Projetada em 1890, pelo Conde de Arnoso, engenheiro de profissão, que a designou por “casa minhota”. É a primeira casa de “estilo português” a ser construída na vila de Cascais. Nela se reuniram o grupo Vencidos da Vida, constituído, entre outros, pelo proprietário da casa, Eça de Queirós e Ramalho Ortigão.
Foi um CRAV já com o seu destino definido nesta fase da divisão de honra, num grupo A onde as posições de quem vai jogar no grupo do titulo ou no grupo da manutenção na segunda fase praticamente definidas, só uma conjugação quase milagrosa de resultados poderia ainda vir a alterar tal destino. Assim no grupo A Agronomia e Cascais, dois primeiros do grupo, jogarão no grupo do título e CRAV e CDUP ir-se-ão defrontar no grupo que vai disputar a manutenção na divisão de honra.
A equipa do CRAV contou neste jogo com, finalmente, algum dos seus reforços, que ainda não tinham jogado esta temporada, apesar de, ainda assim, a equipa técnica arcuense não ter ainda conseguido ter o plantel completamente disponível com algumas ausências por questões laborais.
O Cascais, como favorito começou o jogo a pressionar a equipa da casa, tentando resolver o jogo nos minutos iniciais. E nos primeiros minutos parecia que iria conseguir os seus intentos, com superioridade na formação ordenada, conseguiu empurrar o CRAV para a a sua área de validação, beneficiando de faltas que a primeira linha arcuense ia cometendo ao tentar igualar o adversário, e logo nos primeiros minutos, no seguimento de uma dessas formação ordenada marcou o seu primeiro ensaio, não convertido. No estádio ficou a sensação que ou o CRAV melhorava rapidamente a sua prestação na fases estáticas ou iria sair vergado com um resultado pesado.
No entanto os minhotos responderam e igualaram os seus adversários no jogo aberto, não permitindo grandes veleidades aos da linha, que só nas formações ordenadas e alinhamentos conseguiam muito claramente se superiorizar ao CRAV. Ainda assim ligeiro ascendente territorial dos homens da linhas que conseguiram que o jogo decorresse quase sempre no meio campo arcuense. O CRAV teve sempre dificuldades em ter posse de bola perto da linha de ensaio dos de Cascais, graças a um alinhamento pouco eficiente e a uma formação ordenada com muitas dificuldades ao longo da partida. Num jogo muito disputado chegou-se ao intervalo com 0-5 para os forasteiros.
Na segunda parte a toada não se alterou, jogo equilibrado, de muita luta física, mas disputado mais no meio campo arcuense que só algumas vezes conseguiu ter posse de bola com qualidade no meio campo do Cascais. A explicação está mais uma vez nas dificuldades sentidas nas formações ordenadas e alinhamentos que não serviram como lançamento estável para as jogadas dos minhotos. Com dois ensaios um a meio da segunda parte e outro nos minutos finais, obra da boa formação ordenada do Cascais, estes sentenciaram o jogo nos 0-19 finais. O CRAV finalmente esta época conseguiu dar uma pequena amostra da sua qualidade contra uma equipa com ambições maiores que as suas. Ainda assim conseguiu jogar de igual para igual com os seus adversários, criando-lhes inúmeras dificuldades, com as quais não estariam à espera, sendo que só nos minutos finais o jogo tendeu definitivamente para o Cascais, graças novamente ao mau jogo arcuense na formação ordenada.
Decorreu no dia 04 de novembro em Cascais, mais uma prova do calendário oficial da Federação Nacional de Karate-Portugal, o KARATE OPEN VILA DE CASCAIS. O atleta da BAKE, Joninhas Vilar, júnior -55 kg, a competir em júnior -63 kg, sagrou-se campeão. Foram 10 pontos marcados e nenhum sofrido!
Crianças e Jovens Bracarenses com férias diferentes em Cascais
‘Sol e Mar, sonhar e viver mais de Braga a Cascais’ foi o lema do campo de férias repleto de actividades inesquecíveis para um grupo de 20 crianças e jovens Bracarenses.
Os seis dias passados na Fundação ‘O Século’ foram recheados de histórias, sorrisos, mimos, conselhos e abraços que só num contexto como este é possível entender e trabalhar. Os profissionais voluntários que apoiaram o projecto marcaram diferença na vida de cada um dos participantes, enriquecendo-a um pouco mais.
“Para a maioria dos participantes, foi a primeira vez que viajaram de comboio, visitaram Lisboa, Cascais, o Oceanário de Lisboa ou o Estádio da Luz. Foi igualmente a primeira vez que passaram uma temporada longe da sua residência habitual e é muito gratificante poder contribuir para felicidade destes jovens”, referiu Firmino Marques, vice-presidente da Câmara Municipal de Braga.
Segundo o Autarca, com este projecto o Município de Braga pretende “continuar a marcar a diferença na realização dos sonhos dos mais novos, enriquecendo as suas experiências de forma feliz e saudável”, explicou Firmino Marques sublinhando que “mesmo em tempo de férias, é necessário continuar a desenvolver politicas sociais amigas das famílias e de grande impacto junto de quem mais precisa”.
Esta iniciativa, promovida pelo Município de Braga, através do Pelouro da Acção Social em parceria com o Município de Cascais, proporciona actividades de carácter educativo, cultural, desportivo e recreativo a crianças e jovens sinalizados na Comissão de Crianças e Jovens em risco de Braga (CPCJ) e instituições de acolhimento residencial do Concelho de Braga, nomeadamente do Colégio de S. Caetano, Oficinas de S. José e Instituto Monsenhor Airosa. Este projecto contou, ainda, com a parceria de empresas de Braga, no âmbito das suas políticas de responsabilidade social envolvendo dezenas de voluntários.