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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PONTE DE LIMA DEBATE CINEGÉTICA

XI Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima. Colóquio da FENCAÇA “Compatibilização da Atividade Cinegética com as Atividades Turísticas Emergentes no Mundo”

No âmbito da XI Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima, a realizar este fim-de-semana, no Pavilhão de Feiras e Exposições de Ponte de Lima, a FENCAÇA - Federação Nacional das Zonas de Caça Associativas, entidade que colabora com o Municipio na realização deste evento promove na sexta-feira, dia 21, às 16H30 um colóquio subordinado ao tema “Compatibilização da Atividade Cinegética com as Atividades Turísticas Emergentes no Mundo Rural”.

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Oradores:

Dr.ª Margarida Duarte – Investigadora do INIAVE

Francisco Álvares - CIBIO-InBIO, Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade do Port

Miguel José Correia Branco- Chefe da Seção do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA)

Arq. Sandra Sarmento - Diretora da Direção Regional da Conservação da Natureza e Florestas do Norte

Jacinto Amaro – Presidente da Federação Portuguesa de Caça

Victor Mendes – Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima

O Município de Ponte de Lima, em parceria com a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Ponte de Lima, aposta novamente na promoção e divulgação de todos os serviços e atividades ligadas ao setor da Caça, da Pesca e do Lazer, como também aos recursos cinegéticos do concelho.

PONTE DE LIMA ABRE FEIRA DA CAÇA

XI Feira da Caça, Pesca e Lazer, 21 a 23 de junho, no Pavilhão de Feiras e Exposições de Ponte de Lima

O Município de Ponte de Lima, em parceria com a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Ponte de Lima, aposta novamente na promoção e divulgação de todos os serviços e atividades ligadas ao setor da Caça, da Pesca e do Lazer, como também aos recursos cinegéticos do concelho.

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O concelho limiano dispõe de um numeroso conjunto de recursos de caça e pesca, que juntamente com o lazer formam um forte alvo de investimento e de procura. Assim, diversas empresas e associações dedicam-se a estas atividades e temáticas, promovendo o desenvolvimento do concelho. Desta forma, o evento pretende constituir-se como um fator de dinamização destes sectores, promovendo os recursos cinegéticos, as potencialidades para a pesca desportiva de água doce e o património natural e cultural do concelho associada à divulgação das diversas componentes turísticas do território.

Esta edição é feita em moldes semelhantes ao ano anterior, visto que tem respondido às exigências e às necessidades dos setores envolvidos, potenciando o seu encontro, com vantagens recíprocas.

A XI Feira da Caça, Pesca e Lazer tem assinatura do Município de Ponte de Lima, contando com a colaboração das Federações de âmbito nacional, de Associações do concelho, e de vários sectores que vão além da Caça e da Pesca, à Apicultura, Desporto, Floresta, Recreação, e Lazer, acrescentando novas dinâmicas ao certame.

Neste contexto, convidamos o Vosso Órgão de comunicação para a abertura oficial, na sexta-feira, às 17 horas.

Confira o programa da XI Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima, a realizar de 21 a 23 de junho, no Pavilhão de Feiras e Exposições de Ponte de Lima:

21 Sexta-feira

16h00 - Colóquio da Fencaça | “Compatibilização da Atividade Cinegética com as Atividades Turísticas Emergentes no Mundo Rural”

17h00 - Cerimónia de Inauguração

18h00 - Apresentação Pública de Novos Produtos de Artesanato

20h00 - Animação Musical

20h30 - Festa do Caçador (mediante inscrição prévia)

21h00 - Prova de Vinhos “A Casta Loureiro na Sub-região do Lima”

21h30 - Animação Musical

22h00 - Concerto - Sons do Minho

00h00 - Encerramento

22 Sábado

10h00 - Abertura da Feira

            Concurso de Pesca do Rio Lima

            Exposição de Matilhas

11h00 - Corrida de Galgos

12h00 - Animação Musical

14h30 - Concurso de Beleza de Podengos de Matilha

            Corrida de Galgos

15h30 - Showcooking: “À Caça do Codorniz”, com o Chef Daniel Pinheiro do Restaurante Casa do Provedor

16h00 - Concurso de Beleza de Cães de Presa

17h00 - Entrega de Prémios

17h30 - Demonstração de Traje Juvenil, Feminino e Masculino

18h00 - Concurso de Toque de Búzio

            Harmonização do Vinho Verde e Mel com a Pastelaria Limiana

20h00 - Animação Musical

21h00 - Prova de Vinhos Loureiro de Ponte de Lima

23h00 - Concerto - Andrea Pousa

00h30 - Encerramento

23 Domingo

07h00 - VI Troféu de Santo Huberto (Concentração na Expolima)

10h00 - Abertura da Feira

11h00 - Reunião de Esclarecimento | “Legislação e Importância das Matilhas de Caça Maior” - APMCM

12h00 - Animação Musical

15h00 - Concurso de Beleza de Cães de Rasto

            À Descoberta do Vinho Verde com Chocolate

15h30 - Concurso de Cães de Parar

16h00 - Concurso de Beleza do Podengo Português

            Concurso de Mel

16h30 - Entrega de Prémios

19h00 - Encerramento

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DAVID RODRIGUES APRESENTA "TROFÉUS DE CAÇA" EM PONTE DE LIMA

David Rodrigues apresenta “Troféus de Caça” em Ponte de Lima

A narrativa ficcional “Troféus de Caça”, com prefácio do escritor João de Melo, reeditado pela Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto (AJHLP), será publicamente apresentado, no dia 10 de maio, às 21h30, na Biblioteca Municipal de Ponte de Lima (BMPL). A apresentação desta obra estará a cargo de Cláudio Lima.

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A par da apresentação do livro, realizar-se-á, no mesmo dia, a inauguração da Exposição fotográfica A ILHA DE MOÇAMBIQUE: Património Mundial da Humanidade, do Arquiteto José Manuel Pinto de Oliveira Martins, residente em mato, Ponte de Lima.

Esta exposição ficará patente no auditório da Biblioteca Municipal de 10 a 30 de maio de 2019.

Marque presença na apresentação deste livro e conheça a mais recente produção literária distinto pontelimense.

PONTE DE LIMA REALIZA FEIRA DA CAÇA, PESCA E LAZER

Ponte de Lima realiza de 21 a 23 de junho a XI Feira da Caça, Pesca e Lazer

O Município de Ponte de Lima em parceria com a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Ponte de Lima organizam a Feira de Caça, Pesca e Lazer de 21 a 23 de junho de 2019, na Expolima.

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A completar a XI edição, o certame aposta na promoção dos recursos cinegéticos do concelho, assim como as suas potencialidades transversais aos campos da pesca desportiva de água doce, da caça, e do turismo, numa estreita ligação com o património natural e cultural, alicerçada numa forte aposta turística do concelho de Ponte de Lima.

Há semelhança das edições anteriores, este evento conta com a colaboração das federações de âmbito nacional e associações do concelho, de vários setores que vão além da Caça e da Pesca, à Apicultura, Desporto, Floresta, Recreação, e Lazer e que acrescentam novas dinâmicas ao certame.

Esta feira, com mais de uma década de existência, vai contar com várias áreas de exposição de artigos da especialidade, demonstrações de aves de cetraria, mostras de espécies cinegéticas, tasquinhas com pratos e petiscos, e como não poderia deixar de ser, provas de caça, pesca, e um leque diverso de outras atividades de desporto, lazer e muita animação musical.

O concelho limiano dispõe de um numeroso conjunto de recursos de caça e pesca, que juntamente com o lazer formam um forte alvo de investimento e de procura. Assim, diversas empresas e associações dedicam-se a estas atividades e temáticas, permitindo satisfazer as exigências dos que procuram o lazer e uma maneira distinta de passar as suas férias ou um fim-de-semana prolongado, possibilitando a fruição de dias diferentes, longe do bulício das grandes cidades. Em simultâneo esta dinâmica acrescenta valor e sustentabilidade ao desenvolvimento do concelho através da promoção do turismo ativo e de natureza.

Para mais informação, consultar: https://www.visitepontedelima.pt/pt/turismo/xi-feira-de-caca-pesca-e-lazer/

FAFE DINAMIZA CAÇA E PESCA

Município de Fafe celebra protocolo para dinamização de atividades de caça e pesca no concelho

A Câmara Municipal de Fafe assinou protocolos de colaboração com a Associação de Caça e Pesca Montes de Fafe e o Clube de Amadores de Caça e Pesca de Fafe, para a dinamização de atividades no concelho, ao longo do ano.

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As duas entidades comprometem-se, através dos protocolos estabelecidos, a colaborar nos eventos que o Município de Fafe promova, relacionados com a caça e a pesca desportiva, promover a largada de perdizes para aumento do seu efetivo, promover uma atividade de largada de trutas, efetuar o repovoamento de trutas nos cursos de água do concelho de Fafe e ainda a dinamizar ações de sensibilização sobre boas praticas ambientais, junto dos caçadores em geral e associados em particular.

O Presidente da Câmara, Raul Cunha, revelou na ocasião que “a assinatura destes dois protocolos reflete o bom relacionamento e a parceria que mantemos com estas associações e que tem gerado bons resultados, como comprovamos, por exemplo, na organização exemplar da Montaria ao Javali.

Aproveito a ocasião para agradecer o empenho e o apoio que nos dão na caça e na pesca, áreas importantes para o Município e para a a comunidade fafense que se revê e gosta deste tipo de atividades.

A caça e pesca são atividades que nos enriquecem e que permitem atrair muitos visitantes e, uma vez que a estrutura autárquica não tem técnicos especialistas nesta área, é fundamental esta parceria estreita com estas duas associações que representam os fafenses praticantes destas modalidades.

Faço votos que este bom entendimento se estenda por muitos e bons anos, consolidando esta relação próxima. Estamos abertos a sugestões que nos queira transmitir, como sempre.”

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PAN PROPÕE A REALIZAÇÃO DE CENSOS DAS ESPÉCIES SUJEITAS A EXPLORAÇÃO CINEGÉTICA

  • Portugal não monitoriza espécies sujeitas a exploração cinegética
  • Falta de conhecimento põe em causa a conservação de algumas espécies
  • Calendário venatório deve passar a ser elaborado anualmente e regionalmente
  • Zonas não ordenadas convertidas em zonas de refúgio

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, apresentou uma iniciativa legislativa que recomenda ao governo que assegure a realização de censos e monitorização das espécies sujeitas a exploração cinegética.

Em Portugal não existe qualquer monitorização de espécies sujeitas a exploração cinegética o que traduz a total ausência de informação no que diz respeito à abundância, demografia e tendências populacionais. Atualmente, a única informação que existe é a relativa ao número de animais mortos, a qual é comunicada após ato venatório. Esta falta de informação relativamente ao estado da conservação das populações, não impede que na elaboração do calendário venatório, sejam utilizados apenas os dados que resultam da contabilização dos efetivos abatidos na época venatória anterior, podendo estar a ser sobrestimada a densidade populacional de cada espécie o que pode induzir a um cálculo erróneo dos limites diários de abate por caçador, de cada espécie cinegética.

É incontestável que a falta de conhecimento relativamente à conservação das populações cinegéticas, pode estar a refletir-se negativamente na dinâmica das populações. É o caso da rola comum (Streptopelia turtur) e do coelho-bravo (Oryctolagus cuniculus), que segundo vários estudos 3,4 encontram-se numa situação muito vulnerável, seja por perda de habitat, pressão cinegética ou incidência de doenças. Estas pressões representam uma ameaça à sua conservação, sendo que no caso da rola comum, a sua população encontra-se em decréscimo populacional (79%) desde 1980, acompanhando a tendência de declínio da europa.

Reforçando o facto de não haver qualquer tipo de monitorização destas espécies cinegéticas, constatou-se que no calendário venatório de 2018-2021, foi autorizado o abate diário de um coelho-bravo por caçador, para todo o território português, com exceção das zonas ardidas em 2017, não havendo qualquer avaliação da condição das populações por parte do ICNF, quer nas zonas de exploração cinegética associativa e turística, como nas municipais e nacionais. O PAN entende ainda que o estado das populações de espécies cinegéticas deveria ser aferido anualmente, ao invés de três em três anos, uma vez que no período decorrente do calendário venatório poderão ocorrer alterações dos ecossistemas, nomeadamente a intensificação de doenças, decréscimo da vegetação ou períodos de seca que influenciam a reprodução das populações. 

Para além das zonas de caça ordenadas, existem as zonas de caça não ordenadas que são constituídas por terrenos sem qualquer gestão cinegética, no entanto são autorizadas a ser exploradas as mesmas espécies que são exploradas nos terrenos ordenados. Não sendo estes terrenos ordenados, não existe qualquer controlo por parte da entidade reguladora Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), relativamente à dimensão das populações ou mesmo do estado de conservação das espécies que estão a ser abatidas em cada zona.

Resumindo, o PAN pretende então que se assegure o cumprimento da obrigatoriedade de estimação dos efetivos das espécies cinegéticas sedentárias (censos), que se estenda a obrigação prevista no artigo 35.º do Decreto-Lei n.º 202/2004, de 18 de Agosto, às Zonas de Caça Nacionais e Municipais, que seja constituído um Plano de Monitorização de Espécies Cinegéticas, no âmbito da medida da Estratégia Nacional de Conservação da Natureza e Biodiversidade 2030 que integre não só as espécies migratórias como também as sedentárias, como é o caso do coelho-bravo (Oryctolagus cuniculus) e o javali (Sus scrofa), que o calendário venatório passe a ser elaborado anualmente e regionalmente e que se extinga as zonas de caça não ordenadas, substituindo-as por zonas de refúgio para as espécies cinegéticas.

MUNICÍPIO DE FAFE PROMOVE MONTARIA AO JAVALI

Inscrições de 21 a 24 de Fevereiro

No próximo dia 24 de Fevereiro, o Município de Fafe promove a habitual Montaria ao javali.

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A iniciativa tem início marcado para as 08h00, altura da concentração na Câmara Municipal e sorteio das 100 portas.

Por volta das 9h00, será servido o pequeno-almoço, na cantina da Câmara Municipal de Fafe, seguindo-se a deslocação para a mancha da montaria, a partir das 10h00.

Às 11h00 inicia-se, finalmente, a montaria ao javali, que só terminará por volta das 15h00.

O almoço com todos os caçadores está marcado para as 16h00, leiloando-se, depois, os exemplares abatidos.

As inscrições para a participação na Montaria terão lugar nos dias 21, 22 e 24 de Fevereiro, nos serviços de atendimento da Câmara Municipal de Fafe.

As taxas a pagar pelos participantes vão desde os 12,50€ (caçadores de tipo A - desconto de 50% conforme Plano de Exploração Anual) aos50€ (caçadores de tipo D).

Relembre-se que o almoço terá também o custo de 15€ por pessoa, bem como por acompanhante.

Os caçadores participantes poderão estacionar na Praça Mártires do Fascismo, de forma gratuita.

Esta iniciativa tem o apoio da Associação de Caça e Pesca Montes de Fafe, do Clube de Caça e Pesca de Fafe e do Clube Lazer, Entretenimento S. Lourenço S. Gens.

PONTE DE LIMA REALIZA FEIRA DE CAÇA E PESCA

XI Feira da Caça, Pesca e Lazer, 24 a 26 de maio, em Ponte de Lima

O Município de Ponte de Lima e a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Ponte de Lima organizam a X Feira de Caça, Pesca e Lazer de 24 a 26 de maio de 2019, visando a promoção dos recursos cinegéticos do concelho, assim como as suas potencialidades transversais aos campos da pesca desportiva de água doce, da caça, e do turismo, numa estreita ligação com o património natural e cultural, alicerçada numa forte aposta turística do concelho de Ponte de Lima.

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Há semelhança das edições anteriores, este evento conta com a colaboração das Federações de âmbito nacional e Associações do concelho, de vários setores que vão além da Caça e da Pesca, à Apicultura, Desporto, Floresta, Recreação, e Lazer e que acrescentam novas dinâmicas ao certame.

Esta feira, com mais de uma década de existência, vai contar com várias áreas de exposição de artigos da especialidade, demonstrações de aves de cetraria, mostras de espécies cinegéticas, tasquinhas com pratos e petiscos, e como não poderia deixar de ser, provas de caça, pesca, e um leque diverso de outras atividades de desporto, lazer e muita animação musical.

 O concelho limiano dispõe de um numeroso conjunto de recursos de caça e pesca, que juntamente com o lazer formam um forte alvo de investimento e de procura. Assim, diversas empresas e associações dedicam-se a estas atividades e temáticas, permitindo satisfazer as exigências dos que procuram o lazer e uma maneira distinta de passar as suas férias ou um fim-de-semana prolongado, possibilitando a fruição de dias diferentes, longe do bulício das grandes cidades. Em simultâneo esta dinâmica acrescenta valor e sustentabilidade ao desenvolvimento do concelho através da promoção do turismo ativo e de natureza.

Para mais informação, consultar: www.visitepontedelima.pt/pt/turismo/xi-feira-de-caca-pesca-e-lazer-2-2/

A XI Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima realiza-se de 24 a 26 de maio, na Expolima.

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PAN AGENDA INICIATIVAS POR MAIOR SEGURANÇA RODOVIÁRIA E PROTEÇÃO ANIMAL

Quarta feira, 3 de outubro 2018

  • O fim da caça à raposa
  • Interdita a caça à paulada e recurso a matilhas
  • Regula a circulação de veículos de tração animal para maior segurança rodoviária e garante maior proteção dos animais
  • Cria a possibilidade de um cavalo ser registado como animal de companhia ou de assistência

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, agendou hoje quatro iniciativas legislativas que serão debatidas no dia 3 de outubro e que pretendem, por um lado, o fim da caça à raposa e a interdição da atividade cinegética com recurso à paulada e com matilhas e, por outro, salvaguardar a proteção de equídeos e regulamentar a circulação de veículos de tração animal.

Estas iniciativas do PAN acompanham petições de movimentos de cidadãos. Dois projetos de lei determinam o fim da caça à raposa e a interdição da utilização de métodos de caça com violência acrescida como são a caça à paulada e com recurso a matilhas. Segundo o Movimento destes peticionários esta é uma atividade bárbara e cruel uma vez que é permitido aos caçadores matar as raposas à paulada ou através do processo a corricão.

O processo de caça a corricão é aquele em que o caçador se desloca a pé ou a cavalo para capturar espécies exploradas para fins cinegéticas com o auxílio de cães de caça, com ou sem pau, no qual podem ser utilizados até 50 cães, a designada matilha.  Os cães, neste caso, funcionam como arma contra a raposa, isto porque se trata de luta entre os cães e a presa que resulta na morte ou quase morte desta. Esta situação consubstancia uma verdadeira incoerência legal já que o Decreto-Lei n.º 315/2009, de 29 de outubro, no seu artigo 31.º, vem já proibir a luta entre animais. Note-se, proíbe a luta entre animais e não somente a luta entre cães. No entanto, no seu nº 4, exceciona desta regra “qualquer evento de caracter cultural”, o que acaba por legitimar a possibilidade de luta entre cães e raposas, como neste caso.

Com o objetivo de salvaguardar a proteção de equídeos e regulamentar a circulação de veículos de tração animal o PAN recomenda ao governo a elaboração de levantamento sobre a utilização de equídeos em veículos de tração animal e consequente regulamentação, nomeadamente a obrigatoriedade de constituição de seguro, que os passageiros utilizem coletes refletores e os carros atrelados estejam assinalados com faixas refletoras. Prevendo também que seja determinada uma idade mínima para a sua condução e um limite máximo de passageiros. Por entender que a forma como se utilizam e são tratados estes animais não é compatível com uma sociedade evoluída, o PAN pede também a regulamentação das condições de bem-estar dos animais utilizados em veículos de tração animal, nomeadamente que seja definida uma carga máxima e que sejam atribuídos períodos de descanso aos animais. Prevê ainda que o governo proceda ao levantamento do número estimado de pessoas, singulares ou coletivas, que façam uso deste tipo de veículo para o seu transporte pessoal, fins turísticos, trabalho agrícola e transporte de cargas.

A quarta medida  propõe a melhoria do sistema de identificação do fim funcional de equídeos com vista à sua proteção. Ou seja, o PAN pretende criar a possibilidade de um cavalo ser registado como animal de companhia ou de assistência para que estes animais possam, em determinadas circunstâncias, ser protegidos pela lei de maus tratos a animais. Desta forma o animal passa a só poder ser utilizado para o fim para o qual está registado, podendo haver alteração do registo.

PAN QUER O FIM DA CAÇA À RAPOSA

PAN quer o fim da caça à raposa e a interdição de caça com recurso à paulada e com matilhas

  • PAN acompanha indignação social por ainda ser permitido caçar raposas
  • Métodos cruéis uma vez que é permitido matar raposas e outros animais à paulada ou através do processo a corricão
  • Incoerência legal porque em Portugal são proibidas as lutas entre animais
  • A luta entre uma raposa e 40 cães não é menos censurável que uma luta entre dois cães

O PAN acaba de apresentar dois projetos de lei, um que determina o fim da caça à raposa e um outro que interdita a utilização de métodos de caça com violência acrescida como são a caça à paulada e com recurso a matilhas. As iniciativas do PAN acompanham a petição do Movimento pela Abolição da Caça à Raposa, um movimento de cidadãos, que promoveu uma petição com o mesmo fim, tendo recolhido mais de 10 000 assinaturas num curto espaço de tempo.

Segundo este Movimento esta é uma atividade bárbara e cruel uma vez que é permitido aos caçadores matar as raposas à paulada ou através do processo a corricão. O processo de caça a corricão é aquele em que o caçador se desloca a pé ou a cavalo para capturar espécies exploradas para fins cinegéticas com o auxílio de cães de caça, com ou sem pau, no qual podem ser utilizados até 50 cães, a designada matilha.

Os cães, neste caso, funcionam como arma contra a raposa, isto porque se trata de luta entre os cães e a presa que resulta na morte ou quase morte desta. A verdade é que no decurso deste ato muitas são as vezes em que também os cães usados acabam por sucumbir ou ficar gravemente feridos.

Esta situação consubstancia uma verdadeira incoerência legal já que o Decreto-Lei n.º 315/2009, de 29 de Outubro, no seu artigo 31.º, vem já proibir a luta entre animais. Note-se, proíbe a luta entre animais e não somente a luta entre cães. No entanto, no seu nº 4, exceciona desta regra “qualquer evento de caracter cultural”, o que acaba por legitimar a possibilidade de luta entre cães e raposas, como neste caso.

O legislador considerou censurável a promoção de luta entre animais, designadamente entre cães, por concluir que a mesma é degradante para o ser humano e pode potenciar o carácter agressivo de determinados animais. Para o PAN a luta entre um cão, ou 30 cães, e uma raposa não é menos censurável. Fazendo os cães e a raposa parte da mesma família (canidae) não se percebe que uns mereçam proteção e outros não.

Da mesma forma não se compreende que seja necessário empregar um meio como o pau para caçar, ou seja, para matar uma raposa. Existem outras formas menos violentas de o fazer, pelo que não encontra justificação à luz dos valores do século XXI para que tal meio de caça continue a ser legal. Estas violências perpetradas contra as raposas têm gerado forte indignação dos cidadãos que muitas vezes desconhecem que é possível caçar raposas e muito menos da forma que é possível fazê-lo.

PAN QUER LIMITAR A CAÇA

PAN exige censos para a caça e pede mais proteção das espécies nos locais afetados pelos incêndios

  • Obrigatória a inclusão de censos populacionais das espécies cinegéticas
  • A monitorização de espécies cinegéticas passa a ser utilizada na elaboração do calendário venatório
  • Impede a caça nas queimadas e áreas percorridas por incêndios numa faixa de 500 m enquanto durar o incêndio e nos 180 dias seguintes

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza apresenta no final desta sessão legislativa duas propostas que pretendem mais rigor na preservação da fauna e das espécies cinegéticas.

Uma vez que estamos em época de incêndios o PAN considera manifestamente insuficiente a regra atual que proíbe “caçar nas queimadas, áreas percorridas por incêndios e terrenos com elas confinantes, numa faixa de 250 m, enquanto durar o incêndio e nos 30 dias seguintes”. E reivindica que não se permita caçar nas queimadas, áreas percorridas por incêndios e terrenos com elas confinantes, numa faixa de 500 m, enquanto durar o incêndio e nos 180 dias seguintes.

Os eventos calamitosos do verão passado justificaram a publicação de duas Portarias que perante a insuficiência do disposto legalmente vieram determinar a suspensão da caça nos municípios afetados pelos incêndios.

O fogo pode afetar de formas muito diferentes a fauna dependendo da intensidade, frequência, época do ano, forma, extensão, velocidade de propagação, etc. Estes fatores irão refletir o grau de severidade sobre as populações animais. Por este motivo deve-se proceder a essa observação antes de permitir quase imediatamente atividade cinegética nas zonas ardidas ou circundantes, sendo 30 dias um lapso temporal insuficiente para essa verificação. Para além disso, por vezes os animais afastam-se da zona ardida voltando semanas ou meses depois quando voltam a ter refúgio e alimento, sendo por isso importante assegurar a sua sobrevivência nas zonas próximas do seu local de origem.

A segunda proposta do PAN altera as obrigações das entidades gestoras das zonas de caça passando a ser obrigatório incluir estimativas populacionais das espécies cinegéticas nos respetivos planos. É incontestável que a falta de conhecimento relativamente à conservação das populações cinegéticas, pode estar a refletir-se negativamente na dinâmica das populações.

O facto de não haver qualquer tipo de monitorização de várias espécies cinegéticas em risco, fez com que no calendário venatório de 2018-2021, fosse autorizado o abate diário de um coelho-bravo por caçador, para todo o território português, com exceção das zonas ardidas em 2017, não havendo qualquer avaliação da condição das populações por parte do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), quer nas zonas de exploração cinegética associativa e turística, como nas municipais e nacionais. Sendo que a condução das populações de coelho-bravo a níveis críticos em várias zonas do território português, deve-se não só à incidência da doença hemorrágica viral (DHV) e mixomatose, como à exploração cinegética em zonas de caça já bastante debilitadas.

Para o PAN os dados resultantes do Plano de Monitorização de Espécies Cinegéticas, deveriam ser utilizados na elaboração do calendário venatório anualmente por cada região/distrito do País, para que todo este processo seja fundamentado com dados atualizados e fidedignos, resultantes do ICNF, pelo que a presente lei altera as obrigações das entidades gestoras das zonas de caça.

As medidas pretendem assegurar que o ordenamento cinegético em Portugal garante o balanço ecológico e uma correta avaliação para conservação das populações.

CABECEIRAS DE BASTO REÚNE CONSELHO CINEGÉTICO MUNICIPAL

O presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, presidiu ontem, dia 26 de junho, à reunião do Conselho Cinegético Municipal, onde foi apresentado o balanço da época venatória transata e preparada a próxima época de 2018/2019.

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Durante a reunião, os conselheiros tomaram conhecimento da renovação do alvará do Posto de Fomento Cinegético de Moinhos de Rei para a criação e detenção de 100 casais de perdizes para repovoamento da zona de caça.

A anteceder esta reunião, realizou-se uma visita àquele Posto de Fomento Cinegético na qual participaram o presidente da Câmara Municipal, Francisco Alves, o vereador Eng. Pedro Sousa, o responsável pelo Gabinete Técnico Florestal (GTF), um técnico do ICNF e ainda elementos das associações que integram o Conselho Cinegético Municipal, tendo em vista tomar conhecimento das condições atuais de funcionamento do referido Posto, bem como do investimento efetuado ultimamente pela Câmara Municipal na melhoria das condições daquele equipamento, investimento esse no montante de 15 mil euros.

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PONTE DE LIMA LANÇA FEIRA DO TURISMO

X Feira de Caça, Pesca e Lazer lança a I Feira de Turismo de Ponte de Lima

O Município de Ponte de Lima e a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural organizaram a X Feira de Caça, Pesca e Lazer durante este fim-de-semana, em Ponte de Lima, a qual também projetou a I Feira de Turismo de Ponte de Lima.

Categoria Cães de Presa (Medium)

Durante a abertura oficial, que contou com a presença do Secretário de Estado da Proteção Civil e de uma comunidade galega, a Mancomunidade O Salnés, da Galiza, o Município de Ponte de Lima apostou na promoção dos seus produtos e serviços turísticos.

 O evento que visa divulgar todos os serviços e atividades ligadas ao setor da caça, da pesca e do lazer, potencia uma região rica em oferta de atividades e experiências associadas ao Turismo de Natureza, aliando às ofertas turísticas disponíveis, uma imagem de marca que assente nos produtos limianos.

Promovida em parceria com a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Ponte de Lima, contou com a colaboração das federações de âmbito nacional e Associações do concelho, dos vários sectores nomeadamente, Caça, Pesca, Desporto, Floresta, Recreação e Lazer, como forma de potenciar e valorizar os recursos naturais de excelência que o concelho harmoniza.

Foi com este pressuposto que o Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima agradeceu a todos aqueles que contribuíram para o sucesso deste evento ao longo desta década, em que “cumprimos os objetivos a que nos propusemos ao organizar este evento, que visa a valorização do nosso território. Estamos num certame, onde cerca de 70 expositores nos dão a oportunidade de conhecer as nossas empresas, os nossos produtos e o nosso património natural e cultural”.

Após a visita à Feira, o Secretário de Estado da Proteção Civil, Eng.º José Artur Neves, manifestou o seu agrado comentando que “aqui sente-se a história da ruralidade; da valorização económica destes produtos, sente-se o turismo à escala global – o de natureza que tem crescido de forma significativa”.

Em simultâneo ao evento realizou-se uma Fam Trip com a participação de mais de 35 jornalistas, portugueses e espanhóis e operadores turísticos, coordenada entre o Município de Ponte de Lima e a Entidade de Turismo do Porto e Norte, cujo objetivo passa por proporcionar experiências e vivências diversas, mostrando o potencial do território para a fixação dos visitantes e os locais mais emblemáticos da Vila, como a rede museológica, atividades equestres e de natureza, enogastronomia de excelência e reuniões com os operadores e agentes turísticos presentes na feira. 

Com o contributo da Associação Portuguesa de Matilhas de Caça Maior – APMCM, realizou-se durante o evento o Encontro Luso-Galaico de Matilhas de Caça Maior:

Confira os resultados do Concurso de Beleza:
- Melhores exemplares categoria “Cães de Presa ”

1º Classificado - KAISER - Matilha da Nó

2º Classificado- JAPÃO – Matilha Terras de Faria

3º Classificado – ELISA- Matilha Teixeira

- Melhores exemplares categoria “Podengos de Matilha”

1º Classificado – Lavandoski- Matilha Terras de Faria

2º Classificado- Esperta– Matilha do Cavado

3º Classificado – Branco - Matilha do Fojo

- Concurso Matilha com Melhor apresentação

Matilha Terras de Faria

- Melhores exemplares categoria “Cães de Rasto ”

1º Classificado - Vento - Canil d´Aquém e d´Além Mar

2º Classificado- Jumbo – Matilha do Cavado

3º Classificado – Pirussas - Matilha Teixeira

Categoria Cães de Rasto (Medium)

Categoria Cães de Rasto

Categoria Podengos de Matilha (Medium)

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PONTE DE LIMA REALIZA FEIRA DE CAÇA, PESCA E LAZER

Visite a X Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima. Habilite-se a “Experiências Turísticas”. 9 a 11 de março

Abre esta sexta-feira, 9 de março a X edição da Feira de Caça, Pesca e Lazer, apostando nas potencialidades turísticas que Ponte de Lima dispõe, aliadas à dinâmica do setor da caça e pesca.

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A Feira da Caça, Pesca e Lazer é um evento que visa divulgar todos os serviços e atividades ligadas ao setor da caça, da pesca e do lazer, potenciando uma região rica em oferta de atividades e experiências associadas ao Turismo de Natureza.

Com a presença de cerca de 70 expositores, a oferta é variada e assenta na experiência e oportunidade de vivências turísticas únicas.

Neste sentido, a organização do evento lança o desafio aos visitantes, ao visitar a Feira, no Stand do Município de Ponte de Lima está disponível uma ficha de candidatura para usufruir experiências turísticas. Para tal basta preencher a ficha e colocá-la numa tombola, instalada no Pavilhão de Feiras e Exposições, devidamente identificada. O sorteio está agendado para domingo, dia 11, às 18 horas, no recinto da feira.

Este desafio, caso seja um dos contemplados, permitir-lhe-á desfrutar diversas experiências que cativam quem visita Ponte de Lima, desde experiências equestres; Slide; Escalada; Rapel; Arborismo; Passeio de bicicleta até aos Moinhos da Gemieira; Visita aos Jardins da Casa Conde D´Aurora; Rota temática do Desenvolvimento e da Descoberta do Património e uma Estadia (1 noite) no Hotel Império do Norte.

Visite a Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima e habilite ao Sorteio de Vouchers “Experiências Turísticas”.

PONTE DE LIMA REALIZA FEIRA DE CAÇA, PESCA E LAZER

X Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima - 9 a 11 de março - Marketing como Instrumento de Competitividade no Turismo

A X edição da Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima, a inaugurar amanhã, sexta-feira, dia 9 às 17 horas, com a presença do Secretário de Estado da Proteção Civil, inclui um Workshop sobre “Marketing como Instrumento de Competitividade no Turismo”.

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Dirigido a empresários e técnicos ligados ao Turismo, esta iniciativa insere-se na estratégia de promoção e desenvolvimento do turismo a nível local e regional, através da valorização dos produtos e serviços turísticos do concelho de Ponte de Lima.

“Marketing como Instrumento de Competitividade no Turismo” terá como orador principal Pedro Guerreiro, CEO da Wine Tales (empresa de produção, distribuição e consultoria em vinhos); Business Manager da PEOPLE - Your Creative Agency; Professor de Marketing Estratégico no MBA do ISAG e Coordenador do Curso Executivo Expertise in Wine Management.

Agendado para as 10h30 do dia 10 de março, esta ação enquadra-se na temática da I Feira do Turismo de Ponte de Lima, evento que esta X edição da Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima está a projetar.

SECRETÁRIO DE ESTADO DA PROTEÇÃO CIVIL VISITA PONTE DE LIMA

Secretário de Estado da Proteção Civil visita X Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima

9 a 11 no Pavilhão de Feiras e Exposições

Considerando Ponte de Lima como uma imagem de Marca, o Município promove mais uma edição da Feira de Caça, Pesca e Lazer, apostando nas potencialidades turísticas que Ponte de Lima dispõe, aliadas à dinâmica do setor da caça e pesca, uma mais-valia no desenvolvimento socioeconómico da região.

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A Feira da Caça, Pesca e Lazer é um evento que visa divulgar todos os serviços e atividades ligadas ao setor da caça, da pesca e do lazer, potenciando uma região rica em oferta de atividades e experiências associadas ao Turismo de Natureza. A imagem e os produtos típicos Limianos são os principais atrativos do evento, que este ano se realiza mais cedo, neste mês de março de 9 a 11 integrando a programação do projeto "Em época Baixa, Ponte de Lima em Alta".

O evento é fruto de uma parceria entre o Município de Ponte de Lima e a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Ponte de Lima, em colaboração com as federações de âmbito nacional e Associações do concelho, dos vários sectores que dão mote a este evento, nomeadamente, Caça, Pesca, Desporto, Floresta, Recreação e Lazer, com o objetivo de divulgar todos os produtos e serviços disponíveis e valorizar os recursos naturais de excelência que o concelho dispõe.

Esta X edição da Feira de Caça, Pesca e Lazer conta com a visita do Secretário de Estado da Proteção Civil, Eng.º José Artur Neves no dia de abertura, sexta-feira, às 17 horas, seguindo-se a apresentação da região convidada Mancomunidade de O Salnés, da Galiza.

Durante os dias da exposição realizar-se-ão diversas demonstrações, nomeadamente de Aves de Cetraria, Show de araras, aves de rapina e répteis; exposição de fauna selvagem; concurso de beleza de Podengos de Matilha; final do Campeonato Nacional de St. Huberto, festa do caçador; prova de pesca no Rio Lima; prova de Vinhos Loureiro de Ponte de Lima; Shwocooking e palestras sobre a temática da feira, entre outras ações.

Confira o programa:

9 DE MARÇO

17h00 Cerimónia de Inauguração com a presença de Sua Excelência, o Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Eng. Miguel Freitas

Cantares da Eira (Animação Musical)

18h00 Apresentação da Mancomunidade de O Salnés

18h30 Colóquio Fencaça

Preservar a Floresta:

Segurança, Prevenção e Reparação dos Danos Provocados

Projeto +Coelhos

20h00 ConecSom (Animação Musical)

20h30 Festa do Caçador (mediante inscrição prévia)

21h00 Prova de Vinhos Loureiro de Ponte de Lima

10 DE MARÇO

07h00 Campeonato Nacional de St Huberto (Concentração na Expolima)

10h00 Prova de Pesca no Rio Lima

10h30 Marketing como Instrumento de Competitividade no Turismo (workshop)

11h30 Demonstração de Cães Pastores (Border Collie)

12h00 Diogo Penha (Animação Musical)

14h30 Concurso de Beleza de Podengos de Matilha

15h30 Demonstração de Cães Pastores (Border Collie)

16h00 À Caça do Pombo, com o Chef Daniel Pinheiro do Restaurante Casa do Provedor  (Showcooking)

16h00 Concurso de Beleza de Cães de Presa

17h00 Entrega de Prémios (Concurso de Beleza de Cães de Presa)

17h00 Harmonização de Vinhos de Ponte de Lima com chocolate

17h30 Demonstração de Cães Pastores (Border Collie)

20h00 Duo Lethes (Animação Musical)

11 DE MARÇO

07h00 Campeonato Nacional de St Huberto (Concentração na Expolima)

10h30 Reunião da Associação Portuguesa de Matilhas de Caça Maior

11h00 Demonstração de Cães Pastores (Border Collie)

11h30 Grupo de Gaitas da Mancomunidad O Salnés (Animação Musical)

12h00 Demonstração de Cães de Rastro

12h00 Cláudia Pimenta (Animação Musical)

14h30 Demonstração de Cães de Rastro

15h00 Prova de Vinhos Loureiro de Ponte de Lima

15h00 Concurso de Beleza de Cães de Rastro

15h30 Demonstração de Cães Pastores (Border Collie)

16h30 Entrega de Prémios

16h00 A Caça à Mesa, com o Chef João Pedro Coelho, do Hotel Vidago Palace (Showcooking)

17h00 Demonstração de Cães Pastores (Border Collie)

Convidamos o V/ órgão de comunicação acompanhar a visita do Secretário de Estado da Proteção Civil, Eng.º José Artur Neves, à Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima, na próxima sexta-feira, às 17 horas.

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MUNICÍPIO DE FAFE PROMOVE MONTARIA AO JAVALI

Inscrições de 22 a 24 de Fevereiro

No próximo Sábado, 24 de Fevereiro, o Município de Fafe promove a habitual Montaria ao javali.

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A iniciativa tem início marcado para as 08h00, altura da concentração na Câmara Municipal e sorteio das 100 portas.

Por volta das 9h00, será servido o pequeno-almoço, na cantina do Município de Fafe, seguindo-se a deslocação para a mancha da montaria, a partir das 10h00.

Às 11h00 inicia-se, finalmente, a montaria ao javali, que só terminará por volta das 15h00.

O almoço com todos os caçadores está marcado para as 16h00, leiloando-se, depois, os exemplares abatidos.

As inscrições para a participação na Montaria terão lugar nos dias 22, 23 e 24 de Fevereiro, nos serviços de atendimento da Câmara Municipal de Fafe.

As taxas a pagar pelos participantes vão desde os 12,50€ (caçadores de tipo A - desconto de 50% conforme Plano de Exploração Anual) aos50€ (caçadores de tipo D).

Relembre-se que o almoço terá também o custo de 15€ por pessoa, bem como por acompanhante.

Os caçadores participantes poderão estacionar na Praça Mártires do Fascismo, de forma gratuita.

Esta iniciativa tem o apoio da Associação de Caça e Pesca Montes de Fafe e do Clube de Caça e Pesca de Fafe.