades, nomeadamente da Câmara Municipal de Amares.

A exposição vai estar patente até ao dia 31 de outubro à entrada do edifício da autarquia, no horário de funcionamento dos serviços municipais, para dar a conhecer à população amarense um pouco daquilo que está na génese deste projeto e do trabalho que tem sido efetuado no terreno.

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Paralelamente, e para quem estiver interessado em dar o seu contributo, estão à venda, na receção dos serviços municipais, pulseiras de apoio a este projeto de cariz solidário. Outras formas de apoio são também acolhidas pelo Clube de Solidariedade da Escola Secundária de Amares, pelo que havendo essa intenção por parte de particulares ou empresários podem contactar o coordenador da “Missão Amar (es)” através do seguinte endereço eletrónico: bernardino.silva@gmail.com.

Implementada em 2016, a “Missão Amar (es) ” já cumpriu 3 ações de voluntariado internacional, ajudando mais de 300 crianças. Construção de casas, apoio nos hospitais, formações de higiene, saúde oral, primeiros socorros, lavagem nasal, aleitamento materno e ações de educação são apenas algumas das ações levadas a cabo nas províncias de Maputo e Chibuto.

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AQUAMUSEU DO RIO MINHO EXPÕE ESPÉCIES PISCÍCOLAS

“Tritão-de-Ventre-Laranja” e “Enguia” dão mote a duas exposições

O Aquamuseu do rio Minho volta a disponibilizar duas exposições temáticas dedicadas a espécies diferentes - “Tritão-de-Ventre-Laranja” e “Enguia” -, mas com o mesmo objetivo: proporcionar um conhecimento mais aprofundado de uma parte do património natural existente.

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Espécie endémica da metade Oeste da Península Ibérica, os tritões-de-ventre-laranja são anfíbios com cauda que ocorrem na maior parte do território continental de Portugal e possuem uma bela e bem visível coloração laranja vivo na sua região ventral. Até 30 de novembro, o Aquamuseu do rio Minho dispõe desta e outras informações numa pequena exposição bimestral em painéis, onde se descreve as características gerais, habitats e os problemas deste anfíbio que se pode encontrar junto de linhas de água pouco poluídas.

Para este último trimestre de 2018, o Aquamuseu do rio Minho selecionou ainda a enguia como o peixe em destaque. “A Pesca do Meixão no rio Minho” é o nome da exposição que está patente até 31 de dezembro. A mostra proporciona informação sobre as características gerais, distribuição, ameaças, investigação e da pesca do meixão.

PONTE DE LIMA APRESENTA MOSTRA DOCUMENTAL DE JOSÉ CARDOSO PIRES

Mostra documental de José Cardoso Pires na Biblioteca Municipal de Ponte de Lima

No mês em que se assinala o vigésimo aniversário do falecimento de José Cardoso Pires (26 de outubro de 1998) a Biblioteca Municipal de Ponte de Lima assinala a efeméride com uma mostra documental da obra de um dos mais importantes escritores portugueses de Novecentos.

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Autor de referência em Portugal, José Cardoso Pires ficou conhecido pela sua escrita rica e vigorosa, com uma obra em trânsitos discursivos em relação ao contexto português, à sua geração literária e à sua própria produção. 

Deixou ao mundo um legado documental relevante (muitos trabalhos premiados, traduzidos, levados ao teatro e adaptados para o cinema), que revelam a marca do escritor.

A diversidade que caracteriza a obra do autor patenteia-se também no percurso por vários géneros, do conto ao romance, do ensaio à dramaturgia, da crónica à narrativa.

Venha conhecer as obras do escritor José Cardoso Pires patentes nesta mostra evocativa.

Sobre o autor

Escritor português, José Augusto Neves Cardoso Pires nasceu a 2 de outubro de 1925, no concelho de Vila de Rei, em Castelo Branco. Filho de um oficial da marinha, ainda criança muda-se com os pais para Lisboa, cidade que abraçou e amou. Exerceu várias profissões, entre as quais, redator de uma revista feminina, Eva, em finais dos anos 40. Em 1949, publica o seu primeiro livro, "Os Caminheiros e Outros Contos", retirado de circulação pela censura. Nos princípios dos anos 50, foi detido pela PIDE depois da apreensão do seu livro de contos "Histórias de Amor". Nos anos 60 foi membro da Sociedade Portuguesa de Escritores. Em 1963 publica "Hóspede de Job", livro dedicado ao seu irmão, morto enquanto cumpria o serviço militar nos anos 50, e que lhe valeu o Prémio Camilo Castelo Branco em 1964; e "O Delfim" em 1968. Em inícios dos anos 70, foi professor de Literatura Portuguesa e Brasileira em Inglaterra, no King's College da Universidade de Londres. Dois anos depois, já em Portugal, publica "Dinossauro Excelentísimo". Já nos anos 80, publica "A Balada da Praia dos Cães", romance que lhe valeu o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores e que foi alvo da realização de um filme, com o mesmo nome, de José Fonseca e Costa, em 1987. Neste mesmo ano publica "Alexandra Alpha", obra que mereceu o Prémio Especial da Associação de Críticos, de São Paulo, no Brasil. Em 1995 sofreu um acidente vascular cerebral que o levou a ficar algum tempo em estado de coma. Recuperado, publica em 1997 a obra "De Porfundis, Valsa Lenta", pela qual recebeu dois prémios: Prémio D. Dinis e Prémio da Crítica, atribuído pela Associação Internacional de Críticos Literários; e "Lisboa, Livro de Bordo". Entre os prémios já mencionados, recebeu também o Prémio Internacional União Latina (1991), o Astrolábio de Ouro do Prémio Internacional Último Novecento (1992) e o Prémio Pessoa (1997). Em 1998 sofreu outro acidente vascular cerebral, que viria a ser a causa da sua morte a 26 de Outubro, em Lisboa. Em Setembro desse mesmo ano foi-lhe atribuído o Prémio Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores. Foi autor de contos, romances, crónicas e ensaios (como em "E Agora José?", 1977) e de peças de teatro (como "O Render dos Heróis" (1960) e "O Corpo Delito na Sala de Espelhos", 1980). (Informação retirada de https://www.wook.pt/autor/jose-cardoso-pires/14938 )

PINTOR ARCUENSE MUTES INTEGROU EXPOSIÇÃO DIVERSEXCITY’2018

DIVERSEXCITY 2018 é um evento de arte contemporânea que promove a produção artística 2D, 3D e cénica, sobre a temática ‘diversidade de género e uma visão da sociedade actual’. Está incluído numa série de eventos que irão decorrer na cidade do Porto em Outubro sobre o mesmo tema.

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Os artistas são convidados a intervir e incorporar signos, símbolos das suas visões utópicas (ou não) e pessoais, ambicionadas para a aceitação da realidade actual da diversidade de género, nas suas realizações.

Pretende-se desta forma, fomentar a informação e discussão sobre um tema actual e deveras importante ‘diversidade de géneros’, como se manifesta na sociedade e como a sociedade se manifesta sobre esta sua transformação, criando assim um olhar sem filtros, real, da sociedade do século XXI.

Foi neste âmbito que no passado dia 6 de Outubro a Galeria Geraldes da Sivla no Porto, com curadoria de Lisa Teixeira Lopes, abriu as suas portas para a exposição coletiva ‘DIVERSEXITY’, sito na rua Santo Ildefonso 225 – 229 4000 – 470, na cidade do Porto, do qual o Arcuense Mutes foi um dos selecionados. Os artistas que integraram a exposição Diversexcity 2018, foram:

Acácio de Carvalho, Albino Costa, Ana Del Rio, Catarina Machado, César Vieira, Cristina Camargo, Céu Costa, Domingos Leite de Carvalho, Duarte Barros, Florentina Resende, Henrique do Vale, Isabel Mourão Alves, José Rosinhas, Lauren Maganete, Maria Rafael, Maria Rosas, Manuel Meira, Mutes, Miguel Vasconcelos, Nuno Raminhos, Pedro de Sousa Araújo, Ruy Silva, Sílvia Carreira, Susana Bravo e Teresa Ricca.

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