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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CLUBE DE RUGBY DE ARCOS DE VALDEVEZ TERMINA FASE DE APURAMENTO EM PRIMEIRO LUGAR

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Tranquilamente primeiros

O C.R. Arcos de Valdevez concluiu no passado sábado a fase de apuramento do grupo Norte do CN1 com uma expressiva vitória em casa por 61-20 frente ao Guimarães RFC, confirmando o primeiro lugar.

6 jogos, 5 vitórias com ponto de bónus e uma derrota é o balanço desta fase em que o C.R. Arcos de Valdevez mostrou uma superioridade flagrante face para adversários.

No passado fim de semana, a "vítima" foi o Guimarães R.F.C., que manteve o desfecho final em aberto durante apenas a primeira parte.

Ainda não havia dois minutos de jogo, os homens da casa marcaram um ensaio aproveitando um erro defensivo dos vimaranenses. Todavia, os arcuenses como que adormeceram e sofreram um ensaio de resposta pouco depois, e cometendo ainda uma falta, cuja conversão pôs o Guimarães R.F.C à frente no marcador (7-10) aos quinze minutos.

Depois disso, os vimaranenses pouco puderam fazer. A superioridade dos arcuenses manifestava-se em todos os capítulos do jogo. Todavia, faltava serenidade à equipa, que não conseguia encadear as ofensivas, marcando três ensaios até ao intervalo, que seriam mais se tivesse alguma lucidez. Ao intervalo, o resultado era de 19-13, deixando tudo em aberto para a segunda parte.

Todavia, ainda não tinham decorrido dois minutos, já o C.R. Arcos de Valdevez tinha o seu quarto ensaio (26-13) e pouco depois outro ainda (33-13). A partir daí, o jogo estava decidido. As equipas lutavam, isto é, lutavam mais do que jogavam, com os da casa a marcarem mais quatro ensaios e os vimaranenses mais um, com um Score final de nove ensaios contra dois.

Na segunda fase, que começará a 10 de janeiro, o C.R. Arcos de Valdevez terá uma tarefa mais difícil, com adversários mais fortes e apetrechados, com um calendário que será definido em sorteio a realizar ainda nesta semana.

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ARTISTA VIANENSE TERESA SILVA IMORTALIZOU PELA ILUSTRAÇÃO A TRAGÉDIA DO ELEVADOR DA GLÓRIA

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São de Teresa Silva as seguintes palavras em relação às quais nada conseguimos acrescentar: “Ao longo dos séculos os artistas imortalizaram os momentos mais marcantes da História. É função (e até dever!) dos artistas preservar esta memória das vivências humanas, as boas e as más, as que nos trazem sorrisos e as que nos emocionam até às lágrimas.

A arte tem uma responsabilidade social e ajuda a compreender estes acontecimentos, a exteriorizar a forma como sentimos e olhamos o mundo. E nisso revela o sentir de um povo.

Na semana passada Portugal estremeceu com a tragédia do icónico Elevador da Glória em Lisboa. Como artista senti um impulso interior a ilustrar aquele pequeno elevador amarelo onde o número 16 simboliza o número das pessoas que perderam a vida. Na pequena silva florida, com as cores preta e amarela da cidade de Lisboa, o nome Glória e as pétalas coloridas com as cores das nacionalidades envolvidas.

A arte é a forma mais profunda de expressão emocional do ser humano, que nela perdure a vida de cada um deles.”

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Teresa Silva é natural de Viana do Castelo. Nasceu em 1979 e desde os primeiros anos de infância demonstrou sempre muita sensibilidade artística, sobretudo para as artes visuais com recurso a lápis ou tintas e trabalhos manuais.

É licenciada em Professores do 1º e 2º Ciclo do Ensino Básico, variante Educação Visual e Tecnológica na Escola Superior de Educação de Viana do Castelo e leccionou durante 7 anos na Região Autónoma dos Açores. Regressou ao continente e permaneceu  6 anos em Aveiro onde se dedicou ao Bordado de Viana tendo Carta de Artesã.

Em 2018 regressou a Viana do Castelo e passou a dedicar-se por completo às artes plásticas.

Em 2023 criou um atelier de ilustração, tendo sempre por base de inspiração os Trajes do Alto Minho, sobretudo o Traje à Vianesa.

Possui particular gosto por ilustrar registos fotográficos antigos, sobretudo do inicio do século XX.

Os principais materiais que utiliza são os lápis de carvão, lápis de aguarela secos, marcadores, marcadores de aguarela e papel rugoso de aguarlas. Esta Inspiração vem do profundo amor pelo Traje, sendo que a primeira vez que envergoui um em cortejos da Romaria de Nossa Senhora d’Agonia tinha apenas 6 anos de idade, tendo aprendido a trajar com o saudoso sr Amadeu Costa e a D. Maria Emília de Sena Vasconcelos, amigos próximos do seu pai. São já 36 anos a trajar Viana.

O seu maior desejo é poder expor o meu trabalho na terra que a viu nascer e perpectuar no tempo, através da técnica manual da ilustração, o valor incalculável que tem a memória do Traje à Vianesa.

ARTISTA VIANENSE TERESA SILVA DEDICA ILUSTRAÇÃO DE SUA AUTORIA AOS BOMBEIROS DE VIANA DO CASTELO

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Esta ilustração é dedicada aos bombeiros portugueses, em especial aos bombeiros de Viana do Castelo, que nestes dias difíceis combatem incêndios por todo o país.

Coragem e obrigada

A ilustração representa um bombeiro com equipamento de proteção de combate a incêndios florestais, carregando uma mangueira às costas de onde florescem motivos florais tradicionais do bordado das camisas do Traje à Vianesa.

Em destaque a palavra "Obrigado".

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Teresa Silva é natural de Viana do Castelo. Nasceu em 1979 e desde os primeiros anos de infância demonstrou sempre muita sensibilidade artística, sobretudo para as artes visuais com recurso a lápis ou tintas e trabalhos manuais.

É licenciada em Professores do 1º e 2º Ciclo do Ensino Básico, variante Educação Visual e Tecnológica na Escola Superior de Educação de Viana do Castelo e leccionou durante 7 anos na Região Autónoma dos Açores. Regressou ao continente e permaneceu  6 anos em Aveiro onde se dedicou ao Bordado de Viana tendo Carta de Artesã.

Em 2018 regressou a Viana do Castelo e passou a dedicar-se por completo às artes plásticas.

Em 2023 criou um atelier de ilustração, tendo sempre por base de inspiração os Trajes do Alto Minho, sobretudo o Traje à Vianesa.

Possui particular gosto por ilustrar registos fotográficos antigos, sobretudo do inicio do século XX.

Os principais materiais que utiliza são os lápis de carvão, lápis de aguarela secos, marcadores, marcadores de aguarela e papel rugoso de aguarlas. Esta Inspiração vem do profundo amor pelo Traje, sendo que a primeira vez que envergoui um em cortejos da Romaria de Nossa Senhora d’Agonia tinha apenas 6 anos de idade, tendo aprendido a trajar com o saudoso sr Amadeu Costa e a D. Maria Emília de Sena Vasconcelos, amigos próximos do seu pai. São já 36 anos a trajar Viana.

O seu maior desejo é poder expor o meu trabalho na terra que a viu nascer e perpectuar no tempo, através da técnica manual da ilustração, o valor incalculável que tem a memória do Traje à Vianesa.

ILUSTRADORA VIANENSE TERESA SILVA HOMENAGEIA POLÍCIA NO 149º ANIVERSÁRIO DO COMANDO DISTRITAL DA PSP DE VIANA DO CASTELO

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149° Aniversário Comando Distrital da PSP de Viana do Castelo

Caneta permanente e lápis de aguarela sobre papel. 21X30cm, 2025.

Pertença da PSP de Viana do Castelo

Realizei esta ilustração dedicada ao Comando Distrital de Viana do Castelo em celebração do seu 149° aniversario.

É a minha simples, mas sincera forma de agradecimento pela sua presença sempre tão simpática e atenta à nossa linda cidade.

A ilustração representa um agente da PSP em posição de prontidão e demonstrando uma presença que transmite segurança, ladeado por motivos florais tradicionais do bordado das nossas camisas do traje à Vianesa.

Espero que todos os agentes gostem.

Muito obrigada a todos.

Teresa Silva - Ilustração

AMÁLIA RODRIGUES FARIA HOJE 105 ANOS DE IDADE SE FOSSE VIVA E A ARTISTA VIANENSE TERESA SILVA DEDICOU-LHE UMA ILUSTRAÇÃO

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A ilustração produzida pela artista Teresa Silva foi produzida a partir de uma fotografia tirada aquando da visita de Amália a Viana do Castelo por ocasião da Romaria de Nossa Senhora D'Agonia em 1998. Por sinal, o ano em que foi Presidente da Comissão de Honra da Romaria.

“Amália na Romaria”, o título que a autora atribui à ilustração, foi executada com caneta permanente e lápis de carvão sobre papel. 15x21cm, 2025 e encontra-se neste momento numa coleção particular.

VIANA DO CASTELO: A FESTA DAS ROSAS DE VILA FRANCA PELO TRAÇO DA ILUSTRADORA VIANENSE TERESA SILVA

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A ilustradora vianense Teresa Silva dedicou à Festa das Rosas de Vila Franca do Lima algumas ilustrações que se encontram em coleção particular.

Foram executadas com caneta permanente, marcador e lápis de aguarela sobre papel, nas dimensões 15x21cm, 2025.

 

Teresa Silva é natural de Viana do Castelo. Nasceu em 1979 e desde os primeiros anos de infância demonstrou sempre muita sensibilidade artística, sobretudo para as artes visuais com recurso a lápis ou tintas e trabalhos manuais.

É licenciada em Professores do 1º e 2º Ciclo do Ensino Básico, variante Educação Visual e Tecnológica na Escola Superior de Educação de Viana do Castelo e leccionou durante 7 anos na Região Autónoma dos Açores. Regressou ao continente e permaneceu  6 anos em Aveiro onde se dedicou ao Bordado de Viana tendo Carta de Artesã.

Em 2018 regressou a Viana do Castelo e passou a dedicar-se por completo às artes plásticas.

Em 2023 criou um atelier de ilustração, tendo sempre por base de inspiração os Trajes do Alto Minho, sobretudo o Traje à Vianesa.

Possui particular gosto por ilustrar registos fotográficos antigos, sobretudo do inicio do século XX.

Os principais materiais que utiliza são os lápis de carvão, lápis de aguarela secos, marcadores, marcadores de aguarela e papel rugoso de aguarlas. Esta Inspiração vem do profundo amor pelo Traje, sendo que a primeira vez que envergoui um em cortejos da Romaria de Nossa Senhora d’Agonia tinha apenas 6 anos de idade, tendo aprendido a trajar com o saudoso sr Amadeu Costa e a D. Maria Emília de Sena Vasconcelos, amigos próximos do seu pai. São já 36 anos a trajar Viana.

O seu maior desejo é poder expor o meu trabalho na terra que a viu nascer e perpectuar no tempo, através da técnica manual da ilustração, o valor incalculável que tem a memória do Traje à Vianesa.

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BRAGA: QUEM VOI O MESTRE BRACARENSE JOSÉ VEIGA?

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José Ferraz Gomes Veiga, mais conhecido por mestre Veiga, foi uma personalidade que dedicou toda uma vida à arte, consagrando a sua obra à cidade de Braga, onde nasceu em 18 de novembro de 1925 e faleceu em 18 de abril de 2002. O seu talento para o desenho e a sua sensibilidade artística levou-o a frequentar a antiga Escola Industrial e Comercial Dom Frei Bartolomeu dos Mártires, no Curso de Tecelão Debuxador, notabilizando-se no desenho, na caricatura e na cenografia. Durante meio século, foi o responsável pela decoração dos arruados das Festas Joaninas e das Solenidades da Semana Santa, tendo os cartazes e os anúncios ficado a dever-se à sua mão. O seu espólio pessoal e artístico, composto por mais de 900 peças foi doado à Câmara de Braga e hoje enriquece o Arquivo Municipal de Braga.

Inaugurado em 24 de junho de 2009, o busto do Mestre José Viga foi erigido para prestar homenagem ao artista bracarense José Veiga e implantado no jardim da Praça da República, junto ao posto de Turismo.

Concebido pelo escultor Jorge Ulisses, o busto, de bronze, representa o Mestre José Veiga, suspenso num pedestal retangular de granito, disposto na vertical, exibindo uma inscrição onde se lê “AO MESTRE JOSÉ VEIGA (1925-2002).

Fonte: Câmara Municipal de Braga

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QUEM É A VIANENSE TERESA SILVA – A ILUSTRADORA QUE SE INSPIRA NOS TRAJES TRADICIONAIS DO ALTO MINHO?

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Foto: João NES STUDIO (designer gráfico)

Teresa Silva é natural de Viana do Castelo. Nasceu em 1979 e desde os primeiros anos de infância demonstrou sempre muita sensibilidade artística, sobretudo para as artes visuais com recurso a lápis ou tintas e trabalhos manuais.

É licenciada em Professores do 1º e 2º Ciclo do Ensino Básico, variante Educação Visual e Tecnológica na Escola Superior de Educação de Viana do Castelo e leccionou durante 7 anos na Região Autónoma dos Açores. Regressou ao continente e permaneceu  6 anos em Aveiro onde se dedicou ao Bordado de Viana tendo Carta de Artesã.

Em 2018 regressou a Viana do Castelo e passou a dedicar-se por completo às artes plásticas.

Em 2023 criou um atelier de ilustração, tendo sempre por base de inspiração os Trajes do Alto Minho, sobretudo o Traje à Vianesa.

Possui particular gosto por ilustrar registos fotográficos antigos, sobretudo do inicio do século XX.

Os principais materiais que utiliza são os lápis de carvão, lápis de aguarela secos, marcadores, marcadores de aguarela e papel rugoso de aguarlas. Esta Inspiração vem do profundo amor pelo Traje, sendo que a primeira vez que envergoui um em cortejos da Romaria de Nossa Senhora d’Agonia tinha apenas 6 anos de idade, tendo aprendido a trajar com o saudoso sr Amadeu Costa e a D. Maria Emília de Sena Vasconcelos, amigos próximos do seu pai. São já 36 anos a trajar Viana.

O seu maior desejo é poder expor o meu trabalho na terra que a viu nascer e perpectuar no tempo, através da técnica manual da ilustração, o valor incalculável que tem a memória do Traje à Vianesa.

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São suas as palavras que seguidamente transcrevemos e que mostram a sua verdadeira inspiração em ilustrar Viana:

"Sinto que o brio no trajar vem de um sentimento profundo de pertença.

É visível quando algumas pessoas usam o traje.

E este brio não é mensurável, tanto o tem a pessoa mais efusiva como a mais tímida.

Cumprem os preceitos de trajar bem porque sentem a responsabilidade de representar a freguesia onde nasceram ou a família nasceu, ou só mesmo a memória dos familiares.

É isto a tal "chieira", melhor dizendo, brio.

Quando se tem esse sentimento quer-se (até à perfeição) que cada cordão de avental ou colete seja bem apertado, que a camisa esteja impecavelmente passada a ferro e branquinha corada ao sol, que as chinelas estejam bem limpas e as meias irrepreensíveis. Que as franjas do lenço esvoacem pelo rosto e os brincos do tamanho perfeito. Os trajes negros de cerimónia, monumentais, e o cabelo impecavelmente preso com seus ganchos de osso e trança recolhida em rede. O ouro na quantidade certa, sem cobrir a riqueza do traje, e onde cada cordão é colocado ao pescoço e as peças e medalhas neles enfiadas e pendentes de forma harmoniosa.

A saia rodada por saiotes rendados e branquinhos, colocados meticulosamente por comprimento.

Processo que se repete como um cerimonial cada vez mais perfeito a cada ocasião de envergar o traje.

Há sempre algo a aprender, a melhorar.

Tudo bem ajustado ao corpo, que se quer direito mas não empertigado. Digno.

Não são peças de roupa, é História.

Desde que faço ilustração tenho o privilégio de conhecer histórias de pessoas que vestiram um único traje concreto, fazendo assim a história desse traje.

O traje torna-se algo com vida, tempo, lugar, família; numa palavra, pertença.

Dei por mim a desenhar o mesmo traje mas envergado por várias pessoas da mesma família.

Envergado porque "vestir" é um verbo onde não cabe o acto nobre de usar um traje.

E olhando para o traje, na pessoa que não desenho o rosto, penso que reconheceria todas as pessoas que o usaram, porque já as identifico com o seu lugar de pertença; Afife, Carreço, Meadela, Areosa, Geraz, Serra D'Arga, Santa Marta, Viana...

O que tenho constatado com muita alegria é que já não é só o traje que identifica a pertença a estes lugares, mas sim também os rostos, aqueles rostos, de quem os enverga com tanto brio.

É este sentimento de pertença que noto em algumas mulheres que, na verdadeira essência da palavra, trajam Viana.

E se para tudo ficar impecável se traja aquele traje apenas uma vez por ano, então é uma espera maravilhosa para se poder voltar a sentir, na realidade, o que é a inexplicável "chieira".

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ARTISTA VIANENSE ARTUR PASSOS EXPÕE EM ESPOSENDE

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A inauguração da exposição ocorre no próximo dia 7 de Dezembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Esposende. Na ocasião haverá lugar a um Porto de Honra.

José Artur Rodrigues Passos de seu nome completo, nasceu em 1969, na freguesia de Monserrate, em Viana do Castelo, e é funcionário desde há 20 anos naquele estabelecimento hospitalar, outrora designado por Hospital de Santa Luzia.

Licenciado em Design do Produto, o autor destas e outras obras, desde cedo demonstrou o gosto pelo desenho e pela pintura. Qualquer folha de papel em branco era preenchida pelo o que se lhe passava na alma.

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REVISTA ITALIANA DE ARQUITETURA E DESIGN DESTACA MERCADO MUNICIPAL DE CAMINHA

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A prestigiada revista italiana de arquitetura e design, “Domus” destaca o Mercado Municipal de Caminha.

A revista descreve o equipamento como “um monumento acolhedor” e um “centro de energias urbanas vivas”.

Explica a revista que, “Em todo o mundo, os mercados são locais não apenas de intercâmbio comercial, mas também de encontros e relacionamentos, em torno dos quais muitas vezes se desenrolam dinâmicas urbanas vivas. Em Caminha, no norte de Portugal, esta dinâmica foi comprometida pelo facto de o antigo mercado ser um edifício degradado e obsoleto, completamente desligado do seu contexto.

A intervenção do Loftspace e Tiago Sousa enquadra-se na área do antigo mercado, demolido para dar lugar a um novo edifício, com o objetivo de reconfigurar o mercado como um espaço público vibrante e atrativo, em constante diálogo com a cidade”.

Recorde-se que o Mercado Municipal de Caminha foi também nomeado para “Projeto Público do Ano” na categoria “Arquitetura” dos prémios do jornal CONSTRUIR.

Os Prémios CONSTRUIR foram criados com o objetivo de “homenagear e celebrar o esforço e talento de empresas e profissionais dos diversos sectores da Construção. As nomeações são realizadas pela equipa do jornal CONSTRUIR, com a análise de critérios que passam pelo mérito, técnica, funcionalidade e inovação”.

O novo Mercado Municipal de Caminha foi inaugurado há pouco mais de um ano, a 18 de agosto. Trata-se talvez da obra mais ansiada de sempre na Vila de Caminha, um equipamento aguardado pela população há mais de quatro décadas, prometido inconsequentemente por diversas vezes, e que veio substituir um mercado que “nasceu” como provisório, mas que assim se manteve larguíssimos anos, sem condições. A obra de edificação do novo Mercado Municipal de Caminha implicou um investimento de cerca de 600 mil euros.

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MUSEÓLOGO VIANENSE JOÃO ALPUIM BOTELHO VAI AMANHÃ FALAR ACERCA DA OBRA DE RAFAEL BORDALO PINHEIRO NO CONGRESSO DA ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE HISTÓRIA

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Joao Alpuim Botelho, diretor do Museu Bordalo Pinheiro, vai participar este sábado, 26 de Outubro, pelas 10h10, no Congresso Anual da APH Associação de Professores de História que se realiza no Porto, onde irá falar sobre "A obra de Bordalo Pinheiro como fonte histórica".

O Congresso Anual da APH tem este ano como tema "As fronteiras na História" e realiza-se, entre hoje e domingo, no Instituto Pernambuco Porto.

Conheça o programa do Congresso em https://aph.pt/.../uploads/Programa_congresso_aph_2024.pdf

Na imagem: João Alpuim Botelho, diretor do Museu Bordalo Pinheiro, com um Zé Povinho, de Bordalo. © Reinaldo Rodrigues/global imagens

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João Alpuim Botelho nasceu em 1967, em Viana do Castelo. Licenciado em História (FLL, 1989), possui o Mestrado em Museologia, tendo defendido uma tese sobre “Panorama Museológico do Alto Minho” (U.N.L., 2007).

Desde 1991, trabalha na Câmara Municipal de Viana do Castelo e, desde 1999, foi responsável pelo Museu do Traje, criado em 1997, com a gestão e direção da instalação e processo de adesão à Rede Portuguesa de Museus concluído em 2004.

No âmbito da sua atividade no Museu do Traje realizou cerca de 20 exposições de temática etnográfica, ligada à investigação e pesquisa da vida rural tradicional e da identidade alto minhota.

Publicou, entre catálogos e artigos, cerca de 50 trabalhos sobre a mesma temática. Destes trabalhos relevo a edição de Uma Imagem da Nação, O Traje à Vianesa, com Benjamim Pereira e António Medeiros (ed CMVC, 2009)

Ainda no âmbito dos Museus desenvolvi um conjunto de Núcleos Museológicos situados nas freguesias do Concelho de Viana do Castelo, que dispõe de cinco em funcionamento (Moinhos de Vento de Montedor, em Carreço; Moinhos de Água, em S.L. Montaria; do Pão, em Outeiro; do Sargaço, em Castelo de Neiva; das actividades Agro-Marítimas, em Carreço) estando esta rede em permanente alargamento.

Desde Julho de 2009 sou Chefe de Divisão de Museus da Câmara Municipal de Viana do Castelo, tendo a meu cargo dois Museus que integram a Rede Portuguesa de Museus: o Museu de Arte e Arqueologia e o Museu do Traje

Iniciou a sua vida profissional no Centro Nacional de Cultura com Helena Vaz da Silva, no Dep de Divulgação Patrimonial em 1990/91. Entre 1995 e 2002 deu aulas no Curso de Turismo da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPVC de História de Artes e Ofícios Tradicionais, Animação Cultural e Património e Museologia.

Entre 2002 e 2005, foi Diretor Executivo da Culturporto – associação de produção cultural privada, financiada pela Câmara Municipal do Porto, responsável pela gestão do Teatro Rivoli e pela Animação da Cidade. Durante este período, e para além da atividade normal do teatro Rivoli, organiza o projeto Bairros - projeto de criação artística com crianças de bairros desfavorecidos, a Festa na Baixa, conjunto de atividades de animação e divulgação do património da Baixa do Porto, o Capicua 2002, Ciclo de programação comissariado por Eduardo Prado Coelho, o Pontapé de Saída, ciclo de programação de encontro entre as artes e o futebol, no âmbito do Euro 2004, Colóquio Encenação do Passado, com Marc Augé, Vítor Oliveira Jorge, Jorge Freitas Branco, Nuno Carinhas, Abertura da Livraria do Rivoli, primeira livraria do Porto dedicada às Artes de Palco, Fundação da Sem Rede, Rede de Programação de Novo Circo, para a divulgação da disciplina de novo circo, integrada por 13 espaços culturais.

Integrou o Grupo de Trabalho para a Animação da Cidade durante o Euro 2004, criado pela Câmara Municipal do Porto para a coordenação da animação da cidade durante o Campeonato Europeu de Futebol e também a Comissão Executiva da exposição Homenagem a Fernando Galhano: 1904 -1994, na Biblioteca Almeida Garrett, em Novembro de 2004.

Realizou a Exposição Sala do Oriente de José Rodrigues Proposta para uma viagem, no Convento de S. Paio, Vila Nova de Cerveira, em Dezembro de 2006.

PONTE DA BARCA CAMINHA CONTRA O CANCRO DA MAMA

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“Outubro Rosa” | Caminhada Solidária mobilizou barquenses em prol da Luta Contra o Cancro da Mama

Nem a chuva conseguiu afastar cerca de uma centena de participantes da caminhada solidária realizada na manhã do passado domingo, em Ponte da Barca, inserida na campanha “Outubro Rosa - Mês da Prevenção do Cancro da Mama”. A iniciativa, permitiu angariar mais de 400 euros para a  Liga Portuguesa Contra o Cancro, reforçando o espírito solidário da comunidade barquense.

O evento teve como principal objetivo sensibilizar a população para a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do cancro da mama, com os participantes a percorrerem um trajeto que começou nos Paços do Concelho, passando por várias artérias da vila, até à praia fluvial e ecovia, terminando novamente no ponto de partida.

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CASA DA JUVENTUDE DE ESPOSENDE ACOLHE EXPOSIÇÃO DE DESENHO E PINTURA DE JOVENS ARTISTAS DO CONCELHO

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“Olhos nus Olhos” é como se intitula a Exposição de Desenho e Pintura patente na Casa da Juventude de Esposende, até ao final do mês de julho.

A mostra reúne obras de diferentes estilos e técnicas, da autoria de jovens artistas do concelho que integram o atelier Oficina das Artes do Centro de Estudos Compêndio, e constitui um tributo aos 50 anos do 25 de Abril, data marcante e inolvidável para a sociedade portuguesa.

Na sessão de abertura da exposição, o Vereador da Juventude, Rui Losa, realçou o talento dos jovens artistas e agradeceu o seu contributo para a dinamização da Casa da Juventude, contribuindo para a dinâmica cultural do concelho, em articulação com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU.  

A sessão registou uma considerável afluência da comunidade esposendense e contou com a atuação especial do jovem músico Tomás Teixeira, constituindo uma oportunidade para apreciar o talento e a criatividade destes jovens.

A mostra pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 19h00, e ao sábado, das 9h00 às 13h00, sendo a entrada gratuita.

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ARCOS DE VALDEVEZ PROMOVE EXPOSIÇÃO DE DESENHO – INAUGURA HOJE E DECORRE ATÉ DIA 30 DE JUNHO NO PAÇO DA GIELA

O Paço de Giela associa-se, mais uma vez, às comemorações do Dia Internacional dos Museus, celebrado anualmente a 18 de maio. Este dia foi criado pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM) e procura sublinhar a importância do papel dos museus no novo paradigma de conhecimento.Para assinalar esta data, este ano vamos inaugurar uma exposição com trabalhos dos alunos do curso de Artes Visuais do Agrupamento de Emeio do desenho.

Esta exposição apresenta uma variedade de obras que abrangem técnicas proporcionando uma visão fascinante pela arte do desenho. Temos a honra de o convidar para a abertura oficial da Exposição para apreciar o talento artístico presente.

A exposição estará patente no auditório do Paço de Giela de 18 de Maio a 30 de Junho.

Público-alvo: público em geral

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DEZ ALUNOS DE ESPOSENDE PREMIADOS NO IV CONCURSO DE DESENHO INFANTIL DA FUNDAÇÃO MOA

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Dez alunos do concelho de Esposende foram distinguidos no IV Concurso de Desenho Infantil de Esposende da Fundação MOA. A sessão de entrega dos prémios decorreu no passado dia 10 de maio, no Auditório da Biblioteca Municipal Manuel de Boaventura, em Esposende.

O concurso é promovido pela Fundação MOA de Portugal, com a colaboração da Saúde Escolar da UCC ConVidaSaúde/ACES Cávado III Barcelos/Esposende, do Município de Esposende e da Esposende Ambiente, e tem como principal propósito contribuir para a promoção da Educação Artística, um dos pilares de trabalho do Departamento de Arte e Cultura da Fundação MOA. Ao associarem-se a esta iniciativa, o Município e a Esposende Ambiente estão a contribuir para o cumprimento das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU.

Estiveram a concurso 211 obras de alunos que, no último ano letivo, frequentaram o 4.º ano de escolaridade, nomeadamente das Escolas Básicas de Apúlia, Goios, Pinhote, Curvos, Fão, Fonte Boa, Rio Tinto, Facho, Vila Chã, Criaz, Barral, Mar e Esposende.

A avaliação dos trabalhos esteve a cargo de um júri composto por representantes da Fundação MOA, da UCC ComVidaSaúde/ACES Cávado III Barcelos/Esposende, do Município de Esposende, da Esposende Ambiente e de um artista mestre em ilustração, tendo sido premiados os três melhores trabalhos e atribuídas sete menções honrosas. Os três primeiros classificados receberam um cheque-oferta no valor de 75, 50 e 30 euros, respetivamente, e os alunos distinguidos foram agraciados com prémios de participação.

Assim, com o tema “O vício da internet”, Luna Gonçalves Santos, da EB do Barral, foi a grande vencedora. Em segundo lugar ficou Olívia Pinto Miranda, da EB de Esposende, com o trabalho “Nós e a Natureza”, e a terceira classificada foi Francisca Braga Costa, também da EB do Barral, com o tema “Monstros do Bullying”. Quanto às menções honrosas, as alunas distinguidas foram Jasmim Linhares Alves dos Santos Moura (EB de Apúlia), Ilinca Boaventura (EB de Vila Chã), Jasmim Dias Marques de Lima (EB de Fão), Valentina Costa Arantes (EB do Barral), Francisca Venda Lima (EB de Esposende), Luísa Domingues Martins Fonseca (EB de Esposende) e Camila Musat Matos (EB do Barral).

Na sessão foi dada a conhecer a Fundação MOA e os seus princípios basilares, e apresentados alguns dos projetos em curso, havendo ainda lugar à realização de um origami, uma tradição cultural japonesa. A entrega dos prémios esteve a cargo de Tatsuya Kanda, da Fundação MOA Portugal, da Vereadora da Educação e Cultura do Município de Esposende, Alexandra Roeger, do Presidente do Conselho de Administração da Esposende Ambiente, Paulo Marques, e da enfermeira da UCC ConVida Saúde Leonor Rosa. Para além dos alunos e respetivos pais, a sessão contou também com a participação dos professores que dinamizaram este concurso junto das suas turmas.

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PONTE DA BARCA INAUGURA EXPOSIÇÃO “DESENHAR A MOEDA”

Está patente no edifício dos Paços do Concelho a exposição “Desenhar a Moeda”, dinamizada pela Imprensa Nacional Casa da Moeda (INCM), em parceria com a Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho).

O vencedor do concurso foi António Pires de Oliveira Parente Cerqueira, aluno do 5º ano da Escola Básica Diogo Bernardes, do Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca, que em 2024 verá a sua moeda em circulação.

A exposição pode ser visitada até ao dia 13 de dezembro.

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