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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MONÇÃO REALIZA CORTEJO ETNOGRÁFICO

Domingo, 18 de junho | 16h30. Centro histórico de Monção

Com a participação das freguesias e uniões de freguesia do concelho

O Cortejo Etnográfico das Freguesias, realizado no âmbito do Corpo de Deus-Coca de Monção, reflete a identidade cultural e patrimonial das freguesias do concelho, num percurso realizado no centro histórico de Monção e marcado por muita animação e alegria.

Além da sonoridade característica das nossas aldeias como bombos, concertinas e cavaquinhos, desfilam, pelas ruas do casco urbano, algumas vivências de ruralidade como a prática da pastorícia, o trabalho do granito, as vindimas, a malhada do centeio, a fiada e a desfolhada. A riqueza gastronómica do concelho também marca presença com o fumeiro, os enchidos, o mel, a broa de milho, e as roscas e papudos.

Todos os anos, os responsáveis pela decoração dos carros dão “corda” à imaginação e criatividade, mostrando aos munícipes e visitantes as tradições mais castiças e emblemáticas dos aglomerados rurais, oferecendo, um misto de genuinidade e voluntarismo nas respetivas recriações.

O local de maior presença de público situa-se na Praça Deu-la-Deu Martins, em frente ao Museu Alvarinho, onde está localizada uma bancada e os carros alegóricos param alguns minutos, “produzindo” alguns quadros do quotidiano das suas freguesias.

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EXPOSIÇÃO COMEMORATIVA DOS 50 ANOS DA APPACDM DE VIANA DO CASTELO E 30 ANOS DA DELEGAÇÃO DE PONTE DA BARCA NOS PAÇOS DO CONCELHO

Foi na passada sexta-feira que se procedeu, no átrio dos Paços do Concelho, à inauguração da exposição comemorativa dos 50 anos da APPACDM de Viana do Castelo e dos 30 anos da delegação de Ponte da Barca.

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A mostra contempla os trabalhos elaborados pelos utentes e colaboradores da APPACDM de Ponte da Barca, em colaboração com vários artistas da comunidade que amavelmente se associaram a esta instituição, resultando num conjunto maravilhoso e inspirador de arte.

Para além dos utentes, dos seus familiares, amigos e colaboradores da instituição, marcou também presença o Presidente da Câmara Municipal de Ponte da Barca, Augusto Marinho, Vereadores e Vereadoras Municipais, e o Presidente da Direção da APPACDM de Viana do Castelo, Luiz Carlos Teixeira da Costa, num dia de festa onde não faltou música através de uma performance fantástica de um “grupo” de bombos composto, entre outros, por utentes e funcionários da APPACDM, alegria, boa disposição e, claro, bolo de aniversário.

O Presidente da Câmara, Augusto Marinho, aproveitou a ocasião para felicitar todos os envolvidos neste projeto, salientando “a honra que é para o município receber esta mostra” deixando uma palavra de muito apreço aos “utentes e todos quanto trabalham diariamente na APPACDM pelo seu empenho e dedicação”.

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VALENÇA INAUGURA MUSEU RURAL DE TAIÃO

O Museu Rural de Taião foi inaugurado hoje, numa cerimónia que contou com a presença do Executivo Municipal, liderado por José Manuel Carpinteira, os elementos da União de Freguesias de Gandra e Taião, encabeçado por Isidro Sousa, representante da Fábrica da Igreja Paroquial de Santa Marinha de Taião, o Coordenador Técnico da Adriminho, os técnicos municipais responsáveis pelo tratamento do espólio e pela gestão do Museu, os alunos do 1º ciclo da Escola de Gandra, os representantes da empresa que levou a cabo os trabalhos de requalificação interior e exterior e público em geral.

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O Museu reabriu, hoje, após intervenções de fundo no edifício e no espólio da exposição permanente.

José Manuel Carpinteira, Presidente da Câmara Municipal de Valença, começou por dizer que "hoje é um dia histórico para Taião, com a inauguração deste espaço museológico requalificado, que integra, com a dignidade merecida, um vasto espólio etnográfico, onde pontificam utensílios e ferramentas agrícolas e os trajes de Taião, símbolos de excelência da identidade desta aldeia serrana".

Concluiu, afirmando que "o Museu Rural de Taião tem condições dignas, sendo o guardião da identidade, das tradições e dos costumes das gentes taionenses. Um orgulho para Taião e para o concelho de Valença"

Os trajes da taionesa, a casa taionesa, os campos de Taião e as explorações mineiras do volfrâmio são as temáticas abrangidas por este renovado espaço museológico.

No espaço dedicado ao 'Traje da Taionesa' conserva-se o emblemático traje e o espólio do extinto Rancho Folclórico de Taião, um verdadeiro ex-libris deste museu e da freguesia pela originalidade destes trajes.

Na 'Casa Taionesa' é recriada a vida, vivências e hábitos singulares de uma casa típica de Taião, com os seus vários utensílios de uso doméstico.

No espaço 'Campo' é recriada a memória visual, física e etnográfica das práticas agrícolas e do pastoreio tão singulares nesta aldeia serrana.

O local dedicado ao Volfrâmio retrata a história e as memórias da antiga exploração mineira, no topo da serra do Mineral.

O piso inferior ficará dedicado à reserva de espólio de apoio aos espaços museológicos.

O renovado espaço do museu rural pretende ser a sala de apresentação desta aldeia serrana, das suas artes e tradições e manifestações culturais tão singulares.

Ao longo dos últimos meses técnicos municipais procederam à inventariação, catalogação e preservação de um vasto espólio constituído por cerca de 500 peças doadas, na generalidade, por habitantes da freguesia ao longo dos tempos.

A intervenção de requalificação do edifício, reorganização e apetrechamento do espaço museológico esteve a cargo da Câmara Municipal de Valença e implicou um investimento de, aproximadamente, 100.000€.

A obra foi financiada pelo programa PDR 2020, através da ADRIMINHO e intitulou-se “Valorização do Património Rural da Aldeia de Taião, recuperação museológica dos usos e costumes e capitalização do valor histórico”.

O Museu Rural de Taião funciona no edifício da antiga residência paroquial desde 1996 e esta foi a primeira grande intervenção de fundo desde a sua criação.

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“O CANCIONEIRO DO ALTO MINHO” NO LUXEMBURGO MOSTA COMO OUTRORA O HOMEM SE VESTIA DE NOIVO – FOTO DE UMBERTO DA SILVA

A foto é elucidativa e a descrição vale de igual modo para aquilo que se costuma designar por “traje domingueiro”. Ao contrário do que muitas vezes é exibido, o fato é completo ou seja, inclui o casaco com ferragens metálicas pois ainda não tinha sido inventado o plástico. Para ter utilidade como peça de vestuário, o colete não é recortado nem exibe as ridículas fileiras de botões brancos sem qualquer utilidade – as abas são destinadas às “casas” e aos botões para abotoar. A camisa não exibe bordados de fantasia e, numa época mais recente, já pode ter colarinho de ponta, a substituir a estreita gola. O chapéu não possui o formato da marmita que alguém se lembrou de inventar para se diferenciar dos ranchos bracarenses, apesar de à época a sua confecção situar-se em Braga e espalhar-se por toda a região sobretudo através das feiras. Ocasionalmente, a corrente do relógio podia ser dupla e outrora as calças não usavam braguilha nem eram passadas a ferro. Em resultado da evolução dos tempos, aqui já aparece o bolso, da mesma forma que o chapéu substitui o barrete. E, jamais se apresenta de varapau de ir à feira... Afinal de contas, estamos perante um fato de noivo!

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MONÇÃO: “TARDES ETNOGRÁFICAS” ANIMAM PRAÇA DEU-LA-DEU

Dias 1, 15 e 22 de maio, pelas 15h30, com a participação de oito agrupamentos folclóricos do concelho.

O concelho de Monção, rico em tradições e cioso da sua identidade cultural e etnográfica, é palco de variadas manifestações defensoras e promotoras dos usos e costumes locais.

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Os grupos de folclore, com o seu repertório, trajes e versatilidade, são um dos exemplos vivos dessa genuinidade que, orgulhosamente, queremos preservar e valorizar.

As “Tardes Etnográficas” tem inicio este domingo, dia 1, pelas 15h30, na Praça Deu-la-Deu, continuando nos dias 15 e 22, à mesma hora. Nos três dias, participam oito agrupamentos folclóricos do concelho.

Nestas tardes de domingo de maio, mês da terra e das flores, onde celebramos a Mãe, fonte da vida, Monção abre a sala de visitas da sede do concelho para dar a conhecer aos visitantes a sonoridade tradicional da nossa comunidade.

1 de maio

- Associação Cultural, Recreativa e Desportiva de São Mamede de Troviscoso.

- Rancho Folclórico da Casa do Povo de Barbeita

- Associação “Os Moleirinhos do Gadanha”

15 de maio

- Grupo Folclórico “Os Amigos de Longos Vales”

- Associação Sócio Cultural e Recreativa de Pinheiros

- Grupo Folclórico das Lavradeiras de S. Pedro de Merufe

22 de maio

- Grupo Folclórico “Estrela dos Vales”

- Grupo Danças e Cantares de Mazedo

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VIEIRA DO MINHO INAUGURA EXPOSIÇÃO “OLHARES SOBRE O PASSADO DE VIEIRA DO MINHO”

O presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho, António Cardoso, inaugurou ontem a Exposição Etnográfica “Olhares Sobre o Passado de Vieira do Minho”, patente na Casa da Cultura de Vieira do Minho - Casa de Lamas.

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Esta exposição traz a este espaço um acervo etnográfico relacionado com o quotidiano do mundo rural, desde o trabalho agrícola às lides domésticas, que só foi possível reunir graças à generosidade de particulares.

A exposição vai estar patente na galeria II da Casa da Cultura e o visitante pode apreciar um espólio utensílios e ferramentas outrora utilizados pelas povoações vieirenses, tais como carro de bois, capa de burel, mantas de lã, dobadeira, tear, instrumentos musicais, potes, salgadeira, masseira, louceiro, chocalho, cestos das vindimas, peneira, pá da broa, arado, semeador, enxada, pipo, dorna, entre outras alfaias e objetos da vida camponesa.

A exposição vai estar patente ao público até finais de setembro de 2022.

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CASA DE LAMAS INAUGURA EXPOSIÇÃO ETNOGRÁFICA “OLHARES SOBRE O PASSADO DE VIEIRA DO MINHO”

A Casa de Lamas, inaugura, sexta-feira, dia 22 de abril, a Exposição de Etnográfica“Olhares Sobre o Passado de Vieira do Minho”, promovida pelo Município de Vieira do Minho.

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A exposição que abre portas ao público pelas, 17h00 do dia 22 de abril, tem por objetivo dar a conhecer os costumes e vivências de Vieira do Minho e homenagear os artesãos do concelho, que ainda hoje mantêm vivas as tradições de outros tempos.

A exposição que vai estar patente, na galeria II, da Casa de Lamas, até ao próximo mês de setembro, traz a este espaço cultural um acervo etnográfico relacionado com o quotidiano do mundo rural, desde o trabalho agrícola às lides domésticas, e que, só foi possível reunir graças à generosidade de particulares do concelho.

Aqui, o visitante pode observar utensílios e ferramentas, objetos musicais, alfaias agrícolas e outros objetos da vida campestre.

De salientar ainda, que a exposição etnográfica, vai estar patente, na Casa de Lamas, de segunda a sábado, no seguinte horário: segunda a sexta-feiras das 9h00 às13h00 e das 14h00 às 17h30, e aos sábados das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 16h00.

FAMALICÃO: PÁSCOA CELEBRADA AO SOM DO CANCIONEIRO POPULAR RELIGIOSO NO ARRANQUE DO PROJETO ETNOGRÁPHICA

Iniciativa dedicada à tradição popular apresenta Cantares de Quaresma a 9 de abril, às 18h, no ATC (Joane)

O período quaresmal marca o arranque de «ETNOGRÁPHICA», uma iniciativa onde a tradição popular e tradicional são o destaque e a base de um trabalho que decorre até ao final de 2022, percorrendo o território famalicense com exposições, oficinas, ensaios abertos, feirões, entre outras atividades dedicadas à etnografia. O concerto «ETNOGRÁPHICA – Cantares de Quaresma» será o primeiro evento e acontece no Auditório da Associação Teatro de Construção (ATC), em Joane, no próximo dia 9 de abril, pelas 18h00.

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As sonoridades do cancioneiro popular religioso ganham presença em «ETNOGRÁPHICA – Cantares de Quaresma», um concerto bipartido que inclui a atuação de Sara Vidal e César Prata, dois músicos conhecidos da esfera da música tradicional/folk, que se apresentam com o projeto profissional «Cantos da Quaresma com Sara Vidal e César Prata», e de um coro comunitário constituído pelo Grupo Etnográfico Rusga de Joane, Rancho Folclórico Santa Marinha de Mogege e Grupo Folclórico Novo Rumo.

Refira-se que «ETNOGRÁPHICA» é um projeto desenvolvido pelo Município de Vila Nova de Famalicão, através do pelouro da Cultura, dedicado à tradição popular e música tradicional, no sentido de preservar e difundir estas sonoridades e práticas, envolvendo, de igual forma, coletividades famalicenses que já se dedicam à preservação e difusão da memória etnográfica.

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VIANA DO CASTELO: GRUPO FOLCLÓRICO DE CASTELO DO NEIVA EXPLICA A RIQUEZA DAS ALGAS COMO FERTILIZANTE AGRÍCOLA NATURAL

Aula a Bordo "Maré de Sargaço - Atividades Agro-Marítimas" no Centro de Mar!

A riqueza do mar não se restringe ao peixe nem às atividades relacionadas com a pesca. Existe um conjunto de atividades a que o povo se dedicou, até meados do século XX, e que consistiam em aproveitar de outra forma os recursos do mar.

A estas atividades, que complementavam os trabalhos do campo, dá-se o nome de: atividades agro-marítimas. Nas atividades agro-marítimas era utilizado o sargaço (ou argaço), nome pelo qual se designam as algas marinhas junto à costa e que representavam um dos adubos naturais mais empregados na faixa litoral do Alto-Minho.

Nesta aula a Bordo recebemos o Grupo Etnográfico de Castelo do Neiva para nos falar sobre a riqueza das algas enquanto fertilizante agrícola natural e da importância do trabalho dos sargaceiros no nosso concelho ao longo dos tempos.

25 de março das 10:30 às 11:30

Orador convidado: Grupo Etnográfico de Castelo do Neiva

Público-alvo: 1º e 2º ciclo

Modalidade: Presencial

Inscrições em www.cmia-viana-castelo.pt

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PONTE DA BARCA: “A GAITA DE BRAVÃES. PASSADO, PRESENTE...E FUTURO”

“A Gaita de Bravães. Passado, Presente... e Futuro” foi o mote para uma conferência que decorreu na noite de sexta-feira, no auditório municipal. Para falar deste instrumento que foi durante séculos basilar nas festas minhotas, a sessão teve como orador, Rafael Freitas, um dos membros da direção do grupo “Os Gaiteiros de Bravães”.

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Rafael Freitas apresentou o historial deste instrumento, nomeadamente na região do Minho, as sua experiência e os projetos que visam reavivar memórias e reativar esta tradição.

Recordou as diferentes fases bem como pessoas que estiveram ligadas ao passado da Gaita de Foles de Bravães, nomeadamente, recorrendo à apresentação de algumas fotos antigas exclusivas, e a pessoas que atualmente se juntaram para reativar, não só a arte de construir gaitas de foles, mas também a tocar este instrumento tradicional.

A sessão encerrou com um momento musical que juntou os Gaiteiros de Bravães com o Grupo de Bombos de S. Miguel, Entre Ambos-os-Rios.

Um espetáculo com “prata da casa”, numa iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Ponte da Barca.

Recorde-se que em 2020, o grupo de Gaiteiros de Bravães retomou o fabrico artesanal do instrumento para não deixar cair no esquecimento um ofício desenvolvido há meio século nesta aldeia de Ponte da Barca. Conta com a colaboração de várias pessoas que têm em comum a enorme vontade de recuperar esta tradição e aprender a tocar este instrumento.

Os instrumentos construídos são réplicas de uma gaita produzida, em 1950, por um construtor da freguesia, Emílio de Araújo. O instrumento original integra o espólio do Museu de Etnologia de Lisboa e está documentado nas recolhas do etnólogo Ernesto Veiga de Oliveira, entre anos de 60 e 63.

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PORTO CANAL NO MUSEU ETNOGRÁFICO DE VILARINHO DA FURNA

No dia 22 de fevereiro, uma equipa de reportagem do canal televisivo PORTO CANAL deslocou-se ao nosso concelho para efetuar filmagens para o programa VIVER AQUI, sobre a Aldeia de Vilarinho da Furna. Na ocasião, a Vereadora Municipal da Cultura, Drª Ana Genoveva, acompanhou a visita ao Museu Etnográfico de Vilarinho da Furna. No local, a Sra. Vereadora fez uma visita pelo museu onde foi falando da aldeia, nomeadamente quando foi submersa, dos usos e costumes dos habitantes da aldeia comunitária, os trabalhos a que se dedicavam, o vestuário usado, como eram as casas, assim como da forma como viviam: o comunitarismo.

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Posteriormente, já na albufeira e junto à aldeia de Vilarinho da Furna, a convite da Sra. Vereadora, também se realizou uma entrevista ao Dr. Manuel Antunes, Presidente da AFURNA, Associação dos Antigos Moradores de Vilarinho da Furna, onde falou da sua experiência enquanto habitante da aldeia, as vivências e o processo de saída da mesma.

Tratou-se de mais uma oportunidade para dar a conhecer os hábitos ancestrais de quem habitou na aldeia de Vilarinho da Furna, hoje submersa.

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PONTE DA BARCA EMBARCA NO AMOR PARA ASSINALAR O DIA DOS NAMORADOS

O amor vai estar no ar em Ponte da Barca ao longo do próximo fim de semana, véspera do Dia de São Valentim e Dia dos Namorados que, como se sabe, são assinalados a 14 de fevereiro.

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Sob o lema “EmBarca no Amor”, a Câmara Municipal propõe-se dinamizar um conjunto de iniciativas mobilizadoras da participação do público em geral, a todos convidando para se deixarem envolver pelo espírito romântico e festivo da quadra.

O átrio dos Paços do Concelho e a Praça Dr. António Lacerda, em frente do edifício, serão o palco principal do evento que inclui muita doçura e flores, exposições, cartas de amor, concursos, desfiles, música romântica, dança, artesanato.

Uma passadeira vermelha dará acesso ao espaço, onde a “Exponamorados”, cuja inauguração está agendada para as 14 horas de sábado, recriará todo o ambiente inspirador dos apaixonados, com muito romantismo, flores, doces e um brinde especial, com morangos e espumante produzido pela Adega Cooperativa local.

Trata-se de uma mostra que resulta de uma parceria com a associação de artesanato Artebarca e o comércio local, registando ainda a atuação de “Grupos de São Valentim” e a participação do Rancho Folclórico do Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca.

A música e a dança marcarão o ritmo, aquecendo ainda mais os corações, que, para memória futura e também para uma mensagem aos distantes, poderão registar o momento com uma fotografia calorosa, a publicar nas redes sociais e guardar no álbum das recordações.

Os mais requintados poderão ainda (re)viver ou imaginar a emoção da viagem no dia do casamento, sentando-se em luxuosos automóveis clássicos recuperados com todo o rigor e, eventualmente, dar uma volta pelas ruas da vila de Ponte da Barca.

O artesanato inspirado na temática do amor será rei e senhor, merecendo destaque uma exposição de lenços de namorados e um workshop sobre esta expressão artística popular, às 16 horas de domingo.

“Amor à Moda Antiga – Cartas de Amor”

Outra exposição que dará vida ao espaço e despertará as emoções mais profundas tem a ver com as “Amor à Moda Antiga – Cartas de Amor”, uma aposta que procura preservar uma tradição muito forte noutros tempos, avivar memórias de um passado cada vez mais distante e valorizar a expressão da riqueza humano dos sentimentos.

Na sequência do concurso aberto à participação da comunidade em geral e da comunidade escolar, a mostra tem como lema a máxima de Álvaro de Campos (Fernando Pessoa) segundo a qual "Todas as cartas de amor são/ Ridículas./ Não seriam cartas de amor se não fossem/ Ridículas. //(…)  "Mas, afinal,/ Só as criaturas que nunca escreveram/ Cartas de amor/ É que são/ Ridículas.”

Num convite a uma leitura atenta – mas não ciumenta – estarão cartas de agora e de outrora, textos de avós e de netos, num abraço de várias gerações, e também excertos dos nossos clássicos, como Almeida Garrett (carta de Carlos a Joaninha, nas “Viagens na Minha Terra”), Camilo Castelo Branco (correspondência entre Simão e Teresa, no “Amor de Perdição”) e Fernando Pessoa, com as suas famosas “Cartas de Amor”.

No domingo, Dia Mundial da Rádio, a estação de rádio “Barca Fm” acompanhará o evento, com vários diretos

e entrevistas aos pares mais criativos e aos vencedores dos diversos concursos, nomeadamente quadra popular, a melhor declaração de amor, a fotografia de amor mais original e a carta de amor mais romântica. Entre outras simpatias, os galardoados terão direito a um jantar romântico num restaurante de Ponte da Barca.

Promovido pela Câmara Municipal, o “EmBarca no Amor” conta com a colaboração da Adega Cooperativa, da restauração e do setor da pastelaria, do comércio local, da Artebarca, do Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca e do Rancho Folclórico do Agrupamento de Escolas.

ARCOS DE VALDEVEZ CONCLUIU A OBRA DO CENTRO ETNOGRÁFICO DO SOAJO

Centro Etnográfico de Soajo. Obras em curso

A criação do Centro Interpretativo do Soajo compreende duas fases, uma de obras de adaptação do edifício e outra de montagem do espaço/exposição, num investimento global de cerca de 160 mil euros.

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A primeira fase, relativa à empreitada Centro Interpretativo do Soajo - Alteração e adaptação funcional de edifício está terminada. A mesma teve por objetivo a alteração e adaptação funcional de edifício, para vir a albergar o Centro Etnográfico do Soajo.

Localizada no Largo do Eiró, no edifício que albergou a Casa da Câmara, esta primeira intervenção do Centro Interpretativo e Etnográfico de Soajo foi consignada por 73.197,61 € (com IVA) e possibilitou a recuperação da estrutura do edifício. O piso inferior manteve-se de apoio, com instalação sanitária de acesso público, e zona de arrumos e armazenagem. O piso superior foi reorganizado e adaptado ao centro etnográfico, compartimentado com pequeno backoffice e espaços de exposição infraestruturados para receber os conteúdos temáticos do projeto.

Segue-se a fase da montagem das exposições temáticas que irão promover o legado histórico e etnográfico de Soajo, através de um discurso interpretativo que seja acessível a escolas, turistas e à própria comunidade local.

Esta segunda fase foi adjudicada por cerca de 80 mil euros e compreende a criação de conteúdos sobra a História, o Território e a Etnografia, que serão comunicados através de uma multiplicidade de meios, assentes no multimédia, vídeos, objetos e painéis interpretativos.

A Operação “NORTE-06-3928-FEDER-000184- Qualificação das Experiências de Touring Cultural do Minho - Centro Etnográfico de Soajo / Arcos de Valdevez”, é cofinanciada pelo FEDER, Programa Operacional Norte2020, Portugal2020, Eixo Prioritário 6 – Emprego e Mobilidade dos Trabalhadores, e conta com um Investimento Elegível de 151.275,55€ e Comparticipação Comunitária de 128.584,22€.

Através deste investimento pretende-se valorizar e promover o vasto e rico património cultural de Soajo, bem como reforçar a sua identidade local e atrair visitantes, dinamizar o comércio, a restauração e o turismo.

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