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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PONTE DE LIMA REALIZA FEIRA DA CAÇA, PESCA E LAZER

Ponte de Lima realiza de 21 a 23 de junho a XI Feira da Caça, Pesca e Lazer

O Município de Ponte de Lima em parceria com a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Ponte de Lima organizam a Feira de Caça, Pesca e Lazer de 21 a 23 de junho de 2019, na Expolima.

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A completar a XI edição, o certame aposta na promoção dos recursos cinegéticos do concelho, assim como as suas potencialidades transversais aos campos da pesca desportiva de água doce, da caça, e do turismo, numa estreita ligação com o património natural e cultural, alicerçada numa forte aposta turística do concelho de Ponte de Lima.

Há semelhança das edições anteriores, este evento conta com a colaboração das federações de âmbito nacional e associações do concelho, de vários setores que vão além da Caça e da Pesca, à Apicultura, Desporto, Floresta, Recreação, e Lazer e que acrescentam novas dinâmicas ao certame.

Esta feira, com mais de uma década de existência, vai contar com várias áreas de exposição de artigos da especialidade, demonstrações de aves de cetraria, mostras de espécies cinegéticas, tasquinhas com pratos e petiscos, e como não poderia deixar de ser, provas de caça, pesca, e um leque diverso de outras atividades de desporto, lazer e muita animação musical.

O concelho limiano dispõe de um numeroso conjunto de recursos de caça e pesca, que juntamente com o lazer formam um forte alvo de investimento e de procura. Assim, diversas empresas e associações dedicam-se a estas atividades e temáticas, permitindo satisfazer as exigências dos que procuram o lazer e uma maneira distinta de passar as suas férias ou um fim-de-semana prolongado, possibilitando a fruição de dias diferentes, longe do bulício das grandes cidades. Em simultâneo esta dinâmica acrescenta valor e sustentabilidade ao desenvolvimento do concelho através da promoção do turismo ativo e de natureza.

Para mais informação, consultar: https://www.visitepontedelima.pt/pt/turismo/xi-feira-de-caca-pesca-e-lazer/

FAFE DINAMIZA CAÇA E PESCA

Município de Fafe celebra protocolo para dinamização de atividades de caça e pesca no concelho

A Câmara Municipal de Fafe assinou protocolos de colaboração com a Associação de Caça e Pesca Montes de Fafe e o Clube de Amadores de Caça e Pesca de Fafe, para a dinamização de atividades no concelho, ao longo do ano.

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As duas entidades comprometem-se, através dos protocolos estabelecidos, a colaborar nos eventos que o Município de Fafe promova, relacionados com a caça e a pesca desportiva, promover a largada de perdizes para aumento do seu efetivo, promover uma atividade de largada de trutas, efetuar o repovoamento de trutas nos cursos de água do concelho de Fafe e ainda a dinamizar ações de sensibilização sobre boas praticas ambientais, junto dos caçadores em geral e associados em particular.

O Presidente da Câmara, Raul Cunha, revelou na ocasião que “a assinatura destes dois protocolos reflete o bom relacionamento e a parceria que mantemos com estas associações e que tem gerado bons resultados, como comprovamos, por exemplo, na organização exemplar da Montaria ao Javali.

Aproveito a ocasião para agradecer o empenho e o apoio que nos dão na caça e na pesca, áreas importantes para o Município e para a a comunidade fafense que se revê e gosta deste tipo de atividades.

A caça e pesca são atividades que nos enriquecem e que permitem atrair muitos visitantes e, uma vez que a estrutura autárquica não tem técnicos especialistas nesta área, é fundamental esta parceria estreita com estas duas associações que representam os fafenses praticantes destas modalidades.

Faço votos que este bom entendimento se estenda por muitos e bons anos, consolidando esta relação próxima. Estamos abertos a sugestões que nos queira transmitir, como sempre.”

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PAN PROPÕE A REALIZAÇÃO DE CENSOS DAS ESPÉCIES SUJEITAS A EXPLORAÇÃO CINEGÉTICA

  • Portugal não monitoriza espécies sujeitas a exploração cinegética
  • Falta de conhecimento põe em causa a conservação de algumas espécies
  • Calendário venatório deve passar a ser elaborado anualmente e regionalmente
  • Zonas não ordenadas convertidas em zonas de refúgio

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, apresentou uma iniciativa legislativa que recomenda ao governo que assegure a realização de censos e monitorização das espécies sujeitas a exploração cinegética.

Em Portugal não existe qualquer monitorização de espécies sujeitas a exploração cinegética o que traduz a total ausência de informação no que diz respeito à abundância, demografia e tendências populacionais. Atualmente, a única informação que existe é a relativa ao número de animais mortos, a qual é comunicada após ato venatório. Esta falta de informação relativamente ao estado da conservação das populações, não impede que na elaboração do calendário venatório, sejam utilizados apenas os dados que resultam da contabilização dos efetivos abatidos na época venatória anterior, podendo estar a ser sobrestimada a densidade populacional de cada espécie o que pode induzir a um cálculo erróneo dos limites diários de abate por caçador, de cada espécie cinegética.

É incontestável que a falta de conhecimento relativamente à conservação das populações cinegéticas, pode estar a refletir-se negativamente na dinâmica das populações. É o caso da rola comum (Streptopelia turtur) e do coelho-bravo (Oryctolagus cuniculus), que segundo vários estudos 3,4 encontram-se numa situação muito vulnerável, seja por perda de habitat, pressão cinegética ou incidência de doenças. Estas pressões representam uma ameaça à sua conservação, sendo que no caso da rola comum, a sua população encontra-se em decréscimo populacional (79%) desde 1980, acompanhando a tendência de declínio da europa.

Reforçando o facto de não haver qualquer tipo de monitorização destas espécies cinegéticas, constatou-se que no calendário venatório de 2018-2021, foi autorizado o abate diário de um coelho-bravo por caçador, para todo o território português, com exceção das zonas ardidas em 2017, não havendo qualquer avaliação da condição das populações por parte do ICNF, quer nas zonas de exploração cinegética associativa e turística, como nas municipais e nacionais. O PAN entende ainda que o estado das populações de espécies cinegéticas deveria ser aferido anualmente, ao invés de três em três anos, uma vez que no período decorrente do calendário venatório poderão ocorrer alterações dos ecossistemas, nomeadamente a intensificação de doenças, decréscimo da vegetação ou períodos de seca que influenciam a reprodução das populações. 

Para além das zonas de caça ordenadas, existem as zonas de caça não ordenadas que são constituídas por terrenos sem qualquer gestão cinegética, no entanto são autorizadas a ser exploradas as mesmas espécies que são exploradas nos terrenos ordenados. Não sendo estes terrenos ordenados, não existe qualquer controlo por parte da entidade reguladora Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), relativamente à dimensão das populações ou mesmo do estado de conservação das espécies que estão a ser abatidas em cada zona.

Resumindo, o PAN pretende então que se assegure o cumprimento da obrigatoriedade de estimação dos efetivos das espécies cinegéticas sedentárias (censos), que se estenda a obrigação prevista no artigo 35.º do Decreto-Lei n.º 202/2004, de 18 de Agosto, às Zonas de Caça Nacionais e Municipais, que seja constituído um Plano de Monitorização de Espécies Cinegéticas, no âmbito da medida da Estratégia Nacional de Conservação da Natureza e Biodiversidade 2030 que integre não só as espécies migratórias como também as sedentárias, como é o caso do coelho-bravo (Oryctolagus cuniculus) e o javali (Sus scrofa), que o calendário venatório passe a ser elaborado anualmente e regionalmente e que se extinga as zonas de caça não ordenadas, substituindo-as por zonas de refúgio para as espécies cinegéticas.

MUNICÍPIO DE FAFE PROMOVE MONTARIA AO JAVALI

Inscrições de 21 a 24 de Fevereiro

No próximo dia 24 de Fevereiro, o Município de Fafe promove a habitual Montaria ao javali.

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A iniciativa tem início marcado para as 08h00, altura da concentração na Câmara Municipal e sorteio das 100 portas.

Por volta das 9h00, será servido o pequeno-almoço, na cantina da Câmara Municipal de Fafe, seguindo-se a deslocação para a mancha da montaria, a partir das 10h00.

Às 11h00 inicia-se, finalmente, a montaria ao javali, que só terminará por volta das 15h00.

O almoço com todos os caçadores está marcado para as 16h00, leiloando-se, depois, os exemplares abatidos.

As inscrições para a participação na Montaria terão lugar nos dias 21, 22 e 24 de Fevereiro, nos serviços de atendimento da Câmara Municipal de Fafe.

As taxas a pagar pelos participantes vão desde os 12,50€ (caçadores de tipo A - desconto de 50% conforme Plano de Exploração Anual) aos50€ (caçadores de tipo D).

Relembre-se que o almoço terá também o custo de 15€ por pessoa, bem como por acompanhante.

Os caçadores participantes poderão estacionar na Praça Mártires do Fascismo, de forma gratuita.

Esta iniciativa tem o apoio da Associação de Caça e Pesca Montes de Fafe, do Clube de Caça e Pesca de Fafe e do Clube Lazer, Entretenimento S. Lourenço S. Gens.

PONTE DE LIMA REALIZA FEIRA DE CAÇA E PESCA

XI Feira da Caça, Pesca e Lazer, 24 a 26 de maio, em Ponte de Lima

O Município de Ponte de Lima e a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Ponte de Lima organizam a X Feira de Caça, Pesca e Lazer de 24 a 26 de maio de 2019, visando a promoção dos recursos cinegéticos do concelho, assim como as suas potencialidades transversais aos campos da pesca desportiva de água doce, da caça, e do turismo, numa estreita ligação com o património natural e cultural, alicerçada numa forte aposta turística do concelho de Ponte de Lima.

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Há semelhança das edições anteriores, este evento conta com a colaboração das Federações de âmbito nacional e Associações do concelho, de vários setores que vão além da Caça e da Pesca, à Apicultura, Desporto, Floresta, Recreação, e Lazer e que acrescentam novas dinâmicas ao certame.

Esta feira, com mais de uma década de existência, vai contar com várias áreas de exposição de artigos da especialidade, demonstrações de aves de cetraria, mostras de espécies cinegéticas, tasquinhas com pratos e petiscos, e como não poderia deixar de ser, provas de caça, pesca, e um leque diverso de outras atividades de desporto, lazer e muita animação musical.

 O concelho limiano dispõe de um numeroso conjunto de recursos de caça e pesca, que juntamente com o lazer formam um forte alvo de investimento e de procura. Assim, diversas empresas e associações dedicam-se a estas atividades e temáticas, permitindo satisfazer as exigências dos que procuram o lazer e uma maneira distinta de passar as suas férias ou um fim-de-semana prolongado, possibilitando a fruição de dias diferentes, longe do bulício das grandes cidades. Em simultâneo esta dinâmica acrescenta valor e sustentabilidade ao desenvolvimento do concelho através da promoção do turismo ativo e de natureza.

Para mais informação, consultar: www.visitepontedelima.pt/pt/turismo/xi-feira-de-caca-pesca-e-lazer-2-2/

A XI Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima realiza-se de 24 a 26 de maio, na Expolima.

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PAN AGENDA INICIATIVAS POR MAIOR SEGURANÇA RODOVIÁRIA E PROTEÇÃO ANIMAL

Quarta feira, 3 de outubro 2018

  • O fim da caça à raposa
  • Interdita a caça à paulada e recurso a matilhas
  • Regula a circulação de veículos de tração animal para maior segurança rodoviária e garante maior proteção dos animais
  • Cria a possibilidade de um cavalo ser registado como animal de companhia ou de assistência

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, agendou hoje quatro iniciativas legislativas que serão debatidas no dia 3 de outubro e que pretendem, por um lado, o fim da caça à raposa e a interdição da atividade cinegética com recurso à paulada e com matilhas e, por outro, salvaguardar a proteção de equídeos e regulamentar a circulação de veículos de tração animal.

Estas iniciativas do PAN acompanham petições de movimentos de cidadãos. Dois projetos de lei determinam o fim da caça à raposa e a interdição da utilização de métodos de caça com violência acrescida como são a caça à paulada e com recurso a matilhas. Segundo o Movimento destes peticionários esta é uma atividade bárbara e cruel uma vez que é permitido aos caçadores matar as raposas à paulada ou através do processo a corricão.

O processo de caça a corricão é aquele em que o caçador se desloca a pé ou a cavalo para capturar espécies exploradas para fins cinegéticas com o auxílio de cães de caça, com ou sem pau, no qual podem ser utilizados até 50 cães, a designada matilha.  Os cães, neste caso, funcionam como arma contra a raposa, isto porque se trata de luta entre os cães e a presa que resulta na morte ou quase morte desta. Esta situação consubstancia uma verdadeira incoerência legal já que o Decreto-Lei n.º 315/2009, de 29 de outubro, no seu artigo 31.º, vem já proibir a luta entre animais. Note-se, proíbe a luta entre animais e não somente a luta entre cães. No entanto, no seu nº 4, exceciona desta regra “qualquer evento de caracter cultural”, o que acaba por legitimar a possibilidade de luta entre cães e raposas, como neste caso.

Com o objetivo de salvaguardar a proteção de equídeos e regulamentar a circulação de veículos de tração animal o PAN recomenda ao governo a elaboração de levantamento sobre a utilização de equídeos em veículos de tração animal e consequente regulamentação, nomeadamente a obrigatoriedade de constituição de seguro, que os passageiros utilizem coletes refletores e os carros atrelados estejam assinalados com faixas refletoras. Prevendo também que seja determinada uma idade mínima para a sua condução e um limite máximo de passageiros. Por entender que a forma como se utilizam e são tratados estes animais não é compatível com uma sociedade evoluída, o PAN pede também a regulamentação das condições de bem-estar dos animais utilizados em veículos de tração animal, nomeadamente que seja definida uma carga máxima e que sejam atribuídos períodos de descanso aos animais. Prevê ainda que o governo proceda ao levantamento do número estimado de pessoas, singulares ou coletivas, que façam uso deste tipo de veículo para o seu transporte pessoal, fins turísticos, trabalho agrícola e transporte de cargas.

A quarta medida  propõe a melhoria do sistema de identificação do fim funcional de equídeos com vista à sua proteção. Ou seja, o PAN pretende criar a possibilidade de um cavalo ser registado como animal de companhia ou de assistência para que estes animais possam, em determinadas circunstâncias, ser protegidos pela lei de maus tratos a animais. Desta forma o animal passa a só poder ser utilizado para o fim para o qual está registado, podendo haver alteração do registo.

PAN QUER O FIM DA CAÇA À RAPOSA

PAN quer o fim da caça à raposa e a interdição de caça com recurso à paulada e com matilhas

  • PAN acompanha indignação social por ainda ser permitido caçar raposas
  • Métodos cruéis uma vez que é permitido matar raposas e outros animais à paulada ou através do processo a corricão
  • Incoerência legal porque em Portugal são proibidas as lutas entre animais
  • A luta entre uma raposa e 40 cães não é menos censurável que uma luta entre dois cães

O PAN acaba de apresentar dois projetos de lei, um que determina o fim da caça à raposa e um outro que interdita a utilização de métodos de caça com violência acrescida como são a caça à paulada e com recurso a matilhas. As iniciativas do PAN acompanham a petição do Movimento pela Abolição da Caça à Raposa, um movimento de cidadãos, que promoveu uma petição com o mesmo fim, tendo recolhido mais de 10 000 assinaturas num curto espaço de tempo.

Segundo este Movimento esta é uma atividade bárbara e cruel uma vez que é permitido aos caçadores matar as raposas à paulada ou através do processo a corricão. O processo de caça a corricão é aquele em que o caçador se desloca a pé ou a cavalo para capturar espécies exploradas para fins cinegéticas com o auxílio de cães de caça, com ou sem pau, no qual podem ser utilizados até 50 cães, a designada matilha.

Os cães, neste caso, funcionam como arma contra a raposa, isto porque se trata de luta entre os cães e a presa que resulta na morte ou quase morte desta. A verdade é que no decurso deste ato muitas são as vezes em que também os cães usados acabam por sucumbir ou ficar gravemente feridos.

Esta situação consubstancia uma verdadeira incoerência legal já que o Decreto-Lei n.º 315/2009, de 29 de Outubro, no seu artigo 31.º, vem já proibir a luta entre animais. Note-se, proíbe a luta entre animais e não somente a luta entre cães. No entanto, no seu nº 4, exceciona desta regra “qualquer evento de caracter cultural”, o que acaba por legitimar a possibilidade de luta entre cães e raposas, como neste caso.

O legislador considerou censurável a promoção de luta entre animais, designadamente entre cães, por concluir que a mesma é degradante para o ser humano e pode potenciar o carácter agressivo de determinados animais. Para o PAN a luta entre um cão, ou 30 cães, e uma raposa não é menos censurável. Fazendo os cães e a raposa parte da mesma família (canidae) não se percebe que uns mereçam proteção e outros não.

Da mesma forma não se compreende que seja necessário empregar um meio como o pau para caçar, ou seja, para matar uma raposa. Existem outras formas menos violentas de o fazer, pelo que não encontra justificação à luz dos valores do século XXI para que tal meio de caça continue a ser legal. Estas violências perpetradas contra as raposas têm gerado forte indignação dos cidadãos que muitas vezes desconhecem que é possível caçar raposas e muito menos da forma que é possível fazê-lo.

PAN QUER LIMITAR A CAÇA

PAN exige censos para a caça e pede mais proteção das espécies nos locais afetados pelos incêndios

  • Obrigatória a inclusão de censos populacionais das espécies cinegéticas
  • A monitorização de espécies cinegéticas passa a ser utilizada na elaboração do calendário venatório
  • Impede a caça nas queimadas e áreas percorridas por incêndios numa faixa de 500 m enquanto durar o incêndio e nos 180 dias seguintes

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza apresenta no final desta sessão legislativa duas propostas que pretendem mais rigor na preservação da fauna e das espécies cinegéticas.

Uma vez que estamos em época de incêndios o PAN considera manifestamente insuficiente a regra atual que proíbe “caçar nas queimadas, áreas percorridas por incêndios e terrenos com elas confinantes, numa faixa de 250 m, enquanto durar o incêndio e nos 30 dias seguintes”. E reivindica que não se permita caçar nas queimadas, áreas percorridas por incêndios e terrenos com elas confinantes, numa faixa de 500 m, enquanto durar o incêndio e nos 180 dias seguintes.

Os eventos calamitosos do verão passado justificaram a publicação de duas Portarias que perante a insuficiência do disposto legalmente vieram determinar a suspensão da caça nos municípios afetados pelos incêndios.

O fogo pode afetar de formas muito diferentes a fauna dependendo da intensidade, frequência, época do ano, forma, extensão, velocidade de propagação, etc. Estes fatores irão refletir o grau de severidade sobre as populações animais. Por este motivo deve-se proceder a essa observação antes de permitir quase imediatamente atividade cinegética nas zonas ardidas ou circundantes, sendo 30 dias um lapso temporal insuficiente para essa verificação. Para além disso, por vezes os animais afastam-se da zona ardida voltando semanas ou meses depois quando voltam a ter refúgio e alimento, sendo por isso importante assegurar a sua sobrevivência nas zonas próximas do seu local de origem.

A segunda proposta do PAN altera as obrigações das entidades gestoras das zonas de caça passando a ser obrigatório incluir estimativas populacionais das espécies cinegéticas nos respetivos planos. É incontestável que a falta de conhecimento relativamente à conservação das populações cinegéticas, pode estar a refletir-se negativamente na dinâmica das populações.

O facto de não haver qualquer tipo de monitorização de várias espécies cinegéticas em risco, fez com que no calendário venatório de 2018-2021, fosse autorizado o abate diário de um coelho-bravo por caçador, para todo o território português, com exceção das zonas ardidas em 2017, não havendo qualquer avaliação da condição das populações por parte do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), quer nas zonas de exploração cinegética associativa e turística, como nas municipais e nacionais. Sendo que a condução das populações de coelho-bravo a níveis críticos em várias zonas do território português, deve-se não só à incidência da doença hemorrágica viral (DHV) e mixomatose, como à exploração cinegética em zonas de caça já bastante debilitadas.

Para o PAN os dados resultantes do Plano de Monitorização de Espécies Cinegéticas, deveriam ser utilizados na elaboração do calendário venatório anualmente por cada região/distrito do País, para que todo este processo seja fundamentado com dados atualizados e fidedignos, resultantes do ICNF, pelo que a presente lei altera as obrigações das entidades gestoras das zonas de caça.

As medidas pretendem assegurar que o ordenamento cinegético em Portugal garante o balanço ecológico e uma correta avaliação para conservação das populações.

CABECEIRAS DE BASTO REÚNE CONSELHO CINEGÉTICO MUNICIPAL

O presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, presidiu ontem, dia 26 de junho, à reunião do Conselho Cinegético Municipal, onde foi apresentado o balanço da época venatória transata e preparada a próxima época de 2018/2019.

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Durante a reunião, os conselheiros tomaram conhecimento da renovação do alvará do Posto de Fomento Cinegético de Moinhos de Rei para a criação e detenção de 100 casais de perdizes para repovoamento da zona de caça.

A anteceder esta reunião, realizou-se uma visita àquele Posto de Fomento Cinegético na qual participaram o presidente da Câmara Municipal, Francisco Alves, o vereador Eng. Pedro Sousa, o responsável pelo Gabinete Técnico Florestal (GTF), um técnico do ICNF e ainda elementos das associações que integram o Conselho Cinegético Municipal, tendo em vista tomar conhecimento das condições atuais de funcionamento do referido Posto, bem como do investimento efetuado ultimamente pela Câmara Municipal na melhoria das condições daquele equipamento, investimento esse no montante de 15 mil euros.

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PONTE DE LIMA LANÇA FEIRA DO TURISMO

X Feira de Caça, Pesca e Lazer lança a I Feira de Turismo de Ponte de Lima

O Município de Ponte de Lima e a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural organizaram a X Feira de Caça, Pesca e Lazer durante este fim-de-semana, em Ponte de Lima, a qual também projetou a I Feira de Turismo de Ponte de Lima.

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Durante a abertura oficial, que contou com a presença do Secretário de Estado da Proteção Civil e de uma comunidade galega, a Mancomunidade O Salnés, da Galiza, o Município de Ponte de Lima apostou na promoção dos seus produtos e serviços turísticos.

 O evento que visa divulgar todos os serviços e atividades ligadas ao setor da caça, da pesca e do lazer, potencia uma região rica em oferta de atividades e experiências associadas ao Turismo de Natureza, aliando às ofertas turísticas disponíveis, uma imagem de marca que assente nos produtos limianos.

Promovida em parceria com a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Ponte de Lima, contou com a colaboração das federações de âmbito nacional e Associações do concelho, dos vários sectores nomeadamente, Caça, Pesca, Desporto, Floresta, Recreação e Lazer, como forma de potenciar e valorizar os recursos naturais de excelência que o concelho harmoniza.

Foi com este pressuposto que o Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima agradeceu a todos aqueles que contribuíram para o sucesso deste evento ao longo desta década, em que “cumprimos os objetivos a que nos propusemos ao organizar este evento, que visa a valorização do nosso território. Estamos num certame, onde cerca de 70 expositores nos dão a oportunidade de conhecer as nossas empresas, os nossos produtos e o nosso património natural e cultural”.

Após a visita à Feira, o Secretário de Estado da Proteção Civil, Eng.º José Artur Neves, manifestou o seu agrado comentando que “aqui sente-se a história da ruralidade; da valorização económica destes produtos, sente-se o turismo à escala global – o de natureza que tem crescido de forma significativa”.

Em simultâneo ao evento realizou-se uma Fam Trip com a participação de mais de 35 jornalistas, portugueses e espanhóis e operadores turísticos, coordenada entre o Município de Ponte de Lima e a Entidade de Turismo do Porto e Norte, cujo objetivo passa por proporcionar experiências e vivências diversas, mostrando o potencial do território para a fixação dos visitantes e os locais mais emblemáticos da Vila, como a rede museológica, atividades equestres e de natureza, enogastronomia de excelência e reuniões com os operadores e agentes turísticos presentes na feira. 

Com o contributo da Associação Portuguesa de Matilhas de Caça Maior – APMCM, realizou-se durante o evento o Encontro Luso-Galaico de Matilhas de Caça Maior:

Confira os resultados do Concurso de Beleza:
- Melhores exemplares categoria “Cães de Presa ”

1º Classificado - KAISER - Matilha da Nó

2º Classificado- JAPÃO – Matilha Terras de Faria

3º Classificado – ELISA- Matilha Teixeira

- Melhores exemplares categoria “Podengos de Matilha”

1º Classificado – Lavandoski- Matilha Terras de Faria

2º Classificado- Esperta– Matilha do Cavado

3º Classificado – Branco - Matilha do Fojo

- Concurso Matilha com Melhor apresentação

Matilha Terras de Faria

- Melhores exemplares categoria “Cães de Rasto ”

1º Classificado - Vento - Canil d´Aquém e d´Além Mar

2º Classificado- Jumbo – Matilha do Cavado

3º Classificado – Pirussas - Matilha Teixeira

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Categoria Cães de Rasto

Categoria Podengos de Matilha (Medium)

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PONTE DE LIMA REALIZA FEIRA DE CAÇA, PESCA E LAZER

Visite a X Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima. Habilite-se a “Experiências Turísticas”. 9 a 11 de março

Abre esta sexta-feira, 9 de março a X edição da Feira de Caça, Pesca e Lazer, apostando nas potencialidades turísticas que Ponte de Lima dispõe, aliadas à dinâmica do setor da caça e pesca.

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A Feira da Caça, Pesca e Lazer é um evento que visa divulgar todos os serviços e atividades ligadas ao setor da caça, da pesca e do lazer, potenciando uma região rica em oferta de atividades e experiências associadas ao Turismo de Natureza.

Com a presença de cerca de 70 expositores, a oferta é variada e assenta na experiência e oportunidade de vivências turísticas únicas.

Neste sentido, a organização do evento lança o desafio aos visitantes, ao visitar a Feira, no Stand do Município de Ponte de Lima está disponível uma ficha de candidatura para usufruir experiências turísticas. Para tal basta preencher a ficha e colocá-la numa tombola, instalada no Pavilhão de Feiras e Exposições, devidamente identificada. O sorteio está agendado para domingo, dia 11, às 18 horas, no recinto da feira.

Este desafio, caso seja um dos contemplados, permitir-lhe-á desfrutar diversas experiências que cativam quem visita Ponte de Lima, desde experiências equestres; Slide; Escalada; Rapel; Arborismo; Passeio de bicicleta até aos Moinhos da Gemieira; Visita aos Jardins da Casa Conde D´Aurora; Rota temática do Desenvolvimento e da Descoberta do Património e uma Estadia (1 noite) no Hotel Império do Norte.

Visite a Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima e habilite ao Sorteio de Vouchers “Experiências Turísticas”.

PONTE DE LIMA REALIZA FEIRA DE CAÇA, PESCA E LAZER

X Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima - 9 a 11 de março - Marketing como Instrumento de Competitividade no Turismo

A X edição da Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima, a inaugurar amanhã, sexta-feira, dia 9 às 17 horas, com a presença do Secretário de Estado da Proteção Civil, inclui um Workshop sobre “Marketing como Instrumento de Competitividade no Turismo”.

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Dirigido a empresários e técnicos ligados ao Turismo, esta iniciativa insere-se na estratégia de promoção e desenvolvimento do turismo a nível local e regional, através da valorização dos produtos e serviços turísticos do concelho de Ponte de Lima.

“Marketing como Instrumento de Competitividade no Turismo” terá como orador principal Pedro Guerreiro, CEO da Wine Tales (empresa de produção, distribuição e consultoria em vinhos); Business Manager da PEOPLE - Your Creative Agency; Professor de Marketing Estratégico no MBA do ISAG e Coordenador do Curso Executivo Expertise in Wine Management.

Agendado para as 10h30 do dia 10 de março, esta ação enquadra-se na temática da I Feira do Turismo de Ponte de Lima, evento que esta X edição da Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima está a projetar.

SECRETÁRIO DE ESTADO DA PROTEÇÃO CIVIL VISITA PONTE DE LIMA

Secretário de Estado da Proteção Civil visita X Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima

9 a 11 no Pavilhão de Feiras e Exposições

Considerando Ponte de Lima como uma imagem de Marca, o Município promove mais uma edição da Feira de Caça, Pesca e Lazer, apostando nas potencialidades turísticas que Ponte de Lima dispõe, aliadas à dinâmica do setor da caça e pesca, uma mais-valia no desenvolvimento socioeconómico da região.

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A Feira da Caça, Pesca e Lazer é um evento que visa divulgar todos os serviços e atividades ligadas ao setor da caça, da pesca e do lazer, potenciando uma região rica em oferta de atividades e experiências associadas ao Turismo de Natureza. A imagem e os produtos típicos Limianos são os principais atrativos do evento, que este ano se realiza mais cedo, neste mês de março de 9 a 11 integrando a programação do projeto "Em época Baixa, Ponte de Lima em Alta".

O evento é fruto de uma parceria entre o Município de Ponte de Lima e a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Ponte de Lima, em colaboração com as federações de âmbito nacional e Associações do concelho, dos vários sectores que dão mote a este evento, nomeadamente, Caça, Pesca, Desporto, Floresta, Recreação e Lazer, com o objetivo de divulgar todos os produtos e serviços disponíveis e valorizar os recursos naturais de excelência que o concelho dispõe.

Esta X edição da Feira de Caça, Pesca e Lazer conta com a visita do Secretário de Estado da Proteção Civil, Eng.º José Artur Neves no dia de abertura, sexta-feira, às 17 horas, seguindo-se a apresentação da região convidada Mancomunidade de O Salnés, da Galiza.

Durante os dias da exposição realizar-se-ão diversas demonstrações, nomeadamente de Aves de Cetraria, Show de araras, aves de rapina e répteis; exposição de fauna selvagem; concurso de beleza de Podengos de Matilha; final do Campeonato Nacional de St. Huberto, festa do caçador; prova de pesca no Rio Lima; prova de Vinhos Loureiro de Ponte de Lima; Shwocooking e palestras sobre a temática da feira, entre outras ações.

Confira o programa:

9 DE MARÇO

17h00 Cerimónia de Inauguração com a presença de Sua Excelência, o Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Eng. Miguel Freitas

Cantares da Eira (Animação Musical)

18h00 Apresentação da Mancomunidade de O Salnés

18h30 Colóquio Fencaça

Preservar a Floresta:

Segurança, Prevenção e Reparação dos Danos Provocados

Projeto +Coelhos

20h00 ConecSom (Animação Musical)

20h30 Festa do Caçador (mediante inscrição prévia)

21h00 Prova de Vinhos Loureiro de Ponte de Lima

10 DE MARÇO

07h00 Campeonato Nacional de St Huberto (Concentração na Expolima)

10h00 Prova de Pesca no Rio Lima

10h30 Marketing como Instrumento de Competitividade no Turismo (workshop)

11h30 Demonstração de Cães Pastores (Border Collie)

12h00 Diogo Penha (Animação Musical)

14h30 Concurso de Beleza de Podengos de Matilha

15h30 Demonstração de Cães Pastores (Border Collie)

16h00 À Caça do Pombo, com o Chef Daniel Pinheiro do Restaurante Casa do Provedor  (Showcooking)

16h00 Concurso de Beleza de Cães de Presa

17h00 Entrega de Prémios (Concurso de Beleza de Cães de Presa)

17h00 Harmonização de Vinhos de Ponte de Lima com chocolate

17h30 Demonstração de Cães Pastores (Border Collie)

20h00 Duo Lethes (Animação Musical)

11 DE MARÇO

07h00 Campeonato Nacional de St Huberto (Concentração na Expolima)

10h30 Reunião da Associação Portuguesa de Matilhas de Caça Maior

11h00 Demonstração de Cães Pastores (Border Collie)

11h30 Grupo de Gaitas da Mancomunidad O Salnés (Animação Musical)

12h00 Demonstração de Cães de Rastro

12h00 Cláudia Pimenta (Animação Musical)

14h30 Demonstração de Cães de Rastro

15h00 Prova de Vinhos Loureiro de Ponte de Lima

15h00 Concurso de Beleza de Cães de Rastro

15h30 Demonstração de Cães Pastores (Border Collie)

16h30 Entrega de Prémios

16h00 A Caça à Mesa, com o Chef João Pedro Coelho, do Hotel Vidago Palace (Showcooking)

17h00 Demonstração de Cães Pastores (Border Collie)

Convidamos o V/ órgão de comunicação acompanhar a visita do Secretário de Estado da Proteção Civil, Eng.º José Artur Neves, à Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima, na próxima sexta-feira, às 17 horas.

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MUNICÍPIO DE FAFE PROMOVE MONTARIA AO JAVALI

Inscrições de 22 a 24 de Fevereiro

No próximo Sábado, 24 de Fevereiro, o Município de Fafe promove a habitual Montaria ao javali.

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A iniciativa tem início marcado para as 08h00, altura da concentração na Câmara Municipal e sorteio das 100 portas.

Por volta das 9h00, será servido o pequeno-almoço, na cantina do Município de Fafe, seguindo-se a deslocação para a mancha da montaria, a partir das 10h00.

Às 11h00 inicia-se, finalmente, a montaria ao javali, que só terminará por volta das 15h00.

O almoço com todos os caçadores está marcado para as 16h00, leiloando-se, depois, os exemplares abatidos.

As inscrições para a participação na Montaria terão lugar nos dias 22, 23 e 24 de Fevereiro, nos serviços de atendimento da Câmara Municipal de Fafe.

As taxas a pagar pelos participantes vão desde os 12,50€ (caçadores de tipo A - desconto de 50% conforme Plano de Exploração Anual) aos50€ (caçadores de tipo D).

Relembre-se que o almoço terá também o custo de 15€ por pessoa, bem como por acompanhante.

Os caçadores participantes poderão estacionar na Praça Mártires do Fascismo, de forma gratuita.

Esta iniciativa tem o apoio da Associação de Caça e Pesca Montes de Fafe e do Clube de Caça e Pesca de Fafe.

PONTE DE LIMA PROMOVE CAÇA E TURISMO EM MACEDO DE CAVALEIROS

Ponte de Lima Participa na XXII Feira da Caça e Turismo em Macedo de Cavaleiros

A imagem e os produtos típicos Limianos estão em destaque na XXII Feira da Caça e Turismo a decorrer este fim-de-semana, em Macedo de Cavaleiro, em simultâneo com a XXIV Festa dos Caçadores do Norte.

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O Município de Ponte de Lima participa com um stand próprio, cujo objetivo é o de promover os seus produtos endógenos e toda a região.

Tendo em conta a temática do evento, o Município de Ponte de Lima destaca a próxima edição da Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima, que este ano se realiza mais cedo, junto dos caçadores, expositores, clubes e associações cinegéticas. A X Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima realiza-se no próximo mês de março, de 9 a 11, integrando a programação do projeto "Em época Baixa, Ponte de Lima em Alta".

Considerando Ponte de Lima como uma imagem de Marca, o Stand dispõe ainda de uma mostra de produtos, nomeadamente o afamado Vinho Verde e o Artesanato tradicional.

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PAN ACUSA GOVERNO DE PREFERIR O SECTOR DA CAÇA EM DETRIMENTO DA VIDA SELVAGEM

Proibição de caça nas zonas afetadas pelos incêndios

PAN acusa Governo de não defender a vida selvagem para proteger o sector da caça

  • A proibição de caça apenas em áreas ardidas superiores a 1000 hectares é manifestamente insuficiente
  • Os animais sobreviventes procuram agora refúgio e alimentação nas poucas e reduzidas áreas não atingidas pelos fogos
  • Governo continua a permitir a caça a espécies migratórias inclusivamente às que estão desaparecer a um ritmo galopante
  • São privilegiados os interesses do sector da caça em detrimento da proteção dos animais e dos ecossistemas

Numa reação às portarias que limitam e restringem a caça nas zonas ardidas e que proíbem a caça nos 96 concelhos do país afetados pelos incêndios, em áreas superiores a 1000 hectares e até 31 de Maio de 2018, o PAN – Pessoas-Animais-Natureza, afirma que as medidas adotadas pelo governo são manifestamente insuficientes para acautelar a preservação das espécies selvagens atingidas, mas acima de tudo defendem os interesses da indústria da caça, mesmo num contexto de calamidade.

Nestes casos de ocorrência de incêndios de grandes dimensões e violência, importa estabelecer no calendário venatório uma norma transitória excecional adequada a salvaguardar a sobrevivência das espécies e adotar um conjunto de medidas de proteção dos exemplares sobreviventes.

A proibição de caça apenas em áreas superiores a 1000 hectares é manifestamente insuficiente para retirar a enorme pressão sobre os animais sobreviventes que procuram agora refúgio e alimentação nas poucas e reduzidas áreas não atingidas pelos fogos. Por este motivo o PAN deu entrada de uma iniciativa que visa suspender a caça em todo o território nacional acima do rio Tejo por um período de dois anos.

Nas referidas portarias pode ler-se que a caça às aves migratórias como a rola-comum será restrita a dois dias por semana por semana, cabendo a cada associação de caçadores a escolha desses dias em que irão caçar as espécies migratórias.

É absolutamente incompreensível que o governo continue a permitir a caça a aves migratórias, nomeadamente num quadro em que muitas destas espécies se encontram bastante pressionadas, como é o caso da rola-comum que está a desaparecer a ritmo galopante em Portugal e na Europa. A situação da espécie no espaço europeu é dramática estimando-se que a sua população tenha decrescido 73% nos últimos 20 anos, devendo inclusivamente, segundo a Quercus, ser incluída na lista vermelha de espécies ameaçadas com o estatuto de “vulnerável”, o que representa um claro reconhecimento científico da ameaça de extinção que a rola brava enfrenta. Sobre este problema o PAN apresentou uma iniciativa para instituir um regime de moratória de 3 anos para a caça da rola comum e do coelho bravo que também se encontra em situação semelhante. A proposta foi chumbada no dia 27/10/2017.

As referidas portarias preveem ainda que para o próximo ano as zonas de caça associativas e turísticas concessionadas cujos terrenos se encontrem abrangidos por estas restrições ficam isentas do pagamento de taxa anual em 2018.

O governo refere que esta medida se aplica às áreas onde não é permitido o exercício da caça na época venatória 2017/2018. O facto é que em todas as áreas do país, mesmo nas atingidas pelos fogos, continua a ser permitida a caça às espécies migratórias pelo que esta isenção só se justifica pelo facto do governo privilegiar os interesses do sector da caça em detrimento da proteção dos animais e dos ecossistemas.

De referir ainda que a alimentação artificial às populações de animais selvagens sobreviventes dos incêndios como veados ou corços está a ser assegurada pela sociedade civil e organizações não-governamentais. Para o PAN o governo não está a assumir uma responsabilidade que é sua. Os esforços e os apoios financeiros que estão a ser dirigidos para a indústria da caça deveriam ser canalizados para proteger e preservar as espécies selvagens, cinegéticas ou não.

PONTE DE LIMA DIVULGA RESULTADOS DAS PROVAS QUE SE REALIZARAM NA FEIRA DE CAÇA, PESCA E LAZER

Ponte de Lima _ IX Feira de Caça, Pesca e Lazer 2017

No âmbito do Projeto Ponte de Lima Convida, realizou-se este fim-de-semana a IX edição da Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima, repleta de atividades de lazer, de desportos de aventura, caça e pesca.

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Inaugurada na sexta-feira pelo Secretário de Estado das Autarquias Locais, Dr. Carlos Miguel, realçou a aposta das autarquias no desenvolvimento local, “hoje são instituições que desenvolvem territórios, tornando-os cada vez mais atrativos”.

A Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima, que este ano cumpre a 9ª edição, foi considerada pelo Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, Engº Victor Mendes, como um evento que se “enquadra na estratégia de desenvolvimento dos nossos recursos endógenos, como forma de valorização do mundo rural, sendo de realçar um número cada vez maior de jovens empreendedores que tempo apostada nesta área.”

As provas de caça e pesca, englobaram várias atividades, nomeadamente o IV Troféu de St Huberto de Ponte de Lima; a prova de pesca no Rio Lima; o concurso de Mel; as diversas demonstrações de aves de cetraria; Obediência, Ordem Pública, Busca e Salvamento – Unidade Especial da PSP, espetáculos de música e desfile de carros clássicos, proporcionaram dinâmica e envolveram associações e diversas entidades, que juntamente com o Município de Ponte de Lima e a Escola Profissional de Desenvolvimento, organizaram esta edição da Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima.

À semelhança de anos anteriores, o sucesso deste evento deve-se à envolvência de entidades e associações de setores da caça, pesca e lazer, nomeadamente a colaboração da FENCAÇA, Associação de Pesca Desportiva de Viana do Castelo, Associações do Concelho, de Caça e Pesca, Associações de Apicultores, Recreativas, Desportivas, Florestais, e Clubes de Lazer, que com êxito promoveram um conjunto de ações, proporcionando momentos de lazer e muita animação a todos aqueles que visitam a feira. A IX Feira de Caça, Pesca e Lazer confirma o desenvolvimento desta temática como um sector de importância significativa para o desenvolvimento socioeconómico da região.

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Resultados das provas que decorreram na IX Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima:

Concurso do Alto Minho e Concurso de Mel de Ponte de Lima- destinado aos apicultores, foi mais uma vez um sucesso. Dar a conhecer a diversidade do mel dos produtores e premiar a sua qualidade, é o objetivo deste concurso:

III Concurso de Mel do Alto Minho

1.º Lugar - João da Cunha de Sousa com Mel de Eucalipto

2.º Lugar - João da Cunha de Sousa com Mel de Urze

3.º Lugar - Hexágono Perfeito Lda. de Guilherme Pereira

VI Concurso de Mel de Ponte de Lima

1.º Lugar - João da Cunha de Sousa com Mel de Eucalipto

2.º Lugar - João da Cunha de Sousa com Mel de Urze

3.º Lugar - Hexágono Perfeito Lda. de Guilherme Pereira

Prova de Pesca no Rio Lima

- Equipas: 1º lugar – Rola – CPC – Clube de Pesca e Competição

                  2º- Lugar – Equipa Sá Taqueiro 

                  3º Lugar – Clube de Caça e Pesca de Ruílhe

- Individuais: 1º lugar – Fernando Pimentel – Equipa Sá Taqueiro – 1420 pontos

                       2º Lugar – Augusto Simões -  Equipa Sá Taqueiro   - 1025 pontos

                       3º Lugar – Manuel Silva – Aveiro                              -  815 pontos

                        4ª Lugar – Caçador Marinho – Rola – CPC              -  745 pontos

                        5º Lugar – António0 Dias – Rola – CPC                  -  570 pontos

- IV Troféu Stº Huberto:

- 1º Lugar – Paulo Fernandes

- 2º Lugar – Miguel Martins

- 3º Lugar – Carlos Santos

- 4º Lugar David Faria

- 5º Rui Bonito

- 6º Manuel Agonia

IV Concurso de Beldades Caninas

Classificação geral

1º Lugar – EIFI – Podengo Português – Rui Dantas

2º Lugar – Akila – Pitbull x Americam Staff – Márcio Costa

3º Lugar – Kuka – Bulldog Francês – Ana Viães

Melhor Ping Pong

1º Lugar – Kuka – Bulldog Francês – Ana Viães

Olhar mais meigo

1º Lugar - EIFI – Podengo Português – Rui Dantas

Cauda mais irrequieta

- 1º Lugar – Pablo – Golden Retriever – João Pedro

Dono mais parecido com o cão:

- 1º lugar – Doly – Bulldog Inglês – Diana Barreiras

Melhores 6 pernas

- 1º lugar – Benny – Chihuahua – Rui Faria

Cachorro mais bonito

- 1º lugar – Akila – Pitbull x Americam Staff – Márcio Costa

Cão de caça mais bonito

1º lugar – Yany – Setter Inglês – Miguel Martins

Idoso mais em forma

- 1º lugar –  Yany – Setter Inglês – Miguel Martins

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PAN PROPÕE ALTERAÇÕES AO REGIME JURÍDICO DA CAÇA

Alterações ao Regime Jurídico da Caça propostas pelo PAN são debatidas no parlamento na próxima semana

  • Impede a utilização de matilhas, reduz dias de caça e introduz moratória
  • Define a obrigatoriedade da presença de inspetor sanitário nos atos de caça
  • Sanciona a utilização de venenos, cuja aplicação tem resultado na morte de espécies protegidas

O parlamento debate na próxima terça-feira dia 9 de Maio, cinco iniciativas legislativas que pretendem alterar o Regime Jurídico da Caça da iniciativa do PAN – Pessoas-Animais-Natureza. Três Projetos de Lei e dois Projetos de Resolução dão corpo a um conjunto alargado de alterações que visam salvaguardar a preservação da biodiversidade, garantir a saúde pública e reforçar a proteção animal, que têm sido postas em causa por várias práticas associadas à atividade cinegética.

“Apesar de este ser um tema controverso que tem unido os defensores da caça na expressão de posições mais ou menos radicais e violência, todos têm reconhecido uma necessidade de mudança de paradigma e de intervenções estratégicas no sector. O objetivo destas medidas é precisamente a evidente necessidade de revisitar a Lei da Caça que regula o que agora não é do que um negócio. E para o PAN não há sectores intocáveis e o da indústria da caça não é exceção ”, afirma o Deputado André Silva.

A primeira proposta de alteração visa sancionar na lei a utilização de venenos no âmbito da atividade da caça. Conforme reconhece o próprio Ministro do Ambiente em resposta enviada a questões colocadas pelo PAN sobre esta matéria, há caçadores que continuam a usar venenos para matar as espécies, muitas vezes protegidas, que encaram como ameaça à sua caça. Sobre esta realidade o Ministro do Ambiente afirma ainda que a “utilização de venenos é reconhecida desde há muito como uma importante causa de morte de várias espécies de fauna selvagem.” Este é um ato que não encontra previsão específica na Lei de Bases Gerais da Caça, desembocando numa patente incapacidade de atuação por parte do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR, órgão de polícia criminal responsável por fiscalizar, noticiar e investigar todas as infrações à legislação referente à natureza, ao ambiente e ao património natural. Segundo dados do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), há registo de morte por envenenamento de animais pertencentes a espécies protegidas, como é o caso da águia imperial, lobo, lince, abutre negro, e outras que não sendo protegidas têm também um papel importante nos ecossistemas, como é o caso das cegonhas e das raposas. Esta situação também tem afetado animais domésticos, que acabam por ser vítimas desta prática.

A segunda proposta reforça medidas de saúde pública ao combater a proliferação de enfermidades presentes em várias espécies de caça e passíveis de transmissão aos seres humanos. Esta iniciativa estabelece a obrigatoriedade da presença de um inspetor sanitário nos atos venatórios de caça maior, tal como já acontece em Espanha. Em termos legais há uma grande disparidade de tratamento e fiscalização entre a produção de animais de pecuária e os provenientes da atividade cinegética, sendo que apenas é obrigatória a presença de um inspetor naquelas que são consideradas zonas de risco para a tuberculose, o que só acontece em 19 concelhos portugueses, deixando de parte todas as outras doenças passíveis de transmissão, conforme tem alertado o bastonário da Ordem dos Veterinários, Jorge Cid.

Três outras alterações surgem no âmbito da proteção das espécies cinegéticas. No seguimento de vários alertas por parte da Federação Nacional de Caçadores e Proprietários, que apontam para uma notória degradação do património cinegético causada por um sistema de caça excessiva, afigura-se como absolutamente vital a redução dos dias de caça. O PAN pede o estabelecimento uniforme de apenas dois dias de caça ao invés dos atuais três dias de caça e feriados em terrenos ordenados e dois dias de caça e feriados em terrenos não ordenados. O PAN propõe ainda instituição de um regime de moratória de 3 anos para a caça da rola-comum e do coelho bravo, espécies que estão a desaparecer a um ritmo galopante em Portugal por caça excessiva, medida que o ICNF considera “pertinente e urgente”.

Por último, e numa iniciativa conjunta trabalhada desde há vários meses com o Bloco de Esquerda, o PAN pretende impedir a utilização de matilhas de cães como meio de caça, estabelecendo que apenas as matilhas já existentes e devidamente legalizadas podem continuar a participar na atividade cinegética, e impedindo o licenciamento de novas matilhas ou a adição de cães às já existentes. Segundo dados do Ministério da Agricultura, existem registadas em Portugal 792 matilhas, não havendo condições de contabilizar o número de matilhas ilegais. Esta situação consubstancia uma verdadeira incoerência legal, visto a luta entre animais já ser proibida em Portugal pelo Decreto-Lei n.º 315/2009, de 29 de Outubro. A própria Lei 92/95 de Proteção aos Animais proíbe "utilizar animais em treinos particularmente difíceis ou em experiências ou divertimentos consistentes em confrontar mortalmente animais uns contra os outros, salvo na prática da caça". Ou seja, o legislador censura a luta mortal entre animais, mas exceciona a caça com matilhas, em que dezenas de cães estimulados para tal, e não poucas vezes esfomeados deliberadamente para "apurar o sentido da caça", lutam contra um javali ou dilaceram uma raposa.