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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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VOTAR É UM DEVER CÍVICO – E CUMPRIR O MANDATO QUE O POVO DELEGOU O QUE É?

Depois de realizadas as eleições para deputados à Assembleia da República, vulgo eleições legislativas, deverão em breve tomar posse os deputados eleitos pelos cidadãos que foram exercer o seu direito de voto, constantemente lembrado como simultaneamente um dever cívico.

Porém, para além daqueles que deverão ser chamados a cumprir funções governativas, alguns dos eleitos não tomarão posse do cargo e, consequentemente não exercerão o mandato que lhes foi atribuído pelos cidadãos. Não o farão por impedimentos de força maior como problemas de saúde plenamente justificáveis mas certamente por não terem alcançado o objectivo que almejavam e que não era certamente a função de deputado.

Praticamente metade dos eleitores já deixou de exercer o seu direito de voto e, apesar de constantemente lhes zurzirem aos ouvidos a sua responsabilidade por não cumprirem o dever cívico, eis que têm nos deputados que recusam cumprir o mandato para o qual foram eleitos o melhor exemplo do que representa a falta de cumprimento do dever cívico. E, quando assim se verifica, perdem os políticos a autoridade moral para exigir aos seus concidadãos o dever de votar. Afinal de contas, que consideração tiveram pelo voto com que os cidadãos os elegeram – qual o destino que deram aos votos que receberam?

PSD MANTÉM SUPREMACIA EM ESPOSENDE

COMUNICADO

PS registou o pior resultado dos 14 concelhos do distrito de Braga

O PSD Esposende saúda a população e de uma forma particular todos aqueles que exerceram o direito de voto, nas eleições legislativas do passado domingo. Agradecemos a confiança que, mais uma vez, depositaram no projeto social democrata, demonstrando coerência e esclarecimento.

Os resultados das eleições legislativas deram uma clara maioria ao PSD, no concelho de Esposende, contribuindo para que o PSD elegesse oito deputados, pelo círculo eleitoral de Braga.

O PSD venceu em todas as freguesias do concelho, se atendermos ao modelo atual de organização administrativa, infligindo ao PS o pior resultado dos 14 municípios do distrito de Braga.

Não sendo comparáveis os resultados obtidos neste ato eleitoral, relativamente a 2015, altura em que PSD concorreu em coligação com o CDS-PP, podem-se retirar ilações claras sobre a intenção de voto dos esposendenses que continuam a depositar a sua confiança no PSD.

Assim, e contrariamente ao fatalismo adivinhado por muitos que conjugaram o facto de o PS estar no Governo com a associação do PSD ao período de intervenção da Troika, o facto é que o PSD mantém uma sólida vantagem em Esposende e até reforçou a sua posição, relativamente a atos eleitorais anteriores.

Os resultados das eleições Legislativas do passado domingo são a prova de que a forma de fazer política do PS Esposende -que nos últimos meses lançou a público um conjunto de inverdades, numa lógica de colher dividendos políticos- não surtiu efeito e, mais uma vez foram penalizados.

Considerando que os protagonistas do PS local são os mesmos de há muitos anos a esta parte, os resultados não surpreendem e são reflexo dessa atuação.

Esposende, 07 de outubro de 2019

A Comissão Política da Secção de Esposende do PSD

CDS/PP EM BRAGA FICOU ABAIXO DOS OBJETIVOS

Partido mantêm representação parlamentar com eleição de Telmo Correia.

Terminado o escrutínio e analisados os resultados eleitorais da eleição legislativa deste domingo, cumpre-nos fazer balanço dos resultados, que se situaram muito abaixo da expectativa inicial, que apontava à manutenção dos dois deputados eleitos pelo CDS PP no distrito de Braga.

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Numa primeira análise, e face à expressão nacional da votação no CDS PP, a eleição de um deputado no distrito de Braga é uma responsabilidade acrescida, pela importância que o Telmo Correia terá na defesa das políticas e ideais do partido, assim como dos compromissos com os eleitores do distrito, que honrará na legislatura.

Temos a convicção de que fizemos uma campanha positiva, com aquelas que são para nós as melhores propostas para o País e para as pessoas. É assim que entendemos fazer sentido.

Foi uma campanha feita de aproximação às pessoas e com as pessoas, com um envolvimento e empenhamento de todas as concelhias do partido, e saberemos representar de forma convicta o voto dos eleitores, pelo País e pelo distrito de Braga. Como sempre fez neste distrito ao longo de 45 anos da Democracia.

O CDS PP e a sua estrutura Distrital reunirá no decorrer das próximas semanas com todas as estruturas concelhias, para uma análise pormenorizada dos resultados eleitorais. 

PARTIDO SOCIALISTA VENCE NO ALTO MINHO

Vitória histórica dos socialistas no distrito de Viana do Castelo que recuperam o deputado perdido em 2015

O Partido Socialista venceu as eleições no distrito de Viana do Castelo com 34,78% dos votos, superiorizando-se à Direita que, no seu conjunto, perdeu cerca de 10 mil votos relativamente às últimas eleições.

O PS obteve 42.392 votos em todo o distrito tendo saído vencedor nos concelhos de Caminha, Melgaço, Paredes de Coura, Viana do Castelo e Vila Nova de Cerveira. É de destacar também a grande proximidade de resultados em concelhos como Monção, Ponte da Barca e Valença e a subida a segunda força política em Ponte de Lima. Com este resultado, o Partido Socialista elege 3 deputados no círculo eleitoral de Viana do Castelo: Tiago Brandão Rodrigues, Marina Gonçalves e Anabela Rodrigues. Para Miguel Alves, Presidente da Federação do PS de Viana do Castelo, “esta é uma vitória histórica do PS no Alto Minho. Num distrito eleitoralmente mais conservador, esta é só a quarta vez que o PS ganha umas eleições legislativas, o que diz muito da valia desta vitória. O PS cumpriu todos os objetivos que traçou: foi o partido mais votado, elegeu 3 deputados, cresceu em termos absolutos e percentuais e recuperou terreno em concelhos onde, nas últimas autárquicas, não conseguiu afirmar o seu projeto político. O PS ganhou e a Direita perdeu copiosamente tendo ficado sem um deputado e com menos 10 mil votos do que tiveram há 4 anos atrás”. Para o também autarca socialista, “os cidadãos do distrito de Viana do Castelo quiseram reconhecer o trabalho do Governo de António Costa nos últimos anos, sublinharam o investimento em 21 escolas do distrito, a obra de eletrificação da Linha do Minho, a abertura da Unidade de Cuidados Continuados de Melgaço e a assinatura de protocolo para financiamento da Unidade de Diálise de Monção, a reabertura do Tribunal de Paredes de Coura, o lançamento da obra de ligação de Formariz à A3, a construção do Cais dos Pescadores em Caminha, as obras de acesso ao Porto de Viana do Castelo e tantas outras que trouxeram o crescimento económico à região e a descida, para metade, da taxa de desemprego. O reforço da confiança no PS é, sobretudo, um forte sinal popular de que o caminho é para seguir, o caminho é para a frente”, concluiu Miguel Alves.

O PS saúda a eleição dos seus três deputados  - Tiago Brandão Rodrigues, atual Ministro da Educação, Marina Gonçalves, jurista que exerce funções de Chefe de Gabinete do Ministro das Infraestruturas e Anabela Rodrigues, psicóloga e vereadora em Valença – e agradece o trabalho, dedicação e lealdade dos seus militantes, simpatizantes e de diversos dirigentes de distintas concelhias. O PS do Alto Minho mostra também o seu contentamento pela grande vitória do PS a nível nacional sublinhando o reforço da confiança que os portugueses deram aos socialistas e a António Costa.

PARTIDO SOCIALISTA VENCE NO DISTRITO DE VIANA DO CASTELO E ALCANÇA EM PAREDES DE COURA O MELHOR RESULTADO DO DISTRITO

O Partido Socialista garantiu em Paredes de Coura o melhor resultado do Distrito com uma vitória esmagadora com 49,2 % dos votos expressos, contribuindo desta forma para a vitória socialista neste círculo eleitoral, onde o PS elegeu 3 deputados, os mesmos que o PSD.

“A grande vitória alcançada pelo PS em Paredes de Coura mostra que o nosso concelho, nos últimos 4 anos, está grato pelo trabalho do nosso governo e do nosso conterrâneo e amigo Tiago Brandão Rodrigues”, observou Vitor Paulo Pereira, presidente da Comissão Política Concelhia, acrescentando que “este resultado representa também em parte uma apreciação muito positiva do trabalho autárquico que estamos a fazer”.

O líder da Concelhia sustenta também que esta expressiva vitória do Partido Socialista “trata-se de um manifesto de gratidão do povo de Paredes de Coura ao nosso governo, pelo que tem feito pela nossa terra e pelo país”. 

Vitor Paulo Pereira aproveitou a oportunidade para também felicitar o grande vencedor desta noite no círculo eleitoral de Viana do Castelo: “o nosso cabeça de lista Tiago Brandão Rodrigues, que fez uma campanha heroica e corajosa, num quadro extremamente difícil. Mais uma vez, mostrou que está preparado para desafios difíceis. É um lutador e um vencedor”, concluiu. 

LUTA CONTRA A EXPLORAÇÃO DO LÍTIO LEVA A BOICOTE ELEITORAL

Populares de Morgade repetem "voto de protesto" contra a mina

Populares de Morgade que se opõem à exploração de uma mina de lítio a céu aberto nesta freguesia de Montalegre repetem hoje um "voto de protesto" e recusam-se a votar nas eleições legislativas.

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Esta manhã verificou-se, inclusive, uma tentativa de boicote em três mesas de voto das aldeias de Morgade, Cortiço e Arcos, no concelho de Montalegre, distrito de Vila Real.

Fonte da GNR disse à agência Lusa que em Cortiço e Arcos foram encontradas chaves partidas nas fechaduras das portas dos edifícios e, em Morgade, os portões estavam fechados com cadeados e a fechadura da porta colada.

De acordo com a fonte, as três mesas de voto estavam a funcionar normalmente às 08:00, hora do início do ato eleitoral.

Fonte: LUSA

O QUE DISSE ANDRÉ SILVA, DEPUTADO DO PAN, NO JANTAR DE CAMPANHA DESTA NOITE?

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Amanhã encerra-se um ciclo político que para o PAN foi o da afirmação. No domingo iniciaremos o período da consolidação.

Não querendo trazer para o PAN maiores virtudes do que aquelas que podemos efetivamente reclamar, posso hoje afirmar de consciência tranquila que cumprimos e superámos aquilo a que nos comprometemos com os portugueses e as portuguesas há 4 anos: dar voz aos que nunca eram ouvidos, trazer visibilidade a preocupações sociais que eram menosprezadas ou ridicularizadas, expor os interesses de algumas indústrias fortemente apoiadas pelos partidos incumbentes, colocar o ambiente no centro do debate político e social.

Mas acima de tudo a difícil entrada do PAN no parlamento veio confirmar que todos podemos fazer a diferença! Seja qual for a nossa condição à nascença, nacionalidade, religião, género, orientação sexual, condição económica ou orientação ideológica, todos podemos contribuir para a concretização de sonhos que nos dizem ser impossíveis!

Para o PAN não há aspirações impossíveis, estamos no sistema político-partidário para procurar soluções para os velhos problemas e para os desafios do século XXI. Não temos as respostas todas e ainda temos muito por onde crescer e evoluir, mas catapultámos para o centro do debate social, político e económico, o potencial de concretizarmos, enquanto sociedade, uma transição para um futuro sustentável e justo.

Com apenas um deputado e um minuto para falar, tivemos, nos últimos quatro anos, a nossa acção política profundamente limitada. Mas tal não nos impediu, muito pelo contrário, de honrar o compromisso que assumimos com as pessoas: o de trabalhar todos os dias com rigor e sempre na procura de consensos que se traduzissem em melhorias para o país. Foi, de resto, essa postura construtiva que permitiu colocar intérpretes de LGP nas urgências dos hospitais, regular a publicidade de alimentos para crianças, contratar mais nutricionistas e psicólogos para o SNS, a distribuição de fruta no pré-escolar público, o fim do uso de louça descartável de plástico, a implementação da tara recuperável para garrafas de plástico, a interdição do abate de animais de companhia como meio de controlo populacional ou o fim da utilização de animais selvagens nos circos.

Mas está quase tudo por fazer. Fizemos o que nos deixaram. Fizemos o que pudemos com a força que tínhamos.

O programa que apresentamos a estas eleições legislativas reflete, justamente, a magnitude do desafio que temos pela frente mas também a confiança necessária para o encarar. Mas, mais importante, aponta um caminho que, podendo não ser o mais popular nem o mais desejado, é o necessário.

É um documento que tem em vista o ano de 2030, data apontada pelos cientistas climáticos como o ponto de não retorno.

Um programa que não se esgota na emergência climática e que prioriza a dignidade do ser humano e as respostas que se exigem à sua realização e autodeterminação; um programa que faz uma aposta firme no empoderamento das pessoas através da Educação e da Cultura enquanto ferramentas centrais na construção de uma sociedade mais empática e consciente; que dignifica e protege todos, do indivíduo aos ecossistemas, com políticas responsáveis para a sustentabilidade, a acessibilidade e de justiça intergeracional em áreas tão importantes como a Saúde, a Habitação, o Emprego ou a Justiça.

Este é um programa realista, que rasga a indiferença e não cede ao imediatismo.

Os partidos incumbentes não têm sido capazes de ler o momento em que vivemos e mostram-se incapazes para oferecer as respostas aos desafios do nosso tempo.

O problema não se resume, como todos nos querem fazer acreditar, em ser-se de esquerda ou de direita, o problema é não ter soluções e respostas eficientes para os reais problemas da sociedade do século XXI.

Vejamos como a ideologia se traduz em políticas insuficientes, e castra a evolução por não permitir alcançar as melhores respostas para um determinado problema num dado momento. Aquilo que ontem se afigurava como uma solução, hoje pode deixar de sê-lo, porque a sociedade está em constante mutação e o grande desafio da política é acompanhar o seu ritmo. A ideologia desilude por não acompanhar uma sociedade em permanente movimento.

Portugal poderia estar mais à frente não fosse a força do travão do conservadorismo ideológico de PSD, CDS e PCP.

[CDS] Imagine-se, o CDS, um partido presidido por uma mulher que defende a condenação das mulheres que decidem interromper a gravidez por entenderem não ter condições de a suportar, no âmbito do direito que têm sobre o seu corpo e a direcção da sua vida. O CDS é um partido que assim ataca e humilha as mulheres do nosso país.

É o mesmo partido que nega ver reconhecidos direitos humanos fundamentais a pessoas com identidade de género ou orientação sexual que não encaixam nos seus critérios marialvas. Para quem tanto enfatiza a família, querem proibi-la, negando e violando direitos elementares. Isto sim, é um insidioso ataque às pessoas e aos valores de uma sociedade do século XXI. O CDS é um dos partidos mais perigosos e extremistas, ao representar a homofobia, a transfobia e o incitamento ao ódio, através de uma linguagem carregada de intolerância.

O CDS parou no tempo, naquele tempo em que infligir sofrimento era um exercício de afirmação e uma demostração de virilidade. Aliás, a líder do CDS compara a tourada a um bailado. A nossa sorte é o CDS não ter parado no tempo em que os homens eram atirados aos leões.

A violência das políticas do CDS entrou inclusivamente dentro da casa das pessoas. A lei das rendas, em bom rigor a liberalização dos despejos, ainda hoje continua a afectar muitas pessoas em especial as mais idosas e as menos favorecidas. A Drª Assunção Cristas diz que põe as pessoas no centro das preocupações, mas acaba por metê-las no meio da rua. E é o PAN que não defende as pessoas…

[PSD] Lei das rendas que, recorde-se, foi aprovada num governo do PSD.

Um partido conhecido por ter no seu hino a palavra liberdade é o mesmo partido que hoje em dia quer criminalizar os jornalistas por exercerem a sua profissão.

O PAN, aquele partido que é frequentemente acusado de não saber do que fala, ao ver Rui Rio a querer matar o mensageiro, dá por si a pensar: será que vão dizer de Rui Rio o que dizem do PAN?

Isto é: ou não sabe do que fala ou não sabe o que é a democracia. É que não há democracia sem jornalismo. E o que defende Rui Rio é um feroz ataque a um dos pilares essenciais do jornalismo que é o direito a preservar o anonimato da fonte. Rui Rio prefere assim atirar no mensageiro em vez de resolver o problema que a mensagem traz: a corrupção sistémica.

Mas se a visão de liberdade do PSD é questionável, o seu conceito de seriedade é verdadeiramente fantasmagórico. E neste campeonato até consegue fazer a dobradinha: todos se lembram ainda das presenças fantasma atingindo inclusive o secretário geral do PSD, mais conhecido entre nós, ambientalistas, pelo vendedor do Tua, e agora, em plena campanha eleitoral, o país é contemplado com um caso que fere profundamente a credibilidade da casa da democracia, a Assembleia da República, o episódio da falsificação das assinaturas, conhecido por assinaturas fantasma.

Assistimos a mais um pontapé na democracia e é com este tipo de comportamentos que os cidadãos se afastam dos partidos e da política.

Se houvessem sondagens sobre a intenção dos partidos em enganar os portugueses, certamente que o PSD estaria numa melhor posição do que aquela em que se encontra. Vejamos mais um exemplo: um partido que apregoa frescura e juventude na política, tanto que, ineditamente, o seu candidato a primeiro ministro nem é cabeça de lista para priorizar um jovem, depois mostra pelo seu programa que não tem respostas para as principais preocupações dos mais jovens.

Basta constatar a total falta de visão do PSD em matéria de combate às alterações climáticas: um deserto. Alguém que diga ao Dr. Rui Rio que o principal desafio das nossas vidas não se resolve a mudar a caldeira.

[PCP] Mas se Rui Rio ainda muda caldeira, o PCP não muda nada. Em matéria ambiental é uma verdadeira desilusão. O PCP, tal como Trump, não reconhece valor ao Acordo de Paris.

Mas reconhece valor ao regime chinês, essa democracia de partido único, onde não existe liberdade de imprensa ou religiosa, que viola diariamente os direitos humanos fundamentais, sobejamente conhecido por caçar opositores políticos.

Felizmente o PCP não caça opositores políticos, mas apoia o baronato da caça, matilheiros, monteiros, criadeiros e demais agressores da vida animal.

E dou por mim a pensar que o PCP parece o irmão gémeo do CDS de quem foi separado à nascença…e o PAN é que tem problemas com a ideologia.

[BE] E por falar em ideologia, há quem diga, como Catarina Martins, que não se ser de esquerda nem de direita, isso não existe. E o PAN olha para o Bloco e conclui que o que existe é acumular ser-se de esquerda e de direita, não tivesse o Bloco suportado a política económica de Mário Centeno, o governante mais popular no eleitorado da direita e que até Rui Rio gostaria de ter como ministro. 

Assim, imagino que será fácil para o partido socialista levar o Bloco de Esquerda para o governo, um partido tão ideologicamente marcado à esquerda mas com ginástica suficiente para correr na pista da direita.

[PS] Já o PAN não precisa de se auto catalogar à esquerda ou à direita para saber o que quer e o que não quer. O nosso caminho é firme na rejeição das desigualdades e injustiças sociais, do esgotamento dos ecossistemas, e do utilitarismo das outras formas de vida.

O PAN nunca aceitará viabilizar um governo do partido socialista que quer explorar petróleo no nosso país, um governo que assine contratos para a construção de aeroportos antes de fazer avaliações de impacto ambiental; um governo que não compense aqueles que trabalham à noite ou por turnos; que continue a não apresentar medidas sérias de combate à corrupção; um partido que tem vergonha da agricultura biológica e que em matéria de Saúde continua a não ter políticas de prevenção da doença em detrimento das indústrias da saúde.

[Fecho. Agradecimentos]

Companheiras e companheiros, resta-nos pouco mais de 24 horas de uma campanha que se revelou intensa e desafiante mas também recompensadora. Uma campanha que quisemos fazer diferente, sem alimentar casos, pessoais ou judiciais, dando visibilidade a problemas ou a projectos que merecem ser divulgados.

É o culminar de uma legislatura e de meses de imenso trabalho que, à parte de nos convidar a melhorar no futuro, só nos pode orgulhar no presente. Mesmo sem os meios técnicos e humanos dos outros partidos, não deixámos de percorrer o país e o que vimos e sentimos foi de tal modo impactante que só podemos estar optimistas para o futuro.

Quero, a este tempo, manifestar o meu enorme agradecimento a todos os que se envolveram nesta campanha e que têm dedicado, quantas vezes com sacrifício pessoal, o seu tempo ao nosso movimento.

Muito, muito obrigado! E quero também agradecer aos nossos filiados e simpatizantes, cuja participação é cada vez mais reveladora da vitalidade do nosso partido. Todos e cada um de vocês, aqui e em todo o país, foram determinantes para que chegássemos aqui hoje com reais possibilidades de ver a nossa posição reforçada no sistema democrático português.

Quero, pois, apelar, para que não permitam, nem por uma vez, nem mesmo por um segundo, que as críticas que nos fazem vos façam desacreditar das vossas motivações e da nobreza da nossa luta.

Não contamos com a simpatia de tantos sectores influentes da sociedade, fomos o partido que mais sofreu campanhas de bullying e desinformação mediática sobre as nossas propostas, mas no domingo vamos mostrar que contamos com aquilo que realmente importa em política: a confiança das eleitoras e dos eleitores. Quando todos, da esquerda à direita, batem no PAN, é bom sinal, é sinal que estamos a fazer algo de positivo.

E no domingo queremos uma vez mais ser a surpresa das eleições e fazer história em Portugal, a história da transição e da mudança de paradigma na forma como nos relacionamos com os outros e com o planeta.

 “Ainda vamos a tempo!”. VIVA O PAN!

MUNICÍPIO DE VIZELA REÚNE COM OS PARTIDOS

Câmara Municipal reuniu com partidos candidatos às eleições legislativas

No seguimento da reunião solicitada a todos os partidos candidatos às eleições legislativas com assento parlamentar, o Presidente da Câmara Municipal reuniu com o PSD, o CDS, o BE, o PCP, o Aliança e o Iniciativa Liberal.

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Nestas reuniões, o Edil teve a oportunidade de destacar as duas grandes preocupações do executivo, que são a criação do nó de acesso à A11 em Vizela e a despoluição do Rio Vizela, entregando a cada um dos partidos um dossier sobre estes temas, aferindo da abertura dos partidos para a resolução destas duas problemáticas, que o Município de Vizela não dispõe de condições de resolver, por si só, sem o adequado apoio do Governo.

Entendeu, assim, a Câmara Municipal ser o momento ideal de sensibilizar os partidos políticos para que tenham atenção a estas problemáticas do Concelho de Vizela, atendendo a que se encontra a decorrer o processo eleitoral, muito importante para democracia portuguesa e que são os próximos eleitos que irão diligenciar para a resolução dos problemas do concelho de Vizela.

De destacar que a Câmara Municipal de Vizela tem feito tudo que está ao seu alcance para a construção de um acesso à A11 em Vizela, tendo já apresentado um anteprojeto com a respetiva viabilidade de execução do projeto e os custos financeiros da obra, PNI 2030, o instrumento de definição das prioridades de investimentos infraestruturais estratégicos de médio e longo prazo, nos setores da Mobilidade e Transportes, Ambiente e Energia.

A Câmara Municipal considera também que a despoluição do Rio Vizela é uma medida essencial para o desenvolvimento sustentado do Concelho, pelo que se torna evidente e necessário exigir por parte dos responsáveis a resolução definita do problema da despoluição do Rio Vizela.

Assim, o Município de Vizela fará tudo o que estiver ao seu alcance para que a resolução destas questões, colocando-se, desta forma, ao lado dos Vizelenses em mais uma luta pela defesa dos seus interesses e dos interesses do Concelho.

ASSUNÇÃO CRISTAS FEZ CAMPANHA EM BARCELOS

Assunção Cristas foi recebida com entusiasmo em Barcelos e Telmo Correia apelou ao voto no CDS PP para a defesa das propostas de direita no distrito

O dia de Campanha do CDS PP no distrito de Braga foi acompanhado pela Presidente do Partido Assunção Cristas que veio a Barcelos acompanhar Telmo Correia e a lista de candidatos em ação na feira semanal. “Fomos muito bem recebidos, com entusiasmo e sentimos a confiança das pessoas” começou por dizer Assunção Cristas. A líder o CDS apontou depois para o dia de domingo, data das eleições. “É muito importante que as pessoas vão votar e expressem o seu voto no CDS porque o que está em questão aqui no distrito é a eleição de um deputado entre o CDS e os partidos mais à esquerda. A eleição do Durval Ferreira, famalicense e que bem conhece o distrito, será importante para o equilíbrio de forças e para a defesa das propostas do CDS e do distrito” rematou Assunção Cristas.

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Depois da arruada pela feira a comitiva seguiu para um almoço de campanha com representantes de todas as concelhias do Partido em Braga. Telmo Correia, cabeça de lista pelo distrito realçou a importância de manter a votação no CDS. “Queremos continuar a fazer um trabalho de defesa do distrito, e há aqui muitas questões, como a mobilidade, o estado social de parceria, a defesa do investimento público em obras necessárias e identificadas ao longo da campanha, de que não abdicaremos de defender Braga e todos os seus concelhos”.

Deputado eleito pelo distrito desde 2009, Telmo Correia agradeceu ainda o empenhamento dos militantes nesta campanha. “Desde o líder distrital Nuno Melo até os presidentes de concelhia e aqueles que diariamente nos acompanharam nesta viagem, concelho a concelho, num contacto direto com as pessoas, com as suas realidades e com os seus problemas. A nossa mensagem é muito clara e o nosso compromisso é não esquecer nada do que registamos que exige mudança”.

O último dia de campanha do CDS PP será passado em diversas cidades do distrito, com ações junto das pessoas, mas sem qualquer caravana em respeito pela morte de Diogo Freitas do Amaral, fundador do partido.

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AS ELEIÇÕES DE 6 DE OUTUBRO DE 2019: VOTAREI ONDE SEMPRE VOTEI (4)

  • Crónica de Gonçalo Fagundes Meira

Entendo que o que mais deve ser valorizado no Ser Humano é a sua coerência de princípios. Contudo, os cidadãos, sem se desviarem de processos de seriedade e de defesa de valores sociais e éticos, não podem remeter-se a posições estáticas, indiferentes à evolução do mundo. Quem sonha com uma sociedade mais justa e humana, não pode estar agarrado a práticas que o tempo provou estarem desadequadas.

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1975. Primeiras eleições livres em Portugal

 

Por mim, sempre atento à mudança, também permaneço fiel às origens. Como sempre disse e escrevi, entendo a democracia como um sistema onde todos são pessoas, com pluralismo ideológico, eleições livres, alternância de poder e onde todos possam fruir da liberdade para exprimir a sua razão. Entendo ainda que, neste quadro, não devem caber forças extremistas que perfilhem o oposto a estas condutas, com a agravante de não aceitarem o respeito das minorias, a convivência entre raças e a defesa da paz, conceitos que estimulam o subdesenvolvimento, a agressividade e a não dignificação dos indivíduos nos seus direitos básicos.

Também é por isso que aplaudo a nossa integração na União Europeia, espaço de liberdade, de união de esforços na persecução de uma economia evoluída, de inquietações com o ambiente, e onde grande parte dos povos do mundo aspiram a viver. Trata-se de uma comunidade longe da perfeição, mas com liberdade suficiente para a irmos melhorando, não se justificando por isso o aparecimento de personalidades e estados que a tentam por em causa, minando-a nos seus principais alicerces, atitudes que devem merecer o nosso maior repúdio.

Sobre as eleições que aí estão, estou convencido de que, sem grandes maçadas, todos os partidos gostariam de proporcionar aos seus concidadãos um país de boa vivência. O que os diferencia, para além de outras razões, são os caminhos para lá chegar: se deve haver mais ou menos estado, mais ou menos liberalismo económico e mais ou menos direitos sociais para as populações. As dúvidas para mim não se colocam. Defendo uma sociedade que, não pondo em causa os princípios elementares da economia como fator de progresso, vê no cidadão o seu agente principal. Por isso, não escondo que, nestas eleições, mais uma vez, votarei onde sempre votei.

goncalofagundes@gmail.com

CDS EM CAMPANHA PELO MINHO DÁ PRIORIDADE À SEGURANÇA E À AGRICULTURA

Segurança e Agricultura: CDS PP passou dia entre Braga e Famalicão.

A dois dias do final da Campanha eleitoral os candidatos do CDS-PP no distrito de Braga acentuaram as acções de campanha, com iniciativas embraga e Famalicão. “Estamos a levar o nosso programa, que temos a convicção de ser aquele que melhor defende as pessoas e a ouvir as suas queixas e expectativas de mudança em políticas sociais e essencialmente à libertação da maior carga fiscal de sempre registada nos últimos quatro anos e imposta pelos partidos à esquerda que governaram o país” começou por dizer Telmo Correia.

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Em Braga o CDS PP reuniu com o Comando Geral da PSP com Telmo Correia a registar questões já antes levantadas pelo partido. “O número de efetivos, meios e equipamentos no distrito é curto para o crescente número de população, atividade económica e isso tem obrigado ao desdobramento dos efetivos, com subcarga de serviço e algum descontentamento com a carreira. Depois há outra questão que nos preocupa, que tem a ver com os crimes contra as forças de segurança. Se não protegemos quem nos protege entramos numa espiral perigosa…”.

De Braga os candidatos seguiram para Famalicão onde estiveram reunidos com a direção da Fagricoop – Coooperativa de agricultores locais. Telmo Correia ouviu também aqui queixas. “Há um descontentamento pelo valor pago ao produtor e pela distribuição de apoios. Nós no CDS continuamos a defender o investimento na agricultura e atividade produtiva de forma a preservar o território, fixar população e desenvolver a economia primária”.

Na feira de Famalicão Telmo Correio recebeu incentivos e fez balanço do trabalho feito em todos os concelhos do distrito. “Visitamos todo o distrito, escutando as pessoas e as suas preocupações. Estamos certos de que muitas das soluções para os problemas que fomos registando estão no que propomos e no que defendemos no nosso programa eleitoral, na defesa do qual nos vamos bater na próxima legislatura”.

O cabeça de lista do CDS no distrito de Braga deixou ainda o apelo à participação nas eleições  de domingo. “É necessário que este descontentamento que fomos registando se expresse domingo nas urnas”.

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CDS/PP REUNIU COM INSTITUIÇÕES EM BRAGA

Telmo Correia privilegiou ainda o contacto com as pessoas na feira semanal da cidade.

Os candidatos do CDS-PP no distrito de Braga dedicaram o dia de terça-feira para contactos na capital de distrito, em ações de campanha que começaram pela manhã na estação de caminhos de ferro e na feira semanal de Braga. “Quando nos perguntam porque é que continuamos a fazer estas ações a resposta é obvia: é aqui que encontramos pessoas reais, com problemas reais, e que muito contribuem para a formulação das ideias que os políticos devem ter para a resolução dos problemas das pessoas” começou por salientar Telmo Correia depois da visita à feira semanal de Braga. “Por exemplo aqui na estação ferroviária ouvimos as queixas que já conhecemos e que tema ver com a questão da discriminação nos passes sociais, que em Lisboa e no Porto tem um custo menor que aqueles que as pessoas do distrito de Braga tem para as suas deslocações, uma medida que nós CDS defendemos que deve ser equitativa e não eleitoralista, como nos parece que foi o caso” acrescentou o cabeça de lista do partido pelo distrito.

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Candidatos visitaram APVG- Associação Portuguesa de Veteranos de Guerra e o Instituto Monsenhor Airosa.

Na cidade Telmo Correia visitou depois a APVG onde reuniu com os responsáveis que apresentaram reivindicações antigas e que dizem esquecidas pelos Governos. “Apenas no tempo do Dr. Paulo Portas nos prestaram algum atenção e acabaram-nos com a acumulação dos benefícios da designada pensão de sangue” disse Augusto Oliveira Freitas presidente da associação.

Telmo Correia lembrou que o CDS PP tem mantido uma posição clara nesta matéria, e que o partido na Assembleia da República deu contributos para a definição do Estatuto do Combatente, uma proposta que o Partido Socialista acabou por não permitir a discussão na última legislatura. “Aqueles que defenderam a serviram Portugal e a nossa bandeira merecem o nosso respeito e por isso propusemos a reposição do regime do que foi retirado em 2009 e que permitia a acumulação dos benefícios - no caso daqueles que estiveram em situação de perigo e de guerra - e por outro lado o reconhecimento do estatuto ao nível das doenças profissionais e do apoio nessa matéria. Esta foi uma discussão que o Partido Socialista não permitiu que acontecesse na última legislatura mas deixamos o compromisso de voltar a lançar no próximo mandato o tema para discussão”.

Na outra visita realizada pelos candidatos ao Instituto Monsenhor Airosa, uma IPSS que acolhe mais de meia centena de crianças jovens e idosos, em muitos casos sem retaguarda familiar e portadores de deficiência, Telmo Correia encontrou uma realidade que é parte daquilo que o partido repetidamente tem dado conta nesta campanha, a defesa do estado social de parceria “Sabemos que à esquerda se defende o fim das parcerias na saúde, nas escolas, no setor social mas depois vamos para o terreno e percebemos que se não existissem instituições do setor social como a que aqui visitamos no apoio a estas crianças, jovens e adultos - muitos deles que encontram aqui a sua única família - estariam numa situação de risco porque o estado não tem capacidade de dar resposta a este tipo de necessidades”.

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PAULO PORTAS EM BRAGA APELA AO VOTO NO CDS

Paulo Portas deixou manifestação de confiança à candidatura Distrital. Ex- líder do CDS apela ao voto no partido.

Paulo Portas deixou mensagem de apoio a Telmo Correia e à lista de candidatos do CDS-PP no distrito de Braga, numa mensagem feita esta segunda-feira. O ex-Presidente do CDS PP apelou à mobilização dos eleitores para as eleições de domingo. Depois de 2015 o importante é saber quantos deputados os partidos somam, e por isso é essencial eleger os deputados do CDS no distrito de Braga porque só assim somam. Cada voto que faltar ao CDS, cada deputado que faltar ao CDS, contribuirá para as forças de esquerda” disse Paulo Portas na mensagem partilhada nos meios de comunicação de campanha.

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Presidente do partido ao longo de 16 anos, Paulo Portas deixou elogio ao cabeça de lista do partido no distrito de Braga. “Representa o distrito no parlamento desde 2009, com trabalho parlamentar reconhecido. Conheço o Telmo Correia há muitos anos e benefício muito do seu conselho, da sua sabedoria, das suas ideias e como deputado é reconhecidamente um dos melhores parlamentares da Assembleia da República. Tem experiência, é uma pessoa moderada, firme nas suas convicções e representa muito bem os nossos valores”.

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O dia de campanha do CDS PP pelo distrito de Braga foi intenso, com passagem pela feira de Vieira do Minho, por Famalicão e Vila Verde, onde os candidatos visitaram o hospital da Misericórdia. “É um excelente exemplo do que temos vindo a defender, de um hospital da misericórdia que presta um serviço à população, que pode ser reforçado. Não faz sentido que as populações não beneficiem deste conjunto de equipamentos e tenham de se deslocar para os hospitais de referência em Braga ou Barcelos, só porque são hospitais do Serviço Nacional de Saúde” disse Telmo Correia. “O que nos interessa são as pessoas e as suas necessidades, sendo que se o serviço é público ou privado, é uma questão ideológica sem sentido quando o que deve estar primeiro é a prestação de cuidados de saúde” concluiu.

Neste dia de Campanha a caravana do CDS esteve ainda em Famalicão onde Durval Tiago Ferreira, segundo da lista de candidatos pelo distrito, foi muito critico em relação ao governo socialista dos últimos quatro anos. Famalicense, Durval Ferreira disse que “não se compreende que num dos concelhos mais exportadores do país se continue a não encontrar soluções rodoviárias para a exportação, nomeadamente um a nova ponte sobre o rio Ave e via de ligação ao aeroporto ou porto de Leixões” ou se continue a adiar a instalação de uma Loja do Cidadão na cidade “apesar de todos os contributos que o município tem dado nestas duas questões mas exemplares do desinvestimento público do governo nos últimos anos”.

Durval Tiago Ferreira deixou o compromisso de eleito ser voz destas questões no parlamento “porque o que nos preocupa são as pessoas e temos de defender estas questões e exigir estes investimentos”.

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CDS/PP FEZ AÇÃO DE CAMPANHA EM BRAGA EM DIA DE DISCUSSÃO SOBRE O CASO TANCOS

Em dia de tomada de posição publica sobre ‘Tancos’, com a líder do CDS PP Assunção Cristas a exigir um total esclarecimento sobre todas as contradições do processo, o CDS PP fez campanha pelas ruas e mercado da cidade de Braga e em Famalicão.

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OS candidatos do CDS PP apelaram ao voto e escutaram das pessoas as preocupações e dificuldades que sentem.

“As pessoas receberam-nos bem e estão identificadas com as propostas do CDS, sendo a questão da baixa de impostos aquela que mais referem, até porque se queixam a falta de rendimento e da necessidade de mais apoios sociais” disse Durval Tiago Ferreira, número dois da lista do partido depois da arruada pela capital de distrito.

A comitiva passou ainda na Feira de S.Miguel em Famalicão, terra natal do candidato centrista, onde voltou a escutar das pessoas alguns lamentos. “Há descontentamento das pessoas em vários setores, sendo que o nosso compromisso, e confiamos que nos possam confiar o voto, enquanto deputados é levar à Assembleia da República todas estas questões locais, exercendo mandato com proximidade e centrados nas pessoas, como aliás faz sentido e é mote da nossa campanha”.

A campanha do CDS PP pelo distrito prossegue este domingo em Cabeceiras de Basto e Terras do Bouro.

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CAMPANHA SOCIALISTA NAVEGA NO RIO MINHO NA COMPANHIA DE AUTARCAS GALEGOS

Passeio de barco Rio Minho com Tiago Brandão Rodrigues - amanhã, dia 28/9, 16h - Vila Nova de Cerveira

Amanhã, sábado, dia 28 de setembro, a lista de candidatos ao PS à Assembleia da República pelo círculo eleitoral de Viana do Castelo, vão dar um passeio de barco pelo rio Minho que aproveitarão para apresentar as propostas para valorização e reforço da cooperação transfronteiriça. A comitiva socialista, liderada por Tiago Brandão Rodrigues, terá a companhia de autarcas galegos do outro lado da raia.

O embarque terá lugar no cais do remo de Cerveira A.D.C.J.C., em Vila Nova de Cerveira, às 16h00 e o desembarque decorrerá uma hora mais tarde no cais do Ferryboat de Caminha.

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CAMPANHA DO CDS/PP NO MINHO: TELMO CORREIA FOI RECEBIDO NA CÂMARA DE VIZLA

CDS PP atento à poluição do Rio Vizela e ligação à Auto-Estrada

“Há aqui duas questões prioritárias que nos foram apresentadas, que já conhecemos e que assumimos com o Presidente de Câmara levar à discussão na legislatura que é da ligação à auto-estrada e a poluição do Rio Vizela”, este foi o compromisso deixado pelo cabeça de lista do CDS PP Telmo Correia depois de recebido pelo líder do município Victor Hugo Salgado.

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“Já tivemos esta discussão sobre o rio por mais que uma vez, sabemos que o governo tem ‘lavado as mãos’ da questão e recebemos do Presidente de Câmara um dossier pormenorizado sobre os pontos de poluição e a solução que preconizam para o fim do problema”. Na reunião o autarca salientou que cabe ao ministério do ambiente encontrar uma solução e meios “de que o município não dispõe”.

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Outra das questões levantadas por Vitor Hugo Salgado foi a necessidade de criação de um nó de ligação no concelho à auto-estrada. “É um dos poucos concelhos do distrito de Braga, que sendo atravessado pela auto-estrada não tem nó de ligação à auto-estrada. É uma região com indústria exportadora e que tem aqui um potencial turístico grande pela existência das Termas, que se vê de alguma forma constrangida pela falta de uma rápida ligação às principais vias de ligação do país, como referiu o seu presidente”.

Telmo Correia deixou o compromisso de levar o assunto a debate. “A eleição é em outubro e em novembro deveremos estar a discutir o Orçamento de Estado, e temos esta questão como uma das que vamos colocar na agenda para que sejam dados passos neste sentido”.

Os candidatos do CDS PP estiveram ao longo de todo o dia em Vizela, com visita ao quartel da GNR, ações de campanha na feira semanal e nas Termas de Vizela. “Fiquei muito satisfeito por constatar que as Termas de Vizela estão em plana atividade, o que contrasta com outra visita que aqui fiz há anos atrás e que justificaram a nossa intervenção na Assembleia da República, com um diploma que de resto resultou na excelente atividade que hoje temos no turismo termal”.

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CANDIDATOS DO CDS ESTIVERAM EM FAFE

Canil Municipal está lotado e é necessário complementar nova lei.
O candidato do CDS PP Telmo Correia visitou o canil municipal em Fafe onde constatou os reflexos da legislação em vigor no que respeita aos animais de companhia, com uma sobrelotação do espaço. “Falamos muito em direitos dos animais, nós entendemos a questão numa perspetiva humanista e numa obrigação das pessoas de tratarem bem os animais.

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A lei está a trazer problemas de lotação nos espaços e, já que antes não foi tido esta questão em conta, agora é necessário tomar novas medidas”. Telmo Correia diz que “Há necessidade de complementar a legislação, educar para a cidadania, evitando o abandono dos animais, a sobrelotação dos espaços, garantindo que os animais possam ser guardados e recolhidos em condições”. O candidato a deputado apontou soluções “que passam por sensibilizar para o não abandono dos animais, fomentar campanhas de esterilização e incentivar a adoção”.
Na passagem por Fafe a caravana do CDS PP visitou a as valências da ACR – Colégio de Fornelos, instituição exemplar na perspetiva de Telmo Correia no que pode ser a ligação entre as instituições de educação e setor social com o Estado. “O Estado pode e deve ter uma parceria com privados que estão no terreno e conhecem as necessidades, quer na infância quer na terceira idade. Este é um bom exemplo de um projeto aberto à comunidade, que pode ser trabalhado em articulação com o Estado e com ganhos para esta população, como defendemos no nosso programa eleitoral”.
Acompanhado pelos restantes candidatos da lista no distrito Telmo Correia esteve ainda na feira de Fafe, fazendo um balanço positivo do que tem sido a campanha do partido. “Estamos na rua e a falar com as pessoas, que já perceberam a mensagem do CDS PP e que vão de encontro ao que é a nossa primeira proposta de baixa de impostos”.
A campanha do CDS PP prossegue no distrito esta quinta-feira, com passagem por Vizela onde Telmo Correia tem agendada reunião com o presidente do município.

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ASSUNÇÃO CRISTAS ESTEVE EM FAMALICÃO

A Presidente do CDS/PP, Assunção Cristas, esteve ontem em Famalicão em acção de campanha, acompanhada pelo líder distrital Nuno Melo e o cabeça de lista no distrito nas legislativas de 6 de Outubro Telmo Correia.

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No inicio da campanha partidária, o jantar juntou meio milhar de apoiantes. 

A tarde passada em Braga teve visita à StartUP Braga e ao edifico GNRation, seguida de arruada pelo centro da cidade em contacto direto com a população.

Assunção Cristas volta ao distrito na última semana de campanha.

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CANDIDATOS DO PARTIDO SOCIALISTA VIAJARAM NA LINHA DO MINHO

Os candidatos do Partido Socialista pelo círculo eleitoral de Viana do Castelo viajaram esta manhã na Linha do Minho.

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Partindo de Barroselas e Valença, os diferentes grupos de candidatos convergiram para Viana do Castelo, aproveitando o ensejo para contactar os utentes desta linha ferroviária que transporta quotidianamente centenas de estudantes e trabalhadores ao longo do seu percurso.

Foi uma oportunidade para observar in loco as obras lançadas pelo atual Governo, no valor de 83 M€, que permitiram requalificar e eletrificar esta linha, trabalhos concluídos no troço entre Nine e Viana do Castelo e que estão em curso no troço entre Viana do Castelo e Valença.

Com estas obras será possível aumentar o transporte de mercadorias e a frequência dos comboios de passageiros, com viagens mais rápidas, diretas, ecológicas e seguras.

O investimento em infraestruturas ferroviárias é essencial para alcançar a meta da redução em 40% das emissões de CO2 até 2030, passo necessário para a neutralidade carbónica e para um modelo de desenvolvimento sustentável.

O programa eleitoral distrital do PS assenta no compromisso expresso de salvaguardar a qualidade ambiental e paisagística do Alto Minho, uma das características distintivas desta região, e numa ação consistente para a melhoria das suas acessibilidades e condições de mobilidade.