PLANTA DA REGIÃO DO MINHO E DO GERÊS DESDE VILA VERDE ATÉ PONTE DA BARCA NOS COMEÇOS DO SÉCULO XX

Fonte: Arquivo Municipal de Lisboa
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Fonte: Arquivo Municipal de Lisboa
Provincia de Entre Douro e Minho / sculp. Laurent. - Escala [ca 1:670000]. - [S.l. : s.n., ca 1760?]. - 1 mapa : gravura, p&b com traçados aguarelados ; 24,90x17,80 cm, em folha de 27,10x18,20 cm
Fonte: Biblioteca Nacional de Portugal

PORTUGAL. Direcção Geral dos Trabalhos Geodésicos
Plano hydrographico da barra e porto do rio Lima e costa adjacente : Costa Oeste de Portugal : Oceano Atlântico Norte / levantado em 1865 sob a direcção do Cons[elheir]o F. Folque ; pelo Engenheito Hydrographo D. Carlos de Vasconcellos e Noronha ; coadjuvado pelo Tenente do Exercito, A. G. T. Ferreira ; P. Rebello, B. Mesquita, Samora, J. Mesquita e Martins gr[avaram]. - Escala 1:5000. - [Lisboa] : Direcção Geral dos Trabalhos Geodésicos, 1886. - 1 mapa : litografia, p&b ; 76,00x115,50 cm, em folha de 94,00x124,50 cm
Fonte: Biblioteca Nacional de Portugal

CHIAS Y CARBO, Benito, fl. 1900-1938?
Mapa de la provincia de Minho : Vianna do Castelo, Braga : cartas chorographicas / cuidadosamente executadas por pessoal technico sob a direcção do capitão de engenheiros do exército hespanhol D. Benito Chias y Carbó ; J[oa]q[ui]n Ribera Dº ; J. Soler Gº ; Litografía Martí Campaña. - Escala [ca 1:330000], 40 Kilómetros [sic] = [12,0 cm]. - Barcelona : Alberto Martin, [ca 1925]. - 1 mapa : litografia, color. ; 43x34 cm., dobrado em capa, 19x12 cm
Fonte: Biblioteca Nacional de Portugal


Conhecido como Mapa da cidade de Braga de Georg Braun por integrar a obra Civitates Orbis Terrarum, daquele autor. Consiste na primeira ilustração geral conhecida para a cidade de Braga. Mandado executar pelo arcebispo D. Frei Agostinho de Jesus.
Fonte: Arquivo Distrital de Braga


Fonte: Biblioteca Nacional do Brasil
Plataforma digital MACB – Mapeamento Artístico e Cultural de Barcelos disponível a 17 agosto no site do Município
O Município de Barcelos aprovou na reunião de câmara de 26 de junho a implementação da plataforma “Mapeamento do Setor Artístico-Cultural”, um plano de ação para a cultura e para os agentes culturais e artistas barcelenses que consiste no levantamento da comunidade artística barcelense através de uma plataforma digital de recolha de dados.
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Nesse sentido, de 17 de agosto a 14 de setembro, os artistas barcelenses vão poder inscrever-se através da plataforma digital de recolha de dados com o preenchimento de um formulário no site do Município de Barcelos.
Esta iniciativa tem como principais objetivos: recolher informação sobre os intervenientes nas diversas áreas da cultura; tratar os dados recolhidos para potenciais apoios e/ou contratações e candidaturas; conhecer de forma aprofundada a composição do tecido cultural e artístico barcelense; incentivar os artistas apoiando-os no seu processo criativo e encorajando-os à permanência no tecido cultural do concelho; reconhecer o trabalho desenvolvido em diferentes áreas culturais.
O setor artístico-cultural será mapeado por áreas temáticas, nomeadamente artistas e outros agentes culturais, naturais ou residentes ou que exerçam atividades culturais regulares no concelho de Barcelos há pelo menos um ano, naturais do concelho de Barcelos que residam fora do concelho.
As áreas são as seguintes: música, teatro, dança, cinema/audiovisuais, fotografia/vídeo, stand up, magia, artes circenses, artes digitais, artes plásticas e visuais, outras com interesse cultural.
Esta iniciativa tem um papel especialmente importante tendo em conta a atual situação pandémica e os impactos que estão a causar em todos os sectores de atividades, nomeadamente no da cultura, mas pretende ser um processo contínuo e com novas áreas de intervenção no futuro.
Sob o título em epígrafe, publicou o Portal do Folclore Português um artigo que mereceu da nossa parte o comentário que a seguir se transcreve.
“Antes das províncias que se mencionam neste artigo, e que remontam ao Estado Novo, existiram as províncias estabelecidas pela Primeira República, imediatamente após a sua implantação e, curiosamente, antes da aprovação da Convenção Ortográfica de 1911, razão pela qual ainda é utilizada a ortografia anterior nos respectivos mapas.
A preocupação era meramente administrativa, a fim de substituir a divisão distrital que vinha do tempo do liberalismo (ao contrário do que refere o artigo), tendo o Estado Novo inventado “províncias” que na prática nunca existiram enquanto tal.
Até 1974, apenas existiram Juntas Distritais que reuniam os respectivos presidentes de câmara com o governador civil do respectivo distrito a fim de encurtar a distância em relação ao poder central, ao Terreiro do Paço como era comum dizer-se.
Mas muitos autarcas corriam directamente para os ministérios que os recebiam, deixando os governadores civis desautorizados… e reduzindo as suas competência à área da Administração Interna.
O actual regime previu na Constituição a extinção dos cargos de governadores civis e consequentemente dos distritos, não sem antes criar as chamadas regiões administrativas (Regionalização).
Acabou com umas e não criou outras… os distritos apenas permanecem como círculos eleitorais, o que só contribui para ampliar o entorse que é provocado pelo método de Hondt.
Mas, recuando no tempo, a divisão administrativa (e militar) teve por base a identidade história e geográfica (e também etnográfica) pelo que, a norte do rio Douro, sempre existiu a Comarca d’Entre-o-Douro-e-Minho… o Douro Litoral foi porventura uma das invenções mais estapafúrdias do Estado Novo!”
Carlos Gomes
Fonte: https://folclore.pt/portugal-antiga-divisao-provincias/4/
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Mapa dos Descobrimentos Portugueses possui versão corrigida
Circula com frequência em diversos sites e nas redes sociais um “Mapa dos Descobrimentos Portugueses” que desde há vários anos foi retirado de circulação.

O referido mapa, aliás de grande qualidade artística, foi em tempos produzido por profissionais ligados ao Museu de Marinha, procurando reproduzir o conjunto de navegações e domínios portugueses espalhados pelo mundo. Não constitui, pois, uma carta original de algum navegador ou cartógrafo ligado às navegações quinhentistas.
Porém, como na melhor das obras cai a nódoa, um imprevisto e quase insignificante salpico condenou o trabalho efectuado, sem contudo desmerecer o talento artístico e o conhecimento histórico de quem o realizou. Tratou-se da apresentação no Pólo Norte de um pinguim, sugerindo a existência deste espécie numa região do globo onde na realidade não existe.
Ciente do erro, o Museu de Marinha retirou já há muitos anos de circulação este mapa, substituindo-o por uma versão corrigida.


Exposição Cartográfica Portuguesa em Rivera, no Uruguai
No âmbito do estreitamento dos laços culturais entre o departamento de Rivera e a Embaixada de Portugal, foi inaugurada em 21 de julho no museu do património de Rivera, a amostra cartográfica " Portugal na região platina, séculos XVIII e XIX ", contando com o apoio da Câmara do comércio uruguaio portuguesa.
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A amostra, organizada pelo exército português, contém 24 mapas, considerados os mais significativos da coleção da Direção dos Serviços de Engenharia do Exército Português.
Além de proporcionar o conhecimento de alguns aspetos da Cartografia Militar Portuguesa dos séculos XVIII e XIX, a exposição pretende homenagear uma etapa esquecida da história da ciência em Portugal.
"Portugal na região platina, séculos XVIII e XIX" estará em exibição até 31 de agosto.
No âmbito da exposição "Bracara Cartographica", que decorre até ao próximo dia 25 de Novembro na Casa dos Crivos, o Município de Braga disponibiliza aos Bracarenses e visitantes o Mapa da Cidade de Braga Primaz, que André Soares concebeu entre 1756 e 1757.

Os exemplares impressos podem ser adquiridos por 2,5 euros no local da exposição e, a partir do próximo mês de Dezembro, junto do Balcão Único da Câmara Municipal de Braga por 5 euros. Esta passa a ser a segunda representação histórica da cidade de Braga a ser disponibilizada pelo Município, depois do Mapa de 1594 que se encontra à venda no posto de Turismo, sendo a mais conhecida planta da urbe bracarense.
Esta iniciativa conta com a colaboração e especial cedência da Biblioteca Nacional da Ajuda, instituição que detém no seu acervo a versão original do Mapa que terá pertencido ao espólio de D. José de Bragança, que foi Arcebispo e Senhor de Braga entre 1741 e 1756. Esta e outras urbivisões de Braga podem ser admiradas na exposição "Bracara Cartographica".
Esta exposição, integrada no VI Simpósio Luso-Brasileiro de Cartografia Histórica, reúne um significativo conjunto de mapas, plantas e vistas gerais de Braga provenientes dos acervos do Arquivo Municipal de Braga, Biblioteca Pública de Braga e Biblioteca Nacional da Ajuda, contando ainda com a colaboração da Confraria do Bom Jesus do Monte e dos Museus dos Biscainhos e Nogueira da Silva.
Unidades Culturais da UMinho aproximam População do Património Histórico de Braga
Até ao final do mês de Novembro, será possível conhecer as obras de cartografia pertencentes ao acervo da Biblioteca Pública e do Arquivo Distrital de Braga, desde o final do século XV até ao início do século XX. A exposição, patente ao público na Reitoria da Universidade do Minho (UM), intitula-se ‘A Universal Pintura’ e foi inaugurada esta Quarta-feira, 04 de Novembro, numa cerimónia que contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio.

Assinalando a “pró actividade” das unidades culturais da UM que continuamente “se colocam não só ao serviço da comunidade científica, mas também da Cidade”, o Autarca referiu que esta exposição permite “aproximar toda a população do valioso património arquivístico e documental da Biblioteca Pública e do arquivo Distrital”.
A mostra, desenvolvida no âmbito do VI Simpósio Luso-Brasileiro de Cartografia Histórica, encontra-se organizada em torno de 12 núcleos temáticos que abrangem as áreas da Cartografia Simbólica, Histórica, Hidrográfica, Regional, Local, de Viagens, Colonial, de Divulgação, Escolar e Processo de construção cartográfica.

“Esta é mais uma forma de abertura à sociedade e de promoção de um espólio que deve ser visto e reconhecido por todos”, referiu Ricardo Rio, destacando que o Município acompanha com muita expectativa a evolução dos projectos das unidades culturais da UM, que têm dado um “valiosíssimo contributo na reposição histórica de diversas iniciativas desenvolvidas pelo Município de Braga.
Além de Ricardo Rio, a inauguração da exposição contou com a presença de Miguel Bandeira, vereador do Urbanismo do Município de Braga, de Lídia Dias, vereadora da Cultura e de diversas personalidades que estão a participar no VI Simpósio Luso-brasileiro de Cartografia Histórica, que decorre em Braga até ao próximo Sábado.
A mostra, com entrada livre, está patente ao público até dia 30 de Novembro na galeria do salão medieval da Reitoria da Universidade do Minho, e pode ser visitada todos os dias úteis, das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.

Inauguração da Exposição ‘Bracara Cartographica’, amanhã, Quinta-feira, dia 5 de Novembro, pelas 18h00, na Casa dos Crivos, Braga
O Município de Braga inaugura a Exposição ‘Bracara Cartographica’ que terá lugar, amanhã, Quinta-feira, dia 5 de Novembro, pelas 18h00, na Casa dos Crivos, em Braga.
A iniciativa contará com a presença de Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, e de Lídia Dias, vereadora da Cultura.
Esta exposição, integrada no VI Simpósio Luso-Brasileiro de Cartografia Histórica, reúne um significativo conjunto de mapas, plantas e vistas gerais de Braga provenientes dos acervos do Arquivo Municipal de Braga, Biblioteca Pública de Braga e Biblioteca Nacional da Ajuda, contando ainda com a colaboração da Confraria do Bom Jesus do Monte e dos Museus dos Biscainhos e Nogueira da Silva.
“Cartografia Náutica Portuguesa dos Séculos XV a XVII” é uma obra da autoria do Vice-almirante António Silva Ribeiro, editada pelo Instituto Hidrográfico, que reputamos fundamental para a compreensão da importância que tiveram as ciências náuticas nos Descobrimentos e Navegações dos Portugueses.

Desde a génese da carta náutica às inovações cartográficas com a introdução das escalas de latitudes, o emprego da flor-de-lis para indicar o Norte nas rosas-dos-ventos e a graduação das longitudes, passando pela agulha magnética e a carta-portulano, a navegação astronómica, a introdução das sondas hidrográficas e a importância da cartografia náutica na expansão marítima dos portugueses, este livro descreve-nos os contributos dos portugueses no avanço das ciências e técnicas do mar, mormente na representação do mundo através da cartografia, na senda do que outrora fizeram os geógrafos gregos, romanos e árabes e, num tempo ainda mais remoto, babilónios e assírios há mais de seis mil anos.
Pese embora seja frequentemente qualificado de “aventura”, a epopeia dos Descobrimentos marítimos foi porventura o projeto melhor concebido e planeado alguma vez realizado pelos portugueses. E, a atenção que foi dada à cartografia náutica e ciências com ela relacionadas, associados ao processo de recolha e preservação da informação, são bem demonstrativas da sua elevada importância na política de expansão que Portugal então empreendeu.
Com excelente aspeto gráfico, o livro inclui bastantes ilustrações que completam a informação e enriquecem a publicação também do ponto de vista artístico, fazendo dele uma obra indispensável para todos quantos se interessam pela História dos Descobrimentos Portugueses e a sua relação com as ciências e técnicas do mar.

Vice-almirante António Silva Ribeiro, o autor da obra


