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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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VIANA DO CASTELO CANDIDATA-SE COM "UM MAR DE CULTURA" A CAPITAL EUROPEIA DA CULTURA EM 2027

Viana do Castelo apresentou ontem publicamente as linhas gerais da candidatura a Capital Europeia da Cultura 2027, que irá formalizar no próximo dia 23 de novembro. Na sessão de apresentação da candidatura que decorreu nos Claustros do Convento de S. Domingos, o Presidente da Câmara, José Maria Costa, indicou que “o quisemos fazer num espaço carregado de simbolismo, de história e de património, representando um pouco daquilo que são as bases da nossa candidatura: algo que está enraizado, que faz parte da nossa essência, e que, por isso, surge de forma natural”.

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Os enfoques desta candidatura são o Mar, a Identidade, as Letras, Artes, Artistas e Ofícios, sem esquecer os marcos históricos do percurso da cidade e da região. O site da candidatura já está disponível na Internet (www.vianamardecultura.org).

"Vamos apresentar-nos a jogo com aquilo que temos de melhor, para que em conjunto o júri possa fazer uma avaliação", indicou o edil, na cerimónia que contou com a presença da Diretora Regional de Cultura do Norte e de representantes de associações e instituições de Viana do Castelo.

"Estou certo que o país não ficará igual depois do trabalho destas doze candidaturas. (…) Estaremos todos de consciência tranquila que demos o nosso melhor e, depois, que ganhe a melhor. Se for Viana do Castelo, ficaremos todos muito contentes porque acho que merecemos pelo trabalho desenvolvido e sobretudo pelo valor patrimonial que temos", frisou o edil.

José Maria Costa assegurou que o concelho vai investir “na construção de equipamentos que fazem falta, em novos espaços museológicos, num trabalho de grande planeamento”.

“Esta candidatura surge porque Viana do Castelo tem uma enorme tradição do ponto de vista cultural, sendo hoje conhecida e reconhecida nas mais variadas vertentes. Viana do Castelo tem também capacidade organizativa de grandes eventos, o que é uma das condições de admissibilidade das candidaturas: basta ver a organização das nossas Festas de Nossa Senhora da Agonia e de muitos outros eventos nacionais e internacionais. O terceiro aspeto importante tem a ver com a nossa relação com a Europa, porque as Capitais Europeias da Cultura têm precisamente como um dos objetivos permitir esta parceria e enquadramento europeu de trabalhos conjuntos, de produção conjunta, de trabalhar para o conhecimento e aprofundamento das atividades culturais”, assegurou o responsável.

Como comissário da candidatura, Viana do Castelo conta com Gonçalo Vasconcelos e Sousa, professor Catedrático da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, coordenador do doutoramento em Estudos do Património, académico da Academia Portuguesa da História e da Academia Nacional de Belas-Artes e presidente da Federação dos Amigos dos Museus de Portugal. Já a Comissão Executiva é constituída por Joaquim José Escaleira, Mário Barroca, Rosa Maria dos Santos Mota e Valter Hugo Mãe.

O comissário referiu que Viana do Castelo “foi sempre ponto de aportação de novas ideias, de novas modas, e, por isso, necessariamente aberta à diversidade e à mudança”, realçou.

Para além de contar com o apoio dos municípios e instituições de Viana do Castelo e do Alto Minho, a candidatura de Viana do Castelo conta já com um conjunto de incentivos nacionais e internacionais. Assim, já demonstraram oficialmente o seu apoio a “Viana Mar de Cultura”, entre outras, a Entidade de Turismo do Porto e Norte, a Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo e o Oceanário de Lisboa.

Também as Cidades Atlânticas aprovaram o apoio à candidatura vianense, que conta ainda com o apoio internacional da Autoridade Portuária da Coruña e do Conseil départemental du Finistère. Quatro cidades da vizinha Espanha - San Sebastián, Ferrol, Pontevedra e La Coruña - já demonstraram igualmente o seu apoio à candidatura vianense.

Durante a apresentação pública de “Viana Mar de Cultura” foi ainda lançado o vídeo promocional da candidatura de Viana do Castelo a Capital Europeia da Cultura em 2027, da autoria de Flávio Cruz, com texto de Marlene Ferraz e banda sonora de João Gigante e Daniel Pereira Cristo, já disponível nas redes sociais.

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PULSArte PROMOVE A INCLUSÃO ATRAVÉS DA CULTURA

Projeto engoba crianças e jovens institucionalizados e comunidade cigana

Inserido no projeto “Cultura para todos numa cidade educadora inclusiva” surge o “PULSArte”, um programa que integra um conjunto de projetos artísticos, com vista à promoção do sentimento de pertença e ao desenvolvimento de competências e sensibilidades juntos de comunidades mais desfavorecidas, através do contacto com profissionais de áreas artísticas. Este contacto irá desenvolver-se através de oficinas de música, teatro, pintura e escultura, que irão contribuir para ampliar o espólio cultural e artístico da comunidade barcelense.

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O “PULSArte” divide-se em duas vertentes: uma a desenvolver junto de crianças e jovens do centro de acolhimento da Casa do Menino Deus e outra com a comunidade de etnia cigana.

Junto das crianças e jovens do centro de acolhimento será criada a residência artística “Construção de esculturas sonoras: ‘estranhofones’”, que irá compilar ateliês de artes plásticas e de coreografias performativas. O projeto conta, ainda, com sessões de campo para registos sonoros na natureza, preparação e realização de uma performance e exposição de “estranhofones”.

O conceito de “estranhofones” foi desenvolvido pelo músico Samuel Martins Coelho e o cenógrafo César Estrela e está associado a “sons marginais” e outros barulhos aos quais não se presta muita atenção. As oficinas serão ministradas por Ricardino Lomba e João Coutada e irão decorrer já entre os dias 2 e 5 de agosto, com as primeiras sessões.

Neste projeto, através da estimulação cultural e artística, os formadores irão procurar desenvolver nas crianças e jovens a curiosidade pelo som do meio envolvente.

Quanto à vertente a realizar com a comunidade de etnia cigana, esta irá acontecer ao longo de dois dias. Em ateliê, serão construídos instrumentos de percussão com materiais de uso diário, criados padrões rítmicos e feito um espetáculo de apresentação dos resultados.

O projeto “Cultura para todos numa cidade educadora inclusiva” consiste num vasto programa de atividades culturais a desenvolver em todo o Município, com particular foco na participação ativa de pessoas com menor facilidade de acesso à cultura e em maior risco de exclusão social, promovendo, por essa via, a sua inclusão. O projeto tem um financiamento de 392.656,00 € e integra o aviso “Nor-te-30-2019-34 – Cultura para todos”, colocado pelo PDCT (Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial) e gerido pela CIM Cávado.

BARCELOS APOSTA NA ANIMAÇÃO CULTURAL

Programa cultural "P'ra Frente Barcelos" regressa à Frente Ribeirinha com 17 espetáculos

Do palco para a rua, a cultura continua a ser protagonista do verão, em Barcelos. Após o sucesso da edição do ano passado, o Município volta a apostar no “P´ra Frente Barcelos”, com um programa de atividades a realizar na Frente Ribeirinha entre 30 de julho e 31 de agosto.

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Ao longo dos próximos dias, música e dança em espaços montados ao ar livre, numa área limitada, com assistência condicionada às determinações da Direção-Geral da Saúde.

A programação inicia já no dia 30 de julho com o P.A. – Projeto Artístico, que está de volta com o Festival de Bandas, Festival da Canção (versão de artista/cover e versão original) e Festival de Dança.

No dia 30, às 20h15, inicia com o Festival de Bandas e conta com a participação de seis bandas. No dia 31, à mesma hora, é a vez do Festival da Canção, com a participação de 11 artistas. No dia 1 de agosto, às 17h00, tem lugar o Festival de Dança com a participação de seis escolas de dança do concelho. E, às 21h00, é a vez do concerto do Estágio da Escola de Música da Banda Musical de Oliveira.

No fim de semana seguinte, a 6 de agosto, às 21h00, sobem ao palco da Frente Ribeirinha a Orquestra do Norte e Álvaro Cortez. No sábado, 7 de agosto, atua a artista Lau Madeira e, no domingo, dia 8, às 18h00, no âmbito das comemorações dos 25 anos da Escola de Dança de Barcelos, esta apresenta, em parceria com os Doutor Assério, o espetáculo “Ballet N’Rock”.

A música e a dança continuam no fim de semana de 13, 14 e 15 de agosto. No dia 13, às 21h00, a ARCA-Associação Recreativa e Cultural de Arcozelo apresenta o espetáculo “Hope”. No dia 14, sábado, o barcelense João Dias e a Banda Musical de Oliveira apresentam o espetáculo “João Dias Feat. Big Band”, num concerto único. No domingo, às 18h00, as Guitarras de Manhente trazem “Mulheres do Rock”.

No dia 20 de agosto, às 21h00, a banda OPSOM, composta por Tiago Cortez (Barcelos) e Hugo Castro (Viana do Castelo), proporciona um fim de noite com muita música e diversão. No dia 21, é a vez da artista barcelense Joana D’Arc atuar no mesmo palco.

Nos dias 26 e 27 de agosto, o Festival River Blues está de volta à Frente Ribeirinha. No dia 26, às 21h00, com o espetáculo de “The Hurt Fingers “ e “Par Azar” e, no dia 27, com “Peter Storm & The Blues Society”.

No dia 28 de agosto, no âmbito do Quadrilátero Cultural, Joscho Stephan Trio apresenta um concerto de jazz cigano.

A programação de verão “P'ra Frente Barcelos” termina com dois espetáculos inseridos nas comemorações do Dia da Cidade: no dia 30, às  21h00, no âmbito da candidatura "Canto Luso", atua Daniel Pereira Cristo e, no dia 31, Mário Laginha e Camané.

Todos os espetáculos são de entrada gratuita, mas com reserva antecipada através da bilheteira no Theatro Gil Vicente, de terça a sexta-feira, das 10h00 às 18h00, ou no próprio dia do espetáculo (no período de 1 hora que antecede o evento) no local do evento onde será o feito o seu levantamento. O espaço tem lotação limitada e cumpre todas as condições de segurança.

FAMALICÃO: PROGRAMA DE MAIO DA CASA DAS ARTES ARRANCA COM O TRICICLO DE FERNANDO ARRABAL

Novas oportunidades para artistas e público

Os ditames da pandemia não têm permitido avançar, como era desejado, com uma desejada programação de aniversário, dos 20 anos da Casa das Artes. Na esperança que a normalidade seja, por fim, e gradualmente reposta, é agora difundida a agenda de maio e junho do teatro municipal de Vila Nova de Famalicão.

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O TRICICLO de Fernando Arrabal, sobe ao palco do grande auditório, no dia 7 de maio, às 20h30.

Escrita entre 1952 e 1953, “O Triciclo” é uma das peças mais emblemáticas de Fernando Arrabal. Um grupo de marginais (Climando, Apal, Mita e o Velho da Flauta) tentam sobreviver numa sociedade desigual, hierarquizada, moral e politicamente opressiva. Incapazes de se adaptar, vivem numa realidade destituída de qualquer moralidade e racionalidade. “O Triciclo” é um jogo de sobrevivência, mas também de procura da felicidade. Humor, inocência, crueldade, poesia e, inevitavelmente a morte.

O TRICICLO de Fernando Arrabal é uma coprodução Cine-Teatro Avenida, Casa das Artes de Famalicão, Teatro Municipal de Vila Real e Companhia de Teatro de Sintra/Chão D'Oliva e interpretada pela Ninguém Teatro, com encenação de Ivo Alexandre e interpretação de Anabela Faustino, João Reixa, Marques D’Arede, Alheli Guerrero e Ivo Alexandre.

Segue-se a música, com TRÊS TRISTES TIGRES, no trabalho Mínima Luz, no dia 8 de maio, às 20h30, no Grande Auditório.

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Os Três Tristes Tigres (TTT) nasceram nos idos de 1990, onde Ana Deus vinda dos BAN e Regina Guimarães fabricavam informalmente colagens e canções.

O trabalho Mínima Luz resulta de um processo iniciado em 2020, em que os TTT cumprem e regressam com um álbum intemporal onde as guitarras de Alexandre Soares navegam entre a vertente mais crua, elétrica e acústica espacial; a voz de Ana Deus transporta, de forma livre, os poemas adaptados de William Blake e Langston Hughes, os poemas originais de Regina Guimarães e de Luca Argel para as partes sensíveis, as minorias e as coisas que sussurram. Um disco de rock mais rugido e delirante, contaminado com circuitos eletrónicos, e outros temas mais ambientais e lentos.

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Numa encenação de Paulo Calatré, a 13 e 14 de maio, às 20h30, sobe ao palco do Grande Auditório Macbeth de William Shakespeare, numa coprodução: Casa das Artes de Famalicão e ACE Escola de Artes de Famalicão.

Macbeth é uma tragédia do dramaturgo inglês William Shakespeare, sobre um regicídio e suas consequências. É a tragédia shakespeariana mais curta.

A peça sobre um nobre escocês e sua esposa que assassinam o rei pelo seu trono, mapeia os extremos de ambição e culpa e dramatiza os seus efeitos físicos e psicológicos sobre aqueles que buscam o poder.

Encenada pela primeira vez em 1606, as três bruxas de Macbeth e outras imagens sombrias entraram na nossa imaginação coletiva.

No mundo teatral anglófono, muitos acreditam que a peça é "amaldiçoada", e nem mesmo mencionam seu nome em voz alta, referindo-se a ela como "The Scottish play" ("A peça escocesa").

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A música regressa à Casa das Artes no dia 15 de maio, às 20h30, com o reagendado espetáculo Anatomia do Fado de Manuel João Vieira.

Músico, ator e artista plástico, o mentor de projetos como Ena Pá 2000 ou Os Irmãos Catita apresenta-se agora a solo e em nome próprio com o duplo álbum Anatomia do Fado, um trabalho, como o nome indica, dedicado ao fado, mais em concreto ao fado humorístico, muito em voga no século passado, mas entretanto caído em desuso.

"Anatomia do Fado", editado pelo Museu do Fado, são 32 canções, num disco duplo, onde são recuperados temas esquecidos que trazem um lado mais humorístico ao fado.

Manuel João Vieira é acompanhado por Arménio de Melo na guitarra portuguesa, Vital da Assunção na viola de fado e Múcio Sá no baixo.

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Em plena primavera, a Casa das Artes de Famalicão e a Companhia de Música Teatral continuam a investir na coprodução de PaPI-Opus 8, uma viagem ao mundo dos pássaros que, já há vários anos, em outras edições, mobilizou a comunidade.

PaPI-Opus 8 é então uma viagem ao mundo de todos os pássaros, os reais e os imaginários, os das histórias, da poesia, da música, os que nos convidam a voar, os que cantam connosco. Começou a voar em jardins-de-infância e escolas porque é lá que encontra os meninos e as meninas com quem gosta de brincar.

Estão agendadas apresentações para escolas, através do Zoom, dias 19, 20 e 21 de maio, às 10h30 e às 15h00, e uma apresentação para famílias, igualmente através do Zoom, dia 22 de maio, às 11h00 e às 17h00.

As inscrições devem ser feitas através do e-mail: bilheteira.casadasartes@famalicao.pt.

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No dia 22 de maio, às 20h30, de novo ecoará a música na Casa das Artes de Famalicão com TIAGO BETTENCOURT - 2019 Rumo ao Eclipse.

Autor de várias composições de referência da nova música portuguesa, foi há mais de dez anos que embarcou naquela que seria a sua primeira aventura em estúdio, com os Toranja, marcando para sempre o panorama musical português.

A riqueza da simplicidade dos seus poemas e melodias depressa captou a atenção do público com os álbuns "Esquissos" e "Segundo". Temas inesquecíveis como "Carta" e "Laços" são indissociáveis da sua voz marcante. Em 2006 os Toranja anunciam uma pausa prolongada e é então que Tiago Bettencourt parte para o Canadá e tendo como banda de apoio os Mantha, grava o álbum "Jardim" com produção de Howard Billarman (Produtor de “Funeral” dos Arcade Fire), editado em 2007 com êxitos como "Canção Simples", “o Jogo”, “o Lugar” e “o jardim”.

Em 2010, é editado "Em fuga", também com produção de Howard Bilerman e no final do ano de 2011 lança "Tiago na Toca e os Poetas", onde Bettencourt musica poemas de autores portugueses como Florbela Espanca e José Carlos Ary dos Santos, na companhia de amigos como Carminho, Camané, Pedro Gonçalves (Dead Combo), entre outros. Em 2012 chega às lojas “Acústico”, uma imensa celebração onde reúne os convidados Lura e Jorge Palma e em 2014 contou com mais três colaborações de luxo, Jacques Morelenbaum, Mário Laginha e Fred Pinto Ferreira em “Do Princípio”. 2017 ficou marcado pelo lançamento do seu novo disco “A Procura”, uma viagem incessante que Tiago Bettencourt nos guia ao longo desde sexto disco da sua carreira, entre a acústica trovadoresca, a pop e as eletrónicas discretas. Um disco marcado pelas colaborações de Márcia, Vanessa da Mata e os singles “Se me deixasses ser”, “Partimos a Pedra” e “Diz Sim feat. Vanessa da Mata”. 

Depois de inúmeros concertos de Norte a Sul de Portugal e Coliseus em formato 360, Tiago Bettencourt lançou o seu mais recente disco de originais: “2019 Rumo ao Eclipse”, que reafirma um caminho independente, variado e coerente, permanecendo na vanguarda da música cantada em Português há quase 20 anos.

De volta à dança, será a 28 de maio que o coreógrafo Pedro Ramos revelará a sua criação Corpo Anímico, um espetáculo para ver às 20h30 e que resulta da coprodução Casa das Artes de Famalicão, Cine-Teatro Avenida Castelo Branco, Cine-Teatro de Gouveia.

Corpo Anímico dá continuidade à obra Alento que esteve em palco, em maio de 2019, na Casa das Artes. Agora, Pedro Ramos, após uma experiência imersiva de quatro anos de investigação no contexto da floresta, e explorando o corpo enquanto “pedaço de natureza” ligado ao entorno, fazendo uso da respiração enquanto tema, pretende desenvolver uma dança anímica para um grupo de oito intérpretes.

Corpo Anímico mergulha na anatomia experimental das pequenas e grandes sensações e perceções que reforçam a ligação com o elã vital que tudo permeia. O princípio de Eros, uma matriz unificadora que agrega a própria realidade, de sentido e significado.

Réplica do quinto episódio do CLOSE-UP convoca escolas e público ao cinema

De 10 a 17 de outubro passado, em vários espaços da Casa das Artes, projetou-se o quinto episódio do CLOSE-UP, com um panorama de sessões orientadas sob o mote do Cinema na Cidade, onde a produção do presente a e a história do cinema se encontraram (ver www.closeup.pt).

Em maio, será reposta a primeira réplica deste episódio (Episódio 5.1), com propostas para o público geral e a presença no Agrupamento de Escolas D. Sancho I.

Para o público geral, no dia 29 de maio, às 15h00, no pequeno auditório, serão encontrados Luis Buñuel e Nanni Moretti. OS ESQUECIDOS é a primeira grande obra saída do período mexicano de Buñuel, retrato da juventude nos bairros da cidade do México. De Roma à Sicília, de Pasolini a Rossellini, em QUERIDO DIÁRIO de Moretti será feita uma viagem pela Itália e pelo seu Cinema. Ambas as sessões serão apresentadas por Rodrigo Francisco, programador de Cinema e Diretor do Cineclube de Viseu.

Para o público escolar, no Agrupamento de Escolas D. Sancho I, é reiterada a memória da passagem dos 75 anos do fim da 2.ª Guerra Mundial, com a projeção de #ANNE FRANK - VIDAS PARALELAS, com condução de Helen Mirren, para alunos do 3.º ciclo e do secundário.

Ainda na proposta cinematográfica, mas, particularmente dirigida para cinéfilos, a programação desenvolvida pelo Cineclube de Joane propõe: a 6 de maio, A Camareira de Lila Avilés; a 13 de maio, Fellini 8 ½ de Federico Fellini; a 20 de maio, Patrick de Gonçalo Waddington; e a 27 de maio, Siberia de Abel Ferrara.

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BARCELOS DESCONFINA CULTURA

Cinema, teatro e música marcam regresso da programação ao Theatro Gil Vicente

Com toda a segurança, está de volta a programação ao Theatro Gil Vicente. Para os meses de abril e maio, haverá cinema, teatro e música.

Abril começa com a exibição do filme “O Sal Das Lágrimas”, (M/12), de Philippe Garrel, dia 20, às 20h00. No âmbito do Cineclube ZOOM, o cinema regressa ao Theatro Gil Vicente em maio, com “A Mulher Que Fugiu” (M/12), de Hong Sang-soo, dia 11, às 21h30. Do mesmo realizador sul-coreano, poderá assistir-se também à película “O Dia Em Que Ele Chega”, (M/12), dia 18, às 21h30 (3,50€ cada sessão).

Para crianças e adultos, o filme “O Balão Vermelho”, (M/3), realizado por Albert Lamorisse e musicado por Filipe Miranda e Lisete Santos, será exibido dia 16 de maio, às 16h00 (2,00€).

Quanto à programação de teatro, esta não poderia recomeçar de melhor forma. Dia 8 de maio, o “Casal Da Treta”, de Ana Bola e José Pedro Gomes, promete um contagiante clima de boa disposição e muitas gargalhadas. O espetáculo de 90 minutos, e da responsabilidade da produtora “Força de Produção”, tem início marcado para as 21h30 (10,00€).

O teatro infantil também regressa e em dose dupla, prometendo uma viagem ao imaginário de pais e filhos. “Pinóquio”, pela companhia “Jangada Teatro”, sobe à cena dia 22 de maio, às 21h30, e, no dia seguinte, às 16h00 (4,00€ cada sessão com 50% de desconto para menores de 10 anos).

Já o campo musical trará concertos para todos os gostos. Dia 15 de maio, a banda barcelense “L-Blues” apresenta o terceiro disco, “Luz”, às 22h00 (3,00€). Dia 28, à mesma hora, será dia de regresso dos “Mocho” ao Theatro Gil Vicente. Após o espetáculo em 2018, a banda nascida do rock volta a Barcelos para apresentar “Mocho 10 anos + convidados” (5,00€).

Quem também está de volta é o ciclo de concertos “triciclo”, com o reagendamento de todos os concertos adiados devido ao confinamento motivado pela pandemia. A programação arranca dia 23 de abril, com o rock’n’roll dos “The Twist Connection”, às 20h30 (5,00€). “Homem Em Catarse”, do barcelense Afonso Dorido, vai preparar, em residência artística, a apresentação ao vivo do novo disco, “Sete Fontes”, dia 29 de maio, às 22h00 (3,00€).

Fora de portas, o “triciclo” volta ao Museu de Olaria, com “Ghost Hunt”, dia 7 de maio, às 22h00 (3,00€), e com “Conferência Inferno”, dia 13, à mesma hora (3,00€).

Informações e reservas em 253 809 694 ou em tgv@cm-barcelos.pt. A bilheteira está aberta de terça a sexta-feira, das 10h00 às 18h00. Em dias de espetáculo, abre duas horas antes do início da sessão. Bilheteira on-line em gilvicente.bol.pt

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PATOÁ, UM IDIOMA DE ORIGEM PORTUGUESA EM VIAS DE EXTINÇÃO

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Crónica de Daniel Bastos

A presença pioneira dos portugueses na Ásia no séc. XVI e XVII, catalisadora dos primeiros contactos entre a Europa e o Oriente, difundiu durante a epopeia dos descobrimentos a língua de Camões por diversas regiões do continente asiático.

Através da dominação política, do comércio ou da missionação, a influência lusa no maior dos continentes terrestres, ao longo da expansão marítima, estendeu-se ao subcontinente indiano, a Ceilão, às áreas em torno da Baía de Bengala, ao Golfo Pérsico, a Sião, a Timor, às Molucas, à China e ao Japão.

Como salienta o investigador Hugo Cardoso, em O português em contacto na Ásia e no Pacífico, a língua lusa enraizou-se a partir de então “na região asiática ao ponto de se converter em importante língua franca de comércio e diplomacia, sobretudo para comunicação com e entre as demais potências europeias (britânicos, franceses, neerlandeses, dinamarqueses) que se começaram a estabelecer na Ásia a partir de finais do século XVI”.

Uma das regiões asiáticas que ainda hoje conserva importantes vestígios da presença lusa, em particular no campo linguístico, é indubitavelmente Macau, um território sob administração portuguesa até 1999, situado na costa sul da China, nação que reassumiu a soberania sobre a região em 20 de dezembro desse ano.

Durante a vetusta administração lusa em Macau desenvolveu-se inclusivamente um crioulo de base portuguesa, normalmente denominado como patoá, mas também conhecido como língu nhonha, papiâ cristâm di Macau, papiaçâm, maquista, ou macaísta, que mistura português, cantonês, malaio, cingalês, mas também tem influências do inglês, tailandês, japonês e algumas línguas da Índia.

Como aponta Alexandra Hagedorn Rangel, na dissertação de mestrado Filhos da terra: a comunidade macaense, ontem e hoje, devido “ao desenvolvimento da escolarização feita em português durante o século XX, o patuá acabou por cair em desuso e, hoje em dia, apenas as pessoas de muita idade é que ainda falam o patuá com fluência”.

De fato, atualmente o crioulo de Macau é um idioma de origem portuguesa em vias de extinção, a quem restam apenas meia centena de falantes, sendo que um dos mais conhecidos, Aida de Jesus, ou Dona Aida, fundadora do restaurante Riquexó, conhecida como a "madrinha da cozinha macaense", faleceu no decurso do mês de março aos 105 anos.

Na esteira do linguista Ataliba Teixeira de Castilho, as “línguas não são eternas. Pelo contrário, elas morrem enquanto outras nascem e se multiplicam”, sendo que no caso específico do Patoá, património imaterial da presença portuguesa em Macau, a sua reminiscência deve continuar a servir de base ao fortalecimento das seculares relações luso-chinesas.

DEPUTADA CRISTINA RODRIGUES QUER MAIS TRANSPARÊNCIA NA ATRIBUIÇÃO DE APOIOS AO SECTOR DA CULTURA

A Deputada Cristina Rodrigues deu entrada com um projecto que recomenda ao Governo que assegure a transparência na atribuição das verbas alocadas ao sector da Cultura, desde o momento das candidaturas à avaliação da sua aplicação e verificação do cumprimento dos objectivos culturais e artísticos de cada projecto destinatário de verbas, assegurando a publicidade de todo o processo.

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Segundo o estudo “Reconstruir a Europa: a economia cultural e criativa antes e depois da covid-19”, realizado pela consultora internacional Ernst & Young Global Limited, a pedido do Grupo Europeu de Sociedades de Autores e Compositores, as indústrias culturais e criativas registavam, antes do surgimento da covid-19, um ritmo de crescimento mais acelerado do que a média do crescimento total dos sectores económicos europeus. Tanto que, nas conclusões do documento, destaca-se o potencial das ICC para ajudar a União Europeia a sair da crise, afirmando que o sector criativo deve estar no centro dos esforços de recuperação da Europa.

Em Portugal, talvez surpreendentemente, o estudo aponta que, em 2019, o sector cultural representava uma percentagem acima de 2% do PIB nacional, pelo que será uma área primordial a ter em consideração. Neste sentido, também Ana Paula Laborinho, Directora em Portugal da Organização de Estados Ibero-americanos, referia em meados do ano passado, que este sector “em Portugal, representa 3% do PIB e emprega 131 mil pessoas, na sua maioria com formação superior”. E, no entanto, a nível europeu, segundo dados divulgados pela Eurostat em 2020, somos um dos países que menos investe em Cultura - a média europeia é de 1% de investimento do PIB no sector; Portugal fica-se pelos 0,6%.

De acordo com a Resolução do Conselho de Ministros n.º 41/2020, de 6 de Junho de 2020, no âmbito da Programação Cultural em Rede, foram destinados 30 milhões de euros, através de financiamento do FEDER - Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, a municípios e entidades do sector cultural.

Mais recente é a Portaria n.º 37-A/2021, de 15 de fevereiro, que “Aprova o Regulamento das Medidas de Apoio à Cultura no contexto de resposta à pandemia da doença COVID-19”, nomeadamente o Programa Garantir Cultura.

Contudo, nenhum dos documentos referidos menciona qualquer tipo de mecanismo de monitorização dos apoios pedidos e atribuídos, o que seria desejável num país como Portugal, no qual parece existir um problema crónico no controlo do erário público e da aplicação de verbas de origem comunitária.”, refere a Deputada.

Em 2012 foi publicado um relatório, no âmbito de um estudo feito em diversos países por esta entidade, rede internacional líder no combate à corrupção, e sem surpresa uma das suas conclusões foi que o “Sistema Nacional de Integridade português apresentou resultados mais baixos do que seria de esperar para um país desenvolvido, industrializado e inserido na União Europeia”.

Em 2019, no Índice de Percepção da Corrupção, um ranking elaborado pela mesma organização, Portugal continuava a estar a meio da tabela da UE, com a necessidade “ de uma verdadeira Estratégia Nacional contra a Corrupção que inclua, além de meras alterações legislativas, reformas profundas no desenho e desempenho das instituições”.

No ano passado, no mesmo ranking, Portugal desceu 3 lugares, registando a pontuação mais baixa desde 2012.

Transparency International Portugal defende que a “boa utilização de fundos europeus é fundamental para assegurar o desenvolvimento sustentável do nosso país, isto numa altura em que se perspectiva um aumento exponencial dos riscos de corrupção e de desvio de fundos públicos associados ao maior pacote de medidas de estímulo alguma vez financiado pelo orçamento da União Europeia a Portugal”.

Na prossecução do combate à corrupção e no sentido de criar confiança, cremos que será importante implementar um regulamento de atribuição de apoios que vise criar um mecanismo para acompanhar todo o processo de atribuição de forma transparente mas também tornar pública a alocação destas verbas, bem como o acompanhamento e avaliação da sua aplicação, verificando o cumprimento dos objetivos culturais e artísticos na base dessa atribuição.”, conclui a parlamentar.

Link de acesso ao Projecto de Resolução 1102/XIV/2 - Recomenda ao Governo que o processo de atribuição de apoios ao sector da Cultura seja transparente:

https://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheIniciativa.aspx?BID=110502

MUNICÍPIO FAMALICENSE APRESENTA NOVA EDIÇÃO DO BOLETIM CULTURAL DE FAMALICÃO

Webinar de apresentação pública  a 22 de março,  pelas 17h00, no portal e facebook do município

A Câmara Municipal de Famalicão vai apresentar na segunda-feira, 22 de Março, pelas 17h00, através de um Webinar transmitido em direto a partir do portal do município (www.famalicao.pt) e da sua página de facebook (www.facebook.com/municipiodevnfamalicao), a edição correspondente aos números 12 e 13 da V Série do Boletim Cultural do Município de Vila Nova de Famalicão.

As caixas do correio do Concelho ilustram a nova e

A sessão contará com intervenções do Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, do Vereador para a Cultura, Educação e Conhecimento, Leonel Rocha, e do Coordenador Editorial do Boletim Cultural, Artur Sá da Costa.

Nascido poucos anos (1980) após a Revolução de Abril de 1974, o Boletim Cultural do Município de Famalicão é uma das mais antigas publicações do género do país, tendo dado um contributo inestimável para a valorização e discussão cultural em Vila Nova de Famalicão.

“Sem cuidar do rigor científico dos estudos publicados, que fica endossado à apreciação dos leitores, verificamos pelo índice dos assuntos sumariados, que este volume reúne um conjunto alargado de temas, agrupados por quatro capítulos, já prevalecentes nos últimos números”, apresenta Artur Sá da Costa no editorial da publicação. Mas, refere, “um Boletim/Revista não é um repositório inerte de artigos. Pelo contrário. A sua divulgação potencia o debate, abrindo perspetivas de abordagem, por vezes inusitadas, aos temas investigados.”

Para além dos artigos científicos dos mais credenciados historiadores que têm dirigido o seu olhar para a história de Vila Nova de Famalicão, a publicação é enriquecida com um olhar fotográfico patrimonial sobre as caixas do correio em Vila Nova de Famalicão.

“Cada edição do Boletim Cultural é um pedaço da nossa história e da nossa identidade que salvaguardamos do tempo e mantemos vivo na memória coletiva e das novas gerações”, diz a propósito o Presidente da Câmara, Paulo Cunha.

O novo Boletim Cultural está disponível para download em www.vilanovadefamalicao.pt/boletim-cultural.

A publicação física pode ser consultada na Rede Pública de Bibliotecas Municipais e adquirida no Livraria Municipal, situada no Parque da Devesa, na Casa do Território.

PCP QUESTIONA MINISTRA DA CULTURA ACERCA DA SITUAÇÃO DO PATRIMÓNIO HISTÓRICO EM GUIMARÃES

Ponte Soeiro e Igreja de Santa Cristina de Serzedelo - Guimarães

A preservação e divulgação do património histórico é hoje uma importante reivindicação das populações, mobilizando amplos sectores da nossa sociedade.

O património histórico, material e imaterial, é um importante e precioso activo, fundamental no desenvolvimento cultural, social e económico das comunidades. Porque é um elemento estrutural da memória histórica colectiva de um povo ou comunidade; porque desempenha um importante papel na educação e formação cívica das populações, e na preservação da sua identidade histórica e cultural.

Nesse sentido, as deputadas do PCP, Ana Mesquita e Diana Ferreira, questionaram o Ministério da Cultura sobre a situação  de duas importantes estruturas com valor histórico no concelho de Guimarães: a Ponte Soeiro, na freguesia de Gondar, e a Igreja de Santa Cristina de Serzedelo.

Junto publicamos os requerimentos apresentados na Assembleia da República.

O PCP continuará atento a estas situações que têm visto a sua resolução adiada e lutará para que não sejam esquecidos estes importantes marcos históricos do concelho de Guimarães.

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MUNICÍPIO DE BRAGA CELEBRA PROTOCOLOS DE DINAMIZAÇÃO CULTURAL

Parcerias entre o Município de Braga e 30 entidades culturais 

O Município de Braga, dando continuidade às sinergias construídas nos últimos anos, pretende formalizar três dezenas de parcerias institucionais com entidades culturais bracarenses que representam as mais variadas expressões artísticas. 

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Estas parcerias, que representam um investimento municipal na ordem dos 395 mil euros, têm como objectivo, além do desenvolvimento do dos agentes e entidades de índole cultural, a promoção de programas de descentralização cultural e a dinamização do Plano de Actividades do Pelouro da Cultura e o, no qual já se encontram inseridas muitas das acções previstas na Estratégia Cultural Braga 2030. 

Para a Vereadora da Cultura a manutenção, e até reforço, destas parcerias é «uma forma de «sublimar os constrangimentos provocados pela situação pandémica» e de «motivar os nossos agentes culturais a «manterem a sua actividade». 

«Apesar da situação difícil que vivemos, a Cultura vai continuar a acontecer» refere Lídia Dias, congratulando-se pelo «exercício de um caminho que tem sido partilhado com as diversas entidades bracarenses cuja missão é a Cultura». 

A Música é a área mais representada com o Orfeão de Braga, Origem Tradicional, Canto d’Aqui, Orquestra de Cordas Dedilhadas, Orquestra de Cordofones Tradicionais, Fado com Arte, Sinfonietta, Projetarte na Tradição, Banda de Cabreiros e  de Braga. De âmbito musical, embora mais na área da investigação em musicologia, está o protocolo com a Suonart, que desenvolve desde 2016 o projecto “Património Musical do Concelho de Braga”. 

As entidades culturais universitárias, como o Coro Académico da Universidade do Minho, Associação Recreativa e Cultural da Universidade do Minho, Fados e Serenatas da Universidade do Minho, a Azeituna e a Gatuna também se contam entre as parcerias. 

Na área do Teatro estão a Companhia de Teatro de Braga, Academia de Teatro TinBra e Nova Comédia Bracarense, enquanto a Dança está presente com a Escola Ent’artes. A Filosofia está representada com a Nova Acrópole e, conciliando a música e o teatro, a Associação Social e Cultural de Sobreposta. O Cinema está representado com o Cineclube Aurélio da Paz dos Reis e com a Lucky Star, enquanto a PAVAC irá desenvolver um serviço educativo na área da fotografia. 

No âmbito do Património e Etnografia contam-se a Equipa Espiral e a Ida e Volta. Na área das Media Arts surge a cooperativa “AUAUFEIOMAU”, responsável pela organização do Festival Semibreve, que detém a maior dotação entre as entidades protocoladas. 

Sobram ainda duas parcerias referentes à dinamização de espaços culturais municipais: a Cidade Curiosa com a missão de dinamizar a Ludoteca da Estufa no Parque da Ponte e a Mala d’Arte com a responsabilidade da Biblioteca de Jardim e do Centro de Criação e Experimentação instalado na antiga Escola Primária de São Pedro de Oliveira. 

O primeiro grupo de propostas sobe a reunião de Câmara na próxima segunda-feira, sendo as restantes propostas submetidas na reunião agendada para 22 de Fevereiro. 

O número de parcerias para a dinamização cultural cresceu de nove no ano de 2013, para 30 no ano de 2021, tendo os valores envolvidos sofrido um incremento muito significativo, passando de 19,2 mil euros em 2013 para mais de 395 mil euros previstos para 2021. 

SETOR CULTURAL DE FAMALICÃO RECONHECE APOIO DO MUNICÍPIO DURANTE A PANDEMIA

Agentes culturais do concelho atribuem Voto de Louvor à autarquia e aprovam Plano Municipal de Cultura

As entidades culturais e artísticas de Vila Nova de Famalicão reconheceram publicamente “todo o apoio, dinâmica e empenho que o Município de Famalicão teve para com as estruturas, associações e movimentos culturais do concelho em 2020, durante a pandemia”.

O programa Anima-te foi um dos exemplos apontados

Os vinte e três representantes de associações culturais que esta terça-feira, dia 26 de janeiro, participaram na reunião extraordinária do Conselho Municipal de Cultura aprovaram, por unanimidade, a atribuição de um Voto de Louvor à Câmara Municipal pelo apoio que a autarquia prestou ao setor durante o contexto pandémico.

De acordo com a proposta apresentada ao grupo pela CAISA – Cooperativa de Artes, Intervenção Social e Animação C.R.L, “mais do que apoio financeiro, são as boas palavras e a humanização municipal em relação aos agentes e associações culturais que nos fazem ganhar forças”.

A dinamização de uma programação cultural online, através do projeto municipal “Há Cultura em Casa”, e o “Anima-te”, o programa de Verão promovido pela Câmara Municipal durante os meses de julho, agosto e setembro, foram dois exemplos apontados pelos agentes culturais do concelho de iniciativas desenvolvidas pela Câmara Municipal para mitigar os efeitos da pandemia no setor.

Refira-se ainda que na reunião desta terça-feira foi também apresentado e aprovado, por unanimidade, o Plano Municipal de Cultura.

O documento está alinhado com a estratégia de desenvolvimento do território definida no Plano Estratégico “Famalicão Visão25” e assume como missão “a promoção da cultura como meio de consolidação da coesão social e comunitária, valorização da identidade e do território e integração no diálogo com outros povos”, através da implementação de uma dinâmica cultural assente na diversidade, com projetos que atravessem todos os géneros e estejam em todo o território, chegando assim a um maior número de pessoas.

Para tal, foram assumidos 3 eixos de orientação para a ação cultural: preservação e valorização do património com a comunidade; criação, acesso e fruição artística (produção e consumo de atividades artísticas); e mobilização e envolvimento dos atores culturais e artísticos do concelho, da comunidade e de outras parcerias.  

O vereador da Cultura do Município de Famalicão lembrou que se trata “de uma base de trabalho aberta aos contributos de todos os agentes culturais do concelho”.

Para Leonel Rocha, mais do que um plano elaborado com o intuito de iniciar e fomentar processos de dinamização cultural no território, o Plano Municipal de Cultura resulta da constatação e potenciação do trabalho já existente no concelho na área da Cultura, fruto da ação conjunta e do trabalho em rede realizado com os diferentes agentes e parceiros culturais e artísticos.

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JOÃO FERREIRA FAZ CAMPANHA EM GUIMARÃES

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Há uns meses, ninguém pôde dizer "vai ficar tudo bem" no sector da cultura porque, na verdade, a situação já estava muito longe de ser boa.

No encontro que tive a noite passada, em Guimarães, os testemunhos de escritores, poetas, programadores culturais, do presidente do Grupo Folclórico Ceifeiras de Gondar, entre outros trabalhadores da cultura confirmam o agravamento brutal dessa já degradada situação.

As dificuldades extremas sentidas pela generalidade daqueles que, por todo o país, mantêm de pé este sector indispensável, não têm solução em anúncios inconsequentes de medidas avulsas.

Neste momento, é imperativo garantir o direito à cultura, concretizando esses apoios na vida destes trabalhadores.

João Ferreira

BARCELOS DIVULGA ATIVIDADES CULTURAIS

Programação de dezembro do Theatro Gil Vicente

No Theatro Gil Vicente (TGV), o mês de dezembro começa com espetáculo inserido no ciclo de concertos ‘triciclo’, da cantautora Cátia Mazari Oliveira e o seu projeto “A Garota Não”, no dia 3, às 20h30.

Nos dias 4,9,10 e 11 o TGV recebe o Ciclo de Jovens Fadistas de Barcelos com os fadistas, Rita Sá, Mário Bruno, Joana Lopes e Marina Abreu. Esta iniciativa é organizada pela Casa da Juventude e realiza-se a partir das 20h30.

A CTB- Companhia de Teatro de Braga leva à cena duas peças de teatro: no dia 13, às11h00, a peça “Os Músicos de Bremen” e, no dia 18, às 20h00 a peça “Calígula”.

Duas peças de teatro infantil serão apresentadas nos 19 e 20. No dia 19, às 11h00, a AtrapalhARTE- Produções Teatrais apresenta a peça “O Príncipe Nabo”. No dia 20, com duas sessões às 10h00 e 11h30, a Lua Cheia Teatro Para Todos reserva a manhã para o espetáculo “Bebeethoven”, teatro para bebés.

O Cineclube Zoom volta a trazer cinema ao TGV. Primeiro, com “Extensões da 28.ª edição do Festival Best of Curtas”, no dia 15, às 20h00 e a entrada tem um valor de 3,50€. No dia 29 é a vez de “O Dia Mais Curto Novas Curtas Portuguesas”,às 20h00 e tem entrada gratuita.

O serviço educativo do Cineclube Zoom reserva ainda a tarde do dia 29, às 15h00, com “Curtinhas para Todos” destinadas às crianças das escolas do concelho.

Ainda no âmbito da programação cultural do mês de dezembro, o auditório da Biblioteca Municipal recebe, no dia 18, às 20h30, o espetáculo “Stereoboy”, concerto inserido no 'triciclo'. A entrada tem um valor de 3€.

Os bilhetes para assistir aos espetáculos no teatro podem ser adquiridos no local, ou através de reserva por e-mail (tgv@cm-barcelos.pt) ou telefone (253 809 694).

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BRAGA OFICIALIZOU CANDIDATURA A CAPITAL EUROPEIA DA CULTURA 2027

Arranque oficial decorreu no Altice Forum Braga 

A Cidade de Braga oficializou ontem, dia 27 de Novembro, a sua intenção de se candidatar a Capital Europeia da Cultura 2027.

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O Presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, recebeu como convidados um conjunto de personalidades que fizeram intervenções sobre a sua experiência em diferentes processos de candidatura a Capital Europeia da Cultura, nacionais e internacionais. Fizeram parte do painel de convidados Rui Moreira (Presidente da Câmara Municipal do Porto), Alberto Núñez Feijóo (Presidente do Governo Regional da Galiza) e Cristina Farinha (Membro do Júri Internacional Selecção e Monitorização Capital Europeia da Cultura), que estiveram reunidos no Grande Auditório do Altice Forum Braga.

Em que pensamos quando pensamos numa Capital Europeia da Cultura? 

Para contribuir para o pensamento e debate deste arranque oficial da candidatura de Braga, os convidados fizeram uma intervenção de acordo com a sua experiência e a dos seus territórios.

O Presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, tomou a palavra para reflectir sobre o legado da Porto 2001, não apenas na cidade como em toda a Região Norte. Já Alberto Núñez Feijóo, Presidente do Governo Regional da Galiza, olhou para Santiago de Compostela 2000 e o impacto de um título de cidade na região da Galiza. Finalmente, Cristina Farinha, Membro do Júri Internacional de Selecção e Monitorização da Capital Europeia da Cultura, contribui para o debate a partir do ponto de vista de alguém que está envolvido nos processos de selecção das Cidades que acolhem o título de Capital Europeia da Cultura. 

Concerto para 2027 plantas 

Para além das intervenções dos convidados, a Candidatura de Braga a Capital Europeia da Cultura 2027 apresentou a instalação artística “Concerto para 2027 plantas”, da artista sonora Cláudia Martinho. Na instalação artística as plantas são conectadas a sensores que captam os impulsos eletromagnéticos das plantas, convertendo-os em som e criando assim uma polifonia de vozes vegetais, como se de um coro se tratasse. 

Estas plantas, em grande parte medronheiros, uma das espécies autóctones desta região, pretendem simbolizar e evocar a energia vital deste território e dos seus cidadãos que, no contexto pandémico actual, não puderam estar presentes na nave do Altice Forum Braga. 

Os medronheiros foram doados à Candidatura de Braga pelo Projecto Terra de Esperança da ANEFA – Associação Nacional de Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente em parceria com a Fundação GALP. Como resultado desta colaboração e como legado deste momento a Candidatura irá plantar estas árvores de fruto no concelho de Braga, com a colaboração das Juntas de Freguesia. 

O tempo médio para esta espécie produzir a baga vermelha que lhe é característica são 6 anos. Significa que desejavelmente em 2027 estaremos a colher os primeiros frutos de algumas das plantas que se vêem nas imagens deste momento simbólico. 

Cláudia Martinho é arquitecta, artista sonora e investigadora na Universidade do Minho. Desenvolve instalações sonoras, performances e oficinas, que incentivam a escuta activa e o desenvolvimento do ser humano em convívio com a natureza. É co-fundadora da Rural Vivo, associação cultural dedicada a actividades artísticas, educativas e ecológicas na Serra do Gerês, Reserva da Biosfera da UNESCO.

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BRAGA CANDIDATA-SE A CAPITAL EUROPEIA DA CULTURA 2027

No dia 27 de novembro, próxima sexta-feira, a cidade de Braga oficializa a sua intenção de se candidatar a Capital Europeia da Cultura 2027.

Numa sessão pública prevista para as 21h30, emitida online a partir do Grande Auditório do Altice Forum Braga, o Presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, receberá como convidados um conjunto de personalidades que farão intervenções sobre a sua experiência em diferentes processos de candidatura a Capital Europeia da Cultura, nacionais e internacionais.

Farão parte do painel de convidados Rui Moreira (Presidente da Câmara Municipal do Porto), Alberto Núñez Feijóo (Presidente do Governo Regional da Galiza), Cristina Farinha (Membro do Júri Internacional Seleção e Monitorização Capital Europeia da Cultura) e Diana Civle (Diretora Capital Europeia da Cultura Riga 2014 e Membro do Júri Seleção Capital Europeia da Cultura Letónia 2027), que estarão reunidos no Grande Auditório do Altice Forum Braga, com exceção da convidada internacional, que se juntará através de videochamada.

Devido ao presente contexto pandémico, esta sessão não terá público presencial, sendo emitida às 21h30 a partir do site oficial da candidatura: www.braga27.pt

EM QUE PENSAMOS QUANDO PENSAMOS NUMA CAPITAL EUROPEIA DA CULTURA?

Para contribuir para o pensamento e debate deste arranque oficial da candidatura de Braga, os convidados farão uma intervenção de acordo com a sua experiência e a dos seus territórios.

O Presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, tomará a palavra para refletir sobre o legado da Porto 2001, não apenas na cidade como em toda a Região Norte. Já Alberto Núñez Feijóo, Presidente do Governo Regional da Galiza, olhará para Santiago de Compostela 2000 e o impacto de um título de cidade na região da Galiza. Cristina Farinha, Membro do Júri Internacional de Seleção e Monitorização da Capital Europeia da Cultura, contribui para o debate a partir do ponto de vista de alguém que está envolvido nos processos de seleção das Cidades que acolhem o título de Capital Europeia da Cultura. Finalmente, Diana Civle, Diretora Capital Europeia da Cultura Riga 2014 e Membro do Júri Seleção Capital Europeia da Cultura Letónia 2027, traz uma dimensão internacional ao debate, olhando para o caso da Letónia e da última CEC no seu país.

A Sessão Pública de apresentação da Candidatura de Braga a Capital Europeia da Cultura 2027 fechará com um momento artístico surpresa.

Após a emissão online, às 21h30, a equipa de Comunicação da Candidatura de Braga a Capital Europeia da Cultura 2027 fará chegar novo dossier de imprensa com o rescaldo da Sessão Pública de Apresentação.

BARCELOS: PROGRAMAÇÃO CULTURAL DE NOVEMBRO DO THEATRO GIL VICENTE

A programação do Theatro Gil Vicente mantém, em novembro, a diversidade e a heterogeneidade artísticas, com música, cinema e teatro.

O cinema inicia a programação do Gil Vicente, com a Associação ZOOM – Cineclube de Barcelos a apresentar cinco noites de cinema: “Ciclo:Estados de Juventude (1.ª parte), no dia 3; “Ciclo:Estados de Juventude (2.ª parte), no dia 4; “Ciclo: Estados de Juventude (3.ª parte), no dia 5. Estas curta-metragens inserem-se no Dia Mundial do Cinema que se comemora a 5 de novembro.

A sétima arte continua no dia  10 com  “Ordem Moral” de Mário Barroso,  e “O ano da morte de Ricardo Reis” de João Botelho, no dia 17. As sessões têm início às 21h30, e têm entrada paga.

No dia 7, com duas sessões, às 16h00 e 19h00, a Fundação GDA que tem por missão a valorização e dignificação do trabalho e das carreiras dos artistas (atores, bailarinos e músicos  bem como o seu desenvolvimento humano, cultural e social) promove uma ação de divulgação e sensibilização sobre “Direitos de Autor e Direitos Conexos”. A entrada é gratuita e a ação permite a emissão de certificado de participação.

A música preenche três dias de programação, a começar com o concerto do músico barcelense “João Dias” Finalista do Got Talent, no dia 14, com entrada gratuita; no dia 19 é a vez do “Filme- Concerto de Tresor&Bosxh “, espetáculo inserido no ciclo de concertos ‘triciclo, e no dia 26 “Tomorrow is the question” de Demian Cabaud Quarteto, do Ciclo de Jazz ao Largo. Os espetáculos acontecem às 22h00 e tem um valor de 3€.

No âmbito do serviço educativo, programa dedicado à comunidade escolar, o Theatro recebe no dia 11, duas sessões, às 10h30 e 14h30, de teatro infantil com a peça “Em Pessoa” pela CTB – Companhia de Teatro de Braga.

A rubrica “Em família no TGV” reserva a tarde de domingo, dia 15, às 16h, com o musical “A Casinha de Chocolate”, pela GrowUp Eventos.

No dia 21, às 22h00, a Escola de Dança de Barcelos  na continuidade das comemorações dos seus 25 anos,  convida os Doutor Assério para um espetáculo onde o Ballet e o Rock se apresentam num só com o espetáculo “Ballet N’Rock”. A entrada tem um valor de 3€.

Nos dias 27, 28 e 30 de novembro dá-se início ao Ciclo de Jovens Fadistas de Barcelos com os fadistas barcelenses Sónia Lopes, Mário Bruno e Joana Lopes, respetivamente. Esta iniciativa conta a organização da Casa da Juventude, a partir das 21h30, no Theatro Gil Vicente.

Ainda no âmbito da programação cultural do mês de novembro, o auditório da Biblioteca Municipal recebe, no dia 6, às 22h00, o espetáculo “Evols”, concerto inserido no triciclo. A entrada tem um valor de 3€.

Os bilhetes para assistir aos espetáculos no teatro podem ser adquiridos no local, ou através de reserva por e-mail (tgv@cm-barcelos.pt) ou telefone (253 809 694).

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PROJETO CULTURAL E TURÍSTICO LEVA ARTISTAS AOS MUNICÍPIOS DO CÁVADO

O consórcio MINHO INOVAÇÃO, constituído pelas Comunidades Intermunicipais do Cávado, Alto Minho e do Ave, lançou mais uma iniciativa de promoção da cultura, dos artistas e do turismo sob a marca “AMAR O MINHO”, com o apoio do Norte 2020 e dos FEEI.

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O projeto, inédito em Portugal, cria a maior rede de residências artísticas nos 24 municípios representados pelas três CIM da região, numa estratégia concertada que se destina a reforçar a identidade cultural do Minho e, desta forma a dinamizar o território do ponto de vista artístico e turístico.

O programa inclui artistas, nacionais e estrangeiros, que, até junho de 2021, vão habitar o território do Cávado e recriá-lo em projetos de arte em espaço público, artesanato, fotografia, música, dança e literatura. O Programa de Residências Artísticas foi revisto, em plena pandemia, e adaptado às exigências do combate à propagação do COVID-19, apresentando-se como um caminho para dinamizar a programação cultural neste tempo novo e, em alguns casos, colmatar vazios de programação que acontecerão inevitavelmente nos municípios durante este Verão. A iniciativa procura também responder à situação de emergência social que a comunidade artística está a viver, uma das mais afetadas pela crise pandémica, proporcionando a alguns criadores oportunidades imediatas de trabalho. Alguns dos artistas convidados farão residência em mais do que um município, potenciando pontos de contacto no território.

Assim e neste âmbito a partir do dia 13 de outubro Terras de Bouro acolherá as  “Residências Artísticas”  a quem a escritora e jornalista Filipa Martins dará voz e conteúdos.