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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MONÇÃO RECORDA CRISE ACADÉMICA DE COIMBRA EM 1969

Agora sob a égide do Conselho Cultural da UMinho/Prémio Victor de Sá de História Contemporânea, Braga volta a recuperar algumas memórias da Crise Académica de Coimbra 1969, concluindo a celebração do 50º aniversário desse tempo singular.

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O ponto de partida centra-se na grande exposição fotográfica organizada por José Veloso a partir da reportagem feita pela secção fotográfica da AAC entre Abril e Junho de 1969, que será inaugurada no dia 8 Nov, às 18 h. na Galeria do Paço, Largo do Paço, Braga, com visita guiada pelo autor.. O mês culminará com o lançamento do livro "Bracarenses na crise académica de 1969", no mesmo local e hora, no dia 27 Nov., com apresentação do Professor Luís Reis Torgal

Pelo meio termos a apresentação dos livros de Gualberto Freitas ("O processo") e de Alberto Martins ("Peço a palavra").

MINHO COMEMORA 900 ANOS DO NASCIMENTO DE GUALDIM PAIS, MESTRE DA ORDEM DOS TEMPLÁRIOS EM PORTUGAL

Apresentação do programa comemorativo do 9.º Centenário do Nascimento de Dom Gualdim Pais

O 9.º Centenário do Nascimento de Dom Gualdim Pais, Mestre da Ordem do Templo de Portugal, será assinalado com um vasto programa ao qual se associam cinco municípios.

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As Jornadas Gualdinianas realizar-se-ão em Barcelos (22 de setembro), Braga (29 de setembro), Coimbra (6 de outubro), Tomar (13 de outubro) e Vila Verde (20 de outubro).

A apresentação do programa decorrerá amanhã, 4 de setembro, na Sala de Reuniões da Câmara Municipal de Barcelos, às 11h00, com a presença de Armandina Saleiro, Vereadora da Cultura da Câmara de Barcelos, e de Lídia Dias, Vereadora da Cultura da Câmara de Braga.

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QUEM FOI O AMARENSE D. GUALDIM PAIS?

Gualdim Pais (1118-1195)

Gualdim Pais nasceu em Amares, região de Braga. Escudeiro de D. Afonso Henriques, combateu ao seu lado contra os mouros, vindo a ser ordenado cavaleiro pelo soberano no campo da batalha de Ourique, em 1139. Depois tornou-se cruzado e freire templário, partindo a seguir para a Palestina onde pelejou durante cinco anos. No seu regresso, em 1157, foi feito procurador do Templo em Portugal, sendo o seu 4.º Mestre desde que a Ordem se estabeleceu em Soure, em 1128.

Segundo uma lápide existente no Convento de Cristo, colocada junto à primitiva entrada na Rotunda Templária pelo Infante D. Henrique, Mestre Gualdim Pais além do castelo e vila de Tomar, fundou ainda, os castelos de Pombal, Zêzere (hoje desaparecido - no atual concelho de Vila Nova da Barquinha), Almourol, Idanha e Monsanto.

Deu foral à vila de Tomar, em 1162, que se tornou então a sede dos Templários no reino. Cercado este castelo em 1190, pelas forças Almóadas, sob o comando do califa Abu Yusuf Ya'qub al Mansur, os Templários conseguiram defendê-lo graças a uma estratégia eficaz, até que, ao fim de seis dias, o cerco foi levantado e os muçulmanos abandonaram a empresa. 

Gualdim Pais faleceu em Tomar, no ano de 1195 e encontra-se sepultado na igreja de Santa Maria dos Olivais, que foi panteão dos mestres do Templo.

Fonte: http://www.conventocristo.gov.pt/

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FESTA DO RUGBY JUNTA ATLETAS EM COIMBRA

Festa do Rugby em Mais um Convívio Regional

No dia 22 de abril, as equipas sub-8, sub-10 e sub-12 do CRAV deslocaram-se a Coimbra para participar em mais uma jornada de convívio regional.

Com o tempo atmosférico a contribuir largamente para o sucesso do evento, as equipas presentes preocuparam-se em divertir-se e jogar Rugby, indo ao encontro dos ideais de fruição e desportivismo que estão na base desta modalidade.

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ESCALÕES DE FORMAÇÃO DO CRAV: ATLETAS DE PALMO E MEIO CONVIVEM EM COIMBRA

No dia 18 de março, as equipas de sub-10 e sub-12 do CRAV deslocaram-se a Coimbra para disputar o Convívio Nacional de sub-8, sub-10 e sub-12, que se realizou na cidade do Mondego.

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Estiveram em campo cerca de 400 praticantes que, acompanhados de pais, técnicos e dirigentes, formaram uma moldura humana significativa.

Sobre o tempo atmosférico podemos dizer que decorreu da melhor forma apesar de uma bátega intensa (incluindo granizo) após o "briefing" das equipas. Porém, logo após o início do torneio a chuva deu tréguas e até deixou espreitar o sol por alguns momentos.

Sobre os jogos, assinale-se a evolução dos jovens atletas do CRAV, a melhorar em alguns capítulos do jogo, e o espírito de saudável competição existente no Estádio Universitário de Coimbra, que culminou na festa do desporto e do Rugby que foi esta jornada.

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COIMBRA TEM MAIS ENCANTO… COM A TERNURA DOS PRODUTOS NAMORAR PORTUGAL!

O país inteiro já está a Namorar Portugal. Desta feita, a marca territorial vilaverdense rumou a Coimbra para apresentar duas novas e encantadoras linhas de produtos. Uma aliança harmoniosa entre tradição e modernidade, com criações modernas e arrojadas inspiradas nos motivos dos Lenços de Namorados.

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A apresentação decorreu hoje, 31 de janeiro, no espaço ‘A de Amor’, que já comercializa alguns produtos da marca Namorar Portugal. A True Love ampliou a sua linha de vestidos e apresentou, este ano, vestidos de casamento para a noiva e para a menina das alianças. Por sua vez, a Sapatos Namorar Portugal apresentou a coleção de 2018. A grande novidade são as propostas de sapatos para homem, que também podem ser personalizados a gosto.  Coimbra tem mais encanto… com a ternura dos produtos Namorar Portugal!

A abertura da sessão ficou a cargo da vereadora da Cultura. Júlia Fernandes recordou que, no final da programação turístico-cultural mais romântica e apaixonante do país, serão já um total de 67 parceiros Namorar Portugal, que levam o nome de Vila Verde e o ex-líbris cultural do concelho pelo país e pelo mundo. “Durante a semana, temos a apresentação de novos produtos. Os fins de semana são de índole cultural, com workshops temáticos, concertos, espetáculos de dança, saraus…”, referiu Júlia Fernandes.

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Vestidos True Love para noiva e menina das alianças

Tempo para conhecermos os novos produtos. A responsável da True Love começou por recordar brevemente a história de uma marca que nasceu quase por acaso. Paula carvalho guardava com muita estima e carinho um Lenço de Namorados que lhe foi oferecido por altura da conclusão do curso universitário, mas não o queria emoldurado e pendurado na parede. Procurava dar-lhe nova vida. Certo dia, enquanto planeava a indumentária para a Gala Namorar Portugal, pensou criar um vestido a partir de um Lenço. Daquele Lenço. Se bem o pensou, melhor o fez. Os elogios não se fizeram esperar e o vestido foi um sucesso.  No ano seguinte, nascia a True Love, com uma coleção de vestidos em corte de princesa. O topo é criado a partir de um Lenço Namorar Portugal e a saia pode ter diferentes que cores, em que cada cor simboliza um tipo de amor. Este ano apresentou uma linha mais ‘casamenteira’.

“O mercado dos casamentos está muito em voga e o público tem pedido imenso este tipo de produtos. Anteriormente, tive várias solicitações para damas de honor, em que cada uma levava uma saia de cor diferente. Este ano, apresentamos o True Love Branco e assim também já temos um vestido para as noivas e outro para a menina das alianças”, afirmou Paula Carvalho, sublinhando a importância do simbolismo associado ao dia do casamento. “O casamento é o maior momento de celebração do amor, tal como a história dos Lenços, uma história de celebração do amor!”, concluiu.

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Os homens também já podem calçar Sapatos Namorar Portugal

Por sua vez, Nancy Oliveira apresentou ao público a ‘Linha Sapatos Namorar Portugal 2018’, em que a maior novidade são os sapatos masculinos inspirados nos motivos dos Lenços de Namorados. A empresária lembrou que a parceria com a marca territorial data de 2013 e foi estabelecida com o objetivo de distinguir e diferenciar a sapataria RStivali da concorrência. O namoro começou, a relação foi amadurecendo e tornou-se mais séria. Rapidamente os produtos Namorar Portugal ganharam protagonismo na balança comercial e hoje, cinco anos volvidos, representam mais de 60% do volume de negócios de uma empresa que já se dedica à exportação. Desta vez, o público pediu sapatos para homem e a marca já respondeu.

“Este é um sapato leve, desportivo, bem-disposto e colorido. À minha imagem e do meu marido. A partir daqui vamos adaptando. Criámos uns mais coloridos e outros mais discretos, podem ter uma sola desportiva ou uma sola clássica. Há uma grande diversidade para agradar aos gostos e corresponder às necessidades do cliente”, afirmou Nancy Oliveira. O mercado dos casamentos tem também um peso cada vez maior na balança de transações da empresa, que, apesar de ter propostas standardizadas para a ocasião, também desenvolve produtos únicos e personalizados, criados à medida de cada cliente. “Temos aqui o exemplo de um par em que num sapato a quadra está escrita em português, nacionalidade da noiva, e a outra está escrita em alemão, nacionalidade do noivo”, referiu.

Reinventar a tradição transportando-a para a modernidade

Presente na sessão, o presidente do Município de Vila Verde, António Vilela, começou por agradecer aos proprietários do espaço por acolherem com amizade e carinho os produtos inspirados nos motivos dos Lenços de Namorados, sublinhando que o próprio nome (A de Amor) encaixa como uma luva no espírito do Mês do Romance. O edil prosseguiu congratulando os parceiros pela qualidade dos novos produtos. “A criatividade das pessoas tem sido extraordinária e conseguem continuar a surpreender-nos todos os anos. É uma recuperação da tradição, transportando-a para a contemporaneidade em produtos modernos e atuais”, afirmou António Vilela, sem esconder a imensa “satisfação em ouvir os parceiros, como a Nancy, dizerem que aumentaram substancialmente o volume de vendas com a marca Namorar Portugal e as suas empresas crescem todos os anos”.

“Este trabalho mostra bem a paixão que nutrem pela vossa terra”

A iniciativa contou também com a presença de um representante da Câmara Municipal de Coimbra, Francisco Paz, que deu os parabéns ao Município de Vila Verde pela criação da marca territorial e pela cedência gratuita a todos os parceiros, desenvolvendo uma força motriz capaz de alavancar a cultura e economia. “Além de criar excelentes oportunidades de negócio, reviver e recriar as tradições, é também um importante trabalho de índole cultural que nos ajuda a manter e reforçar a nossa identidade. Este trabalho mostra bem a paixão que nutrem pela vossa terra”, disse Francisco Paz, acrescentando que, regionalismos à parte, “é importante promover tudo o que de bom se faz em Portugal e é, por isso, com grande prazer que vos recebemos em Coimbra”.

“Vamos procurar ajudar a divulgar a marca”

O proprietário do espaço ‘A de Amor’, Rui Andrade, avançou que o seu projeto conta com várias lojas de artesanato e de produtos culturais na baixa conimbricense para “promover o extraordinário conjunto de produtos que Portugal tem para oferecer, daí que faça todo o sentido recebermos esta apresentação”. Rui Andrade congratulou também o Município de Vila Verde “pelo trabalho desenvolvido em prol de artesãos e empresários da vossa zona e de todo país, agradecemos imenso e vamos procurar também ajudar a divulgar a marca”.

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ESPOSENDENSES OUVEM FADOS DE COIMBRA

Município de Esposende promove Espetáculo de Fados de Coimbra. Auditório Municipal - 20 de janeiro

O Auditório Municipal de Esposende vai acolher, no próximo sábado, dia 20 de janeiro, pelas 22h00, um espetáculo de Fados de Coimbra, promovido pelo Município de Esposende, com entrada livre.

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O espetáculo estará a cargo do grupo “Canções de Coimbra”, num projeto designado por “Sons de Outono”, composto por Almeida Ulisses, Miguel Assis e Pedro Pinto nas guitarras, Carlos Teixeira e Paulo Alão nas violas, e, nas vozes, Nuno Oliveira (Montalto) e Carlos Alberto.

Num encontro de gerações, este concerto preconiza uma viagem pelo fado de Coimbra, em que a canção popular representa a sua origem, passando e recordando gerações e momentos que marcaram a música académica nas diferentes décadas, até uma contemporânea forma de interpretar o fado de Coimbra.

Neste concerto, serão relembrados nomes como Zeca Afonso, Adriano Correia de Oliveira e Luís Goes, entre outros, bem como, nas guitarras, as várias gerações da família “Paredes”, através de referências vivas que os acompanharam e com eles privaram, mantendo, de alguma forma, viva a sua presença.

Serão, assim, interpretados os temas de cariz mais popular como “Maria se fores ao baile”, “Amélia”, “Saudades ai ó saudades”, “Menino d´oiro”, “Passarinho da ribeira” ou “Samaritana”. Relembrando a geração de Zeca Afonso, ouvir-se-ão temas como “Canção de embalar” ou “Balada do Outono”, e, numa incursão pelos temas de Luis Goes, a “Canção pagã” ou a “Balada do rei vadio”. Numa vertente contemporânea, ao piano, serão, ainda, interpretados poemas de Manuel Alegre que eternizaram a canção de Coimbra como “E alegre se fez triste” ou “Trova do vento”. Por fim, temas que referem o fado do Porto, a canção minhota num vira de Coimbra ou a Balada de Coimbra encerram o concerto exaltando a participação do público.

VIANA DO CASTELO OUVE ALMA DE COIMBRA

Informamos que os bilhetes para o espetáculo ALMA DE COIMBRA, a realizar no Teatro Municipal Sá de Miranda, no próximo dia 19 de novembro  às 17h00 –  Já se encontram  à venda.

LOCAL DE VENDA:

  • Teatro Municipal Sá de Miranda:

                Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 19h00

                Dias de espetáculo: das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 22h00

                Sábado e domingos em dias de espetáculos:  2 horas antes.

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M/6 anos

CUSTO DO BILHETE: 5€

NOTA : Aceitam-se reservas de bilhetes, unicamente, para o  email: tmsm@cm-viana-castelo.pt.

                       Prazo de levantamento de 24 horas, caso contrário a reserva ficará sem efeito.

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JOVENS DE FAFE FREQUENTAM EM COIMBRA UNIVERSIDADE DE VERÃO

Universidade de Verão – Coimbra 2017.

O Presidente da Câmara Municipal de Fafe, Raul Cunha, recebeu, esta tarde, os 12 alunos do 10º e 11º anos que vão poder participar na Universidade de Verão, da Universidade de Coimbra.

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O Município de Fafe atribuiu Bolsas de Mérito a estes alunos que vão poder, de 16 a 21 de Julho 2017, experienciar uma série de atividades pedagógicas/cientificas em diversas áreas do saber e atividades culturais e desportivas, promovendo uma interligação com a cidade de Coimbra.

A inscrição, suportada pelo Município de Fafe, inclui todas as atividades a desenvolver, transportes durante todo o período de realização do evento na cidade de Coimbra, serviço de refeições e alojamento numa residência universitária.

O autarca aproveitou para relevar que “esta é uma excelente oportunidade para experimentar aquilo que poderão viver, quando ingressarem no Ensino Superior.

Coimbra é uma cidade com muita tradição académica e estou certo que de serão muito bem recebidos e será uma experiência inesquecível.

Esta bolsa que o Município de Fafe atribui é também uma forma de reconhecer o vosso mérito académico nos últimos anos.

Espero que desfrutem de uma boa experiência e, acima de tudo, que vos seja muito útil no futuro.”

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DANIEL BASTOS APRESENTA EM COIMBRA LIVRO SOBRE A EMIGRAÇÃO PORTUGUESA

O historiador fafense Daniel Bastos apresentou ontem em Coimbra o livro Gérald Bloncourt – O olhar de compromisso com os filhos dos Grandes Descobridores”.

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O historiador Daniel Bastos acompanhado do sociólogo Pedro Góis na sessão de apresentação do livro sobre a emigração portuguesa em Coimbra

 

O livro, concebido e realizado pelo historiador natural de Fafe Daniel Bastos a partir do espólio do conhecido fotógrafo que imortalizou a história da emigração portuguesa para França nos anos de 1960, foi apresentado na FNAC de Coimbra, numa sessão que esteve a cargo do sociólogo Pedro Góis, professor na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e investigador do Centro de Estudos Sociais na área das Migrações Internacionais.

No decurso da sessão, Pedro Góis qualificou o livro, que se encontra traduzido para português e francês pelo docente Paulo Teixeira, e é prefaciado pelo multipremiado ensaísta Eduardo Lourenço, como um “livro de memórias fundamentais para a compreensão da emigração portuguesa da segunda metade do séc. XX”.

A sessão de apresentação em Coimbra incluiu a inauguração de uma exposição fotográfica evocativa da ligação de Gérald Bloncourt a Portugal, que estará durante os próximos três meses patente ao público na cidade dos estudantes.

Refira-se que esta obra, que reúne testemunhos e imagens originais como as que fotógrafo francês de origem haitiana realizou sobre os emigrantes lusitanos nos bidonvilles dos arredores de Paris nos anos 60, foi também já apresentada nas capitais de distrito de Braga, Porto e Lisboa, assim como junto das comunidades portuguesas em Paris, Luxemburgo e Toronto.

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ATLETAS DO CRAV APOIAM A SELEÇÃO NACIONAL

Escalões de Formação do CRAV no Convívio de Apoio à Seleção Nacional

No dia 1de dezembro as equipas sub-10 e sub-12 do CRAV deslocaram-se a Coimbra para participar no convívio nacional dos respetivos escalões.

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Apesar dos aguaceiros constantes o evento decorreu da melhor forma. Foi marcado pela alegria e prazer de jogar, assim como do mais puro desportivismo.

No final os jovens atletas puderam assistir ao jogo internacional de seniores Portugal-Brasil que os Lobos venceram por 21-17.

PONTE DE LIMA EVOCA ALVES DOS SANTOS

Município de Ponte de Lima assinala os 150 anos de nascimento de Alves dos Santos

O Município de Ponte de Lima vai assinalar o 150.º aniversário de nascimento de Augusto Joaquim Alves dos Santos (1866-2016) – personalidade limiana notabilizada nas áreas da Educação e da Psicologia – com um destaque biobibliográfico patente na Sala de Adultos da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima (BMPL), de 14 a 31 de Outubro.

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Uma oportunidade para descobrir a vida e a obra de uma figura menos conhecida do grande público, mas que se destacou em diferentes esferas de atuação. Alves dos Santos foi precursor da Pedologia em Portugal, criou o primeiro laboratório nacional de Psicologia, em Coimbra, exerceu vários cargos políticos de notoriedade e chegou a Ministro do Trabalho na Primeira República.

Além de dois painéis biográficos e da disponibilização para consulta de documentos de e sobre Alves dos Santos, a BMPL facultará um folheto com o essencial do tributo.

Associe-se à homenagem a Augusto Joaquim Alves dos Santos, cujo currículo eclético enobrece o legado cultural de Ponte de Lima, e visite a Biblioteca Municipal.

O TEATRÃO – OFICINA MUNICIPAL DE TEATRO DE COIMBRA APRESENTA EM PONTE DE LIMA A PEÇA DOM QUIXOTE

4 de Outubro – 22h00 e 5 de Outubro – 16h00 – Teatro Diogo Bernardes – Ponte de Lima

Dando continuidade à vasta e diversificada programação do Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, neste ano em que se comemora o 120.º Aniversário da secular sala de espectáculos limiana, serão apresentadas duas sessões do espectáculo Dom Quixote (de Coimbra), pela companhia O Teatrão – Oficina Municipal de Teatro de Coimbra, com encenação de Isabel Craveiro, num espectáculo criado a partir da obra de Cervantes, com excertos das versões de António José da Silva, Monteiro Lobato, Yevgeni Shvarts e Orson Welles.

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Atendendo ao facto de se tratar de um espectáculo para maiores de 6 anos e que se adequa também a um público infanto-juvenil, na prossecução dos objectivos que o Teatro Diogo Bernardes pretende atingir, não descurando qualquer tipo de público, haverá uma segunda sessão na tarde do dia 5 de Outubro, feriado nacional, às 16h00, possibilitando que as famílias se desloquem ao teatro e aproximando miúdos e graúdos  do equipamento e das artes do espetáculo, neste caso concreto, do teatro.

“Voltar a explorar o terreno fértil do sonho e do encantamento de Quixote e companhia expressa uma vontade teimosa de tomar os desejos por realidade. Por ele nos ensinou a fórmula que pode misturar a ficção e a realidade, resgatando de cada uma o que for melhor e mais feliz. Em 2009, quando se habitou pela primeira vez a OMT e a adaptação de Jorge Louraço ao texto mítico de Cervantes, a apropriação foi um convite a entrar por todas as portas que uma casa pode ter e, assim, tomá-la por completo e a meias com o público. Hoje, com a vontade renovada e o ânimo espicaçado pelo caos recente e pelo que dele sobrou (sobreviveu, mas um Cavaleiro Andante não geme), abrem-se outras tantas entradas e caminhos que dão gosto à urgência e à actualidade de ser Quixote num mundo de Moinhos de Vento. Porque voltar a este texto? Porque é prazeroso, é divertido e mais que isso. O Cavaleiro da Triste Figura, o tal Fidalgo de la Mancha (ou de Coimbra? resta a dúvida) é cada um de nós. Hoje, como sempre tem sido.” Isabel Craveiro

FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA:

Dramaturgia Jorge Louraço Figueira

Encenação Isabel Craveiro

Elenco Dinis Binnema, Inês Mourão, João Castro Gomes, Margarida Sousa

Elenco de Apoio João Amorim, João Santos

Música Original Afonso Rodrigues, Filipe Costa

Desenho de Luz Jonathan Azevedo

Dispositivo Cénico e Figurinos Helena Guerreiro

Adereços e Construção/Montagem Cenário José Baltazar

Fotografia Carlos Gomes

Vídeos Promocionais Bruno Pires

Design Gráfico Studio Dobra

Comunicação e Assessoria de Imprensa Margarida Sousa, Mariana Pardal

Cabeleireiro Carlos Gago

Costureira Fernanda Tomás

Direcção de Produção Cátia Oliveira

Produção Executiva Carlos Pinto

Operação de Luz e Som Jonathan Azevedo

Duração: 75 min.

Os bilhetes encontram-se à venda no Teatro Diogo Bernardes (2,00€) e todas as informações podem ser obtidas pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt

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UNIVERSIDADE DE COIMBRA PRETENDE ASSOCIAR-SE A HOMENAGEM AO DR. ALVES DOS SANTOS

O BLOGUE DO MINHO solicitou ao Diretor da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra a informação possível acerca da eventual realização de qualquer iniciativa de evocação por parte daquela entidade em relação ao Dr. Augusto Joaquim Alves dos Santos. Como resposta e de acordo com a mensagem que a seguir se transcreve, recebida há instantes, a Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra terá o maior gosto em associar-se a uma eventual iniciativa de homenagem ao ilustre limiano que foi Alves dos Santos.

Exmº Sr

Dr Carlos Gomes

Agradecendo muito o seu contacto, venho informar que, não estando nos nossos planos, de momento, tomar nenhuma iniciativas próprias, teremos, no entanto, o maior gosto em associarmo-nos a qualquer ação que venha ser empreendida com o objetivo de lembrar a figura insigne do Doutor Augusto Joaquim Alves dos Santos.

Ficando ao dispor de V. Exª para o mais que entender necessário, cumprimenta

muito grata e respeitosamente

o

  1. Bernardes (Diretor da Biblioteca Geral da Universidade)

SENADO DA REPÚBLICA PRESTOU TRIBUTO DE HOMENAGEM A ALVES DOS SANTOS

O Senado da República, reunido em 18 de janeiro de 1924, prestou o devido tributo de homenagem a Augusto Joaquim Alves dos Santos. Presidiu à sessão António Xavier Correia Barreto, secretariado pelo ilustre caminhense Luís Inocêncio Ramos Pereira e ainda por António Gomes de Sousa Varela. Transcrevemos do respetivo “Diário do Senado” a parte respeitante à homenagem realizada, bem assim a lista de presenças.

Sumário. — - Verificando-se a presença de 20 Srs Senadores, foi aberta a sessão.

Leu-se a acta, que foi aprovada, e deu-se conta do expediente.

Leu-se a acta, que foi aprovada, e deu-se conta do expediente.

Antes da ordem do dia.— O Sr. Presidente propôs que na acta te exarasse um voto de pesar pelo falecimento dos Srs. Drs. José de Pádua e Alves dos Santos, a que se associaram todos os lados da Câmara,

O Sr. Pereira Osório refere-se ao facto de as sessões não abrirem à hora regimental, dando o Sr. Presidente cabais explicações.

O Sr. Júlio Ribeiro apresentou e justificou um projecto de lei alusivo à compra e venda de cambiais.

O Sr. Alfredo Portugal discorda da interpretação que se dá ao artigo 32." da Constituição em vista do oficio recebido da Câmara dos Deputados por motivo da promulgação de leis.

O Sr. Ribeiro de Melo protesta contra o desconto feito nas colónias pelo Danço Nacional Ultramarino nas notas de 100 escudos, e apresenta um projecto anulando os concursos do Ministério dos Negócios Estrangeiros.

Responde o Sr. Ministro das Colónias (Mariano Martins).

O Sr. Aragão e Brito alude à elevação do preço das libras e apresenta um projecto de lei (preenchimento pelos propostos das vagas de tesoureiros interinos da Fazenda Pública).

Ordem do dia.— Continua a discussão do debate político.

Falam os Srs. José Pontes, Querubim Guimarães e Presidente do Ministério e Ministro das Finanças (Álvaro de Castro}.

A requerimento do Sr. Ernesto Navarro havia sido prorrogada a sessão até concluir o debate político.

Antes de se encerrar a sessão.— O Sr, Ministro das Colónias (Mariano Martins mandou para a Mesa uma proposta de nomeação do Governador da provinda da Guiné (Velez Caroço).

Abertura da sessão, às l5 horas e 30 minutos.

Presentes à chamada 31 Srs. Senadores.

Entraram durante a sessão 19 Srs. Se-Dadores.

Srs. Senadores presentes à chamada:

Abílio do Lobão Soeiro.

Afonso Henriques do Prado Castro

Alfredo Narciso Marcai Martins Portugal;

Álvaro António do Bulhão Pato.

António da Costa Godinho do Amaral.

António Gomes do Sousa Varela

António Maria da Silva Barroto

Artur Augusto da Costa.

Artur Octávio do Rego Chagas.

Augusto Casimiro Alves Monteiro.

Augusto César do Almeida Vasconcelos Correia.

César Justino do Lima Alves.

Constantino José dos Santos.

Duarte Clodomir Patten do Sá Viana.

Ernesto Júlio Navarro.

Francisco José Pereira.

Herculano Jorge Galhardo.

Joaquim Manuel dos Santos Garcia.

Joaquim Pereira Gil de Matos.

Joaquim Xavier do Figueiredo Oriol Pena.

Jorge Frederico -Velez Caroço.

José Augusto Ribeiro de Melo

José Duarte Dias de Andrade.

José Joaquim Pereira Osório.

José Machado Serpa.

José Mendes dos Reis

José Nepomuceno Fernandes Brás.

Júlio Augusto Ribeiro da Silva.

Luís Inocêncio Ramos Pereira.

Pedro Virgolino Ferraz Chaves.

Rodolfo Xavier da Silva.

Srs. Senadores que entraram durante a sessão:

Aníbal Augusto Ramos de Miranda.

António Alves de Oliveira Júnior.

António Xavier Correia Barreto.

Elísio Pinto de Almeida e Castro.

Francisco de Sales Ramos da Costa.

Frederico António Ferreira de Simas.

João Carlos da Costa.

Joaquim Crisóstomo da Silveira Júnior.

José Joaquim Fernandes Pontes.

Júlio Ernesto de Lima Duque.

Luís Augusto de Aragão e Brito.

Nicolau Mesquita.

Querubim da Rocha Vale Guimarães.

Raimundo Enes Meira.

Ricardo Pais Gomes.

Roberto da Cunha Baptista.

Rodrigo Guerra Alvares Cabral.

Silvestre Falcão.

Tomás de Almeida Manuel de Vilhena (D.).

Sr a. Senadores que não compareceram à sessão:

António de Medeiros Franco.

Augusto de Vera Cruz.

César Procópio de Freitas.

Francisco António de Paula.

Francisco Vicente Ramos.

Francisco Xavier Anacleto da Silva.

João Alpoim Borges do Canto.

João Catanho de Meneses.

João Manuel Pessanha Vaz das Neves.

João Maria da Cunha Barbosa.

João Trigo Motinho.

Joaquim Teixeira da Silva.

José António da Costa Júnior.

José Augusto de Sequeira.

José Joaquim Fernandes de Almeida.

Luís Augusto Simões de Almeida.

Manuel Gaspar de Lemos.

Vasco Crispiniano da Silva.

Vasco Gonçalves Marques.

Vítor Hugo do Azevedo Coutinho.

Pelas l5 horas e 30 minutos, o Sr. Presidente manda proceder a chamada. Fez-se a chamada.

O Sr. Presidente:— Estão presentes 30 Srs. Senadores. Está aberta a sessão. Vai ler-se a acta. Leu-se. Pausa,

O Sr. Presidente: — Como nenhum Sr. Senador pede a palavra considero a acta aprovada.

Vai ler-se o Expediente

(…)

Antes da ordem do dia

O Sr. Presidente: — Acabam de falecer dois ilustres cidadãos que prestaram relevantes serviços à Pátria, um deles o Sr. Dr. José de Pádua, médico distintíssimo, ex-Deputado da Nação e antigo Senador, o outro o Sr. Alves dos Santos, Deputado da Nação e professor também muito distinto da Universidade de Coimbra.

Proponho que na acta se lavre una voto de sentimento pela perda destes ilustres homens de sciência e que se comunique às famílias a deliberação da Câmara.

O Sr. Pereira Osório: — Sr. Presidente: pedi a palavra para em nome deste lado da Câmara me associar ao voto de sentimento proposto por V. Ex.a pelo falecimento de dois parlamentares, os quais •eram figuras de destaque no mundo da sciência e das letras.

Refiro-me especialmente ao Sr. Dr. José de Pádua, deixando para o meu colega desta Câmara o Sr. Pereira Gil, visto ter-mo feito essa solicitação, o referir-se mais pormenorizadamente ao Sr. Dr. Alves dos Santos.

No que respeita ao Sr. Dr. José de Pádua, habituei-me desde muito novo, desde o início das lutas de propaganda, a respeitá-lo como um sincero republicano, como um médico distintíssimo, e ainda como um grande artista e compositor musical, que procurava na cultura da música suavizar as agruras da sua vida de incessante estudo e trabalho.

Também não deixarei de lembrar o alto papel que, como oficial miliciano, prestou na organização do corpo expedicionário para a Grande Guerra, na parte referente á assistência médica e serviços de saúde.

Não esquecerei jamais o carinho e proficiência com que tratou do meu filho numa doença grave, e bastava esta circunstância para me sentir verdadeiramente compungido quando, ao chegar à Câmara, me comunicaram a notícia do seu falecimento, pois até ignorava que ele se encontrasse doçnte.

Associo-me, por isso, e comovidamente ao voto de sentimento proposto por V. Ex.a

O Sr. Pereira Gil: — Sr. Presidente: representando o círculo de Coimbra, não posso deixar de me associar ao voto proposto por V. Ex.a pelo falecimento do ilustre professor Dr. Alves dos Santos.

S. Exa foi Deputado, foi Ministro.

Tornou-se distinto como professor da Universidade, sobretudo no ramo da puericultura, porque ele dedicava todos os seus esforços e toda a sua inteligência ao "bem das crianças.

Prestou relevantes serviços à cidade de Coimbra, sondo por várias vezes presidente do Município daquela cidade, Município esse de tão gloriosas tradições, sobretudo desde que o Dr. Marnoco e Sousa por lá passou.

Em Coimbra, a sua falta faz-se sentir em todas as classes, principalmente na Universidade e no Município.

Como representante de Coimbra nesta casa do Parlamento, não podia deixar de me associar ao voto de sentimento proposto por V. Ex.a

O orador não reviu.

O Sr. Dias de Andrade: — Sr. Presidente: é para me associar ao voto do sentimento proposto por V. Ex.a

O Sr. Augusto de Vasconcelos: — Sr. Presidente: é hoje verdadeiramente um dia do luto para o Parlamento e para o País.

Temos de registar a morte do duas eminentes personalidades, de dois prestantes cidadãos, e Portugal não está tam rico em cidadãos ilustres, que não sinta profundamente dois deles desaparecerem do número dos vivos, deixando de prestar à Nação os altos serviços, que lhe prestaram em vida.

O Sr. Dr. José de Pádua foi um republicano de todos os tempos. Médico e artista notável, afirmou-se nesta casa do Parlamento notavelmente pela forma como estudava e tratava as questões, sobretudo aquelas que se prendiam a higiene e a evolução da sociedade.

Foi portanto um ornamento do Parlamento que desapareceu novo, quando ainda havia muito a esperar do seu trabalho, da sua inteligência e virtudes de cidadão.

Sinto profundamente a sua perda, quer corno seu correligionário, embora ele não estivesse ultimamente na actividade política, quer como cidadão, por ver desaparecer um ornamento ilustre da sociedade.

O Sr. Dr. Alves dos Santos era um correligionário meu, era um professor distintíssimo, um orador brilha ate. e foi um estadista que deixou assinalada a sua passagem pela pasta do Trabalho em factos que demonstram o que havia a esporar da sua acção, se nela se tivesse demorado.

Aceitou fazer parte de um Governo em condições críticas e graves da sociedade portuguesa e, nessa ocasião, todos aqueles que se sacrificaram em tomar conta do Poder deram provas de coragem a que não podemos deixar de prestar elogio.

Associo-me aos votos propostos por V. Ex.a, na certeza do que a sociedade portuguesa perdeu hoje dois homens ilustres.

O Sr, Mendes dos Reis: — Sr. Presidente: é para me associar aos votos de sentimento propostos por V. Ex.a, o ao aditamento proposto pelo Sr. Pereira Osório.

O elogio de qualquer dos ilustres extintos já foi feito pelos Srs. Pereira Osório o Augusto de Vasconcelos, limitando-me eu a fazer minhas as palavras de S. Ex.as

O Sr. Querubim Guimarães: *— Sr. Presidente: pedi a palavra para, em nome da minoria monárquica, me associar aos votos de sentimento propostos por V. Ex.a

O Sr. José de Pádua não o conheço senão através dos jornais, com todas as referências agradáveis ao seu nome e para o seu espírito. Sei que foi uma pessoa que marcou no seu tempo e neste país.

No tocante ao Sr. Alves dos santos, foi meu contemporâneo em Coimbra, foi um professor distinto, e seguiu orientação diversa da minha em política, embora noutros tempos partilhasse das minhas ideias.

Daqui lhe tributo as homenagens do meu respeito e da minha muita consideração.

O Sr. Presidente: — Em vista da manifestação de todos os lados da Câmara considero aprovados os votos de sentimento propostos.

ALVES DOS SANTOS E OS “ESTUDOS DE MEMÓRIA HUMANA NA DÉCADA DE 1920 NA UNIVERSIDADE DE COIMBRA”

Em 1993, o Professor Dr. Amâncio da Costa Primo publicou na revista científica “Psychologica” um artigo intitulado “Estudos de memória Humana na Década de 1920 na Universidade de Coimbra”. Este artigo debruça-se nomeadamente sobre a obra “Psicologia Experimental e Pedologia”, da autoria de Augusto Joaquim Alves dos Santos. Para melhor se conhecer a obra neste domínio do Dr Alves dos Santos, transcreve-se com a devida vénia o referido artigo que se encontra no Repositório Aberto da Universidade do Porto.

CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA INFORMA SOBRE ALVES DOS SANTOS

A fim de envolver a Casa do Concelho de Ponte de Lima num projeto de interesse cultural, o autor destas linhas efetuou quase desde o início alguns pedidos de informação em nome daquela Instituição regionalista, razão pela qual algumas entidades respondem-lhe diretamente. É o caso da Câmara Municipal de Coimbra que presta algumas informações acerca de Augusto Joaquim Alves dos Santos, através do ofício que junto se reproduz.