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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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POSTAL ILUSTRADO MOSTRA "GRUPO DE BANHEIROS” EM VILA PRAIA DE ÂNCORA

Vila Praia de Âncora, no concelho de Caminha, é porventura a mais afamada e concorrida estância baldenar do Minho.

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Um postal centenário dá-nos conta de um "grupo de banheiros” junto à lage da Praia Norte, a qual ainda lá existe. O postal deverá ter sido editado antes de 1911 em virtude de ainda utilizar a grafia em vigor antes da Convenção Ortográfica imposta pelos republicanos naquele ano ou seja, pouco tempo após a implantação do novo regime.

Por outro lado, a gravura mostra um grupo de banhistas e não de “banheiros” – estes vestiam-se de forma diferente e encontravam-se ao serviço do Real Instituto de Socorros a Náufragos - o qual, apesar do Alto Patrocínio da Rainha D. Amélia, após a mudança de regime passou a designar-se simplesmente por Instituto de Socorros a Náufragos, assim se mantendo na actualidade.

Trata-se, pois, de pessoas da região que porventura resolveram ir a banhos, transportando eventualmente um delas o merendeiro numa cesta de vime coberta com um pano. Os fatos são os que à época se usavam pelos banhistas e a boina muito usual das gentes minhotas e galegas.

Com vista a despertar um maior interesse comercial e recorrendo a um expediente muito comun nesta profissão, o editor do postal muito provavelmente juntou pessoas de diferentes estatutos sociais e profissionais que ocasionalmente se encontravam na praia sem nenhuma relação familiar entre si, nomeadamente um pescador e uma família de banhistas de origem citadina...

Não esquecer as origens galegas dos pescadores de Vila Praia de Âncora… e, finalmente, convém não correr atrás do primeiro “boneco” que aparece quando pretendemos identificar o traje tradicional!

RIO CÁVADO UNE GENTES DA REGIÃO

Projeto “AQUA Cávado: o rio que nos une” com balanço positivo da quarta edição.  “Segredos do Cávado” em exposição no Centro de Informação Turística 

No dia 1 de outubro, Dia Nacional da Água, decorreu, no Centro de Informação Turística de Esposende, a sessão de encerramento da quarta edição do projeto “AQUA Cávado: o rio que nos une”.

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A Vice-presidente da Camara Municipal de Esposende, Alexandra Roeger, abriu a sessão, seguindo-se a apresentação dos resultados desta edição do Programa de Ação para Valorização do Rio Cávado, pelo primeiro secretário executivo da CIM Cávado, Luís Macedo, que traçou um balanço positivo do trabalho realizado, salientando o envolvimento dos vários parceiros.

Posteriormente, foi feita a avaliação dos resultados do projeto e perspetivas para a quinta edição, num painel onde participaram a Vice-presidente da Camara Municipal de Esposende, Alexandra Roeger, o Presidente do Conselho de Administração da Esposende Ambiente, Paulo Marques, e Maria de Lurdes Rufino, do Mosteiro de Tibães.

Ivone Magalhães, do Museu Municipal de Esposende, abordou “O Património do Cávado: a história de um território” e, a encerrar a sessão, procedeu-se à abertura da exposição fotográfica: “Segredos do Cávado”, que percorrerá os seis municípios que compõem a CIM Cávado. Tendo como mote o Ano Europeu do Património Cultural, esta mostra, uma das ações do programa de ação do AQUA Cávado, visa dar a conhecer o vasto património construído de natureza cultural e infraestrutural, de natureza hidráulica e de obras de arte sobre os Rios Cávado e Homem. A exposição estará patente até ao próximo dia 11 de outubro, no Centro de Informação Turística de Esposende, podendo ser visitada de segunda-feira a sábado, entre as 9h00h e as 12h30 e das 14h00 às 17h30.

O Programa de Ação para Valorização do Rio Cávado é promovido pela CIM Cávado - Comunidade Intermunicipal do Cávado, em estreita colaboração com os seis municípios que a integram (Esposende, Barcelos, Braga, Amares, Vila Verde e Terras de Bouro). Assenta na promoção da utilização responsável e conservação do Rio Cávado e seus afluentes, atendendo ao valor crescente do seu património ambiental e natural, assim como à importância da preservação do equilíbrio dos seus ecossistemas naturais. Como membro da CIM Cávado - Comunidade Intermunicipal do Cávado, o Município de Esposende tem vindo a promover a realização de um conjunto de iniciativas a nível local, dedicadas particularmente ao Rio Cávado e ao recurso água de um modo geral.

O AQUA Cávado surgiu em 2014, sob tutela da CIM Cávado e da Agência de Energia do Cávado, constituindo um projeto de caráter supramunicipal orientado para a sensibilização, conservação e valorização do património natural contido nas faixas ribeirinhas dos Rios Cávado e Homem. Os parceiros estratégicos são os Municípios que integram a CIM Cávado, bem como como a Esposende Ambiente, o Mosteiro de Tibães, a Esposende 2000, a Katavus e o Diário do Minho. Decorre anualmente entre o dia 22 de março, Dia Mundial da Água, e o dia 1 de outubro, Dia Nacional da Água.

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CABECEIRAS DE BASTO DESFILA AS TRADIÇÕES DAS SUAS GENTES

Milhares de pessoas aplaudiram Cortejo Etnográfico que trouxe à rua ‘A música da minha Terra’

Milhares de pessoas assistiram ontem, dia 23 de setembro, ao magnífico cortejo etnográfico que percorreu as principais ruas da vila, promovendo e divulgando a cultura popular e etnográfica de Cabeceiras de Basto.

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Este cortejo reflete o trabalho de uma equipa - constituída pelo Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, pelas Juntas de Freguesia, responsáveis pela Comissão de Festas, associações e coletividades, entre outros - que nos últimos meses trabalharam, envolvendo as diferentes faixas etárias da população na produção e concretização deste desfile dos usos e costumes mais genuínos desta terra de Basto.

Centenas de pessoas foram, assim, mobilizadas para construir e ornamentar os carros alegóricos, bem como participar nos mesmos, dando corpo a um magnífico cortejo que surpreendeu o numeroso público que se posicionou ao longo do trajeto.

O Cortejo Etnográfico, que integrou o programa das Festas do Concelho, trouxe este ano à rua o tema ‘A música da minha Terra’. A freguesia de Abadim apresentou ‘As cantigas da desfolhada’; a União de Freguesias de Alvite e Passos os ‘Altifalantes Salsinha’, a União de Freguesias do Arco de Baúlhe e Vila Nune as ‘Novenas da Sra. dos Remédios’; Bucos integrou o cortejo com o ‘Grupo das Capuchas’; Cabeceiras de Basto apresentou o ‘Bailarico na Aldeia’; a Faia trouxe a ‘Música e vinho nas encostas da Faia’; a União de Freguesias de Gondiães e Vilar de Cunhas o ‘Serrar a velha’; Pedraça as ‘Cantigas da Segada’; a União de Freguesias de Refojos, Outeiro e Painzela o ‘Rancho da Cambada’; e Riodouro apresentou ‘As serenatas’ e ‘ Os cantares da levada da aldeia’, este último carro dinamizado pela Associação Vilela com Vida.

Na tribuna assistiram ao Cortejo Etnográfico o presidente da Câmara Municipal, Francisco Alves, e os vereadores Dr. Mário Machado, Dra. Carla Lousada e Eng. Pedro Sousa.

Não participou neste cortejo a freguesia de Basto por motivo que justificou com a realização de um evento social naquela freguesia que mobilizou os seus habitantes.

Também a Junta de Freguesia de Cavez não participou, desconhecendo-se, neste caso, qualquer justificação.

A Câmara Municipal louva e enaltece todo trabalho desenvolvido pelas Juntas de Freguesia participantes neste cortejo que primou pela qualidade das representações etnográficas que mostraram de uma forma muito criativa, bela, cuidada e realista as tradições, os usos e costumes de cada uma das freguesias.

A Câmara Municipal lamenta que o povo de Cavez não pudesse estar representado, por decisão da sua Junta de Freguesia, que se recusou a participar, lamento ainda mais sentido, uma vez que o tema ‘A música da minha Terra’ é muito querido às gentes de Cavez. Com efeito, nesta freguesia existem três ranchos folclóricos que têm levado longe o nome de Cavez e de Cabeceiras de Basto.

De salientar que, no final, foram entregues lembranças a todas as freguesias participantes na edição 2018 do Cortejo Etnográfico.

A Feira que também é Festa de S. Miguel continua até ao próximo dia 30 de setembro, domingo, emprestando a esta vila um cenário de grande beleza e animação.

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Cortejo Etnográfico 2018

BRAGA VIU DESFILAR TRADIÇÕES DO MUNDO RURAL

O “Cortejo etnográfico foi o ponto alto de uma semana dedicada às tradições das Freguesias do Concelho” de Braga.

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Braga deu destaque às tradições rurais e ao melhor do que o Concelho tem para oferecer a nível etnográfico, gastronómico e cultural.

A Semana do Mundo Rural e das Freguesias teve como palco central o Parque de São João da Ponte e apresentou um programa rico e diversificado, que teve como ponto alto o Cortejo Etnográfico, para além de concertos, desfile de moda, feira de artesanato, entre outras atracções representativas do mundo rural.

Fotos: Município de Braga

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BRAGA REALIZA CORTEJO ETNOGRÁFICO

Cortejo Etnográfico da Semana do Mundo Rural e das Freguesias. Domingo, 16 de Setembro, às 14h30, com saída e chegada no Estádio 1.º de Maio, em Braga

O Município de Braga promove o Cortejo Etnográfico da Semana do Mundo Rural e das Freguesias, que se realiza Domingo, 16 de Setembro, às 14h30.

O cortejo tem saída do Estádio 1.º de Maio, percorre a Avenida da Liberdade até ao cruzamento da Avenida João XXI, fazendo depois o percurso inverso.

Recordamos que, entre as 14h30 e as 18h30 de Domingo, 16 de Setembro, é proibido o trânsito automóvel no acesso da Avenida Imaculada Conceição à Avenida da Liberdade;

Pelo mesmo motivo e no período mencionado, o trânsito é especialmente condicionado em todas as artérias que conflituem com o trajecto do cortejo, nomeadamente:

  • Acesso da Avenida João XXI à Avenida da Liberdade;
  • Praça e Rua Araújo Carandá;
  • Rua Américo Ferreira Carvalho e Largo Sr. Dos Aflitos; Rua dos Barbosas;
  • Rua e Largo da Devesa;
  • Rua de Santo Adrião;
  • Acesso da Rua Conselheiro Lobato à Avenida da Liberdade

HISTÓRIA E TRADIÇÕES DESFILAM NAS FEIRAS NOVAS EM PONTE DE LIMA

O Cortejo Histórico e Etnográfico que se realiza na Feiras Novas em Ponte de Lima é porventura o mais grandioso dos desfiles do género que se realizam em Portugal. Ele convida a uma autêntica viagem no tempo pelos acontecimentos que constituíram marcos históricos relevantes na vida de Ponte de Lima e do país. E, a par, uma mostra dos usos e costumes que dizem bem da nossa identidade – como minhotos e portugueses!

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Quem nunca foi às Feiras Novas de Ponte de Lima não conhece o que de mais alegre e exuberante existe no nosso país, a jovialidade das nossas gentes, o seu sentir e a sua paixão por tudo quanto é genuinamente português e minhoto.

As Feiras Novas são uma festa ímpar, certamente inigualável em todo o Minho. É festa! É feira! É estúrdia! É araial! É uma volúpia de cores e sensações – uma autêntica embriaguez de alegria, deslumbramento da paisagem, de paladares do sarrabulho e do vinho verde! É um autêntico festival dos sentidos.

- É o Minho!

Fotos: Luís Eiras / http://esposendealtruista.blogspot.com/

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CORTEJO ETNOGRÁFICO DAS FEIRAS NOVAS EM PONTE DE LIMA É O MAIS GRANDIOSO DE PORTUGAL

Cortejo etnográfico das Feiras Novas mostrou a magia, paixão e alegria de ser limiano

As Feiras Novas de Ponte Lima viveram este sábado um dos momentos mais marcantes da festa com o cortejo etnográfico, no qual participaram 28 das 39 freguesias do concelho.

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Durante mais de três horas, milhares de pessoas puderam assistir ao desfile das mais típicas tradições de Ponte de Lima num momento que se assume como a exaltação do orgulho limiano.

A pesca da lampreia no rio Lima, o Samiguel de Cabaços, a Romaria de Santa Justa, os ferreiros, as furnas de carvão, o linho, a recolha do leite e a matança do porco foram alguns dos 28 quadros temáticos que compuseram o cortejo.

Várias horas antes do início do desfile já havia festa rija pelas ruas da vila. Na central de camionagem, um grupo com 30 pessoas de Cucujães abancou para almoçar e começou a tocar concertina e a dançar. "Representamos uma escola de concertinas fundada há doze anos e há sete que vimos às Feiras Novas. O ponto de encontro é na central de camionagem, começamos aqui a festa e daqui seguimos para a romaria", explicou António Neves, porta-voz do grupo.

E a festa já pulsava junto às escolas onde se começa a formar o cortejo. Trajados a rigor, centenas de figurantes organizavam-se junto aos carros para cumprir o epílogo de várias semanas de trabalho, a maior parte do qual feito por carolice de quem espera um ano inteiro por esta festa. De Arcozelo veio uma comitiva com 24 pessoas representar a pesca da lampreia e o trabalho artístico na pedra. "Esperamos um ano para esta explosão de alegria e cor", assegurou Susana Luciano, uma das figurantes de Arcozelo.

Ana Machado, presidente da Associação Concelhia das Feiras Novas, salientou o envolvimento das freguesias no cortejo e considerou-o como "a maior manifestação de cultura popular e tradição" da festa.

As Feiras Novas começaram na quarta-feira prolongam-se até à próxima segunda-feira e, para a responsável, o feedback até agora está a ser "muito positivo". "Este está a ser mais um ano de sucesso e achamos que foi conservado o mais importante em termos de limianismo, tradição e de bem-receber", afirmou Ana Machado.

O cortejo etnográfico das Feiras Novas foi presidido pelo ministro do Ambiente, João Matos Fernandes, que evidenciou as tradições limianas no contexto da diversidade cultural do país. "O turismo da Ribeira Lima sempre foi de grande qualidade que se afirma com manifestações como esta", considerou o ministro, admitindo que também tem raízes minhotas. "Vim várias vezes às Feiras Novas quando era novo, não como ministro e não à tarde. Era mais à noite, quando andava na faculdade", acrescentou, entre risos.

O presidente da Câmara de Ponte de Lima, Victor Mendes, considerou que a "valorização do mundo rural é fundamental para o desenvolvimento sustentável do concelho", designadamente do ponto de vista turístico.

Ao longo do desfile não faltou o que comer e beber e foram muitas as gargalhadas que se ouviram à passagem de determinadas encenações. "As Feiras Novas são magia, paixão, amor e alegria. Viva esta romaria", disse Laurinda Cunha, uma limiana do rancho de S. Martinho da Gandra antes do início do cortejo, vincando um sentimento que é comum à população de Ponte de Lima durante estes dias.

No domingo, a programação tem como pontos altos o cortejo histórico e a tourada. A segunda-feira é dedicada às cerimónias religiosas dedicadas à Senhora das Dores.

Fonte: Idalina Casal / https://www.jn.pt/

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HISTÓRIA E TRADIÇÃO DESFILAM EM VIANA DO CASTELO NOS FESTEJOS DE NOSSA SENHORA DA AGONIA

As gentes de Viana do Castelo sairam à rua para contar a História da sua cidade e dar a conhecer as suas tradições mais genuínas. Os períodos mais marcantes do seu passado foram apresentados em quadros alegóricos que mostraram nomeadamente a construção da ponte Eiffel e a chegada do comboio.

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E, como não podia deixar de suceder, a sua participação na grande saga dos Descobrimentos Portugueses e das navegações marítimas que se seguiram, incluindo a pesca do bacalhau nos bancos da Terra Nova.

Ao desfile não faltaram os cabeçudos e gigantones, os grupos de zés pereiras e as bandas filarmónicas, as peixeiras da ribeira de Viana e as lavradeiras das aldeias rurais em redor daquela que outrora era denominada por Viana da Foz do Minho – consagrada como a Princesa do Lima!

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Mas, sobretudo, não faltou o povo, o verdadeiro obreiro da festa que é sua – e da Senhora d’Agonia! E não foi a ausência dos grandiosos espectáculos pirotecnicos tão apreciados pelas nossas gentes que deitaram a festa a perder porque a sua grandiosidade e brilho é suficiente para manter o seu prestígio como a maior romaria de Portugal.

Fotos: José Carlos Vieira

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AS CORES NACIONAIS DOS BOMBOS DOS ZÉS PEREIRAS NO MINHO

Os artesãos que procedem à construção dos bombos tradicionais usados pelos zés pereiras nas arruadas das romarias minhotas sempre tiveram as cores mais variadas, como aliás se pode verificar pelas peças recolhidas nos museus etnográficos e de etnologia. Porém existem dois exemplares que, ao longo do tempo, continuam a sobressair desse conjunto: os que apresentam as cores azul e branca e os verde e rubro!

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Tal como se verificava com os adornos nos aventais, incluindo o próprio brasão nacional encimado pela coroa real, também da construção dos intrumentos musicais eram empregues adornos tradicionais ao gosto popular e as cores mais em voga à época, vulgarmente as que identificavam a bandeira nacional.

Da mesma forma que o tradicional barrete de cor preta ou azul passou a a partir de 1910 a apresentar-se com as cores republicanas – qual barrete frígio à portuguesa! – também os bombos passaram a adoptar as cores da Carbonária que vieram a inspirar a nova bandeira nacional.

Sucede que, dependendo da época que se pretende representar, as cores dos bombos devem ser escolhidas com critério histórico – da mesma forma que os aventais dos trajes não deverão exibir motivos decorativos que não correspondem à época, nomeadamente brasões municipais que apenas foram criados a partir da década de trinta do século passado.

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RANCHOS FOLCLÓRICOS DESFILAM EM BRAGA

Desfile Etnográfico do Festival Internacional de Folclore. Amanhã, Sexta-feira, dia 20 de Julho, pelas 16h00, no Arco da Porta Nova, Braga

O Município de Braga promove o Desfile Etnográfico do Festival Internacional de Folclore (FIF), que se realiza Amanhã, Sexta-feira, dia 20 de Julho, pelas 16h00, entre o Arco da Porta Nova e a Avenida Central, em Braga.

O Cortejo Etnográfico marca o início do 20.º Festival Internacional de Folclore que decorrerá até ao próximo Domingo, dia 22 de Julho, na Avenida Central, com a participação de 13 grupos de Portugal, Chile, Índia, Rússia, Peru, Turquia, Sérvia, Espanha e Eslovénia.

O desfile inicia-se no Arco da Porta Nova, seguindo depois pela rua D. Diogo de Sousa e rua do Souto, até à Avenida Central.

GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO PUBLICA EM LIVRO A PALESTRA PROFERIDA EM LOURES PELO PROF. DOUTOR MANUEL ANTUNES ACERCA DE VILARINHO DA FURNA

O Grupo Folclórico Verde Minho acaba de editar em livro a palestra proferida em Loures pelo Prof. Doutor Manuel Antunes, subordinada ao tema “Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada”. Esta série está a registar imensa procura, razão pela qual as primeiras edições já se encontram praticamente esgotadas. A realização, no próximo dia 7 de Julho, do festival que encerra o FolkLoures’18, a ter lugar em Loures, constitui uma excelente oportunidade para quem esteja interessado em obter toda a coleção que já vai em 5 livros editados.

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Do livro do Dprof. Doutor Manuel Antunes transcrevemos o respectivo prefácio:

“Vilarinho da Furna, uma povoação rural que conservava costumes comunitários, tornou-se devido à construção da barragem quase uma aldeia quase mítica aonde, ano após ano, al desce o nível das águas na albufeira, acorrem em peregrinação milhares de visitantes para contemplar o que ainda resta da localidade: as pedras das humildes casas rurais, o forno, os muros dos quinteiros e inúmeras recordações que os seus antigos habitantes guardam na sua alma.

O segredo de tal afecto que aquela humilde aldeia desperta em quem a visita, mesmo quem vai de paragens longínquas que pouca ou nenhuma ligação tiveram outrora com as gentes que ali habitavam, reside na crença profunda e na esperança de que a Humanidade possa um dia a viver numa grande aldeia que, à semelhança daquela, reine a justiça e a paz.

Dispersas pelo mundo, esquecidas e abandonadas para sempre são muitas as cidades que um dia surgiram devido à avidez da procura das riquezas materiais como sucedeu com a exploração do ouro. Ao contrário, Vilarinho da Furna conserva uma riqueza bem maior que, apesar de desabitada e sepultada nas águas da barragem, seja cada vez mais lembrada. É precisamente aquilo que representa em termos de valores espirituais e humanos que fazem de Vilarinho da Furna um bem de valor inestimável.

Vilarinho da Furna era em 1970 habitada por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Autor de vasta bibliografia e outros empreendimentos de vulto destinados à preservação da memória das gentes de Vilarinho da Furna, o Prof. Doutor Manuel de Azevedo Antunes é inquestionavelmente a pessoa mais indicada para nos descrever o que foi e representa a “aldeia afundada”, os usos e costumes das suas gentes e as perspectivas de futuro do local – porque, apesar de submersa, a aldeia que parece lendária permanece viva para sempre!”

ANTIGOS HABITANTES DE VILARINHO DA FURNA CHORAM AINDA LÁGRIMAS DE SAUDADE PELA TERRA ONDE NASCERAM

Conferência realizada em Loures pelo Prof. Doutor Manuel Antunes serviu para “matar saudades” da aldeia que já quase se tornou uma lenda

Não foi sem sentida emoção que alguns antigos habitantes de Vilarinho da Furna recordaram a sua infância ao ouvirem as palavras do Prof. Doutor Manuel Antunes – também um antigo habitante da “aldeia submersa” e que tem sido o principal responsável pela preservação da memória das suas gentes. E, a emoção subia ainda mais de intensidade perante as imagens da aldeia ainda com gente e vida! Sucede que, Vilarinho da Furna ficou submersa nas águas da albufeira da barragem, mais jamais no coração e na memória daquelas que lá viveram…

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A conferência decorreu no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures, tendo sido expostos alguns quadros alusivos a Vilarinho da Furna, gentilmente cedidos para o efeito pelo Museu Etnográfico de Vilarinho da Furna.

Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

De referir o especial destaque que foi conferido ao Museu Subaquático de Vilarinho da Furna – o primeiro do género a nível mundial – e a possibilidade de mergulhar literalmente nas águas que submergiram a aldeia, constituindo um convite e um desafio a todos quantos praticam o mergulho.

A iniciativa que constitui a abertura do programa FolkLoures’18, pertence ao Grupo Folclórico Verde Minho e contou a presença do Dr Francisco Sousa, membro do Gabinete de Cultura da Câmara Municipal de Loures e de Vitor Carreira, Tesoureiro da Casa do Concelho de Tomar. Refira-se que este evento culmina no próximo dia 7 de Julho, com um grandioso festival de culturas a ter lugar no Parque da Cidade, junto à réplica da fachada da Igreja de São Paulo, em Macau, e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

Para além da participação de ranchos folclóricos e grupos de cante alentejano, contará ainda com representações da cultura tradicional portuguesa e também do Tibete, por gentileza da Embaixada da República Popular da China. Um espectáculo que cresce a cada ano e coloca a cidade de Loures num patamar de primeira grandeza entre aquelas que dão primazia ao folclore e à cultura tradicional.

A próxima conferência a ser organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho está agendada para o próximo dia 20 de Outubro, pelas 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte. Vai ser proferida pelo Dr. Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto, e será subordinada ao tema: “Rodopiando entre a tradição e a inovação – o Folclore como causa”. . Entretanto, o conteúdo desta conferência será editado em livro, o qual pode ser solicitado ao Grupo Folclórico Verde Minho.

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PROF. DOUTOR MANUEL ANTUNES VAI AMANHÃ A LOURES FALAR DA ALDEIA SUBMERSA DE VILARINHO DA FURNA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho no âmbito do FolkLoures’18

Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada” é o tema da conferência que o Professor Dr. Manuel Antunes vai proferir AMANHÃ, dia 30 de Junho, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retratam os usos e costumes das gentes de Vilarinho da Furna, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Manuel de Azevedo Antunes é doutorado em Ciência Política (2009). Estudante nas Universidades de Lisboa (1966-1976) e Paris – Sorbonne (1976-1977), desenvolveu atividade docente nas Universidades de Lisboa (1975-1992) e Maputo (1979-1987). Foi Consultor das Nações Unidas (1989), em Moçambique. Na Guiné- Bissau (1988-1992), participou, como coordenador, metodólogo e estatístico, no Inquérito Demográfico e Sanitário, para o Ministério da Saúde, com apoio do Banco Mundial. É, atualmente, Professor Associado e Investigador na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Preside a AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna, tendo publicado “Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Regra do Jogo, 1985), “Requiem por Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Biblioteca da Universidade Lusófona, 1994) e “Vilarinho da Furna, Memórias do Passado e do Futuro” (Lisboa: Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2005).

PROF. DOUTOR MANUEL ANTUNES VAI A LOURES FALAR DA ALDEIA SUBMERSA DE VILARINHO DA FURNA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho no âmbito do FolkLoures’18

Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada” é o tema da conferência que o Professor Dr. Manuel Antunes vai proferir no próximo dia 30 de Junho, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retratam os usos e costumes das gentes de Vilarinho da Furna, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Manuel de Azevedo Antunes é doutorado em Ciência Política (2009). Estudante nas Universidades de Lisboa (1966-1976) e Paris – Sorbonne (1976-1977), desenvolveu atividade docente nas Universidades de Lisboa (1975-1992) e Maputo (1979-1987). Foi Consultor das Nações Unidas (1989), em Moçambique. Na Guiné- Bissau (1988-1992), participou, como coordenador, metodólogo e estatístico, no Inquérito Demográfico e Sanitário, para o Ministério da Saúde, com apoio do Banco Mundial. É, atualmente, Professor Associado e Investigador na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Preside a AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna, tendo publicado “Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Regra do Jogo, 1985), “Requiem por Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Biblioteca da Universidade Lusófona, 1994) e “Vilarinho da Furna, Memórias do Passado e do Futuro” (Lisboa: Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2005).