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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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BISCOITOS ARTESANAIS MIOLO DE NÓS®: UM MIX DE TRADIÇÃO COM MODERNIDADE EM TRÊS SABORES: SÉSAMO, CAJU E ERVA-DOCE

Marca 100% portuguesa inspira-se na Portugalidade para criar a sua variedade de biscoitos doces

A Miolo de Nós®, uma marca 100% portuguesa, localizada em Famalicão, inspirada na força e ímpeto do caráter de ser Português, criou uma variedade de biscoitos doces artesanais com 3 sabores surpreendentes: sésamo, erva-doce e caju.

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É uma autêntica viagem sensorial através de sabores que têm origem no melhor da essência de ser português, em toda a sua vertente histórica e cultural.  A Miolo de Nós® quis trazer para perto o Brasil (país irmão), com os biscoitos de caju; o aroma do Oriente trazido pelos navegadores portugueses, com as especiarias e o sésamo;  e que não faltassem as notas campestres da gastronomia alentejana, com a erva-doce. 

De qualidade superior, os biscoitos são produzidos com métodos artesanais e matérias-primas cuidadosamente selecionadas. São o resultado de bons ingredientes trabalhados por mãos que gostam do que fazem. A Miolo de Nós® gosta de tradições, mas adora ser moderna.

Apostando na promoção de uma alimentação equilibrada, a Miolo de Nós®  procura a utilização de elementos saudáveis na produção dos seus biscoitos, sem comprometer o seu sabor e/ou a sua textura. Assim, privilegia as gorduras “boas” (caju, azeite), as sementes como fonte de nutrientes e fibras (sésamo), e também as plantas aromáticas que reduzem o apetite e auxiliam o processo digestivo (erva-doce).

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QUEM FOI O ABADE DE PRISCOS QUE DÁ O NOME AO TÃO AFAMADO QUANTO DELICIOSO PUDIM BRACARENSE?

ABADE DE PRISCOS – Gastrónomo

Manuel Joaquim Machado Rebelo nasceu em Turiz em 1834 e faleceu em Vila Verde em 1930. Estudou no Seminário Arquidiocesano de Braga e ordenou-se sacerdote em 1861. Foi então nomeado pároco de Cunha (Arentim), de Bastuço (Barcelos), de Ruilhe (Braga) e, finalmente, de Priscos, desde 1883, até à sua morte.

À parte a sua ação pastoral, manifestou excecionais dotes como alfaiate e bordador, mas foi como gastrónomo que ficou na história. Concebeu inúmeras receitas culinárias, donde ressalta o já célebre pudim, conhecido e apreciado em todo o país. Consta que haveria um caderno com as suas criações gastronómicas, porém, nunca foi encontrado.

Na visita ao Norte do país do Rei D. Luís I, em 1887, foi o Abade de Priscos que se encarregou dos faustosos banquetes realizados em sua honra. Sabe-se também que o Arcebispo de Braga, de 1899 a 1913, D. Manuel Batista da Cunha, quando pretendia receber visitas ilustres, convidava o Padre Rebelo para dirigir os trabalhos de cozinha.

Texto: Manuel Campos

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Foto: Wikipédia

FAMALICÃO CRIA "BOMBONS DE CERVEJOLA"... COM CERVEJA DE VINHO VERDE!

Sim Bombons, um promissor e sustentável negócio  

Esta é uma união inesperada, mas bem-sucedida, de um dos negócios mais promissores no setor primário português: bombons de chocolate negro recheados com cerveja de vinho verde, branco ou tinto, e aguardente. “O teor alcoólico obriga a que sejam apenas para adultos.” Quem o afirma, em tom de brincadeira, é Susana Azevedo, a empresária de Vila Nova de Famalicão que, em 2017, iniciou o projeto da sua vida, a empresa Sim Bombons, detentora da premiada marca Sim Chocolate & Flavours.

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Com um crescimento sólido e contínuo, foi na perspetiva da inovação que recentemente surgiram estes “Bombons de Cervejola”, da marca Escândalo, com uma embalagem reciclada e reciclável, já certificada. “Um produto que surpreendeu o mercado, que reagiu de forma excecional, porque, mais uma vez, fizemos diferente e com muita qualidade”, conta.

A Sim Bombons está, aliás, a evoluir em matéria de sustentabilidade e economia circular. “A consciência ambiental está presente na produção das nossas embalagens e na gestão diária da nossa atividade”, diz Susana Azevedo, 38 anos, revelando que, no quadro de uma aposta interna de reforço dessa estratégia, será lançada, ainda durante este ano, uma embalagem biodegradável.

O ano de 2020 fica marcado como “o melhor de todos”, com a empresa a registar um crescimento na ordem dos 50% face a 2019 em termos de volume de faturação.

O objetivo imediato passa pela promoção das duas marcas já criadas. Para tal, desde novembro de 2019, dispõe de uma unidade de produção com cinco colaboradores e em que investiu 125 mil euros num equipamento que produz 2.000 a 3.000 bombons por hora, ainda que exista uma linha de bombons produzidos totalmente de forma artesanal. 

Mas, no futuro próximo, existe também a ambição de exportação, prevendo-se o lançamento de uma “nova e arrojada” marca de chocolates, que vai trazer ao mercado “algo apimentado e diferenciador”, adianta.

Susana Azevedo não tem dúvidas quando diz que tem hoje “um negócio inovador que apoia o comércio local e os produtores nacionais, com combinações de diversas gamas de produtos portugueses, e já reconhecido através de vários prémios”.

A história da Sim Bombons começou por brincadeira, no Natal de 2014, quando Susana e a filha, inspiradas pela magia da época e pela descoberta em preparar algo com amor, fizeram bombons para a família e amigos. Logo, surgiram comentários positivos e encomendas atrás de encomendas.

Susana começou por levar os seus bombons a eventos da região e o sucesso motivou-a a querer evoluir cada vez mais, atrevendo-se a inovar em sabores e cores. Até que, em 2017, deixou a sua profissão para abrir a Chocolataria SIM, em Vila Nova de Famalicão, com uma gama de produtos da marca Sim Chocolate & Flavours, constituída por bombons artesanais recheados, tabletes, crocantes, cacos e trufas cremosas de chocolates negro, Vinho do Porto, caramelo, espumante e vinhos verdes.

“Cremosos por dentro e estaladiços por fora, o segredo destes produtos famalicenses está na excelência do chocolate aromático utilizado, puro de origem, 100 por cento natural”, assegura.

Todos são produtos reconhecidos com o Selo Made IN Famalicão – Produto que é Nosso, atribuído pela Câmara Municipal, no âmbito do recente Programa de Incentivo ao Consumo de Produtos Locais e Endógenos.

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ALETRIA É UMA DAS MAIS REQUINTADAS DOÇARIAS DO MINHO

Aletria (do árabe hispanizado alaṭríyya ou aliṭríyya, a partir do árabe clássico iṭriyah, sendo este derivado do aramaico rabínico iṭṭĕrī[tā]: espécie de massa; este último seria proveniente do latim attrīta: 'esmigalhada', 'sopa') é uma massa alimentícia, de fios finos, utilizada para fazer sopas e doces. A palavra aletria pode corresponder à italiana vermicelli ou capellini ou à francesa vermicelle.

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Foto: Armanda Macedo

Llibre de Sent Soví, um conjunto de dois manuscritos do século XIV, em catalão, contém a compilação de 200 receitas, dentre as quais existem duas com alatria (170 : Qui parla con se cou alatria ou "como se cozinha aletria" e 171 : Qui parla con se cou carn ab alatria ou "como se cozinha carne com aletria"). Porém, aquilo a que chamavam aletria deveria ter um formato bem diferente dos atuais fios finos de massa.

A aletria provavelmente foi trazida para a Península Ibérica pelos mouros, no século VIII ou IX.

Manteve-se em Portugal e incorporada na culinária portuguesa, passando a designar a massa de fios muito finos, com a qual se prepara um doce típico de Natal, presente em quase todas as regiões do país. No entanto, com o tempo, o nome aletria foi desaparecendo na Espanha, mantendo-se apenas na região do antigo Reino de Múrcia. Destaca-se que a cozinha catalã se enriqueceu muito com produtos divulgados pelos árabes, inclusive a aletria.

Também no Brasil, a aletria é usada em doces e sopas, sendo também conhecida como "macarrão cabelo de anjo".

No Minho, a aletria é mais cremosa.

Fonte: Wikipédia

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INGREDIENTES

125 g Aletria Milaneza

1/2l. Água

2 col. chá Sal

300 g Açúcar

2 Paus de Canela

5 Gemas

1 Casca de Limão

q.b. Vinho do Porto

2 col. sopa Manteiga

q.b. Canela em pó

Comece por colocar a água, o açúcar, a casca de limão, o sal e o pau de canela numa panela a ferver.

Enquanto a água levanta fervura, parta com as mãos e para uma taça 125gr de Aletria Milaneza. Assim que estiver a ferver, reduza para lume médio, deite a aletria na panela e vá mexendo regularmente durante a cozedura (cerca de 4 minutos).

Entretanto, numa tigela, junte as gemas, o açúcar, o Vinho do Porto e um pouco de água. Misture até obter um preparado homogéneo.

Retire a Aletria do lume e misture com o preparado anterior, adicione a manteiga e leve novamente a lume brando a engrossar.

Por fim, deite a Aletria Cremosa numa travessa, deixe arrefecer e polvilhe com canela em pó a gosto.

Fonte: Milanesa

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Foto: https://www.alquimiadostachos.com/

BOLINHOS DE JERIMU OU ABÓBORA É UMA ESPECIALIDADE DA DOÇARIA TRADICIONAL DO ALTO MINHO

A típica receita de bolinhos de jerimu é tradicional da região de Viana do Castelo e particularmente comum na época do Natal. Os bolinhos de jerimu têm o sabor característico e agradável da abóbora que combina na perfeição com o travo a laranja. Esta é uma receita presente em muitas mesas de Natal, embora seja na zona norte do país onde a receita é mais apreciada.

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Preparação de bolinhos de jerimu

Comece por cozer a abóbora em água temperada com sal.Após estar cozida retire da água e coloque a sobre um escorredor algumas horas para ir largando a água ou até de um dia para o outro. Depois reduza a puré com a ajuda de um garfo.

Numa taça junte o puré, a farinha, o fermento, o açúcar e as gemas. Misture bem.

Bata as claras em castelo e acrescente ao preparado, envolvendo bem. Acrescente o vinho do porto e envolva mais um pouco.

Aqueça o óleo e vá colocando pequenos bolinhos formados por duas colheres, a fritar.

Depois de estarem dourados retire e coloque num prato com papel absorvente.

Ainda quentes polvilhe com açúcar e canela.

Receita: Nestlé

ROTA DA RABANADA ATRAI MAIS ESTABELECIMENTOS ADERENTES NO CONCELHO DE CAMINHA

Esta edição conta com mais dois locais

A ‘Rota da Rabanada’ atrai cada vez mais estabelecimentos aderentes. Desde o fim de semana, juntaram-se à iniciativa mais um café bar e um restaurante. De Âncora a Lanhelas há mais dois pontos de paragem obrigatórios e 32 especialidades de rabanada para saborear.

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Para além de novos estabelecimentos, são também cada vez mais as pessoas que procuram os cafés, pastelarias, mercearias, hotéis e restaurantes aderentes do concelho para provarem as especialidades disponíveis. Desde a sua criação, a ‘Rota da Rabanada’ é uma das atrações gastronómicas do concelho nesta altura do ano. Esta iniciativa tem como objetivos promover a gastronomia, dinamizar o comércio e a economia local.

Esta edição está a ser um sucesso. Conta com novos aderentes e novas especialidades, com destaque para a rabanada recheada com gelado e caramelo salgado. Até 31 de dezembro, o Município de Caminha desafia os amantes da rabanada a visitarem o concelho, nomeadamente as freguesias de Âncora, Vila Praia de Âncora, Lanhelas, Seixas, Moledo, Gondar, Vilar de Mouros e Caminha, para se deliciarem com as 32 especialidades de rabanada: infantil, de vinho do Porto, de frutos secos, de chila, recheada com maçã, recheada com abóbora, com doces de ovos ou fios de ovos, entre outras.

RABANADAS DE CAMINHA SÃO UMA GULOSEIMA DE LAMBER OS BEIÇOS!

Esta edição apresenta novas especialidades

A ‘Rota da Rabanada’ está de regresso ao concelho de Caminha. Novos aderentes e novas especialidades, com destaque para a rabanada recheada com gelado, estão a marcar a edição deste ano. Até 31 de dezembro, no concelho há cerca de 30 especialidades de rabanada para degustar em cerca de três dezenas de cafés, pastelarias, mercearias, hotéis e restaurantes aderentes do concelho.

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No concelho de Caminha a rabanada é um doce com tradição e está presente à mesa na consoada de todos os caminhenses. Desde a sua criação, a ‘Rota da Rabanada’ tornou-se uma das atrações gastronómicas do concelho nesta altura do ano. Esta iniciativa tem como objetivos promover a gastronomia, dinamizar o comércio e a economia local.

Assim, à semelhança das edições anteriores, o Município lançou o repto aos cafés, pastelarias, mercearias e restaurantes do concelho para que aderissem e com novas criações. Esta edição conta com a adesão de novos estabelecimentos e com novas rabanadas, como por exemplo a rabanada recheada com gelado. A rabanada infantil volta também a marcar esta “Rota da Rabanada”. Mas há muito mais para experimentar: rabanada de vinho do Porto, de frutos secos, de chila, recheada com maçã, recheada com abóbora, com doces de ovos ou fios de ovos, entre outras.

O desafio foi aceite por três dezenas de cafés, pastelarias e restaurantes do concelho. Até ao final do ano, no concelho, desde Vila Praia de Âncora a Lanhelas, passando por Seixas, Moledo, Gondar, Vilar de Mouros e Caminha há mais de 30 rabanadas diferentes para degustar nos cafés, pastelarias, mercearias, hotéis e restaurantes aderentes do concelho, isto é, cada um dos estabelecimentos aderentes terá à venda diariamente a sua ou as suas especialidades.

Para promover a iniciativa, o Município de Caminha elaborou o chamado “Passaporte Rota da Rabanada” com os diversos estabelecimentos aderentes, e a cada 5 carimbos diferentes, dará direito a uma oferta do Município de Caminha, a levantar nos Postos de Turismo do concelho. À semelhança do ano passado, portador do “Passaporte da Rabanada” quando for levantar o seu presente, poderá votar na sua rabanada favorita.

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CAMINHA: ROTA DA RABANADA NA EMENTA DE TRÊS DEZENAS DE CAFÉS, PASTELARIAS, MERCEARIAS, HOTÉIS E RESTAURANTES ADERENTES DO CONCELHO

Esta edição apresenta novas especialidades

A ‘Rota da Rabanada’ está de regresso ao concelho de Caminha. Novos aderentes e novas especialidades, com destaque para a rabanada recheada com gelado, estão a marcar a edição deste ano. Até 31 de dezembro, no concelho há cerca de 30 especialidades de rabanada para degustar em cerca de três dezenas de cafés, pastelarias, mercearias, hotéis e restaurantes aderentes do concelho.

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No concelho de Caminha a rabanada é um doce com tradição e está presente à mesa na consoada de todos os caminhenses. Desde a sua criação, a ‘Rota da Rabanada’ tornou-se uma das atrações gastronómicas do concelho nesta altura do ano. Esta iniciativa tem como objetivos promover a gastronomia, dinamizar o comércio e a economia local.

Assim, à semelhança das edições anteriores, o Município lançou o repto aos cafés, pastelarias, mercearias e restaurantes do concelho para que aderissem e com novas criações. Esta edição conta com a adesão de novos estabelecimentos e com novas rabanadas, como por exemplo a rabanada recheada com gelado. A rabanada infantil volta também a marcar esta “Rota da Rabanada”. Mas há muito mais para experimentar: rabanada de vinho do Porto, de frutos secos, de chila, recheada com maçã, recheada com abóbora, com doces de ovos ou fios de ovos, entre outras.

O desafio foi aceite por três dezenas de cafés, pastelarias e restaurantes do concelho. Até ao final do ano, no concelho, desde Vila Praia de Âncora a Lanhelas, passando por Seixas, Moledo, Gondar, Vilar de Mouros e Caminha há mais de 30 rabanadas diferentes para degustar nos cafés, pastelarias, mercearias, hotéis e restaurantes aderentes do concelho, isto é, cada um dos estabelecimentos aderentes terá à venda diariamente a sua ou as suas especialidades.

Para promover a iniciativa, o Município de Caminha elaborou o chamado “Passaporte Rota da Rabanada” com os diversos estabelecimentos aderentes, e a cada 5 carimbos diferentes, dará direito a uma oferta do Município de Caminha, a levantar nos Postos de Turismo do concelho. À semelhança do ano passado, portador do “Passaporte da Rabanada” quando for levantar o seu presente, poderá votar na sua rabanada favorita.

DOCES DE NATAL ENCERRAM PROGRAMA ANUAL DE GASTRONOMIA EM BARCELOS

A Câmara Municipal de Barcelos promove, no fim de semana de 5 e 6 de dezembro, o concurso Barcelos Doce. Durante estes dias, no Posto de Turismo, 11 pastelarias e padarias do concelho que participam neste concurso mostram a doçaria típica da época de Natal, como o bolo-rei, o pão de ló e o tronco de Natal, confecionados de acordo com as tradições gastronómicas da região.

A 11ª edição do Concurso Barcelos Doce promove a excelência dos doces tradicionais de Natal, confecionados em Barcelos, e possibilita, a quem visita a cidade nesta altura, uma experiência de sabores muito típica da quadra natalícia.

Esta iniciativa encerra o programa anual dos “7 Prazeres da Gastronomia”, promovido pelo Pelouro do Turismo da Câmara Municipal de Barcelos e que, de fevereiro a dezembro, apresentou o melhor da gastronomia local e regional, destacando os pratos típicos, como a lampreia, o bacalhau, o galo assado, o arroz “pica no chão” e, agora, a doçaria tradicional de Natal.

As pastelarias aderentes ao Concurso Barcelos Doce de 2020 são as seguintes: Padaria e Pastelaria Mercado do Pão (Barcelos), Padaria e Pastelaria Nata Selvagem (Lijó),Padaria e Pastelaria Santa Luzia (Barcelinhos), Pastelaria São Bento (Várzea), Padaria Flor de Durrães (Durrães), Padaria Pacheco (Viatodos), Pastelaria Chá e Nata (Rio Côvo Santa Eugénia), Pastelaria Campinho e Amaro (Vila Seca), Pastelaria Doce da Consolação (Vila Seca), Pastelaria Minnelli (Barcelos) e Pastelaria Rosa Cintilante (Gilmonde).

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PRESIDENTE DA CÂMARA DE VIZELA REUNIU COM PRODUTORES DE BOLINHOL PARA AVANÇAR COM PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO

Depois da eleição do Bolinhol de Vizela como uma das 7 Maravilhas Doces de Portugal, a Câmara Municipal desenvolveu, ao longo do último ano, uma estratégia de dinamização do Bolinhol, que passou por um conjunto de ações no sentido da promoção e divulgação do Bolinhol.

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No seguimento desta estratégia, o Presidente da Câmara Municipal reuniu ontem com todos os produtores do Concelho, tendo em vista avançar com o processo de certificação do Bolinhol, de forma a valorizar e preservar a sua autenticidade.

O processo abrange, para além do processo de certificação do Bolinhol, também a certificação das quatro casas produtoras e resulta de uma candidatura apresentada pela Autarquia, com uma comparticipação de 85%, sendo os restantes 15% suportados pela Câmara Municipal.

A aposta na certificação deste doce tradicional irá permitir aferir as características que fazem com que Bolinhol seja uma marca de Vizela, identificando as suas características, preservando sempre a sua confidencialidade, mas também protegendo o produto como sendo nosso.

De realçar que, decorrente da estratégia de dinamização do Bolinhol como uma das 7 Maravilhas Doces de Portugal, no final do ano transato, o Presidente da Câmara Municipal entregou a cada um dos produtores de Bolinhol, o diploma oficial das 7 Maravilhas Doces de Portugal, o selo para colocar nas caixas do Bolinhol e ainda uma placa para colocar na fachada exterior das lojas de cada um dos produtores.

A Câmara Municipal tem também implementado uma nova dinâmica na divulgação do Bolinhol, que tem passado pela associação deste produto endógeno aos eventos promovidos pela Câmara, com a presença dos produtores do Bolinhol, com stands próprios para a promoção do nosso doce típico, com destaque para a Feira do Bolinhol, uma das estratégias para manter o Bolinhol vivo como uma referência de Vizela.

De destacar também que a Autarquia tem criado condições para associar a imagem das 7 Maravilhas Doces de Portugal ao Concelho, sendo disso exemplo a alteração dos totems das entradas da cidade e das novas paragens de autocarros, onde foi colocada uma alusão ao Bolinhol como uma das 7 Maravilhas dos Doces de Portugal. É também intenção da Autarquia criar um monumento ao Bolinhol como forma de dar a conhecer a todos os que nos visitam que somos detentores de uma das 7 Maravilhas dos Doces de Portugal.

A Câmara Municipal de Vizela considera que a eleição do Bolinhol como uma das 7 Maravilhas Doces de Portugal deve ser devidamente promovida e divulgada pois, para além de reafirmar a identidade de um povo que, cada vez mais, sente que valeu a pena lutar pelo Concelho de Vizela, também homenageia todos aqueles que lutaram pela nossa autonomia, permite a promoção de Vizela, consolidando, desta forma, uma estratégia de dinamização do Concelho, assim como do comércio tradicional, em particular, dos que orgulhosamente vendem o nosso bolinhol, mas, também, de todos os comerciantes do ramo da restauração, que passam a ter mais um “trunfo” nas suas mesas.

UM ANO DEPOIS, CÂMARA DE VIZELA CONTINUA APOSTA NA DIVULGAÇÃO DO BOLINHOL

Vizela assinala hoje um ano da eleição do Bolinhol de Vizela como uma das 7 Maravilhas Doces de Portugal, vencendo entre 907 doces apresentados a concurso a nível nacional, uma vitória com uma enorme importância, que vai para além dos momentos de alegria que todos os vizelenses vivenciaram e que muito se orgulham.

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No seguimento desta eleição, a Câmara Municipal desenvolveu, ao longo do último ano, uma estratégia de dinamização do Bolinhol, que passou pelo reforço do Bolinhol nos eventos promovidos pela Câmara, mas também por um conjunto de ações no sentido da promoção e divulgação do Bolinhol como uma das 7 Maravilhas dos Doces de Portugal.

No final do ano transato, o Presidente da Câmara Municipal entregou a cada um dos produtores de Bolinhol, o diploma oficial das 7 Maravilhas Doces de Portugal, o selo para colocar nas caixas do Bolinhol e ainda uma placa para colocar na fachada exterior das lojas.

A Câmara Municipal tem, assim, implementado uma nova dinâmica na divulgação do Bolinhol, que tem passado pela associação deste produto endógeno aos eventos promovidos pela Câmara, com a presença dos produtores do Bolinhol, com stands próprios para a promoção do nosso doce típico, com destaque para a Feira do Bolinhol, uma das estratégias para manter o Bolinhol vivo como uma referência de Vizela.

De destacar também que a Autarquia tem criado condições para associar a imagem das 7 Maravilhas Doces de Portugal ao Concelho, sendo disso exemplo a alteração dos totems das entradas da cidade e das novas paragens de autocarros, onde foi colocada uma alusão ao Bolinhol como uma das 7 Maravilhas dos Doces de Portugal. É também intenção da Autarquia criar um monumento ao Bolinhol como forma de dar a conhecer a todos os que nos visitam que somos detentores de uma das 7 Maravilhas dos Doces de Portugal.

Assim, e no seguimento desta estratégia, durante o mês de setembro, o Presidente da Câmara Municipal irá reunir com todos os produtores de Bolinhol do Concelho, tendo em vista avançar com o processo de certificação do Bolinhol, de forma a valorizar e preservar a sua autenticidade.

A Câmara Municipal de Vizela considera que a eleição do Bolinhol como uma das 7 Maravilhas dos Doces de Portugal deve ser devidamente promovida e divulgada pois, para além de reafirmar a identidade de um povo que, cada vez mais, sente que valeu a pena lutar pelo Concelho de Vizela, também homenageia todos aqueles que lutaram pela nossa autonomia, permite a promoção de Vizela, consolidando, desta forma, uma estratégia de dinamização do Concelho, assim como do comércio tradicional, em particular, dos que orgulhosamente vendem o nosso bolinhol, mas, também, de todos os comerciantes do ramo da restauração, que passam a ter mais um “trunfo” nas suas mesas.

LUSOPRESS TV EM VIZELA PARA DIVULGAR BOLINHOL COMO UMA DAS 7 MARAVILHAS DOCES DE PORTUGAL

A Lusopress TV, meio de comunicação com sede em França e dirigido para as comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo, esteve em Vizela para uma reportagem sobre o Bolinhol de Vizela, enquanto Maravilha Doce de Portugal.

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O Bolinhol de Vizela foi eleito em 2019 uma das 7 Maravilhas Doces de Portugal, tendo ficado uma vez mais evidenciadas as suas qualidades e a sua importância em termos gastronómicos, culturais, turísticos e económicos. Tal reconhecimento serviu, e continua a servir, para potenciar a marca e o destino turístico Vizela, bem como a oferta gastronómica vizelense. 

Assim sendo, no passado dia 30 de junho a Lusopress TV, meio de comunicação com sede em França e dirigido para as comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo, esteve em Vizela para uma reportagem sobre o Bolinhol de Vizela, enquanto Maravilha Doce de Portugal. Foram visitados produtores do doce, tendo sido ainda sido entrevistado o Presidente da Câmara Municipal de Vizela, Victor Hugo Salgado, numa reportagem que será publicada em breve.

De destacar que esta divulgação vem no seguimento do Plano Municipal de Turismo, através da divulgação eficaz, em todo o território nacional e, sempre que possível, internacionalmente, do potencial turístico de Vizela.

Com esta iniciativa de promoção do Concelho, a Câmara Municipal pretende potenciar dinâmicas de reforço que permitam a consolidação da nova imagem e identidade de Vizela, como destino turístico privilegiado, experienciando os segredos de um vale recheado de saberes, sabores, prazeres e tradições caraterísticas.

ARCOS DE VALDEVEZ CERTIFICA "CHARUTOS"

Início do processo de certificação dos Charutos de Arcos de Valdevez

A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez vai investir cerca de 20.000 euros na certificação dos Charutos de Arcos de Valdevez, uma referência na doçaria tradicional do concelho.

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Os Charutos de Arcos de Valdevez, eleitos como uma das “7 Maravilhas Doces de Portugal, tratam-se de um dos doces tradicionais mais emblemáticos da região, e, de forma a valorizar a receita original, surgiu a necessidade de certificar este ex-líbris arcuense, preservando a receita autêntica deste doce regional.

Na última reunião de Câmara foi aprovada a abertura do procedimento concursal, tendo em vista a certificação dos Charutos de Arcos de Valdevez. Este procedimento tem como finalidade a elaboração de um guia de especificações e ações de acompanhamento às empresas aderentes ao processo de certificação dos Charutos de Arcos de Valdevez, assim como, o desenvolvimento de ações de capacitação para as entidades, sobre Inovação, Investigação & Desenvolvimento relativamente ao produto ou gastronomia tradicional.

A certificação deste doce tradicional irá permitir aferir as características que fazem com que os Charutos de Arcos de Valdevez sejam uma marca da região, identificando as características e as variáveis comuns em cada receita, bem como, o proteger a nível geográfico.

FIM DE SEMANA GASTRONÓMICO NO CONCELHO DE CAMINHA DESTACA O "ROBALO DO MAR DA ÍNSUA"

De 28 de fevereiro a 1 de março, há ofertas nos restaurantes e descontos nos alojamentos aderentes

De 28 de fevereiro a 1 de março, o concelho de Caminha promove mais um Fim de Semana Gastronómico, que destaca o “Robalo do Mar da Ínsua” e o tradicional leite creme queimado. Há ofertas nos restaurantes e descontos nos alojamentos aderentes. Esta é uma organização do Turismo do Porto e Norte de Portugal, E. R., que tem como parceiros a Câmara Municipal de Caminha e os Empresários do Concelho de Caminha. Para complementar o certame, o Município preparou atividades variadas.

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O fim de semana gastronómico volta a destacar um dos produtos do nosso mar, o robalo. No concelho estão envolvidos mais de três dezenas de restaurantes e mais de uma dezena de alojamentos com ofertas e descontos especiais. Os restaurantes aderentes vão oferecer um copo de vinho da região e os alojamentos um desconto de 10% nas noites de sexta-feira e sábado. Assim, o destaque nos restaurantes aderentes é o “Robalo do Mar da Ínsua”, como prato principal, e à sobremesa o leite creme queimado.

Além da gastronomia, o fim de semana gastronómico oferece um programa de atividades diversificado. Há cinema, exposições, conversa com o escritor Richard Zimler, visitas ao património do concelho entre outras atividades.

No dia 28, há cinema em Caminha e Vila Praia de Âncora. Em Caminha, no Auditório do Museu Municipal está em exibição o filme “A Mulher do Lado”, de François Truffaut, França, 1981. A sessão é gratuita e é organizada pela Locus Cinemae – Associação de Cinema de Caminha. Nos dias 28 e 29, no Cineteatro dos Bombeiros de Vila Praia de Âncora está em exibição o filme “Birds of Prey”, de Cathy Yan, EUA, 2019. A receita reverte a favor dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora.

No dia 29, pelas 15H00, no Cineteatro dos Bombeiros de Vila Praia de Âncora, poderá assistir a Uma Conversa, um Livro e às vezes um Filme” com Richard Zimler. A conversa será seguida pelo documentário “Noite e Nevoeiro”, de Alain Resnais.

Nesses dias, ainda é possível visitar o Núcleo Museológico do Centro Histórico de Caminha – Torre do Relógio - cuja entrada é gratuita; o Núcleo Museológico da Memória, Artes e Ofícios de Riba de Âncora; Moinhos D’Apardal e, ainda, o Centro de Interpretação Museológica do Vale do Âncora. Estes últimos carecem de inscrição.

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PONTE DA BARCA VOLTA A CONFECCIONAR O “MAIOR BOLO DE MEL DE PORTUGAL”: CEM METROS DE COMPRIMENTO É O OBJETIVO DESTE ANO

Cem metros de comprimento é o objetivo de quatro pastelarias de Ponte da Barca (Caracas, Cascata, Doce Lima e Liz.) que no próximo domingo, 12 de janeiro, pelas 14h30, na Rua Dr Joaquim Moreira de Barros, vão apresentar o Maior Bolo de Mel de Portugal – Bolo à Terras da Nóbrega, doce este que integrou o concurso “Sete Maravilhas doces de Portugal” promovido pela RTP1.

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Esta já é a quinta vez consecutiva que o Município de Ponte da Barca promove este evento, que como salienta o Presidente da Câmara, Augusto Marinho, “pretende valorizar os ingredientes mais tradicionais do concelho como o mel e as nozes, assim como dinamizar o comércio tradicional, dando visibilidade às pastelarias do concelho.”

A confeção deverá demorar cerca de seis horas e vai envolver mais de 100 quilos de farinha, 30 litros de mel, 50 quilos de açúcar, mais de 200 ovos e 20 quilos de nozes.

ENTRADAS NO SARRABULHO DE LOURES,COM FOLHADO DE ALHEIRA E FOLAR LIMIANO

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  • Crónica de Tito de Morais

Podemos dizer a título de abrir o apetite, que a edição do Sarrabulho à moda de Ponte de Lima a realizar dia 2 de Fevereiro em Loures, será ainda mais saboroso que as duas edições anteriores.

O motivo, divide-se em duas partes: primeiro, porque o Grupo Foclórico Verde Minho celebrará as Bodas de Prata, e o segundo, porque, haverá como entradas para o “ prato Rei” duas novas iguarias de Ponte de Lima: o Folhadão de Alheira de Galo -  produzida pela Minho Fumeiro, e como salgado confecionado pelo Mestre Bruno Alves, da Pastelaria Doce Encontro, e – o Folar Limiano – numa produção especial do colega Mestre Vítor Lima, uma especialidade gastronómica já consagrada na Europa, principalmente Espanha, França Bélgica e Luxemburgo, e talvez, brevemente, na Suíça!

Para molhar tudo, os comensais terão na mesa consagrados vinhos verdes  brancos Loureiros e Tintos da casta Vinhão, cujos rótulos serão oportunamente divulgados.

Mas, para confecionar em Loures, arredores de Lisboa, o principal prato da gastronomia, proprietários e cozinheiras de renome do Sarrabulho vão preparar tudo ao mais alto nível, como de costume: Paulo Santos, da Casa de S. Sebastião, em S. Pedro de Arcos; D. Fátima Amorim, do restaurante com o mesmo nome, e D. Goretti Bezerra Araújo, do Sonho do Capitão, ambos na Correlhã e D. Cassilda Quezado, do Solar do Taberneiro, na Vila.

Portanto, estimado amigo e leitor, apresse-se na inscrição, pois restam apenas alguns lugares no Refeitório do município de Loures, segundo a organização liderada pelo amigo Teotónio Gonçalves.

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