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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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VIEIRA DO MINHO PARTICIPA EM SEMINÁRIO SOBRE TURISMO

Vieira do Minho no Seminário: Turismo de Backpackers, Realidades e Desafios.

Vieira do Minho esteve presente, esta semana, no Seminário: Turismo de Backpackers, Realidades e Desafios, organizado pelo ISPGAYA, Instituto Superior Politécnico Gaya, no Parque Biológico de Vila Nova de Gaia.

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Este evento foi uma oportunidade para todos os interessados em adquirirem mais conhecimentos sobre esta temática, um momento de partilha de experiências e troca de informação entre os participantes.

A iniciativa contou com várias palestras, uma das quais apresentadas pelo Eng. Abílio Vilaça e o Dr. Nuno Dias da APEXTOUR e IFCTS. Nas suas intervenções, os oradores apresentaram o caso de Vieira do Minho enquanto destino ideal para os turistas que procuram um contato direto com a natureza e com a cultura local dos concelhos do interior. Estes, referiram ainda que Vieira do Minho é um território, pela sua oferta turística e características, capaz de se impor como destino privilegiado dos backpackers e com grande potencial neste nicho mercado.

Ainda no âmbito da sua participação, Vieira do Minho dinamizou uma mostra das potencialidades turísticas do concelho, proporcionando um intercâmbio entre os vários profissionais do turismo presentes na iniciativa e que serviu ainda como meio de promoção turística.

FAMALICÃO PROMOVE CONFERÊNCIA SOBRE COMPORTAMENTOS ADITIVOS E DEPENDÊNCIAS

Dia 26 de junho, para assinalar o Dia Internacional da Luta Contra o Uso e Tráfico Ilícito de Drogas e o primeiro ano de atividade do GAICAD

O conhecido médico e professor português José Pinto da Costa é um dos oradores convidados da conferência “Adições do bom uso ao abuso”, que a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, através do Gabinete de Avaliação e Intervenção de Comportamentos Aditivos e Dependências (GAICAD), vai promover no próximo dia 26 de junho, terça-feira, para assinalar o Dia Internacional da Luta Contra o Uso e Tráfico Ilícito de Drogas e o primeiro ano de atividade do GAICAD.

José Pinto da Costa é um dos oradores convidados

Esclarecer e sensibilizar a comunidade para os problemas associados ao uso de adições é o principal objetivo desta iniciativa, que vai decorrer no auditório da CESPU, a partir das 21h00, com entrada livre, mas sujeita a inscrição através do link https://goo.gl/forms/ogTS4vYOQdM2pvsr2.

Participam ainda nesta tertúlia Ricardo Dinis-Oliveira, presidente da Associação Portuguesa de Ciências Forenses, professor auxiliar do Instituto Universitário de Ciências da Saúde e da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e editor chefe da Revista Internacional Current Drug Abuse Reviews, e Isabel Pinheiro, psicóloga na Instituição Centro de Solidariedade de Braga – Projeto Homem.

Recorde-se que o GAICAD entrou em funcionamento em junho do ano passado com o objetivo de ajudar a libertar os cidadãos do concelho de comportamentos aditivos e dependências. Trata-se de mais uma resposta social do município de Vila Nova de Famalicão, promovida no âmbito das atividades do Pelouro da Saúde Pública, que visa auxiliar gratuitamente quem precisa com atendimento apropriado e respostas sustentáveis.

No seu primeiro ano de atividade o GAICAD acompanhou 28 pessoas (12 do sexo feminino e 16 do sexo masculino), sendo o consumo de drogas entre os jovens e o consumo de álcool em adultos os comportamentos aditivos mais predominantes.

O GAICAD funciona na dependência do pelouro da Saúde Pública da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, sendo o atendimento ao utente realizado nas instalações cedidas pela LIPAC (Liga Profilaxia e Ajuda Comunitária). Os contactos são os seguintes :gaicad@vilanovadefamalicao.org, 252 320 900.

PROF. DOUTOR MANUEL ANTUNES VAI A LOURES FALAR DA ALDEIA SUBMERSA DE VILARINHO DA FURNA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho no âmbito do FolkLoures’18

Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada” é o tema da conferência que o Professor Dr. Manuel Antunes vai proferir no próximo dia 30 de Junho, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retratam os usos e costumes das gentes de Vilarinho da Furna, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Manuel de Azevedo Antunes é doutorado em Ciência Política (2009). Estudante nas Universidades de Lisboa (1966-1976) e Paris – Sorbonne (1976-1977), desenvolveu atividade docente nas Universidades de Lisboa (1975-1992) e Maputo (1979-1987). Foi Consultor das Nações Unidas (1989), em Moçambique. Na Guiné- Bissau (1988-1992), participou, como coordenador, metodólogo e estatístico, no Inquérito Demográfico e Sanitário, para o Ministério da Saúde, com apoio do Banco Mundial. É, atualmente, Professor Associado e Investigador na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Preside a AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna, tendo publicado “Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Regra do Jogo, 1985), “Requiem por Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Biblioteca da Universidade Lusófona, 1994) e “Vilarinho da Furna, Memórias do Passado e do Futuro” (Lisboa: Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2005).

FREI BENTO DOMINGUES VAI A VIANA DO CASTELO FALAR SOBRE "A RELIGIÃO DOS PORTUGUESES"

Frei Bento Domingues encerra o Ciclo de Estudos “Crenças religiosas e mudanças culturais”

No próximo dia 21 de junho, Frei Bento Domingues profere a conferência de encerramento do Ciclo de Estudos “Crenças religiosas e mudanças culturais”, iniciativa do Centro de Estudos Regionais, intitulada “A Religião dos Portugueses (pré e pós-conciliar)”. A sessão decorre na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, às 17.00 horas. A entrada é livre.

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Frei Bento Domingues, natural de Travassos (Terras de Bouro), é um religioso da Ordem dos Pregadores (O.P), ou Ordem dos Dominicanos, sendo considerado, por muitos, como um dos maiores teólogos portugueses. Em 1953, Basílio de Jesus Gonçalves Domingues tomou o nome de Bento, quando entrou para a Ordem dos Pregadores (O.P). Estudou Filosofia, em Fátima, e Teologia em Salamanca, Toulouse e Roma. Depois de um período no exílio, Frei Bento Domingues regressa a Portugal, em 1965, para lecionar Teologia dos Sacramentos e Cristologia no Studium Sedes Sapientiae, (Fátima). Mais tarde, deu aulas no Instituto Superior de Estudos Teológicos (Lisboa), no Instituto de Psicologia Aplicada, no Centro de Reflexão Cristã, na Escola de Educadoras de Infância Maria Ulrich e foi diretor do Instituto de S. Tomás de Aquino. Participou, com D. Luís Pereira, bispo da Igreja Lusitana, na primeira Conferência Ecuménica em Portugal, organizada pela Cooperativa Pragma. Na década de sessenta, fez parte da equipa de tradução portuguesa da revista internacional Concilium. A partir da década de 1980, lecionou em Angola, no Peru, Chile e Colômbia. Entre 1998 e 2001, dirigiu a organização do Curso de Ciência das Religiões, na Universidade Lusófona. Em 2004, o Presidente da República Jorge Sampaio, conferiu-lhe o grau de Grande-Oficial da Ordem da Liberdade. Dez anos depois, foi homenageado, na Fundação Calouste Gulbenkian, numa sessão intitulada "Cidadania, Cultura e Teologia na Praça Pública". Assina regularmente uma crónica no jornal “Público” e publicou quatro livros, entre os quais, destacamos “A Religião dos Portugueses”.

A conferência de Frei Bento Domingues encerra o IX Ciclo de Estudos realizado pelo Centro de Estudos Regionais. No decurso do Ciclo de Estudos “Crenças religiosas e mudanças culturais”, entre janeiro e junho do corrente ano, diversos especialistas apresentaram comunicações sobre as mais diversas facetas do fenómeno religioso, a partir de uma abordagem predominantemente antropológica, sociológica e histórica. A presença dos investigadores Helena Vilaça (UP), Pedro Pereira (IPVC), Clara Saraiva (UL), Marina Pignatelli (ISCSP), Donizete Rodrigues (UBI), Paulo Mendes Pinto (ULus) e Albertino Gonçalves (UM) possibilitou o encontro com os resultados mais recentes da investigação nesta área, a partilha de conhecimento e o debate de ideias, sem propósitos confessionais, resultando em sessões muito profícuas.

PROF. DOUTOR MANUEL ANTUNES VAI A LOURES FALAR DA ALDEIA SUBMERSA DE VILARINHO DA FURNA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho no âmbito do FolkLoures’18

Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada” é o tema da conferência que o Professor Dr. Manuel Antunes vai proferir no próximo dia 30 de Junho, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retratam os usos e costumes das gentes de Vilarinho da Furna, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Manuel de Azevedo Antunes é doutorado em Ciência Política (2009). Estudante nas Universidades de Lisboa (1966-1976) e Paris – Sorbonne (1976-1977), desenvolveu atividade docente nas Universidades de Lisboa (1975-1992) e Maputo (1979-1987). Foi Consultor das Nações Unidas (1989), em Moçambique. Na Guiné- Bissau (1988-1992), participou, como coordenador, metodólogo e estatístico, no Inquérito Demográfico e Sanitário, para o Ministério da Saúde, com apoio do Banco Mundial. É, atualmente, Professor Associado e Investigador na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Preside a AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna, tendo publicado “Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Regra do Jogo, 1985), “Requiem por Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Biblioteca da Universidade Lusófona, 1994) e “Vilarinho da Furna, Memórias do Passado e do Futuro” (Lisboa: Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2005).

PROF. DOUTOR MANUEL ANTUNES VAI A LOURES FALAR DA ALDEIA SUBMERSA DE VILARINHO DA FURNA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho no âmbito do FolkLoures’18

Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada” é o tema da conferência que o Professor Dr. Manuel Antunes vai proferir no próximo dia 30 de Junho, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retratam os usos e costumes das gentes de Vilarinho da Furna, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Manuel de Azevedo Antunes é doutorado em Ciência Política (2009). Estudante nas Universidades de Lisboa (1966-1976) e Paris – Sorbonne (1976-1977), desenvolveu atividade docente nas Universidades de Lisboa (1975-1992) e Maputo (1979-1987). Foi Consultor das Nações Unidas (1989), em Moçambique. Na Guiné- Bissau (1988-1992), participou, como coordenador, metodólogo e estatístico, no Inquérito Demográfico e Sanitário, para o Ministério da Saúde, com apoio do Banco Mundial. É, atualmente, Professor Associado e Investigador na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Preside a AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna, tendo publicado “Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Regra do Jogo, 1985), “Requiem por Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Biblioteca da Universidade Lusófona, 1994) e “Vilarinho da Furna, Memórias do Passado e do Futuro” (Lisboa: Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2005).

VIZELA REALIZA TERTÚLIA PARA DEBATER "RUÍNAS E TERRENOS VAGOS NAS CIDADES PORTUGUESAS"

Tertúlia do projeto de investigação NoVOID em Vizela

No próximo dia 8 de junho, pelas 18h30, a Casa Municipal de Cultura Jorge Antunes, em Vizela, acolhe uma Tertúlia organizada no âmbito do projeto de investigação NoVOID - "Ruínas e terrenos vagos nas cidades portuguesas: Explorando a vida obscura dos espaços urbanos abandonados e propostas de planeamento alternativo para a cidade perfurada" (PTDC/ATP-EUR/1180/2014).

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O encontro é organizado pela equipa Lab2PT/UMinho e tem por objetivo envolver a comunidade local numa conversa informal sobre o abandono na cidade de Vizela, as suas“histórias” e transformações ao longo do tempo.

O projeto NOVOID, iniciado em 2016, é coordenado pelo Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa - Centro de Estudos Geográficos (CEG), e conta ainda com a participação da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa - Centro de Investigação em Arquitetura, Urbanismo e Design (CIAUD), do Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa - Centro de Ecologia Aplicada 'Prof. Baeta Nunes' (CEABN), da Escola de Arquitetura da Universidade do Minho - Laboratório de Paisagens, Património e Território (Lab2PT), e do Departamento de Geografia (DGEO) da Universidade do Minho.

PROF. DOUTOR MANUEL ANTUNES VAI A LOURES FALAR DA ALDEIA SUBMERSA DE VILARINHO DA FURNA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho no âmbito do FolkLoures’18

Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada” é o tema da conferência que o Professor Dr. Manuel Antunes vai proferir no próximo dia 30 de Junho, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retratam os usos e costumes das gentes de Vilarinho da Furna, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Manuel de Azevedo Antunes é doutorado em Ciência Política (2009). Estudante nas Universidades de Lisboa (1966-1976) e Paris – Sorbonne (1976-1977), desenvolveu atividade docente nas Universidades de Lisboa (1975-1992) e Maputo (1979-1987). Foi Consultor das Nações Unidas (1989), em Moçambique. Na Guiné- Bissau (1988-1992), participou, como coordenador, metodólogo e estatístico, no Inquérito Demográfico e Sanitário, para o Ministério da Saúde, com apoio do Banco Mundial. É, atualmente, Professor Associado e Investigador na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Preside a AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna, tendo publicado “Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Regra do Jogo, 1985), “Requiem por Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Biblioteca da Universidade Lusófona, 1994) e “Vilarinho da Furna, Memórias do Passado e do Futuro” (Lisboa: Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2005).

TERRABOURENSES DEBATEM PROJETO SOBRE O PARQUE NACIONAL DA PENEDA GERÊS

Projeto PNPG GO proporcionou sessão educativa sobre o Parque Nacional da Peneda Gerês

O Município de Terras de Bouro, no âmbito do Projeto PNPG GO, promove ao logo desta semana duas palestras sobre o Parque Nacional da Peneda Gerês, além da exposição que está a decorrer no edifício da câmara municipal subordinada ao mesmo tema.

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A 4 de junho decorreu a primeira palestra, com a presença do Presidente da Câmara Municipal, Manuel Tibo e da Vereadora, Dr.ª Ana Genoveva, além das entidades convidadas, GNR, ICNF, Proteção Civil Bombeiros de Terras de Bouro e ilustres oradores que perante uma interessada e curiosa plateia de alunos do Agrupamento de Escolas de Terras de Bouro, puderam apresentar todo o seu conhecimento sobre a fauna e a flora do Parque Nacional da Peneda Gerês, além dos cuidados de prevenção que devemos ter quando visitamos esta espetacular e única área protegida que existe no concelho de Terras de Bouro.

A sessão terminou com uma demostração/simulacro por parte de uma equipa de elementos da Associação Humanitária dos Bombeiros de Terras de Bouro.

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PROF. DOUTOR MANUEL ANTUNES VAI A LOURES FALAR DA ALDEIA SUBMERSA DE VILARINHO DA FURNA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho no âmbito do FolkLoures’18

Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada” é o tema da conferência que o Professor Dr. Manuel Antunes vai proferir no próximo dia 30 de Junho, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retratam os usos e costumes das gentes de Vilarinho da Furna, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Manuel de Azevedo Antunes é doutorado em Ciência Política (2009). Estudante nas Universidades de Lisboa (1966-1976) e Paris – Sorbonne (1976-1977), desenvolveu atividade docente nas Universidades de Lisboa (1975-1992) e Maputo (1979-1987). Foi Consultor das Nações Unidas (1989), em Moçambique. Na Guiné- Bissau (1988-1992), participou, como coordenador, metodólogo e estatístico, no Inquérito Demográfico e Sanitário, para o Ministério da Saúde, com apoio do Banco Mundial. É, atualmente, Professor Associado e Investigador na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Preside a AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna, tendo publicado “Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Regra do Jogo, 1985), “Requiem por Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Biblioteca da Universidade Lusófona, 1994) e “Vilarinho da Furna, Memórias do Passado e do Futuro” (Lisboa: Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2005).

CENTRO DE ESTUDOS REGIONAIS DE VIANA DO CASTELO PROMOVE CONFERÊNCIA SOBRE RELIGIOSIDADE POPULAR COM ALBERTINO GONÇALVES

Religiosidade popular, resistência e adaptação à mudança

No próximo dia 7 de junho, realiza-se mais uma conferência integrada no Ciclo de Estudos “Crenças religiosas e mudanças culturais”, iniciativa do Centro de Estudos Regionais. Albertino Gonçalves apresenta a comunicação intitulada “Religiosidade popular: resistência e adaptação à mudança”. A sessão decorre na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, às 17.00 horas, tendo entrada livre.

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Albertino Gonçalves, natural de Melgaço, é licenciado em Sociologia pela Universidade de Paris V – Sorbonne (1981) e doutorado em Sociologia pela Universidade do Minho (1994), onde fez a agregação no grupo disciplinar de Sociologia (2005). Tem lecionado, integrado no Departamento de Sociologia, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho, disciplinas da área da metodologia das ciências sociais e da sociologia da cultura, dos estilos de vida e da arte. É autor dos livros Imagens e Clivagens – Os Residentes face aos Emigrantes (Afrontamento, 1996), Impactos Económicos e Sociais. Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura (com Rui Vieira de Castro, Francisco Carballo-Cruz, João Cerejeira e Luís Amaral, 2013), A Idade de ouro do postal ilustrado em Viana do Castelo (2011) e Vertigens. Para uma sociologia da perversidade (Edições Húmus, 2017), entre outros. Coordenou a avaliação do impacto cultural de Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura, a criação do “Espaço Memória e Fronteira”, em Melgaço e o “Projeto Dar Vida às Letras”, na Comunidade Intermunicipal do Vale do Minho, entre outras. As suas áreas de investigação incluem os estilos de vida e sociologia da cultura, os rituais coletivos e as identidades e imaginários contemporâneos.

O Ciclo de Estudos “Crenças religiosas e mudanças culturais” é uma iniciativa do Centro de Estudos Regionais que visa criar um espaço de partilha de conhecimento e debate de ideias, sem propósitos confessionais. O ciclo é composto por um conjunto de conferências, abertas a todos os interessados, onde diversos investigadores e especialistas dão conta das mudanças e reconfigurações do fenómeno religioso no passado e nos nossos tempos. Desde janeiro passado apresentaram comunicações Helena Vilaça, Pedro Pereira, Clara Saraiva, Marina Pignatelli, Donizete Rodrigues e Paulo Mendes Pinto. Paralelamente, desenvolve-se um conjunto de visitas culturais.

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PROF. DOUTOR MANUEL ANTUNES VAI A LOURES FALAR DA ALDEIA SUBMERSA DE VILARINHO DA FURNA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho no âmbito do FolkLoures’18

Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada” é o tema da conferência que o Professor Dr. Manuel Antunes vai proferir no próximo dia 30 de Junho, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retratam os usos e costumes das gentes de Vilarinho da Furna, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Manuel de Azevedo Antunes é doutorado em Ciência Política (2009). Estudante nas Universidades de Lisboa (1966-1976) e Paris – Sorbonne (1976-1977), desenvolveu atividade docente nas Universidades de Lisboa (1975-1992) e Maputo (1979-1987). Foi Consultor das Nações Unidas (1989), em Moçambique. Na Guiné- Bissau (1988-1992), participou, como coordenador, metodólogo e estatístico, no Inquérito Demográfico e Sanitário, para o Ministério da Saúde, com apoio do Banco Mundial. É, atualmente, Professor Associado e Investigador na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Preside a AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna, tendo publicado “Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Regra do Jogo, 1985), “Requiem por Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Biblioteca da Universidade Lusófona, 1994) e “Vilarinho da Furna, Memórias do Passado e do Futuro” (Lisboa: Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2005).

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VIEIRA DO MINHO DEBATE "A FAMÍLIA NA ATUALIDADE: DESAFIOS E BOAS PRÁTICAS"

Para além da assinatura do Protocolo de Cooperação firmado entre a Comissão de Proteção ao Idoso e o Município de Vieira do Minho, o Seminário " A Família na Atualidade:Desafios e Boas Práticas" teve ainda por objectivo  promover uma reflexão sobre os desafios das famílias actuais.

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Para abordar a temática o momento contou com as intervenções da Presidente da Comissão de Proteção ao Idoso - Associação Regional do Norte, Conceição Sampaio, Juiz de Família e Menores da Comarca de Braga, Eurídice Gomes, Coordenadora do Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis, APFN - Associação Portuguesa de Famílias Numerosas, Isabel Paula Santos, da Vereadora da Educação da Câmara Municipal de Vieira do Minho, Elsa Ribeiro, e ainda de técnicos da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Guimarães e Vila Nova de Famalicão, entre outras.

No seminário foram também apresentadas as boas práticas ao nível das Políticas de Apoio à Família por parte dos Municípios da Póvoa de Lanhoso, Guimarães e, Vieira do Minho, pertencentes à Comunidade Intermunicipal do Ave.

Os trabalhos iniciaram com  a atuação dos alunos da Creche de Santa Cecília da Santa Casa da Misericórdia, interpretando  músicas alusivas à família e à amizade.

O primeiro painel, que teve  como moderadora, a Vereadora da Educação da Câmara Municipal de Vieira do Minho, Elsa Ribeiro, abordou temas, tais como:  “Políticas de Proteção da Pessoa Idosa na Atualidade” (Juíza Dr.ª Conceição Sampaio – Comissão da Proteção do Idoso, Associação Regional do Norte), “Promoção e Proteção: O Papel da Família” (Eurídice Gomes – Procuradora do Tribunal da Família e Menores da Comarca de Braga) e “O Papel das Autarquias no Apoio a prestar às Família: as boas práticas”, quer do Município da Póvoa de Lanhoso, que do Município de Guimarães (Carla Melo e Flávio Freitas, respetivamente).

Na parte da tarde, os trabalhos iniciaram com a leitura de poemas alusivos à temática elaborados pelos alunos da escola Básica Domingos Abreu, Escola  Básica de Rossas, Escola Básica de Guilhofrei e Centro Escolar do Cávado.

No segundo painel, orientado pela professora Paula Fernandes, coordenadora da Escola Básica Domingos Abreu, foram abordadas e dabatidas as temáticas “O Papel das Autarquias no Apoio a prestar às Famílias: as boas práticas do Município de Vieira do Minho” (Prof.ª Elsa Ribeiro – vereadora da educação), “Políticas Familiarmente Responsáveis (Drª. Isabel Paula Santos – Coordenadora do Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis), “Pojeto Concelhio de Educação Parental (Drª. Carla Branco – Município de Famalicão) e, por fim, “Educar sem gritos nem castigos: Missão (im)possível?” (Nuno Martins – Academia Educar Pela Positiva.

Os trabalhos foram encerrados pelo presidente da Câmara Municipal, António Cardoso.

FAMALICENSES VÃO DEBATER O STREE

Ciclo de conferências de Saúde Pública dedica próxima sessão ao stress

“Gestão de stress – prevenir, (re)conhecer e atuar” é o tema da terceira sessão do ciclo de conferências de Saúde Pública, que irá decorrer a 21 de junho, pelas 10h00, no auditório da Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco.

Próxima sessão do ciclo de conferências da Saúde Pública decorre na Bibl...

A iniciativa contará com a intervenção de Pedro Morgado, médico psiquiatra no Hospital de Braga, doutorado em Medicina – Neurociências/Psiquiatria e investigador no Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde da Universidade do Minho.

A conferência, promovida pela autarquia famalicense, é de entrada livre, mas com inscrições obrigatórias através do email gav.spmf@vilanovadefamalicao.org.

ESPOSENDE RECEBE FÓRUM SOBRE EDUCAÇÃO E PATRIMÓNIO

Arranca, em Esposende, Fórum para debater Educação e Património

Inicia-se hoje o Fórum da Educação, iniciativa do Município de Esposende que pretende promover uma reflexão sobre “Educação e Património”, nomeadamente a influência no desenvolvimento e transformação dos indivíduos, da comunidade e da região.

Cartaz_Fórum da Educação2018

Instituído pela Comissão Europeia como o Ano Europeu do Património Cultural, ao longo de 2018 promover-se-á a diversidade cultural, o diálogo intercultural e a coesão social. O contributo do Património e da História para a construção e enriquecimento do currículo local estará em foco neste Fórum, versando a influência ao nível do sistema formal de ensino, do esboço de experiências e oportunidades educadoras dirigidas a todos os cidadãos.

Sexta-feira, dia 25 maio, pelas 18h15, o Fórum Municipal Rodrigues Sampaio acolhe a sessão de abertura, presidida pelo Presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira e por José Mesquita, Delegado Regional de Educação do Norte.

Ato contínuo, realiza-se a conferência “Educar através do Património Cultural: pontes para o futuro”, em que participam Helena Pinto, do Centro de Investigação Transdisciplinar “Cultura, Espaço e Memória” da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

“A arte popular e seus reflexos na história local - uma proposta de relação no trabalho criativo com alunos do 1.º CEB, em Esposende” serve de tema ao segundo painel do dia, com o professor, historiador de arte e monitor de Educação e Mediação Cultural na “A Oficina”, de Guimarães, João Terras. A moderação estará a cargo da Vereadora da Educação da Câmara Municipal de Esposende, Angélica Cruz.

Os debates do Fórum prosseguem no dia 28 de maio, segunda-feira, mas as atividades culturais têm encontro marcado entre a Escola de Música de Esposende e os alunos dos diversos estabelecimentos do 1º CEB, no período de 25 de maio a 1 de junho, num espetáculo itinerante “Uma viagem pelo Universo dos Instrumentos”. No sábado, dia 26, pelas 21H30, o Auditório Municipal acolhe um concerto, pelo Coro de Pequenos Cantores de Esposende, com direção de Helena Venda Lima.

BRACARENSES DEBATEM NOVO REGULAMENTO DE PROTECÇÃO DE DADOS

Iniciativa dirigida às Autarquias locais. Seminário debateu a aplicação do novo regulamento de protecção de Dados

O auditório do antigo Hospital de S. Marcos, em Braga, recebeu esta Quarta-feira, 23 de Maio, o II Seminário Protecção de Dados. Uma iniciativa da AEDREL - Associação de Estudos de Direito Regional e Local, que contou com o apoio do Município de Braga, que juntou especialistas da área jurídica, com o intuito de debater o novo regulamento geral de protecção de dados (RGPD), que entra em vigor a 25 de Maio.

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Na ocasião, António Barroso, adjunto do presidente da Câmara de Braga, afirmou que esta acção insere-se na política municipal de formação e informação dos autarcas. “O assunto do RGPD é muito importante para que as nossas Freguesias e os nossos técnicos, que lidam mais directamente com esta matéria, aprofundem conhecimentos e discutam os procedimentos a tomar. Esta parceria com a AEDREL tem sido muito profícua e, no próximo mês de Junho, iremos dinamizar mais uma acção de formação sobre contratação pública dirigida aos autarcas e colaboradores das nossas Freguesias”, adiantou o responsável, salientando que para o Município de Braga “é importante ter Juntas de Freguesia munidas e preparadas com toda a informação e formação relevante, uma vez que são estas autarquias que mais directamente se relacionam com a comunidade e são estes os primeiros agentes do desenvolvimento municipal”.

A protecção de dados no séc. XXI, o enquadramento histórico e legislativo do RGPD e as reformas em curso, as novas obrigações e influências na organização interna das Autarquias locais e as implicações na Administração Pública, foram temas abordados neste Seminário, dirigido a funcionários de Municípios, Freguesias, Comunidades Intermunicipais e Áreas Metropolitanas, IPSS’s, juristas, entre outros.

Já o presidente da AEDREL, Cândido Oliveira, salientou a importância de promover discussões e debates acerca deste novo regulamento geral de protecção de dados, reunindo um conjunto de oradores qualificados da área jurídica, para que possam munir os funcionários e técnicos da administração local das bases aplicativas deste regulamento. “Procuramos estruturar o programa para que os participantes tivessem, inicialmente, uma contextualização histórica e legislativa geral do regulamento de protecção de dados, para depois se partir para matérias mais técnicas e circunscritas sobre o tema, promovendo, como é habitual, períodos de debate para que fossem colocadas questões concretas”.

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PROF. DOUTOR MANUEL ANTUNES VAI A LOURES FALAR DA ALDEIA SUBMERSA DE VILARINHO DA FURNA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho no âmbito do FolkLoures’18

Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada” é o tema da conferência que o Professor Dr. Manuel Antunes vai proferir no próximo dia 30 de Junho, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retratam os usos e costumes das gentes de Vilarinho da Furna, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Manuel de Azevedo Antunes é doutorado em Ciência Política (2009). Estudante nas Universidades de Lisboa (1966-1976) e Paris – Sorbonne (1976-1977), desenvolveu atividade docente nas Universidades de Lisboa (1975-1992) e Maputo (1979-1987). Foi Consultor das Nações Unidas (1989), em Moçambique. Na Guiné- Bissau (1988-1992), participou, como coordenador, metodólogo e estatístico, no Inquérito Demográfico e Sanitário, para o Ministério da Saúde, com apoio do Banco Mundial. É, atualmente, Professor Associado e Investigador na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Preside a AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna, tendo publicado “Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Regra do Jogo, 1985), “Requiem por Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Biblioteca da Universidade Lusófona, 1994) e “Vilarinho da Furna, Memórias do Passado e do Futuro” (Lisboa: Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2005).

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AMARES DEBATE AGRICULTURA E VIZINHANÇA

O Auditório Conde de Ferreira, em Amares, acolhe, amanhã, a partir das 15h00, um workshop promovido pela Câmara Municipal de Amares em parceria com a CIM do Cávado. A sessão vai estar a cargo de um representante da Agência Portuguesa do Ambiente e está orientada para a população em geral, agricultores e membros das juntas de freguesias.

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Esta iniciativa, inserida na Feira Franca de Amares, vai abordar os seguintes temas: “Gestão adequada dos efluentes pecuários”, “Boas práticas na recolha e acondicionamento de resíduos de embalagens de Produtos Fitossanitários” e “Regras a atender na preparação das caldas e lavagem do equipamento de aplicação de Produtos Fitossanitários”, bem como “Limpeza de leitos e margens de correntes de águas públicas”.