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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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ESPOSENDE SMART CITY: INAUGURADO PADRÃO DE MAR NA MARGINAL DE ESPOSENDE

Foi hoje inaugurada a escultura Padrão do Mar, da autoria do escultor Volker Schnüttgen, concebida no âmbito do Projeto Esposende SmartCity. Feita em granito da região, a escultura é consequência de uma residência artística que o autor realizou em Esposende.

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Depois de ter sido inaugurada, em setembro, a escultura octo_ _ _ _, da autoria de Pedro Tudela e Miguel Carvalhais, a marginal de Esposende acolhe agora o Padrão do Mar, prevendo-se, ainda, uma terceira obra de arte em espaço público, uma intervenção de Alexandre Farto, cuja assinatura Vhils marca a sua intervenção na arte urbana.

“Este Padrão remete-nos para a nossa História, umbilicalmente presa à descoberta do mar. Na época dos Descobrimentos, Esposende foi um importante porto de pesca e marítimo, atividades que ainda se conservam. Neste monumento estão, ainda, representadas as marcas do Património Megalítico que existe no nosso concelho, aflorando a imagem do Menir, referiu o presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira.

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O trabalho do granito tem longa tradição no concelho de Esposende, razão que leva o autarca a considerar o monumento como “uma homenagem a todos aqueles que têm suportado a transmissão dessa arte”. O autarca destacou, ainda, "a importância da cultura na afirmação do território".

Estabelecendo pontes, realizaram-se workshops dinamizados pelo autor da obra de arte, durante os quais Volker Schnüttgen explicou a arte de trabalhar a pedra a mais de 400 alunos do 9.º ano de escolaridade, dos estabelecimentos de ensino de Esposende.

Para o escultor alemão, há 28 anos radicado em Portugal, o Padrão do Mar "marca o território, em diálogo com a paisagem, abrindo uma nova janela para o mar e para o além".

Realizaram-se duas palestras, dinamizadas por Raul Junqueiro, Head of Smart Cities do dstgroup, proferiu palestras, explicando O que é uma Smart City.

Prosseguem, em 2020, as ações junto da comunidade e o artista local, Jorge Braga, criará uma peça de arte a integrar o circuito de Arte Pública de Esposende e a apresentar no Fórum Municipal de Educação 2020.

Esposende SmartCity alia a inteligência urbana e ambiental à criação artística original, implementada no espaço público. Padrão do Mar é uma janela para o território, uma escultura que integra a paisagem, produzida em granito da região, inspirada no Património Megalítico existente, perseguindo a estrutura do Menir.

O projeto Esposende SmartCity sustenta-se nos pilares Sustentabilidade, Território, Pessoas e Arte, contemplando a implementação de um plano de atividades pedagógicas que têm como ponto de partida a transformação do território, através de soluções multidisciplinares. O dstgroup suporta a implementação do projeto na sua componente tecnológica, de sensorização e arte através da solução Mosaic e da zetgallery.

Para Nuno Catarino, do Instituto de Biosustentabilidade da Universidade do Minho, este projeto pretende "a melhoria contínua da vida das pessoas", razão pela qual tem associada a instalação de diversos mecanismos de controlo ambiental.

"Estamos a lançar alicerces para a cidade do futuro, através de uma rede de medição da qualidade do ar, da água, radiação ultravioleta, ruído ou poluição atmosférica", reforçou Raúl Junqueiro, responsavel pelo processo tecnológico no dstgroup.

Esta postura enquadra-se nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, da Organização das Nações Unidas.

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VIEIRA DO MINHO EXPÕE ESCULTURA

Esculturas de Madeira e Pedra na Casa Museu Adelino Ângelo

António Cardoso, presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho, inaugurou na Casa Museu Adelino Ângelo, a Exposição de Esculturas “ Madeira e Pedra”, de autoria do escultor Joaquim P. Leocádio.

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O momento contou com a presença de vários populares foi animado por Danny Van Assendelft e por grupos de musica  folclórica de várias épocas, medieval e sefardita.

Refira-se que a exposição, integra um total de 27 esculturas que vão  estar patente, no espaço exterior ( eira e jardim) da Casa Museu Adelino Ângelo, de segunda a sábado, no horário de expediente até ao final do ano.

De salientar, ainda que este escultor tem na natureza a sua principal fonte de inspiração.  Joaquim Leocádio trabalha a Pedra e a Madeira com sensibilidade, sabedoria, autenticidade e expressividade. Sendo as suas peças verdadeiras obra obras de arte e engenho.

Visite a exposição.!!!

VIEIRA DO MINHO EXPÕE ESCULTURA

Esculturas de Madeira e Pedra na Casa Museu Adelino Ângelo

A Casa Museu Adelino Ângelo, inaugura, amanhã dia 5 de outubro, a Exposição de Esculturas “ Madeira e Pedra”, de autoria do escultor Joaquim P. Leocádio.

A inauguração que acontece, pelas 15h30 vai contar com a atuação de Danny Van Assendelft. Para além deste momento musical, o evento conta, ainda com a animação de musica folclórica de várias épocas, Medieval e Sefardita.

De salientar ainda, que a Exposição de Esculturas, vai estar patente, no espaço exterior (eira e jardim) da Casa Museu Adelino Ângelo, de segunda a sábado, no horário de expediente até ao final do ano.

Não falte. Venha assistir a este momento cultural.

Esperamos por si.!

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FAMALICÃO EXPÕE ESCULTURA

“Primeiro os pés, depois a cabeça” de Manuel Rosa na Ala da Frente

Exposição de escultura é inaugurada este sábado, dia 28, pelas 18h00, na Galeria de Arte Contemporânea

“O Poeta, exorcismando no seu atelier nos astros:

das páginas do livro jovialmente aberto

primeiro os pés    depois a cabeça    sais tu

não estás nada parecido

mas és sem dúvida o que se pôde arranjar”

O poema “Pena Capital”, de Mário Cesariny, dá o mote para a exposição de escultura “Primeiro os pés, depois a cabeça” que o artista português Manuel Rosa inaugura este sábado, dia 28 de setembro, na Galeria de Arte Contemporânea Ala da Frente, em Vila Nova de Famalicão.

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A mostra, que será inaugurada pelas 18h00 com a presença do escultor, vai estar patente na galeria municipal até ao dia 17 de janeiro, com entrada livre.   

Nesta nova exposição que traz até ao concelho famalicense, Manuel Rosa apresenta “peças que não dizem muito nem pouco sobre arte: dizem-nos tudo — à sua maneira. Dizem-nos que a arte não recupera o corpo (e o tempo) perdido, mas ensina-nos a lidar com a perda. E por fim, e serenamente, a perder a própria ideia de perda”, pode ler-se no texto de apresentação da exposição.

Manuel Rosa nasceu em 1953, em Beja, e em 1987 concluiu o curso de escultura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. No início dos anos 80 foi aluno e colaborador de João Cutileiro. Apresentou o seu trabalho pela primeira vez em 1981, no 1º Simpósio de Escultura em Pedra, Évora, expondo individualmente desde 1984, data da exposição na Galeria Módulo – Centro Difusor de Arte, Lisboa.

Trabalhando com materiais como a pedra (preferencialmente o calcário), o bronze, o vidro e o metal, Manuel Rosa explora as características intrínsecas dos materiais que usa, através de formas abstratas que quase sempre possuem um referente figurativo que atribui à sua obra uma certa dimensão simbólica.

Para além de algumas exposições individuais e coletivas, participou em simpósios de escultura, e concebeu projetos de arte pública, de que é exemplo Homenagem a D. João II, 1998, escultura pública realizada no Parque das Nações, Lisboa, por ocasião da Expo’98. Foi o principal responsável da Editora Assírio & Alvim, continuando ligado a ela como colaborador externo depois da compra desta pelo grupo Porto Editora em 2012.

Refira-se ainda que a exposição tem entrada livre e poderá ser visitada de terça a sexta-feira, das 10h00 às 17h30 e aos fins-de-semana das 14h30 às 17h30.

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MONÇÃO EXPÕE PINTURA E ESCULTURA DO GRUPO DE ARTISTAS ART'URO

A exposição de pintura e escultura do grupo de artistas Art´Uro intitulada "Punto de encuentro", vai estar patente ao público de 4 de setembro a 12 de outubro, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho.

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Segundo os artistas: "A exposição apresenta um diálogo eloquente entre quatro artistas de Vigo que, através de diferentes linguagens e técnicas, são capazes de criar obras altamente expressivas, profundamente comprometidas com o seu mundo interior.As suas emoções, sonhos, memórias e experiências vêm à luz nas suas criações pessoais para transformarem este mostra num ponto de encontro estratégico dos seus eus mais íntimos.

Diana, mostra-nos a paisagem portuária de Vigo dando-lhe um lirismo único que nos fala de emoções e memórias arreigadas na cidade que a viu crescer.

Daniel, inspirado nas formas sugeridas por troncos de árvores, descobre e captura faces de seres que parecem ser retirados de um profundo delírio onírico.

Chema, mergulha-se numa atmosfera de evasão que nos leva a outra época através de cores e formas que nos sugerem a estrutura de vitrais medievais.

Cristina, através de suas gravuras, mostra-nos composições surpreendentes em que recria ritmos fantásticos na forma de tapeçarias misteriosas que nos falam de ilusão e vida.

Com a curadoria de Rosana Araújo Hernández, graduada em Geografia e História pela Universidade de Santiago de Compostela, especializada em história da arte e subespecializada em história da arte moderna e contemporânea".

A entrada é livre!

JORGE BRAGA EXPÕE EM ESPOSENDE

Exposição de Jorge Braga nos Paços do Concelho de Esposende

Está patente ao público, desde hoje, a “EXPOÉTICA, A conquista do mundo em três tempos - Elementos e Mutação”, revelando os trabalhos do artista plástico esposendense Jorge Braga. No edifício camarário está patente a vertente escultórica, enquanto o Centro de Informação Turística acolhe a pintura.

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Na abertura da exposição, o presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira, destacou a importância do apoio concedido pelo Município a todos os artistas locais, ação que se enquadra no projeto cultural que prevê a valorização do património herdado e na criação artística atual.

“Jorge Braga tem-se assumido pelo seu valor, conforme foi recentemente reconhecido com o prémio conquistado na Artcom Internacional, na Figueira da Foz, na categoria de escultura”, destacou Benjamim Pereira, vincando a importância de uma parte da exposição estar patente num local de grande movimento público: os Paços do Concelho.

“Daremos sempre palco aos artistas locais, independentemente da vertente cultural”.

Por seu turno, Jorge Braga vê esta exposição como uma forma de “retribuir os convites que recebe para expor em diversos pontos do país e do estrangeiro. Tenho amigos que me levam até à terra deles, para expor e, com esta iniciativa, pretendo também atrair os meus amigos artistas até Esposende”.

A EXPOÉTICA vai na quinta edição, sendo a primeira vez que se realiza fora da Casa da Juventude, numa iniciativa de descentralização cultural do Município de Esposende que terá continuidade em ações previstas para um futuro próximo.

Os trabalhos estarão expostos até ao final do mês de agosto.

FREDERICO GRANELL EXPÕE EM MONÇÃO PINTURA E ESCULTURA

O artista Frederico Granell apresenta em Monção uma exposição de pintura e escultura "Tempo de travessia", que está patente ao público de 4 de julho a 10 de agosto, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho.

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Segundo o artista Federico Granell: «La exposición trata del viaje, de descubrir lugares, de descubrir gente, sabores, luces, una de mis pasiones es viajar y eso se percibe en la pintura que realizo. Un paseo puede ser muy inspirador, ver como cambia el cielo con el paso de la tarde, un árbol de Monçao a orillas del Miño, la luz dorada proyectada sobre unas nubes al ponerse el sol en una playa del norte, un bosque, la naturaleza me transmite mucho. Nosotros somos pasajeros, ella permanece.

  Otro de mis temas favoritos es el paso del tiempo, en las casas abandonadas que pinto se percibe ese tiempo detenido. Ese cariño que se puso al construir un edificio y cómo, incluso en ruinas, mantiene una cierta belleza y dignidad.  La muestra se compone de momentos fugaces atrapados».

A entrada é livre! 

Horário da Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho:

terça a sexta feira: das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00 

sábado: das 14h00 às 19h00

domingo e segunda feira: encerrada

Mais informações em:

www.casamuseumoncao.uminho.pt

www.facebook.com/pages/Casa-Museu-de-MonçãoUniversidade-do-Minho/809321412454696

VIZELA HOMENAGEIA POVO E MANUEL CAMPELOS

Câmara inaugura monumentos de homenagem ao Povo de Vizela e a Manuel Campelos

A Câmara Municipal iniciou as obras dos monumentos de homenagem ao Povo de Vizela e de homenagem a Manuel Campelos que serão inaugurados no próximo dia 19 de março, no âmbito das comemorações do 21 º aniversário do Município de Vizela.

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Foto: JN

Assim a Câmara Municipal vai inaugurar no dia 19 de março um monumento de homenagem ao Povo de Vizela, que ficará na rotunda de S. Miguel.

Por isso, com este monumento ao Povo de Vizela, a Câmara Municipal pretende homenagear todos aqueles que fizeram de um sonho comum a independência de um Povo e recordar o que os vizelenses fizeram outrora, perpetrando, no tempo e no espaço, o feito, a vitória, a luta e a coragem de quem não quis desistir e deu a Vizela aquilo que é hoje.

Assim, e 21 anos depois da Assembleia da República ter ouvido a nossa apaixonada reivindicação e nos ter dado o Concelho, vai a Câmara Municipal prestar a devida homenagem à causa vizelense de luta pela autonomia administrativa que é, sem dúvida, aquela que mais identifica os vizelenses: lutadores, apaixonados e orgulhosos de pertencer à sua terra.

Ainda no seguimento da intenção do Município de Vizela em perpetuar a memória de Manuel da Costa Campelos para as gerações vindouras, a Câmara Municipal vai prestar-lhe uma homenagem com a atribuição da toponímia ‘Avenida Manuel da Costa Campelos’ à ligação da rua Dr. Braulio Caldas à rotunda da GNR e com a inauguração de um monumento evocativo ao cidadão honorário do Município de Vizela, prestando uma homenagem pública a um Homem que encabeçou uma luta fulcral para o futuro dos Vizelenses e que se entregou a uma causa pública de forma abnegada.

Vizela celebra assim este ano o seu 21.º aniversário, relembrando o conflito popular de vários séculos, em que os vizelenses lutaram pela liberdade da nossa terra e Vizela atingiu o sonho de voltar a ser Concelho, a 19 de março de 1998.

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JÚLIA BARREIRO E RAMÓN CRESPO EXPÕEM ESCULTURA E PINTURA NA CASA MUSEU DE MONÇÃO

Encontra-se patente ao público até ao próximo dia 29 de março, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho, a Exposição de pintura e escultura "Mezclum" e "Momentos", dos artistas Júlia Barreiro e Ramón Crespo.

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Trata-se de uma exposição de pintura em aguarela intitulada "Mezclum" da artista espanhola Júlia Barreiro. No mesmo espaço pode também apreciar as peças do escultor Ramón Crespo subordinadas à temática "Momentos".

Segundo os artistas: 

«Mezclum, como o próprio nome sugere, existem duas fases mistas da minha pintura. Uma mais figurativa, onde capto o prazer de observar coisas, tecidos, bolas de lã, abóboras, com outra mais feminina e expressiva, onde o protagonismo é reservado para as mulheres. São aguarelas que expressam seus sentimentos, com uma técnica característica de toda a minha pintura» (Júlia Barreiro).

«Momentos, é um conjunto de peças de cerâmica, escultura em madeira, técnica Raku, onde a oliveira e o carvalho são os mais importantes. Supõem momentos de criação nos quais modelos espontâneos e tamanhos não estabelecidos surgem livremente. "Momentos" reúne pinceladas de todas as minhas esculturas criativas» (Ramón Crespo).

A entrada é livre!

Muito agradecemos a sua visita e a melhor divulgação da exposição.

Horário da Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho:

terça a sexta feira: das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

sábado: das 14h00 às 18h00

domingo e segunda feira: encerrada

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FAMALICÃO: CARDEAL CEREJEIRA REGRESSA A GAVIÃO

Reposição de padrão de homenagem restitui história à freguesia de Gavião

“Um exercício de respeito pela história” – foi desta forma que o Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, classificou a decisão da Junta de Freguesia de Gavião em repor o padrão de homenagem ao Cardeal Cerejeira que foi erigido na freguesia no ano de 1947, no decorrer da inauguração do Bairro Cardeal Cerejeira, um conjunto de casas sociais conhecidas como Casa dos Pobres inauguradas nesse dia com a presença do próprio Cardeal Patriarca de Lisboa, e que entretanto foi retirado do espaço na década de 70 do século passado.

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“A nossa história é um dos nossos maiores patrimónios e é nossa obrigação criar condições para a preservarmos nos moldes em que aconteceram”, acrescentou o Presidente da Câmara Municipal, falando no dia como a devolução à população de um“marco identitário e histórico que faz parte de Gavião.”

A cerimónia de requalificação do Largo Cardeal Cerejeira, junto ao Bairro de S. Vicente, decorreu ontem, domingo, 10 de fevereiro, com a presença do Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, do Arcebispo Primaz de Braga, D. Jorge Ortiga e do presidente da Junta de Freguesia, António Emídio, entre muitos populares e amigos e familiares do Cardeal Cerejeira.  

Localizado no topo nascente da Rua de S. Vicente, que foi também alvo de requalificação no decurso desta intervenção, a praceta posiciona-se para ser “um ponto de encontro entre as pessoas, para que possam estar, partilhar circunstâncias atuais mas também a reviver a história”, como referiu Paulo Cunha. No conjunto (rua  e largo) a autarquia famalicense investiu cerca de 50 mil euros. “Este é o propósito da câmara municipal: articulando esforços com as juntas de freguesia, respeitar a memória e a identidade da nossa comunidade e valorizar o nosso território”.

O autarca da freguesia, António Emídio, falou na abertura de “uma janela da nossa história que se encontrava fechada de há uns anos para cá” e destacou que “nunca é tarde para corrigir as injustiças da nossa história”.

Recorde-se que D. Manuel Gonçalves Cerejeira nasceu em Vila Nova de Famalicão, na freguesia de Lousado. Foi Cardeal Patriarca de Lisboa durante mais de 40 anos (1929 -1972), tendo sido uma das mais destacadas figuras da Igreja Católica Portuguesa. Participou em três conclaves dos quais saíram eleitos o Cardeal Engenio Pacelli (Pio XII, 1939), o Cardeal Roncalli (João XXIII) e o Cardeal Montini (Paulo VI, 1963), bem como no Concílio Vaticano II (1962–1965). Mais nenhum Cardeal terá participado em tantos Conclaves.

BRAGA ACOLHE EXPOSIÇÃO DE PINTURA E ESCULTURA

Casa dos Crivos acolhe exposição de Maria Casal e Francisco Pazos

No dia 8 de Fevereiro, às 18h00, o Município de Braga inaugura na Casa dos Crivos a exposição de pintura e escultura “Espazo e Tempo Compartidos”, de Maria Casal e Francisco Pazos.

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Esta mostra resulta de uma selecção de obras contemporâneas, pictóricas e escultóricas, de carácter artístico, abstracto e figurativo, de evidente beleza e de uma singular expressividade e sensibilidade, capaz de fundir-nos num silêncio cheio de vida.

Assim, formam este especial universo María Casal e Francisco Pazo, dois artistas ligados pela essência de contrastes da matéria, experimentando sensações, num conceito de emoção, força e pura criatividade, envoltas num sentimento de harmonia, que desvendando um mundo mágico, são capazes de fazer-nos antever o seu espaço, num espelho doutros tempos e noutra dimensão.

A exposição estará patente ao público até ao dia 03 de Março. A entrada é livre

ARCOS DE VALDEVEZ JAMAIS ESQUECERÁ OS SEUS FILHOS QUE LUTARAM NA GRANDE GUERRA

Arcos de Valdevez assinalou centenário do Armistício da I Guerra Mundial

No passado dia 11 de novembro a Câmara Municipal de Arcos de Valdevez levou a efeito um conjunto de atividades para assinalar o centenário do Armistício da I Guerra Mundial e relembrar, em particular, os arcuenses que participaram neste conflito.

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Na primeira Guerra Mundial participaram cerca de 300 arcuenses, de quase todas as freguesias do concelho, dos quais pereceram 50. Muitos estiveram em França, mas muitos foram para África, nomeadamente para a Frente de Moçambique.

Logo pela manhã decorreu a Missa em memória dos Soldados Arcuenses tombados na 1ª Guerra Mundial, na Igreja de São Paio.

Depois, foi inaugurado o Memorial aos Soldados Arcuenses tombados na 1ª Guerra Mundial, Junto à Rotunda entre a N202 e a Avenida António Caldas (São Paio).

Esta obra, da autoria do escultor Bruno Marques, é, para o Presidente da Câmara Municipal, João Esteves, “uma homenagem a estes lutadores pela liberdade dos povos e através da qual se assinala mais um momento de participação dos Nossos na História de Portugal e na História Mundial”.

“Esta é a justa e merecida homenagem a estes arcuenses construtores da Paz, construtores de uma Europa e de um Mundo mais justo, mais solidário, mais livre, com mais desenvolvimento, construtores de um mundo onde se pretende que haja harmonia entre os povos e as nações”, referiu o autarca, justificando que a escolha do local também possui simbolismo, já que recaiu em S. Paio para estar junto ao local onde se encontra a presença militar no concelho, o Quartel da Guarda Nacional Republicana.

De referir também, que com a colocação do monumento neste local, a Câmara Municipal pretendeu contribuir para criar um maior dinamismo nesta zona da Vila. O espaço público foi requalificado; foi criado mais um espaço de memória arcuense, bem como criado mais um ponto de interesse para os arcuenses e para todos os que visitam o concelho.

Após este momento foi feita a apresentação do livro “Os Arcuenses na 1ª Grande Guerra”, da autoria dos arcuenses Jorge Pires e Manuel Rodas, e, ainda no âmbito desta iniciativa foi possível visionar gratuitamente na Casa das Artes arcuense o filme “O Soldado milhões”, que conta a história de um português nesta guerra, e que também tem passagens rodadas em Arcos de Valdevez.

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Breve descrição do escultor Bruno Marques sobre o elemento escultórico inaugurado

A peça escultórica criada evoca de uma forma genérica o perfil da trincheira.

A obra pretende ser uma metáfora que evoca o conflito, a interrupção conseguida pelo Armistício e a conquista de um novo período assente num acordo de Paz. A Trincheira é símbolo de Guerra, aqui representada por um conjunto de planos evocando a sua configuração, desenhada de forma minimal evoca o vazio, sugerindo o abandono das mesmas por parte dos exércitos.

Dois outros elementos, os capacetes e a pomba são utilizados de forma narrativa de modo a possibilitar uma leitura mais imediata do objeto. Os capacetes deixados (como que abandonados) no fundo da trincheira e no terreno que a sustenta evoca os soldados tombados, mas também o fim do conflito.

Por sua vez a Pomba, que outrora servira também alguns exércitos, é contemporaneamente usada por muitas culturas como o símbolo da Paz,  e, para os cristãos como símbolo do Espírito Santo, surge neste contexto como o elemento que deseja celebrar a Paz entre os povos,  assumidamente colocada em cima  do plano em que se inscrevem os nomes dos soldados tombados como que uma referência ao povo de Deus.

A Grande Guerra ocorreu num período de forte desenvolvimento e utilização de materiais como o aço. Este material foi fortemente usado na construção do armamento.

Evocando uma ligação com esse período utiliza-se o aço para a execução da Trincheira, explorando a sua, dureza e austeridade. Relativamente aos capacetes,  e à pomba, optou-se pelo bronze, a sua referência ao nível da História de Arte, a tradição ao nível dos materiais abordados por outros autores em diversas obras espalhadas pelo município e as suas características ao nível cromático  foram os argumentos que validaram a opção.

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"O ANJO DE PORTUGAL" DA ESCULTORA CARVALHEIRA DA SILVA REGRESSA A VILA NOVA DE CERVEIRA

‘O Anjo de Portugal’ enriquece exposição de homenagem a Carvalheira da Silva

Depois de ter integrado as comemorações do Centenário das Aparições de Fátima, o molde da obra ‘O Anjo de Portugal’ de Carvalheira da Silva, regressou a ‘casa’ e encontra-se exposto, a partir de hoje, no Arquivo Municipal de Vila Nova de Cerveira. Peça emblemática acrescenta valor à exposição de homenagem que a Câmara Municipal inaugurou a 1 de outubro, intitulada ‘Contemplação de Arte Sacra’ - Vida e Obra de Carvalheira da Silva, e que pode ser visitada até março de 2019.

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Maria Amélia Carvalheira da Silva é considerada um dos expoentes máximos da arte sacra portuguesa, com raízes na freguesia de Gondarém. Vila Nova de Cerveira faz parte da sua história, pessoal e profissional, integrando o roteiro de obras espalhadas em locais tão icónicos como o Santuário de Fátima e o Vaticano, pelo que a Câmara Municipal concretizou uma vontade antiga de lhe dedicar uma exposição.

“Além de honrar a sua memória, a vida e obra da escultora cerveirense Carvalheira da Silva é demasiado valiosa para cair no esquecimento. Não podemos nem devemos privar os nossos filhos e netos de conhecer a pessoa e de contactar com o seu percurso artístico de sucesso”, realçou o autarca cerveirense Fernando Nogueira, no ato inaugural da exposição, no Dia do Município.

Patente no Arquivo Municipal até março de 2019, a mostra ‘Contemplação de Arte Sacra’ - Vida e Obra de Carvalheira da Silva - apresenta ao público cerca de 20 peças da escultora, um vasto registo informativo e fotográfico da sua carreira, bem como a condecoração "Pro Eclesia et Pontífice" atribuída pela Santa Sé e o Grau de Comendadora da Ordem de Mérito pelo então Presidente da República, Dr. Mário Soares.

Escultora de arte sacra, é em Fátima que tem a parte mais significativa da sua obra, nomeadamente ‘O Anjo de Portugal’, a escultura de Nossa Senhora e todas as Estações da Via-Sacra existentes nos Valinhos, assim como demais esculturas de cariz religioso espalhadas de Norte a Sul de Portugal, bem como em vários países.

Pelas raízes pessoais e profissionais a Vila Nova de Cerveira, Carvalheira da Silva doou à Câmara Municipal o molde da obra em gesso modelado e madeira, ‘O Anjo de Portugal’, cujo original se encontra no monumento construído em 1958, na Loca do Cabeço, a dar a comunhão aos três Pastorinhos de joelhos.

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Quem foi Carvalheira da Silva?

Maria Amélia Carvalheira da Silva nasceu em Gondarém, Vila Nova de Cerveira, 4 de Setembro de 1904, e faleceu em Lisboa a 31 de Dezembro de 1998. Foi uma escultora portuguesa.

Foi discípula de Salvador Barata Feyo. Em 1949, venceu o Prémio de Artes Plásticas Mestre Manuel Pereira, com a obra S. João de Deus, em barro policromado, que está exposta na capela do Palácio da Cruz Vermelha. Marcou presença em várias exposições, a título individual, em Portugal e no estrangeiro.[1]

É autora da escultura O Anjo de Portugal, e ainda da escultura de Nossa Senhora e de todas as Estações da Via-Sacra existentes nos Valinhos, em Fátima, assim como demais esculturas de cariz religioso espalhadas de Norte a Sul de Portugal.

Em 1992, recebeu, das mãos do então Cardeal Patriarca de Lisboa, D. António Ribeiro, a condecoração da Santa Sé Pro Eclesia et Pontificia. Em 28 de maio de 1992, foi feita Comendadora da Ordem do Mérito pelo Presidente Mário Soares.

A Câmara Municipal de Lisboa atribuiu o seu nome a um jardim na freguesia das Avenidas Novas.

Fonte: Wikipédia

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CABECEIRAS DE BASTO RESTAURA "O BASTO"

Câmara Municipal aprova restauro do ‘Basto’. Estátua ‘O Basto’ em restauro

O Executivo Municipal de Cabeceiras de Basto aprovou, por unanimidade, na sua reunião do passado dia 28 de setembro, aceitar a doação das Oficinas de Santa Bárbara que se propuseram executar uma intervenção de conservação e restauro na estátua ‘O Basto’, obra esta que oferecem ao Município e aos Cabeceirenses.

Câmara Municipal aprova restauro do ‘Basto’

De salientar que as Oficinas de Santa Bárbara são uma empresa especializada em trabalhos de restauro, conservação e beneficiação de património, sendo esta empresa responsável por inúmeras intervenções em Cabeceiras de Basto, designadamente no Mosteiro de S. Miguel de Refojos.

A obra que vem valorizar o monumento ‘O Basto’ arrancou esta semana e o valor da intervenção está estimado em 2.750 euros.

Câmara aprova protocolo com IBERDROLA – valorização da fauna e flora

Por unanimidade, o Executivo Cabeceirense aprovou um protocolo a celebrar com a IBERDROLA que visa o desenvolvimento de atividades relativas à fauna e flora nomeadamente plantações, melhorias florestais, manutenção das plantações, recolha de sementes, entre outros, ações previstas no âmbito das medidas compensatórias do projeto do Sistema Eletroprodutor do Tâmega.

O protocolo, que tem um período de vigência de 6 anos, estabelece as condições de financiamento asseguradas pela IBERDROLA pela execução, por parte do Município, das atividades relativas à fauna e flora acima mencionadas.

Esta parceria entre a Câmara Municipal e a IBERDROLA apresenta inúmeras vantagens do ponto de vista ambiental e socioeconómico, atendendo ao facto de que estão em causa a recuperação de vastos espaços florestais concelhios, o fomento da economia e do emprego local.

Aprovado calendário das Piscinas Cobertas

A Câmara Municipal aprovou, nesta reunião, o calendário e os horários de funcionamento das Piscinas Municipais Cobertas de Refojos e do Arco de Baúlhe para a época 2018/2019. As piscinas abriram ao público no passado dia 1 de outubro e têm encerramento previsto para o dia 29 de junho de 2019. Os horários a praticar nas Piscinas Cobertas de Refojos e do Arco de Baúlhe são os seguintes: às segundas-feiras das 15h30 às 20h30; de terça a sexta-feira das 9h30 às 12h30 e das 15h30 às 20h30; e aos sábados das 9h00 às 12h30 e das 15h30 às 18h00.

Atribuídos mais três apoios à natalidade

Durante a última reunião foram ainda aprovados mais três apoios de incentivo à natalidade no montante global de 1.500 euros. Com este incentivo, a Câmara Municipal pretende promover estímulos específicos que conduzam, por um lado, ao aumento da natalidade e, por outro, à melhoria das condições de vida das famílias residentes no Município.

Outras deliberações

De entre outros assuntos, foi ratificado o processo de candidatura ao Programa BEM – Beneficiação de Equipamentos Municipais para a ampliação da Casa da Cultura, tendo em vista a instalação do Arquivo Municipal; foi aprovado o pedido de apoio da Liga dos Amigos da Urologia do Hospital de Santo António e do Serviço de Urologia do Hospital de Braga para a realização das ‘I Jornadas de Saúde em Urologia nas Terras de Basto’, evento que se realiza no próximo dia 6 de outubro, na Casa do Tempo em Cabeceiras de Basto, e no qual se aguarda a presença de 70 participantes; foi renovado o protocolo de cedência da escola de Pedraça à Paróquia de Santa Marinha de Pedraça para a realização da catequese; e também aprovada a adjudicação definitiva do lote nº 15 da Zona Industrial da Ranha, freguesia de Abadim.

Foi, ainda, aprovado um pedido de isenção de taxas a um munícipe relativa à construção de um anexo agrícola, bem como declarada a caducidade de um processo de obras.

A Câmara Municipal deliberou também notificar um munícipe para proceder à realização das obras de reconstrução de um muro de suporte que ameaça ruir a qualquer instante pondo em perigo a segurança de pessoas e bens.

Por fim, o Executivo deliberou aprovar a celebração de um contrato para a cedência de água à Câmara Municipal por parte de um promotor imobiliário no âmbito das contrapartidas por operação urbanística.

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IRENE PULGA: A MULHER QUE SERVIU DE MODELO PARA O BUSTO DA REPÚBLICA PORTUGUESA

* Crónica de Paulo Freitas do Amaral

Ilda Pulga é o nome que consta da mulher que serviu de modelo ao primeiro busto da República Portuguesa. Ainda com descendentes vivos, a família faz questão de afirmar que deveria ter sido uma mulher lindíssima e simultaneamente “atrevida” para servir de modelo naquele tempo.

 

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Ilda pulga faleceu em 1993 com 101 anos. O seu sobrinho bisneto Joaquim Pulga só desconfiou ser familiar de Ilda após à sua morte por ter lido uma notícia no jornal. Joaquim afirma que uma pessoa como Ilda que serviu de modelo aos 18 anos deve ter evoluído culturalmente de uma forma muito peculiar e intensa.

Ilda era natural de Arraiolos e não foi fácil encontrar o fio à meada das suas ligações familiares embora só haja uma família “Pulga” em Portugal. Foi através de moradores de Arraiolos que Joaquim veio a saber que Ilda era irmã do seu bisavô.

O sobrinho bisneto investigou sobre a sua familiar e ficou a saber que Ilda foi muito jovem para Lisboa, com os seus 13 anos e que as dificuldades económicas que se faziam sentir na altura no Alentejo terão  motivado a sua mudança para a capital levando o resto da sua vida como costureira.

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O busto da república portuguesa continua inalterado.Os bustos da República variam de país para país e até encontramos casos onde houve mudanças de modelos que serviram de bustos ao simbolismo republicano.

Como Republicano que sempre fui, não posso deixar de ter uma visão interessada sobre este assunto. O modelo mais icónico da República, tem a sua origem em França e foi sem dúvida “Mariana” ou “Marianne” representada, iconograficamente, por uma mulher, ostentando um barrete frígio, tendo como inspiração a imagem da Liberdade na obra A Liberdade guiando o Povo, pintada em 1830 por Eugène Delacroix.

No entanto a Associação dos Autarcas Franceses decidiu mudar periodicamente o busto de "Mariana", adoptando como modelos artistas de cinema e da música francesas contemporâneas, sendo a manequim e actriz Laetitia Casta o modelo actual da escultura.

A estátua da Liberdade nos EUA é também inspirada em Marianne e foi oferecida pelos franceses aos americanos.

No caso português atribui-se a autoria do busto a João da Silva que usava como peseudónimo João da Nova talvez porque também escrevia para a revista Seara Nova…

A comissão republicana que instituiu o busto em 1911 inspirado em Ilda teve muito bom gosto e a sua imagem fará companhia aos portugueses por muito mais tempo.

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Ilda Pulga, de pé, ao centro, na oficina de costura onde trabalhava

 

SOAJO INAUGURA ESCULTURA COMEMORATIVA DOS 500 ANOS DO FORAL MANUELINO

Soajo inaugura escultura comemorativa dos 500 anos do Foral

Decorreu no passado dia 15 de agosto, a inauguração da escultura comemorativa dos 500 anos do Foral de Soajo, outorgado em 1514 pelo rei D. Manuel I.

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A escultura da autoria do artista plástico e professor do ensino secundário local Fernando Cerqueira, representa nas suas diversas perspetivas plásticas e artísticas, o ato histórico de grande relevância para o então concelho de Soajo, interpretando nos seus elementos a força da mão régia e da sua doação, a liberdade do ato, interpretada pela própria serrania e pelo elemento alado representado no gavião, a própria carta de Foral, marcada por uma forte inscrição latina afirmadora do poder do rei e da sua divinização, e uma concha marítima, um local de “nascimento” de todo o ato da outorga, igualmente sinonimo do mar e da importância das Descobertas na realidade do Portugal de quinhentos.

A escolha da obra foi decidida pelo júri do concurso de ideias levado a cabo pelo Município de Arcos de Valdevez e pela Junta de Freguesia de Soajo, estando integrado no programa especifico de comemorações dos 500 anos do Foral.

Antecedendo esta iniciativa, foi igualmente realizada a inauguração de três painéis informativos, colocados nos principais acessos viários da localidade, contendo elementos identificadores de Soajo, baseados nas ilustrações do conceituado artista de banda desenhada José Ruy, marcando estes um ponto informativo de entrada para os visitantes.

Para a Câmara Municipal e Junta de Freguesia de Soajo, esta obra de arte vem reforçar identidade do território e o orgulho na terra, qualifica o espaço em termos culturais e de informação turística, tornando Soajo mais atrativo para os visitantes.

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CASA DO MINHO DO RIO DE JANEIRO INAUGURA ESTÁTUA A D. AFONSO HENRIQUES

A Casa do Minho do Rio de Janeiro vai no próximo dia 10 de Junho – Dia de Portugal – proceder à inauguração da estátua de D. Afonso Henriques, junto às suas instalações naquela cidade.

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A cerimónia está marcada para as 9h30 e contará com a presença do escultor António Mendanha e, naturalmente, do Presidente daquela Instituição regionalista, sr. Agostinho dos Santos.

Refira-se que era minhoto D. Afonso Henriques, primeiro Rei de Portugal.

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