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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PAN QUESTIONA RELAÇÃO BILATERAL ENTRE A UE E A CHINA

Covid-19: Eurodeputado do PAN questiona Comissão sobre relação bilateral entre a UE e a China

  • Informações indicam que primeiro caso de COVID-19 reporta a novembro e apenas em finais de dezembro o governo chinês comunicou dados à OMS
  • Comércio de animais exóticos deve ser questionado e rejeitado pela UE
  • Acordo comercial e de investimento entre a UE e a China agendado para ser finalizado em 2020

O eurodeputado do PAN Francisco Guerreiro, questionou a Comissão Europeia, se existem informações complementares nas instituições da União Europeia relativos à alegada omissão do governo chinês, no início do contágio do Coronavírus COVID-19, na província de Hubei, na partilha de dados com as entidades internacionais. 

Segundo o revelado por alguns meios de comunicação sociais, o primeiro relato de contaminação do vírus deu-se a 17 de novembro sendo que apenas foram reportados e registados no final do mês de dezembro os dados à Organização Mundial de Saúde (OMS). Neste sentido, o eurodeputado questionou também se serão aplicadas restrições ou sanções bilaterais por parte da União Europeia (UE) à República Popular da China caso se comprove deliberada a omissão da partilha de informação sobre o vírus às instâncias de saúde e governativas internacionais. 

Em paralelo foi também perguntado qual a posição da Comissão relativa ao comércio de animais exóticos no país. Esta questão vem na sequência dos vários dados que indicam que o surto de COVID-19 terá começado num mercado húmido de Hubei, local onde são comercializadas legalmente animais exóticos.

Segundo a OMS, em Novembro de 2002, foi no sul da China, na província de Guangdong, que a epidemia de SARS-CoV teve início. Tal como o COVID-19, este surto foi também ligado ao consumo de animais exóticos, nomeadamente morcegos. Nos dois anos de maior incidência do surto, 2002 e 2003, a epidemia alastrou-se a outros países limítrofes, infetando mais de 8.000 pessoas e matando 774 indivíduos. 

“Na China verificamos que existe uma falta de controlo sanitário e de higiene alimentar que pode colocar em causa, mais uma vez, a estabilidade mundial, pelo que será fundamental a UE, a comunidade internacional e a OMS garantirem o fim definitivo do comércio de animais exóticos nos mercados Chineses”, conclui Francisco Guerreiro.

Comercial e economicamente, segundo os dados da Comissão Europeia, a China é o seu segundo maior parceiro comercial, seguido pelos Estados Unidos da América. A UE é o maior parceiro da República Popular da China. Atualmente existe um compromisso de 10 pontos entre a UE e a China, referente ao processo de um acordo de investimento entre blocos que se iniciou em 2013, que estabelece pontos de convergência e de maior transparência. As questões apresentadas pelo eurodeputado do PAN centram-se também no futuro desse acordo.

“Está agendado para este ano o fim das negociações entre a UE e a China para celebrar um acordo de investimento logo é com preocupação que vemos a possibilidade de Pequim ter omitido informações aos seus parceiros internacionais relativamente ao início do surto de COVID-19”, afirma o eurodeputado Francisco Guerreiro. 

Veja a pergunta completa do eurodeputado:

- Tendo em conta que este não é o primeiro surto patológico mundial das últimas décadas e cuja expectada origem são estes tipos de mercados, continuará a Comissão a abster-se de interferir crítica e ativamente em assuntos que remetem para sensibilidades culturais de determinadas nações e que têm óbvias repercussões transnacionais negativas sobre a saúde e bem-estar humanos?

- Tendo em conta que em causa está a segurança e estabilidade da UE, planeia a Comissão advertir a China para a necessidade de impor normas de higiene e segurança alimentares eficazes e de banir o comércio de animais exóticos?

- Questionará e sancionará a Comissão o governo chinês por alegadamente não informar as entidades internacionais sobre a existência do surto nas suas primeiras semanas, onde já se registava um elevado número de infetados, e condenará tal ação, caso se comprove verdadeira?

CIDADE CHINESA DE SHENYANG DOA A BRAGA DEZ MIL MÁSCARAS DESCARTÁVEIS E 500 KITS MÉDICOS DE PROTECÇÃO

Ao abrigo do acordo de amizade que une os dois Municípios

A cidade chinesa de Shenyang vai doar ao Município de Braga 10 mil máscaras médicas descartáveis e 500 kits médicos de protecção individual, unindo-se assim aos Bracarenses num momento crítico de prevenção e controlo epidémico da COVID-19.

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Em carta enviada pelo presidente da autarquia chinesa a Ricardo Rio, o presidente Jiang Youwei referiu que segundo o provérbio chinês “a adversidade revela os verdadeiros amigos” e por isso, Shenyang está à disposição de Braga.

A par desta doação, Shenyang – cidade com a qual Braga possui um acordo de amizade e que em breve irá terminar em geminação – disponibilizou-se para partilhar a experiências relativas ao combate deste vírus e à gestão de situações de crise, assim como para facilitar o contacto com unidades de produção de material médico que seja necessário.

Os pormenores deste auxílio foram acertados esta Sexta-feira, 20 de Março, durante uma videoconferência que juntou o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, o Vice Mayor de Shenyang, Lin Songling, e outros altos responsáveis da cidade chinesa, além de representantes do ACES Braga e do Hospital de Braga, entidades que vão ajudar a identificar as necessidades.

Ricardo Rio agradeceu o gesto do seu homólogo chinês, lembrando que “toda a ajuda é bem-vinda no sentido de dar as condições necessárias para que os profissionais de saúde e outros agentes de Protecção Civil, que estão na linha da frente no combate ao COVID-19, possam desempenhar a sua missão em segurança”.

“Este é um gesto que nos sensibiliza sobretudo porque vem de um País que travou uma batalha gigantesca e que está agora disponível para partilhar toda a sua experiência e solidariedade”, salientou Ricardo Rio.

O autarca de Shenyang, Li Songling, mostrou-se confiante que Braga será capaz de ultrapassar este momento difícil e que as relações entre as duas Cidades sairão reforçadas.

MINHOTOS DANÇAM O “VIRA” NA FESTA DE ANO NOVO CHINÊS

O Grupo Folclórico Verde Minho participou hoje em Lisboa nas festividades do Ano Novo Chinês.

De manhã desfilou na avenida Almirante Reis e a meio da tarde subiu ao palco na Alameda S. Afonso Henriques. Consigo levaram as tradições da nossa região e o colorido garrido dos seus trajes combinava na perfeição com as cores predominantes da festa chinesa a anunciar felicidade e prosperidade.

Uma vez mais, minhotos e chineses estreitarem as relações de amizade entre os povos.

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CHINESES EM LISBOA FESTEJAM AMANHÃ ANO NOVO CHINÊS E OS MINHOTOS VÃO À FESTA

O Grupo Folclórico Verde Minho vai amanhã participar nas festividades do Ano Novo Chinês que se realizam em Lisboa. Às 10 horas tem início o desfile a partir do Jardim António Feijó – insigne poeta limiano – com direcção à Alameda D. Afonso Henriques – o minhoto que foi fundador da nossa nacionalidade. Às 16 horas, os nossos conterrâneos subirão ao palco para, numa demonstração de amizade fraterna, efectuarem uma representação do nosso folclore.

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O vermelho – símbolo da felicidade, da fortuna e da alegria na cultura chinesa – constituiu a cor predominante nos festejos, quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos. De resto, é tradição as famílias chinesas reunirem-se para jantar pelo Ano-novo Chinês, além de limparem a casa para afastar qualquer má sorte e abrir espaço para a boa sorte. As janelas e portas são decoradas com papéis vermelhos, entre outras tradições registadas neste dia.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai no próximo ano a 25 de Janeiro, sendo o Rato o animal do zodíaco associado à prosperidade e, por isso, espera-se sucesso em investimentos, desenvolvimento rápido e crescimento profissional.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

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MINHOTOS PARTICIPAM EM LISBOA NAS FESTIVIDADES DO ANO NOVO CHINÊS

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo dia 18 de Janeiro participar nas festividades do Ano Novo Chinês que se realizam em Lisboa. Às 10 horas tem início o desfile a partir do Jardim António Feijó – insigne poeta limiano – com direcção à Alameda D. Afonso Henriques – o minhoto que foi fundador da nossa nacionalidade. Às 16 horas, os nossos conterrâneos subirão ao palco para, numa demonstração de amizade fraterna, efectuarem uma representação do nosso folclore.

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O vermelho – símbolo da felicidade, da fortuna e da alegria na cultura chinesa – constituiu a cor predominante nos festejos, quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos. De resto, é tradição as famílias chinesas reunirem-se para jantar pelo Ano-novo Chinês, além de limparem a casa para afastar qualquer má sorte e abrir espaço para a boa sorte. As janelas e portas são decoradas com papéis vermelhos, entre outras tradições registadas neste dia.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai no próximo ano a 25 de Janeiro, sendo o Rato o animal do zodíaco associado à prosperidade e, por isso, espera-se sucesso em investimentos, desenvolvimento rápido e crescimento profissional.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

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MINHOTOS PARTICIPAM EM LISBOA NAS FESTIVIDADES DO ANO NOVO CHINÊS

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo dia 18 de Janeiro participar nas festividades do Ano Novo Chinês que se realizam em Lisboa. Às 10 horas tem início o desfile a partir do Jardim António Feijó – insigne poeta limiano – com direcção à Alameda D. Afonso Henriques – o minhoto que foi fundador da nossa nacionalidade. Às 16 horas, os nossos conterrâneos subirão ao palco para, numa demonstração de amizade fraterna, efectuarem uma representação do nosso folclore.

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O vermelho – símbolo da felicidade, da fortuna e da alegria na cultura chinesa – constituiu a cor predominante nos festejos, quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos. De resto, é tradição as famílias chinesas reunirem-se para jantar pelo Ano-novo Chinês, além de limparem a casa para afastar qualquer má sorte e abrir espaço para a boa sorte. As janelas e portas são decoradas com papéis vermelhos, entre outras tradições registadas neste dia.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai no próximo ano a 25 de Janeiro, sendo o Rato o animal do zodíaco associado à prosperidade e, por isso, espera-se sucesso em investimentos, desenvolvimento rápido e crescimento profissional.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

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MINHOTOS PARTICIPAM EM LISBOA NAS FESTIVIDADES DO ANO NOVO CHINÊS

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo dia 18 de Janeiro participar nas festividades do Ano Novo Chinês que se realizam em Lisboa. Às 10 horas tem início o desfile a partir do Jardim António Feijó – insigne poeta limiano – com direcção à Alameda D. Afonso Henriques – o minhoto que foi fundador da nossa nacionalidade. Às 16 horas, os nossos conterrâneos subirão ao palco para, numa demonstração de amizade fraterna, efectuarem uma representação do nosso folclore.

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O vermelho – símbolo da felicidade, da fortuna e da alegria na cultura chinesa – constituiu a cor predominante nos festejos, quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos. De resto, é tradição as famílias chinesas reunirem-se para jantar pelo Ano-novo Chinês, além de limparem a casa para afastar qualquer má sorte e abrir espaço para a boa sorte. As janelas e portas são decoradas com papéis vermelhos, entre outras tradições registadas neste dia.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai no próximo ano a 25 de Janeiro, sendo o Rato o animal do zodíaco associado à prosperidade e, por isso, espera-se sucesso em investimentos, desenvolvimento rápido e crescimento profissional.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

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MINHOTOS PARTICIPAM EM LISBOA NAS FESTIVIDADES DO ANO NOVO CHINÊS

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo dia 18 de Janeiro participar nas festividades do Ano Novo Chinês que se realizam em Lisboa. Às 10 horas tem início o desfile a partir do Jardim António Feijó – insigne poeta limiano – com direcção à Alameda D. Afonso Henriques – o minhoto que foi fundador da nossa nacionalidade. Às 16 horas, os nossos conterrâneos subirão ao palco para, numa demonstração de amizade fraterna, efectuarem uma representação do nosso folclore.

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O vermelho – símbolo da felicidade, da fortuna e da alegria na cultura chinesa – constituiu a cor predominante nos festejos, quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos. De resto, é tradição as famílias chinesas reunirem-se para jantar pelo Ano-novo Chinês, além de limparem a casa para afastar qualquer má sorte e abrir espaço para a boa sorte. As janelas e portas são decoradas com papéis vermelhos, entre outras tradições registadas neste dia.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai no próximo ano a 25 de Janeiro, sendo o Rato o animal do zodíaco associado à prosperidade e, por isso, espera-se sucesso em investimentos, desenvolvimento rápido e crescimento profissional.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

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MINHOTOS PARTICIPAM EM LISBOA NAS FESTIVIDADES DO ANO NOVO CHINÊS

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo dia 18 de Janeiro participar nas festividades do Ano Novo Chinês que se realizam em Lisboa. Às 10 horas tem início o desfile a partir do Jardim António Feijó – insigne poeta limiano – com direcção à Alameda D. Afonso Henriques – o minhoto que foi fundador da nossa nacionalidade. Às 16 horas, os nossos conterrâneos subirão ao palco para, numa demonstração de amizade fraterna, efectuarem uma representação do nosso folclore.

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O vermelho – símbolo da felicidade, da fortuna e da alegria na cultura chinesa – constituiu a cor predominante nos festejos, quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos. De resto, é tradição as famílias chinesas reunirem-se para jantar pelo Ano-novo Chinês, além de limparem a casa para afastar qualquer má sorte e abrir espaço para a boa sorte. As janelas e portas são decoradas com papéis vermelhos, entre outras tradições registadas neste dia.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai no próximo ano a 25 de Janeiro, sendo o Rato o animal do zodíaco associado à prosperidade e, por isso, espera-se sucesso em investimentos, desenvolvimento rápido e crescimento profissional.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

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CORREIO DA MANHÃ DESTACA SUCESSO NA CHINA DO GALO DE BARCELOS

Galo de Barcelos é protagonista na China

Símbolo português dá mote ao herói da série para crianças ‘O Panda e o Galo’.

A televisão pública chinesa acaba de estrear uma série infantil que tem como protagonista o galo de Barcelos. Intitulada ‘O Panda e o Galo’, a produção conta com 52 episódios e trata-se de uma junção entre Televisão Central da China (CCTV) e a produtora portuguesa Stopline, criada por Leonel Vieira.

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"O Panda e o Galo’ estreou recentemente na Televisão Central da China e terá 52 episódios

De acordo com um comunicado emitido pela estação, a série pretende "integrar elementos característicos e as culturas da China e de Portugal". A personagem interpretada pelo galo de Barcelos é descrita como "um animal popular e auspicioso e a mascote de Portugal". Na história, aparece a jogar futebol e tem um avô que toca guitarra portuguesa.

Com este projeto, a empresa estatal pretende ajudar "as crianças chinesas a saber mais sobre o mundo multicultural".

Embora não esclareça se a série irá posteriormente ser transmitida em Portugal, o comunicado refere que pode também "contar histórias chinesas ao Mundo". Aliás, ‘O Panda e o Galo’ faz parte de uma série de coproduções internacionais chamada ‘Panda +’, que já juntou a CCTV a produtoras da República Checa, Nova Zelândia, Rússia e África do Sul.

A proximidade entre Barcelos e China faz-se também via Macau, onde o galo figura, há já vários anos, em diversas lojas espalhadas pela região, principalmente estabelecimentos de recordações, como uma espécie de souvenir de Macau. Agora, este símbolo da tradição portuguesa chega à televisão.

Fonte: Vânia Nunes / https://www.cmjornal.pt/

Foto: Correio da Manhã

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MINHOTOS PARTICIPAM EM LISBOA NAS FESTIVIDADES DO ANO NOVO CHINÊS

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo dia 18 de Janeiro participar nas festividades do Ano Novo Chinês que se realizam em Lisboa. Às 10 horas tem início o desfile a partir do Jardim António Feijó – insigne poeta limiano – com direcção à Alameda D. Afonso Henriques – o minhoto que foi fundador da nossa nacionalidade. Às 16 horas, os nossos conterrâneos subirão ao palco para, numa demonstração de amizade fraterna, efectuarem uma representação do nosso folclore.

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O vermelho – símbolo da felicidade, da fortuna e da alegria na cultura chinesa – constituiu a cor predominante nos festejos, quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos. De resto, é tradição as famílias chinesas reunirem-se para jantar pelo Ano-novo Chinês, além de limparem a casa para afastar qualquer má sorte e abrir espaço para a boa sorte. As janelas e portas são decoradas com papéis vermelhos, entre outras tradições registadas neste dia.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai no próximo ano a 25 de Janeiro, sendo o Rato o animal do zodíaco associado à prosperidade e, por isso, espera-se sucesso em investimentos, desenvolvimento rápido e crescimento profissional.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

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