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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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VIANA DO CASTELO DANÇOU NA CATALUNHA – GRUPO DE FOLCLORE CASA DE PORTUGAL EM ANDORRA E GRUPO FOLCLÓRICO DE ALVARÃES REPRESENTARAM A NOSSA REGIÃO

Consulado-Geral de Portugal em Barcelona agradeceu a participação

“Portugal, país convidado de Firarrels!

Assim se forjam amizades, se criam cumplicidades e se estreitam laços entre povos e países. A cultura ao serviço da Diplomacia.

Um enorme agradecimento a Viana do Castelo pelo vosso compromisso e empenho neste projeto desde a primeira hora; e uma saudação muito calorosa ao povo amigo de Tivenys pela organização extraordinária desta bonita homenagem a Portugal e pela infinita hospitalidade com que nos receberam.”

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IMPRENSA DA CATALUNHA DESTACA PARTICIPAÇÃO DE VIANA DO CASTELO NO FESTIVAL DE TIVENYS EM TARRAGONA

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La ciutat portuguesa Viana do Castelo, convidada a FirArrels de Tivenys

Hi haurà mostres del Grup de Danses i Cançons de Alvarães, de vestuari tradicional i la confecció d’una catifa de sal al·lusiva a la tradicional celebració de la Romaria d’Agonia

FirArrels, la fira gastro cultural de les Terres de l’Ebre que té lloc a Tivenys (Baix Ebre) tindrà Portugal com a país protagonista. Així, els dies 19, 20 i 21 d’abril, Tivenys mostrarà la cultura i la gastronomia portuguesa i regional amb el suport del Consulado Geral de Portugal em Barcelona i la Cámara Municipal Viana Do Castelo.

Viana do Castelo, una localitat situada al nord de Portugal, és la convidada a participar en la tercera edició del FirArrels. Entre les diferents activitats i expressions culturals que Viana do Castelo portarà a Tivenys, destaquen les exposicions del Grup de Danses i Cançons de Alvarães, una mostra de vestuari tradicional, la confecció d’una catifa de sal al·lusiva a la tradicional celebració de la Romaria d’Agonia, així com diversos showcookings i proves de vins verds. A més, els visitants de la fira també podran visitar un estand de promoció turística de Viana do Castelo.

La Delegació del Govern a Portugal ha promogut la iniciativa des de l’inici donant suport a la interlocució i la gestió entre els dos ajuntaments per a la realització de l’esdeveniment. “Recomano a tothom que visiti Tivenys per conèixer de prop les tradicions portugueses, que, a més, són ben properes a les catalanes”, afirma el delegat Rui Reis. “Des de la Delegació, és una gran satisfacció poder contribuir a l’apropament entre les cultures catalana i portuguesa amb iniciatives com aquesta”, afegeix Reis.

Els ajuntaments de Tivenys i Viana do Castelo organitzen l’esdeveniment amb la col·laboració de la Delegació del Govern a Portugal.

VIANA DO CASTELO: GRUPO FOLCLÓRICO DE ALVARÃES DANÇA NA CATALUNHA – FOTOS DE SÉRGIO MOREIRA & SÍLVIA MOREIRA

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No próximo fim-de-semana, de 19 a 21 de abril, Viana do Castelo é a cidade escolhida para representar Portugal na Firarrels, cidade de Tivenys - Tarragona. E, o Grupo de Folclore de Alvarães será responsável pela mostra de etnografia e folclore Vianense, com arruadas, desfiles, espetáculo de dança e música e ainda uma exposição de trajes!

Nesta participação, além das exibições do nosso Grupo, o programa deste evento, contará também com a confeção de um Tapete de Sal alusivo à Romaria d’Agonia, showcookings pela Escola de Hotelaria e Turismo de Viana do Castelo, Provas de Vinhos Verdes comentadas pelo Solar do Louredo e ainda haverá espaço para um stand de promoção do Município de Viana do Castelo, onde serão dadas a conhecer as principais potencialidades turísticas do território.

Em Outubro de 1968, por iniciativa do seu primeiro fundador, Sr. Adelino Lário, e com o principal propósito da preservação e divulgação da etnografia de Alvarães, surgiu o Grupo Folclórico de Danças e Cantares de Alvarães. Quase sempre com a colaboração do Sindicato dos Cerâmicos de Alvarães, com a cedência de espaço para ensaios e reuniões, foi este Grupo dando os seus primeiros passos. Passados que são 39 anos, muita coisa tem acontecido de bom neste Grupo Folclórico.

Quase meio milhar de componentes, de alguma maneira, já estiveram ligados a este Grupo e quase todos eles hoje continuam a ser nossos amigos. Cerca de 1.200 actuações foram efectuadas, das quais umas 150 em diversos países por onde fomos passando.

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VIANA DO CASTELO APRESENTA NA CATALUNHA FOLCLORE, TRAJES, ROMARIA D’AGONIA, GASTRONOMIA E VINHOS

Entre os dias 19 e 21 de abril, a Câmara Municipal de Viana irá representar Portugal na Firarrels Tivenys 2024, em Espanha. Serão três dias dedicados a Portugal, onde Viana do Castelo estará em destaque num evento que terá uma programação muito completa e diversificada, com atividades que variam entre a música, o folclore, a gastronomia, conferências, ateliers, artesanato, tradições culturais.

Entre as diversas atividades e expressões culturais que Viana do Castelo levará a Tivenys, destacam-se as exibições do Grupo de Danças e Cantares de Alvarães, a Mostra de Trajes Tradicionais, a Confeção de um Tapete de Sal alusivo à Romaria d’Agonia, showcookings pela Escola de Hotelaria e Turismo de Viana do Castelo, Provas de Vinhos Verdes comentadas pelo Solar do Louredo e ainda haverá espaço para um stand de promoção do Município de Viana do Castelo, onde serão dadas a conhecer as principais potencialidades turísticas do território.

Tivenys é um município localizado na província de Tarragona, na comunidade autónoma da Catalunha. Esta participação permitirá uma troca de experiências muito enriquecedora e uma maior divulgação do nosso território, num município localizado a meio caminho entre Barcelona e Valencia, com uma situação geográfica que permite uma grande exposição aos habitantes de duas comunidades autónomas e a grandes cidades com ligações aéreas diretas diárias para Lisboa e o Porto.

A Delegação do Governo da Catalunha em Portugal promove a iniciativa desde o início com o apoio à interlocução e à gestão entre as Câmaras Municipais de Viana do Castelo e de Tivenys para a realização do evento. O festival conta também com o apoio do Consulado-Geral de Portugal em Barcelona.

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VIANENSES NO CAMPEONATO DE KARATE KYOKUSHIN DA CATALUNHA

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Decorreu no dia 7 de abril em Cerdanyola del Vallés, Barcelona, o Copa de Kyokushin da Catalunha. Participaram 5 atletas, dois treinadores, um deles árbitro também.

Foram obtidos 3 primeiros lugares e 2 segundos lugares. 

Mais do que a excelência dos resultados obtidos, continuamos apostados na formação integral dos nossos jovens, transmitindo-lhes os valores e princípios da disciplina, do respeito e dum esforço perseverante, omnipresentes na prática do Karate Kyokushin autêntico.

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CÂMARA MUNICIPAL DE VIANA DO CASTELO PRESENTE NA B-TRAVEL EM BARCELONA

A Câmara Municipal de Viana do Castelo volta a marcar presença na B-Travel – El Salón del Turismo, que acontece em Barcelona, entre os dias 15 e 17 de março, e que se apresenta como a maior feira de Espanha direcionada para um público-alvo abrangente, com elevada propensão para a realização de viagens turísticas e elevado poder de compra.

Na Feira Internacional de Barcelona, essencialmente dedicada ao turismo de experiências, estarão presentes as principais agências de viagens, operadores de cruzeiros, hotelaria, entre outras.

Assim, dando seguimento à aposta que tem vindo a ser realizada de divulgação do potencial da região, com o objetivo de captar cada vez mais visitantes e fomentar o crescimento e investimento externo, o Município de Viana do Castelo volta a integrar um evento de referência do setor, integrado no stand do Turismo do Porto e Norte de Portugal, num espaço onde estarão representados vários municípios da região Norte de Portugal.

Esta participação reveste-se de enorme importância para dar a conhecer a oferta turística diversificada e de qualidade que existe no território vianense e a variedade de experiências que os visitantes e turistas podem usufruir, ofertas que dão resposta a diferentes tipos de motivação durante todo o ano.

Em 2023, a B-Travel contou com mais de 25.400 visitantes, 118 expositores de mais de 35 países, afirmando-se como uma imperdível oportunidade na promoção turística a nível ibérico, europeu e mundial, e como um dos eventos mais marcantes da promoção turística em Espanha.

Para além de participar em diversas feiras de turismo, a autarquia, dando sequência ao trabalho de dinamização turística que tem vindo a desenvolver no âmbito da Rede Municipal de Turismo, e que envolve o Turismo de Portugal (através da Escola de Hotelaria e Turismo de Viana do Castelo), a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal, o Instituto Politécnico de Viana do Castelo, a Associação Empresarial de Viana do Castelo e a Associação Fórum Turismo, pretende, ao longo do ano, continuar a dinamizar ações destinadas aos profissionais do setor, como ações de formação integradas no Plano de Capacitação / Formação + Próxima, Programa de Valorização dos Recursos Humanos e MEETUPs – Encontros de partilha de Boas Práticas e de network intersectorial para estruturação da oferta turística, mas também promover Fam e Press Trips, visitas organizadas para dar a conhecer o território e os seus empresários, dando maior visibilidade e notoriedade ao Município.

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RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL FOI HÁ 383 ANOS!

Passam 383 anos desde a data histórica da Restauração da Independência de Portugal em relação ao domínio dos reis de Espanha. Um punhado de portugueses tomou de assalto o Paço da Ribeira, aprisionaram a Duquesa de Mântua e defenestraram o traidor Miguel de Vasconcelos. Estava proclamada a restauração da independência.

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Seguiu-se a aclamação de D. João IV, Duque de Bragança, como rei de Portugal e dava-se início a uma sucessão de batalhas militares que duraram 28 anos, com vista a consolidar a independência, as quais culminaram com a assinatura do Tratado de Lisboa de 1668. Este tratado, celebrado entre Afonso VI, de Portugal e Carlos II, de Espanha, pôs fim à Guerra da Restauração, dando lugar nomeadamente à devolução de Olivença que esteve durante 11 anos sob ocupação espanhola. Apenas a praça de Ceuta ficou na posse de Espanha.

Para o sucesso do golpe palaciano contribuíram diversos fatores internos como o descontentamento dos nobres que haviam perdido os seus privilégios e eram preteridos relativamente à nobreza castelhana; a burguesia que via o seu negócio prejudicado pela concorrência dos comerciantes ingleses, holandeses e franceses e também os constantes ataques aos navios que transportavam os seus produtos e, finalmente, o povo sobre quem recaíam cada vez mais pesados impostos.

Mas, puderam os conjurados de 1640 também contar com diversos fatores externos que se revelaram favoráveis, de entre os quais se salienta a revolta que eclodira na Catalunha em 7 de junho daquele ano, contra o centralismo imposto pelo Conde-Duque de Olivares e a presença de tropas castelhanas em território catalão. Tratou-se da “Guerra dos Segadores”, assim denominada por ter tido origem imediata na morte de um ceifeiro, a qual teve lugar entre 1640 e 1652.

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Os catalães proclamam a República Catalã em 26 de janeiro de 1641. Porém, o falecimento do seu principal chefe Pau Claris, leva a um desenvolvimento do conflito do qual resulta na incorporação de parte da Catalunha no território da França.

Tanto a revolta da Catalunha como a Restauração da Independência de Portugal contaram com o apoio do Cardeal Richelieu, o que aliás explica a defenestração – termo originado de fenêtre – de Miguel de Vasconcelos, prática muito em voga à época em todas as revoltas que ocorreram noutros países europeus. Deste modo, conseguia a França alargar as suas fronteiras políticas, fazendo-as coincidir com acidentes naturais como os Pirinéus a ocidente, o rio Reno e os Alpes a oriente, de maneira a melhor defender-se do poderio da Casa de Áustria de onde descendiam os reis de Espanha cujos domínios, no continente europeu, incluía Portugal, Nápoles, Sicília, Milão, Sardenha, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Ilhas Canárias, Maiorca, Rossilhão, Franco-Condado, para além dos reinos de Castela, Leão, Valência, Aragão e a Catalunha propriamente dita.

Com o casamento em 1469, do rei Fernando II de Aragão com Isabel I de Castela, a Catalunha vinha perdendo as suas liberdades enquanto nação soberana e jogava agora a sua oportunidade de recuperar a independência política.

Dando prioridade ao esmagamento da revolta catalã, o rei Filipe IV, de Espanha, ordena ao Duque de Bragança e a muitos nobres portugueses que o acompanhem na repressão à Catalunha, tendo-se a maior parte deles recusado a obedecer.

Enquanto a Catalunha sucumbiu perante o poderio castelhano, Portugal conseguiu sair vitorioso da guerra travada contra a Espanha que durou 28 anos e veio a confirmar a nossa independência como nação soberana, em grande medida graças à revolta catalã. Por conseguinte, possuem os portugueses uma dívida histórica aos catalães na medida em que a sua sublevação foi bem-sucedida em grande medida devido à revolta dos segadores da Catalunha.

É a privação da liberdade nacional que nos leva a atribuir-lhe maior valor, parecendo por vezes que a desprezamos sempre que a damos como garantida!

Decorridos que são 383 anos sobre tais acontecimentos históricos, eis que a Catalunha volta a aspirar à sua própria independência política. Em coerência, não podemos nós, portugueses, deixarmos de reconhecer à Catalunha e ao povo catalão o direito à liberdade que em 1 de dezembro de 1640 lográmos alcançar. Portugal e a Catalunha estão unidas por laços históricos!

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RIBEIRA DE VIANA CONFECIONA TAPETE DE SAL JUNTO À PRAÇA DE ESPANHA EM BARCELONA

Esta quarta-feira, um representante da Ribeira de Viana vai confecionar um tapete de sal junto à Praça de Espanha, na cidade de Barcelona, no âmbito do Congresso Internacional de Arte Efémera, que acontece até 31 de agosto. O evento conta com a presença de 28 grupos de todo o mundo, integrando cerca de 300 pessoas que pretendem candidatar a arte efémera a Património Imaterial da UNESCO, sendo Viana do Castelo a única cidade portuguesa presente.

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Neste contexto, esta quarta-feira, na Plaza Puig i Cadafalch, João Chavarria, morador na Rua Monsenhor Daniel Machado, representante de Viana do Castelo na conferência, participará no II Encontro Internacional de Tapetes e confecionará o tapete de sal com 1,5 metros de diâmetro, com a marca de Viana e pormenores do bordado regional certificado pela Câmara Municipal de Viana do Castelo.

Nesse dia, cada um dos grupos presentes no congresso vai preparar um pedaço do seu tapete, simbolizando o conceito de uma árvore genealógica.

A história da Romaria em Honra de Nossa Senhora da Agonia, nomeadamente os tapetes de sal preparados pelas gentes da Ribeira de Viana, estão no mapa da arte efémera, tendo sido reconhecidos pelos outros países e bastante elogiados.

“Nesta conferência percebemos como também lá fora valorizam a nossa arte popular da confeção dos Tapetes de Sal, integrada na Romaria d’ Agonia. Surpreendentemente, já muitos dos presentes conheciam os nossos tapetes de sal”, desvenda João Chavarria.

“Sentimos que Viana do Castelo e a ribeira estão no mapa da arte popular. Aqui defendem o que também nós sempre defendemos, que esta arte deve ser mantida pelas pessoas de forma voluntária e por amor à camisola, pois só assim fará sentido e só assim se poderá garantir a continuidade da tradição. Estamos orgulhosos em nome de Viana do Castelo por sermos reconhecidos num local onde estão representadas artes dos quatro cantos do mundo”, conclui.

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FAMALICÃO: Pol Batlle e RITA PAYÉS TRAZEM SONORIDADE DA CATALUNHA AO DEVESA SUNSET

Ciclo de concertos intimistas arranca esta sexta-feira, 4 de agosto, no Parque da Devesa

É com os catalães Pol Batlle e Rita Payés que Vila Nova de Famalicão vai dar as boas-vindas a mais uma edição do Devesa Sunset.

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Os concertos intimistas ao pôr do sol regressam esta sexta-feira, 4 de agosto, ao Parque da Devesa. Cassete Pirata, Bia Maria & Carlos Sanches e Salvador Sobral compõem o restante cartaz da iniciativa, promovida pela autarquia local.

O compositor e cantor Pol Batlle apresenta-se ao público português com o seu primeiro disco - Salt Mortal - produzido pelo galardoado Grammy Latino Juan Berbín. Acompanhado pela voz inconfundível de Rita Payés, a tour de apresentação do álbum já passou por países como Espanha e Itália.

Dia 11, o Devesa Sunset recebe um nome seguro da cena indie portuguesa, os Cassete Pirata. Formados por Pir (voz e guitarra), João Pinheiro (bateria), António Quintino (baixo), Joana Espadinha (teclas e voz) e Margarida Campelo (teclas e voz), os Cassete Pirata deram-se a conhecer em 2017 através de um EP homónimo produzido por Benjamim, que viria também a produzir os primeiros álbuns da banda, “A Montra”, em 2019, e “A Semente”, em 2021. Para a temporada de 2023, os Cassete Pirata trazem novos singles, estando já de olhos postos no futuro e no próximo trabalho discográfico.

No dia 18 de agosto é a vez de Bia Maria & Carlos Sanches subirem ao palco do Devesa Sunset. Unidos pela vontade de contar histórias através de canções, Bia Maria e Carlos Sanches cruzaram caminhos pela primeira vez em 2021 e não mais deixaram de colaborar juntos. Considerados nomes emergentes no panorama musical português, ambos têm trilhado caminho por salas e festivais nacionais. Depois dos EPs lançados em 2022, com Bia a desvendar “Do Roberto” (considerado um dos melhores do ano pela crítica) e Carlos “A Migração das andorinhas (com menção honrosa nos prémios “Novos Talentos Fnac” com “Clara em Contraluz”), este concerto celebra o encontro de estilos e vivências, mas sobretudo a amizade.

O Devesa Sunset encerra no dia 25 de agosto com Salvador Sobral. O músico português junta mais uma vez os guitarristas André Santos e Manuel Rocha para um concerto inédito que revisita o seu último álbum “bpm” e descortina um pouco de “Timbre”, o próximo registo de originais com edição marcada para 29 de setembro. 

O Devesa Sunset realiza-se desde 2015, acontece todas as sextas-feiras do mês de agosto, num ambiente descontraído que leva a cultura ao encontro da natureza. Os concertos decorrem junto ao lago do Parque da Devesa, têm início às 19h00 e entrada livre.

CERVEIRA ANALISA GEMINAÇÃO CULTURAL COM MUNICÍPIO CATALÃO DE CERVERA

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Rui Teixeira, e as vereadoras Carla Segadães e Sónia Guerreiro, receberam, na sexta-feira, uma comitiva oriunda do município espanhol de Cervera (província de Lérida), com o intuito de avançar com uma parceria institucional. A dinâmica cultural é, desde já, o elemento mais convergente entre ambos os municípios, com a Bienal Internacional de Arte de Cerveira a ser o evento mais referenciado.

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Ramon Font, antigo correspondente da RTVE em Portugal, acompanhado por Joan Puig i Torres e Xavier Sanz i Pereta, foram os mensageiros de uma carta do Alcalde Joan Santacana endereçada a Rui Teixeira, na qual realça as várias semelhanças entre Cervera e Cerveira, desde logo a partilha do mesmo nome, mas também o facto do número de habitantes ser muito similar (cerca de 9 mil) e os brasões coincidirem na ostentação da figura do cervo. Não obstante, Cerveira e Cervera têm origem medieval, são terras de fronteira e orgulham-se de ter um Castelo, elemento de defesa do território.

Para o Presidente da Câmara Municipal da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Rui Teixeira, “este primeiro contacto presencial permitiu aferir mais detalhadamente quais as áreas mais coincidentes entre os municípios, concluindo-se que há muita matéria propícia à criação de sinergias profícuas para o futuro”. A primeira abordagem incide na possibilidade de se estabelecer relações culturais e uma efetiva troca de experiências, “sendo a Bienal Internacional de Arte de Cerveira encarada como a oportunidade para uma aproximação inicial entre os dois municípios, não descurando boas perspetivas comerciais e industriais”.

Rui Teixeira explica que o homólogo de Cervera expressou vontade em ter a participação de Vila Nova de Cerveira na comemoração dos mil anos da atribuição da Carta de Población a Cervera (1026), na qual a condessa de Barcelona, Ermessenda, entregara as terras a três famílias de colonos, promovendo a fixação de pessoas em Cervera. “Trata-se de um acontecimento histórico muito importante e seria uma honra marcar presença e partilhar algumas das nossas semelhanças”, sublinha.

Além da Universidade e do seu núcleo histórico, Cervera é conhecida pelo forte impulso cultural e artístico, consubstanciado em diversas atividades com destaque para o AQUELARRE e o Festival Internacional de Música, e na Casa Museu Duran i Sanpere.

Cervera é a capital da comarca de Segarra, localizando-se entre a colina de Les Savines e a ribeira de Ondara, na província de Lérida, comunidade autónoma da Catalunha. Tem 55,2 km² de área e em 2021 tinha 9 328 habitantes.

De relembrar que Vila Nova de Cerveira tem formalizada uma geminação com o concelho vizinho de Tomiño, da Galiza, cuja Eurocidade foi formalmente constituída em 2016.

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BARCELOS MOSTRA POTENCIALIDADES NA FEIRA DE TURISMO DE BARCELONA

O Município de Barcelos está representado, pela primeira vez, na BTravel Barcelona, uma das mais prestigiadas feiras de turismo internacionais, que decorre na capital da Catalunha de hoje até 26 de março.

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Depois ter estado presente  na BTL (Bolsa de Turismo de Lisboa), Barcelos continua a sua estratégia de promoção territorial, mostrando as potencialidades turísticas do concelho, afirmando-se como destino multifacetado, com particular destaque para a distinção de Cidade Criativa da UNESCO, mas também como território favorável para experiências de turismo de natureza, turismo histórico, patrimonial e turismo cultural.

Esta presença em Barcelona é também uma excelente oportunidade para divulgar a Festa das Cruzes, primeira grande romaria do Minho e cartaz de excelência de tradição, religiosidade, cultura e lazer.

Sublinhe-se que a BTravel é uma feira direcionada para um público-alvo com elevada propensão para realizar viagens turísticas e com elevado poder de compra. A feira tem um formato muito orientado para as experiências turísticas do visitante que deseja personalizar as suas viagens em função de motivações, valorizando ofertas diferenciadoras, autênticas e exclusivas.

Nesta perspetiva, o Município de Barcelos, inserido no stand da entidade regional Porto e Norte de Portugal, proporciona aos visitantes do certame ações criativas e experiências lúdicas, caso da pintura de galos de Barcelos. A programação de divulgação integra também provas de gastronomia e vinhos, ações de promoção do artesanato, dos Caminho de Santiago, dos percursos pedestres, da Feira de Barcelos e dos diferentes agentes económicos ligados ao setor, designadamente unidades de alojamento e de restauração e os promotores de animação turística.

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TURISMO DO PORTO E NORTE DE PORTUGAL PARTICIPA EM BARCELONA NA B TRAVEL SHOW

O Turismo do Porto e Norte de Portugal vai participar na B Travel Show, uma feira que se realiza em Barcelona, entre 24 e 26 de março, e direcionada para um público-alvo com elevada propensão para realizar viagens turísticas e com elevado poder de compra.

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Esta feira apresenta um apelativo formato mais orientado para as experiências turísticas do visitante que deseja personalizar as suas viagens em função das motivações, valorizando ofertas diferenciadoras, autênticas e exclusivas.

Decorrente dos elevados fluxos que promove, esta feira afirma-se como uma referência na promoção turística a nível ibérico, europeu e mundial e é um dos eventos mais marcantes da promoção turística em Espanha. Destaque para a presença de todos os sub-destinos turísticos espanhóis e uma boa parte dos grandes destinos turísticos mundiais, dos cinco continentes.

Uma relevante participação com um conjunto de parceiros públicos e privados, cuja estratégia de promoção assenta nos quatro sub-destinos (Douro, Minho, Porto e Trás-os-Montes), com um desígnio comum de uma promoção em escala e diferenciada do Porto e Norte de Portugal como destino turístico com crescente prestígio.

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POTENCIALIDADES TURÍSTICAS DE VIANA DO CASTELO APRESENTADAS NA FEIRA INTERNACIONAL DE BARCELONA

O Município de Viana do Castelo volta a marcar presença em Barcelona, na maior Feira de Espanha destinada ao público viajante, a B-Travel – El Salón del Turismo, que acontece entre os dias 24 e 26 de março. Decorrente dos elevados fluxos de visitantes que acolhe, este certame afirma-se como uma referência na promoção turística a nível ibérico, europeu e mundial, e um dos eventos mais marcantes da promoção turística em Espanha.

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A participação vianense acontece integrada no stand da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal, no Recinto Montjuïc, Pavilhão 8, Nivel 0, Calle B, com o stand nº 177.

Na Feira Internacional de Barcelona, essencialmente dedicada ao turismo de experiências, estarão presentes as principais agências de viagens, operadores de cruzeiros, hotelaria, entre outras.

Nesta participação, o Município de Viana do Castelo dará destaque à informação do turismo de natureza, à gastronomia e vinhos, turismo ativo e desportivo, turismo cultural e turismo monumental e religioso, especialmente com a promoção do Caminho Português da Costa.

Em 2023, Viana do Castelo, estará ainda presente na Expovacaciones (Bilbao), na Expocidades – Mostra de Turismo das Cidades do Eixo Atlântico (Valongo), na FIA – Feira Internacional de Artesanato (Lisboa), no XANTAR – Salão Internacional de Turismo Gastronómico (Ourense) e na INTUR – Feira Internacional de Turismo do Interior (Valladolid).

Estas participações revestem-se de enorme importância para dar a conhecer a oferta turística diversificada e de qualidade que existe neste destino e a variedade de experiências que os visitantes e turistas podem usufruir, ofertas que dão resposta a diferentes tipos de motivação durante todo o ano.

TEATRO DE BALUGAS NA CATALUNHA PARA O MAIOR FESTIVAL DE TEATRO AMADOR EUROPEU

O espetáculo “Raposos” do Teatro de Balugas foi selecionado para o FITAG - Festival Internacional de Teatre Amateur de Girona (Espanha), e estará em cena, esta quinta-feira, no Teatre Municipal de Girona. O certame, que conta com 29 companhias de várias partes do mundo, como Espanha, Colômbia, Argentina, México, Peru, Suíça, Ucrânia e Portugal, recebe a companhia de teatro de Balugães (Barcelos).

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Depois de ter marcado presença, no ano passado, no Mondial du Théâtre (Mónaco), o mais importante festival de teatro amador do mundo, o Teatro de Balugas este ano participa no maior festival de teatro amador europeu.

A peça de teatro “Raposos”, distinguida em 2020 pelo Guia dos Teatros como “Melhor Espetáculo Não Profissional”, é uma vez mais premiado internacionalmente, depois de ter sido uma das quatro obras finalistas nomeadas, em 2021, para Melhor Espetáculo Internacional nos prémios ESCENAMATEUR, da Confederação de Teatro Amador em Espanha. Foi também, este ano, um dos trabalhos finalistas do Concurso Nacional de Teatro - Ruy de Carvalho.

O trabalho artístico, com texto e encenação de Cândido Sobreiro, é um alerta sobre a propriedade da terra e os seus elementos naturais. A peça fala-nos de uma barragem abandonada na construção, que não passou o tamanho das portadas da igreja da localidade, ao contrário das grandes barragens que engoliram aldeias inteiras. Nesta história, o rio, pressentindo tamanha clausura, secou. Entre as árvores cortadas e a aldeia abandonada, os que ficaram, entre homens e bichos, tudo tentam para encontrar o rio novamente, algum sinal de água. Esta é uma procura efabulada sobre esconderijos, animais e homens antigos.

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VIANA DO CASTELO PARTICIPA NA FEIRA DE TURISMO B-TRAVEL EM BARCELONA

Entre os dias 1 e 3 de abril, a Câmara Municipal de Viana do Castelo volta a marcar presença numa das mais prestigiadas feiras de turismo internacionais, a B-Travel - El Saló de Turisme, que decorre na Fira de Barcelona.

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No salão especializado em turismo de experiências irão participar entidades regionais de turismo, agências de viagens, operadores turísticos, hotelaria, operadores de cruzeiros, companhias de transportes e empresas de serviços turísticos, entre outros.

Após alguns anos de interregno, a autarquia vianense volta, assim, a apostar na promoção turística em Barcelona e regressa ao certame catalão integrando o espaço da Entidade de Turismo do Porto e Norte de Portugal, no Pavilhão 1 - Calle G, com o stand nº 736.

Com o objetivo de apresentar as potencialidades turísticas de Viana do Castelo, o Município irá promover reuniões com profissionais e terá em destaque a informação sobre a oferta turística de Viana do Castelo, nomeadamente turismo de natureza, turismo ativo e desportivo, turismo cultural e turismo monumental e religioso, especialmente com a promoção do Caminho Português da Costa recentemente certificado.

Recorde-se que, este ano, o Município de Viana do Castelo retomou a presença estratégica em Feiras de Turismo, estando previsto, para o presente ano, ainda a participação na Expovacaciones (Bilbao), na Expocidades – Mostra de Turismo das Cidades do Eixo Atlântico (Ferrol), na FIA – Feira Internacional de Artesanato (Lisboa) e no XANTAR – Salão Internacional de Turismo Gastronómico (Ourense).

Nestes certames, o Município de Viana do Castelo integra representações com a Entidade Regional de Turismo Porto e Norte, o Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular e o Consórcio Minho IN, mas também estará presente em alguns certames com stand próprio.

A pandemia fez aumentar a procura dos turistas pelo contacto com a natureza, a realização de atividades ao ar livre, destinos menos massificados e com cultura tradicional, dando preferência a locais de proximidade e em ambiente controlado, estando a segurança e a higiene no centro das decisões de escolha de destino de férias. Como Viana do Castelo reúne condições para dar resposta a este novo perfil de turista, estas participações revestem-se de enorme importância para a promoção e divulgação deste destino.

RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL FOI HÁ 379 ANOS!

Portugal e a Catalunha estão unidas por laços históricos!

Passam 379 anos desde a data histórica da Restauração da Independência de Portugal em relação ao domínio dos reis de Espanha. Um punhado de portugueses tomou de assalto o Paço da Ribeira, aprisionaram a Duquesa de Mântua e defenestraram o traidor Miguel de Vasconcelos. Estava proclamada a restauração da independência.

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Seguiu-se a aclamação de D. João IV, Duque de Bragança, como rei de Portugal e dava-se início a uma sucessão de batalhas militares que duraram 28 anos, com vista a consolidar a independência, as quais culminaram com a assinatura do Tratado de Lisboa de 1668. Este tratado, celebrado entre Afonso VI, de Portugal e Carlos II, de Espanha, pôs fim à Guerra da Restauração, dando lugar nomeadamente à devolução de Olivença que esteve durante 11 anos sob ocupação espanhola. Apenas a praça de Ceuta ficou na posse de Espanha.

Para o sucesso do golpe palaciano contribuíram diversos fatores internos como o descontentamento dos nobres que haviam perdido os seus privilégios e eram preteridos relativamente à nobreza castelhana; a burguesia que via o seu negócio prejudicado pela concorrência dos comerciantes ingleses, holandeses e franceses e também os constantes ataques aos navios que transportavam os seus produtos e, finalmente, o povo sobre quem recaíam cada vez mais pesados impostos.

Mas, puderam os conjurados de 1640 também contar com diversos fatores externos que se revelaram favoráveis, de entre os quais se salienta a revolta que eclodira na Catalunha em 7 de junho daquele ano, contra o centralismo imposto pelo Conde-Duque de Olivares e a presença de tropas castelhanas em território catalão. Tratou-se da “Guerra dos Segadores”, assim denominada por ter tido origem imediata na morte de um ceifeiro, a qual teve lugar entre 1640 e 1652.

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Os catalães proclamam a República Catalã em 26 de janeiro de 1641. Porém, o falecimento do seu principal chefe Pau Claris, leva a um desenvolvimento do conflito do qual resulta na incorporação de parte da Catalunha no território da França.

Tanto a revolta da Catalunha como a Restauração da Independência de Portugal contaram com o apoio do Cardeal Richelieu, o que aliás explica a defenestração – termo originado de fenêtre – de Miguel de Vasconcelos, prática muito em voga à época em todas as revoltas que ocorreram noutros países europeus. Deste modo, conseguia a França alargar as suas fronteiras políticas, fazendo-as coincidir com acidentes naturais como os Pirinéus a ocidente, o rio Reno e os Alpes a oriente, de maneira a melhor defender-se do poderio da Casa de Áustria de onde descendiam os reis de Espanha cujos domínios, no continente europeu, incluía Portugal, Nápoles, Sicília, Milão, Sardenha, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Ilhas Canárias, Maiorca, Rossilhão, Franco-Condado, para além dos reinos de Castela, Leão, Valência, Aragão e a Catalunha propriamente dita.

Com o casamento em 1469, do rei Fernando II de Aragão com Isabel I de Castela, a Catalunha vinha perdendo as suas liberdades enquanto nação soberana e jogava agora a sua oportunidade de recuperar a independência política.

Dando prioridade ao esmagamento da revolta catalã, o rei Filipe IV, de Espanha, ordena ao Duque de Bragança e a muitos nobres portugueses que o acompanhem na repressão à Catalunha, tendo-se a maior parte deles recusado a obedecer.

Enquanto a Catalunha sucumbiu perante o poderio castelhano, Portugal conseguiu sair vitorioso da guerra travada contra a Espanha que durou 28 anos e veio a confirmar a nossa independência como nação soberana, em grande medida graças à revolta catalã. Por conseguinte, possuem os portugueses uma dívida histórica aos catalães na medida em que a sua sublevação foi bem-sucedida em grande medida devido à revolta dos segadores da Catalunha.

É a privação da liberdade nacional que nos leva a atribuir-lhe maior valor, parecendo por vezes que a desprezamos sempre que a damos como garantida!

Decorridos que são 375 anos sobre tais acontecimentos históricos, eis que a Catalunha volta a aspirar à sua própria independência política. Em coerência, não podemos nós, portugueses, deixarmos de reconhecer à Catalunha e ao povo catalão o direito à liberdade que em 1 de dezembro de 1640 lográmos alcançar. Portugal e a Catalunha estão unidas por laços históricos!

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PROFESSORES DA EPATV VÃO A BARCELONA DESENVOLVER ROBÓTICA

EPATV 4.0 – professores da EPATV vão a Barcelona desenvolver Robótica para a Aprendizagem em projeto Erasmus+

Três professores da Escola Profissional Amar Terra Verde frequentaram em Barcelona, entre os dias 18 e 22 de fevereiro, um evento de formação conjunta de pessoal integrado no projeto Erasmus+ de Cooperação para a Inovação e partilha de Boas Práticas, “VET New Methodologies”. 

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Nesta formação, que contou com a participação de escolas profissionais de Espanha, Itália, Portugal e Turquia, trabalharam-se aspetos teóricos e práticos da montagem e afinação de um braço robótico 3D, que é o ponto de partida para o desenvolvimento conjunto de metodologias de Aprendizagem Baseadas em Projetos – modelo inovador de ensino e aprendizagem que assenta em conceitos/conteúdos, atividades, princípios e resultados de uma ou mais disciplinas em que o aluno é incentivado à construção autónoma do seu próprio saber, através de atividades de pesquisa para resolução de problemas e de outras tarefas relevantes, que culmina em produtos concretos.

Esta mobilidade foi bem-sucedida, já que os professores que nela participaram adquiriram novas competências que enriquecerão as práticas pedagógicas através de metodologias educacionais inovadoras, assim como, os conteúdos curriculares.

O próximo encontro, decorrerá em Lecce, Itália, na forma de uma reunião transnacional, no decurso da qual os coordenadores de cada país efetuarão o balanço das atividades realizadas e delinearão as próximas etapas.

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NACIONALISTAS GALEGOS DEFENDEM A LÍNGUA PORTUGUESA QUE É TAMBÉM O SEU IDIOMA – O GALEGO!

Os nacionalistas gelagos estão a optar por escrever sob a ortografia portuguesa e, desse modo, deixarem de fazê-lo através das regras ortográficas do castelhano que é a língua oficial de Espanha. A iniciativa não é inética uma vez que o deputado nacionalista no Parlamento Europeu, Camilo Nogueira Román, o fazia como uma forma de se exprimir em liberdade no seu próprio idioma – o galego reintegrado ou seja, o galego-português – algo que estava impedido de fazê-lo nas cortes de Madride.

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Contudo, a generalização desta prática que está agora a verificar-se contribui para a afirmação da Galiza no contexto internacional uma vez que o galego – ou português – constitui o idioma oficial de 9 países independentes, para além de numerosos territórios e comunidades espalhadas pelo mundo de que Macau, Malásia e a antiga Índia Portuguesa serão as mais relevantes! – abrangendo quase 300 milhões de falantes. Refira-se ainda que se trata de uma língua e franca expansão em virtude de alguns dos países de expressão portuguesa serem actualmente países economicamente emergentes.

Para além desta opção que rompe com o “isolacionismo” imposto pelo castelhano que o remete o galego a um dialecto insignificante quando, desde os cancioneiros trovadorescos da Idade Média já consituía uma língua nacional – ainda a Espanha estava muito longe de se concretizar como um país! – esta iniciativa constitui uma afirmação de identidade da Galiza onde também o insígne poeta autor de Os Lusíadas teve as suas raízes.

Para além das suas afinidades linguísticas, históricas e culturais, a Galiza deveria formar com Portugal um único corpo, sob a forma confederal ou outra qualquer. Sob as muralhas do castelo – Castela! – escondem-se sempre as masmorras onde se mantêm aprisionadas as nacionalidades da Galiza, Catalunha, Euskadi, Canárias, Ceuta e até o território português de Olivença.