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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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“RICARDO JORGE: MÉDICO E ESCRITOR” EM DESTAQUE EM CAMINHA NO PRÓXIMO UMA CONVERSA, UM LIVRO E ÀS VEZES UM FILME

Sessão terá lugar na Biblioteca Municipal de Caminha, dia 25 de janeiro, pelas 15H00

“Ricardo Jorge: médico e escritor” é o destaque do próximo “Uma Conversa, um Livro e às vezes um Filme”. Esta sessão será moderada por Henrique Barros, e terá lugar no dia 25 de janeiro, pelas 15H00, na Biblioteca Municipal de Caminha. A conversa será seguida pelo filme “Zero en Conduit”, de Jean Vigo, no Auditório do Museu Municipal de Caminha, pelas 17H00.

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Ricardo de Almeida Jorge foi um médico, investigador e higienista, professor de Medicina e introdutor em Portugal das modernas técnicas e conceitos de saúde pública, que exerceu diversos cargos na administração da saúde, conseguindo uma importante influência política. Foi um ilustre professor, a figura maior da Medicina Social em Portugal e um grande humanista.

Quanto ao moderador desta sessão, Henrique Barros, nasceu em 1957 no Porto. Licenciou-se em Medicina em 1981 pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP). Em 1991 adquiriu o título de assistente hospitalar de Gastrenterologia e doutorou-se com uma investigação epidemiológica sobre hepatites víricas. Atualmente, é Professor Catedrático de Epidemiologia na Faculdade de Medicina, presidente do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto, presidente da Associação Internacional de Epidemiologia e Presidente do Conselho Nacional de Saúde. Coordena ainda a Unidade de Investigação em Epidemiologia. É o responsável pelo desenho e implementação das três coortes de base populacional portuguesa, em curso, que seguem adultos (EPiPorto), adolescentes (EPITeen) e recém-nascidos (Geração21). É também o atual diretor do programa doutoral em Saúde Pública Global.

Esta iniciativa é organizada pelos Amigos da Rede de Bibliotecas de Caminha e pela Câmara Municipal de Caminha.

É de referir que os Amigos da Rede de Bibliotecas de Caminha (RBC) tornam-se leitores inscritos nas bibliotecas do concelho de Caminha. O estatuto de Amigo da RBC é formalizado através do preenchimento de um formulário, (com os dados biográficos essenciais e contactos) e da oferta de um livro que reverterá para a coleção da Biblioteca Municipal. A participação no grupo de Amigos da RBC é voluntária, exclui qualquer compensação e cessará no momento em que o Amigo assim o desejar. Através da sua ação, os Amigos RBC pretendem contribuir, de modo particular, para o desenvolvimento das competências e serviços das mesmas e, genericamente, para o progresso cultural da comunidade que estas servem.

Foto: Wikipédia

FAMALICÃO: MUSEU BERNARDINO MACHADO LANÇA NOVO CICLO DE CONFERÊNCIAS PARA 2020

“Conspirações, Revoltas e Revoluções 1891-1926” é o tema da iniciativa que arranca já a 31 de janeiro e decorre até 30 de outubro

As conspirações, revoltas e revoluções que ocorreram em Portugal entre o final do século XIX e o século XX marcaram de forma indelével o rumo do país, tornando-se em acontecimentos nacionais importantes que merecem ser estudados e refletidos para melhor compreender a história.

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A isso mesmo se propõe o Museu Bernardino Machado, de Vila Nova de Famalicão, ao longo de 2020, promovendo entre 31 de janeiro e 30 de outubro, o ciclo de conferências “Conspirações, Revoltas e Revoluções 1891-1926”. São nove encontros mensais, dedicados ao debate e reflexão dos vários movimentos de agitação popular e militar que ocorreram durante este período, com a presença de especialistas e investigadores de renome nacional.

O debate do tema encerra em novembro, com os habituais Encontros de Outono e a abordagem da mesma temática, mas durante o período entre 1926 e 1975.

Ao longo do tempo, o país viveu em várias ocasiões episódios de revolta, revoluções e até mesmo conspirações, que provocaram mudanças assinaláveis nos regimes do estado. Foi entre este período histórico (1891-1975) que se deu a queda da monarquia, a implantação da república, a reforma republicana e a instauração do Estado Novo.

De acordo com o coordenador cientifico do Museu Bernardino Machado “a eleição desta temática deve-se a circunstâncias fáceis de reconhecer, um mundo contemporâneo onde a violência armada tem sido uma constante nas “nações” e onde não cessam de ser notícia revoluções, revoltas e conspirações que nelas surgem”.

De resto, o responsável enumera quatro razões fundamentais para o debate desta temática. “O que realmente importa com esta temática é em primeiro lugar, procurar compreender porque é que os adversários políticos recorrem à violência armada e não à negociação e ao gradualismo político para solucionar os seus conflitos; em segundo lugar, que conexões podem estabelecer-se entre esses conflitos e as ideias de Estado-nação e de nacionalismo; em terceiro lugar, perceber se esses confrontos são uma expressão da evolução social (e, nessa medida, inevitáveis) ou expressão de vontades livres, mais ou menos individuais (e, nessa medida, confrontos evitáveis) e em quarto lugar, que motivações – e de que natureza – estiveram na origem das principais revoltas, revoluções e conspirações que ocorreram entre nós, de 1891 a 1975”.

Por outro lado, Norberto Cunha, adianta que o tema “muito a ver com o patrono do Museu, Bernardino Machado, não só porque foi vítima de algumas dessas revoltas e revoluções (como a de Mafra, em 1914; a de Sidónio Pais em 1918; a de maio de 1921; e a do 28 de maio de 1926) como discorreu e se pronunciou, amplamente, sobre elas, inclusive, no plano doutrinal”.

 

Entretanto, Paulo Cunha, destaca o trabalho de “estudo, investigação e reflexão da história de Portugal, promovido pelo Museu Bernardino Machado, salientando que “com estes ciclos de conferências anuais, o Museu tem dado um contributo muito importante para uma melhor compreensão da história nacional”.

PRIMEIRA CONFERÊNCIA REALIZA-SE A 31 DE JANEIRO

Norberto Cunha dá o “tiro de partida” para o ciclo de conferências, lançando o primeiro tema “O 31 de janeiro de 1891”, que vai decorrer precisamente na noite de 31 de janeiro, 129 anos após a revolta que culminou na primeira tentativa para instaurar o regime republicano.

Todas as conferências se realizam pelas 21h30, no Museu Bernardino Machado, sendo de entrada livre.

Os restantes temas são os seguintes: “O Regicídio (1908)”; “Machado Santos e o 5 de Outubro”; “A revolta de 14 de Maio de 1915”; “O 5 de Dezembro de 1917”; “Das incursões monárquicas de 1911 à Monarquia do Norte (1905-1919)”; “A revolta de 19 de Outubro de 1921”; “A revolta de 18 de Abril de 1925” e , por fim, “A Revolução de Maio: entre a reforma republicana e o Estado Novo".

PROGRAMA

Ciclo de Conferências

"Conspirações, revoltas e revoluções (1891-1926)”

 

1 – “O 31 de Janeiro de 1891”

Conferencista: Prof. Doutor Norberto Ferreira da Cunha

Data: 31 de janeiro de 2019

Hora: 21h30

Local: Museu Bernardino Machado

 

2 – “O Regicídio (1908)”

Conferencista: Prof. Doutor António Ventura

Data: 28 de fevereiro de 2019

Hora: 21h30

Local: Museu Bernardino Machado

 

3 – “Machado Santos e o 5 de Outubro”

Conferencista: Prof. Doutor Luís Filipe Reis Torgal

Data: 27 de março de 2019

Hora: 21h30

Local: Museu Bernardino Machado

 

4- “A revolta de 14 de Maio de 1915”

Conferencista: Prof. Doutor Bruno Navarro

Data:  17 de abril de 2019

Hora: 21h30

Local: Museu Bernardino Machado

 

5- “O 5 de Dezembro de 1917”

Conferencista: Coronel Doutor Luís Alves de Fraga

Data:  22 de maio de 2019

Hora: 21h30

Local: Museu Bernardino Machado

 

6 - “Das incursões monárquicas de 1911 à Monarquia do Norte (1905-1919)”

Conferencista: Prof. Doutor Miguel António Santos

Data: 19 de junho de 2019

Hora: 21h30

Local: Museu Bernardino Machado

 

7 – “A revolta de 19 de Outubro de 1921”

Conferencista: Doutor António Queiroz

Data: 10 de julho de 2019

Hora: 21h30

Local: Museu Bernardino Machado

 

8 – “A revolta de 18 de Abril de 1925”

Conferencista: Prof. Doutor Ernesto Castro Leal

Data: 25 de setembro de 2019

Hora: 21h30

Local: Museu Bernardino Machado

 

9 – “A Revolução de Maio: entre a reforma republicana e o Estado Novo"

Conferencista: Prof. Doutor Luís Reis Torgal

Data: 30 de outubro de 2019

Hora: 21h30

Local: Museu Bernardino Machado

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PAULO CUNHA, RUI MOREIRA E BASÍLIO HORTA DEBATEM EM FAMALICÃO "OS CAMINHOS DA DESCENTRALIZAÇÃO"

Cinco autarcas participam no ciclo de conferências do JN, que se realiza domingo, 12 de janeiro, no Rivoli

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, é um dos autarcas convidados da conferência “Os Caminhos da Descentralização”, promovida pelo Jornal de Notícias, que vai decorrer no domingo, dia 12 de janeiro, no grande auditório do Teatro Rivoli, no Porto.

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Paulo Cunha, que é reconhecidamente um defensor da regionalização, irá debater o tema “A educação como piloto da descentralização?”, pelas 14h30, num painel moderado por Paula Ferreira, editora executiva adjunta do Jornal de Noticias.

Para além de Paulo Cunha, o debate irá contar também com as participações dos presidentes de Câmara do Porto, Rui Moreira; de Setúbal, Maria das Dores Meira; de Sintra, Basílio Horta; e de Évora, Carlos Pinto de Sá.

A Lei-quadro da Descentralização, publicada em 2018, provocou a reação negativa de muitos autarcas, que dizem estar a confundir-se “tarefização” com descentralização. Alguns clamam também pela Regionalização.

É neste âmbito que o Jornal de Notícias convida os autarcas a debater publicamente os caminhos da descentralização em três painéis sobre os temas da Habitação, Saúde, Educação e Financiamento, liderados por autarcas com origens políticas distintas e que têm tomado publicamente posições sobre o tema.

A iniciativa inserida no ciclo de conferências do JN “Praça da Liberdade”, arranca pelas 10h00, com a sessão de abertura a cargo do diretor do Jornal de Notícias, Domingos de Andrade e do presidente da Câmara Municipal de Porto, Rui Moreira. Segue-se o primeiro painel com o tema “Que obrigações públicas na habitação?” na mesa presidida por Maria das Dores Meira, com moderação de Alexandra Figueira, Jornalista JN. O segundo painel é dedicado ao tema “Competências ou tarefas no sector da saúde?”, com mesa presidida por Basílio Horta, e moderação de Inês Schreck, Jornalista JN. Depois da pausa do almoço é a vez de Paulo Cunha debater “A educação como piloto da descentralização?”. Segue-se o painel “Como se financia a descentralização?”, com mesa presidida por Carlos Pinto de Sá e moderação de Rafael Barbosa, Chefe de Redação do JN. Por fim, Rui Moreira debate “Descentralizar para regionalizar?”.

As inscrições são gratuitas, mas obrigatórias até ao dia 10 de janeiro, através do site em jn.pt/conferencias.

FAMALICÃO DEBATE ARQUEOLOGIA

Casa do Território com ciclo de conferências sobre a arqueologia de Famalicão

A Casa do Território, em Vila Nova de Famalicão, acolhe esta sexta-feira, dia 13 de dezembro, a primeira conferência do ciclo “Arqueologia de Famalicão: Património arqueológico e questões de identidade”, promovido pela Câmara Municipal no âmbito do programa de atividades da exposição “6 Mil – das origens a Famalicão”, patente neste espaço até janeiro de 2020.

Ciclo de conferências decorre no âmbito da exposição '6 Mil – das origens a Famalicão'.jpg

A iniciativa decorrerá a partir das 18h00 e contará com as intervenções de Armando Coelho, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP), sobre “As origens do povoamento e a organização primordial do território”, e de Rui Morais, também docente da FLUP, com o tema “Nas margens de Bracara Augusta: A cidade e o campo”.

Refletir sobre alguns aspetos fundamentais da singularidade do território concelhio de Vila Nova de Famalicão, observando os antecedentes pré-históricos que assinalam as origens do seu povoamento, e enaltecer a importância dos museus de arqueologia para o entendimento das questões de identidade nacional, regional e local, são alguns dos objetivos deste ciclo de conferências.

A entrada na conferência é livre e gratuita.

Recorde-se que a exposição “6 Mil - das origens a Famalicão”, patente na Casa do Território, convida a uma viagem pela história do território de Vila Nova de Famalicão, retratando a evolução do território desde os primeiros vestígios da presença humana até à Idade Média.

SEMINÁRIO GERÊS-XURÊS DECORREU NO MUSEU DE VILARINHO DA FURNA

Tendo por objetivos promover a discussão sobre as oportunidades e problemas existentes no setor e ouvir os principais atores e empresas que atuam neste território, a CIM Cávado em parceria com o Município de Terras de Bouro, com a CIM do Alto Minho e com o INORDE – Orense, promoveu no dia 5 de dezembro o seminário Gerês - Xurês: Turismo de Natureza num espaço Transfronteiriço, evento que decorreu  no Salão do Museu da Geira, Campo do Gerês em Terras de Bouro.

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A Comunidade Territorial de Cooperação LIMA-LIMIA-CÁVADO é um projeto apoiado pelo POCTEP - Programa de Cooperação INTERREG VA Espanha-Portugal que tem por objetivo promover o desenvolvimento do território no espaço transfronteiriço Norte de Portugal – Galiza, envolvendo diretamente os territórios do Cávado, Alto Minho e Ourense. Um dos objetivos deste projeto é a promoção do turismo de natureza e das suas atividades.

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MUSEU DE VILARINHO DA FURNA PROMOVE SEMINÁRIO SOBRE O GERÊS-XURÊS

Seminário Gerês-Xurês - Museu de Vilarinho da Furna - 05 de Dezembro

Comunidade Territorial de Cooperação LIMA-LIMIA-CÁVADO é um projeto apoiado pelo POCTEP - Programa de Cooperação INTERREG VA Espanha-Portugal que tem por objetivo promover o desenvolvimento do território no espaço transfronteiriço Norte de Portugal – Galiza, envolvendo diretamente os territórios do Cávado, Alto Minho e Ourense. Um dos objetivos deste projeto é a promoção do turismo de natureza e das suas atividades.

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Neste âmbito e com o objeto de promover a discussão sobre as oportunidades e problemas existentes no setor e ouvir os principais atores e empresas que atuam neste território, a CIM Cávado em parceria com o Município de Terras de Bouro, com a CIM do Alto Minho e com o INORDE – Orense, promovem no próximo dia 5 de dezembro o seminário Gerês - Xurês: Turismo de Natureza num espaço Transfronteiriço, que decorrerá no Auditório do Museu de Vilarinho da Furna, Campo do Gerês em Terras de Bouro, entre as 14h00 e as 17h30.   A sessão é gratuita, mas a inscrição obrigatória, devendo ser feita através do link: https://forms.gle/SP5YeyNVNWK8fHZaA .

TERRABOURENSES DEBATEM ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO TRABALHO

Conferência sobre as alterações ao Código do Trabalho a 27 de novembro

A Associação Empresarial do Vale do Homem (AEVH) irá promover no próximo dia 27 de novembro, pelas 19h00, no Salaõ Nobre dos Paços do Concelho, uma sessão destinada a prestar esclarecimentos e elucidar dúvidas eventuais sobre as alterações ao Código do Trabalho. A conferência destina-se a todos os interessados, empresas e particulares, que terão assim ao seu dispor uma reunião de trabalho que será, certamente, muito assertiva sobre a temática em questão.

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LUÍS ESTEVES, PRESIDENTE DA CASA DO CONCELHO DE CASTRO DAIRE, LEVA AS “CASAS REGIONAIS EM LISBOA” AO COLÓQUIO INTERNACIONAL PROMOVIDO PELO INATEL E O CENTRO DE ESTUDOS DE ECONOMIA PÚBLICA E SOCIAL (CEEPS)

Casas Regionais em Lisboa em Colóquio Internacional - 18 e 19 NOV - Teatro da Trindade INATEL

CASAS REGIONAIS EM LISBOA é tema apresentado no X Colóquio Ibérico de Economia Social do CIRIEC, I Colóquio Internacional de Economia Social da Fundação INATEL, subordinado ao tema genérico ‘Sustentabilidade do Território, Património e Turismo Social’, a acontecer, nos dias 18 e 19 de Novembro, no Teatro da Trindade em Lisboa.

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A comunicação está ao encargo de Luís Esteves, nosso conhecido presidente de direção das Casa de Castro Daire em Lisboa, membro do Conselho Nacional da CPCCRD (Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto) e membro da direção da ACCL (Associação das Colectividades de Lisboa) e sua intervenção intitula-se ‘Casas Regionais em LisboaRepositórios rurais em espaços culturais urbanos’.

O colóquio contará com um primeiro dia, para a participação de especialistas nacionais e internacionais nos temas em apreço e com um segundo dia, para a realização de comunicações por parte de docentes e investigadores provenientes de várias instituições de ensino e investigação, alargando o debate e aprofundando o conhecimento sobre as matérias neste contexto. A abertura cabe aos principais representantes das entidades envolvidas e dos representantes da Comissão Europeia e Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social de Portugal e termina com um concerto Worl Music Concept com Lula Pena (Portugal) e Muzsikás (Hungria).

Luís Esteves dedica a sua investigação de doutoramento, ao fenómeno de estruturas associativas, sem fins lucrativos, do século XX, resultante do fluxo migratório das aldeias para as cidades. Estes espaços urbanos são elementos estruturantes, de identidade e memória, arquivos de herança rural, enriquecedores do património histórico e cultural. Aspiração de ‘reaportuguesar’ Portugal num país idealizado, por meio das atividades realizadas em coletivo de ritos e rituais, por via da recolha do folclore e levantamentos etnográficos dos usos e costumes dos antepassados. Estudo de investigação-ação, inserido num modelo etnográfico que revela as práticas do migrante português como ser intermediário do reconhecimento e transmissão do seu próprio património. Principais atores de promoção e divulgação da cultura tradicional e popular portuguesa na capital lisboeta, incluindo a salvaguarda e produção da documentação geral mais significativa.

Através da análise em campo, as Casas Regionais em Lisboa funcionam como locais de sociabilidade, pontos de encontro, que implicam simultaneamente os modos de interação na vida quotidiana e suas formas de agrupamento permanente cujos estatutos e modos de funcionamento são núcleos geradores de iniciativas próprias, aglutinadores de vontades, universo de dirigentes e dirigidos, possuidores de organogramas semelhantes. O que torna possível a afirmação da singularidade de cada uma destas Casas Regionais como repositório de uma tradição que tem na sua fonte um complexo de valores de património ético comum com o qual os associados se identificam e em torno do qual se mobilizam. São estes valores que fazem a diferença, a defesa de interesses e promoção de temáticas de relevo para as regiões, manifestações evidentes da sociedade organizada, ou seja, como expressão da sociedade civil, fator de estabilização e pacificação de caráter intergeracional que assenta em larga medida nos laços dos afetos que radicam na cultura, valores, modos de ser e de estar. 

AQRRANCOU EM ARCOS DE VALDEVEZ A 1ª SEMANA DA IGUALDADE

Convocar a Diversidade para evocar a Igualdade - 1ª Semana da Igualdade já arrancou. Álvaro Laborinho Lúcio foi o primeiro convidado desta semana

Na passada sexta-feira, 18 de outubro, arrancou a programação da 1ª semana da Igualdade, tendo Álvaro Laborinho Lúcio, juiz-conselheiro jubilado do Supremo Tribunal de Justiça e antigo Ministro da Justiça, vindo a Arcos de Valdevez debruçar-se sob a temática “De que falamos quando falamos de Igualdade?”.

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Na abertura desta sessão o Presidente da Câmara Municipal, João Manuel Esteves, destacou a importância desta iniciativa para a sociedade, considerando que a participação das pessoas neste tipo de debates e encontros “é um elemento preponderante no combate à desigualdade”. Um tema que se debate há já 40 anos e está explanado numa exposição patente na Casa das Artes até dia 2 de Novembro, através da disponibilização de 40 cartazes de iniciativas realizadas ao longo destas 4 décadas.

O autarca resumiu o trabalho que o Município tem vindo a desenvolver neste âmbito, por forma a colmatar o desfasamento entre o reconhecimento do direito à igualdade e do respeito pela diferença e a sua concretização real e efetiva, como sendo a aprovação pela Câmara Municipal de um Compromisso para a Igualdade e Não Discriminação.

O Município nomeou uma Conselheira para a Igualdade, a Dra. Manuela de Melo, a qual está a colaborar em diversas iniciativas. No dia 25 de outubro será assinado um protocolo com a CIG – Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género.

O Município está a elaborar o Plano Municipal para a Igualdade e como tal, tem realizado várias sessões da Igualdade dirigidas a públicos estratégicos das áreas do Emprego e Formação; Educação Cultura e Desporto; Ação Social, Saúde e Bem-estar; Violência, Segurança e Justiça, de forma a obter vários contributos para efeito de realização do diagnóstico concelhio.

Perante uma plateia atenta e interessada, Laborinho Lúcio abordou o tema, referindo os principais eixos em que se baseia a Igualdade, nomeadamente a complexidade, a diversidade, a incerteza e o risco, enfatizando ser essencial agir em cooperação e corresponsabilização, bem como ser muito importante termos na nossa sociedade cidadãos informados/críticos e cidadãos ativos.

O programa desta iniciativa dedicada à Igualdade é composto por conferências/debates com oradores conhecidos, passando pelas diversas linguagens musicais e teatrais, integrando ações de formação e de coresponsabilização política, o programa da 1ª Semana VEZ de IGUALDADE pretende chamar a atenção de pessoas de diferentes idades e interesses para os riscos da exclusão baseada na diferença.

Combater o desconhecimento, a desinformação e o medo do “outro” é essencial para construir uma sociedade mais livre e justa. 

A programação da 1ª semana das Igualdade culmina com a conferência/debate “Migrações: inevitáveis e positivas”, proferida pelo Professor Doutor e Ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, no dia 2 de Novembro, pelas 21h30, na Casa das Artes.

Participe!

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PROFESSOR DA EPATV: PROF. ANTÓNIO CUNHA APRESENTOU “NOMADISMO DA ALMA” NO MUSEU DA GEIRA

O fotógrafo e professor da Escola Profissional Amar Terra Verde (EPATV), António Cunha, apresentou domingo, dia 20 de outubro, no Museu da Geira, o seu livro de fotografias sobre o Parque Nacional da Peneda-Gerês, “Nomadismo da Alma”.

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Com um título inspirado em Miguel Torga, a apresentação do livro deu maior solenidade à celebração do Dia do Município de Terras de Bouro. Dos 505 anos do Foral de D. Manuel I e à Homenagem ao Padre João Aguiar Campos, autor de alguns poemas incluídos pelo Prof. António Cunha na sua obra.

A apresentação teve lugar no Museu situado em Campo do Gerês, perante várias centenas de pessoas e esteve a cargo do professor Manuel Adelino Cracel Viana, com alguns alunos seus a recitarem poemas de “Nomadismo da Alma” da autoria de João Luís Dias, Ana Maria Dias da Cunha, José Carlos Barros, Luís Vendeirinho e Carlos Pereira. Ainda ecoavam no Museu os excelentes acordes da rejuvenescida, afinada e centenária Banda de Carvalheira que deram mais vida à entrega da Medalha de mérito Ouro ao padre e jornalista João Aguiar Campos, amigo de António Cunha.

Na sessão presidida por Manuel Tibo, presidente do Município, podiam ver-se professores da EPATV, a sua Diretora Pedagógica, Sandra Monteiro, o Diretor Geral, João Luís Nogueira, ex-presidentes de Câmara Municipal de Terras de Bouro (António Afonso e Joaquim Cracel), entre outras individualidades.

António Cunha admitiu que “é um livro de um privilegiado. Primeiro por ser apresentado na homenagem do padre João Aguiar Campos, segundo porque estar associado ao dia do Município e, finalmente, por ser o resultado de duas paixões – fotografia e natureza” e, assim sendo, morar em Terras de Bouro é um enorme privilégio porque estão aqui algumas das mais belas paisagens do país, referiu.

Para António Cunha, nesta era tecnológica, a impressão da fotografia justifica-se porque fotografia impressa ganha, pois, outra dimensão. Ganha outro tempo e desperta outros sentidos. Paramos para ver, para observar, para tocar…. em síntese: paramos para sentir”.

Assim, continuou afirmando que é necessário que, por vezes, invertamos o processo e passemos do digital para o analógico, e uma forma de o fazer é através dos livros. Os livros materializam conhecimentos, pensamentos, ideias, histórias, locais e momentos, tornando-os intemporais e eternos.

Além disso, “fotografar a natureza é gravar momento com uma luz única e irrepetível” – acrescentou o prof. António Cunha que sentiu a dor de escolher entre milhares de fotos feitas ao “longo de mais de uma década”.

No final da sua alocução, António Cunha dedicou o livro ao grupo de caminhadas “Isto é que é lindo?” e pediu aos leitores que aprendam a “olhar a serra, a olhar para as coisas simples da vida”.

No lançamento, Manuel Cracel Viana destacou do autor «o amor pela terra, o sentido estético, a preocupação social e cultural de um homem com um sentido de humor requintado».

O livro «possui a grande capacidade para ter várias leituras» e possui um título de «expressivo significado», por evocar um dos poetas portugueses que mais amou a Serra do Gerês, Miguel Torga.

Manuel Adelino Cracel Viana define o livro como o resultado de uma “sugação sensorial” que recolhe momentos de visão, de odores, de audição e de tato e reflete “um enorme amor à terra com um sentido justo e ambiental”, tendo aludido ainda às caminhadas que proporcionaram estas fotos, como “metáfora da vida” e apresentou as três linhas de leitura possíveis para este livro: as estações do ano, os quatro elementos e as fases do dia. A apresentação destas linhas de leitura foi intercalada pela recitação de poemas inscritos na obra.

“Nomadismo da Alma” – com título extraído do “Diário VIII”, de Miguel Torga – trata-se de um livro sobre a Natureza, com incidência na região do Parque Nacional da Peneda-Gerês, composto por 142 fotografias da autoria de António Cunha, obtidas ao longo de uma década, e 43 textos/poesias de mais sete autores, também eles “amantes desta região”.

ANTÓNIO CUNHA

António Cunha nasceu em Terras de Bouro em 1968 e é Mestre em Ensino de Informática e Pós-graduado em Tecnologias de Informação e Comunicação, especialização em Multimédia.

É docente da escola Profissional Amar Terra Verde (EPATV) há mais de 20 anos e um apaixonado pela Natureza e pelas caminhadas.

O facto de viver perto do coração do Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) desenvolveu-lhe a paixão pela fotografia.

«Da conjugação destas duas paixões – natureza e fotografia – resulta um trabalho de registo e de divulgação das belezas naturais do único Parque Nacional existente em Portugal», pode ler-se relativamente ao autor na obra agora lançada.

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MUSEU BERNARDINO MACHADO PROMOVE NOVA CONFERÊNCIA QUE RECORDA OS INTERESSES DE PORTUGAL NA AMAZÓNIA

Museu Bernardino Machado promove nova conferência esta sexta-feira

A docente Lina Madeira é a convidada da próxima sessão do ciclo de conferências “As Relações Portugal e Brasil na I República (1910-1926)”, dedicada à temática “Veiga Simões e os interesses de Portugal na Amazónia”, que vai decorrer esta sexta-feira, dia 18, a partir das 21h30, no Museu Bernardino Machado.

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“Numa altura em que a floresta amazónica é notícia de primeira página pelas razões mais preocupantes”, o museu famalicense propõe uma conversa sobre Alberto de Veiga Simões, nomeado Cônsul de 3.ª classe de Portugal em Manaus, em 1915, e autor das obras “Daquém & Dalém Mar. Portugal & a Amazónia. Estudo de Política Económica” e “Interesses Portugueses na Amazónia”.

Refira-se que Lina Madeira é professora de História do 3.º Ciclo do Ensino Básico e Secundário. Natural de Viana do Castelo, licenciou-se em História, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, em 1991. Dez anos depois, concluiu o Mestrado em História Contemporânea, pela mesma Faculdade. No ano seguinte, a sua tese, “Alberto da Veiga Simões. Esboço de uma biografia política”, recebeu o Prémio Fundação Mário Soares. Doze anos depois, terminou o Doutoramento em Letras (pré-Bolonha), na área de História, na especialidade de História Contemporânea, pela Faculdade na qual sempre estudou. É colaboradora do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX, da Universidade de Coimbra (CEIS20).

MUNICÍPIO DE ESPOSENDE APOSTA NA SUSTENTABILIDADE ALIMENTAR NAS ESCOLAS

O Município de Esposende vai avançar com a implementação de um Plano de Sustentabilidade Alimentar nas escolas do concelho, orientado para a promoção do consumo de produtos locais, nomeadamente hortícolas e pescado.

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Ciente de que a saúde e a promoção do bem-estar devem ocupar um lugar central nas políticas dos territórios e das comunidades, uma vez que se traduzem em fatores preponderantes para o seu desenvolvimento sustentável, o Município de Esposende aposta neste plano tendo por base a Estratégia Nacional para o Desenvolvimento Sustentável 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU.

Esta estratégia de sustentabilidade alimentar delineada pelo Município vai ser dada a conhecer na Conferência sobre Sustentabilidade Alimentar, que irá decorrer no dia 15 de outubro, no Centro de Educação Ambiental, em Marinhas, onde será também assinado um protocolo com a SONAE MC, com vista à implementação de hortas escolares no âmbito do referido plano.

Após as intervenções do Presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira, e do Diretor Executivo do ACES Cávado III Barcelos-Esposende, Fernando Ferreira, terá lugar a apresentação do Programa de Sustentabilidade Alimentar, comentado por Rui Lima, Nutricionista da Direção Geral de Educação.

Segue-se a apresentação dos resultados da avaliação da quantidade de sal nas sopas, por João Silva, do ISAVE – Instituto Superior de Saúde, com intervenção de Rita Pinheiro, do Instituto Politécnico de Viana de Castelo.

Sob a moderação da Vice-Presidente e Vereadora do pelouro da Saúde Pública da Câmara Municipal de Esposende, Alexandra Roeger, decorrerá, posteriormente, o “Laboratório de Ideias”, com a participação de Fernando Ferreira, Diretor ACES Cávado III – Barcelos/Esposende, Helena Lima, do Laboratório de Criação para a Literacia em Saúde, Rita Pinheiro, do Instituto Politécnico de Viana de Castelo, Mafalda Duarte, do ISAVE – Instituto Superior de Saúde, Chefe Mário Rodrigues, Hugo Silva, da Movelife, José Ruivo, da Noocity, Andreia Domingues, da SONAE MC, Helena Cardoso, da DOCAPESCA, e de um representante da Comissão Nacional de Combate de Desperdício Alimentar.

A encerrar os trabalhos, intervirá o Secretário Executivo da CIM do Cávado, Luis Macedo.

PAREDES DE COURA DEBATE GLOBALIZAÇÃO E MIGRAÇÕES

António Avelãs Nunes, Fernando Catroga, Fernando Rosas, Francisco Louçã, Manuela Tavares Ribeiro, Maria Beatriz Rocha Trindade, Alice Ramos e Carlos Nolasco

“Globalização, Minorias e Migrações”. 12 out | 9h30 | Paredes de Coura

“Globalização, Minorias e Migrações” é o colóquio que vai percorrer todo o próximo sábado, dia 12 de outubro, a partir das 9h30, no Centro Cultural de Paredes de Coura, reunindo alguns dos mais ilustres académicos para discutir um tema da maior atualidade e que marca a agenda dos nossos dias.

Promovido pelo Município de Paredes de Coura em parceria com CENFIPE – Centro de Formação das Escolas do Alto Lima e Paredes de Coura, o colóquio “Globalização, Minorias e Migrações” traz até nós distintos nomes da área do conhecimento como os Professores António Avelãs Nunes, Fernando Catroga, Fernando Rosas, Francisco Louçã, Manuela Tavares Ribeiro, Maria Beatriz Rocha Trindade, Alice Ramos e Carlos Nolasco.

“Antigamente, a cultura dominante absorvia e impunha-se sobre os migrantes. Hoje, num mundo livre e multicultural, as diferenças tendem a permanecer, e ainda bem, mas isto muitas vezes provoca choques que estimulam a xenofobia sobretudo nos tempos de crise, fazendo renascer ódios e os velhos medos”, observa Vitor Paulo Pereira, presidente da Câmara de Paredes de Coura, para quem “este colóquio serve sobretudo para refletir sobre o tema e desmontar mitos e medos, através da partilha de conhecimento de alguns dos melhores especialistas universitários do nosso país”.

Um tema ainda mais premente, quando múltiplos exemplos encaixam no Velho Continente: “Numa Europa confusa do ponto de vista político e económico, constatamos que não existe uma posição coesa e eficaz da União Europeia. Sabemos que não existem soluções rápidas para o problema, mas não adianta adiar”, defende Vitor Paulo Pereira, sublinhando que “é importante lembrar que os refugiados não representarem um ameaça. Antes pelo contrário, se tivermos uma estratégia europeia conjunta estes poderão ser uma solução para o nosso problema demográfico e um estímulo para a economia. Não fazer nada é que pode ser um problema até porque a mobilidade humana num mundo globalizado aumenta todos os dias de forma surpreendente”.     

“Iuventa” – e o drama dos resgates

Depois de um primeiro encontro na noite de sexta-feira, pelas 21h30, para assistir à projeção do filme “Iuventa”, dirigido por Michele Cinque --  segue o navio de resgate da ONG 'Iuventa' na sua missão de salvar a vida dos migrantes --, o dia de sábado é dedicado às mais diversas comunicações, como “Globalização: os perigos e as respostas”, por António Avelãs Nunes, da Universidade de Coimbra/FD; “Exemplar efeito da globalização: o confronto entre Deuses e Césares”, por Fernando Catroga, da Universidade de Coimbra/FL; “A globalização e a geopolítica internacional”, por Fernando Rosas, da Universidade Nova de Lisboa/FLCH; “A desordem financeira na era da globalização”, por Francisco Louçã, da Universidade de Lisboa/ISEG; “A Sociedade das Nações e as minorias”, por Manuela Tavares Ribeiro, da Universidade de Coimbra/FL; “Migrações: permanência e diversidade”, por Maria Beatriz Rocha Trindade, da Universidade Aberta; “Atitudes, perceções e preconceitos europeus perante as migrações e os refugiados”, por Alice Ramos, da Universidade de Lisboa/ICS e “O drama dos refugiados na Europa”, por Carlos Nolasco, da Universidade de Coimbra/CÊS.

Um conjunto de comunicações proferidas por notáveis oradores das mais diversas áreas do saber para nos ajudar a compreender um fenómeno atual, que atravessa transversalmente todas as sociedades e culturas em todo o Planeta.

 “Iuventa”

Neste filme poderoso e em movimento, seguimos o navio de resgate da ONG 'Iuventa' em sua missão de salvar a vida dos migrantes. A partir deste ano, os navios de resgate das ONG encontram-se incapazes de operar, acusados de gerir um "Serviço de táxi" para contrabandistas. Trata-se de uma história complexa, capturando tanto o drama dos resgates como o despertar político dos jovens protagonistas.

Ano 2018 / Duração 87 minutos / Direção Michele Cinque / Produção Lazy Film / País de origem Itália

PONTE DE LIMA REEDITA CONFERÊNCIAS DO CASINO

O Fórum Sociedade e Democracia vai promover a mais uma edição de "AS NOVAS CONFERÊNCIAS do CASINO", cuja realização tem o alto patrocínio do Município de Ponte de Lima.

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Nesse sentido, a 1ª Conferência desta 3ª Edição irá realizar-se na próxima 6ª Feira, dia 4 OUT, às 21:30 horas no Auditório Municipal e terá como conferencista convidado o Prof. Doutor Rui Vinhas da Silva.

As Novas Conferências do Casino - tal como as originais - têm como propósito fundamental reflectir sobre as mudanças sociais, políticas, económicas, culturais e científicas do mundo, assim como reflectir com sociedade como ela é e como deverá vir a ser, e todas as correntes em marcha no século XXI.

CICLO DE CONFERÊNCIAS LEVA OS PARTICIPANTES PELOS PERCURSOS E MEMÓRIAS DA INDÚSTRIA TÊXTIL DA BACIA DO AVE

Iniciativa arranca a 12 de outubro, no Museu da Indústria Têxtil, com conferência e visita guiada à Fábrica do Ferro em Fafe

O Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave vai promover um ciclo de conferências intitulado “Percursos e Memórias da Indústria na Bacia do Ave”, com visitas guiadas a vários espaços industriais da região. A iniciativa conta com três conferências em outubro, novembro e dezembro.

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A participação é gratuita. As inscrições e informações devem ser solicitadas junto do Museu da Indústria Têxtil ou através do email geral@museudaindustriatextil.org.

A primeira conferência realiza-se já no próximo dia 12 de outubro, pelas 15h00, com a presença da arquiteta Luísa Sousa Ribeiro, da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto. A convidada irá falar sobre o “Paternalismo Industrial do Vale do Ave. O caso da Fábrica do Ferro”. Depois de abordar a temática, os participantes são convidados a visitar a fábrica de fiação e tecidos de Fafe (Fábrica do Ferro), num autocarro disponibilizado gratuitamente. A oradora propõe realizar um percurso ao lado do rio Ferro que conecta a fábrica e dois bairros e equipamentos. O regresso ao Museu acontece pelas 17h15.

No dia 16 de novembro, debate-se “A Fábrica de lanifícios do barão da Trovisqueira, a têxtil inaugural de Riba de Ave”, a partir das 15h00, com Mário Bruno Pastor da Universidade Católica Portuguesa. A visita guiada será ao local onde esteve implantada a Fábrica em Riba de Ave.

Entretanto, no dia 7 de dezembro, vai-se abordar o tema “O contributo da Revista Guimarães para a mudança do paradigma industrial local”, com a conferencista Paula Ramos Nogueira da Universidade de Coimbra, Instituto de Investigação Interdisciplinar, Centro de Física. A visita será à exposição temporária “Indústria Têxtil da Guimarães: do sistema antigo ao advento das máquinas” (Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, Guimarães).

Refira-se que a organização deste ciclo de conferências surge no seguimento das Jornadas da Primavera, uma iniciativa que decorreu ao longo de seis edições no Museu da Industria Têxtil. Com o mesmo objetivo, mas em formato diferente, este ciclo de conferências pretende proporcionar aos visitantes uma mais correta apreensão da história da indústria têxtil portuguesa, através das visitas guiadas aos espaços, permitindo também um melhor conhecimento da atual realidade industrial do sector e uma melhor noção do potencial que a indústria têxtil tem.

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VIZELA DEBATE RISCOS QUÍMICOS

Vizela recebe Seminário ‘Riscos Químicos Sob Controlo’

No âmbito da Campanha Europeia 2018/2019, “Locais de Trabalho Saudáveis: Gerir as Substâncias Perigosas”, a Autoridade para as Condições do Trabalho, em parceria com a Câmara Municipal de Vizela e o Agrupamento de Centros de Saúde do Alto Ave, realiza no próximo dia 7 de outubro de 2019, no auditório da Escola EB 2,3 de Vizela, o Seminário RISCOS QUIMICOS SOB CONTROLO.

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O objetivo deste seminário é dar a conhecer os riscos inerentes à exposição profissional a agentes químicos e biológicos e sensibilizar para a prevenção das doenças profissionais relacionadas com essa exposição, bem como o seu impacto no regresso do trabalhador ao trabalho.

A inscrição é gratuita mas obrigatória, através do seguinte endereço: https://forms.gle/8NrUfN7A1L1wdSCm9.

ARCOS DE VALDEVEZ RECEBE CONFERÊNCIAS "MINHO EXPORTADOR"

Conferências “Minho Exportador”: Presidente da Câmara Municipal recebeu conferencistas nos Paços do Concelho

O Presidente da Câmara Municipal, João Manuel Esteves recebeu nos Paços do Concelho os conferencistas que iriam integrar os painéis do ciclo de conferências ”Minho Exportador”, organizadas pela Incubo, nomeadamente, representantes da AICEP, Embaixada do Brasil, Câmara de Comércio Luso Brasileira, representantes da JETRO – Japan External Trade Organization, Câmara de Comércio Luso-Americana, Câmara de Comércio Luso-Francesa, o Conselheiro Adjunto da Embaixada da Alemanha, o Cônsul Geral de Espanha no Porto e o Secretário-geral da Câmara de Comércio Luso-Espanhola.

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Estas receções tiveram como objetivo fazer uma apresentação da realidade do concelho em termos económicos e turísticos, analisar oportunidades de investimento, enquadrando ao mesmo tempo os incentivos criados pelo município para a atração de empresas e de investidores, bem como as infraestruturas existentes no concelho, e aprofundar as relações entre as diversas entidades. O autarca apontou também os principais atrativos de Arcos de valdevez ao nível do património natural, cultural, gastronómico, acolhimento empresarial e oferta turística.

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O Ciclo de Conferências ”Minho Exportador” pretendeu dinamizar junto das empresas a internacionalização - por um lado, apresentar alguns dos mercados internacionais mais importantes para os setores prioritários do projeto Minho Export (Cultura, Criação e Moda / Capital Simbólico e Tecnologias e Serviços de Turismo / Sistemas Agroambientais e Alimentação), e por outro, aproveitando a presença de empresários que já exportam para esses mercados, deixar informação objetiva das estratégias e técnicas de entrada nesses mercados.

João Manuel Esteves marcou presença nestas sessões, onde deixou claro quais as vertentes económicas com maior expressão em Arcos de valdevez são a indústria, através dos parques empresariais, e o Turismo, através do turismo de natureza e de ambiente. Áreas em expansão e com margem para largo crescimento no exterior.

No apoio ao dinamismo económico Arcos de Valdevez destaca-se num conjunto de incentivos ao investimento tais como, a redução de 50% das taxas municipais relativas a licenciamentos de projetos agrícolas, florestais, pecuários, comerciais, industriais, turísticos e de serviços; a isenção de derrama; a redução das taxas de ocupação do terrado na feira quinzenal e no Mercado Municipal e a isenção ou redução de IMI e IMT no turismo em espaço rural e nos projetos de investimento das empresas nos termos do Código dos Benefícios Fiscais. No investimento na Área de Reabilitação Urbana (ARU) existe ainda um conjunto de incentivos como isenção ou redução de IMI e IMT, a redução do IVA de 23% para 6% nas empreitadas e a dedução à coleta de 30%.

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