A nossa Confraria dos Vinhos de Portugal na Bélgica- Ordem de São Vicente prepara actividades para o ano de 2026.
O trabalho de promoção enogastronomica de Portugal começa no domingo 25 de Janeiro junto da estatueta dó Manekem Piss, um ícone da cidade e do país.
Brevemente divulgaremos o programa que compreende uma cerimónia pública com degustação dum vinho português é uma outra apenas para os confrades.
A Grã-Mestre Cecília Vidigal juntamente com seus pares dirigentes ultimam o programa. Enquanto isso, também o embaixador da nossa Confraria dos Vinhos de Portugal na Bélgica, Victor Alves Gomes e esposa Triin Aasma preenchem a sua agenda de participações internacionais. Sabemos desde já que o embaixador confraquico participará em eventos na Bélgica, França, Luxemburgo e Portugal numa primeira fase.
A Mostra Gastronómica de Portugal (Viana do Castelo, Ponte de Lima e Arcos de Valdevez) e Douro (Lamego e Tabuaço) com Taiwan (Taipei) realizada no penúltimo domingo 26 deste mês de Outubro na Casa de Tomar em Lisboa, continua a ser motivo de comentários positivos e formulação de questões sobre os produtos apresentados.
Porque nos solicitaram ontem informações sobre a escolha vínica que acompanhou as 33 entradas e o prato principal – Bacalhau á Almeida Garrett – eis então algumas notas sobre o assunto.
Nas entradas foi escolhido o Alvarinho Foral da Quinta das Pereirinhas, da freguesia de Troviscoso, Monção, empresa do jovem João Pereira, antigo aluno da Escola Superior Agrária de Ponte de Lima; já para acompanhar o prato do “fiel amigo”, foi a vez de Viana do Castelo participar com o Loureiro Escolha Pecadinhos do Abade, produzido na freguesia de Portela Susã, ambos vinhos medalhados em vários concursos regionais e nacionais. A selecção de rótulos foi da responsabilidade do promotor na região de Lisboa, Guilherme Galante, residente em Ponte de Lima, onde abriu na Festa da Vaca das Cordas, a sua Pipa de Sabores.
Para acompanhar o café, novamente Ponte de Lima á mesa: um digestivo de vinho licoroso Loureiro – a popular geropiga – Biamar, produção do amigo Raúl Amorim Abreu, na freguesia de Brandara.
E, entre elogios aos vinhos, também aos petiscos apresentados por Portugal e Taiwan, há a assinalar o nome de Den Chuang (foto de capa), Presidente da Câmara de Comércio de Portugal e Taiwan e também a da Europa, com sede em Lisboa.
Domingo Há Visitas às Adegas e Prova de Vinhos em Valença
Valença associa-se às comemorações do Dia Mundial do Enoturismo, com visitas às adegas e provas de vinhos, no domingo, 9 de novembro.
Visitas às Adegas
Os interessados em conhecer, ao vivo, os vinhos de Valença, podem participar nas visitas e provas gratuitas nas Adegas Rolan e Edmun do Val, no domingo, 9 de novembro. Os produtores vão estar de portas abertas para visitas e provas, entre as 14h00 e as 17h00. Os interessados devem fazer inscrição prévia para o e-mail: turismo@visitvalenca.com, ou através dos telefones 251823317 / 251823329.
Prova de Vinhos na Loja de Turismo
Na Loja de Turismo, na Fortaleza, será possível fazer prova de vinhos, também, da Adega dos Herdeiros, entre as 10h00 e as 16h00.
Com esta iniciativa Valença pretende projetar a riqueza vínica do concelho, caracterizada por vinhos gerados num terroir singular. Estas visitas e provas enquadram-se na estratégia municipal de valorização do setor primário, em particular das explorações vitivinícolas valencianas, e insere-se no contexto do processo de criação da sub-região dos Vinhos Verdes da Ribeira Minho.
O Dia Mundial do Enoturismo foi instituído em 2009, pela Rede Europeia das Cidades do Vinho (RECEVIN), passou a ter um âmbito mundial desde 2019, ano da criação da Associação Mundial de Enoturismo (AMETUR).
Dias 8 e 28 de novembro, a Câmara Municipal de Viana do Castelo, com a colaboração de alguns parceiros, preparou um diversificado programa para assinalar o Dia Mundial do Enoturismo. O programa arranca a 8 de novembro, sábado, com diversas propostas, entre caminhada, visita a adega e vinhas e almoço enogastronómico.
Assim, das 9h00 às 11h30 de dia 8 de novembro, é promovida a Caminhada pelo Trilho do Monte Galeão | PR 17. Este trilho, que integra a Rede Municipal de Percursos Pedestres do Município, revela a riqueza paisagística, ecológica e cultural da freguesia de Darque. Trata-se de um pequeno percurso florestal, que atravessa uma mancha de vegetação muito variada e com vistas deslumbrantes sobre a cidade de Viana do Castelo. Ao longo do percurso destacam-se alguns pontos de interesse, como o Castro do Galeão, Miradouro e Parque de Merendas, prolongando-se a caminhada até à Quinta do Paço d’Anha, uma das quintas de enoturismo do concelho de Viana do Castelo, retornando depois ao percurso.
Pelas 12h00, visita à adega, vinhas e jardins da Casa da Reina. Depois, pelas 12h30, almoço enogastronómico (volante), com harmonização pelo Chef Thiago Sales Moura / Kitanda Project, na Casa da Reina.
Depois, no dia 28 de novembro, a partir das 10h00, é promovido o IV Meetup de Turismo sob o tema “Enoturismo uma aposta vencedora”, no Solar do Louredo (Moreira de Geraz do Lima), num evento em parceria com a Associação Fórum Turismo, com inscrição através do formulário https://form.typeform.com/to/zjQrR8Bv .
Esta efeméride do Dia Mundial do Enoturismo foi comemorada inicialmente como “O Dia Europeu do Enoturismo”, tendo sido assim instituído em 2009 pela RECEVIN – Rede Europeia de Cidades do Vinho. Assinala-se no segundo domingo do mês de novembro, pelo que, em 2025, será a 9 de novembro.
Mais tarde, com a associação a este evento de alguns países da América Latina, a partir de 2019 esta efeméride passou a ser celebrada à escala mundial, sempre no segundo domingo de novembro, tendo por objetivo valorizar os territórios produtores de vinho através da divulgação da cultura, património e tradições que lhe estão associadas.
Esta boa prática é um excelente modo de conhecer o património construído e natural do Município de Viana do Castelo, além de promover o que de melhor se faz no âmbito da gastronomia e vinhos.
Durante três dias intensos, de 9 a 11 de maio, o concelho de Montalegre transformou-se na capital do património enogastronómico português, acolhendo a terceira edição do Encontro Enogastronómico, Montalegre 2025. O evento, superou todas as expectativas, estabeleceu novos recordes de participação e consolidou-se como referência nacional na valorização dos produtos e tradições do mundo enogastronómico.
Abertura com discursos marcantes
A sessão solene de abertura contou com a presença das principais figuras do panorama político e académico da região. Elsa Machado, presidente da PECT, não deixou dúvidas sobre o propósito do evento: "Começamos por chamar a atenção para o que realmente importa: o nosso património gastronómico não é apenas sobre comida, é sobre identidade, história e futuro".
Fátima Fernandes, presidente da Câmara Municipal de Montalegre, reforçou este sentimento: "Quando falamos de cultura, não nos referimos apenas a monumentos ou museus. Falamos dos saberes e sabores que herdamos das nossas cozinhas, das mesas partilhadas em família ou em comunidade".
Programação diversificada atrai multidões
O evento ofereceu uma programação rica e variada que cativou os visitantes:
O espetáculo de abertura com Augusto Canário trouxe as "Cantigas do Caminho" ao palco principal
A conferência magistral de Damiana Fernandes sobre "As Emoções e a Gastronomia" ocupou mais de 80% do auditório.
Os 63 stands de expositores apresentaram produtos regionais de excelência.
As demonstrações culinárias com Chefs como Nuno Diniz na prova sensorial de batatas e o Eng° Luís Simões nas provas sensoriais de vinagre e vinho verde foram das atividades mais concorridas.
O Chef Nuno Diniz, durante o seu showcooking, destacou: "Foi extraordinária a forma como apresentei as várias variedades de batatas, permitindo distinguir a qualidade única de cada uma. Estes produtos são o resultado de séculos de adaptação ao nosso território".
Mostra de Raças Autóctones: o grande destaque
A grande novidade desta edição foi a Mostra de Raças Autóctones, que reuniu exemplares das 25 raças com "solar a norte" de Portugal. O Professor Jorge Azevedo da UTAD, explicou com entusiasmo: "Portugal tem 65 raças autóctones - 25 só na região Norte. Cada uma é um milagre de adaptação genética. A vaca Cachena, a mais pequena da Europa, produz carne de excelência em terrenos onde outras raças nem sobreviveriam".
Entre as características mais relevantes destas raças destacam-se:
Adaptação excecional a temperaturas baixas
Resistência natural a doenças específicas da região
Valor genético inestimável para programas de melhoramento
Rusticidade e capacidade de sobrevivência em condições adversas
Elsa Machado anunciou planos ambiciosos: "Temos como projeto futuro sedimentar esta mostra, mas também deixou um apelo à DGAV para em anos vindouros apresentar também a parte vegetal, onde certamente incluiremos variedades como o trigo, a cevada, a aveia e outras adaptadas a esta região".
Autoridades reforçam importância estratégica
Paulo Ramalho, da CCDR-N, fez uma intervenção marcante: "Os agricultores não são meros produtores de alimentos. São guardiões que cuidam do território, preservam a biodiversidade e defendem o meio ambiente. Sem eles, não teríamos estas raças autóctones tão bem preservadas" inalterado de forma particular a importância deste evento na sua forma holística de apresentar matérias tão importantes quer na enogastronomia quer na genética.
O Professor Jorge Azevedo lançou um alerta sério: "Se não houver criadores, não haverá animais. E sem apoio económico e reconhecimento social, os criadores desaparecem. Estamos a brincar com o fogo: perder estas raças seria como queimar uma biblioteca inteira de conhecimentos ancestrais".
Números impressionantes
O balanço final do evento revela números notáveis:
3 dias de programação intensa
63 stands ocupados
25 raças autóctones apresentadas
83 patrocinadores
29 confrarias participantes
Presença da Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómica
Presença da Fundação Luso Galaica
Mais de 1.500 visitantes registados
O evento teve a honra de receber S.A.R. o Príncipe Alfredo da Casa Real do Havaí'i, sempre preocupado com raças autóctones e as questões ambientais sendo fundador e Presidente da Confraria da Raça Marinhoa.
No Havaí'i, como aqui, aprendemos que preservar raças autóctones é garantir soberania alimentar. Montalegre está a escrever um manual de resistência rural que o mundo devia ler."
Conclusão com olhos no futuro
Na sessão de encerramento, Elsa Machado afirmou: "Que esta celebração seja um marco de fortalecimento entre todos os atores da fileira agroalimentar. Mostrámos que tradição e inovação podem e devem caminhar juntas".
Fátima Fernandes terminou com um apelo emocionado: "Continuamos a batalhar para que o poder político olhe para os nossos territórios de baixa densidade com outro carinho. As gentes que aqui estão são gentes de trabalho que merecem ser valorizadas. Este evento provou que o interior não pede esmolas - pede oportunidades".
Montalegre realizou mais uma edição do evento Património Enogastronómico, uma iniciativa da Associação Património Enogastronómico, Cultura e Tradição (PECT) em coorganização com o Município de Montalegre que celebra a gastronomia portuguesa.
Entre os numerosos participantes, o certame contou com a representação dos municípios de Braga e Ponte de Lima.
O Município de Ponte de Lima marcará presença no PECT - Património Enogastronómico - Cultura e Tradição, nos dias 9, 10 e 11, no Pavilhão Multiusos de Montalegre com mostra e degustação de produtos de excelência de Ponte de Lima.
O evento, subordinado ao tema "A Gastronomia e as Emoções", proporcionará uma experiência multissensorial única, reunindo prestigiadas confrarias gastronómicas e enófilas do país, incluindo a Confraria Gastronómica do Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima entre outras. Estas entidades trarão não apenas o seu conhecimento ancestral, mas também demonstrações práticas e provas que celebram a riqueza das tradições portuguesas.
A cultura, o património, a gastronomia, os vinhos, o mel, compotas e outros produtos do Mercado Agrolimiano vão estar em destaque no espaço do Município de Ponte de lima. A participação neste evento reforça o compromisso do Município de Ponte de Lima em promover o seu potencial turístico e atrair visitantes para os seus diversos eventos.
Realizou-se ontem no CIVV (Centro de Interpretação do Vinho Verde), unidade memória e investigação do sector instalada há anos pelo município de Ponte de Lima na casa solarenga dos Barbosa Aranha, mais uma prova de vinhos, no âmbito da programação anual.
Desta vez foi a Prova de Vinhos Norte, com várias inscrições e coordenação da responsável daquele espaço museológico, Cristiana Freitas. Os participantes envolvidos na acção formativa eram produtores ou apreciadores dos brancos e tintos da região.
Produzidos na histórica Quinta de Vilar, na freguesia limiana de Arcozelo, os vinhos Lethes completam o Património Imaterial da casa com quatro séculos de existência cujos solos desde sempre foram reconhecidos como aráveis para boas culturas.
Depois de vencedor do concurso vinícola integrado nas comemorações dos 900 anos da Fundação de Ponte de Lima, efeméride com a entrega da Carta de Foral da Rainha D. Teresa, cujo prémio foi entregue ao produtor pelo Ministro da Agricultura José Manuel Fernandes (foto), o néctar Loureiro e Vinhão integrou a degustação de Entre Douro e Lima realizada por ocasião da homenagem aos soldados portugueses mortos na I Guerra Mundial. O evento decorreu em Gand (ou Ghent), com presença de autoridades luso – belgas – francesas num total de 70 participantes entre diplomatas, chefias militares na NATO e autarcas num evento organizado pela Liga dos Combatentes na Bélgica, a Confraria dos Vinhos de Portugal na Bélgica e o Clube de Gastronomia de Ponte de Lima.
A par do produto Limiano, também o município de Tabuaço se associou, recordemos, com participação do maduro da Quinta de Filoco acompanhado de Bolo Rei tradicional e Pão de Ló fabricado pelo sistema de Margaride (Felgueiras) naquele município duriense.
Foi mais uma noite festiva da nossa Confraria dos Vinhos de Portugal na Bélgica – Ordem de São Vicente, liderada por Cecília Vidigal, neta de Tabuaço, a varanda do Douro, cuja gastronomia é emblemática no país e estrangeiro, pelo Chef Thomas Egger, presentemente na sua Áustria.
No restaurante português Tapas Y Mas em Bruxelas, os manos Carlos e Sofia Santos, proporcionaram um desfile de iguarias, muita substância acompanhada de tintos e brancos do Douro e do Entre Cávado e Lima. Mas, a determinado momento do programa, uma novidade: um confrade ilustre, nascido em Paris, mas com raízes em Arcos de Valdevez e Ponte de Lima, surge com o – VINHO DOS MORTOS – um maduro de Boticas, que pode arrepiar ao ouvir o rótulo, mas vem felicidade e gosto ao degluti-lo. Victor Alves Gomes, é um verdadeiro embaixador do Alto Minho em Bruxelas, e proporciona de vez em quando uns momentos e umas surpresas enogastronómicas, a par do seu desempenho profissional como quadro superior na Comissão Europeia / gestor de bolsas dos cientistas.
Mas, para saber a origem de tão inusitado nome, segue a explicação, bilingue, por parte dos produtos:
Na segunda invasão francesa a Portugal, em 1809, o povo do atual concelho de Boticas, com medo que lhes pilhassem os seus pertences, escondeu o que conseguiu, incluindo o vinho, que foi enterrado no chão das adegas. Mais tarde, quando recuperaram os bens, descobriram que o vinho tinha adquirido propriedades inesperadas. Um vinho com baixo teor alcoólico e algum gás, fruto do processo de fermentação natural. Por ter sido enterrado, recebeu o nome de Vinho dos Mortos.
O Vinho dos Mortos é um testemunho do engenho e resiliência dos botiquenses que chegou até aos dias de hoje.
“During the second French invasion of Portugal in 1809, the people of the current county of Boticas, afraid that their belongings would be looted, hid what they could, including the wine, which was buried in the ground of the cellars. Later, when they recovered the goods, they discovered that the wine had acquired unexpected properties. A wine with low alcohol content and fine bubbles result from natural fermentation process. Because it was buried, it received the name Vinho dos Mortos (Wine of the Dead).
Vinho dos Mortos is a testimony of the ingenuity and resilience of the people of Boticas that has survived to the present day.”
Quanto ao cardápio da noite de anteontem no Tapas Y Mas, uma amostra: bolinhos de bacalhau e rissóis de carne e marisco, presunto laminado, queijos, como entradas. Depois, mais substancial, uma caldeirada de peixe e marisco e Lombo de porco assado no forno com castanhas. A rematar, tal como no Sarrabulho de Ponte de Lima: o leite creme queimado, além de outros doces .
Programa especial de atividades, a decorrer nos dias 9 e 10 de novembro, destaca a região como um destino de enoturismo de excelência.
Melgaço volta a associar-se às celebrações do Dia Mundial do Enoturismo, nos dias 9 e 10 de novembro, com um programa repleto de atividades que destacam a região como um destino de enoturismo de excelência. As distintas propostas, a decorrerem em vários pontos da sub-região de Monção e Melgaço, numa parceria com diferentes produtores aderentes da Rota do Alvarinho, oferecem aos visitantes experiências únicas e memoráveis.
As sugestões para celebrar a efeméride incluem uma caminhada pelas vinhas, visitas a adegas com provas gratuitas de vinhos harmonizados com produtos regionais, uma sessão de pintura e experiências gastronómicas com harmonizações de vinhos selecionados.
Nestes dias, a autarquia de Melgaço convida também para uma visita à Rede Melgaço Museus, composta pelo Núcleo Museológico da Torre de Menagem, Museu do Cinema de Melgaço – Jean Loup Passek, Espaço Memória e Fronteira e pelo Núcleo Museológico de Castro Laboreiro, cujas entradas serão gratuitas.
Para tornar a experiência completa, os visitantes que fizerem reservas diretas nos alojamentos aderentes (todos aderentes da Rota do Alvarinho) poderão ainda usufruir de um desconto de 10% (válido para pernoitar na noite de sábado para domingo) e serão recebidos com um copo de boas-vindas de alvarinho.
A sub-região de Monção & Melgaço distingue-se, claramente, como o local de origem e de excelência do vinho alvarinho. A Rota do Alvarinho de Monção & Melgaço foi criada pelos dois concelhos para divulgar as suas tradições vitivinícolas, dinamizando o enoturismo do território. Adegas, restaurantes, unidades de alojamento, comércios, museus, empresas de animação turística e agências de viagens unem-se para oferecer múltiplas atividades e itinerários, proporcionando experiências únicas e memoráveis num destino de vinhos de excelência. Conheça o projeto em www.rotadoalvarinho.pt.
Saiba-se que o Dia Mundial do Enoturismo é assinalado a 10 de novembro. Para comemorar a efeméride, todos os membros da Recevin (European Network of Wine Cities) e da Ametur (Associação Mundial de Enoturismo), como o é o caso do município de Melgaço, fomentam iniciativas e eventos relacionados com o turismo ligado ao setor vitivinícola. A data pretende valorizar os territórios produtores de vinho através da divulgação da suas culturas, património e tradições, assim como dos agentes locais de enoturismo.
A Rota do Alvarinho de Monção & Melgaço associa-se a estas comemorações através da promoção de um programa que integra um leque de atividades nas adegas e várias iniciativas dos seus aderentes, que visam a promoção deste território enquanto destino de Enoturismo de excelência. Conheça o programa aqui
No dia 9 de novembro, sábado, para assinalar o Dia Mundial do Enoturismo, a Câmara Municipal de Viana do Castelo promove a caminhada "Passos de Memória" pelo Trilho do Vale do Lima| PR 21, que dará a conhecer, ao longo de 15 quilómetros, a riqueza paisagística, ecológica e cultural das Terras de Geraz, onde as primeiras videiras foram plantadas há milénios e onde se produzem vinhos desde a época romana.
Esta é uma pequena rota com duração estimada de 4h30m, com grau de dificuldade moderado, tendo como ponto de partida a Capela de S. Sebastião e ponto de chegada a Rua de S. Sebastião, em Santa Maria de Geraz do Lima.
O formulário de inscrição para a caminhada de 9 de novembro estará disponível a partir das 13h00 do dia 31 de outubro (quinta-feira).
A caminhada terminará com um almoço enogastronómico, na adega de um dos produtores locais, o Sobrinho do Arcipreste (custo por pessoa: € 25,00).
Os percursos, que são um excelente modo de conhecer o património cultural e natural do município, além de promover o exercício físico, permitem conhecer locais com paisagens deslumbrantes.
Desde 2009 que se celebrava o Dia Europeu de Enoturismo, pela Rede Europeia das Cidades do Vinho (RECEVIN), passando a ter caráter mundial desde 2019, ano da criação da Associação Mundial de Enoturismo (AMETUR). Assim, um pouco por todo o país e por todo o mundo, agentes de enoturismo, produtores e municípios assinalam este dia com a dinamização de diversas experiências vínicas.
Depois de participar na apresentação do Bacalhau á Eça de Queirós, jantar organizado pela respectiva Academia de Bruxelas, Andreia Alves, teve honras de figurar na edição deste mês da Revista CRIATIVA, ontem lançada na capital europeia.
A jovem, residente na União das Freguesias de Padreiro e Santa Cristina, foi eleita Rainha das Vindimas de Arcos de Valdevez 2023, e é a segunda vez que se desloca à Bélgica, a convite do casal Victor Alves Gomes e Triin Aasma, ele seu conterrâneo, e ela da Estónia, ambos Administradores na Comissão Europeia, Bruxelas.
Em Novembro último, o rosto de promoção do enoturismo do município arcuense, foi a convidada de honra na apresentação dos vinhos VIANNA, produzidos no Solar de Louredo, Geraz do Lima. Agora, foi a vez de promover um produto da sua terra: os néctares da Quinta do Cerqueiral, freguesia de Oliveira, ás portas da sede do concelho.
A publicação, mensal, destinada principalmente à comunidade luso – brasileira da capital da Europa, contém neste seu último número um artigo dedicado ao evento com o prato tradicional português e internacional, que decorreu n “ O Chapeau”, sob a responsabilidade do Chef Domingos Gomes, de Viana do Castelo.
Iniciativas pretendem valorizar a cultura, património e tradições do território.
Nos dias 11 e 12 de novembro, Melgaço celebra o Dia Mundial do Enoturismo com atividades a decorrerem em vários pontos da sub-região de Monção e Melgaço. O programa contempla um leque de ações em diferentes adegas e distintas propostas, que visam a promoção do território enquanto destino de enoturismo de excelência.
Uma caminhada pelas vinhas, visitas a adegas e provas gratuitas, uma tour enoturística em bus panorâmico com visita a produtores locais e degustação de produtos regionais, rafting no Rio Minho e visitas gratuitas à Rede Melgaço Museus são as sugestões, numa organização do município mais a norte de Portugal em articulação com as várias entidades participantes, aderentes da Rota do Alvarinho de Monção & Melgaço.
A sub-região de Monção e Melgaço distingue-se, claramente, como o local de origem e de excelência do vinho alvarinho. A Rota do Alvarinho de Monção & Melgaço foi criada pelos dois concelhos para divulgar as suas tradições vitivinícolas, dinamizando o enoturismo do território. Adegas, restaurantes, unidades de alojamento, comércios, museus, empresas de animação turística e agências de viagens unem-se para oferecer múltiplas atividades e itinerários, proporcionando experiências únicas e memoráveis num destino de vinhos de excelência.
Saiba-se que o Dia Mundial do Enoturismo é assinalado a 12 de novembro. Para comemorar a efeméride, todos os membros da Recevin (European Network of Wine Cities) e da Ametur (Associação Mundial de Enoturismo), como o é o caso do município de Melgaço, fomentam iniciativas e eventos relacionados com o turismo ligado ao setor vitivinícola. A data pretende valorizar os territórios produtores de vinho através da divulgação da suas culturas, património e tradições, assim como dos agentes locais de enoturismo.
PROGRAMA
11 DE NOVEMBRO
CAMINHADA PELAS VINHAS E PROVAS DE VINHO NOVO DIRETAMENTE DA BARRICA, COMENTADAS PELO ENÓLOGO ANSELMO MENDES, NA QUINTA DA TORRE
10h00 e 15h00
Nº máximo de pessoas: 25
Valor: participação gratuita
Descontos: 5% em loja
12 DE NOVEMBRO
DIA DE PORTAS ABERTAS NAS ADEGAS ADERENTES
10h00-13h00 | 14h30-18h00
Visitas e provas gratuitas nas adegas aderentes:
Reguengo de Melgaço
Quinta do Regueiro
Dom Ponciano
Quintas de Melgaço
Vinhos Dom Salvador
Quinta das Pereirinhas
Soalheiro
Provam
Terras de Real
Quinta das Alvaianas
TOUR ENOTURÍSTICO EM BUS PANORÂMICO
Hora de partida | 09h30
Percurso:
Saída - Largo Hermenegildo Solheiro
Termas de Melgaço com provas de água na Fonte Principal
Visita à adega Quintas de Melgaço
Queijaria Prados de Melgaço (visita às cabrinhas mansas e provas de queijos)
Centro de Artesanato
Solar do Alvarinho (provas de vinhos e compra de produtos locais)