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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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BOLINHOL DE VIZELA É UMA DAS MAIS APRECIADAS DOÇARIAS DO MINHO

Descrição: O Bolinhol de Vizela, também denominado de “Pão-de-ló Coberto de Vizela”, é um bolo confecionado à base de ovos, sobretudo gemas, açúcar e farinha, coberto de açúcar e quase sempre retangular.

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Características particulares: Distingue-se pela sua forma e pela presença da cobertura de açúcar.

Região: Concelho de Vizela.

Ingredientes utilizados: Ovos, açúcar e farinha.

Modo de preparação: Batem-se os ovos com o açúcar até se obter um preparado espesso e esbranquiçado. Junta-se a farinha, batendo apenas o necessário para ficar bem misturada. Deita-se a massa em formas retangulares, forradas com papel grosso. Vai a cozer em forno quente. Para a cobertura, pincela-se o bolo com uma calda de açúcar grossa e esbranquiçada.

Saber fazer: A confeção da calda de açúcar, posteriormente pincelada, manualmente, sobre a massa levemente húmida.

Formas de comercialização: Pastelarias do Concelho de Vizela.

Disponibilidade do produto ao longo do ano: Durante todo o ano.

Historial do produto: A referência mais antiga que se conhece relativamente ao “Bolinhol de Vizela”reporta-se à exposição industrial de Guimarães, que decorreu em 1884, e onde estiveram expostos vários tipos de doces de produção corrente no local, entre os quais o «pão-de-ló (bolinhol)». A história do “Bolinhol de Vizela” e o seu crescente destaque na doçaria local verifica-se a par do desenvolvimento das Termas de Vizela e da própria localidade, sobretudo a partir do início do século XX, com a realização de importantes obras na rede de transportes e comunicações.

Representatividade na alimentação local: Presença obrigatória na gastronomia de Vizela, sobretudo nas quadras festivas do Natal e da Páscoa.

Fonte: DGADR, com base em “Doçaria Tradicional Vimaranense”, 2011, Câmara Municipal de Guimarães e em: Vizela - Segredos de um Vale e Doces RegionaisFoto: Rádio Vizela Fonte: https://tradicional.dgadr.gov.pt/

CONHECE AS QUEIJADINHAS DE BARCELOS?

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Descrição: A Bella Queijadinha de Barcelos apresenta-se sob duas formas: em estrela de cinco bicos e em forma de charuto. A massa do recheio é envolvida em hóstia e, depois de lhe ser dado o formato, a queijadinha vai ao forno a cozer. Quando sai do forno é mergulhada numa calda de fondant e seca ao ar, o que lhe dá uma cor branca. A base do recheio é uma massa de amêndoa com frutos em calda, queijo branco fresco e ovos triturados até ficar com uma consistência de papa. Depois de pronta, a queijadinha tem uma consistência macia, embora o invólucro seja estaladiço.

Região: Norte.

Outras denominações: Queijadinhas. Queijadinhas de Barcelos.

Particularidade: Bolo em forma de estrela de cinco bicos ou de charuto, com uma capa de açúcar branco e recheado com um doce feito à base de amêndoa e frutos em calda.

História: A queijadinha com o nome de A Bella Queijadinha de Barcelos surgiu por volta de 1900, na Confeitaria Salvação de Barcelos, que sempre a fabricou e a registou com aquele nome. Embora se encontrem nessa região outras confeitarias a fabricar produtos similares, a verdadeira queijadinha é a de Barcelos. A receita foi passada aos descendentes, sempre oralmente, até à atual geração, que é a quinta. A confeitaria, apelidada em 1830 de Confeitaria Confiança, mudou o seu nome para Salvação, por volta de 1850, devido ao hábito que o seu proprietário, o Sr. Manuel Joaquim Duarte Ferreira, tinha de «jurar pela sua salvação» que os doces eram da última fornada. Assim, os clientes passaram a chamar-lhe o Salvação. O Sr. Manuel Joaquim apreciou o nome e fê-lo acrescentar aos seus apelidos, mudando também o nome à confeitaria. Estes dados constam do Historial da Confeitaria Salvação.

Uso: Como sobremesa ou gulodice a qualquer hora do dia.

Saber fazer: Trituram-se frutos em calda (laranja em maior proporção, maracujá, damasco, pêssego), amêndoa e um pouco de queijo branco até formar uma papa que vai ao lume a engrossar com gemas de ovos. Depois da pasta fria acrescenta-se miolo de amêndoa ralado para dar o ponto de enformar. Embrulham-se em hóstia, dando-se a umas a forma de estrela e a outras a forma de charutos. Vão ao forno a secar, sendo seguidamente mergulhadas numa calda de açúcar feita com água e claras em castelo, o que lhes dá depois de secas uma cor branca.

Fonte: https://tradicional.dgadr.gov.pt/pt/

MEIAS-LUAS SÃO UM DOCE TRADICIONAL DE VIANA DO CASTELO

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Descrição: Pastéis feitos de uma massa preparada com farinha de trigo, manteiga, água, sal e manteiga para fritar. O recheio é feito com farinha de pau, ovos, açúcar e amêndoa. Têm forma de meia-lua, com cerca de 10cm no seu maior comprimento.

Região: Norte.

Particularidade: Pastéis fritos, recheados com doce de farinha de pau (farinha de mandioca e ovos.

História: É um doce conventual, confecionado e vendido no Recolhimento de Santiago. Diz a tradição que estes doces eram confecionados pelas jovens recolhidas no convento após terem sido abandonadas, ainda crianças, pelos seus familiares. A sua venda era feita através da «roda» do convento. Esta roda era constituída por uma peça de madeira que existia em certas portas dos conventos e que permitia que, do lado de fora, se depositasse o que se queria enviar para o interior do convento, anonimamente, através da abertura da mesma porta. Assim, a mesma «roda» que servia para depositar as crianças, servia também para quem queria comprar as Meias-Luas. As pessoas colocavam o dinheiro na roda, rodavam-na pela abertura própria e, do outro lado, as recolhidas colocavam as Meias-Luas embrulhadas em papel muito fino.

Uso: As Meias-Luas são um doce delicado e relativamente caro, estando por isso associadas a ocasiões festivas. No entanto, atualmente a sua confeção e venda estão generalizadas a todas as épocas do ano.

Saber fazer: Peneira-se a farinha em monte num balcão de pedra mármore. Faz-se uma cova ao meio e deita-se dentro a manteiga. Liga-se, deitando a água necessária para trabalhar. Faz-se depois um rolo que se corta em fatias de cerca de 4 cm. Estas são depois estendidas com o rolo para a massa ficar muito, muito fina. Prepara-se o recheio levando ao lume o açúcar com um pouco de água. Deixa-se ferver até ponto de pérola e junta-se a amêndoa pelada e ralada. Ferve mais um pouco e junta-se a farinha de pau (farinha de mandioca), sem parar de mexer. Recheiam-se os bocados de massa fina, anteriormente preparados, dobram-se e cortam-se em forma de meia-lua, fazendo aderir bem os bordos. Fritam-se numa mistura de óleo e manteiga em partes iguais. Polvilham-se com açúcar em pó.

Fonte: https://tradicional.dgadr.gov.pt/pt/

VIZELA RECEBEU SEMINÁRIO SOBRE BOLINHOL E A GASTRONOMIA LOCAL

No âmbito do projeto Carta Gastronómica do Minho, teve lugar em Vizela, no Jardim Manuel Faria, o seminário sobre a Preservação da identidade do território - doçaria local e o Bolinhol, com a participação do Presidente da Câmara Municipal de Vizela, Victor Hugo Salgado e a professora Joana Santos, moderado por Rafael Oliveira.

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De destacar que a Carta Gastronómica do Minho é um projeto que está a ser desenvolvido pelo Consórcio Minho Inovação, que une as três Comunidades Intermunicipais do Cávado, Ave e Alto Minho em vários projetos que valorizem a riqueza patrimonial, cultural e paisagística do território minhoto e estimulem a dinâmica económica local, neste caso especifico investindo na promoção de ações que potenciem a gastronomia mais representativa da região minhota.

CONHECE A DOÇARIA TRADICIONAL DE ARCOS DE VALDEVEZ?

O concelho de Arcos de Valdevez é um dos concelhos minhotos que possui uma mais rica e variada doçaria tradicional. A sua fama ultrapassa os limites da nossa região. E, na Páscoa, quando o pároco vai dar a cruz a beijar e as portas abrem-se para receber conterrâneos e amigos que literalmente invadem o quinteiro perfumado de aromas de alecrim, funcho e rosmaninho, não há mesa que não disponha destas deliciosas iguarias que só as gentes arcuenses têm mestria de conceber.

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São elas os Charutos dos Arcos e o Pão de Ló do Soajo, o Bolo de discos e os Calhaus do Soajo, o Bolo de Mel e, como não podia deixar de ser, os tão característicos Rebuçados dos Arcos.

A doçaria tradicional de Arcos de Valdevez também possui os seus guardiães que não deixam os seus méritos por mãos alheias. Encontram-se entre eles a Padaria do Soajo e a Doçaria Central, localizada na rua General Norton de Matos, na vila de Arcos de Valdevez.

Em relação à Doçaria Central – prestes a completar o seu duplo centenário! – é justo fazer-lhe uma referência especial. E, para isso, nada melhor do que transcrever o seu própria historia oficial.

“Fundada em 1830 a Doçaria Central tem como especialidades o Doce Sortido; Pão de Ló; Charutos dos Arcos e Rebuçados dos Arcos.

Desde que foi fundada por Francisca Doceira, em 1830, que cada doce guarda o saber e o sabor dos ensinamentos que recebeu num convento. O lento passar do tempo permitia mil e uma experiencias com açúcar, ovos, amêndoa, chocolate e coco transformando as receitas em verdadeiros tesouros.

Mantendo os segredos sempre em família, de geração em geração, entrar na Doçaria Central é recuar á época das balanças decimais, dos fornos a lenha e das batedeiras á manivela. Utensílios com mais de cem anos que guardam o sabor de sempre”.

- Quando visitar Arcos de Valdevez não deixe de deliciar-se com estas maravilhas da doçaria tradicional minhota!

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CÂMARA DE VIZELA VAI EDITAR LIVRO SOBRE A HISTÓRA DO BOLINHOL

Depois da eleição do Bolinhol de Vizela como uma das 7 Maravilhas Doces de Portugal, a Câmara Municipal desenvolveu, ao longo do último ano, uma estratégia de dinamização do Bolinhol, que passou por um conjunto de ações no sentido da promoção e divulgação do Bolinhol.

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No seguimento desta estratégia, a Câmara Municipal avançou no final do ano transato com o processo de certificação do Bolinhol, de forma a valorizar e preservar a sua autenticidade, sendo que na semana passada se realizou mais uma sessão, no âmbito deste processo de certificação que contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal e de todos os produtores de Bolinhol do Concelho.

Nesta sessão, o Presidente da Câmara municipal avançou com informação de que a Câmara Municipal irá editar um livro sobre a história do Bolinhol, da autoria do vizelense António Cunha, com uma investigação histórica à origem do doce, apostando na preservação deste doce tradicional do nosso Concelho.

De destacar que o processo de certificação do Bolinhol abrange também a certificação das quatro casas produtoras e resulta de uma candidatura apresentada pela Autarquia, com uma comparticipação de 85%, sendo os restantes 15% suportados pela Câmara Municipal.

A aposta na certificação deste doce tradicional irá permitir aferir as características que fazem com que Bolinhol seja uma marca de Vizela, identificando as suas características, preservando sempre a sua confidencialidade, mas também protegendo o produto como sendo nosso.

De realçar que, decorrente da estratégia de dinamização do Bolinhol como uma das 7 Maravilhas Doces de Portugal, o Presidente da Câmara Municipal entregou a cada um dos produtores de Bolinhol, o diploma oficial das 7 Maravilhas Doces de Portugal, o selo para colocar nas caixas do Bolinhol e ainda uma placa para colocar na fachada exterior das lojas de cada um dos produtores.

A Câmara Municipal tem também implementado uma nova dinâmica na divulgação do Bolinhol, que tem passado pela associação deste produto endógeno aos eventos promovidos pela Câmara, com a presença dos produtores do Bolinhol, com stands próprios para a promoção do nosso doce típico, com destaque para a Feira do Bolinhol, uma das estratégias para manter o Bolinhol vivo como uma referência de Vizela.

De destacar também que a Autarquia tem criado condições para associar a imagem das 7 Maravilhas Doces de Portugal ao Concelho, sendo disso exemplo a alteração dos totems das entradas da cidade e das novas paragens de autocarros, onde foi colocada uma alusão ao Bolinhol como uma das 7 Maravilhas dos Doces de Portugal. É também intenção da Autarquia criar um monumento ao Bolinhol como forma de dar a conhecer a todos os que nos visitam que somos detentores de uma das 7 Maravilhas dos Doces de Portugal.

A Câmara Municipal de Vizela considera que a eleição do Bolinhol como uma das 7 Maravilhas Doces de Portugal deve ser devidamente promovida e divulgada pois, para além de reafirmar a identidade de um povo que, cada vez mais, sente que valeu a pena lutar pelo Concelho de Vizela, também homenageia todos aqueles que lutaram pela nossa autonomia, permite a promoção de Vizela, consolidando, desta forma, uma estratégia de dinamização do Concelho, assim como do comércio tradicional, em particular, dos que orgulhosamente vendem o nosso bolinhol, mas, também, de todos os comerciantes do ramo da restauração, que passam a ter mais um “trunfo” nas suas mesas.

MUNICÍPIO ARCUENSE ADOÇA PÁSCOA DAS INSTITUIÇÕES SOCIAIS DO CONCELHO E APOIA ECONOMIA DO CONCELHO

De forma a proporcionar alguma alegria e conforto em altura de pandemia, a Câmara Municipal irá entregar doces pelas várias Instituições do concelho.

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João Manuel Esteves e a sua equipa levarão pão-de-ló e biscoitos de milho às Instituições Sociais, às Unidades de Saúde, Bombeiros Voluntários e GNR de Arcos de Valdevez, permitindo que dessa forma utentes e colaboradores possam ter um sabor a tradição nesta época de Páscoa.

Este será um momento para também transmitir a todos muita força e coragem para continuarem a cumprir as regras do confinamento, com o desejo de que na Páscoa do próximo ano todos possam voltar a festejar esta época juntos daqueles que mais gostam.

Com esta iniciativa também se pretende apoiar a economia local, neste caso as pastelarias e doceiras de Arcos de Valdevez.

VIANA DO CASTELO É UMA CIDADE DOCE!

Em contexto de pandemia, a programação Páscoa Doce, promovida pela Câmara Municipal de Viana do Castelo e Associação Empresarial de Viana do Castelo (AEVC) assume um formato virtual, para manter a tradição.

Para assinalar esta época do ano, Viana do Castelo vai iluminar 9 igrejas e está a ser ultimada a decoração da Praça da República e Largo de São Domingos com figuras alusivas à Páscoa, executadas pelos funcionários municipais. Para fomentar o comércio local, em parceria com a AEVC, a autarquia vai entregar, de forma simbólica, um folar de Páscoa aos profissionais de saúde, forças de segurança, Proteção Civil, bombeiros, Cruz Vermelha e profissionais das Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas (ERPI).

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CÂMARA DE VIZELA PROMOVEU WORKSHOP DE CERTIFICAÇÃO DO BOLINHOL

Depois da eleição do Bolinhol de Vizela como uma das 7 Maravilhas Doces de Portugal, a Câmara Municipal desenvolveu, ao longo do último ano, uma estratégia de dinamização do Bolinhol, que passou por um conjunto de ações no sentido da promoção e divulgação do Bolinhol.

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No seguimento desta estratégia, a Câmara Municipal avançou no final do ano transato com o processo de certificação do Bolinhol, de forma a valorizar e preservar a sua autenticidade, sendo que hoje se realizou um workshop no âmbito deste processo de certificação que contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal e de todos os produtores de Bolinhol do Concelho.

O processo abrange, para além do processo de certificação do Bolinhol, também a certificação das quatro casas produtoras e resulta de uma candidatura apresentada pela Autarquia, com uma comparticipação de 85%, sendo os restantes 15% suportados pela Câmara Municipal.

A aposta na certificação deste doce tradicional irá permitir aferir as características que fazem com que Bolinhol seja uma marca de Vizela, identificando as suas características, preservando sempre a sua confidencialidade, mas também protegendo o produto como sendo nosso.

De realçar que, decorrente da estratégia de dinamização do Bolinhol como uma das 7 Maravilhas Doces de Portugal, no final do ano transato, o Presidente da Câmara Municipal entregou a cada um dos produtores de Bolinhol, o diploma oficial das 7 Maravilhas Doces de Portugal, o selo para colocar nas caixas do Bolinhol e ainda uma placa para colocar na fachada exterior das lojas de cada um dos produtores.

A Câmara Municipal tem também implementado uma nova dinâmica na divulgação do Bolinhol, que tem passado pela associação deste produto endógeno aos eventos promovidos pela Câmara, com a presença dos produtores do Bolinhol, com stands próprios para a promoção do nosso doce típico, com destaque para a Feira do Bolinhol, uma das estratégias para manter o Bolinhol vivo como uma referência de Vizela.

De destacar também que a Autarquia tem criado condições para associar a imagem das 7 Maravilhas Doces de Portugal ao Concelho, sendo disso exemplo a alteração dos totems das entradas da cidade e das novas paragens de autocarros, onde foi colocada uma alusão ao Bolinhol como uma das 7 Maravilhas dos Doces de Portugal. É também intenção da Autarquia criar um monumento ao Bolinhol como forma de dar a conhecer a todos os que nos visitam que somos detentores de uma das 7 Maravilhas dos Doces de Portugal.

A Câmara Municipal de Vizela considera que a eleição do Bolinhol como uma das 7 Maravilhas Doces de Portugal deve ser devidamente promovida e divulgada pois, para além de reafirmar a identidade de um povo que, cada vez mais, sente que valeu a pena lutar pelo Concelho de Vizela, também homenageia todos aqueles que lutaram pela nossa autonomia, permite a promoção de Vizela, consolidando, desta forma, uma estratégia de dinamização do Concelho, assim como do comércio tradicional, em particular, dos que orgulhosamente vendem o nosso bolinhol, mas, também, de todos os comerciantes do ramo da restauração, que passam a ter mais um “trunfo” nas suas mesas.

BISCOITOS ARTESANAIS MIOLO DE NÓS®: UM MIX DE TRADIÇÃO COM MODERNIDADE EM TRÊS SABORES: SÉSAMO, CAJU E ERVA-DOCE

Marca 100% portuguesa inspira-se na Portugalidade para criar a sua variedade de biscoitos doces

A Miolo de Nós®, uma marca 100% portuguesa, localizada em Famalicão, inspirada na força e ímpeto do caráter de ser Português, criou uma variedade de biscoitos doces artesanais com 3 sabores surpreendentes: sésamo, erva-doce e caju.

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É uma autêntica viagem sensorial através de sabores que têm origem no melhor da essência de ser português, em toda a sua vertente histórica e cultural.  A Miolo de Nós® quis trazer para perto o Brasil (país irmão), com os biscoitos de caju; o aroma do Oriente trazido pelos navegadores portugueses, com as especiarias e o sésamo;  e que não faltassem as notas campestres da gastronomia alentejana, com a erva-doce. 

De qualidade superior, os biscoitos são produzidos com métodos artesanais e matérias-primas cuidadosamente selecionadas. São o resultado de bons ingredientes trabalhados por mãos que gostam do que fazem. A Miolo de Nós® gosta de tradições, mas adora ser moderna.

Apostando na promoção de uma alimentação equilibrada, a Miolo de Nós®  procura a utilização de elementos saudáveis na produção dos seus biscoitos, sem comprometer o seu sabor e/ou a sua textura. Assim, privilegia as gorduras “boas” (caju, azeite), as sementes como fonte de nutrientes e fibras (sésamo), e também as plantas aromáticas que reduzem o apetite e auxiliam o processo digestivo (erva-doce).

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QUEM FOI O ABADE DE PRISCOS QUE DÁ O NOME AO TÃO AFAMADO QUANTO DELICIOSO PUDIM BRACARENSE?

ABADE DE PRISCOS – Gastrónomo

Manuel Joaquim Machado Rebelo nasceu em Turiz em 1834 e faleceu em Vila Verde em 1930. Estudou no Seminário Arquidiocesano de Braga e ordenou-se sacerdote em 1861. Foi então nomeado pároco de Cunha (Arentim), de Bastuço (Barcelos), de Ruilhe (Braga) e, finalmente, de Priscos, desde 1883, até à sua morte.

À parte a sua ação pastoral, manifestou excecionais dotes como alfaiate e bordador, mas foi como gastrónomo que ficou na história. Concebeu inúmeras receitas culinárias, donde ressalta o já célebre pudim, conhecido e apreciado em todo o país. Consta que haveria um caderno com as suas criações gastronómicas, porém, nunca foi encontrado.

Na visita ao Norte do país do Rei D. Luís I, em 1887, foi o Abade de Priscos que se encarregou dos faustosos banquetes realizados em sua honra. Sabe-se também que o Arcebispo de Braga, de 1899 a 1913, D. Manuel Batista da Cunha, quando pretendia receber visitas ilustres, convidava o Padre Rebelo para dirigir os trabalhos de cozinha.

Texto: Manuel Campos

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Foto: Wikipédia

FAMALICÃO CRIA "BOMBONS DE CERVEJOLA"... COM CERVEJA DE VINHO VERDE!

Sim Bombons, um promissor e sustentável negócio  

Esta é uma união inesperada, mas bem-sucedida, de um dos negócios mais promissores no setor primário português: bombons de chocolate negro recheados com cerveja de vinho verde, branco ou tinto, e aguardente. “O teor alcoólico obriga a que sejam apenas para adultos.” Quem o afirma, em tom de brincadeira, é Susana Azevedo, a empresária de Vila Nova de Famalicão que, em 2017, iniciou o projeto da sua vida, a empresa Sim Bombons, detentora da premiada marca Sim Chocolate & Flavours.

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Com um crescimento sólido e contínuo, foi na perspetiva da inovação que recentemente surgiram estes “Bombons de Cervejola”, da marca Escândalo, com uma embalagem reciclada e reciclável, já certificada. “Um produto que surpreendeu o mercado, que reagiu de forma excecional, porque, mais uma vez, fizemos diferente e com muita qualidade”, conta.

A Sim Bombons está, aliás, a evoluir em matéria de sustentabilidade e economia circular. “A consciência ambiental está presente na produção das nossas embalagens e na gestão diária da nossa atividade”, diz Susana Azevedo, 38 anos, revelando que, no quadro de uma aposta interna de reforço dessa estratégia, será lançada, ainda durante este ano, uma embalagem biodegradável.

O ano de 2020 fica marcado como “o melhor de todos”, com a empresa a registar um crescimento na ordem dos 50% face a 2019 em termos de volume de faturação.

O objetivo imediato passa pela promoção das duas marcas já criadas. Para tal, desde novembro de 2019, dispõe de uma unidade de produção com cinco colaboradores e em que investiu 125 mil euros num equipamento que produz 2.000 a 3.000 bombons por hora, ainda que exista uma linha de bombons produzidos totalmente de forma artesanal. 

Mas, no futuro próximo, existe também a ambição de exportação, prevendo-se o lançamento de uma “nova e arrojada” marca de chocolates, que vai trazer ao mercado “algo apimentado e diferenciador”, adianta.

Susana Azevedo não tem dúvidas quando diz que tem hoje “um negócio inovador que apoia o comércio local e os produtores nacionais, com combinações de diversas gamas de produtos portugueses, e já reconhecido através de vários prémios”.

A história da Sim Bombons começou por brincadeira, no Natal de 2014, quando Susana e a filha, inspiradas pela magia da época e pela descoberta em preparar algo com amor, fizeram bombons para a família e amigos. Logo, surgiram comentários positivos e encomendas atrás de encomendas.

Susana começou por levar os seus bombons a eventos da região e o sucesso motivou-a a querer evoluir cada vez mais, atrevendo-se a inovar em sabores e cores. Até que, em 2017, deixou a sua profissão para abrir a Chocolataria SIM, em Vila Nova de Famalicão, com uma gama de produtos da marca Sim Chocolate & Flavours, constituída por bombons artesanais recheados, tabletes, crocantes, cacos e trufas cremosas de chocolates negro, Vinho do Porto, caramelo, espumante e vinhos verdes.

“Cremosos por dentro e estaladiços por fora, o segredo destes produtos famalicenses está na excelência do chocolate aromático utilizado, puro de origem, 100 por cento natural”, assegura.

Todos são produtos reconhecidos com o Selo Made IN Famalicão – Produto que é Nosso, atribuído pela Câmara Municipal, no âmbito do recente Programa de Incentivo ao Consumo de Produtos Locais e Endógenos.

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ALETRIA É UMA DAS MAIS REQUINTADAS DOÇARIAS DO MINHO

Aletria (do árabe hispanizado alaṭríyya ou aliṭríyya, a partir do árabe clássico iṭriyah, sendo este derivado do aramaico rabínico iṭṭĕrī[tā]: espécie de massa; este último seria proveniente do latim attrīta: 'esmigalhada', 'sopa') é uma massa alimentícia, de fios finos, utilizada para fazer sopas e doces. A palavra aletria pode corresponder à italiana vermicelli ou capellini ou à francesa vermicelle.

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Foto: Armanda Macedo

Llibre de Sent Soví, um conjunto de dois manuscritos do século XIV, em catalão, contém a compilação de 200 receitas, dentre as quais existem duas com alatria (170 : Qui parla con se cou alatria ou "como se cozinha aletria" e 171 : Qui parla con se cou carn ab alatria ou "como se cozinha carne com aletria"). Porém, aquilo a que chamavam aletria deveria ter um formato bem diferente dos atuais fios finos de massa.

A aletria provavelmente foi trazida para a Península Ibérica pelos mouros, no século VIII ou IX.

Manteve-se em Portugal e incorporada na culinária portuguesa, passando a designar a massa de fios muito finos, com a qual se prepara um doce típico de Natal, presente em quase todas as regiões do país. No entanto, com o tempo, o nome aletria foi desaparecendo na Espanha, mantendo-se apenas na região do antigo Reino de Múrcia. Destaca-se que a cozinha catalã se enriqueceu muito com produtos divulgados pelos árabes, inclusive a aletria.

Também no Brasil, a aletria é usada em doces e sopas, sendo também conhecida como "macarrão cabelo de anjo".

No Minho, a aletria é mais cremosa.

Fonte: Wikipédia

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INGREDIENTES

125 g Aletria Milaneza

1/2l. Água

2 col. chá Sal

300 g Açúcar

2 Paus de Canela

5 Gemas

1 Casca de Limão

q.b. Vinho do Porto

2 col. sopa Manteiga

q.b. Canela em pó

Comece por colocar a água, o açúcar, a casca de limão, o sal e o pau de canela numa panela a ferver.

Enquanto a água levanta fervura, parta com as mãos e para uma taça 125gr de Aletria Milaneza. Assim que estiver a ferver, reduza para lume médio, deite a aletria na panela e vá mexendo regularmente durante a cozedura (cerca de 4 minutos).

Entretanto, numa tigela, junte as gemas, o açúcar, o Vinho do Porto e um pouco de água. Misture até obter um preparado homogéneo.

Retire a Aletria do lume e misture com o preparado anterior, adicione a manteiga e leve novamente a lume brando a engrossar.

Por fim, deite a Aletria Cremosa numa travessa, deixe arrefecer e polvilhe com canela em pó a gosto.

Fonte: Milanesa

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Foto: https://www.alquimiadostachos.com/

BOLINHOS DE JERIMU OU ABÓBORA É UMA ESPECIALIDADE DA DOÇARIA TRADICIONAL DO ALTO MINHO

A típica receita de bolinhos de jerimu é tradicional da região de Viana do Castelo e particularmente comum na época do Natal. Os bolinhos de jerimu têm o sabor característico e agradável da abóbora que combina na perfeição com o travo a laranja. Esta é uma receita presente em muitas mesas de Natal, embora seja na zona norte do país onde a receita é mais apreciada.

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Preparação de bolinhos de jerimu

Comece por cozer a abóbora em água temperada com sal.Após estar cozida retire da água e coloque a sobre um escorredor algumas horas para ir largando a água ou até de um dia para o outro. Depois reduza a puré com a ajuda de um garfo.

Numa taça junte o puré, a farinha, o fermento, o açúcar e as gemas. Misture bem.

Bata as claras em castelo e acrescente ao preparado, envolvendo bem. Acrescente o vinho do porto e envolva mais um pouco.

Aqueça o óleo e vá colocando pequenos bolinhos formados por duas colheres, a fritar.

Depois de estarem dourados retire e coloque num prato com papel absorvente.

Ainda quentes polvilhe com açúcar e canela.

Receita: Nestlé

ROTA DA RABANADA ATRAI MAIS ESTABELECIMENTOS ADERENTES NO CONCELHO DE CAMINHA

Esta edição conta com mais dois locais

A ‘Rota da Rabanada’ atrai cada vez mais estabelecimentos aderentes. Desde o fim de semana, juntaram-se à iniciativa mais um café bar e um restaurante. De Âncora a Lanhelas há mais dois pontos de paragem obrigatórios e 32 especialidades de rabanada para saborear.

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Para além de novos estabelecimentos, são também cada vez mais as pessoas que procuram os cafés, pastelarias, mercearias, hotéis e restaurantes aderentes do concelho para provarem as especialidades disponíveis. Desde a sua criação, a ‘Rota da Rabanada’ é uma das atrações gastronómicas do concelho nesta altura do ano. Esta iniciativa tem como objetivos promover a gastronomia, dinamizar o comércio e a economia local.

Esta edição está a ser um sucesso. Conta com novos aderentes e novas especialidades, com destaque para a rabanada recheada com gelado e caramelo salgado. Até 31 de dezembro, o Município de Caminha desafia os amantes da rabanada a visitarem o concelho, nomeadamente as freguesias de Âncora, Vila Praia de Âncora, Lanhelas, Seixas, Moledo, Gondar, Vilar de Mouros e Caminha, para se deliciarem com as 32 especialidades de rabanada: infantil, de vinho do Porto, de frutos secos, de chila, recheada com maçã, recheada com abóbora, com doces de ovos ou fios de ovos, entre outras.

RABANADAS DE CAMINHA SÃO UMA GULOSEIMA DE LAMBER OS BEIÇOS!

Esta edição apresenta novas especialidades

A ‘Rota da Rabanada’ está de regresso ao concelho de Caminha. Novos aderentes e novas especialidades, com destaque para a rabanada recheada com gelado, estão a marcar a edição deste ano. Até 31 de dezembro, no concelho há cerca de 30 especialidades de rabanada para degustar em cerca de três dezenas de cafés, pastelarias, mercearias, hotéis e restaurantes aderentes do concelho.

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No concelho de Caminha a rabanada é um doce com tradição e está presente à mesa na consoada de todos os caminhenses. Desde a sua criação, a ‘Rota da Rabanada’ tornou-se uma das atrações gastronómicas do concelho nesta altura do ano. Esta iniciativa tem como objetivos promover a gastronomia, dinamizar o comércio e a economia local.

Assim, à semelhança das edições anteriores, o Município lançou o repto aos cafés, pastelarias, mercearias e restaurantes do concelho para que aderissem e com novas criações. Esta edição conta com a adesão de novos estabelecimentos e com novas rabanadas, como por exemplo a rabanada recheada com gelado. A rabanada infantil volta também a marcar esta “Rota da Rabanada”. Mas há muito mais para experimentar: rabanada de vinho do Porto, de frutos secos, de chila, recheada com maçã, recheada com abóbora, com doces de ovos ou fios de ovos, entre outras.

O desafio foi aceite por três dezenas de cafés, pastelarias e restaurantes do concelho. Até ao final do ano, no concelho, desde Vila Praia de Âncora a Lanhelas, passando por Seixas, Moledo, Gondar, Vilar de Mouros e Caminha há mais de 30 rabanadas diferentes para degustar nos cafés, pastelarias, mercearias, hotéis e restaurantes aderentes do concelho, isto é, cada um dos estabelecimentos aderentes terá à venda diariamente a sua ou as suas especialidades.

Para promover a iniciativa, o Município de Caminha elaborou o chamado “Passaporte Rota da Rabanada” com os diversos estabelecimentos aderentes, e a cada 5 carimbos diferentes, dará direito a uma oferta do Município de Caminha, a levantar nos Postos de Turismo do concelho. À semelhança do ano passado, portador do “Passaporte da Rabanada” quando for levantar o seu presente, poderá votar na sua rabanada favorita.

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CAMINHA: ROTA DA RABANADA NA EMENTA DE TRÊS DEZENAS DE CAFÉS, PASTELARIAS, MERCEARIAS, HOTÉIS E RESTAURANTES ADERENTES DO CONCELHO

Esta edição apresenta novas especialidades

A ‘Rota da Rabanada’ está de regresso ao concelho de Caminha. Novos aderentes e novas especialidades, com destaque para a rabanada recheada com gelado, estão a marcar a edição deste ano. Até 31 de dezembro, no concelho há cerca de 30 especialidades de rabanada para degustar em cerca de três dezenas de cafés, pastelarias, mercearias, hotéis e restaurantes aderentes do concelho.

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No concelho de Caminha a rabanada é um doce com tradição e está presente à mesa na consoada de todos os caminhenses. Desde a sua criação, a ‘Rota da Rabanada’ tornou-se uma das atrações gastronómicas do concelho nesta altura do ano. Esta iniciativa tem como objetivos promover a gastronomia, dinamizar o comércio e a economia local.

Assim, à semelhança das edições anteriores, o Município lançou o repto aos cafés, pastelarias, mercearias e restaurantes do concelho para que aderissem e com novas criações. Esta edição conta com a adesão de novos estabelecimentos e com novas rabanadas, como por exemplo a rabanada recheada com gelado. A rabanada infantil volta também a marcar esta “Rota da Rabanada”. Mas há muito mais para experimentar: rabanada de vinho do Porto, de frutos secos, de chila, recheada com maçã, recheada com abóbora, com doces de ovos ou fios de ovos, entre outras.

O desafio foi aceite por três dezenas de cafés, pastelarias e restaurantes do concelho. Até ao final do ano, no concelho, desde Vila Praia de Âncora a Lanhelas, passando por Seixas, Moledo, Gondar, Vilar de Mouros e Caminha há mais de 30 rabanadas diferentes para degustar nos cafés, pastelarias, mercearias, hotéis e restaurantes aderentes do concelho, isto é, cada um dos estabelecimentos aderentes terá à venda diariamente a sua ou as suas especialidades.

Para promover a iniciativa, o Município de Caminha elaborou o chamado “Passaporte Rota da Rabanada” com os diversos estabelecimentos aderentes, e a cada 5 carimbos diferentes, dará direito a uma oferta do Município de Caminha, a levantar nos Postos de Turismo do concelho. À semelhança do ano passado, portador do “Passaporte da Rabanada” quando for levantar o seu presente, poderá votar na sua rabanada favorita.