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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PONTE DE LIMA LANÇA FEIRA DO TURISMO

X Feira de Caça, Pesca e Lazer lança a I Feira de Turismo de Ponte de Lima

O Município de Ponte de Lima e a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural organizaram a X Feira de Caça, Pesca e Lazer durante este fim-de-semana, em Ponte de Lima, a qual também projetou a I Feira de Turismo de Ponte de Lima.

Categoria Cães de Presa (Medium)

Durante a abertura oficial, que contou com a presença do Secretário de Estado da Proteção Civil e de uma comunidade galega, a Mancomunidade O Salnés, da Galiza, o Município de Ponte de Lima apostou na promoção dos seus produtos e serviços turísticos.

 O evento que visa divulgar todos os serviços e atividades ligadas ao setor da caça, da pesca e do lazer, potencia uma região rica em oferta de atividades e experiências associadas ao Turismo de Natureza, aliando às ofertas turísticas disponíveis, uma imagem de marca que assente nos produtos limianos.

Promovida em parceria com a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Ponte de Lima, contou com a colaboração das federações de âmbito nacional e Associações do concelho, dos vários sectores nomeadamente, Caça, Pesca, Desporto, Floresta, Recreação e Lazer, como forma de potenciar e valorizar os recursos naturais de excelência que o concelho harmoniza.

Foi com este pressuposto que o Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima agradeceu a todos aqueles que contribuíram para o sucesso deste evento ao longo desta década, em que “cumprimos os objetivos a que nos propusemos ao organizar este evento, que visa a valorização do nosso território. Estamos num certame, onde cerca de 70 expositores nos dão a oportunidade de conhecer as nossas empresas, os nossos produtos e o nosso património natural e cultural”.

Após a visita à Feira, o Secretário de Estado da Proteção Civil, Eng.º José Artur Neves, manifestou o seu agrado comentando que “aqui sente-se a história da ruralidade; da valorização económica destes produtos, sente-se o turismo à escala global – o de natureza que tem crescido de forma significativa”.

Em simultâneo ao evento realizou-se uma Fam Trip com a participação de mais de 35 jornalistas, portugueses e espanhóis e operadores turísticos, coordenada entre o Município de Ponte de Lima e a Entidade de Turismo do Porto e Norte, cujo objetivo passa por proporcionar experiências e vivências diversas, mostrando o potencial do território para a fixação dos visitantes e os locais mais emblemáticos da Vila, como a rede museológica, atividades equestres e de natureza, enogastronomia de excelência e reuniões com os operadores e agentes turísticos presentes na feira. 

Com o contributo da Associação Portuguesa de Matilhas de Caça Maior – APMCM, realizou-se durante o evento o Encontro Luso-Galaico de Matilhas de Caça Maior:

Confira os resultados do Concurso de Beleza:
- Melhores exemplares categoria “Cães de Presa ”

1º Classificado - KAISER - Matilha da Nó

2º Classificado- JAPÃO – Matilha Terras de Faria

3º Classificado – ELISA- Matilha Teixeira

- Melhores exemplares categoria “Podengos de Matilha”

1º Classificado – Lavandoski- Matilha Terras de Faria

2º Classificado- Esperta– Matilha do Cavado

3º Classificado – Branco - Matilha do Fojo

- Concurso Matilha com Melhor apresentação

Matilha Terras de Faria

- Melhores exemplares categoria “Cães de Rasto ”

1º Classificado - Vento - Canil d´Aquém e d´Além Mar

2º Classificado- Jumbo – Matilha do Cavado

3º Classificado – Pirussas - Matilha Teixeira

Categoria Cães de Rasto (Medium)

Categoria Cães de Rasto

Categoria Podengos de Matilha (Medium)

Demostração de rasto (Medium)

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PONTE DE LIMA REALIZA FEIRA DE CAÇA, PESCA E LAZER

Visite a X Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima. Habilite-se a “Experiências Turísticas”. 9 a 11 de março

Abre esta sexta-feira, 9 de março a X edição da Feira de Caça, Pesca e Lazer, apostando nas potencialidades turísticas que Ponte de Lima dispõe, aliadas à dinâmica do setor da caça e pesca.

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A Feira da Caça, Pesca e Lazer é um evento que visa divulgar todos os serviços e atividades ligadas ao setor da caça, da pesca e do lazer, potenciando uma região rica em oferta de atividades e experiências associadas ao Turismo de Natureza.

Com a presença de cerca de 70 expositores, a oferta é variada e assenta na experiência e oportunidade de vivências turísticas únicas.

Neste sentido, a organização do evento lança o desafio aos visitantes, ao visitar a Feira, no Stand do Município de Ponte de Lima está disponível uma ficha de candidatura para usufruir experiências turísticas. Para tal basta preencher a ficha e colocá-la numa tombola, instalada no Pavilhão de Feiras e Exposições, devidamente identificada. O sorteio está agendado para domingo, dia 11, às 18 horas, no recinto da feira.

Este desafio, caso seja um dos contemplados, permitir-lhe-á desfrutar diversas experiências que cativam quem visita Ponte de Lima, desde experiências equestres; Slide; Escalada; Rapel; Arborismo; Passeio de bicicleta até aos Moinhos da Gemieira; Visita aos Jardins da Casa Conde D´Aurora; Rota temática do Desenvolvimento e da Descoberta do Património e uma Estadia (1 noite) no Hotel Império do Norte.

Visite a Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima e habilite ao Sorteio de Vouchers “Experiências Turísticas”.

PONTE DE LIMA REALIZA FEIRA DE CAÇA, PESCA E LAZER

X Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima - 9 a 11 de março - Marketing como Instrumento de Competitividade no Turismo

A X edição da Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima, a inaugurar amanhã, sexta-feira, dia 9 às 17 horas, com a presença do Secretário de Estado da Proteção Civil, inclui um Workshop sobre “Marketing como Instrumento de Competitividade no Turismo”.

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Dirigido a empresários e técnicos ligados ao Turismo, esta iniciativa insere-se na estratégia de promoção e desenvolvimento do turismo a nível local e regional, através da valorização dos produtos e serviços turísticos do concelho de Ponte de Lima.

“Marketing como Instrumento de Competitividade no Turismo” terá como orador principal Pedro Guerreiro, CEO da Wine Tales (empresa de produção, distribuição e consultoria em vinhos); Business Manager da PEOPLE - Your Creative Agency; Professor de Marketing Estratégico no MBA do ISAG e Coordenador do Curso Executivo Expertise in Wine Management.

Agendado para as 10h30 do dia 10 de março, esta ação enquadra-se na temática da I Feira do Turismo de Ponte de Lima, evento que esta X edição da Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima está a projetar.

SECRETÁRIO DE ESTADO DA PROTEÇÃO CIVIL VISITA PONTE DE LIMA

Secretário de Estado da Proteção Civil visita X Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima

9 a 11 no Pavilhão de Feiras e Exposições

Considerando Ponte de Lima como uma imagem de Marca, o Município promove mais uma edição da Feira de Caça, Pesca e Lazer, apostando nas potencialidades turísticas que Ponte de Lima dispõe, aliadas à dinâmica do setor da caça e pesca, uma mais-valia no desenvolvimento socioeconómico da região.

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A Feira da Caça, Pesca e Lazer é um evento que visa divulgar todos os serviços e atividades ligadas ao setor da caça, da pesca e do lazer, potenciando uma região rica em oferta de atividades e experiências associadas ao Turismo de Natureza. A imagem e os produtos típicos Limianos são os principais atrativos do evento, que este ano se realiza mais cedo, neste mês de março de 9 a 11 integrando a programação do projeto "Em época Baixa, Ponte de Lima em Alta".

O evento é fruto de uma parceria entre o Município de Ponte de Lima e a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Ponte de Lima, em colaboração com as federações de âmbito nacional e Associações do concelho, dos vários sectores que dão mote a este evento, nomeadamente, Caça, Pesca, Desporto, Floresta, Recreação e Lazer, com o objetivo de divulgar todos os produtos e serviços disponíveis e valorizar os recursos naturais de excelência que o concelho dispõe.

Esta X edição da Feira de Caça, Pesca e Lazer conta com a visita do Secretário de Estado da Proteção Civil, Eng.º José Artur Neves no dia de abertura, sexta-feira, às 17 horas, seguindo-se a apresentação da região convidada Mancomunidade de O Salnés, da Galiza.

Durante os dias da exposição realizar-se-ão diversas demonstrações, nomeadamente de Aves de Cetraria, Show de araras, aves de rapina e répteis; exposição de fauna selvagem; concurso de beleza de Podengos de Matilha; final do Campeonato Nacional de St. Huberto, festa do caçador; prova de pesca no Rio Lima; prova de Vinhos Loureiro de Ponte de Lima; Shwocooking e palestras sobre a temática da feira, entre outras ações.

Confira o programa:

9 DE MARÇO

17h00 Cerimónia de Inauguração com a presença de Sua Excelência, o Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Eng. Miguel Freitas

Cantares da Eira (Animação Musical)

18h00 Apresentação da Mancomunidade de O Salnés

18h30 Colóquio Fencaça

Preservar a Floresta:

Segurança, Prevenção e Reparação dos Danos Provocados

Projeto +Coelhos

20h00 ConecSom (Animação Musical)

20h30 Festa do Caçador (mediante inscrição prévia)

21h00 Prova de Vinhos Loureiro de Ponte de Lima

10 DE MARÇO

07h00 Campeonato Nacional de St Huberto (Concentração na Expolima)

10h00 Prova de Pesca no Rio Lima

10h30 Marketing como Instrumento de Competitividade no Turismo (workshop)

11h30 Demonstração de Cães Pastores (Border Collie)

12h00 Diogo Penha (Animação Musical)

14h30 Concurso de Beleza de Podengos de Matilha

15h30 Demonstração de Cães Pastores (Border Collie)

16h00 À Caça do Pombo, com o Chef Daniel Pinheiro do Restaurante Casa do Provedor  (Showcooking)

16h00 Concurso de Beleza de Cães de Presa

17h00 Entrega de Prémios (Concurso de Beleza de Cães de Presa)

17h00 Harmonização de Vinhos de Ponte de Lima com chocolate

17h30 Demonstração de Cães Pastores (Border Collie)

20h00 Duo Lethes (Animação Musical)

11 DE MARÇO

07h00 Campeonato Nacional de St Huberto (Concentração na Expolima)

10h30 Reunião da Associação Portuguesa de Matilhas de Caça Maior

11h00 Demonstração de Cães Pastores (Border Collie)

11h30 Grupo de Gaitas da Mancomunidad O Salnés (Animação Musical)

12h00 Demonstração de Cães de Rastro

12h00 Cláudia Pimenta (Animação Musical)

14h30 Demonstração de Cães de Rastro

15h00 Prova de Vinhos Loureiro de Ponte de Lima

15h00 Concurso de Beleza de Cães de Rastro

15h30 Demonstração de Cães Pastores (Border Collie)

16h30 Entrega de Prémios

16h00 A Caça à Mesa, com o Chef João Pedro Coelho, do Hotel Vidago Palace (Showcooking)

17h00 Demonstração de Cães Pastores (Border Collie)

Convidamos o V/ órgão de comunicação acompanhar a visita do Secretário de Estado da Proteção Civil, Eng.º José Artur Neves, à Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima, na próxima sexta-feira, às 17 horas.

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MUNICÍPIO DE FAFE PROMOVE MONTARIA AO JAVALI

Inscrições de 22 a 24 de Fevereiro

No próximo Sábado, 24 de Fevereiro, o Município de Fafe promove a habitual Montaria ao javali.

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A iniciativa tem início marcado para as 08h00, altura da concentração na Câmara Municipal e sorteio das 100 portas.

Por volta das 9h00, será servido o pequeno-almoço, na cantina do Município de Fafe, seguindo-se a deslocação para a mancha da montaria, a partir das 10h00.

Às 11h00 inicia-se, finalmente, a montaria ao javali, que só terminará por volta das 15h00.

O almoço com todos os caçadores está marcado para as 16h00, leiloando-se, depois, os exemplares abatidos.

As inscrições para a participação na Montaria terão lugar nos dias 22, 23 e 24 de Fevereiro, nos serviços de atendimento da Câmara Municipal de Fafe.

As taxas a pagar pelos participantes vão desde os 12,50€ (caçadores de tipo A - desconto de 50% conforme Plano de Exploração Anual) aos50€ (caçadores de tipo D).

Relembre-se que o almoço terá também o custo de 15€ por pessoa, bem como por acompanhante.

Os caçadores participantes poderão estacionar na Praça Mártires do Fascismo, de forma gratuita.

Esta iniciativa tem o apoio da Associação de Caça e Pesca Montes de Fafe e do Clube de Caça e Pesca de Fafe.

PONTE DE LIMA PROMOVE CAÇA E TURISMO EM MACEDO DE CAVALEIROS

Ponte de Lima Participa na XXII Feira da Caça e Turismo em Macedo de Cavaleiros

A imagem e os produtos típicos Limianos estão em destaque na XXII Feira da Caça e Turismo a decorrer este fim-de-semana, em Macedo de Cavaleiro, em simultâneo com a XXIV Festa dos Caçadores do Norte.

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O Município de Ponte de Lima participa com um stand próprio, cujo objetivo é o de promover os seus produtos endógenos e toda a região.

Tendo em conta a temática do evento, o Município de Ponte de Lima destaca a próxima edição da Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima, que este ano se realiza mais cedo, junto dos caçadores, expositores, clubes e associações cinegéticas. A X Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima realiza-se no próximo mês de março, de 9 a 11, integrando a programação do projeto "Em época Baixa, Ponte de Lima em Alta".

Considerando Ponte de Lima como uma imagem de Marca, o Stand dispõe ainda de uma mostra de produtos, nomeadamente o afamado Vinho Verde e o Artesanato tradicional.

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PAN ACUSA GOVERNO DE PREFERIR O SECTOR DA CAÇA EM DETRIMENTO DA VIDA SELVAGEM

Proibição de caça nas zonas afetadas pelos incêndios

PAN acusa Governo de não defender a vida selvagem para proteger o sector da caça

  • A proibição de caça apenas em áreas ardidas superiores a 1000 hectares é manifestamente insuficiente
  • Os animais sobreviventes procuram agora refúgio e alimentação nas poucas e reduzidas áreas não atingidas pelos fogos
  • Governo continua a permitir a caça a espécies migratórias inclusivamente às que estão desaparecer a um ritmo galopante
  • São privilegiados os interesses do sector da caça em detrimento da proteção dos animais e dos ecossistemas

Numa reação às portarias que limitam e restringem a caça nas zonas ardidas e que proíbem a caça nos 96 concelhos do país afetados pelos incêndios, em áreas superiores a 1000 hectares e até 31 de Maio de 2018, o PAN – Pessoas-Animais-Natureza, afirma que as medidas adotadas pelo governo são manifestamente insuficientes para acautelar a preservação das espécies selvagens atingidas, mas acima de tudo defendem os interesses da indústria da caça, mesmo num contexto de calamidade.

Nestes casos de ocorrência de incêndios de grandes dimensões e violência, importa estabelecer no calendário venatório uma norma transitória excecional adequada a salvaguardar a sobrevivência das espécies e adotar um conjunto de medidas de proteção dos exemplares sobreviventes.

A proibição de caça apenas em áreas superiores a 1000 hectares é manifestamente insuficiente para retirar a enorme pressão sobre os animais sobreviventes que procuram agora refúgio e alimentação nas poucas e reduzidas áreas não atingidas pelos fogos. Por este motivo o PAN deu entrada de uma iniciativa que visa suspender a caça em todo o território nacional acima do rio Tejo por um período de dois anos.

Nas referidas portarias pode ler-se que a caça às aves migratórias como a rola-comum será restrita a dois dias por semana por semana, cabendo a cada associação de caçadores a escolha desses dias em que irão caçar as espécies migratórias.

É absolutamente incompreensível que o governo continue a permitir a caça a aves migratórias, nomeadamente num quadro em que muitas destas espécies se encontram bastante pressionadas, como é o caso da rola-comum que está a desaparecer a ritmo galopante em Portugal e na Europa. A situação da espécie no espaço europeu é dramática estimando-se que a sua população tenha decrescido 73% nos últimos 20 anos, devendo inclusivamente, segundo a Quercus, ser incluída na lista vermelha de espécies ameaçadas com o estatuto de “vulnerável”, o que representa um claro reconhecimento científico da ameaça de extinção que a rola brava enfrenta. Sobre este problema o PAN apresentou uma iniciativa para instituir um regime de moratória de 3 anos para a caça da rola comum e do coelho bravo que também se encontra em situação semelhante. A proposta foi chumbada no dia 27/10/2017.

As referidas portarias preveem ainda que para o próximo ano as zonas de caça associativas e turísticas concessionadas cujos terrenos se encontrem abrangidos por estas restrições ficam isentas do pagamento de taxa anual em 2018.

O governo refere que esta medida se aplica às áreas onde não é permitido o exercício da caça na época venatória 2017/2018. O facto é que em todas as áreas do país, mesmo nas atingidas pelos fogos, continua a ser permitida a caça às espécies migratórias pelo que esta isenção só se justifica pelo facto do governo privilegiar os interesses do sector da caça em detrimento da proteção dos animais e dos ecossistemas.

De referir ainda que a alimentação artificial às populações de animais selvagens sobreviventes dos incêndios como veados ou corços está a ser assegurada pela sociedade civil e organizações não-governamentais. Para o PAN o governo não está a assumir uma responsabilidade que é sua. Os esforços e os apoios financeiros que estão a ser dirigidos para a indústria da caça deveriam ser canalizados para proteger e preservar as espécies selvagens, cinegéticas ou não.

PONTE DE LIMA DIVULGA RESULTADOS DAS PROVAS QUE SE REALIZARAM NA FEIRA DE CAÇA, PESCA E LAZER

Ponte de Lima _ IX Feira de Caça, Pesca e Lazer 2017

No âmbito do Projeto Ponte de Lima Convida, realizou-se este fim-de-semana a IX edição da Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima, repleta de atividades de lazer, de desportos de aventura, caça e pesca.

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Inaugurada na sexta-feira pelo Secretário de Estado das Autarquias Locais, Dr. Carlos Miguel, realçou a aposta das autarquias no desenvolvimento local, “hoje são instituições que desenvolvem territórios, tornando-os cada vez mais atrativos”.

A Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima, que este ano cumpre a 9ª edição, foi considerada pelo Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, Engº Victor Mendes, como um evento que se “enquadra na estratégia de desenvolvimento dos nossos recursos endógenos, como forma de valorização do mundo rural, sendo de realçar um número cada vez maior de jovens empreendedores que tempo apostada nesta área.”

As provas de caça e pesca, englobaram várias atividades, nomeadamente o IV Troféu de St Huberto de Ponte de Lima; a prova de pesca no Rio Lima; o concurso de Mel; as diversas demonstrações de aves de cetraria; Obediência, Ordem Pública, Busca e Salvamento – Unidade Especial da PSP, espetáculos de música e desfile de carros clássicos, proporcionaram dinâmica e envolveram associações e diversas entidades, que juntamente com o Município de Ponte de Lima e a Escola Profissional de Desenvolvimento, organizaram esta edição da Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima.

À semelhança de anos anteriores, o sucesso deste evento deve-se à envolvência de entidades e associações de setores da caça, pesca e lazer, nomeadamente a colaboração da FENCAÇA, Associação de Pesca Desportiva de Viana do Castelo, Associações do Concelho, de Caça e Pesca, Associações de Apicultores, Recreativas, Desportivas, Florestais, e Clubes de Lazer, que com êxito promoveram um conjunto de ações, proporcionando momentos de lazer e muita animação a todos aqueles que visitam a feira. A IX Feira de Caça, Pesca e Lazer confirma o desenvolvimento desta temática como um sector de importância significativa para o desenvolvimento socioeconómico da região.

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Resultados das provas que decorreram na IX Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima:

Concurso do Alto Minho e Concurso de Mel de Ponte de Lima- destinado aos apicultores, foi mais uma vez um sucesso. Dar a conhecer a diversidade do mel dos produtores e premiar a sua qualidade, é o objetivo deste concurso:

III Concurso de Mel do Alto Minho

1.º Lugar - João da Cunha de Sousa com Mel de Eucalipto

2.º Lugar - João da Cunha de Sousa com Mel de Urze

3.º Lugar - Hexágono Perfeito Lda. de Guilherme Pereira

VI Concurso de Mel de Ponte de Lima

1.º Lugar - João da Cunha de Sousa com Mel de Eucalipto

2.º Lugar - João da Cunha de Sousa com Mel de Urze

3.º Lugar - Hexágono Perfeito Lda. de Guilherme Pereira

Prova de Pesca no Rio Lima

- Equipas: 1º lugar – Rola – CPC – Clube de Pesca e Competição

                  2º- Lugar – Equipa Sá Taqueiro 

                  3º Lugar – Clube de Caça e Pesca de Ruílhe

- Individuais: 1º lugar – Fernando Pimentel – Equipa Sá Taqueiro – 1420 pontos

                       2º Lugar – Augusto Simões -  Equipa Sá Taqueiro   - 1025 pontos

                       3º Lugar – Manuel Silva – Aveiro                              -  815 pontos

                        4ª Lugar – Caçador Marinho – Rola – CPC              -  745 pontos

                        5º Lugar – António0 Dias – Rola – CPC                  -  570 pontos

- IV Troféu Stº Huberto:

- 1º Lugar – Paulo Fernandes

- 2º Lugar – Miguel Martins

- 3º Lugar – Carlos Santos

- 4º Lugar David Faria

- 5º Rui Bonito

- 6º Manuel Agonia

IV Concurso de Beldades Caninas

Classificação geral

1º Lugar – EIFI – Podengo Português – Rui Dantas

2º Lugar – Akila – Pitbull x Americam Staff – Márcio Costa

3º Lugar – Kuka – Bulldog Francês – Ana Viães

Melhor Ping Pong

1º Lugar – Kuka – Bulldog Francês – Ana Viães

Olhar mais meigo

1º Lugar - EIFI – Podengo Português – Rui Dantas

Cauda mais irrequieta

- 1º Lugar – Pablo – Golden Retriever – João Pedro

Dono mais parecido com o cão:

- 1º lugar – Doly – Bulldog Inglês – Diana Barreiras

Melhores 6 pernas

- 1º lugar – Benny – Chihuahua – Rui Faria

Cachorro mais bonito

- 1º lugar – Akila – Pitbull x Americam Staff – Márcio Costa

Cão de caça mais bonito

1º lugar – Yany – Setter Inglês – Miguel Martins

Idoso mais em forma

- 1º lugar –  Yany – Setter Inglês – Miguel Martins

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PAN PROPÕE ALTERAÇÕES AO REGIME JURÍDICO DA CAÇA

Alterações ao Regime Jurídico da Caça propostas pelo PAN são debatidas no parlamento na próxima semana

  • Impede a utilização de matilhas, reduz dias de caça e introduz moratória
  • Define a obrigatoriedade da presença de inspetor sanitário nos atos de caça
  • Sanciona a utilização de venenos, cuja aplicação tem resultado na morte de espécies protegidas

O parlamento debate na próxima terça-feira dia 9 de Maio, cinco iniciativas legislativas que pretendem alterar o Regime Jurídico da Caça da iniciativa do PAN – Pessoas-Animais-Natureza. Três Projetos de Lei e dois Projetos de Resolução dão corpo a um conjunto alargado de alterações que visam salvaguardar a preservação da biodiversidade, garantir a saúde pública e reforçar a proteção animal, que têm sido postas em causa por várias práticas associadas à atividade cinegética.

“Apesar de este ser um tema controverso que tem unido os defensores da caça na expressão de posições mais ou menos radicais e violência, todos têm reconhecido uma necessidade de mudança de paradigma e de intervenções estratégicas no sector. O objetivo destas medidas é precisamente a evidente necessidade de revisitar a Lei da Caça que regula o que agora não é do que um negócio. E para o PAN não há sectores intocáveis e o da indústria da caça não é exceção ”, afirma o Deputado André Silva.

A primeira proposta de alteração visa sancionar na lei a utilização de venenos no âmbito da atividade da caça. Conforme reconhece o próprio Ministro do Ambiente em resposta enviada a questões colocadas pelo PAN sobre esta matéria, há caçadores que continuam a usar venenos para matar as espécies, muitas vezes protegidas, que encaram como ameaça à sua caça. Sobre esta realidade o Ministro do Ambiente afirma ainda que a “utilização de venenos é reconhecida desde há muito como uma importante causa de morte de várias espécies de fauna selvagem.” Este é um ato que não encontra previsão específica na Lei de Bases Gerais da Caça, desembocando numa patente incapacidade de atuação por parte do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR, órgão de polícia criminal responsável por fiscalizar, noticiar e investigar todas as infrações à legislação referente à natureza, ao ambiente e ao património natural. Segundo dados do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), há registo de morte por envenenamento de animais pertencentes a espécies protegidas, como é o caso da águia imperial, lobo, lince, abutre negro, e outras que não sendo protegidas têm também um papel importante nos ecossistemas, como é o caso das cegonhas e das raposas. Esta situação também tem afetado animais domésticos, que acabam por ser vítimas desta prática.

A segunda proposta reforça medidas de saúde pública ao combater a proliferação de enfermidades presentes em várias espécies de caça e passíveis de transmissão aos seres humanos. Esta iniciativa estabelece a obrigatoriedade da presença de um inspetor sanitário nos atos venatórios de caça maior, tal como já acontece em Espanha. Em termos legais há uma grande disparidade de tratamento e fiscalização entre a produção de animais de pecuária e os provenientes da atividade cinegética, sendo que apenas é obrigatória a presença de um inspetor naquelas que são consideradas zonas de risco para a tuberculose, o que só acontece em 19 concelhos portugueses, deixando de parte todas as outras doenças passíveis de transmissão, conforme tem alertado o bastonário da Ordem dos Veterinários, Jorge Cid.

Três outras alterações surgem no âmbito da proteção das espécies cinegéticas. No seguimento de vários alertas por parte da Federação Nacional de Caçadores e Proprietários, que apontam para uma notória degradação do património cinegético causada por um sistema de caça excessiva, afigura-se como absolutamente vital a redução dos dias de caça. O PAN pede o estabelecimento uniforme de apenas dois dias de caça ao invés dos atuais três dias de caça e feriados em terrenos ordenados e dois dias de caça e feriados em terrenos não ordenados. O PAN propõe ainda instituição de um regime de moratória de 3 anos para a caça da rola-comum e do coelho bravo, espécies que estão a desaparecer a um ritmo galopante em Portugal por caça excessiva, medida que o ICNF considera “pertinente e urgente”.

Por último, e numa iniciativa conjunta trabalhada desde há vários meses com o Bloco de Esquerda, o PAN pretende impedir a utilização de matilhas de cães como meio de caça, estabelecendo que apenas as matilhas já existentes e devidamente legalizadas podem continuar a participar na atividade cinegética, e impedindo o licenciamento de novas matilhas ou a adição de cães às já existentes. Segundo dados do Ministério da Agricultura, existem registadas em Portugal 792 matilhas, não havendo condições de contabilizar o número de matilhas ilegais. Esta situação consubstancia uma verdadeira incoerência legal, visto a luta entre animais já ser proibida em Portugal pelo Decreto-Lei n.º 315/2009, de 29 de Outubro. A própria Lei 92/95 de Proteção aos Animais proíbe "utilizar animais em treinos particularmente difíceis ou em experiências ou divertimentos consistentes em confrontar mortalmente animais uns contra os outros, salvo na prática da caça". Ou seja, o legislador censura a luta mortal entre animais, mas exceciona a caça com matilhas, em que dezenas de cães estimulados para tal, e não poucas vezes esfomeados deliberadamente para "apurar o sentido da caça", lutam contra um javali ou dilaceram uma raposa.

PAN PROPÕE SEIS ALTERAÇÕES AO REGIME JURÍDICO DA CAÇA

  • Impede a utilização de matilhas e reduz períodos e dias de caça
  • Define a obrigatoriedade da presença de inspetor sanitário nos atos de caça
  • Sanciona a utilização de venenos, cuja aplicação tem resultado na morte de espécies protegidas

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza definiu o primeiro de três agendamentos potestativos nesta 2ª Sessão Legislativa, debatendo esta sexta-feira seis iniciativas legislativas que pretendem alterar o Regime Jurídico da Caça. Três Projetos de Lei e três Projetos de Resolução dão corpo a um conjunto alargado de alterações que visam salvaguardar a preservação da biodiversidade, garantir a saúde pública e reforçar a proteção animal, que têm sido postas em causa por várias práticas associadas à atividade cinegética.

A primeira proposta de alteração visa sancionar na lei a utilização de venenos no âmbito da atividade da caça. Este é um ato que não encontra previsão específica na Lei de Bases Gerais da Caça, desembocando numa patente incapacidade de atuação por parte do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR, órgão de polícia criminal responsável por fiscalizar, noticiar e investigar todas as infrações à legislação referente à natureza, ao ambiente e ao património natural. Em geral, o que motiva a aplicação de venenos na natureza é a convicção de que a existência de determinados tipos de predadores coloca em causa uma maior ou menor abundância de caça menor, como é o caso do coelho-bravo, lebre ou a perdiz, entre muitos outros. Sucede, no entanto, que esse mesmo isco poderá ser consumido por muitos outros animais, entre os quais alguns com proteção legal por se encontrarem em vias de extinção. Segundo dados do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), há registo de morte por envenenamento de animais pertencentes a espécies protegidas, como é o caso da águia imperial, lobo, lince, abutre negro, e outras que não sendo protegidas têm também um papel importante nos ecossistemas, como é o caso das cegonhas e das raposas. Esta situação também tem afetado animais domésticos, que acabam por ser vítimas desta prática.

A segunda proposta reforça medidas de saúde pública ao combater a proliferação de enfermidades presentes em várias espécies de caça e passíveis de transmissão aos seres humanos. Esta iniciativa estabelece a obrigatoriedade da presença de um inspetor sanitário nos atos venatórios de caça maior, tal como já acontece em Espanha. Em termos legais há uma grande disparidade de tratamento e fiscalização entre a produção de animais de pecuária e os provenientes da atividade cinegética, sendo que apenas é obrigatória a presença de um inspetor naquelas que são consideradas zonas de risco para a tuberculose, o que só acontece em 19 concelhos portugueses, deixando de parte todas as outras doenças passíveis de transmissão. 

Três outras alterações surgem no âmbito da proteção das espécies cinegéticas. No seguimento de vários alertas por parte da Federação Nacional de Caçadores e Proprietários, que aponta para uma notória degradação do património cinegético causada por um sistema de caça excessiva, afigura-se como absolutamente vital a redução dos períodos e dias de caça. O PAN pede a uniformização dos períodos venatórios, reduzindo o calendário de 6 para 3 meses, em consonância com o que atualmente vigora para o regime não ordenado (entre 2 de Outubro e 25 de Dezembro), e o estabelecimento uniforme de apenas dois dias de caça ao invés dos atuais três dias de caça e feriados em terrenos ordenados e dois dias de caça e feriados em terrenos não ordenados. O PAN propõe ainda a instituição de um regime de moratória de 3 anos para a caça da rola-comum e do coelho bravo, espécies que estão a desaparecer a um ritmo galopante em Portugal por caça excessiva, medida que o ICNF considera “pertinente e urgente”.

Por último, e numa iniciativa conjunta trabalhada desde há vários meses com o Bloco de Esquerda, o PAN pretende proibir a utilização de matilhas de cães como meio de caça, estabelecendo que apenas as matilhas já existentes e devidamente legalizadas podem continuar a participar na atividade cinegética, e impedindo o licenciamento de novas matilhas ou a adição de cães às já existentes. Segundo dados do Ministério da Agricultura, existem registadas em Portugal 792 matilhas, não havendo condições de contabilizar o número de matilhas ilegais. Neste processo de caça, os cães funcionam como arma usado contra o animal a ser caçado, isto porque é da luta entre os cães e a presa que resulta a morte ou quase morte desta. Esta situação consubstancia uma verdadeira incoerência legal, visto a luta entre animais já ser proibida em Portugal pelo Decreto-Lei n.º 315/2009, de 29 de Outubro.

“O legislador considerou censurável a promoção de luta entre animais, designadamente entre cães, por concluir que a mesma é degradante para o ser humano e pode potenciar o carácter agressivo de determinados animais. Então, tratando-se da luta entre um cão e um javali já é menos censurável? E se forem trinta ou quarenta cães contra um javali? Não cremos”, explica André Silva, Deputado do PAN.

Acresce ainda que, em muitos casos, os cães que compõem as matilhas são mantidos em condições precárias que não respeitam as normas de bem-estar dos animais, que são mantidos presos por correntes ou em confinamento extremo e apenas soltos nos dias em que a matilha é contratada para caçar, constituindo assim um fonte de rendimento para o matilheiro.

CHEGARAM A MONÇÃO OS “DIAS DE CAÇA”

Espetáculo de cinema e teatro, produzido pela Comédias do Minho, percorre os cinco concelhos do Vale do Minho, estreando-se amanhã, 9 de março, pelas 21h00, na sede da Junta de Freguesia de Riba de Mouro, seguindo-se o Cine Teatro João Verde (dia 10, 21h30), a Casa Paroquial de Moreira (dia 11, 21h00), e a sede da Junta de Freguesia da Bela (dia 12, 15h30). As entradas são gratuitas.

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O espetáculo de cinema e teatro “Dias de Caça”, produção da companhia de teatro “Comédias do Minho” com criação e vídeo de Pedro Filipe Marques, estreia amanhã em Monção com apresentação, pelas 21h00, na sede da Junta de Freguesia de Riba de Mouro.

Segue-se o Cine Teatro João Verde (dia 10, 21h30), a Casa Paroquial de Moreira (dia 11, 21h00), e a sede da Junta de Freguesia da Bela (dia 12, 15h30). Todos os espetáculos têm entrada gratuita, encontrando-se sujeitos aos lugares disponíveis.Depois de Monção, os “Dias de Caça” disparam em direção a Paredes de Coura, Valença, Vila Nova de Cerveira e Melgaço.

Na sinopse, pode ler-se: “O  gesto do documentário observacional implica, por vezes, ficar à espera muito tempo até que o objeto a filmar se coloque no lugar exato para ser enquadrado com a mira da objetiva. No Vale do Minho, vários homens continuam a vaguear pela serra até conseguirem capturar as suas presas. A estes dois fenómenos, poderíamos chamar de caça. 

Vamos caçar os caçadores do Vale do Minho com uma câmara para podermos ver se é mais difícil apanhar um javali ou conseguir enquadrar um coelho para o poder mostrar, um dia mais tarde, no cinema. Entretanto, perdidas também no meio da serra e com tanto tempo a perder, as histórias à volta de uma simples comparação talvez fujam para outros sítios, tal como presas que deixam rasto mas que nunca são capturadas.

Com assistência de criaçãode Luis Filipe Silva e Tânia Almeida, assistência na realização e montagem de Rita Palma e assistência de som (documentário)de Hannah Bailliu, o desenho de luz leva a assinatura de Vasco Ferreira e as interpretações pertencem a Gonçalo Fonseca, Joana Magalhães, Luis Filipe Silva, Rui Mendonça e Tânia Almeida. Os novos caçadores são alunos da EPRAMI e ETAP.

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FAFENSES FAZEM BATIDA AO JAVALI

Município de Fafe promove Montaria ao Javali. Inscrições de 22 a 24 de Fevereiro

No próximo Sábado, 25 de Fevereiro, o Município de Fafe promove a habitual Montaria ao javali.

A iniciativa tem início marcado para as 08h00, altura da concentração na Câmara Municipal e sorteio das 100 portas.

Por volta das 9h00, será servido o pequeno-almoço, na cantina da Câmara Municipal de Fafe, seguindo-se a deslocação para a mancha da montaria, a partir das 10h00.

Às 11h00 inicia-se, finalmente, a montaria ao javali, que só terminará por volta das 15h00.

O almoço com todos os caçadores está marcado para as 16h00, leiloando-se, depois, os exemplares abatidos.

As inscrições para a participação na Montaria terão lugar nos dias 22, 23 e 24 de Fevereiro, nos serviços de atendimento da Câmara Municipal de Fafe.

As taxas a pagar pelos participantes vão desde os 25€ (caçadores de tipo A - desconto de 50% conforme Plano de Exploração Anual) aos 50€ (caçadores de tipo D).

Relembre-se que o almoço terá também o custo de 15€ por pessoa, bem como por acompanhante.

Os caçadores participantes poderão estacionar na Praça Mártires do Fascismo, de forma gratuita.

Esta iniciativa tem o apoio da Associação de Caça e Pesca Montes de Fafe e do Clube de Caça e Pesca de Fafe.

PONTE DE LIMA INAUGURA FEIRA DE CAÇA, PESCA E LAZER

Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural Preside à Inauguração Oficial – 15 de julho – 18 horas

No âmbito da Feira de Caça, Pesca e Lazer agendada para este fim-de-semana na Expolima, em Ponte de Lima, realiza-se o 1º ciclo de conferências “Respect – Eu Sou Caçador”.

A ação promovida pelo Club de Monteiros CazaGalega em parceria com a Asoción de Clubes e Caza Maior da Galiza e um grupo de profissionais de Enfermagem do Porto, decorre na Expolima, no sábado, 16 de julho, a partir das 11 horas.

Ser caçador nos dias de hoje envolve grandes responsabilidades e, neste contexto, a organização deste I Ciclo de Conferências pretende reforçar este papel junto dos caçadores e da sociedade em geral, abordando os temas “Segurança na Caça Maior” e “Acidentes na Caça e no Monte – Como atuar”.

A temática “Segurança na Caça Maior” será apresentado por Francisco Chan Méndez da Asoción de Clubes e Cazadores de Caza Maior da Galiza. Esta conferência visa transmitir de viva voz um conjunto de práticas já comuns na vizinha Espanha, nomeadamente o uso de roupas de grande visibilidade, o transporte em segurança das armas e a sinalização da zona de montaria, tendo contribuído para a diminuição significativa de acidentes.

A conferência sobre “Acidentes na Caça e no Monte – Como atuar”, pretende elucidar sobre o que fazer e não fazer numa situação de ansiedade provocada pelo acidente.

No período da tarde, a partir das 16 horas realiza-se outra conferência sobre “Gestão Cinegética em Território Nacional da Rede de Paisagem Protegidas” numa iniciativa coordenada pela FENCAÇA – Federação Portuguesa de Caça, tendo como moderador o vice-presidente da FENCAÇA, Galinha Barreto.

Confira o programa desta conferência:

Helena Rio Maior – Investigadora do CIBIO/InBIO

David Rodrigues - Professor de Ciências Florestais e Recursos Naturais, da Escola Superior Agrária de Coimbra.

David Gonçalves - Professor Auxiliar do Departamento de Biologia da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto; Investigador do CIBIO/InBIO. Licenciado em Biologia, Mestre em Ciência e Sistemas de Informação Geográfica e Doutorado em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.

Armando Loureiro – Diretor do Departamento da Conservação da Natureza e Florestas do Norte.

Jacinto Amaro- Presidente da Fencaça.

Recordamos que o Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Amândio Torres, preside à abertura oficial da 8ª Feira de Caça, Pesca e Lazer, na próxima sexta-feira, 15 de julho, às 18 horas, na Expolima.

PONTE DE LIMA REALIZA FEIRA DA CAÇA, PESCA E LAZER

Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural Preside à Inauguração Oficial – 15 de julho – 18 horas

O Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Amândio Torres, preside à abertura oficial da 8ª Feira de Caça, Pesca e Lazer, na próxima sexta-feira, 15 de julho, às 18 horas, na Expolima.

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Dotado de um vasto leque de recursos ligados ao setor da caça, pesca e lazer, este evento é promovido pelo Município de Ponte de Lima em parceria com a Escola Profissional de Ponte de Lima com o objetivo de divulgar e promover os produtos e serviços disponíveis do sector e dos recursos naturais de excelência que o concelho dispõe.

Com um programa diversificado, a VIII edição da Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima aposta mais uma vez nos concursos caninos, com a realização do III Concurso de Beldades Caninas e o VI concurso Canino de Beleza de Ponte de Lima.

O II Trofeu de Stº Huberto de Ponte de Lima, a Prova de Pesca no Rio Lima, o II Concurso de Mel de Ponte do Alto Minho e o V Concurso de Mel de Ponte de Lima, o Desfile de Carros Clássicos, a Exibição de Trial Bike, as Demonstrações de Aves, de Pesca, de Cães de Parar, de Disc Dogs e de Demonstrações de Obediência, Ordem Pública, Busca e Salvamento, a cargo da realizada pela Polícia de Segurança Pública – PSP.

Paralelamente, decorrerá no recinto da Feira, desportos de aventura, nomeadamente, tiro ao alvo, air bungee, paredes de escalada, entre outras.

O Concerto de sábado à noite, com o cabeça de cartaz David Fonseca, marca os momentos musicais da feira, com referência ainda para outros apontamentos, nomeadamente com a AM/FF – Academia de Música Fernandes Fão; a Tocata do Rancho Folclórico de São Martinho de Anais, as Concertinas e uma mega aula de zumba.

Com entrada livre e parque de estacionamento gratuito a VIII edição da Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima promete superar as expetativas.

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FAMALICÃO ABRE PERÍODO DE CANDIDATURAS À AUTORIZAÇÃO ESPECIAL DE CAÇA

Estão abertas as candidaturas à autorização especial de caça

O Plano Anual de Exploração (PAE) para a Época Venatória 2016 / 2017, da Zona de Caça Municipal de Fafe, já foi aprovado pelo ICNF.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas entre o dia 1 de Julho e 5 de Agosto, não se aceitando inscrições posteriormente para vagas, com excepção de caçadores emigrantes que apresentem documento comprovativo.

As inscrições realizam-se no Departamento Administrativo Municipal (DAM) da Câmara Municipal de Fafe (Avenida 5 de Outubro). Pode fazê-lo durante o horário de atendimento (segunda-feira, das 09:00h às 19:00h; terça, quarta e quinta-feira, das 09:00h às 17:00h; sexta-feira das 09:00 às 12:30h). Os munícipes podem ainda inscrever-se nos Espaços do Cidadão (de Fafe e das freguesias do concelho).

Para a inscrição é necessário o Cartão de Cidadão ou Bilhete de Identidade e o Número de Contribuinte e Carta de caçador. O formulário da candidatura ao exercício da caça em ZCM está disponível no site do Município de Fafe.

PONTE DE LIMA REALIZA FEIRA DA CAÇA, PESCA E LAZER

VIII Feira da Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima. 15 a 17 de julho

A VIII Feira de Caça, Pesca e Lazer, inserida no projeto Ponte de Lima ConVida, decorrerá na Expolima entre os dias 15 e 17 de julho. Este evento resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal de Ponte de Lima e a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Ponte de Lima, a qual visa divulgar e potenciar todas as atividades ligadas ao setor da Caça, Pesca e Lazer.

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O Troféu de Santo Humberto de Ponte de Lima é uma das atividades incluídas na programação da Feira de Caça, Pesca e Lazer, que conta já com sete edições bem-sucedidas. Inseridos no programa da Feira da Caça, Pesca e Lazer e dignos de tal estão inseridos diversos concursos, nomeadamente o Concurso de Mel de Ponte de Lima e do Alto Minho, o Concurso Canino de Beleza e o Concurso de Beldades Caninas.

No decorrer deste evento poder-se-á apreciar outras atividades como o Desfile de Carros Clássicos; um Passeio de BTT; demonstrações de Aves, de Pesca, de Cães de Parar, de Disc Dogs e de demonstrações de Obediência; e demonstrações de Ordem Pública, Busca e Salvamento, a cargo da realizada pela Polícia de Segurança Pública – PSP.

Paralelamente, decorrerá no recinto da Feira, deportos de aventura, nomeadamente, tiro ao alvo, air bungee, paredes de escalada.

Pela dinâmica envolvida na Feira da Caça, Pesca e Lazer, há inúmeras empresas e associações dos vários setores que dão mote ao evento, designadamente, Caça, Pesca, Apicultura, Desporto e Lazer, visando a divulgação e promoção dos produtos e serviços disponíveis e dos recursos naturais de excelência que o concelho dispõe.

David Fonseca, com o mais recente álbum “Futuro Eu” é o cabeça de cartaz do concerto agendado para o sábado, 15 de julho, às 22 horas. Com entrada livre e parque de estacionamento gratuito a VIII edição da Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima promete superar as expetativas.

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CABECEIRAS DE BASTO REÚNE CONSELHO CINEGÉTICO MUNICIPAL

O presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, presidiu quarta-feira, dia 15 de junho, à reunião do Conselho Cinegético Municipal, onde foi apresentada informação sobre a eleição dos novos representantes das Associações de Caçadores para o Conselho Cinegético Municipal, bem como sobre a renovação, por um período de seis anos, ao Município de Cabeceiras de Basto, da transferência de gestão da Zona de Caça Municipal.

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Durante esta reunião foi apresentado o balanço da época venatória transata, os resultados de exploração e financeira desta zona de caça municipal, bem como definida a preparação da próxima época venatória.

Foi, ainda, dado conhecimento aos presentes da requalificação prevista para o Posto de Fomento Cinegético de Moinhos de Rei, quer em termos produtivos quer em termos de infraestruturas de apoio, bem como a intenção de apresentar uma candidatura, apoiada por fundos comunitários, destinada à melhoria do ordenamento dos recursos cinegéticos desta zona de caça municipal.

Apresentado foi, por fim, o Plano Anual de Exploração (PAE), sendo recomendado por todos os presentes o seu envio ao Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas para aprovação.

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CAÇADORES DE FAFE FAZEM MONTARIA AO JAVALI

Montaria ao Javali em Fafe mobiliza cerca de 80 caçadores. Serras de Fafe foram o palco escolhido para a iniciativa

Decorreu, no passado sábado, a II Montaria ao Javali nas Serras de Fafe, promovida pela Câmara Municipal, com o apoio da Associação de Caça e Pesca Montes de Fafe e do Clube de Caça e Pesca de Fafe.

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A iniciativa contou com a participação de cerca de 80 caçadores (não só de Fafe, mas de outros concelhos), reunindo mais de 100 pessoas no jantar de encerramento, por volta das 17h00, incluindo organização e matilheiros.

O dia iniciou-se com a concentração dos caçadores na Câmara Municipal, pelas 08h00, para sorteio das 80 portas e para o pequeno-almoço, servido na cantina do edifício. O Município disponibilizou estacionamento gratuito para os participantes, na Praça Mártires do Fascismo, e ofereceu ainda os coletes refletores.

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Por volta das 11h00, os caçadores e organização deslocaram-se para a Mancha, nas Serras de Fafe, entre Barbosa e o Confurco, junto à conhecida “Casa do Penedo” e à divulgada zona do “salto”, das provas de Rali.

A Mancha definida tinha uma área de 310 hectares e 9200m de perímetro, tendo sido abatidos dois exemplares de javali, que foram, mais tarde, leiloados.

Apesar da chuva e da neve, o balanço da II Montaria ao Javali é muito positivo. Organização e participantes mostraram-se muitos satisfeitos com a adesão e resultado da iniciativa.

António Augusto Peixoto, do Clube de Caça e Pesca de Fafe, sublinhou a importância do apoio que o Município de Fafe tem prestado à caça no concelho.

“O Clube não tem meios para a realização de uma Montaria deste género, nem no que diz respeito à logística, nem no que concerne aos meios humanos.

A Vereadora Helena Lemos, em nome da Câmara Municipal, tem sido incansável na promoção da caça no nosso concelho.

De resto, temos, em Fafe, excelentes zonas para a prática de caça e somos, desde sempre, um dos concelhos do distrito de Braga e até do país com mais caçadores, que investem muito na caça.

Por isso este apoio do Município faz todo o sentido. É muito importante este envolvimento dos caçadores na gestão da caça e na organização de iniciativas como é o caso da Montaria, que sentimos que tem acontecido com a liderança deste pelouro pela Vereadora.”

Miguel Barros, Presidente da Associação de Caça e Pesca Montes de Fafe, concorda com a “necessidade de cooperação entre a Câmara Municipal e as Associações na gestão da caça do concelho.”

“O resultado está à vista: mais de 100 pessoas reunidas à mesa neste jantar de encerramento. A caça tem potencialidade para ser explorada no nosso concelho e tem capacidade para mobilizar pessoas de outros concelhos.

Sentimos, da parte do Município, muito mais abertura, a Câmara ouve mais os caçadores, o que só contribui para uma maior promoção dos bons montes que tem o concelho para a prática da caça.”

A Vereadora do Ambiente, Helena Lemos, agradeceu o empenho de todos, “Associações e funcionários da Câmara envolvidos na Organização e Logísitica, nomeadamente o Paulo Gonçalves e Paulo Costa.”

“O Município de Fafe investe e pretende continuar a investir na caça em Fafe, tão importante para o concelho, que tem condições excelentes para mobilizar caçadores de vários pontos. Estamos atentos a estas potencialidades e pretendemos explorá-las da melhor forma.

Esta Montaria, que encerra a época venatória, traduziu-se numa reunião de esforços de vários amigos e queremos repetir a iniciativa para o ano, mas com mais pessoas.”

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CERCA DE 80 CAÇADORES FIZERAM MONTARIA AO JAVALI NAS SERRA DE FAFE

Decorreu, hoje, a II Montaria ao Javali nas Serras de Fafe, promovida pela Câmara Municipal, com o apoio da Associação de Caça e Pesca Montes de Fafe e do Clube de Caça e Pesca de Fafe.

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A iniciativa contou com a participação de cerca de 80 caçadores (não só de Fafe, mas de outros concelhos), reunindo mais de 100 pessoas no jantar de encerramento, por volta das 17h00, incluindo organização e matilheiros.

O dia iniciou-se com a concentração dos caçadores na Câmara Municipal, pelas 08h00, para sorteio das 80 portas e para o pequeno-almoço, servido na cantina do edifício. O Município disponibilizou estacionamento gratuito para os participantes, na Praça Mártires do Fascismo, e ofereceu ainda os coletes refletores.

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Por volta das 11h00, os caçadores e organização deslocaram-se para a Mancha, nas Serras de Fafe, entre Barbosa e o Confurco, junto à conhecida “Casa do Penedo” e à divulgada zona do “salto”, das provas de Rali.

A Mancha definida tinha uma área de 310 hectares e 9200m de perímetro, tendo sido abatidos dois exemplares de javali, que foram, mais tarde, leiloados.

Apesar da chuva e da neve, o balanço da II Montaria ao Javali é muito positivo. Organização e participantes mostraram-se muitos satisfeitos com a adesão e resultado da iniciativa.

António Augusto Peixoto, do Clube de Caça e Pesca de Fafe, sublinhou a importância do apoio que o Município de Fafe tem prestado à caça no concelho.

“O Clube não tem meios para a realização de uma Montaria deste género, nem no que diz respeito à logística, nem no que concerne aos meios humanos.

A Vereadora Helena Lemos, em nome da Câmara Municipal, tem sido incansável na promoção da caça no nosso concelho.

De resto, temos, em Fafe, excelentes zonas para a prática de caça e somos, desde sempre, um dos concelhos do distrito de Braga e até do país com mais caçadores, que investem muito na caça.

Por isso este apoio do Município faz todo o sentido. É muito importante este envolvimento dos caçadores na gestão da caça e na organização de iniciativas como é o caso da Montaria, que sentimos que tem acontecido com a liderança deste pelouro pela Vereadora.”

Miguel Barros, Presidente da Associação de Caça e Pesca Montes de Fafe, concorda com a “necessidade de cooperação entre a Câmara Municipal e as Associações na gestão da caça do concelho.”

“O resultado está à vista: mais de 100 pessoas reunidas à mesa neste jantar de encerramento. A caça tem potencialidade para ser explorada no nosso concelho e tem capacidade para mobilizar pessoas de outros concelhos.

Sentimos, da parte do Município, muito mais abertura, a Câmara ouve mais os caçadores, o que só contribui para uma maior promoção dos bons montes que tem o concelho para a prática da caça.”

A Vereadora do Ambiente, Helena Lemos, agradeceu o empenho de todos, “Associações e funcionários da Câmara envolvidos na Organização e Logísitica, nomeadamente o Paulo Gonçalves e Paulo Costa.”

“O Município de Fafe investe e pretende continuar a investir na caça em Fafe, tão importante para o concelho, que tem condições excelentes para mobilizar caçadores de vários pontos. Estamos atentos a estas potencialidades e pretendemos explorá-las da melhor forma.

Esta Montaria, que encerra a época venatória, traduziu-se numa reunião de esforços de vários amigos e queremos repetir a iniciativa para o ano, mas com mais pessoas.”

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