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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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JORGE BRAGA EXPÕE EM ESPOSENDE

Exposição de Jorge Braga nos Paços do Concelho de Esposende

Está patente ao público, desde hoje, a “EXPOÉTICA, A conquista do mundo em três tempos - Elementos e Mutação”, revelando os trabalhos do artista plástico esposendense Jorge Braga. No edifício camarário está patente a vertente escultórica, enquanto o Centro de Informação Turística acolhe a pintura.

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Na abertura da exposição, o presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira, destacou a importância do apoio concedido pelo Município a todos os artistas locais, ação que se enquadra no projeto cultural que prevê a valorização do património herdado e na criação artística atual.

“Jorge Braga tem-se assumido pelo seu valor, conforme foi recentemente reconhecido com o prémio conquistado na Artcom Internacional, na Figueira da Foz, na categoria de escultura”, destacou Benjamim Pereira, vincando a importância de uma parte da exposição estar patente num local de grande movimento público: os Paços do Concelho.

“Daremos sempre palco aos artistas locais, independentemente da vertente cultural”.

Por seu turno, Jorge Braga vê esta exposição como uma forma de “retribuir os convites que recebe para expor em diversos pontos do país e do estrangeiro. Tenho amigos que me levam até à terra deles, para expor e, com esta iniciativa, pretendo também atrair os meus amigos artistas até Esposende”.

A EXPOÉTICA vai na quinta edição, sendo a primeira vez que se realiza fora da Casa da Juventude, numa iniciativa de descentralização cultural do Município de Esposende que terá continuidade em ações previstas para um futuro próximo.

Os trabalhos estarão expostos até ao final do mês de agosto.

FREDERICO GRANELL EXPÕE EM MONÇÃO PINTURA E ESCULTURA

O artista Frederico Granell apresenta em Monção uma exposição de pintura e escultura "Tempo de travessia", que está patente ao público de 4 de julho a 10 de agosto, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho.

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Segundo o artista Federico Granell: «La exposición trata del viaje, de descubrir lugares, de descubrir gente, sabores, luces, una de mis pasiones es viajar y eso se percibe en la pintura que realizo. Un paseo puede ser muy inspirador, ver como cambia el cielo con el paso de la tarde, un árbol de Monçao a orillas del Miño, la luz dorada proyectada sobre unas nubes al ponerse el sol en una playa del norte, un bosque, la naturaleza me transmite mucho. Nosotros somos pasajeros, ella permanece.

  Otro de mis temas favoritos es el paso del tiempo, en las casas abandonadas que pinto se percibe ese tiempo detenido. Ese cariño que se puso al construir un edificio y cómo, incluso en ruinas, mantiene una cierta belleza y dignidad.  La muestra se compone de momentos fugaces atrapados».

A entrada é livre! 

Horário da Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho:

terça a sexta feira: das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00 

sábado: das 14h00 às 19h00

domingo e segunda feira: encerrada

Mais informações em:

www.casamuseumoncao.uminho.pt

www.facebook.com/pages/Casa-Museu-de-MonçãoUniversidade-do-Minho/809321412454696

VIZELA HOMENAGEIA POVO E MANUEL CAMPELOS

Câmara inaugura monumentos de homenagem ao Povo de Vizela e a Manuel Campelos

A Câmara Municipal iniciou as obras dos monumentos de homenagem ao Povo de Vizela e de homenagem a Manuel Campelos que serão inaugurados no próximo dia 19 de março, no âmbito das comemorações do 21 º aniversário do Município de Vizela.

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Foto: JN

Assim a Câmara Municipal vai inaugurar no dia 19 de março um monumento de homenagem ao Povo de Vizela, que ficará na rotunda de S. Miguel.

Por isso, com este monumento ao Povo de Vizela, a Câmara Municipal pretende homenagear todos aqueles que fizeram de um sonho comum a independência de um Povo e recordar o que os vizelenses fizeram outrora, perpetrando, no tempo e no espaço, o feito, a vitória, a luta e a coragem de quem não quis desistir e deu a Vizela aquilo que é hoje.

Assim, e 21 anos depois da Assembleia da República ter ouvido a nossa apaixonada reivindicação e nos ter dado o Concelho, vai a Câmara Municipal prestar a devida homenagem à causa vizelense de luta pela autonomia administrativa que é, sem dúvida, aquela que mais identifica os vizelenses: lutadores, apaixonados e orgulhosos de pertencer à sua terra.

Ainda no seguimento da intenção do Município de Vizela em perpetuar a memória de Manuel da Costa Campelos para as gerações vindouras, a Câmara Municipal vai prestar-lhe uma homenagem com a atribuição da toponímia ‘Avenida Manuel da Costa Campelos’ à ligação da rua Dr. Braulio Caldas à rotunda da GNR e com a inauguração de um monumento evocativo ao cidadão honorário do Município de Vizela, prestando uma homenagem pública a um Homem que encabeçou uma luta fulcral para o futuro dos Vizelenses e que se entregou a uma causa pública de forma abnegada.

Vizela celebra assim este ano o seu 21.º aniversário, relembrando o conflito popular de vários séculos, em que os vizelenses lutaram pela liberdade da nossa terra e Vizela atingiu o sonho de voltar a ser Concelho, a 19 de março de 1998.

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JÚLIA BARREIRO E RAMÓN CRESPO EXPÕEM ESCULTURA E PINTURA NA CASA MUSEU DE MONÇÃO

Encontra-se patente ao público até ao próximo dia 29 de março, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho, a Exposição de pintura e escultura "Mezclum" e "Momentos", dos artistas Júlia Barreiro e Ramón Crespo.

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Trata-se de uma exposição de pintura em aguarela intitulada "Mezclum" da artista espanhola Júlia Barreiro. No mesmo espaço pode também apreciar as peças do escultor Ramón Crespo subordinadas à temática "Momentos".

Segundo os artistas: 

«Mezclum, como o próprio nome sugere, existem duas fases mistas da minha pintura. Uma mais figurativa, onde capto o prazer de observar coisas, tecidos, bolas de lã, abóboras, com outra mais feminina e expressiva, onde o protagonismo é reservado para as mulheres. São aguarelas que expressam seus sentimentos, com uma técnica característica de toda a minha pintura» (Júlia Barreiro).

«Momentos, é um conjunto de peças de cerâmica, escultura em madeira, técnica Raku, onde a oliveira e o carvalho são os mais importantes. Supõem momentos de criação nos quais modelos espontâneos e tamanhos não estabelecidos surgem livremente. "Momentos" reúne pinceladas de todas as minhas esculturas criativas» (Ramón Crespo).

A entrada é livre!

Muito agradecemos a sua visita e a melhor divulgação da exposição.

Horário da Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho:

terça a sexta feira: das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

sábado: das 14h00 às 18h00

domingo e segunda feira: encerrada

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FAMALICÃO: CARDEAL CEREJEIRA REGRESSA A GAVIÃO

Reposição de padrão de homenagem restitui história à freguesia de Gavião

“Um exercício de respeito pela história” – foi desta forma que o Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, classificou a decisão da Junta de Freguesia de Gavião em repor o padrão de homenagem ao Cardeal Cerejeira que foi erigido na freguesia no ano de 1947, no decorrer da inauguração do Bairro Cardeal Cerejeira, um conjunto de casas sociais conhecidas como Casa dos Pobres inauguradas nesse dia com a presença do próprio Cardeal Patriarca de Lisboa, e que entretanto foi retirado do espaço na década de 70 do século passado.

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“A nossa história é um dos nossos maiores patrimónios e é nossa obrigação criar condições para a preservarmos nos moldes em que aconteceram”, acrescentou o Presidente da Câmara Municipal, falando no dia como a devolução à população de um“marco identitário e histórico que faz parte de Gavião.”

A cerimónia de requalificação do Largo Cardeal Cerejeira, junto ao Bairro de S. Vicente, decorreu ontem, domingo, 10 de fevereiro, com a presença do Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, do Arcebispo Primaz de Braga, D. Jorge Ortiga e do presidente da Junta de Freguesia, António Emídio, entre muitos populares e amigos e familiares do Cardeal Cerejeira.  

Localizado no topo nascente da Rua de S. Vicente, que foi também alvo de requalificação no decurso desta intervenção, a praceta posiciona-se para ser “um ponto de encontro entre as pessoas, para que possam estar, partilhar circunstâncias atuais mas também a reviver a história”, como referiu Paulo Cunha. No conjunto (rua  e largo) a autarquia famalicense investiu cerca de 50 mil euros. “Este é o propósito da câmara municipal: articulando esforços com as juntas de freguesia, respeitar a memória e a identidade da nossa comunidade e valorizar o nosso território”.

O autarca da freguesia, António Emídio, falou na abertura de “uma janela da nossa história que se encontrava fechada de há uns anos para cá” e destacou que “nunca é tarde para corrigir as injustiças da nossa história”.

Recorde-se que D. Manuel Gonçalves Cerejeira nasceu em Vila Nova de Famalicão, na freguesia de Lousado. Foi Cardeal Patriarca de Lisboa durante mais de 40 anos (1929 -1972), tendo sido uma das mais destacadas figuras da Igreja Católica Portuguesa. Participou em três conclaves dos quais saíram eleitos o Cardeal Engenio Pacelli (Pio XII, 1939), o Cardeal Roncalli (João XXIII) e o Cardeal Montini (Paulo VI, 1963), bem como no Concílio Vaticano II (1962–1965). Mais nenhum Cardeal terá participado em tantos Conclaves.

BRAGA ACOLHE EXPOSIÇÃO DE PINTURA E ESCULTURA

Casa dos Crivos acolhe exposição de Maria Casal e Francisco Pazos

No dia 8 de Fevereiro, às 18h00, o Município de Braga inaugura na Casa dos Crivos a exposição de pintura e escultura “Espazo e Tempo Compartidos”, de Maria Casal e Francisco Pazos.

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Esta mostra resulta de uma selecção de obras contemporâneas, pictóricas e escultóricas, de carácter artístico, abstracto e figurativo, de evidente beleza e de uma singular expressividade e sensibilidade, capaz de fundir-nos num silêncio cheio de vida.

Assim, formam este especial universo María Casal e Francisco Pazo, dois artistas ligados pela essência de contrastes da matéria, experimentando sensações, num conceito de emoção, força e pura criatividade, envoltas num sentimento de harmonia, que desvendando um mundo mágico, são capazes de fazer-nos antever o seu espaço, num espelho doutros tempos e noutra dimensão.

A exposição estará patente ao público até ao dia 03 de Março. A entrada é livre

ARCOS DE VALDEVEZ JAMAIS ESQUECERÁ OS SEUS FILHOS QUE LUTARAM NA GRANDE GUERRA

Arcos de Valdevez assinalou centenário do Armistício da I Guerra Mundial

No passado dia 11 de novembro a Câmara Municipal de Arcos de Valdevez levou a efeito um conjunto de atividades para assinalar o centenário do Armistício da I Guerra Mundial e relembrar, em particular, os arcuenses que participaram neste conflito.

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Na primeira Guerra Mundial participaram cerca de 300 arcuenses, de quase todas as freguesias do concelho, dos quais pereceram 50. Muitos estiveram em França, mas muitos foram para África, nomeadamente para a Frente de Moçambique.

Logo pela manhã decorreu a Missa em memória dos Soldados Arcuenses tombados na 1ª Guerra Mundial, na Igreja de São Paio.

Depois, foi inaugurado o Memorial aos Soldados Arcuenses tombados na 1ª Guerra Mundial, Junto à Rotunda entre a N202 e a Avenida António Caldas (São Paio).

Esta obra, da autoria do escultor Bruno Marques, é, para o Presidente da Câmara Municipal, João Esteves, “uma homenagem a estes lutadores pela liberdade dos povos e através da qual se assinala mais um momento de participação dos Nossos na História de Portugal e na História Mundial”.

“Esta é a justa e merecida homenagem a estes arcuenses construtores da Paz, construtores de uma Europa e de um Mundo mais justo, mais solidário, mais livre, com mais desenvolvimento, construtores de um mundo onde se pretende que haja harmonia entre os povos e as nações”, referiu o autarca, justificando que a escolha do local também possui simbolismo, já que recaiu em S. Paio para estar junto ao local onde se encontra a presença militar no concelho, o Quartel da Guarda Nacional Republicana.

De referir também, que com a colocação do monumento neste local, a Câmara Municipal pretendeu contribuir para criar um maior dinamismo nesta zona da Vila. O espaço público foi requalificado; foi criado mais um espaço de memória arcuense, bem como criado mais um ponto de interesse para os arcuenses e para todos os que visitam o concelho.

Após este momento foi feita a apresentação do livro “Os Arcuenses na 1ª Grande Guerra”, da autoria dos arcuenses Jorge Pires e Manuel Rodas, e, ainda no âmbito desta iniciativa foi possível visionar gratuitamente na Casa das Artes arcuense o filme “O Soldado milhões”, que conta a história de um português nesta guerra, e que também tem passagens rodadas em Arcos de Valdevez.

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Breve descrição do escultor Bruno Marques sobre o elemento escultórico inaugurado

A peça escultórica criada evoca de uma forma genérica o perfil da trincheira.

A obra pretende ser uma metáfora que evoca o conflito, a interrupção conseguida pelo Armistício e a conquista de um novo período assente num acordo de Paz. A Trincheira é símbolo de Guerra, aqui representada por um conjunto de planos evocando a sua configuração, desenhada de forma minimal evoca o vazio, sugerindo o abandono das mesmas por parte dos exércitos.

Dois outros elementos, os capacetes e a pomba são utilizados de forma narrativa de modo a possibilitar uma leitura mais imediata do objeto. Os capacetes deixados (como que abandonados) no fundo da trincheira e no terreno que a sustenta evoca os soldados tombados, mas também o fim do conflito.

Por sua vez a Pomba, que outrora servira também alguns exércitos, é contemporaneamente usada por muitas culturas como o símbolo da Paz,  e, para os cristãos como símbolo do Espírito Santo, surge neste contexto como o elemento que deseja celebrar a Paz entre os povos,  assumidamente colocada em cima  do plano em que se inscrevem os nomes dos soldados tombados como que uma referência ao povo de Deus.

A Grande Guerra ocorreu num período de forte desenvolvimento e utilização de materiais como o aço. Este material foi fortemente usado na construção do armamento.

Evocando uma ligação com esse período utiliza-se o aço para a execução da Trincheira, explorando a sua, dureza e austeridade. Relativamente aos capacetes,  e à pomba, optou-se pelo bronze, a sua referência ao nível da História de Arte, a tradição ao nível dos materiais abordados por outros autores em diversas obras espalhadas pelo município e as suas características ao nível cromático  foram os argumentos que validaram a opção.

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"O ANJO DE PORTUGAL" DA ESCULTORA CARVALHEIRA DA SILVA REGRESSA A VILA NOVA DE CERVEIRA

‘O Anjo de Portugal’ enriquece exposição de homenagem a Carvalheira da Silva

Depois de ter integrado as comemorações do Centenário das Aparições de Fátima, o molde da obra ‘O Anjo de Portugal’ de Carvalheira da Silva, regressou a ‘casa’ e encontra-se exposto, a partir de hoje, no Arquivo Municipal de Vila Nova de Cerveira. Peça emblemática acrescenta valor à exposição de homenagem que a Câmara Municipal inaugurou a 1 de outubro, intitulada ‘Contemplação de Arte Sacra’ - Vida e Obra de Carvalheira da Silva, e que pode ser visitada até março de 2019.

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Maria Amélia Carvalheira da Silva é considerada um dos expoentes máximos da arte sacra portuguesa, com raízes na freguesia de Gondarém. Vila Nova de Cerveira faz parte da sua história, pessoal e profissional, integrando o roteiro de obras espalhadas em locais tão icónicos como o Santuário de Fátima e o Vaticano, pelo que a Câmara Municipal concretizou uma vontade antiga de lhe dedicar uma exposição.

“Além de honrar a sua memória, a vida e obra da escultora cerveirense Carvalheira da Silva é demasiado valiosa para cair no esquecimento. Não podemos nem devemos privar os nossos filhos e netos de conhecer a pessoa e de contactar com o seu percurso artístico de sucesso”, realçou o autarca cerveirense Fernando Nogueira, no ato inaugural da exposição, no Dia do Município.

Patente no Arquivo Municipal até março de 2019, a mostra ‘Contemplação de Arte Sacra’ - Vida e Obra de Carvalheira da Silva - apresenta ao público cerca de 20 peças da escultora, um vasto registo informativo e fotográfico da sua carreira, bem como a condecoração "Pro Eclesia et Pontífice" atribuída pela Santa Sé e o Grau de Comendadora da Ordem de Mérito pelo então Presidente da República, Dr. Mário Soares.

Escultora de arte sacra, é em Fátima que tem a parte mais significativa da sua obra, nomeadamente ‘O Anjo de Portugal’, a escultura de Nossa Senhora e todas as Estações da Via-Sacra existentes nos Valinhos, assim como demais esculturas de cariz religioso espalhadas de Norte a Sul de Portugal, bem como em vários países.

Pelas raízes pessoais e profissionais a Vila Nova de Cerveira, Carvalheira da Silva doou à Câmara Municipal o molde da obra em gesso modelado e madeira, ‘O Anjo de Portugal’, cujo original se encontra no monumento construído em 1958, na Loca do Cabeço, a dar a comunhão aos três Pastorinhos de joelhos.

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Quem foi Carvalheira da Silva?

Maria Amélia Carvalheira da Silva nasceu em Gondarém, Vila Nova de Cerveira, 4 de Setembro de 1904, e faleceu em Lisboa a 31 de Dezembro de 1998. Foi uma escultora portuguesa.

Foi discípula de Salvador Barata Feyo. Em 1949, venceu o Prémio de Artes Plásticas Mestre Manuel Pereira, com a obra S. João de Deus, em barro policromado, que está exposta na capela do Palácio da Cruz Vermelha. Marcou presença em várias exposições, a título individual, em Portugal e no estrangeiro.[1]

É autora da escultura O Anjo de Portugal, e ainda da escultura de Nossa Senhora e de todas as Estações da Via-Sacra existentes nos Valinhos, em Fátima, assim como demais esculturas de cariz religioso espalhadas de Norte a Sul de Portugal.

Em 1992, recebeu, das mãos do então Cardeal Patriarca de Lisboa, D. António Ribeiro, a condecoração da Santa Sé Pro Eclesia et Pontificia. Em 28 de maio de 1992, foi feita Comendadora da Ordem do Mérito pelo Presidente Mário Soares.

A Câmara Municipal de Lisboa atribuiu o seu nome a um jardim na freguesia das Avenidas Novas.

Fonte: Wikipédia

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CABECEIRAS DE BASTO RESTAURA "O BASTO"

Câmara Municipal aprova restauro do ‘Basto’. Estátua ‘O Basto’ em restauro

O Executivo Municipal de Cabeceiras de Basto aprovou, por unanimidade, na sua reunião do passado dia 28 de setembro, aceitar a doação das Oficinas de Santa Bárbara que se propuseram executar uma intervenção de conservação e restauro na estátua ‘O Basto’, obra esta que oferecem ao Município e aos Cabeceirenses.

Câmara Municipal aprova restauro do ‘Basto’

De salientar que as Oficinas de Santa Bárbara são uma empresa especializada em trabalhos de restauro, conservação e beneficiação de património, sendo esta empresa responsável por inúmeras intervenções em Cabeceiras de Basto, designadamente no Mosteiro de S. Miguel de Refojos.

A obra que vem valorizar o monumento ‘O Basto’ arrancou esta semana e o valor da intervenção está estimado em 2.750 euros.

Câmara aprova protocolo com IBERDROLA – valorização da fauna e flora

Por unanimidade, o Executivo Cabeceirense aprovou um protocolo a celebrar com a IBERDROLA que visa o desenvolvimento de atividades relativas à fauna e flora nomeadamente plantações, melhorias florestais, manutenção das plantações, recolha de sementes, entre outros, ações previstas no âmbito das medidas compensatórias do projeto do Sistema Eletroprodutor do Tâmega.

O protocolo, que tem um período de vigência de 6 anos, estabelece as condições de financiamento asseguradas pela IBERDROLA pela execução, por parte do Município, das atividades relativas à fauna e flora acima mencionadas.

Esta parceria entre a Câmara Municipal e a IBERDROLA apresenta inúmeras vantagens do ponto de vista ambiental e socioeconómico, atendendo ao facto de que estão em causa a recuperação de vastos espaços florestais concelhios, o fomento da economia e do emprego local.

Aprovado calendário das Piscinas Cobertas

A Câmara Municipal aprovou, nesta reunião, o calendário e os horários de funcionamento das Piscinas Municipais Cobertas de Refojos e do Arco de Baúlhe para a época 2018/2019. As piscinas abriram ao público no passado dia 1 de outubro e têm encerramento previsto para o dia 29 de junho de 2019. Os horários a praticar nas Piscinas Cobertas de Refojos e do Arco de Baúlhe são os seguintes: às segundas-feiras das 15h30 às 20h30; de terça a sexta-feira das 9h30 às 12h30 e das 15h30 às 20h30; e aos sábados das 9h00 às 12h30 e das 15h30 às 18h00.

Atribuídos mais três apoios à natalidade

Durante a última reunião foram ainda aprovados mais três apoios de incentivo à natalidade no montante global de 1.500 euros. Com este incentivo, a Câmara Municipal pretende promover estímulos específicos que conduzam, por um lado, ao aumento da natalidade e, por outro, à melhoria das condições de vida das famílias residentes no Município.

Outras deliberações

De entre outros assuntos, foi ratificado o processo de candidatura ao Programa BEM – Beneficiação de Equipamentos Municipais para a ampliação da Casa da Cultura, tendo em vista a instalação do Arquivo Municipal; foi aprovado o pedido de apoio da Liga dos Amigos da Urologia do Hospital de Santo António e do Serviço de Urologia do Hospital de Braga para a realização das ‘I Jornadas de Saúde em Urologia nas Terras de Basto’, evento que se realiza no próximo dia 6 de outubro, na Casa do Tempo em Cabeceiras de Basto, e no qual se aguarda a presença de 70 participantes; foi renovado o protocolo de cedência da escola de Pedraça à Paróquia de Santa Marinha de Pedraça para a realização da catequese; e também aprovada a adjudicação definitiva do lote nº 15 da Zona Industrial da Ranha, freguesia de Abadim.

Foi, ainda, aprovado um pedido de isenção de taxas a um munícipe relativa à construção de um anexo agrícola, bem como declarada a caducidade de um processo de obras.

A Câmara Municipal deliberou também notificar um munícipe para proceder à realização das obras de reconstrução de um muro de suporte que ameaça ruir a qualquer instante pondo em perigo a segurança de pessoas e bens.

Por fim, o Executivo deliberou aprovar a celebração de um contrato para a cedência de água à Câmara Municipal por parte de um promotor imobiliário no âmbito das contrapartidas por operação urbanística.

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IRENE PULGA: A MULHER QUE SERVIU DE MODELO PARA O BUSTO DA REPÚBLICA PORTUGUESA

* Crónica de Paulo Freitas do Amaral

Ilda Pulga é o nome que consta da mulher que serviu de modelo ao primeiro busto da República Portuguesa. Ainda com descendentes vivos, a família faz questão de afirmar que deveria ter sido uma mulher lindíssima e simultaneamente “atrevida” para servir de modelo naquele tempo.

 

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Ilda pulga faleceu em 1993 com 101 anos. O seu sobrinho bisneto Joaquim Pulga só desconfiou ser familiar de Ilda após à sua morte por ter lido uma notícia no jornal. Joaquim afirma que uma pessoa como Ilda que serviu de modelo aos 18 anos deve ter evoluído culturalmente de uma forma muito peculiar e intensa.

Ilda era natural de Arraiolos e não foi fácil encontrar o fio à meada das suas ligações familiares embora só haja uma família “Pulga” em Portugal. Foi através de moradores de Arraiolos que Joaquim veio a saber que Ilda era irmã do seu bisavô.

O sobrinho bisneto investigou sobre a sua familiar e ficou a saber que Ilda foi muito jovem para Lisboa, com os seus 13 anos e que as dificuldades económicas que se faziam sentir na altura no Alentejo terão  motivado a sua mudança para a capital levando o resto da sua vida como costureira.

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O busto da república portuguesa continua inalterado.Os bustos da República variam de país para país e até encontramos casos onde houve mudanças de modelos que serviram de bustos ao simbolismo republicano.

Como Republicano que sempre fui, não posso deixar de ter uma visão interessada sobre este assunto. O modelo mais icónico da República, tem a sua origem em França e foi sem dúvida “Mariana” ou “Marianne” representada, iconograficamente, por uma mulher, ostentando um barrete frígio, tendo como inspiração a imagem da Liberdade na obra A Liberdade guiando o Povo, pintada em 1830 por Eugène Delacroix.

No entanto a Associação dos Autarcas Franceses decidiu mudar periodicamente o busto de "Mariana", adoptando como modelos artistas de cinema e da música francesas contemporâneas, sendo a manequim e actriz Laetitia Casta o modelo actual da escultura.

A estátua da Liberdade nos EUA é também inspirada em Marianne e foi oferecida pelos franceses aos americanos.

No caso português atribui-se a autoria do busto a João da Silva que usava como peseudónimo João da Nova talvez porque também escrevia para a revista Seara Nova…

A comissão republicana que instituiu o busto em 1911 inspirado em Ilda teve muito bom gosto e a sua imagem fará companhia aos portugueses por muito mais tempo.

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Ilda Pulga, de pé, ao centro, na oficina de costura onde trabalhava

 

SOAJO INAUGURA ESCULTURA COMEMORATIVA DOS 500 ANOS DO FORAL MANUELINO

Soajo inaugura escultura comemorativa dos 500 anos do Foral

Decorreu no passado dia 15 de agosto, a inauguração da escultura comemorativa dos 500 anos do Foral de Soajo, outorgado em 1514 pelo rei D. Manuel I.

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A escultura da autoria do artista plástico e professor do ensino secundário local Fernando Cerqueira, representa nas suas diversas perspetivas plásticas e artísticas, o ato histórico de grande relevância para o então concelho de Soajo, interpretando nos seus elementos a força da mão régia e da sua doação, a liberdade do ato, interpretada pela própria serrania e pelo elemento alado representado no gavião, a própria carta de Foral, marcada por uma forte inscrição latina afirmadora do poder do rei e da sua divinização, e uma concha marítima, um local de “nascimento” de todo o ato da outorga, igualmente sinonimo do mar e da importância das Descobertas na realidade do Portugal de quinhentos.

A escolha da obra foi decidida pelo júri do concurso de ideias levado a cabo pelo Município de Arcos de Valdevez e pela Junta de Freguesia de Soajo, estando integrado no programa especifico de comemorações dos 500 anos do Foral.

Antecedendo esta iniciativa, foi igualmente realizada a inauguração de três painéis informativos, colocados nos principais acessos viários da localidade, contendo elementos identificadores de Soajo, baseados nas ilustrações do conceituado artista de banda desenhada José Ruy, marcando estes um ponto informativo de entrada para os visitantes.

Para a Câmara Municipal e Junta de Freguesia de Soajo, esta obra de arte vem reforçar identidade do território e o orgulho na terra, qualifica o espaço em termos culturais e de informação turística, tornando Soajo mais atrativo para os visitantes.

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CASA DO MINHO DO RIO DE JANEIRO INAUGURA ESTÁTUA A D. AFONSO HENRIQUES

A Casa do Minho do Rio de Janeiro vai no próximo dia 10 de Junho – Dia de Portugal – proceder à inauguração da estátua de D. Afonso Henriques, junto às suas instalações naquela cidade.

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A cerimónia está marcada para as 9h30 e contará com a presença do escultor António Mendanha e, naturalmente, do Presidente daquela Instituição regionalista, sr. Agostinho dos Santos.

Refira-se que era minhoto D. Afonso Henriques, primeiro Rei de Portugal.

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LIONS CLUBE DE FAMALICÃO OFERECE ESCULTURA À CIDADE

Peça escultórica comemorativa dos 100 anos da criação do movimento Lions Internacional está colocada na rotunda junto à Piscinas Municipais

A rotunda que está localizada no entroncamento da Avenida de França com a rua Padre Benjamim Salgado, na malha urbana da cidade de Vila Nova de Famalicão, junto às Piscinas Municipais, ganhou uma nova imagem, através da colocação de uma escultura comemorativa dos 100 anos da criação do movimento Lions Internacional no Mundo.

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A escultura que foi oferecida à cidade pelo Lions Clube de Vila Nova de Famalicão foi inaugurada, este domingo, pelo presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha e pela presidente do movimento, Maria José Abreu.

Segundo os responsáveis do movimento em Famalicão, o objetivo da peça é “que seja um referencial para todos os cidadãos e transeuntes que a circundam, lembrando a presença do movimento lionistico no concelho como um parceiro sólido e ativo da comunidade famalicense”.

A peça de arquitetura da autoria do escultor Jorge Guimarães estrutura-se em dois blocos de granito com 3,5 metros de altura, 1,4 metros de largura e 0,49 metros de espessura, afastado entre os topos 42 cm, tendo encastrado neste vazio uma escultura em mármore branco, representante de duas cabeças de leão em direções opostas. Entre as duas pedras e sob as cabeças de leão haverá uma pequena vala que simbolizará um rio. As duas pedras terão inscrito repetidamente o lema lionistico “Nós Servimos” em várias línguas.

Para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, o Lions Clube de Famalicão “tem vindo a desenvolver um trabalho social muito meritório”. “Neste mundo cada vez mais globalizado, imprevisível e altamente competitivo, que hoje vivemos, faz sentido recordar a declaração de missão dos Lions Clubes que apela à criação e desenvolvimento de um espírito de compreensão entre todos os povos em relação às necessidades humanitárias, fornecendo serviços voluntários por meio do envolvimento comunitário e cooperação internacional”, acrescenta.

Refira-se que o Lions Clube nasceu em Vila Nova de Famalicão no ano de 1977, e desde então tem vindo a promover um conjunto de ações voluntárias, de grande importância, principalmente nas áreas da saúde, da solidariedade e da educação.

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CERVEIRA ACOLHE SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE ESCULTURA

III Simpósio Internacional de Escultura do Minho de 11 a 30 de junho

Durante 20 dias, seis escultores internacionais vão dar forma a um projeto escultórico que ornamentará os espaços públicos de Vila Nova de Cerveira e de Tomiño, no âmbito da cooperação transfronteiriça. Com caráter bienal, o III Simpósio Internacional de Escultura do Minho decorre de 11 a 30 de junho, no Espaço Fortaleza, em Goián, Tomiño.

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Sob coordenação da escultora Lili Pobornikova, a edição 2018 do evento tem como novidades a inclusão, pela primeira vez, de uma escultura elaborada em ferro, que se juntará às tradicionais trabalhadas em pedra, para além de se realizar no mês de junho e não em setembro, de forma a usufruir mais do período de verão.

Entre os 12 projetos apresentados, os dois concelhos selecionaram seis escultores: Zhao Li (China), Zdravko Zdravkov (Bulgária), Georgi Minchev (Bulgária), Ghueorgiu Filin (Itália), Batu Isidore Shiharulidze (Estados Unidos da América) e Remigio Dávila (Espanha). Cada um vai trabalhar, ao vivo, a obra de arte proposta, em plena interação com o público e com a natureza. No final, as esculturas ornamentarão os espaços públicos de Vila Nova de Cerveira e de Tomiño.

Durante a apresentação do III Simpósio Internacional de Escultura do Minho, que decorreu na passada sexta-feira, o autarca cerveirense enalteceu um “projeto ambicioso, mas estimulante porque privilegia o envolvimento e a participação ativa”. “O sucesso advém da aceitação de ambas as populações desta complementaridade em detrimento da competição, acolhendo iniciativas como esta que contribuem para dar sustentabilidade aos conceitos ‘Vila das Artes’ e ‘Terra de Artistas’”, referiu Fernando Nogueira.

A alcaldesa de Tomiño, Sandra Gonzalez, assegurou que “este simpósio é exemplo do bom acolhimento de programações e atividades conjuntas entre Tomiño e Vila Nova de Cerveira; duas populações ligadas histórica e geograficamente, que hoje partilham políticas e consolidam amizades que já existem desde tempos imemoráveis”.

A realização da III edição já revela a conquista de espaço de mais um evento de referência cultural no território comum Cerveira-Tomiño e com projeção internacional. Por último, os presentes agradeceram o trabalho de coordenação da escultora Lili Pobornikova, assim como dos escultores Nando Álvarez e Vítor Reis, contribuindo para dar um nível de qualidade mais elevado ao certame.

PARQUE DA DEVESA DE FAMALICÃO RECEBE ESCULTURA DE JOSÉ PEDRO CROFT

Obra é apresentada na próxima segunda-feira, dia 4 de junho, às 15h00, na Casa do Território ao abrigo do protocolo celebrado entre o Municipio e a Fundação Serralves

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Uma escultura da autoria de José Pedro Croft, pertencente à coleção da Fundação Serralves, vai ficar patente no Parque da Devesa de Vila Nova de Famalicão, a partir da próxima segunda-feira, dia 4 de junho, no âmbito do acordo de adesão do município famalicense ao Conselho de Fundadores da Fundação celebrado em 2016.

A apresentação da escultura Sem Título, 1990, de José Pedro Croft, decorre nos jardins da Casa do Território, pelas 15h00 e conta com as presenças do presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, e da Presidente de Serralves, Ana Pinho.

A instalação peça serve de prenúncio à exposição “A Minha Casa é a Tua Casa, Imagens do Doméstico e do Urbano na Coleção de Serralves” que ficará patente na Casa do Território, no Parque da Devesa, entre outubro de 2018 e junho de 2019, ao abrigo do mesmo protocolo, reunindo um conjunto diversificado de artistas como Filipa César, Pedro Cabrita Reis, Gil Heitor Cortesão, Ângela Ferreira, Fernanda Fragateiro, Gordon Matta-Clark, Juan Muñoz, Bruce Nauman, Luís Palma, Martha Rosler e Ana Vieira.

Na obra que Famalicão vai receber a partir de segunda-feira, José Pedro Croft usa uma técnica tradicional da escultura, a modelação em gesso e posterior passagem a bronze, para realizar uma escultura que alude ao espaço doméstico e às experiências do quotidiano. Neste caso, um segmento de cone evoca um alguidar. As formas da obra, bem como a pintura branca que reveste o bronze, estabelecem uma ponte entre a simplicidade dos objetos domésticos e a grandiloquência dos sólidos geométricos, que torna impossível o uso dos objetos devido ao seu peso.

Recorde-se que, com a celebração do acordo de adesão do município a Serralves iniciou-se uma relação de cooperação entre estas duas instituições, baseada num projeto integrativo de promoção e divulgação cultural e ambiental, que entre outras atividades prevê, por exemplo, o acesso em Famalicão às inúmeras exposições itinerantes da Coleção de Serralves, entre outras iniciativas.

A Fundação Serralves é uma instituição de utilidade pública de que são fundadores, entre outros o Estado, e um importante conjunto de entidades singulares e coletivas, que representam a iniciativa privada, a sociedade civil e as autarquias. Ao todo, a Fundação Serralves conta neste momento com cerca de 241 fundadores.

ARTE APROXIMA PORTUGAL E A GALIZA

III Simpósio Internacional de Escultura do Rio Minho - Sexta-feira, 11h00 (PT), Concelho de Tomiño

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Fernando Nogueira, e a Alcaldesa do Concello de Tomiño, Sandra Gonzalez, apresentam em conferência de imprensa, no próxima sexta-feira, hora portuguesa, na Casa do Concelho de Tomiño ou seja, os Paços do Concelho, o III Simpósio Internacional de Escultura do Rio Minho que se realizará de 11 a 30 de Junho.

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PRESIDENTE DA REPÚBLICA INAUGURA EM BRAGA ESTÁTUA A SÃO JOÃO

11 dias de festa, uma estátua e o Presidente da República

A Capela de São João da Ponte foi novamente o palco escolhido para a apresentação do programa das Festas de São João de Braga, que irão decorrer entre 14 e 24 de Junho.

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Um dos grandes destaques da apresentação é a inauguração de uma estátua em honra de São João Baptista, que ficará implantada no Largo de São João da Ponte. Este monumento evocativo ao patrono das festas resulta de uma gentil oferta do artista bracarense Alberto Vieira, que conceberá a obra, e do Mercado da Pedra, que outorga a matéria-prima.

«O grande momento da festa é um sonho que tínhamos e que achávamos não ser possível tão cedo. O São João é algo imaterial, mas é também honrar a memória de um homem, e às vezes esquecemo-nos disso. Homens grandes merecem festas grandes, mas também uma estátua, e vai ter», referiu o Presidente da Associação de Festas de São João.

«João Batista é fulcral no Cristianismo. O homem que, por dizer a verdade, defender valores e honrar compromissos, foi assassinado. Trata-se de um exemplo para a nossa sociedade, um homem de palavra, um exemplo brilhante», acrescentou.

A inauguração da estátua está prevista para as 12h30 do dia 23 de Junho, contando com a esperada presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. Quase duas décadas depois da vinda de Jorge Sampaio por ocasião das comemorações do bimilenário da cidade, as Festas de São João voltam a acolher um Presidente da República, sendo momento de particular regozijo.

Tradições seculares

As tradições seculares da Dança do Rei David e do Auto do Carro dos Pastores são os elementos mais autênticos do programa, mas não faltam outros aliciantes como um inédito festival de cavaquinhos, exposições, concertos com artistas de renome, exibições de rua, cortejos, procissão, zés-pereiras, desgarradas e bandas filarmónicas, entre outros focos de exteriorização de alegria. A realização do XXIX Encontro Internacional de Gigantones e Cabeçudos no primeiro sábado das festas, bem como a Parada Folclórica, o maior desfile do género em Portugal, completam o cartaz tradicional. No cartaz musical deste ano sublinhe-se a atuação de Quim Barreiros, dos Minhotos Marotos ou de Sérgio Mirra, bem como os grandes concertos com C4 Pedro e Anjos. A Noite Académica, Cantares ao Desafio, Encontro de Concertinas completam o cartaz musical.

Com mais de 251 horas de programação num total de 148 ações previstas, 10 mil pessoas envolvidas e 338 entidades implicadas, a organização deseja consolidar a posição das sanjoaninas de Braga na rota das principais festas populares portuguesas.

Significado da imagem 2018

O imaginário deste ano é marcado pela tradição das ervas de cheiro e das flores, um dos elementos indispensáveis em qualquer celebração sanjoanina, algo que ficará bem explicito pelo cartaz, ornamentações e identidade gráfica que caracteriza as festas deste ano. A imagem gráfica é um excelente trabalho da Pi Creative Studio, de Braga, que colabora com a AFSJB há vários anos.

Na apresentação pública do programa das festas marcaram presença Ricardo Rio, Presidente da Câmara Municipal de Braga, Nuno Bernardo, diretor executivo de marketing da Super Bock, Marco Sousa, representante da Entidade de Turismo do Norte de Portugal e o Cónego Roberto Rosmaninho Mariz, representante do Cabido da Sé, além de outros convidados e parceiros.

O programa completo das sanjoaninas bracarenses pode ser consultado no site oficial do São João de Braga.

Fotos: Sérgio Freitas

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