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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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JOSÉ EUSÉBIO, PEREGRINO A SANTIAGO DE COMPOSTELA, REALIZA NA PÓVOA DE VARZIM UMA CONFERÊNCIA PARA NOS CONTAR A SUA EXPERIÊNCIA… E DAR TESTEMUNHO DA SUA FÉ!

José Eusébio, peregrino a Santiago de Compostela, já percorreu 12 vezes itinerários jacobéus. Em conferência a realizar na Póvoa de Varzim, no próximo dia 25 de Janeiro, vai dar testemunho da sua experiência… e da sua Fé!

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Conferência dia 25 em Póvoa do Varzim

“Caminho pela geira é incomparável e constitui uma viagem no tempo”

O Grupo dos Amigos do Caminho de Santiago da Póvoa de Varzim promove na sexta-feira, da 25 de Janeiro, uma conferência intitulada “As Minhas Histórias do Caminho”, com a participação do peregrino José Eusébio, que percorreu uma dúzia de vezes diferentes itinerários jacobeus, o último dos quais o Caminho da Geira Romana e dos Arrieiros.

Na perspetiva de José Eusébio, de 31 anos, este caminho, que liga Braga a Santiago de Compostela, na distância de 240 quilómetros, “é incomparável”, com “paisagens de cortar a respiração e uma tranquilidade inexplicável. Uma viagem no tempo, muito graças ao seu legado romano”.

O peregrino, que já percorreu sete itinerários jacobeus, adianta que “as gentes desta rota demonstram espírito hospitaleiro e estão empenhadas no seu desenvolvimento.  Este caminho é sinónimo de aventura, paz e felicidade”.

Quanto à vontade de associações, como as do Caminho Jacobeu Minhoto Ribeiro e de Codeseda Viva, de oficializar este caminho até ao Ano Santo Jacobeu de 2021, José Eusébio, natural de Póvoa do Varzim e residente em Barcelos, afirma que é “claramente possível” concretizar o objetivo.

“Nesta fase é necessário marcar o caminho, com as famosas setas amarelas e criar as infraestruturas de apoio aos peregrinos, como albergues. Colmatando estas lacunas, o crescimento do número de peregrinos será exponencial”, refere o conferencista, que é instrutor de fitness  e professor de natação.

A conferência decorre no Museu Municipal de Etnografia e História da Póvoa de Varzim, a partir das 21h30. A participação é gratuita, mas a inscrição obrigatória, podendo ser feita na página de Facebook do Grupo dos Amigos do Caminho de Santiago da Póvoa de Varzim.

Após a apresentação de José Eusébio, segue-se uma conversa com a assistência e a ideia da organização  - que guarda “uma surpresa para o final”, aconselhando os participantes “a não comerem muito à sobremesa” - é que todos “levem muitas dúvidas” sobre o caminho de Santiago pelo Gerês.

O orador já percorreu os caminhos Central Português, Português da Costa e Variante Espiritual, Português do Interior (bicicleta), Finisterra/Muxia, Primitivo, Inglês e da Geira Romana e dos Arrieiros (concluído a 31 de dezembro de 2018).

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FAFE EVOCA ANTÓNIO SÉRGIO

Núcleo de Artes e Letras de Fafe evoca 50 anos da morte do ensaísta António Sérgio

O Núcleo de Artes e Letras de Fafe vai evocar o cinquentenário do falecimento de António Sérgio (1883-1969), um dos pensadores mais marcantes do Portugal contemporâneo.

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Nesse âmbito, na noite de 24 de Janeiro, promove, na Biblioteca Municipal de Fafe, que colabora na iniciativa, uma conferência intitulada “Evocação dos 50 anos da morte de António Sérgio: o Filósofo, o Historiador, o Educador, o Político”, a cargo de José Augusto Gonçalves, docente de Filosofia e Psicologia da Escola Secundária de Fafe.

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A anteceder a palestra, regista-se um momento musical pelo jovem cantor fafense Carlos Miguel. Na ocasião, estará também patente uma mostra bibliográfica do ilustre pensador.

Ensaísta, crítico, pedagogo, historiador, político, sociólogo, filósofo, António Sérgio foi um dos pensadores maiores do século XX em Portugal.

Ministro da Educação na I República, vê-se obrigado ao exílio, após o 28 de Maio, residindo em Paris de 1926 até 1933. Regressado a Portugal, tornou-se um dos principais nomes do movimento cooperativista e do socialismo democrático. Adversário do Estado Novo, participou no Movimento de Unidade Democrática e apoiou a candidatura do General Humberto Delgado à Presidência da República, em 1958. Sérgio foi preso em 1910, 1933, 1935, 1948 e 1958.

Deixou uma vasta obra, destacando-se Educação Cívica (1915), Breve Interpretação da História de Portugal, Cartas do Terceiro Homem (1954) e os oito volumes de Ensaios(1920-1958), além de literatura infanto-juvenil e intensa colaboração em revistas culturais e na Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira.

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Por seu turno, José Augusto Gonçalves é Mestre em Educação pela Universidade do Minho, com a dissertação "Para uma Escola Cidadã. Contributos da Obra de António Sérgio". Publicou, em consequência, a obra "A Educação Cívica Segundo António Sérgio: Sua Actualidade" (2003).

O autor editou até agora sete obras, nas áreas do ensaísmo, da ficção e do "conto rústico", além de colaboração em jornais e revistas.

A entrada é livre!

MONÁRQUICOS EVOCAM CENTENÁRIO DA MONARQUIA DO NORTE

A Real Associação do Porto, em parceria com a Causa Real e as Reais Associações de Lisboa, Braga e Viana do Castelo, vai promover a evocação do Centenário da Monarquia do Norte.

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No próximo dia 19 de Janeiro, Sábado, no Ateneu Comercial do Porto, pelas 18h00, haverá uma Conferência subordinada ao tema “Cem anos da monarquia do norte – uma história de resistência”, na qual serão oradores os historiadores Dr. Carlos Bobone e o Prof. Dr. Nuno Resende.

A conferência é de entrada livre, seguindo-se um Jantar sujeito a inscrição prévia até quinta-feira, dia 17 de Janeiro, ambos limitados à lotação do espaço.

O contributo para o jantar, no valor de 25,00 €, deverá ser efectuado por transferência bancária ou multibanco, para o nosso:

NIB: 0033 0000 0011 1128 3420 5

IBAN: PT50 0033 0000 0011 1128 3420 5

Agradecemos o envio do respectivo comprovativo para a nossa sede ou, preferencialmente, por email para realporto@realporto.pt, impreterivelmente até ao referido dia 17 de Janeiro.

Pelo interesse do tema e pela qualidade dos oradores, temos a expectativa de poder contar com a vossa presença!

SECRETÁRIO-GERAL DA UGT VAI A BARCELOS FALAR DE SINDICALISMO NO SÉCULO XXI

“As questões laborais no século XXI” é o tema da Conferência-debate que leva o Secretário-geral da UGT, Dr. Carlos Silva, a deslocar-se a Barcelos na próxima sexta-feira, dia 11 de Janeiro, pelas 21 horas.

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A conferência tem lugar na sede do Partido Socialista em Barcelos e é coordenada pelo Gabinete de Estudos daquela emtidade partidária.

Foto: Correio da Manhã

HISTORIADOR JOEL CLETO REVELA HISTÓRIAS DO CAMINHO DE BRAGA A SANTIAGO DE COMPOSTELA

Póvoa do Varzim/Joel Cleto: Conferência revela histórias do caminho de Braga a Santiago

O Grupo dos Amigos do Caminho de Santiago da Póvoa de Varzim organiza esta sexta-feira, 14, a conferência “O Caminho de Santiago pelo Gerês – A Geira Romana”, proferida pelo historiador e arqueólogo Joel Cleto.

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Segundo a organização, as inscrições gratuitas para o evento, marcado para as 21h30, no Centro de Congressos do Hotel Axis Vermar, em Póvoa do Varzim, com capacidade para 550 pessoas, “decorrem de forma incrível e a disponibilidade da sala é já pouca”.

“Todos juntos faremos o caminho pelo Gerês, local que provavelmente todos adoram. É o Caminho Primitivo Português em destaque”, adianta a organização, informando que antes da conferência há um momento musical pelo Coral Ensaio, da Escola de Música da Póvoa de Varzim, dirigido pelo maestro e professor José Abel Carriço. O grupo interpreta música do século XVI “escolhida de forma especial para o evento”.

“O enorme interesse suscitado por um número tão elevado” de peregrinos e outros interessados na conferência, que conta com o apoio do museu municipal e do Município de Póvoa do Varzim, obrigou à alteração do local inicialmente previsto para a sua realização.

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Na mesmo dia, duas horas antes da conferência, pelas 19h30, realiza-se um “Encontro de Peregrinos, Amigos e Colaboradores do Caminho pela Geira”, com o objetivo de trocar ideias sobre este itinerário jacobeu, que liga Braga a Santiago de Compostela, na distância de 240 quilómetros, apresentado em Braga em abril de 2017.

Este traçado, conhecido por Caminho da Geira Romana e dos Arrieiros ou Caminho Jacobeu Minhoto Ribeiro, foi percorrido por mais de 300 peregrinos em dois anos e as associações envolvidas no seu estudo, nomeadamente a Associação Jacobeia do Caminho Minhoto Ribeiro e a Associação Codeseda Viva, pretendem que seja oficializado antes do Ano Santo Jacobeu de 2021.

Nesta altura estão em curso os levantamentos históricos, patrimoniais e culturais sobre o itinerário – que prevê dois traçados essenciais a partir de A Estrada, por Pontevea e Ramalhosa ou por Sarandon e Vedra -, bem como trabalhos de limpeza e marcação. Está igualmente em curso a preparação de infraestruturas de alojamento.

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VALADARES, TEATRO MUNICIPAL ACOLHE COLÓQUIO “DO ARMISTÍCIO DA GRANDE GUERRA AO ASSASSINATO DE SIDÓNIO PAIS”

Sábado, dia 8 de dezembro, a partir das 10H00

Participam José Santos, Paulo Torres Bento, Armando Malheiro e Fernando Rosas

A Câmara Municipal de Caminha e o Agrupamento de Escolas Sidónio Pais vão promover o colóquio “Do Armistício da Grande Guerra ao Assassinato de Sidónio Pais”, com a participação de José Santos, Paulo Torres Bento, Armando Malheiro e Fernando Rosas. O evento decorre no próximo sábado, dia 8 de dezembro, pelas 10H00, no Valadares, Teatro Municipal de Caminha. Este colóquio encerra as comemorações“Do Armistício da Grande Guerra ao Assassinato de Sidónio Pais”.

A iniciativa “Do Armistício da Grande Guerra ao Assassinato de Sidónio Pais”teve como objetivo assinalar dois factos históricos: o Armistício e o assassinato de Sidónio Pais, avaliando o impacto que ambos tiveram no Município.

O colóquio do próximo sábadoé composto por dois painéis:“O CEP e os Militares do Concelho de Caminha”, orientado pelo sargento José Santos e Paulo Torres Bento; e “Sidónio, a Guerra e a Política”, com Armando Malheiro e Fernando Rosas. Esta formação dirige-se a todos os grupos de professores e educadores.

O colóquio terá início, pelas 10H00, no Valadares, Teatro Municipal de Caminha, ea abertura estará a cargo de Guilherme Lagido Domingos, presidente em exercício da Câmara Municipal de Caminha; Maria Esteves, diretora do Agrupamento de Escolas Sidónio Pais, e Jorge Oliveira Fernandes, diretor do Centro de Formação Vale do Minho.

O painel “O CEP e os Militares do Concelho de Caminha” apresenta as comunicações ‘Os militares do concelho de Caminha a e Brigada do Minho na Flandres”, por Paulo Torres Bento (professor de História e historiador especializado em temas locais e regionais), e “Na pele do soldado Português na Grande Guerra: necessidades e realidades”, com José Manuel Alves dos Santos (sargento ajudante do Exército e historiador de temas militares).

O painel “Sidónio, a Guerra e a Política” encerra o colóquio, com as intervenções “Portugal na 1ª Guerra Mundial, o quadro interno e o quadro externo”, a cargo de Fernando Rosas (doutor em História, da Universidade Nova de Lisboa) e “Sidónio Pais, o Sidonismo e a 1ª Guerra Mundial”, por Armando Malheiro da Silva (doutor em História, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto).

Exposição e mostra bibliográfica

para visitar até 31 de janeiro

Este evento integrou várias iniciativas, com destaque para a mostra bibliográfica “A Livraria do Coronel Júlio Torres” e a exposição “Da Batalha de Lalys ao Armistício”, patentes na Biblioteca Municipal e Museu Municipal, até 31 de janeiro.

A exposição “Da Batalha de Lalys ao Armistício” é composta por três núcleos.  O primeiro dá enfoque à Batalha de Lalys, o segundo, dá a conhecer os caminhenses na Grande Guerra, onde se podem ver os rostos e percurso de vida dos cerca de 150 homens que combateram na Primeira Grande Guerra e, por último, existe um núcleo dedicado a Sidónio Pais, um Presidente da República natural de Caminha.

A mostra bibliográfica “A Livraria do Coronel Júlio Torres” é composta por quatro painéis. Júlio Augusto Valadares Torres nasceu a 13 de abril de 1890, no Porto, filho de Júlio Augusto Valadares, negociante, natural de Caminha, e de Maria Adelaide Araújo Alves, natural de Monção. Era neto paterno de Manuel Gavinho Torres e de Maria Quitéria Valadares e materno de Domingos José Alves e Maria Emília de Araújo Cunha. Muito cedo, por doença e falecimento do pai, veio viver com a mãe para casa do avô paterno, na Rua de S. João nº 52, em Caminha. Participou na Primeira Guerra Mundial, inicialmente na Campanha de Moçambique, de maio a outubro de 1916, e depois em França, de janeiro de 1918 a junho de 1919.

Sobre a “A Livraria do Coronel Júlio Torres” importa referir que, em fevereiro de 2015, o Município de Caminha recebeu das mãos da Senhora D. Isolina Macedo 630 livros pertencentes à sua biblioteca pessoal, legada pelo seu pai, Coronel Júlio Valadares Torres. Trata-se de uma coleção que foi constituída ao longo da vida do Coronel e que o terá acompanhado pelas diversas residências, designadamente: Valença; Braga; Porto; Lisboa e Caminha. 1876 e 1949 são as datas extremas que as edições apresentam.

A Livraria do Coronel Júlio Valadares Torres, desde 2015 património do Município de Caminha, é gerida pela Biblioteca Municipal. Todos os exemplares foram catalogados e estão disponíveis para o público, em sala reservada. Os temas predominantes nestes volumes são: literatura portuguesa e estrangeira, sobretudo francesa; história; geografia; política; filosofia; estratégia militar e viagens. Os autores são de renome e alguns já raros ou mesmo ausentes nos catálogos do sec. XXI.

O afeto do Coronel Júlio Torres por cada um dos seus livros evidencia-se pelas encadernações personalizadas, com peles naturais e têxteis, maioritariamente manufaturadas pelo vilarmourense Mário Pontes, pelas anotações sistemáticas manuscritas, pelos recortes de imprensa que intercalava, de modo oportuno e frequente, entre as páginas dos volumes e pelo evidente carácter metódico que estabeleceu para conduzir a seleção das obras e a constituição da coleção. Em 2018, atendendo a este legado, alcançamos a intemporalidade dos livros e o reconhecimento pelo seu dom para perpetuar e renovar o saber e a cultura.

COURENSES DEBATEM PAISAGEM E ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO

Depois do Conselho da Europa agora no seminário “Paisagem e Ordenamento do Território: Estratégias e Instrumentos de Gestão”. Plano de Paisagem das Terras de Coura no centro das atenções

O Plano de Paisagem das Terras de Coura é o elemento dominante do seminário “Paisagem e Ordenamento do Território: Estratégias e Instrumentos de Gestão” que decorre esta segunda-feira, 26 de novembro, em Viana do Castelo.

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Depois de apresentado no “European Landscape Forum 2018 – Civilscape”, na cidade alemã de Aschaffenburg, o primeiro e único Plano de Paisagem do país vai agora merecer a atenção desta iniciativa promovida pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, em parceria com a Direção-Geral do Território.

Ao longo dos trabalhos, o Plano de Paisagem das Terras de Coura vai cruzar todos os painéis com intervenções de Vitor Paulo Pereira, presidente da Câmara de Paredes de Coura, e Isabel Matias, do Observatório da Paisagem Paredes de Coura, que debruçar-se-á sobre a ‘Participação Pública e Resultados’.

Recorde-se que já aquando da apresentação do Plano de Paisagem das Terras de Coura perante o auditório internacional no Conselho da Europa -- do qual faziam parte Michel Prieur, da Universidade de Limoges e renomado especialista em Direito do Ambiente, e Michael Dower, responsável pela redação de importantes documentos para a Comissão Europeia para as políticas de Desenvolvimento Rural, e ambos redatores da atual Convenção Europeia da Paisagem --, o destaque não foi só a singularidade por se tratar do primeiro plano em Portugal, uma vez que essa prática já existe um pouco por toda a Europa, mas sim pela participação pública privilegiada por Paredes de Coura e o grande envolvimento da população, nomeadamente da comunidade escolar. Ao identificarem problemas e perspetivando soluções, esta prática foi evidenciada como um exemplo de democracia e participação cívica para os restantes países europeus.

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GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO EDITA EM LIVRO CONFERÊNCIA DO DR. AUGUSTO FLOR ACERCA DO ASSOCIATIVISMO E FOLCLORE

O Grupo Folclórico Verde Minho acaba de editar em livro a palestra proferida em Loures pelo Dr Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto, subordinada ao tema “Rodopiando entre a tradição e a inovação – o Folclore como causa”.

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Do livro do Doutor Augusto Flor transcrevemos o respectivo prefácio:

O associativismo popular tem as suas origens no liberalismo e, sobretudo, na intervenção do Partido Republicano e da Maçonaria como uma forma de influenciar as camadas populares para a sua causa. Assim nasceram inúmeras agremiações culturais e recreativas que se dedicaram às mais variadas actividades, desde a instrução ao ensino musical através das bandas filarmónicas, o teatro, desporto, à beneficiência e à cultura e recreio.

Criadas sobretudo a partir de meados do século XIX, muitas dessas colectividades de desporto, cultura e recreio surgiram a partir de grupos excursionistas, almoçaristas e recreativos que surgiam nas tabernas de minhotos e galegos nos bairros antigos de Lisboa, do qual ainda se guardam magníficos quadros que aí permaneciam expostos.

As chamadas “casas regionais” surgem com o advento da industrialização, em Portugal verificada a partir da segunda metade do século XIX, no período que ficou historicamente conhecido por “Regeneração” e “Fontismo”, época em que por circunstâncias várias se registam enormes levas de gentes dos meios rurais para as grandes cidades e até para o estrangeiro, aproveitando as novas vias de comunicação ferroviárias.

Por sua vez, o associativismo folclórico aparece como uma natural consequência dessa migração interna, produzida pelas gentes migradas na ânsia de preservar a sua identidade – em território nacional ou no estrangeiro! – transmitindo o legado aos seus descendentes e cultivando o afecto pela Pátria e a terra de origem.

Ora, por mais que rodopiemos entre a tradição e a inovação, a manutenção da nossa identidade jamais seria possível sem a preservação das nossas tradições, uma vez que a inovação pressupõe a sua alteração e adaptação às mudanças operadas pelo tempo e as transformações sociais e culturais.

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FAMALICÃO REALIZA "ENCONTROS DE OUTONO"

Encontros de Outono arrancam amanhã, pelas 10h15 em Vila Nova de Famalicão. Iniciativa promovida pelo Museu Bernardino Machado decorre na Casa das Artes

Perto de centena e meia de participantes garantiram já a sua presença no colóquio “Encontros de Outono”, uma iniciativa promovida pelo município de Vila Nova de Famalicão, através do Museu Bernardino Machado, que decorre esta sexta-feira e sábado, na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão. O encontro subordinado ao tema “Portugal e os Estados Unidos da América do Norte. Da I República à Democracia Abrilista (1910- 1975)” arranca amanhã sexta-feira, pelas 10h15, com as presenças do vereador da Cultura e Educação da Câmara Municipal de Famalicão, Leonel Rocha, e do coordenador cientifico do Museu Bernardino Machado, Norberto Cunha.

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O tema das relações entre os Estados Unidos e Portugal tem vindo a ser debatido desde o início do ano com um ciclo de conferências dedicadas ao assunto. Ao todo foram promovidas, no Museu Bernardino Machado, nove conferências com a participação de especialistas e investigadores com obra publicada sobre o tema das relações internacionais.

Durante os dois dias dos Encontros de Outono irão realizar-se oito conferências. A primeira começa logo pelas 10h30 do dia 23, com o tema “Uma relação bilateral inevitável, mas desconfiada – Portugal e EUA 1910/1975”, com António José Telo, da Academia Militar, segue-se “Portugal e o Plano Marshall”, com Fernanda Rollo, da Universidade Nova de Lisboa. Pelas 12h10, debate-se “Portugal e os Estados Unidos nos anos 50: A questão de Goa e o acordo dos Açores de 1957”, com Daniel Marcos da Universidade Nova de Lisboa. Pelas 15h30, é a vez de Fernando Martins da Universidade de Évora debater o tema “Realismo e Idealismo nas relações EUA – Portugal durante a presidência de JFK (1961-1963)”, segue-se Aurora Almada e Santos e o tema “Portugal e as Nações Unidas: A questão colonial no após guerra”.

No sábado, a jornada inicia com “o mundo português e os efeitos do Movimento Wilsoniano” com Pedro Aires de Oliveira, da Universidade Nova. Pelas 10h30Bruno Reis do Instituto para as Políticas Públicas e Sociais aborda o tema da “Descolonização (1961-1975)”. Os encontros terminam com a abordagem do jornalista da Agência Lusa, Nuno Simas sobre “Os EUA na revolução portuguesa: da surpresa inicial à “pedra no sapato”com a URSS”.

Para o coordenador científico do Museu Bernardino Machado, o tema escolhido é de grande pertinência. “Num tempo de globalização é natural que a atenção dos cidadãos se volte para os protagonistas internacionais, na procura de sinais do futuro pois o “efeito dominó” de importantes decisões das principais potências mundiais é hoje não apenas uma estratégia política, mas uma inevitável realidade”.

“Desde a queda do bloco soviético, que o neo-liberalismo tende a globalizar-se não apenas do ponto de vista económico, mas também no plano político, religioso e cultural, entre outros e, tem cabido aos EUA o protagonismo nesta mudança paradigmática”, salienta o responsável acrescentando que “neste âmbito é importante revisitar as relações multisseculares – e quase sempre amigáveis – que tivemos com este país desde o século XVIII até ao século XX”.

Também o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, considera o tema “muito interessante e de grande atualidade”. “Ao debatermos as relações de Portugal com os Estados Unidos ao longo dos tempos ficaremos com um maior conhecimento e com uma consciência mais profunda daquilo que nos une e daquilo que nos separa, assim como daquilo que podemos esperar no futuro”.

“As relações de amizade e parceria entre Portugal e os EUA são antigas e mais do que uma aliança militar, política e económica, baseiam-se, desde sempre, nos valores da democracia, liberdade e Estado de Direito”, assinala ainda o autarca.

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PAREDES DE COURA ACOLHE SEMINÁRIO SOBRE EDUCAÇÃO

Curso de Outono: Paredes de Coura acolhe seminário sobre Educação da Universidade do Minho

Paredes de Coura e a Casa do Conhecimento voltam a acolher esta sexta-feira e sábado, 23 e 24 de novembro, mais uma edição do ‘Curso de Outono’, promovido pelo Município e a Universidade de Minho, e que este ano tem a particularidade de contar com a presença, entre outros, do secretário de Estado da Educação.

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‘Políticas educativas e curriculares’ é o tema da comunicação de João Costa, num Curso de Outono dirigido a educadores, professores, técnicos de educação, pais e outros elementos da comunidade, numa iniciativa promovida em parceria com o Centro de Formação e Inovação dos Profissionais de Educação / Escolas do Alto Lima e Paredes de Coura.

‘Tecnologias e Inteligência Artificial: Perspetivas para a Educação’, ‘As dores de crescimento da transformação digital’ e ‘Políticas de descentralização’ são os temas que serão abordados por especialistas academicamente reconhecidos, como Manuel Rocha Armada, Luís Amaral e José Augusto Pacheco, mas também pelo presidente da Câmara, Vitor Paulo Pereira, debruçando-se sobre os vários contextos com que hoje a Educação se debate e os desafios que se apresentam no futuro, numa iniciativa em cujo encerramento participa o reitor da Universidade do Minho, Rui Vieira de Castro.

O Centro de Formação e Inovação dos Profissionais de Educação / Escolas do Alto Lima e Paredes de Coura tem por missão proporcionar formação ao pessoal docente e não docente, em funções nas escolas associadas, para o exercício da função educativa, para o exercício do apoio à ação educativa e, ainda, para exercício de funções de gestão e administração, tendo em vista assegurar a atualização, a reconversão e o aperfeiçoamento profissional. 

CERVEIRA PARTICIPA EM TOMIÑO NO FÓRUM DO RIO MINHO TRANSFRONTEIRIÇO

II Fórum do Rio Minho Transfronteiriço vai ultimar ‘Estratégia do Rio Minho 2030’

Está agendada para dia 29 de novembro, no Auditório de Goián, em Tomiño, a realização do II Fórum do Rio Minho Transfronteiriço que servirá para limar arestas para a elaboração final da ‘Estratégia do Rio Minho Transfronteiriço 2030’, cuja apresentação está prevista para janeiro de 2019. O programa deste segundo encontro foi dado a conhecer, esta manhã, em Tui, pelo diretor do AECT Rio Minho, Uxío Benítez, o vice-diretor e presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Fernando Nogueira, e o diretor da Fundação Centro de Estudos Euro Regionais, Valerià Paül.

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Desde os finais de 2017, e como ação principal do projeto Smart Minho, a elaboração da `Estratégia Rio Minho Transfronteiriço 2030´ era uma prioridade, sendo um documento guia “que marcará as linhas de atuação da cooperação entre o sul da província de Pontevedra e o Norte de Portugal durante a próxima década”, começou por dizer Uxío Benítez. Para a criação da estratégia “foi necessário realizar um estudo profundo do território, desde o ponto de vista económico, social e político, no qual participarão os principais atores galego-portugueses de cada um destes sectores com um elevado grau de envolvimento de todos eles”.

O diretor do AECT Rio Minho explicou que “este II Fórum supõe o culminar de um trabalho inovador, já que existiam estudos similares, mas não com uma visão partilhada do território, e no qual a cidadania teve a oportunidade de participar, debater e aportar os seus pontos de vista ao documento que ia sendo elaborado. Portanto esta é uma estratégia feita desde a base.

Por sua vez, o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira e vice-diretor da AECT Rio Minho lembrou que “o I Fórum foi um êxito de participação pública, com um diagnóstico oportuno para a região transfronteiriça, pelo que esta segunda edição vai permitir aprimorar a estratégia, de forma a ficarmos munidos de um instrumento com orientação própria, mas também para apresentar os nossos interesses e reivindicações à União Europeia”. Fernando Nogueira realçou que “a cooperação transfronteiriça está nos planos, pelo menos teóricos, dos Governos de Portugal e Espanha e, com a elaboração deste documento ‘Estratégia Rio Minho 2030’, pretende-se contribuir para avançar para a prática, pois somos nós que melhor conhecemos este território transfronteiriço e temos a responsabilidade de definir uma estratégia adequada que sirva para colmatar as necessitadas sentidas”. E acrescentou: “O objetivo principal é transformar estas duas regiões periféricas, numa única e central. Temos excelentes condições para sermos um território comum, quando naturalmente já o é, mas há que ultrapassar barreiras burocráticas sentidas na educação, na saúde, na gestão do rio Minho, entre outras. E só com uma atuação ‘supra’ é que podem ser superadas”.

Classificando o processo de “êxito” pela grande participação e implicação da sociedade civil, o diretor da Fundação Centro de Estudos Euro Regionais adiantou que, “após estes meses de trabalho, há muitas alterações ao draft do documento apresentado no I Fórum, revelando-se uma excelente notícia por ter despoletado um debate de verdade”, anunciando que foi recolhida perto de uma centena de propostas que integraram o ‘Plano de Ação do Rio Minho Transfronteiriço 2030´”. Valerià Paül destacou ainda que “a importância do documento no momento de solicitar fundos europeus reside precisamente em saber primeiro o que queremos ser, e em que queremos investir”.

Perante a coordenação do AECT Rio Minho, uma equipa de experts das seis universidades públicas do Norte de Portugal e Galiza lideraram este trabalho, após decorridos 10 encontros bilaterais entre concelhos galegos e câmaras municipais portuguesas, além de inúmeras reuniões de trabalho com a participação de diferentes governos locais.

O II Fórum do Rio Minho Transfronteiriço que vai ultimar ‘Estratégia do Rio Minho 20130’, acontece dia 29 de novembro, no Auditório de Goián, Tomiño, com início às 10h30. As inscrições são gratuitas através da web www.smartminho.eu

A Estratégia de Cooperação Inteligente do Rio Minho Transfronteiriço enquadra-se no projeto Smart Minho através do Programa Operativo de Cooperação Transfronteiriça Espanha-Portugal 2014-2020 (INTERREG V-A) e está cofinanciado em 75 % por fundos FEDER, com um orçamento total de 942.022,47 euros.

ARCOS DE VALDEVEZ RECEBE SEMINÁRIO "EMPREENDER NA ECONOMIA SOCIAL"

09h30, no Luna Arcos Hotel

No próximo dia 22 de novembro a In.Cubo realizará o Seminário “Empreender na Economia Social”, pelas 9h30, no Luna Arcos Hotel, em Arcos de Valdevez.

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Esta iniciativa, inserida no âmbito do Projeto Laces e financiada pelo Programa Transfronteiriço POCTEP, visa abordar a temática do empreendedorismo social, integrado numa visão de cooperação transfronteiriça.

Este projeto é uma parceria entre a In.Cubo, a Tecminho, a CM Santo Tirso, a Secretaría Xeral de Emprego da Xunta da Galicia, AGACA, AESGAL, ESPAZO COOP e a Universidad de Santiago de Compostela.

Durante a sessão serão apresentadas quatro boas práticas de empreendedorismo social na primeira pessoa, decorrendo paralelamente uma exposição com apresentação de 20 empresas / projetos de empreendedorismo social da Galiza e Norte de Portugal. Posteriormente, realizar-se-á a apresentação das Agendas Sectoriais para o Fomento e Criação de Empresas da Economia Social de dois setores, nomeadamente da Ação Social e da Industria 4.0.

Inscrições obrigatória até ao próximo dia 18 de novembro através de formulário online.

-   Link do evento no facebook: https://www.facebook.com/events/470313336823247/

- Link do evento na página da In.Cubo: http://www.incubo.eu/noticias/seminario-empreender-na-economia-social-projeto-laces

CERVEIRA RECEBE SIMPÓSIO IBÉRICO SOBRE A BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO MINHO

Quarenta comunicações sobre o rio Minho apresentadas no IX Simpósio Ibérico

Cerca de uma centena de investigadores e técnicos portugueses e espanhóis voltam a reunir-se, entre esta sexta-feira e sábado, em Vila Nova de Cerveira, para debater e sensibilizar para a importância da preservação do património natural associado ao rio Minho. IX Simpósio Ibérico sobre a Bacia Hidrográfica do Rio Minho cativa um maior leque de entidades de Portugal e de Espanha que vão apresentar cerca de 40 comunicações, algumas de projetos nacionais e europeus em curso.

IX simpósio

Com periodicidade bienal, o Simpósio Ibérico procura ser um espaço de encontro e de intercâmbio de conhecimentos e experiências sobre o rio Minho, destinado a investigadores, professores, alunos do ensino universitário e politécnico, estudiosos, autoridades marítimas e profissionais da atividade da pesca dos dois lados da fronteira.

Esta 9ª edição reúne cerca de 40 comunicações em áreas como os Recursos Naturais, Atividade Humana e Educação Ambiental que vão ser explanadas ao longo de dois dias no Auditório da Biblioteca Municipal de Vila Nova de Cerveira.

A sessão de abertura acontece esta sexta-feira, 9 de novembro, às 10h00, com a intervenção do Presidente da Câmara Municipal, Fernando Nogueira, seguindo-se a apresentação das várias comunicações ao longo dos dois dias. O evento culmina, no sábado à tarde, com um espaço reservado à comunidade em geral e no âmbito do projeto POCTEP MigraMiño-Minho é discutida a conectividade fluvial e a harmonização da legislação luso-espanhola da pesca, com a presença de agentes regionais.

O Simpósio Ibérico sobre a Bacia hidrográfica do Rio Minho é organizado pelo Aquamuseu do Rio Minho (Município de Vila Nova de Cerveira), com coorganização do Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental (CIIMAR) – Universidade do Porto.

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Simposio iberico dia 10

PROFESSOR JOÃO MEDINA APRESENTA “A MINHA AMÉRICA” NO MUSEU BERNARDINO MACHADO EM FAMALICÃO

“A Minha América: A América do Norte e os Americanos Ajuizados durante três períodos da minha vida” é o tema da conferência conduzida pelo Professor João Medina, que vai decorrer sexta-feira, 9 de novembro, a partir das 21h30 no Museu Bernardino Machado.

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A iniciativa insere-se no âmbito do ciclo de conferências “As Relações entre Portugal e os Estados Unidos da América do Norte (séc. XVIII-XX).

Nesta conferência evocativa das suas relações com a América do Norte e a cultura americana ao longo da sua vida, João Medina evoca três períodos distintos: quando terminou os dois últimos anos do curso liceal em Moçambique, (1954-56) foi sobretudo sugestionado pelo cinema dos Estados Unidos, assim como pela literatura americana (v.g., Truman Capote e Walt Whiman). Mais tarde, durante os anos em Estrasburgo (1967-70), a preparar o seu doutoramento, manifestar-se-ia contra a intervenção americana no Vietname. Por fim, na década de 80-90, seria visitng professor nos E.U.A., uma vez na Johns Hopkins (Baltimore, 1989) e duas na Brown University (Providence, 1993 e 1997), assim como participaria em colóquios universitários na Califórnia, Luisiânia, Virgínia, Massachusetts, etc., fazendo ainda uma conferência na Biblioteca do Congresso, em Washington (1990).

João Medina é professor catedrático jubilado de História na Faculdade de Letras de Lisboa, nasceu em Moçambique (1939), licenciou-se em Filosofia na Faculdade de Letras de Lisboa (1966) e doutorou-se em Sociologia na Universidade de Estrasburgo (1970), tendo ensinado, de 1970 a 1974, na Universidade da Provença (Aix-en-Provence). É autor de uma extensa obra distribuída pela historiografia, pelo ensaio literário e pelo romance.

GERÊS RECEBE JORNADAS TÉCNICAS SOBRE OS CARVALHOS

IV Jornadas Técnicas Sobre os Carvalhos no Campo do Gerês a 26, 27 e 28 de outubro

As IV Jornadas Técnicas sobre os Carvalhos, que têm como tema principal “Educar para a Floresta Autóctone” e que serão repartidas em três abordagens distintas: “Educar para o futuro”, “Educar para amanhã” e “Educar para beneficiar” decorrerão m ao longo de três dias, no Núcleo Museológico de Vilarinho da Furna, no Campo do Gerês.

CAPA

Com realização bienal, estas Jornadas dão continuidade a um projecto iniciado em 2013 como corolário do objectivo partilhado por várias entidades de «promoverem uma floresta portuguesa saudável e rica para aqueles que nela vivem e dela dependem, bem como proporcionar espaços lúdicos e de ócio aos visitantes». Saídas de campo, apresentações, debates, provas gastronómicas e momentos didácticos serão algumas das actividades a desenvolver no Museu de Vilarinho das Furnas e da Geira, onde serão partilhadas experiências e conhecimento entre participantes, oradores, convidados e escolas.

Com 150 inscritos nas Jornadas, os workshops “A Flora Silvestre à mesa” e “Processamento da Bolota”, serão duas das novidades a desenvolver, para além da introdução de copos em barro que substituirão os habituais copos de plástico, numa clara demonstração de preocupação ambiental.

As IV Jornadas Técnicas sobre os Carvalhos são organizadas pela ATAHCA, pela Associação de Compartes do Campo do Gerês, pelo Município de Terras de Bouro, UTAD, Ordem dos Biólogos e AMO PORTUGAL.

TERRAS DE BOURO PROMOVE DEBATE ACERCA DO TURISMO NO GERÊS

4.º Ciclo de Workshops do projeto Peneda-Gerês CompetiTUR  a 5, 6 e 7 de novembro– inscrições até dia 25 de outubro

O Município de Terras de Bouro informa que nos próximos dias 5, 6 e 7 de novembro decorrerá o 4.º Ciclo de Workshops do projeto Peneda-Gerês CompetiTUR – inscrições até dia 25 de outubro.

CAPA

O programa está disponível no site http://www.competitur.pt/workshops.php bem como a ficha de inscrição. Poderão inscrever-se nos 3 dias ou apenas em parte de um dos dias.

A participação é gratuita mas a inscrição é obrigatória e deverá ser efetuada até ao dia 25 de outubro. Inscreva-se e envie um email para carla.rodrigues@adere-pg.pt .

Este 4.º ciclo de workshops integra um conjunto de cinco encontros de empresas ligadas ao setor do turismo no território da Peneda-Gerês que serão desafiadas a percorrer o território do Parque Nacional e a visitarem os potenciais parceiros comerciais – Itinerância pelas empresas turísticas do território.

Os encontros serão realizados em “casa” de empresas do território e o programa inclui, entre outros, um momento em que cada empresa apresentará o seu pitch (apresentação da empresa, em 4 minutos) para os restantes parceiros comerciais (as outras empresas do território), com o objetivo de melhorar o conhecimento e as relações entre empresas e, assim, contribuir para a cooperação e criação de redes de oferta turística no território Peneda-Gerês.

As empresas "visitadas" têm a responsabilidade acrescida de procurar surpreender as empresas visitantes, oferecendo uma pequena demonstração da "alma" do seu negócio

PAREDES DE COURA: A LINHA ZERO & O HORIZONTE PERDIDO

Conferência Watanyoo Chompoo

18 out | 18h30 | Casa do Conhecimento

“A linha zero & O horizonte perdido” é o tema da conferência que a arquiteta tailandesa Watanyoo Chompoo apresenta esta 5ª feira, 18 de outubro, pelas 18h30, na Casa do Conhecimento, em Paredes de Coura.

Watanyoo Chompoo vai apresentar a sua perspetiva sobre a importância de documentar o património arquitetónico tradicional e o seu impacto nas comunidades locais.

Baseada na sua experiência em ações de levantamento de arquitetura vernácula através do ICOMOS-CIAV, quer como participante, quer como coordenadora, Watanyoo retrata algumas das suas viagens mais recentes, onde nos apresenta exemplos extraordinários da arquitetura tradicional asiática, assinalando sempre o potencial pedagógico do seu estudo.

Na sequência desta conferência “A linha zero & O horizonte perdido”, Paredes de Coura vai acolher em meados do próximo ano uma ação de campo de duas semanas com arquitetos dos vários cantos do mundo, que integram a rede VERNADOC (International Camp of Vernacular Architecture Documentation).

Estas duas semanas de campo decorrerão em Porreiras, mas também em Vilarinho e Reirigo, de cujos exemplos mais característicos no plano arquitetónico merecerão uma futura exposição com arquitetos de todo o mundo.

Watanyoo Chompoo’ Shivapakwajjanalert é arquiteta pela Rangsit University (RSU), Tailândia, desde 1999. Desenvolve parte significativa da sua atividade profissional no gabinete de arquitetura tailandês Dhamarchitects, com obra reconhecida e premiada localmente.

Participa regularmente como especialista internacional na rede VERNADOC (International Camp of Vernacular Architecture Documentation) através do ICOMOS-CIAV. Foi coordenadora do VERNADOC Phuket em 2017. Complementarmente trabalha como ilustradora e fotógrafa e tem como grande paixão o estudo da arquitetura tradicional.

AUGUSTO FLOR, PRESIDENTE DA CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS COLETIVIDADES DE CULTURA, RECREIO E DESPORTO, VAI A LOURES FALAR SOBRE FOLCLORE E ASSOCIATIVISMO POPULAR

“Rodopiando entre a tradição e a inovação – o Folclore como causa” é o tema que o Dr. Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto vai proferir em Loures no próximo dia 21 de Outubro, pelas 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde habitualmente se reúne a Assembleia Municipal. A iniciativa é do Grupo Folclórico Verde Minho e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

 

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O Dr. Augusto Flor é licenciado em Antropologia pelo ISCTE, possui o Curso de Especialista da Escola Militar de Eletromecânica (EMEL) e o Curso de Montador Eletricista na Escola Industrial Emídio Navarro.

É dirigente associativo voluntário desde 1970, tendo em 2012 sido nomeado pelo Secretário de Estado do Desporto e Juventude para Embaixador para a Ética no Desporto- Em 2011, foi nomeado Comissário Nacional para o Ano Europeu do Voluntariado. Em 2007, desempenhou funções de Presidente da Assembleia-geral da Confederação do Desporto de Portugal, sendo desde essa data, Presidente da Direção da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto.

É membro do Partido Comunista Português e, nesse âmbito, detém responsabilidades nas áreas do Movimento Associativo Popular, coordenação de atos eleitorais e referendos, bem como das áreas do Desporto, Teatro, Animação e Exposições de Ciência e Tecnologia da Festa do Avante. Entre 1993 e 1997, foi deputado na Assembleia Municipal de Sesimbra e entre 2003 e 2007 – Chefe de Gabinete do Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República.

 

AUGUSTO FLOR, PRESIDENTE DA CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS COLETIVIDADES DE CULTURA, RECREIO E DESPORTO, VAI A LOURES FALAR SOBRE FOLCLORE E ASSOCIATIVISMO POPULAR

“Rodopiando entre a tradição e a inovação – o Folclore como causa” é o tema que o Dr. Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto vai proferir em Loures no próximo dia 21 de Outubro, pelas 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde habitualmente se reúne a Assembleia Municipal. A iniciativa é do Grupo Folclórico Verde Minho e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

 

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O Dr. Augusto Flor é licenciado em Antropologia pelo ISCTE, possui o Curso de Especialista da Escola Militar de Eletromecânica (EMEL) e o Curso de Montador Eletricista na Escola Industrial Emídio Navarro.

É dirigente associativo voluntário desde 1970, tendo em 2012 sido nomeado pelo Secretário de Estado do Desporto e Juventude para Embaixador para a Ética no Desporto- Em 2011, foi nomeado Comissário Nacional para o Ano Europeu do Voluntariado. Em 2007, desempenhou funções de Presidente da Assembleia-geral da Confederação do Desporto de Portugal, sendo desde essa data, Presidente da Direção da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto.

É membro do Partido Comunista Português e, nesse âmbito, detém responsabilidades nas áreas do Movimento Associativo Popular, coordenação de atos eleitorais e referendos, bem como das áreas do Desporto, Teatro, Animação e Exposições de Ciência e Tecnologia da Festa do Avante. Entre 1993 e 1997, foi deputado na Assembleia Municipal de Sesimbra e entre 2003 e 2007 – Chefe de Gabinete do Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República.