CAMINHA: MOLEDO FESTEJA A SÃO SEBASTIÃO

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O Desfile de Carnaval noturno “A Famosa Cegada é o Carnaval em Caminha” está de regresso às ruas de Caminha no dia 16 de fevereiro. As respetivas normas já foram aprovadas em reunião de Câmara, pelo Executivo. O objetivo é a promoção e a dinamização da tradição da Cegada Carnavalesca em Caminha, incentivando a criatividade e o espírito de associativismo da comunidade Caminhense, numa atividade lúdica e recreativa. As inscrições já estão a decorrer.
Os prémios são aliciantes. Na categoria de comparsa, os prémios variam entre os 1000 e 100€; na categoria de grupo entre os 700 e 70€ e, na categoria individual os prémios variam entre os 100 e os 25€. A apreciação do júri terá em conta aspetos como a criatividade, a coreografia, a interação com o público, a originalidade do tema, os figurinos e adereços, a alegria e animação do participante.
Como já referimos acima, as inscrições já estão a decorrer. Podem ser realizadas via digital, através do link
Concurso de Desfile Noturno de Carnaval | CM Caminha ou no próprio dia do desfile das 15 às 18 horas, na Praça Conselheiro Silva Torres, em Caminha.
As normas do Desfile de Carnaval noturno “A Famosa Cegada é o Carnaval em Caminha” estão disponíveis em www.cm-caminha.pt.
O Desfile de Carnaval 2026 “A Famosa Cegada é o Carnaval em Caminha” é uma organização da Câmara Municipal de Caminha, União de Freguesias de Caminha (Matriz) e Vilarelho e comerciantes do concelho de Caminha.
Os prémios serão atribuídos pela Câmara Municipal de Caminha, União de Freguesias de Caminha (Matriz) e Vilarelho.



O Minho dispõe até ao momento de três estações salva-vidas em Viana do Castelo, Esposende e Apúlia
Passam 133 anos desde que foi criado o Real Instituto de Socorros a Náufragos – renomeado de Instituto de Socorros a Naúfragos após a implantação do regime republicano. Com efeito, esta entidade foi instituída em 21 de Abril de 1892 e contou durante a sua existência com o Alto Patrocínio de Sua Majestade a Rainha D. Amélia, constituindo-se como uma entidade privada de beneficência.
Atualmente, o ISN é um organismo integrado na estrutura da Direção-Geral da Autoridade Marítima, com atribuições de direção técnica para as áreas do salvamento marítimo, socorros a náufragos e assistência a banhistas.
O ISN dispõe de 25 estações salva-vidas ao longo de toda a costa de Portugal. No Minho dispõe de uma Estação Salva-Vidas principal em Viana do Castelo e duas temporárias, em Esposende e na Apúlia. A estação principal é situada em zona de elevado tráfego marítimo, tendo capacidade para operar em Esquemas de Separação de Tráfego e dispõem nomeadamente de residência para os tripulantes das embarcações salva-vidas, rampa, carris e abrigo. Por seu turno, as temporárias não dispõem de residência e geralmente não estão dotadas de rampa, carris nem cais acostável por perto, encontrando-se geralmente situadas em locais cujo tráfego marítimo se resume a pequenas embarcações de pesca e recreio.
Remonta aos começos do século XIX a criação do primeiro embrião do que viria a constituir o Real Instituto de Socorros a Náufragos, actualmente designado por Instituto de Socorros a Náufragos. Com efeito, data de 1828, a criação pelo Rei D. Miguel da Real Casa d’Asilo dos Náufragados, em São João da Foz do Douro, destinada a servir de abrigo para salva-vidas, tendo esta constituído o primeiro serviço de salvamento marítimo devidamente constituído, instalado na costa portuguesa. Dispunha esta Instituição de casa-abrigo para o salva-vidas, enfermaria, casa das máquinas e outras dependências, encontrando-se sob a inspecção da Junta de Administração da Companhia Geral de Agricultura dos vinhos de Alto Douro.
O Instituto de Socorros a Náufragos foi porventura um dos últimos do género a ser criado na Europa, visto a Inglaterra já ter fundado o seu em 1824 e a generalidade dos países marítimos europeus o ter feito em meados do século XIX. Apesar disso, tal como afirmou o insigne historiador Professor Doutor Joaquim Veríssimo Serrão na conferência que realizou na Sociedade de Geografia de Lisboa por ocasião das comemorações do primeiro centenário do Instituto de Socorros a Náufragos, em 21 de Abril de 1992, “A criação do Instituto não representou um acto orgânico isolado, razão de necessidade então mais sentida ou cópia de modelo estrangeiro. Foi, sim, um marco importante, entre nós, na salvaguarda da vida humana no mar e dos bens dos náufragos, de que Portugal foi pioneiro, e, ao que conheço, durante vários anos exemplo único.
E explica a razão: “Com efeito, desde 1211 uma disposição legal de D. Afonso II proibia que os senhores das regiões costeiras tivessem direito de posse em relação aos bens arrojados à costa ou ainda encontrados dentro dos barcos naufragados. Noutros países, quer no Mediterrâneo quer no norte da Europa, a norma existente era a “jus naufragii” pela qual esses bens pertenciam aqueles senhores, sendo prática, senão corrente pelo menos frequente, em certas regiões, acender fogueiras em locais errados e usar outros ardis para levar os navios a naufragar. O crime chegava ao extremo de assassinar os náufragos que tinham escapado à fúria das ondas”.
E acrescentava: “Vem a propósito referir a política dos reis portugueses, logo desde a fundação do país e com destaque para D. Dinis e D. Fernando, no incentivo e protecção ao transporte marítimo pelo qual Portugal se ligava aos centros comerciais da Flandres e do Mediterrâneo.
A disposição legal de D. Afonso II é assim perfeitamente coerente com essa política que aproveitava a posição privilegiada da costa portuguesa nas linhas de tráfego que ligavam os pontos da Itália e do mediterrâneo levantino aos pontos do mar do Norte.
Há notícia, também, que D. Pedro mandou que junto às suas fortalezas marítimas existissem sempre barcas disponíveis e aparelhadas para prestar socorros a navios em perigo nas suas barras.”
E, finalmente, conclui: Em Portugal, só no último quartel do século XVIII o Estado começa a tomar medidas sobre essa causa humanitária. É assim que, em 1776, o esclarecido estadista que era o Marquês de Pombal determina um certo número de obras e procedimentos, entre os quais a construção de uma doca-abrigo, com vista à prestação de socorros aos navios que naufragassem na barra do Tejo. Essas medidas não tiveram infelizmente seguimento pois logo no ano seguinte, após a morte de D. José I, o Marquês é destituído de 1º Ministro, afastado da política e exilado da corte.”
Em 1835, foi criada em França a “Sociedade Geral dos Náufrágios, e de União das Nações pelo que respeita aos Salvamentos, ao Comércio e às Ciências”, a que Portugal veio a aderir, tendo como Presidente da Real Secção Portuguesa o Marquês de Sá da Bandeira. E, cinco anos volvidos, em 1840, foi criada a Estação de Paço de Arcos, considera a mais antiga estação de salva-vidas do país.
Em 1841, no seguimento de uma exposição apresentada pela Associação marítima e Colonial de Lisboa à rainha D. Maria II, o Ministério da Marinha e Ultramar manda orçamentar as despesas para salvamento de náufragos.
Em 1880, no reinado de D. João VI, Portugal recebe a primeira embarcação especificamente constituída para salva-vidas, oferecida pelo 2º Duque de Northumberland, destinada a actuar na foz do rio Douro.
Apesar disso, em virtude da instabilidade política vivida durante o período das guerras liberais e, de um modo geral, ao longo da maior parte do tempo em que vigorou a monarquia constitucional, a que se acrescentou a independência do Brasil, não foi possível estabelecer em devido tempo um eficaz sistema nacional de socorros a náufragos e também de sinalização marítima, com a instalação de uma rede de faróis ao longo da costa portuguesa, o que levava a frequentes naufrágios com avultados prejuízos e elevada perda de vidas humanas.
O sistema de farolagem era então muito deficiente, escasseavam os portos de abrigo, a pesca fazia-se com recurso a embarcações muito deficientes e a navegação costeira em geral não ofereciam as mínimas condições de segurança, o que tudo somado tornava a costa portuguesa uma das que maior número de naufrágios registava em todo o continente europeu. Este cenário trágico esteve na origem do epíteto “costa negra” como que até aos finais do século XIX foi a costa portuguesa conhecida.
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Ao fenómeno certamente não foi alheio o incremento da actividade marítima e a procura no mar dos recursos piscícolas com vista a satisfazer as necessidades de uma população cada vez mais numerosa para a qual, os bens agrícolas revelavam-se cada vez mais insuficientes, tornando a navegação marítima e fluvial mais intensa.
Entretanto, motivações de natureza política levaram ao encerramento da Real Casa d’Asilo dos Náufragados da Foz do Douro, instituída por D. Miguel, tendo o seu recheio sido vendido em hasta pública. Porém, as tragédias sucederam-se sem existisse algum meio com que acorrer, sucedendo mesmo que um dos naufrágios ocorreu em local próximo daquele onde se encontrava a referida “Casa dos Naufragados”. Tratou-se do navio “Porto”, dele tendo resultado a morte por afogamento de noventa pessoas, praticamente quase todos os passageiros e tripulantes. As críticas à actuação do governo não se fizeram esperar, constituiu-se a Comissão Humanitária da Foz do Douro e abriram-se subscrições para a criação de um serviço de socorros a náufragos. Decorrido algum tempo, foi de novo estabelecida a estação salva-vidas da Foz do Douro.
Escassos dois meses antes da criação do Real Instituto de Socorros a Náufragos, outra tragédia veio a enlutar as famílias de 105 pescadores da Póvoa de Varzim e da Afurada. O país não podia, pois, continuar a assistir à ocorrência de mais tragédias sem que nada se fizesse par ao evitar ou remediar. Pode. pois, considerar-se este nefando acontecimento a causa próxima da criação do Real Instituto de Socorros a Náufragos.

Estação Salva-Vidas da Apúlia provavelmente antes de 1911. Socorristas a náufragos e sargaceiros (foto: autor desconhecido)
O Real Instituto de Socorros a Náufragos foi instituído pela Rainha D. Amélia, através de Carta de Lei de 21 de Abril de 1892, a qual foi sua Presidente de Honra até à data da implantação da República, em 1910. Assumia à época o cargo de Ministro da Marinha e do Ultramar o Comandante Francisco Joaquim Ferreira do Amaral.
Inicialmente constituída como uma entidade privava e benemerente formada por voluntários, embora sob a égide da Marinha Portuguesa, o Instituto de Socorros a Náufragos veio em meados do século passado a debater-se com dificuldades financeiras e de pessoal para tripular as embarcações salva-vidas. E foi assim que, a partir de 1 de Janeiro de 1958, o ISN transitou para a tutela do Estado, ficando na directa dependência da Marinha Portuguesa.
Esta entidade foi inicialmente criada com vista a proceder ao salvamento de náufragos e auxílio às suas famílias, bem assim daqueles que nas acções de salvamento perdiam a sua vida. Porém, com o decorrer do tempo, a sua acção foi alargando a sua abrangência como a do salvamento de banhistas nas praias, actividade de lazer que passou a fazer parte dos novos hábitos citadinos sobretudo a partir dos finais do século XIX. Neste âmbito, inscreve-se a organização de colónias de férias para crianças que então eram organizadas na praia da Trafaria.
Remonta a 1909 o Relatório da Comissão Central do Real Instituto de Socorros a Náufragos, no qual surge pela primeira vez um registo de apoio a banhistas segundo o qual, a fim de evitar acidentes, se propunha montar um sistema de vigilância com recurso a uma embarcação que percorreria a praia durante o período de banhos. Com efeito, estes sistemas foram pouco depois montados nas praias da Trafaria e de Albufeira.
No ano seguinte à data daquele Relatório, foram ainda montados 120 postos de praia que dispunham de duas bóias grandes, duas bóias pequenas com uma retenida de 25 metros, dois cintos de salvação, uma retenida de 100 metros e um quadro explicativo dos primeiros socorros a prestar aos náufragos. Estes equipamentos, e o característico quadro que os acompanhava, passou a ser um dos aspectos mais típicos dos portos e praias portuguesas.
Estes postos ficavam à guarda e cuidado do banheiro que prestava serviço na praia, tornando-se à época uma figura muito característica e estimada pelos banhistas.
Em 1905 foi publicado o manual de “Primeiros socorros a prestar aos afogados”.
O sistema de vigilância nas praias foi estruturando-se à medida que aumentava a afluência aos banhos, alargou-se progressivamente a quase todas as praias da costa portuguesa e passou a fixar a própria época balnear. A partir de 1940, passou ainda a ser complementada pela vigilância do cabo de mar.
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A imagem mostra a Rainha Dona Amélia presidindo à sessão para distribuição de prémios, em 1910, promovida pelo Real Instituto de Socorros a Náufragos, na Sociedade de Geografia de Lisboa. Foto Joshua Benoliel
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Estação salva-vidas será uma realidade
O Concelho de Caminha vai ter uma Estação salva-vidas, informou ontem, em reunião de Câmara, Liliana Silva “temos uma forte expectativa de que a estação seja uma realidade no concelho no final deste ano, início do próximo”, realçou a Presidente. A Edil foi mais longe e afirmou que agora o concelho de Caminha é um concelho prioritário para este governo.
Sobre a petição que circulou sobre esta matéria, a presidente ainda informou que este assunto é extemporâneo para o Governo, pois “a estação salva-vidas já estava a ser trabalhada para que existisse aqui no concelho, graças à forte dedicação do Capitão do Porto de Mar”. O projeto de execução para criar a estação salva-vidas já existe. A Câmara prestará toda a colaboração necessária e vai ser realizada uma minuta de protocolo entre a DGAM e a Câmara Municipal de Caminha.
Liliana Silva também esclareceu a questão da Isenção do IMI aos Bombeiros Voluntários do concelho. A Presidente começou por clarificar que o regulamento em vigor não é claro, a título de exemplo: o regulamento diz que os Bombeiros têm que preencher um formulário, formulário esse que não existia. Portanto este executivo teve que estudar uma forma legal de atribuir este apoio aos Bombeiros. O formulário já foi criado e já estão a ser contactados os Bombeiros que entregaram a declaração. O Reembolso vai ser feito com retroativos de 2025.
A autarca ainda realçou que no âmbito escolar, estão a ser atribuídos todos os apoios sociais
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A Assembleia Municipal de Caminha vai reunir em sessão extraordinária segunda-feira, dia 12 de janeiro, entre as 16.00h e 20.00h, no Salão Nobre do Edifício dos Paços do Concelho, com o ponto único na ordem de trabalhos: eleição indireta do presidente e de um vice-presidente das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional, I. P. (CCDR, I. P.)




O concelho de Caminha entrou em 2026 com ambição, dinamismo e confiança no futuro.
No concelho de Caminha a Magia de Natal Aconteceu e superou todas as expectativas. Para esse sucesso em muito contribuiu o esforço de todos os intervenientes e adesão do público em cada um dos eventos, com destaque para a Iluminação de Natal, Camarilândia, a Rota dos Presépios e Concertos de Natal em todas as freguesias do concelho, os Mercados de Natal, a Festa de Final de Ano e, naturalmente, o Concerto de Ano Novo.
Iluminámos o concelho no primeiro dia de dezembro, com momentos musicais nas duas praças das vilas do Concelho, com vista a atrair as pessoas a visitaram o nosso concelho, potenciando o comércio local.
A Rota dos Presépios realizada em todas as freguesias do concelho foi outro dos sucessos desta Magia de Natal. Cada freguesia apresentou o seu presépio na Igreja Paroquial e obtivemos resultados riquíssimos; presépios exemplares e inéditos. Também cada Igreja Paroquial do Concelho foi palco de um concerto de Natal, na sua maioria com casa cheia, com prata da casa: Orfeão de Vila Praia de Âncora, Tânia Esteves e Sir’Art, Joaquim Ribeiro e Diogo Brás, Seaseon of Love Tatiana e Alexandre) e Ricardo e Pedro Gomes. Todos eles concertos de grande qualidade e que tocaram os corações de quem assistiu.
A Camarilândia veio para ficar e para crescer! A primeira edição da Camarilândia foi um enorme sucesso, recebendo milhares de visitantes de todo o país e também de Espanha. Desde os mais pequenos aos mais graúdos, famílias inteiras encheram o recinto de vida, dinamismo, partilha e emoção, vivendo a magia do Natal no concelho de Caminha.
Organizada em apenas duas semanas, esta aposta corajosa do novo executivo municipal mostrou que, com visão política, decisão e capacidade de mobilização, o concelho de Caminha responde e cresce.
No próximo ano, a Camarilândia irá crescer ainda mais, continuando a transformar o nosso território numa referência regional e transfronteiriça durante a quadra natalícia
Foram muitos os que aderiram ao Passeio Solidário Pais Natal, organizado pelo Grupo Motard Rodas Internacionais. Este passeio Solidário reverteu a favor da Associação de Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora e Jardim de Infância de Moledo!
Os Mercados de Natal encheram as praças de Vila Praia de Âncora e de Caminha de magia e tradição.
Quanto à festa de Fim de Ano, Caminha afirmou-se, mais uma vez, como um território de referência na celebração desta noite.
As atuações, o bom ambiente e a parceria com empresários locais deram lugar a uma noite fantástica como a que se viveu no concelho de Caminha.
A forte afluência confirma a aposta ganha de que é pela diferença que se devem pautar os eventos culminando no sucesso de uma estratégia que está a dar os primeiros passos e que começa a ganhar cada vez mais público.
O evento, que decorreu entre as 23h00 e a 1h00 da manhã do dia 1 de janeiro, teve um programa diversificado e de elevada qualidade artística, com atuações do DJ Tiago Lourenço, da soprano Sílvia Pinto, da saxofonista Ana Faria e do violinista Pedro Carneiro e fogo de artifício.
Por último, Caminha começou o ano ao som da música de qualidade da Sociedade Musical Banda Lanhelense.
Na Igreja Matriz em Caminha, com casa cheia, a Banda Lanhelense voltou a surpreender com mais um espetáculo de grande qualidade!
Apesar do pouco tempo para organizar todos os eventos, o sucesso obtido revela que a gestão atual está pronta para impulsionar novos avanços e conquistar ainda mais resultados positivos em 2026.








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Executivo reúne esta quarta-feira em reunião ordinária, pelas 15h00, no Salão Nobre dos Paços do Concelho
O Executivo reúne esta quarta-feira, dia 7 de janeiro, em reunião ordinária, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, pelas 15h00. Da Ordem de trabalhos constam os seguintes pontos:
– Protocolo de Colaboração entre a Comunidade Intermunicipal do Alto Minho, os dez Municípios do Alto Minho e a Associação Cultural e de Estudos Regionais para concretização do projeto “AcerOrg (2025-2027) – Rota dos Órgãos. Mestres organeiros, entalhadores, pintores, douradores. Obras e
itinerários”;
– Rescisão de Protocolo entre o Município de Caminha e a Associação Alta Tensão – Clube de Combate;
– Protocolo de colaboração para o Desenvolvimento das Atividades de Enriquecimento Curricular no ano letivo de 2025/2026 entre o Município de Caminha e a Associação Clube de Combate Caminha;
– Acordo de cooperação entre a Câmara Municipal de Caminha, Garboyl Lives – Ricardo Rios, Unipessoal, Lda, a Junta de Freguesia de Âncora e Âncora Praia Futebol Clube para realização do SONIC BLAST 2026-2029;
– Alargamento de horário de funcionamento do “Bar Medieval” – requerente: Maria Manuela Pinto Ferraz Fernandes - ratificação;
– Alargamento de horário de funcionamento do “Bar Matriz” – requerente: Rosa Maria Jesus Lourenço Fernandes - ratificação;
– Alargamento de horário de funcionamento do “Bar Matriz” – requerente: Rosa Maria Jesus Lourenço Fernandes - ratificação;
– Alargamento de horário de funcionamento do “Bar After Eight” – requerente: Francisco Odorico Carneiro Sousa Ramalhosa - ratificação;
– Alargamento de horário de funcionamento do “Bar Carga d’Água” – requerente: José André Rocha Santos - ratificação;
– Alargamento de horário de funcionamento do “Bar Qbar” – requerente: Ana Isabel da Cunha Lourenço - ratificação;
Proposta n.º 11 – Alargamento de horário de funcionamento do “Club Alfândega” – requerente: Rasgotropical, Lda - ratificação;
– Alargamento de horário de funcionamento do restaurante/bar “Virgem de Fátima” – requerente: Parábola Aromática – unipessoal, Lda -
– Alteração temporária da postura de trânsito e estacionamento na Freguesia de Âncora para reposição de pavimento no âmbito do processo de obras n.º 87/24.

Diário da República, Lei n.º 73-A/2025, de 30 de dezembro Orçamento do Estado para 2026 Artigo 215.º Requalificação do Portinho de Vila Praia de Âncora
O Porto de Mar que une pessoas, território, comunidades e políticas públicas. Um grande investimento para o Norte do país, para salvar vidas e sustentar uma economia.
O Porto de Mar de Vila Praia de Âncora não é apenas betão, molhes ou dragagens. É uma infraestrutura crítica de segurança, de coesão territorial e de sobrevivência económica. Quando falha, falha o Estado.
A sua requalificação, agora inscrita no Orçamento do Estado, não é um favor político nem uma obra local. É uma decisão estrutural para o Norte do país, com impacto direto na segurança no mar, na pesca profissional e desportiva, na economia azul e na dignidade de quem vive do mar.
Este porto liga pessoas ao território, fixa comunidades e obriga as políticas públicas a descerem do papel para a realidade.
Durante décadas foi ignorado, adiado e tratado como um problema menor. Hoje entra na lei. Não resolve tudo. Mas muda o patamar.
A todos os que nunca desistiram — pescadores, comunidade piscatória, técnicos, responsáveis políticos, poder local e poder central — é devido reconhecimento público.
Nada disto aconteceu por acaso. Aconteceu porque houve persistência, memória, pressão legítima e recusa em aceitar o abandono como destino.
Uma palavra muito especial é devida à Associação de Pescadores Profissionais e Desportivos de Vila Praia de Âncora.
Pela consistência, pela coragem e pela capacidade de manter este dossiê vivo quando outros preferiram o silêncio ou a resignação.
O reconhecimento é justo. O agradecimento é sincero. Mas importa dizê-lo com clareza: a obra ainda não está feita.
O compromisso agora existe, está escrito e tem responsáveis. A partir daqui, não há desculpas técnicas nem adiamentos políticos aceitáveis. A linha foi traçada. A vigilância será permanente.
Carlos Sampaio
Presidente da Direção Associação de Pescadores Profissionais e Desportivos de Vila Praia de Âncora

Caminha afirmou-se, mais uma vez, como um território de referência na celebração da noite de fim de ano.
As atuações, o bom ambiente e a parceria com empresários locais deram lugar a uma noite fantástica como a que se viveu no concelho de Caminha.
A forte afluência confirma a aposta ganha de que é pela diferença que se devem pautar os eventos culminando no sucesso de uma estratégia que está a dar os primeiros passos e que começa a ganhar cada vez mais público.
O evento, que decorreu entre as 23h00 e a 1h00 da manhã do dia 1 de janeiro, teve um programa diversificado e de elevada qualidade artística, com atuações do DJ Tiago Lourenço, da soprano Sílvia Pinto, da saxofonista Ana Faria e do violinista Pedro Carneiro e fogo de artifício.
O concelho entrou em 2026 com ambição, dinamismo e confiança no futuro.
A vila de Caminha tem a denominada Rua Direita que importa valorizar e, nesse sentido, foi uma aposta ganha a parceria efetuada para esta noite em especial, com os bares e discoteca da Rua Direita, que se uniram ao município de Caminha, marcaram presença no terreiro e depois a festa continuou por esta Rua que é um ex-libris do nosso concelho.
A energia vivida nesta noite simboliza uma comunidade unida, capaz de receber bem, de criar experiências diferenciadoras e de projetar o concelho de Caminha como um destino de excelência, não só em momentos festivos, mas ao longo de todo o ano.
O executivo em funções trabalhou contra o tempo para dignificar esta data, uma vez que não havia qualquer trabalho planeado pelo anterior executivo para o Natal e passagem de ano.
Foi com dedicação e afinco que se lideraram eventos, como a Camarilândia - floresta encantada de Natal e as comemorações da passagem de ano, que visam promover a coesão social, dinamização económica e projeção externa do território, consolidando uma visão estratégica assente na qualidade de vida, na cultura e no futuro.











