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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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FAMALICÃO: ESCRITOR BRUNO VIEIRA AMARAL FOI O GRANDE VENCEDOR DO PRÉMIO DE CONTO CAMILO CASTELO BRANCO

Escritor premiado com a obra “Uma Ida ao Motel e Outras Histórias”. Bruno Vieira Amaral refere “honra e responsabilidade” na hora de receber o Grande Prémio Camilo Castelo Branco

“Um dia ofereceram-me o livro “A Queda de Um Anjo” de Camilo Castelo Branco e foi uma das experiências de leitura mais intensas e fascinantes que tive na minha vida. A obra é um dos grandes monumentos literários do humor literário em Portugal e que até hoje me serve de inspiração, mas também de frustração por não conseguir escrever assim”. O episódio foi relatado esta segunda-feira, por Bruno Vieira Amaral, o grande vencedor do Prémio de Conto Camilo Castelo Branco, com a obra “Uma Ida ao Motel e Outras Histórias”.

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Na sessão da entrega do galardão promovido pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, em colaboração com a Associação Portuguesa de Escritores (APE), o escritor abordou a admiração pelo “génio” Camilo Castelo Branco e a importância do prémio para a sua carreira literária. “É uma honra enorme, mas também uma responsabilidade”.

“Este prémio dignifica o ofício de escritor” disse, destacando a relevância do galardão para a profissionalização dos escritores. “Tendo em conta a dimensão do nosso mercado cultural, os poucos e fracos hábitos de leitura, estes prémios têm muita importância. É um dos prémios fundamentais para haver mais escritores a dedicarem-se exclusivamente à escrita”, referiu Bruno Vieira Amaral.

Com o valor monetário de 7.500 euros, o Prémio de Conto Camilo Castelo Branco vai já na sua 29ª edição, sendo um exemplo de longevidade e sucesso.

Isso mesmo salientou o presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, que louvou a colaboração com a Associação Portuguesa de Escritores. O autarca salientou ainda que o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco tem como finalidade “ao mesmo tempo estimular a escrita, evidenciar e ajudar os escritores em português, mas também perpetuar a vida e a obra de Camilo Castelo Branco”. O autarca referiu que o município tem apoiado a cultura e a criação literária, mas que “são necessários mais projetos de promoção da escrita e da leitura. Temos como objetivo de, a partir de Famalicão, dar um sinal ao país do que pode e deve ser feito para que a cultura, e particularmente a escrita, sejam promovidas”.

Por sua vez, a vice-presidente da APE, Isabel Mateus valorizou o exemplo dado pela autarquia de Famalicão na promoção da escrita. A responsável afirmou que “Bruno Vieira Amaral é um legítimo herdeiro de Camilo Castelo Branco”.

O presidente do júri, José Cândido Martins, apresentou o percurso literário do escritor desde o seu primeiro livro “As primeiras Coisas”, lançado em 2013. Sobre a obra vencedora “Uma Ida ao Motel e outras Histórias” José Cândido Martins disse tratar-se de “uma obra notável a vários títulos, que não só demonstra enorme capacidade literária do seu autor, na sequência de uma obra reconhecida amplamente, como também se mostra uma obra digna do patrono que dá nome a este prémio, Camilo Castelo Branco”.

“Uma Ida ao Motel e outras histórias”, de Bruno Vieira Amaral é uma coletânea de 30 contos anteriormente publicados no Expresso Diário, e “é para gente grande”.

Refira-se que nas 29 edições do galardão foram distinguidos os escritores Mário de Carvalho, Teresa Veiga, Maria Isabel Barreno, Maria Velho da Costa, Maria Judite de Carvalho, Miguel Miranda, Luísa Costa Gomes, José Jorge Letria, José Eduardo Agualusa, José Viale Moutinho, António Mega Ferreira, Teolinda Gersão, Urbano Tavares Rodrigues, Manuel Jorge Marmelo, Paulo Kellerman, Gonçalo M. Tavares, Ondjaki, Afonso Cruz, A.M. Pires Cabral, Eduardo Palaio, Hélia Correia, Ana Margarida de Carvalho, Francisco Duarte Mangas e Bruno Vieira Amaral.

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VIANA DO CASTELO: PRÉMIO DE TEATRO LUCILIO VALDEZ LEVA A APRESENTAÇÃO DO LIVRO "OS ÚLTIMOS ANOS DO HOMEM-CELHA" DE MIGUEL FALCÃO

No âmbito da Feira do Livro de Viana do Castelo foi apresentada, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal, a obra “Os últimos anos do Homem-Celha”, de Miguel Falcão, vencedor da 1ª edição do Prémio Lucilo Valdez, promovido pela Câmara Municipal.

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Miguel Falcão (n. 1969, Lisboa) é doutorado em Estudos de Teatro (2006). Professor Coordenador na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Lisboa, coordena a Área de Teatro (desde 2008), o Mestrado em Educação Artística – especialização em Artes Plásticas e Teatro – e as Pós-graduações em Animação de Histórias e em Marionetas e Formas Animadas. É também investigador no Centro de Estudos de Teatro da Faculdade de Letras da Unidade de Lisboa. Privilegia o desenvolvimento de estudos nos domínios da História do Teatro, do Teatro de Marionetas, da Educação Artística e do Teatro na Educação.

Publicou, entre outras obras, “Espelho de ver por dentro – O percurso teatro de Alves Redor”, “Marionetas e Formas Animadas: Teorias e Práticas” e “Arquimedes da Silva Santos: um homem (fora) do seu tempo”.

Tem desenvolvimento pontualmente atividades no âmbito da criação e da programação artísticas e, no campo da dramaturgia, recebeu o Prémio de Teatro Lucilo Valdez (2020), atribuído pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, pela peça “Os últimos anos do Homem-Celha”.

O texto “Os últimos anos do Homem – Celha” sobressaiu do conjunto de textos a concurso pela sua estranheza, capacidade de emocionar, contenção dos diálogos, forma harmoniosa como se desenrola a narrativa, força dos personagens, forma de tratar um tema que é universal e ao mesmo tempo simples e poético e que trata de algo tão tocante como a “doença da felicidade súbita”.

O Prémio de Teatro Lucilo Valdez destina-se a galardoar um autor, de nacionalidade portuguesa, da melhor obra na vertente do texto de dramaturgia, visando estimular a criação literária e o aparecimento de novos autores, assim como reforçar a arte cénica e promover o gosto pela fruição e prática artística na área do teatro.

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AMARES: ANA LUÍSA AMARAL RECEBEU PRÉMIO LITERÁRIO FRANCISCO DE SÁ DE MIRANDA

Cerimónia decorreu na Casa da Tapada, antiga residência do poeta a quem o prémio honra.

O Presidente do Município de Amares, Manuel Moreira, procedeu, na passada sexta-feira (dia 23 de julho), à entrega do Prémio Literário Francisco de Sá de Miranda, à escritora Ana Luísa Amaral, que se sagrou vencedora da segunda edição do concurso com a obra ‘Ágora’. O evento aconteceu na Casa da Tapada, em Fiscal, local onde viveu parte da sua vida o poeta a quem o prémio homenageia.

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“Foi um prazer imenso entregar o prémio da 1.ª edição ao escritor Nuno Júdice. Hoje, é também com enorme honra que entrego o prémio à escritora Ana Luísa Amaral, a quem agradeço muito a sua presença em Amares. Peço-lhe que leve o nome do nosso concelho e que a partir de agora faça parte da sua história”. O edil felicitou a poetisa pela conquista do prémio e por todo o seu trabalho literário, reconhecido nacional e internacionalmente.

“Amares quer, mais uma vez, marcar a importância da cultura e dos homens e mulheres que fazem a literatura nos países de língua portuguesa. Com este prémio honramos também a história do nosso concelho e memória coletiva de Amares e das suas gentes”, destacou Manuel Moreira, reforçando a importância de manter viva a memória “de um vulto maior que muito orgulha o concelho”.

Manuel Moreira deixou, ainda, um agradecimento a todos os que têm tornado possível a concretização desta iniciativa nomeadamente, ao Centro de Estudos Mirandinos e toda a equipa que o suporta, bem como ao pelouro da cultura que tem feito um trabalho “tão importante” de promoção de Sá de Miranda.

A cerimónia foi abrilhantada por um recital de poesia protagonizado por Leonor Alves e um momento musical a cargo do Trio de Flautas da AECA.

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‘Ágora’ foi escolha unanime entre o júri

O Prémio Literário Francisco Sá de Miranda está na sua segunda edição e é promovido bienalmente pela Câmara Municipal de Amares, através do Centro de Estudos Mirandinos, com o intuito de homenagear e divulgar o poeta e humanista Francisco de Sá de Miranda, bem como incentivar a criação literária no domínio da poesia. A presente edição contou com a participação de 202 autores, que concorreram ao prémio no valor pecuniário de 7.500 euros. O júri integrou o Vereador da Cultura da Autarquia, Isidro Araújo, Ana Isabel Moniz, da Universidade da Madeira, e foi presidido por Sérgio Guimarães de Sousa, Diretor do Centro de Estudos Mirandinos.

Sérgio Guimarães de Sousa admitiu que “foi uma verdadeira maratona ler no escasso tempo disponível todas as obras a concurso, até porque ler poesia é ler com demorada atenção”. Reconheceu, no entanto, que a escolha foi unanime e destacou algumas razões que levaram a escritora a vencer o concurso literário, desde logo “a condição humana que ocupa um lugar central, mas também a relação com obras maiores da pintura e a revisitação de episódios bíblicos.

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Ana Amaral recebeu distinção com “honra e privilégio”

“É uma enorme honra e privilégio para mim receber este prémio, cujo patrono é Sá de Miranda, para mim um dos maiores da literatura portuguesa e também a meu ver o maior sonetista da nossa história. Agradeço muito ao júri que me concedeu esta distinção”, sublinhou a escritora. “Sá de Miranda é um autor cuja poesia se mantém atual, acrescentou a escritora para quem “a grande poesia é do seu tempo, mas atravessa tempos, tem essa capacidade”. Deixando uma reflexão sobre a arte, Ana Luísa Amaral confessou: “A arte, e no meu caso, a arte da poesia é absolutamente fulcral, pois é a partir dela que sentimos e pensamos o mundo, os outros seres vivos e viventes, e nos pensamos enquanto seres humanos”, disse. No final, a poetisa deixou uma palavra de carinho à sua filha, genro e pai.

Depois de ouvir a poetisa, Isidro Araújo, Vice-presidente do Município de Amares e membro do júri, mostrou-se emocionado com o discurso da escritora, revelando mesmo estar “sem palavras”. “Foi um momento único que todos tivemos o privilégio de partilhar e agradeço à Ana Luísa Amaral pela lição que deixou”, enalteceu Isidro Araújo, desejando votos de um futuro cheio de sucesso à poetisa.

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CÂMARA DE BRAGA ABRE CONCURSO PÚBLICO PARA REABILITAÇÃO DO CENTRO CULTURAL DR. FRANCISCO SANCHES

Executivo adjudica requalificação da Escola Básica de Figueiredo

A Câmara Municipal de Braga vai abrir o concurso público para a reabilitação da antiga escola Francisco Sanches, onde será criado um centro cívico de matriz cultural. A abertura de procedimento concursal é submetida à próxima Reunião do Executivo Municipal, agendada para Segunda-feira, 26 de Julho.

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Com um preço-base de 1,7 Milhões de euros, o projecto vai transformar a antiga escola Francisco Sanches num equipamento de referência, alinhado com a estratégia cultural da Cidade para 2030 e com a candidatura de Braga a Capital Europeia da Cultural em 2027.

O projecto propõe a reabilitação geral de todo o edifício, dotando as suas divisões com conforto e renovação necessárias para albergar as funções culturais no âmbito das actividades das artes visuais e performativas. O objectivo passa por maximizar o enorme potencial do edifício, que conta com uma área global de 6.415m2, e aproveitar a sua centralidade. Recorde-se que o edifício da antiga escola Francisco Sanches fica situado no coração da Freguesia de S. Victor, estabelecendo a ligação entre o Centro Histórico e a Universidade do Minho.

Após a reabilitação, o edifício irá receber o Arquivo Municipal, incluindo o arquivo histórico, serão criadas salas de consulta e uma biblioteca, uma zona de tratamento e higienização de documentos.

A ideia é que o público se aproprie progressivamente da utilização do edifício, colocando à disposição as zonas que forem ficando disponíveis. A Autarquia vai também garantir a continuidade da utilização de algumas das estruturas que já se encontram sediadas no edifício e incorporar novas dinâmicas que possam resultar o debate em torno da estratégia cultural 2030.

Autarquia adjudica requalificação da Escola de Figueiredo

Na próxima reunião, o Executivo Municipal aprecia ainda a adjudicação da empreitada de requalificação da Escola Básica de Figueiredo, à empresa ARLO, S.A., pelo valor-base de 1,7 Milhões de euros.

A intervenção prevê a remodelação do edifício existente, bem como a sua ampliação com vista a albergar também o Jardim de Infância da Freguesia, formando um Centro Escolar. A obra vai conferir melhores e maiores condições de segurança, funcionalidade, conforto térmico e acústico e de luminosidade.

A Escola Básica terá quatro salas de aula com capacidade para 24 alunos/sala, perfazendo um total de 96 alunos, prevendo-se ainda um espaço reservado às artes plásticas. O Jardim de Infância funcionará no rés-do-chão e contará com duas salas de aula com capacidade para 24 alunos/sala, perfazendo um total de 48 alunos.

No geral, entre outros espaços a criar, destacam-se: instalações sanitárias; biblioteca; refeitório polivalente; recreio coberto; gabinete de atendimento; sala de professores/educadores; sala de estudo individualizado; sala de isolamento; área técnica de pessoal; área de arrumos; cozinha equipada.

FAMALICÃO: BRUNO VIEIRA AMARAL RECEBE GRANDE PRÉMIO DE CONTO CAMILO CASTELO BRANCO NA PRÓXIMA SEGUNDA-FEIRA EM SEIDE

Paulo Cunha e José Manuel Mendes entregam galardão literário, no Centro de Estudos Camilianos

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, e o presidente da Associação Portuguesa de Escritores (APE), José Manuel Mendes, entregam na próxima segunda-feira, 26 de julho, pelas 17h00, no Centro de Estudos Camilianos, em Seide, o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco ao escritor Bruno Vieira Amaral pela obra "Uma ida ao Motel e outras histórias".

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O galardão literário, com um prémio pecuniário de 7.500 euros é organizado pela APE em parceria com a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão. Nesta edição teve como júri os professores, investigadores e escritores Annabela Rita, António Carlos Cortez e Cândido Martins, que decidiram unanimemente o nome do vencedor.

“Considerando as candidaturas a concurso, o volume de trinta contos de Bruno Vieira Amaral destaca-se da restante produção recebida por este júri, na medida em que congrega uma apurada técnica narrativa com uma imaginação de universos de linguagem e de personagens que, saídos do real quotidiano e urbano, moldam uma visão do mundo que é a um tempo realista e irónica, e não raro, trágica...”, lê-se na ata do júri sobre o livro publicado pela Quetzal.

O Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco, instituído em 1991, pela APE, patrocinado pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, destina-se a galardoar anualmente uma obra em língua portuguesa de um autor português ou de país africano de expressão portuguesa, publicada em livro, em primeira edição, no decurso do ano anterior à atribuição (neste caso, 2020).

Nascido em 1978, Bruno Vieira Amaral, formado em História Moderna e Contemporânea pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, é escritor, crítico literário, tradutor, e autor do blogue “Circo da Lama”.

Colaborou no Diário de Notícias Jovem, revista Atlântico, jornal i e no Observador, e atualmente é editor-adjunto da Revista Ler, cronista do Expresso e da revista GQ.

O seu primeiro romance, "As Primeiras Coisas", publicado em 2013, foi considerado livro do ano para a Revista Time Out (ano em que o autor recebeu o Prémio Novos por se destacar na literatura), e foi distinguido com o Prémio PEN CLUBE Narrativa, Prémio Literário Fernando Namora e Prémio Literário José Saramago 2015, segundo a nota biográfica divulgada pela APE.

Em 2017, publicou o seu segundo romance, "Hoje Estarás Comigo no Paraíso", que nesse mesmo ano foi distinguido com o Prémio Tábula Rasa para melhor obra de ficção e que, em 2018, arrecadou o 2.º lugar do prémio Oceanos, antigo prémio PT de Literatura.

Bruno Vieira Amaral publicou ainda o "Guia Para 50 Personagens da Ficção Portuguesa" (pela editora Guerra e Paz, 2013), "Aleluia!" (FFMS, 2015), um livro de não-ficção sobre minorias religiosas em Portugal, "Manobras de Guerrilha" (Quetzal, 2018), coletânea de textos dispersos, e "Uma Viagem pelo Barreiro" (CMB, 2018). Prepara atualmente uma biografia do escritor José Cardoso Pires, que deverá sair no final de 2019.

Nas 29 edições do galardão foram distinguidos os escritores Mário de Carvalho, Teresa Veiga, Maria Isabel Barreno, Maria Velho da Costa, Maria Judite de Carvalho, Miguel Miranda, Luísa Costa Gomes, José Jorge Letria, José Eduardo Agualusa, José Viale Moutinho, António Mega Ferreira, Teolinda Gersão, Urbano Tavares Rodrigues, Manuel Jorge Marmelo, Paulo Kellerman, Gonçalo M. Tavares, Ondjaki, Afonso Cruz, A.M. Pires Cabral, Eduardo Palaio, Hélia Correia, Ana Margarida de Carvalho, Francisco Duarte Mangas e Bruno Vieira Amaral.

DIREÇÃO-GERAL DAS AUTARQUIAS LOCAIS ATRIBUI PRÉMIO AUTÁRQUICO A CERVEIRA-TOMIÑO

Apresentada pela Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, a boa prática “Cerveira-Tomiño: um espaço naturalmente comum e verdadeiramente europeu” venceu a categoria “Diferenciação, Inovação e Criatividade” do Prémio Autárquico «Aristides de Sousa Mendes e outros salvadores portugueses – Holocausto, Valores Universais, Humanismo e Justiça», atribuído pela Direção-Geral das Autarquias Locais (DGAL), sob coordenação do Governo de Portugal, através dos Ministérios dos Negócios Estrangeiros e da Modernização do Estado e da Administração Pública.

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O Prémio, integrado no «Projeto Nunca Esquecer - Programa Nacional em torno da Memória do Holocausto», é uma distinção honorífica e de natureza não pecuniária, entregue às autarquias que, por sua iniciativa ou em articulação com a sociedade civil, promovam práticas, programas ou projetos de elevado mérito e interesse público, em cinco categorias: «Coesão Social e Comunitária»; «Artes, Património e outros domínios Culturais»; «Modelar o Futuro sobre memórias e experiências vivas»; «Diferenciação, inovação, criatividade»; e «Fazer Acontecer».

O caráter diferenciador e inovador da cooperação transfronteiriça Cerveira-Tomiño foi distinguido com o prémio na quarta categoria - Diferenciação, inovação, criatividade-, destacando-se a filosofia base assente nos conceitos de “desfronteirização” e de “eurocidadania participativa”, promovendo ações e atividades promotoras da integração de políticas de proteção dos recursos naturais, de desenvolvimento económico sustentável e de coesão social no espaço transfronteiriço do Minho-Miño, através da cooperação inteligente entre as administrações, os agentes públicos e privados e da participação pública.

No processo de candidatura, a Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira apresentou o trabalho conjunto desenvolvido desde assinatura da Carta da Amizade, em 2014, e a constituição da Eurocidade Cerveira-Tomiño, em 2018, e que acolheu o reconhecimento da parte do júri afeto ao Prémio Autárquico, por se enquadrar na homenagem à coragem, ao humanismo e europeísmo do Cônsul Aristides Sousa Mendes, contribuindo para que a paz na Europa perdure e comportamentos/acontecimentos discriminatórios nunca mais se repitam.

Sob a máxima de que a verdadeira essência da Europa e dos Europeus precisa de ser continuadamente trabalhada para ser cimentada, valorizada e nunca cair no esquecimento, a Eurocidade Cerveira-Tomiño apresenta-se como uma boa prática na convergência entre ambos os concelhos, preconizados num território comum, utilizando o fator fronteiriço como uma oportunidade para o desenvolvimento territorial e socioeconómico, com maior igualdade e melhor qualidade de vida, de acordo com as prioridades definidas no âmbito europeu.

VIANA DO CASTELO DISTINGUE ARQUITETO FERNANDO TÁVORA COM O PRÉMIO CARREIRA

Viana Práxis distingue arquiteto Fernando Távora pelo “inestimável contributo” para desenvolvimento urbanístico de Viana do Castelo

A Câmara Municipal entregou os prémios da primeira edição Viana Práxis – Prémio de Reabilitação Urbana de Viana do Castelo, tendo distinguido com o Prémio Carreira, a título póstumo, o arquiteto Fernando Távora, pelo inestimável contributo para o desenvolvimento urbanístico de Viana do Castelo.

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O Prémio Carreira foi selecionado, por unanimidade, pelo júri constituído pela Câmara Municipal, a Associação Portuguesa para a Reabilitação Urbana e Proteção do Património, a Associação Portuguesa de Municípios com Centro Histórico, a Ordem dos Arquitetos, a Ordem dos Engenheiros, a Universidade do Porto, a Universidade do Minho, a Escola Superior Gallaecia e o Instituto Politécnico de Viana do Castelo.

Na categoria “Reabilitação de Edifícios”, foi distinguido com Menção Honrosa o Edifício Melo Alvim, situado na Avenida Conde da Carreira.

No âmbito do programa da cerimónia de atribuição de prémios, foi também promovida uma conferência com comunicações sobre o tema “Cidade, Património e Reabilitação” pelos membros do júri e uma tertúlia com os membros da comissão científica, sobre a reabilitação urbana e património.

O programa terminou com a inauguração de uma exposição dedicada ao “VIANA PRÁXIS – Prémio de Reabilitação Urbana de Viana do Castelo”, que está patente nos Antigos Paços do Concelho. A mostra pretende destacar as obras candidatas ao prémio Reabilitação de Edifícios e o Prémio Carreira, onde estarão patentes alguns esquissos, desenhos, e maquete da autoria do arquiteto Fernando Távora, em colaboração com a Fundação Marques da Silva.

Integrada na exposição está também uma experiência virtual de modelação 3D em holograma, de alguns edifícios da Avenida dos Combatentes, da autoria do Instituto Politécnico de Viana do Castelo. No mesmo espaço poderá ainda ver-se imagens de obras municipais em curso, designadamente projeção do novo Mercado Municipal e da futura Praça Viana.

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MIA COUTO ENCERRA PRESENÇA EM ESPOSENDE COM PROMESSA DE REGRESSAR

A encerrar o programa do Encontro com Mia Couto, Prémio Literário Manuel de Boaventura 2021, promovido pelo Município de Esposende, decorreu, esta manhã, no Bar da Praia, em Esposende, a tertúlia “Mar me Quer”, título que dá nome a uma das obras do escritor moçambicano. Em representação do Município, marcou presença na iniciativa a Vereadora da Educação e Cultura, Angélica Cruz.

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Num ambiente informal e descontraído, com a restinga e o mar de Esposende como pano de fundo, foram muitos os que quiseram aproveitar a oportunidade para um contacto mais próximo com o escritor. Apesar das limitações decorrentes da atual situação pandémica, o encontro traduziu-se num momento de convívio e de partilha, que reuniu pessoas de todas as idades, tendo iniciando com a interpretação do poema “Foi para ti”, de Mia Couto, por Raquel Boaventura Rego, familiar do escritor Manuel de Boaventura.

Como nota prévia, a responsável pela Biblioteca Municipal Manuel de Boaventura, Luísa Leite, que moderou a conversa juntamente com a professora Cláudia Sá, da Escola Básica António Correia de Oliveira, de Esposende, referiu que o Bar da Praia é um café icónico da cidade, que remonta às décadas de 40/50 do século XX, lembrando que o mítico bar é referido no texto sobre Esposende “A morte da água”, da autoria do escritor Ruy Belo.

Alguns alunos do clube de jornalismo da Escola Básica António Correia de Oliveira não quiseram perder a oportunidade de privar com tão grande nome da literatura e de ficar a conhecer melhor o escritor e a sua obra, tendo aproveitado para colocar diversas questões, relacionadas tanto com a sua atividade de escritor como de biólogo, tendo presenteado Mia Couto com o primeiro número da revista do Clube de Jornalismo. O escritor agradeceu a oferta e saudou a presença dos alunos e a pertinência das questões colocadas, considerando que “a qualidade de uma escola mede-se pela qualidade das perguntas colocadas pelos alunos”.

Do demais público presente surgiram as mais variadas questões em torno da sua atividade literária, clarificando Mia Couto aspetos sobre algumas das suas obras em particular e o processo criativo, bem como o seu posicionamento sobre temas atuais. O escritor assumiu que “Terra Sonâmbula”, o seu primeiro livro de prosa, constitui a sua obra de eleição, atendendo ao tema que retrata, a guerra civil, onde perdeu amigos, e afirmou que “doeu fazer”. Questionado sobre como gostaria de ser recordado, Mia Couto afirmou que a sua grande aposta “é ser uma pessoa boa, um homem bom”, clarificando que, apesar de a escrita ser o centro da sua alma, é o contacto com as pessoas que o preenche.

Na despedida, o vencedor do Prémio Literário Manuel de Boaventura 2021 reiterou a vontade de regressar a Esposende, numa outra oportunidade, assumindo que “esta terra ficou-me no coração”.

Tal como as duas anteriores iniciativas do Encontro com Mia Couto, também esta tertúlia terminou com um momento de convívio e sessão de autógrafos.

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ESPOSENDE PROMOVE ENCONTRO COM MIA COUTO PRÉMIO LITERÁRIO MANUEL DE BOAVENTURA 2021

O Encontro com Mia Couto, Prémio Literário Manuel de Boaventura 2021, que o Município leva a efeito aproveitando a presença do escritor moçambicano em Esposende, teve ontem, dia 10 de julho, outro grande momento. Depois da sessão de entrega do Prémio, realizada no dia 9, o Auditório Municipal de Esposende acolheu a primeira das duas tertúlias do programa, proporcionando um contacto mais próximo e intimista com o escritor e um maior conhecimento da sua obra.

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Tendo por base o título da obra de Mia Couto “Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra”, o escritor esteve à conversa com o Presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira, e o docente universitário, Sérgio Guimarães Sousa, presidente do júri do Prémio Literário Manuel de Boaventura. Uma conversa informal, onde o público presente e via online, através do facebook do Município, teve oportunidade de ficar a conhecer melhor o escritor, biólogo de formação. Foram quase duas horas de animada tertúlia, num primeiro momento de conversa entre os três convidados e, depois, de interação com o público, que teve, deste modo, oportunidade de colocar questões e/ou partilhar ideias com Mia Couto.

Sérgio Guimarães Sousa voltou a destacar a peculiar sensibilidade do vencedor do Prémio Literário Manuel de Boaventura e que todos puderam perceber neste apreciado momento de partilha, onde ficou igualmente patente o seu natural sentido de humor.

Considerando que o escritor teve oportunidade de visitar, durante o dia de sábado, alguns locais e equipamentos do concelho, o Presidente da Câmara Municipal quis saber, após esse contacto, a sua opinião sobre Esposende, que, na véspera, apelidou de “preciosidade”. Mia Couto referiu a diversidade de Portugal, notando que a oralidade é uma das caraterísticas do Norte, que encontrou refletida em Esposende. Falou de uma “sensação de familiaridade” e de “um sentimento de tempo, de história, que está presente do ponto de vista da construção”. Notou que “as terras são feitas de pessoas” para dizer que foi muito bem acolhido em Esposende: “sinto-me em casa, sinto-me em família. Esposende seria um local onde eu acordaria e sairia para a rua com vontade de encontrar gente”.

A “apetência para a sabedoria de ficar calado” e a vontade de ouvir histórias fez dele escritor e a pessoa sensível, que vive em relação com a natureza. “Infeliz é o escritor que pensa em prémios”, afirmou, confrontado com o facto de a sua obra “Terra Sonâmbula” estar entre os doze livros africanos mais importantes do século XX. Clarificou que o maior reconhecimento que pode receber é a sua escrita tocar alguém.

O escritor revelou algumas das suas referências na literatura e falou sobre a obra “O Mapeador de Ausências”, que lhe valeu o Prémio Literário do Município de Esposende, bem como sobre o exercício da escrita, nem sempre pacífico. Pronunciou-se sobre alguns aspetos da sociedade atual, desde a educação à saúde, e comentou, num registo descontraído e humorístico, citações de alguns escritores.

No final, esteve disponível para mais uma sessão de autógrafos, tendo sido presenteado pelo Presidente Benjamim Pereira com um conjunto de publicações do Município, entre as quais o livro “Esposende – Tempo de Lugares e de Memória”, uma espécie de álbum com citações de escritores que escreveram sobre Esposende, que motivou o autarca, em tom de brincadeira mas falando sério, a desafiar Mia Couto a seguir-lhes o exemplo.

Recorde-se que Mia Couto, aquando da entrega do Prémio, manifestou disponibilidade para contribuir para o enriquecimento cultural do Município, indo ao encontro da vontade então expressa por Benjamim Pereira de que o escritor seja embaixador de Esposende.

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ESPOSENDE: MIA COUTO RECEBEU PRÉMIO LITERÁRIO MANUEL DE BOAVENTURA 2021

Mia Couto, o vencedor do Prémio Literário Manuel de Boaventura 2021, manifestou vontade de contribuir para que “Esposende seja reconhecida como um centro de produção cultural”. O escritor falava na sessão de entrega da terceira edição do Prémio, que decorreu esta tarde, no Auditório Municipal de Esposende, assumindo, assim, a vontade de regressar a Esposende para conhecer melhor o Município e beneficiar do seu rico património cultural.

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A propósito da visita que, hoje, realizou à Casa de Manuel de Boaventura, imóvel que o Município de Esposende adquiriu recentemente, Mia Couto partilhou memórias para, a partir daí, explicar que a génese do livro “O Mapeador de Ausências”, que lhe valeu o Prémio Literário Manuel de Boaventura, foi partilhada com Patrícia, a sua companheira, com a sua filha mais velha e com o responsável editorial em Portugal, pois “não existe um único autor”.

Na busca de informação sobre o concelho, o escritor moçambicano descobriu um trecho de Agustina Bessa Luís dedicado a Esposende, em que a escritora refere o seu “…apego profundo à natureza marítima das coisas e das pessoas…”. Mia Couto concluiu que “o trabalho do escritor é como o do sargaceiro, trazendo para terra não apenas coisas do mar mas o próprio mar”.

Pela primeira vez em Esposende, Mia Couto assumiu que se deixou encantar por este território, que apelidou de “preciosidade”, e manifestou a disponibilidade para colaborar com o Município na materialização de eventos culturais que possam enriquecer culturalmente o concelho. “Estou completamente disponível”, declarou.

O Presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira, enquadrou a atribuição do Prémio Literário Manuel de Boaventura na estratégia cultural do Município. Referiu que, neste contexto, se insere, para além do Prémio, a reedição das obras de Manuel de Boaventura e a recente aquisição daquela que foi a sua moradia em Palmeira de Faro, para transformação em Casa-Museu, notando que a salvaguarda deste património e demais espólio de Manuel de Boaventura é da maior relevância.

Sobre o Prémio Literário, Benjamim Pereira afirmou que esta terceira edição, à qual concorreram 104 obras, de vários países de língua portuguesa, deu “um salto qualitativo”, ficando associada a “uma referência na literatura”. Atendendo ao prestígio de Mia Couto, o Município entendeu englobar no programa mais dois momentos, duas tertúlias, que irão decorrer amanhã e domingo. “Importa desfrutar da presença de Mia Couto”, assinalou, considerando que a estadia de três dias possibilitará ao escritor conhecer Esposende e deixar-se seduzir por este “Privilégio da Natureza”. Concluiu, apelando a Mia Couto para ser embaixador de Esposende, “levando pelo mundo todo um pouco desta terra que o acolhe plena de admiração e respeito pelo seu trabalho”.

Na qualidade de Presidente do Júri, Sérgio Guimarães Sousa, apresentou o enquadramento do Prémio, de periodicidade bienal, referindo que foi instituído com o objetivo de homenagear e divulgar o escritor e homem de cultura Manuel de Boaventura, bem como de incentivar a criatividade literária e o gosto pela escrita. Manifestou satisfação pessoal por participar de tão importante evento, atendendo à admiração que nutre por Mia Couto, enquanto escritor e como pessoa, e deu nota da qualidade literária da obra “O Mapeador de Ausências”, tecendo rasgados elogios ao autor. Realçou ainda a sua “intuição fabulosa” e “grande sensibilidade”, que, de resto, salientou, já lhe valeram a conquista de conceituados prémios literários. A terminar, Sérgio Guimarães Sousa expressou palavras de agradecimento ao Município de Esposende.

A sessão de entrega do prémio foi iniciada por um momento musical, a cargo da intérprete esposendense Raquel Boaventura Rego, familiar do escritor Manuel de Boaventura. Em declaração à cantora, Mia Couto elogiou a sua qualidade da sua interpretação e manifestou-se comovido pela adaptação musical do seu poema intitulado “Foi para ti.”

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II CONCURSO DE CURTAS METRAGENS DE VIZELA COM 6 FINALISTAS

Depois de terminadas as inscrições e da análise dos 8 trabalhos do 2º Concurso de Curtas-Metragens de Vizela, Segredos de um Vale, o júri deliberou que 6 curtas-metragens cumprem os critérios nas normas regulamentares do Concurso, passando assim à fase final da competição.

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Assim, serão agora submetidas a avaliação do júri as seguintes curtas metragens:

  • A Ilha dos Amores - Ricardo Silva
  • O Quinto Elemento -Pedro Peixoto e Inês Rocha
  • Por favor, volta -Ana Margarida Costa
  • Sobre os tempos da escola - Ana Lima
  • Sons do Vale - João Lages
  • Vizela Ad Aeternum -Turma 10º D da Escola básica e secundária de Infias, Vizela

Na edição do ano passado, a curta vencedora foi atribuída a Carolina Rocha, com a obra “Vizela Revisitada”, onde a autora nos trouxe um olhar poético e saudoso sobre a sua cidade.

Na edição deste ano, encontramos várias temáticas, que vão desde narrativas históricas de Vizela, até narrativas mais íntimas e individuais que nos convidam a olhar para Vizela através do olhar e da sensibilidade dos seus autores.

A partir de hoje, as curtas-metragens finalistas estão disponíveis para visualização através do link: https://www.cm-vizela.pt/curtas-metragens.

Brevemente serão divulgadas as três melhores curtas-metragens com os seguintes prémios: 1º prémio – 500 euros; 2º prémio- 300 euros; 3º prémio – 150 euros, havendo também lugar à atribuição de prémios de menção honrosa, caso os elementos do júri assim o decidam.

De destacar que o júri deste concurso é constituído por três elementos: uma pessoa nomeada pelo Conselho Municipal de Juventude de Vizela – António Magalhães, um jovem vizelense Mestre na área audiovisual e amante da 7ª arte; uma pessoa da sociedade civil convidada pela organização – Diogo Lopes, ator profissional com uma carreira diversificada na televisão e no teatro; e em representação do Município de Vizela, Jorge Coelho, professor e consultor na área do Turismo.

A realização do II Concurso de Curtas-Metragens: Vizela, segredos de um vale é mais uma atividade que vai ao encontro da estratégia definida no Plano Estratégico de Juventude de Vizela – Juventude em Ação, onde se objetiva a promoção de atividades que desenvolvam as competências dos jovens, e que lhes possibilite participar e interagir com a comunidade de forma criativa e contemporânea. Por outro lado, vai ao encontro da estratégia municipal de desenvolvimento de um sentido de identidade no território de Vizela, com impacto para além das fronteiras do Município.

PRÉMIO LITERÁRIO FRANCISCO DE SÁ DE MIRANDA DISTINGUIU TALENTO DE ALUNOS DE AMARES

O Agrupamento de Escolas de Amares procedeu, esta manhã, à entregue dos prémios relativos ao Concurso Literário Francisco de Sá de Miranda aos alunos, correspondente aos anos letivos 2019/2020 e 2020/2021. A iniciativa decorreu no Polivalente da Escola Secundária de Amares e contou com a presença do Presidente do Município de Amares, Manuel Moreira, da Diretora do Agrupamento de Escolas de Amares, Flora Monteiro, do Subdiretor, Sérgio Silva, e do Gerente da Caixa Geral de Depósitos, José Bonjardim. Na ocasião foram entregues, ainda, menções honrosas aos restantes participantes.

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Antes da entrega os respetivos prémios, o Presidente do Município de Amares, sublinhou que é “com um prazer imenso”, que a autarquia se associa anualmente a esta iniciativa que serve com uma forma de reconhecimento das capacidades dos alunos (e não apenas daqueles que receberam os primeiros prémios), mas também como um incentivo à prática da leitura e da escrita. “Continuem a ler e a escrever, porque vivemos numa sociedade muito exigente em que cada vez mais é necessário apostar no desenvolvimento nas nossas competências para que possamos ser bem-sucedidos, não só a nível académico e profissional, mas também pessoal”, deixou como mensagem aos alunos, cuja qualidade dos trabalhos lhe mereceu rasgados elogios.

Endereçando uma palavra de apreço aos professores por todo o trabalho e dedicação, a Diretora do Agrupamento de Escolas de Amares, Flora Monteiro, reconheceu que o mérito é dos alunos. “Os parabéns são para vocês, são excecionais. Escreverem desta forma, nas diferentes idades, a capacidade que têm já de reflexão faz com que nós tenhamos a esperança de acreditar num futuro melhor, num futuro mais rico, mas não se esqueçam: não chega ser só bom academicamente, escrever grandes textos, no mundo que estamos o essencial é ser-se bom ser humano, boa pessoa. Essa capacidade de respeito pelos outros é fundamental para que o mundo possa crescer melhor do que está”, sublinhou a Diretora.

Para a entrega dos prémios, o Agrupamento de Escolas de Amares contou com o patrocínio do Município de Amares, da Caixa Geral de Depósitos, da Farmácia do Mercado e da Modelar. De referir que a entrega dos prémios tem vindo ser adiada fruto da pandemia.

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BRAGA: PRÉMIO "VIDA LITERÁRIA VÍTOR AGUIAR E SILVA" DISTINGUE NOMES MAIORES DA LITERATURA PORTUGUESA

Iniciativa da Câmara Municipal de Braga e Associação Portuguesa de Escritores

A Câmara Municipal de Braga e a Associação Portuguesa de Escritores (APE) lançaram esta Sexta-feira, 2 de Julho, o Prémio ‘Vida Literária Vítor Aguiar e Silva’, que pretende distinguir os mais proeminentes poetas, ficcionistas e ensaístas portugueses. O prémio bienal terá o valor de 25 mil euros.

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Na cerimónia de apresentação, realizada no Salão Nobre dos Paços do Concelho, o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, salientou que a iniciativa contribui para estreitar os laços com a APE.

“Temos utilizado esta parceria para valorizar e promover a leitura, a escrita e a cultura no seu sentido mais lato. Há quatro anos lançámos em conjunto o Grande Prémio Maria Ondina Braga e hoje temos o orgulho de apresentar este prémio, a quem associamos Vítor Aguiar e Silva, professor e ensaísta, vencedor do prémio Camões 2020”, referiu o Autarca.

Já para o presidente da Associação Portuguesa de Escritores, José Manuel Mendes, a parceria com a Autarquia Bracarense pretende “recolocar o Prémio Vida Literária num lugar marcante do panorama cultural e continuar a distinguir as figuras mais proeminentes da nossa literatura”.

José Manuel Mendes lembrou que o prémio teve a sua primeira edição em 1992 e já distinguiu nomes como Miguel Torga, José Saramago, Sophia de Mello Breyner Andresen, Óscar Lopes, José Cardoso Pires, Eugénio de Andrade, Urbano Tavares Rodrigues, Mário Cesariny de Vasconcelos, Vítor Aguiar e Silva, Maria Helena da Rocha Pereira, João Rui de Sousa, Maria Velho da Costa ou Manuel Alegre. O vencedor do Prémio ‘Vida Literária Vitor Aguiar e Silva APE/CMB será brevemente anunciado.

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AMARES É A GRANDE VENCEDORA NACIONAL "NO POUPAR ESTÁ O GANHO!"

3ºG do Centro Escolar D. Gualdim Pais conquistou 1º prémio do 1º ciclo

A turma do 3ºG, do Centro Escolar D. Gualdim Pais, com a Docente Elisabete Carvalho, é a grande vencedora do 1º ciclo do 11.º Concurso Final No Poupar Está o Ganho! O projeto "O Laranjão" destacou-se dos demais, trazendo para o concelho esta grande vitória dos nossos pequenos, grandes, amarenses. “Um enorme motivo de orgulho para todos os amarenses! Estamos todos de Parabéns!”, sublinha a vereadora da Educação do Município de Amares, Cidália Abreu.

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“Amares é uma terra cheia de jovens com muitas capacidades e talento, com gente muito competente no que ao nível da educação diz respeito, e esta conquista nacional é mais uma prova disso”, refere Cidália Abreu.

“Desde o início achámos que além de ser um projeto pioneiro a nível nacional era um projeto extremamente interessante, ao nível da literacia financeira, e muito pertinente não só por incutir, desde cedo, hábitos de poupança juntos dos mais novos, mas também por lhes ensinar a lidar com o dinheiro de uma forma mais racional, dotando-os de uma maior consciência para aprenderem a lidar com a parte emocional e fazer uma gestão adequada do dinheiro que lhes será muito útil no seu futuro.” “ Este projeto também tem uma particularidade que é a interação que permite entre pais filhos e escola, o que é muito bom”, acrescenta a vereadora, que defende a integração da educação financeira na componente curricular desde o pré-escolar.  

A mesma opinião é partilhada pela Diretora do Agrupamento de Escolas, Flora Monteiro. “Sou uma defensora da educação ao nível economia o mais cedo possível. Nós estamos a preparar-nos para um mundo muito difícil, portanto, é muito importante que eles aprendam economia, que eles aprendam poupança, uma série de questões ligadas à gestão diária, à gestão doméstica e a gestões mais difíceis que vão ter nos próximos anos”. Flora Monteiro que também fez questão de manifestar o orgulho que sente perante toda a comunidade educativa por ver o argumento de escolar que dirige ser avo desta distinção.

“O Laranjão” distinguiu-se entre cerca de 40 municípios participantes

Ao primeiro prémio, ao nível do primeiro ciclo, concorreram cerca de 40 municípios, mais de 9 mil alunos. “Apesar de ser um ano difícil tivemos muitos alunos a participar”,  apontou Inês Abreu, Administradora Executiva da Fundação Dr. António Cupertino  Miranda, entidade responsável pela implementação deste projeto de educação financeira. Quando questionada sobre as razões que trouxeram até a Amares a atribuição do primeiro lugar, Inês Abreu, respondeu que “os resultados são o produto de uma equipa e não há dúvida de que a professora Elisa foi uma treinadora fantástica, usando uma linguagem futebolística, ela teve uma acompanhamento, um empenho fantásticos e os miúdos empenharam-se e trouxeram com eles todo o apoio que tiveram das famílias, portanto, é toda uma equipa ganhadora. Foi, de facto, um trabalho espetacular, concluiu.

Para a coordenadora do Centro Escolar de Amares, Maria José Fernandes, “é um grande orgulho para todos. É um prémio nacional muito significativo e nós estamos aqui num cantinho mas temos muita força, muito valor”. Trata-se de um projeto que traz muito conhecimento e pode ser um motor de arranque para as outras crianças, para que participem, e atinjam outros objetivos para Amares, refere a coordenadora.

O Município de Amares endereça os parabéns: a todos os alunos e professora responsável pelo projeto, ao Centro Escolar D. Gualdim Pais, ao Agrupamento de Escolas de Amares, a todos os participantes, restantes docentes, pais e toda a comunidade educativa e a todos os amarenses.

VIANA DO CASTELO: "AROMÁTICAS VIVAS" VENCE MEDALHAS DE OURO E PRATA

8.º Concurso Nacional de Ervas Aromáticas Tradicionais Portuguesas. Viana do Castelo, 29 de junho de 2021

Manjericão, Manjericão Roxo e Sorrel dos Bosques arrecadaram 3 medalhas para a empresa Vianense no Concurso Nacional de Ervas Aromáticas Tradicionais Portuguesas.

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A Aromáticas Vivas venceu duas medalhas de ouro e uma medalha de prata na 8.ª edição do Concurso Nacional de Ervas Aromáticas Tradicionais Portuguesas, com as ervas aromáticas em vaso Manjericão, Manjericão Roxo e Sorrel dos Bosques.

A erva aromática Manjericão arrecadou a medalha de ouro pela 8.ª vez consecutiva, somando assim 11 medalhas, das quais se destacam as distinções “O Melhor dos Melhores” e “Joia da Coroa” conquistadas na 7.ª edição deste Concurso. As variedades Manjericão Roxo e Sorrel dos Bosques, apresentadas a concurso pela primeira vez, conquistaram a medalha de ouro e a medalha de prata, respetivamente.

Nuno Lomba, diretor-geral da Aromáticas Vivas destacou a importância do “trabalho desenvolvido ao nível da produção e qualidade para a garantia do uso de boas práticas agrícolas e cumprimento dos padrões de qualidade alimentar”. Referiu ainda que “a maioria dos processos são manuais, desde a plantação, colheita e embalamento, permitindo um maior envolvimento e sentido de responsabilidade dos colaboradores.

”Líder de mercado em Portugal na produção biológica de ervas aromáticas em vaso, a Aromáticas Vivas produz também ervas aromáticas para corte, flores comestíveis e microgreens, abastecendo diariamente as cadeias de Grande Consumo do mercado Ibérico e o canal HORECA.

Em 2020, registou um aumento de volume de vendas de 17%, tendo produzido mais de 6 milhões de vasos. O Concurso Nacional de Ervas Aromáticas Tradicionais Portuguesas, promovido pelo CNEMA (Centro Nacional de Exposições e Mercados Agrícolas) e pela Qualifica/oriGIn Portugal visa premiar, promover, valorizar e divulgar as Ervas Aromáticas Tradicionais, genuínas e exclusivamente produzidas em Portugal.”

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MUNICÍPIO DE ESPOSENDE ENTREGA PRÉMIO LITERÁRIO MANUEL DE BOAVENTURA 2021 A MIA COUTO

O Município de Esposende distingue, no próximo dia 9 de julho, o escritor Mia Couto, vencedor da edição de 2021 do Prémio Literário Manuel de Boaventura. O romance “O Mapeador de Ausências”, foi eleito pelo júri, no dia 25 de fevereiro, entre 104 obras provenientes de vários países de língua portuguesa.

O escritor moçambicano Mia Couto sucede a Ana Margarida de Carvalho que, em 2017 venceu o prémio literário Manuel Boaventura com a obra “Não se pode morar nos olhos de um gato” e a Filipa Martins que, em 2019, venceu com o livro “Na Memória dos Rouxinóis”.

O júri justifica a distinção “por se tratar de uma narrativa de elevada maturidade literária que, com particular sensibilidade, consegue cruzar tempos distintos da realidade moçambicana, oferecendo ao leitor uma expressiva representação do país no período colonial e pós-colonial”.

“O Mapeador de Ausências” retrata a história do regresso de Diogo Santiago, prestigiado e respeitado intelectual moçambicano, professor universitário e poeta, à sua terra natal, a cidade da Beira, nas vésperas do ciclone que a arrasou em 2019, para receber uma homenagem que os seus concidadãos lhe querem prestar. Mas o regresso à Beira é também, e talvez para ele seja sobretudo, o regresso a um passado longínquo, à sua infância e juventude, quando ainda Moçambique era uma colónia portuguesa.

Além da cerimónia agendada para as 17 horas de 9 de julho, a presença de Mia Couto em Esposende servirá para uma conversa informal, no sábado, dia 10, pelas 21h30, tendo como tema “Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra”, com a participação do escritor, do presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira e de Sérgio Guimarães de Sousa, professor da Universidade do Minho.

A agenda de Mia Couto completa-se com um encontro com leitores, no domingo, dia 11, pelas 11 horas, no Café Hygge Bar da Praia Esposende, tendo como mote “Mar me quer”. A entrada é livre, mas está sujeita à lotação dos espaços, sendo obrigatória a inscrição para os eventos dos dias 9 e 10 em: https://esposende2000.scl.pt/bilheteira.php

O Prémio Literário Manuel de Boaventura foi instituído pela Câmara Municipal de Esposende, com o intuito de homenagear e divulgar este escritor e homem de cultura, natural de Vila Chã, Esposende. De periodicidade bienal e com o valor pecuniário de 7 500 euros, contempla a modalidade da criação narrativa de Romances ou de Contos da autoria de escritores de língua portuguesa.

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EMPRESA ARCUENSE "SABORES DO VEZ" FOI PREMIADA NA FEIRA NACIONAL DE AGRICULTURA EM SANTARÉM

A empresa arcuense Sabores do Vez- Fumeiro Tradicional, viu os seus produtos serem premiados no Concurso Nacional de Enchidos Tradicionais, que se realizou na Feira Nacional de Agricultura, em Santarém.

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Este foi mais um reconhecimento da qualidade que os caracteriza, promovendo, para além da própria marca e produtos, o território de Arcos de Valdevez e a região da Peneda - Gerês, enquanto território de excelência, também, no que ao fumeiro tradicional diz respeito.

Para o grupo arcuense “este reconhecimento externo premeia, acima de tudo, a equipa de colaboradores da SABORES DO VEZ, que com o seu trabalho diário, mantém o foco na qualidade e no fazer bem, objetivo esse que foi o propósito que levou à criação deste projeto e que desta forma vê, de forma inequívoca, o seu trabalho e o seu contributo para a promoção da região, serem devidamente reconhecidos.”

De referir que no concurso Nacional de Enchidos Tradicionais participam inúmeros produtores de enchidos de todas as regiões do País. O júri é composto por especialistas independentes que, através de provas cegas, elegem os melhores produtos presentes a concurso.

A Câmara Municipal endereça os parabéns à Sabores do Vez, desejando-lhe os maiores sucessos na promoção dos seus produtos, os quais contribuem para alavancar o nome de Arcos de Valdevez e o território.

BARCELOS: CONCURSO "PEQUENOS GRANDES POETAS" JÁ TEM VENCEDORES APURADOS

Iniciativa congregou alunos de Barcelos em volta da poesia

O Município de Barcelos, através da Biblioteca Municipal e da Rede Concelhia de Bibliotecas Escolares, promoveu, nos dias 18 e 19 de junho, no auditório da Biblioteca Municipal de Barcelos, o espetáculo “Pequenos Grandes Poetas”.

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O concurso, que contou com a participação de todos os agrupamentos de escolas concelhios nos diferentes graus de ensino, desde o 1.º ciclo ao secundário, num total de 40 alunos, incluiu a modalidade de poema inédito e na modalidade de declamação.

Devido à Covid-19, familiares e encarregados de educação dos alunos não puderam estar presentes no auditório da Biblioteca Municipal, mas aplaudiram entusiasticamente os declamadores no Auditório dos Paços do Concelho, onde a sessão estava a ser transmitida em direto.

No final, a Vereadora do Pelouro da Educação e Cultura entregou os prémios aos vencedores, que constavam de livros, um cheque-prenda e um certificado de participação.

Armandina Saleiro expressou a satisfação do Município pelo sucesso do concurso, afirmando: “É a prova de que o trabalho desenvolvido pelo Pelouro da Educação nos últimos anos, através do esforço dos professores e técnicos ao nível da Rede de Bibliotecas, está a dar frutos”.

Este concurso tem como objetivos promover os hábitos de leitura e de escrita, incentivar o gosto pela poesia e pela escrita criativa e estimular a manifestação artística e a criatividade, sendo dirigido a todos os alunos dos agrupamentos de escolas/escolas não agrupadas do concelho de Barcelos.

Vencedores:

Declamação

Pré-escolar

Gabriela Alves Ferreira e Maria Clara da Silva Pinheiro | Jardim de Infância de Fonte Coberta

1º Ciclo

Sofia Santos Ferreira Viamonte Silveira | Centro Escolar de Viatodos

Tudo ao contrário / Luísa Ducla Soares

2º Ciclo

Francisca Correia Oliveira | Escola Básica Gonçalo Nunes

Non chegou, madre, o meu amigo / Dom Dinis

3º Ciclo

João Bernardo Fernandes | Colégio La Salle

Súplica / Miguel Torga

Ensino Secundário

Camila Martins Guidi | Escola Secundária de Barcelos

Poema em linha reta de Álvaro de Campos

Menção Honrosa Ensino Secundário

Inês Oliveira | Colégio La Salle

Ontem estive no inferno / João Negreiros

Poema Inédito

1º Ciclo

Lucas Cardoso / Eu gosto de ler... | Escola Básica de Aldreu

2º Ciclo

Carolina Alves Apolinário / Leitura sem compromisso | Escola Básica Gonçalo Nunes

3º Ciclo

Cláudia Ferros / Vento | Escola Básica Rosa Ramalho

Ensino Secundário

Marco Filipe Gonçalves Vilas Boas / Sentado contigo à beira deste rio | Escola Secundária de Barcelos

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