CASA DO MINHO EM NEWARK FESTEJA 15 ANOS DO GRUPO DE BOMBOS “OS ROUXINÓIS”… SEMPRE A RUFAR!

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Chefinho João Matos | Foto: Rogério Lopes
A nova estrela de culinária do concelho de Ponte de Lima, João Leonardo Matos, um jovem de 25 anos residente na Senhora da Luz, Arcozelo, integra juntamente com o colega Chef Paulo Santos e o signatário, uma missão gastronómica e de divulgação do culto ao Beato Francisco Pacheco (1565? – 1626) a Nova Iorque e sede da ONU.
Com o programa ainda em fase de conclusão face a rigorosas medidas de segurança que lhe estão subjacentes, todavia já temos a confirmação do evento e a entrega da pequena escultura em marfinite, o prosseguir duma trajectória em curso há cerca de dois anos: Igreja de Santo António dos Portugueses, em Roma; Casa do Minho, em Winipeg, Canadá; embaixadas de Portugal em Estocolmo, Suécia e de Bruxelas, Bélgica. Em estudo encontra-se mais eventos de “ divulgação da biografia do Beato, devoção e culto”, conforme sugerido pela Santa Sé ao Postulador da Causa, o Padre João Caniço, de Lisboa, junto das comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo, representadas em instituições regionalistas, como a Casa do Minho no Rio de Janeiro, Brasil, cuja Presidente Fátima Gomes, deseja colocar o Beato Francisco Pacheco no “altar” da escadaria nobre, ao lado das imagens da Senhora do Sameiro, representando a capital sul da região representativa (Braga), e da Senhora do Minho, a do norte (Viana do Castelo). A dirigente, que nos recebeu no fim de semana de 1 e 2 do corrente mês aquando nossa visita cultural ao Brasil, desloca-se a Portugal na quadra natalícia, e terá um encontro com o Vigário Geral da nossa diocese e Pároco de Arca, Feitosa e Ponte de Lima, Mons. José Caldas.
Quanto ao nosso encontro nos Estados Unidos da América, associamos os dois elementos disponíveis da equipa de cozinha do nosso Clube de Gastronomia de Ponte de Lima, porque está em estudo um momento para a confecção de uma iguaria ao gosto do Chefinho João Leonardo Matos e um complemento pelo Chef Paulo Santos, com longa experiência na arte da gastronomia regional portuguesa.
A encerrar a crónica de hoje, cujo texto resulta de meses de junção de conteúdos pelo trâmite diplomático necessário para motivar a informação, podemos relatar a nossa principal interlocutora. Trata-se de pessoa amiga e admiradora das tradições culturais e gastronómicas portuguesas e Pontelimenses, Conselheira junto da ONU (Organização das Nações Unidas), na unidade da segunda e terceira comissão da AGNU, na CSNU (Mulheres, Paz e Segurança) e ainda nos Fundos e Programas (PNUD, UNICEF e ONU Mulheres).
Sobre a celebração dos 400 anos do martírio do “Santo” dos Limianos no próximo (1626 – 2026), podemos adiantar que haverá cerimónias em Itália e Portugal, aqui destacando-se naturalmente Ponte de Lima, com um congresso temático a 28 de Fevereiro e o assinalar solenemente a efeméride (20 de Junho) a nível paroquial, municipal e Companhia de Jesus. Mas, aguardemos pelo programa geral!




Casa do Minho em Newark esteve em festa no passado sábado. O salão nobre do Portuguese Instructive Social Club de Elizabeth, em Nova Jérsia, foi pequeno para acolher os conterrâneos e amigos que ali acorreram para celebrar os 38 anos dos Grupos Folclóricos da Casa do Minho de Newark — uma data que reafirma o compromisso da comunidade portuguesa em preservar e celebrar as suas raízes.





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A celebração, nos Estados Unidos da América, do Haloween ou "noite das bruxas", não constitui mais do que a tradição do culto dos mortos que os colonos europeus levaram para o continente americano, entretanto regressada à Europa com uma roupagem comercial mais ao gosto da sociedade de consumo. O culto dos mortos constitui entre nós uma das mais ricas tradições que nos remetem para ancestrais cultos pagãos.
Desde sempre o Homem acreditou na possibilidade dos mortos intercederem na ação criadora dos deuses e no próprio ciclo da natureza, contribuindo inclusivamente para o renascimento dos vegetais e das culturas que os demónios e maus espíritos do inverno fizeram desaparecer. Esta crença está na origem de uma infinidade de práticas relacionadas com o culto dos mortos que regra geral se iniciam em Novembro e prolongam-se até à Serração-da-Velha, atravessando as cerimónias solsticiais ou "saturnais" e os festejos carnavalescos.
Naturalmente, os ritos variam consoante as celebrações em causa mas conservam entre si uma finalidade comum que é o de assegurar que o ciclo da vida e da morte não se interrompa, possibilitando por conseguinte que ao inverno suceda impreterivelmente a primavera. De acordo com as investigações feitas no domínio da arqueologia e da antropologia, acredita-se que as práticas do culto dos mortos tiveram o seu começo na fase de transição da pedra lascada para a pedra polida, sendo disso testemunho os inúmeros monumentos funerários como os dolmens ou antas, inscrições votivas e outros achados. O folclore trouxe até nós inúmeros vestígios desse modo de pensar e dos cultos praticados pelos nossos ancestrais, devendo por esse modo constituir uma importante fonte de estudo.
Pão por Deus! - pedem as crianças na região saloia, percorrendo as casas em alegre peditório. A ladainha varia contudo de uma região para outra. Por exemplo, para os lados de Braga é costume dizer-se do seguinte modo: "Bolinhos, bolinhós, / Para mim e para vós / E para quem está debaixo da cruz / Truz truz". Na região de Ourém, o rapazio vai pelos casais e suplica: "Ti Maria: dai-me um bolinho em louvor de todos os santinhos!". E, se a dona da casa é pessoa dada à brincadeira, ao assomar à soleira da porta responde prontamente: "Dou sim... com uma tranca no focinho!"
Por esta ocasião, as pessoas cumprem o ritual da visita aos cemitérios e cuidam das sepulturas dos seus entes queridos. Mas, também em casa é costume em muitas localidades, após a ceia, deixar até ao dia seguinte a mesa composta de iguarias para que os defuntos possam banquetear-se. Em Barqueiros, no concelho de Mesão Frio, na noite de Todos-os-Santos coloca-se uma mesa com castanhas para os familiares falecidos, as quais ninguém tocará porque ficam "babadas dos defuntos". Da mesma forma que o azeite que alumia os defuntos jamais alumiará os vivos. Entre alguns povos do leste europeu conserva-se ainda a tradição de organizar o festim no próprio cemitério a fim de que todos em conjunto - mortos e vivos - possam confraternizar!
A partir desta época do ano, as noites das aldeias são povoadas por criaturas extraordinárias que surgem nas encruzilhadas e amedrontam os notívagos. Uivam os lobos nas penedias enquanto as bruxas se reúnem debaixo das pontes. A prudência aconselha que ao gado se prendam pequenas saquinhas de amuletos que o resguardem do "mau-olhado". O serão é passado à lareira ouvindo histórias que nos embalam num mundo de sonhos e fantasia que nos alimenta a imaginação. E, quando finalmente é chegada a hora de dormir, faz-se o sinal-da-cruz para que o demónio não nos apoquente e a manhã do dia seguinte volte a sorrir radiante a anunciar uma vida nova.
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Constituída há trinta e oito anos, a Casa do Minho em Newark é o local de encontro e união da comunidade minhota naquela cidade do Estado de New Jersey. Em Newark, os nossos conterrâneos vivem sobretudo no Ironbund, um bairro onde aliás vive a maior parte por portugueses e brasileiros ali radicados e onde o português é a língua mais usada.
A Casa do Minho revela a pujança e a juventude de uma comunidade que procura ardentemente manter vivas as suas raízes culturais e a sua identidade. O seu Rancho folclórico e o seu grupo de zés-pereiras constituem a alma da associação, bem assim como o seu grupo de Juventude.
Mesmo distante das suas terras de origem ou de seus pais, os nossos conterrâneos em Newark dançam o vira, a chula e a cana-verde como qualquer minhoto que não foi arrancado ao seu rincão natal porque, apesar do imenso oceano que o separa, o coração está sempre presente. Por isso, ele vibra ao som da concertina e depressa se embala ao ritmo do nosso folclore.
À sua maneira, os nossos conterrâneos radicados nos Estados Unidos da América como, aliás, um pouco por todo o mundo, constituem os seus ranchos folclóricos, reeditam as festas, preservam as tradições e sobretudo conservam os laços que os unem entre si e fazem dos minhotos uma efetiva comunidade, preservando a solidariedade humana que é, afinal de contas, a primeira razão de ser da criação da Casa do Minho em Newark.

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Constituída há trinta e oito anos, a Casa do Minho em Newark é o local de encontro e união da comunidade minhota naquela cidade do Estado de New Jersey. Em Newark, os nossos conterrâneos vivem sobretudo no Ironbund, um bairro onde aliás vive a maior parte por portugueses e brasileiros ali radicados e onde o português é a língua mais usada.
A Casa do Minho revela a pujança e a juventude de uma comunidade que procura ardentemente manter vivas as suas raízes culturais e a sua identidade. O seu Rancho folclórico e o seu grupo de zés-pereiras constituem a alma da associação, bem assim como o seu grupo de Juventude.
Mesmo distante das suas terras de origem ou de seus pais, os nossos conterrâneos em Newark dançam o vira, a chula e a cana-verde como qualquer minhoto que não foi arrancado ao seu rincão natal porque, apesar do imenso oceano que o separa, o coração está sempre presente. Por isso, ele vibra ao som da concertina e depressa se embala ao ritmo do nosso folclore.
À sua maneira, os nossos conterrâneos radicados nos Estados Unidos da América como, aliás, um pouco por todo o mundo, constituem os seus ranchos folclóricos, reeditam as festas, preservam as tradições e sobretudo conservam os laços que os unem entre si e fazem dos minhotos uma efetiva comunidade, preservando a solidariedade humana que é, afinal de contas, a primeira razão de ser da criação da Casa do Minho em Newark.
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Constituída há trinta e oito anos, a Casa do Minho em Newark é o local de encontro e união da comunidade minhota naquela cidade do Estado de New Jersey. Em Newark, os nossos conterrâneos vivem sobretudo no Ironbund, um bairro onde aliás vive a maior parte por portugueses e brasileiros ali radicados e onde o português é a língua mais usada.
A Casa do Minho revela a pujança e a juventude de uma comunidade que procura ardentemente manter vivas as suas raízes culturais e a sua identidade. O seu Rancho folclórico e o seu grupo de zés-pereiras constituem a alma da associação, bem assim como o seu grupo de Juventude.
Mesmo distante das suas terras de origem ou de seus pais, os nossos conterrâneos em Newark dançam o vira, a chula e a cana-verde como qualquer minhoto que não foi arrancado ao seu rincão natal porque, apesar do imenso oceano que o separa, o coração está sempre presente. Por isso, ele vibra ao som da concertina e depressa se embala ao ritmo do nosso folclore.
À sua maneira, os nossos conterrâneos radicados nos Estados Unidos da América como, aliás, um pouco por todo o mundo, constituem os seus ranchos folclóricos, reeditam as festas, preservam as tradições e sobretudo conservam os laços que os unem entre si e fazem dos minhotos uma efetiva comunidade, preservando a solidariedade humana que é, afinal de contas, a primeira razão de ser da criação da Casa do Minho em Newark.


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Após 10 anos de interregno, a comunidade cerveirense em Newark, EUA, reuniu-se, no passado domingo, com o objetivo de angariar verbas para apoiar a aquisição de um camião de combate a incêndios, mais moderno e com maior capacidade de água (4000 litros), para a ULC – Unidade Local de Covas. Presente no evento, o Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Rui Teixeira, veio ainda com a garantia de um acordo, através do City Hall de Newark, para um futuro processo de geminação entre o município e a cidade.
O convívio anual dos 'Amigos de Cerveira em Newark' juntou cerca de 350 convivas, no Sport Club Português de Newark, e angariou cerca de 25 mil euros para a Unidade Local de Covas aumentar a sua frota de combate a incêndios florestais, o correspondente a metade do investimento necessário para a viatura identificada (cerca de 50 mil euros).
Na presença da Vice-Prefeita de Newark, Lígia de Freitas, e do Vereador Michael Silva, o autarca cerveirense, Rui Teixeira, que se fez acompanhar pelo Presidente da Junta de Covas, André Araújo, freguesia na qual está sedeada a entidade beneficiada, relembrou com orgulho os impulsionadores históricos deste convívio: João Loureiro (falecido em 2020) e Mô, que deixaram um legado ímpar de ligação à terra natal; agradeceu à comunidade cerveirense e aos amigos de Cerveira por toda a generosidade e espírito de solidariedade; e felicitou as novas gerações pela continuidade deste projeto social de grande louvor.
Ainda durante o convívio, Rui Teixeira mostrou-se muito satisfeito com o futuro desta ligação Cerveira/Newark, que poderá vir a ser formalizada através de um processo de geminação, muito ambicionado pela comunidade cerveirense em Newark, e já aceite informalmente pela City Hall de Newark.
Durante a visita, Rui Teixeira foi ainda distinguido com um certificado de reconhecimento pelo Serviço e Relações Internacionais e Assuntos da Diáspora, e homenageado com um diploma de elogio pelo seu percurso profissional, atribuído pelo Conselho Municipal de Newark. Para além disso, foi recebido na City Hall of Newark, pela Vice-Prefeita de Newark, Lígia de Freitas, e convidado a assinar o Livro de Honra do Sport Club Português, juntando-se a um grupo restrito de personalidades de referência.
O encontro da comunidade cerveirense em Newark foi reativado por Helena Castro, filha de um dos impulsionadores, o cerveirense Mô, com o apoio de Victor Santos, de José Barreira da Freguesia de Sopo, e de Judite Silva, também natural de Sopo, e Presidente do Rancho Dança na Eira, que atuou durante o evento, contando ainda com a colaboração de Jack Couto, Presidente do Sport Club Português.
O convívio de Newark é uma tradição com mais de três décadas, considerada uma das mais relevantes ações de angariação de fundos da comunidade cerveirense naquela cidade. Ao longo dos anos, permitiu canalizar mais de meio milhão de dólares em apoio direto (numerário e equipamentos) a instituições e projetos em Vila Nova de Cerveira.
Sobe a ULC - Unidade Local de Covas
A Associação de Defesa do Património Florestal - ULC - Unidade Local de Covas, fundada em 2010, com o apoio da Junta de Freguesia de Covas e da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, tem como principal objetivo a defesa do património natural, florestal e ambiental, da freguesia de Covas, das freguesias limítrofes e do concelho, concretamente na defesa da floresta contra incêndios; na vigilância da floresta, particularmente em períodos críticos (junho a outubro); no apoio à Proteção Civil na defesa de pessoas e bens, estando integrada no respetivo dispositivo Municipal e Distrital.
Constituída por cerca de 15 voluntários, a atuação desta equipa incide principalmente na primeira intervenção a nível de incêndios e apoio às forças no terreno, quer no combate quer no rescaldo.
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O Clube da Juventude Lusitânia de Cumberland, Rhode Island nos Estados Unidos da América leva a efeito no próximo dia 22 de junho um festival de folclore no âmbito das Festas de São João.
O horário mencionado no cartaz é às 2:00 porque nos Estados Unidos da América o sistema horário é das 0 às 12h.
Autoria e design - Lisa Rosa Ilustração - Teresa Silva - Ilustração Organização - Clube Juventude Lusitânia Cumberland, Rhode Island, EUA.
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