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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CÔNSUL DO CANADÁ VISITA FAMALICÃO

Cônsul do Canadá visitou Famalicão para explorar sinergias. Aurélio Fernandes reuniu com Paulo Cunha

O Cônsul Honorário de Portugal em Edmonton, Canadá, Aurélio Fernandes, esteve de visita a Vila Nova de Famalicão na passada sexta-feira, 22 de março, para estreitar relações institucionais com o município de Vila Nova de Famalicão e abrir portas a uma eventual colaboração que facilite a aproximação de empresas famalicenses ao mercado canadiano e vice-versa.

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Aurélio Fernandes foi recebido pelo Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, e manteve reuniões de trabalho com o pelouro da Economia, Empreendedorismo e Inovação, Turismo eInternacionalização, liderado pelo vereador Augusto Lima. Em cima da mesa esteve a possibilidade de presença de delegações comercias famalicenses em feiras empresariais no Canadá, nomeadamente da área têxtil.

A visita foi proporcionada pela empresa CM Socks - Peúgas Carlos Maia, que convidou o diplomata para promover a exportação dos seus produtos para a América do Norte, em particular a meia PST (Prevent Sprain), que previne entorses e cuja tecnologia está patenteada em 143 países. De acordo com a empresa famalicense, esta cooperação já fez chegar a PST ao Canadá e aos Estados Unidos, sendo utilizada em vários desportos e clubes profissionais, como os Miami Dolphins.

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CANADÁ: ASSOCIAÇÃO MIGRANTE BARCELOS EM TORONTO EXPULSA SÓCIOS POR "TRAIÇÃO"

ASSUNTO: GIL VICENTE TORONTO

A Associação Migrante Barcelos vem por este meio levar a público a decisão tomada por unanimidade em Assembleia-geral Ordinária realizada na sede da Associação no dia 10 Março 2019.

O Sr. José Carlos Silva e o Sr. Nelson Pinto foram demitidos da Direccão da Associação Migrante Barcelos e expulsos de sócios por desrespeito e traição á Associação. Estes dois Senhores aproveitaram se dos cargos que desempenhavam como directores do Sector de desporto para proveito próprio. Abriram uma Academia de Futebol aproveitando o nome do Gil Vicente que a A.M.Barcelos tem por direito desde 2000 em que se tornou filial N°1 do Gil Vicente Futebol Clube de Portugal e pode a partir dessa data usar tanto o Emblema como os equipamentos oficias do Gil Vicente Futebol Clube  (FOTO ANEXADA Á MENSAGEM). Estes senhores tendo em sua mão toda a responsabilidade do Futebol dada pela Direcção e  como é normal tinham  proximidade com o Gil Vicente de Portugal e fizeram crer que o sector de Futebol estava separado da Associação Migrante Barcelos e que era uma parceria com a A.M.Barcelos. Como toda a gente sabe inclusive o Gil Vicente Futebol Clube  quando foi lançado a escola de futebol ficou registado em acta que a Escola de Futebol só poderia existir dentro do sector de desporto da A.M.Barcelos. A partir do dia 10 Março de 2019 o Sr. José Carlos Silva e o Sr. Nelson Pinto nada têm a ver com o Associação Migrante Barcelos e com o Gil Vicente de  Toronto. Queremos esclarecer que a partir de hoje a Associação Migrante Barcelos nada tem a ver com esses senhores. ATENÇÃO QUEM AJUDAR A ACADEMIA DO GIL VICENTE NÃO ESTARÁ MAIS A AJUDAR A ASSOCIAÇÃO MIGRANTE BARCELOS. Queremos informar os pais dos atletas que a Associação Migrante Barcelos não é mais responsável por nada que aconteça aos vossos filhos. Todas as dívidas contraídas por esses dois Senhores serão inteiramente da responsabilidade deles. A Associação Migrante Barcelos já está a trabalhar no sentido de avisar todas as empresas e a comunicação Social que apoiam a A.M.Barcelos sobre a diferença que á entre o Gil Vicente Toronto e a Academia do Gil Vicente. Não vamos pactuar com pessoas que em vez de unirem promovam a desunião para seu próprio proveito.

A Associação Migrante Barcelos tem 20 Anos.

Esses 20 anos foram a respeitar e a promover a cultura Portuguesa foi é e será que através do Rancho Folclórico e do Futebol que formou e continuará a formar Homens e Mulheres que serão o Futuro. Não podemos deixar passar em Branco o que estes dois Senhores acima referidos fizeram. Infelizmente não se pode confiar em toda a gente. Há Associação Migrante Barcelos deu a estes senhores a liberdade de trabalho sem por obstáculos às suas decisões e foi a paga que teve. Brevemente convocaremos uma conferência de imprensa.

Saudações Barcelenses

Presidente

Vitor Santos

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ALEXANDRE FRANCO: UM DOS GRANDES ROSTOS DO JORNALISMO LUSO-CANADIANO

  • Crónica de Daniel Bastos

No decurso desta semana, fomos surpreendidos com a triste notícia do falecimento, aos 73 anos, de Alexandre Franco, um dos grandes rostos do jornalismo na comunidade portuguesa no Canadá. Uma comunidade que se destaca na América do Norte pela sua perfeita integração, inegável empreendedorismo e relevante papel económico e sociopolítico, e que já no ano transato assistiu ao desaparecimento de uma outra figura incontornável do jornalismo luso-canadiano, mormente Fernando Cruz Gomes, decano dos jornalistas da comunidade portuguesa em Toronto.

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Natural da cidade moçambicana da Beira, num período em que o território localizado no sudeste do continente africano permanecia uma província ultramarina portuguesa, Alexandre Franco, iniciou no final dos anos 60 a sua profícua carreira jornalística em Lourenço Marques, hoje Maputo, na Rádio Clube de Moçambique.

O conturbado processo de descolonização trá-lo-ia numa primeira fase à pátria lusitana onde começou a trabalhar na Antena 1 e a treinar o Basquetebol Queluz, uma outra área em que se destacou como atleta e treinador, e que marcou a sua predileção pelo jornalismo desportivo. Pouco tempo depois emigraria para a América do Norte, primeiro para Montreal a maior cidade da província do Quebeque e a segunda cidade mais populosa do Canadá, onde foi colaborador da Rádio Portugal de Montreal.

E posteriormente para Toronto, a maior cidade canadiana, onde foi gerente da Rádio Clube Português de Toronto em 1983 e pouco mais tarde após licença para uma rádio FM na CIRV. Trabalhou ainda a partir dos finais dos anos 90 na OMNI-TV, onde esteve como apresentador das notícias desportivas, década em que começou a publicar um jornal luso-canadiano, na altura designado Stadium, apenas desportivo.

 Presentemente o generalista Milénio Stadium, assume-se como um jornal de referência da comunidade luso-canadiana, integrado na MDC Group do comendador Manuel da Costa, um dos mais ativos e beneméritos empresários portugueses em Toronto. Rosto público e estimado no seio da comunidade luso-canadiana, Alexandre Franco, que foi distinguido em 2010 pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal como o melhor jornalista da diáspora lusa, sublimou ao longo da sua vida a epígrafe de Victor Hugo: “A imprensa é a imensa e sagrada locomotiva do progresso”.

CANADÁ: TORONTO ACOLHE EXPOSIÇÃO DE PINTURA DO ARTISTA FAFENSE ORLANDO POMPEU

No âmbito do programa das comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas no Canadá, o mestre-pintor Orlando Pompeu inaugurou na passada quinta-feira (5 de julho) na Peach Gallery em Toronto, a exposição de pintura “Con-Textos de Criatividade”.

A curadoria da exposição, composta por quarenta aguarelas sobre papel que foram todas vendidas durante a iniciativa cultural aberta à comunidade luso-canadiana, esteve a cargo do historiador e escritor Daniel Bastos, que tem divulgado os trabalhos do artista plástico junto das Comunidades Portuguesas.

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O curador da exposição Daniel Bastos (à esquerda) acompanhado do comendador Manuel da Costa proprietário da Peach Gallery

 

A convite da Peach Gallery, uma das mais recentes e vibrantes galerias de arte em Toronto, Daniel Bastos, que se encontra na maior cidade do Canadá a apresentar o seu último livro “Terras de Monte Longo”, justificou a ausência do artista na exposição por motivos de saúde, assegurando que as obras expostas refletem um estilo pictórico singular, heterogéneo, criativo e contemporâneo que concorrem para que Orlando Pompeu seja um dos mais conceituados pintores portugueses da atualidade.

No decurso da iniciativa cultural, que contou com a presença de vários elementos da comunidade luso-canadiana, o comendador Manuel da Costa, um dos mais ativos e beneméritos empresários portugueses em Toronto, e proprietário da Peach Gallery, mostrou-se muito satisfeito por receber a exposição de Orlando Pompeu, que ficará patente à comunidade luso-canadiana durante todo o mês de julho. Para Manuel da Costa, a arte é um elemento cultural importante na formação dos cidadãos e por conseguinte na valorização cultural da comunidade luso-canadiana em Toronto.

Orlando Pompeu nasceu a 24 de maio de 1956, em Cepães - Fafe / Portugal. Estudou desenho, pintura e escultura em Barcelona, Porto e Paris. Nos anos 90 progrediu no seu percurso artístico ao ir viver para os Estados Unidos da América, primeiramente, e depois, Japão. A sua obra consta de variadas coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Alemanha, Itália, Croácia, Áustria, Brasil, México, Dubai, Canadá, Estados Unidos da América e Japão.

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JOE SILVEY, UM PIONEIRO DA SOCIEDADE MULTICULTURAL NO CANADÁ

  • Crónica de Daniel Bastos

No passado domingo, comemorou-se o dia nacional do Canadá, um feriado simbólico que desde 1 de julho de 1867 assinala a independência deste território do Reino Unido, através da união de três colónias britânicas, a Província do Canadá, atual Ontário e Quebeque, e a Nova Brunswick e a Nova Escócia.

Daniel Bastos

Estabelecida em grande parte da América do Norte, a sociedade canadiana destaca-se pela sua génese multiculturalista, intrinsecamente associada ao facto de possuir um dos maiores índices de desenvolvimento humano. Na base da mescla de grupos, idiomas e culturas étnicas que coexistem no Canadá, encontra-se o pioneirismo luso, que muito antes do fluxo migratório das décadas de 1950-60, teve no cabouqueiro Joe Silvey um percursor da presença portuguesa no território.

Natural dos Açores, Joe Silvey ou José Silva, terá deixado a ilha do Pico em 1846, ainda a entrar na adolescência, embarcando num barco baleeiro americano. Esfumada a quimera do ouro que levou à época infindos aventureiros à Califórnia, instalou-se na Columbia Britânica por volta de 1860, onde veio a unir-se a Khaltinaht, neta do chefe índio Kiapilano, e de cuja relação nasceu a filha, Elizabeth, a primeira criança de sangue europeu nascida em Vancouver. Joe acabaria por se tornar, em 1867, o primeiro europeu a receber a nacionalidade canadiana, tendo por essa altura aberto em Gastown um saloon chamado The Hole in the Wall (O Buraco na Parede).

Após a morte da sua primeira mulher, o açoriano natural do Pico vendeu o saloon e instalou-se em Stanley Park, onde se dedicou à pesca, tendo sido o primeiro a conseguir uma licença oficial para pescar com a técnica da rede de cerco. Até à sua morte em 1802, Joe casou-se ainda com a índia salish conhecida como Lucy, de quem teve dez filhos, fixando-se em Read Island, onde comprou um vasto terreno e partilhou parte da sua prosperidade derivada da atividade piscatória com a comunidade local.

O pioneirismo de Joe Silvey na construção da sociedade multicultural no Canadá levou a que em 25 de abril de 2015 a Câmara de Vancouver, onde vivem e trabalham milhares de emigrantes portugueses, inaugura-se em Stanley Park um monumento em sua homenagem. Este pioneirismo foi agora também alvo de tributo em Portugal, através da inauguração, no final do mês de junho, de uma estátua em Belém, executada pelo escultor Luke Marston, trineto de Joe, e um profundo conhecedor das suas raízes lusas.

PINTOR FAFENSE ORLANDO POMPEU EXPÕE NO CANADÁ

Toronto acolhe exposição de pintura “Con-Textos de Criatividade”

No âmbito do programa das comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas no Canadá, o mestre-pintor Orlando Pompeu inaugura a 5 de julho (quinta-feira) às 18h00, em Toronto, a exposição de pintura “Con-Textos de Criatividade”, na Peach Gallery, que ficará patente à comunidade luso-canadiana durante todo o mês de julho.

A curadoria da exposição, composta por quarenta aguarelas sobre papel que refletem um estilo pictórico pessoal, heterogéneo, criativo, original e contemporâneo, estará a cargo do historiador e escritor Daniel Bastos, que tem divulgado os trabalhos do artista plástico junto das Comunidades Portuguesas.

Orlando Pompeu (esq.) acompanhado do historiador Daniel Bastos no atelier do consagrado artista plástico

Orlando Pompeu (à esquerda) acompanhado do historiador Daniel Bastos no atelier do consagrado artista plástico

 

A convite da Peach Gallery, uma das mais recentes e vibrantes galerias de arte em Toronto, Daniel Bastos, que se encontra na maior cidade do Canadá a apresentar o seu último livro “Terras de Monte Longo”, desvendará junto da numerosa comunidade luso-canadiana a obra e percurso de um dos mais conceituados pintores portugueses da atualidade.

Orlando Pompeu nasceu a 24 de maio de 1956, em Cepães - Fafe / Portugal. Estudou desenho, pintura e escultura em Barcelona, Porto e Paris. Nos anos 90 progrediu no seu percurso artístico ao ir viver para os Estados Unidos da América, primeiramente, e depois, Japão. A sua obra consta de variadas coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Alemanha, Itália, Croácia, Áustria, Brasil, México, Dubai, Canadá, Estados Unidos da América e Japão.

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DANIEL BASTOS APRESENTOU ONTEM EM TORONTO O SEU MAIS RECENTE LIVRO “TERRAS DE MONTELONGO”

O historiador Daniel Bastos deslocou-se a Toronto, no Canadá, a fim de apresentar o seu mais recente livro “Terras de Monte Longo”. A sessão teve ontem lugar, em Toronto, no âmbito das Comemorações do Dia de Portugal.

A obra, concebida a partir do espólio de um dos mais aclamados fotógrafos portugueses da sua geração, José de Andrade (1927-2008), que nos anos 70 captou imagens marcantes em povoados rurais entre o Minho e Trás-os-Montes, foi apresentada na Galeria dos Pioneiros Portugueses, um Museu que se dedica à perpetuação da memória e das histórias dos pioneiros da emigração portuguesa para o Canadá.

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A contar da esquerda, a curadora da Galeria dos Pioneiros Portugueses, Humberta Araújo, o historiador Daniel Bastos, e o comendador Manuel da Costa, na mesa da sessão de apresentação em Toronto

 

A apresentação da obra, uma edição trilingue traduzida para português, francês e inglês com prefácio do conhecido fotógrafo franco-haitiano que imortalizou a história da emigração portuguesa, Gérald Bloncourt, esteve a cargo de Humberta Araújo, curadora da Galeria dos Pioneiros Portugueses, e do comendador Manuel da Costa, um dos mais ativos e beneméritos empresários portugueses em Toronto.

No decurso da sessão de apresentação, que contou com a presença de vários elementos da comunidade luso-canadiana, Humberta Araújo e Manuel da Costa, confluíram no elogio ao trabalho dedicado de Daniel Bastos ao nível da promoção das comunidades portuguesas no mundo, assim como na importância do seu último livro, que conta com o apoio do Centro Português de Fotografia, na valorização da história, cultura e tradições dos territórios do interior norte de Portugal.

Refira-se ainda que a convite da Peach Gallery, uma das mais recentes e vibrantes galerias de arte em Toronto, o escritor e historiador minhoto durante a sua estadia na América do Norte será curador da exposição “Con-Textos de Criatividade”, da autoria do mestre-pintor Orlando Pompeu, um dos mais conceituados artistas plásticos portugueses da atualidade, cuja inauguração ocorrerá no dia 5 de julho (quinta-feira), às 18h00, no espaço da galeria de arte.

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MINHOTOS DO CANADÁ COMEMORAM DIA DE PORTUGAL EM NEW JERSEY

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O Grupo Folclórico Português de Montreal, no Canadá, participou ontem nas comemorações do Dia de Portugal, em New Jersey, no Portuguese Club of Kearny. Um pouco por todo o mundo, os portugueses saiem à rua – juntamente com a demais comunidades lusófonas – para celebrar o Dia de Portugal. E, como sempre, os minhotos emprestam aos festejos um particular colorido e a alegria que os caracteriza.

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HISTORIADOR DANIEL BASTOS PROMOVE HISTÓRIA E ARTE PORTUGUESA EM TORONTO

No âmbito das comemorações do Dia de Portugal no Canadá, o historiador Daniel Bastos apresenta no dia 16 de junho (sábado), às 10h00, na Galeria dos Pioneiros Portugueses em Toronto, o seu mais recente livro “Terras de Monte Longo”.

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A iniciativa, aberta à comunidade portuguesa de Toronto, é promovida pela Galeria dos Pioneiros Portugueses, um Museu criado em 2003 que se dedica à perpetuação da memória e das histórias dos pioneiros da emigração portuguesa para o Canadá.

A obra, uma edição trilingue (português, inglês e francês) com prefácio do fotógrafo franco-haitiano que imortalizou a história da emigração portuguesa, Gérald Bloncourt, foi concebida a partir do espólio de um dos mais aclamados fotógrafos portugueses da sua geração, José de Andrade (1927-2008).

Neste novo livro, realizado com o apoio do Centro Português de Fotografia, e da Direção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, o historiador cujo percurso tem sido alicerçado no seio das Comunidades Portuguesas, esboça um retrato histórico conciso e ilustrado do interior norte de Portugal em meados dos anos 70.

Através de imagens até aqui inéditas, que José de Andrade captou nessa época em povoados rurais entre o Minho e Trás-os-Montes, o autor de livros sobre a emigração, aborda as memórias do passado, não muito distante, do Portugal profundo e rural na transição da ditadura para a democracia, um período fundamental da história contemporânea portuguesa, marcado por décadas de carências, isolamento, condições de vida duras e incontáveis episódios de emigração “a salto”.

Refira-se que a edição da obra deveu-se em grande parte ao mecenato de empresas que partilham uma visão de responsabilidade social e um papel de apoio à cultura. Com particular destaque para o grupo empresarial do comendador luso-canadiano Manuel da Costa, um dos mais ativos e beneméritos empresários portugueses em Toronto.

Durante a sua estadia na maior cidade do Canadá, Daniel Bastos será ainda curador da exposição “Con-Textos de Criatividade”, da autoria do mestre-pintor Orlando Pompeu, que é inaugurada no dia 5 de julho (quinta-feira), às 18h00, no espaço da Peach Gallery em Toronto.

A convite da Peach Gallery, uma das mais recentes e vibrantes galerias de arte em Toronto, o escritor e historiador desvendará junto da comunidade luso-canadiana a obra e percurso de um dos mais conceituados artistas plásticos portugueses da atualidade, detentor de uma obra que está representada em variadas coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Inglaterra, Áustria, Croácia, Brasil, México, Estados Unidos, Dubai e Japão.

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ESA ROBOTS VAI REPRESENTAR AMARES NO ROBOCUP 2018 NO CANADÁ

Município de Amares reconhece mérito da equipa e apoia participação no campeonato internacional

Somando já vários títulos nacionais e internacionais, a ESA Robots, do Agrupamento de Escolas de Amares voltou a sagrar-se, recentemente, campeã nacional na área da robótica, no Festival Nacional de Robótica, e vai representar Portugal, no RoboCup Junior Rescue CoSpace 2018, que decorre no Canadá, em Montréal, de 18 a 22 de junho. O presidente da Câmara Municipal de Amares, Manuel Moreira, acompanhado pelo vice-presidente, Isidro Araújo, e pela vereadora da Educação, Cidália Abreu, prestou, esta manhã, mais uma homenagem à equip, reconhecendo publicamente “o excelente trabalho” desempenhado pelo projeto, ao qual vai atribuir um subsídio no valor de 1500€ para participação no campeonato internacional.

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 “Amares tem um ensino que prima pela qualidade e excelência e a ESA Robots é um bom exemplo do que de bom fazem as nossas escolas”, sublinhou Manuel Moreira, depois de entregar uma lembrança do Município de Amares, como forma de felicitar a equipa por mais um título conquistado.

 “Este ano fizemos um esforço suplementar para apoiar esta equipa uma vez que a viagem até ao Canadá é longa e acarreta muitas despesas mas fizemo-lo com toda a convicção de que é um bom investimento nos nossos alunos que, juntamente com o professor Luís e o professor Fernando têm feito um trabalho excelente que ao longo dos anos tem levado o nome de Amares muito longe e com muita determinação”, acrescentou o autarca.

Congratulando-se com a qualidade do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido nas mais variadas áreas pelo Agrupamento de Escolas de Amares do qual é diretora, Flora Monteiro, mostrou-se muito agradada com este gesto de reconhecimento por parte do executivo municipal.

“Foi um prazer para nós sentir que somos reconhecidos pela principal força do concelho. Às vezes, a escola, as várias escolas deste agrupamento, fazem coisas muito bonitas e nem sempre a população vê mas eu acho que se a população estiver atenta nestas últimas semanas nós temos mostrado como estamos tão à frente em tantas coisas”, frisou a diretora do Agrupamento de Escolas de Amares. “Eu estou sempre a dizer a mesma coisa que a maior riqueza que temos no concelho são estes 2300 alunos, portanto, o Município ter este gesto de carinho e apreciação pública de querer mostrar às pessoas que reconheceu o valor destes alunos e destes professores é magnífico”.

Quatro alunos e dois professores vão à conquista de mais um título

É com “imenso orgulho e grande sentido de responsabilidade” que, Bruno Silva, capitão da equipa, que junta quatro alunos e dois professores, perspetiva a participação no RoboCup Junior Rescue CoSpace 2018.

“É uma responsabilidade muito grande porque estou a representar Amares e Portugal e, como capitão de equipa, sinto que devo mostrar sempre um forte espírito de liderança e puxar pelo animo dos meus colegas para conquistarmos lá fora algo maior e darmos continuidade ao projeto mas conto com uma boa equipa e conto com um bom resultado”.

No RoboCup Junior Rescue CoSpace 2018 a equipa de Amares vai encontrar uma prova um pouco diferente daquilo que têm feito até agora, conforme explicou o professor Luís Bernardino que coordena o projeto juntamente com Fernando Costa.

“ Trata-se de uma prova que trabalha apenas com robótica virtual na qual não há robots físicos, ou seja, haverá depois um robot físico mas que não somos nós que vamos levar é organização que nos entrega. A partir daí eles têm que programar o robot virtual e o físico tal e qual como se tivessem com o robot à frente com o intuito de percorrer um série de labirintos, evitar uma série de armadinhas e recolher uma série de objetos tendo como base a busca e salvamento. É uma das provas bases daquilo que nós vemos hoje já no dia a dia a ser utilizado como busca e salvamento”, referiu.

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