Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

FERNANDO CABODEIRA LANÇA "DEMOGRAFIA: É tempo... de dar mais Tempo à Natalidade e aos Fluxos Migratórios"

Centrando a sua investigação na área da demografia, com enfoque nos temas da natalidade e da fecundidade, Fernando Pereira Cabodeira, doutorado em Sociologia pela Universidade do Minho e radicado, há vários anos, em Vila Nova de Cerveira, apresenta o livro “DEMOGRAFIA: É Tempo … de dar mais Tempo à Natalidade e aos Fluxos Migratórios”. Trata-se de uma publicação refletiva, analítica e projetiva sobre as questões demográficas na Europa, em Portugal e, especificamente, no Alto Minho, auscultando autarcas e cidadãos.

Capa de Publicação.jpg

Com a chancela da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS) da Universidade do Minho, e das Edições Afrontamento, a sessão pública de lançamento está agendada para dia 11 de setembro, pelas 18h00, no Jardim do Solar dos Castros, em Vila Nova de Cerveira.

“Será que o Alto Minho é o espelho do país e que o país reflete o Alto Minho?”. Esta questão é o ponto de partida de uma investigação em torno dos desequilíbrios demográficos e das políticas de natalidade e de imigração, como um dos maiores desafios que pairam no mundo, e aos quais a região alto-minhota não passa indiferente, obrigando ao estabelecimento de novas prioridades para a agenda do futuro.

“DEMOGRAFIA: É Tempo … de dar mais Tempo à Natalidade e aos Fluxos Migratórios” está organizada em quatro partes: numa primeira fase, o autor contextualiza a investigação, identificando causas e consequências da atual realidade demográfica em Portugal e procurando soluções que revertam a atual dinâmica regressiva; segue uma análise pormenorizada, através de questionário, às medidas adotadas ou a adotar pelos municípios portugueses como estímulo à natalidade; recorrendo a um estudo de caso, a terceira parte do livro apresenta uma análise da fecundidade no Alto Minho, auscultando os cidadãos sobre as perspetivas e intenções de constituição de família, motivos e condicionantes, fazendo a comparação com o inquérito nacional à fecundidade (2013); e, por fim, os movimentos migratórios erráticos registados devido aos diversos focos de conflito que implicam, na ótica do autor, a necessidade de se pensar na repovoação e na dinamização social pela via da integração social das comunidades que pretendem novas formas de vida, novas necessidades de orientação social e familiar e novos espaços de descoberta, além de se refletir na repovoação pela via da fecundidade.

Fernando Pereira Cabodeira radicado, há vários anos, em Vila Nova de Cerveira, doutorou-se em Sociologia, no ano de 2017, na Universidade do Minho, tendo defendido a tese “Alto Minho: Horizonte 2040 – Prospetiva Demográfica e Social (Que Presente para o Futuro?)”. Atualmente desempenha a atividade de consultor e é investigador do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da UM. Tem publicado, na imprensa, vários artigos de opinião, nomeadamente de âmbito social e político.

POPULAÇÃO AUMENTA EM VILA NOVA DE CERVEIRA

Cerveira registou aumento demográfico de 0,37% em 2019

Pela primeira vez, em uma década, o Município de Vila Nova de Cerveira teve “um pequeno, mas positivo” sinal demográfico. Entre 2018 e 2019, dos 10 concelhos do Alto Minho há três com ligeiros aumentos de população, sendo que Vila Nova de Cerveira é o que apresentou uma variação positiva mais interessante, de 0,37%, correspondente a 8.910 habitantes.

Centro historicocerv.jpg

O Instituto Nacional de Estatística (INE) fez uma avaliação comparativa do contexto demográfico nacional entre 2011 e 2019, revelando que Portugal perdeu cerca de 246,5 mil habitantes, o que corresponde a uma redução de 2,34% na população do país, e em 264 municípios (85,7% do total) o número de residentes diminuiu.

O caso concreto de Vila Nova de Cerveira não ficou à margem dos impactos nacionais, mas é o concelho do distrito com o registo menos negativo. Ou seja, entre 2011 e 2018, há variações percentuais negativas (2011: -3,56% e 2014: - 1,43%) de perda de população (o que equivale à variação menos negativa do Alto Minho). A tendência de melhoria culmina, em 2019, com um crescimento de 0,37% (o melhor resultado do Alto Minho).

De acordo com o edil cerveirense, “são dados interessantes por terem invertido a tendência de diminuição de população, mas ainda pouco relevantes, pois infelizmente a queda da demografia é um problema muito abrangente, e cuja resolução não pode ser única e exclusivamente localizada, mas antes num contexto mais geral, de âmbito nacional”. No entanto, Fernando Nogueira revela que, “com o intuito de perceber a dinâmica demográfica no concelho, as razões, o estado atual e as projeções”, a Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira encomendou um estudo à Universidade do Minho que possa ajudar na adoção futura de medidas mais convincentes para prosseguir o caminho da recuperação demográfica.

O presente estudo do INE teve como ponto de partida o ano de 2011, marcado pela entrada da troika no país e pelas políticas de austeridade seguidas. Nesse período, a crise levou a uma redução na chegada de imigrantes, mas também a um aumento da emigração de portugueses que procuraram oportunidades de emprego noutros países.

ESPOSENDE INCENTIVA NATALIDADE

Associação Cidadãos de Esposende pede incentivos à natalidade no concelho

A proposta enviada ao presidente da câmara, Benjamim Pereira, pede apoios entre os mil e três mil euros para as famílias de Esposende

Apoio Natalidade em Esposende.png

A Associação Cidadãos de Esposende enviou um pedido ao presidente da câmara municipal de Esposende, Benjamim Pereira, solicitando a criação de incentivos monetários à natalidade. Os valores propostos são os seguintes:

  1. a) 1000€, para o 1.º filho;
  2. b) 1500€, para o 2.º filho;
  3. c) 2000€, para o 3.º filho;
  4. d) 3000€, para o 4.º filho e seguintes.

São estes os valores que a Associação considera essenciais para a fixação e melhoria das condições de vida de jovens famílias e dos recém-nascidos, e impulsionar a economia local – princípios fundamentais para a formação de uma comunidade mais justa, solidária e para a criação de um território socialmente mais apelativo para viver, residir e trabalhar.

Para os responsáveis da associação, é preciso investir na fixação das famílias em Esposende e ir ao encontro do que muitas outras cidades fazem para que os residentes não abandonem os seus concelhos.

Proposta nas mãos do presidente

Na proposta enviada a Benjamim Pereira, a associação sugere que 50% do valor recebido seja gasto no comércio local. Desta forma, não são apenas as famílias a beneficiar do apoio mas todo o concelho, já que as compras para os bebés seriam feitas em lojas de Esposende com o consequente impacto positivo na economia local.

Hoje vemos concelhos por todo o país com incentivos à natalidade e os resultados positivos que se verificam são suficientes para sustentar o pedido de apoio para as famílias de Esposende; um apoio que certamente dará um maior conforto e permitirá que os custos com os primeiros meses do bebé sejam encarados com maior otimismo.

Portugal regista uma das taxas mais baixas da União Europeia a que nascimento se refere. Para contrariar esta tendência o governo lançou várias iniciativas; no entanto, são as autarquias a fazer a diferença com os apoios extra como os que pede a associação para os residentes.

Mais medidas para dinamizar Esposende

A Associação Cidadãos de Esposende vem manifestando junto de Benjamim Pereira maior dinamismo para o concelho com iniciativas que passem por apoiar as empresas, as famílias, os jovens e que permitam colocar Esposende como um concelho apetecível para se viver e investir.

Quando se pretende colocar Esposende como uma referência de SmartCity deve-se definir prioridades, não se pode dar preferência à arte para atrair turismo ou sensores que medem a qualidade do ar para atrair atenções. Devemos pensar em quem aqui vive todo o ano: são os moradores os responsáveis por sustentar uma economia local durante 365 dias, não é quem vem a Esposende tomar um café ao fim de semana ou almoçar uma vez por mês que deva ser o alvo prioritário da atenção local.

REGISTO DE CIDADÃOS ESTRANGEIROS DA UNIÃO EUROPEIA ATINGIU VALOR MAIS ALTO DE SEMPRE EM 2019

O concelho de Caminha registou 60 novos residentes estrangeiros em 2019  com origem em países da União Europeia

No ano passado, registram-se como residentes no concelho de Caminha 60 cidadãos estrangeiros da União Europeia. O número configura um recorde, dando continuidade ao crescente número de estrangeiros que, nos últimos 6 anos, têm escolhido o concelho de Caminha para sua residência.

De acordo com Lei n.º 37/2006 de 9 de Agosto que regula o exercício de direito de livre circulação e residência dos cidadãos da União Europeia no território nacional, “os cidadãos da União cuja estada no território nacional se prolongue por período superior a três meses devem efetuar o registo que formaliza o seu direito de residência (…) junto da Câmara Municipal da área de residência”. Em Caminha esse número vinha a crescer – 19 em 2016, 31 em 2017, 42 em 2018 – e atingiu agora um máximo de 60 novos residentes que nunca tinha alcançado.

Para Miguel Alves, Presidente da Câmara Municipal de Caminha, “este indicador acompanha todos os outros de incremento do número de turistas, de aumento da compra e venda de imóveis, de mais proveitos na economia local. Nos últimos cinco anos, o número de novos residentes dos países da União Europeia foi o triplo dos cinco anos anteriores. As pessoas podem ler e pensar que 60 novos residentes, durante um ano, são poucos mas se pensarmos que neste número não cabem os novos residentes de países fora da União e que, por exemplo, em 2018 nasceram 117 bebés no concelho – metade dos novos residentes – talvez compreendamos que estamos a ter resultados no esforço para estancar a perda de população graças à melhoria das condições de vida no concelho de Caminha”.

Os franceses lideraram a tabela de novos residentes em 2019 com 14 novos “caminhenses”, seguindo-se os espanhóis com 12, os alemães com 9 e os cidadãos de Itália e Reino Unido com 8 novos residentes cada um.

 A título de curiosidade, neste ano de 2020 já se inscreveram dois novos residentes estrangeiros no concelho da foz do Minho.

ENSINO SUPERIOR EM FAMALICÃO ATRAI E FIXARÁ MAIS POPULAÇÃO

IPCA recebe alunos nas suas instalações no CIIES e promete duplicar vagas no próximo ano

O presidente da Câmara de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, considera que o concelho vive uma conjuntura positiva com o aumento da oferta de ensino superior da qual resultará a fixação de mais população. “Este é um momento particularmente relevante para o concelho”, afirmou o autarca na sessão solene de receção aos mais de 200 alunos do Instituto Politécnico do Cávado e Ave (IPCA), em Famalicão, na passada quinta-feira.

DSC_6033.jpg

O IPCA ocupa, agora, parte das instalações do Centro de Centro de Investigação, Inovação e Ensino Superior (CIIES), criado pelo município na estrutura da Didáxis S. Cosme.

Paulo Cunha salientou os projetos que ali vão ser alavancados no futuro, na mesma cerimónia que contou com a presidente do IPCA, Maria José Fernandes, e com o responsável local do instituto, Filipe Chaves.

O presidente da Câmara Municipal atestou que a presidente do IPCA está “a cumprir um dos principais desígnios que assumiu no início do seu mandato” e que havia no concelho “uma clara lacuna no ensino superior” que com a presença do IPCA está em vias de ser superada.

Paulo Cunha não esqueceu que Vila Nova de Famalicão “tem vários projetos de formação” ao nível superior e como são estratégicos para o concelho “atrair e reter alunos”.

“Somos um concelho ambicioso”, declarou o presidente da autarquia apontando a “marca industrial forte” de Vila Nova de Famalicão. Contudo, alerta que isso “obriga” a que o território tenha “de dar resposta” à necessidade de mão-de-obra qualificada. Aliás, há investimentos e projetos que as empresas estão preparadas para realizar e que só não o fazem, “não porque não têm recursos financeiros para tal, mas pela escassez de mão-de-obra adequada”.

Para os cerca de 200 novos alunos, Paulo Cunha deu as boas-vindas apontando-lhes que estão agora “num concelho que tem um dos melhores índices de empregabilidade” e que, terminada a sua formação, “a expetativa de empregabilidade é alta”.

Paulo Cunha disse que “muito mais do que trazer alunos”, o concelho tem a “ambição de criar recursos humanos para as empresas e fixar população”.  A par desta realidade, o edil afirmou que Vila Nova de Famalicão tem uma oferta cultural, social e desportiva capaz de atrair as pessoas. “Já somos um dos maiores concelhos em Portugal mas queremos crescer mais”, declarou, desejando que os alunos de fora vejam Famalicão como o seu “território de eleição”.

A presidente do IPCA, Maria José Fernandes, frisou que se orgulha de ver a sua instituição “em pleno” num concelho como Vila Nova de Famalicão, com as suas “características”, cumprindo “a missão que lhe cabe”.

Agradecendo o apoio da autarquia – nomeadamente na preparação do campus Didáxis de S. Cosme – na instalação do polo do IPCA, Maria José Fernandes compromete-se em que o instituto contribua “não só para permitir que mais estudantes possam aceder ao ensino superior, mas também para permitir às empresas terem pessoas mais qualificadas e, dessa forma, estarem melhor preparadas para aumentar o desenvolvimento regional e nacional”.

A pensar neste desígnio e porque 100 por cento das vagas disponibilizadas para este ano letivo foram preenchidas, a presidente do instituto avançou que, já no próximo ano, a oferta “vai duplicar” e que “num horizonte de cinco ano” as vagas poderão crescer até às “600 ou 700”.

DSC_6055.jpg

MUNICÍPIO DE ARCOS DE VALDEVEZ INCENTIVA REPOVOAMENTO DO CONCELHO

Apoio à habitação em Arcos de Valdevez

O Município de Arcos de Valdevez tem vindo a implementar medidas de apoio à fixação, atração e regresso de pessoas ao concelho, de estímulo à criação de emprego, de incentivo ao investimento, de isenção ou redução de impostos e taxas municipais e de apoio à habitação. Considerando esta política de incentivos à fixação de população, nomeadamente jovem para o concelho, foi aprovado o “Regulamento Municipal para a Concessão de Incentivo Fiscal à Aquisição de Habitação por Jovens no Concelho de Arcos de Valdevez” -https://www.cmav.pt/cmarcos/uploads/document/file/4361/regulamento_incentivo_imt_habitacao__2_.pdf

Mediante este regulamento, ficam isentas do pagamento de Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) as aquisições efetuadas por jovens, de prédio ou fração autónoma de prédio urbano situado na área do Município, destinado exclusivamente a habitação própria e permanente dos mesmos.

Poderão beneficiar desta isenção os jovens com idade igual ou superior a 18 anos e inferior a 35 anos, ou casais jovens, sendo que um dos elementos do casal pode ter até 36 anos (inclusive) e o valor máximo da soma de idades de ambos não poderá ultrapassar 70 anos (um agregado do tipo “jovem casal” não precisa de ser casado ou viver em união de facto)

Poderão, candidatar -se a este benefício de isenção do IMT através da apresentação do Requerimento de Pedido de Reconhecimento do Direito à Isenção de IMT para Jovens (https://www.cmav.pt/cmarcos/uploads/document/file/4362/mod_287_02.pdf).

No âmbito das medidas de apoio à fixação de pessoas, a Autarquia arcuense também aprovou a realização da hasta pública para a venda de 14 edifícios devolutos, nomeadamente antigas escolas primárias, destinadas à habitação, que sendo para jovens tem uma redução de 50% no valor da avaliação, e ao desenvolvimento de atividades económicas, designadamente turismo, restauração ou comércio.

Estas duas iniciativas vem reforçar a estratégia integrada preconizada pelo Município, no âmbito do programa Repovoar, para dinamizar o território, criar emprego, atrair investimento, gerar rendimento e contribuir para a fixação, a atração e o regresso de pessoas.

CABECEIRAS DE BASTO APOIA NATALIDADE E INICIATIVA EMPRESARIAL

Edilidade Cabeceirense continua a apoiar a natalidade e a iniciativa empresarial

O Executivo Municipal de Cabeceiras de Basto, sob a presidência de Francisco Alves, aprovou, por unanimidade, na sua reunião do dia 8 de fevereiro, a atribuição de mais cinco apoios de incentivo à natalidade no montante de 2.500 euros. Com este incentivo, a Câmara Municipal pretende promover estímulos específicos que conduzam, por um lado, ao aumento da natalidade e, por outro, à melhoria das condições de vida das famílias residentes no Município.

Cabeceiras de Basto - vista aérea panorâmica2.jpg

No decurso desta reunião foram ainda atribuídos, por maioria, com quatro votos a favor do PS e três abstenções do IPC, quatro apoios à iniciativa empresarial e económica nas áreas agrícola, pecuária ou florestal no montante de 1.000 euros cada para início ou reinício da atividade ao abrigo do art.º 9º do Regulamento Municipal de Apoio à Iniciativa Empresarial e Económica nas Áreas Agrícola, Pecuária ou Florestal.

Estes apoios têm como objetivo potenciar o desenvolvimento económico e social e contribuir para a criação de emprego e para a fixação da população.

O Executivo Cabeceirense aprovou, por unanimidade, o protocolo de colaboração a celebrar com a Associação de Apoio aos Deficientes Visuais do Distrito de Braga (AADVDB) para cofinanciar o plano de transportes de um munícipe residente no lugar de Cambezes, freguesia de Riodouro, uma vez que a AADVDB não possui meios próprios para realizar o transporte e o utente não consegue suportar os encargos.

Este plano de transportes implica a ida e volta, três vezes por semana, durante este ano, da sede do concelho para a sede da associação, localizada na Póvoa de Lanhoso. O referido plano de transportes inclui, ainda, a isenção do pagamento do valor do passe mensal, entre Fornelo, Riodouro, e a Central de Camionagem de Refojos de Basto, uma vez que o utente utilizará a rede de transportes escolares durante o período letivo para a sua deslocação até à Póvoa de Lanhoso.

Por unanimidade, o executivo municipal ratificou a cedência gratuita do Pavilhão Gimnodesportivo do Arco de Baúlhe à Associação de Ensino de Patinagem Artística, Danças e Desportos Sociais das Terras de Basto – EPAB para realização das ‘Provas da Federação de Patinagem Artística’.

Foi igualmente aprovado o pedido de transporte gratuito ao Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto para a deslocação de 50 alunos da Escola Professora Filomena Mesquita até à Casa da Lã de Bucos.

De entre outros assuntos, foram aprovados três pedidos de redução de taxas e um pedido de isenção de taxas a munícipes para a frequência nas Piscinas Municipais; três pedidos de certidão de desanexação, tendo sido também declarada a caducidade de um processo de licenciamento de obras.

VIZELA OFERECE MIL EUROS POR CADA BEBÉ NASCIDO NO CONCELHO

Vizela incentiva natalidade com 43 cheques-bebé de 1000 euros

A Câmara Municipal de Vizela entregou ontem os primeiros 43 cheques-bebé, no valor de 1000 euros cada, no âmbito do Regulamento Municipal de Incentivo à Natalidade lançado este ano pela Autarquia.

entrega cheques bebé

A cerimónia realizou-se no edifício-sede do Município e contou com a presença dos Presidentes da Câmara e da Assembleia Municipal e do Presidente da Associação Comercial e Industrial de Vizela, tendo todos eles destacado a importância desta medida como um estímulo à natalidade e à fixação da população, assim como uma medida de estímulo ao comércio local.

Este Regulamento produz efeitos desde o dia 1 de janeiro de 2018 e prevê a atribuição de um valor de 1000,00€ por criança, onde 50% desse valor tem que ser gasto em despesas com a aquisição de bens ou serviços em empresas sedeadas no Concelho, e os restantes 50% são atribuídos em dinheiro.

A Câmara Municipal de Vizela calcula que o incentivo financeiro à natalidade venha a representar um investimento anual próximo dos 200 mil euros, sendo que cerca de 100 mil euros serão indiretamente investidos no comércio local.

O Regulamento Municipal de Incentivo à Natalidade resulta de um compromisso assumido por este Executivo Municipal, acreditando ser uma medida suscetível de ter um impacto positivo na melhoria da qualidade de vida das famílias e das crianças, ao mesmo tempo que se criam condições para promoção da economia local.

VIZELA INCENTIVA NATALIDADE

Presidente da Câmara reuniu com USF Novos Rumos

No âmbito do Regulamento Municipal de Incentivo à Natalidade, o Presidente da Câmara Municipal de Vizela reuniu hoje com a Equipa da Unidade Saúde Familiar Novos Rumos para dar a conhecer a iniciativa Municipal de incentivo a Natalidade Cheque Bebé.

reunião USF Novos Rumos

A reunião teve por base explicar os fundamentos que levaram à criação desta medida e quais os objetivos que se pretende alcançar com a mesma, solicitando a sua divulgação junto das grávidas, assim como a necessidade dos pais registarem os bebés no Concelho de Vizela, a fim de poderem aceder ao incentivo municipal.

A medida foi bem aceite pela Equipa da USF Novos Rumos, reconhecendo-se que a mesma terá um impacto positivo na qualidade de vida das famílias e das crianças.

Na próxima semana, o Edil irá reunir com a equipa da Unidade Saúde Familiar Physis.

VIZELA APOIA NATALIDADE

Adesão ao “Cheque Bebé” já disponível nos serviços da Autarquia

A Câmara Municipal de Vizela informa que já se encontra em vigor o Regulamento Municipal de Incentivo à Natalidade – “Cheque Bebé”, tenho o mesmo já sido publicado em Diário da República.

Capturarbb

Todos os interessados, deverão preencher o formulário que se encontra disponível:

- nos serviços municipais da Acção Social da Autarquia, sito edifício 2 do Mercado Municipal, sito na rua da Portela, n.º 25;

- no balcão único do edifício-sede do Município, sito na Praça do Município;

- no site da Câmara Municipal em http://www.cm-vizela.pt/clarificacoes-sobre-regulamento-municipal-de-incentivo-a-natalidade-cheque-bebe/.

A Autarquia esclarece que, apesar do Regulamento ter apenas sido agora publicado, o mesmo terá efeitos retroativos a janeiro deste ano, ou seja, todas as crianças nascidas a partir de 1 de janeiro de 2018 terão direito ao Cheque-bebé, desde que cumpram todos os requisitos previstos no Regulamento.

De relembrar que o Cheque-bebé prevê a atribuição de um valor de 1000,00€ por criança, onde 50% desse valor terá que ser gasto em despesas com a aquisição de bens ou serviços em estabelecimentos comerciais do Concelho, e os restantes 50% serão atribuídos em dinheiro.

Com esta iniciativa, o Município de Vizela pretende desenvolver estratégias de estímulo à natalidade e à fixação da população, de modo a criar condições que favoreçam o bem-estar e a qualidade de vida dos munícipes.

A Autarquia acredita que esta medida é suscetível de ter um impacto positivo na melhoria da qualidade de vida das famílias e das crianças, ao mesmo tempo que se criam condições para promoção da economia local.

NATALIDADE AUMENTA EM CABECEIRAS DE BASTO

Em 2017 Cabeceiras de Basto contraria dados nacionais da natalidade. Câmara Municipal congratula-se com o aumento de nascimentos no concelho

Contrariando o decréscimo verificado na região do Ave, no norte do país e até mesmo a nível nacional, o concelho de Cabeceiras de Basto registou um aumento da natalidade em 2017. Neste ano, nasceram mais 15 crianças do que no ano de 2016. Com efeito, no ano de 2017 registaram-se 108 nascimentos, enquanto que em 2016 nasceram 93 crianças.

Câmara Municipal tem em vigor incentivos de apoio à natalidade

De acordo com os dados recolhidos na Pordata, na região do Ave verificou-se um decréscimo de nados vivos. Nesta região, que para além de Cabeceiras de Basto, integra os municípios de Fafe, Guimarães, Mondim de Basto, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho, Vila Nova de Famalicão e Vizela, nasceram 3.217 crianças no ano de 2017, quando em 2016 tinham nascido 3.225 bebés. Nesta região, apenas os concelhos de Cabeceiras de Basto, Póvoa de Lanhoso, Vila Nova de Famalicão e Vizela registaram aumento de natalidade.

Na região norte, os dados revelam também uma descida significativa, tendo em 2017 nascido 27.534 crianças, enquanto que em 2016 haviam nascido 28.073, o que significa, neste período, menos 539 nascimentos.

Também no país, o panorama de descida se verificou. Em 2017 nasceram em Portugal 86.154 crianças, quando em 2016 os nascimentos atingiram o número de 87.126, o que se traduz em menos 972 bebés.

Se compararmos igualmente as estatísticas dos concelhos que compõem a região de Basto, verifica-se que Cabeceiras de Basto foi o único dos quatro municípios que registou aumento da natalidade, uma vez que nos restantes três concelhos – Mondim de Basto, com menos 14 crianças, Celorico de Basto com menos 28 nascimentos e Ribeira de Pena com menos 12 bebés – se constatou redução do número de nascimentos.

A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto congratula-se com este aumento de nascimentos que contrariam, assim, a tendência de descida que se verificou na região e no país e que confirma Portugal como um dos países com mais baixa taxa de natalidade do mundo.

Por isso, os resultados agora tornados públicos, referentes a Cabeceiras de Basto, não sendo extraordinários, são motivo de regozijo. Podem ter várias justificações e leituras mas a Câmara Municipal acredita que o trabalho que tem desenvolvido nos últimos anos contribuiu para esta realidade.

Na verdade, para além da criação de melhores condições de vida e de bem-estar alcançadas com a construção de equipamentos e infraestruturas educativas, sociais, culturais, de saúde, entre outras, e colocadas ao serviço das pessoas, a Câmara Municipal tem atualmente em vigor um conjunto de apoios e incentivos às famílias. Desde logo, o incentivo à natalidade, mas também a redução das taxas de IMI para agregados familiares com dependentes, a adoção de tarifários especiais de água e saneamento para famílias com mais de quatro elementos, ou a redução de taxas e licenças para jovens no que diz respeito à construção/reconstrução e/ou ampliação de habitação própria. Também um conjunto significativo de outros apoios às famílias com crianças e jovens em idade escolar ou o apoio à instalação de empresários nas áreas agrícola, pecuária e florestal. Ainda a disponibilização de equipamentos de desporto, cultura e lazer para a fruição de todos, sejam crianças, jovens, adultos ou seniores, que promovem a ocupação salutar dos tempos livres e estimulam a adoção de hábitos de vida saudáveis.

A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto acredita que para que se mantenha esta tendência do aumento da natalidade é necessário ter confiança no futuro, pois um filho acarreta sempre grandes responsabilidades. Ora, uma maior estabilidade ao nível do emprego, bem como a existência de boas condições ao nível das infraestruturas educativas, sociais, culturais e de saúde, assim como a oferta de diversos serviços públicos e outros, não só aumentam a qualidade de vida e o bem-estar da população mas também o sentimento de segurança relativamente ao futuro.

A Câmara Municipal congratula-se com o aumento de nascimentos no concelho e continuará a trabalhar para que esta tendência de subida se possa manter neste e nos próximos anos, na certeza de que é bom viver em Cabeceiras de Basto.

CABECEIRAS DE BASTO INCENTIVA NATALIDADE

Presidente da Câmara entregou mais 19 apoios à natalidade

O presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, entregou na passada sexta-feira, dia 16 de março, 19 subsídios à natalidade num montante global de 9.500 euros.

Presidente da Câmara entregou mais 19 apoios à natalidade (1)

Acompanharam o presidente da Câmara nesta cerimónia os vereadores Dr. Mário Oliveira, Dra. Carla Lousada e Eng. Pedro Sousa e presidentes das Juntas de Freguesia.

O Salão Nobre da Câmara Municipal acolheu tantos bebés acompanhados dos seus pais para receberem o incentivo à natalidade que, desde 2016, a Câmara Municipal tem vindo a atribuir às crianças naturais deste concelho e que, até à presente data, totaliza 144 apoios financeiros já entregues.

Os incentivos à natalidade revestem a forma de atribuição de um apoio financeiro de 500 euros sempre que ocorra o nascimento ou a adoção de uma criança. Com este incentivo, a Câmara Municipal pretende promover estímulos específicos que conduzam, por um lado, ao aumento da natalidade e, por outro, à melhoria das condições de vida das famílias residentes no Município.

Na oportunidade, o presidente da Câmara, Francisco Alves, felicitou os pais beneficiários deste apoio realçando a preocupação da Câmara Municipal em procurar as melhores estratégias para que as nossas populações possam viver, crescer e fixar-se na nossa terra, garantindo a continuidade da comunidade e o desenvolvimento do território.

Presidente da Câmara entregou mais 19 apoios à natalidade (2)

Presidente da Câmara entregou mais 19 apoios à natalidade (3)

CABECEIRAS DE BASTO INCENTIVA A NATALIDADE NO CONCELHO

Presidente da Câmara entregou mais 23 apoios à natalidade

O presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, entregou hoje, dia 15 de dezembro, 23 subsídios à natalidade num montante global de 11.500 euros.

Presidente da Câmara entregou mais 23 apoios à natalidade (1)

Acompanharam o presidente da Câmara nesta cerimónia os vereadores Dr. Mário Oliveira, Dra. Carla Lousada e Eng. Pedro Sousa.

O Salão Nobre da Câmara Municipal acolheu esta tarde tantos bebés acompanhados dos seus pais para receberem o incentivo à natalidade que, desde 2016, a Câmara Municipal tem v indo a atribuir às crianças naturais deste concelho.

Desde 2016 até à presente data, a Câmara Municipal atribuiu já 126 apoios financeiros.

Os incentivos à natalidade revestem a forma de atribuição de um apoio financeiro de 500 euros sempre que ocorra o nascimento ou a adoção de uma criança. Com este incentivo, a Câmara Municipal pretende promover estímulos específicos que conduzam, por um lado, ao aumento da natalidade e, por outro, à melhoria das condições de vida das famílias residentes no Município.

Presidente da Câmara entregou mais 23 apoios à natalidade (2)

Presidente da Câmara entregou mais 23 apoios à natalidade (3)

CABECEIRAS DE BASTO INCENTIVA NATALIDADE

Câmara Municipal tomou conhecimento do Impacto Económico do Rally de Portugal no concelho. Aprovou também mais oito incentivos à natalidade

O Executivo Municipal de Cabeceiras de Basto que reuniu no passado dia 10 de novembro tomou conhecimento do Estudo de Impacto Económico direto do WRC Vodafone Rally de Portugal 2017, que decorreu em maio último, na economia do concelho, estudo esse elaborado pelo Centro Internacional de Investigação em Território e Turismo da Universidade do Algarve em colaboração com a Universidade do Minho e que indica que este evento terá assegurado entre 1,3 e 1,5 milhões de euros de retorno económico direto em Cabeceiras de Basto.

Câmara Municipal tomou conhecimento do Impacto Económico do Rally de Portugal no concelho

De acordo com as conclusões do estudo, “o concelho de Cabeceiras de Basto tem no WRC Vodafone Rally de Portugal 2017 um instrumento estratégico de marketing turístico que concretiza o seu contributo ativo para a prossecução de quatro objetivos regionais: aumentar a atratividade do destino e elevar os seus níveis de notoriedade; harmonizar e consolidar transversalmente a qualidade da oferta; melhorar os indicadores do turismo e reduzir as assimetrias entre os destinos; estimular o espírito colaborativo entre os stakeholders para a adoção de uma abordagem alinhada ao nível do desenvolvimento e promoção do destino”.

“O WRC Vodafone Rally de Portugal possui um peso absoluto incontornável a nível nacional, potenciado e sustentado pela ligação que estabelece com os agentes locais e regionais ao nível da economia, do turismo e da identidade”, lê-se no mesmo documento.

Durante o período de antes da ordem do dia, o executivo cabeceirense tomou também conhecimento de alguns agradecimentos feitos à Câmara Municipal, designadamente da Unidade de Saúde Familiar O Basto do ACES Ave I – Terras de Basto pela colaboração prestada no âmbito das Jornadas de Hemocromatose que decorreram no nosso concelho; bem como do agradecimento da viúva e família do Sr. Mário Campilho pelo Voto de Pesar pelo falecimento do antigo presidente de Câmara e também pela edilidade ter decretado dois dias de Luto Municipal. O executivo tomou também conhecimento do ofício do presidente da Assembleia Municipal a felicitar o executivo municipal pelo início de funções neste novo mandato, desejando os maiores sucessos e reiterando a sua “disponibilidade para uma cooperação que seja cada vez mais profícua em prol do bem comum”.

De entre outros assuntos, foi ainda dado conhecimento do relatório da atividade desenvolvida pela Câmara Municipal no mês de setembro.

Durante a reunião camarária do passado dia 10, a Câmara Municipal deliberou ratificar o despacho do presidente de aprovação de qualificação das empresas de construção de obras públicas para a empreitada de conservação e restauro da fachada principal, torres sineiras, incluindo sistemas de afastamento de aves da Igreja do Mosteiro de S. Miguel de Refojos. Encontrando-se escolhidas as empresas com qualificação, estão agora reunidas as condições para a abertura do procedimento concursal para a execução de mais uma importante obra de beneficiação do ex-líbris do concelho cabeceirense – o Mosteiro de S. Miguel de Refojos.

O executivo municipal deliberou, ainda, por unanimidade, atribuir mais oito apoios à natalidade no montante global de 4 mil euros. Com este incentivo, a Câmara Municipal pretende promover estímulos específicos que conduzam, por um lado, ao aumento da natalidade e, por outro, à melhoria das condições de vida das famílias residentes no Município. De salientar que o incentivo à natalidade reveste a forma de atribuição de um apoio financeiro de 500 euros sempre que ocorra o nascimento ou a adoção de uma criança.

Das principais deliberações tomadas, destaque também para a aprovação, por unanimidade, do pedido de isenção de taxas da Fundação António Joaquim Gomes da Cunha para os seus utentes frequentarem a piscina municipal durante o ano letivo 2017/2018, designadamente 17 utentes do Centro de Atividades Ocupacionais e 14 utentes do Lar Residencial. A Câmara Municipal sensível às necessidades das populações especiais, já em reunião anterior, havia aprovado a isenção de taxas para sete alunos da Educação Especial do Agrupamento de Escolas de Mondim de Basto, designadamente para a frequência de hidroterapia na piscina municipal.

No decurso desta reunião, os vereadores do IPC presentes – Dra. Laura Magalhães, Eng. Hélder Vaz e Dr. Marco Gomes – apresentaram diversos requerimentos aos quais a Câmara Municipal dará em tempo a resposta devida.

HISTORIADOR DANIEL BASTOS FALA SOBRE DEMOGRAFIA E MIGRAÇÕES EM PORTUGAL

O inverno demográfico e o fluxo migratório em Portugal

O retrato do país, em termos de fecundidade, natalidade, envelhecimento e fluxo migratório, é expressivo e inquietante: Portugal é atualmente um dos países mais envelhecidos do Mundo.

Daniel Bastos

Os relatórios publicados pelas Nações Unidas sobre o envelhecimento da população mundial apontam mesmo que em 2050, Portugal será a nação mais envelhecida da terra, estimando que cerca de 40% da população portuguesa terá mais de 60 anos. Não deixando de ser reflexo do aumento da esperança média de vida, resultado dos grandes progressos no campo da saúde e na melhoria da qualidade de vida, o acentuado envelhecimento da sociedade portuguesa acarreta a prazo graves consequências ao nível da sustentabilidade dos sistemas de proteção social, como as pensões e os sistemas de saúde.

A divulgação no início deste mês da 5.ª edição do Retrato Territorial de Portugal, onde o Instituto Nacional de Estatística (INE) analisa as dinâmicas territoriais centradas nos domínios Qualificação territorial, Qualidade de vida e coesão e Crescimento e competitividade, acentua o inverno demográfico que se instalou no país. Segundo os dados do INE, o índice de envelhecimento aumentou, entre 2011 e 2016, em 95% dos municípios portugueses e apenas 15 dos 308 concelhos do país registaram um decréscimo.

A análise do INE, que revela que o país está cada vez mais inclinado para o litoral, mostra que o envelhecimento demográfico é sobretudo acentuado nos concelhos das sub-regiões do Interior Norte (Alto Tâmega, Terras de Trás-os-Montes e Douro) e Centro (Beiras e Serra da Estrela, Beira Baixa e Médio Tejo), territórios onde se registam aumentos em mais de 100 idosos por 100 jovens.

 A necessidade de uma resposta global para a premência desestruturante da realidade demográfica, adensada por um saldo migratório negativo que continua a assistir à saída por via da emigração de milhares de trabalhadores portugueses em idade ativa, tem que entrar definitivamente na agenda, visão, estratégia e soluções dos agentes políticos, sociais e económicos para o país. Caso contrário, Portugal continuará um país constantemente adiado e as gerações vindouras terão o seu futuro coletivo irremediavelmente comprometido na pátria que viu nascer as suas famílias. 

SALDO MIGRATÓRIO NO NORTE DE PORTUGAL

Monção é o terceiro município com melhores indicadores entre 2006/2011, superado por Vila Nova de Cerveira e Maia, e entre 2011/2016, superado por Sernancelhe e Valongo. No balanço da década, 2006/2016, Monção ocupa o segundo lugar entre os oito municípios que apresentaram saldo positivo.

Capturarmig1.PNG

Com base no Boletim Norte Estrutura Verão 2017, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN), divulgamos ontem uma informação/imagem, onde dávamos conta que Monção é um dos oito concelhos da região norte com saldo migratório positivo na última década (2006 – 2017).

Num espaço mais curto, entre 2006 e 2011, verificamos, com natural agrado, que somos o terceiro município (0,41%) com indicadores mais favoráveis em toda a região norte, 86 concelhos, sendo apenas superados por Vila Nova de Cerveira (0,70%) e Maia (0,42%).

Se optarmos por um espaço mais próximo, entre 2011 e 2016, o relatório da CCDRN coloca-nos novamente em terceiro lugar entre os municípios do norte do Portugal com (-0,02%). Apenas Sernancelhe (0,02%) e Valongo (0,00%) apresentam melhores resultados.  

Estes factos, apresentados por uma entidade insuspeita e credível, são indesmentíveis e revelam que, apesar da difícil conjuntura económica e do acentuado decréscimo populacional em todas as regiões do país, Monção consegue contrariar a tendência nacional fruto de políticas acertadas e capacidade e competitividade dos nossos empresários e investidores externos.

Para saber mais aceda ao link: http://www.ccdr-n.pt/norte-estrutura

Capturarmig2.PNG

Capturarmig3.PNG

MONÇÃO TEM SALDO MIGRATÓRIO POSITIVO

Boletim Norte Estrutura Verão 2017, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, revela que Monção é um dos 8 municípios da região norte, total de 86, que teve um saldo migratório positivo na última década (2006 – 2016).

Capturarmonçao.PNG

 

Monção é um dos 8 municípios da região norte, total de 86, que teve um saldo migratório positivo na última década (2006 – 2016). Os restantes são: Vila Nova de Cerveira, Bragança, Miranda do Corvo, Freixo de Espada à Cinta, Vila do Conde, Maia e Valongo.

Estes dados, divulgados pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte no Boletim Norte Estrutura Verão 2017, revelam que o nosso concelho constitui um elemento de atratividade e competitividade, assegurando mais entradas do que saídasde trabalhadores.

Entusiasmado com a positividade do slogan “Monção é um concelho onde vale a pena viver e investir”, Augusto de Oliveira Domingues sublinha que “estes números deixam os monçanenses satisfeitos e otimistas quanto ao futuro porque demonstram adinâmica do nosso tecido produtivo e a capacidade de gerar emprego”

Conhece-se por saldo migratório a diferença existente entre a emigração e a imigração numa determinada região. Para calcular o saldo migratório, deve-se fazer a diferença entre a quantidade de emigrantes (aqueles que saem) e a quantidade de imigrantes (aqueles que entram). O saldo positivo revela que as entradas superam as saídas.

http://www.ccdr-n.pt/norte-estrutura

NATURALANHOSO JÁ CHEGOU A 108 BEBÉS POVOENSES

A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso entregou mais 44 apoios no âmbito da medida Naturalanhoso. Em 2016, 104 famílias e 108 crianças Povoenses foram beneficiadas diretamente.

Naturalanhoso_dez_2016.jpg

Desde que foi implementada, em 2013, esta resposta apoiou 431 crianças, num investimento total superior a 200 mil euros.

“Como já tenho referido, isto é um mimo que damos às famílias Povoenses por altura da chegada de um novo elemento. É um apoio simbólico, que, em boa hora, decidimos implementar. Eu digo sempre que, antes das obras, estão as pessoas”, salientou o Presidente da Câmara Municipal, Manuel Baptista, à margem da cerimónia.

Os valores atribuídos são variáveis: 500 euros para o primeiro e/ou segundos filhos; 750 euros para o terceiro filho; mil euros para o quarto filho e seguintes.

No ano que agora terminou, o investimento nesta resposta social foi superior a 58 mil euros.

Por entre biberões e carrinhos de bebé, esta entrega decorreu no dia 29 de dezembro, no edifício dos Paços do Concelho, e foi ainda uma forma de dar a estas crianças as boas vindas ao concelho da Póvoa de Lanhoso. Presentes estiveram ainda a Vereadora Gabriela Fonseca e o Vereador André Rodrigues.

O programa NaturaLanhoso é um instrumento de incentivo à natalidade, contribuindo para promover a melhoria das condições de vida da população, especialmente das crianças nos primeiros meses de vida, e para fomentar a economia do concelho, uma vez que o apoio tem que ser despendido no comércio local.

São elegíveis as despesas realizadas em artigos de puericultura, designadamente vestuário, produtos alimentares, carrinhos de passeio, carrinhos auto, de entre outros produtos destinados ao bebé.

Refira-se ainda que, em 2016, a Póvoa de Lanhoso renovou a distinção de Autarquia Mais Familiarmente Responsável pelo sétimo ano consecutivo, o que é considerado o reconhecimento pela implementação de um conjunto de medidas transversais “amigas” das famílias Povoenses.

CABECEIRAS DE BASTO INCENTIVA NATALIDADE

Câmara Municipal entregou mais 20 apoios à natalidade

O presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, entregou ontem à tarde, dia 28 de dezembro, mais 20 apoios de incentivo à natalidade no Salão Nobre do edifício dos Paços do Concelho. Acompanharam o presidente da Câmara nesta cerimónia os vereadores e os presidentes/representantes das Juntas de Freguesia.

Presidente da Câmara entregou mais 20 apoios à natalidade (1).JPG

No passado dia 11 de novembro foram entregues 27 apoios, estando nesta fase ainda em análise mais uma dezena de processos referentes ao presente ano para serem entregues às famílias.

O incentivo à natalidade reveste a forma de atribuição de um apoio sempre que ocorra o nascimento ou a adoção de uma criança, sendo 500 euros o valor do subsídio a atribuir. Com este incentivo, a Câmara Municipal pretende promover estímulos específicos que conduzam, por um lado, ao aumento da natalidade e, por outro, à melhoria das condições de vida das famílias residentes no Município.

Até ao dia 28 de dezembro, a Câmara Municipal concedeu 47 apoios à natalidade, num montante global de 23.500,00 euros. A aguardar aprovação estão uma dezena de pedidos. De referir que dos 47 apoios entregues, 27 foram a crianças do sexo feminino e 20 do sexo masculino das freguesias de Abadim, Alvite, Arco de Baúlhe, Basto, Cabeceiras de Basto, Cavez, Outeiro, Painzela, Refojos e Vila Nune.

O Regulamento Municipal de Incentivo à Natalidade resulta de um compromisso assumido no Plano e Orçamento Municipal para 2016 e que se vai manter no próximo ano com o intuito de combater a desertificação. Este subsídio reveste-se de grande alcance e importância social que vem reforçar os já existentes apoios às famílias que anualmente rondam os milhares de euros.

Cabeceiras de Basto é, por isso, um Município amigo das famílias na medida em que disponibiliza um conjunto de apoios que começam, desde logo, no nascimento das crianças, passando pelos apoios às famílias numerosas com benefícios nas tarifas da água e saneamento, bem como na redução da taxa do IMI. A autarquia apoia também as famílias mais carenciadas através das taxas sociais relativas à água e saneamento. 

As famílias com filhos estudantes também não são esquecidas pela Câmara Municipal. Para além dos apoios nos transportes, refeições e prolongamentos de horários, aquisição de livros e material escolar tem implementado há longos anos as bolsas de estudo.

A tudo isto junta-se, ainda, a redução de taxas para a construção de habitação própria para jovens dos 18 aos 35 anos de idade.

Presidente da Câmara entregou mais 20 apoios à natalidade (2).JPG