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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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FAMALICÃO REALIZA CONCURSO DE CURTAS-METRAGENS"

Concurso volta a distinguir as melhores curtas-metragens produzidas por jovens cineastas portugueses. Candidaturas ao Ymotion até 30 de setembro

Já não resta muito tempo para os jovens cineastas deste país submeterem as suas curtas metragens ao Ymotion. As inscrições para o festival de cinema jovem promovido pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão decorrem até 30 de setembro. Os prémios vão dos 250 aos 2500 euros.

Ymotion

No total, são sete as categorias a concurso: “Grande Prémio Joaquim de Almeida”, no valor de 2500 euros; “Prémio Escolas Secundárias”, no valor de 850 euros; “Prémio Público”, no valor de 350 euros; “Prémio Melhor Animação”, no valor de 600 euros e prémios para “Melhor Ator/Atriz”, “Melhor Direção Fotografia” e “Melhor Banda Sonora Original”, no valor de 250 euros.

O regresso do YMOTION para a sua quarta edição volta assim a posicionar o concelho de Vila Nova de Famalicão como a capital do cinema jovem em Portugal. O festival é comissariado pelo crítico português Rui Pedro Tendinha e continua a ter como prato forte a distinção das melhores curtas-metragens produzidas por jovens portugueses dos 12 aos 35 anos, atribuindo ainda um especial destaque ao plano da formação.

A gala de entrega de prémios está agendada para o dia 10 de novembro, na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.

Integram o painel de jurados o argumentista Tiago R. Santos, os jornalistas Maria João Rosa e Tiago Fernando Alves, a atriz Teresa Tavares e o realizador Fernando Vendrell.  

Mais informações em www.ymotion.org.  

O festival é comissariado pelo crítico português Rui Pedro Tendinha

ARCOS DE VALDEVEZ RECEBE CINEMA DOCUMENTAL

A política e a ecologia globais em destaque no Doc’s Kingdom 2018 em Arcos de Valdevez

Com o título “Máquina do Mundo”, inspirado em Camões, Drummond de Andrade e no Padre Himalaya (católico, cientista e inventor, pioneiro do aproveitamento da energia solar, nascido em Cendufe, Arcos de Valdevez, em 1868), o Doc’s Kingdom 2018 apresenta filmes do português João Pedro Rodrigues, da brasileira Maria Augusta Ramos, do romeno Andrei Ujica, da palestiniana Jumana Manna, do mexicano Nicolás Pereda e do colectivo Forensic Architecture, entre o conjunto de 10 convidados internacionais que marcam presença durante toda a semana no concelho do alto Minho.

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Organizado desde 2000 pela Apordoc, responsável pelo festival Doclisboa, o seminário internacional de cinema documental decorre em Arcos de Valdevez pelo quarto ano consecutivo. Entre a noite de domingo, 2 de Setembro e a manhã de sexta-feira, 7 de Setembro, com sessões na Casa das Artes às 10h, 14h30 e 21h, serão exibidos 31 filmes em 14 sessões seguidas de debates colectivos com a presença dos realizadores convidados.

Os 100 participantes no seminário “seguem um programa intensivo de sessões surpresa, tendo em conta que desconhecem que filmes serão exibidos, sabendo apenas quem são os realizadores convidados e que podem conviver com todos eles durante uma semana de retiro às portas do Parque Nacional da Peneda-Gerês, numa atmosfera muito informal, bucólica e de grande intensidade intelectual”, refere o director do seminário, Nuno Lisboa.

No programa “Máquina do Mundo”, organizado em colaboração com a curadora brasileira Patrícia Mourão, destaca-se a presença do colectivo Forensic Architecture, que reúne arquitectos, professores, artistas, realizadores, cientistas, jornalistas de investigação, programadores informáticos, arqueólogos e advogados na sua equipa. O grupo recorre a técnicas audiovisuais e a ferramentas da arquitectura para investigar conflitos armados e a destruição ambiental do planeta, do Médio Oriente à América do Sul, oferecendo as suas análises a associações de cidadãos, ONGs, grupos de activistas e advogados de acusação. Ao mesmo tempo que os seus filmes, documentos e relatórios são apresentados em tribunais de todo o mundo, o grupo Forensic Architecture exibe o seu trabalho em museus e galerias e é finalista do prémio Turner em 2018.

Depois de ganhar o prémio do público no último festival Indielisboa com “O Processo”, Maria Augusta Ramos também marca presença em Arcos de Valdevez. Para além da divulgação dos filmes de abertura e encerramento, a organização do seminário faz uma excepção com este documentário sobre o processo de destituição de Dilma Roussef, que será exibido na Casa das Artes de Arcos de Valdevez às 10h na quarta-feira, 5 de Setembro, seguido de um debate ao ar livre com a realizadora.

A abrir o seminário, Andrei Ujica apresenta o único documentário da história do cinema filmado fora do planeta Terra, acompanhando o astronauta Andrei Krikalev na sua estadia de dez meses na estação espacial MIR entre 1991 e 1992, assistindo de longe ao colapso da União Soviética, para regressar no final da missão à sua cidade natal de Leningrado que entretanto tinha recuperado o nome de S. Petersburgo. “Out of the Present” será exibido numa cópia remasterizada estreada em 2017 em França, 20 anos depois da sua estreia original.

No encerramento do Doc’s Kingdom 2018, será exibido “O Ornitólogo” de João Pedro Rodrigues, seguido de um debate entre o realizador e Agnès Wildenstein, programadora do Doclisboa e profunda conhecedora da obra do realizador português que obteve com este filme o Leopardo para Melhor Realização no festival de Locarno em 2016. No filme, rodado nos rios Douro e Minho, o protagonista é salvo por duas peregrinas chinesas a caminho de Santiago de Compostela, bem perto do concelho minhoto por onde passa um dos caminhos de Santiago, chamado de Celanova.

Informação adicional sobre os realizadores presentes aqui.

Site: www.docskingdom.org

ARCOS DE VALDEVEZ APRESENTA CINEMA DOCUMENTAL

Doc's Kingdom 2018, novamente em Arcos de Valdevez de 2 a 7 de setembro

O Seminário Internacional de Cinema Documental - Doc’s Kingdom 2018, volta a Arcos de Valdevez, pelo quarto ano consecutivo, reunindo uma comunidade internacional de 100 participantes para um encontro intensivo de sessões e debates com a presença de 10 cineastas convidados. Intitulado “Máquina do Mundo”, este seminário foi inspirado em Camões, Drummond de Andrade e no Padre Himalaya, notável cientista arcuense do início do século XX.

Cartaz

Organizado pela Apordoc, responsável pelo festival Doclisboa, o seminário será realizado na Casa das Artes de Arcos de Valdevez e terá início no domingo, dia 2 de setembro, às 21h, com a exibição do filme “Out of the Present”, do cineasta romeno Andrei Ujiča.

Este seminário programado pela curadora brasileira Patrícia Mourão em colaboração com o diretor do seminário, Nuno Lisboa, desenvolve um programa de bolsas que este ano conta com 12 participantes, entre jovens cineastas portugueses ou residentes em Portugal, estudantes de cinema do California Institute of the Arts nos EUA, um professor e cineasta brasileiro e uma jovem realizadora romena, vencedora do prémio Verdes Anos para filmes de escola no último festival Doclisboa.

A edição deste ano conta com presenças de referência mundial, como a norte-americana Deborah Stratman, o português João Pedro Rodrigues, a palestiniana Jumana Manna, a brasileira Maria Augusta Ramos, o mexicano Nicolás Pereda e o colectivo Forensic Architecture, entre outros convidados.

A sessão pública de encerramento terá lugar, na quinta-feira, dia 6 de setembro, às 21h30, com a exibição do filme “O Ornitólogo”, de João Pedro Rodrigues, premiado com a melhor realização no prestigiado festival de Locarno e filmado na região do Douro.

De referir, que este momento marcará também o início da parceria com o novo Clube de Cinema de Arcos de Valdevez, responsável, a partir de setembro, pela programação de documentários nas sessões de cinema na Casa das Artes, em colaboração com Apordoc, Doclisboa e Doc’s Kingdom.

Logo após o seminário em Arcos de Valdevez, o Doc’s Kingdom 2018 realiza duas extensões em Lisboa, na Cinemateca Portuguesa na noite de sábado, 8 de setembro, com a presença de Andrei Ujiča, e na galeria Maumaus / Lumiar Cité, segunda-feira, 10 de setembro, com a presença de Maria Augusta Ramos.

Consultar  programa: http://docskingdom.org/pt/actual/actual.html

ARCOS DE VALDEVEZ REALIZA MOSTRA DE CINEMA DOCUMENTAL

Doc's Kingdom 2018: a “máquina do mundo”, em Arcos de Valdevez, de 2 a 7 de Setembro

O seminário Doc’s Kingdom é aberto ao público e as inscrições para todo o programa de sessões e debates custam 30€ (grátis para sócios Apordoc e residentes no concelho de Arcos de Valdevez) e podem ser efectuadas em www.docskingdom.org.

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O Doc's Kingdom 2018 - Seminário Internacional sobre Cinema Documental, organizado pela Apordoc, responsável pelo festival Doclisboa, tem início no Domingo, 2 de Setembro às 21h, com a exibição do filme “Out of the Present”, do cineasta romeno Andrei Ujică, na Casa das Artes de Arcos de Valdevez, com a presença do realizador.

Entre 2 e 7 de Setembro de 2018, pelo quarto ano consecutivo em Arcos de Valdevez, o seminário Doc’s Kingdom reúne uma comunidade internacional de 100 participantes para um encontro intensivo de sessões e debates com a presença de 10 cineastas convidados. A partir de Segunda-feira, 3 de Setembro, cada dia é composto por sessões de cinema às 10h00, 14h30 e 21h00, seguidas de debates colectivos com a participação dos realizadores dos filmes exibidos.

O Doc’s Kingdom 2018 conta com a presença do realizador e professor romeno Andrei Ujică, da norte-americana Deborah Stratman, do português João Pedro Rodrigues, da palestiniana Jumana Manna, da brasileira Maria Augusta Ramos, do mexicano Nicolás Pereda e do colectivo Forensic Architecture, entre outros convidados internacionais.

A sessão pública de encerramento do seminário, Quinta-feira, 6 de Setembro às 21h30, conta com a exibição do filme “O Ornitólogo”, de João Pedro Rodrigues, premiado com a melhor realização no festival de Locarno e filmado na região do Douro. Este momento marcará também o início da parceria com o novo Clube de Cinema de Arcos de Valdevez, responsável, a partir de Setembro, pela programação de documentários nas sessões de cinema na Casa das Artes em colaboração com Apordoc, Doclisboa e Doc’s Kingdom.

Com o título “Máquina do Mundo”, inspirado em Camões, Drummond de Andrade e no Padre Himalaya, o Doc’s Kingdom 2018 é programado pela curadora brasileira Patrícia Mourão em colaboração com o director do seminário, Nuno Lisboa — “Do documentário observacional à arquitectura forense, o Doc’s Kingdom 2018 propõe um programa de investigações e experiências que reinvestem na capacidade do cinema mergulhar na contingência do tempo histórico e atestar pelos seus meios a evidência incontestável do real. Que estratégias estão a adoptar cineastas, artistas e cientistas para nos devolver uma imagem do mundo?”

Para incentivar o percurso completo do seminário e intensificar a experiência colectiva da imersão e do retiro ao longo de uma semana a ver e discutir cinema, o Doc’s Kingdom só anuncia os cineastas convidados e não divulga o programa detalhado de sessões: os participantes só sabem que filme vão ver quando a sala escurece e a projecção começa. Ao longo da semana, sabem que poderão ver vários filmes de cada um dos autores presentes, com quem podem conviver informalmente nos debates, refeições e passeios em Arcos de Valdevez.

O Doc’s Kingdom aposta num modelo de descentralização e internacionalização do cinema português que passa igualmente pela promoção do diálogo inter-geracional. Com o apoio do ICA - Instituto do Cinema e do Audiovisual, da Fundação Gulbenkian e da Fundação Luso-Americana, o seminário desenvolve um programa de bolsas que este ano conta com 12 participantes, entre jovens cineastas portugueses ou residentes em Portugal (Kate Saragaço-Gomes, Deborah Viegas, Helena Estrela, Loide Santos, Paulo Carneiro, Rita Quelhas), estudantes de cinema do California Institute of the Arts nos EUA, um professor e cineasta brasileiro (Rafael Urban, bolsa Eduardo Coutinho) e uma jovem realizadora romena (Ana Vijdea), vencedora do prémio Verdes Anos para filmes de escola no último festival Doclisboa.

Logo após o seminário em Arcos de Valdevez, o Doc’s Kingdom 2018 realiza duas extensões em Lisboa, na Cinemateca Portuguesa na noite de Sábado, 8 de Setembro, com a presença de Andrei Ujică, e na galeria Maumaus / Lumiar Cité, Segunda-feira, 10 de Setembro, com a presença de Maria Augusta Ramos.

Sobre o programa: http://docskingdom.org/pt/actual/actual.html

Inscrições: http://docskingdom.org/pt/actual/inscricoes.html

QUEM É MELÂNIA GOMES, A ATRIZ QUE SE TORNOU NUM DOS ÍCONES DE VIANA DO CASTELO?

A conhecida atriz Melânia Gomes é já um dos ícones de Viana do Castelo, terra com a qual plenamente se identifica. Não é vianense de nascimento – nasceu em Tomar em 1 de Outubro de 1984 – mas é vianense de alma e coração. Mudou-se para Viana do Castelo quando ainda era criança. E, depressa se apaixonou por esta terra, da mesma forma que é amada pelos vianenses e minhotos em geral que se deixam cativar pela sua transbordante simpatia bem expressa no seu sorriso franco.

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Desde muito tenra idade se seduziu pelo teatro, começando a representar na Companhia de Teatro "O Trapo", grupo de teatro amador, sob a direcção de Lucílio Valdez e Dantas Lima, em Viana do Castelo. Chega a fazer uma tourné à Madeira, com “O Velho da Horta” de Gil Vicente. Na escola, escreve e encena peças, que chegam a ser gravadas em estúdio. Organiza eventos, declama poesia, sempre muito activa e interveniente na sua escola e comunidade.

Na escola, escreve e encena peças, que chegam a ser gravadas em estúdio. Organiza eventos, declama poesia, sempre muito activa e interveniente na sua escola e comunidade.

Aos dezoito anos, o sonho em vir a ser atriz leva-a para Lisboa e começa a fazer teatro amador de Revista na Academia de Santo Amaro. Nesse mesmo ano é aceite na audição do Teatro Maria Vitória e em 2003 passa a trabalhar como profissional. Desde então, são inúmeras as peças de teatro em que participa, contracenando com os mais consagrados actores, nomeadamente do teatro de revista à portuguesa.

Do palco do teatro para a televisão foi um salto, participando em numerosas telenovelas. Segue-se o cinema, as dobragens e locuções. Apoia as marchas populares do concelho de Almada e de Lisboa, tendo já sido por várias vezes madrinha da marcha de S. Vicente – o Padroeiro da Cidade de Lisboa!

Mas o coração está em Viana do Castelo e, como não podia deixar de acontecer, Melânia Gomes dá um brilho muito especial com a sua presença à Romaria da Senhora d’Agonia, desfilando como mordoma e acenando ao povo que a saúda com o maior carinho.

- Obrigado, Melânia Gomes!

Foto: José Carlos Vieira

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AMARES PROMOVE CINEMA EM CONCERTO

A Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro promove no mês de agosto dois concertos de verão. O primeiro acontece no dia 10 de agosto, pelas 21h45, em Santa Maria de Bouro, e o segundo realiza-se no dia 11 de agosto, pelas 21h30, em Caldelas.

A iniciativa, inserida no programa de animação termal, conta com o apoio do Município de Amares, da Junta de Freguesia e Paróquia de Bouro Santa Maria, bem como da União de Freguesias de Caldelas, Sequeiros e Paranhos.

Os espetáculos têm entrada livre.

Concertos de      verão

FAMALICÃO EXIBE DOCUMENTÁRIO CINEMATOGRÁFICO SOBRE AS FESTAS ANTONINAS

Famalicão exibe esta quinta-feira documentário sobre Festas Antoninas   

Esta quinta-feira, 19 de julho, o anfiteatro do Parque da Devesa, que por estes dias é sala de cinema improvisada ao ar livre, vai exibir um documentário sobre as Festas Antoninas de Vila Nova de Famalicão.

O filme foi produzido pela autarquia famalicense, conta com locução de Eduardo Rego, voz do programa “Vida Selvagem”, e vai servir de suporte de apoio à candidatura das Festas Antoninas ao Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial.

As imagens são referentes às Antoninas de 2016 e o documentário procura demonstrar não só o lado visível das festividades, como também o lado que habitualmente não se vê, dedicado à preparação das principais iniciativas do programa: bênção e distribuição do Pão de Santo António e Procissão Solene, Marchas Antoninas, Marchas Infantis, Cascatas e Fogueiras, entre outras. O documentário é ainda enriquecido por um conjunto alargado de entrevistas a membros da comunidade com responsabilidades na organização e participação das várias iniciativas das Festas Antoninas.

A exibição está marcada para as 22h00.

FAMALICENSES VÃO VER "A TOCA DO LOBO"

Cinema na Casa de Camilo com o documentário “A Toca do Lobo”. “Um Livro, Um Filme”, sexta-feira, 13 de Julho, 21h30, com a historiadora Raquel Henriques da Silva como convidada

O documentário português “A Toca do Lobo”, de Catarina Mourão, é o filme que a historiadora de arte Raquel Henriques da Silva traz à Casa de Camilo na próxima sexta-feira, 13 de julho, para partilhar com o público as razões da sua escolha para a inclusão da película no ciclo “Um Livro, Um Filme”. Com entrada livre, o início da projeção tem hora marcada para as 21h30, seguindo-se um diálogo/debate com a convidada.

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O que começou como um projeto de doutoramento na Universidade de Edimburgo (Escócia)  Filmado em 2015, relacionado do romance do escritor Tomaz Xavier de Azevedo Cardoso de Figueiredo (Prémio Eça de Queiroz em 1948), transformou-se num documentário transgeracional sobre a própria família da realizadora . O momento decisivo para a sua realização aconteceu com a descoberta de um programa de televisão nos arquivos da RTP sobre Tomaz de Figueiredo, que ela nunca conheceu mas que parece falar-lhe diretamente. "Aí foi o momento em que eu disse: este filme tem de ser sobre o meu avô. Porque senti que, de uma forma quase fantasmagórica, ele me estava a convocar para fazer este filme. Na história, narrada na primeira pessoa pela realizadora, "passado, presente e futuro estão todos juntos ali como se fossem um só", resume. PÚBLICO

A historiadora de arte Raquel Henriques da Silva tem 64 anos e é doutorada em História da Arte, sendo atualmente coordenadora do mestrado em museologia da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Já foi diretora do Museu Nacional de Arte Contemporânea e diretora do Museu do Chiado, do Instituto Português de Museus e do Instituto de História da Arte. Atualmente é diretora científica do Museu do Neo-Realismo (MNR) em Vila Franca de Xira, Tem diversas obras publicadas nas áreas da museologia, urbanismo, arquitetura e artes visuais.

Em 2006 foi distinguida com o grau de comendadora da Ordem do Infante e em 2012 recebeu o Prémio Feminina pelo estudo e divulgação da Cultura, História e Sociedade Portuguesa no estrangeiro e nos países lusófonos.

“Um Livro, Um Filme”

Convidado: Raquel Henriques da Silva, Historiadora

Data: 13 de Julho, Sexta-feira, 21h30

Local: Casa de Camilo, S. Miguel de Seide, Vila Nova de Famalicão

Filme: A “Toca do Lobo”, de  Catarina Mourão, baseado no romance homónimo de Tomaz Xavier de Azevedo Cardoso

Raquel Henriques da Silva

FAMALICÃO EVOCA ÉPOCA ÁUREA DO CINECLUBISMO

Cineclube de Joane recordou histórica secção de cinema do FAC. Sessão comemorativa do 50.º aniversário assinalada com cinema e debate

As sessões realizavam-se no Cine-Teatro Augusto Correia, sendo exibidas duas sessões por mês. A quota mensal era de 12,5 escudos, sendo que os associados do FAC tinham um desconto de 2,5 escudos.  A primeira sessão ocorreu a 15 de Março de 1968, com a exibição do filme Ricardo III de Laurence Olivier, com uma introdução de Henrique Alves Costa, crítico e dirigente do Clube Português de Cinema. A última sessão aconteceu a 25 de Abril de 1972, tendo sido exibidos no total 84 filmes. A programação era muito diversificada, desde produção americana (apanhando ainda o apogeu da Hollywood dos anos 40 e 50), às novas vagas europeias (em especial cinema italiano e francês), mas também com o cinema novo português – Mudar de Vida de Paulo Rocha.

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Era esta a realidade proporcionada pela Secção de Cinema do FAC (Famalicense Atlético Clube) no final da década de 60 e início da de 70 do século passado em Famalicão, história lembrada na passada terça-feira, 26 de junho, pelo Cineclube de Joane, através da realização de uma sessão comemorativa do 50.º aniversário da Secção de Cinema do FAC, com a projeção do filme O Carteirista de Robert Bresson e com um diálogo que contou com a presença de dois dos fundadores da referida Secção: Joaquim Loureiro e António Macedo Varela.

A escolha do filme não foi inocente, além do filme ter sido projetado no antigo Cine-Teatro Augusto Correia a 12 de Junho de 1968, ou seja há 50 anos, a obra de Bresson assenta numa forte ética, em que os seus personagens trilham caminhos pedregosos para alcançarem uma espécie de graça. Também esta Secção de Cinema precisou de se instalar dentro de uma colectividade existente – o FAC – atendendo à dificuldade de constituir uma associação, principalmente um cineclube que trazia a marca da contestação ao regime.

A Secção de Cinema começou num fervilhar político e numa vontade de mostrar cinema aos outros. Estas atividades culturais, promotoras do encontro de cidadãos, tiveram, também dentro do FAC outras iniciativas, como por exemplo feiras do livro, que também resultaram em problemas políticos, devido à disponibilização de obras de pendor político.

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CINEMA AO AR LIVRE ANIMA NOITES DE VERÃO EM FAMALICÃO

Sessões gratuitas do cinema paraíso decorrem em julho e agosto

Com a chegada do verão e das noites quentes chega também o cinema paraíso. É já uma tradição da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão que em colaboração com o Cineclube de Joane propõem durante os meses de julho e agosto sessões de cinema ao ar livre gratuito em vários espaços públicos do concelho.

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O programa que tem como objetivo animar as noites de verão, levando as pessoas a usufruir dos parques e praças vai passar pela Devesa, mas também pela Praceta das Lameiras, em Delães, e pelo parque do Quinteiro, em Oliveira S. Mateus. Todas as sessões tem início pelas 22h00 e são de entrada livre. Fica apenas a faltar o saco das pipocas e um casaquinho para o caso da noite ficar mais fresca.

A primeira sessão arranca já no próximo dia 11 de julho, na Devesa, com o filme “Dunkirk”. Segue-se o filme “Coco” (versão portuguesa), em Delães, no dia 13. No dia 15 é a vez de Oliveira S. Mateus acolher a pelicula “Soldado Milhões”.

A partir daí todas as sessões decorrem no parque da Devesa, com “Ferdinando” (versão portuguesa) a 18 de julho; “Black Panther” a 1 de agosto; o filme “Capitão Cuecas” (versão portuguesa) a 8 de agosto; “Ruth” a 15 de agosto e, por fim, “Há Festa na Aldeia”, no dia 22 de agosto.

Refira-se que o projeto itinerante de Cinema ao Ar Livre decorre já desde 1999. Entretanto, a partir de 2013, com o Parque da Devesa, o Cinema Paraíso ganhou condições de excelência para a sua realização, acolhendo várias centenas de espetadores.

Todos os anos, diferentes freguesias do concelho acolhem sessões, descentralizando a iniciativa.

Para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, “esta é mais uma excelente iniciativa cultural e um dos melhores programas de verão que permite usufruir dos espaços públicos do concelho, assistir a um bom filme ao ar livre e relaxar”.

FILMAGENS PARA A SÉRIE DE TELEVISÃO “VERÃO M” JÁ INICIARAM NO CONCELHO DE CAMINHA

A Maya Booth, Graciano Dias e Isabel Blanco vão juntar-se Matilde Breyner, Pedro Almendra, Ana Cristina Oliveira, Bárbara Lourenço, Júlia Palha, entre outros atores conhecidos do grande público

As gravações para a série televisiva "Verão M", que vai ser exibida na RTP este verão, já começaram. O inicio foi assinalado ontem, ao final da tarde, num encontro onde foram anunciados os protagonistas Maya Booth e Graciano Dias, portugueses, e Isabel Blanco, espanhola. Miguel Alves realçou a parceria com a RTP e a TV Galiza por acreditarem no Município e tornarem este sonho realidade, ‘um sonho de muitos aqui em Moledo e, em Caminha’.

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‘Este é um projeto que temos vindo a trabalhar há três anos a esta parte. Começou por ser um sonho: a oportunidade através da televisão e da imagem de podermos dar a dimensão daquilo que nós acreditamos que é Moledo. Moledo é hoje uma terra muito conhecida, há muita gente que vem passar férias a Moledo, mas nós achamos que há algo mais, nós temos aqui um tesouro ainda escondido e que devemos partilhar com os outros’. O presidente da Câmara ambiciona mais para o seu concelho: ‘nós queremos aqui mais gente, e sabemos que se mostrarmos às pessoas aquilo que temos, as pessoas vêm, e sabemos se vêm voltam cá, e algumas ficam. E, é isto que esta série pretende demonstrar’. “É um orgulho podermos demonstrar a partir de Moledo, aquilo que é a nossa Terra, o nosso concelho, nestas histórias que se vão cruzar e que se vão levar toda a região, toda a nossa paisagem, a nossa gastronomia, a nossa cultura, as nossas tradições e os nossos costumes, toda a nossa alegria e esta forma de estar que é diferente’, concluiu.

Decorreu ontem ao final da tarde, em Moledo, um encontro que juntou a Câmara Municipal de Caminha, a RTP a TV Galiza e os atores principais, portugueses e galegos.  Durante a apresentação do elenco, o Presidente da Câmara sublinhou a importância e a oportunidade do momento para o concelho: “assinala o inicio das gravações desta série, que é gravada aqui, a partir de Moledo, no concelho de Caminha, mas é também uma série que pretende demonstrar e mostrar este cenário do Minho, do Alto Minho e da Galiza, um cenário da nossa terra que partilhamos com os nossos irmãos galegos. Na verdade, esta série parte de Moledo, das suas histórias e das suas paisagens, mas é também uma série sobre o concelho de Caminha, todas a suas praias, as tradições, as gentes, os monumentos, a gastronomia"

Miguel Alves reconhece este projeto com sendo uma oportunidade para a divulgação nacional e internacional do concelho de Caminha e como uma oportunidade para a dinamização do comércio local: ‘do ponto de vista económico, de forma direta, estamos a falar de 3 mil noites dormidas de uma equipa, de mais de 6 mil refeições servidas no nosso comércio, na nossa restauração. Estamos a falar de na nossa terra poder entrar na casa de todos os portugueses, das ilhas, do continente de todo o mundo, de todos os galegos através da TV Galiza Internacional e da RTP Internacional poder dar a volta às 4 partidas do mundo’.

"Verão M" é um grande projeto, mas também uma forma de serviço público, que foi possível construir com base numa parceria que junta a RTP, a TV Galiza as empresas Skydreams e Santa Rita Filmes, a Câmara de Caminha e o Turismo Porto e Norte.

Patrícia Sequeira, realizadora do “Verão M” considera este projeto um desafio extraordinário: ‘Vamos estar em filmagens e vamos estrear. Para além de fazermos uma série 100% em exteriores, para além de estarmos em comunhão com a natureza, estamos a mostrar Moledo em Portugal e para o Mundo. Esta série traz uma dimensão internacional’.

Sobre o trabalho em si, a realizadora salientou: ‘já estamos com os atores a trabalhar, já se sente que é uma série que vai ser diferente. É tão bom fazer as pessoas viajar um bocadinho a partir do seu sofá, virem a Moledo, irem à Galiza, conhecerem um país tão diversificado, que é muito para além de Lisboa’.

Patrícia Sequeira diz sentir-se muito orgulhosa por se tratar de um projeto diferente: ‘tenho feito muitas séries e novelas sempre em cima do sofrimento, da dor, os policiais, pois vendem, mas estou perfeitamente convencida que o sonho, a alegria, a felicidade, a amizade e o amor vendem muito mais. Estamos todos a precisar de uma série como esta. Vai ser uma série assente na felicidade. Toda a série tem um lado muito positivo’.

A realizadora ainda salientou tratar-se de uma série com 13 episódios. Cada episódio corresponde a uma história, mas estão todos interligados.

Daniel Deusdado, diretor de Programas da RTP, salientou o contentamento da RTP com este projeto ‘estamos felizes por ser tão a norte, por ser em coprodução com a TV Galiza e por ser uma série de ficção tão boa onda.

Sobre a história em si, Daniel Deusdado disse ser ‘uma historia que faz parte do nosso passado, da nossa memória, daquilo que foi o Verão Azul. E, agora esta influência transformou-se numa coisa nova, que tem este cenário maravilhoso, e nos permite voltar à historia, contada em tempos diferentes, com outros atores’.

Fernando J. Ojea, diretor de programas da TV Galiza, afirmou a satisfação do seu canal em fazer parte deste projeto: ‘estamos muito satisfeitos por participar nesta iniciativa. Este projeto tem um forte aroma galego, vai contar com atores galegos, Isabel Blanco, personagens galegas que moram aqui em Moledo, e vai ter a Galiza como ambiente de fundo das próprias histórias’.

A Maya Booth, Graciano Dias e Isabel Blanco vão juntar-se Matilde Breyner, Pedro Almendra, Ana Cristina Oliveira, Bárbara Lourenço, Júlia Palha, entre outros atores conhecidos do grande público.

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A TELENOVELA DA SIC ‘VIDAS OPOSTAS’ JÁ ESTÁ A SER GRAVADA EM MELGAÇO

Durante esta semana, Melgaço apresenta-se como cenário televisivo

A equipa de produção da SP TELEVISÃO e os atores já estão em Melgaço a preparar as novas cenas para a telenovela ‘Vidas Opostas’. Escrita por Alexandre Castro, o autor de Rainha das Flores e ‘Vidas Opostas’ centra-se no mundo do desporto e da moda. Ana Padrão, Filipa Nascimento, João Jesus, Mariana Norton, Duarte Gomes e Ricardo Carriço, são os atores que estão na região.

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O autarca melgacense, Manoel Batista, e o seu executivo, receberam ontem a equipa no Solar do Alvarinho. ‘Melgaço Tem locais e paisagens encantadoras para se mostrar. Estamos instalados na Área Protegida mais importante de Portugal, o PNPG - Parque Nacional Peneda Gerês, consagrado pela UNESCO Reserva Mundial da Biosfera: conseguimos proporcionar aos nossos visitantes momentos magníficos, singulares. Termos uma telenovela a gravar em Melgaço será, com toda a certeza, uma mais valia para a promoção do nosso território, dos nossos produtos’, atenta o Presidente, não esquecendo a campanha que o Município tem em curso para promover Melgaço como ‘O destino de natureza mais radical de Portugal’.

A iniciativa não seria possível sem a parceria de várias entidades de Melgaço: Casa da Cevidade, Melgaço Alvarinho Houses, Hotel Castrum Villae, Hotel Monte Prado, Montes de Laboreiro, Quinta de Folga, Quintas de Melgaço, Soalheiro, Restaurante Tasquinha da Portela, Termas de Melgaço, UKUBO, Grupo Pinto da Costa & Carriço e todas as Juntas de freguesia de Melgaço. ‘Obrigado pela aposta em Melgaço’, agradece Manoel Batista.

A telenovela passa às 22h30 na SIC e tem como protagonistas Sara Matos, Joana Santos, Renato Godinho, João Jesus e Diogo Amaral. Melgaço vai entrar pela casa dentro dos portugueses e onde chega a SIC Internacional - EUA, Canadá, Brasil, Angola, Moçambique, França, Suíça, Luxemburgo, Andorra, Bélgica, Reino Unido e Austrália.

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VIANA DO CASTELO FESTEJA CINEMA ITALIANO

Informamos que os bilhetes para a 11ª. FESTA DO CINEMA ITALIANO,  a realizar no Teatro Municipal Sá de Miranda, nos próximos dias 22 e 23  de maio de 2018   –  Já se encontram  disponíveis.

22 de maio:

14h30 – Filme – The Place, de Paolo Genovese  - M/ 16 anos

21h30 - Filme  -  Gatta Cenerentola (Gata Cinderela),de A.Rak, I.Cappiello, M.Guarnieri, D.Sansone -  M/12 anos

23 de maio:

14h30 – Filme -  In Guerra per amore,  de Pierfrancesco Diliberto – M/ 12 anos

      LOCAL DE VENDA:

       Teatro Municipal Sá de Miranda:

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 19h00

     ENTRADA LIVRE

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FILMAGENS PARA A SÉRIE DE TELEVISÃO“VERÃO M” INICIAM NO FINAL DO MÊS DE MAIO EM CAMINHA

Concelho de Caminha vai ser palco da nova série da RTP

As filmagens da série televisiva "Verão M", que vai ser exibida na RTP no verão, arrancam no final do mês. A equipa de produção já está em Caminha. Esta série é uma oportunidade para a promoção e divulgação do concelho. “Verão M” é um grande projeto que junta a RTP, as empresas Skydreams e Santa Rita Filmes, a Câmara de Caminha e o Turismo Porto e Norte.

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As histórias das personagens centram-se em Moledo, de onde partem para o resto do concelho, com "escapadelas" a outros municípios do distrito e à Galiza. Com 13 episódios, a série é definida como fresca, jovem, transversal e um ponto de encontro de gerações.

Como referimos, esta série é uma mais valia para a projeção turística do concelho de Caminha. Isso mesmo foi evidenciado por Miguel Alves, aquando da apresentação da série em Moledo, no final do verão passado: “com epicentro em Moledo, a série televisiva é uma forma de acarinhar o nosso território. "Verão M" vai colocar as nossas histórias, as nossas paisagens, nas histórias dos personagens”.

As gravações avançam já no final do mês. O casting vai realizar-se nos dias 16 e 19 de maio, no Centro Cultural de Moledo, das 10H00 às 13H00 e das 14H30 às 19H00. Basta aparecer.

YMOTION VAI CELEBRAR O CINEMA PORTUGUÊS

Festival de Cinema Jovem de Famalicão já tem inscrições abertas

O mundo do cinema português veio, este sábado, a Vila Nova de Famalicão para apadrinhar o lançamento da quarta edição do Ymotion, o festival de cinema jovem promovido pela autarquia famalicense que já deixou de ser uma promessa para ser uma certeza de futuro.

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José Mata, Joana de Verona, Miguel Costa, Isabel Figueira e Tiago Teotónio Pereira foram algumas das caras conhecidas do público português que marcaram presença no evento, assim como Rui Pedro Tendinha, crítico de cinema e comissário do festival, que não escondeu a ambição que tem em fazer de Famalicão a capital do cinema jovem português. “Este é um festival pensado e feito para os jovens, que os premeia e acho notável o que a Câmara Municipal de Famalicão está a fazer, ao ajudar o cinema português desta maneira”.

As inscrições no Ymotion 2018 decorrem até outubro, em www.ymotion.org, e sobre esta nova edição do festival, Rui Pedro Tendinha adiantou que não vai viver apenas das curtas a concurso. Para novembro está agendada uma mostra de cinema, com uma seleção de filmes apontados pelo crítico. “São filmes que vão mostrar o estado de espírito do novo cinema português. O nosso cinema está a viver um grande momento, é preciso celebrá-lo e o Ymotion também vai servir para isso”.

A apresentação do Ymotion 2018, que esteve a cargo da apresentadora da SIC Ana Rita Clara, contou ainda com a presença da vereadora da Juventude da autarquia, Sofia Fernandes, e de alguns premiados de edições anteriores. Luís Campos, que no ano passado arrecadou os prémios de “Melhor Realização” e “Melhor Fotografia” com a curta “Carga”, realçou a importância do festival. “Qualquer prémio ajuda a projetar os nossos filmes e os prémios que recebi no Ymotion no ano passado foram um atestado de confiança no trabalho que fizemos. Isso motiva-nos, sobretudo, a fazer mais e melhor”.

Recorde-se que o Ymotion vai distinguir as melhores curtas metragens produzidas por jovens portugueses entre os 12 e os 35 anos. Serão atribuídos os seguintes prémios: “Grande Prémio Joaquim de Almeida”, no valor de 2500 euros; “Prémio Escolas Secundárias”, no valor de 850 euros; “Prémio Público”, no valor de 350 euros; “Prémio Melhor Animação”, no valor de 600 euros e prémios para “Melhor Ator/Atriz”, “Melhor Direção Fotografia”, “Melhor Banda Sonora Original”, no valor de 250 euros.

A gala de entrega de prémios está agendada para o dia 10 de novembro, na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.

Integram o painel de jurados o argumentista Tiago R. Santos, os jornalistas Maria João Rosa e Tiago Fernando Alves, a atriz Teresa Tavares e o realizador Fernando Vendrell.  

Mais informações em www.ymotion.org.  

Primeiras imagens de “Linhas de Sangue” divulgadas

O lançamento da edição de 2018 do Ymotion foi o enquadramento escolhido pela equipa de “Linhas de Sangue” para a apresentação das primeiras imagens do filme realizado por Manuel Pureza e Sérgio Graciano.

José Mata, Miguel Costa, Isabel Figueira e Tiago Teotónio Pereira foram alguns dos atores do elenco que se associaram ao evento deste sábado em Famalicão.

O filme, considerado um dos mais aguardados do ano, tem estreia marcada para 26 de julho nas salas de cinema nacionais.

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Rui Pedro Tendinha