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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MONÇÃO REALIZA IV FESTA DA ROSCA E DO PAPUDO

Além das roscas tradicionais, certame, marcado para domingo, 21 de julho, apresenta roscas feitas à fase de Alvarinho e canela.

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A IV Festa da Rosca e do Papudo realiza-se no dia 21 de julho, domingo, na Praça Nossa Senhora dos Milagres, em Cambeses,visando a divulgação, promoção e comercialização daquele produto típico da doçaria local que, recentemente, participou no concurso “7 Maravilhas Doces de Portugal”, tendo ficado em segundo lugar na eliminatória distrital.

Além de provas de vinhos dos rótulos produzidos na freguesia (Cortinha Velha, Milacrus e Trinta Raios), a IV Festa da Rosca e do Papudo, com sessão de abertura marcada para as 10h30, engloba atuação de bombos, workshop sobre a rosca e o papudo, e criação de logotipo humano da rosca.

O programa prevê ainda a apresentação da mascote, do projeto de Requalificação Urbanística da Praça dos Milagres, da peça de teatro “Mãos de Açúcar”, da autoria da Associação Filarmónica Milagrense, bem como atuações dos grupos “Os Teimosos” e “Alma de Fado”.

Nos cestos e tabuleiros, junto às roscas tradicionais, os munícipes e visitantes poderão deliciar-se com roscas feitas à base de Alvarinho e canela. Duas confeções com grande expressividade nos últimos anos, proporcionando uma maior oferta deste doce típico do concelho de Monção.

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De geração em geração com muito amor.

A preparação das roscas e papudos acompanha o andar do tempo, passando de geração em geração. A massa é feita com farinha triga e água, à qual se junta manteiga, açafrão, fermento, sal e açúcar, ficando a levedar durante duas a três horas.

Passo seguinte, as mãos experientes das doceiras moldam as roscas e os papudos, sendo colocados em tabuleiros polvilhados de farinha triga para não "apegar". Vai ao forno de lenha, com porta sempre aberta, até alourar. No final, levam cobertura de açúcar refinado.

Nos últimos tempos, tem havido algumas inovações no processo de confeção, apresentando-se roscas feitas à fase de Alvarinho e canela. Nos dias festivos e à quinta-feira, dia da feira semanal, verifica-se a presença de várias “rosqueiras” nas ruas de Monção, comercializando esta doçaria caraterística do nosso concelho. 

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TERRAS DE BOURO INAUGURA TELA PROMOCIONAL DA PENEDA-GERÊS NO AEROPORTO SÁ CARNEIRO

Inauguração da tela promocional do Parque Nacional da Peneda-Gerês no  Aeroporto Sá Carneiro

No dia 12 de julho, autarcas, empresários turísticos de Terras de Bouro e a Associação Gerês Viver Turismo, deslocaram-se ao aeroporto Sá Carneiro, no Porto, para assistir e participar no evento de inauguração da tela promocional do Parque Nacional da Peneda-Gerês.

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Sublinhe-se a importância desta promoção do único parque nacional do nosso país, naquela que é o “maior porta de entrada” de fluxo de turistas na zona norte de Portugal e que estará em destaque neste local  até meados de setembro.

O ato ficou marcado pela intervenções do Presidente do Porto e Norte e dos Presidentes dos Municípios do PNPG, além do Diretor do Aeroporto.

O Município de Terras de Bouro, para além de material turístico promocional do concelho, apresentou também  o doce  “Beneditinos de S. Bento,” que  está na final distrital de Braga das 7 Maravilhas dos Doces de Portugal e os Pastéis de Sta. Eufémia.

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CHARUTOS DE OVOS DE ARCOS DE VALDEVEZ É O DOCE DO ALTO MINHO

Foi com grande satisfação e regozijo que Arcos de Valdevez viu os Charutos de ovos dos Arcos vencerem, no concurso 7 Maravilhas Doces de Portugal, do distrito de Viana do Castelo,  tendo ficado apurados para a semifinal que terá lugar no dia 24 de Agosto em Arcos de Valdevez.

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Este doce de origem conventual faz as delícias de quem o degusta e constitui um dos ex-líbris da doçaria arcuense, usado sobretudo na época da Páscoa e Natal. É feito com massa de hóstia, que envolve um recheio de gemas de ovo e açúcar, sendo um produto excecional e de forte identidade deste território.

A receita original, que permanece como a mais famosa, foi registada em 1963, como os Charutos dos Arcos da Doçaria Central, realizados com ingredientes 100% naturais e de produção caseira. Pensa-se que a fundadora deste estabelecimento terá aprendido num convento a fazer os doces pelos quais a casa é ainda hoje conhecida.

A Câmara Municipal agradece a todos os que tornaram possível este resultado, apelando a que todos se mantenham unidos e continuem a apoiar esta candidatura.

Depois de Sistelo, é possível agora ter mais uma Maravilha em Arcos de Valdevez.

Contamos com todos para os próximos momentos!

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AMARES REALIZA FESTIVAL DO BACALHAU

Festival do Bacalhau realiza-se entre os dias 12 e 14 de julho em Caldelas. Evento apresenta um kit de loiça própria como novidade

Os apreciadores de bacalhau vão poder deliciar-se com as melhores iguarias confecionadas à base deste petisco rei, acompanhadas pelo arroz fresco de feijão e regadas pelo refrescante vinho verde do concelho naquela que é a IV edição do Festival do Bacalhau. A iniciativa está de regresso à Vila Termal de Caldelas entre os dias 12 e 14 de julho.

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Os pormenores do evento gastronómico foram dados a conhecer, esta manhã, em conferência de imprensa à comunicação social, pelo presidente da Câmara Municipal de Amares, Manuel Moreira, pelo vice-presidente, Isidro Araújo, e pelo presidente da União de Freguesias de Caldelas, Sequeiros e Paranhos, José Almeida, na Loja de Turismo Interativa de Caldelas.

“Este é um evento muito importante para a economia do concelho e que tem atraído muita gente à Vila de Caldelas”, começou por referir o presidente da Câmara de Amares, admitindo que o objetivo central desta iniciativa é precisamente “revitalizar” a vila termal.

“Caldelas é uma vila linda, com imenso potencial e que precisa de gente a circular por aqui e este género de iniciativas, que são fruto do trabalho de promoção do território, registam uma grande procura e têm um impacto muito significativo no comércio, nas casas de turismo e alojamento local e é isso que se pretende”. “O concelho merece este tipo de iniciativas”, concluiu Manuel Moreira.

Mantendo o mesmo formato dos anos anteriores, a iniciativa apresenta-se com uma praça de alimentação ligeiramente maior e traz como novidade uma loiça especialmente criada para o evento – um kit que contém todo o material necessário para que os comensais possam usufruir da sua refeição e que pode ser levantado em local próprio para o efeito mediante uma caução de 1€.

 “Este festival está a ganhar consolidação e dentro dos próximos um ou dois anos procuraremos que ganhe mais impacto, nome e projeção. Estamos até a pensar promovê-lo na Galiza que pode ser um público-alvo muito interessante. Pode até ganhar uma dimensão e projeção diferente, mas para isso terá de ser repensado quanto ao seu modelo.” Nesta edição, a grande novidade será a louça específica do evento à semelhança do que acontece com o Festival das Papas”, revelou o vice-presidente da Autarquia, Isidro Araújo.

Promovido pela Câmara Municipal de Amares em parceria com a União das Freguesias de Caldelas, o Festival do Bacalhau conta com a participação dos restaurantes: O Correia, O Vale do Homem, Quinta do Côvo e Torres que vão servir ao púbico um menu fixo pelo preço de cinco euros, que inclui prato e bebida.

Para os visitantes que pretenderam degustar com uma refeição mais elaborada, os restaurantes vão ter à disposição outras alternativas mediante o preço de cardápio.

À boa gastronomia e ao típico espírito do arraial minhoto a que se pretende associar este festival, junta-se o bom ambiente proporcionado pela animação musical. A noite de sexta-feira vai ser animada por um grupo de cavaquinhos e a de sábado pelo cantador ao desafio Anjinho e companheira.

Política de descentralização do executivo municipal tem tido “bons resultados” 

Para o presidente de Junta da União de Freguesias de Caldelas, Sequeiros e Paranhos, João Almeida, este é um festival que “está consolidado” e que assenta numa “política de descentralização” dos eventos promovidos no concelho de Amares.

É uma ideia “fantástica” deste executivo e que tem tido resultados, sublinhou José Almeida, destacando o número de pessoas que visitam a Vila de Caldelas durante o evento e o “bom ambiente” que por lá se vive nesses dias.

José Almeida lembrou, ainda, que a Associação das Marchas de Caldelas vai estar também representada no festival, com uma tenda para venda de sobremesas confecionadas pelas mãos dos seus elementos.

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VIEIRA DO MINHO CANDIDATA BARQUILHERES ÀS "7 MARAVILHAS DOCES DE PORTUGAL"

Barquilheres de Vieira do Minho já estão em votação para as “ 7 maravilhas doces de Portugal”

Já iniciaram as votações públicas para as 7 Maravilhas Doces de Portugal e com elas a possibilidade de colocar os “Barquilheres de Vieira do Minho”, no painel dos melhores doces de Portugal.

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Para eleger os Barquilheres como um dos pré-finalistas nacionais terá de votar neste doce através do número 760 107 127 (Custo de chamada 0,60€ + IVA / válido apenas para números de telefone nacionais).

A votação para os Barquilheres termina no dia 15 de Agosto, durante o programa a emitir pela RTP, durante todo o dia.

Refira-se que este doce é apadrinhado por Júlio Machado Vaz, um apreciador desta iguaria e um visitante assíduo desta terra.

De salientar, que o doce vieirense é um dos 7 doces que está a representar o distrito de Braga nesta competição que visa eleger os sabores mais representativos de Portugal.

Os Barquilheres são uma especialidade centenária de Vieira do Minho, criada no seio de uma família de agricultores da freguesia de Mosteiro. Estes são preparados à base de produtos tradicionais, com ovos, farinha, açúcar amarelo, canela e limão. A particularidade desta iguaria está no processo de cozedura que, ainda hoje, é feita artesanalmente a fim de garantir uma textura finíssima e estaladiça. Cada Barquilhere é confeccionado à lareira, num recipiente em ferro previamente aquecido e untado com manteiga, e cumprindo as regras de cozedura em lume brando. Depois de cozido e ainda quente, é desenformado e enrolado delicadamente com as mãos de forma a obter um cone. Os Barquilheres podem ser degustados com mel, marmelada ou compotas caseiras. A herdeira da receita orgulha-se desse legado que lhe foi transmitido pela sua mãe, e espera que as gerações vindouras saibam apreciar e perpetuar esta sobremesa genuína e única. Os Barquilheres são muito apreciados pela gente da terra e têm conquistado um lugar proeminente à mesa dos vieirenses e nos eventos da Câmara Municipal.

7 MARAVILHAS DOCES DE PORTUGAL: VOTE NAS ROSCAS DE MONÇÃO – LIGUE 760 107 005

Os 140 doces (7 doces por distrito e regiões autónomas) votados por um painel de especialistas na segunda fase, entram agora na terceira fase com a votação do público. As Roscas de Monção fazem parte desta listagem deliciosa, sendo o único doce do Vale do Minho em concurso. As votações estão abertas. O número de apoio às Roscas de Monção é 760 107 005.

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Os doces que passam à fase seguinte são escolhidos pelo público, sendo divulgados em 20 programas de daytime, a emitir em direto pela RTP, entre 2 de julho e 16 de agosto. As Roscas de Monção participam no primeiro programa, 2 de julho, juntamente com os restantes seis doces eleitos pelo distrito de Viana do Castelo.

O doce mais votado em cada programa passa às semifinais do concurso. Uma novidade desta edição é a existência de um Grande Júri, o qual será responsável pela repescagem de oito candidatos. Assim, aos 20 pré-finalistas apurados pelo público, juntam-se mais 8 repescados, resultando numa lista de 28 pré-finalistas.

Em sorteio, serão divididos pelas duas semifinais, a realizar nos dias 24 e 31 de agosto, dois programas em direto na RTP1, transmitidos em horário nobre. Em cada semifinal, serão apurados os 7 doces com mais votos contabilizados, perfazendo um total de 14 doces que chegam à final.

Nesta fase, os sete elementos do Grande Júri assumem grande preponderância, comentando e provando os doces. A final decorre a 7 de setembro de 2019 e será transmitida pela RTP1, em horário nobre, elegendo as “7 Maravilhas Doces de Portugal”. 

Roscas de Monção

Preparada a massa com farinha triga e água, ao qual se junta manteiga, açafrão, fermento, sal e açúcar, fica a levedar durante duas horas. Depois, as mãos das doceiras moldam as roscas que são colocadas em tabuleiros e polvilhadas de farinha triga para não "apegar".

Posteriormente, vai ao forno de lenha, com porta sempre aberta, até apresentar um aspeto alourado, sendo “adornadas” com açúcar refinado. Com sabor inconfundível e textura única, é o doce perfeito para acompanhar um Alvarinho elegante e aromático. 

A confeção das Roscas de Monção, parte integrante do rico património gastronómico local, tem passado de geração em geração, estando, desde sempre, associada à celebração de romarias e a ambientes festivos realizados no concelho de Monção.

Nos últimos tempos, fruto da grande procura deste doce caraterístico da nossa terra, as Roscas de Monção, como os papudos, têm sido confecionadas para serem comercializadas na feira semanal da localidade, todas as quintas-feiras. As “Rosqueiras” apresentam esta doçaria sobre belos panos de linho, em grandes cestos de vime, vendendo-a à unidade ou em grupos de meia ou uma dúzia.

LIGUE 760 107 005. VOTE NAS ROSCAS DE MONÇÃO.

Na nossa Mesa, só nos falta a sobremesa.

BOLINHOL DE VIZELA É UMA DAS MARAVILHAS DOCES DE PORTUGAL

Bolinhol em votação para concurso 7 Maravilhas Doces de Portugal

No seguimento da candidatura submetida pela Câmara Municipal de Vizela, o Bolinhol está em votação para o concurso 7 Maravilhas Doces de Portugal, a partir de hoje, e até ao próximo dia 15 de agosto.

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A votação decorre de 27 junho a 15 de agosto, o número para votação é o 760 107 129 e tem um custo de 0,60€ + IVA.

De destacar que o Bolinhol já passou várias fases neste concurso, estando agora nomeado para os 7 Doces que representam o distrito de Braga, passando a uma fase que já terá projeção televisiva, num programa que terá lugar em Braga, no dia 15 de Agosto na RTP1, e de onde sairá o vencedor do distrito.

Há mais de 130 anos que o Bolinhol faz parte do património gastronómico de Vizela, concentrando em si características históricas, culturais e económicas relevantes e que merecem ser preservadas, promovidas e valorizadas.

Sendo um doce único em Portugal é claramente uma mais-valia do Concelho, que para além de ser um ícone da gastronomia e da cultura vizelense, legado de várias gerações, é um produto significativo para a economia local, com impactos positivos diretos e indiretos.

Assim, a Câmara Municipal de Vizela apela aos vizelenses que votem em massa no Bolinhol para que o nosso representante seja devidamente valorizado, levando o nome de Vizela mais longe e dando a conhecer o Concelho como destino turístico privilegiado, experienciando os segredos de um vale recheado de saberes, sabores, prazeres e tradições caraterísticas.

MINHOTOS VOTAI NAS QUEIJADINHAS DE BARCELOS COMO UMA DAS MARAVILHAS DOCES DE PORTUGAL!

Abriu a votação para as 7 Maravilhas Doces de Portugal: Os portugueses podem, a partir de hoje, votar nas Queijadinhas de Barcelos

A organização das 7 maravilhas de Portugal e a RTP acabam de abrir hoje a votação das 7 maravilhas doces de Portugal, que se prolonga até 15 de agosto.

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Depois da passagem das “Queijadinhas de Barcelos” no concurso das 7 Maravilhas de Portugal – Barcelos, o Município está na linha da frente para promover a doçaria tradicional local no âmbito deste concurso tendo por argumento central este doce típico do território. “As queijadinhas de Barcelos”, da Pastelaria Colonial, foram selecionadas para a fase final ao nível do distrito de Braga, e vão agora ser sujeitas à votação do público através do 760 107 132 e a chamada tem um custo de 0,60€ + IVA.

Uma passagem para a fase seguinte importante face a uma vasta concorrência de quase um milhar de doces regionais, que passaram pelo escrutínio de um júri de especialistas, e que já garantiu um lugar de destaque nas 7 Maravilhas Doces de Portugal, entre 140 doces finalistas.

As Queijadinhas de Barcelos” apresentam-se na forma de uma estrela de cinco bicos, a massa do recheio está envolvida no papel de hóstia, depois tem que lhe ser dado um formato, vai ao forno a cozer e, quando cozida, é mergulhada numa calda de açúcar, e seca ao ar, o que lhe dá uma cor branca. A base do recheio é diferente, pois para além da amêndoa são também ingredientes o puré de batata e pão de ló esfarelado.

Doce antigo com identidade forte, todavia não existem dados muito precisos quanto ao início da sua confeção, e autoria. No entanto, alguns documentos referem que estas já existiam por volta de 1900, na Confeitaria Salvação de Barcelos, sob a designação “A Bela Queijadinha”. Também outras confeitarias, tais como a Colonial, confeitaria centenária da cidade de Barcelos,também as produziam, segundo outros documentos.

Uma novidade desta edição é a existência de um grande júri, órgão de deliberação constituído por sete figuras mediáticas, que será responsável pela repescagem de oito candidatos que se irão juntar aos 20 pré-finalistas apurados pelo público, resultando numa lista de 28 pré-finalistas.

Os 28 pré-finalistas serão divididos por sorteio pelas duas semifinais, nos dias 24 e 31 de agosto, em dois programas transmitidos em direto na RTP1, em horário nobre.

Em cada semifinal são apurados sete doces, aqueles que tiverem mais votos contabilizados. A gala final realiza-se a 7 de setembro e será transmitida pela RTP1, também em horário nobre. Dos 14 finalistas apurados vão ser eleitos pelos portugueses as 7 Maravilhas Doces de Portugal.

A Gala Finalíssima decorre a 7 de setembro de 2019 e será transmitida pela RTP1, em horário nobre. Dos 14 finalistas apurados vão ser eleitos 7 doces pelos portugueses como 7 Maravilhas de Portugal®.

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BARCELOS É UM DOCE QUE É UMA MARAVILHA!

Município de Barcelos é pré-finalista nas “7 Maravilhas Doces de Portugal”

Depois da passagem  das “Queijadinhas de Barcelos” no concurso das 7 Maravilhas de Portugal – Barcelos, o Município está na linha da frente para promover a doçaria tradicional local no âmbito deste concurso tendo por argumento central este doce típico do território. “As queijadinhas de Barcelos”, da Pastelaria Colonial, foram selecionadas para a fase final ao nível do distrito de Braga, e vão agora ser sujeitas à votação do público. Uma passagem para a fase seguinte importante  face a uma vasta concorrência de quase um milhar de doces regionais, que passaram pelo escrutínio de um júri de especialistas, e que já garantiu um lugar de destaque nas 7 Maravilhas Doces de Portugal, entre 140 doces finalistas.

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O Município de Barcelos apresentou uma candidatura à iniciativa ”7 Maravilhas Doces de Portugal”, cujo propósito é a eleição dos melhores doces de Portugal, destacando a tradição e a inovação, associada à utilização de produtos endógenos.

Esta candidatura insere-se no âmbito da estratégia do Município de Barcelos, na promoção de uma das suas maiores marcas, a Gastronomia. A área da doçaria integra o Programa dos 7 Prazeres da Gastronomia e reflete a identidade do território de Barcelos, um concelho turisticamente apetecível.

De recordar que o Município de Barcelos passou à segunda fase com os cinco doces com que se candidatou: “Queijadinhas de Barcelos”, “Brisas do Cávado”; “Doce Branco”; “Sonhos”; “Marmelada” e "Isabelinhas".

“As Queijadinhas de Barcelos” apresentam-se na forma de uma estrela de cinco bicos, a massa do recheio está envolvida no papel de hóstia depois tem que lhe ser dado um formato vai ao forno a cozer e quando cozida é mergulhada numa calda de açúcar e seca ao ar, o que lhe dá uma cor branca. A base do recheio é diferente pois para além de amêndoa são também ingrediente o puré de batata e pão de ló esfarelado.

Doce antigo com identidade forte, todavia não existem dados muito precisos quanto ao inicio da sua confeção, e autoria. No entanto, alguns documentos referem que estas já existiam por volta de 1900, na Confeitaria Salvação de Barcelos, sob a designação “A Bela Queijadinha”. Também outras confeitarias, tais como a Colonial, confeitaria centenária da cidade de Barcelos,também as produziam, segundo outros documentos.

Uma novidade desta edição é a existência de um grande júri, órgão de deliberação constituído por sete figuras mediáticas, que será responsável pela repescagem de oito candidatos que se irão juntar aos 20 pré-finalistas apurados pelo público, resultando numa lista de 28 pré-finalistas.

Os 28 pré-finalistas serão divididos por sorteio pelas duas semifinais, nos dias 24 e 31 de agosto, em dois programas transmitidos em direto na RTP1, em horário nobre.

Em cada semifinal são apurados sete doces, aqueles que tiverem mais votos contabilizados. A gala final realiza-se a 7 de setembro e será transmitida pela RTP1, também em horário nobre. Dos 14 finalistas apurados vão ser eleitos pelos portugueses as 7 Maravilhas Doces de Portugal.

A Gala Finalíssima decorre a 7 de setembro de 2019 e será transmitida pela RTP1, em horário nobre. Dos 14 finalistas apurados vão ser eleitos 7 doces pelos portugueses como 7 Maravilhas de Portugal®.

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CABECEIRENSES ELEGEM "MIGUELITOS" COMO O SEU DOCE PREFERIDO

'Miguelitos' conquistam júri do Concurso Doce Cabeceirense

Os ‘Miguelitos’ de Alice da Conceição de Magalhães Alves foram os grandes vencedores do Concurso ‘Doce Cabeceirense’, cujos vencedores foram anunciados esta tarde, dia 18 de maio, na Casa do Tempo de Cabeceiras de Basto.

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Em segundo lugar, com os ‘Sonhos Emocionantes’, classificou-se Maria Beatriz Ribeiro Carvalho, tendo obtido uma Menção Honrosa (concorrente mais jovem) Juliana Teresa Vaz Martins que apresentou a este concurso os pastéis ‘Os Bastos’.

Este foi o veredito do júri composto por Anabela Ramos, Arminda Costa e Helena Chaves que teve como missão avaliar a originalidade, a genuinidade, a apresentação e a viabilidade comercial dos onze doces apresentados ao Concurso ‘Doce Cabeceirense’.

Os ‘Miguelitos’ são ‘enrolados’ de feijão amarelo, farinha e vinho verde (…) com recheio de ovos e mel (…). “Docinho é o Miguelito, de feijão é o meu pastel, umas gotas de vinho verde e uma pitada de mel” foi a quadra que acompanhou a receita original de Alice Alves, a grande vencedora do ‘Doce Cabeceirense’.

Após o anúncio dos resultados do concurso, todos os presentes foram convidados para a degustação do Doce Cabeceirense. Trata-se de mais uma iniciativa integrada no programa cultural Mosteiro de Emoções, programa este que é financiado por fundos comunitários, através do Norte 2020.

LEITE-CREME, DOCE DE PONTE DE LIMA É MARAVILHA DOCE DE PORTUGAL

Doce de Ponte de Lima - Leite-creme nas finais distritais das “7 Maravilhas Doces de Portugal”

De textura leve e aveludado, o Leite-creme é a sobremesa de eleição da Gastronomia Limiana e está apurado para as finais distritais do concurso as “7 Maravilhas Doces de Portugal”.

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Confecionado com base na qualidade dos produtos endógenos desta Terra de saberes e de sabores, a receita do Leite-creme assenta numa herança que transitou entre famílias, atraindo todos aqueles que gostam de doces e que não podem deixar de saborear a textura do leite-creme queimado pela férrea - um ferro em brasa com o qual se queima açúcar espalhado à superfície do creme. “Sarrabulho sem remate de leite-creme é como mesa sem pão, que só no inferno a dão”, escrevia o poeta Manuel Couto Viana, conferindo a excelente combinação do leite-creme com o ex-libris da Gastronomia limiana.

A restauração da vila continua a confecionar esta especialidade gastronómica confirmando Ponte de Lima como um dos maiores Polos Gastronómicos de Portugal!

De acordo com o regulamento do concurso os 140 doces apurados para as finais distritais, vão ser votados pelo público em 20 programas de daytime, a emitir em direto pela RTP, nos meses de julho e agosto. De cada programa na RTP sai um pré-finalista que passa às semifinais.

A Gala Finalíssima decorre a 7 de setembro de 2019 e será transmitida pela RTP1, em horário nobre. Dos 14 finalistas apurados vão ser eleitos 7 doces pelos portugueses como 7 Maravilhas de Portugal®.

ROSCAS DE MONÇÃO PASSAM À SEGUNDA FASE DO CONCURSO “7 MARAVILHAS DOCES DE PORTUGAL”

Concurso “7 Maravilhas Doces de Portugal” reduz lista para 140 doces, 7 por distrito e região autónoma. As roscas de Monção seguem em frente, sendo o único doce do Vale do Minho em concurso.

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O Painel de Especialistas votou pela segunda vez para identificar os 140 doces nomeados para a eleição das “7 Maravilhas Doces de Portugal”. A lista ficou reduzida a sete doces por distrito e região autónoma num total de 140 doces que agora avançam para votação do público.

As Roscas de Monção fazem parte desta listagem deliciosa, inicialmente com 907 candidaturas, sendo o único doce do Vale do Minho em concurso. No distrito, acompanham Monção, três doces de Viana do Castelo, e um de Arcos de Valdevez, Ponte de Lima e Ponte da Barca.

Estes 140 doces vão ser votados pelo público em 20 programas de daytime, a emitir em direto pela RTP, durante os meses de julho e agosto. De cada programa, é selecionado um pré-finalista que passa às semifinais do concurso “7 Maravilhas Doces de Portugal”. 

Uma novidade desta edição é a existência de um Grande Júri, órgão de deliberação constituído por sete figuras do espaço mediático, que será responsável pela repescagem de oito candidatos, juntando-os aos 20 pré-finalistas apurados pelo público, resultando numa lista de 28 pré-finalistas.

Os 28 pré-finalistas serão divididos por sorteio pelas duas semifinais, a realizar nos dias 24 e 31 de agosto, dois programas em direto na RTP1, transmitidos em horário nobre. Em cada semifinal, serão apurados os sete doces com mais votos contabilizados, perfazendo um total de 14 doces que chegam à final.

Nesta fase, os sete elementos do Grande Júri assumem grande preponderância, comentando e provando os doces. A final decorre a 7 de setembro de 2019 e será transmitida pela RTP1, em horário nobre, elegendo as “7 Maravilhas Doces de Portugal”. 

SANTA MARTA DE PORTUZELO DISTINGUE PRODUTOS DA TERRA

5º Concurso de Produtos da Terra e workshop de arroz doce

No dia 12 de maio, decorreu na antiga escola de Fonte Grossa o 5º Concurso de Produtos da Terra de Santa Marta de Portuzelo.

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Estiveram a concurso 9 vinhos brancos, 9 vinhos tintos, 12 chouriços, 8 presuntos e 3 broas. Um total de 41 produtos, apresentados por 20 produtores.

Os resultados foram: 1ª broa – Paulo Amorim; 2ª broa – Manuel Negrão Antunes; 3ª broa – Cecília Mesquita; 1º presunto – Rosa Oliveira; 2º presunto – António Louro; 3º presunto – Paulo Amorim; 1º chouriço – Marta Paredes Silva; 2º chouriço – Rosa Oliveira; 3º chouriço – António Louro; 1º vinho branco – Rogério Costa; 2º vinho branco – Pedro Gama A; 3º vinho branco – Pedro Gama C; 1º vinho tinto – António Louro; 2º vinho tinto – João Alberto Araújo; 3º vinho tinto – Rogério Costa.

O júri foi constituído por onze personalidades de renome, representando as várias áreas e produtos a concurso, dando credibilidade aos resultados obtidos.

O júri foi unânime a considerar que os produtos, de uma forma em geral, têm mais qualidade, comparativamente aos anos anteriores.

Paralelamente decorreu um workshop de arroz doce, orientado pela D. Ana Maria, para promover tão boa iguaria, com muita tradição na freguesia.

No final os participantes levaram uma travessa de arroz doce para o almoço.

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TERRAS DE BOURO CANDIDATA "BENEDITINOS DE S. BENTO" A UMA DAS 7 MARAVILHAS DA DOÇARIA TRADICIONAL PORTUGUESA

“Beneditinos de S. Bento” escolhidos para a terceira fase do Concurso 7 Maravilhas na Doçaria

No âmbito do concurso “7 Maravilhas Doces de Portugal”, categoria de biscoitos e bolos secos, os doces “ Beneditinos de S. Bento” foram seleccionados para integrar 3.ª fase que abrange 7 candidatos por Distrito ou Região Autónoma.

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O Painel de Especialistas, constituído por 140 personalidades, sete de cada distrito e regiões autónomas escolheu a 7 de maio 140 doces que serão na 4ºfase, entre julho e agosto de 2019, com eliminatórias regionais (Por distritos e regiões autónomas), presentes a votação pública a partir de julho de 2019 (data a definir). Ao longo de 10 semanas consecutivas na RTP1 serão realizados 20 programas em direto, com 7 DOCES selecionados em cada emissão, e onde será encontrado apenas um vencedor por distritos e regiões autónomas.

O desafio é eleger os melhores Doces de Portugal, enfatizando a tradição e a inovação, associadas a determinada região do país.

VIEIRA DO MINHO É UMA MARAVILHA DE PORTUGAL

Doce de Vieira do Minho nas finais distritais das 7 Maravilhas Doces de Portugal

Os Barquilheres é um dos 140 doces candidatos às 7 Maravilhas Doces de Portugal. Esta sobremesa foi escolhida entre 907 candidaturas vindas um pouco por todo o país, e que é única em Vieira do Minho.

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Os Barquilheres seguem agora para uma nova fase de seleção, as finais distritas. Aqui, os 140 doces, 7 de cada distrito, que avançaram na eleição das 7 Maravilhas Doces de Portugal  vão estar sujeitos à votação do público.

De salientar, ainda que o doce vieirense é um dos 7 doces que está a representar o distrito de Braga nesta competição que visa eleger os 7 sabores mais representativos de Portugal.

 Os Barquilheres são uma especialidade centenária de Vieira do Minho, criada no seio de uma família de agricultores da freguesia de Mosteiro. Estes são preparados à base de produtos tradicionais, com ovos, farinha, açúcar amarelo, canela e limão. A particularidade desta iguaria está no processo de cozedura que, ainda hoje, é feita artesanalmente a fim de garantir uma textura finíssima e estaladiça. Cada Barquilhere é confeccionado à lareira, num recipiente em ferro previamente aquecido e untado com manteiga, e cumprindo as regras de cozedura em lume brando. Depois de cozido e ainda quente, é desenformado e enrolado delicadamente com as mãos de forma a obter um cone. Os Barquilheres podem ser degustados com mel, marmelada ou compotas caseiras. A herdeira da receita orgulha-se desse legado que lhe foi transmitido pela sua mãe, e espera que as gerações vindouras saibam apreciar e perpetuar esta sobremesa genuína e única. Os Barquilheres são muito apreciados pela gente da terra e têm conquistado um lugar proeminente à mesa dos vieirenses e nos eventos da Câmara Municipal.

Estes 140 doces vão ser votados pelo público em 20 programas de_daytime_, a emitir em direto pela RTP, nos meses de julho e agosto. De cada programa na RTP sai um pré-finalista que passa às semifinais

BOLO DE MEL À TERRAS DA NÓBREGA PASSA À SEGUNDA FASE

7 Maravilhas Doces de Portugal: Ponte da Barca candidata Bolo de mel

Painel de Especialistas votou pela segunda vez para identificar os 140 doces nomeados que avançam na eleição das 7 Maravilhas Doces de Portugal e o Bolo de Mel à Terras da Nóbrega segue no concurso.

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Agora esta lista foi reduzida a sete doces por distrito e região autónoma, uma lista final de 140 doces que avançam para votação do público.

Estes 140 doces vão ser votados pelo público em 20 programas de daytime, a emitir em direto pela RTP, nos meses de julho e agosto. De cada programa na RTP sai um pré-finalista que passa às semifinais.

BOLINHOL DE VIZELA É UMA DOCE MARAVILHA DE PORTUGAL

7 Maravilhas Doces de Portugal - Bolinhol passa mais uma fase

No seguimento da candidatura submetida pela Câmara Municipal de Vizela ao concurso 7 Maravilhas Doces de Portugal, para potenciação e valorização do Bolinhol, o mesmo passou à fase seguinte do concurso, tendo sido nomeado para os 7 Doces que irão representar o distrito de Braga e passando a uma fase que já terá projeção televisiva.

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O Bolinhol passou assim à fase que limita a 21 Doces candidatos e nomeados por Distrito.

Segue-se a próxima fase, das eliminatórias regionais (por distritos e regiões autónomas), que decorre entre julho e agosto de 2019, ao longo de 10 semanas consecutivas na RTP1, em que serão realizados 20 programas em direto. Dos 7 DOCES selecionados em cada programa, será encontrado apenas um vencedor por distritos e regiões autónomas.

Há mais de 130 anos que o Bolinhol faz parte do património gastronómico de Vizela, concentrando em si características históricas, culturais e económicas relevantes e que merecem ser preservadas, promovidas e valorizadas.

Sendo um doce único em Portugal é claramente uma mais-valia do Concelho, que para além de ser um ícone da gastronomia e da cultura vizelense, legado de várias gerações, é um produto significativo para a economia local, com impactos positivos diretos e indiretos.

Assim, a Câmara Municipal de Vizela espera que o valor do Bolinhol seja devidamente valorizado e promovido no âmbito deste concurso.

"BENEDITINOS DE S. BENTO" É UM DOCE DE TERRAS DE BOURO QUE É UMA DAS MARAVILHAS DE PORTUGAL

Concurso 7 Maravilhas na Doçaria integra “Beneditinos de S. Bento”

O concelho de Terras de Bouro está muito bem representado no concurso “7 Maravilhas Doces de Portugal”, categoria de biscoitos e bolos secos, com os “Beneditinos de S. Bento”.

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Numa lista de cerca de 420 doce apurados, depois de 907 candidaturas, é o único de Terras de Bouro que consta e onde surgem também outros 20 doces da região de Braga. Irá agora decorrer uma segunda fase de votação do Painel de Especialistas, constituído por 140 personalidades, sete de cada distrito e regiões autónomas e da qual vão resultar 140 doces, que os portugueses vão votar nas eliminatórias distritais. Estes 140 doces serão revelados a 7 de Maio, num programa de televisão a emitir em direto pela RTP 1.

Este concurso e esta eleição são, sem dúvida, uma ótima oportunidade de projecção e divulgação de Terras de Bouro e dos doces do concelho.

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ARCUENSES EM LISBOA CANTARAM OS PARABÉNS À CASA DO CONCELHO DE ARCOS DE VALDEVEZ

Sob a batuta do Presidente da Direção, Joaquim Cerqueira de Brito, a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez é actualmente um dos mais destacados baluartes do regionalismo minhoto em Lisboa

Cerca de meio milhar de arcuenses e amigos afluíram hoje à Quinta da Valenciana, em Fernão Ferro, para cantar os parabéns à Casa do Concelho de Arcos de Valdevez pelo seu 64º aniversário.

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O dia foi de festa muito animada como só os minhotos sabem fazer. A abrir o apetite, o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez iniciou a sua actuação no magnífico espaço ao ar livre a que se seguiu um serviço de entradas e aperitivos.

A festa foi ainda animada pelo Rancho Folclórico de Vilarinho das Quartas que se deslocou propositadamente a partir do Soajo. E, ainda pelos tocadores de concertina e cantadores ao desafio Carminda dos Arcos, Leiras do Soajo e Daniel Sousa.

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Em representação da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez esteve presente o Dr. Daniel Barros, Vice-presidente do executivo. A Junta de Freguesia de Marvila foi representada pelo seu próprio Presidente, o Dr. José António Videira. Também o Presidente da Junta de Freguesia do Soajo, Manuel Barreira da Costa esteve presente no evento. E, entre muitas outras entidades, fizeram-se representar a Presidente da Associação das Casas Regionais de Lisboa (ACRL) e as casas regionais de Valença, Paredes de Coura, Vila Nova de Cerveira, Penacova, Tábua, Pampilhosa da Serra e Ferreira do Zêzere.

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A artesã Susana Cunha que é componente do Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez apresentou os seus trabalhos artísticos inspirados em modelos tradicionais mas com novo design e executados em novos materiais.

O Pão-de-ló de Soajo fez a delícia de muitos convivas e está a consquistar cada vez mais apreciadores e a dar fama à região de origem. E o magnífico repasto regado com vinhos tintos e brancos, verdes e maduros de “Casal Videira”, produção do minhoto proprietário da Quinta da Valenciana, uma das mais excelentes unidades hoteleiras e de restauração da região de Lisboa, situada mais precisamente no concelho do Seixal.

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Fundada em 30 de Abril de 1955, a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez é a mais antiga associação regionalista minhota de âmbito concelhio constituída em Lisboa, reunindo à sua volta a numerosa comunidade arcuense que ali vive e trabalha. Porém, a intenção de constituir esta casa regional era anterior à segunda guerra mundial, mas os constrangimentos da época forçaram ao adiamento da iniciativa que só veio a concretizar-se uma década após a sua conclusão.

Sediada na rua Augusto Rosa, junto à Sé Catedral de Lisboa, possui uma delegação na zona de Marvila onde funciona nomeadamente a sua Secção Desportiva que numerosos troféus tem arrecadado para a “Casa dos Arcos” como ela é vulgarmente tratada pelos arcuenses. Mas, a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez destaca-se ainda pelo seu Grupo de Cavaquinhos e o Rancho Folclórico que vem adquirindo elevada qualidade e notoriedade. De realçar ainda o seu papel na criação e dinamização da Associação das Casas Regionais em Lisboa (ACRL).

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