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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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BARCELOS PROMOVE INCLUSÃO ATRAVÉS DA DOÇARIA

Vai um docinho? Jovens com necessidades especiais convidam à degustação dos seus doces na Aldeia Natal

No âmbito do Programa Cultura para Todos numa Cidade Educadora Inclusiva, projeto promovido pelo Município de Barcelos, a AMAR 21 vai realizar a ação Empower 21, no próximo dia 23 de dezembro, entre as 13h30 às 16h, na Casinha da AMAR 21, na Aldeia Natal, a Avenida da Liberdade, em Barcelos.

Trata-se de uma iniciativa de degustação de doces, dirigida à comunidade, como forma de demonstração das competências profissionais de jovens com necessidades especiais.

Os doces a degustar serão confecionados pelos jovens, que têm vindo a exercitar as suas capacidades no ateliê de pastelaria no âmbito deste projeto. Esta ação pretende potenciar o contacto com o público e demonstrar o processo de confeção da bolacha húngara. No decorrer da iniciativa, o público terá oportunidade de decorar e degustar a sua bolacha.

O Programa Cultura para Todos numa Cidade Educadora Inclusiva, é cofinanciado pelo Fundo Social Europeu, através do Programa Norte 2020.

CÂMARA DE VIZELA PERPETUA HISTÓRIA DO BOLINHOL EM LIVRO

A Câmara Municipal de Vizela apresentou o livro ‘Pão de Ló Coberto de Vizela, Apontamentos para a História’, no passado sábado, da autoria do vizelense António Cunha, apostando na preservação deste ícone da gastronomia e da cultura vizelense.

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Assim, a Câmara Municipal de Vizela apresenta este livro sobre a história do Bolinhol, da autoria do vizelense António Cunha, que se traduz numa investigação histórica à origem do nosso doce tradicional e vem recordar a nossa história e o nosso legado na área da gastronomia.

O autor, António Cunha, agradeceu à Câmara Municipal por todo o apoio na edição deste livro, afirmando ter sido muito gratificante a realização do mesmo e dedicou-o a todos os produtores de Bolinhol de Vizela, que contribuíram para o seu conteúdo. Disse ter sido uma investigação que lhe deu imenso orgulho fazer, manifestando o desejo que todos gostem do livro.

O Presidente da Câmara Municipal de Vizela destacou que a edição deste livro assenta em quatro grandes pressupostos: a identidade, pois o bolinhol é um traço distinto da nossa identidade; o recapitular da nossa história, pois dá a conhecer a historia e património gastronómico do Concelho; uma homenagem a todos que contribuíram, não só para ao criação do Bolinhol, mas também para a sua dinamização e promoção, nomeadamente a sua criadora e todos os produtores deste doce; e a estratégia económica, pois toda a aposta no Bolinhol está intrínseca ao desenvolvimento económico.

O Edil disse ainda ser muito importante continuar a criar condições para consolidar o trabalho na área da promoção do Bolinhol, destacando a Feira do Bolinhol, a certificação do Bolinhol e agora a edição deste livro que vem reforçar a aposta da Autarquia.

Com a edição deste livro, a Câmara Municipal de Vizela pretende, assim, continuar a aposta na valorização do Bolinhol, que faz parte do património gastronómico de Vizela há mais de um século, concentrando em si caraterísticas históricas, culturais e económicas relevantes que merecem ser protegidas, preservadas, valorizadas e promovidas. Um doce único que é uma mais-valia gastronómica do Concelho de Vizela, da região Norte e de Portugal.

CÂMARA DE VIZELA APRESENTA LIVRO SOBRE BOLINHOL

A Câmara Municipal de Vizela apresenta o livro ‘Pão de Ló Coberto de Vizela, Apontamentos para a História’, no próximo dia 18 de dezembro, pelas 17.00h, na tenda de espetáculos.

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Assim, e apostando na preservação deste ícone da gastronomia e da cultura vizelense, a Câmara Municipal de Vizela apresenta este livro sobre a história do Bolinhol, da autoria do vizelense António Cunha, que se traduz numa investigação histórica à origem do nosso doce tradicional e vem recordar a nossa história e o nosso legado na área da gastronomia.

De realçar que, depois da eleição do Bolinhol de Vizela como uma das 7 Maravilhas Doces de Portugal, a Câmara Municipal tem desenvolvido uma estratégia de dinamização do Bolinhol, que passou por um conjunto de ações no sentido da promoção e divulgação do Bolinhol.

No seguimento desta estratégia, a Câmara Municipal avançou com o processo de certificação do Bolinhol, de forma a valorizar e preservar a sua autenticidade, em parceria com todos os produtores de Bolinhol do Concelho, e que irá permitir aferir as características que fazem com que Bolinhol seja uma marca de Vizela, identificando as suas características, preservando sempre a sua confidencialidade, mas também protegendo o produto como sendo nosso.

De realçar que, decorrente da estratégia de dinamização do Bolinhol como uma das 7 Maravilhas Doces de Portugal, o Presidente da Câmara Municipal entregou a cada um dos produtores de Bolinhol, o diploma oficial das 7 Maravilhas Doces de Portugal, o selo para colocar nas caixas do Bolinhol e ainda uma placa para colocar na fachada exterior das lojas de cada um dos produtores.

A Câmara Municipal tem também implementado uma nova dinâmica na divulgação do Bolinhol, que tem passado pela associação deste produto endógeno aos eventos promovidos pela Câmara, com a presença dos produtores do Bolinhol, com stands próprios para a promoção do nosso doce típico, com destaque para a Feira do Bolinhol, uma das estratégias para manter o Bolinhol vivo como uma referência de Vizela.

De destacar também que a Autarquia tem criado condições para associar a imagem das 7 Maravilhas Doces de Portugal ao Concelho, sendo disso exemplo a alteração dos totems das entradas da cidade e das novas paragens de autocarros, onde foi colocada uma alusão ao Bolinhol como uma das 7 Maravilhas dos Doces de Portugal. É também intenção da Autarquia criar um monumento ao Bolinhol como forma de dar a conhecer a todos os que nos visitam que somos detentores de uma das 7 Maravilhas dos Doces de Portugal.

Com a edição deste livro, a Câmara Municipal de Vizela pretende continuar a aposta na valorização do Bolinhol, que faz parte do património gastronómico de Vizela há mais de um século, concentrando em si caraterísticas históricas, culturais e económicas relevantes que merecem ser protegidas, preservadas, valorizadas e promovidas. Um doce único que é uma mais-valia gastronómica do Concelho de Vizela, da região Norte e de Portugal.

ROTA DA RABANADA MARCA QUADRA NATALÍCIA NO CONCELHO DE CAMINHA

Até 31 de dezembro, há mais de duas dezenas de especialidades de rabanada para experimentar em cafés, pastelarias, hotéis e restaurantes aderentes

A ‘Rota da Rabanada’ está de regresso ao concelho de Caminha com novos aderentes e novas especialidades. Até 31 de dezembro, no concelho há mais de duas dezenas de especialidades de rabanada para experimentar em cafés, pastelarias, hotéis e restaurantes aderentes. Esta edição conta com um passaporte e a cada 5 carimbos, há ofertas que são oferecidas pelo Município de Caminha e pelos participantes na Rota.

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No concelho de Caminha a rabanada é um doce com tradição e está presente à mesa na consoada de todos os caminhenses. Desde a sua criação, a ‘Rota da Rabanada’ tornou-se uma das atrações gastronómicas do concelho nesta altura do ano. São muitos os que nos visitam para degustar esta iguaria. Esta iniciativa tem como objetivos promover a gastronomia, dinamizar o comércio e a economia local.

Assim, à semelhança das edições anteriores, o Município lançou o repto aos cafés, pastelarias, hotéis e restaurantes do concelho para que aderissem com novas criações. Na verdade, esta edição conta com a adesão de novos estabelecimentos e com algumas novidades. Até 31 de dezembro, há muito para experimentar: rabanada de pão saloio, leite, gelado à escolha e caramelo salgado; de frutos secos, xarope especial e um suspiro; de vinho do Porto; de ovos moles; de frutos secos; de chila; recheada com maçã, abóbora, com doces de ovos ou fios de ovos, entre muitas outras especialidades. A rabanada infantil volta também a marcar esta “Rota da Rabanada”.

Para promover a iniciativa, o Município de Caminha elaborou o chamado “Passaporte Rota da Rabanada” com os diversos estabelecimentos aderentes, e a cada 5 carimbos diferentes, dará direito a uma oferta a levantar nos Postos de Turismo do concelho, bem como a votar na sua rabanada favorita. Nesta VII edição, as ofertas são oferecidas não só pela Câmara Municipal, mas também por alguns dos cafés, pastelarias, hotéis e restaurantes.

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CONCURSO BARCELOS DOCE 2021

Rosa Cintilante, A Colonial e Casa das Natas são os grandes vencedores do Concurso Barcelos Doce 2021, organizado pelos serviços de Turismo do Município de Barcelos. Este concurso enquadra-se no âmbito da programação natalícia e decorreu no passado fim de semana (dias 4 e 5), culminando a série do programa “7 Prazeres da Gastronomia”.

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Após apreciação de um júri composto por três especialistas, o primeiro lugar na categoria de Pão de Ló foi atribuído à pastelaria Rosa Cintilante; enquanto na categoria de Bolo-rei, o vencedor foi a pastelaria a Colonial. Já na categoria Troncos de Natal saiu vencedor a Casa das Natas.

Perante um júri constituído pelo Chefe José Freitas, a Chefe Luciana Campos e Helena Martins, em representação da restauração de Barcelos, apresentaram-se a concurso dez pastelarias, padarias e confeitarias do concelho, apresentando doçaria própria da época de Natal, conforme as tradições gastronómicas da região.

Esta ação do Município pretende continuar a promover a qualidade e diversidade da doçaria de Natal produzida no concelho de Barcelos. É também o culminar do extenso programa anual - “7 Prazeres da Gastronomia” - que arrancou com o Fim de Semana da Lampreia, e prosseguiu com a Semana Gastronómica do Galo, dos Rojões e das Papas de Sarrabulho, do Bacalhau, dos Petiscos, do Galo Assado, e do Pica no Chão.

Workshop “Como Confecionar Doces de Natal”

Além do Concurso Barcelos Doce, realizou-se também na tarde de sábado, (dia 4), no Posto de Turismo, o Workshop “Como confecionar doces de Natal”, no decorrer do qual vários participantes tiveram oportunidade de aprofundar a confeção de doces ligados a esta época festiva.

Lista dos premiados no Concurso Barcelos Doce

Pão de ló

1º lugar: Rosa Cintilante

2º lugar: Doce da Consolação

3º lugar: Mercado do Pão

Bolo-rei

1º lugar: A Colonial

2º lugar: Flor de Durrães

3º lugar: Doce da Consolação

Tronco de Natal

1º lugar: Casa das Natas

2º lugar: Doce da Consolação

3º Lugar: A Colonial

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VALENÇA É UMA FORTALEZA DE CHOCOLATE

De 3 a 8 de Dezembro a Fortaleza de Valença é de Chocolate

Durante seis dias Valença será a Fortaleza de Chocolate, o destino para saborear e sentir o chocolate de tantas formas.

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Valença Fortaleza de Chocolate é uma feira / mostra dedicada, em exclusivo, à degustação e compra de produtos à base de chocolate.

O evento desenvolve-se pelas ruas e praças da Fortaleza de Valença e conta com a presença de doceiros, pasteleiros, produtores de chocolate e chocolatiers portugueses e espanhóis.

Programa de Animação:

3 de Dezembro

15h00 Inauguração da IX Edição “Fortaleza de Chocolate”

4 de Dezembro

10h30 – 12h30 Animação Itinerante (Duendes com cogumelos doces)

14h00 – 16h00 Animação Itinerante (Duendes com cogumelos doces)

16h30 – 18h00 Fanfarra “A Tu Ritmo”

5 de Dezembro

10h30 – 12h30 Animação Itinerante (Andas Candy & Majorettes)

14h00 – 16h00 Animação Itinerante (Andas Candy & Majorettes)

15h30 – 17h00 Oficina Chocokids com Alexandra Aparecida Silva (Cestas e Chocolate Minho) “Brigadeiro Gourmet & Brigadeiro de Coco”

16h30 – 18h00 Fanfarra “A Tu Ritmo”

6 de Dezembro

10h30 – 12h30 Animação Itinerante (Boneco de Gengibre & Chefs de Cozinha)

14h00 – 16h00 Animação Itinerante (Boneco de Gengibre & Chefs de Cozinha)

15h30 – 17h00 Show Cooking com o Marco Fernando Silva (Casa do Cacau)

“Bombons de Chocolate”

16h30 – 18h00 Fanfarra “Cantos Somos”

7 de Dezembro

10h30 – 12h30 Animação Itinerante (Às Compras com Mascote de Gengibre)

14h00 – 16h00 Animação Itinerante (Às Compras com Mascote de Gengibre)

15h30 – 17h00 Oficina Chocokids com Alexandra Aparecida Silva (Cestas e Chocolate Minho)

“Mais e mais Cupcakes!!! Yummmm!!”

8 de Dezembro

10h30 – 12h30 Animação Itinerante (Chefs e Chocolatiers à solta)

14h00 – 16h00 Animação Itinerante (Chefs e Chocolatiers à solta)

15h30 – 17h00 Show Cooking com o Marco Fernando Silva (Casa do Cacau) - “Presépios de Natal em Chocolate”

16h30 – 18h00 Fanfarra “Cantos Somos”

FORTALEZA DE CHOCOLATE VOLTA A ADOÇAR VALENÇA

Em Valença o Chocolate tem tradição e de 3 a 8 de dezembro volta a receber a Fortaleza de Chocolate.

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A IX Fortaleza de Chocolate promete adoçar valencianos, turistas e todos quantos venham a Valença, numa festa onde o Chocolate é protagonista e a Fortaleza se torna pequena para receber todos os amantes desta doçura. Marque na sua agenda. De 3 a 8 de dezembro a festa será de chocolate em Valença.

A IX edição da Fortaleza de Chocolate, uma feira/mostra dedicada, em exclusivo, à degustação e venda de produtos à base de chocolate, está aberta a todos os públicos e é de acesso gratuito.

O evento desenvolve-se pelas ruas e praças da Fortaleza de Valença e conta com a presença de doceiros, pasteleiros, produtores de chocolate e chocolatiers portugueses e espanhóis.

Bombons, cupcakes, Cake Pops, waffles, crepes, torrões, brigadeiros, trufas, bombocas, chupas de chocolate, espetadas de fruta, ginjas e licores e um sem fim de produtos onde o chocolate é rei. A feira contará, ainda, com produtos à base de chocolate, sem glúten.

Para os amantes da arte de transformar chocolate, os showcooking's, vão proporcionar experiências únicas de fazer bombons, esculturas e outras delícias a partir de chocolate.

Haverá, ainda, animação de rua e animação musical para apurar os sentidos e a degustação de todas as delícias de chocolate.

Com a iniciativa “Valença Fortaleza de Chocolate”, o Município arranca com uma programação de Natal que se prolongará até ao Dia de Reis.

FORTALEZA DE CHOCOLATE VOLTA A ADOÇAR VALENÇA

Em Valença o Chocolate tem tradição e de 3 a 8 de dezembro volta a receber a Fortaleza de Chocolate.

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A IX Fortaleza de Chocolate promete adoçar valencianos, turistas e todos quantos venham a Valença, numa festa onde o Chocolate é protagonista e a Fortaleza se torna pequena para receber todos os amantes desta doçura. Marque na sua agenda. De 3 a 8 de dezembro a festa será de chocolate em Valença.

A IX edição da Fortaleza de Chocolate, uma feira/mostra dedicada, em exclusivo, à degustação e venda de produtos à base de chocolate, está aberta a todos os públicos e é de acesso gratuito.

O evento desenvolve-se pelas ruas e praças da Fortaleza de Valença e conta com a presença de doceiros, pasteleiros, produtores de chocolate e chocolatiers portugueses e espanhóis.

Bombons, cupcakes, Cake Pops, waffles, crepes, torrões, brigadeiros, trufas, bombocas, chupas de chocolate, espetadas de fruta, ginjas e licores e um sem fim de produtos onde o chocolate é rei. A feira contará, ainda, com produtos à base de chocolate, sem glúten.

Para os amantes da arte de transformar chocolate, os showcooking's, vão proporcionar experiências únicas de fazer bombons, esculturas e outras delícias a partir de chocolate.

Haverá, ainda, animação de rua e animação musical para apurar os sentidos e a degustação de todas as delícias de chocolate.

Com a iniciativa “Valença Fortaleza de Chocolate”, o Município arranca com uma programação de Natal que se prolongará até ao Dia de Reis.

MUNICÍPIO DE VIANA DO CASTELO GARANTE CERTIFICAÇÃO NACIONAL DA "TORTA DE VIANA" ENQUANTO REFERÊNCIA DA DOÇARIA TRADICIONAL DO CONCELHO

O Município de Viana do Castelo garantiu a certificação da “Torta de Viana”, num processo que teve como objetivos preservar e promover este doce e a receita deste produto tradicional vianense, gerando confiança no consumidor.

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A certificação representou um investimento realizado no âmbito de uma Candidatura das Comunidades Intermunicipais do Alto Minho, do Ave e do Cávado, no contexto da atribuição do Galardão da Região Europeia da Gastronomia ao Minho, e surgiu da necessidade de preservar a receita tradicional. A certificação incluiu a elaboração de um caderno de especificações e ações de capacitação e de acompanhamento às pastelarias aderentes ao processo de certificação.

A “Torta de Viana – Receita Tradicional de Viana do Castelo” é também, agora, uma marca nacional registada pelo INPI - Instituto Nacional da Propriedade Intelectual, sendo o Município de Viana do Castelo a entidade detentora da marca.

A Certificação da “Torta de Viana” surgiu da necessidade de preservar a receita tradicional de um doce que tem associado a si o nome de Viana do Castelo, identificando as suas caraterísticas, de modo a valorizar e promover este produto endógeno e ao mesmo tempo permitir diferenciar a “Torta de Viana”, dando a garantia e confiança ao consumidor que está a consumir um produto local com qualidade reconhecida, com a receita original que existe desde o século XVI. A marca está, assim, registada e protegida com o número de registo 667701, e é composta por um logótipo, símbolo e a respetiva assinatura.

A receita da Torta de Viana terá sido oriunda do Convento de Santa Ana de Viana do Castelo, em 1505. As primeiras freiras eram Clarissas e teriam vindo do Mosteiro de Vila do Conde onde já eram renomadas artistas doceiras. Esta torta era um doce importante, apenas preparado para ocasiões especiais, também conhecido com “Torta Real”.

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BOLINHOL DE VIZELA É UMA DAS MAIS APRECIADAS DOÇARIAS DO MINHO

Descrição: O Bolinhol de Vizela, também denominado de “Pão-de-ló Coberto de Vizela”, é um bolo confecionado à base de ovos, sobretudo gemas, açúcar e farinha, coberto de açúcar e quase sempre retangular.

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Características particulares: Distingue-se pela sua forma e pela presença da cobertura de açúcar.

Região: Concelho de Vizela.

Ingredientes utilizados: Ovos, açúcar e farinha.

Modo de preparação: Batem-se os ovos com o açúcar até se obter um preparado espesso e esbranquiçado. Junta-se a farinha, batendo apenas o necessário para ficar bem misturada. Deita-se a massa em formas retangulares, forradas com papel grosso. Vai a cozer em forno quente. Para a cobertura, pincela-se o bolo com uma calda de açúcar grossa e esbranquiçada.

Saber fazer: A confeção da calda de açúcar, posteriormente pincelada, manualmente, sobre a massa levemente húmida.

Formas de comercialização: Pastelarias do Concelho de Vizela.

Disponibilidade do produto ao longo do ano: Durante todo o ano.

Historial do produto: A referência mais antiga que se conhece relativamente ao “Bolinhol de Vizela”reporta-se à exposição industrial de Guimarães, que decorreu em 1884, e onde estiveram expostos vários tipos de doces de produção corrente no local, entre os quais o «pão-de-ló (bolinhol)». A história do “Bolinhol de Vizela” e o seu crescente destaque na doçaria local verifica-se a par do desenvolvimento das Termas de Vizela e da própria localidade, sobretudo a partir do início do século XX, com a realização de importantes obras na rede de transportes e comunicações.

Representatividade na alimentação local: Presença obrigatória na gastronomia de Vizela, sobretudo nas quadras festivas do Natal e da Páscoa.

Fonte: DGADR, com base em “Doçaria Tradicional Vimaranense”, 2011, Câmara Municipal de Guimarães e em: Vizela - Segredos de um Vale e Doces RegionaisFoto: Rádio Vizela Fonte: https://tradicional.dgadr.gov.pt/

CONHECE AS QUEIJADINHAS DE BARCELOS?

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Descrição: A Bella Queijadinha de Barcelos apresenta-se sob duas formas: em estrela de cinco bicos e em forma de charuto. A massa do recheio é envolvida em hóstia e, depois de lhe ser dado o formato, a queijadinha vai ao forno a cozer. Quando sai do forno é mergulhada numa calda de fondant e seca ao ar, o que lhe dá uma cor branca. A base do recheio é uma massa de amêndoa com frutos em calda, queijo branco fresco e ovos triturados até ficar com uma consistência de papa. Depois de pronta, a queijadinha tem uma consistência macia, embora o invólucro seja estaladiço.

Região: Norte.

Outras denominações: Queijadinhas. Queijadinhas de Barcelos.

Particularidade: Bolo em forma de estrela de cinco bicos ou de charuto, com uma capa de açúcar branco e recheado com um doce feito à base de amêndoa e frutos em calda.

História: A queijadinha com o nome de A Bella Queijadinha de Barcelos surgiu por volta de 1900, na Confeitaria Salvação de Barcelos, que sempre a fabricou e a registou com aquele nome. Embora se encontrem nessa região outras confeitarias a fabricar produtos similares, a verdadeira queijadinha é a de Barcelos. A receita foi passada aos descendentes, sempre oralmente, até à atual geração, que é a quinta. A confeitaria, apelidada em 1830 de Confeitaria Confiança, mudou o seu nome para Salvação, por volta de 1850, devido ao hábito que o seu proprietário, o Sr. Manuel Joaquim Duarte Ferreira, tinha de «jurar pela sua salvação» que os doces eram da última fornada. Assim, os clientes passaram a chamar-lhe o Salvação. O Sr. Manuel Joaquim apreciou o nome e fê-lo acrescentar aos seus apelidos, mudando também o nome à confeitaria. Estes dados constam do Historial da Confeitaria Salvação.

Uso: Como sobremesa ou gulodice a qualquer hora do dia.

Saber fazer: Trituram-se frutos em calda (laranja em maior proporção, maracujá, damasco, pêssego), amêndoa e um pouco de queijo branco até formar uma papa que vai ao lume a engrossar com gemas de ovos. Depois da pasta fria acrescenta-se miolo de amêndoa ralado para dar o ponto de enformar. Embrulham-se em hóstia, dando-se a umas a forma de estrela e a outras a forma de charutos. Vão ao forno a secar, sendo seguidamente mergulhadas numa calda de açúcar feita com água e claras em castelo, o que lhes dá depois de secas uma cor branca.

Fonte: https://tradicional.dgadr.gov.pt/pt/

MEIAS-LUAS SÃO UM DOCE TRADICIONAL DE VIANA DO CASTELO

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Descrição: Pastéis feitos de uma massa preparada com farinha de trigo, manteiga, água, sal e manteiga para fritar. O recheio é feito com farinha de pau, ovos, açúcar e amêndoa. Têm forma de meia-lua, com cerca de 10cm no seu maior comprimento.

Região: Norte.

Particularidade: Pastéis fritos, recheados com doce de farinha de pau (farinha de mandioca e ovos.

História: É um doce conventual, confecionado e vendido no Recolhimento de Santiago. Diz a tradição que estes doces eram confecionados pelas jovens recolhidas no convento após terem sido abandonadas, ainda crianças, pelos seus familiares. A sua venda era feita através da «roda» do convento. Esta roda era constituída por uma peça de madeira que existia em certas portas dos conventos e que permitia que, do lado de fora, se depositasse o que se queria enviar para o interior do convento, anonimamente, através da abertura da mesma porta. Assim, a mesma «roda» que servia para depositar as crianças, servia também para quem queria comprar as Meias-Luas. As pessoas colocavam o dinheiro na roda, rodavam-na pela abertura própria e, do outro lado, as recolhidas colocavam as Meias-Luas embrulhadas em papel muito fino.

Uso: As Meias-Luas são um doce delicado e relativamente caro, estando por isso associadas a ocasiões festivas. No entanto, atualmente a sua confeção e venda estão generalizadas a todas as épocas do ano.

Saber fazer: Peneira-se a farinha em monte num balcão de pedra mármore. Faz-se uma cova ao meio e deita-se dentro a manteiga. Liga-se, deitando a água necessária para trabalhar. Faz-se depois um rolo que se corta em fatias de cerca de 4 cm. Estas são depois estendidas com o rolo para a massa ficar muito, muito fina. Prepara-se o recheio levando ao lume o açúcar com um pouco de água. Deixa-se ferver até ponto de pérola e junta-se a amêndoa pelada e ralada. Ferve mais um pouco e junta-se a farinha de pau (farinha de mandioca), sem parar de mexer. Recheiam-se os bocados de massa fina, anteriormente preparados, dobram-se e cortam-se em forma de meia-lua, fazendo aderir bem os bordos. Fritam-se numa mistura de óleo e manteiga em partes iguais. Polvilham-se com açúcar em pó.

Fonte: https://tradicional.dgadr.gov.pt/pt/

VIZELA RECEBEU SEMINÁRIO SOBRE BOLINHOL E A GASTRONOMIA LOCAL

No âmbito do projeto Carta Gastronómica do Minho, teve lugar em Vizela, no Jardim Manuel Faria, o seminário sobre a Preservação da identidade do território - doçaria local e o Bolinhol, com a participação do Presidente da Câmara Municipal de Vizela, Victor Hugo Salgado e a professora Joana Santos, moderado por Rafael Oliveira.

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De destacar que a Carta Gastronómica do Minho é um projeto que está a ser desenvolvido pelo Consórcio Minho Inovação, que une as três Comunidades Intermunicipais do Cávado, Ave e Alto Minho em vários projetos que valorizem a riqueza patrimonial, cultural e paisagística do território minhoto e estimulem a dinâmica económica local, neste caso especifico investindo na promoção de ações que potenciem a gastronomia mais representativa da região minhota.

CONHECE A DOÇARIA TRADICIONAL DE ARCOS DE VALDEVEZ?

O concelho de Arcos de Valdevez é um dos concelhos minhotos que possui uma mais rica e variada doçaria tradicional. A sua fama ultrapassa os limites da nossa região. E, na Páscoa, quando o pároco vai dar a cruz a beijar e as portas abrem-se para receber conterrâneos e amigos que literalmente invadem o quinteiro perfumado de aromas de alecrim, funcho e rosmaninho, não há mesa que não disponha destas deliciosas iguarias que só as gentes arcuenses têm mestria de conceber.

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São elas os Charutos dos Arcos e o Pão de Ló do Soajo, o Bolo de discos e os Calhaus do Soajo, o Bolo de Mel e, como não podia deixar de ser, os tão característicos Rebuçados dos Arcos.

A doçaria tradicional de Arcos de Valdevez também possui os seus guardiães que não deixam os seus méritos por mãos alheias. Encontram-se entre eles a Padaria do Soajo e a Doçaria Central, localizada na rua General Norton de Matos, na vila de Arcos de Valdevez.

Em relação à Doçaria Central – prestes a completar o seu duplo centenário! – é justo fazer-lhe uma referência especial. E, para isso, nada melhor do que transcrever o seu própria historia oficial.

“Fundada em 1830 a Doçaria Central tem como especialidades o Doce Sortido; Pão de Ló; Charutos dos Arcos e Rebuçados dos Arcos.

Desde que foi fundada por Francisca Doceira, em 1830, que cada doce guarda o saber e o sabor dos ensinamentos que recebeu num convento. O lento passar do tempo permitia mil e uma experiencias com açúcar, ovos, amêndoa, chocolate e coco transformando as receitas em verdadeiros tesouros.

Mantendo os segredos sempre em família, de geração em geração, entrar na Doçaria Central é recuar á época das balanças decimais, dos fornos a lenha e das batedeiras á manivela. Utensílios com mais de cem anos que guardam o sabor de sempre”.

- Quando visitar Arcos de Valdevez não deixe de deliciar-se com estas maravilhas da doçaria tradicional minhota!

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CÂMARA DE VIZELA VAI EDITAR LIVRO SOBRE A HISTÓRA DO BOLINHOL

Depois da eleição do Bolinhol de Vizela como uma das 7 Maravilhas Doces de Portugal, a Câmara Municipal desenvolveu, ao longo do último ano, uma estratégia de dinamização do Bolinhol, que passou por um conjunto de ações no sentido da promoção e divulgação do Bolinhol.

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No seguimento desta estratégia, a Câmara Municipal avançou no final do ano transato com o processo de certificação do Bolinhol, de forma a valorizar e preservar a sua autenticidade, sendo que na semana passada se realizou mais uma sessão, no âmbito deste processo de certificação que contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal e de todos os produtores de Bolinhol do Concelho.

Nesta sessão, o Presidente da Câmara municipal avançou com informação de que a Câmara Municipal irá editar um livro sobre a história do Bolinhol, da autoria do vizelense António Cunha, com uma investigação histórica à origem do doce, apostando na preservação deste doce tradicional do nosso Concelho.

De destacar que o processo de certificação do Bolinhol abrange também a certificação das quatro casas produtoras e resulta de uma candidatura apresentada pela Autarquia, com uma comparticipação de 85%, sendo os restantes 15% suportados pela Câmara Municipal.

A aposta na certificação deste doce tradicional irá permitir aferir as características que fazem com que Bolinhol seja uma marca de Vizela, identificando as suas características, preservando sempre a sua confidencialidade, mas também protegendo o produto como sendo nosso.

De realçar que, decorrente da estratégia de dinamização do Bolinhol como uma das 7 Maravilhas Doces de Portugal, o Presidente da Câmara Municipal entregou a cada um dos produtores de Bolinhol, o diploma oficial das 7 Maravilhas Doces de Portugal, o selo para colocar nas caixas do Bolinhol e ainda uma placa para colocar na fachada exterior das lojas de cada um dos produtores.

A Câmara Municipal tem também implementado uma nova dinâmica na divulgação do Bolinhol, que tem passado pela associação deste produto endógeno aos eventos promovidos pela Câmara, com a presença dos produtores do Bolinhol, com stands próprios para a promoção do nosso doce típico, com destaque para a Feira do Bolinhol, uma das estratégias para manter o Bolinhol vivo como uma referência de Vizela.

De destacar também que a Autarquia tem criado condições para associar a imagem das 7 Maravilhas Doces de Portugal ao Concelho, sendo disso exemplo a alteração dos totems das entradas da cidade e das novas paragens de autocarros, onde foi colocada uma alusão ao Bolinhol como uma das 7 Maravilhas dos Doces de Portugal. É também intenção da Autarquia criar um monumento ao Bolinhol como forma de dar a conhecer a todos os que nos visitam que somos detentores de uma das 7 Maravilhas dos Doces de Portugal.

A Câmara Municipal de Vizela considera que a eleição do Bolinhol como uma das 7 Maravilhas Doces de Portugal deve ser devidamente promovida e divulgada pois, para além de reafirmar a identidade de um povo que, cada vez mais, sente que valeu a pena lutar pelo Concelho de Vizela, também homenageia todos aqueles que lutaram pela nossa autonomia, permite a promoção de Vizela, consolidando, desta forma, uma estratégia de dinamização do Concelho, assim como do comércio tradicional, em particular, dos que orgulhosamente vendem o nosso bolinhol, mas, também, de todos os comerciantes do ramo da restauração, que passam a ter mais um “trunfo” nas suas mesas.

MUNICÍPIO ARCUENSE ADOÇA PÁSCOA DAS INSTITUIÇÕES SOCIAIS DO CONCELHO E APOIA ECONOMIA DO CONCELHO

De forma a proporcionar alguma alegria e conforto em altura de pandemia, a Câmara Municipal irá entregar doces pelas várias Instituições do concelho.

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João Manuel Esteves e a sua equipa levarão pão-de-ló e biscoitos de milho às Instituições Sociais, às Unidades de Saúde, Bombeiros Voluntários e GNR de Arcos de Valdevez, permitindo que dessa forma utentes e colaboradores possam ter um sabor a tradição nesta época de Páscoa.

Este será um momento para também transmitir a todos muita força e coragem para continuarem a cumprir as regras do confinamento, com o desejo de que na Páscoa do próximo ano todos possam voltar a festejar esta época juntos daqueles que mais gostam.

Com esta iniciativa também se pretende apoiar a economia local, neste caso as pastelarias e doceiras de Arcos de Valdevez.

VIANA DO CASTELO É UMA CIDADE DOCE!

Em contexto de pandemia, a programação Páscoa Doce, promovida pela Câmara Municipal de Viana do Castelo e Associação Empresarial de Viana do Castelo (AEVC) assume um formato virtual, para manter a tradição.

Para assinalar esta época do ano, Viana do Castelo vai iluminar 9 igrejas e está a ser ultimada a decoração da Praça da República e Largo de São Domingos com figuras alusivas à Páscoa, executadas pelos funcionários municipais. Para fomentar o comércio local, em parceria com a AEVC, a autarquia vai entregar, de forma simbólica, um folar de Páscoa aos profissionais de saúde, forças de segurança, Proteção Civil, bombeiros, Cruz Vermelha e profissionais das Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas (ERPI).

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