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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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"VAAMO SHARE OQUE É BEIRO PATEIRO" CHEGA A BARCELOS

Espetáculo inclusivo, coproduzido pel’A Oficina – Centro Cultural Vila Flor, realiza-se, na sexta-feira, 30 de julho, às 19h00, na Praceta Dr. Francisco Sá Carneiro

"Vaamo share oque shop é Beiro Pateiro", a peça da coreógrafa Vera Mantero, acompanhada pelo Grupo 'Dançando com a Diferença', é apresentada esta sexta-feira, 30 de julho, às 19h00, na Praceta Dr. Francisco Sá Carneiro, em Barcelos.

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O espetáculo, uma coprodução da A Oficina • Guimarães – Centro Cultural Vila Flor, é a proposta de Guimarães, no âmbito do projeto Quadrilátero Cultural, projeto financiado por Fundos da União Europeia.

Um espetáculo inclusivo que se posiciona na frente de várias batalhas, entre a estética, a beleza e os diversos tipos de barreiras sociais trabalhando o movimento, a dança e a arte, nos limites da capacidade dos corpos.

“Esta peça é sobre o quê? Mais do que ser “sobre” algo, ela deixa-se viver sob um regime de associações livres e frequentemente não-verbais que são para mim um retrato muito fiel de tudo o que vivi e vivemos no seio deste grupo. É isto o " Vaamo share oque shop é Beiro Pateiro”" afirma a coreógrafa Vera Mantero.

Depois de ter estreado em Guimarães e de ter passado por Braga e Famalicão, o espetáculo é agora apresentado em Barcelos.

A entrada do espetáculo é gratuita, mas sujeita a reserva. Reserve o seu bilhete na bilheteira do Theatro Gil Vicente, ou através do contacto telefónico 253809694 ou do e-mail tgv@cm-barcelos.pt

XVII DANCERVEIRA APRESENTA-SE COM FORMATO ADAPTADO AO CONTEXTO PANDÉMICO

Revelando o caráter resiliente e flexível, a ADEIXA, Associação de Dança do Eixo Ibero-Atlântico, com o apoio da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, promove, entre esta quinta-feira e domingo, a XVII edição do Dancerveira - Festival Internacional de Dança de Cerveira. Com lugares limitados, os espetáculos ao ar livre foram deslocados para o Centro Municipal de Atletismo, dando cumprimento às regras emanadas pela Direção-Geral de Saúde.

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Este ano, a participação ficou reduzida a 10 escolas e grupos de dança portugueses e espanhóis, o leque de professores de dança também é mais restrito, assim como toda a programação sofreu ajustes, mas mantendo a qualidade.

Assim, as manhãs ficam reservadas à dinamização de workshops temáticos dedicados ao jazz intermediário, ao jazz avançado, ao ballet intermediário e às danças urbanas intermediárias, mediante inscrição prévia. Por sua vez, os quatro habituais espetáculos ao ar livre, abertos ao público, mantêm-se, mas há alterações substanciais. Desde logo, a deslocação para o Centro Municipal de Atletismo, por ser um espaço que garante maior distanciamento; depois os horários, com o primeiro espetáculo a decorrer na sexta-feira, dia 2 de julho, às 21h30, no sábado estão previstas duas sessões, uma primeira às 18h30 direcionada para as vertentes ‘baby, solos e pequenos grupos’ e a segunda sessão mais generalizada, às 22h00, terminando no domingo com o espetáculo às 20h00.

As regras são muito claras e rigorosas: participantes e público têm obrigatoriedade de uso de máscara, de garantir o distanciamento social, e de preencher um formulário à entrada. Por sua vez, os participantes são sujeitos à realização de testes de despiste à Covid-19, não sendo obrigatório o mesmo procedimento para o público em geral, dado não ultrapassar o número de pessoas para espetáculos ao ar livre, indicado pela Direção Geral de Saúde. 

Além de promover a dança enquanto arte performativa, o Dancerveira tem a caraterística de marcar o arranque da programação cultural de verão de Vila Nova de Cerveira. Perante um verão ainda atípico, devido à Covid-19, Vila Nova de Cerveira consegue readaptar-se e apresentar um programa ‘Vi(m)ver Cerveira’, de excelência, readaptado e seguro.

Para mais informações e respetivas inscrições, os interessados devem contactar a ADEIXA, através do correio eletrónico: dancerveirafestival@gmail.com

PONTE DE LIMA: TEATRO DIOGO BERNARDES APRESENTA DANÇA CONTEMPORÂNEA

A 11 de JUNHO, às 20h00, o Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, apresenta o espectáculo de Dança Contemporânea “THE FLUIDITY OF THINGS” de Olsi Gjçi pela Sublime Dance Company.

Os bilhetes (4,00€) serão disponibilizados na bilheteira do Teatro Diogo Bernardes a partir do dia 3 de JUNHO às 9h30 e na bilheteira eletrónica a partir das 14h00 no seguinte Link: (https://www.bol.pt/.../96583-the_fluidity_of.../Sessoes).

O número máximo de entradas a adquirir na bilheteira física, apenas no caso de existirem filas, será de 4 bilhetes por pessoa, cumprindo-se a lotação estabelecida em cumprimento do Plano de Contingência Covid-19, de acordo com a planta da sala adaptada em função do mesmo (https://www.facebook.com/.../pcb.../3457846717580515).

- Lugares individuais na plateia e para coabitantes (2, 3 e 4 lugares) nas frisas e camarotes.

- Os bilhetes para as frisas e camarotes serão vendidos em bloco, na totalidade dos lugares.

Maiores de 4 anos.

Duração Aproximada: 40m

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt.

The Fluidity Of Things

A fluência das coisas é uma peça que concretiza no movimento a ideia de que na vida tudo flui. As coisas acontecem umas a seguir às outras e o ser humano brinca, distrai-se e cresce dentro dessa fluência, decidindo como os acontecimentos poderão impactar a sua vida. A ilusão de que controlamos o que nos acontece, distrai-nos do facto de que o nosso verdadeiro controlo está na forma como recebemos o que nos acontece e o que fazemos das coisas que fluem à nossa volta. A ilusão é atraente, persistente e perseverante. A nossa ação é movimento e o movimento é dança.

A fluência das coisas dança a ação de 6 corpos no espaço, no tempo, nas relações e na subjectividade das possibilidades infinitas para um mesmo acontecimento. Ao mesmo tempo que outros corpos nos desafiam com a ideia de imobilidade.

O que mais nos assusta? A fluência e ou a imobilidade? Queremos seguir ou parar?

Ficha Artística

INTÉRPRETES: Joana Marques, David Bernardino, Carlota Rodrigues, Teresa Manjua, Vitor Afonso, Marco Olival

COREOGRAFIA: Olsi Gjeci

ASSISTENTE DE COREOGRAFIA: Diana Seabra

MÚSICA: Murcof, Steffani, Pergolesi, Origamibiro, John Surman, Amsterdam Klezmer Band, Monolake, Apparat,

FIGURINOS: Vanessa Pessoa, Jesus Roriz

DESENHO DE LUZ: StagePlot

O número máximo de entradas a adquirir na bilheteira física, apenas no caso de existirem filas, será de 4 bilhetes por pessoa, cumprindo-se a lotação estabelecida em cumprimento do Plano de Contingência Covid-19, de acordo com a planta da sala adaptada em função do mesmo.

- Lugares individuais na plateia e para coabitantes (2, 3 e 4 lugares) nas frisas e camarotes.

- Os bilhetes para as frisas e camarotes serão vendidos em bloco, na totalidade dos lugares.

MUITO IMPORTANTE:

- As portas abrirão, pelo menos, uma hora antes do início dos espectáculos e pede-se aos espectadores que compareçam mais cedo, com, pelo menos, meia-hora de antecedência para se efectuarem todos os procedimentos de segurança.

- Os espectáculos terão início à hora marcada.

- Não será permitida a entrada após o início dos espectáculos.

- Os espectadores devem cumprir rigorosamente todas as instruções dos assistentes de sala, devidamente identificados e em nenhum caso poderão trocar de lugares ou deslocar-se pelo recinto sem motivo justificado.

- No final de cada espectáculo, os espectadores deverão, obrigatoriamente, permanecer sentados nos seus lugares até serem instruídos pelos assistentes de sala para abandonar o recinto, por local diferente da entrada, de forma disciplinada e respeitando o distanciamento físico.

POR FAVOR, NÃO ESQUEÇA:

- É obrigatório o distanciamento físico de 2 metros no acesso ao recinto e às bilheteiras (a lotação da bilheteira do Teatro Diogo Bernardes é de 1 pessoa).

- É obrigatória a medição de temperatura de todos os presentes, sem registo escrito, à entrada do recinto.

- É obrigatória a higienização das mãos à entrada no recinto.

- É obrigatório o uso de máscara por parte do público durante todo o tempo dos espectáculos.

- A abertura do teatro será antecipada para assegurar o acesso atempado ao mesmo, devendo os espectadores dirigir-se de imediato aos lugares indicados pelos assistentes de sala, cumprindo rigorosamente as instruções dos mesmos.

- A permanência nos locais de atendimento deve ser limitada ao tempo estritamente necessário à realização do atendimento.

- O bar do Teatro Diogo Bernardes encontra-se encerrado.

- Nas instalações sanitárias, feminina e masculina, apenas serão permitidas duas pessoas em simultâneo, situação que será sempre controlada por um assistente de sala à entrada das mesmas.

- Não será permitida a permanência de espectadores no interior do Teatro Diogo Bernardes após o final dos espectáculos.

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FAMALICÃO APRESENTA "CORPO ANÍMICO" - UM ESPETÁCULO DE DANÇA

Casa das Artes de Famalicão – 20 anos

Na sexta-feira, dia 28 de maio, às 20h30, o palco da Casa das Artes acolhe “Corpo Anímico”, um espetáculo de dança enquadrado na programação dos 20 anos deste teatro municipal.

Dando continuidade à obra “Alento”, no desenvolvimento de um dos seus seguintes fascículos, surge “Corpo Anímico”, no qual o coreógrafo Pedro Ramos, após uma experiência imersiva de quatro anos de investigação no contexto da floresta, e explorando o corpo enquanto “pedaço de natureza” ligado ao entorno, fazendo uso da respiração enquanto tema, pretende agora desenvolver uma dança anímica para um grupo de oito intérpretes.

Estes procurarão abarcar coreograficamente o conceito de “Paradoxo” de diferentes formas. “Corpo Anímico” mergulha na anatomia experimental das pequenas e grandes sensações e perceções que reforçam a ligação com o elã vital que tudo permeia. O princípio de Eros, uma matriz unificadora que agrega a própria realidade, de sentido e significado.

A coreografia é de Pedro Ramos, e a interpretação agrega Pedro Ramos, Catarina Casqueiro, Hugo Marmelada, Inês Gomes, Lua Carreira, Tiago Coelho, Sara Belo e Sofia Portugal.

Esta é uma coprodução: Casa das Artes de Famalicão, Cine-Teatro Avenida Castelo Branco, Cine-Teatro de Gouveia.

Ingresso a 6 euros ou 3 euros para estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e pessoas com mais de 65 anos.

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LITERATURA INFANTIL E DANÇA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA FAMÍLIA EM FAMALICÃO

Data é assinalada este sábado, 15 de maio, no Centro de Estudos Camilianos

O Dia Internacional da Família é assinalado este sábado, dia 15 de maio, e em Vila Nova de Famalicão a data vai ser comemorada com uma tarde cultural no auditório do Centro de Estudos Camilianos, em Seide S. Miguel.

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As comemorações, organizadas pelo pelouro da Família do Município de Vila Nova de Famalicão, arrancam pelas 16h30 com a intervenção da vereadora da Família da autarquia, Sofia Fernandes, e continuam com a apresentação de um bailado pela academia famalicense de ballet clássico e dança contemporânea ARTIS-Academia de Bailado.

Depois da dança, a literatura. A tarde comemorativa do Dia Internacional da Família vai também contar com a apresentação do livro infantojuvenil “Era uma vez uma abelha… Délia a abelha cor de canela”.

A obra, da autoria da famalicense Maria Andrade Paiva e com ilustrações de Francisco Zamith, é editada pela Flamingo Edições e é “um misto de aventura, superação, adaptação e desafio ao medo”.

Trata-se de uma história “que adapta um cenário de personagens infantojuvenis retratando situações do mundo real. Um olhar e reflexão sobre o “EU”, as emoções e a simplicidade das relações interpessoais. Uma leitura que encantando, torna presente que temos a capacidade de transformar os nossos medos em desafios, encontrando nas potencialidades forma de ultrapassar certas dificuldades”, pode ler-se na sinopse da obra.

Refira-se que Maria Andrade Paiva nasceu em 1991, em Vila Nova de Famalicão. É no seu trabalho como psicóloga que encontra a inspiração e criatividade para a sua escrita. Depois de “Era uma vez uma abelha…Délia a abelha cor de canela”, a autora está atualmente a trabalhar numa nova história e obra em edição.

Recorde-se que em 2020 o Município de Vila Nova de Famalicão foi destacado, pelo nono ano e oitavo consecutivo, pelo Observatório dos Municípios Familiarmente Responsáveis como “Autarquia Mais Familiarmente Responsável”. Mais recentemente viu oficializada a sua adesão à Confederação Europeia das Famílias Numerosas que reconheceu as políticas de apoio às famílias e as boas práticas adotadas nesta matéria pelo executivo famalicense.

FAMALICENSES ASSISTIRAM A MAIS DE 50 HORAS DE PROGRAMAÇÃO CULTURAL ONLINE

Programa “Há Cultura em Casa” apresentou mais de 130 espetáculos online durante o confinamento

Apesar do confinamento obrigatório que determinou o encerramento das salas de espetáculos de todo o país, em Vila Nova de Famalicão a agenda cultural não parou e durante o último ano os espetáculos chegaram até ao conforto do lar dos famalicenses através da internet.

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Durante os dois períodos de confinamento, em 2020 e 2021, o programa “Há Cultura em Casa”, promovido pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, apresentou aos famalicenses mais de 130 espetáculos, divididos por mais de 50 horas de programação cultural online que no total contaram com cerca de 250 mil visualizações.

Promover o acesso a atividades culturais no período de isolamento, e por outro, valorizar os artistas locais e preservar a dinâmica cultural do concelho foram os principais objetivos do programa promovido pela autarquia.

Os artistas locais foram, de resto, os principais protagonistas dos mais de cem espetáculos promovidos no âmbito do “Há Cultura em Casa”, transmitidos ao fim-de-semana na página oficial de Facebook do programa “Famalicão Comunitário”.

Entre a primeira e a segunda edição do projeto estiveram envolvidos mais de duas centenas de artistas e técnicos de som e luz.

Entre os vários momentos de música, poesia, teatro, dança, ateliers artísticos e artes circenses, destaque por exemplo para as apresentações dos músicos Maria do Sameiro, Filtro, Quatroclaves, The CityZens, Costinha, B Quest, do teatro de Elsa Pinho e da companhia Grutaca, da companhia de dança Crescer Além da Dança, entre tantos outros.

Refira-se que depois do sucesso da primeira edição, em 2021 o Município de Vila Nova de Famalicão apostou numa programação online com maior qualidade sonora e visual, reforçando os recursos utilizados ao nível do som e imagem com todos os espetáculos a serem gravados em espaços dotados de equipamentos profissionais.

Recorde-se ainda que em janeiro deste ano as entidades culturais e artísticas de Vila Nova de Famalicão reconheceram publicamente todo o apoio, dinâmica e empenho que o Município de Famalicão teve para com as estruturas, associações e movimentos culturais do concelho durante a pandemia, com a atribuição de um Voto de Louvor à Câmara Municipal pelo apoio que a autarquia prestou ao setor.

A dinamização do “Há Cultura em Casa” e do “Anima-te” foram dois exemplos apontados pelos agentes culturais do concelho de iniciativas desenvolvidas pela Câmara Municipal para mitigar os efeitos da pandemia no setor cultural.

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PONTE DE LIMA: TEATRO DIOGO BERNARDES APRESENTA “GRAU ZERO, UM CORPO QUE ESPERA”

A 28 de Maio, às 20h00, o Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, apresenta o espectáculo de Dança Contemporânea “GRAU ZERO, UM CORPO QUE ESPERA” de Elisabete Magalhães, pela Companhia Fadas e Elfos.

Os bilhetes (4,00€) serão disponibilizados na bilheteira do Teatro Diogo Bernardes a partir do dia 10 de maio às 9h30 e na bilheteira eletrónica a partir das 14h00 no seguinte Link: (https://www.bol.pt/.../95477-grau_zero_um_corpo.../Sessoes).

O número máximo de entradas a adquirir na bilheteira física, apenas no caso de existirem filas, será de 4 bilhetes por pessoa, cumprindo-se a lotação estabelecida em cumprimento do Plano de Contingência Covid-19, de acordo com a planta da sala adaptada em função do mesmo (https://www.facebook.com/.../pcb.../3457846717580515/).

- Lugares individuais na plateia e para coabitantes (2, 3 e 4 lugares) nas frisas e camarotes.

- Os bilhetes para as frisas e camarotes serão vendidos em bloco, na totalidade dos lugares.

Maiores de 6 anos.

Duração Aproximada: 40m

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt.

Grau Zero, Um Corpo que Espera

É da natureza do homem esperar. Todos esperamos, tendemos para diante. Somos seres em evolução e essa essência de futuro, modelada em espera, pode vir a transformar-se em esperança. Esperamos pelo autocarro, esperamos por alguém, por um exame e até mesmo pela morte, palavras de Anselmo Borges, convocadas por Elisabete Magalhães para ecoar algumas das inquietações que estiveram na génese do seu projeto Grau Zero, Um Corpo que Espera.

Pesquisa sobre o corpo, imobilidade e silêncio (e as suas possíveis implicações para a dança), este trabalho propõe, em contracorrente à aceleração intrínseca ao nosso quotidiano e à ideia de um corpo objeto, uma paragem e uma escuta do corpo enquanto sujeito de perceção de si e do mundo. Instigada pelas declinações do silêncio nas obras de Andrei Tarkovski, Merce Cunningham e Nijinski, a coreógrafa persegue em Grau Zero, Um Corpo que Espera a sua pormenorização e questionamento: Indagar o silêncio para mim implica um estado livre de intenção e simultaneamente um modo de discurso, seja ele político, de resistência ou de urgência.

BIOGRAFIA

Elisabete Magalhães Bailarina e coreógrafa, começou a dançar aos 10 anos com Alexandrina Alves Costa. Mestre em Artes Cénicas Interpretação e Direção Artística. Pós-graduada em Dança Contemporânea pela ESMAE em colaboração com CMP e Teatro Municipal do Porto. É licenciada em Cinema e Audiovisual pela ESAP. Conclui o curso de Dança no Balleteatro Escola Profissional. Frequentou a Escola Superior de Dança. Como bolseira, frequentou Études Paris Goube e Ménagerie de Verre. Estagiou na Fundação de Serralves no serviço de Artes Performativas na área de cinema e vídeo. Participou nos encontros Reperages, Danse à Lille (2002 e 2007).

Colaborou com Né Barros, Isabel Barros, Javier de Frutos (no âmbito da Companhia Instável), La Ribot, Tânia Carvalho, Alberto Magno, Ricardo Pais (As Lições), Victor Hugo Pontes. Participou na coreografia Sursauts de Mathilde Monnier, as Brancas de Neve de Catherine Bay e no Ballet Neoconcreto de Lygia Pape (com direção de Né Barros). Tem desenvolvido alguns trabalhos como coreógrafa e mais recentemente em vídeo: Auto Retrato, Passagens, Imago, When I Die I wanna Go To Hell, Documentário Dança e Arte Digital, Multiplex, Grau Zero, Um Corpo Que Espera. É docente do Balleteatro Escola Profissional. Deu formação e coreografou em colaboração com a Câmara Municipal do Porto, através do seu Pelouro de Animação da Cidade, no projeto intitulado Descobrir o Teatro e a Dança, a jovens de outras áreas.

Artista Tutor do TNSJ no projeto DEZ X DEZ, uma produção da Fundação Calouste Gulbenkian- programa Gulbenkian Educação para a Cultura e Ciência (2014/2015). Professora De Corpo e Movimento na ULP no Curso de Interpretação e Direção de Atores. Integrou a semana de compositores e coreógrafos 2018/19 EVC com orientação de Victor Hugo Pontes e Luís Tinoco.

Foi responsável pelo movimento em A Morte de Danton, com encenação de Nuno Cardoso.

Ficha Artística

Conceção e Coreografia: Elisabete Magalhães

Desenho de Luz: Wilma Moutinho

Vídeo: Elisabete Magalhães

Interpretação: Júlio Cerdeira e Elisabete Magalhães

Coprodução: Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo e Teatro Nacional São João

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PONTE DE LIMA: TEATRO DIOGO BERNARDES DIVULGA PROGRAMAÇÃO CULTURAL

Programação _ maio para dias 8 e 9 e 14 de maio – Teatro Diogo Bernardes

O Teatro Diogo Bernardes retomou, desde março, a sua programação cultural, reforçando-a ao longo do mês de maio, com uma oferta diversificada, como já é habitual. A dança é privilegiada ao longo do presente mês de maio. Destacamos os espetáculos da companhia Quorum Ballet: dia 7, “Impulso”, pelas 20.00 horas, um espetáculo de “dança sem qualquer pretensão de levar o público num caminho específico, incentivando-o à reflexão subjetiva”; dias 8 e 9 de maio, pelas 16.00 horas, para um público mais infantil, o espetáculo “E se eles fugissem todos?” em que “estranhos, perigosos e bizarros objetos apareceram na natureza”, fazendo com que a “vida equilibrada e em harmonia” nunca mais fosse a mesma, levando o “Leão, o rei da savana, preocupado com uma possível fuga dos animais” a decretar “uma reunião de emergência”.

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A destacar ainda na programação do mês de maio, dia 15, pelas 20.00 horas, o concerto de FLAK, músico com uma carreira de mais de 40 anos. Em 2021, ano em que perfaz 60 anos, apresenta “um novo espetáculo de cariz mais instrumental e cinematográfico”.

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Todos os bilhetes para os nossos eventos podem ser adquiridos na bilheteira física do Teatro Diogo Bernardes, de segunda a sexta-feira no horário normal de funcionamento ou então online no site da BOL – teatrodiogobernardes.bol.pt 

Venha ao Teatro. Venha ao Teatro Diogo Bernardes. A Cultura é Segura.

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CONSERVATÓRIO DE DANÇA DE FAMALICÃO INAUGURA NOVA CASA PARA ACOLHER ALUNOS DE TODO O PAÍS

Novo espaço está localizado Escola EB 2,3 Dr. Nuno Simões

O Conservatório de Dança de Vila Nova de Famalicão tem uma nova casa equipada com todas as condições para a promoção do ensino artístico, localizada num espaço de excelência – a Escola EB 2,3 Dr. Nuno Simões, em Calendário e pronta para acolher alunos de todo o país.

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A nova casa que é também o novo palco do ensino artístico e especializado da dança, em regime articulado, em Vila Nova de Famalicão, foi inaugurado esta quinta-feira, Dia Mundial da Dança, pelo presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, que salientou a ligação existente entre a educação e a cultura. “São importantes os serviços educativos ao nível cultural, mas é também preciso criar agentes culturais, dinâmicas e ecossistemas que ajudem a que as iniciativas tenham melhores práticas, mas também tenham público e isso resulta de processos de formação. Quanto mais eficazes formos neste processo, melhor sucedidos seremos na formação cidadã", destacou.

Para a diretora e fundadora do Conservatório de Dança de Famalicão, Marta Soares, “este é um momento muito importante na vida desta escola, só possível devido à conjugação de vontades de várias instituições”. Visivelmente feliz com a nova casa do conservatório, a responsável falou mesmo em “concretização de um sonho” referindo que “estão reunidas as condições para tornar esta escola uma referência nacional e internacional”.

Refira-se que desde o inicio deste ano letivo 2020/2021, vinte e cinco alunos do 5.º e do 7.º ano do concelho frequentam o ensino artístico e especializado da dança, em regime articulado. Tal realidade é possível fruto de uma colaboração estreita entre o Conservatório de Dança de Vila Nova de Famalicão, o município e o Agrupamento de Escolas D. Sancho I.

Neste sentido, também a diretora do Agrupamento de Escolas D. Sancho I, Maria Helena Pereira, não escondeu a sua satisfação pela inauguração do novo espaço, sublinhando que se trata de “uma aposta e de uma oferta em termos artísticos muito importante” para o concelho e para a região.

Presente na cerimónia o diretor-geral da DGEstE, João Gonçalves, mostrou surpreendido com "a qualidade das instalações e com o resultado das aprendizagens". Para o responsável "Famalicão teve sempre um especial cuidado para tudo o que tem que ver com as artes. É um município que serve de exemplo para muitos outros. Tenho a certeza que pouco a pouco muitos municípios vão perceber a importância que poderão ter na construção de projetos deste género em todo o território", acrescentou.

A instalação do Conservatório de Dança de Famalicão na Escola Dr. Nuno Simões era um objetivo muito ambicionado pelo município e pela comunidade escolar e foi possível devido à intervenção da autarquia que avançou com um conjunto de obras de adaptação no ginásio da escola, criando salas adaptadas para o ensino da dança. A empreitada implicou um investimento municipal de cerca de 110 mil euros.

O espaço é composta por duas salas, com pavimento de superfície uniforme elástico, resistente e apropriado para dança, colunas de som e mesas de mistura, ar condicionado e iluminação. Foram ainda criadas três salas de apoio à direção para o ensino articulado de dança.

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VIANA DO CASTELO: GRUPO ETNOGRÁFICO DE AREOSA ASSINALA DIA DA DANÇA

"(…) Cada geração é chamada a viver tempos bons e maus, épocas de fortuna e infelizmente também de infortúnio, horas de calmaria e travessias borrascosas. (…) O importante a salvaguardar é que, como comunidade, nos encontremos unidos (…)”*

As várias gerações de bailarinos do Grupo Etnográfico de Areosa, aqui simbolicamente representadas (desde a sua fundação, há 55 anos, até à atualidade), desejam-vos um FELIZ DIA da DANÇA!

*Cardeal José Tolentino de Mendonça, 10.06.2010

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MUNICÍPIO DE ARCOS DE VALDEVEZ ASSINALA DIA MUNDIAL DA DANÇA COM O VÍDEO "MOVIMENTO"

O Município de Arcos de Valdevez apresenta no dia 29 de Abril o vídeo “Movimento”, dedicado a celebrar o Dia Mundial da Dança 2021, numa produção que pretende aliar a corografia às paisagens e locais emblemáticos do Património Natural e Humano do maior concelho do Alto Minho.

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Nascido do desafio colocado pela edilidade aos arcuenses Diogo Costa e Diana Ataíde, respetivamente realizador e coreógrafa/bailarina, o vídeo “Movimento” percorre alguns dos locais e paisagens singulares do território municipal, num périplo que permite leituras múltiplas, verdadeiramente artísticas e contemplativas, sobre a natureza, os espaços e a identidade de Arcos de Valdevez; serras, florestas encantadas, vales, monumentos, estações do ano, luz e história preenchem o global do videograma, desafiando o espectador a ser agente ativo de descoberta e fruição deste território único, hoje um dos principais destinos de turismo de natureza no Norte de Portugal.

Link para o vídeo: https://youtu.be/9IGuCsqFjAA

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FAMALICÃO INAUGURA CONSERVATÓRIO DE DANÇA

Famalicão inaugura Conservatório de Dança na Escola Dr. Nuno Simões, em Calendário. Cerimónia realiza-se amanhã, Dia Mundial da Dança, pelas 9h00

O Dia Mundial da Dança, que se assinala nesta quinta-feira, 29 de abril, vai ficar marcado pela inauguração das instalações do Conservatório de Dança de Vila Nova de Famalicão na Escola Dr. Nuno Simões, em Calendário. A cerimónia que está marcada para as 9h00, conta com as presenças do presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, do diretor-geral da DGEstE, João Gonçalves, da diretora do Agrupamento de Escolas D. Sancho I, Maria Helena Pereira, e da diretora e fundadora do Conservatório de Dança de Famalicão, Marta Soares, entre outras. A sessão é aberta aos órgãos de comunicação social.

A instalação do Conservatório de Dança de Famalicão na Escola Dr. Nuno Simões era um objetivo muito ambicionado pelo município e pela comunidade escolar e foi possível devido à intervenção da autarquia que avançou com um conjunto de obras de adaptação no ginásio da escola, criando salas adaptadas para o ensino da dança.

Refira-se que desde o inicio deste ano letivo 2020/2021, vinte e cinco alunos do 5.º e do 7.º ano do concelho frequentam o ensino artístico e especializado da dança, em regime articulado. Tal realidade é possível fruto de uma colaboração estreita entre o Conservatório de Dança de Vila Nova de Famalicão, o município e o Agrupamento de Escolas D. Sancho I.

MUNICÍPIO DE BRAGA ASSINALA DIA MUNDIAL DA DANÇA

De 25 de Abril a 1 de Maio

No mês de Abril comemora-se o Dia Mundial da Dança e o Município de Braga apresenta um conjunto de propostas com o intuito de celebrar a dança nas suas variadas expressões e manifestações, cumprindo, ao mesmo tempo, as restrições impostas pela pandemia.

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De 25 de Abril a 1 de Maio, o Município convida o público para assistir, ao vivo ou online, a um conjunto de iniciativas variadas. Neste programa destaca-se, em regime presencial (entrada livre mas sujeita a marcação prévia), o espectáculo “Leira”, da Companhia Nova Galega de Danza (dia 29, às 21h, no Espaço Vita), uma proposta que visa aproximar a cultura galega, neste ano em que Braga se assume como Capital de Cultura do Eixo Atlântico.

Para o público infantil e familiar, teremos uma co-produção do LU.CA e Teatro Luís de Camões de “A Caminhada de Bruno Alexandre” (dia 25, no Espaço Vita, às 11h). Já a Arte Total apresenta no Mercado Cultural do Carandá duas propostas: a performance/instalação “Caixa de Esmolas” (dias 29 e 30 de Abril, às 19h30, e dia 1 de Maio às 11h) e a exibição dos vídeos seleccionados no “Braga International Vídeo Dance” (dia 28 às 19h).

No dia 29 de Abril, em que se assinala o Dia Mundial da Dança, a programação terá presença nas plataformas digitais com três propostas: pela Ent’Artes a performance “Castula Secare” (11h), inspirado pela magnificência do Mosteiro de São Martinho de Tibães, cenário escolhido para a produção; pela Backstage o espectáculo “Dançar sobre a Cidade” (18h), um percurso performativo pelos enigmáticos miradouros da cidade, inspirados nas palavras da poetisa Ondina Braga; e a apresentação pública do resultado das residências artísticas realizadas em contexto educativo no ano lectivo 2019/2020 do Projeto Call Escola (15h30), da Arte Total.

A programação completa pode ser consultada em: https://www.cm-braga.pt/archive/doc/Programa_Dia_Mundial_da_Danca.pdf.