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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CELORICO DE BASTO: REPUBLICANOS FELICITARAM BERNARDINO MACHADO PELO SEU 57º ANIVERSÁRIO

António Rodrigues Salgado, Secretário da Comissão Municipal Republicana de Celorico de Basto, endereçou em 30 de Março de 1908 ao "eminente cidadão" Bernardino Machado as felicitações pelo seu aniversário.

Bernardino Machado fez em 28 de Março daquele ano 57 anos de idade. Ainda vigorava o regime monárquico...

Fonte: Fundação Mário Soares

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CELORICO DE BASTO: PROJETO LAÇO BRANCO DINAMIZA REDE DE PARTILHA

O projeto “Laço Branco” é uma iniciativa da Fundação António Joaquim Gomes da Cunha, financiada pelo Programa Operacional Inclusão Social e Empreso (PO ISE), pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), pelo Portugal 2020 (PT2020) e União  Europeia/Fundo Social Europeu (EU/FSE).

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A ação “Rede de Partilha” é uma das ações do Projeto, a qual pressupôs a criação de uma Plataforma de Debate, tendo sido inseridas 5 IPSS`s dos concelhos de Cabeceiras de Basto e Celorico de Basto. Neste sentido, dinamizou-se um ciclo de 3 workshop`s que contaram com a presença de IPSS`s, que deram a conhecer boas práticas e, por isso, aportaram um valor acrescentado.

Dentro das ações destacam-se: Abordagem Intersecional da violência doméstica contra a pessoa portadora de deficiência; Violência doméstica contra a pessoa portadora de deficiência: Identificação e Violência doméstica contra a pessoa portadora de deficiência: Intervenção.

Esta ação vai ao encontro do Plano de Ação para a prevenção e o combate à violência contra as mulheres e à violência doméstica (PAVMVD), em concreto do objetivo II (Apoiar e proteger: ampliar e consolidar), “pretendendo prevenir a ocorrência de situações de violência doméstica contra a população portadora de deficiência, desocultando o fenómeno e trazendo-o para discussão pública, numa perspetiva de apoiar e proteger aquela população, ampliando e consolidando a intervenção já desenvolvida pela Fundação”, adiantou Ana Mota, Técnica do Projeto Laço Branco.

CELORICO DE BASTO: FORMANDOS DO CURSO EFA DE GERIATRIA PARTICIPAM EM AÇÃO DE SENSIBILIZAÇÃO SOBRE “VIOLÊNCIA NO IDOSO”

Inserida na V Semana para a Igualdade em Celorico de Basto, realizou-se no dia 25 de Novembro, uma Ação de Sensibilização sobre “Violência no Idoso”. A ação foi dinamizada pelo Gabinete Girassol - Gabinete de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica e de Género de Celorico de Basto e teve como público-alvo o grupo de formandos do curso de Agente em Geriatria, promovido pela Entidade Formadora Die Apfel e financiado pelo Programa Operacional Capital Humano (POCH), Programa Portugal 2020, Estado Português e Fundo Social Europeu (FSE).

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A apresentação deste evento coube à Conselheira Municipal para a Igualdade, Helena Martinho, que começou por dizer que ainda há muito a fazer no campo da Igualdade de Género e da Eliminação da Violência Doméstica e muito especificamente na violência contra os idosos.  “Os maus tratos e a violência contra pessoas idosas são fenómenos que vivem do silêncio”, referiu a Helena Martinho e acrescentou que é necessário e urgente implementar estratégias para melhor detetar, prevenir e combater estes casos. "Há aquilo que nós chamamos de fenómeno icebergue. Muitos dos casos estão no silêncio, seja por receio da vítima, seja pelo silêncio das pessoas que sabem destas situações, mas não as denunciam", apontou, sublinhando que os maus tratos não são uma realidade exclusiva nas famílias.

A sociedade está cada vez mais envelhecida pelo que cada vez mais é importante estar atento aos mais idosos que por vezes são vítimas de violência seja ela física, psicológica, financeira, em forma de negligência ou abandono, e violência sexual. Dada a vulnerabilidade deste grupo, é importante por parte da sociedade em geral o reconhecimento dos diferentes sinais de alerta.

Com base nesta preocupação, informou os presentes que o Município de Celorico de Basto implementou uma Rede Integrada para a Intervenção na Violência Doméstica e Violência de Género, que integra vários parceiros locais, cujo objetivo consiste em facilitar o trabalho em rede entre as instituições, de modo a garantir uma maior eficácia na resposta a situações de Violência Doméstica e de Género, ganhando mais força e mais sentido.

Informou ainda, que nos últimos anos o Município de Celorico de Basto tem dinamizado a Semana para Igualdade, que visa o empoderamento da comunidade nesta matéria, através de ações de informação e sensibilização dirigidas a diferentes públicos nas temáticas da igualdade, da violência e da não discriminação. Informou os presentes da existência de estruturas de atendimento e acompanhamento locais, como no caso de do Gabinete Girassol, composto por uma equipa técnica disponível para apoiar as vítimas e as suas famílias, salvaguardando a sua autonomia, vontade e privacidade.

Terminou a sua apresentação prestando homenagem a todos e a todas que sofrem de violência, que enfrentam dia a dia muitas dificuldades, porque são vítimas silenciosas...

De seguida foi apresentada uma dinâmica aos formandos, realizada pelos Técnicos do Gabinete Girassol onde foi possível desmistificar esta temática, abordando os tipos de violência e maus tratos a idosos, os sinais de alerta, as consequências e sobretudo as formas de prevenir, abrindo-se o debate e discussão de casos práticos e experiências pessoais dos formandos.

CELORICO DE BASTO ENCERRA CEMITÉRIO

Cemitério Municipal de Celorico de Basto vai estar encerrado nos dias 31 de outubro e 1 de novembro.

Evolução dos números da pandemia de Covid 19 forçaram a decisão. Juntas de Freguesia também anunciaram a decisão de encerramento nestes dias.

O Município de Celorico de Basto, após consulta às autoridades de saúde e proteção civil, decidiu o encerramento do cemitério municipal, nos próximos dias 31 de outubro e 1 de novembro, estas entidades recomendaram também aos Presidentes de Junta que adotassem a mesma medida nos cemitérios locais.

A evolução negativa dos números da pandemia a nível nacional e em alguns concelhos próximos, levaram à adoção desta medida de prevenção e proteção social, recomendada pelo Delegado de Saúde local e autoridade de proteção civil, tomada com o objetivo de evitar aglomerados de pessoas no mesmo espaço, salvaguardando a saúde pública.

O Município de Celorico de Basto considera não ser possível assegurar as normas de segurança definidas pela DGS, Direção-Geral de Saúde, nem no interior, nem nas zonas envolventes do cemitério, pelo que decidiu o encerramento nestas datas, em que tradicionalmente as pessoas se deslocam aos cemitérios para celebração do dia dos fiéis defuntos.

Para o Município de Celorico de Basto esta é uma decisão suportada no conhecimento técnico e científico das autoridades competentes e alinhada com as medidas do governo para restringir a circulação da população e também das entidades religiosas que também já haviam anunciado a não realização de cerimónias religiosas nestas datas.

Para Joaquim Mota e Silva, “esta é uma decisão difícil, porque mexe de forma profunda com a vida das populações, as suas tradições e dinâmicas familiares, mas que não pode deixar de ser tomada. É necessário compreender a complexidade e gravidade do momento e tudo devemos fazer para garantir a saúde da nossa população.”

Os Presidentes de Junta apoiam esta decisão da Câmara Municipal e irão também encerrar os cemitérios sob sua gestão, nestas datas. Nos dias 30 de outubro e 2 de novembro, os cemitérios do concelho estarão abertos, mas com restrições ao seu funcionamento que serão definidas pela autoridade de saúde que, entretanto, serão comunicadas.

IMPLICAÇÕES PSICOLÓGICAS DA PANDEMIA DE COVID-19 DEBATIDAS EM CELORICO DE BASTO

Os formandos do Curso EFA B3 de Geriatria, promovido pela Die Apfel e financiado pelo Programa Operacional Capital Humano (POCH), Programa Portugal 2020, Estado Português e Fundo Social Europeu (FSE) dinamizaram a primeira atividade integradora, a qual teve como mote as consequências individuais e societais da Pandemia de Covid 19.

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A sessão foi aberta por Helena Martinho, Coordenadora dos Serviços de Ação Social e Saúde do Município de Celorico de Basto, que parabenizou os formandos pelas atividades desenvolvidas, tendo salientado a importância do esforço e da resiliência na construção dos projetos individuais.

Seguidamente Benedita Aguiar, Diretora Pedagógica da Die Apfel, frisou a importância deste momento de avaliação, bem como “a relevância da educação de adultos, a qual se integra numa visão de educação ao longo da vida, inserida na vida das comunidades, tendo como ponto de partida as novas aprendizagens desenvolvidas, mediante competências obtidas anteriormente, em diferentes contextos do quotidiano”.

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A Mediadora salientou que os saberes e competências que são adquiridos no quotidiano também podem ser de carácter informal (educação informal), estando por conseguinte presentes aprendizagens involuntárias obtidas em contexto familiar ou social.  

Seguidamente, Sandra Neto, Psicóloga Clínica e Técnica da Associação Famílias, apresentou a conferência intitulada “Implicações da Pandemia de COVID 19, a nível psicológico”, no passado dia 6 de Outubro, no auditório da Câmara Municipal de Celorico de Basto.

De acordo com Sandra Neto “a Pandemia de COVID 19 surgiu inesperadamente, invadiu o mundo, o nosso país, a nossa cidade, a nossa rua, a nossa casa e a nossa mente, apoderando-se do nosso quotidiano, sem pedir qualquer tipo de permissão”.

De facto, adiantou “o ano de 2020, conhecido como “atípico”, obrigou-nos, obriga-nos, e assim continuaremos indefinidamente, a viver uma incerteza perturbadora. Fomos forçados a ser resilientes e a adaptarmo-nos à realidade desconhecida, que trouxe, traz e trará implicações a nível económico, social e psicológico.” Desde então, “este vírus tem sido protagonista nos nossos ecrãs televisivos, nos jornais, nas redes sociais, nas conversas de “café” e nos nossos diálogos pessoais. A insegurança, a incerteza, as medidas de isolamento e as estratégias de mitigação comunitária a que estamos sujeitos forçam-nos, de facto, a que o nosso botão do “estado de alerta” esteja sempre em “on”, o que consequentemente ativa as nossas respostas emocionais de ansiedade, stress e medo. Estas são emoções protetoras, mas quando assumem o palco da nossa mente, acarretam consequências destrutivas para a nossa saúde mental e bem-estar psicológico.

Neste sentido, é crucial, segundo a Psicóloga, que consigamos equilibrar a nossa balança emocional perante as medidas a que estamos sujeitos. Se, por um lado, temos o nosso custo afetivo, por outro, temos o benefício da nossa própria saúde e o da nossa comunidade. É uma batalha social, em que todos nós possuímos responsabilidade e um papel fundamental para ajudar e facilitar o combate a esta nova doença.

Neste enquadramento, não podemos descurar a saúde mental que, na perspetiva da Psicóloga, acarretará consequências mais devastadoras para a população, de um modo geral. De acordo com Sandra Neto, “a resposta alicerça-se em conseguirmos manter um equilíbrio focado no próprio autocontrolo, evitando o consumo de informações tóxicas a que estamos sujeitos diariamente, sempre que acedemos aos media. Devemos evitar comportamentos que nos coloquem em situações extremas, numa lógica do 8 ou 80. Por exemplo, o facto de sermos bombardeados com a importância de mantermos o isolamento físico para a não propagação do vírus, não implica termos de manter o isolamento emocional: as redes sociais são facilitadoras nesta aproximação, permitindo-nos que o contacto com os outros esteja sempre ao nosso alcance.

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CURSO EFA B3 DE GERIATRIA DEBATE IMPLICAÇÕES DA PANDEMIA DE COVID-19 A NÍVEL PSICOLÓGICO

Sandra Neto, Mestre em Psicologia Clínica pela Universidade de Coimbra e Técnica da Associação Famílias, irá apresentar a conferência intitulada “Implicações da Pandemia de COVID 19, a nível psicológico”, no próximo dia 6 de Outubro, no auditório da Câmara Municipal de Celorico de Basto.

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Esta atividade é realizada no âmbito da primeira Atividade Integradora do Curso EFA B3 de Geriatria, promovido pela Die Apfel e financiado pelo Programa Operacional Capital Humano (POCH), Programa Portugal 2020, Estado Português e Fundo Social Europeu (FSE).

De acordo com Sandra Neto “a Pandemia de COVID 19 surgiu inesperadamente, invadiu o mundo, o nosso país, a nossa cidade, a nossa rua, a nossa casa e a nossa mente, apoderando-se do nosso quotidiano, sem pedir qualquer tipo de permissão”.

De facto, adiantou “o ano de 2020, conhecido como “atípico”, obrigou-nos, obriga-nos, e assim continuaremos indefinidamente, a viver uma incerteza perturbadora. Fomos forçados a ser resilientes e a adaptarmo-nos à realidade desconhecida, que trouxe, traz e trará implicações a nível económico, social e psicológico.” Desde então, “este vírus tem sido protagonista nos nossos ecrãs televisivos, nos jornais, nas redes sociais, nas conversas de “café” e nos nossos diálogos pessoais. A insegurança, a incerteza, as medidas de isolamento e as estratégias de mitigação comunitária a que estamos sujeitos forçam-nos, de facto, a que o nosso botão do “estado de alerta” esteja sempre em “on”, o que consequentemente ativa as nossas respostas emocionais de ansiedade, stress e medo. Estas são emoções protetoras, mas quando assumem o palco da nossa mente, acarretam consequências destrutivas para a nossa saúde mental e bem-estar psicológico.

Neste sentido, é crucial que consigamos equilibrar a nossa balança emocional perante as medidas a que estamos sujeitos. Se, por um lado, temos o nosso custo afetivo, por outro, temos o benefício da nossa própria saúde e o da nossa comunidade. É uma batalha social, em que todos nós possuímos responsabilidade e um papel fundamental para ajudar e facilitar o combate a esta nova doença.

Neste enquadramento, não podemos descurar a saúde mental que, na minha perspetiva, acarretará consequências mais devastadoras para a população, de um modo geral. De acordo com a Psicóloga Clínica, “a resposta alicerça-se em conseguirmos manter um equilíbrio focado no próprio autocontrolo, evitando o consumo de informações tóxicas a que estamos sujeitos diariamente, sempre que acedemos aos media. Devemos evitar comportamentos que nos coloquem em situações extremas, numa lógica do 8 ou 80. Por exemplo, o facto de sermos bombardeados com a importância de mantermos o isolamento físico para a não propagação do vírus, não implica termos de manter o isolamento emocional: as redes sociais são facilitadoras nesta aproximação, permitindo-nos que o contacto com os outros esteja sempre ao nosso alcance.

A opinião da Psicóloga Sandra Neto é corroborada por estudo recente, realizado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, publicado na Revista Cientifica da Ordem dos Médicos, em que o autor, Pedro Afonso, refere que “se por um lado, o isolamento é importante para a proteção da saúde física, por outro, quanto maior o tempo de isolamento maior o risco de a população sofrer de doenças psiquiátricas no futuro”. Mais comprova que, “a quarentena originou inúmeros sintomas psicopatológicos, como é o caso de humor depressivo, irritabilidade, ansiedade, medo, raiva e insónias.” Neste sentido, é expectável que aumentem as perturbações depressivas e as perturbações de stress pós-traumático, explica Sandra Neto.

Mais ainda, de acordo com Pedro Afonso, “além do stress vivenciado associado ao receio de contrair a doença, existem outros fatores que se correlacionam com o aumento da vulnerabilidade psicológica em tempos pandémicos.” Um exemplo ilustrativo são as dificuldades económicas que, aliadas ao risco do aumento do desemprego, encontram-se intimamente relacionadas com o agravamento da saúde mental da população. 

Também a psiquiatra Sofia Brissos, do Hospital Júlio de Matos em Lisboa, em entrevista ao Expresso, afirma que “apesar de uma parte considerável da população portuguesa não contrair quadros clínicos graves, ou seja, não revelar doenças psiquiátricas ou perturbações psicológicas, ainda assim, será necessário algum tipo de intervenção ou adoção de cuidados específicos. ” Adicionalmente, a psiquiatra enfatiza um aspeto crucial: o papel primordial da comunicação social, no sentido de atenuar estas consequências. Realça que “é importante que estes forneçam informação balanceada, ou seja um conhecimento rigoroso da situação atual, bem como, informações sobre como atuar numa perspetiva tranquilizadora da população.”

Neste sentido, a saúde mental tem merecido especial atenção, por parte dos Psicólogos e Psiquiatras. No artigo Psychological Impact and Associated Factors During the Initial Stage of the Coronavirus (COVID-19) Pandemic Among the General Population in Spain- os autores – Rocío Rodríguez-Rey, Helena Garrido- Hernansaiz e Silvia Collado - mencionam que “a Psicologia pode oferecer um papel central e preventivo no enfrentamento das repercussões do covid-19. Quer no momento presente em que nos encontramos emaranhados na pandemia, minimizando os impactos negativos e promovendo a saúde mental, quer em momentos posteriores, quando a população se tiver de readaptar e tiver de lidar direta e conscientemente com as perdas e transformações.”

A psicóloga ressalta, igualmente, um estudo publicado na revista americana “Annals of Internal Medicine”, reportando que “seria uma mais-valia que os governos instituíssem uma política onde profissionais de saúde mental integrassem um papel de primeira linha no combate a este vírus em hospitais.” Além do apoio que é necessário prestar à população, é necessário que sejamos sensíveis à condição atual que os profissionais de saúde, nomeadamente médicos e enfermeiros. Mais acrescentou que ”com o fortalecimento da defesa psicológica atempada os danos poderão ser minimizados. Por outro lado, se ignorarmos o impacto psicológico sobre os indivíduos e a sociedade este será um fator limitante para a superação de qualquer nação.” Não só a crise, mas também as ramificações psicológicas podem ser duradouras, no fim desta pandemia. 

Se em 2016, eramos 11 milhões a interceder e ambicionar a conquista do título Europeu, agora, somos 11 milhões dentro de campo e o título são as nossas famílias, as pessoas de quem gostamos, a nossa geração sénior e o nosso povo português”, terminou a Psicóloga Sandra Neto.

MUNICÍPIO DE CELORICO DE BASTO APROVA REDUÇÃO DO IMI

Executivo Celoricense aprovou, por unanimidade, redução do imposto sobre imóveis. Taxa fixar-se-á nos 0,30%. A medida dá continuidade à política seguida nos últimos anos e tem como objetivo a fixação da população, criação e manutenção de empresas.

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O Município de Celorico de Basto aprovou, em reunião de executivo, um pacote de medidas de natureza fiscal, com o objetivo de apoiar as famílias e empresas neste momento difícil criado pela pandemia por Covid 19. Mantendo uma política de desagravamento fiscal iniciada em ---, o executivo liderado por Joaquim Mota e Silva aprovou, por unanimidade, um pacote de medidas de estímulo à fixação das populações e atividade empresarial, reforçando a atratividade do concelho para a manutenção e instalação de novas empresas.

Do pacote de medidas aprovadas e que entrarão em vigor em 2021, destaque para a redução do IMI – Imposto Municipal sobre Imóveis, fixando-se a taxa nos 0,30% (valor mínimo permitido por lei), aprovada foi também uma dedução fixa ao IMI de prédios urbanos para habitação própria e permanente, calculada com base no número de dependentes que compõem o agregado familiar, uma redução de 0,5% do IRS  e a manutenção da isenção do imposto de derrama.

Para Joaquim Mota e Silva, “Este pacote de medidas só é possível graças à situação financeira favorável do Município e dá continuidade a uma política de progressivo desagravamento fiscal, tendo em vista o desenvolvimento económico municipal, da atividade das empresas e da qualidade de vida dos Celoricenses. Neste momento difícil, será também um contributo importante do Município para a economia familiar e também para as empresas, que viram os seus rendimentos diminuídos e enfrentam dificuldades em cumprir com os seus compromissos financeiros.

MUNICÍPIO DE CELORICO DE BASTO OFERECE FICHAS ESCOLARES

Medida abrange alunos do 1.º ciclo e visa a promoção do sucesso escolar, combate ao abandono escolar e apoio às famílias.

O Município de Celorico de Basto mantém, para o ano letivo que agora inicia, o apoio à comunidade escolar, fornecendo, de forma gratuita, as fichas escolares a todos os alunos do concelho que frequentem o 1.º ciclo. Esta medida dá seguimento a uma política que tem como objetivo assegurar a concretização plena do direito à educação e o êxito escolar, incrementar o investimento no capital humano e reforçar as medidas de coesão social. Em 2015, o Município de Celorico de Basto iniciou uma campanha de oferta dos manuais escolares, medida que viria, mais tarde, a ser adotada pelo governo. A iniciativa do governo não contempla as fichas escolares, pelo que o Município se decidiu pelo apoio com a oferta deste importante material de apoio a todos os alunos que cumulativamente, tenham residência e estudem numa escola do 1º Ciclo do Ensino Básico do concelho, independentemente da condição socioeconómica do respetivo agregado familiar.

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Para Helena Martinho, coordenadora da ação social do Município, “hoje, mais do que nunca, é preciso ir ao encontro das grandes questões do presente e do futuro através das políticas sociais locais nas áreas da educação e da transmissão de conhecimento pelo que a aposta na educação, enquanto pilar para o desenvolvimento de uma sociedade, está em todos os dossiês da governação.”

Para Joaquim Mota e Silva, que esteve presente, ontem, no Centro Escolar da Vila, numa cerimónia simbólica de entrega destas fichas de trabalho aos alunos, “esta é uma medida importante para a nossa comunidade e é uma aposta no nosso maior valor – os mais jovens. O objetivo é de criar mecanismos, transparentes e eficazes, norteados pelos princípios de justiça social, equidade e de não discriminação, que deem corpo à política pública municipal de educação”.Na visão do autarca “este é também um importante sinal dado pelo Município, mostrando que em tempo de incertezas, a educação continuará a ser uma prioridade”.

A oferta das fichas de trabalho abrange um universo de 489 alunos e representa um esforço financeiro superior a 15.000€.

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CELORICO DE BASTO VÊ LIGAÇÃO A MONDIM DE BASTO ENCURTADA EM 5 KM

Primeira fase concluída com a ligação da Variante à EN210, ligação à A7 prevê-se para breve

Foi na nova ponte de Mondim, sobre o Rio Tâmega, que decorreu ontem, 08 de setembro, a inauguração, após conclusão da primeira fase dos trabalhos, da ligação rodoviária entre Celorico de Basto e Mondim de Basto. Uma inauguração que contou com a presença do Ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos.

vereador Celorico de Basto Fernando Peixoto inaugu

Para Celorico de Basto esta obra peca por tardia, tendo condicionado a coesão e evolução deste território. Em Representação da Câmara Municipal de Celorico de Basto, o Vice Presidente, Fernando Peixoto, presente na cerimónia não pode deixar de tecer algumas observações relativas a esta obra, opinião partilhada pelo Presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva, ausente por motivos profissionais. “Hoje conclui-se a execução da ligação rodoviária entre Celorico e Mondim, uma obra absolutamente crucial para a aproximação destes dois Municípios, destas duas comunidades irmãs, e para o reforço da coesão territorial da região de Basto, que assim dá um grande salto em termos de condições de alavancagem para o desenvolvimento económico e social”. O autarca disse que esta obra é ainda mais crucial para Mondim de Basto reforçando que “o nosso Município de Celorico sabe que quanto maior for o progresso dos concelhos vizinhos maior será o nosso progresso. Celorico e Mondim terão, cada vez mais, que trabalhar de mãos dadas, porque os objetivos das nossas comunidades são comuns e a complementaridade das potencialidades dos dois territórios deve-se aproveitar ainda mais numa busca incessante pelo progresso e melhores condições de vida para esta parte significativa da região de Basto”. Terminada esta fase, Fernando Peixoto não pode deixar de reforçar a necessidade de continuar o investimento e terminar com o que foi prometido, a ligação à A7. “Torna-se agora essencial para as duas comunidades, que possamos avançar e concretizar a ligação à A7, no Arco de Baúlhe, executando metade da obra conforme acordo assinado a 3 de março de 2017, em Celorico de Basto, com a presença do Sr. Primeiro-Ministro”.

Com a execução da ligação à A7, será estabelecida uma maior coesão territorial entre as terras de Basto e por consequência “irá melhorar a circulação de pessoas, matérias-primas e produtos, que são assim garante de um maior desenvolvimento económico e social dos nossos concelhos”, permitirá ainda “uma maior proximidade aos mercados espanhóis e o acesso mais rápido às infraestruturas portuárias e aeroportuária, garantia de maiores condições de progresso” salientou Fernando Peixoto.

Também o Ministro das Infraestruturas e da Habitação partilhou do pensamento dos autarcas locais, dizendo mesmo que estas exigências são cruciais para a evolução destes territórios. “Estas pequenas ligações rodoviárias fazem a diferença na vida das pessoas, e em breve iniciaremos a 2ª fase deste processo, fazendo-se justiça ao povo das Terras de Basto. É preciso que exista consciência de que a execução destas infraestruturas é fazer justiça a uma luta antiga destas terras, não estamos a dar nada”.  Pedro Nuno Santos observou a desilusão de muitos portugueses que se sentem abandonados “deixamos o interior para trás, deixamos uma parte extensa do território para trás no investimento, apostando, constantemente, nos grandes centros urbanos, no litoral, tendo-se criado um processo de despovoamento”. Estas obras são estruturantes e fundamentais “porque a dificuldade não está em chegar a Mondim para visitar a família e amigos está na fixação de indústria e da atividade económica”.

Fotos: Armindo Mendes

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CELORICO DE BASTO CELEBRA 500 ANOS DE FORAL

Cerimónias foram presididas pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

Passaram, a 29 de março, 500 anos sobre a data de atribuição de Foral a Celorico de Basto, por D.Manuel I. A data, coincidiu com o início do confinamento devido à pandemia, impossibilitando a realização de um vasto conjunto de atividades, que o Município tinha preparado para a celebração data. Impossibilitados de celebrar com um evento público até ao final de 2020. O Município não deixou de assinalar a data, numa celebração presidida pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, cumpridora de todas as regras de segurança definidas pela DGS estando, por isso, reservada aos representantes das instituições, organizações e forças vivas do concelho.

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As cerimónias de celebração dos 500 anos do Foral decorreram no Castelo de Arnoia, marco incontornável da história do concelho e do país, na rotunda junto à atual Câmara Municipal onde foi descerrado um painel de Azulejos da autoria da Erre Cerâmica e culminaram com a cerimónia de inauguração das obras de reabilitação dos antigos Paços do Concelho, onde decorreram os discursos oficiais, numa cerimónia abrilhantada pela BEM – Escola de Música de Basto.

Marcelo Rebelo de Sousa olha para estas celebrações como uma simbologia de força dos celoricenses, tendo testemunhado o empenho de Joaquim Mota e Silva na celebração desta data “até ao fim sonhou ser possível respeitar, dia-a-dia, a celebração dos 500 anos do Foral. Esta não é a forma como gostaríamos de celebrar, não é a festa que tínhamos sonhado, desejávamos uma grande festa, mais ampla, mais diversificada, mais participada, não foi possível, mas ficou o símbolo, a unidade de todos os celoricenses. A força que Celorico de Basto nota-se também nos milhares de conterrâneos espalhados pelo mundo e sobretudo pela Europa, milhares que tal como nós, viveram esta data histórica, numa história que é nossa e deles”. O Presidente da República mostrou-se honrado por estar nestas celebrações tendo recordado que Celorico de Basto ajudou à formação de Portugal, cresceu com Portugal, um dos homens que contribuiu para a restauração da independência era Celoricense, um dos mais ilustres membros da igreja era celoricense”.

Para Joaquim Mota e Silva, as celebrações deveriam ter sido realizadas de outra forma, com a participação de todos os celoricenses, “mas vivemos uma fase difícil, as responsabilidades alteraram-se e nós respeitamos, cientes dessas responsabilidades temos a honra de assinalar um marco histórico na nossa existência, não como gostaríamos, mas não deixamos de assinalar este momento. Estes momentos são importantes para reforçar os nossos laços de comunidade, lembrando-nos que temos um longo historial de vivência em comum. São 500 anos de muitas histórias, muitas vidas, com momentos bons e maus, tal como a vida de cada um de nós. Mas nós temos a honra, a força e o caracter de assinalar esta data, pela nossa terra, pelos nossos antepassados, por todos nós. Queríamos uma grande festa, em convívio, em alegria, em família, não sendo possível, não podemos deixar de continuar a fazer história por Celorico de Basto ao assinalar este momento único. Um momento de simbolismo, com esta carga emotiva pelo que vivemos e pelo que há de vir, onde não nos falte a tenacidade para enfrentar os desafios e as dificuldades do futuro”.

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CELORICO DE BASTO PROMOVE EDUCAÇÃO

Município de Celorico de Basto promove a educação com oferta das fichas escolares a todos os alunos do 1º ciclo. As mesmas serão distribuídas pelo Agrupamento de Escolas

“A educação será sempre uma prioridade”.

As fichas de trabalho dos respetivos manuais escolares irão ser distribuídas gratuitamente pelos cerca de 500 alunos do 1º ciclo do Agrupamento de Escolas num investimento da autarquia superior a 15 000€.

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Autarquia de Celorico de Basto olha para este apoio como fundamental para muitas famílias contribuindo ativamente para diminuir os encargos de muitos agregados numa altura especialmente exigente ao nível do orçamento das famílias com a compra do material escolar.

 “O arranque do ano escolar representa, para muitas famílias, uma despesa difícil de suportar. As exigências ao nível do material escolar são cada vez maiores e esta medida simples irá aliviar substancialmente as famílias nos seus orçamentos familiares” disse Joaquim Mota e Silva, Presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto. O autarca salienta que o sistema educativo terá que ser cada vez mais inclusivo e equitativo para todos os alunos, permitindo-lhes o acesso a todas as ferramentas necessárias para uma aprendizagem voltada para o sucesso onde prevaleça a igualdade de oportunidades.“Infelizmente, as dificuldades económicas das famílias ainda são fator de exclusão e inferioridade levando muitos alunos, por falta de igualdade nos equipamentos e materiais escolares, ao fracasso escolar. E esta é uma situação que não podemos permitir. Efetivamente, no 3º período do ano letivo anterior, e devido à situação de exceção vivida, as exigências ao nível da educação foram ainda maiores e percebemos atempadamente que muitas famílias não iriam ser capazes de acompanhar essas alterações e que os alunos iriam ser verdadeiramente prejudicados. E por isso, atuamos e criamos as condições para que todos, de igual forma, pudessem acompanhar o ensino à distância e com os devidos recursos atingir os resultados pretendidos. Agora, no arranque do novo ano letivo, um início condicionado mas o mais parecido com a normalidade, continuamos a apoiar as famílias e os alunos, desta vez um apoio direcionado a todos os alunos do mesmo ciclo de estudos, sem exceção, porque todas as crianças devem ter acesso à educação de igual modo, numa inquietante busca de saber, para que sejam adultos preparados para uma sociedade cada vez mais exigente”.

Este apoio destina-se às cerca de 500 crianças a frequentar o 1º ciclo do ensino básico no ano letivo 2020/2021, no Agrupamento de Escolas de Celorico de Basto. Este ano, excionalmente, impondo-se a salvaguarda e proteção das crianças, as fichas de trabalho dos respetivos manuais escolares serão distribuídos no Agrupamento de Escolas junto dos alunos do 1º ciclo de estudos.

CELORICO DE BASTO COM "BOOM" NA CONSTRUÇÃO DE OBRAS PARTICULARES

Concelho cada vez mais atrativo para construção de 1ª habitação.

Município de Celorico de Basto verificou, nos últimos meses, um grande número de licenciamentos para a construção de obras particular, 50% superior ao período homólogo de 2019.

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A confiança dos Celoricenses evidencia-se no investimento privado que tem crescido de forma exponencial num concelho cada vez mais atrativo nos diferentes setores de desenvolvimento. Ao mesmo tempo tem-se verificado um aumento crescente do número de habitações reabilitadas e direcionadas ao Alojamento Local, um negócio que tem vindo a ser aprimorada e muito procurado sobretudo durante este momento especialmente frágil.

De janeiro a julho já foram licenciados 95 imóveis, o dobro dos licenciamentos no período homólogo de 2019. No mesmo período foram efetuados 18 licenciamentos para alojamento local.

Para o Vice-Presidente da Câmara Municipal e Vereador do Urbanismo, Fernando Peixoto, estes dados evidenciam um crescimento substancial de um concelho, devidamente estruturado e planeado, com uma visível confiança dos celoricenses e de muitos outros que olham para Celorico de Basto como lugar ideal para viver. “A nossa realidade territorial tem vindo a alterar-se ao longo dos anos com melhorias substanciais em todos os setores de desenvolvimento. E esse facto não é indiferente aos números que apresentamos, números que demonstram que este concelho é cada vez mais apelativo e diferenciador quando está em causa escolher um lugar para morar, evidenciando-se, nos últimos anos, um excedente na procura face à oferta” disse o autarca, satisfeito com os resultados apresentados.

Para Fernando Peixoto este boom no imobiliário é a certeza de que o Município em sabido, ao longo dos tempos, fazer sobressair as potencialidades do concelho e diminuir as debilidades. “Estamos otimistas e apesar da situação de iminente crise que vivemos face a esta situação do covid, acreditamos que continuaremos a crescer, de forma estruturada e organizada, e a atrair pessoas para o concelho movidas pela tranquilidade e pela proximidade aos grandes centros, pelas infraestruturas de qualidade, pelos apoios que o município tem facultado seja na fixação de empresas seja na busca de emprego, no geral, pela qualidade de vida que o território oferece”.

É importante também ressalvar que a tramitação dos processos de licenciamento no Município de Celorico de Basto é efetuada em tempo record, numa articulação eficaz dos serviços junto dos técnicos/dono da obra. “Esta eficiência na tramitação dos processos é também um fator a favor do crescimento do nosso concelho” ressalvou o autarca.

No mesmo sentido, sublinhou a afluência ao território para gozo de férias, com grande procura de casas de turismo de habitação e alojamento local num concelho “tranquilo, seguro, com património arquitetónico e natural relevante e infraestruturas de qualidade para quem está de férias, no fundo com todas as condições para acolher e acolher bem quem nos visita”.

BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE CELORICO DE BASTO CELEBRAM 94 ANOS DE EXISTÊNCIA

15 de agosto é a data de aniversário dos Bombeiros Voluntários Celoricenses

Momento de celebração foi marcado pela entrega de grande número de distinções honoríficas aos bombeiros da corporação. Um momento emotivo para bombeiros, familiares e amigos.

“Homens que estão sempre na linha da frente, homens voluntários por opção e profissionais na ação, dignos do máximo respeito e atenção por parte de todas as entidades com poder de decisão” como salientou o Comandante desta corporação, Fernando Gomes.

O presidente da Direção apelou a “mais e melhores regalias sociais para os bombeiros”

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As comemorações deste 24 aniversário contaram ainda com uma sessão solene, no cineteatro dos BVC, com diversas individualidades convidadas, para a atribuição de medalhas de Assiduidade a diversos elementos que integram os Corpos Sociais da Associação Humanitária, distinções honoríficas da Liga dos Bombeiros Portugueses.

O ponto alto destas distinções honoríficas vinculou-se com a atribuição de três colares de Valor e Mérito a individualidades que se destacaram pela forma benemérita como têm, ao longo dos anos, brindado esta Associação, sendo eles o Presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva, o Presidente da AHBVC, Fernando Freitas, e ainda Carlos Henrique Azevedo Vieira de Castro, sócio benemérito da Associação. 

Durante o discurso protocolar, o Presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva, não pode deixar de salientar a importância de valorizar todos aqueles que fizeram e continuam a fazer o melhor para que a Associação desempenhe as suas funções com o máximo brio e disponibilidade. “ Temos que dar valor à história e valorizar tudo o que foi feito ao longo destes 94 anos, com muitas coisas positivas e boas impulsionadas por muitas pessoas que deram o seu melhor, bombeiros e bombeiras, corpos sociais e comunidade que soube e sabe dar o seu contributo. Neste contexto de agradecimento, não posso deixar de salientar o Comandante Marinho Gomes, que representou e representará sempre a vontade, o querer, a dedicação de servir o próximo, numa entrega total à causa humanitária” recordar que o Comandante António Manuel Marinho Gomes faleceu em setembro último e deixou uma marca incontornável de dedicação a esta corporação. O autarca manifestou ainda uma palavra de apreço ao Presidente da Direção, Fernando Freitas, que cessa funções no final de 2020. “Quero também dar uma palavra de apreço ao Presidente da Direção, meu caro amigo, Fernando Freitas, pela sua grande capacidade de levar adiante esta empreitada que é gerir esta Associação Humanitária, e não posso deixar de salientar o meu reconhecimento pessoal e da comunidade pelos anos de dedicação, um homem empenhado, com visão, reivindicativo no melhor sentido da palavra, porque o que pede não é para os bombeiros mas para que os bombeiros e os corpos sociais possam servir nas melhores condições, com toda a disponibilidade e profissionalismo, as pessoas, 24h sobre 24h. O que eu peço é que quem o venha a suceder tenha também este espirito de missão e esta visão renovada ano após ano de acordo com os tempos e as necessidades.”. O autarca concluiu o seu discurso afirmando que, mesmo estando também na reta final do seu mandato à frente da autarquia acredita que “ainda é possível fazer algo que acrescente aquilo que já foi feito, projetos que nunca estarão terminados, havendo sempre o que fazer na causa humanitária”.

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Efetivamente, e antecedendo o discurso do Presidente da Câmara Municipal, o presidente da Direção já tinha demonstrado, de forma efusiva e convicta, o seu espirito reivindicativo solicitando ao autarca alguns desejos que gostariam de ver concretizados. “No âmbito do Corpo dos bombeiros defendo mais e melhores regalias sociais para os bombeiros e uma união abrangente, apelando à Câmara Municipal de Celorico de Basto a criação do Regulamento de concessão de Regalias aos Bombeiros Voluntários de Celorico de Basto, à imagem do que tem sido feito em inúmeros Municípios deste país. Por outro lado, sendo reivindicações antigas, não quero deixar de expressar a minha mágoa por terminar o meu mandato e não ver criado um Monumento ao Bombeiro numa praça pública deste Município e, por outro lado, na toponímia da sede do concelho não ter uma rua ou avenida com a denominação de “Bombeiros Voluntários Celoricenses” e o Memorial no Cemitério de Britelo, para não deixar cair no esquecimento os homens, bombeiros falecidos em serviço, José Ferreira da Mota, Artur da Silva Pereira e Rui Miguel Monteiro Marinho Mesquita”. O presidente pediu ainda a criação de “uma Unidade Local de Formação de Bombeiros, que permita responder com maior eficácia no âmbito das operações de proteção civil”.

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Fernando Freitas lembrou todos os homens que em 1926 conseguiram erguer a Associação Humanitária Celoricense, “uma memória coletiva de homens de boa vontade, que devem ser recordados e merecedores do nosso carinho e respeito, que criaram uma Associação para servir a comunidade”. Uma associação “cada vez mais indispensável que serve a população com verdadeiro espirito de trabalho e sacrifício, independentemente das circunstâncias vividas”. E nesse sentido uma palavra de apreço a todos os bombeiros que hoje receberem as distinções honoríficas, distinções simbólicas que visam valorizar quem tudo dá a esta corporação”.

O Presidente da Direção além dos desejos que gostaria de ver cumpridos, agradeceu ao Presidente da Autarquia todos os apoios que sempre atribuiu à Associação Humanitária contribuindo para o bom funcionamento da mesma. Agradeceu também a individualidades presentes e ausentes pelo altruísmo com que brindaram e brindam os bombeiros, verdadeiros mecenas, que contribuíram e contribuem para que os bombeiros e os corpos sociais possam desempenhar as suas funções nas melhores condições.

Fernando Freitas demonstrou ainda alguma indignação face à forma como os bombeiros estão a ser tratados durante este período especialmente difícil. “Não posso deixar de demonstra a minha indignação e mágoa face à forma como o governo, durante este período particularmente difícil, tratou os bombeiros, um tratamento pautado pela indiferença e falta de sensibilidade junto de uma entidade merecedora de todo o respeito”.

Quase a finalizar, Fernando Freitas lembrou e homenageou o comandante Marinho Gomes, “um homem simples e determinado que ao longo de mais de 42 anos serviu os nossos bombeiros, o nosso saudoso comandante Marinho Gomes será sempre lembrado e continuará entre nós como uma estrela que nos guia”.

A sessão solene contou ainda com a atribuição de dois crachás de ouro da Liga dos Bombeiros Portugueses ao atual comandante, Fernando António Marinho Gomes, e ao Vice-presidente da Direção da AHBVC, Casimiro Manuel Campos Magalhães Costa.

Uma sessão que contou com a presença de várias individualidades, além dos anteriormente mencionados, refira-se o Presidente da Assembleia Geral dos Bombeiros Voluntários Celoricenses, José Marcelino Mota, o Comandante Operacional Distrital de Braga, Hermenegildo Abreu, o Vice-presidente do Conselho Executivo da Liga dos Bombeiros Portugueses, Comandante José Luís Morais e o presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Braga, Jorge Agostinho Machado além das muitas individualidades presentes nesta sessão solene dos 94 anos da fundação dos Bombeiros Voluntários Celoricenses.

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CELORICO DE BASTO CONSTRÓI CENTRO DE RECOLHA OFICIAL DE ANIMAIS DE COMPANHIA

Centro de Recolha Oficial de Animais de Companhia em fase de construção em Celorico de Basto. Obras decorrem a ritmo acelerado, com um investimento superior a 100 000 euros

Com esta obra, o Município pretende dotar o concelho de um centro de recolha moderno, com todas as condições para o acolhimento e bem-estar dos animais de companhia.

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“Este CRO pretende fomentar o bem-estar animal, promovendo a defesa da saúde animal e da saúde pública, e em simultâneo, assegurar maior segurança e tranquilidade das populações. Ao mesmo tempo, este Centro de Recolha irá contribuir para a sensibilização e consciencialização dos cidadãos para os direitos dos animais” disse Joaquim Mota e Silva, Presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto. O autarca referiu ainda que as obras estão a decorrer a bom ritmo prevendo-se a sua conclusão antes do final deste ano. 

O Centro de Recolha de Animais contará com um bloco cirúrgico para esterilização de cães e gatos, sala de enfermagem independente para tratamento e acompanhamento clínico dos animais alojados, zonas de exercício e sociabilização e área de tosquia e higienização são valências contempladas. É de ressalvar que o centro terá as condições devidas para acolher, sempre que necessário, outras espécies animais.

Esta obra tem parecer favorável da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) e foi adjudicada por 101 161,10€. Conta com um apoio de 43 782,24€, financiada por Orçamento de Estado, através de um contrato-programa assinado entre o Município de Celorico de Basto, a Direção-Geral das Autarquias Locais e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte.

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FUNDAÇÃO ANTÓNIO JOAQUIM GOMES DA CUNHA CRIA PROJETO "LAÇO BRANCO"

Laço Branco em tempos de COVID 19: Prevenir e desocultar a violência contra pessoas portadoras de deficiência

O projeto “Laço Branco” é uma iniciativa da Fundação António Joaquim Gomes da Cunha, financiada pelo Programa Operacional Inclusão Social e Empreso (PO ISE), pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), pelo Portugal 2020 (PT2020) e União  Europeia/Fundo Social Europeu (EU/FSE).

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O confinamento e subsequente isolamento social imposto pela pandemia da COVID-19 traz à superfície, de forma maximizada, alguns indicadores preocupantes relativos à violência em contexto doméstico, designadamente à violência contra a pessoa portadora de deficiência, o foco central do Projeto Laço Branco.

A Fundação António Joaquim Gomes da Cunha está preocupada com o aumento da violência doméstica motivada pela coexistência forçada, pela fragilidade económica de alguns agregados familiares, pela vulnerabilidade psicossocial das vítimas, bem como pelo conjunto de medos suscitados pela imprevisibilidade da atual situação. Neste sentido, na programação das ações ter-se-á em linha de conta o atual contexto, de modo a incidir de forma veemente sobre a problemática central do Projeto “Laço Branco”: prevenção e desocultação da violência contra a pessoa portadora de deficiência.

De facto, como refere Ana Mota, Técnica do Projeto “Laço Branco”, “a pessoa com deficiência é aquela que tem um ou mais handicaps físicos, sensoriais, mentais ou intelectuais de carácter mais ou menos permanente que, ao interagir com diversas barreiras atitudinais e do seu meio, não exerce ou pode ver-se impedida de exercer os seus direitos, inclusivamente ao nível da sua inclusão plena e efetiva na sociedade, em igualdade de oportunidades com os demais”.

O referido conceito indica-nos que, o facto de possuir uma limitação ou deficiência não configura, per si, um fator de exclusão. Contudo, quando o meio ou contexto social não aceita, não tolera e/ou não compreende esta diferença (limitação ou deficiência), aí sim surge a vulnerabilidade. De acordo com Ana Mota “é neste contexto que as pessoas portadoras de deficiência sofrem exclusão, ao nível laboral, social e, não raras vezes, sofrem de violência doméstica. Infelizmente fazemos parte de uma sociedade que é muitas vezes excludente e violenta, o que aumenta o grau de vulnerabilidade das pessoas portadoras de deficiência, nomeadamente a situações de violência”, adiantou.

De acordo com Cidália Martins, diretora técnica da Fundação, o Projeto Laço Branco tem com objetivo “prevenir a ocorrência de situações de violência doméstica contra a população portadora de deficiência, desocultando o fenómeno e trazendo-o para discussão pública, numa perspetiva de apoiar e proteger aquela população, ampliando e consolidando a intervenção já desenvolvida pela Fundação.”

A próxima ação a dinamizar será a Rede de Partilha, uma Ação dirigida a Técnicos de IPSS`s, que “pressupõe a criação de uma Plataforma de Debate, em que serão inseridas 5 IPSS`s dos concelhos de Cabeceiras de Basto e Celorico de Basto. Pretende-se dinamizar um ciclo de 3 workshop`s que contará com a presença de outras IPSS`s que darão a conhecer boas práticas e, por isso, aportarão valor acrescentado. Dentro das ações destacam-se: Abordagem Intersecional da violência doméstica contra a pessoa portadora de deficiência; Violência doméstica contra a pessoa portadora de deficiência: Identificação e Violência doméstica contra a pessoa portadora de deficiência: Intervenção”, terminou Cidália Martins.

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CELORICO DE BASTO REABRE AMANHÃ AS PISCINAS MUNICIPAIS AO AR LIVRE

Época balnear arranca amanhã em Celorico de Basto. Piscinas Municipais Descobertas da Vila de Celorico de Basto abrem amanhã, às 10h00. Piscinas Municipais descobertas de Codessoso abrem na terça-feira, da próxima semana.

Um dos principais focos de atração turística no concelho durante a época balnear estará acessível aos seus utilizadores mediante o cumprimento das normas de segurança.

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Está tudo pronto para que as piscinas Municipais ao ar livre, em Celorico de Basto, estejam em funcionamento a partir de amanhã, dia 3 de julho, com horários semelhantes aos anos anteriores mas com a frequência condicionada como forma de salvaguarda dos seus utilizadores e funcionários.

“As condições estão criadas com as devidas normas de salvaguarda para que os banhistas possam usufruir devidamente destes espaços” disse Joaquim Mota e Silva, Presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto. O autarca salienta que “este local é dos mais requisitados no concelho durante as férias de Verão pela população residente e pelos visitantes que afluem ao concelho. A sua abertura foi devidamente ponderada e estruturada para que tudo funcione plenamente mediante os condicionalismos impostos para salvaguarda de todos os utilizadores”.

As Piscinas Municipais descobertas de Boques, da vila de Celorico de Basto, abrem ao público em geral, amanhã, sexta-feira, às 10h00, encerram para almoço às 13h00, reabrem às 14h30 e encerram às 19h00. O horário é igual para todos os dias da semana com exceção da segunda-feira que abre unicamente às 14h30, sendo a manhã orientada para a manutenção do equipamento.  

As Piscinas Municipais descobertas de Codessoso abrem na próxima terça –feira, mas com salvaguardas diferentes. Irão funcionar unicamente, por marcação, na terça, quarta e quinta e ao sábado e domingo irão funcionar normalmente, sem marcação prévia, para todos os utilizadores/banhistas. À segunda e à sexta estarão encerradas. 

Plano de contingência com as normas de utilização estará disponível, a partir de amanhã, na página do Município e afixado na entrada das Piscinas Municipais ao ar livre de Celorico de Basto.