Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

CELORICO DE BASTO CELEBRA O DIA MUNDIAL DO TURISMO COM EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA

“Repensar o turismo” aos olhos de quem nos visita é o tema de uma exposição fotográfica desenvolvida pelo Município de Celorico de Basto no âmbito da Celebração do Dia Mundial do Turismo, celebrado a 27 de setembro. 

A exposição estará patente na Casa da Terra de 27 de setembro a 26 de novembro.

Cartaz DMT - redes.jpg

As fotografias são retiradas das plataformas digitais e mostram o nosso concelho aos olhos de quem nos visita, numa perspetiva intimista “pela lente que capta o momento, o local, o património, a natureza, as pessoas… o que temos para oferecer e que o turista absorve de acordo com as suas emoções, sensações, vivências. “Quem nos visita traz expetativas, deixa memórias, leva saudades – Our land… Their eye!” é o slogan desta exposição fotográfica que promete “deixar os visitantes da mesma fascinados e movidos a conhecer mais e melhor esta terra de mil e um encanto, com recantos únicos e experiências marcantes” como nos disse Maria José Marinho, Vereadora do Turismo do Município de Celorico de Basto.

Esta ação incide na temática lançada pela OMT (Organização Mundial do Turismo) “Repensar o Turismo” no sentido de refletir como estruturar o turismo, cuja recuperação está em andamento e com indicadores de desempenho muito relevantes e promissores.

A exposição abre no dia 27 de setembro e pode ser visitada de segunda a sexta, das 9h30 às 12h00 e das 14h00 às 18h00. Aos sábados e domingos o espaço estará aberto das 10h00 às 12h30 e das 14h30 às 17h30.

DA SINGELEZA DA NATUREZA AO GLAMOUR DA ARTE: TERESA PIRES EXPÕE NO POSTO DE TURISMO DE BARCELOS

O Posto de Turismo de Barcelos vai acolher, de 16 de setembro a 30 de outubro, a primeira exposição individual de Teresa Pires, que desta forma vai mostrar ao público o resultado da sua criação artesanal. Dos trabalhos patentes ao público, sobressaem quadros decorativos com pedras, conchas, cores secas, escamas de peixe e outros materiais.

teresapires.jpg

Nota Biográfica

Teresa Pires, filha de Ezequiel da Silva Pires e Ana do Rosário Casteleiro da Silva Pires, nasceu a 27 de agosto de 1963, em Angola.

Em 1974, Teresa, com 11 anos de idade, foge da guerra em Angola, e vem com os pais para Portugal, mais precisamente para a freguesia de Dominguiso, no concelho da Covilhã.

Com uma forte vocação para as artes, vai para Lisboa estudar na Escola Artística António Arroio, completando aí o 12.º ano de escolaridade.

Depois do falecimento dos pais, e tendo dificuldade em conseguir um emprego em Lisboa, vem viver para Barcelos, onde residiam alguns familiares.

Aqui, em Barcelos, começa a trabalhar como auxiliar de ação educativa e, entretanto, decide tirar a Licenciatura de Educadora de Infância no Instituto Piaget, o que lhe possibilitou vir a trabalhar como Educadora de Infância no Jardim de Infância da Casa de Santa Maria de Barcelos. Atualmente, exerce funções na Escola Secundária Alcaides de Faria.

Há cerca de dois anos, em tempos de pandemia COVID-19, Teresa Pires, com mais disponibilidade de tempo, dá asas à imaginação e criatividade e inicia a sua primeira incursão no artesanato, fazendo quadros decorativos com pedras, conchas, cores secas, escamas de peixe e outros materiais. O gosto por esta arte foi aumentando de dia para dia, tornando-se inclusivamente uma terapia, momentos de paz, de serenidade e de beleza.

Apesar das adversidades desse tempo, foi um período bastante positivo para Teresa, pois conseguiu encontrar o seu caminho na área das artes, uma paixão que a acompanhou toda a vida, mas que ainda não tinha encontrado o momento certo para crescer.

Atualmente, aproveita todo o tempo disponível para realizar novas criações artísticas, algumas das quais têm estado patentes nas exposições temáticas realizadas pelo Município, na Torre Medieval.

Teresa Pires tem agora a possibilidade de fazer a primeira exposição individual e mostrar os resultados do seu processo criativo.

A exposição pode ser vista de segunda a sexta, das 9.30h às 18.00h e aos sábados, domingos e feriados das 10.00h às 13.00h e das 14 às 17.00h

ARQUIVO MUNICIPAL DE FAFE PROMOVE EXPOSIÇÃO “ANNE FRANK: UMA HISTÓRIA PARA HOJE”

Patente de 15 a 30 de setembro, a exposição apresenta uma visão geral de como a história pessoal da protagonista se relaciona com a 2ª Guerra Mundial e o Holocausto.

Cartaz Exposição Anne Frank.png

De 15 a 30 de setembro, o Arquivo Municipal de Fafe será palco de uma exposição intitulada “Anne Frank: uma história para hoje”, que resulta de uma colaboração entre o Município, o projeto Vir a Ser – Associação Comunidades que Florescem e a Associação Internacional Intercultural Projects and Research. A mostra, que já percorreu centenas de cidades em todo mundo, é um instrumento educativo apoiado no tripé pedagógico “Recordar, Refletir, Reagir”, que visa manter viva a memória de Anne Frank, informar sobre o regime nazi e, simultaneamente, mostrar aos jovens e visitantes onde o racismo e os preconceitos nos podem levar. Promove-se a cidadania ativa, tendo por base os Direitos Humanos através da história de uma menina e da sua família que, por serem Judeus, tiveram de fugir do seu país.

A exposição é constituída por mais de 200 fotografias pessoais do arquivo da família Frank, assim como por excertos do famoso “Diário de Anne Frank”. Utilizando 34 painéis educativos, conta-se a história de Anne através de uma linha temporal, situando-se, por um lado, a História da 2ª Guerra Mundial e do Holocausto e, por outro, a vida pessoal de Anne Frank. Desta forma, os visitantes conseguem construir uma relação mais emocional entre eventos ocorridos a nível mundial e as suas consequências na vida de uma pessoa real criando, assim, uma aprendizagem mais significativa.

Alunos assumem o papel de guias da exposição

A acompanhar a exposição estarão os trabalhos realizados pelos alunos e alunas do 2º e 3º ciclo do agrupamento de escolas EB23 Prof. Carlos Teixeira, realizados após as visitas educativas que fizeram aquando da presença da exposição na escola Sede e na escola de Silvares, em janeiro e fevereiro deste ano. A mostra permite ainda a possibilidade de realização de visitas previamente agendadas e acompanhadas por Guias Anne Frank - alunos(as) que, no âmbito de uma atividade pedagógica, receberam formação para este efeito.

Horário

Segunda-feira: 9h30 às 12h30; 14h às 18h30

Terça a quinta-feira: 9h30 às 12h30 às 14h às 17h

Sexta-feira: 9h30 às 12h00

Sábado: 10h00 às 12h00; 15h00 às 18h00

Domingo: 15h00 às 18h00

JARDINS DO ARQUIVO MUNICIPAL DE FAFE ACOLHEM “I EXPOSIÇÃO DE BICICLETAS ANTIGAS DE FAFE”

Os Jardins do Arquivo Municipal recebem, no fim-de-semana de 17 e 18 de setembro, a "I Exposição de Bicicletas Antigas de Fafe", uma mostra organizada pela Associação "Amigos das Bicicletas Antigas de Fafe" com apoio do Município.

A exposição apresenta 60 bicicletas pertencentes a colecionadores particulares, de diferentes épocas e retrata a evolução histórica de um meio de transporte que atravessou gerações e marcou profissões e atividades desde militares, carteiros, sapateiros, amoladores de facas e operários.

Mas as bicicletas também são sinónimo de ciclismo, uma das modalidades desportivas mais antiga e com muitos adeptos, apreciadores e praticantes em Fafe. A bicicleta mais antiga que será exposta data de 1912, sendo a mais recente de 1985.

A exposição pode ser visitada entre as 10h00 e as 20h00. A entrada é livre.

Cartazbicfaf.png

MIKHAIL GORBACHEV – O ÚNICO PRESIDENTE DA URSS A VISITAR O MINHO – FOI EM 2011 HOMENAGEADO EM ARCOS DE VALDEVEZ

Mikhail Gorbachev, antigo líder da União Soviética e Prémio Nobel da Paz, esteve em 2011 em Arcos de Valdevez para a 2ª edição do “Concelho de Estado”, iniciativa que visou prestar tributo ao autor da “Perestroika”.

4_programa_portugues_final.jpg

A conferência decorreu na Casa das Artes de Arcos de Valdevez com a presença de várias figuras do xadrez político nacional e internacional (estadistas, comentadores políticos, entre outros).

Para homenagear e refletir sobre a importância histórica de Gorbachev foram convidadas figuras como Mário Soares, José Pacheco Pereira, Mohan Munasinghe (Prémio Nobel da Paz cingalês), Pavel Fiodorovich Petrovskiy (embaixador da Rússia em Portugal) e Pavel Palazchenko que, como intérprete, participou em todas as conversações entre a antiga União Soviética e os EUA que conduziram ao fim da Guerra Fria.

CENTRO GALEGO DE LISBOA INAUGURA EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA

body's in the city [5097].png

Inauguração Exposição Ivone Gaipi e Yves Badyh al Dahâh- 9 de Setembro 2022

[GAL]

Venres, 9 de setembro 18h:00h.

Inauguración da exposición "Body´s in the city", de Yves Badyh  - Fotógrafo, pintor e escritor, e Ivone Gaipi -Escultora, coa curadoría de Olga e Sousa

Sinopse: O Fotógrafo Yves Badyh viaxa e sente as cidades do mundo nas suas obras " Urban Structures"- "Estruturas Urbanas. A escultora Ivone Gaipi moldea a forma como o Universo feminino sente dentro das cidades .

Unha fusión de dous sentimentos.

Pode ser visitada ata o dia 28 de setembro de luns a venres

De de 11.00 a 14.00 h. e de 15.00 a 20.00 h.

Salón Leocadia Boullosa da Xuventude de Galicia - Centro Galego de Lisboa

Rua Júlio de Andrade, 3 – 1150-206 Lisboa (Xunto ao Jardim do Torel)

[ESP]

Viernes, 9 de septiembre 18h:00h.

Inauguración de la exposición "Body´s in the city", de Yves Badyh  - Fotógrafo, pintor y escritor, e Ivone Gaipi-Escultora, con la curadoría de Olga e Sousa

Sinopsis: El Fotógrafo Yves Badyh viaja y siente las ciudades del mundo en sus obras " Urban Structures"- "Estructuras Urbanas. La escultora Ivone Gaipi moldea la manera como el Universo femenino se siente dentro de las ciudades .

Una fusión de dos sentires.

Puede ser visitada hasta el día 28 de septiembre de lunes a viernes

De 11.00 a 14.00 h. y de 15.00 a 20.00 h.

Salón Leocadia Boullosa da Xuventude de Galicia - Centro Galego de Lisboa

Rua Júlio de Andrade, 3 – 1150-206 Lisboa (Junto al Jardim do Torel)

[POR]

Sexta-feira, 9 de Setembro 18h:00h.

Inauguração da exposição "Body´s in the city", de Yves Badyh  - Fotógrafo, pintor e escritor, e Ivone Gaipi-Escultora, com a curadoria de Olga e Sousa

Sinopse: O Fotógrafo Yves Badyh viaja e sente as cidades do mundo nas suas obras " Urban Structures"- "Estruturas Urbanas. A escultora Ivone Gaipi molda a forma como o Universo feminino se sente dentro das cidades .

Uma fusão de dois sentires.

Pode ser visitada ata o dia 28 de setembro de luns a venres

De 11.00 a 14.00 h. e de 15.00 a 20.00 h.

Salón Leocadia Boullosa da Xuventude de Galicia - Centro Galego de Lisboa

Rua Júlio de Andrade, 3 – 1150-206 Lisboa (Junto ao Jardim do Torel)

VALENÇA EXPÕE “DIÁLOGOS” DA CULTURA JUDAICA EM VALENÇA

“Diálogos” é o título da exposição que abre, sexta-feira, 2 de setembro, em Valença, no âmbito da  Jornada Europeia  da Cultura Judaica que decorre na Eurocidade Tui Valença  entre 1 e 11 de setembro.

A exposição abre na sexta-feira, às  10h00 (PT)  e prolonga-se até ao final do mês de setembro.

“Diálogos” é uma exposição da Biblioteca Nacional de Israel que explica os diferentes tipos de diálogos, desde a perspetiva da cultura judaica. A mostra consta de diferentes fotografias e textos, num percurso pelo diálogo entre gerações e entre textos de uma conversação entre pessoas.  Diálogo dentro da comunidade, incorporando as perspectivas da argumentação como eixo da tradição judaica, o diálogo entre Culturas, o diálogo entre religiões visto como  indispensável para a integração dos judeus ao longo dos séculos em que viveram entre outras culturas

Esta exposição é uma das muitas atividades que até ao dia 11 de setembro é possível acompanhar na Eurocidade Tui Valença e que durante estes dias recorda as memórias das comunidades judaicas que durante séculos viveram nas nossas cidades.

Valença Exposição Diálogos.jpg

PONTE DE LIMA ACOLHE EXPOSIÇÃO SOBRE OS CAMINHOS DE SANTIAGO

A exposição coletiva intitulada "Santiago de Compostela - Caminhos no Caminho", constituída por trabalhos produzidos por 16 artistas oriundos de vários concelhos portugueses, vai ser acolhida pelo Município de Ponte de Lima e exposta na Biblioteca Municipal.

A mostra integra 13 pinturas e 2 esculturas sobre Santiago Maior, apóstolo de Jesus Cristo, mais conhecido como Santiago de Compostela.

As perspetivas pictóricas e escultóricas pretendem mostrar o santo peregrino, mártir, através de imagens que lembram os factos, a lenda, o mito e, talvez, o milagre, desenvolvidas pelos artistas em estilos e técnicas distintas, usando o óleo e o acrílico sobre tela, a pirogravura, o grafite, a aguarela, pregos sobre madeira queimada, execução sobre gesso, a técnica mista e as duas esculturas em terracota e em cerâmico grés, respetivamente.

A iniciativa partiu do Museu Pio XII, com a curadoria de Santiago Belacqua, que se orgulham de expor em Ponte de Lima, no Caminho de Santiago, paragem histórica nos Caminhos do Caminho. O curador e artista tem-se dedicado ao universo da arte sacra, uma manifestação artística que tem vindo a ser mais valorizada, reconquistando tanto artistas como os apreciadores de arte. Além de Santiago Belacqua, integram também esta exposição coletiva os artistas Bogdan Dide, Bruno Loureiro, Carlos Saramago, Catarina Centeno, David Lopes, Fernando Russo, Filomena Fonseca, Jo, JRome&Luís Mariano, José Miranda, José Pedro Santos, Teresa Antunes, Teresa Lopes e Xicofran.

“Santiago de Compostela - Caminhos no Caminho” será inaugurada no dia 1 de setembro, pelas 18h00, e poderá ser visitada na Biblioteca Municipal até dia 31 do mesmo mês, de segunda a sexta-feira das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 18h00 e ao sábado das 9h30 às 12h30.

Fa6ZsstXEAAw3d2.jpg

CAMINHA: ARTE NA LEIRA, “MORDOMAS”, POLO DA BIENAL E EXPOSIÇÃO DE ARQUEOLOGIA PATENTES NO CONCELHO E DE ACESSO LIVRE

Várias exposições e instalação de arte moderna são propostas para um itinerário de cultura e lazer

Subir a Serra d’Arga ou ficar pelo Centro Histórico da Vila de Caminha, por estes dias, é também sinónimo de aceder a exposições e instalações de excelência, que poderão ser bem uma alternativa para um verão agora mais sisudo. Começar por Arga de Baixo, e concretamente pela Casa do Marco, é provavelmente o primeiro ponto de um itinerário que se recomenda vivamente. Isto porque a Arte na Leira, na sua 23ª edição, já só está patente até 21 de agosto. O Museu Municipal de Caminha tem mesmo de ser visitado mais do que uma vez, isto se se pretender demorar um pouco mais em cada uma das exposições e na instalação que ali se encontram, porque são três as propostas. Em qualquer dos casos, o acesso é gratuito.

Mordomas.jpg

A Arte na Leira abriu portas a 23 julho e fica, como referimos, até 21 de agosto. É a 23ª edição, com organização do artista plástico Mário Rocha e apoio da Câmara Municipal de Caminha. O local é a Casa do Marco, na freguesia de Arga de Baixo e o ambiente é o do costume: reina a informalidade, num lugar em que a arte moderna tem como cenário a natureza da serra e o aconchego de uma casa genuína, como eram as casas e as suas leiras há muitos anos.

A invasão da Ucrânia é um dos temas presentes este ano e logo à entrada da Casa do Marco, a obra “O Fracasso da Gravata” dá as boas vindas aos visitantes e convida a uma reflexão. O painel, de grandes dimensões, é composto por seis partes, inspiradas por imagens que o pintor Mário Rocha foi captando desde que a invasão russa do território ucraniano começou, a 24 de fevereiro. Conforme refere Mário Rocha, “O fracasso da gravata” será suscetível de múltiplas interpretações, quase tantas quantas as pessoas que vão ter oportunidade de a ver, mas para o artista é praticamente um grito de revolta pelo que as “pessoas engravatadas”, os burocratas, fizeram, ou melhor, não fizeram ou deixaram que outros fizessem.

Mas há muito mais para ver na Casa do Marco, que juntou cerca de duas dezenas os artistas convidados este ano, incluindo dois espanhóis, um holandês e uma alemã. Como é também habitual, a pintura é a presença mais forte, mas há um reforço da escultura, com mais peças do que é costume.

No Museu Municipal de Caminha há três propostas. Uma delas é o polo descentralizado da XXII Bienal Internacional de Arte de Cerveira. A exposição pode ser visitada até 11 de setembro. O tema é o da própria Bienal, “We must take action / Devemos agir” e através dele “pretende-se refletir sobre questões urgentes como o ambiente e a sustentabilidade, um desafio que lançamos à comunidade artística e ao público em geral”, diz a organização.

Os artistas representados em Caminha são Elsa César, Graça Martins, Henrique do Vale, José Emídio, Júlia Pintão, Margarida Santos, Maria Melo, Rafael Ibarra, Rui Aguiar, Serafim Sousa e Manuela Bronze.

Até 30 setembro está também patente “Mordomas”, de Cristina Rodrigues. Trata-se de um documentário e instalação de Arte Contemporânea sobre as danças populares e rituais de Caminha, Badajoz e Huelva, no âmbito do Projeto PA2. Touring Cultural – Identidade Cultural do Minho – Apoio ao Processo de Valorização dos Caminhos de Peregrinação. É uma parceria com a Acción Cultural Española.

Estão expostas dezasseis esculturas de grande dimensão e pode ser visto um documentário sobre as danças rituais em territórios dos Caminhos de Santiago. “Mordomas”, da autoria da artista portuense Cristina Rodrigues, abriu a 11 de junho e é também uma homenagem aos bailarinos portugueses e espanhóis de algumas localidades do Caminho de Santiago. Apoiada e dinamizada pelo Município de Caminha, “Mordomas” tem curadoria de Mateo Feijóo, diretor artístico espanhol nascido no Gerês em 1968.

Quanto ao documentário, que reúne elementos de vários grupos etnográficos do território de Caminha, conta as histórias de várias gerações de bailarinos, tendo sido gravado no Valadares Teatro Municipal e no Cineteatro dos Bombeiros de Vila Praia de Âncora. Participam os grupos caminhenses Etnográfico de Vila Praia de Âncora, Academia de Dança e Música Tradicional de Caminha e Vilarelho, Rancho Folclórico das Lavradeiras de Orbacém, Rancho Folclórico das Lavradeiras de Gondar, Cantares Tradicionais da Sociedade de Instrução e Recreio Ancorense e Grupo de Danças e Cantares Genuínos da Serra D'Arga.

A instalação ficará patente no Museu Municipal de Caminha até 30 de setembro, como referimos, mas pode-se “espreitar” o projeto online, no sítio na Internet: https://mordomas.com/

No Museu Municipal de Caminha está ainda patente a exposição “Arqueologia do Concelho de Caminha”.

Polo Bienal 1.jpg

Polo Bienal.jpg

Arte Leira 1.jpg

Arte Leira 2.jpg

Mordomas 1.jpg

FAFE APRESENTA DINOSSAUROS

𝐄𝐗𝐏𝐎𝐒𝐈ÇÃ𝐎 | "𝐉𝐚𝐫𝐝𝐢𝐦 𝐝𝐨𝐬 𝐃𝐢𝐧𝐨𝐬𝐬𝐚𝐮𝐫𝐨𝐬" 𝐢𝐧𝐚𝐮𝐠𝐮𝐫𝐚 𝐧𝐨 𝐉𝐚𝐫𝐝𝐢𝐦 𝐝𝐨 𝐂𝐚𝐥𝐯á𝐫𝐢𝐨 𝐧𝐨 𝐝𝐢𝐚 𝟏𝟎 𝐝𝐞 𝐬𝐞𝐭𝐞𝐦𝐛𝐫𝐨

No dia 10 de setembro, inaugura no Jardim do Calvário uma exposição dedicada aos dinossauros.

"Jardim dos Dinossauros" estará patente até 16 de outubro e promete uma viagem incrível pelo mundo jurássico.

Marque já na sua agenda!

299270839_429294702565285_251002884614357955_n.jpg

PINTORES MINHOTOS EXPÕEM EM ESPANHA

No passado dia 06 de Agosto, um grupo de intervenção de pintores do coletivo Circol`Artes, esteve presente na cidade de Celanova, na Fundação Curros Enriquez, na Casa dos Poetas, num ato de pintura ao vivo, integrado na exposição Arte Vadia em Celanova, onde durante este evento, foram brindados com a presença musical do músico português West Coast Man.

1659975487825.jpg

Grupo de Pintores Minhotos e Galiza expõem e pintam em Espanha

O QUE É ARTEVADIA?

É um coletivo de artistas da Galiza e do Norte de Portugal que integra o grupo “Circol'Artes” onde partilham uma devoção comum às artes em geral, e à pintura em particular, promovendo atividades que aproximem o processo criativo do público e que surpreendam com a transparência pela qual nasce uma obra artística.

1659975487833.jpg

Os pintores que compõem este coletivo são: Mafalda de Castro (Malouca), Manuel António (Polen), Martinho Lima (Ammil), Mutes, Olga Bernard e Paula da Costa (Alua).

Este evento na Casa dos Poetas foi uma partilha entre as artes plásticas, música e literatura na casa do poeta, Manuel Curros Enríquez, que amava profundamente o seu País, e o que significou num momento da sua vida dar a conhecer a obra de dois sérios contemporâneos Portugueses em Espanha.

A atividade da Arte Vadia não estaria completa sem a presença da música nesta conjunção artística entre as artes plásticas representadas pelo coletivo “Circol’Artes” e a literatura que acompanha a Casa dos Poetas. A inspirar musicalmente, durante este ato, esteve presente o músico de Vizela WEST COAST MAN, um músico intérprete essencial que se define como um “multi-instrumentista autodidata”. Esta exposição vai estar patente ao público até dia 4 de Setembro.

AGOSTINHO SANTOS EXPÕE EM PAREDES DE COURA COM CURADORIA DE VALTER HUGO MÃE: “SARAMAGO SEM ANOS”

até 31 de agosto | Centro Cultural

“Saramago Sem Anos” é a exposição de Agostinho Santos que, de 6 a 31 de agosto, leva ao Centro Cultural de Paredes de Coura mais de 30 obras de pintura e uma instalação de grandes dimensões, criada a partir de embalagens de medicamentos, para abordar a temática Saramaguiana com inspiração nos livros ‘Ensaio sobre a Cegueira’, ‘Memorial do Convento’ e ‘Intermitências da Morte’.

quadro Agostinho Santos.jpg

“A arte é o extremo. É a fronteira invadida que alguns violam com a vontade de ultrapassar a vulgaridade do absurdo invisível e encontrar aí humanidade”, realçou Vitor Paulo Pereira, presidente da Câmara de Paredes de Coura, para quem “a humanidade está sempre na periferia da vida”

Com curadoria de Valter Hugo Mãe, a exposição revisita trabalhos de Agostinho Santos mais antigos (2005/2006) e apresenta outros mais recentes, entre acrílicos s/tela, papel e cartão, grafite s/papel e a instalação que, na perspetiva do artista, “nos desafia a todos a refletir sobre a saúde do Mundo, das ideias, da arte e do futuro. Saramago está hoje mais atual do que nunca, num Mundo transformado pela pandemia, pela guerra, pela intolerância, pela crise, pela procura de respostas para as muitas perguntas que se impõem”, refere.

Para Valter Hugo Mãe, “o que Agostinho Santos traz a Paredes de Coura é mais do que uma evocação de Saramago. É uma recriação, uma inevitável maneira de o chamar a outra vida, sem idade, sem anos, sem limites. (…). Para Agostinho Santos todas as verdades são de cidadania, são tarefas que podem motivar a arte, mas a arte é já um manifesto de si própria, exercida enquanto lugar único, onde o que existe é absolutamente natural, deixando afinal que o monstro, o grotesco, o torpe, sejam alusões à sociedade, mas nunca entraves à arte, nunca impedirão a arte de alcançar sua normalidade, exatamente essa de usar tudo sem temor, sem pudor, sem frustrar a liberdade e a imaginação. Saramago seria assim também.”, destaca.

EXPOSIÇÃO COLONIAL PORTUGUESA: UMA MINHOTA E UMA INDÍGENA GUINEENSE DA ETNIA BIJAGÓS

Em 1934, realizou-se no Palácio de Cristal, no Porto, a 1ª Exposição Ultramarina Colonial Portuguesa.

Capturarexpocolonialporto.PNG

O certame destinou-se a mostrar a grandeza de Portugal, incluindo os seus territórios ultramarinos. Para o efeito, reconstituiram-se no local aldeias indígenas, foi criado um jardim zoológico com animais exóticos e edificadas réplicas de monumentos ao mesmo tempo que se dava a conhecer os diferentes povos e grupos étnicos, a sua gastronomia e o empreendedorismo empresarial do país naqueles territórios.

Na prática, esta exposição viria a tornar-se um ensaio para a organização da Exposição do Mundo Português que veio a ter lugar em Lisboa apenas seis anos depois.

Na imagem vemos uma minhota com o seu traje domingueiro de lavradeira – vulgo traje à vianesa – junto de uma jovem indídegena guineense da etnia dos Bijagós.

Fonte: Arquivo Municipal do Porto

CASA MUSEU DE MONÇÃO EXPÕE ESCULTURA DE EMÍLIO FILGUEIRA E PINTURA DE PUSKAS

Está patente ao público na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho, a exposição de escultura do escultor galego Emílio Filgueira e de pintura do pintor monçanense Puskas.

296030887_5925579387456776_2556942151003694073_n.jpg

A exposição estará patente ao público nos meses de agosto e setembro.

Sinopse segundo os artistas:

98423586_949251895506219_2393164947086376960_n (1).jpg

Emílio Filgueira, Vigo 1965.

«Mis obras están muy vinculadas a la superviviencia y cuidado del medio ambiente ya que los materiales que utilizo, la piedra y el hierro, son reciclados, mi objetivo es darle una segunda oportunidad.

Mis obras son un grito de alerta al planeta, reflejan una llamada a la superviviencia de la naturaleza y en todas ellas la piedra siendo materia inerte tiene vida propia y expresa su sentimiento.

Socio de " EspaçoQ /QuadraSoltas" entidad sin animo de lucro cuyo objetivo es divulgar el arte y la cultura.

Socio de la Fundacion Atlas Violeta».

261338220_5160553530626036_2638766250126206640_n.jpg

José de Barros, Puskas, Monção, 1954.

«Autodidata convicto, no sentido absoluto do termo, sem ter frequentado escolas de arte oficiais, públicas ou privadas, Puskas fez uma aprendizagem gradual num curto espaço de tempo, através de muito trabalho de pesquisa e uma forma natural e intuitiva para aplicação de regras de ouro desta modalidade.

Os seus temas preferidos fixam-se em panoramas diurnos, prefigurados nos mistérios das sombras iluminadas, nos espaços urbanos e rurais, onde emprega uma linguagem plástica plena de referências humanas. Retrata com frequência cenas históricas e lendas, realiza obras de caráter abstracionista com mestria e mistura com destreza as várias correntes artísticas nas suas criações, dotando-as de um cunho muito pessoal de rara singularidade. Um dos raros pioneiros da arte em Monção e não só, referindo que a sua primeira exposição data de 1973, passando pelo alto Minho, península Ibérica, da Galiza ao Sudoeste Francês».

Não perca esta exposição!

Horário da Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho:

De terça a sexta feira: das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h00;

sábado das 14h00 às 19h00;

domingo e segunda feira: encerrada

296034906_5419828384737286_7457726409648729534_n.jpg

PINTORA PATRÍCIA FERREIRA EXPÕE "BRAGA - DO OCRE AO CIANO"

E assim começou ontem o seu caminho a Exposição "Braga - Do Ocre ao Ciano" na Torre Medieval do Museu Pio XII.

292442191_5205162162894284_1421718998101686092_n (2).jpg

O meu MUITO OBRIGADA a TODOS aqueles que enriqueceram a inauguração com a sua presença.

Este projeto não começou ontem, mas há quase dois anos, quando o Sr. Cónego José Paulo Abreu, Diretor do MUSEU PIO XII , me procurou e lançou o desafio de preparar uma exposição para a Torre Medieval do museu, inteiramente dedicada a Braga. Assim, a partir desse dia, continuei a percorrer a cidade, passando desenhos da rua para o papel, mas agora sabendo que estes teriam um destino certo e maior: a Torre de Santiago. O meu muito obrigada ao Sr. Cónego José Paulo Abreu pelo apoio, pelas palavras de incentivo, pela atenção que me dedica e por dar força a uma das várias missões do museu: dar visibilidade aos artistas locais.

Quero também agradecer à Lisete Fernanda o apoio hercúleo, musculado, sempre bem humorado, na montagem da exposição. Estes dias foram exigentes sob o ponto de vista físico, mas o cansaço foi sempre ultrapassado pela boa disposição.

O meu agradecimento ao Nuno Costa pelo apoio na iluminação e à Patrícia Rocha pela realização do cartaz e mapas.

Uma palavra especial para a Maria Cristina Vieira Leite que se sentou comigo a organizar e a distribuir os desenhos por cinco itinerários/passeios. Também lhe agradeço a companhia em alguns deles, foi muito bom!

O meu obrigada ao excelente fotógrafo e pintor Carlos Teixeira , que sempre me acompanha nestes momentos com a sua objetiva e olhar inconfundível sobre a cidade.

Não posso esquecer todos aqueles que me incentivam numa base quotidiana a continuar, com palavras de simpatia e com a crítica construtiva. O meu muito obrigada a todos os que acompanham o meu trabalho e o divulgam.

Para o fim deixo os primeiros, a minha família, que me apoia incondicionalmente a ser quem eu sou.

A cidade de Braga faz parte do meu trabalho e esta é a minha maneira de fazer parte da cidade. Quero viver toda a vida a desenhar.

Fotografias: Carlos Teixeira

Exposição patente até 25 de Setembro.

Patrícia Ferreira

292465719_5206781812732319_8392614731162524240_n.jpg

294841904_5251904904886676_1715906612945683850_n.jpg

295626378_5251909788219521_3360074115725393719_n.jpg

295301589_5251910258219474_7819932155631289285_n.jpg

295430003_5251910364886130_2797813706099242879_n.jpg

295348391_5251912191552614_2334106307504928237_n.jpg

295504741_5251912701552563_2796725333060490132_n.jpg

295232359_5251913341552499_5263576344579608017_n.jpg

295371759_5251913401552493_3010377600458022797_n.jpg

295526033_5251913998219100_964868695537603776_n.jpg

295591838_5251914114885755_1201689457109273786_n.jpg

295694365_5251914188219081_7716560670966246151_n.jpg

295510076_5251914231552410_4197717688442736931_n.jpg

PÓVOA DE LANHOSO EXPÕE ARTES PLÁSTICAS

XXVI Exposição Aberta de Artes Plásticas da Póvoa de Lanhoso abre portas no dia 6 de agosto

Está marcada para o dia 6 de agosto a abertura da XXVI Exposição Aberta de Artes Plásticas da Póvoa de Lanhoso. A mostra conta com 79 trabalhos de 43 artistas, um número que constitui um recorde de participações.

(Arquivo - Galeria do Theatro Club acolhe Exposicao Aberta de Artes Plasticas da Povoa de Lanhoso).jpg

A inauguração está marcada para as 16h00, na Galeria de Exposições do Theatro Club. O certame fica patente até 30 de setembro.

Na edição de 2022, participam 10 artistas da Póvoa de Lanhoso. Participam ainda criadores provenientes de Amares, Arcos de Valdevez, Aveiro, Barcelos, Braga, Caminha, Esposende, Famalicão, Guimarães, Lisboa, Porto, Sesimbra, Setúbal, Terras de Bouro, Viana do Castelo, e de Lugo (Espanha). 

Os trabalhos que serão apresentados ao público inserem-se nas categorias de pintura, desenho, técnica mista e escultura.

A Exposição Aberta de Artes Plásticas da Póvoa de Lanhoso é já uma referência  no roteiro de exposições de âmbito regional e até nacional.

A abertura da XXVI Exposição Aberta de Artes Plásticas da Póvoa de Lanhoso integra a programação da iniciativa “Póvoa em Festa”, que termina no final de agosto.

Galeria de Exposições do Theatro Club

Terça a sexta-feira: 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00

Em dias de espetáculo: 20h00 às 00h00

BARCELOS EXPÕE TRAJES TRADICIONAIS E FOLCLORE

“Trajes e Folclore em Barcelos” em exposição na Sala Gótica

São vinte trajes que vestem outros tantos manequins e estão patentes na Sala Gótica dos Paços do Concelho na exposição “Trajes e Folclore em Barcelos”, inaugurada hoje (quinta-feira) ao final da tarde pela vereadora da Cultura, Elisa Braga, perante dezenas de pessoas que quiseram marcar presença na abertura deste evento. A exposição, que tem também um outro manequim que enverga peças doadas ao Município, integra painéis explicativos e fotografias alusivas ao tema. Uma delas, logo à entrada, mostra trajes do século dezanove, que as pessoas usavam para virem à Feira de Barcelos.

295515189_5871184932914197_4497408608171392300_n.jpg

De resto, a pergunta que serviu de motivo a esta iniciativa é essa mesmo: que trajes se usavam no trabalho, nas festas, ao domingo e para ir à feira de Barcelos nos finais do século XIX? E a resposta encontra-se em “Trajes e Folclore em Barcelos” exposição onde o visitante poderá ver e saber como se vestiam os barcelenses nos finais do século XIX.

Esta iniciativa é também uma excelente oportunidade para ver e apreciar a singularidade do Folclore Barcelense através dos seus trajes, numa viagem etnográfica que para alguns será uma novidade e para muitos mais será uma grata recordação.

A mostra patente na Sala Gótica é composta por vinte trajes regionais, de diferentes Grupos e Ranchos Folclóricos do concelho de Barcelos, que estão divididos em três temas principais das vestes dos finais do século XIX até à segunda metade do século XX, nomeadamente trajes de Trabalho, trajes de Domingar/Noivos e trajes de ir à Feira/ de Barcelos.

Ao longo da exposição, os visitantes são confrontados com algumas diferenças entre as formas de trajar, diferenças essas associadas ao território bem como a fatores externos que acabavam por influenciar as gentes que o habitavam. É natural, por isso, que, por exemplo, se encontre junto à sede do concelho os chamados trajes de “Ir à Feira”, porque o meio mais “citadino” clamaria por um traje mais arranjado e apelativo. Também é comum, nas freguesias onde a plantação de linho era abundante, ver-se o uso regular de peças de linho, mas de resto, também a lã era a matéria mais usada na confeção de saias, aventais, xailes, etc…

O que difere então no território? Como se ata o lenço à cabeça; ou se se usa a barra à cinta por cima do avental. Se as cores do avental no tear são mais garridas, ou pelo contrário são as possíveis; poupava-se para as festas, para “ver a Deus” ou “domingar”. Horas de lazer, onde o tempo permitia algum arranjo!

A narrativa da exposição demonstra o levantamento e divulgação que os Grupos e Ranchos do concelho têm feito no âmbito do folclore e da etnografia em geral.

A exposição “Trajes e Folclore em Barcelos” vai estar patente até ao próximo dia 25 de setembro, na Sala Gótica dos Paços do Concelho, e é uma excelente oportunidade para ver e apreciar a singularidade do Folclore barcelense através dos trajes, numa viagem etnográfica que para alguns será uma novidade e para muitos mais será uma grata recordação.

295778908_5871184586247565_4269198023114456436_n.jpg

296111577_5871184912914199_6717501628656991379_n.jpg

295287783_5871184529580904_3748760578101385730_n.jpg

296124782_5871184579580899_2510574139298388102_n.jpg

295915183_5871184556247568_8357555193675270782_n.jpg

295697705_5871184599580897_901426126203115773_n.jpg

295792691_5871184596247564_851591895597374771_n.jpg

295881833_5871184929580864_7673339975969633270_n.jpg

295095572_5871184606247563_913015492558704795_n.jpg

295853955_5871184739580883_4676865827426759057_n.jpg

295338769_5871186086247415_2662117086119765773_n.jpg