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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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ESPOSENDE: GRUPO DE SARGACEIROS DA CASA DO POVO DA APÚLIA DANÇA NA PRAÇA NO PRÓXIMO DIA 25 DE JUNHO

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De acordo com a programação “Folclore na Praça” que levará ao Largo Dr. Fonseca Lima todos os grupos folclóricos do concelho de Esposende até ao próximo dia 30 de Julho, cabe ao Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia atuar no próximo dia 25 de Junho.

Argaço! Argaço! – grita o sargaceiro ao avistar as algas que a mareada arroja, exortando os companheiros a entrarem mar adentro e enfrentarem com arrojo a rebentação das ondas. A voz ecoa na praia convocando as gentes para a faina.

Após a maresia, a mareada é invariavelmente mais abundante, arrojando o mar as algas que se desprendem dos rochedos quase submersos. O grito do sargaceiro ecoa longínquo na praia. Os homens, vestidos de branqueta e a cabeça e pescoço protegido com o sueste, levam consigo o galhapão ou a gaiteira se o sargaço estiver próximo da praia.

No areal, as mulheres transportam o sargaço nas carrelas para mais longe do alcance do mar, fazendo as camas onde fica a secar. Apó a secagem, as algas serão empregues como fertilizantes das terras, em produtos fito-sanitários e cosméticos, sendo cada vez mais conhecidas também as suas virtudes alimentares.

Desde a data da sua fundação em 1934, o Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia é um representante ímpar do folclore minhoto e uma referência do folclore nacional.

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ESPOSENDE DEFENDE AÇÕES URGENTES PARA A SUSTENTABILIDADE DA CAPTURA DE OURIÇOS-DO-MAR NO PARQUE MARINHO LITORAL NORTE

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A Comissão de Cogestão do Parque Natural Litoral Norte (PNLN), que integra o Município de Esposende, propõe ações urgentes para a sustentabilidade da captura de ouriços-do-mar no Parque Marinho do Litoral Norte.

Em causa está a determinação da Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM) que estabeleceu um defeso para os ouriços, a título experimental, de 3 meses para 2024, não licenciando, por isso, mais apanhadores do que os licenciados em 2023 para a captura de ouriços. Este despacho interdita a captura das espécies Echinus spp., P. lividus e S. granularis a norte do estuário do Tejo, entre 15 de junho e 15 de setembro.

Em ofício remetido à DGRM, a Comissão de Cogestão do PNLN, presidida por Benjamim Pereira, defende que “a exploração dos recursos pesqueiros no Parque Natural do Litoral Norte deve orientar-se no sentido da sustentabilidade, através de uma gestão assente no conhecimento científico e na cooperação entre os agentes ligados ao sector, para permitir que o ecossistema marinho continue a desempenhar todas as suas funções”. A Comissão de Cogestão do PNLN entende que é possível encontrar um equilíbrio justo entre a conservação ambiental, a exploração económica de um recurso e os interesses das comunidades locais. Neste sentido, sugeriu a este serviço central da administração direta do Estado, a realização de um estudo da tendência populacional destas espécies, com particular incidência em P. lividus, por ter maior procura, ocorrer a menor profundidade e se encontrar listada no anexo III (espécies protegidas de fauna) da convenção de Berna, de forma a estabelecer limites anuais de captura e/ou número de licenças no Parque Natural do Litoral Norte.

Com o aumento da procura de produtos gourmet e devido à escassez mundial das ovas de esturjão, os ouriços-do-mar estão a assumir-se como uma nova fonte de obtenção de caviar, atingindo elevados valores nos mercados, sobretudo nos asiáticos e em Espanha e França. Uma das espécies de ouriço-do-mar presente em maior abundância no litoral norte – Paracentrotus lividus – é comercialmente procurada e bem aceite nesses mercados, sendo o grosso da apanha nesta região vendido a grupos espanhóis que, após terem sobre explorado a espécie no seu país, agora recorrem aos stocks deste Parque Marinho para dar resposta à procura.

As gónadas têm especial valor de dezembro a fevereiro, quando as suas ovas atingem maiores dimensões e firmeza na sua textura, contudo, a apanha decorre todo o ano, permitindo ao apanhador possuidor de licença - emitida e renovada anualmente - operar na área de jurisdição da Capitania da sua residência e nas adjacentes, tendo como 50 kg o limite máximo de captura diária. Porém, no litoral de Esposende os limites de captura são ultrapassados de forma sistemática e existem inúmeras capturas ilegais frequentemente documentadas.

Apesar de a distribuição de ouriço-do-mar no Parque Marinho do Litoral Norte estar perfeitamente documentada, não existem dados referentes ao impacto que a apanha está a ter na abundância desta população, do número de licenças emitidas, nem do estado atual dos stocks ou tendência populacional. São, contudo, espécies de crescimento lento e a crescente pressão humana sobre este recurso no nosso Parque Marinho levanta preocupações a nível da sustentabilidade ecológica da sua apanha, uma vez que afeta significativamente a sua estrutura populacional, diminuindo a densidade, o tamanho e a biomassa média desta espécie, o que irá provocar, se é que já não provocou, reduções drásticas nas populações locais.

Neste contexto, a Comissão de Cogestão do PNLN pretende que as entidades responsáveis avaliem a situação e atuem em conformidade, posicionamento que vai ao encontro dos princípios dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, particularmente no que se refere ao ODS 12 – Produção e Consumo Sustentáveis e ao ODS 14 – Proteger a Vida Marinha.

Saiba mais sobre esta espécie em: http://www.omare.pt/pt/especie/paracentrotus-lividus/5242/.

ESPOSENDE: ALUNOS E PROFESSORES DA EPATV LIMPAM PRAIA DE OFIR

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Num compromisso com a sustentabilidade, alunos e professores da EPATV limparam a praia de Ofir

No dia 12 de junho, os alunos do 1º e do 2º ano do curso de Eletrotecnia participaram numa ação de limpeza da praia de Ofir, em Esposende, inserida no âmbito do projeto Brigada #AMARoMAR. Este projeto tem como principal objetivo sensibilizar a comunidade para as questões relacionadas com o lixo marinho.

A atividade consistiu na monitorização e recolha de resíduos na praia, num processo envolveu a escola e a comunidade, promovendo uma maior conscientização sobre a problemática do lixo marinho.

Durante a limpeza, os alunos dedicaram-se a identificar as origens dos resíduos recolhidos, um passo fundamental para a mudança de comportamentos diários. Através da monitorização e interpretação dos resíduos, os participantes foram encorajados a debater as suas origens e a explorar alternativas mais sustentáveis.

A iniciativa não só contribuiu para a sensibilização ambiental, mas também para a preservação da biodiversidade marinha. O lixo marinho é uma ameaça para diversas espécies, que muitas vezes confundem os resíduos com alimento. Ao ajudar a resolver este problema, os estudantes estão a contribuir para a conservação do maior bioma da Terra: o Oceano.

A participação ativa dos estudantes de Eletrotecnia no projeto Brigada #AMARoMAR demonstrou um compromisso com a sustentabilidade e a proteção ambiental, sublinhando a importância de ações concretas na luta contra a poluição marinha.

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GRUPO ASSOCIATIVO DE DIVULGAÇÃO TRADICIONAL DE FORJÃES DANÇA AMANHÃ EM ESPOSENDE

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De acordo com a programação “Folclore na Praça” que levará ao Largo Dr. Fonseca Lima todos os grupos folclóricos do concelho de Esposende até ao próximo dia 30 de Julho. Cabe ao Grupo Associativo de Divulgação Tradicional de Forjães atuar no próximo dia 18 de Junho.

De acordo com o seu historial, O Grupo Associativo de Divulgação Tradicional de Forjães, na freguesia de Forjães, no concelho de Esposende, distrito de Braga, foi fundado a 5 de Maio de 1995. É sócio efetivo da Federação do Folclore Português.

O grupo é composto na sua totalidade por cerca de 65 elementos, estando mais ligados á área do canto cerca de 28/30, sendo maioritariamente mulheres e divide os seus cantares por Cantigas de campo, de serão ou romaria, e cantigas de ciclo natalício.

O grupo designa às suas vozes: "voz de fora" ou "descante" feito por Arminda Sá, Fátima Ferreiro, Ana Amorim e Carlos Pereira.

São alguns exemplos do seu repertório "Infante Suavíssimo", Oiçam a voz dos Sinos", "Reis Magos"; das cantigas de campo ou serão: "O canário", "Chora a Videira", "Velho", "As praias", "Trazes Cordões ao Pescoço", "Maroquinhas", "Se eu morrer não botes dó", "Loureiro", "Coradinha" e "Andorinha".”

Numa celebração e encontro de diversas culturas, o Município promoverá ainda, no dia 4 de agosto, mais uma edição do Festival Internacional de Folclore de Esposende, em coprodução com o Grupo Associativo de Divulgação Tradicional de Forjães.

No ano em que se celebra o 21.º aniversário da Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial da UNESCO, o Município continua assim empenhado, em parceria com as coletividades locais, na valorização e dinamização da etnografia, dando cumprimento aos Objetivos de Desenvolvimento Local (ODS) da Agenda 2030 da ONU.

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QUEM É O ARTISTA ESPOSENDENSE JORGE BRAGA?

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Jorge Braga nasceu em Esposende, uma pequena localidade no Norte de Portugal.

Cedo se destacou no mundo das letras, em particular na poesia, ganhando prémios em concursos e jogos florais, colaborando em revistas, jornais e programas de rádio.

Numa passagem voluntária pela Força Aérea Portuguesa, colaborou com as revistas da instituição.

De regresso à vida civil, voltou aos estudos, como trabalhador estudante e licenciou-se em Engenharia e Gestão Industrial.

Em 1991 publicou a seu primeiro livro de poemas “ELOS”, abrindo, assim, caminho a um novo percurso pelo mundo das letras.

Publica o seu segundo livro “PARADOXIA” em 1992, onde contou com a presença do Presidente do Instituto do Livro e da Leitura.

Em 1994, publica “GALARIM”, onde se afirma como poeta no mundo académico, sendo a apresentação promovida pela Universidade Lusíada, onde era aluno.

Em 1997, publicou, com o apoio do CSJM (Centro Social Juventude de Mar), a obra “EXCITAÇÕES DA RAZÃO” e dá início a uma nova forma de escrever poesia, a Crónica Poética.

Em 2005, publicou “Plectro Inato”, com o apoio da Universidade Lusíada.

Em 2014, tirou uma formação em Técnicas de Produção de Moldes para Escultura na Faculdade de Belas Artes do Porto.

Em 2014, publicou a obra poética “Amenas Tempestades”, pela Vesbrava.

Em 2015, integrou a I Bienal de Artes de Gaia, com a sua escultura em bronze, “Beijo”.

Em 2015, integrou a Art Shopping no Carroussel du Louvre em Paris

Fonte: Galeria de Arte On-Line

PONTE DA BARCA INAUGURA EXPOSIÇÃO “LINHA DO HORIZONTE” DE JORGE BRAGA

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Escultor é natural de Esposende

Foi inaugurada, na tarde desta sexta-feira, a exposição "Linha do Horizonte", do artista natural de Esposende, Jorge Braga. O nome da exposição, explicou o autor, tem a ver “com o facto da linha do horizonte no alto Minho ser, de alguma forma, feita de altos e baixos”, dado o carácter montanhoso conferido pelos vales e montes que rodeiam o território.

A mostra, que está agora patente nos Paços do Concelho de Ponte da Barca, conjuga escultura e pintura em materiais como o latão, madeira, aço, bronze, ferro e pintura a óleo, revelando a habilidade do artista em criar obras que se destacam pelos contornos fortes e cores vibrantes. Das suas criações ressaltam também as formas geométricas com pontos em comum, tais como, o relógio, o sol representado em espiral, e elementos inspirados na escada de Jacó.

A transversalidade entre a poesia, o desenho e a escultura é um dos traços mais marcantes do trabalho de Jorge Braga, proporcionando uma experiência rica e multifacetada aos visitantes.

A inauguração contou com a presença do Presidente da Câmara, Augusto Marinho, do Vice-presidente, José Alfredo Oliveira, das Vereadoras Municipal, Rosa Maria Arezes e Diana Sequeira, e de amigos e admiradores do trabalho de Jorge Braga.

Horário: Segunda a sexta-feira | 09:00h às 12:30h e das 14:00h às 17:30h

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ESPOSENDE: APÚLIA EM 1985

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Fez parte da exposição retrospetiva do trabalho do autor "Crónicas portuguesas", apresentada no edifício da ex-Cadeia e Tribunal da Relação do Porto em 2007.

Georges Dussaud nasceu em Brou, na região da Bretanha, no ano de 1934. Embora de nacionalidade francesa, as viagens e as imagens que daí regista fazem dele um cidadão do mundo. É notório o seu fascínio pelas cenas do quotidiano. Não se deixa envolver pelas temáticas comuns que outros já captaram. Dussaud gosta do imprevisto, da simplicidade e espontaneidade das coisas do dia-a-dia, seja de que povo for. Tenham sido as reportagens efectuadas na Grécia, na Irlanda, na Índia, em Cuba, em França ou Portugal, o factor humano está sempre presente. Casou com Christine Dussaud, sua incansável companheira de viagens e testemunha ocular de tantos instantes de tempo aprisionados pela sua objectiva. Talvez por isso tenha feito tanto sentido que fosse ela a autora do prefácio de Crónicas Portuguesas. O livro é dedicado aos três filhos do casal, Alexandre, Eric e Tristan, também eles “companheiros de viagem pelos caminhos de Portugal”. O facto de se ter tornado membro da agência parisiense Rapho, em 1986, coloca o seu nome a par de mestres da fotografia como Robert Doisneau, Willy Ronis ou Sabine Weiss. As deslocações frequentes a Portugal resultam também na presença regular em iniciativas como os Encontros de Fotografia de Coimbra e Encontros da Imagem de Braga. As instituições nacionais não têm sido indiferentes ao seu trabalho e a prova disso é que ele está representado, não só na Colecção Nacional de Fotografia do CPF, mas também no Arquivo Fotográfico da Câmara Municipal de Lisboa e no Museu da Imagem de Braga. No ano de 1997 já as editoras Marval e Assírio & Alvim se haviam associado para publicar Portugal Terra Fria, o “antecessor” de Crónicas Portuguesas. Por ocasião da sua mais recente viagem a Portugal, em 2007/2008 o autor concebeu um portfolio inédito de fotografias, captadas exclusivamente na cidade do Porto, e que deram origem à exposição “Invisões” apresentada no Centro Português de Fotografia em 2009.

Fonte: Centro Português de Fotografia

ARQUIVO MUNICIPAL DE ESPOSENDE DISPONIBILIZA 23.500 DOCUMENTOS PARA CONSULTA

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O Arquivo Municipal de Esposende tem disponíveis para consulta 23 500 documentos, fomentando a transparência, a decisão informada e a preservação da cultura propaladas pelo Conselho Internacional de Arquivos (ICA) a propósito do Dia Internacional dos Arquivos, comemorado a 9 de junho.

De acordo com esta premissa, o Arquivo Municipal continua a assegurar o acesso público à informação, disponibilizando online, no site https://arquivo.cm-esposende.pt/, as atas da Câmara Municipal desde 1639 até 2022, para consulta de investigadores e munícipes. No total, são 20 000 imagens digitalizadas e registadas, onde é possível saber, por exemplo, como foi realizada a primeira comemoração do Dia de Camões, celebrada em 10 de junho de 1880.

No seguimento da exposição “Vistos pela Censura. A inspeção em Esposende. 1950-1970”, que esteve patente no âmbito da Catraia de Livros, no Largo Rodrigues Sampaio, em Esposende, encontram-se em acesso aberto mais de 400 programas, convites e cartazes de espetáculos, filmes, jogos de futebol e teatro autorizados pelo Delegado da Inspeção de Espetáculos de Esposende.

Estão igualmente disponíveis o fundo do Couto de Apúlia, com documentação incorporada no arquivo da Câmara Municipal de Esposende no decorrer da extinção e integração do concelho de Apúlia, em 1836, enquanto freguesia do concelho de Esposende; o “Registo de receitas, despesas e termos de arrematação das obras da Igreja Matriz de Esposende”, em que as obras seriam financiadas por um imposto especial concedido pela rainha D. Maria, após petição dos moradores de Esposende; e documentação proveniente da Escola Amorim Campos, reunindo alguns documentos referente ao ensino primário masculino e feminino em Fão. Neste particular, os documentos mais antigos antecedem a criação das Escolas Amorim Campos, em 1899, e os registos permitem acompanhar o funcionamento da instituição ao longo do século XX.

O tratamento e disponibilização da documentação em custódia tem potenciado um número crescente de trabalhos de investigação sobre Esposende, tanto a nível nacional como internacional. A apresentação do Arquivo Municipal à comunidade escolar continua a ser mais uma das dinâmicas essenciais através da realização de visitas e mostra de documentos e espaços que normalmente não estão acessíveis.

Por esta via, o Município contribui para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, nomeadamente no que se refere aos ODS 11.4 - fortalecer esforços para proteger e salvaguardar o património cultural e natural do mundo; ODS 16.10 - assegurar o acesso público à informação e proteger as liberdades fundamentais, em conformidade com a legislação nacional e os acordos internacionais; e ODS 4.7 -promoção de uma cultura de paz e da não violência, cidadania global e valorização da diversidade cultural e da contribuição da cultura para o desenvolvimento sustentável.

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ANTIGO TROÇO DA EN 13 EM ESPOSENDE PASSA PARA DOMÍNIO PÚBLICO DO MUNICÍPIO

O troço da Estrada Nacional (EN) 13, situado junto à ponte D. Luís Filipe, vulgo Ponte de Fão, e que se encontra desclassificado e desativado, vai passar para o domínio público municipal.

A decisão, aprovada já em 2023 pela Câmara Municipal e pela Assembleia Municipal de Esposende, vai ser agora formalizada através de um Acordo de Mutação Dominial, a celebrar entre o Município e a Infraestruturas de Portugal, S. A. Os termos deste acordo foram aprovados em reunião de Câmara e a proposta segue agora para a Assembleia Municipal, para que este órgão autorize a transferência, para o domínio municipal do referido troço da via, o que ocorrerá na sessão agendada para o próximo dia 27 de junho.

O troço em causa, com uma extensão de que cerca de mil metros, será intervencionado pela Infraestruturas de Portugal, sendo que os trabalhos consistirão na fresagem e reposição da camada de desgaste do pavimento e que deverão estar concluídos ainda este ano. Só depois o Município assumirá a tutela daquele troço da via.

Refira-se que, no âmbito do projeto do Parque da Cidade de Esposende, está em curso a requalificação rodoviária deste troço, desde o final da Av. Eng.º Eduardo Arantes e Oliveira até à Av. de S. Martinho, e que se prolonga até à Ponte D. Luís Filipe.

O Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, refere que a integração no domínio público rodoviário municipal do referido troço configura “um importante investimento na melhoria da inserção urbana e condições de segurança rodoviária, que se insere num contexto de melhoria das condições das infraestruturas rodoviárias do concelho”.

“A transferência para o Município deste troço da EN 13 que se encontra desativado assume particular relevância, na medida em que constituirá um espaço de apoio ao futuro Parque da Cidade, nomeadamente ao nível de aparcamento automóvel”, refere ainda Benjamim Pereira. O projeto do Parque da Cidade insere-se no plano de desenvolvimento do território concelhio preconizado pelo Município, nomeadamente numa ótica de valorização do território, estratégia enquadrada nos eixos dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU.

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ESPOSENDE: PRESIDENTE BENJAMIM PEREIRA PRESENTE NA COLOCAÇÃO DA 1ª PEDRA DA ESTRUTURA RESIDENCIAL PARA PESSOAS IDOSAS (ERPI) DE CURVOS

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O Presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira, marcou presença, esta manhã, na cerimónia de colocação da primeira pedra da Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI) do Centro Social da Paróquia de Curvos, projeto para o qual o Município comparticipou com o montante de 250 000 euros, para além de cedência dos terrenos.

Benjamim Pereira reconheceu que a obra é “um desafio assustador”, atendendo ao volume de investimento em causa, que ronda os 4 milhões de euros, contudo, manifestou total confiança na direção da instituição, liderada por Manuela Martins, que empreendeu a concretização deste desafio.

Em resposta ao pedido da presidente da direção para reforçar o apoio financeiro ao projeto, o Presidente da Câmara Municipal lembrou que os recursos financeiros do Município são limitados, obrigando a uma rigorosa e criteriosa gestão, mas garantiu, contudo, que o Município vai assumir a requalificação dos espaços envolventes e a instalação das redes de água e saneamento, encargos que, referiu, deverão rondar centenas de milhares de euros. Benjamim Pereira comprometeu-se, ainda, a diligenciar junto da Administração Central, no sentido do reforço do apoio financeiro, secundando, assim, o apelo feito anteriormente pelo Presidente da Junta da União das Freguesias de Palmeira de Faro e Curvos, Mário Fernandes. Ambos comungam da ideia de que a futura infraestrutura deve garantir lugar aos idosos de Curvos, atendendo a que o maior esforço financeiro é assegurado pela freguesia e pela sua população, argumento que fizeram valer ao Diretor da Segurança Social Distrital de Braga, João Ferreira, presente na cerimónia.

Benjamim Pereira não tem dúvidas da mais-valia da Estrutura Residencial para Pessoas Idosas e afirmou mesmo que “pode ser uma âncora do desenvolvimento de Curvos e do próprio concelho, enquadrando-se no projeto de desenvolvimento integrado desenhado pelo Município, onde se insere a concretização de projetos estruturantes para o futuro, a par de outras intervenções, de menor escala, igualmente determinantes”. Neste contexto, o autarca lembrou que “Esposende é um Município de referência, sendo o 2.º que mais cresceu na zona norte, reflexo do desenvolvimento integrado e da qualidade de vida que oferece”.

“Vive-se, hoje, em Curvos, um dia festivo na materialização de mais um sonho coletivo”, afirmou o autarca Mário Fernandes, expressando a disponibilidade da Junta da União das Freguesias de Palmeira de Faro e Curvos para apoiar a obra, que considerou da maior relevância. Lembrando que o sonho de criar esta infraestrutura é antigo, referiu o seu empenho pessoal e do Padre Armindo Patrão de Abreu, pároco de Curvos, na concretização do projeto. Aproveitou a presença do responsável distrital da Segurança Social para apelar à reserva de vagas para a população idosa local.

Foi com referência à canção “O Primeiro Dia”, de Sérgio Godinho, que o Padre Armindo Patrão de Abreu introduziu a sua intervenção para dizer que “hoje tem início um sonho que vai ser levado até ao fim”. O principal mentor do projeto, que assumiu ser este “uma teimosia pessoal”, referiu a premência da criação de uma infraestrutura desta índole para “garantir um fim de vida digno às pessoas idosas, depois de tantos sacrifícios enquanto membros ativos da sociedade”. Concluiu, citando Fernando Pessoa, “Deus quer, o homem sonha, a obra nasce”.

A Presidente da Direção do Centro Social da Paróquia de Curvos, Manuela Martins, recordou o moroso processo que antecedeu a colocação da primeira pedra da ERPI, um projeto que surge da “enorme carência na resposta às pessoas mais idosas e das famílias que não podem dar essa retaguarda”.

Financiado pelo programa Pares 3.0, no montante de 1 milhão e 300 mil euros, o projeto comporta 37 camas de ERPI, 30 lugares de centro de dia, 60 de apoio ao domicílio, e implica a criação de mais de 30 postos de trabalho, a somar aos atuais 37. Manuela Martins salientou o “esforço financeiro enorme” para tornar realidade o projeto, pelo que apelou ao reforço do apoio do Município, bem como ao apoio da Segurança Social e da Junta da União das Freguesias de Palmeira de Faro e Curvos, assinalando a “coragem, resistência e resiliência” da direção da instituição em empreender esta obra.

O diretor distrital da Segurança Social de Braga, João Ferreira, destacou o trabalho que o Centro Social da Paróquia de Curvos desenvolve na área social, particularmente no que se refere à infância e à terceira idade, e elogiou a tenacidade e determinação da direção com vista à criação da ERPI, estrutura que considerou da maior relevância. “Não poderemos nunca deixar de apoiar estas pessoas”, afirmou.

Em representação do Arcebispo de Braga, D. José Cordeiro, o Cónego Mário Rodrigues, afirmou a sua alegria, “enquanto filho desta terra”, pelo início da obra que possibilitará alargar o leque de valências do Centro Social, considerando que o Amor é o mote para tornar realidade os sonhos, na medida em que “não conhece barreiras nem se deixa condicionar”.

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ESPOSENDE TRAÇA BALANÇO POSITIVO DA AÇÃO PARA AUXILIAR INSETOS POLINIZADORES

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É francamente positivo o balanço do período de implementação de incentivo aos polinizadores que o Município e a empresa municipal Esposende Ambiente implementaram, pelo segundo ano consecutivo, dando seguimento às orientações da ONU.

A medida passa por, durante a estação da primavera, preservar espaços públicos do concelho, tanto na cidade como nas freguesias, com prado florido por cortar, no sentido de aumentar a área de alimentação disponível para os insetos polinizadores. Trata-se, efetivamente, de um importante contributo, a par de outras pequenas ações que têm vindo a ser desenvolvidas, para auxiliar estes insetos tão importantes para a humanidade, em linha com as metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU.

A medida tem sido bem acolhida pela população, que vai mostrando mais condescendência e uma maior tolerância à coexistência com a biodiversidade, reflexo também da estratégia de sensibilização que tem vindo a ser promovida conjuntamente pelo Município e Esposende Ambiente. Regista-se, portanto, uma reação positiva à promoção de prados floridos, que, à questão estética, tem associado o benefício de auxiliar os polinizadores. Neste contexto, há, pois, intenção de manter e, eventualmente, alargar o alcance desta medida, no futuro.

Em Portugal existem mais de 1000 espécies de insetos polinizadores, entre abelhas, abelhões, vespas, borboletas, escaravelhos entre outros. Os polinizadores incluem animais de grupos diversos, embora a grande maioria pertença ao grupo dos insetos, sendo essenciais na cadeia alimentar, já que são polinizadores de culturas e flores silvestres, controladores de pragas e servem de alimento a outros animais (incluindo aves, morcegos, peixes, anfíbios e répteis). Cerca de 80% das plantas cultivadas depende da polinização natural realizada por estas espécies, as quais se encontram ameaçadas pela perda do seu habitat, principalmente devido à agricultura intensiva (e consequente intensificação no uso de agroquímicos), às espécies exóticas invasoras e às alterações climáticas.

De notar que a existência de polinizadores é condição necessária para a existência de espaços verdes e ecossistemas urbanos saudáveis e resilientes, podendo as zonas urbanas constituir um refúgio importante para muitos polinizadores, fornecendo locais de alimentação e reprodução.

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ESCOLA PROFISSIONAL DE ESPOSENDE OFERECE VASTA OFERTA FORMATIVA

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Inscrições abertas para o ano letivo 2024/2025

A Escola Profissional de Esposende (EPE) tem abertas as inscrições para o ano letivo 2024/2025.

Os cursos profissionais estão inseridos no ensino secundário e caracterizam-se por uma forte ligação com o mundo profissional.  Têm a duração de três anos letivos e conferem um diploma equivalente ao ensino secundário – 12.º ano e um certificado de qualificação profissional de nível 4, permitindo, assim, aos alunos o ingresso no ensino superior, se assim o desejarem. Oferecem garantias de uma educação de qualidade, com uma formação prática e teórica alinhada com as exigências do mercado de trabalho.

Os alunos que optem pelo estudo na EPE têm a possibilidade de integrarem facilmente o mundo empresarial, no âmbito das parcerias estratégicas de realização de estágios em empresas nacionais e internacionais.

A oferta educativa da Escola Profissional de Esposende é vasta, apresentando para o próximo ano letivo os seguintes cursos: Cozinha/pastelaria, Pastelaria/Padaria, Restaurante/bar, Alojamento Hoteleiro, Ação educativa, Artes do espetáculo e Apoio à Gestão Desportiva, lecionando, ainda, o Curso de Educação e Formação (CEF) de cozinha.

Refira-se que todos os alunos têm direito a uma bolsa mensal de transporte e alimentação e um computador portátil, para além da garantia de visitas de estudo nacionais e internacionais e de participação em projetos Erasmus.

Para mais informações ou para efetuar a inscrição, os interessados deverão contactar a Escola Profissional de Esposende, através do telefone 253 982 779, diretamente nas instalações, sitas na Rua Amorim Campos, 4740-335, Fão, ou ainda através do site www.epe.pt

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MUNICÍPIO DE ESPOSENDE ATRIBUI 40 MIL EUROS ÀS CORPORAÇÕES DE BOMBEIROS DO CONCELHO

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Aprovado também montante de 3 000 euros para apoio às Marchas Populares de S. João

O Município de Esposende garante apoio financeiro às corporações de Bombeiros do concelho Esposende, no montante global de 40 000 euros.

De acordo com proposta aprovada em reunião de Câmara, por unanimidade, é atribuída a verba de 20 000 euros a cada uma das corporações, nomeadamente à Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Esposende e à Benemérita Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fão.

O apoio do Município mantém-se, ano após ano, e tem vindo a ser reforçado atendendo ao determinante papel dos soldados da paz ao nível da Proteção Civil, concretamente no que se refere à prevenção, proteção e socorro e reposição da normalidade da vida das pessoas em áreas afetadas por acidentes e catástrofes.

“Os bombeiros são elementos indispensáveis e fundamentais no cumprimento dessa importante missão “, sublinha o Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, notando que, “por força de alterações na legislação a estabilidade das corporações tem sido afetada, de forma muito significativa, nomeadamente no que concerne às suas fontes de financiamento”. Por outro lado, refere, “também a persistente instabilidade associada aos preços de alguns bens essenciais, cria dificuldades às atividades diárias destas associações”. Neste contexto, afirma o Presidente da Câmara Municipal, “é imperioso que estas condicionantes não sejam, de alguma forma, limitativas do excelente desempenho que ambas as corporações de bombeiros têm tido ao longo dos anos, no serviço que prestam às populações deste concelho”.

Benjamim Pereira lembra, ainda, que “o Município tem tido uma postura de total apoio às duas corporações de bombeiros, que não se limita, como é sabido, a este apoio financeiro anual, mas que é muito mais abrangente, e que inclui o pagamento de seguros e comparticipação para aquisição de viaturas e equipamentos, comparticipação para as Equipas de Intervenção Permanente (EIP), entre outros”.

Na mesma reunião de Câmara, o executivo municipal aprovou também a concessão de um apoio financeiro, no montante de 3 000 euros, à Associação Cultural Recreativa Amigos de S. João, de Esposende, para levar a efeito a organização das “Marchas Populares”, integradas nas festividades populares dedicadas a S. João, que decorrerão entre os dias 21 e 24 de junho. Este apoio é sustentado pelo “inegável interesse público da atividade e a relevância que o evento terá na animação e dinamização da cidade de Esposende, do concelho e da própria região tendo, ainda, em consideração que esta manifestação da cultura popular representa um motivo de atratividade turística para Esposende”.

A concessão destes apoios financeiros enquadra-se na estratégia de colaboração do Município para com as instituições do concelho, visando a satisfação das necessidades e anseios da comunidade, bem como o cumprimento das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU.

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“ECOS DO CAMINHO DE SANTIAGO” EM EXPOSIÇÃO NO CENTRO DE INFORMAÇÃO TURÍSTICA DE ESPOSENDE

“Ecos do Caminho de Santiago” é como se intitula a exposição que vai estar patente no Centro de Informação Turística (CIT) de Esposende, de 15 de junho a 25 de julho.

Da autoria de Vitor Machado, a mostra resulta da fusão entre a arte contemporânea e a tradição milenar do Caminho de Santiago. É composta por obras que personificam a essência da jornada rumo à cidade de Santiago de Compostela e celebra a riqueza cultural e espiritual da tradição milenar desta peregrinação.

O ponto central desta exposição são as esculturas que transmitem os diversos momentos e emoções vividas ao longo do Caminho. O material utilizado são, sobretudo, seixos recolhidos na costa de Esposende, combinados com elementos metálicos, muitas vezes provenientes de objetos reutilizados, numa alusão aos objetos encontrados ao longo da trajetória dos peregrinos.

Cada escultura é uma narrativa visual por si só, contando histórias de determinação, fé e descoberta. Os seixos, fruto da erosão, representam a passagem do tempo e a jornada percorrida pelos peregrinos. Os elementos metálicos, com formas distintas e texturas variadas, simbolizam os desafios superados e os laços criados entre os caminhantes.

Ao percorrer a exposição, os visitantes são convidados a mergulhar na atmosfera única do Caminho de Santiago. Cada obra convoca reflexões sobre a própria jornada pessoal. As esculturas, apesar de estáticas, parecem pulsar com a energia dos peregrinos que as inspiraram.

A mostra poderá ser visitada no horário de normal funcionamento do CIT, ou seja, de segunda-feira a sábado, das 9h00 às 17h00.

Esta ação enquadra-se no Plano de Ação para a Sustentabilidade, Crescimento e Competitividade do Turismo em Esposende – 2023_2027 e insere-se no âmbito das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU.

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ESPOSENDE: CICLO DE MÚSICA DE CÂMARA “PORTUGAL E O MUNDO: ENCONTRO DE CULTURAS NA MÚSICA ERUDITA” ENCERRA ESTE DOMINGO EM FORJÃES

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16 de junho, 16h30 – Igreja Paroquial

A encerrar a temporada 2024 do Ciclo de Música de Câmara “Portugal e o Mundo: Encontro de Culturas na Música Erudita”, a Igreja Paroquial de Forjães acolhe, no próximo domingo, dia 16 de junho, às 16h30, o concerto do Quarteto de Cordas da Orquestra da Costa Atlântica (OCA), que interpretará obras de Giacomo Puccini, Anne Vitorino de Almeida e Antonín Dvořák.

Promovido pelo Município de Esposende, em coprodução com a Orquestra da Costa Atlântica e com o apoio das Juntas de Freguesia e Paróquias do concelho, este ciclo teve início em janeiro, com um concerto na Igreja do Bom Jesus de Fão, tendo ainda passado, nos meses seguintes, pelas igrejas paroquiais de Curvos, Gemeses, Fonte Boa e Vilã Chã.

Numa verdadeira ação de descentralização cultural, estes concertos, sempre com entrada livre, têm vindo a decorrer em todo o território concelhio, proporcionando o acesso de toda a comunidade à fruição de obras-primas da música, de acordo com a estratégia cultural do Município e em linha com o preconizado nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU.

Ao longo desta temporada, o programa dos concertos apresentou repertório de compositores de excelência dos séculos XVIII a XXI, cuja interpretação ficou a cargo de diferentes formações de câmara da Orquestra da Costa Atlântica, nomeadamente quarteto de cordas, quinteto de sopros e trio de madeiras. Com o objetivo de potenciar a dimensão educadora destas propostas culturais, cada um dos concertos contou com comentários do maestro Luís Miguel Clemente, que assume a direção artística deste ciclo.

De referir que, para além deste ciclo de música de câmara, a temporada 2024 da Orquestra da Costa Atlântica em Esposende, desenvolvida em parceria com o Município, contempla mais cinco concertos orquestrais (orquestra clássica/sinfónica), três concertos pedagógicos e ainda dois concertos em parceria com o Coro Sénior de Esposende.

Dado o reconhecimento da sua qualidade artística e interesse cultural, a temporada de concertos da OCA conta com o apoio do Ministério da Cultura, através da Direção-Geral das Artes, assim como da Antena 2, ao nível da comunicação.