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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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BRAGA APRESENTA ESTRATÉGIA CULTURAL PARA A PRÓXIMA DÉCADA

Apresentação da Estratégia Cultural de Braga 2020-2030 realiza-se amanhã, Sexta-feira, dia 7 de Dezembro, pelas 11h00, n´A Fundição De Sinos De Braga

O Município de Braga procede à apresentação pública do processo de desenvolvimento da Estratégia Cultural de Braga para o horizonte de 2020-2030, em sessão que terá lugar amanhã, Sexta-feira, dia 7 de Dezembro, pelas 11h00, na ´A Fundição De Sinos De Braga - Serafim Da Silva Jerónimo & Filhos, Lda. (Av. Cidade do Porto nº 154, 4705-084 Braga).

A sessão contará com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, da Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Braga, Lídia Dias, da Administradora Executiva do Theatro Circo, Cláudia Leite, e da Coordenadora do projecto Braga Cultura 2030, Joana Meneses Fernandes

Esta Estratégia Cultural de Braga pretende reflectir as necessidades actuais e futuras da Cidade e dos seus agentes e responder aos desafios e ambições de uma Cidade que quer fazer da cultura um dos seus pilares de desenvolvimento. Será um primeiro passo para a apresentação da candidatura a Capital Europeia da Cultural 2027.

FAMALICÃO DESPEDE-SE DE 2018 COM MUITA ACTIVIDADE CULTURAL

Casa das Artes arranca a despedida de 2018 com propostas para todos os públicos. Programação de dezembro com ementa bem calórica

A magia dos pássaros de papel, envolvidos pela imensidão literária de Pessoa colados às sonoridades ritmadas de Manel Cruz são os ingredientes que compõem as entradas do menu da programação que a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão vai servir em dezembro.

Manel Cruz

Nem tudo doces! A ementa do último mês de 2018 na Casa das Artes não está condicionada apenas a iguarias natalinas. Todavia, a programação do maior palco cultural do Município de Vila Nova de Famalicão não deixa de ser bem calórica como ordena uma tradicional dieta para os dias frios.

No dia 1, «Fernando Pessoa em Vila Nova de Famalicão» é o título da exposição de cerâmica, ilustração, pintura e fotografia que vai estar patente no foyer até 31 de janeiro de 2019. Trata-se de uma organização conjunta da Casa das Artes e da Editora Centro Atlântico, que colocará à vista de todos uma coleção de obras de arte concebidas por escultores, pintores, ilustradores e fotógrafos, sobre a obra de Fernando Pessoa.

Pessoa

No total, «Fernando Pessoa em Vila Nova de Famalicão» conta com 20 peças de cerâmica da autoria de Margarida Costa; duas ilustrações de Paulo Buchinho; mais três ilustrações de Mário Linhares; duas pinturas de Cristina Troufa; uma fotografia de André Boto; e mais duas fotografias de Libório Manuel Silva.

A inauguração está marcada para as 16h30.

A estreia de Orizuro traz ao outono tardio de Vila Nova de Famalicão a alegria e leveza dos pássaros primaveris. Esta é uma coprodução da Companhia de Música Teatral e da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.

O espetáculo sobe a palco nos dias 1 e 2, às 11h00 e 17h00, num Pequeno Auditório transfigurado em ninho.

“Orizuro” é uma viagem ao mundo dos pássaros. De todos os pássaros, os reais e os imaginários, os das histórias, da poesia, da música, os que nos convidam a voar, os que cantam connosco. Três intérpretes levam bebés e crianças (e com elas os adultos) aos ninhos onde a música nasce com o movimento e traçam caminhos inesperados povoados de sons e imagens.

O orizuru na cultura tradicional japonesa é um símbolo de felicidade e na segunda metade do século vinte, após a bomba de Hiroshima, tornou-se num ícone do desejo de paz. A ideia de "afinação" tem estado presente em grande parte dos trabalhos da CMT, que tem usado a expressão "tuning people, birds and flowers" para se referir à procura, através da experiência artística, da afinação das pessoas com o que as rodeia. São esses os "pássaros" que Orizuro procurará revelar. Ou construir. Vivemos num tempo que precisa da nossa atenção urgente para a necessidade de preservarmos o mundo em que vivemos. Há muitas formas de o fazer. Ensinar a olhar e escutar de forma poética é certamente uma das que faz falta e deve ser promovida desde que nascemos.

Entrada: 4 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 euros.

A noite deste primeiro dia de dezembro conta com o desfile musical de Manel Cruz que surgirá acompanhado no palco do Grande Auditório com Nico Tricot (voz, flauta transversal, teclados, guitarra), Edú Silva (voz, baixo, teclados) e António Serginho (percussão, teclados).

O espetáculo tem início agendado para as 21h30. 

Entrada: 12 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 6 euros

Manel Cruz tem um percurso artístico que o fez passar pelos Ornatos Violeta, Pluto, SuperNada e, finalmente, no projeto enigmático que foi Foge Foge Bandido. Agora, surge a mostrar recortes, vozes e memórias dessa viagem de 10 anos, desta vez a solo.

Assim são servidas as entradas de uma longa ementa que aguarda ser saboreada sem receios de indisposições de sobredosagens.

Orizuro

A GALIZA, O GALEGO-PORTUGUÊS E A BUSCA POR INDEPENDÊNCIA

Semana passada, entrevistei a professora moçambicana Marisa Mendonça - que assumiu em Outubro a diretoria executiva do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (ILLP), vinculado à Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP) - sobre o novo acordo ortográfico. Mas foi inevitável a pergunta sobre como integrar a Galiza na CPLP. Ela me respondeu que o IILP-CPLP vem acompanhando o processo em curso na Galiza, de recuperação e reconhecimento do galego-português.

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Diplomática e cautelosa, a professora Marisa disse que aguarda o posicionamento do governo espanhol, uma vez que a CPLP trabalha com Estados e não pode ferir a soberania nacional. E acrescentou: “Sabemos que há uma série de conversações sobre como conduzir esse processo. É necessário dar-se o tempo que a complexidade do processo exige.”

Quase ao mesmo tempo, recebi mensagem de Camilo Nogueira, engenheiro industrial, licenciado em ciências econômicas, deputado três vezes (1981-93 e 1997-99) no Parlamento da Galiza e um mandato no Parlamento Europeu (1999-2004). Segundo Camilo, os nacionalistas galegos reivindicam a identidade entre o galego e o português, o galego-português, e trabalham por esse reconhecimento oficial.

No Parlamento Europeu, Camilo falava em galego “sem qualquer problema, aproveitando a oficialidade do português”. Já, no Congresso espanhol, suas colegas deputadas são proibidas de fazer pronunciamento em galego. “O Estado espanhol nem sequer reconhece o galego-português, negando uma riqueza evidente. (…) Esquece que, através do Brasil, também se fala o galego-português nascido na Galiza histórica.”

Por isso, Camilo não parece muito otimista. Acha que a Galiza deve inspirar-se na Catalunha, no País Basco e na Escócia, e lutar pela independência. “A Galiza quer separar-se de um império europeu.”

Tanto que, quando o encontrei na Galiza, Camilo acabava de voltar de um evento em Barcelona - era uma manifestação dos independentistas catalães, que reunira dois milhões de pessoas para reivindicar o direito de decidir sobre o futuro da Catalunha; o seu direito de autodeterminação para configurar-se como Estado na União Europeia. Recentemente, Camilo esteve de novo em Barcelona, a convite do “partido amigo” Esquerra Republicana de Catalunya, ou Esquerda Republicana da Catalunha (ERC), que poderá governar a província (estado, para nós brasileiros) a partir das próximas eleições.

Seja o movimento social pela regeneração do galego-português, seja a luta pela independência da Galiza, o fato é que entidades como a Associaçom Galega da Língua (AGAL)*, a Academia Galega da Língua Portuguesa (AGLP)** e o Parlamento de Galicia*** terão papel cada vez mais importante neste processo.

Um pouco de história

O movimento nacional galego surgiu no século XIX (1846), como os da maioria dos atuais Estados europeus, ao fio da soberania popular e frente à monarquia Borbon, relata Camilo Nogueira. Apesar do caráter diferenciado da Galiza, as monarquias ou ditaduras espanholas negaram a sua personalidade e o auto-governo.

A língua própria foi proibida na Galiza desde 1500, prossegue Camilo. No entanto, conservava-se em Portugal e se expandia por outros continentes, mantendo-se inequivocamente nas classes populares. Igualmente, evoluía-se o galego-português do Brasil.

A Galiza foi assim marginada, de tal maneira que, se em 1800 tinha cinco vezes mais população que a atual província de Madrid, podendo chegar a ter sete milhões de habitantes, hoje ficou reduzida a três milhões. Entre 1860 e 1920, forçadas pelo poder espanhol, três milhões de pessoas tiveram que emigrar para a América e outro um milhão para países europeus. Apesar de tudo, a Galiza resistiu como nação e hoje tem um perfil econômico relativamente avançado...

Apesar da imposição do castelhano para eliminar a língua galega, esta é conhecida pela quase totalidade da população e falada habitualmente pela maioria, assegura Camilo. O castelhano é conhecido por todos, mas não pode fazer desaparecer o galego, o galego-português.

Durante a Segunda República (1931-1936), os nacionalistas galegos, com o apoio da esquerda republicana estatal, conseguiram um Estatuto de Autonomia, lembra Camilo. “Depois de 40 anos de Ditadura, conseguimos de novo o Estatuto de Autonomia, com uma certa autonomia política e econômica, com o galego como língua oficial, sendo o castelhano co-oficial. Agora, os nacionalistas galegos reivindicam a soberania como Estado na União Europeia.”****

*Associaçom Galega da Língua ( http://www.agal-gz.org/corporativo/ )

**Academia Galega da Língua Portuguesa ( http://academiagalega.org/ )

***Parlamento de Galicia ( http://www.parlamentodegalicia.es/sitios/web/default.aspx )

****Veja mais sobre a Galiza em  http://www.jornaldaslajes.com.br/integra.php?i=1479

Fonte: José Venâncio de Resende / https://www.jornaldaslajes.com.br/

NACIONALISTAS GALEGOS DEFENDEM A LÍNGUA PORTUGUESA QUE É TAMBÉM O SEU IDIOMA – O GALEGO!

Os nacionalistas gelagos estão a optar por escrever sob a ortografia portuguesa e, desse modo, deixarem de fazê-lo através das regras ortográficas do castelhano que é a língua oficial de Espanha. A iniciativa não é inética uma vez que o deputado nacionalista no Parlamento Europeu, Camilo Nogueira Román, o fazia como uma forma de se exprimir em liberdade no seu próprio idioma – o galego reintegrado ou seja, o galego-português – algo que estava impedido de fazê-lo nas cortes de Madride.

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Contudo, a generalização desta prática que está agora a verificar-se contribui para a afirmação da Galiza no contexto internacional uma vez que o galego – ou português – constitui o idioma oficial de 9 países independentes, para além de numerosos territórios e comunidades espalhadas pelo mundo de que Macau, Malásia e a antiga Índia Portuguesa serão as mais relevantes! – abrangendo quase 300 milhões de falantes. Refira-se ainda que se trata de uma língua e franca expansão em virtude de alguns dos países de expressão portuguesa serem actualmente países economicamente emergentes.

Para além desta opção que rompe com o “isolacionismo” imposto pelo castelhano que o remete o galego a um dialecto insignificante quando, desde os cancioneiros trovadorescos da Idade Média já consituía uma língua nacional – ainda a Espanha estava muito longe de se concretizar como um país! – esta iniciativa constitui uma afirmação de identidade da Galiza onde também o insígne poeta autor de Os Lusíadas teve as suas raízes.

Para além das suas afinidades linguísticas, históricas e culturais, a Galiza deveria formar com Portugal um único corpo, sob a forma confederal ou outra qualquer. Sob as muralhas do castelo – Castela! – escondem-se sempre as masmorras onde se mantêm aprisionadas as nacionalidades da Galiza, Catalunha, Euskadi, Canárias, Ceuta e até o território português de Olivença.

FORTES COMA UNHA MIÑOCA

O español, ou castelán, que tanto me ten, é o quinto idioma máis falado na Unión Europea. Non é gran cousa. Por enriba están o alemán, o inglés, o francés e o italiano, nesta orde. Así que se Europa segue a coller folgos, Deus non o queira, o español collerá categoría de lingua máis minoritaria do que xa o é. Os máis patriotas dirán que o español sempre será importante porque o falan máis de 500 millóns de persoas. Non se fíen, queridos e queridas. Na lingua materna dos galegos expresámonos 230 millóns e xa ven de que nos serve, cando vostedes en lugar de vir a aprendela veñen a queixarse de que nós a falemos. Saiban que para un alemán, un inglés, un francés ou un luxemburgués, o español é un idioma inútil. Tarde ou cedo impoñeranse en Europa o inglés, a pesares do Brexit, e o alemán, e farano en detrimento de todas as demais linguas, entre elas o español. Dirán os da plataforma "Wir sprechen deutsch", que o lóxico é que todos os europeos falemos na lingua que nos une e non nas que nos separan, como o español ou o polaco. Achtung.

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Virán de fóra a queixarse de que en Burgos os sinais de tráfico ou os rótulos dos comercios non estean escritos en alemán e si "nese dialecto que non serve para nada e só entenden os nativos". Sucederá. Será dentro de 15 anos ou dentro de dous séculos, pero acontecerá. Non teñan a menor dúbida. Virán de toda Europa a recoller firmas para que os nenos madrileños poidan aprender soamente o inglés ou o alemán. Diranlles como teñen que pronunciar os nomes das súas cidades, pobos e aldeas. Vostedes cren que o seu idioma é poderoso en Europa porque o é en España, como o galego o é na Galiza, pero trabúcanse. O español fálano en Europa 46 millóns entre unha poboación de 512. Un 9%. Iso é case nada.

Vostedes dirán entón que o español hai que protexelo fronte ás imposicións externas dun imperialismo lingüístico que vén acabar co seu idioma e coa súa cultura. Ninguén lles fará caso fora do Estado español, créanme. E terano ben merecido, por pinflois. A Galiza viñeron ultimamente vostedes a recoller firmas para esixir o dereito a falar español, coma se ese dereito non existise desde o principio dos tempos. Vimos queixas airadas porque Mercadona ou Carrefour poñen carteis en galego ou en valenciano; á Xunta de Galicia reprocháronlle que escriba os seus chíos en galego. En Catalunya, o pasado venres, insultaron a Gemma Nierga, catalá, por falar catalán. O pianista James Rhodes, inglés afincado en Madrid, perdeu seguidores furiosos nas redes sociais porque cando vén a Galiza escribe en galego e cando vai a Catalunya en catalán: "Deixo de seguirche por escribir unha mensaxe nun idioma que non é o común de todos os españois". E dinllo vostedes a un inglés! Van vostedes pasados de licorca barato feito con alcol metílico, ou que?

Pois saiban isto: que falar español en Europa é cada día menos importante. Un idioma pequerrechiño, coma o galego, que máis aló dos Pireneos pinta menos que o euskera. Non se suban á parra; non pensen que o español vai ser máis importante en Berlín por impoñelo en Catalunya ou na Galiza. A pesares de vostedes, todos os habitantes do Estado español respectámolo e falámolo tan ben como vostedes ou mellor. O que lles molesta é que ademais teñamos unha lingua propia e lla ensinemos aos nosos fillos. Din que o español é marxinado en Catalunya, en Euskadi ou na Galiza. Iso, meus reises, é unha soberana falcatruada. Son vostedes os que veñen aos nosos países a marxinarnos o idioma, coma se o seu fose mellor que o noso ou que calquera outro que se fale en algures.

Saiban que cando a súa lingua, a de Cervantes e a de El Prenda sexa marxinada en Europa, contarán coa comprensión de galegos, vascos, navarros, valencianos, baleares ou asturianos, porque sabemos o que é aturar a xente crispada que nos menospreza por manter vivo un idioma e sentirnos orgullosos del. Saiban que teñen vostedes o mesmo dereito a dicir Sangenjo que nós a rirnos de quen o fai. Saiban que o seu idioma, que non pinta nada en Europa, merece para un galego ou un catalán o mesmo respecto que merece o noso, o chinés mandarín ou o taushiro, que por desgraza xa só o fala unha persoa, o peruano Amadeo García, porque outros como vostedes acabaron con el. Saiban que se cadra soben un día a un metro en Londres e poden atoparse con imbéciles que insultan a quen fala español, como fixeron vostedes con Gemma Nierga. Non crean que por impoñelo na Galiza gañan vostedes o respecto dun holandés ou dun alemán. Non sexan parvos. Non sexan inorantes máis aló das súas posibilidades.

Acabarán un día como eses matóns da escola que se meten co máis débil da clase ata que chegan ao recreo e atopan outras bestas que están catro cursos por riba. Será entón cando se decaten do débiles que son vostedes, fortes coma unha miñoca.

Fonte: Rodrigo Cota / https://www.diariodepontevedra.es/

A LÍNGUA PORTUGUESA É O IDIOMA DA GALIZA

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"Por eso no nos cansaremos de aconsejar a nuestro literatos que adopten la ortografía portuguesa, que es con ligerísimas, casi imperceptibles variantes, la que usaban nuestros antepasados, que nosotros hemos abandonado sin motivo y debemos recuperar. […]

Hay, sin embargo, quien ha hecho la afirmación de que una vez adoptada la ortografía portuguesa, el gallego se refunde en el portugués y por tanto desaparece, y que por eso debe darse al gallego, para que adquiera fisionomía propia y exclusiva, algo que lo separe del portugués para que este no lo absorba.

A este argumento debemos objetar que si ambos idiomas fueron uno mismo hasta que tomaron o iniciar tomar distinto rumbo merced al capricho de un monarca enemigo de Galicia, no vemos la razón de que continúen separados porque no debieron separarse jamás.

Como quiera que sea, necesitamos adoptar una buena ortografía, y una vez adoptada, que se respete y se use, porque de lo contrario tendremos tantos lenguajes como escritores, yendo a parar muy pronto el gallego a manos del enterrador."

DELEGADO REGIONAL DE CULTURA VISITA VIZELA

A Câmara Municipal de Vizela recebeu a visita do Delegado Regional de Cultura, António Ponte, na passada sexta–feira.

Visita Del. Reg. Cultura

A visita teve como objetivo três pontos fundamentais:

1.º as obras de requalificação da Praça da República, no sentido de emissão do parecer sobre os vestígios arqueológicos dos tempos romanos naquele local;

2.º análise da possibilidade de financiamento da requalificação do Cine Parque, um edifício com relevo histórico, dando-lhe a dignidade que merece e passando novamente para a fruição de todos os vizelenses;

3.º visita ao Museu da Mota para avaliação das condições para a criação de um museu de relevância nacional em Vizela.

Esta visita insere-se na implementação de uma política cultural municipal, através da demonstração da importância e do papel fundamental que a cultura tem no desenvolvimento de Vizela.

NOVO SERVIÇO DOS TRANSPORTES URBANOS DE BRAGA (TUB) REFORÇA APOSTA NO TURISMO CULTURAL

Ligação ao Mosteiro de Tibães passa a funcionar aos Sábados, Domingos e Feriados

A partir do próximo Sábado, a linha 50 dos Transportes Urbanos de Braga (TUB), que faz a ligação entre centro da Cidade e o Mosteiro de Tibães, passa a funcionar aos fins-de-semana e feriados. Este novo serviço terá quatro ligações diárias, coordenadas com os horários de visita do Mosteiro, e estará em funcionamento até ao final de Setembro.

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Durante a apresentação deste serviço, que decorreu hoje, no Mosteiro de Tibães, o presidente da Câmara Municipal de Braga enalteceu a postura pró-activa dos TUB em responder às necessidades da população, mas, também, ao aumento do número de turistas que a Cidade tem vindo a registar.

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“Esta medida não só traduz a forte aposta dos TUB na promoção cultural, patrimonial e turística do Concelho, como demonstra a constante procura por parte da empresa em se ajustar às reais necessidades dos Bracarenses”, referiu o Autarca, lembrando as medidas já tomadas como a criação de novas linhas, o reforço das frequências ou aumento de circulação em determinados eixos estruturantes da mobilidade no Concelho.

Como referiu Ricardo Rio, os TUB procuram soluções para corresponder a novos desafios e novas dinâmicas que o Concelho vem enfrentando. “Este novo serviço vem valorizar ainda mais o Mosteiro de Tibães, um activo que durante muito tempo pareceu à margem daquilo que era o radar dos focos de atracção da nossa Cidade. Agora o Mosteiro está mais perto não apenas dos Bracarenses mas, também, dos milhares de turistas que chegam a Braga e querem conhecer este espaço”, concluiu o Autarca.

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FÉRIAS EM FAFE... É NA DESPORTIVA!

Férias desportivas e culturais arrancam em Junho. Inscrições abertas na Casa da Cultura

A Câmara Municipal de Fafe volta a promover, por mais um ano, as férias desportivas e culturais no concelho.

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A iniciativa, que se tem revelado um sucesso, arranca dia 25 de Junho e prolonga-se até dia 3 de Agosto.

Este ano, o âmbito cultural volta a fazer parte das actividades. Para além da prática de modalidades desportivas, como Andebol, Basquetebol, Futsal, estão também previstas disciplinas artísticas, teatro, música, cinema, jogos tradicionais e diversas oficinas.

A Cidadania, o Ambiente e a Saúde são outras das temáticas programadas, com percursos pedestres, segurança rodoviária, visitas a instituições do concelho, PicNics, entre tantas outras.

As férias desportivas e culturais destinam-se a crianças e jovens, que frequentam o ensino básico, residentes no concelho de Fafe.

As inscrições devem ser feitas até dia 20 de Junho, na Casa da Cultura.

CAFÉ CULTURAL REGRESSA A FAFE

Hip-Hop, Pop-Rock e Graffiti em destaque

O projecto Café Cultural está de regresso a Fafe este mês, com a Música e o Graffiti a tomarem o lugar central de mais uma edição, que conta, desta vez, com artistas nacionais e brasileiros.

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Em Maio, as Residências Artísticas começam já amanhã e terminal no final do mês. No dia 18, Andy Scoth promove um Workshop de Música Hip Hop na Escola Profissional de Fafe. No dia 22, o mesmo Workshop acontece na Escola Professor Carlos Teixeira.

A 24 de Maio, é a vez de apresentarmos o Graffiti no Parque da Cidade. Um dia depois, no Club Fafense, tem lugar a Sinergia Artística, com um concerto de Rivando Gois e Andy Scoth, no Club Fafense, às 21h30.

Este ciclo de Residências Artísticas termina dia 28, com o Workshop de Graffiti na Cercifaf.

Todas as actividades são abertas ao público e de entrada livre.

O Café Cultural Residências Artísticas é um projecto, criado numa parceria entre o Município de Fafe e a organização Café Cultural do artista plástico e produtor brasileiro, Vicente Coda, que estimula as mais variadas linguagens artísticas através do acolhimento e de interacção.

BARCELOS DIVERSIFICA ACTIVIDADE CULTURAL

Diversidade marca programação de maio do Teatro Gil Vicente

O Teatro Gil Vicente apresenta no mês de maio uma programação diversificada com teatro, cinema, música, humor, dança e pintura.

Integrado no ciclo de concertos Jazz ao Largo, atua no dia 11 o trio Hitchpop. No dia 12, realiza-se o espetáculo “Fado Comentado” com Adriana Moreira (voz), Artur Caldeira (guitarra portuguesa) e Daniel Paredes (guitarra clássica).

No dia 19, o Teatro Gil Vicente acolhe o XII Capas Traçadas – Festival de Tunas Femininas Cidade de Barcelos, organizado pela Tuna Feminina do IPCA.

No dia 26, é a vez do concerto de Cavalheiro, projeto do músico Tiago Ferreira, que apresenta o seu mais recente álbum “Falsa Fé”. Todos estes concertos têm início às 21h30.

Na vertente teatral, a Associação D’Improviso – Artes do Espetáculo apresenta, no dia 5, às 21h30, a peça “A Casa de Bernarda Alba”. No dia 27, às 16h00, o Teatro do Farol apresenta a peça infantil “A Lebre e a Tartaruga”. Também para os mais novos, a Capoeira – Companhia de Teatro de Barcelos leva à cena “Os Três Porquinhos” no dia 29, com sessões às 14h30 e às 16h00, e no dia 30, com sessões às 9h30 e às 11h00.

A dança tem uma forte presença na programação de maio do Teatro Gil Vicente, com destaque para as habituais “Folk Sessions”, promovidas pelo Grupo de Danças e Cantares de Barcelos e Associação Coreto, nos dias 7, 14, 21 e 28, sempre às 21h00. Destaque, ainda, para o espetáculo de música e dança “Didálvi, Arte e Vida”, no dia 18, e para o Sarau Solidário do IPCA, promovido pelo Curso de Gestão de Atividades Turísticas, no dia 15, ambos às 21h30.

O Zoom Cineclube continua a levar o cinema ao Teatro Gil Vicente, com a exibição, no dia 10, às 21h30, do filme “Loveless”, de Andrey Zvyagintsev, e no dia 13, às 16h00, numa sessão para toda a família, de “O Super-Formiga”, de Ask Hasselbalch.

No dia 17, às 21h30, a Associação Ventura Terra apresenta o filme “Ventura Terra -Projetar a Modernidade”, da autoria de Fernando Carrilho, numa sessão que contará com a presença do realizador.

O humor também tem lugar com o espetáculo de stand-up comedy intitulado “Humor Mulato” protagonizado pela dupla João Dantas e Cristiano Fernandes, dia 24, às 21h30.

O palco do Teatro Gil Vicente vai acolher ainda a Final Concelhia do Projeto Up Cávado Empreendedorismo nas Escolas, promovido pela CIM Cávado e Município de Barcelos, dia 2, às 14h30.

Por fim, até ao dia 27, está patente a exposição de pintura de Maggi Marello e Shaz Bilyard, intitulada “Duas Amigas, Dois Pincéis”.

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BARCELOS DIVULGA ACTIVIDADES NO TEATRO GIL VICENTE

Diversidade marca a programação de março no Teatro Gil Vicente

Durante o mês de março, o Teatro Gil Vicente garante animação quase diariamente à cidade. Da programação, destacam-se os concertos do festival Harmos, de 21 a 23, e o Ciclo Jazz ao Largo, que traz a palco Miguel Ângelo Quarteto, no dia 16, às 21h30.

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Miguel Ângelo Quarteto, é composto por Miguel Ângelo (contrabaixo e composição), João Guimarães (saxofone culto), Joaquim Rodrigues (piano/rhodes) e Mário Costa (bateria). O quarteto interpreta músicas originais do contrabaixista, deixando transpor nessas execuções as suas sensibilidades individuais.

A Associação Zoom abre a programação com o filme “ O Pagador de Promessas” de Anselmo Duarte, no dia 1, “Aquarius” de Kleber Mendonça Filho, no dia 8; “Tainá: Uma Aventura na Amazónia” de Tânia Lamarca e Sérgio Bloch, no dia 11; e “Pixote” de Héctor Babenco, no dia 15. A entrada tem o valor de 3,5€ para o público em geral, e gratuito para sócios da Zoom.

O teatro sobe ao palco do Gil Vicente nos dias 2 e 3, às 16h00, com a peça de teatro “Artimanhas de Sacapin” de Moliére, da Nova Comédia Bracarense, e tem um custo de 2€. No dia 9, às 21h30, é a vez de “A Vida é Curta Demais para Passar Lençóis a Ferro”, de Sofia Bernardo, com entrada gratuita, sujeita a reserva.

Ainda na programação do Teatro Gil Vicente para o mês de março, destaque para duas sessões de música e poesia: no dia 4, às 16h00, “Galarotes Diabinhos Cabeçudos e Apitos”, com José Fanha e Daniel Completo; e no dia 10, às 21h30, “No Feminino” com voz de Alberto Serra, acompanhado de Nuno Fernandes na guitarra.

A dança marca presença nos dias 5, 12, 19 e 26, às 21h00, com as habituais sessões da Folk Sessions Barcelos, do Grupo de Danças e Cantares de Barcelos e a Associação Coreto - Associação para a Promoção de Artes e Culturas. As sessões são de inscrição obrigatória.

A dança continua nos dias 18, às 15h00, com o espetáculo “Reis Magos?? Não, Rainhas Godas” pela Escola de Dança de Barcelos.  O espetáculo tem um custo simbólico de 2,50€, valor que reverte a favor do GASC – Grupo de Ação Social e Cristã.

Nos dias 25, às 18h00, e 26, às 21h00, é a vez da Escola de Dança “Nico Dance Studio” apresentar o espetáculo “Ser único”. A entrada tem o valor de 5€.

No dia 8, às 21h00, será inaugurada a exposição de pintura“ Mulheres de Luz e Sombra”, de Maria Beatitude.

No dia 24, às 21h00, realiza-se a 3.ª Gala do Desporto da Associação Moto Galos.

A programação do mês de março do Teatro Gil Vicente termina no dia 30, com a atuação do Coro Académico do Instituto Politécnico do IPCA.

Os bilhetes para assistir aos espetáculos no Teatro podem ser adquiridos no local, ou através de reserva por e-mail (tgv@cm-barcelos.pt) ou telefone (253 809 694).

SAMPAIO DA NÓVOA: UM MINHOTO NA UNESCO

Por proposta do actual governo, o Presidente da República acaba de nomear o Prof. Doutor Sampaio da Nóvoa para representar Portugal no Despartamento da ONU para a Educação, Ciência e Cultura, vulgo UNESCO.

Felicitando desde já o ilustre minhoto e desejando-lhe as maiores felicidades no novo cargo, aproveitamos a ocasião para reproduzir o depoimento que em 14 de janeiro de 2016 teve a amabilidade de conceder ao BLOGUE DO MINHO, tendo sido publicado em http://bloguedominho.blogs.sapo.pt/sou-valenciano-4922768

SOU VALENCIANO!

- Afirma o Prof. Doutor Sampaio da Nóvoa em depoimento exclusivo ao BLOGUE DO MINHO

Pertencemos sempre ao lugar onde nascemos. Valença é a minha mátria, terra da minha mãe. Em Vila Verde dei os primeiros passos e disse as primeiras palavras. Em Caminha, na escola pública, com o professor Laureano, aprendi as primeiras letras.

O Minho é o lugar da minha família e da minha infância. Foi daqui que parti para tantas viagens, dentro e fora de Portugal. As raízes foram sempre comigo.

O meu país começa em Valença e continua pelo outro Minho, do meu pai (Póvoa de Varzim, Famalicão, Guimarães), e continua pelo Porto, por Aveiro, por Coimbra e, claro, por Lisboa, onde passei a parte maior da minha vida adulta.

Antes de tomar a decisão de me candidatar a Presidente da República, precisei de vir às origens. Sozinho, revisitei os lugares da minha infância. Fechei os olhos, para ver dentro de mim. Senti que, em tempos tão duros, ninguém tem o direito de se esconder, de se resignar. Primeiro, em Lisboa, a 29 de Abril, depois, no Porto, a 25 de Maio, apresentei aos portugueses as razões e os princípios da minha candidatura.

“Arrisque e siga sempre o seu coração” – disse-me o Presidente da Câmara Municipal de Paredes de Coura. É o que estou a fazer. Em nome de um país mais justo, mais humano, mais solidário. Com a certeza de que quanto mais pertencemos a um lugar mais pertencemos ao mundo inteiro.

António Sampaio da Nóvoa

TERTÚLIA VIANENSE DEBATE CULTURA EM VIANA DO CASTELO

No seguimento das Tertúlias sobre Cultura em Viana do Castelo, teremos a próxima, no dia 28 de Fevereiro, no salão nobre do Vianense, e que versará especialmente " Cultura, paz e direitos humanos".

Os oradores são: os professores Armando Borlido e Teodoro da Fonte, a psicóloga Carla Oliveira, a advogada Mariana Rocha Neves e o padre Renato Oliveira.

A moderadora, como habitualmente, será Ilda Figueiredo.

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